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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 1° Act - It's Navy Time

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 2 EmptyQui 26 Jul 2018, 00:16

Relembrando a primeira mensagem :

1° Act - It's Navy Time

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Roy Collins. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Roy Collins
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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 2 EmptyQua 01 Ago 2018, 23:04

O último passo
A resposta daquele superior como sempre, muito confiante. E isso muitas vezes atrapalha a própria pessoa. O esforço dele em me atacar fora eminente, tanto na técnica como no esforço dos músculos para me ferir. O cara não queria perder aquele combate, e se não tivesse esquivado, certamente aquele ataque na horizontal teria doído muito. - Essa é minha chance. Falava rapidamente, conforme a velocidade que seguia para o ataque. Isto, um belo de um soco na sua face. Seu rosto se contorcia e de certo modo meus punhos se animavam com a ideia de retribuir a dor que seu último me proporcionou. ~ Mas não posso me equivocar novamente. Foco. Retomava minha postura se afastando dele.

Ele novamente tinha recuado uns passos, mesmo não tendo machucado ele seriamente. Certamente o golpe não foi em vão. Mas dessa vez meu ataque já era esperado, minha investida não fora nada efetiva e com maestria acabou desviando. Digno de um marinheiro experiente. Porém pegando de gancho, fiquei na sua lateral e deste modo pulando junto com ele apliquei outro soco novamente na sua face. Isso foi batata. Ele virou seu rosto e mais uma vez provava que estava evoluindo na batalha, em contrapartida, recebi belo de um soco no estômago. Minha respiração parou uns dois segundos, a mente meio que se desligou e naqueles segundos que saía sangue da minha boca, não tive reação e nem força para fazer nada sequer. Totalmente vulnerável.

Só acordei novamente pra onde estava quando caí no chão. Meus sentidos voltaram ao normal e ao mesmo tempo a dor. - Essa doeu mais ... Falava com um pouco de dificuldade devido ao ataque. Logo acima de mim o cara estava com as mãos sobre mim e com um combustão de receio esbugalhei os olhos em que poderia acontecer comigo. ~ Ferrou total!! Até a hora em que ouço um marinheiro falando claramente. - O combate está acabado. Ao ouvir isso confesso que minha esperança findou. Bateu uma frustração momentânea e de repente só vejo a breve indignação do meu adversário. Sua perna estava fora da linha do campo. Realmente. - Meu plano deu certo. O peso dos meus ombros sumiu instantaneamente. Sorria olhando para cima com orgulho de ter honrado o nome da minha família.  De ter passado por um teste sozinho e provado a mim mesmo que sou capaz de ir além.  

Retomei minha postura levantando-se batendo minhas mãos na roupa tirando toda poeira do corpo, enquanto ouvia o instrutor. Comentando sobre não gostar muito dos trabalhos disciplinares, mas uma coisa que todos nós marinheiros necessitamos é disso! Não ter disciplina é não valorizar a organização. Nem assumir responsabilidades. Muito menos ter respeito pela hierarquia. Disso certamente é uma coisa que jamais não vou gostar, pelo contrário, é uma das melhores formas de demonstrar o que pregamos. A justiça! Ele retirava de seu bolso passando a ordem. - - Preciso que entregue essa carta ao sargento Levi, diga a ele que precisamos que ele compareça ao porto o mais breve possível, o restante estará descrito na carta, não se preocupe, ele vai entender. Ah, lembrando, não deve ser difícil encontrá-lo, nesse momento ele deve estar na ala leste lendo algum livro, não se preocupe você vai saber que é quando vê-lo ...

Pelo visto esse cara deve ser bem conhecido. Espero que sim, assim torna as coisas mais fáceis pra identifica-lo e terminar de fazer esse teste. O que não vejo a hora é de poder ingressar na marinha. Sentir na pele o que é ser um marinheiro. Cruzava minhas mãos e estralava os ossos depois de tanta ação. Assim tomava a carta e com a última orientação. - Quando terminar seu último passo, fale que é um dos novos recrutas, ele tratará do resto. Finalizava e assentia com a cabeça, levando minha mão a cabeça em posição de sentido. Agradecendo pela experiência e oportunidade. E que chance foi.

Guardaria essa carta no bolso da minha calça e sairia daquele patio, procurando passar por aqueles dois caras loiros. Se os encontrasse, aproximaria rapidamente deles e encarando-os nos olhos com firmeza falaria. - Honrem a chance de estar aqui. Não é todo dia que vocês têm essa oportunidade. Soando curto e direto, com o objetivo de mostrar que ali não é pra brincalhões. Se querem brincar ou passear, saiam daqui e procurem outro lugar. A marinha é pra gente que quer cumprir a justiça. Pregar o bem!

Saindo dali, localizaria a entrada por onde encontrei aquela secretária e ao encontra-la, tossiria chamando sua atenção e indagaria. - Onde fica a ala leste? Caso não consiga falar com ela, verificaria a algum funcionário do prédio ou mesmo marinheiro e questionaria da mesma forma. Precisava encontrar esse homem para entregar essa carta, afinal além de ser minha obrigação, como meu instrutor disse, o porto está precisando da presença desse sargento Levi.

Ao saber a direção, caminharia prestando atenção em cada pessoa no caminho e observaria quem está lendo o livro. Nem pensei nisso, mas possivelmente este marinheiro seja alguém intelectual ou com fome de aprender. Nada mal para a Marinha. Se encontrasse no meio do caminho diversos homens lendo livro, indagaria um a um sem enrolação. - Você é o sargento Levi? Quando encontrasse o individuo, primeiramente me apresentaria. - Meu nome é Roy Collins. Estou em teste para entrar na marinha. Eu fui enviado por um marinheiro forte, alto, usa martelo. Esqueci de perguntar o nome dele ... Lembraria que não tinha perguntando de um negócio tão simples, provavelmente porque a luta me prendeu muito a atenção. - Ele me enviou para entregar essa carta a você. Tiraria do bolso da calça e entregaria ao marinheiro. - Ele disse que você trataria do resto sobre o recrutamento. Aguardaria ele verificar a carta e o que tivesse de ver, finalizando com objetividade. - O que preciso fazer agora? Perguntaria com um tom sério, demonstrando respeito a ele.
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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 2 EmptyQui 02 Ago 2018, 16:45

Narração


O combate chegava ao seu fim, por mais que Roy houvesse encontrado grandes dificuldades para lidar com aquele experiente marinheiro, acabara por superá-las jogando através das regras estabelecidas pelo combate da marinha, onde haviam limites da arena e quem os ultrapassasse estaria fora. Thor, acabava por se empolgar um pouco, e no frenesi da batalha desferira um golpe que apesar de efetivo lhe custara um combate inteiro, seus pés haviam escorregado por entre o chão arenoso deixando os limites estabelecidos, e por consequência recebia a derrota como punição. Ambos se surpreendiam ao ver o desfecho inesperado, mas não havia mais o que ser feito, estava decidido, Roy acabara de passar no segundo teste devido ao seu mérito próprio e persistência. Havia se mostrado digno de servir a justiça, o próprio sargento reconhecia isso, e por esse motivo sequer se irritava com toda a situação, afinal de contas querendo ou não todos estariam contribuindo para impor a justiça.

Sendo assim, entregava-lhe a carta proferindo uma breve explicação a respeito dos próximos passos, bom, teoricamente Roy ainda estava em teste mas bastava entregar com sucesso aquela mensagem nas mãos de Levi para que seu sonho se tornasse realidade. Apesar de algumas discordâncias por questões de palavras ditas pelo sargento, o jovem conteve-se com suas opiniões para si mesmo e sem queixar-se prosseguiu rispidamente em direção ao seu objetivo. Sabia onde deveria ir, sabia o que fazer, mas não conhecia de fato o quartel, então poderia encontrar as informações necessárias? Claro, Roy não podia esquecer sobre a secretária que havia lhe recepcionado, afinal de contas ela estava lá para algum motivo, e certamente poderia lhe auxiliar com suas perguntas, já que naquele instante o tal sargento Thor parecia estar levemente ocupado reunindo seus homens.

Não conteve-se em alertar os loiros que pareciam brincar de recrutamento, sem muita efetividade visto que eles apenas se entreolhavam, seguindo diretamente para a saída cabisbaixos com seu fracasso atual. Não demorava muito até que o garoto encontrasse novamente a porta de entrada, onde lá estava a secretária, reunindo alguns dos papéis e em seguida tomando uma pilha deles em mãos, escutava as palavras de Roy e imediatamente se punha em prontidão. - Ala leste? Hmmm... Vejamos. Você só precisa subir aquela escada, passe duas portas e vire a direita em um corredor, estará escrito "Ala Leste" na parede. Alias, não se preocupe, também estou indo para lá, te dou uma carona no caminho. - Brincava, tomando a frente ao realizar o caminho que havia acabado de mencionar, Roy apenas a seguia até chegar ao seu destino. - Aqui estamos. - Afirmava a mulher, deslocando-se até o fim do corredor, onde desaparecia em uma das portas.


O garoto seguia corredor adentro, entreolhando porta a porta até que em uma delas podia ver uma enorme biblioteca, lá havia milhares de livros dos mais diversos, de fato uma riqueza intelectual invejável por muitos. No entanto, por mais que houvesse tudo isso a disposição, apenas um homem se encontrava lá dentro, escorado a uma das prateleiras com um livro aberto pela metade, passava as páginas rapidamente parecendo ter pressa para acabar aquela leitura, por algum motivo. Nesse momento, o aspirante aproximava-se vagarosamente chamando a atenção do indivíduo, fazendo-o parar por alguns breves segundos, voltando seu olhar na direção da nova presença. - O que procura garoto? - Comentava curioso, quase como se não esperasse nenhum tipo de companhia dentro daquele local.

Assim que o livro se fechava, Roy podia notar o semblante calmo e despreocupado do novo sargento, um sorriso estampava sua face, diferente de Thor, Levi parecia mais do tipo carismático, mesmo que suas palavras iniciais não demonstrassem claramente isso. O homem vestia uma regata da marinha, coberta por uma placa de metal que cobria seu tórax e costas, calça e botas típicas e por fim uma capa azul já esfarrapada, rasgada em diversos pontos. Mas por fim, o que chamava mais atenção era seus longos cabelos ruivos, certamente lhe davam um destaque a mais. Porém deixando, isso de lado, o sargento prestava atenção em cada palavra que saia da boca do recruta, tomando em mãos a carta que lhe deveria ser entregue, e sem muitas dificuldades a lia em alguns segundos. - Você se refere a Thor, certo? Não esqueça o nome do seu comandante garoto, isso é importante enquanto estiver sobre seus cuidados em Shells Town. - Brincava, mesmo sendo uma espécie de bronca.

- Bom, se você foi mandado até aqui para me entregar isso, então significa que está aprovado, parabéns... Roy Collins, você agora é um soldado da marinha. - Comenta estendendo as mãos para parabeniza-lo, e aproveitando as formalidades, também pretendia se apresentar. - Pode me chamar de Levi. - Afirmava. Logo se punha de pé, espreguiçando-se. - O que precisa fazer? Parece que Thor deixou tudo nas minhas mãos outra vez. - Dizia levando as mãos a face, indignado pelo sargento fazer isso outra vez. - Roy, primeiramente você precisará de um uniforme, desça até o hall de entrada, primeira porta a esquerda. Lá você encontrará uniformes de todo os tamanhos, apenas escolha o que for mais adequado. Vejo que já escolheu sua arma... Então não precisamos nos preocupar com isso. - Comentava, direcionando-se a porta do local.

- Ah só mais uma coisa, assim que acabar de vestir-se venha até o pátio. Irei reunir alguns homens e estaremos indo para o porto... Anime-se Roy, essa será sua primeira missão oficial pela marinha. - Parava pouco antes de atravessar a porta, virando-se para o garoto para passar-lhe as últimas informações necessárias, só então saia do local direcionando-se para o lado oposto ao caminho do garoto.

Off:
 

Levi:
 

Legendas:
 

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Roy Collins
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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 2 EmptyQui 02 Ago 2018, 22:48

Rumo a primeira missão
Seguia para a sala de entrada encontrando a secretária anterior. Ao questionar sobre onde fica essa ala leste, a sorte foi de ter sua companhia para lá. ~ Melhor assim, desse jeito não me perco e consigo encontrar esse tal sargento logo. Pensava de certa forma animado com a ideia. Sentia que faltava pouco para entrar oficialmente na Marinha, e só de imaginar isso, bate um orgulho grande. No caminho me contia sem expressar tamanha ansiedade, contudo, já conseguia ouvir um superior me passando uma missão. Combatendo os piratas e executando as missões com sucesso. Colocando meus punhos para trabalhar em prol da justiça. Um grande privilégio que nem todos enxergam, mas aos que veem, sabem o quanto isso é significativo. ~ Pai ... Lembrava da minha velha referência.

Durante o caminho passávamos por diversas portas, fazendo-me pensar como esse edifício é grande. Não só olhando por fora, mas por dentro a dimensão que tem ao caminhar é grotesca. Até o momento que chegamos em uma que nitidamente parecia com a biblioteca do prédio. ~ Essa é das grandes. Observava a quantidade de prateleiras. É de suma importância que a marinha tenha esse tipo de sala, poder contribuir intelectualmente com os marinheiros é uma forma de poder passar o conhecimento necessário adiante. E finalmente encontrava um homem na ala leste, como o instrutor dissera. Reconheceria-o no momento que o visse. De um jeito peculiar e lendo livro. - Ótimo. Abria um leve sorriso de canto por estar indo para o próximo passo do teste.

Ao me ver, fechou o livro, questionou sobre o que procuro e sem enrolação informei o que me foi passado. Dava pra perceber que ele é mais solto e naturalmente mais carismático do que o homem contra quem lutei. Já ouvi falar que quem lê bastante, normalmente tem uma personalidade mais solta. Ruivos de cabelos longos, com uma vestimenta que parecia que ele tinha vindo de uma luta. Logo ele explicava sobre o superior, me dando uma bela de puxada de orelha sobre não lembrar o nome do superior. Faz sentido. Não saber o nome do chefe não é uma boa ideia. Seu nome era Thor. - Pode deixar sargento. Concordava com o intuito de não cometer mais uma gafe dessa.

Agora ouvir sobre ser aprovado para se tornar marinheiro parece mágico. Tanto tempo almejei que esse dia chegasse. Aquelas palavras de Levi soaram como uma música para os meus ouvidos. Essas tatuagens foram honradas. O sobrenome Collins também. O começo na marinha é agora. Agora é batalhar para evoluir aqui. Meus punhos e lábios tremiam naturalmente, provavelmente pelo nervosismo. Enquanto isso era parabenizado pelo sargento e de certo modo ainda estava besta com o fato de finalmente ser marinheiro. Em seguida ele demonstrava uma indignação por Thor ter jogado a responsabilidade pra ele. Aos poucos aquele extase de estar na marinha era controlado e eu conseguia raciocinar melhor. ~ Esse sargento é foda. Pensava focado mais na marinha do que nisso. Dessa vez não fui capaz de ficar nervoso. Era o meu momento.

Fui instruído a descer e me trocar, desta vez para usar o uniforme da marinha. - Pode deixar!! Consentia com certeza. Já a arma, no teste acabei ficando com as manoplas que nem sequer lembrava de tão familiarizado fiquei com ela. Realmente, um ótimo padrão para meus punhos. E posteriormente a orientação era pra nos reunirmos para nossa primeira ... MISSÃO! É isso mesmo. Seria o meu primeiro tiro na marinha. Preciso estar no padrão para ela. - Claro!! Vou me trocar e já nos encontramos no pátio sargento. Informava-o e sairia com pressa para o hall de entrada, procurando a sala de roupas.

Ao encontra-la, entraria e procuraria por algum traje novo nos armários ou guarda-roupas. Se já tivesse algum marinheiro ali, questionaria objetivamente. - Preciso pagar alguma taxa pelo traje da marinha? Caso sim, perguntaria depois ao sargento sobre isso e pagaria a ele. Logo, entraria em algum box para poder me trocar. Retiraria minhas roupas atuais, dobraria-as e vestiria a camiseta, calça e boné da marinha. Teria o maior apreço daquele momento, certeza que futuramente lembrarei de hoje, de quando entrei e de quanto evoluí lá na frente.

Estar preparado para a missão nesse momento seria de grande importância. Tanto psicologicamente, emocionalmente e fisicamente. Sorte a minha não estar machucado após o combate com o sargento Thor. Executar a missão com sucesso é de fato uma urgência para quem trabalha na marinha, afinal quase sempre quando uma coisa falha, gera um efeito bola de neve que só tende a agravar. É como aprendi desde pequeno, a missão sempre vem em primeiro lugar para não ter pormenores no futuro. Ao menos, numa intensidade menor do que o normal.

Posteriormente deixaria minhas velhas roupas no guarda roupa ou armário mais próximo e iria em direção ao pátio como orientado. Ao chegar lá, se os marinheiros não tivessem chegado, aguardaria-os prestando atenção se o sargento Levi chegaria. Eles estando lá, me juntaria ao grupo atento em cada ordem do nosso chefe. Pelo que foi passado pelo Sargento Thor o porto está precisando de nós. E se isso é verdade, cautela e coragem para nós terá que ser de sobra, afinal não convocariam a marinha se não tivesse alguma coisa preocupante. E confesso que coragem não está faltando nenhum pouco.

Só de pensar o que me aguarda já de certo me incomoda. Poderia ser piratas ou ladrões arruaçando por Shells Town. E esses caras não merecem a mínima misericórdia. É prende-los ou mata-los. Deixar a solta fazendo o que bem entendem é esquecer da justiça total. Como se a marinha não existisse. Preciso de estar atento nessa missão, falhar não é opção, nem sequer 0,1% do que passa na minha mente. Faça a missão, custe o que custar, diria meu velho pai. Ao ouvir o que faríamos nessa missão, seguiria as ordens do sargento e o acompanharia onde quer que fosse, tomando cuidado com qualquer percalço pelo caminho. Se nós já sairmos do prédio rumo ao porto, observaria todas as pessoas próximas usando até de minha visão aguçada e se encontrasse um estranho ao redor, cutucaria os marinheiros por perto e indicaria com a cabeça ou olhar pra eles notarem.


Off:
 

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 2 EmptySeg 06 Ago 2018, 01:22

Narração


Roy enfim reunia-se com o sargento designado para receber a carta, por mais que não soubesse o conteúdo essa era sua última tarefa, e por sinal deixava-o animado só de imaginar que logo estaria fazendo parte da organização, afinal a marinha era tudo para ele, assim como tudo que seu pai havia lhe ensinado sobre ela. Em alguns minutos, que em sua mente haviam passado tão lento como horas, o garoto se encontrava com Levi onde trocavam algumas palavras, e agora cá estava Roy honrando o sobrenome Collins, havia de fato conseguido ingressar em sua tão almejada jornada, sendo lançado para um desafio logo em seguida, uma possível missão?! De qualquer forma, o marinheiro não demorava muito, sendo breve em seus comentários e apenas concordando com as informações passadas pelo sargento, e em seguida partia novamente para o Hall de entrada, local onde tomaria sua primeira dose de orgulho, podendo pegar seu primeiro uniforme, e estar devidamente vestido para realizar suas obrigações.

Sem muita dificuldade, podia encontrar alguns uniformes alojados em cabides, onde os próprios marinheiros tratavam de trocá-los regularmente, inclusive podendo encontrar alguns deles realizando tal ato nesse exato momento. Revirava entre alguns modelos, e então podia encontrar um tamanho adequado, o qual vestia perfeitamente, seu corpo parecia ser moldado para encaixar naquelas vestimentas, de fato, nada mal. Mas por algum motivo, o jovem sentia-se mal em apenas sair com sua nova roupa, portanto não hesitou em questionar os mais experientes, sobre uma possível existência de taxa? Talvez um pagamento pelas vestimentas? - Pagar alguma taxa? Sim... Você pagará com a justiça em nome da marinha, honre seu uniforme. Comentava o rapaz, apesar da brincadeira, tratava de forma séria dobrando os uniformes que tinha em mão com muito cuidado.

Roy ainda estava muito animado com tudo, desde o enorme espaço garantido aos marinheiros, a biblioteca, e até a carisma que o tal Sargento Levi havia demonstrado, mas estaria ele pronto para realizar sua primeira missão? Bom, ao menos o garoto estava convicto de que sim, e não admitiria falhas por sua própria falha, não, não, a missão deveria ser um sucesso, não apenas sua reputação como a de todos os envolvidos agora também estaria em jogo. O boxeador então levantou-se já arrumado, e guardando suas velhas roupas no armário mais próximo, deixava o cômodo deslocando-se em direção ao local combinado, o pátio. Lá estava Levi, com mais dois homens, trocando algumas palavras, Roy não podia dizer ao certo o que era até se aproximar, mas podia ver o semblante sério estampando a face de ambos, tendo o sargento como centro das atenções. - Soldado Collins, que bom que está aqui... Acabamos de começar a falar da missão, chegou no momento certo. - Comentava assim que via o garoto se aproximar.

- Bom, vamos indo, não temos tempo a perder. Explicarei tudo no caminho, não se preocupem. - Dizia a todos ali presentes, colocando-se em movimento em direção ao tal porto que havia sido mencionado pelo próprio Thor durante a entrega da importante carta. - Começando pelo começo então, como todos sabem costumamos enviar alguns tipos de suprimentos para bases aliadas da marinha, desde alimentos, vestimentas, até mesmo armas... Porém a algum tempo um fato curioso vem acontecendo em Shells Town, aos poucos artefatos começaram a sumir, a principio pensamos que fossem os próprios marinheiros, durante a retirada ou algo do gênero, coisas acabam se perdendo isso é comum de acontecer. No entanto, isso vem aumentando gradativamente, começaram a desaparecer mercadorias de maior valor, e recentemente até mesmo um carregamento inteiro de armas foi roubado. - Dizia, indignado com a situação. - Era um carregamento de pequeno porte... Mas não importa, esse último ataque foi o cúmulo, não podemos mais aturar atitudes como essa. - Afirmava, antes de prosseguir.

- Colocamos alguns marinheiros para que fosse realizado a escolta desses produtos, mas até agora não temos nada... Literalmente nenhuma informação do meliante. Então se há uma dica que posso lhes dar é fiquem atento aos menores detalhes, furtividade parece ser um dos dons desse tal ladrãozinho. - Prosseguia caminhando, os demais lhe acompanhavam intuitivamente, ouvindo toda a história enquanto já podiam ver o porto no horizonte, agora se aproximando cada vez mais. - Não foi suficiente, nada foi. Por isso estou aqui, fui designado a intervir diretamente nessa situação e retomar o respeito a marinha. Bom, hoje estamos recebendo um novo carregamento, vindo diretamente de Loguetown, e dessa vez tudo que estiver naquele carregamento deverá ir diretamente para o Qg, estamos entendidos? Não será permitido que nada seja roubado, não no dia de hoje e nem nunca mais. - Indagava retoricamente, estava certo de que a missão seria cumprida.

- A partir de agora, vocês serão meus olhos e ouvidos, quaisquer movimentos suspeitos devem ser notificados imediatamente. As chances são grandes que esse criminoso volte a tentar alguma coisa no dia de hoje, mas dessa vez estaremos preparados, ah meus companheiros, podem ter certeza que ele não sairá daqui hoje. Não sobre a minha vigília! - Concluía suas palavras, parando e olhando para trás onde todos paravam de pé vislumbrando o porto que havia por de trás do sargento, de fato uma visão belíssima, alguns barcos aportados, o sol era forte e fazia com que seu brilho se tornasse ainda mais intenso ao clarear as ondas constantes daquele mar agitado. Quanto a Levi, bom, o marinheiro deslocava-se para um barco em específico que chegava ao porto nesse exato momento, ainda não estava completamente aportado, mas lá estava ele, um dos navios da marinha com seus símbolos estampados por todos os lados.

Off:
 


Legendas:
 

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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 2 EmptySeg 06 Ago 2018, 23:08

A missão: O inicio
O pagamento das roupas seria praticando a justiça. Então acho que vou pagar até fazendo hora extra. Concordava levemente com a cabeça em sinal de agradecimento e animado rumava para o hall de entrada. Ao avista-los verificava que tinha mais membros conversando seriamente com o sargento. ~ Cheguei um pouco atrasado. Ao se aproximar um pouco nervoso por ser o último, o sargento me apresentava aos demais e um breve cumprimento com a cabeça. - Senhores ...

Logo éramos convocados para acompanhar Levi em sua caminhada. ~ Aqui vou eu pai ... Minha primeira missão. Pensava determinado e confiante. Durante o caminho fora explicado a urgência no porto, esta que realmente se agravava cada vez mais. A marinha transporta suprimentos e materiais para bases aliadas nas demais ilhas, porém com o tempo algumas coisas foram sumindo e a principio, achava-se que era perda dos marinheiros e seus erros. Mas foi aumentando essas ocorrências e coisas de valores foram furtadas também. Só de imaginar como a pessoa ou grupo que está fazendo isso deve estar lucrando em cima de furto, deixaria qualquer proprietário destas coisas de cabelo em pé. Ainda mais quando se trata da marinha. É como jogar na cara que ela não tem segurança alguma.

Já fora deixado alguns marinheiros escoltando as mercadorias, mas por enquanto nada foi constatado. Estranho de certa forma, afinal é difícil não notar nenhum movimento suspeito. Era avisado que hoje vinha um carregamento de Loguetown e o sargento foi designado para retomar a confiança da instituição. Melhor dizendo, colocar ordem na casa. E se depender de mim, isso retornará a Shells Town o quanto antes, afinal ficar nas mãos de bandido não é a vontade de ninguém. Vagabundo é dentro da cela ou morto. Nunca vi bandido bom solto pelas ruas. Respondia a indagação com muita firmeza e seriedade. - Sim senhor!! Pode contar comigo Sargento. Vamos mostrar a ordem que precisa prevalecer na cidade.

A partir de agora qualquer coisa que for relevante, devemos avisar Levi. Sua prioridade é não deixar o criminoso furtar nada. A missão é clara. Pega-lo custe o que custar. Explicava o marinheiro responsável pela missão. Adiante de nós estava o porto, uma paisagem de se lembrar. Navios aportados e um bem chamativo com a bandeira da Marinha se caracterizava no meio. O mar agitado e ao mesmo tempo minha intuição alertava que essa missão seria da mesma maneira. ~ Mas falhar jamais passou pela minha mente. Finalmente no meio de uma missão. Agora em diante, somente concentrado no que faremos.

Aguardaria alguma ordem do sargento Levi e se ele não fizesse nenhuma objeção, questionaria-o. - Sargento, qual o local do carregamento? Seria interessante sabermos a localização pois deste modo, vou procurar encontrar um local que possa visualizar toda área utilizando minha visão aguçada. - Acho que poderíamos explorar as habilidades de cada um senhor. Aguardaria o que ele teria para falar, principalmente suas ordens e o acompanharia para onde fosse caso necessário.

Posteriormente daria um exemplo de como podemos explorar nossas forças. - Eu consigo enxergar de longe com clareza senhor. Aguardaria para não interrompe-lo caso ele trace alguma estratégia, e em seguida complementaria. - Creio que seria bacana se pudesse ficar numa área alta para ter mais visualização. Ou mesmo que tenha um campo amplo de visão. O que o senhor acha? Essa era uma das ideias que surgiu na minha mente, pois ter o máximo de campo de observação seria ideal para pegarmos o meliante. Seguiria suas ordens independente do que seja, mas caso a sugestão for acatada, acompanharia-o até o local. Lá, verificaria algum espaço que pudesse cobrir minha presença e ao mesmo tempo consiga observar melhor o local. Prestaria atenção nos meus companheiros e também quem se aproximaria de lá, utilizando de minha visão aguçada para qualquer coisa, atento a cada movimento.

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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 2 EmptyQua 08 Ago 2018, 01:35

Narração


O garoto não demorava para prontificar-se perante seu superior para realizar a missão que lhe fora designado, Levi havia lhe dito o que fazer, como fazer e não seriam admitidas falhas, e bom, Roy estava mais do que de acordo com as afirmações do experiente marinheiro. Não conhecia muito bem seu grupo, no entanto sequer um deles havia sido capaz de lhe desferir uma palavra, e por isso tudo acabou ficando um tanto quanto profissional, todos estavam ali em busca de apenas um objetivo, mostrar que a marinha prevalecia, assim como as leis do governo mundial em vigor. Desse modo, seguia seu comandante orgulhoso e pronto para começar com o objetivo de proteção do porto, se dependesse dos pensamentos e atitudes do jovem aquele criminoso deveria perecer em questão de segundos, mas seria ele capaz de honrar suas palavras e transformá-las em atitudes?

Com uma frase honrada, Roy se deslocava em direção ao ponto da missão, questionando sobre alguns detalhes que poderiam ser uteis não apenas para a identificação do sujeito, como para um possível... Acerto de contas, afinal nada como ter as posições bem definidas antes que o pior aconteça. - Muito bem, Collins, você ficará com a parte da observação. Utilize a taverna de Grand Tom para tomar a altura que necessita, lá poderá ver o necessário e ainda manter uma certa distância para não ser facilmente reconhecido. Ah, não se preocupe, possuímos um certo... Acordo com Tom, criminosos não irão lhe perturbar por lá. Trate de observar o caminho que traçamos recentemente, ele será o mesmo caminho que os marinheiros designados carregarão a nova mercadoria. - Dizia, apontando para uma grande construção, com algumas letras piscantes e algumas, mas claramente escrito "Grand Drinqs".

- Quanto a vocês dois, permanecerão um em cada barco nas laterais, tomem cuidado para não estarem muito a mostra, enquanto isso ficarei escondido dentro da embarcação principal, vamos ver se esse bandido realmente tem culhões. - Roy ainda podia ouvir as designações a seguir, enquanto se afastava em direção a taverna mencionada por Levi. Ao meio dia não haviam muitas pessoas frequentando, apenas alguns beberrões que retrucavam o barman que lhes servia mais uma rodada de cerveja, vez após vez, no restante apenas mais pessoas fazendo uma limpeza geral, desde o chão do local, até os copos que permaneciam sujos em cima do balcão. Muito provavelmente estavam se preparando para o grande contingente de pessoas que ali chegaria junto ao anoitecer, afinal de contas, era isso que se esperava de uma taverna certo?

Subindo as escadas para encontrar um local alto o suficiente, Roy podia ver uma varanda com cerca de 4 mesas inocupadas, mas que lhe garantia uma visão perfeita para o porto, podendo ver todos os barcos que lá estavam aportados, o único e real problema seria a distância em que se encontrava do local. A taverna estava a cerca de 100 metros do local, portanto qualquer ação de interversão, que em algum momento fosse necessária, acabaria por se tornar um tanto quanto complicada, mas toda vantagem vem com um porém, e caberia ao soldado decidir o que seria melhor para garantir sua visão, permanecer no local com uma visão ampla, ou se aproximar de onde seus companheiros estavam. Durante a pequena expedição na taverna, alguns olhares entravam em confronto com o marinheiro, mas ao ver as vestimentas logo tomava a olhar para outro ângulo, não podia-se dizer ao certo quais eram suas intenções, mas ninguém de fato lhe desafiava ou impedia de prosseguir.

Aos seus arredores, havia apenas algumas mesas cobertas com toalhas bordadas que decoravam o local, não havia nada realmente propício a se esconder, a não ser é claro improvisações. Se observasse melhor o navio da marinha aportado podia ver o semblante dos dois marinheiros nas portas principais das embarcações aportadas ao lado, já quanto ao sargento Levi, sua presença já não podia mais ser vista, muito provavelmente já estando escondido no local onde havia especificado a alguns minutos. Pouco mais ao lado, alguns navios de distância, Roy podia ver a movimentação de alguns comerciantes, retirando peixes e carregando-os em baldes a medida que eram retirados das tarrafas, até o momento nada que realmente fugisse ao comum. Seria isso o suficiente para despertar um sinal de alerta em Roy? Querendo ou não, era apenas um novato nessas espécies de missão e não sabia ao certo como por seus pés no chão, mas caberia única e exclusivamente a ele tomar a decisão. Quando seria a hora adequada para deixar o posto e comunicar seu superior alguma movimentação? Uma pergunta difícil de ser respondida.

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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 2 EmptyQui 09 Ago 2018, 17:57

De olho no carregamento
A sugestão de observar de longe fora acatada pelo nosso superior. Não foi algo que ele ficou pensando ou o deixou em dúvida, pelo contrário, a julgar pela sua reação o mesmo gostou da ideia. Inteligência nas missões é essencial para o sucesso. Ainda não tenho conhecimento sobre estratégias, porém, pelo visto isto serve como uma luva nas minhas mãos para poder ir melhor nas missões. A orientação era para que eu ficasse de longe num bar denominado Grand Drinqs por letras piscantes, esta que é administrada por um cara chamado Tom. Levi afirmou que teria carta branca a entrar no local, certamente aconteceu alguma coisa de acordo com a marinha para que isso suceda com os marinheiros. Mesmo sendo a marinha, hoje em dia, as pessoas têm mais respeito com os arruaceiros do que com a própria lei. O caminho que traçamos anteriormente será o caminho que levarão o carregamento, ou seja, é viável ficar de olho nos navios e também nesta rota. Qualquer coisa suspeita ao redor será de grande importância.

Os outros dois marinheiros que nos acompanham ficarão responsáveis pela escolta dos navios ao lado. Algo que realmente importará para a missão. Ter o suporte deles será uma contribuição para pegarmos o ou os meliantes. Já o Sargento ficará dentro do navio perto do carregamento principal. Quanta responsabilidade dele ... O centro da atenção dos bandidos será lá, e nada como uma pessoa responsável e forte assegurar a carga. Isso me deixa intrigado em como o ruivo pode ser forte. Ainda não o vi lutar, contudo, pelo seu posicionamento de superior conosco o cara demonstra ser alguém forte. Me dando grande orgulho em poder participar de uma missão com uma pessoa que está pronta para instaurar novamente respeito por aqui. E é o que precisa, afinal, permanecer do jeito que está, os criminosos só vão roubar coisas de maior valor.

Seguiria a instrução do sargento e iria a taverna. Caminharia com calma observando o caminho que tomamos, pois seria este do carregamento dos marinheiros. Tudo bem que observaria lá da Grand Drinqs, mas já ficaria atento desde agora ao percurso. Ao chegar lá, entrava discretamente sem causar nenhum rebuliço mesmo que Tom tenha nos dado a certeza que nenhum problema acarretaria com os marinheiros. Ainda não acreditando nisso cem por cento, vislumbrei com o semblante sério todos ali presentes, não temendo nenhum homem ali presente, e subia as escadas se deparando com as mesas na varanda. Quatro sem nenhuma ocupação. A visão dali era perfeita, com minha visão aguçada podia olhar tudo ali com facilidade e dificilmente algo sairia da minha zona de vista. - Já a distância vai dificultar um pouco. Balbuciava tentando traçar uma estratégia enquanto nada acontecia.

Certamente não seria simples pegar os bandidos no pulo. Porém posso conseguir usar isto ao meu favor. O fato de chegar na furtividade, sem ninguém perceber minha presença e eu já sabendo tendo visto movimento estranho, poderá fazer com que pegue-o (os) de surpresa. Sorria com esta ideia e entrelaçava meus punhos, estralando-os e movimentava a cabeça circularmente aquecendo o corpo e imaginando que pode ser daqui a pouco que estaremos com ele (as) nas mãos. Pressinto que eles jamais se renderão, remetendo a ideia de que teremos de combate-los com ferocidade total. E só de pensar que quando encontra-los, é provável que não segure minha fúria por causar um constrangimento a Marinha de fazer a imagem dela ser uma brincadeira, me causa ansiedade. - Calma Roy ... Respirava tentando acalmar a raiva que isso está me causando. - Será em breve que vamos pega-los. Afirmava para mim mesmo conseguindo segurar a torrente de fúria.

Pegaria uma das cadeiras das mesas e colocaria na frente da varada de vista para o mar. Queria poder prestar atenção em tudo lá usando minha visão aguçada. Desde a parte do porto quanto a movimentação nos navios. Primeiramente checaria se estaria tudo bem com meus companheiros que estão fazendo a escolta, e onde eles estão, isto é, se tem alguém perto deles. Se tiver, ficaria atento para ver se não aconteceria nada de mal a eles. Observaria as cargas que os marinheiros estarão levando ao navio principal, este que o sargento está, mas estaria certo de ver se acontecia alguma coisa com quem está levando. O percurso pode ser o fator mais crucial para o roubo, pois roubar antes de chegar ao navio pouparia o tempo dos inimigos. Isso apenas dependerá do que o inimigo tenha traçado como plano.

Na possibilidade de acontecer que a carga entre no navio principal, não sairia dali até alguém suspeito aparecer pela região. Como são arruaceiros, focaria em ver se alguma pessoa que não está com traje de marinheiros esteja se aproximando. Isso pode me ajudar e muito a achar esses bagunceiros. Tudo bem que diversos comerciantes nos navios ao lado estão próximos, então pode ser que algum deles saiam de seus postos e tentem roubar as mercadorias na pior brecha que os marinheiros abrirem. Logo, ficar de olhos nestes comerciantes por perto também será importante. O ponto é não agir até o momento que conseguir identificar quem são os responsáveis e para onde eles estão indo. Surpreende-los será uma grande façanha para cumprir a missão. Mas enquanto nada de diferente acontecer, permanecerei na varanda com muita atenção nessas partes que comprometam a missão.

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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 2 EmptySex 10 Ago 2018, 16:03

Narração



A sugestão era sua, mas no final das contas Roy apenas acatava ordens por parte de seu superior, era um novato, um recruta em meio a toda essa história, e por isso não havia muito que pudesse fazer até que de fato estabelecesse sua reputação perante a marinha. Bom, ao menos estava contente por poder demonstrar do que era capaz logo em sua primeira missão, seu pedido havia sido aceito, fazendo com que o garoto pudesse fazer de sua própria maneira, mas estaria ele preparado? Sem muita preocupação, e confiante das próprias habilidades adentrava ao bar indicado, um tanto quanto distante da região que deveriam cuidar, para evitar roubo de mercadorias e possivelmente até mesmo capturar o delinquente que estava realizando esse ato. Um dia glorioso caso tudo acabasse de acordo com as projeções da mente de Roy, mas ele estava encarando a realidade agora, e quando se encara a realidade você está sujeito a muitos "se" e "poréns" que devem ser lidados com cuidado.

Analisava a situação em que se envolvia, concluindo que a melhor maneira de se agir seria não partir para a agressão instantânea, não, isso apenas alertaria os inimigos que mais marinheiros estavam alertas aos arredores, podendo transformar a situação de uma maneira não tão agradável. Furtividade era a palavra-chave para agir sem que demonstrasse a todos suas intensões, querendo ou não essa era uma das habilidades do marinheiro, e precisaria utilizar de todo o seu conhecimento e mais ou pouco para solucionar esse caso. Bom, acabando os preparativos, tomava uma das cadeiras sentando-se em meio a varanda, não havia uma preocupação com a parte de esconder-se, visto que estava longe o suficiente dos olhos alheios, considerava ser um bom local para vigília, apesar de ainda permanecer o problema da distancia.

Alguns minutos se passavam e nada acontecia, o mar parecia menos agitado que o normal, as ondas resvalavam vagarosamente as rochas em uma bela harmonia de sons oceânicos, o sol era presente em boa parte da ilha iluminando de forma calorosa a todos que lá estavam presente e para complementar uma pequena brisa passageira passava vez ou outra, refrescando os trabalhadores exaustos. Quase como um dia perfeito para se descansar, digo quase, se não fosse pela aproximação de um dos pescadores que Roy havia avistado anteriormente, ambos os marinheiros que davam auxílio a Levi adentravam ao interior dos devidos barcos enquanto o meliante passava em frente, este dirigindo-se ao barco da marinha. Ao mesmo tempo um grupo de marinheiros, os mesmos que estavam designados a cumprir a tarefa de retirada dos produtos se aproximava, encarando o velho homem com certa rispidez, um bate bocas se instaurava, porém não era possível para o garoto sequer ouvir uma palavra.

O sargento igualmente direcionava-se para fora da embarcação, algumas palavras eram ditas por ambos os lados, Roy podia ver um claro sentimento de perturbação por parte de Levi, porém nada de fato acontecia, o pescador apenas dava meia volta deixando o local. Porém em meio a esses segundos de distração por parte dos marinheiros, Collins podia ver apenas uma espécie de sombra negra passando no fundo, talvez por estar distraído ou algo parecido não podia dizer ao certo se o que havia visto realmente era alguém ou apenas uma impressão que teve. Bom, em seguida tudo acontecia muito rápido, os quatro marinheiros adentravam a embarcação, porém de dentro saiam cinco deles carregando caixas em suas costas. O sargento por outro lado, permanecia balbuciando algumas palavras e encarando o pescador até que ele estivesse longe o suficiente e sequer percebeu essa discrepância.

Os marinheiros auxiliares deixavam o interior do navio, após o desaparecimento da ameaça, porém por conta disso sequer podiam notar com clareza o que havia acontecido com o grupo de marinheiros, que seguia na direção do quartel general. Roy notava eles se afastando aos poucos, passo a passo, apenas um deles virava-se brevemente, dando uma pausa e olhando aos arredores apenas como precaução. Por mais que o garoto estivesse longe, e a visão fosse levemente mais difícil que o normal, seus olhos mais avantajados que o normal lhe auxiliavam em acompanhar as mínimas ações realizadas pelo homem. Um sorriso debochado estampava sua face, quase como se comemorasse uma vitória, não sabia ao certo o quanto isso era real ou não mas o sujeito parecia lhe encarar, quase como se estivesse o desafiando a agir. Seria isso apenas uma peça que a mente do garoto lhe pregava? Preocupação desnecessária? Ou realmente alguém suspeito que requeria uma intervenção imediata? Bom, isso cabia a Roy decidir, e tomar suas próprias medidas cabíveis.

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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 2 EmptySab 18 Ago 2018, 05:26

Achei o suspeito
Na varanda da Grand Drinqs podia vislumbrar aquele sol raiando. Confesso que era uma visão muito bonita. Qualquer um pararia por alguns minutos ali para acalmar os ânimos. De certa forma minha raiva com esse arruaceiro passou por um momento. Porém logo retomava minha atenção ao porto, ali era um dos ponto-chaves para a missão. Identificar o suspeito de longe seria estritamente importante. Por um certo tempo nada havia de anormal, meus companheiros trabalhando nos navios que cercavam o porto. O tempo passava e minha pressa só aumentava. Entrelaçava meus punhos para aliviar a tensão do momento. Mexia o pescoço para os lados com o intuito de me manter atento a todo momento. Desligar-se dali custaria caro para a missão.

De repente um dos pescadores aproximava-se do navio. Logo atrás marinheiros encarregados da carga que seria levada encaminhava-se para o navio também. Surgia uma discussão mas não entendia uma palavra sequer. Acho que o fato daquele pescador estar peregrinando por ali fez com que os marinheiros ficassem bravos. Só não tenho certeza por não poder escutar nada. - Poder escutar de longe seria interessante também. Resmungava indignado de não ter essa habilidade. Com o tempo percebo que melhorar minhas habilidades é essencial. Quanto mais coisas que me ajude, mais chance de probabilidade de realizar a missão.

Levi saía de seu posto e ficava intrigado com o que estava rolando. Não sei porque, no entanto tenho a sensação de que isso não foi uma boa escolha. E se isso foi uma isca para eles morderem enquanto alguém entra lá na surdina. Passado um tempo o pescador retomava o caminho de volta, quando do nada uma sombra surge atrás de tudo entrando no navio. - Merda!! Fechava meus punhos deixando escapar a sombra. Ainda não me moveria pelo fato de quatro marinheiros entrarem lá, caso alguma coisa ficar anormal por lá, vou conseguir observar por aqui. O estranho foi a saída deles, cinco marinheiros levando as mercadorias e o sargento preocupado com o pescador. - Como assim cinco? Observa-os tentando ligar os pontos.

Meu superior não tinha prestado atenção nisso e saía uma pessoa a mais fora da embarcação. Passou pelo chefe e seguiu com os demais rumo ao quartel general. - Entendo, esse é o plano dele. Jogar a distração pra um lado, enquanto se infiltra pelo outro. No caminho deles um se virava e sorria para o porto, numa espécie de deboche. - Será que é ele?? Vou gravar a imagem desse cara. Falava saindo do local. Era hora de pegar esse maldito!! Primeiramente interceptar os marinheiros rumo ao local é o grande ponto, não pode-se deixar que as mercadorias mais uma vez sejam roubadas. Desvencilharia de qualquer empecilho que me impeça de sair da taverna, não conversando com ninguém ou mesmo parando para dar atenção a alguém.

Ao sair dela, como meus companheiros de serviço não saíram do porto procuraria por alguma criança no local. Falar com algum adulto é perigoso, não sei quem é quem por aqui. Evitando que comprometa a missão, tentaria encontrar uma criança e falaria rapidamente. - Hey, pequeno (a). Vá até o porto e procura pelo Sargento Levi. Avisa ele que o soldado Roy achou o suspeito. Ele está no meio dos encarregados de levarem a carga. Olharia seriamente para o nanico (a) usando da intimidação obrigando-o de certo modo a fazer o que falei. Caso não funcionar a intimidação, pelo menos que a criança leve a mensagem ao superior já está de ótimo tamanho. 

Posteriormente seguiria até os últimos passos onde avistei os encarregados da mercadoria. Andaria em rápidos passos não chamando a atenção, misturando-se entre as pessoas e usando de minha furtividade. Olharia ao redor do último local que os avistei, utilizaria minha visão aguçada fazendo um giro de 360° com o intuito de verificar qual direção foram os marinheiros. Shells Town é uma cidade bem populosa, certamente fica difícil encontrar uma agulha no palheiro. Por isso prestaria atenção a cada rua ao redor. Na possibilidade de não acha-los, perguntaria a qualquer cidadão próximo. - Você viu para onde foi os marinheiros que estavam levando mercadoria? Caso não souber, indagaria todos que puderem, até ter um rumo a seguir. Deste modo continuaria meu caminho pelo qual fora indicado até encontra-los. No momento que isso suceder, manteria minha descrição em não chamar atenção esperando que surja alguma brecha importante e dando tempo também ao meu superior vir para cá. Tendo em mente que no momento preciso localiza-los e tê-los por perto, porque logo após, meus punhos trabalharão ...
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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 2 EmptySeg 20 Ago 2018, 02:35

Narração


No início o trabalho poderia ser chato e entediante para muitos, esperar até que algo aconteça? Mas e se nada acontecer? Normalmente esse é o pensamento que se tem ao ficar de molho por minutos ou horas, mas não Roy, ele se manteve atento a todo momento, enquanto seus companheiros não foram capazes de localizar a discrepância, o garoto havia percebido com maestria. Não precisava ser um gênio para ligar os pontos, e o garoto logo o fazia sem muita dificuldade. Estava evidente que o método daquele criminoso era jogar a atenção toda para um lado enquanto a ação acontece em outro, fazendo assim com que a mente das pessoas esteja atenta em uma ameaça "não real", um truque que muitos mágicos utilizam e continua a ser efetivo mesmo depois de tantas décadas. Quatro marinheiros entravam e cinco saiam, o olhar do marinheiro apenas o acompanhava com cautela, e ao ver o sorriso de um deles, pode ter certeza, havia algo de errado.

Roy se pôs de prontidão e não demorou muito para que saísse de sua posição, certo de onde deveria ir, no entanto sabia que deixar seu posto não era algo certo, não sem ao menos avisar o sargento sobre suas ações. Sem tempo a perder e já atrasado para pegar o homem que estava atrás, precisou bolar um plano de última hora, não adiantaria de nada ir até o porto e perder o falso marinheiro de vista, portanto havia apenas uma coisa que podia fazer, contar com a ajuda de alguém. Esse alguém seria um garoto, inocente que passava em frente ao bar naquele exato momento, as palavras de Roy pareciam atingir o fundo da mente daquele menino, sequer fora preciso qualquer tipo de intimidação, de imediato um sorriso de satisfação surgia em seus lábios. - Isso me faz um so...soldado da marinha também? Certo soldado Roy. - Prestava continência e logo saia correndo em direção ao porto, onde Levi estava.

O boxeador por outro lado, buscava explorar de suas habilidades de furtividade para seguir o fora da lei, esgueirava-se por entre becos e vielas até que por fim sua visão se encontrava mais uma vez com os marinheiros, ainda havendo cinco deles. No entanto, um se afastava, o mesmo de antes, estando em último da fila passava a direcionar-se a uma construção um tanto quanto acabada nas proximidades, os demais sequer percebiam apenas seguindo seu caminho até o QG de Shells Town. Collins estava tão próximo do sujeito, alguns metros de distancia para pegar o sujeito, não poderia deixá-lo escapar assim tão fácil, e sendo assim apenas o seguiu tentando garantir uma visão estabelecida com o sujeito, que cada vez mais se afastava do amontoado de pessoas, indo diretamente para a construção abandonada.

Ao por seus pés no local o soldado pode perceber que a madeira rangia, tão alto como se fosse um mecanismo de alerta, bom, não era realmente sua função mas servia como tal para o fugitivo que apressava seus passos, ao ponto de quase se transformar em uma corrida. Mas ainda assim carregando a caixa em mãos sua velocidade não era tão grande quando desejava, e Roy podia permanecer em perseguição de forma tranquila caso desejasse. Dentro da construção havia nada mais que destroços de madeira e algumas sucatas espalhadas, além é claro de uma escada que dava acesso ao segundo andar daquela instalação, escada esta que o ladrão utilizava para sua fuga, subindo-a de forma veloz enquanto Roy permanecia alguns metros atrás. O que faria o marinheiro, acelerar seus passos para pegar o bandido ou talvez fosse mais sábio deixá-lo avançar um pouco mais? Cabia ao garoto decidir.

Ao horizonte podia ver o sargento Levi juntamente aos seus dois homens se aproximando, apenas a silhueta do marinheiro era possível ser vista, seu recado parecia ser de fato efetivo, no entanto ainda levariam alguns segundos até que seu superior lhe alcançasse ou sequer o visse por completo. A distancia era grande, e Roy não podia ter certeza se Levi realmente já havia lhe visto e viria ao seu encontro ou apenas continuaria procurando ao seguir reto por entre o amontoado de pessoas mais atrás. Por fim, uma risada era ouvida vinda da direção da escada, quase como se o criminoso já estivesse comemorando suas conquistas, sem ser de fato impedido.


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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 2 EmptySeg 20 Ago 2018, 09:02

Testando o inimigo
A sorte é que quando saí do bar um garoto já estava na frente, recebendo minhas instruções de bom grado. Sinceramente esperava que fosse soar frio ou mesmo sentir um pouco de medo, entretanto, fora o contrário. Suas palavras me fez sentir orgulho de ver a satisfação dele em poder ajudar. É de pessoas assim que o mundo vai girar pro melhor. Não com pessoas que causem o caos ou mesmo beneficiam dessas situações, mas de pessoas que fazem as coisas da maneira justa. Onde prevalece a justiça. - É um passo importante garoto. Mas começando agora, certamente alguma hora a oportunidade chegará!! Respondia com rapidez me retirando do local, tinha uma pessoa a qual precisava ser contida. E o meu dever nesse momento, é intercepta-lo.

Seguia o caminho procurando o individuo. Pela cidade de Shells Town ser grande, honestamente esperava com que fosse mais difícil encontra-los até porque estava a uma distância atrás deles. Porém talvez devido o peso da carga, a carga em si e eles serem marinheiros, tornou-se mais simples o serviço. Primeiramente costurei por algumas vielas e becos, virando a cabeça para todas as direções e a principio nada, contudo, levando mais um tempo encontro as cinco pessoas. - Agora é a hora ... Aproximei-me furtivamente deles, identificando o sujeito que sorriu com deboche. Certamente não sabia que era ele o possível ladrão, entretanto, pelo tão pouco de sinais que tenho, é o mais sensato a suspeitar.

O mesmo se afastava dos demais rumando a uma casa abandonada. ~ Saindo de cena ... Esperto. Pensava contendo minha raiva que aumentava. Confesso que a vontade era de ir pra cima de uma vez. Segui a risca seus passos e no momento que toquei no assoalho de madeira do local, aquele rangido fora emitido. ~ Agora ele já percebeu. Notava que o suspeito subia a escada com a carga em mãos, consequentemente não conseguindo fugir facilmente de mim. Bastava eu acelerar mais meus passos que o pararei em instante. Já de longe conseguia avistar o sargento Levi vindo, a mensagem do menino pareceu dar certo. - Ótimo garoto. Ficava animado com o cenário que estava para se formar.

O sargento ainda não tinha me visto. Mas pensando por um lado, se eu pudesse fazer com que ele e meus outros companheiros escutassem algo forte, poderiam ficar em alertas e notar onde estamos. Graças ao ambiente no térreo dessa casa abandonada, poderia fazer belo de um barulho com essas madeiras rangendo. Usando minha agilidade para não perder tempo, tomaria algumas sucatas empilhadas e jogaria contra o chão de um modo que fizesse o maior barulho possível. Jogaria todas os destroços de madeira também, alguns para fora da casa, e por dentro, espalhando uma bagunça total e também chamando a atenção com a baderna que ficaria. A intenção era essa, fizesse com que os marinheiros notassem de alguma forma.

Posteriormente continuaria minha perseguição contra o suspeito. Subiria as escadas observando se não tinha nenhuma armadilha no chão, caso necessário, pularia sobre para não escorregar. Já se tiver no ar, numa espécie de linha, estreitaria meu corpo para o lado evitando qualquer empecilho. Ao chegar na parte superior, afirmaria com imponência. - A casa caiu!! Encararia-o seriamente. Primeiramente manteria distância do inimigo e observaria a carga que tivesse levando. Procuraria em suas vestimentas alguma arma de fogo, espada ou qualquer coisa que possa conectar a ele como suporte. Veria se há alguma saída por alguma porta ou mesmo janela que tivesse ali. Analisar o local seria de extrema importância. A principio não lutaria contra ele caso começar um ataque, esquivaria para o lado contrário na possibilidade de algum ataque na vertical. Se por acaso vier na horizontal, saltaria e obteria distância tentando me manter com um campo aberto sem perder espaço. Surgindo alguma arma de fogo, ficaria atrás de algo que cubra meu corpo afim de evitar os tiros até conhecer melhor o espaço para contra-atacar.

Evitando ataques com seus punhos se ele for um lutador, esquivaria de seus ataque usando a linha do zigue-zague para trás. Tentaria pegar a linha de sincronia de seus ataques, geralmente os ataques com socos são mais lógicos pelo fato de serem sequenciais, recorrente, a reação do inimigo. Deste modo, se não houver espaço para desvencilhar para trás, recorreria a sequência de golpes e no momento que houver uma brecha, saltaria contra a parede de trás e daria um dash para a direção oposta a dele. Havendo algum chute em um de seus ataques, seja em qualquer parte e como for chutar, saltaria na direção de um campo mais aberto para poder locomover-se de uma maneira mais fácil. Por enquanto o objetivo era saber com quem estava lidando e ter a noção do território. E com a maior cautela farei isso, afinal, a missão não pode ter falha. É ter sucesso ou ter sucesso. Essa é o jeito dos Collins. Vencer ou vencer.

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