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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O poeta errante

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MensagemAssunto: O poeta errante   O poeta errante - Página 5 EmptyQui 26 Jul 2018 - 0:16

Relembrando a primeira mensagem :

O poeta errante

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Sarata Mantori. A qual não possui narrador definido.


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Ah Gou
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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 5 EmptyDom 2 Set 2018 - 21:41






~ RECORDAÇÕES ~

Eu tentava me "socializar" com o cachorro para ver se era dócil. Colocava minha mão sob o animal que me lambia em resposta e soltava alguns latidos como de costume, o que também me atrapalharia. Mas minha tentativa de fazer o animal recuar não parecia funcionar muito bem, pois o cachorro continuou me seguindo até chegarmos no beco. Lá, encontrei uma mulher de cabelos loiros acocorada no canto da parede, com uma mão ao seu lado, ela parecia triste, apesar de lágrimas não estarem em evidencia.

A mesma me perguntava algumas coisas como meu nome, se eu era pirata, se tinha recompensa, e apresentava ser uma possível espadachim e única pessoa ali no lugar. Sarata já não estava a minha vista e a mulher loira estava tentando se preparar para um ataque a qualquer momento.

~ SEM RECORDAÇÕES ~

Abriria um sorriso falso como de costume e ficando atento a qualquer movimento ofensivo da mulher responderia suas perguntas olhando em seus olhos - Não sou um pirata e não tenho recompensa, fugi da minha ilha a 3 dias, eu vim para cá atrás de aventuras desconhecidas. E claro que tentei andar na surdida, mesmo com um cachorro, é melhor me garantir uma hora dessas, se gostou dele, pode fazer carinho, ele é dócil. "Assim espero...Ao menos comigo foi." Aliás, um espadachim de Quimono passou por aqui seguindo adiante né ? Ah, qual seu nome afinal ? - Já que ela não se apresentou e já perguntou sobre mim, não era confiável dizer meu verdadeiro nome.

Se ela fosse sacar a espada e eu estive a menos de 1 metro dela, apenas tentaria segurar seu braço o qual ela estaria a sacar a espada impedindo que ela conseguisse sacar completamente a espada e a outra mão seguraria seu outro braço tomando cuidado com as pernas dela para não me chutar.

Se ela fosse sacar a espada e eu estive a mais de 1 metro dela, correria dela afastado da mesma seguindo em direção ao Sarata, e não deixaria o cachorro para trás.

Se ela não fosse sacar a espada a final das contas, apenas continuaria a conversar.

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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 5 EmptyTer 4 Set 2018 - 0:29


~ NARRAÇÃO ~ SARATA MANTORI

O primeiro encontro entre os dois oponentes não foi promissor para nenhum dos dois, mas essa situação estava prestes a mudar. Com o revelar de sua proteção corpórea, Cain estava mais que confiante em sair vitorioso e com um largo sorriso de ponta a ponta do rosto seguiu em sua nova investida contra Mantori.

Este que manteve sua katana junta ao corpo no aguardo da aproximação de Cain para tomar uma reação, e assim que o momento oportuno chegou colocou sua katana contra a espada do outro caçador. O som do encontro entre as armas de metal soou alto e algumas faíscas deram o ar da graça saindo das armas.

Em sequência ao seu movimento Mantori foi para a direita de Cain, girando sua katana na horizontal até que a mesma fosse de encontro a perna do oponente. O sangue espirra na beira da praia, e um corte superficial é visto na perna de Cain. Reagindo e tentando realizar de imediato sua vingança o antagonista balança sua espada contra Sarata, este que já vinha afastando seu corpo para retomar a base para um novo golpe e não chegou nem perto de ser atingido.

Aproveitando a oportunidade, Mantori seguiu agora visando golpear uma das mãos de Cain, este que recuou a mão até o tórax e com a outra colocou sua espada para bloquear o ataque, novo som de metal se chocando foi escutado. Mas o trocar de golpes na peleja não havia cessado naquele momento, já que com a espada bloqueada de Sarata, Cain aproveitou para revelar outra de suas artimanhas.

—Talvez entendesse minha situação se também tivesse vindo das ruas, voltar a ser pobre não é uma opção. Aliás, foi nas ruas que aprendi a brigar antes de empunhar uma espada.—

Voltou a movimentar o braço recuado, desta vez na direção da face de Mantori no curto tempo que estava bloqueando a katana e o atingiu em cheio no nariz. Uma leve escorrida de sangue então surgiu saindo das narinas do espadachim, Cain então recuou alguns passos na direção de sua embarcação para começar um longo discurso.

—Me diga, o que moveu um homem com tais virtudes vir me confrontar? Se é por causa daquela idiota que não passa de um peso morto, pode ficar com ela! Apenas mantinha Abele por perto para casos como esse onde poderia trocar as virtudes que ela tem entre as pernas por minha sobrevivência. Se não fosse ela a navegadora eu já teria partido sozinho! Mas caso dê meia volta podemos seguir cada qual seu rumo, o que me diz?—

~ NARRAÇÃO ~  AH GOU O LADRÃO DE GALINHA

Ainda no beco, dois até então estranhos conversavam, um deles é Ah Gou e seu novo companheiro o cachorro dos dojos. Ao deparar-se com a mulher o fazendo questionamento logo foi direto ao que interessava, falando sobre não ser um pirata, de o cachorro ser manso, perguntando sobre o paradeiro do outro espadachim e até mesmo perguntando o nome daquela loira. Com uma certa tranquilidade ela retirou sua mão da espada que carrega na cintura e ficou plenamente de pé.

—Bom saber que não é um pirata, apesar das atitudes estranhas. Vejo que procura o Sarata, ele foi em direção a praia naquela direção— E apontou com o braço, depois o recolheu —Me chamo Abele, uma caçadora de recompensas.—

A loira sacudiu suas vestes tirando a sujeira que ali tinha e seguiu caminhando na mesma direção a qual havia apontado anteriormente. O cachorro deitou aos pés de Ah Gou soltando alguns latidos e depois ficou de quatro patas novamente ao ver Abele sair andando, começou a seguir aquela mulher de perto.

—Caso queira me acompanhar estou indo para lá nesse exato momento, mas acho que podemos acabar nos envolvendo em algo perigoso. Você que sabe—
                          


Historico do Sarata Mantori:
 

Historico do Ah Gou:
 

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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 5 EmptyQui 6 Set 2018 - 16:14


XVII - DENTE POR DENTE

Olhei para a mancha de sangue presente na areia por um lapso de tempo. Traguei uma saliva seca e me coloquei de prontidão. Passei a palma da mão sobre o meu nariz, buscando sinais de sangue. O local estava um pouco dolorido, algo tolerável. — Belo golpe. — Falava ordenando o meu corpo com a base inicial, erguendo a minha katana com ambas as mãos contra o meu adversário. — Aprecio o seu esforço pelo combate, mas podemos notar que com espadas eu levo uma certa vantagem já que a minha vida foi voltada inteiramente para o aprendizado dessa arte. — Arregalei os olhos e liberei um sorriso aliviador, uma forma rotineira que utilizava para diminuir a tensão do combate.

Ouvi as palavras do sujeito com certo repúdio. Algumas coisas passavam batidas, entrando pelo ouvido e saindo pelo outro mas neste caso não. Minha feição mudou para algo que beirava a hostilidade no momento em que firmava os meus pés no chão e tencionava os meus pulsos. — Desde o princípio eu suspeitava que você era um merda. Pelo visto acertei! Não passa de um ser desonrado e covarde. Não tem conversa nem acordo com você. Apenas um de nós sairá dessa ilha. — Terminei minhas palavras acelerando o passo que se tornaria uma explosão de fúria. Meus golpes de agora em diante seriam mais contundentes em pontos dessa vez vitais.

Armazenei em minha cabeça os pontos importantes sobre o combate em questão. Não poderia me dar o luxo de limitar o combate ao encontro de espadas pois Cain tinha um bom conhecimento sobre luta de rua e isso seria complicado. Eu não abriria espaço para que ele entrasse dentro do meu raio, algo próximo a 1 metro de distância. Para isso manteria a minha katana o mais longe possível do meu corpo, esticando os meus braços e sempre apontando-a em direção ao meu alvo. Me manteria nessa posição a quantidade de tempo necessária para encontrar uma brecha em sua base. Ao notar o seu descuido ou despreparo, soltaria a mão esquerda do cabo da katana e a trazia para o lado do meu ombro com a mão direita. Com a espada ao meu lado faria um largo passo para frente, inclinando o joelho que assumia a liderança e rasgaria o meu adversário em um corte horizontal com o máximo de força possível. Na altura em que eu estava o alvo a vista seriam as suas pernas, e já que uma das mesmas estava levemente danificada seria uma boa proposta para conseguir neutralizar o Cain.

Seria um golpe preciso mas longo, o que poderia significar dar uma abertura para o meu adversário. Para isso eu apenas me impulsionava para o lado direito e rolava pelo chão, no máximo duas vezes, até poder estar seguro suficiente para ficar de pé e estabilizar a minha base. Respirava profundamente. Repetiria o movimento quantas vezes fosse necessário, até alcançar o meu objetivo. Eu seria sorrateiro em certos momentos. Visando que este não era mais um combate sobre princípios e sim por puro instinto de sobrevivência. Todas as vezes que eu rolasse pelo chão agarraria com a mão livre algo de areia no chão e as jogaria sobre os olhos do meu adversário, buscando cegá-lo momentaneamente. Se funcionasse apenas repetiria a investida e o cortaria, dessa vez com mais facilidade por Cain estar de certa forma incapacitado.


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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 5 EmptySex 7 Set 2018 - 18:42






~ RECORDAÇÕES ~

Com a troca de conversa com a mulher loira, a mesma já dizia conhecer Sarata e estar atrás do mesmo "Ué, ela estava parada aqui com uma afeição de alguém triste, estranho..." Ela também largava a espada demonstrando estar tranquila ao saber que eu não sou pirata, ao menos não falei que provavelmente serei um pirata futuramente.

A bela mulher se chamava Abele, talvez fosse confiável, talvez não, quem sabe ? O mundo atual que vivemos não é confiável. A mesma me entrega informação dizendo ser caçadora de recompensa e que Sarata estaria na praia, ela tomou iniciativa do caminho sem esperar minha resposta, no entanto, o cachorro reagiu estranhamente e logo a seguiu "Merda, preciso ir para proteger o Bill..."

Então o que eu não esperava, ela me diz que vai se envolver em encrenca "Encrenca? Sarata em encrenca então talvez ... Não vou deixar de mão o Sarata, ainda preciso terminar uma conversa com ele ..." Abria um sorriso.

~ SEM RECORDAÇÕES ~

Seguiria Abele por trás próximo a ela tendo visão da mesma e do cachorro - Por que teria encrenca ? O que Sarata se meteu ? -  Manteria a concentração na proteção dos dois, afinal, não conhecia a garota, e havia gostado do cachorro, seria legal ele como mascote em minhas aventuras, e quanto Abele, ela poderia querer se aventurar comigo também, até porque procuro companheiros para isso.

Ficaria atento a qualquer coisa que aparecesse diante de nossos olhos em relação a encrenca, ataque surpresa, etc, mas ai, me veio a cabeça uma questão que sem pensar perguntaria a ela - Como sabe da encrenca ? Você sabe sobre os envolventes e o assunto ? - Esperaria a resposta a fim de entender o que esta rolando.

Histórico:
 

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- Fala -                                         "Pensamento"                                          Sonho/Pesadelo

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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 5 EmptySab 8 Set 2018 - 20:51


~ NARRAÇÃO ~ SARATA MANTORI

O As palavras fortes que Mantori deixou sair apenas expressam sua indignação contra Cain e de que não deixaria ele ir facilmente. “Já que vai ser assim, é bom que você esteja pronto para ficar nessa ilha, de preferência a alguns palmos abaixo do chão!” Respondeu Cain com um olhar aterrador e fazendo o famoso gesto de cortar pescoço com o dedo.

Depois Cain ficou em uma postura ofensiva com a espada apontada para Sarata, enquanto que este deixou sua Katana afastada para ter uma boa distância do oponente. Uma corrida teve início por parte do loiro em direção de Mantori, ele vinha soltando um sonoro grito de combate sem nenhum significado, erguendo assim sua espada para golpear o espadachim.

Sua velocidade é de certa forma previsível, pois a cada passo que dava sangue escorria do ferimento sofrido, mas ele parecia não estar importando tanto assim com tal fato. Já preparado para o que pretendia fazer, Sarata levou sua katana para o lado do ombro direito e desferiu um rápido e preciso golpe visando acertar a até então perna ferida de Cain. este que esquivou no último instante e continuou levando sua espada ao encontro do corpo de Mantori, que rolou no chão escapando por alguns fios de cabelos que foram cortados e voavam ao vento.

Depois pegou um amontoado de areia e jogou na face de Cain. Poderia não ter surtido muito efeito, se não fosse o fato de que era areia da praia e possui sal em sua mistura, o que fez o loiro lacrimejar de tão sofrido que foi. Aproveitando a oportunidade que surgiu, Sarata o cortou na perna, Cain perdeu seu equilíbrio totalmente e foi de encontro ao chão. arrastava-se para trás utilizando da perna boa e do braço livre, enquanto apontava sua espada na direção de Mantori com a outra mão. “Merda, me chamando de covarde e depois usa um truque sujo desse? Apenas morra! Morra!” Esbravejava Cain.                      

~ NARRAÇÃO ~  AH GOU O LADRÃO DE GALINHA

Ah gou decidiu no final ir com aquela mulher e o cachorro. E no meio do trajeto que faziam, decidiu questionar um pouco sobre os problemas que poderiam estar por vir. Abele demonstrou um singelo sorriso que sumiu rapidamente antes de começar a falar.

“Acredito que duas pessoas que deveriam ter sido companheiras estão tentando se matar. E o problema é que gosto dos dois.” Disse ela, e depois de mais uma curta caminhada eles já podiam avistar a praia. Uma escuna foi a primeira coisa que Ah Gou viu, a escuna que é um barco simples para rápidas viagens em seu uso.

Logo que deram mais alguns passos, também foi visto próximo de onde estava o barco duas pessoas, uma delas é Sarata Mantori de costas e a outra um loiro caído e se arrastando para trás poucos metros a frente. Abele então começou a acelerar o passo, seguida do cachorro que parecia apenas estar se divertindo ao deixar sua linguá de fora e correr ao vento.


Historico do Sarata Mantori:
 

Historico do Ah Gou:
 

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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 5 EmptyTer 11 Set 2018 - 13:58


XVIII - COMPAIXÃO

Observei o sujeito se rastejar por algum tempo enquanto eu limpava aquilo que viria a ser um rastro de suor, presente entre os pelos da minha barba rala. Era uma cena deplorável, mas digna de um sujeito daquele nível. — Você se desonrou no momento em que tratou sua irmã, sangue do seu sangue, com tais palavras. Você quem trás de baixo das vestes uma armadura ardilosa. Eu apenas segui o fluxo da sua própria armadilha e agi conforme as regras impostas por você. — Falava caminhando lentamente a encontro do rapaz. — Não irei matá-lo. A não ser que você queira isso! — Me aproximava com cautela e alerta a qualquer artimanha. Se o Cain não reagisse eu apenas me aproximava do seu corpo e agarraria firmemente com a mão livre a sua espada, buscando certificar a minha segurança, jogando-a para longe do local. Se ele se mostrasse firme o golpearia no rosto com o punho direito apenas para tranquilizá-lo.

Caminharia sem dar as costas para o meu adversário e buscaria sentar, ainda olhando para ele. — Pouparei a sua vida dessa vez. Não tem porque matá-lo aqui e agora. — Falava ordenando a minha katana sobre o meu colo. Eu a limpava com certo cuidado colocando-a entre as minhas vestes antes de guardá-la na minha bainha, isso sem tirar os olhos do rapaz que repousava. — Você vai ficar nessa ilha. Em troca da sua vida eu levarei o seu barco para poder recolher a minha recompensa em alguma ilha próxima. Farei questão de que a sua irmã me acompanhe, caso ela queira. Ela merece ser tratada de forma digna! — Terminava minhas palavras observando a aproximação dos sujeitos. Era Abele e o prisioneiro de cabelos prateados. Me coloquei de pé para aguardar a chegada e as palavras da dupla, ainda com a atenção voltada para o Cain.

— Que bom que chegou, Abele. Estava resolvendo alguns assuntos com o seu irmão e parece que encontramos um acordo. — Faria uma pausa para olhar a reação do meu até então adversário. Retornaria o diálogo com veemência. — Estarei saindo da ilha para poder recolher a minha recompensa. Para isso irei utilizar o barco do seu irmão! Antes irei falar com Korra, uma conhecida minha, para pedir uma recomendação/certificação sobre a captura do pirata realizada por mim. Após isso estarei partindo. — Olharia fixamente nos olhos da mulher. — Gostaria de saber se você quer se juntar a mim. Dou a minha palavra que irei te proteger e te ajudar no possível e impossível. Fica a seu critério trilhar um caminho comigo ou seguir com isso que você chama de “irmão”. — Terminaria olhando para o rapaz de madeixas prateadas.

— E você rapaz. Se veio para duelar comigo peço que espere um certo tempo pois estou em meio a assuntos importantes. Se quiser pode ficar com aquela espada pois vejo que você não carrega uma. — Terminei as palavras apontando para a espada do Cain que estava jogada a alguns metros de distância. Aguardaria o desenrolar da situação com paciência e em alerta pois ainda estava com os instintos ativos revelados no combate recente.


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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 5 EmptyQua 12 Set 2018 - 6:14






~ RECORDAÇÕES ~

Com a minhas perguntas a Abele, ela respondia já de forma que dava a entender um pouco a explicação de seu notável e muito breve sorriso, ela poderia vir a se alterar com o encontro caso realmente estivesse um problema entre tais pessoas que ela gosta como a mesma mencionava. O Bill parecia estar apenas curtindo o "passeio" andando ao lado da Abele, ele mesmo sendo cachorro, era o único que poderia vir a me "importar" no momento já que sua lambida demonstrou confiança em mim ao meu ponto de vista.

Um pouco depois, estávamos chegando perto da praia onde era notado uma escuna "Piratas ? Será ?" Então ao nos aproximarmos via duas pessoas, uma parecia ser Sarata, a outra provavelmente seria o conhecido de Abele, pois a mesma começou a apertar os passos seguindo em direção aos dois.

~ SEM RECORDAÇÕES ~

Apertaria meus passos também a fim de acompanhar Abele por trás, se ela reagisse ofensivamente contra qualquer um apenas a seguraria a fim de não deixa-la se envolver. - Sarata, finalmente te achei, vim porque talvez você possa precisasse de ajuda e você pudesse me ajudar, me chamo Ah Gou a final. - Então olharia para o cara caído "O que será que esse cara fez?" Avistaria a espada próximo ao homem caído, então me direcionaria cautelosamente até a mesma para pega-la - Se você perde uma luta, só aceite... - sussurrei, mas se fosse impedido de pegar a espada, ou atacado de alguma forma, esquivaria pegando distância suficiente para não ser atingido.

Olharia para Abele e falaria - Acho que posso finalmente saber sobre o que se trata realmente este acontecimento, a final, se estou junto, de alguma forma acabei me envolvendo. - o que para mim poderia ser preocupante, já que como são as duas pessoas que ela gosta, não saberia se Abele fosse atacar Sarata por derrotar o outro cara, ou me atacar por pegar a espada do cara derrotado, então olharia para Sarata e falaria - Acho que duas fontes da mesma informação poderia ser mais útil, poderia me explicar o que esta acontecendo? - Logo minha atenção voltaria a procura do cachorro mesmo que atento aos movimentos da Abele, Sarata e do homem caído.

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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 5 EmptyQui 13 Set 2018 - 14:56


~ NARRAÇÃO ~ SARATA & Ah Gou


Aquele embate chegou ao fim, não existia forma alguma de Cain voltar a virar a situação em seu favor, não que ele tenha deixado de pensar em algo assim. Tudo que ele podia fazer agora era resmungar sobre as palavras de Mantori para com ele.

-Eu… Não quero morrer. Faça o que achar melhor ou pior - Desdenhoso ele falou virando seu rosto e avistando sua irmã - Abele! Vamos, puxe sua espada e o acerte!

Mas Abele apenas abaixou a cabeça e colocou a mala de Cain ao lado dele, depois foi para o lado em que Sarata se encontrava, bem como o cachorro que lhe acompanhava.

-Acabou, chega desses joguinhos. É melhor para você que nos separamos, sou grata por ter cuidado de mim até aqui, mesmo que fosse grosseiro e ditador. -Disse ela limpando algumas lágrimas do rosto.

Ah Gou foi até a espada de Cain que estava caída na areia da praia e a pegou para si, ele fez uma breve apresentação de quem era e questionou Mantori sobre o que estava ocorrendo naquele local, já Sarata estava mais preocupado se Ah Gou seria seu próximo adversário. Até porque era difícil imaginar a razão do rapaz ficar seguindo outro espadachim ao invés de buscar seus próprios objetivos…

-Vou com você, Mantori. Então, err… O que devemos fazer a seguir? vai até Korra? Não acho que ela posso ser de grande ajuda sobre sua recompensa, ela é uma lutadora importante da ilha apenas. Estarei entrando no barco, como navegadora devo ver se tudo está correto para navegar-

E erguendo sua saia até os joelhos para não molhar, a loira foi até o barco. Já seu irmão, depois de ter retirado um curativo da mala e aplicado em si mesmo, “sim é seu ofício ser médico”, saiu caxingando em outra direção.

-É bom que vocês não virem piratas algum dia, pois farei questão de caçá-los um a um! Inclusive esse rapaz que roubou minha espada!- Foram suas últimas palavras ditas já de uns dez metros.



Histórico dos Players:
 

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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 5 EmptyQui 13 Set 2018 - 17:40


XIX - ALIANÇA

Olhei aquele que viria a ser o último diálogo entre aqueles dois irmãos, até então inseparáveis. Pude compartilhar um pouco da dor daquela mulher ao se distanciar do seu irmão. Talvez fosse o mesmo sentimento que senti ao perder a minha família naquele maldito ataque. A minha intenção naquele momento era de abraçar aquela mulher o mais forte possível, mas hesitei no primeiro passo, permanecendo em meu local com o peito estufado e um olhar sobressalente tentando esquecer as fortes imagens que vinham em minha cabeça.

— Ah Gou? Que nome peculiar. Não sei se este assunto lhe convém mas já que está me seguindo a tanto tempo merece alguma explicação. — Voltava o meu corpo em direção ao sujeito de cabelos prateados e continuava a falar. — Sou um iniciado caçador de recompensas e me aliei com esses irmãos, que também são caçadores, para poder conseguir alguma grana. Infelizmente o sujeito que encontra-se rastejando no solo, chamado Cain, tentou me dar um “golpe” e iria abandonar a ilha sem acertar as dívidas comigo. Resultado: terminou assim! — Apontei ligeiramente com o dedo indicador em direção ao sujeito que resmungava tentando ficar de pé, fracassando na tentativa. Voltei os olhos em direção a Abele e passei algum tempo admirando-a ao ouvir que ela se juntaria a mim.

— Irei lhe proteger com a minha vida, Abele. — Falava com certa debilidade mas de forma precisamente firme. Eu estava comovido, era a primeira mulher sã que vinha até mim com tamanha disponibilidade e querendo ou não aquilo aflorou os meus instintos masculinos. Coloquei a mão direita involuntariamente sobre o ombro da mulher para poder criar uma certa intimidade e segui com o diálogo. — Devo falar com Korra. Independente da sua classe ela me ajudou em um momento crítico, preciso revelar que estarei deixando a ilha e resolver alguns assuntos. Mas se você quer ir para o barco verificar a situação tudo bem, eu não irei demorar! — Retornei os olhos em direção ao sujeito de pelo prateado para fazer-lhe uma proposta. — Ah Gou, não sei quais são as suas intenções, seus objetivos, muito menos quem você é. Mas se lutar é o que você deseja pode vir com unhas e dente, posso estar um pouco fatigado mas continuo aquecido. Caso contrário, junte-se a mim! Na realidade, junte-se a nós. — Terminava disponibilizando um sorriso para o rapaz. Estaria disposto a reagir conforme a resposta do sujeito.

A jovem mulher caminhava apressadamente em direção a Escuna erguendo a sua saia com cautela. O tempo do diálogo foi suficiente para que Cain estivesse longe de nós, resmungando algo que eu não consegui identificar. O deixaria ir sem problemas pois dificilmente ele retornaria para o local. Olhei para o céu com os olhos semicerrados para evitar a entrada do intenso brilho da estrela maior e respirei profundamente enquanto colocava as palmas das mãos unidas, levando-as ao centro do meu peito, demonstrando sinal de gratidão pelo resultado daquela disputa. Eu estava contente com o meu avanço tanto físico quanto mental e aquilo merecia uma recompensa. Passei alguns minutos nessa posição de quietude, apenas respirando e sentindo a voz do meu corpo. Logo retornei à “órbita” e segui com o fluxo. Me dirigi até Ah Gou para pedir-lhe um favor, caso ele tivesse aceito a minha proposta anterior. — Ah Gou, creio que você não poderá retornar ao Dojo, aparentemente você está foragido, não é certo? Se for essa a situação peço que você acompanhe Abele! Creio que você seja capaz de proteger uma mulher, verdade? — Faria uma breve pausa proposital e retornaria com o diálogo. — Você precisa de alguma coisa ou esqueceu algo no Dojo? Irei até lá resolver algumas coisas e posso tentar aliviar a sua barra. — Aguardava a resposta do rapaz para poder partir.

Notei a presença de um cachorro similar. Aquele parecia ser o cachorro do Dojo, o pequeno Tobb. Coloquei em prática as minhas habilidades como Domador para atrair a atenção do cachorro. Ao se aproximar, faria algumas carícias e o deixaria brincar entre as minhas pernas. Com tudo nos conformes partiria em direção ao Dojo. A idéia era simples: Eu iria ao encontro de Korra e a pediria um certificado sobre a caça do pirata, algo escrito a mão ou alguma prova circunstancial apenas para não chegar no QG de mãos vazias e garantir a minha suada recompensa. Caminharia rápido e com atenção sobre o caminho e as proximidades, sempre com a mão sobre a bainha da minha katana.



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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 5 EmptySab 15 Set 2018 - 2:40






~ RECORDAÇÕES ~

Ao descobrir o que o cara que era irmão de Abele era na verdade um canalha e mais ainda com a própria irmão, apertava a base da espada juntamente com minha cara fechada demonstrando um sentimento ruim, desprezo assim poderia ser. - Se esse cara não for embora de uma vez, eu juro que o mato ! Família não se trata dessa forma ! - Respirava fundo a fim de me acalmar. "Se meu pai ainda tivesse vivo, com certeza já teria matado esse cara só pela raiva..." então o canalha volta a dizer sobre caso nos tonemos piratas nos ameaçando - Faço questão que venha nos procurar, mas particularmente dizendo, adoraria te arrebentar na porrada ! - No entanto o cara já estava indo embora e Abele já estava indo para o barco. Até então deu a entender que Sarata precisaria voltar ao Dojo, o que o mesmo poderia vir a me ajudar.

~ SEM RECORDAÇÕES ~

Então finalmente conseguiria explicar a Sarata algumas coisas, então diria para ele com um sorriso - Então Sarata, eu disse que preciso de sua ajuda, por isso vim te procurar, eu fui preso na mansão porque vi você indo ferido acompanhado de uma mulher até o dojo, resolvi seguir vocês já que havia ficado preocupado, e o fato de eu não conhecer a ilha e como é a segurança da mesma, entrei escondido passando pelos guardas até que um maluco apareceu do nada me nocauteando dizendo ter sentido meu cheiro, apareci naquela árvore e quando fui ver, haviam pego minha espada que havia comprado a dois dias e meus 20 mil berries... Se puder de alguma forma pegar para mim, agradeceria, e aliás, que bom que tem um barco aqui, quero me aventurar pelos mares a procura do One Piece e realizar o sonho do meu pai, que seria fazer isso com Nakamas, que tal se juntar nessa aventura comigo ? Aliás vejo que você é um espadachim, poderíamos treinar toda vez que quisermos hahahaha  Enquanto você vai lá resolver o que você precisa resolver, ajudo Abele a arrumar o barco, aproveito e vasculho para ver se tem algo de valor... E não se preocupe, tomo conta dela e do barco! -

Logo seguiria pela água seguindo Abele enquanto puxaria conversa com ela, logo diria - Abele, sei que sua história não é da minha conta, mas posso dizer que sei que ele não foi um bom irmão, família trata bem família, aprendi isso até o último dia de vida do meu pai que morreu a poucos anos, minha mão morreu ao que eu nasci, mas pelo convivência com meu pai, aprendi a valorizar a família e amigos, e uma vez meu pai me contou que ele não teve família de sangue, mas seus nakamas de seu bando eram sua família, sim, meu pai era um pirata, mas resumindo o que quero dizer, talvez você pense que ele é sua única família e coisas assim, mas na verdade, família é quem você se importa e que se importa por você, não necessáriamente de sangue... E se me der essa oportunidade, gostaria de se tornar ao menos seu amigo. -

Com aquela conversa, meu rosto demonstraria que eu estaria triste de lembrar do meu pai, algo que eu não poderia deixar me abalar, preciso sempre aparentar estar sério, precisando focar nos meus objetivos, então diria a Abele enquanto apertaria os passos para chegar logo no barco - Abele, teremos muito tempo para conversar, mas preciso que me instrua no que quer que precise que eu faça no barco, aliás, eu nunca manuseei um, e saberia me explicar como pilota ? - Esperaria que sim, já que pretendo me tornar o capitão do barco e e me aventurar, precisaria aprender a pilotar um barco.



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- Fala -                                         "Pensamento"                                          Sonho/Pesadelo

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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 5 EmptyDom 16 Set 2018 - 16:05


~ NARRAÇÃO ~ SARATA & Ah Gou

Com os problemas parcialmente resolvidos, os dois espadachim agora podiam seguir em busca de seu objetivos mais uma vez. Sarata acabava por explicar a situação com Cain para Ah Gou, este que também falou para Mantori qual era suas intenções com o mesmo.

De um lado um espadachim que procura sua recompensa, do outro um espadachim que quer fazer de Sarata seu companheiro de aventura e recuperar suas coisas no dojo, ambos apesar de finalmente terem somente se encontrado agora, já voltavam a ficar separados por mais um breve momento.

-Estarei esperando por você, Sarata... Vamos, rapaz de cabelo prateado. É melhor eu te mostrar as imediações do nosso barco.-

Abele seguiu para o barco com Ah Gou, enquanto Mantori e o obediente cachorro que atendia seus comados foram atrás do suposto certificado de recompensa com Korra. E Cauteloso como sempre, Sarata não tirou a mão da bainha de sua katana enquanto seguia o trajeto até a mansão dos dojos.

Em poucos minutos já estava novamente no beco ao qual conversou com Abele antes de sua luta, lá ele encontrou o garoto de antes, que ficou bastante feliz ao reencontrar o animal que vinha procurando. Mas parece que o cachorro não queria desgrudar da companhia do espadachim por nada.

-Nossa, ele realmente gostou de você. Mas... Eu não sei se quero deixar meu parceiro ir embora.- Disse o garoto com tristeza.

Enquanto isso, no barco, Abele escutava a opinião de Ah Gou sobre os acontecimentos recentes e também alguns conselhos sobre o que houve com o irmão dela. Falando bastante, Ah Gou também aproveitou a deixa para pedir um aprendizado de pilotagem para aquela loira.

-Mas é claro que posso lhe ensinar! Contanto que preste bastante atenção nas lições, vai aprender rapidinho. Vamos para o timão/roda do leme do barco, assim vou mostrar na pratica como o fazer. Também tenho um livro aqui comigo sobre o assunto- E ficou a espera de Ah Gou para começar a ensinar pilotagem.  

Sobre o tempo; Já começava a escurecer e o clima começando a ficar frio naquele momento em Karate Island...



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