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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 1° Act - It's Navy Time

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Roy Collins
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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 3 EmptySeg 20 Ago 2018, 09:02

Testando o inimigo
A sorte é que quando saí do bar um garoto já estava na frente, recebendo minhas instruções de bom grado. Sinceramente esperava que fosse soar frio ou mesmo sentir um pouco de medo, entretanto, fora o contrário. Suas palavras me fez sentir orgulho de ver a satisfação dele em poder ajudar. É de pessoas assim que o mundo vai girar pro melhor. Não com pessoas que causem o caos ou mesmo beneficiam dessas situações, mas de pessoas que fazem as coisas da maneira justa. Onde prevalece a justiça. - É um passo importante garoto. Mas começando agora, certamente alguma hora a oportunidade chegará!! Respondia com rapidez me retirando do local, tinha uma pessoa a qual precisava ser contida. E o meu dever nesse momento, é intercepta-lo.

Seguia o caminho procurando o individuo. Pela cidade de Shells Town ser grande, honestamente esperava com que fosse mais difícil encontra-los até porque estava a uma distância atrás deles. Porém talvez devido o peso da carga, a carga em si e eles serem marinheiros, tornou-se mais simples o serviço. Primeiramente costurei por algumas vielas e becos, virando a cabeça para todas as direções e a principio nada, contudo, levando mais um tempo encontro as cinco pessoas. - Agora é a hora ... Aproximei-me furtivamente deles, identificando o sujeito que sorriu com deboche. Certamente não sabia que era ele o possível ladrão, entretanto, pelo tão pouco de sinais que tenho, é o mais sensato a suspeitar.

O mesmo se afastava dos demais rumando a uma casa abandonada. ~ Saindo de cena ... Esperto. Pensava contendo minha raiva que aumentava. Confesso que a vontade era de ir pra cima de uma vez. Segui a risca seus passos e no momento que toquei no assoalho de madeira do local, aquele rangido fora emitido. ~ Agora ele já percebeu. Notava que o suspeito subia a escada com a carga em mãos, consequentemente não conseguindo fugir facilmente de mim. Bastava eu acelerar mais meus passos que o pararei em instante. Já de longe conseguia avistar o sargento Levi vindo, a mensagem do menino pareceu dar certo. - Ótimo garoto. Ficava animado com o cenário que estava para se formar.

O sargento ainda não tinha me visto. Mas pensando por um lado, se eu pudesse fazer com que ele e meus outros companheiros escutassem algo forte, poderiam ficar em alertas e notar onde estamos. Graças ao ambiente no térreo dessa casa abandonada, poderia fazer belo de um barulho com essas madeiras rangendo. Usando minha agilidade para não perder tempo, tomaria algumas sucatas empilhadas e jogaria contra o chão de um modo que fizesse o maior barulho possível. Jogaria todas os destroços de madeira também, alguns para fora da casa, e por dentro, espalhando uma bagunça total e também chamando a atenção com a baderna que ficaria. A intenção era essa, fizesse com que os marinheiros notassem de alguma forma.

Posteriormente continuaria minha perseguição contra o suspeito. Subiria as escadas observando se não tinha nenhuma armadilha no chão, caso necessário, pularia sobre para não escorregar. Já se tiver no ar, numa espécie de linha, estreitaria meu corpo para o lado evitando qualquer empecilho. Ao chegar na parte superior, afirmaria com imponência. - A casa caiu!! Encararia-o seriamente. Primeiramente manteria distância do inimigo e observaria a carga que tivesse levando. Procuraria em suas vestimentas alguma arma de fogo, espada ou qualquer coisa que possa conectar a ele como suporte. Veria se há alguma saída por alguma porta ou mesmo janela que tivesse ali. Analisar o local seria de extrema importância. A principio não lutaria contra ele caso começar um ataque, esquivaria para o lado contrário na possibilidade de algum ataque na vertical. Se por acaso vier na horizontal, saltaria e obteria distância tentando me manter com um campo aberto sem perder espaço. Surgindo alguma arma de fogo, ficaria atrás de algo que cubra meu corpo afim de evitar os tiros até conhecer melhor o espaço para contra-atacar.

Evitando ataques com seus punhos se ele for um lutador, esquivaria de seus ataque usando a linha do zigue-zague para trás. Tentaria pegar a linha de sincronia de seus ataques, geralmente os ataques com socos são mais lógicos pelo fato de serem sequenciais, recorrente, a reação do inimigo. Deste modo, se não houver espaço para desvencilhar para trás, recorreria a sequência de golpes e no momento que houver uma brecha, saltaria contra a parede de trás e daria um dash para a direção oposta a dele. Havendo algum chute em um de seus ataques, seja em qualquer parte e como for chutar, saltaria na direção de um campo mais aberto para poder locomover-se de uma maneira mais fácil. Por enquanto o objetivo era saber com quem estava lidando e ter a noção do território. E com a maior cautela farei isso, afinal, a missão não pode ter falha. É ter sucesso ou ter sucesso. Essa é o jeito dos Collins. Vencer ou vencer.

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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 3 EmptyTer 21 Ago 2018, 01:42

Narração


Seus planos acabavam por correr da exata maneira como desejava, talvez contasse com até mesmo um pouco a mais de sorte do que juízo, mas o que importava é que no fim tudo se tornava ao seu favor e acabava em um cenário que lhe favorecia, encurralando o proprietário dentro de uma casa abandonada qualquer. Roy já podia identificar que aquele sujeito não estava ali por coincidência, de fato aquele era o ladrão e estava dando o fora antes que fosse identificado, se afastando dos demais na tentativa de assim como as outras vezes realizar o furto de forma perfeita. Mas hoje não era seu dia de sorte, o soldado havia conseguido identificar com maestria suas táticas e assim reagir de acordo, além disso ainda conseguira avisar ao seu superior que seguia em seu apoio logo atrás, apesar de manter uma certa distância, o menino enviar a mensagem querendo ou não havia sido a melhor escolha a se tomar por hora.

Levi vinha em sua direção, mas Roy não possuía tempo a perder, alguns minutos ou sequer segundos a mais poderiam ser cruciais para que o indivíduo escapasse, e em meio a tantas estruturas não seria difícil perde-lo de vista logo logo. Sendo assim, o jovem realizou o primeiro pensamento que passava por sua cabeça naquele momento, derrubar tudo em seu caminho e fazer a maior bagunça e barulho possível para chamar a atenção de quem quer que estivesse em sua voltar, quer sejam marinheiros, ou não... Bom, não importava ao certo as consequências, o seu grande objetivo estava entre os seus dedos e não poderia escapar de forma tão fácil, portanto o garoto não demorou muito para subir as escadas de maneira veloz e de fato alcançar seu inimigo.

O homem assustado virava-se em direção ao garoto, revelando seu rosto e incrédulo de que havia sido realmente descoberto soltava a mercadoria ao chão, a caixa chocava-se contra a madeira fazendo ainda mais barulho, e só então Roy pode ter uma bela vista de quem estava enfrentado. Um homem jovem, porém com muitos traços físicos de alguém que já passou por muito nessa vida, alguns ferimentos mal curados, manchas ao rosto, seus olhos amarelados que chamava mais atenção que o normal, e por fim um corte em sua orelha que havia sido parcialmente decepada. Ao retirar o boné da marinhe, também demonstrava um corte de cabelo um tanto quanto peculiar, talvez apenas um rebelde? Ou talvez houvesse passado por mais do que isso, afinal de contas seus traços de sofrimento eram evidentes, porém claro, isso não justificaria suas atitudes.

Atualmente ambos encontravam-se em um cômodo vazio da casa, nenhum móvel sequer era encontrado no local, tudo que havia por lá era a porta de entrada e uma janela mais atrás do rapaz que daria diretamente para lugar algum, visto que estavam localizados no segundo andar. Excluindo esses fatores havia também a caixa com os materiais furtados por parte do oponente. Bom, mas deixando isso de lado não demorava muito para que ele se colocasse em posição de batalha, levando suas mãos a frente enquanto suas pernas demonstravam um gingado singular, para quem realmente conhecesse esse estilo de luta. Nenhum tipo de arma parecia ser encontrado em seus bolsos ou em qualquer tipo de compartimento extra em suas vestimentas, apenas o bom e velho corpo seria utilizado nesse combate. Para frente e para trás para um lado e para o outro, o homem abria sua boca por alguns momentos desferindo apenas uma frase para Roy. - Você pode tentar - Um sorriso era esboçado por breves segundos, enquanto o sujeito se aproximava.

Em sequência um chute era desferido na direção do garoto, que instintivamente saltava afastando-se do local, essa havia sido por pouco, podia até mesmo sentir o vento do golpe tocar seus pés enquanto realizava o movimento do salto. Roy tomava distancia e tempo para pensar, porém o inimigo não parecia querer pensar tanto assim e não demorou para realizar uma série de acrobacias e se aproximar do jovem marinheiro. Seu oponente abaixava-se de imediato realizando uma rasteira que passava rente aos seus pés, quase atingindo-o quando novamente realizava um salto, buscando alcançar uma área mais aberta, precisava entender a sequencia do oponente, e só então começar a buscar uma aproximação mais especifica. Infelizmente o homem a sua frente não parecia pensar da mesma forma, e sem deixar com que o boxeador sequer encostasse seus pés ao chão, colocou suas mãos ao chão elevando suas pernas ao ar e acertando um chute potente na região das costelas do garoto.

Não era tão forte quanto o soco que havia recebido de Thor, mas o fazia ficar alerta e até mesmo sentir um pouco do hematoma recém curado que recebera pelo recrutador, talvez fazendo-o se situar na batalha de uma forma melhor. Quem sabe até mesmo mostrar que seu oponente, apesar dos pesares, não estava para brincadeiras, bom o fato é, que essa interpretação estava nas mãos de Roy, e caberia a ele as decisões sobre como agir dali para frente. Todo o desenrolar desse combate estava em suas mãos, e caberia a ele sair ou não dali vitorioso e com sua missão completa, ou apenas mais um fracassado aos olhos da marinha.


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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 3 EmptyTer 21 Ago 2018, 15:19

Lutando contra o inimigo

Ao subir para o segundo andar se deparava com o ladrão. O mesmo retirava o boné de marine. De aparência peculiar e de certo modo, judiado. Sua aparência a principio era intimidadora, ao menos para quem não luta. Mas é bom assim, ainda mais em ladrão. Eu e ele nos encarávamos. Ao nosso redor nada que pudesse atrapalhar a locomoção, propicio para um ambiente de luta. Atrás dele apenas uma janela. O estranho soltava a carga que tinha furtado e respondia com auto-confiança que poderia tentar. Automaticamente meus punhos remexeram e um calor súbito perpassou pelo corpo. Aquela energia de luta mexeu comigo. Acirrei meus olhos observando-o melhor, principalmente o posicionamento para luta e seu gingado nunca vi antes. Tentei pensar em algum estilo de combate que lembrasse isso, porém honestamente nada remeteu a isso. Me deixando interessado pelo que estaria por vir, seria algo novo e que me mostraria onde posso desenvolver melhor minhas habilidades.

- Está determinado em lutar cara. Depois de ter roubado a marinha ainda quer bater num marinheiro e sair daqui. Parava e respirava soltando aos poucos o que pensava. Tentando exalar minha raiva a medida que falasse. Contanto, sem delongas meu inimigo vinha pra cima liberando um chute próximo ao meus pés, se não fosse pela esquiva de salto, certamente teria machucado. Acompanhou-me usando de suas acrobacias, procurando mais uma vez desferir um chute, desta vez uma rasteira. Graças a minha agilidade conseguia novamente evitar o ataque. O cara é bom nos pés. E em seguida, com um leve impulso tomado pela sua mão que fora usada no chão como apoio, aplicou um chute direto nas minhas costelas. - Arrrgghhh!! Arfava procurando recuperar o controle da respiração.

- Você é abusado em fazer isso com a Marinha. Daria alguns passos para trás para recompor minha postura. - Mas você vai servir de exemplo para os próximos arruaceiros da cidade. Pode apostar!! Falava aumentando cada vez mais minha raiva. Agora tenho em mente que seus ataques partem de chutes. O interessante é que golpes assim precisam ser na primeira tentativa efetivos, pois a retomada para se posicionar leva mais tempo do que alguém dando um soco. Então se eu apertar em questão de distância contra ele, e consiga escapar da maioria dos golpes, de certa maneira terei mais chances de ganhar o combate. Posteriormente iria para cima dele aproveitando minha aceleração, numa linha de diagonal, saltando para o lado caso venha um chute na vertical. De modo que haja uma rasteira, saltaria usando acrobacia.

Ao estar próximo dele, meteria um soco em um dos seus tórax numa espécie de revidar o que foi me dado. Não sairia de sua cola, apenas estaria atento ao seu contra-ataque. Na maneira que viesse, principalmente se for algum rente ao meu corpo, esquivaria de uma maneira arriscada. Como soltar o corpo pro lado caso seja um chute em linha reta, ou num chute baixo, gingando meu corpo pro lado contrário e com o propósito de que seja uma desviada de raspão, ao mesmo tempo, encaixaria sua perna que for dada o chute no meio do braço mais próximo e com o outro aplicaria um soco com toda força na sua coxa. Tendo como objetivo deixa-lo bem ferido, ao ponto de dificultar seus próximos ataques. Já se ele aplicar um chute com a outra perna, se vier numa altura alta, relaxaria meus músculos e jogaria minha cabeça junto ao peito para trás a fim de desviar.

Na chance de vir um outro chute na área do peito pra baixo, rolaria para o lado oposto ao dele e impulsionaria num dash buscando acertar desta vez uma sequência. Um soco de esquerda no estômago obrigando-o a sua cabeça vir pra frente e com a direita aplicaria um soco de baixo pra cima no queixo. Em seguida aceleraria meus passos em zigue-zague para trás evitando qualquer ataque e circularia em volta dele procurando alguma brecha de sua parte, principalmente na hora que vir algum ataque. Quando for dado, saltaria novamente se necessário ou caso necessitar, arquearia minhas costas para frente procurando desviar de chutes altos, meio que abaixando o corpo, e manteria a postura ofensiva avançando contra procurando focar um soco cruzado. Se ele abrir mais a defesa na área da esquerda dele, meteria um cruzado de direita. Se for mais aberto pela direita, meteria um cruzado de esquerda, visto que seu senso de direção é contrário o do meu.

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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 3 EmptyQua 22 Ago 2018, 16:33

Narração


- Você acha mesmo que faria isso se estivesse ligando para o que a marinha pensa? - Dizia, com um sorriso na face, prosseguindo como resposta as palavras morais ditas por Roy. - São apenas um bando de cães do governo, "heróis da justiça" é o que dizem, Pff... Não passam de gente que luta pelo lado mais falho da justiça. - Afirmava, antes de partir para cima do garoto, e o restante todos sabem como se desenrolou, uma sequencia de chutes em que uma acertava Roy, a região estremecia em dor, mas não o suficiente para fazer com que o marinheiro fosse ao chão, não ele estava determinado a manter-se de pé. Isso claramente irritava o oponente, que parecia estar ainda mais impaciente desejando acabar com aquela luta de uma vez por todas, mesmo que seu golpe não significasse vantagem alguma, o pensamento de quem bate primeiro certamente fazia sentido em sua mente perversa.

Por outro lado o garoto também não parecia nada contente com o desenrolar daquela história, e assim como seu inimigo havia o feito recentemente, ele também estava preparado para partir para o ataque, determinado a levar aquele ladrão de volta consigo para o QG. Roy bolava uma estratégia ao ver o estilo de luta de seu inimigo, raciocinando que realizando chutes o seu combate a uma distância relativamente curta, não seria tão efetiva quanto socos, devido ao fator de recomposição, e por isso partia para cima, fazendo com que seu oponente recuasse instintivamente. Até que então estivesse de costas com a janela, fazendo-o parar por ali mesmo, e então partir para a ofensiva, por mais que não desejasse um combate dessa forma, não possuía escolha, logo realizando uma espécie de chute em linha reta, que viria rente ao abdômen do garoto, isso se não fosse por seu gingado de corpo de última hora, agarrando a perna do homem e aplicando um soco em sua coxa.

O ladrão gritava em agonia, mas não desistia, girando seu corpo como se fosse um parafuso na tentativa de libertar-se das mãos de Roy, sua outra perna vinha de encontro diretamente ao peito do garoto, que tentava se esquivar em um rolamento, porém não conseguia o fazê-lo a tempo e recebia um golpe em plena face, jogando-o para trás. Devido a isso seu braço se soltava das pernas do inimigo e agora ambos estava livres, um para cada lado. Seu oponente não demorava para prosseguir com um novo ataque, buscava mais uma rasteira, dessa vez levantando sua perna para tentar atingir o garoto no ar. Mas Roy era esperto e conseguia se afastar a tempo, saltando e utilizando a própria perna do homem como passarela para mais um golpe, um cruzado de direita que acertava em cheio o rosto do homem, jogando-o contra a janela.

O impacto era forte e sem muito equilíbrio o ladrão não conseguia manter-se de pé sendo jogado janela a baixo, os gritos eram ouvidos por todos os lados, mas por sorte ele havia caído em uma espécie de carroça de feno, onde contorcia-se em meio as palhas e com uma expressão de dor levantava-se olhando para cima. Levava a mão as costas e passava a caminhar rapidamente rumo ao desconhecido, além desta haviam cerca de mais duas casas semelhantes, ambas abandonadas e uma a frente a outra, era como se fosse uma vila, só que esquecida a muito tempo. Árvores e plantas secas, preenchiam a visão de Roy assim que observasse por entre a janela, podia ver também o criminoso se afastando aos trancos e barrancos, sua velocidade não era alta mas certamente não ficaria esperando pelo marinheiro. A baixo, uma altura considerável, se não fosse pela carroça de feno, que por sinal agora permanecia quebrada inviabilizando uma nova queda, as consequências teriam sido muito grandes, sabe-se lá quantos ossos quebraria.

Atrás de si, adentravam a sala o sargento Levi e seus subordinados, respiração ofegante de quem havia corrido um bom trajeto até encontrá-lo em meio aquela casa abandonada, e agora toda destruída. - Soldado Collins, o que diabos acabou de acontecer por aqui? - Indagava tomando um certo tempo para respirar, enquanto aguardava pela resposta de seu compatriota marinheiro. Enquanto isso, Roy corria contra o tempo, e precisava tomar uma decisão antes que fosse tarde demais, querendo ou não o objetivo estava tão próximo e acabara escorrendo por entre seus dedos em apenas uma questão de segundos.


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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 3 EmptyQui 23 Ago 2018, 14:33

Ele não vai fugir!!!
A auto-confiança do ladrão era notoriamente admirável. Mesmo roubando e degradando a imagem da Marinha, o símbolo da justiça, ainda trata ela na forma de falar como um pau mandado. Coragem é o que não falta pra um rapaz desse, entretanto, veremos se ela será capaz de protege-lo até o fim. - Não vou perder tempo discutindo contigo. Em seguida começava o desenrolar da luta, este que pela primeira vez fora numa missão. Pelo fato de não poder falhar nela e também não perder o combate para uma pessoa que demonstra ser hábil com as pernas, parece que a responsabilidade aumenta. Contudo um grande aprendizado, este que vou levar para minhas futuras missões na Marinha. É o que espero.

Com seu posicionamento e forma de lutar, a opção de encurtar a distância pareceu ser uma boa alternativa. No momento que o deixei frente a janela, por um momento notei que ele demonstrou um certo nervosismo no combate. Tentou desferir um chute no meu abdômen e felizmente preparado, ginguei meu corpo para o lado desviando com sucesso. Se não tivesse observado antes o estilo de combate, provavelmente o jogo não estaria num nível desse. Agarrei sua perna e meti um soco na coxa dele. ~ BINGO!!! Comemorava por dentro, externamente mantinha a postura séria e atento para o que estava por vir. De certo modo me animei um pouco com o acerto e na tentativa dele se libertar contra-atacando com um chute, em uma espécie de parafuso, pelo menos tentei esquivar rolando pro lado. Deu merda. Foi um chute exatamente na face, sem dó. Bateu uma tontura na hora e meus reflexos desligou-se por alguns segundos. Respirava com dificuldade e meus punhos tremiam com a energia que aquela luta emanava. E a julgar pela forma que ela anda, só tende a piorar.

Balancei minha cabeça retomando a consciência e instintivamente dei uns passos para trás. Coloquei meus punhos no meu queixo e o mexi levemente sentindo a dor do golpe. - Filho da mãe!!! A energia da luta tomava meu corpo transformando numa fúria mais do que o normal. Não posso ser derrotado por um cara desse. Independente se for bom ou não, é a honra de todos meus companheiros em jogo. Nem a pau que será por um verme ardiloso desse que a Marinha irá se render. Rapidamente ele vinha aplicando uma rasteira, saltei já consciente da situação conseguindo desviar e utilizando suas pernas como chão, andei sobre e apliquei um cruzado diretamente na face. Cena bonita de ver. Devolvi colocando toda indignação que ele me fez passar em pensar na mancha que tem causado a Marinha. - SEGURA!!!!!

O que era pra ser bom tornou-se ruim. Pela força do golpe ele caiu para trás e consequentemente jogado pela janela. Ouvia gritos por todos os lados e na hora pensei que o matei, até o momento que vi a sorte dele. O cara caiu numa carroceria com feno. - DROGA, DROGA, DROGA!!!!! Profanava sequencialmente transtornado com aquilo. O arruaceiro estava fugindo aos trancos e barrancos para o desconhecido. Árvores e plantas velhas preenchiam minha visão, não permitindo ver o que estava a frente. Ele saía com as mãos nas costas e numa velocidade consideravelmente lento, tendo a possibilidade grande de pega-lo. Bati meus punhos na janela e virei as costas quando encontrei meus companheiros, inclusive Levi questionando o que tinha acontecido. Eles estavam cansados, dava pra perceber que vinham de uma corrida.

- Sargento. Batia continência rapidamente e logo explicava. - Eu estava lutando contra o suspeito aqui mesmo, inclusive a carga está ai. Apontaria para onde ele deixou a mercadoria. - O problema é que apliquei um golpe nele que fez com que ele voasse pela janela. Faria um pequeno intervalo para ele e os demais assimilarem o que aconteceu. - Agora ele está fugindo pelo caminho aqui na frente, bem machucado e de verdade ... Apertava meus punhos com fome de terminar aquela missão. - Da pra pega-lo sargento. Me permita terminar o que comecei. Concluiria fechando os punhos e controlando a respiração. Aquela fúria de só pensar em não conseguir captura-lo fazia com que ficasse a flor da pele.

- Posso ir atrás dele senhor? Indagaria já adiantando os passos rumo a saída da casa para entrar na vila. - Acho que seria mais fácil se cada um de vocês ficassem em uma das saídas desse bairro. Ou pelo menos nas saídas mais próximas. Assim cercamos o cara. E daquele jeito que está, é quase impossível ele conseguir fugir. Terminaria aguardando o assentimento de Levi. Esperando que ele entenda a situação que quero finalizar minha captura daquele infeliz, partiria dali para onde o desgraçado fugiu. Usando de minha aceleração e desvencilhando de qualquer civil que me interrompa pelo trajeto. Meu foco é apenas em terminar esta missão com sucesso e restaurar um pouco da dignidade da Marinha.

Moveria meus braços em movimentos circulares para aquecer e balançaria minha cabeça, não deixando o corpo esfriar da intensidade que tudo aquilo me proporcionou. Não posso perder esse pique que estou. Posteriormente ao chegar na região, esticaria meu pescoço procurando por algum rastro dele, seja pegada, sangue ou mesmo encontra-lo andando. Se necessário, xeretaria até os imóveis próximos usando de minha furtividade para não chamar a atenção e tentar encontra-lo desprevenido, mesmo que seja quase impossível. Ficaria atento a qualquer armadilha no chão, e também lugares que possam cobri-lo. Tipo portas, árvores e tudo que impeça de acha-lo.

No momento que encontra-lo, primeiramente veria se ele tem condição de ir longe. Caso não tiver devido aos golpes tomado e a queda livre, continuaria meus ataques contra o mesmo. Utilizando de minha aceleração, em forma de zigue-zague até ele, aproximando o máximo possível para poder desferir um soco de esquerda, de baixo para cima no seu queixo. Prevenindo-se de qualquer contra-ataque dele, pensando na hipótese dela ser como uma recorrência do desespero da fuga dele, após o golpe enquanto ele tenta se recompor, contornaria em volta dele esquivando de chutes próximo até ter um ângulo mais aberto. Arqueando minhas costas para frente e dando um dash, aplicaria um soco direto de direita na coxa em que ataquei anteriormente. O quanto mais ferir aquela região, menos chance dele se mover.

Na chance dele conseguir desviar, bloquear ou qualquer atitude que inviabilize o ataque, rolaria para a direção contrária a dele. Levantaria com agilidade, correria em diagonal até o mesmo utilizando da aceleração e se ele chutar numa altura alta, rolaria para frente e pularia metendo um soco duplo no queixo do infeliz. Porém se for um golpe numa altura baixa, saltaria para o lado contrário ao do chute, tendo um ângulo mais aberto e com isso abriria os braços numa ideia de "abraço de urso", desferindo um soco com as duas mãos no rosto, tanto na parte direita e esquerda de sua face. Com o intuito de acabar com sua raça e finalmente poder captura-lo, provando que a justiça nunca falha.

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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 3 EmptyQui 23 Ago 2018, 18:32

Narração


A batalha acabara cedendo a seu favor, mas isso de fato seria algo bom nesse momento? Seu oponente fora jogado pela janela e apesar de debilitado encontrava-se fugindo rumo ao desconhecido, pular não era uma opção, e seu caminho até o homem era incerto, não podia dizer com exatidão quanto tempo levaria para alcançá-lo, sequer sabia se conseguiria encontra-lo novamente. Não, Collins não aceitava essa linha de pensamento como realidade, o garoto almejava ir até o fundo daquela missão custe o que custasse, e ao ver seu alvo se afastando praguejou na janela em raiva devido ao descuido, virando-se diretamente para a porta, a fim de não perder um segundo sequer. O destino por outro lado, não deixava com que o garoto continuasse sua jornada de forma tão rápida, Levi acabara adentrando o cômodo em busca de explicações, e apesar dos pesares Roy continuava um soldado, e devia notificá-lo sobre o ocorrido, tomando mais tempo do que desejava.

O sargento analisava cada palavra que saia da boca do soldado com atenção, e assim que o mesmo terminava de expressar os acontecidos, assim como suas opiniões e pensamentos, não hesitou em comentar de imediato. - O que está esperando Soldado? Vá atrás dele, vamos pegar esse infrator de uma vez por todas. Não deixe que ele leve a melhor, a justiça deve prevalecer a qualquer custo. Lembre-se disso garoto! - Afirmava abrindo caminho para que o boxeador conseguisse passar por entre a porta e seguir até o local almejado, e mesmo distanciando-se podia ouvir as últimas palavras do sargento, acompanhando-o logo atrás, um pouco mais lento devido ao cansaço. - Vamos homens, cerquem a área, esse cara não irá escapar de forma alguma, ou eu não me chamo Levi D’Angelo Fiore... Um para cada lado, não percam tempo. - Animado, o fôlego retomava, chegando a quase ultrapassar Roy, porém chegavam ao lado de fora separando-se um para cada lado.

O garoto logo seguia para o local onde havia derrubado seu oponente, circundando por entre o edifício até que atravessasse-o por completo, enquanto Levi juntamente a um dos homens seguia por entre o outro lado da edificação. Um dos homens restantes acompanhava Collins, estando um pouco mais afastado, devido ao sua estrutura corporal que o fazia um pouco mais lento que o normal, alto e com mais músculos, porém não tão ágil. Ao chegar ao local, o garoto pode ver apenas o vislumbre de uma sombra adentrando outra casa abandonada, cerca de um quarteirão a frente, antes dela duas edificações completamente destruídas chamavam a atenção de quem quer que observasse. Bom, esse pequeno sinal de movimentação fora o suficiente para que o marinheiro notasse algo de estranho, e portanto não titubeou em seguir até o local. Afinal de contas o que poderia ter a perder? Uma pista nunca se deve ser descartada.

Observando as estruturas abandonadas e os resquícios do que um dia fora uma bela e próspera vila, Roy corria em direção ao tal local, chamando a atenção do sargento e seu outro aliado, que ao ver tal perseguição não demoraram para segui-lo, alertas com outras possíveis manifestações. Ao adentrar o local estava lá, seu oponente de joelhos ao chão, possivelmente exausto devido ao tamanho esforço que havia realizado, mesmo após sofrer tantos ferimentos. Olhava surpreso para o marinheiro, esforçando-se para olhar para cima, como se esperasse algo acontecer, mas de nada adiantava, estaria ele delirando? Estaria esperando por intervenção divina? Sabe-se lá, quais seriam os pensamentos do homem naquele momento. Sem dó o garoto partia então para cima daquele homem, sem reação alguma, realizando um soco de misericórdia em seu queixo, ele era jogado para trás caindo ao chão, dessa vez sem se levantar, seus olhos fechavam-se, aparentemente havia desmaiado.


Extasiado com a conquista da vitória, Roy podia sentir como se aquele momento fosse um divisor de águas, a sua primeira missão havia sido um sucesso? O sentimento de bem-estar, a vida fazia mais sentido agora que a justiça de fato havia sido aplicada. Bom, ou ao menos era o que sentia antes que escutasse um som vindo do ambiente a frente, devido a escuridão o soldado sequer podia enxergar direito o que estava acontecendo, a não ser, é claro, pelo som do piano que se destacava preenchendo todo o local com notas musicais em uma sinfonia de outro mundo. Alguns segundos se passavam, e o som de piano continuava a tocar, era de fato uma música completa, mas havia algo além disso, passos eram ouvidos com cada vez mais frequência e em uma brisa repentina uma série de velas se acendia iluminando todo o local, e consequentemente a parte misteriosa da sala.

O piano no canto esquerdo tocava sem a ajuda de mãos, até que a partitura se acabasse por completo, no centro da sala com as mãos abertas estava um homem de idade já mais avançada, possivelmente seus sessenta e tantos anos, encarando Roy com um olhar e expressão indiferentes. Seus braços se fechavam em uma palma, seguida de uma sequencia de palmas lentas, ironizando a conquista do garoto, os aplausos se cessavam levando as mãos ao bolso e de maneira descontraída passava a falar, sem se mover um metro sequer. - Meus parabéns, você acaba de me fazer um favor enorme. - Comentava, entreolhando uma das velas a sua frente, tomava em mãos e passava seus dedos brevemente sobre ela, mantendo por alguns segundos sua mão nas chamas, até que ela se apagasse de forma abrupta. - Qual a necessidade de ter alguém tão inútil a ponto de ser pego pelos homens azul e branco ao meu lado? Zero, meu caro garoto... tão inocente. - Afirmava, voltando seus olhares a porta.

- Seus amigos... - Dizia ao notar que alguém se aproximava, era o marinheiro que o acompanhava, e alguns segundos depois Levi e o outro também adentrava pela mesma entrada. - Sejam bem-vindos ao meu domínio. - Afirmava, confiante, enquanto virava as costas para todos lá presentes. - E quem seria você? - Dizia Levi de imediato, sem entender um ponto sequer do que estava acontecendo, seria esse mais um inimigo? Apenas um civil qualquer? - Bom, isso vocês terão que descobrir por conta própria, caso desejarem, é claro. - Prosseguia, fazendo um gesto breve com as mãos. Nesse momento tudo ficava escuro, Roy sedia ao chão e não podia mais dizer o que estava acontecendo. Minutos depois, acordava no mesmo local, amarrado, Levi permanecia ao seu lado enquanto os dois marinheiros que antes lhe auxiliavam agora estavam ao lado do homem misterioso, por que? Uma boa pergunta.

- Já acordaram? Muito bom... Ainda temos assuntos a tratar, apenas negócios... - Dizia, convicto de seu domínio, claro, agora possuía um maior número de aliados enquanto seus maiores oponentes estariam amordaçados, sem válvula de escape. - Mas antes, acredito que tenham muitas perguntas. Por isso, vou lhes conceder apenas uma resposta de cada. - Afirmava, levantando o dedo indicador. - Me digam... Seus mais profundos desejos de conhecimento. Talvez isso me divirta um pouco. - Prosseguia, sentando-se sobre uma cadeira próxima, a qual cruzava as pernas em aguardo, pelo que estaria por vir.


Desconhecido:
 

Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 3 EmptySex 24 Ago 2018, 16:12

O que está acontecendo?
O sargento compreendia perfeitamente o que estava ocorrendo ali, mandando-me atras do meliante urgentemente. Concordava com a cabeça e sem enrolação partia escutando a orientação dele com os demais. Todos empenhados em capturar o ladrão de merda. É ótimo trabalhar com pessoas que pensam em conjunto. Em prol do mesmo objetivo. De certo modo você acaba se sentindo mais confiante e certamente tendo mais chance de sucesso. Fui para onde o vi pela ultima vez rapidamente, podendo ver apenas um vislumbre no fim daquele lugar escasso. Ao lado casas abandonadas preenchiam o pequeno vilarejo. Já a sombra que vi estava há poucos metros dali. Logo não podia perder tempo, se não sabe-se-lá pra onde aquele imundo irá.

Acelerei os passos sem temer nada ali. Com cuidado e pronto para lutar a qualquer momento, independente se for numa situação esperada ou inesperada. Meus punhos tremiam com tal excitação, juntando com a fúria que carregava dentro do peito. Estava quase implodindo. Até o momento que entrei no edifício abandonado e me deparei com o suspeito exausto na minha frente. Ajoelhado. Não pensei duas vezes, necessitava descarregar toda aquela raiva nele e terminar de uma vez por todas com sua raça. Era um caso de honra e até pro meu próprio bem-estar. Confesso que a raiva em vê-lo aumentou mais ainda, somando ao fato do que ele mesmo disse em clara e bom tom sobre a Marinha. Isso não poderia passar batido nem a pau. - Vai pagar miserável!! Corria em sua direção e graças a tudo que ele sofreu de dano, sua energia era a mínima possível. Possivelmente apenas para manter-se consciente. Sem piedade apliquei o soco duplo no seu queixo, levando-o ao desmaio e derrota total. - Dorme desgraçado!!!!!! Terminava o serviço meio que soltando toda a carga de fúria naquelas palavras.

Meus ombros ficaram mais leves. O peso tinha sido tirado. A sensação de bem estar por ter completado a missão surtia no meu corpo. Escapou um sorriso e subiu um orgulho no coração, removendo toda fúria dali. Quando de repente uma música foi tocada ... - O que está rolando? Quem está ai? Olhava ao redor ligando o radar de alerta novamente. Seria possível que tinha mais alguém envolvido nessa tramoia? Engolia em seco e escutava a música. Sem dúvidas era bonita. Porém com alguns segundos passados, passos tornavam-se reais e cada vez mais próximos ~ Mais uma luta está vindo ... Imaginava tentando localizar de onde estava vindo essa pessoa. Inesperadamente velas eram acendidas e assim via o sujeito no centro da sala. Aparentemente um velho.

No canto do espaço o piano estava sendo tocado por simplesmente ninguém. - Que droga é essa?!!!! Indagava exclamando aumentando o nervosismo em ver que tinha uma coisa muito errada nessa história. As notas eram soadas como se realmente alguém estivesse ali tocando com muito fervor. Digno de alguém profissional. O problema que não tinha ninguém!! Não era o velho, remetendo a ideia de apenas que tem fantasma pelo local. Ao acabar a música ele batia palmas parabenizando-me por ter pego o ladrão e feito um favor enorme. - Han?? Esse homem me dá calafrios. É notável que ele não é uma pessoa comum, um mistério rodeia por trás dele. Meus punhos fechavam-se lentamente, ao mesmo tempo tentava controlar a respiração depois de ver algo surpreendentemente louco.

Em uma das velas ele colocou os dedos e apagou. - Qual a necessidade de ter alguém tão inútil a ponto de ser pego pelos homens azul e branco ao meu lado? Zero, meu caro garoto... tão inocente. Apertava o olhar contra ele. Sem dúvidas estava lidando com um inimigo e tão pouco sabia sobre o homem. Entretanto, é diferenciado esse cara e certamente perigoso. Logo começava a falar sobre meus amigos, dando as boas vindas, estes que não eram meus amigos e sim companheiros de trabalho que adentravam o local. O sargento logo questionava quem ser o misterioso ali e levantei meus ombros balançando a cabeça como também não saber, na verdade, nem entender como ele tinha feito aquela joça com o piano. Aquilo ficou na minha mente.

O velho instigava nossa curiosidade com sua auto-confiança, apagando as luzes com um gesto com a mão. O solo cedeu e em questão de segundos, minha mente desligou. Passado um tempo abria os olhos no mesmo espaço em que estávamos, só que amarrado juntamente ao meu superior. Os demais estavam auxiliando o inimigo. - É muita coisa pra entender em tão pouco tempo ... Proferia olhando ao redor, principalmente para meus ex-companheiros e o inimigo, tentando juntar as peças. - Já acordaram? Muito bom... Ainda temos assuntos a tratar, apenas negócios... Mas antes, acredito que tenham muitas perguntas. Por isso, vou lhes conceder apenas uma resposta de cada. Ele apontava com o dedo indicador. Me digam... Seus mais profundos desejos de conhecimento. Talvez isso me divirta um pouco.

Esbugalhava meus olhos inconformado e remexendo o corpo tentando encontrar algum meio que nos tirasse dali. Um esforço inútil. Mesmo soltando o ar do peito para esgueirar-se das cordas, ainda não deu certo. Parece até que foi planejado. Ao meu lado estava Levi, muito provável que também tentando entender o que está rolando nesse exato momento. Como fomos parar ali, quem seria este velho e o que quer de nós. Minha curiosidade é imensa, porém, o sargento dessa vez precisa tomar as rédeas por ser o líder da missão. Passar por cima de sua autoridade é uma falta de respeito com ele, com a hierarquia e anti-ético. Escuta-lo primeiramente seria o ideal, para apenas depois começar.

Aguardaria ele falar o que tivesse engasgado, algo que acharia natural de sua parte. Se eu que participei mais ativamente da missão não estou compreendendo ainda, imagina ele que foi jogado para os lugares não tendo mais fatos para juntar as peças. Enquanto isso montaria os fatos em ordem, desde que cheguei aqui. Derrotei o ladrão, e do nada começa tocar piano sem ninguém fisicamente fazer isso. Acende velas, ele aparece, o som do piano cessa e as velas se apagam. Chão afunda e algum tempo depois acordamos amordaçados. O que isso significa? Analisava sua postura conforme falava, principalmente nos seus gestos. Seria um ilusionista ou que mexesse com alguma arte das trevas? Honestamente nunca acreditei nessas coisas. Minha crença é no que vejo e não no invisível. Mas o que vi anteriormente com o piano fora surreal.

Esperaria mais algumas de suas atitudes, prestando mais atenção nos seus gestos. Normalmente pessoas que mexem com essas coisas, trabalham bastante gesticulando e ao mesmo tempo esbanjando isso. Se for mesmo, ele vai soltar alguma que será possível confirmar. Mas não perderia tempo apenas observando-o, ainda tinha uma coisa a fazer. Realizar meu desejo em descobrir quem ele é. Na possibilidade de Levi não ter perguntado sobre isso, questionaria. - Quem é você? Eu me refiro a você mesmo, com o que trabalha, o que luta. Ou ao invés de lutar, prende o inimigo para mata-lo indefeso ... Concluiria dessa maneira em um sinal de provocação, para tentar tirar mais informação do que o necessário. Afinal não são todas as pessoas dão informações de cara. Então quanto mais artimanha, melhor.

Se Levi já tivesse indagado algo similar, questionaria então outra coisa que está ligado a todos nós. - O que pretende fazer agora? Digo, incluindo eu e o sargento ... Pausaria e olharia para os auxiliares do velho. - Junto com esses traidores ... Encararia-os seriamente esperando também resposta dos mesmos. Não é possível que tenham traído a Marinha e não vão ter a cara de pau de dar as caras com ao menos, o motivo disso. Enquanto eles falassem, procuraria alguma coisa ao redor utilizando minha visão aguçada se necessário, para achar algo que viabilize eu e Levi a escapar dessas cordas. Assim que encontrar, cutucaria levemente com meu dedo indicador da mão direita o sargento e na menor das brechas que os inimigos dissiparem a atenção, apontaria com o olhar e a cabeça o que estaria olhando. A fim dele entender o que estaria sugerindo.

Histórico:
 
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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 3 EmptySeg 27 Ago 2018, 02:14

Narração



Em tão pouco tempo muita coisa acontecia, Roy por alguns segundos pode vislumbrar a sensação de ter entre suas mãos o malfeitor, o causador de todo aquele transtorno, mas seria ele a mente por trás de todo o orquestramento de tamanho plano? Bom, não demorava muito para que essa incerteza viesse a mente de nosso bravo herói. Uma música arrepiante, um homem desconhecido que se apresentava para o garoto em meio a uma cena que podia-se dizer, no mínimo, incomum, eram apenas o começo do que aquele velho homem havia preparado para esse show particular. Querendo ou não o soldado acabara por lidar com forças além do seu alcance, não era sua culpa, apenas cumpria ordens de um superior que tampouco sabia com o que estava lidando. Bastavam alguns gestos para que a dupla ainda a pouco em maior número, agora estarem ao chão amordaçados entre cordas em seus punhos e tornozelos.

Ambos estavam surpresos, como haviam acabado dessa forma? Seus amigos realmente podiam lhes trair dessa forma? Eram muitas, perguntas, que sua mente poderia imaginar no processo de captura, enquanto eram mantidos como "Prisioneiros". No entanto, apesar dos pesares, em momento algum aquele homem deixava as coisas ficarem entediantes, até mesmo em momentos de seriedade brincava com os homens da justiça, permitindo duas perguntas, sendo uma para cada um dos que ali estavam. Levi encarou o boxeador com seriedade e mesmo sem entender muito bem, tomou a frente na conversa, afinal de contas ele ainda era o responsável por essa missão, além de ser aquele a pagar caso tudo de errado, ao menos uma satisfação lhe era devida nesse momento de desprezo e angústia. - Minha pergunta continua sendo a mesma de minutos atrás... Quem é você e por que se intromete nos negócios da marinha? - Indagava, ao aguardo.

- Me parece que você não sabe contar, senhor... Fiore. - Ponderava utilizando o sobrenome de Levi, como se o conhecesse de alguma maneira. - São duas perguntas que me faz... Mas, por sorte, uma delas remete ao nosso assunto em particular, então irei responde-las com prazer. Afirmava, passando a rodear a sala, passando por entre as velas, parecia brincar com o fogo como se fossem amigos íntimos, ou talvez apenas um sádico ao sentir o calor da vela tocando seus músculos, por vezes retirava a mão sorrindo. - Meu nome já foi esquecido a muito tempo, sou homem que não possui uma identidade, um homem sem registros... Mas costumam me chamar de Vanguard, talvez por meu costume de sempre estar presente em meus negócios, sou do tipo que prefere um serviço bem feito, por isso tudo que faço possuí um toque particular. Até mesmo os mais insignificantes... - Comentava, fitando o homem ao chão em suas últimas palavras.

- Van... Vanguard? - Questionava Levi, parecia um tanto quanto amedrontando, sua expressão claramente mudava e seu rosto se tornava cada vez mais pálido, talvez, de fato, o conhecesse? Bom, nada podia ser afirmado ao certo, no entanto Vanguard prosseguia. - Vejo que me conhece, um fã? Sorria. - Agora voltando ao que interessa, digamos que não me meti nos negócios da marinha, mas sim vocês tiveram o azar de esbarrar no meu. - Dava de ombros, abaixando-se para observar as expressões faciais do sargento de perto, que por sinal virava se rosto para as laterais tentando evitá-lo. - Seria um bom lucro que teríamos aqui, mas pelo jeito o inútil não conseguiu suportar sequer alguns dias... Uma pena, parece que foi demais para o pobre coitado. Levantava-se virando as costas para ambos. - Vocês fazem ideia do quão difícil foi colocar esses dois em seus respectivos barcos na hora certa? Acredito que não... Apontava para a dupla de supostos marinheiros.

- Antes mesmo de vocês chegarem lá a sugestão já foi dada. Levi observou o local uma serie de vezes, e qual o único ponto em comum, exato aqueles dois barcos sempre estiveram por lá... Todo seu planejamento foi baseado em uma sugestão que coloquei a tempos atrás, os barcos pertencem a comerciantes locais, nunca seriam ligados a mim, mas devido aos seus negócios... Se é que me entendem... permaneceram tempo o suficiente por lá, e essa seria minha deixa. - Sorria, levantando os braços em um orgulho profundo em sua própria forma de pensar, levava a mão ao rosto dos dois supostos marinheiros e arrancava uma fina máscara que cobria seus rostos de maneira uniforme. - Quando chegaram ao porto, meus homens já estavam esperando, e no momento certo... Suas peças foram retiradas do tabuleiro, e as minhas postas no lugar... xeque. Tudo correria de acordo com o plano, se não fosse por conta desse paspalho trazer companhia indesejada. Teríamos nosso Xeque-mate. Afirmou frustrado.

Nesse momento, Roy teve a oportunidade de realizar sua pergunta, afinal também havia lhe sido proposto um questionamento, e sendo assim não hesitou em procurar compreender melhor suas intenções com relação a sua captura. - Não se preocupe meu caro garoto, se está pensando que vai morrer, ainda não chegou a sua vez. Ao menos não por hora... - Proferia, empurrando o corpo do ladrão para bem próximo do grupo de marinheiros. - Meus negócios em Shells Town acabam por aqui, façam o que acharem conveniente com esse aí. - Apontava para o homem, passando a direcionar-se a saída. - Apenas cruzem meu caminho e tudo ficará bem, do contrário, não digam que não os avisei. Não se preocupem, vocês saberão quando devem ficar longe... Falava de maneira séria concluindo seu discurso, e lançando ao ar um papel que aos poucos caía bem a O homem junto aos seus comparsas se afastava, deixando o local para trás, agora permaneciam apenas Roy e Levi, encarando friamente o corpo do ladrão que permanecia jogado em frente aos seus pés, ou melhor dizendo, joelhos. - Ei Roy, uma ajuda aqui... Precisamos ir ao QG o quanto antes. - Comentava o sargento, virando-se de costas, encostando-se as costas de Collins a fim de deixar com que o garoto alcançasse as amarras, para que se ajudassem a escapar de sua prisão momentânea.


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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 3 EmptyTer 28 Ago 2018, 10:12

Não podemos falhar na missão!!
Meu superior continuava com o mesmo questionamento. Saber com quem estamos lidando é quase metade da missão. O restante vem como nos defenderemos e o pegaremos. Entretanto o velho se mostrava astuto e confiante nas suas habilidades. Me causando raiva novamente, aquela sensação criada pelo cara que derrotei anteriormente. Meus olhos apertavam e a sobrancelhas tremiam, além da respiração estar mais forte que o comum. A voz dele quando respondia a pergunta do Levi era tão confiante e ao mesmo tempo debochadora. O desgraçado dava nos nervos. Seu nome é Vanguard e segundo ele já fora esquecido há um bom tempo, logo provando que o mesmo é um macaco velho no ramo. Todo seu serviço prestado, se é que pode-se chamar de serviço, diria o trabalho que ele dá pra Marinha, é bem feito. Tendo toques especiais. ~ O toque especial vai ser ... Na verdade toque não, será um murro na sua cara!! Exclamava na minha mente enquanto o observava.

A cada palavra mencionada por ele minha tensão aumentava. Aquele ambiente não colaborou em nada. Quando finalmente achava que a missão tinha acabado, aparece um sujeito mais retardado que ele. Como pode haver tantos lixos nesse mundo!! O mundo precisa de uma varredura de vermes assim, o quanto antes. O sargento ficava sem conseguir completar o nome, e eu naturalmente franzia a sobrancelha sem entender o porque disso. Ele já sabe quem é o meliante, porém por que reagir desse modo? Vanguard permanecia naquele tom superior e se achava o tal em relação a marinha, sendo ela que se meteu nos negócios dele. Além de falar dos dois desgraçados que segundo ele, foram colocados na mesma hora nos barcos, depois de ter muita dificuldade em realizar tal ato.

~ O cara arquitetou tudo ... Guardava suas palavras mentalizando o quão longe ele foi nesse plano. Foi muito astuto e maléfico, deixando o dele longe da reta para que ninguém perceba, afinal os navios são dos comerciantes locais. Bufava indignado com tamanha safadeza que ele teve em tudo isso. Cada centímetro, passo e espaço dado, ele foi preenchendo com sua inteligência para tirar aos poucos o que queria. Ao chegarmos no porto seus homens estavam de prontidão, tirando as peças e colocando as suas. Tirando as "máscaras" dos seus auxiliares, dava pra ver que não eram marinheiros; Foram trocados. ~ Ele vai pagar, sem dúvidas!! Sabe-se-lá o que fez com os outros marinheiros ... Clamava no âmago do meu intimo. Seria isso ou nada mais. A missão teria que ser bem sucedida, mas a justiça teria de ser absoluta. Ele atrás das grades ou morto. Solto ... Jamais!!

Ele tratava o ladrão de meio tigela como se fosse nada. O normal de pessoas assim, desprezo com quem não tem mais utilidade. Já respondendo minha pergunta, seus negócios acabavam em Shells town e com aquele ar de superior, nos alertou a não ficarmos nos metendo com ele. Para nossa segurança. Meus punhos tremiam com muita força, o nervosismo e tensão pesavam meus ombros e a respiração dificultava qualquer desvencilhamento daquelas cordas. Os lixos tinham nos prendido fortemente. E por fim o velho lançava um papel no ar, este que caía do lado do derrotado e rapidamente os três bandidos saíam do local. Levi na mesma hora encostava suas costas na minha, tentando sair daquelas amarras.

No momento não falei nada além de com a mão tatear o chão ao redor procurando alguma coisa afiada que pudesse cortar. Com cuidado e não passando a mão rápida para pegar nada cortante. Não achando nada ali, tentaria no manual mesmo procurando o nó na amarra do superior. Verificaria com as mãos seus punhos, tentando encontrar o nó da amarra para puxar. Se não achar, mexeria meus próprios punhos para Levi encontrar meus punhos e assim ele conseguir desamarrar meus punhos. Aguardaria até finalmente estarmos libertos e quando ficarmos livres, levantaria batendo na minha roupa tirando a sujeira e soltando a raiva - Como pude cair numa armadilha tão bosta?!! Gritaria indignado comigo mesmo.

Em seguida tomaria o papel que caiu ao lado do inimigo anterior, leria o que tivesse ali e depois daria ao sargento. Após ele ler, inicialmente questionaria. - O que acha disso? E pela sua cara que fez, você sabe quem é o Vanguard? Sinceramente, nunca ouvi falar dele. Aguardaria o que ele tem pra falar, prestando atenção a todo detalhe dado pelo cara. Principalmente sobre seus negócios e forma de lutar. Ainda poderemos pega-lo se não enrolarmos e traçarmos um plano o quanto antes. Quanto mais informações nesse momento tivermos, mais elaborado podemos traçar o plano.

Posteriormente do superior falar, sugeriria com rapidez pois o tempo é algo preciosíssimo nesse momento. - Como o velho falou que os negócios dele acabaram pela cidade, pode ser que ele esteja saindo. O único local pra sair daqui é pelo porto. Esperaria caso ele concordasse ou mesmo discordasse algo. - Só que dessa vez acho que é bom irmos juntos senhor, até porque ele tem dois acompanhantes ... Precisamos estar unidos pra derrota-lo. Até porque o velho não parece ser peixe pequeno. Falaria com bastante seriedade. - Não podemos falhar na missão chefe!! Além de ser a moral da marinha, cadê a força dela? Acrescentaria enchendo o peito e pondo pra fora a raiva que sentia de Vanguard. Esta que só aumentava. - Vamos pega-lo. Concluiria guardando o restante da raiva para descontar depois. E por fim terminaria. - Sobre esse aqui, honestamente acho que por hora não podemos fazer nada. Se ainda levarmos ele podemos perder o Vanguard. Seria interessante chamar alguns marinheiros para cá.

Após isso esperaria qualquer instrução dada e deste jeito, moveria circularmente meus braços para movimentar o sangue do corpo. Estalaria o pescoço mexendo para os lados. E sairia dali utilizando da aceleração. Procuraria no caminho usando de minha visão aguçada no caminho para os encontramos de alguma forma. Ficaria atento a cada morador que visse próximo, usando de minha furtividade para não chamar qualquer atenção. A rigor, precisaremos de localiza-los e melhor que qualquer coisa, identificarmos quais seus destinos. Tomando cuidado na distância para não vacilarmos em fazê-los descobrir. Caso o sargento não for furtivo como eu, sugeriria a ele para ficar atrás de mim fazendo as mesmas coisas obtendo assim menor chance de sermos vistos. No momento que os encontrarmos, falaria preparado para o que o sargento concluísse. - É só dar a ordem senhor.  

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 3 EmptyQua 29 Ago 2018, 02:13

Narração


Não podia deixar de se surpreender com os planos do tal homem que se apresentava como Vanguard, de fato ele havia planejado tudo, estava sempre um passo a frente, mesmo que não fosse visto durante o crime, seu toque pessoal estava lá mascarando e enfeitando o local como se fosse ele mesmo, se não fosse, é claro, pela falha de seu homem designado. Seus negócios acabavam por ali, não havia mais com quem fazer acordos, a única tentativa acabara sendo um desastre, e o homem ao chão apenas provava isso aos olhos de quem quer que o fitasse naquele momento. Sem mais delongas, então partia para a saída daquele estabelecimento, deixando a dupla dentro daquele lugar empoeirado, lá dentro nada mais que o ladrão somado aos utensílios usados por Vanguard permaneciam. Mas nesse momento havia algo mais importante a se tratar do que simplesmente observar seus arredores, precisavam se livrar daquela série de nós que os mantinha presos.

Levi não demorava para colocar-se de prontidão, mantendo seus braços firmes e bem posicionados para que Roy conseguisse retirar as amarras, não com objetos cortantes ou qualquer coisa ao chão, mas sim com suas próprias mãos, mesmo com uma certa falta de habilidade nesse quesito. Passavam-se alguns minutos, até que o soldado realmente conseguisse realizar tal feito, e só então o sargento pode estar livre para que desamarrasse todo o resto com maior velocidade, se colocando de pé e alongando seus músculos. No entanto para o soldado, não havia tempo a ser perdido, ele estava realmente disposto a pegar aquele malfeitor, e portanto suas indagações eram rápidas, sendo curto para receber a maior quantidade de informações possíveis em um curto espaço de tempo. Já o sargento não parecia compartilhar de tamanha animação, virando-se brevemente em direção ao ladrão e colocando-o aos ombros.

Roy tomava a carta em mãos, analisando-a e nada mais que um símbolo era visível, o símbolo de Vanguard. - Você realmente não sabe onde acabamos de nos meter não é mesmo? - Dizia em um suspiro desanimado, sua motivação parecia se esvair. - Vanguard é uma das maiores lendas que rodeia os mares, há diversos relatos de suas aparições, desde relatos nos Quatro diferentes blues, como na Grand Line, onde sua influência é maior. Comentava, com convicção sobre já ter ouvido essa história uma série de vezes antes. - Seu rosto nunca foi de fato identificado, foram feitas algumas tentativas de acordo com relatos falados, mas todas as descrições eram diferentes e seu rosto até hoje continua sendo um verdadeiro mistério. Sabe-se lá deus se estávamos mesmo falando com o verdadeiro. Dava de ombros, sem saber ao certo no que acreditar, mas tomava a sair por entre a porta e passar a caminhar lentamente em direção ao local anterior.

- Sua recompensa já beira os 80 milhões de Berries, e com certeza é um dos sujeitos mais perigosos que se pode dar de cara por aqui. Apesar de recente, sua lenda não demorou muito para espalhar-se entre os mais diversos cantos, e bom, digamos que as histórias não são nada agradáveis. - Tomava a caminhar, esperando que Roy o seguisse, mas não poderia de fato obrigar o garoto e portanto realizou mais uma pausa para terminar suas palavras antes que retornasse a caminhada anterior. - Infelizmente não somos poderosos o suficiente para deter um cara desses Soldado Collins, ele é perigoso demais até mesmo para as mais experientes patentes da marinha. Mas um dia com certeza pegaremos esse desgraçado, eu... Eu preciso me tornar mais forte, e tenho certeza que você também. - Afirmava, parecendo triste com o resultando, mas consciente de que as consequências de enfrentar aquele homem agora poderiam ser devastadoras.

- Por hora peço que esqueça isso... Nossa missão está aqui. - Afirmava, apontando para o sujeito desmaiado ao seu ombro, balançava-o demonstrando que ainda estava bem inconsciente. - Ele era a razão de tudo que acontecia em Shells Town, e querendo ou não, o capturamos. Assim o problema está resolvido... - Afirmava, virando-se para prosseguir até o QG, muito provavelmente Roy também não se sentiria bem de deixar aquele sujeito passar impune, no entanto o Sargento julgava ser o melhor a fazer, reconhecendo a clara diferença de força entre eles e seu inimigo em comum. Portanto, primeiramente prosseguia até o local onde haviam deixado os itens roubados por aquele sujeito e então se viraria para o garoto, ainda um tanto quanto cabisbaixo. - Preciso que leve esse daqui até o QG e relate a situação para Thor, ele irá entender. Cuidarei dessa mercadoria e dos marinheiros feridos, nos encontramos lá dentro. Dizia, entregando o sujeito em seus ombros para que fosse carregado.


Legenda:
 

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Roy Collins
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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 3 EmptyQua 05 Set 2018, 16:28

Péssimas notícias
Depois de um tempo, com a ajuda do sargento e esforço da minha parte, desamarramos um ao outro as amarras. Levantei com rapidez e logo conversamos pra realmente ver o que está acontecendo por aqui. Contudo, Levi não demonstrou nenhum pouco de entusiasmo e muito menos otimismo. O chefe explicava sobre esse inimigo ser procurado há muito tempo no mar, pelo falado, sua influência chega a ser inimaginável e seu rosto nunca identificado. ~ Como pode ninguém ter visto?!! Tanto tempo que um verme asqueroso desse está na ativa e ninguém sabe quem é o cara. Pensava indignado com tamanha façanha dele. Meus punhos tremiam só de imaginar o orgulho que um verme desse se gaba.

A recompensa do cara chega a 80 milhões de berries e ninguém fez nada para descobrir mais informações. - Não acredito nisso sargento ... Bufava tentando controlar o fluxo de ar que saía mais rápido do que o comum. De certo modo, revoltado até com a marinha de ainda não ter pego esse maldito. Levi comentava sobre no momento não estarmos prontos para pega-lo e em respeito a sua posição concernente a minha, além de todo seu conhecimento sobre isso também.- Nós precisamos de ir atrás dele senhor. Não agora ... Falava com dificuldade, não conseguindo completar por estar frustrado de não conseguir captura-lo no momento.

Sobre a missão assentia sem nenhuma reclamação. A missão em parar o roubo da carga fora feita, entretanto, o peso na consciência de que Vanguard escapou é horrível. É como aquela dor que fica incomodando de tão chata que é. ~ Eu ainda vou te pegar desgraçado ... Prometia a mim mesmo numa espécie de honra. Aquele cara não ficará impune por muito tempo. Ficando mais forte, será apenas questão de tempo para isso. No mais, pegamos os pertences que foram roubados pelo sujeito que abati e o mesmo era entregue a mim. Deixando a última coisa a ser feito, entregar esse fantoche do Vanguard para a Marinha. - Tudo bem senhor, farei isso. Concluía deixando o meliante nos meus ombros, segurando-o firme com meus braços.

- Sobre pegar o Vanguard Levi, é só apenas questão de tempo. Fecharia meus punhos em demonstração da garra que teremos daqui pra frente para sermos mais fortes. - Ele não vai escapar da gente! Terminava e sairia rumo ao QG da Marinha. Utilizaria de minha aceleração para chegar o quanto antes até o local. Evitaria conversar com qualquer civil ou se meter em alguma briga, primordialmente concluir essa missão. Ao chegar no prédio, procuraria no hall da entrada o Thor, na possibilidade de não encontra-lo, questionaria a secretária. - Onde está o sargento Thor? Tomaria a direção dada por ela e entregaria o meliante.

- Interceptamos esse maldito e retomamos a mercadoria. O sargento Levi está voltando para cá trazendo o resto das coisas ... Engoliria um pouco a fala pois teria de explicar o restante das coisas. - Mas não conseguimos pegar o mentor ainda senhor. Ele nos emboscou e fugiu ... Aquele maldito do Vanguard!! Mas ainda vamos pegar senhor, é o meu dever. Concluiria e esperaria algo da parte dele. Em seguida tomaria novamente a dianteira. - Tem alguma outra missão para mim senhor?! Perguntaria já em mente de manter os pensamentos ocupados, ficar apenas com o peso do que aconteceu me deixaria péssimo.

Posteriormente bateria continência e iria ao vestiário para tomar um banho. Trocaria as vestes da marinha por novas e depois descansaria no alojamento do prédio, mentalizando o que deverei fazer de diferente nessa missão em comparação com a anterior. Principalmente em ser mais ágil e observador em cada passo dado. Afinal, a missão vem em primeiro lugar para que não ocorra nada do tipo novamente. Se sentir frustrado por deixar um bandido fugir não desejo a ninguém.

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