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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 1° Act - It's Navy Time

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time EmptyQui 26 Jul 2018, 00:16

1° Act - It's Navy Time

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Roy Collins. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time EmptySex 27 Jul 2018, 19:08

Começando a jornada
Crescer tendo um pai marinheiro só me fez ver o mundo da forma mais correta. Hoje em dia o que mais se vê é notícias de piratas surgindo em um lugar,  outro surgindo em mais algum lugar e por ai vai. Pra piorar é que eles se orgulham disso, saquear, roubar, "viver segundo suas leis" ... Simplesmente lamentável. É cansativo ver essa raça crescer e poucas pessoas dispostas a combate-los, algo que deveria aumentar e muito. Como deveria! Uma vez meu pai participou de uma missão na qual o foco era tirar uma ilha do controle de um pirata ao qual mantinha como sua propriedade, cobrando impostos, tirando recursos de empresas para fortificar sua tripulação e consequentemente aumentando suas riquezas. Quando o vice-almirante Collins chegou na ilha juntamente com outros marinheiros ocorreu uma guerra sem precedentes, rolou uma carnificina total.

O orgulho daqueles nojentos em proteger o que eles consideravam deles era insano. Durante um mês aconteceu essa guerra e muitas falhas acontecera por ambos os lados, entretanto o que venceu foi a justiça. Ou seja, Marinha!! Graças aos relatos do meu pai e conselhos dele entendi perfeitamente o que uma missão representa, ela significa nada mais nada menos do que justiça perfeita. Por mais que precise certas vezes ir ao extremo, é necessário fazer o que for preciso. Por pouco ele não perdeu essa guerra quando fraquejou em proteger um de seus aliados em vez de executar o que era preciso, isto é, infelizmente naquele momento deixar o seu colega por sua conta pra terminar o que foi obrigatório. Se não fosse outras pessoas para terminar o serviço aquilo seria uma falha gigantesca e como resultado perderia aquela guerra, a sua honra e merecidamente seria demitido do cargo.

Quando ele comentou isso comigo foi estranho, o homem parecia que tinha tido seu orgulho ferido e realmente eu senti isso na própria pele. Só de imaginar em fraquejar numa missão por coisas fúteis me faria ter desgosto de mim mesmo, ainda mais ser derrotado por essa raça "piratesca" que se intitulam o futuro dessa geração. Não é atoa que eu consegui essas tatuagens, é o sinal de honra da nossa família e ao qual vou lutar para proteger até quando puder. Regras devem ser seguidas, leis aplicadas e justiça feita, custe o que custar. Destino ou não cresci assim com muito orgulho, treinamento e foco para poder combater o mal que for. E sinceramente, estou me sentindo confiante pra trilhar esse caminho difícil mas no fundo recompensador. Pra sociedade e para mim mesmo, afinal todos incluindo eu somos um, e mesmo eu como cidadão quero um mundo melhor e mais seguro dessas pessoas nojentas.

Portanto chegou a hora de fazer o que sinto que o mundo me preparou. Servir a justiça; Logo sairia de onde estivesse ajeitando minha calça roxa, camisa azul e jaqueta azul escura e caminharia com calma procurando usando minha visão aguçada algum prédio que tenha o símbolo da Marinha. Já andei por essa ilha outras vezes embora esse último ano tenha ficado mais do lado oposto de onde fica o prédio da Marinha, então não conheço tanto as redondezas por lá. Por isso caso eu demore e não consiga achar o prédio, perguntaria para algum comerciante. - Ei, onde fica o QG da Marinha? Caso não souber, perguntaria a outros comerciantes até algum saber e seguiria as instruções.

Ao chegar lá, usaria minha visão aguçada observando todos ao redor a fim de ver como se comportam. Iria até a recepção tomando cuidado para não esbarrar em ninguém lá de dentro para não começar com o pé esquerdo, principalmente se for algum oficial, porém se necessário se desvencilharia dando a volta ou mesmo com movimentos sutis. Assim que possível perguntaria ao recepcionista (a). - Como faço as inscrições para se tornar marinheiro? Perguntaria de modo objetivo, tentando não passar nenhuma brincadeira no tom de voz. Por mais que ainda eles não me conheçam, praticamente tudo começa com uma impressão. E por isso não quero começar minha jornada com o pé esquerdo.
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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time EmptySab 28 Jul 2018, 16:12

Narração


Roy andava pelas ruas de Shells Town, seus pensamentos enquanto caminhava até a marinha claramente carregavam um ódio muito grande com relação aos piratas, ou quem sabe... Até mesmo a todas pessoas que cometem crimes, seu senso de justiça era forte, e qualquer um que o conhecesse bem podia dizer que era do tipo que levaria sua justiça a qualquer custo, bom ou ao menos era isso que dava a entender através de seu estado atual. O ódio só piorava ao ser nutrido por seu pai através de histórias e feitos incríveis por parte do vice-almirante, de fato isso animaria qualquer um, não é mesmo? Mas nem tudo eram flores, também havia falhas nesse serviço e o jovem estava plenamente consciente desse fato, no entanto poderia ele se perdoar caso algo desse tipo viesse a acontecer? São muitas perguntas, e muitas respostas, mas o fato é que nunca saberíamos ao certo antes de acontecer, Roy precisava viver sua própria experiencia e tirar suas próprias conclusões.

Bom, era exatamente isso que o boxista estava em busca, sua própria vida independente, que por sinal começaria com nada mais nada menos que o alistamento na marinha, o lugar onde todos os pequenos e grandes começam, o ponto de largada. Apesar de estar em um ambiente não tão conhecido, o garoto não encontrava muita dificuldade para se localizar, afinal de contas o quartel-general estava bem visível para todos que passassem pelo local, suas muralhas enormes e uma quantidade considerável de soldados, entregavam logo de cara o estabelecimento. Bom, talvez essa fosse a intenção, afinal de contas não se pode negar que aqueles grandes muros e seus defensores, serviam bem como um fator intimidante para arruaceiros, piratas e todo o tipo de criminoso que sequer pensasse em entrar lá, certamente pensaria duas vezes.

Mas deixando isso um pouco de lado, Roy seguia em direção ao local adentrando-o a passos breves, onde encontrava uma secretária local, apenas distribuindo a papelada. Ajeitava os óculos e olhava para trás um pouco assustada ao notar a presença do garoto, através de suas palavras. - As inscrições? Ah você diz o recrutamento... Bom, esse é seu dia de sorte, estamos com vagas abertas, e o sargento Thor parece estar de bom... Comentava, enquanto uma das paredes era destruída, interrompendo sua frase, era nada mais nada menos que um dos soldados voando e caindo em meio a sala de espera. -Humor - Finalizava a frase por reflexo. Um sujeito enorme, de aproximadamente dois metros de altura, corte militar e poderosos músculos então adentrava a sala e se aproximava empunhando um grande martelo em mãos. - HAHAHAHA! DESCULPE, DESCULPE... Acho que exagerei mais uma vez. - Comentava, se dirigindo em direção a Roy.

- Está aqui para o recrutamento garoto? - Indagava aguardando por uma resposta, enquanto guardava seu martelo de volta as costas, em uma espécie de apoio. - Pois bem, acho que já acabei de me aquecer, siga-me. Diria, caso Collins concordasse em continuar com o recrutamento, movendo-se em direção a uma espécie de pátio interno, onde inúmeros soldados treinavam, seja em equipamentos de musculação, corrida, salto, e até mesmo treinamentos de batalha, bom, de fato uma cena surpreendente de se ver. - Pode se juntar aos demais, começaremos em breve. Dizia Thor, apontando para dois sujeitos loiros que encaravam, com os olhos brilhando, todos aqueles soldados e sua disposição para se manter em forma em nome da marinha.

Legendas:
 

off:
 

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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time EmptyDom 29 Jul 2018, 00:56

Em teste

Ao longo dos passos pela cidade de Shells Town um filme passava na mente. Desde quando ouvia as histórias do velho vice-almirante, quando nasceu o desejo de trilhar esse caminho, os longos e árduos treinamentos. Algo que apenas me dá orgulho e vontade de honrar. O mundo precisa de mais segurança e paz. Se não, vira uma bagunça total. Confiante seguia meu caminho a procura do QG da marinha, tarefa que não fora nenhum pouco difícil. Principalmente no momento que avistei o prédio, este que mostra-se com uma presença enorme. ~ Assim como deve ser. Com presença e intimidador. Pensava enquanto observava aquelas muralhas enormes da base. Por consequência diversos marinheiros pela região também. - Sua vez de estar ali Roy. Cochichava para mim mesmo animado com a ideia de finalmente estar a poucos passos de se tornar um marinheiro.

No momento que passei pela entrada senti uma onda pelo corpo. Acho que foi a energia do ambiente. O espírito de justiça fortificando. A vontade de honrar esse manto que prega o bem. Apertava minhas mãos como de costume, abria um pequeno sorriso lembrando das minhas tatuagens e confirmava meus anseios. Este é o lugar para qual nasci. Ao chegar no saguão principal encontrava uma mulher atarefada com um monte de papelada. Sem delongas questionei-a sobre como se inscrever e ela não pareceu tão entusiasmada na resposta, tanto que no meio de sua resposta uma pessoa voava para o saguão depois de quebrar a parede. Pelo barulho e surpresa que me causou, honestamente acabei não prestando atenção no que a secretária comentou. - Quem raios fez uma barbaridade dessa? Olhava com os olhos esbugalhados e perplexo de tamanha força que a pessoa que fez aquilo tem.

Em seguida um cara bem alto e musculoso, empunhando um martelo, preenchido com diversas cicatrizes demonstrava animação em me ver. ~ Esse ai deve ser o autor disso. Que cara forte. Encarava-o com certa admiração. Por mais que o mesmo seja bem forte, certamente ele já deva ter uma boa experiência na marinha. Ao me ver, o homem se aproximava devolvendo seu martelo as costas. - Está aqui para o recrutamento garoto? Engolia em seco meu nervosismo e enchia o peito pra dizer com convicção. - SIM!! Respondia em bom tom. Na sequência o segui para um pátio interno que tinha ali. Ao ver o tamanho, os aparelhos de musculação e todas outras coisas e ao instrutor, apenas parti para o desafio, visto dois meninos loiros. ~ Talvez sejam meus concorrentes. Pensava rápido indo primeiramente a musculação.

Ali era o momento de mostrar a Marinha que estou disposto a ajudar. Não ser mais um, mas fazer a diferença. Nada como iniciar com disposição e mostrando no que sou bom. Aqueceria meu corpo esticando meu braço e mãos para cima e baixo, em intervalos de 10 segundos. Esticaria as pernas para trás e frente com a mesma duração durante os intervalos. Executaria alguns pulos para dar uma remexida no corpo, numa espécie de 'ligar' o motor. Posteriormente começaria fazendo musculação, começando pelo supino numa série de 3 e em repetições de 15. Treinaria exercícios dos bíceps, tríceps, costas e peito na mesma intensidade de série e repetições.

Para treinar as pernas, em vez de musculação, utilizaria minha acrobacia para praticar saltos. Procuraria ter a parte de salto vaga para mim, ou aguardaria a oportunidade visto que tinha outros possíveis futuros marinheiros por ali em teste também. Quando chegasse minha vez, aceleraria com toda velocidade que desse para pegar, aplicando minha agilidade em manter meu corpo rápido e um pouco antes da área de salto, pularia com todo impulso feito pela minha breve aceleração. Repetiria mais umas 5 vezes para manter minhas pernas e corpo na atividade, além de poder praticar também.

Após isso, descansaria uns 5 minutos e enquanto isso procuraria algum saco de pancada para treinar meus murros. Esmurraria na sequência de direita e esquerda até meu punho começar a doer, para depois disso, executar movimentos ágeis com o corpo e já socar também, visando treinar meu combate. De um modo não tão complexo, mas que exija resistência por minha parte. Em diagonal para a direita moveria usando da agilidade e aplicaria um cruzado de direita no saco de pancada, repetitivamente faria isso até cansar este braço. E com o esquerdo faria a mesma coisa, até não aguentar. Terminando essa parte, sentaria em algum assento por ali ou mesmo no chão caso não tenha nada, descansando e aguardando a próxima ordem. De olho nos marinheiros ao redor, não esquecendo daqueles dois rapazes loiros de quando entrei nesse pátio.
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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time EmptySeg 30 Jul 2018, 11:44

Narração


Roy podia sentir que estava no lugar certo, o Qg não apenas lhe convidava para o seu interior como compartilhava com o garoto todas as energias e dedicação dos marinheiros que lá treinavam, querendo ou não, era um ar bem agradável para o seu tipo. Claro, esse não era o único fator que fazia o jovem aspirante a adentrar aquele lugar, suas ambições eram claras, desejava fazer da marinha o seu ponto de início e crescer até o topo, mas para isso precisaria começar em algum lugar, e esse lugar fora exatamente onde o Sargento Thor reinava, o seu Quartel-general particular digamos assim. Sendo assim não demorava muito para que o experiente marinheiro demonstrasse seu poder perante Roy, que o admirava surpreso com tamanha força física, lançar um homem com força suficiente para quebrar uma parede inteira e ainda ser jogado longe o suficiente para estampar a visão de todos naquela sala? De fato, algo que não se vê todo dia.

Bom, sem mais objeções o garoto seguia juntamente ao marinheiro, direto para o local onde se desenrolaria o recrutamento, como pode ver seria no pátio principal junto a onde estavam todos os outros marinheiros, ou ao menos a maioria deles. Havia mais dois concorrentes, porém sequer lhe causavam o mínimo sinal de intimidações, na verdade eles aparentavam estar mais em uma espécie de passeio do que uma admissão em si. Parados no meio do local, permaneciam enquanto Roy já dava início aos seus alongamentos, pronto para iniciar sua série de exercícios, sem sequer ter sido necessária uma instrução. - Vocês dois ai, estão esperando o que? Vieram até aqui para ficar olhando um para cara do outro? Andem logo e comecem seu treinamento, isso também faz parte do teste. - Dizia o Sargento, ao se aproximar dos loiros, apontava para Roy como se fosse um exemplo a seguir, mostrando que todos deveriam iniciar os seus exercícios como parte do próprio teste.

O boxeador seguia então para sua série, começando a exercitar os seus bíceps através do supino, seguindo para tríceps, costa e peito, trabalhava praticamente todos os grupos musculares da parte superior. Só então seguia para a região inferior do corpo, que decidia por trabalhar de uma maneira diferente e interessante, fazendo até mesmo com que o sargento levasse as mãos ao queixo, bom, talvez fosse mais comum que os novos recrutas treinassem apenas nos aparelhos de musculação, como por exemplo o Leg Press, assim como os loiros faziam. Mas Roy por outro lado decidia por ir direto para a pista de saltos, onde aproveitava-se, após uma fila de dois marinheiros, que por sinal também repetiam o exercício, buscando uma melhora em suas habilidades. Por fim o garoto se deslocava para seu último exercício, a intenção inicial seria esmurrar um saco de pancadas, mas tudo que pode achar fora alguns bonecos de madeira, afinal de contas seriam mais resistentes contra armas, no entanto haviam também algumas regiões estofadas, o que facilitou o treinamento sem realmente danificar sua mão de alguma forma.

- Nada mal garoto, nada mal. Diferente desses dois panacas, você toma jeito para a coisa... - Dizia, erguendo-se enquanto um sorriso ligeiro estampava sua face, mas logo se esvaia enquanto retirava seu martelo. Thor passava a encarar Roy com uma faceta séria, qualquer um que sequer olhasse podia entender que o sargento não estava para brincadeiras, muito pelo contrário, seu trabalho era levado a sério independente se fosse uma missão ou apenas mais um recrutamento. - Mas agora chegamos na hora de diferenciar os meninos dos homens. A segunda fase do teste será um combate direto com um marinheiro mais experiente, no caso, eu. - Dizia agraciando seu martelo, em alguns movimentos ao ar, apenas para testar como estavam suas capacidades destrutivas, claro, também sempre havia o fator intimidação sendo posto em jogo.

- Você pode pegar a arma que desejar nessa caixa, temos das mais variadas para atender todo o contingente, só não vai exagerar... Uma por vez. - Comentava, se deslocando até uma espécie de marcação arredondada na grama, onde aguardava pelo boxeador escolher sua arma e se aproximar para o inicio do combate. - Está pronto? - Indagava assim que o garoto se aproximasse, colocando-se em posição de batalha, os pés separados, braço direito a frente, movendo-se de um lado para o outro. - Pode vir quando quiser. - Dizia Thor, aguardando por um avanço por parte de Roy, afinal de contas quem estava sendo posto em teste era o garoto, e por isso quem deveria tomar iniciativa e demonstrar seu próprio poder de combate seria ele.

Legendas:
 

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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time EmptySeg 30 Jul 2018, 22:31

Pondo minhas habilidade a prova
Treinar com foco total requer muita disposição, principalmente quando tem muitas coisas para poder aproveitar. Mas como sempre meu pai me disse, se quer vencer os obstáculos, é preciso ter um norte. As vezes para isso acontecer, é necessário organização. E assim busquei treinar as partes principais, tanto musculação, pernas e finalmente meus movimentos de luta. Não achei nenhum saco de pancada, sorte a Marinha ter estes bonecos que servem como adversários para executar movimentos. Pratiquei brevemente alguns movimentos e assim que finalizei, notei como foi bom direcionar este breve treino na direção certa. Não foi algo que levou grande tempo, porém o suficiente para aquecer totalmente o corpo para o que está por vir. E de verdade ... Belo de um desafio.

- Nada mal garoto, nada mal. Diferente desses dois panacas, você toma jeito para a coisa... Honestamente, pelo fato da atenção estar totalmente neste treino, nem reparei nesses garotos. Mas pelo visto, este marinheiro não gostou da performance deles. Se eu estivesse no lugar deles me sentiria péssimo. Como pode ter um feedback desse? É algo constrangedor. Só de pensar nisso minhas mãos tremiam de raiva. Mas recuperava aos poucos minha calma pensando no que o rapaz disse sobre mim.~ Elogios não servem para nada. Na maioria das vezes só atrapalha. Continua focado Roy. Mentalizava isso na mente recordando do que meu pai diria. O velho nunca gostou de elogios. Segundo ele, a crítica é a melhor coisa que o homem pode receber. É só assim que podemos evoluir.

Já em seguida dizia sobre o próximo desafio. Este que seria complicado de fato. Não só pelo que vi o rapaz que voou depois deste marinheiro tê-lo jogado. Entretanto, ele tem presença e convicção em suas palavras. O jeito que carrega seu machado e intimida pelo que faz. - Certo!! Assentia observando seus movimentos com sua arma. Lutar contra uma pessoa que usa esta arma é difícil, no entanto, preciso confiar em tudo que aprendi até hoje. Não é atoa que fiz estas tatuagens. Nossa família só permite aos membros possuí-la quando primeiramente possui a força. Esta que vem do trabalho duro. Segundo pela coragem seja em qualquer desafio, mesmo que o mesmo não tenha precedentes. Terceiro pela vontade de seguir para um nível acima do atual.

Logo fui pegar uma arma numa caixa perto de onde estamos. Pegaria um par de manopla no qual fosse leve e propício para o tamanho dos meus punhos. Das mais variadas que já usei, prefiro armas que me deem liberdade em poder movimentar meus punhos com mais rapidez. Mesmo não sendo tão agressivo como as mais pesadas, confio na minha rapidez para poder aplicar mais golpes do que o comum. Após pegar o par de manoplas que fosse interessante, caminharia para algum local que marcasse zona de combate e aguardaria aquele homem chegar.

- Bom, vamos começar! Afirmaria com certeza nas minhas habilidades. Correria em direção a ele em zigue-zague usando da aceleração e agilidade, procurando dificultar sua possível defesa e quando chegasse próximo do mesmo, na possibilidade dele me atacar na vertical, desviaria passando para a diagonal da direita e aplicaria um soco direto no seu queixo com o intuito de desnorteá-lo. Caso ele não atacar na vertical e buscar um corte numa horizontal, por causa do seu tamanho considerável, abaixaria meu corpo e mantendo a coluna para frente buscando não deixar a lâmina me acertar, e com um leve impulso acertaria uma cotovelada na boca do seu estômago.

Deste modo, evitando qualquer contra-ataque desesperador a fim de me manter por longe, rolaria para o lado contrário ao que ele pender após meu golpe. E sem perder tempo correria com toda velocidade na sua direção, para quando estivesse mais ou menos perto, rolasse na direção contrária ao seu machado e quando levantasse com o impulso da corrida, aplicasse um soco de baixo para cima no seu queixo. Visando não sofrer nenhum ataque, saltaria para o lado contrário em caso de ataques na vertical, e pularia o mais alto possível se viesse um ataque em horizontal.

Observar o oponente depois dele sofrer alguns danos é essencial. Veria pelo seu semblante se o marinheiro está sentindo a fadiga da luta. Principalmente depois do ataques. Caso ainda estiver normal, continuaria nesse combate com toda firmeza. Mas na chance dele estar um pouco cansado, não daria tempo dele respirar. Impulsionaria para frente em sua direção e no momento que ele emitisse qualquer chance de se defender em algum golpe, rolaria para frente, o mais perto possível dele para assim não ter a chance de me ferir. Em seguida levantaria num pulo e aplicaria um soco duplo em seu estômago novamente. Posteriormente voltando em saltos alguns metros de distância para se manter seguro e averiguar se estou indo bem ou não.
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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time EmptyTer 31 Jul 2018, 13:05

Narração


Permanecendo focado em seu treinamento árduo, que lhe serviria como aquecimento para o que estaria por vir, sequer pode notar o quão desastroso havia sido a postura dos seus supostos "competidores", sequer conseguiam ajustar os aparelhos de acordo. Isso claramente desapontava o sargento, até por que se espera um mínimo de postura ao se apresentar a marinha, esses homens sequer eram dignos de pisar naquele local, quem dera participar de um recrutamento com sucesso. Roy se irritava com a postura do marinheiro ao dar seu feedback sobre os demais participantes, mas não passava da mais pura verdade, todos que sequer olhavam podiam notar o quão desastroso havia sido a sua apresentação. Mas deixavam isso de lado para estarem focados no segundo passo de sua jornada, o teste ainda não havia acabado, na verdade muito pelo contrário ele havia acabado de começar, e agora seria a verdadeira hora de ser posto a prova.

Porém, sem mais delongas, Roy logo tomou em mãos um par de manoplas que havia encontrado dentro da caixa indicada, eram as armas perfeitas para um boxeador, mas seriam elas o suficiente para dar conta de Thor e toda sua força? Com certeza um oponente duro na queda, mas o aspirante também estava confiante em sua própria força, traçada por gerações, e suas tatuagens estampadas por todo o corpo era a prova viva disso. Sua pose de indiferença e olhar calmo estampavam suas emoções ao se aproximar do local, um arena improvisada, mas que serviria como palco principal por alguns minutos de batalha. O sargento por outro lado, permanecia lá, parado da mesma forma que estava desde que desferiu as palavras para o jovem, com um sorriso leve estampado na face, parecia aguardar por uma boa batalha ao ver os dotes que o novo recruta possuía.

Com poucas palavras, Roy logo partia para cima do sargento em grande velocidade, aguardando por algum golpe por parte do mesmo, no entanto nenhum golpe acontecia e por algum motivo o jovem não havia se preparado para isso. O sargento esperava por seu primeiro ataque, sem reagir antes de ele ser realizado, ambos se encaravam por alguns segundos, e entediado o sargento desferia um golpe na horizontal, abrindo a brecha necessária que o garoto precisava para se aproximar, ou ao menos era isso que ele pensava. O garoto abaixava-se com sucesso, em seguida impulsionando-se para golpear o estomago do marinheiro, que conseguia apenas mover-se alguns centímetros para não ser acertado em cheio. Recebia o golpe exatamente na lateral do seu tórax, fazendo com que um de seus pés recuasse meio passo, no entanto sua recomposição era rápida, desferindo um sorriso sádico contra o boxeador.

- Mas que golpe de Iniciante. - Afirma, agarrando o garoto com os dois braços, em uma espécie de abraço nada carinhoso, que pressionava Roy contra seu próprio peito fazendo com que todo o seu corpo fosse espremido de tal forma, que até mesmo o ar lhe faltava por alguns instantes. No entanto a intenção do sargento não era realmente terminar o combate por ali, lançando o jovem aos céus, Roy não podia realmente se esquivar do que estaria por vir, afinal não havia apoio para isso. Tudo que pode fazer fora se contorcer, tentando evitar o martelo que vinha de encontro direto ao seu corpo, mas ainda assim era acertado de raspão na região entre ambas as pernas, sendo lançado por cerca de um metro, onde caia ao solo, chocando seu peito contra ele. O jovem agora estava posicionado exatamente na risca do limite da arena, com uma dor aguda em suas pernas, não havia de fato danificado nada, no entanto podia sentir seus músculos sofrendo para lutar contra a dor do impacto do poderoso martelo.

- 2 a 1. Ainda tem coragem de levantar ou já vai desistir assim como os outros? - Indagava o sargento ao ver a motivação do jovem, por mais que ele houvesse recebido uma sequencia de golpes, querendo ou não havia acertado seu primeiro golpe, o que fez com que o próprio sargento recuasse, mas devido a experiência fora capaz de tomar isso a seu favor. Será Roy capaz de pensar em uma estratégia para enfrentar Thor e sua poderosa arma? Será capaz de superar sua própria desvantagem com relação a arma do inimigo? Bom, isso era algo que somente ele poderia responder, através de nada mais nada menos que os próprios punhos.

Off:
 

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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time EmptyTer 31 Jul 2018, 21:45

Desistir não é o meu lema
Lutar contra um marinheiro experiente não é das tarefas mais fáceis. Porém, posso afirmar que a sensação do desafio é muito boa. Ainda mais quando alguém te puxa a ser melhor. Claro que nem tudo é um mar de rosas, mas algumas coisas, principalmente no inicio é possível compreender. Quando avancei contra ele e consegui desviar com certa facilidade, confesso que parece que meus punhos criaram vida de tanta vontade de esmurra-lo. Bateu uma empolgação e assim que me aproximei dele depois de me abaixar, impulsionei-me contra ele e o acertei no tórax de raspão. - AAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHH!!! Esbravejava soltando a raiva de não ter conseguido o que queria. Isso apenas prova como tropeçamos em nossa própria auto-confiança. - Droga, droga!!! Batia meu punho direito na palma da minha mão esquerda pensando em não poder deixar mais escapa-lo.

Por ter me descuidado por um pequeno instante, acabei não notando sua rápida recomposição. - Mas que golpe de iniciante. Logo quando o notei, o cara já tava dando um abraço desgraçado. Devido ao seu tamanho e porte físico, posso dizer com toda certeza que o filho da mãe sabe ser insuportável. Faltou-me ar e consequentemente não tinha forças para revidar. Sem chances de poder se defender fui jogado ao céu. - Woo[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] No ar minha força e ar voltavam, porém ele foi tão rápido que não deu chance nem de improvisar uma defesa. Só vi o martelo vindo na minha direção, e numa espécie de esquiva-desespero, me contorci de tal forma que o ataque foi de raspão. Na região entre ambas as pernas. - Que dor!!!!!!!!!! Proferia enquanto caía de peito no chão. A dor aguda me fez ver por um momento estrelas.

Então quando abri os olhos no chão, percebia que o limite era ali. ~ Sorte ou vergonha? Pensava bravo comigo mesmo por ter chegado ao ponto de quase sair da arena. Por um triz eu não perdi o combate. A que ponto cheguei por um vacilo tão pequeno? Por dentro estou fervilhando de fúria, parece que a raiva de ter falhado desse jeito estava me deixando a flor da pele, tanto que meus punhos tremiam de nervosismo naturalmente. - 2 a 1. Ainda tem coragem de levantar ou já vai desistir assim como os outros? Levantaria aos poucos fixando o olhar nele, seriamente não demonstrando medo e nem admiração por ele ser forte. Obviamente vou lutar até quando tiver forças, e disso, não está faltando nada. - O que você acha? Responderia sem brincadeira. Brincar em serviço não é nem um pouco comigo.

Aguardaria mais alguns segundos para a dor diminuir. Então depois partiria contra ele e procuraria ir no meio dele usando de minha aceleração e agilidade. Caso algum ataque vier na horizontal, desta vez piruetaria para esquivar e se algum ataque vier pela vertical, cortaria na diagonal evitando qualquer chance dele poder contra-atacar com a arma e também pularia com o impulso da aceleração, focando um soco direto de direita no seu rosto desta vez, tentando tirar o tempo dele de defesa pelo avanço do pulo. Nesta vez não poderia esquecer o fato que se cruzar a linha, a luta acaba. Ele é um cara que tem bastante experiência em luta, contudo, parece que ele desdenha bastante dos adversários e isso pode fazer com que ele esqueça de um detalhe ou outro. As vezes ganhar um combate não significa derrotar o inimigo fisicamente, basta jogar conforme as regras.

Caso ele conseguir de alguma forma reverter ou suportar a situação, saltaria para trás evitando que ele me agarre novamente, até porque o tamanho dele o ajuda muito. E com a intenção de que ele ataque novamente no momento que se aproximar, correria em zigue-zague buscando que ele desfira mais uma vez o ataque usando o martelo, torcendo para o fato de que seja na horizontal pelos movimentos de zigue-zague, e se isso ocorrer, rolaria para perto dele e desta vez aplicaria um soco de esquerda, de baixo para cima, no seu queixo. Normalmente quando toma uma pancada nesta região, a vítima fica tonta.

Com o objetivo em mente, saltaria ao lado contrário dele ficando fora de seu alcance para não me atacar com sua arma ou corpo-a-corpo. E procuraria ir em sua direção desta vez em diagonal pela direita, para quando surgir algum ataque, corte pela esquerda com um dash podendo desviar. No entanto se o mesmo lançar um ataque com o martelo em alguma região do meu corpo, como peito, abdômen, etc. Pularia, mas não avançaria. No momento do pulo, saltaria acima de sua arma e no momento que o mesmo atacasse, soltaria meu peso com tudo e pisaria no martelo e deste modo num impulso saltitaria aplicando um soco cruzado de esquerda. E para finalizar, rolaria para trás mantendo distância do marinheiro e o observando atentamente.

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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time EmptyQua 01 Ago 2018, 17:15

Narração


O combate esquentava, Roy avançava em um movimento descuidado, que apesar de efetivo havia proporcionado um contra-ataque por parte do marinheiro, e sem dó nem piedade Thor explorava a brecha lançando o jovem aspirante para bem próximo da derrota. A falha em realizar toda a sua estratégica com certeza abalava o rapaz mentalmente, no entanto não causava exatamente um efeito ruim, por mais que gritasse e se culpasse a todo momento, Roy usava do acontecido para forçar-se a se tornar mais forte e por consequência derrotar o oponente, bom talvez não derrotar no sentido literal da palavra, mas como ele mesmo havia pensado, jogando conforme as regras... Querendo ou não, o sargento Thor, por ser mais experiente e lidar com isso cotidianamente acabara se tornando um pouco presunçoso com relação aos resultados, afinal de contas estava claro que seu poder era superior ao dos recrutas e demais soldados daquele recinto.

No entanto, apenas isso não seria o suficiente para arrancar o desejo de ingressar na marinha por parte do boxeador, não, aquele jovem estava determinado a fazer o que fosse preciso para atingir seus objetivos. Se recompunha, colocando-se de pé, as pernas ainda tremulavam devido as dores constantes na musculatura do local atingido, uma dor passageira do impacto que não demorava muito a se esvair, tornando-se um leve desconforto nas passadas. Suas palavras mostravam a Thor que Roy não estava para brincadeiras, e por mais que houvesse tomado seus golpes no primeiro avanço, não estava de forma alguma aceitando o destino, muito pelo contrário para ele a luta estava prestes a recomeçar. O sargento contente com o que via, assim como da outra vez apenas se colocou em posição de batalha ao aguardo do garoto, para só então agir. - Muito bem, se ainda pode andar, continuemos o combate. - Dizia, confiante.

Esperto, era a palavra correta para o novo recomeço por parte do garoto. Roy avançava rapidamente em direção ao seu oponente, que imediatamente bradava seu martelo na horizontal, em uma nova tentativa de lança-lo para longe com um golpe claramente muito mais destrutivo, tanto que seus músculos chegavam a realizar pequenos espasmos de tamanho esforço. Porém o movimento tomava tempo para atingir o garoto, e com isso não foi difícil para ele realizar alguns movimento acrobáticos saindo por entre o golpe que lhe fora alvejado, e sem tempo para puxar sua arma de volta, Roy havia se aproximado o suficiente par acertar em golpe em cheio, em sua bochecha direita, fazendo com que a face do homem se contorcesse como reação imediata, afastando um dos pés para apoiar-se em um recuo, afinal não seria derrubado tão fácil.

No entanto, apesar do golpe bem elaborado, sequer um arranhão poderia ser visto no rosto de Thor, que apenas se animava ainda mais com a batalha, largando seu martelo de batalha e movimentando ambos os braços em direção ao garoto. Roy por outro lado, já estava atento, e dessa vez afastava-se antes que os grandes membros pudessem lhe alcançar, e sabe lá deus o que veria em seguida, acredito que nem mesmo ele gostaria de descobrir após o ataque anterior. Mais uma vez o boxeador se aproximava buscando uma aproximação semelhante a primeira, mas dessa vez Thor já estava mais esperto, afinal de contas havia acabado de acontecer algo similar. Sendo assim apenas observou o zigue-zague do garoto, esquivando-se em alguns passos para trás assim que o golpe lhe fora lançado, com um sorriso bobo no rosto, afinal de contas havia conseguido desviar com uma certa facilidade desta vez.

Por outro lado, esse não era o último golpe por parte do aspirante a marinheiro, aquela luta estava começando a ser tornar mais favorável ao seu lado e não poderia simplesmente deixar de ir para cima, afinal de contas precisava pressionar o sargento o suficiente para que seus planos se tornassem realidade. Mais uma vez então ele partia para cima, dessa vez estando na lateral, o grande homem apenas movia sua face tomando visão do aspirante e então também saltava, ambos os socos encontravam seu destino. Thor havia sido acertado mais uma vez na face, virando-a por alguns segundos, enquanto Roy era acertado na região do estômago, fazendo-o cuspir uma quantidade razoável de sangue. Em seguida tudo acontecia muito rápido, ambos caíam ao chão, com Roy caído de costas e a mão do marinheiro por cima dele, ainda fazendo uma certa pressão, enquanto Thor mantinha uma de suas pernas flexionada e a outra estendida para manter o peso do corpo estável, mal sabia ele o quanto isso lhe custaria.

- O combate está acabado. - Dizia um dos marinheiros, que observava todo o desenrolar do combate. O sargento sorria, ao notar que havia sido declarado um resultado, no entanto ao virar-se percebia que o dedo do soldado na verdade apontava para uma de suas pernas, e não exatamente para Roy. Observando um pouco mais de perto podia notar-se que na verdade com sua posição, Thor havia afastado suas pernas de forma que uma delas ultrapassara os limites da arena, fazendo-o estar parcialmente fora de combate. - O que? - Dizia, indignado com o acontecido, porém logo colocando-se de pé e estendendo sua mão para Collins, lhe oferecendo ajuda para levantar, afinal de contas aquele golpe havia lhe acertado em cheio e a dor poderia não ser tão breve quanto a anterior. - Tudo bem, você vendeu. - Afirmava, levando as mãos ao cabelo, e coçando-o lentamente ainda um pouco confuso...

- Já que chegamos até aqui, vamos ao último teste. Geralmente marinheiros novatos são designados a trabalhos disciplinares, para mostrar o quanto estão dispostos a servir a marinha. Vou dizer que não sou muito fã desse tipo de trabalho... Além do mais como acabamos nos empolgando um pouco nessa batalha, sua atividade será um pouco mais simples. - Comentava o sargento, retirando uma carta de um de seus bolsos, enquanto juntava o martelo alojando-o novamente ao seu lugar de origem, preso as costas. - Preciso que entregue essa carta ao sargento Levi, diga a ele que precisamos que ele compareça ao porto o mais breve possível, o restante estará descrito na carta, não se preocupe, ele vai entender. Ah, lembrando, não deve ser difícil encontrá-lo, nesse momento ele deve estar na ala leste lendo algum livro, não se preocupe você vai saber que é quando vê-lo ... - Dizia, convicto de que não seria difícil.

- Quando terminar seu último passo, fale que é um dos novos recrutas, ele tratará do resto. - Afirmava por fim Thor, virando-se em direção ao pátio, onde reunia um grande número de soldados para lhe desferir algumas palavras, porém Roy não havia tempo para isso, possuía um teste a ser terminado, antes de finalmente ingressar a marinha.

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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time EmptyQua 01 Ago 2018, 23:04

O último passo
A resposta daquele superior como sempre, muito confiante. E isso muitas vezes atrapalha a própria pessoa. O esforço dele em me atacar fora eminente, tanto na técnica como no esforço dos músculos para me ferir. O cara não queria perder aquele combate, e se não tivesse esquivado, certamente aquele ataque na horizontal teria doído muito. - Essa é minha chance. Falava rapidamente, conforme a velocidade que seguia para o ataque. Isto, um belo de um soco na sua face. Seu rosto se contorcia e de certo modo meus punhos se animavam com a ideia de retribuir a dor que seu último me proporcionou. ~ Mas não posso me equivocar novamente. Foco. Retomava minha postura se afastando dele.

Ele novamente tinha recuado uns passos, mesmo não tendo machucado ele seriamente. Certamente o golpe não foi em vão. Mas dessa vez meu ataque já era esperado, minha investida não fora nada efetiva e com maestria acabou desviando. Digno de um marinheiro experiente. Porém pegando de gancho, fiquei na sua lateral e deste modo pulando junto com ele apliquei outro soco novamente na sua face. Isso foi batata. Ele virou seu rosto e mais uma vez provava que estava evoluindo na batalha, em contrapartida, recebi belo de um soco no estômago. Minha respiração parou uns dois segundos, a mente meio que se desligou e naqueles segundos que saía sangue da minha boca, não tive reação e nem força para fazer nada sequer. Totalmente vulnerável.

Só acordei novamente pra onde estava quando caí no chão. Meus sentidos voltaram ao normal e ao mesmo tempo a dor. - Essa doeu mais ... Falava com um pouco de dificuldade devido ao ataque. Logo acima de mim o cara estava com as mãos sobre mim e com um combustão de receio esbugalhei os olhos em que poderia acontecer comigo. ~ Ferrou total!! Até a hora em que ouço um marinheiro falando claramente. - O combate está acabado. Ao ouvir isso confesso que minha esperança findou. Bateu uma frustração momentânea e de repente só vejo a breve indignação do meu adversário. Sua perna estava fora da linha do campo. Realmente. - Meu plano deu certo. O peso dos meus ombros sumiu instantaneamente. Sorria olhando para cima com orgulho de ter honrado o nome da minha família.  De ter passado por um teste sozinho e provado a mim mesmo que sou capaz de ir além.  

Retomei minha postura levantando-se batendo minhas mãos na roupa tirando toda poeira do corpo, enquanto ouvia o instrutor. Comentando sobre não gostar muito dos trabalhos disciplinares, mas uma coisa que todos nós marinheiros necessitamos é disso! Não ter disciplina é não valorizar a organização. Nem assumir responsabilidades. Muito menos ter respeito pela hierarquia. Disso certamente é uma coisa que jamais não vou gostar, pelo contrário, é uma das melhores formas de demonstrar o que pregamos. A justiça! Ele retirava de seu bolso passando a ordem. - - Preciso que entregue essa carta ao sargento Levi, diga a ele que precisamos que ele compareça ao porto o mais breve possível, o restante estará descrito na carta, não se preocupe, ele vai entender. Ah, lembrando, não deve ser difícil encontrá-lo, nesse momento ele deve estar na ala leste lendo algum livro, não se preocupe você vai saber que é quando vê-lo ...

Pelo visto esse cara deve ser bem conhecido. Espero que sim, assim torna as coisas mais fáceis pra identifica-lo e terminar de fazer esse teste. O que não vejo a hora é de poder ingressar na marinha. Sentir na pele o que é ser um marinheiro. Cruzava minhas mãos e estralava os ossos depois de tanta ação. Assim tomava a carta e com a última orientação. - Quando terminar seu último passo, fale que é um dos novos recrutas, ele tratará do resto. Finalizava e assentia com a cabeça, levando minha mão a cabeça em posição de sentido. Agradecendo pela experiência e oportunidade. E que chance foi.

Guardaria essa carta no bolso da minha calça e sairia daquele patio, procurando passar por aqueles dois caras loiros. Se os encontrasse, aproximaria rapidamente deles e encarando-os nos olhos com firmeza falaria. - Honrem a chance de estar aqui. Não é todo dia que vocês têm essa oportunidade. Soando curto e direto, com o objetivo de mostrar que ali não é pra brincalhões. Se querem brincar ou passear, saiam daqui e procurem outro lugar. A marinha é pra gente que quer cumprir a justiça. Pregar o bem!

Saindo dali, localizaria a entrada por onde encontrei aquela secretária e ao encontra-la, tossiria chamando sua atenção e indagaria. - Onde fica a ala leste? Caso não consiga falar com ela, verificaria a algum funcionário do prédio ou mesmo marinheiro e questionaria da mesma forma. Precisava encontrar esse homem para entregar essa carta, afinal além de ser minha obrigação, como meu instrutor disse, o porto está precisando da presença desse sargento Levi.

Ao saber a direção, caminharia prestando atenção em cada pessoa no caminho e observaria quem está lendo o livro. Nem pensei nisso, mas possivelmente este marinheiro seja alguém intelectual ou com fome de aprender. Nada mal para a Marinha. Se encontrasse no meio do caminho diversos homens lendo livro, indagaria um a um sem enrolação. - Você é o sargento Levi? Quando encontrasse o individuo, primeiramente me apresentaria. - Meu nome é Roy Collins. Estou em teste para entrar na marinha. Eu fui enviado por um marinheiro forte, alto, usa martelo. Esqueci de perguntar o nome dele ... Lembraria que não tinha perguntando de um negócio tão simples, provavelmente porque a luta me prendeu muito a atenção. - Ele me enviou para entregar essa carta a você. Tiraria do bolso da calça e entregaria ao marinheiro. - Ele disse que você trataria do resto sobre o recrutamento. Aguardaria ele verificar a carta e o que tivesse de ver, finalizando com objetividade. - O que preciso fazer agora? Perguntaria com um tom sério, demonstrando respeito a ele.
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