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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O poeta errante

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: O poeta errante   O poeta errante - Página 10 EmptyQui 26 Jul 2018, 00:16

Relembrando a primeira mensagem :

O poeta errante

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Sarata Mantori. A qual não possui narrador definido.


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Noelle
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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 10 EmptyQua 15 Maio 2019, 13:11


~ NARRAÇÃO ~ AH GOU & Ling Tian


Prosseguindo com o combate entre Ah Gou e os irmãos cozinheiro... Depois de ter ferido um dos inimigos que recuou e ficou cuidando dos próprios ferimentos, o rapaz espadachim voltou seus olhos para o segundo cozinheiro. Segurou firme suas espadas e correu na direção do derradeiro inimigo, em fúria ele foi visando de inicio parar o avanço inimigo ao utilizar de sua espada contra o facão do cozinheiro.

A colusão entre as duas armas deixou faíscas escaparem, bem como o sonoro som de metal soar no local em que se encontravam. Aproveitou assim aquele bloqueio preventivo para erguer sua segunda espada e desferir um corte contra o pescoço do cozinheiro. O pirata inimigo moveu seu pescoço ao ver a lamina vindo em sua direção e mesmo que pouco, evitou sofrer um fatal corte. -Esse maldito também me feriu, irmão!- Disse agora assustado o cozinheiro.

O sangue escorria de seu ferimento, não havia pego em uma artéria ou coisa do tipo, mas ainda assim estava bem feio o golpe. Em seguida um encontrão de corpo foi utilizado contra o cozinheiro, este que caiu e depois rolou no chão duas vezes. O segundo irmão ao finalizar o enfaixe em seu braço decidiu ajudar o outro cozinheiro e arremessou seu facão na direção de Ah Gou, este que esquivou no ultimo instante, mas aproveitando a situação o cozinheiro caído pegou terra do solo e jogou no jovem de madeixas prateadas após suas falas; nos olhos mais especificamente. -Vamos avisar ao capitão desse traidor, irmão!- Disse um dos cozinheiros em fuga.

Sua visão agora não era das melhores, mas o que poderia ser a deixa para os cozinheiros atacar, foi na verdade uma distração para eles correrem cambaleando mata adentro. Os dois irmãos se apoiavam um no outro enquanto saiam de cena... Quase que no mesmo momento o filhote de Reia "gritou" em sonoros piados ao colocar sua cabeça para fora da rede, mas ter ficado preso e sufocado ao tentar sair pelo pequeno buraco. Reia então surgiu entre as arvore, sua sombra cobria por um todo o jovem Ah Gou enquanto o encarava do alto.  

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Historico do Ah Gou e Ling:
 
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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 10 EmptySex 17 Maio 2019, 15:41






~ RECORDAÇÕES ~

Um combate tinha se dado o início dado a largada pelos irmãos cozinheiros do bando Durval, uma batalha pelo filhote da ave Reia em que para mim seria mais como salvar os nativos. A batalha rolava e eu conseguia incapacitar um dos irmãos no qual recuou para se “curar”, e eu, aproveitei disso para focar no outro irmão.

Já com alguma experiência de luta mortal tida antes com o espadachim dos Durval, conseguia levar aquela batalha sem sofrer algum dano, e quando estava vencendo o outro irmão, o mesmo me jogou vestígios do chão incomodando minha visão, o que poderia ser crucial para que eles me derrotassem.

~ SEM RECORDAÇÕES ~

Quando jogou algo em meus olhos atrapalhando minha visão eu levaria minhas mãos até meu rosto e tentaria limpar (com meus antebraços devido ao uso das espadas) meus olhos o suficiente para que pudesse ver direito de novo, além do que, quando fizeram isso comigo, foi possível eles falando em se reunir com Durval de novo, assim, recuando, o que também tentaria escutar seus passos e vozes enquanto andavam para saber ao menos a direção que estariam indo (direita, esquerda, frente, trás, ou como pontos cardeais). “Isso não vai ser bom, esses caras vão evoluir o perigo.” - Desgraçados! Eu não traí ninguém! Vocês me atacaram primeiro ignorando eu estar sendo atacado! - O que de fato era o que estava acontecendo a princípio.

Assim que meus olhos já estivessem bons para enxergar eu voltaria a focar no filhote preso na rede, guardaria uma de minhas espadas e com a outra iria até a ave de forma calma e delicada, conforme me aproximaria aos poucos com a espada empunhada direcionada para o lado a seu favor, eu tentaria mostrar a ave que sou inofensivo - Calma… Não sou como eles… - Não esperava que ela me entendesse, mas não custaria tentar. Caso conseguisse, com a espada movimentada bem devagar, visaria cortar a rede sem ferir a ave, um buraco que ela pudesse sair. “Agora é a parte mais chata” Se chegasse até ai, apenas gritaria - REIAAAAAAAA, SEU FILHOTE ESTÁ AQUIIIIIIIII - Com isso, se ela viesse até lá, eu me afastaria conforme ela se aproximasse, mas eu ficaria olhando esperando que Reia percebesse que fui o inimigo. Sabia que com o filhote com ela, não iria mais querer atacar, já tinha entendido o seu motivo, a proteção de mãe é quase aquilo, bom, é o que sei, afinal, cresci sem mãe para saber, mas meu pai sempre falou muito bem dela.

Assim que elas fossem embora, eu finalmente me direcionaria para a vila de novo, queria ver como estavam, se estavam todos bem, mas com o perigo agora em outro nível, eu iria para a vila correndo e olhando ao meu redor, para não ser pego desprevenido, se fossem atacado, apenas desviaria ou cortaria com minha espada em mãos. “Preciso me reunir com todos da tribo e explicar a situação, pode ser que não entendam a gravidade, mas o perigo já chegou até a destruição da vila, mesmo que mínima.” Mas assim que chegasse, iria de imediato procurar Shayna ver como ela estaria.





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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 10 EmptySab 18 Maio 2019, 16:53


~ NARRAÇÃO ~ AH GOU & Ling Tian


Os inimigos haviam fugido deixando Ah Gou para trás, que limpava toda aquela sujeira jogada em seus olhos utilizando seus braços. E como não foi atrás dos dois cozinheiros eles simplesmente sumiram na floresta sem deixar muitos rastros, e isso logo trará problemas futuros para o jovem espadachim e os nativos daquela ilha. Deixando de lado os cozinheiros, agora o problema era bem maior pois Reia o passaro líder da ilha estava encarando Ah Gou prestes a realizar algum ataque que poderia um fim em sua vida.

Mas o rapaz logo lembrou do filhote e foi até o mesmo onde ele se encontrava preso na rede que o sufocava, enquanto isso Reia o acompanhava com os olhos, era como se esperasse o primeiro movimento do jovem antes de tomar alguma atitude. Sem pensar muito Ah Gou foi de imediato utilizar sua espada contra a rede que prendia o filhote, isso por um momento fez Reia gracejar achando que ele estava pretendendo o atacar, mas assim que percebeu que seu filhote estava liberto e vinha correndo em sua direção.

Reia esqueceu completamente do rapaz e colocou toda sua atenção no filhote, o pegando pelo bico e colocando e alçando voo para longe dali. No final não houve agradecimentos, até por que não era do feitio de um monstro-alado agradecer ninguém... Um novo rumo então foi decidido por Ah Gou, ele retornou para o vilarejo dos habitantes locais.

Ao chegar lá, logo na entrada Shayna estava com sua irmãzinha no pé. -Você vivo! Eu estar feliz! Ver Reia voltar para ninho? Eu achar que você fazer algo para ajudar, obrigada!- Disse a garota depois esboçando um longo sorriso no rosto e depois se aproximou bastante do jovem de madeixas prateadas, até lhe dar um doce e molhado beijo na bochecha direita. A pequena irmã ficou saltitando e aplaudindo ao ver aquela cena.

Terminado os momentos felizes, logo a agitação estaria prestes a voltar quando aquele nativo do bumerangue chegou todo ofegante depois de parar sua corrida até onde estão Ah Gou e Shayna. -Eu ver dois gordinhos feios conversando com homens na praia! Um deles ter chapéu bonito! Eles terminar conversa e estar vindo armados para cá agora!- Disse o nativo apontando no final de suas palavras para a direção oeste que foi de onde ele também teria vindo. O clímax entre os piratas e os nativos havia chegado...      

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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 10 EmptyQua 22 Maio 2019, 02:13






~ RECORDAÇÕES ~

Quando o final da minha batalha contra os irmãos cozinheiros do bando Durval estava sendo decidida, os mesmos fugiram quando um deles jogou pedaços sujeira do chão em meus olhos me obrigando a limpar por imediato, o que facilitou tal fuga deles.

Quando consegui enxergar melhor, era possível notar que Reia estava já pairando sobre as árvores a minha volta e me observando, até se aproximar e me observar seriamente. Então me direcionei até o filhote que estava preso na rede e cortei a mesma libertando a ave pequena que logo correu em direção a Reia correndo, a líder das aves por sua vez pegou o filhote com o bico e voou para longe com ele me deixando como se não tivesse mais o que fazer ali, o que concluía minha teoria que a ave só estava enfurecida pela sua cria.

Finalmente voltaria a tribo, onde mal passava pela entrada e já era recepcionado calorosamente por Shayna que dizia alegre e sorridente eu ter feito Reia voltar ao ninho, assim, deixando a tribo segura, inclusive estar feliz de eu estar vivo, logo, me beijou na bochecha, o que me congelou momentaneamente “Nunca fui beijado nem na bochecha antes…” Logo abriria um sorriso.

Mas sem dar tempo de contar o que aconteceu, o indígena do Bumerangue surgiu da floresta correndo e bem cansado, que logo mencionou sobre os cozinheiros terem falado com Durval, e se agora estão armados, é porque o negócio vai ficar feio.


~ SEM RECORDAÇÕES ~

Aquela notícia me incomodaria, sabia que os Durval iriam vir sanguinários, algo deveria ser feito, então, de imediato eu disse - Eles virão em 4 ou 5! Os dois que estavam na praia falando com outros usam facões como armas e são lentos, eu sei porque eu os venci para salvar a tribo de Reia! Eles são maus, eu preciso de todos os guerreiros que puderem para enfrentá-los! Os que atirarem de longe, se escondam e ataquem escondidos! - Logo me agacharia o suficiente para abraçar Shayna e Ugabuga fortemente e diria para a pequena olhando-a nos olhos com um sorriso - Proteja sua irmã por mim tá? - Então voltaria a me levantar ficando de frente a Shayna encarando-a como se não tivesse expressão facial - Sei que mal voltei para conversarmos mais, mal voltei de uma batalha, mas cá estou eu tendo que lutar novamente. Esconda-se com Ugabuga e fiquem seguras, não morram, eu prometo que também não morrerei! - Logo abriria um sorriso e ao que me viraria de costas - Quando tudo tiver acabado, quero um outro beijo. - Terminaria dizendo olhando com o canto dos olhos com a cabeça sobre o ombro.

Com minhas espadas em mãos, esperaria os nativos guerreiros que fossem ajudar estarem já presentes ali, quando feito, olharia para os que estariam a lutar de curta distância e com isso eu disse - Eles devem estar chegando e estarão vindo atrás de mim e de vocês meus amigos ! Vocês ser bravos guerreiros, fortes guerreiros ! Vamos matar todos ! - Com isso dito, esperaria que eles se animassem. Então eu me esconderia por ali, um lugar onde poderia ter a melhor visão do local da tribo possível em que eu tivesse o mais “invisível” ou camuflado possível, afim de participar sorrateiramente da batalha e pegar Durval desprevenido.

“Quando eles chegarem, vou ter que atacar sem fazer barulho, vou ter que assassinar silenciosamente ou desferir o primeiro ataque silenciosamente.” Nesse momento, meu sabre estaria embainhado ao meu lado direito em diagonal para trás, enquanto minha katana estaria na minha mão direita. Eu estaria sério e concentrado com minha visão, audição e olfato, agiria assim que chegassem.


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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 10 EmptyQui 23 Maio 2019, 14:17


~ NARRAÇÃO ~ AH GOU & Ling Tian


Ciente de quem seriam os inimigos que estavam por vir o jovem Ah Gou logo colocou para fora todas as informações que tinha a respeito dos piratas. Quando terminou de falar foi abraçar as duas garotas e pedir para que a mais velha proteja sua irmãzinha. Recebeu assim um aceno de cabeça quando Shayna concordou com ele no que fazer, ela então pegou sua irmã e decidiu levar para casa.

-E você também tomar cuidado!- Disse a nativa preocupada com o que poderia acontecer com seu novo e chegado amigo, depois adentrou sua cabana. Agora a conversa do jovem espadachim foi com os nativos que haviam ficado para lutar, ao todo eram três, o de bumerangue que já havia conversando em outras oportunidades, um outro com lança, magro de barba grossa e barriga estufada e, o ultimo também utiliza uma lança de madeira, sendo magro e vesgo de visão.

-Guerreiro que usa saia! Nos seguir você para defender aldeia!- Disse o nativo com bumerangue, que bateu com sua mão vazia no próprio peito com bastante força, uma maneira de tentar mostrar bravura naquele momento. Feito os preparativos, Ah Gou foi ficar escondido por trás de alguma das cabanas, enquanto os três guerreiros nativos abobalhados esperavam de peito aberto na entrada os piratas. O silencio reinava no local, com apenas o vento e alguns pássaros nas arvores fazendo algum som...

Foi então que surgiram os piratas Durval saindo do meio de algumas arvores, ao todo eram quatro. Os dois cozinheiros de antes, cada qual com um enfaixamento no corpo devido aos ferimentos sofridos, mas ainda assim portando facões como anteriormente. Durval vinha com sua espada em mãos, uma cimitarra bem polida e o outro um pouco atrás portava uma pistola. Os quatro homens sorriam enquanto se aproximavam, nem se esforçavam para esconder suas intenções de causar o mal... Assim que chegaram nas cabanas, um dos nativos de lança correu na direção deles gritando. -ALHALHALHAAYEH- Disse aos gritos. Logo outro com lança fez o mesmo.              

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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 10 EmptyDom 16 Jun 2019, 18:33


XXIII - O RETORNO

A última lembrança que tenho era sobre a abrupta aproximação de um navio pirata que cortava as ondas para chegar ao nosso encontro. Logo eu, que pensava em uma viajem tranquila, terei agora de lidar com problemas gerados no passado. Mas desde que uma espada esteja agarrada em minha cintura e que o meu corpo reaja aos meus comandos, estarei disposto a lidar com todas as adversidades, seja ela qual for.

Passaria os meus dedos da mão direita sobre o cabo da minha katana, pressionando-a, e a sacaria. Caminharia na direção de Abele apontando a ponta da minha katana para o chão ao tempo que me adaptava ao balançar daquela embarcação. Me manteria o mais próximo possível da mulher para poder fazer a sua proteção. Nada nem ninguém a tocaria sem antes precisar passar sobre o meu cadaver. — Abele, a sua função é simples: nos leve em direção oposta daquele navio. Preocupe-se apenas com isso e deixe o restante comigo! — Meu tom era audível em todo o navio. O barulho das ondas e do vento nos obriga a levantar a voz, mesmo contra a nossa vontade.  — Lutar em alto-mar é um jogo perigoso onde qualquer erro será pago com vidas, portanto não se deixe levar e siga para a terra firme. — Caso consigamos chegar em terreno firme, poderemos lutar com maior facilidade sem ter que nos preocupar com um naufrágio e colocar tudo a perder por um simples acerto de contas.

Meus olhos estariam fixos no navio pirata que fazia uma aproximação lenta mas objetiva. O barulho do timão ressoava em meus ouvidos, indicando a posição que iriamos seguir. Esse era o primeiro teste para descobrir a real capacidade de Abele na pilotagem e espero não me decepcionar com o que viria a seguir. Em meio a todo o caos consigo ouvir uma voz que citava algo irrelevante, a não ser quando deixa escapar o nome "Weny Durval", o causador de todos os problemas dessa ilha. Meu semblante mudaria, o gosto de sangue na minha boca expressava a minha ira momentânea; mas me manteria calado, intacto, firme em minha posição. O nosso objetivo era atingir o solo, onde seria o nosso local de combate caso o pirata prossiga com a sua perseguição. — Siga com o nosso plano Abele, um pirata que autodenomina-se fujam não será capaz de nos alcançar!


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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 10 EmptyQua 19 Jun 2019, 17:25






~ RECORDAÇÕES ~

Após finalmente ter salvo a vila dos nativos de Reia, voltei para tal lugar, onde informei o ocorrido, que logo, o nativo do bumerangue apareceu de dentro da floresta exausto e apavorado nos informando sobre o bando Durval estar vindo para a tribo, e obviamente coisa boa não era.

Então com um plano elaborado com os nativos, cada um se colocou em sua “posição” e, Shayna e sua irmã, as quais me despedi para o inevitável confronto, se escondiam, e eu, me mantinha escondido para tentar algo furtivo.

~ SEM RECORDAÇÕES ~

Observaria as ações dos Durval assim que chegassem para achar uma brecha, era isso o que mantinha em mente para tal ocasião. Quando os mesmos chegaram, já foram na direção das cabanas, já foram em direção as cabanas “Desgraçados, mal chegaram e já vão atrás dos nativos inocentes, os irmãos cozinheiros, Durval, e um outro atrás do Durval que está portando um revólver…Melhor pegar o do revólver primeiro.”

Então ainda escondido e furtivamente, seguiria sem que tivessem visão de mim (e nem me escutassem) dando a volta por trás das cabanas visando ir para parte de trás dos Durval, já que atrás de todos está o do revólver, visaria ir para as costas do mesmo sem que me notassem, caso conseguisse, com minha Katana na minha mão direita e meu sabre guardado na minha cintura, visaria perfurar o meio das costas do meu alvo inicial usando as duas mãos, a fim de atravessar o corpo empurrando a espada com força. Com isso manteria a espada segurada pela minha mão direita e a minha mão esquerda largaria a katana para segurar o braço do meu inimigo que seguraria a arma de fogo.

Caso falhasse e o do revólver fosse me atacar, eu correria em zig zag na sua direção para evitar que me acertasse disparos e visaria um corte da direita para a esquerda, e com o caminho da espada feito, ela estaria voltada para seu corpo, que logo, perfuraria seu peitoral e logo o faria de escudo contra os demais.

Em todo o momento minha afeição estaria séria, meus olhos azuis mostrariam frieza em meus movimentos, só queria acabar com aquele bando logo, estavam me incomodando desde meu aprendizado a pilotar o barco de Abelle.

Assim que me notassem diria - Olá Durval, parece que você e seu bando não se importam muito com os membros né? Seus cozinheiros me atacaram por querer me salvar de uma ave gigante! -


Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 10 EmptyQui 20 Jun 2019, 12:56

~ NARRAÇÃO ~ AH GOU & Ling Tian & Mantori


Mantendo sua presença escondida dos inimigos o jovem Ah Gou seguiu com seu plano para aquele combate, este seria de acabar primeiro com o pistoleiro antes que o mesmo se tornasse um incomodo com seus disparos de longo alcance. Assim que passou por trás das cabanas sem ser percebido e chegou próximo do alvo, Ah Gou com sua Katana avançou na direção do pirata de pistola.

Mesmo não tendo notado a chegada do espadachim, aquele pirata que possui uma boa visão e agilidade como atirador foi capaz de escapar da primeira tentativa de ataque do espadachim. Mas Ah Gou não se deu por vencido e seguiu em movimentos de ziguezague enquanto desviava dos disparos do atirador; ergueu sua Katana outra vez e assustado o pirata tentou escapar mas deu de ombros para Durval que o empurrou de volta, com isto o corte de Ah Gou atingiu mais que em cheio o alvo! O sangue esguichou por um breve momento e depois o atirador caiu de bruços no solo com sua arma ao seu lado.

O atirador não estava completamente derrotado, mas da forma que começou a rastejar no chão parecia querer sair daquele lugar o quanto antes... -Não preciso de gente fraca! EU Durval vou acabar com tudo isso de uma vez por todas!!!- Disse o capitão pirata que mesmo tendo a alcunha de fujão parecia muito confiante. Durval avançava contra Ah Gou, a espada do pirata tinha algum liquido escorrendo da mesma, o que seria?

Um pouco afastados dali, os dois nativos vinham trocando golpes contra os dois cozinheiros. Lutavam bravamente, mesmo quando sofriam feridas dolorosas pareciam não querer recuar...




Na embarcação com Abelle... O outro espadachim denominado Sarata Mantori parecia ter retornado para à ação. Deu ordens para sua colega tentar fazer alguma manobra com aquela embarcação, mas o que ocorreu foi que a loira findou cambaleando no timão e quando deu por si já estava caindo de costas contra o convés do barco. -Acho... que não estou me sentindo muito bem...- Disse ela com uma mão na testa, que se Sarata fosse verificar constataria o quão febril ela está. O barco pirata que ele poderia imaginar ser de Durval já havia sumido entre as ondas e mais uma coisa podia ser constatada com mais um pouco de atenção: O jovem de kimono que Mantori havia ajudado algum tempo atrás não se encontrava mais com eles... Sem falar que não importava para onde Sarata olhasse ao redor do barco, apenas água podia ser avistada.                         

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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 10 EmptySab 29 Jun 2019, 11:02


XXIV - O RETORNO

Minha visão estava direcionada ao mar, buscando algo que já fazia parte de um passado recente. Girei em meu eixo buscando algum sinal da embarcação "fantasma", mas nada me foi revelado. — Que merda, onde foi parar aquele navio... — As reclamações eram interrompidas pela repentina mudança de curso. Esforcei-me para manter uma base firme ao tentar identificar o motivo do balançar da nossa embarcação. Tudo se revelaria ao perceber que a jovem navegadora se prostrava. Corri em sua direção, largando minha katana no piso da embarcação, para poder evitar a sua queda. Colocaria os meus braços ao redor da sua cintura e tentaria reanima-la fazendo pequenas pressões em sua coluna. — Oe, o que aconteceu? — Ao colocar o dorso da minha mão direita sobre a testa de Abele conseguiria identificar a causa daquela debilidade.

Ela estava "queimando" em febre. Fazendo alguns movimentos bruscos a colocaria em meu colo, segurando-a com ambos os braços, e a levaria para uma das habitações presentes no nosso navio. Teria cuidado ao manuseá-la entre o local, utilizando movimentos firmes e lentos, para evitar machucar alguma parte do seu corpo. Ao chegar na habitação, buscaria alguma cama, maca, ou algo similar, para poder colocar a mulher em uma posição confortável e de preferência quente. Ao deitá-la, tatearia a sua roupa para verificar se estava seca ou úmida, em caso de necessitar retirar alguma peça de roupa molhada. Após esse primeiro procedimento, verificaria o seu corpo, buscando alguma ferida, arranhão ou hematoma, a fim de identificar a causa daquela febre. — O que houve Abele? — Perguntaria na tentativa de ter o auxílio da mulher e também para mantê-la lúcida, com os olhos abertos. Ficaria ao seu lado até descobrir a causa daquela enfermidade.


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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 10 EmptyQua 10 Jul 2019, 18:07






~ RECORDAÇÕES ~

Com meus planos para o confronto dando certo, com um movimento furtivo, mesmo que dado errado inicialmente, Durval sem querer me ajudou empurrando seu aliado contra minha espada fazendo-o cair com uma perfuração em seu corpo.

Sabia que os nativos seriam apenas como distração, já que os irmãos cozinheiros pareciam ser assassinos com o manuseio de facas, no entanto, ainda estão feridos pela recente derrota contra mim. Com isso, seria apenas eu contra Durval e o atirador, e com o atirador caído, precisaria vencer Durval antes que algum dos nativos viesse a falecer.

“Preciso acabar logo com isso, não quero que Shayna fique tão preocupada com o problema a ponto de aparecer…”

~ SEM RECORDAÇÕES ~

Com a situação dando já o ar do maior confronto do momento, Durval sendo o adversário, encararia o mesmo com meus olhos frios e minha Katana empunhada apontada para ele ainda segurada pela minha mão direita, precisaria pensar e fazer algo relacionado ao meu combate contra o capitão e ao mesmo tempo tirar de perto a arma de fogo.

Com um movimento o mais rápido possível, seguiria contra meu inimigo Durval com a katana empunhada ainda pela minha mão direita (agora também segurada pela minha mão esquerda abaixo da direita) e voltada a ponta da lâmina contra o rosto do meu adversário em uma diagonal frontal. Quando me aproximasse suficiente, levaria minha katana de encontro a lâmina de Durval numa colisão visando impedi-lo de atacar com algum corte. Tal movimento seria um movimento em que meu tronco giraria quase que 90 gráus.

Se conseguisse chegar até ai, caso Durval estivesse empunhando sua espada com sua mão direita, o que me faria girar para minha esquerda, meu braço direito daria uma cotovelada no rosto de Durval e aproveitaria tal ocasião para descer minha lâmina que seguraria a lâmina dele evitando algum ataque e tentaria cortar a sua mão destra que seguraria a espada e por fim daria uma joelhada nos seus testículos. (se Durval for canhoto, meu movimento seria no mesmo sentido seguindo a lógica do movimento.)

Caso Durval me atacasse com sua espada, usaria a minha espada para bloquear e me esquivaria com desvios curvos caso deixasse algum ataque do mesmo passar pelas tentativas de meus bloqueios.

Caso Durval me atacasse com ataques normais como chutes ou socos, também só esquivaria curtamente com desvios curtos. - Durval, você será derrotado aqui e contra mim, mostrarei sua tamanha ignorância em querer ser meu inimigo! -

Com todos esses movimentos, ficaria atento ao atirador, mesmo que estivesse tentando fugir. “Preciso pegar aquela pistola, pode ser que seja uma grande ajuda! “

Eu ainda me sentia um pouco de raiva pela forma que Durval pensa, acima de tudo, como ele foi tratar os nativos.





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- Fala -                                         "Pensamento"                                          Sonho/Pesadelo

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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 10 EmptySex 12 Jul 2019, 20:36


~ NARRAÇÃO ~ AH GOU & Ling Tian & Mantori


Com Abelle completamente febril, o espadachim Mantori voltou suas atenções para ela. Pegou em seus braços aquela mulher de madeixas loiras e ao constatar seu grave estado, levou para um local melhor da pequena embarcação a mulher. Pousou ela em um estofamento dentro de uma cabine e lá começou a investigar qual seria causa de seu problema. Não achando nenhuma parte molhada, mas encontrando uma estranha mancha em sua perna; de forma específica a mancha se encontra na coxa direita da mulher e tem uma cor arroxeada. Estava evidente que aquilo foi o resultado de alguma batida, quem sabe talvez em algum momento entre as manobras ousadas feitas no mar, mas somente a própria Abelle poderia responder ao certo. - Me desculpe. - A mulher disse tentando forçar um sorriso. - Eu só lhe estou trazendo problemas… - Disse ela evitando olhar nos olhos do espadachim. - Acho que… Bati no mastro ou na lateral do barco com muita força. - Confusa de mão na cabeça ela tentava relembrar o que realmente havia ocorrido. - Preciso urgente sair do mar e achar um médico em Baterilla. - Prosseguiu dizendo em meio a algumas respirações fortes. - Você poderia pilotar o barco? Vou te orientar quando preciso a distância, daqui consigo ver o mar pela janela… - Ela erguia a mão ao apontar para a pequena janela da cabine. O som das ondas batendo na embarcação e das gaivotas ao longe além daquela mulher eram as únicas companhias de Sarata no momento, mas será que pilotar o barco sozinho vai ser uma boa ideia? Existem três pontinhos no mar para o espadachim ir. O primeiro fica atrás e é de onde eles vieram, Karate, depois tem uma ilha que ele não conhece ao leste na direção que o barco de durval sumiu e outra ao norte que é Baterilla segundo informações da loira…



No que dizia respeito ao embate em Torino Kingdom, temos Ah Gou o espadachim furtivo que foi de encontro aos piratas Durval e o capitão de mesmo nome. Teve êxito em sua primeira investida contra o pistoleiro inimigo, que covardemente já havia abandonado o combate logo após dar conta de quão grave é seu ferimento. Mas já o capitão Durval parecia estar mais disposto a ir até o final daquilo e com sua espada em mãos, um sabre, foi na direção de Ah Gou. O encontro entre as duas lâminas fez uma chuva faísca ser criada, mas não foi somente isso; o sabre de Durval entrava em combustão impedindo o plano do rapaz de tentar cortar sua mão, pois o calor que estava mais concentrado na parte de cima da arma chegou até o ombro do espadachim de kimono o furando e queimando, enquanto que a forte luz próxima dos olhos o dificultava a visão do inimigo. - O que foi? Tá muito quente pro seu gosto? garoto… - Debochou ao falar o pirata. Durval então tentou chutar Ah Gou que fez alguns movimentos para esquivar e ficar afastado. - Venha cá, porra! Ainda não terminei de te queimar! - Gritava o capitão. Alguns metros dali os nativos prosseguiram em seu confronto contra os cozinheiros, agora eles tomavam a vantagem ao pressionar os dois gorduchos… Fogo e sangue, é assim que esse pequeno conflito se encontra atualmente.                         

NPCs da Trama:
 



Historico do Ah Gou e Ling:
 

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