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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O poeta errante

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: O poeta errante   O poeta errante - Página 8 EmptyQui 26 Jul 2018, 00:16

Relembrando a primeira mensagem :

O poeta errante

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Sarata Mantori. A qual não possui narrador definido.


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Ah Gou
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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 8 EmptyQua 03 Abr 2019, 04:50






~ RECORDAÇÕES ~

Ao iniciar minha exploração, dentro de toda a floresta, havia achado uma fogueira com algumas pedras, uma nativa estava lá, a qual tentava pedir água, mas infelizmente a mesma não falava minha língua, o que dava a perceber pelo seu idioma desconhecido perante a tentativa de sua comunicação comigo, o que não foi de tamanha importância comparado ao seu gesto apontando para a mata atrás de mim, na qual saiu um pirata de Durval. O mesmo queria que eu o ajudasse a espancar a nativa e aprisioná-la, no entanto, espancar está fora do meu jeito de agir. O pirata avançava e eu o impedi alertando-o de que essa não era a ordem dada, o mesmo começou a falar sobre piratas poderem tudo e que não iria com a minha cara, então com uma breve troca de elogios (ironicamente) da parte dele, o espadachim do bando Durval percebendo que eu havia sacado minhas espadas para proteger a nativa, me cortou no tórax horizontalmente e verticalmente, e logo cortando meu rosto, agora eu pingava sangue sobre meu kimono  “Tentei ser pacífico o máximo que pude…” Então ele se volta a nativa ameaçando a pegar e logo se volta a mim apontando sua espada dizendo algumas palavras debochando de mim.

~ SEM RECORDAÇÕES ~

Ainda de pé em base e segurando minhas espadas firmemente voltadas para cima, responderia - Acho que enfim as usarei… - Com isso e aproveitando o aproximar do homem de uma espada, esperaria a distância perto o suficiente do seu aproximar, eu faria minhas espadas cruzarem em forma de X por baixo da espada do pirata e a empurrando-a dessa forma para cima conforme meus braços quase esticados subiriam para evitar qualquer oportunidade de ataque de espada de meu adversário antes de mim e ao mesmo tempo deixando-o sem base, com isso meu braço oposto ao braço dele no qual segura sua espada, desceria fortemente e rapidamente contra tal braço de forma que minha lâmina passe cortando-o a fim de decepá-lo , com meu braço que desferiria o corte agora abaixado e deixando meu ombro contra seu peito,me impulsionaria com rigidez contra seu peito a fim de derrubá-lo, se não conseguisse o derrubar, com meu outro braço que ainda teria sua lâmina limpa sem sangue, fincaria minha outra espada em seu estômago e logo recuaria. - Pode deixar a nativa em paz agora ? - Comentaria sorrindo ironicamente se tudo ocorresse bem.

Se ele tentasse me cortar verticalmente ou diagonal me esquivaria para o lado (lado oposto do ponto final do corte diagonal, se for diagonal) virado para sua espada e com meu braço mais próximo ao seu corpo daria uma cotovelada horizontal contra sua cabeça e em seguida o mesmo braço voltaria em corte horizontal visando pegar do seu rosto para baixo focando o pescoço, logo o empurraria e pegaria distância do mesmo.

Se ele tentasse me cortar horizontalmente, bloquearia com minhas duas espadas de forma rígida e o meu braço mais perto ao corpo do espadachim escorregaria minha lâmina o mais rápido possível (enquanto o meu outro braço ainda bloquearia o corte com a outra espada) visando cortar seu pescoço de forma horizontal, com isso, meus dois braços estariam totalmente opostos, mas sem parar para pensar, chutaria frontalmente contra o abdômen do meu inimigo visando tirar seu fôlego mesmo que por pouco tempo e nos distanciando um pouco.

Se ele tentasse com algum ataque físico “mano a mano” apenas me esquivaria para os lados o mais curto possível, e apartir de qualquer brecha possível com tempo para reação, desceria um corte com minhas duas espadas ao mesmo tempo de forma em diagonal de cima a baixo começando pelo lado oposto do braço que seguraria a espada a partir do pescoço.

Olharia para ele com um olhar sério - Sim, um pirata faz tudo o que quer e quando quer, mas isso não signifique que eu, Ah Gou, que quero ser um grande pirata, não aprove espancamento a pessoas inocente! -

“Espero que a nativa esteja bem …”






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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 8 EmptySex 05 Abr 2019, 12:18

~ NARRAÇÃO ~ AH GOU


Depois de ser atingido de forma violenta sofrendo assim três cortes, parece que finalmente o jovem Ah Gou acordou para o combate. Aguardou o pirata inimigo chegar mais próximo outra vez e com suas espadas cruzadas, contra-atacou ao empurrar o pirata para trás, nesse momento pode notar que o inimigo é bastante leve e facilmente foi empurrado.

Prosseguiu depois com sua ação ofensiva ao descer o braço com uma das espadas contra o braço do oponente o cortando. Apesar do golpe certeiro, não era forte o suficiente para decepar ainda um braço de forma tão simples.

Ah Gou seguiu com suas ações, utilizando do ombro para afastar outra vez o pirata de si, tendo assim exito e seguindo para seu segundo golpe com espada, desta vez visando atingir o estomago do adversário. O corte perfurou os trapos que o pirata vinha usando e perfurou seu estomago de forma superficial, e assustado o pirata recuo.

-Ma-maldito... Então você é esse tipinho de pirata? Ou será que nunca foi um!? Deixa só Durval saber de você, trairá!- Disse o pirata magrelo ao recuar e começar a adentrar a floresta, sumindo assim da vista de Ah Gou, que como dito, teve exito em pedir para o inimigo deixar a nativa em paz.

Mas se achava que o problema seria resolvido tão rápido, ainda estava enganado... O grito do pirata foi escutado assim que ele saiu, e alguns nativos surgiram no local onde o jovem de madeixas prateadas se encontra. Um dos nativos, grande ao ponto de ter uns dois metros surgiu com a cabeça do pirata em mãos.

Ao Todo são uns quatro nativos, vestidos com pouca roupa, com suas caras pintadas e alguns até usando cota de penas. -Você... Amigo... ou... Inimigo?- Disse um dos nativos apontando o que seria um bumerangue na direção de Ah Gou. Os demais estavam com lanças de madeira e ferro em mãos.
     


Historico do Ah Gou:
 

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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 8 EmptySab 06 Abr 2019, 20:33






~ RECORDAÇÕES ~

Com a intenção de proteger a nativa de um ataque desnecessário e brutal, impedia o espadachim dos Durval primeiramente com palavras e retrucando gesto ofensivo com o sacar de minhas espadas, o que não adiantou muito, e com isso, tal oponente me desferiu 3 cortes acertando meu rosto e abdômen, o que começou a se vangloriar indiretamente me insultando por não ter o atacado e eu estar pingando de sangue. No entanto, com seus cortes feitos em mim, me fizera contra atacar, assim executando dois cortes no mesmo com sucesso, em que um teria atingido seu braço aparentemente predominante, o qual empunhava a espada, e logo com um empurrão de ombro afastando-o e finalizando o combo com um corte horizontal em seu abdômen.

O Espadachim dos Durval logo se manteve na mesma posição sem mais avançar dizendo algumas coisas gritando - Eu sou do tipinho de pirata que só é pirata por ser contra o Governo e contra a marinha, e ainda serei o melhor espadachim pirata dos mares ! Sim… Nunca fui um, por isso tenho meu modo pirata de ser, com certeza não é sendo covarde como você. - Disse sorrindo ironicamente.

~ SEM RECORDAÇÕES ~

Com o grito do homem que estaria ferido e logo fugia dentro das matas fez com que nativos aparecessem, provavelmente pelo grito de um estrangeiro no local onde uma nativa que provavelmente é da tribo deles, com suas poucas e estranhas roupas, e caras pintadas, até que um deles apareceu chamando mais minha atenção, um nativo de uns dois metros com a cabeça do espadachim dos Durval em mãos “Mas que caralhos!” meus olhos demonstrariam um pouco surpresos com essa cena, minha respiração estaria momentaneamente “trêmula”, mas controlada enquanto eu tentaria me conter calmo diante aquela situação.

Um dos quatro nativos apontava seu bumerangue para mim e com poucas palavras queriam saber qual lado eu estava, amigo ou inimigo, mas minha situação estaria aparentemente começando a ficar delicada, logo pensaria “Certamente querem dizer aliado, mas… se a garota não sabia nada do meu idioma, como ele sabe as palavras amigo ou inimigo? Não importa, o grito do espadachim pode ter chegado aos ouvidos de Durval, o que talvez será um problema se aqueles piratas não me escutarem… Mas a minha situação agora engloba tudo, o jeito vai ser eu ajudar os nativos momentaneamente, antes de mais nada, minha segurança em primeiro lugar…Já sei, tomei minha decisão no que fazer! ” Então olharia sorrindo para o nativo que me apontava o bumerangue e diria - Amigo! Uga.. buga? - com a tentativa de socializar com o idioma deles. Então calmamente para não mostrar intenção ofensiva, guardaria minhas espadas em minhas cinturas novamente enquanto olharia para eles de forma tranquila, logo, apontaria para minhas feridas, e seguidamente, juntaria as mãos de forma igual tentando demonstrar como pedido de ajuda, e com isso, tentaria estancar ao menos o corte horizontal com meus braços cruzados. Me manteria atento a minha volta para caso um tripulante dos Durval, ou o próprio, aparecessem, o que poderia acontecer cedo ou tarde, e por isso, de alguma forma precisaria avisar aos nativos do problema.


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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 8 EmptySeg 08 Abr 2019, 15:42

~ NARRAÇÃO ~ AH GOU


Teria o jovem de madeixas prateadas saído da frigideira e caído no fogo? Depois de ser ferido por um dos piratas de Durval, foi capaz de dar a volta por cima e fazer o seu inimigo sair correndo, mas agora se encontra cercado por todos os lados.

Vários nativos da ilha a qual ele se encontra vinham em sua direção, um deles bastante ameaçador com a cabeça do pirata derrotado em uma mão, enquanto outro, o que parecia estar liderando aquele grupo de quatro selvagens apontava seu bumerangue na direção do espadachim. Evitando tomar iniciativas precipitadas, Ah Gou decidiu dialogar com os primitivos homens que estão ali com ele.

Escutaram a breve resposta do jovem espadachim de kimono, depois entreolharam-se por um instante, e começaram então a rir de forma repentina. -AHAHA. Você... Conhecer... Ugabuga? Então você ser amigo!- Disse o nativo de forma amigável ao abrir os braços, chegava cada vez mais próximo de Ah Gou.

Em seguida, a pequena nativa de antes retornou passando correndo até ficar ao lado de um dos homens de cara pintada. Ela cochichava algo para o homem e que não dava para ser escutado por Ah Gou. -Ele derrotar pirata de forma brava?! Então essa caça ser dele!- Disse o homem que escutou o que foi dito pela garotinha.

Os homens ficaram surpresos, encararam Ah Gou com mais seriedade, pareciam apreensivos por um instante, mas logo sorriram de novo ao prosseguir falando. -Homem bravo de saia (referia-se ao kimono de Ah Gou), venha conosco!- Disse como um convite o dono do bumerangue, acenou depois para que caso o espadachim aceitasse pudesse o seguir na caminhada que havia começado adentrando a floresta. -Nós Precisar de bravo guerreiro para derrotar aves malditas! Venha e vamos ajudar a curar suas feridas- Disse concluindo suas palavras o nativo.


Historico do Ah Gou:
 

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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 8 EmptyQua 10 Abr 2019, 17:20






~ RECORDAÇÕES ~

Após ter vencido o espadachim dos Durval em uma luta de espadas em que eu teria dado o motivo para proteger a nativa que iria ser espancada pelo mesmo, o meu inimigo derrotado fugiu para mata a dentro, onde quando não daria mais para vê-lo um grito aparentemente dele dava a ser escutado. Então alguns nativos surgiram da mata a minha volta me “cercando”, um deles aparecia segurando a cabeça do espadachim, enquanto outro aparecia com um bumerangue me apontando com o mesmo. Com uma tentativa de diálogo, dizia eles ser amigo juntando com o termo “Ugabuga” dito anteriormente pela nativa a qual havia protegido e corrido, mas algo fora do que eu pensava aconteceu, os nativos riram perguntando se eu a conhecia e se era isso eu seria amigo deles. “Eles sabem se comunicar bem… e Ugabuga é o nome daquela nativa?...”

Ugabuga então retornava com toda aquela conversa e cochichava no ouvido do aparente líder, com a resposta dita em voz alta dele, deu a entender que Ugabuga dizia que eu lutei de forma brava e que a caça seria minha, o que me deixou intrigado. “Minha caça? - cara curiosa - Então os outros nativos me olhavam brevemente sérios como se me respeitassem, e logo, voltavam a rir, com isso me chamavam para acompanhá-los referindo a mim como homem de saia (especificamente o nativo do bumerangue), talvez pelo fato do meu vestimento, mas nada agravante.

~ SEM RECORDAÇÕES ~

Com tudo aquilo acontecendo, eu havia esquecido o fato dos Durval pudessem estar por ali perto, e os primitivos me chamando para caçar aves também me lembraria dos Durval “É verdade, com a luta que tive agora pouco e tendo que me resolver com um grupo de nativos, acabei esquecendo o fato que o bando estarem caçando nativos e essas aves que os nativos estão me solicitando ajuda… De alguma forma preciso avisá-los do perigo, de que outros piratas inimigos estão por ai, e sua tribo está em perigo!” Aquilo realmente me incomodaria, visto que eu visaria proteger a tribo.

Então antes que eu os seguisse, com meu braço direito pegaria qualquer graveto no chão e desenharia no chão 5 homens em que um estaria riscado ao mesmo tempo que tentaria falar para eles - Mais homem mal, mais perigo! Eu amigo! - Com isso apontaria para a direção do barco e desenharia também um barco. “Talvez eles entendam assim."
Se eles não entendessem o que quero me referir, apenas seguiria os mesmos , o que faria de qualquer forma se entendessem.

Com tudo isso acontecendo no momento, a minha expressão facial quase que o tempo todo seria a mesma, mas a minha cabeça e forma de pensar estaria preocupado com os nativos.
Outra coisa pertubaria a minha cabeça também:

“Tenho futuramente a opção de ajudar algum dos grupos em uma possível “luta” pela caça e sobrevivência, ou, deixaria a luta acontecer enquanto fujo da ilha roubando o barco…”

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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 8 EmptySab 13 Abr 2019, 12:29


~ NARRAÇÃO ~ AH GOU


Com os nativos sendo amigáveis ao entender toda a situação que havia ocorrido, Ah Gou teve exito em conseguir novos amigos e evitar uma luta que talvez fosse difícil de sair vitorioso. Um convite foi feito por um dos nativos para que o jovem viesse com eles, e como não havia mais nada ali para o rapaz ele acabou aceitando, mas não antes de tentar explicar mais sobre o problema que poderia estar por vir.

Desenhou ali mesmo no chão com um graveto sobre os piratas Durval enquanto tentava explicar todo problema que poderiam acabar enfrentando. Largando a cabeça do pirata no chão, o nativo grandalhão sorrio e bateu sua lança no solo do local. -Deixar homens mal vir! Eu cortar cabeça deles e espetar em vara!- Disse todo determinado o nativo que foi seguido por um urro dos demais que estavam próximos.

Seguiram assim caminhando por um caminho de pedras mal feito, e no final de tal caminhada o que Ah Gou podia ver é nada mais que um vilarejo repleto de cabanas feitas de madeira e palha. Mais ao centro das cabanas uma arvore gigante existe, tão grande que mesmo olhando para cima o espadachim não veria o topo devido a nevoa que cobria o alto.

Embaixo da arvore, o seu tronco tem uma abertura em forma de triangulo onde alguns nativos entravam e saiam, parecia ser algum tipo de lugar importante, mas o que há dentro só seria avistado entrando lá. Ao Todo, uns dez nativos estavam ao redor de Ah Gou, curiosos entre crianças e idosos. Mas dentre os nativos, uma chamava qualquer atenção; bonita e formosa, uma jovem mulher chegou correndo e abraçou a pequena garotinha.

-Ugabuga! Irmã você viva. Estou muito feliz! Quem salvar ela?- Disse a mulher e o homem nativo de bumerangue apontou para Ah Gou.

-Homem de saia-guerreiro salvar ela!- Disse em resposta o nativo com os braços para cima erguendo seu bumerangue.


Historico do Ah Gou:
 

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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 8 EmptySeg 15 Abr 2019, 05:23






~ RECORDAÇÕES ~

Com uma breve “reunião” entre eu e os nativos, eu era convidado para sair a uma caça a aves, talvez as que Durval estaria procurando, o que me fizera lembrar que Durval poderia ter escutado o grito do espadachim pirata que havia sido decapitado por um dos nativos ali presentes, o que poderia ser perigoso, então, com um graveto, desenhei no chão algumas figuras tentando explicar dos piratas do bando Durval, o que foi entendido, e positivamente os nativos se demonstraram corajosos e destemidos quanto aos piratas inimigos, logo, os acompanhei o caminho de pedras que estavam tomando.

“Se entenderam, menos mal…”

~ SEM RECORDAÇÕES ~

Seguindo os nativos no caminho de pedras, era notável que havíamos chegado em um vilarejo cheio de cabanas de madeira e palha, provavelmente da tribo que conheci a alguns minutos, o que mais me chamou a atenção foi o que tinha no meio das cabanas, uma árvore grande, mas tão grande que não se dava a ver o topo, até porque, uma névoa cobria a partir de uma certa altura “Cacete… nunca vi ou imaginei tal tipo de árvore…” era o que eu pensaria enquanto a admirava ao mesmo tempo que estaria espantado. Ao que olharia, meus olhos desceriam acompanhando o tronco até que notaria uma entrada retangular, onde nativos saiam e entravam “O que será que tem lá? Hhmmm...” pensaria curioso, até que então, alguns nativos aparentemente do vilarejo começavam a me rodear, talvez por nunca terem visto um civilizado ou ser raro aparecer, até que meus olhos bateriam em uma jovem e bonita nativa que me chamaria a atenção, a mesma vinha correndo abraçando a Ugabuga, a mesma a referindo como irmã. “Então elas são irmãs… Interessante.” Então a irmã de Ugabuba pergunta aos nativos que eu estava me tornando amigo que salvou sua irmã, que automaticamente foi denunciado pelo chefe como o responsável por ter ajudado Ugabuga, e logo diria também enquanto minhas mãos cobriam meus machucados ainda - Fui eu que protegi sua irmã, não gosto de homens maus! Eu precisar de cuidados com feridas, machucado da luta por salvar Ugabuga ! - Ridiculamente seria minha tentativa de me comunicar com os nativos, estilo Nós vai nós vem, um estilo meio indígina criado por mim ali na hora baseado nas falar dos nativos.


Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 8 EmptyQua 17 Abr 2019, 14:57


~ NARRAÇÃO ~ AH GOU


Depois de chegar na cidade dos nativos de Torino Kingdom, Ah Gou não perdeu tempo e logo pediu ajuda em relação de seus ferimentos que ainda sangravam apesar de estarem melhores do que a algumas horas atrás. A nativa que vinha abraçando sua irmã ficou de pé e foi até o jovem espadachim de madeixas prateadas; fez uma reverencia a ele de mãos juntas e começou a falar.

-Ser muito grata por homem de roupa estranha salvar minha irmã. Deixe que eu ser boa curandeira e tratar seus machucados. Venha comigo até cabana, me chamo Shayna- Disse aquela nativa de nome shayna, depois se retirou do local juntamente com sua irmã pequena de braços dados.

Andaram na direção de uma cabana que fica logo ao lado onde Ah Gou estaria parado, abriu a cortina da cabana e ficou esperando que o rapaz também viesse junto delas. Lá dentro, caso Ah Gou realmente fosse com elas, ele verá duas camas estofadas de palha e cobertores de pele de algum animal em cima, enquanto que ao lado exite alguns utensílios feitos de barro como pratos e um pilão próximo de frascos cheios de ingredientes desconhecidos.

-Você sentar ali no canto direito que eu curar você agora.- Disse ela com um sorriso no rosto, depois a mulher andou até seus frascos e começava a preparar algum tipo de remédio natural com ervas. Enquanto isso a irmã menor foi ficar saltitando na cama.

Tirando esses acontecimentos nada mais vinha acontecendo naquele lugar, do lado de fora se o espadachim fosse olhar apenas veria que o local na entrada da arvore é bem movimentado com nativos entrando e saindo o tempo inteiro, alguns carregando livros...



Historico do Ah Gou:
 

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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 8 EmptyDom 21 Abr 2019, 01:46






~ RECORDAÇÕES ~

Depois de um combate rápido e sangrento contra o espadachim dos Durval, o qual queria bater e escravizar a criança nativa, e eu não aprovando tal ato, venci o mesmo, assim assegurando a Ugabuga, o homem havia corrido após sua derrota antes que eu o finalizasse, no entanto, a tribo da indígena apareceu surgindo da floresta me cercando e com a cabeça do pirata espadachim.

Com minha simples conversa com termos mais nativos eu havia conseguido me comunicar com eles, logo, gostaram de mim e me levaram para sua aldeia, onde havia aparecido a irmã de Ugabuga.

~ SEM RECORDAÇÕES ~

Com as mãos em minhas feridas (tentando estancar um pouco) que aparentavam melhorar pouco a pouco com o tempo, a irmã de Ugabuga se reverenciava para mim de forma estranha “Parece até uma religiosa…” e logo se apresentou como Shayna. Então pedia a ela para me ajudar com meus ferimentos, o que era aceitável, e logo me chamou para sua cabana na qual seguiu de braços dados a Ugabuga, e eu, apenas a seguiria observando a tudo a minha volta.

Quando entrasse na cabana da Shayna, seria notável duas camas de palha com cobertores de pele animal, e ao lado, itens de barro e frascos com substâncias por mim desconhecidas. - Interessante, nunca havia visto pessoalmente coisas assim antes…- Pensaria alto. Então com as palavras da Shayna, eu seguiria suas instruções, logo, me sentaria tranquilamente no canto direito “Seu sorriso é tão encantador quanto sua beleza.” Sorriria de leve enquanto pensava.

Enquanto ela preparava seus medicamentos e sua irmã se entretia sozinha ali perto eu diria para a nativa - Shayna, mim ser Ah Gou, amigo da tribo, quantos anos você e Ugabuga ter ? Mim ter 17. - Perguntaria curioso por já ser uma curandeira. Por um breve momento em meus pensamentos viria sobre o paradeiro de Abele e Sarata “Espero que eles estejam bem…”

Quando ela viesse com o medicamento para me tratar eu aguentaria a dor caso sentisse e diria de qualquer forma olhando em seus olhos com um leve sorriso e tentando manter postura - Obrigado Shayna! Você ser bonita e boa curandeira! - Daria uma pausa e logo perguntaria curioso - Por que vocês odiar aves ? Aves assassinas ? Aves ser inimigas ? Vocês ter outros inimigos ?- Não ligaria de ajudá-los a caça-las, mas quando mencionaram “malditas aves” me deixou curioso do porque malditas. Estaria com meus ouvidos atentos a qualquer sinal de confusão fora da cabana já que os Durval poderiam atacar a aldeia a qualquer momento. Minha intenção naquele momento seria descobrir mais sobre a vila pela Shayna.


Histórico:
 

Objetivos:
 



OFF:
 




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- Fala -                                         "Pensamento"                                          Sonho/Pesadelo

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Ling Tian
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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 8 EmptyDom 21 Abr 2019, 16:45


Despertar


Os olhos de Ling Tian se abririam diante do brilho que recaía sob suas pálpebras enegrecidas pela insônia e a desidratação da sua viagem absurda em busca da sobrevivência, seus globos oculares caídos e melancólicos teriam o primeiro vislumbre do ambiente ao seu redor naquele momento. Sol, Lua, Chuva, Calor, Frio. Ele realmente não se importava com o que estava acontecendo ao seu redor, só um único impulso de viver o movia naquele momento e sua respiração frágil aos poucos se tornaria mais concentrada de forma forçada pelo espadachim.

Reuniria as forças que lhe restavam e se ergueria do chão vagarosamente, rolaria o corpo para a esquerda e ficaria meio de bruços, apoiaria o tronco com ajuda dos cotovelos e os joelhos, ficando em uma posição quadrúpede, e se ergueria vagarosamente com ajuda dos mesmos.

Os pés cansados pisariam sob a praia da ilha enquanto o rapaz observaria tudo ao seu arredor, surpreso, atento e ainda por cima repleto de receio e tristeza tudo isso devido a perda de seu bem mais precioso.

Enquanto observava a cena do seu Clã sendo destruído se desenrolava dentro de sua cabeça. Chamas, Destruição, Massacre e tudo que se tem direito em uma revolução, a queda do Clã Ji foi o nascimento de Ling Tian, e ele sabia disso, mas não conseguia ficar sem sentir algum receio, afinal, o seu mestre o havia tratado muito bem e inclusive permitiu que ele fugisse com vida da catástrofe, até o presenteou com sua Lâmina de Corte Universal, Dao Ji Tian. Porém em meio a terrível tempestade que o trouxe a esse lugar ele perdeu tudo, até esse item que ele tinha jurado proteger.

Avoz repleta de rouquidão reverberaria da boca seca de Ling.




-Onde estou? Onde está ela?..-



Seus globos oculares cansados deslizariam de um lado para o outro, até onde eram capazes de enxergar devido a dificuldade de mover todo o torso para observar o máximo de direções possíveis. Eles procurariam desesperados pelo Sabre Dao do espadachim, presente de seu mestre, Dao Ji Tian.

Caso não o encontrassem em meio aquele lugar, eles realmente se inclinariam para baixo ainda mais melancólicos do que antes.

Por fim o rapaz começaria a caminhar em direção ao centro da ilha, seus passos eram lentos e pesados, parecia que ele caminhava com uma pedra enorme sob suas costas curvadas para frente, os braços se cruzaram ao redor do torso como se ele estivesse dando um abraço em si mesmo e sua cabeça ficou levemente inclinada para baixo, com exceção de seus olhos que se ergueram como lanças e agora estavam apontados para a frente com um objetivo que criava raízes em sua mente.




-Se eu a perdi, preciso encontrar-la.-



Murmuraria consigo mesmo e continuaria a caminhar, por fim sendo afetado pelo que já lhe assolava a muito tempo, a fome e a sede da sua angustiante viagem.

Procuraria pelo primeiro sinal de existência humana, e quando encontrasse se aproximaria, quando chegasse na pessoa Ling Tian olharia para ela nos olhos e diria com sua voz rouca.



-Preciso. De. Ajuda...-



Falaria vagarosamente, como se gastasse bastante energia ao falar e depois de respirar profundamente, repleto de mágoas e franzindo as sobrancelhas melancolicamente, continuaria.


-Uma tempestade, perdi meu Sabre e toda a comida e bebida...-



Ling já era um rapaz que não costumava falar muito, ele fazia o que podia para encurtar suas palavras o máximo possível, inclusive, sintetizar suas frases.

Ele esperaria que a pessoa lhe desse alguma ajuda, e se ela o ajudasse ele a seguiria e aceitaria sua comida e bebida sem pestanejar muito, afinal, na situação atual de Ling Tian ele não tinha muitas opções.

Porém se a pessoa o ignorasse completamente ele apenas tentaria memorizar o rosto da pessoa e então prosseguiria seu caminho em direção ao centro da ilha, continuando a procurar por vida.
Objetivos escreveu:

[] - Me alimentar. Dat Beard
[] - Conseguir um Sabre Dao.
[] - Derrotar uns caras. (De preferência maus, aqueles que já fizeram muita merda na vida.)
[] - Derrotar um boss. (De preferência mal, daqueles que já fez muita merda na vida. Eu não ligo para o grupo dele, pirata,agente,marinheiro, tanto faz.)
[] - Adquirir recompensa e fama. Dat Beard
[] - Encontrar o Ah Gou e semear o bom karma.

Histórico:
 
[/quote]

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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 8 EmptyTer 23 Abr 2019, 16:37


~ NARRAÇÃO ~ AH GOU


Os ferimentos do jovem espadachim Ah Gou foram tratados assim que ele adentrou a cabana de Shayna e lá ficou conversando com ela. O rapaz tinha interesse em saber algumas informações dos nativos, como idade e também a razão por trás deles temerem os pássaros que lá vivem.

Shayna que ainda vinha arrumando os machucados do garoto, de certo colocando as bandagens improvisadas com folhas, olhou para ele e começou a responder suas perguntas. -Eu ter dezesseis anos e minha irmã ter oito anos, obrigada por salva-la!- Disse ela como se já estivesse esquecido de agradecer ou simplesmente achasse que ainda não agradeceu o suficiente. Depois a garota ficou de pé encarando a entrada de sua cabana.

-Pássaros gigantes não gostar da gente, eles atacar por nós viver embaixo da arvore e tentar escalar ela! Eles viver no topo da arvore.- Disse Shayna ao concluir suas falas em relação dos animais voadores que convivem com os nativos em Torino Kingdom. Quase que de forma coincidente, um estrondoso som de grunhido pairou sobre suas cabeças, e os gritos dos nativos do lado de fora foi escutado, pareciam em panico com alguma coisa.

Shayna abriu a cortina da entrada de sua cabana para saber o que vinha ocorrendo e de dentro da cabana o espadachim Ah Gou podia ver uma enorme sombra de pássaro passar sobre as cabanas logo a frente da que estava. Caso saísse para fora veria sem duvidas a enorme criatura responsável por aquela sombra, um pássaro de penas coloridas que estava furiosa por algum motivo desconhecido.

Os nativos pegavam suas lanças e tentavam se defender como podiam. -Reia! O grande pássaro líder... Mas ela não atacar sem grande motivo a gente. Então por que?!- Disse Shayna transtornada e assustada com sua irmã pequena abraçada em sua perna. Aquele oponente parecia ser demais para Ah Gou, mas somente ele poderia decidir o que fazer em tal situação...

~ NARRAÇÃO ~ Ling Tian

Acordado as margens sul da ilha de Torino Kingdom está Ling Tian, um homem que buscava saber de seu paradeiro atual, mas tudo que poderia ver atrás dele é o vasto mar que vez ou outra batia suas ondas contra alguns rochedos que por ali também estão. Sua busca por algum objeto precioso acabou não levando a nada e com isso decidiu ficar de pé para dar inicio a sua aventura naquela estranha e nova ilha.

Começou assim uma caminhada rumando para as arvores logo em sua frente, uma vez que não havia nada mais em seu caminho do que arvores e plantas em geral, e por um bom tempo seria assim. Isso sem duvidas dar margem para ele concluir que se encontra em uma ilha florestal com seu clima tropical predominante, tendo tanto sol quanto umidade em alguns pontos.

Seguiu sentindo fome e sede; até que avistou dois homens barrigudos com roupas de cozinheiros carregando arrastado um pássaro. Piava em desespero aquele animal, que mal tinha penas no corpo e aparentava ser um filhote, apesar de ter metade da estatura de um homem adulto quando comparada com os cozinheiros que o arrastavam em uma rede.

-Comida para nós, irmão!- Disse um dos cozinheiros. -Sim, comida para nos deixar gordinhos e o capitão Durval também, irmão!- Disse em resposta para o primeiro o outro cozinheiro. Estavam babando pela boca e pouco importavam com a presença de Ling ali. Em suas cinturas haviam facões, um para cada. Parece que o desejo de obter comida de Tian havia sido realizado, mas será que os cozinheiros dividiriam o pobre pássaro com ele? Isto é, se fosse sua intenção também comer aquele filhotinho...      

NPCs da Trama:
 



Historico do Ah Gou e Ling:
 

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