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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O poeta errante

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MensagemAssunto: O poeta errante   O poeta errante - Página 4 EmptyQui 26 Jul 2018, 00:16

Relembrando a primeira mensagem :

O poeta errante

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Sarata Mantori. A qual não possui narrador definido.


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Sasaki Kojiro
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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 4 EmptySab 18 Ago 2018, 15:30


XIII - ORGULHO

Estava contente comigo mesmo por haver obtido sucesso na doma daquele animal. Um ato tão simples, mas tão complexo e valoroso. — Mestre Raiki? Perguntava com voz suave vendo o jovem partir com uma quantia significativa de dinheiro, acompanhado do seu cachorro.

Terminava olhando para o prisioneiro. Por algum motivo o rapaz estava “apagado”. Não sabia ao certo o que tinha acontecido, mas tentaria ligar o fato com o objeto de metal caído ao solo próximo ao sujeito. Chegaria mais perto e com meus dois braços faria movimentos de chacoalho, movendo os seus ombros para frente e para trás, claro, respeitando o limite do seu corpo que estava preso. Faria esses movimentos por alguns minutos, até obter alguma resposta de ânimo do sujeito. Ele não estava morto pois eu podia perceber a sua pulsação.

— Acorda! Falava ao tempo que fizia os movimentos. Caso eu não tivesse resposta, me afastaria e buscaria por Korra. O assunto com aquele rapaz podia ser deixado para uma próxima hora. Eu ainda necessitava informações sobre a minha recompensa com relação a caça do Panther e sobre os meus companheiros Cain e Abele. Caminharia levando os meus olhos em todas as direções, tratando de encontrar a mulher. Ao encontrá-la, chegaria próximo e falaria com veemência: — Olá Korra. Espero não estar atrapalhando. Gostaria de ter um minuto de conversa! Esperaria tempo suficiente. Ao ter a sua atenção, continuaria. — Então, como você deve saber, consegui capturar o Panther Jack com o auxílio de algumas pessoas. Gostaria de saber como está a relação da minha recompensa sobre a cabeça do pirata e se você teria alguma informação sobre os meus “companheiros”.

Olhava com prudência a sua reação. Não sabia ao certo quais eram os interesses daquela mulher para com o meu paradeiro, mas eu não poderia relaxar, mesmo tendo recebido bons tratamentos até o momento. Se ela respondesse todas as minhas perguntas, realizaria um último questionamento antes de me retirar do local. — E onde devo ir para poder coletar a minha recompensa? Ao obter a resposta, faria uma inclinação de tronco ao demonstrar gratidão pelos cuidados e falaria saindo do local: — Muito obrigado por tudo Korra! Estou em dívida com você. Qualquer necessidade que você tiver poderá contar comigo. Estarei pela cidade, pelas redondezas, não será difícil me localizar. Fornecia um pequeno sorriso e me retirava do local, buscando a saída do Dojo e caminhando em direção a coordenada certa para retirar a minha recompensa. Sairia do local renovado, disposto a encarar novos desafios. Minha primeira meta seria encontar o endereço fornecido por Korra e lá eu iria me aprofundar sobre o sistema de Caça Recompensas. Eu apenas estava envolvido mas não sabia como funcionava o processo, e isso de certa forma me deixava confuso e inseguro.


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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 4 EmptySeg 20 Ago 2018, 05:17




~ RECORDAÇÕES … ?? ~


Enquanto olhava para o rapaz com feridas melhoradas, por obra do divino a plaqueta de metal caia sobre minha cabeça sem que eu percebesse, logo, me fazendo apagar de imediato.

De repente abro meus olhos, me vejo em Konami Island na praça em pé, onde fui criado, as pessoas passavam por lá e sendo bem maiores do que eu, então esticava meu braço direito na direção de uma pessoa qualquer que passava somente para chama-la e via que meu braço estava menor que o de costume. Então tento chamar alguém vocalmente, mas minha voz não sai, então tento puxar os outros para me olharem, mas não importava a força que fazia, me ignoravam como se eu não existisse. Logo, fui passando ali para ver se alguém me ajudaria até que passo por um espelho, que para minha surpresa, meu reflexo era de quando tinha em torno de 8 anos e meu pai ainda estava vivo, sem pensar duas vezes fui correndo para onde morávamos a procura dele.

Ao chegar na entrada de onde viviamos, via um garoto exatamente como eu saindo correndo com roupas rasgadas e velhas, assim como eu era, ai que me toquei, que era o meu eu do passado, então entrava no lugar, e para minha surpresa, meu pai estava guardando uma carta na roupa que eu iria usar assim que começasse a me aventurar, a qual já uso, mas não sabia que tinha uma carta escondida na minha roupa, então, eu vou me aproximando lentamente de meu pai querendo ao menos tocar nele, mas cada vez mais que eu me aproximava, tudo começava a tremer, como se fosse um terremoto, e sempre aumentando o abalo, então começava a aumentar minha velocidade para chegar ao meu pai, quando tudo ao meu redor começou a girar velozmente e sem parar, simplesmente acordaria.




Histórico:
 

Objetivos:
 


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- Fala -                                         "Pensamento"                                          Sonho/Pesadelo

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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 4 EmptySeg 20 Ago 2018, 21:34


~ NARRAÇÃO ~ SARATA MANTORI


Ao deparar-se com aquela cena do rapaz desacordado o espadachim não pensou duas vezes se não em tentar acordar o pobre infeliz, realizou algumas chacoalhadas no corpo do garoto para ver se ele acordava, mas nada havia acontecido. Buscando seguir em sua aventura Mantori foi de encontro a Korra que estava em seu intervalo de treinamento, e ao abordar aquela mulher o espadachim foi bem direto no que queria saber.

Perguntou para Korra a respeito do paradeiro de seus dois colegas caçadores de recompensa, e depois de ficar pensativa por um tempo ela começou a falar. —Posso estar enganada, mas acredito que ouvi de um de meus alunos sobre uma bela mulher de cabelos loiros carregando uma espada estar hospedada em uma taberna na outra rua— Ela então cruzou os braços para falar da recompensa que tanto o espadachim queria adquerir.

—Não conheço outro lugar se não em um Quartel General da marinha, e nessa ilha não existe nenhum, lamento.— Finalizou suas palavras fazendo um gesto de negação com a cabeça. Sarata decidiu então sair da mansão onde estavam os Dojos e seguir seu caminho até a suposta taberna, esta que era a única pista sobre os caçadores de recompensa da qual possuía...

Andou pela rua até avistar uma mulher com as mesmas características que Abele saindo às pressas de uma taberna, ela carrega com duas mãos uma mala aparentemente pesada indo na direção oposta de Mantori. Não era ainda possível ver o rosto claramente da pessoa, mas as vestimentas e a espada na cintura deixavam bem óbvios que as chances de ser a caçadora eram altas.


~ NARRAÇÃO ~  AH GOU O LADRÃO DE GALINHA

O dorminhoco de madeixas prateadas parecia estar tendo bons sonhos, porém, não podia continuar nisso para sempre e aos poucos começou a acordar, lembrava apenas de uma voz que o tinha chamado em meio a algumas chacoalhadas.

A sua frente uma singela criatura o encarava, o cachorro de antes que agora com a língua de fora o observa curiosamente. Na saída da mansão viu o espadachim de antes indo embora e sumindo sem olhar para trás, enquanto que no chão próximo de onde está amarrado a plaqueta de metal caída o esperava para ser usada.

Olhando melhor ele podia ver que enquanto um os lados da plaqueta era grosso o outro é fino e afiado, talvez ele tenha tido sorte em ter sido acertado pelo lado sem corte... Restava saber agora o que o jovem Ah Gou tentaria fazer para escapar, o tempo não parava e olhando o tempo ele podia concluir que faltava pouco para o meio dia.
                          



OFF:
 

Historico do Sarata Mantori:
 

Historico do Ah Gou:
 

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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 4 EmptyQui 23 Ago 2018, 00:09


XIV - PERSEGUIÇÃO

Então a suposta bela mulher estava hospedada próximo ao Dojo. Com certeza seria Abele. Ao chegar próximo da taberna indicada por Korra veria á imagem de uma mulher com características similares à de Abele. Não pensaria duas vezes e correria em disparada, buscando alcançar os passos da mulher. Não faria gestos, apenas correria segurando a minha bainha rápido suficiente para alcançá-la e quando conseguisse tocaria em um dos seus ombros e falaria com voz talvez ofegante: — Ei, Abele! Porque você está saindo com tanta pressa? Falaria suavemente, fornecendo um largo sorriso de alegria ao reencontrar a minha companheira. Não sabia ao certo no que ela estava metida, mas aquela grande maleta em suas mãos me despertavam interesse, e capaz que aquilo era motivo da sua corrida. Qual seria o conteúdo daquele objeto? Dinheiro, talvez?

— Você está precisando de ajuda? Perguntava ao momento em que duvidava olhares entre a maleta e os olhos da bela mulher. Aguardava a resposta esforçando-me para tranquilizá-la. Caso não conseguisse, à seguiria para o local que ela estava indo antes de ser interrompida pela minha presença. Não tinha conhecimento sobre as informações mas estaria disposto a ajudar no que for necessário, afinal, tenho que receber um pagamento sobre a cabeça do Panther e queria tomar informações com os meus companheiros caçadores. — O que houve com o seu irmão, ele está bem? Falava enquanto acompanhava a mulher. Meus olhos estariam atento a todos os movimentos próximos e manteria a minha guarda ativa, com minha mão sobre o cabo da katana insinuando uma sacada caso necessário. Um movimento que poderia servir para intimidar, talvez.

Á acompanharia até o local certo. Ao chegarmos, me colocaria diante da mulher e lhe faria outras inquisições. Não queria pressioná-la, mas a situação não estava nada favorável e eu tinha um certo receio sobre a fidelidade daquela dupla. Seriam possíveis estafadores que se aproveitam da força de terceiros para alcançar os seus objetivos? Torcia para que isso não fosse verdade, mas caso contrário me indignava de forma tremenda ao ponto de aumentar o tom da minha voz. — Vamos, Abele. Agora que estamos aqui me responda. Como está a situação do nosso dinheiro. Do meu dinheiro! Como iremos resgatá-lo? Indagava eufórico.


Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 4 EmptyQui 23 Ago 2018, 14:48




~ RECORDAÇÕES ~


Algo havia acertado minha cabeça e me apagado quando estava prestes a falar com o homem ferido de quimono, em que o mesmo tinha uma espada. Acordava após umas chacoalhadas e uma voz chegar a mim algumas vezes me fazia acordar aos poucos, que me fazia sentir uma dor suave na cabeça do objeto que havia batido em minha cabeça, e logo ao abrir meus olhos, via o homem ferido sair, ah sim, seu nome era Sara alguma coisa.

~ SEM RECORDAÇÕES ~

O homem ferido havia me deixado ali, ao menos sabia seu nome, minha angústia de continuar ali era óbvia, mas lembrava ainda do plano que eu tinha em mente, com isso, observaria o caminho que Sarata tomaria para sair dali, e logo procuraria a plaqueta metálica que estava em cima da árvore no lugar que tinha visto-a antes, caso não achasse, procuraria no chão associando a possibilidade dela ter caído sobre mim (o que aconteceu, e se avistasse ela, perceberia a parte mais chegada a ser "afiada") ou ter caído enquanto eu tivesse apagado. Se encontrasse ela, com meu pé mais próximo a ela, tentaria pega-la usando os dedos do pé usado, logo com isso caso feito, minha perna que o pé seguraria a plaqueta, se flexionaria para trás o máximo possível visando conseguir colocar a plaqueta em uma de minhas mãos (a mais próxima), e logo usaria a parte "afiada" para serrar a corda evitando ao máximo me cortar.

Caso conseguisse me livrar da corda, procuraria folhas caídas da árvore no chão, as mesmas passaria sobre minha roupa toda e meu cabelo, com intuito de disfarçar meu cheiro "Quero ver aquele cozinheiro maldito me achar agora.". Logo que faria isso ,de forma rápida e silenciosa, seguiria o caminho que Sarata havia feito ao sair dali, tentaria acha-lo onde quer que ele fosse.


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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 4 EmptySab 25 Ago 2018, 11:54


~ NARRAÇÃO ~ SARATA MANTORI


Um novo problema poderia estar prestes a pegar Mantori de surpresa, ou será que ele já teria previsto o que estava para acontecer? Seu objetivo agora estava resumido em alcançar aquele mulher suspeita e ao conseguir abordar a mesma, acabou realmente descobrindo que é Abele. Assustada ao ver Sarata ela segurou sua maleta firme entre as mãos e o peito, depois continuo andando na companhia do espadachim.

—É você! Claro que é… Não esperava te ver tão cedo, eu sinto muito por não ter ido buscar informações de seu paradeiro é que…—

Tentando se desensifilhar das perguntas do espadachim a mulher prosseguiu andando até um beco, lá Mantori continuo insistindo para saber o que havia acontecido pois ele queria realmente obter sua recompensa de alguma forma, tanto que seu alerta estava alto para qualquer imprevisto. De cabeça baixa ela soltou um suspiro e pediu desculpa novamente “Desculpa…” E ao erguer novamente a cabeça decidiu falar a verdade.

—É normal nessa profissão tentarmos conseguir um dinheiro rápido às custas dos outros, e dividir não é algo que eu e meu irmão estamos acostumados a fazer— Falou ela e antes de prosseguir apontou para o lado leste.

—Meu irmão, Cain, achou que se sairmos da ilha agora e fossemos pegar a recompensa em uma ilha com Quartel não precisaria dividir com você… Ele me espera no lado leste da ilha com uma escuna, eu vim apenas pegar nossas coisas…—

Agora estava claro quais foram as reais intenções dos dois irmãos sob Mantori, o problema agora é saber como o espadachim iria tentar resolver aquela situação. Na face daquela loira era óbvio que ela temia Sarata e até talvez estivesse realmente arrependida de tentar enganar o espadachim, mas e quanto ao seu irmão? Ao longe alguns latidos de cachorro eram escutados por Sarata...
 
—Deve ser porque você é novo na profissão, mas os caçadores de recompensa são um grupo independente e não organizado, ao menos nos mares azuis. Para receber a recompensa é preciso falar em um Quartel General da marinha e aqui nessa ilha não à nenhum.—


~ NARRAÇÃO ~  AH GOU O LADRÃO DE GALINHA

Ardilosamente o jovem de madeixas prateadas decidiu utilizar a plaqueta de metal e seu lado afiado para escapar das cordas, para tal ele utilizou de seu pé até ser capaz de cortar uma parte da corda. Depois ficou fácil utilizando seus talentos para a "malandragem" sair das demais e prosseguir em sua aventura.

Tendo exito no corte foi fácil depois escapar e então decidir esfregar folhas por todo seu corpo. O objetivo era ocultar seu cheiro, mas será que daria certo? Seja como for ele parecia não estar mais interessado em recuperar seus objetos.

Saiu da mansão aproveitando a deixa e seguiu os passos de Sarata, quando olhou adiante e viu o outro espadachim fazer a curva em um beco com uma mulher. O jovem Ah Gou continuo em frente para encontrar aquele outro homem, parecia bastante determinado em tal objetivo.

Mas Ah Gou não estaria sozinho, o cachorro de antes o seguia de perto, será que queria brincar? ou estava apenas acompanhando o garoto por curiosidade? seja como for, vez ou outra ele latia para o garoto "au! au!" seus latidos eram escutados as costas do rapaz. O garoto também ainda sentia as dores do calo na cabeça, menores agora é claro...

Já passava de meio dia e isso ele podia constar facilmente olhando para o céu, algo próximo de 12:50 naquele momento e apesar de ter corrido para alcançar Mantori, precisava caminhar bem mais até que chegasse no beco no qual o outro homem havia sumido com uma mulher desconhecida...
                          



Historico do Sarata Mantori:
 

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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 4 EmptySeg 27 Ago 2018, 19:23


XV - ACERTO DE CONTAS

Respirava suavemente ouvindo as palavras de Abele. Suspeitava que algo assim poderia acontecer portanto não me abalaria. Ouvia suas palavras colocando atenção ao nosso redor. Aquela mulher provavelmente estava sendo manipulada para realizar tal ato, o que considero algo inconveniente. — Ok, Abele, ok. Leve-me até o seu irmão. Preciso conversar com ele. Não pediria, ordernaria, buscando manter a tranquilidade pois nem tudo estava perdido. Consegui encontrá-la a tempo suficiente, alguns minutos de atraso e eu não teria mais informações sobre o paradeiro dessa dupla.

Aguardava com ansiedade a sua reação. Eu não iria obrigá-la já que a relação entre irmãos é algo valioso e difícil de ser rompido. — Ele está lhe fazendo algum mal? Está te obrigando a fazer isso ou você mesma se dispôs? Perguntava com um olhar inquisitivo. Eu tinha um certo apreço por aquela mulher e a sua resposta poderia chegar a me “ferir”. Me preocupava por ela e pelo seu bem estar. Não sei explicar, mas algo nela me atraía, algo muito além da sua beleza. — Se você não quiser me levar até ele tudo bem. Irei procurar por conta própria. Agora peço que você tome outro rumo! Vá para outro local. Estarei partindo em busca do seu irmão e não quero vê-la quando encontrá-lo, pois não medirei esforços. Falaria em caso de Abele não me levar até o seu irmão. Esperava a mulher se retirar e sairia do beco, seguindo para o leste buscando as margens da ilha e algo similar a uma Escuna.

Manteria meu olhar transitório sobre a extensão das ruas e locais por onde eu passava, em caso de conseguir encontrar alguém com características similares à de Cain. Ao encontrá-lo, reagiria conforme a sua reação. Se ele corresse, correria em sua caça. Se ele se mantesse parado, caminharia passivamente ao seu encontro a tempo que ia sacando levemente a minha katana da bainha com a mão direita. Deixaria a katana repousando com a sua ponta em contato com o solo e falaria: — Então é dessa forma que vocês conseguem dinheiro suficiente para comprar essas vestimentas? Indagaria em tom jocoso. Respiraria profundamente e observaria o horizonte, buscando as gaivotas ou pássaros que passavam rasgando os céus. — Infelizmente você não deu sorte, Cain. E você já deveria estar ciente disso. Admiro a sua coragem por não haver fugido sem a sua irmã. Confesso que permanecer na mesma ilha que o seu rival é algo honroso. Isso mostra que você ter capacidade, mesmo não aparentando. Agora diga-me. Você prefere resolver a situação de forma passiva ou devemos seguir com a “lei da selva”? Não reagiria até ouvir o que o rapaz tinha a dizer. Caso sua resposta fosse negativa eu afastaria os meus pés, mantendo-os paralelamente e com ambas as mãos erguia a minha katana em frente ao meu corpo, em forma diagonal com a ponta apontada para as nuvens.

Me manteria nesta posição, aguardando a investida do meu agora adversário. Analisaria todos os seus movimentos e esperaria o momento ideal. Minha meta era realizar apenas um único corte, em uma parte não vital, suficiente apenas para poder incapacitá-lo. Tentaria me manter tranquilo conforme a situação ia se formando, não queria correr o risco de me ferir como no combate anterior. Minhas cicatrizes recém tratadas poderiam voltar a abrir e isso me deixava desconfortável.


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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 4 EmptyQua 29 Ago 2018, 03:31






~ RECORDAÇÕES ~

Com a plaqueta metálica que havia caído sobre minha cabeça e me fizera adormecera sem me dar chances de falar com Satori, conseguia me libertar da corda para continuar meus afazeres, tinha fé que no plano de esfregar folhas das árvores em mim funcionasse.

Ainda estava indo escondido, com a intenção de achar Sarata, seguia o mesmo tentando alcança-lo, mesmo sabendo que ele estava acompanhado por uma mulher, talvez a de antes, quem sabe. Mas seguiria na espreita, já que não sei o que esta acontecendo.

Enquanto seguia, de forma cautelosa para outra pessoa não aparecer que nem maluco e me nocautear, 2 latidos me eram escutados em minhas costas, era o cachorro de antes...


~ SEM RECORDAÇÕES ~

Me agacharia visando chegar perto do nível do cachorro e lentamente tentava por a mão sobre sua cabeça afim de acaricia-lo - Ei amigo, volte para sua casa, aqui pode acabar sendo perigoso para os 2. - (Diria baixo) Se ele tentasse morder minha mão, apenas a recuaria sem demonstrar ação ofensiva. "Já esta tarde da noite, difícil sentirem falta desse cachorro por agora, mas não posso voltar, irão me prender de novo, vou ter que proteger esse cachorro até conseguir me encontrar com Sarata..."  

Ainda sentia dor na cabeça, mas de leve, nada que atrapalhasse, logo me levantaria usando meu dedo indicador colocando frente a minha boca simbolizando ao cachorro para ficar quieto. Logo, seguiria o caminho novamente para encontrar Sarata, se alguém tivesse perto, aproveitaria a escuridão e me esconderia ou me camuflaria na sombra das paredes, fora isso ficaria atento ao cachorro para que ninguém o machuque.


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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 4 EmptyQua 29 Ago 2018, 15:10


~ NARRAÇÃO ~ SARATA MANTORI


Ao escutar as palavras vindas de Abele o espadachim Mantori decidiu que deveria resolver a situação com quem ele acreditava ser o problema por trás de tudo aquilo, Cain o outro caçador que estaria esperando sua irmã em um barco e assim sair daquela ilha fazendo Sarata de bobo, mas talvez não fosse acabar como o imaginado. Quando ouviu o pedido e Mantori a mulher apenas recuou e ficou apreensiva segurando fortemente entre os braços sua mala.

—Eu… Não quero ver mais ninguém ferido, prefiro não fazer parte de nada do que vier a acontecer, sinto muito, não posso ajudá-lo mais do que isso.— Falou ela evitando olhar no rosto de Sarata. —Vá por sua conta e risco…

Sem outra alternativa o espadachim deixou aquela mulher no beco e seguiu adiante em busca de encontrar alguma escuna e consequentemente o irmão de Abele. Andou por alguns minutos até avistar o barco atracado no mar, preso por uma corda até um toco de uma árvore em terra firme, dentro da escuna Cain arrumava a vela do barco, até avistar Mantori se aproximando.

—O que esperava? Quem segue uma vida de recompensas apenas quer obter do bom e do melhor, sem precisar ficar preocupado com os outros dizendo o que tenho de fazer.— Retrucou já sacando sua espada e saltando para fora da escuna —Se quer seguir regras e padrões da sociedade que vire um cãozinho do governo, um caçador é apenas um mercenário no final das contas…—

Os passos de Cain começaram vagarosos na direção de Mantori até começar a acelerar o passo, enquanto que Sarata já concluindo que a única alternativa seria o combate o esperava com sua espada empunhada em ambas as mãos. Bem mais rápido em seu movimento Mantori visou acertar em algum ponto do corpo do oponente tentando o incapacitar, mas ao invés do som de carne sendo cortada ele escutou o soar de aço batendo em aço. Cain saltou para trás e sorrio.

—Oh? Espero que não tenha ficado surpreso, pois como falou de roupas bonitas, também deveria esperar acessórios tão belos quanto.— Ergueu a camisa revelando uma cota de malha finíssima por baixo da mesma, que vai dos braços até a cintura. —Às vezes sobra muito dinheiro nessa profissão, sabe…—


~ NARRAÇÃO ~  AH GOU O LADRÃO DE GALINHA

Em uma rua qualquer, Ah Gou e o cachorro que o seguia estavam tentando se entender. O garoto colocava sua mão sob o animal que lambia em resposta e soltava alguns latidos como de costume. Mas sua tentativa de fazer o animal recuar não pareciam funcionar muito bem, pois o cachorro continuou o seguindo até chegarem no beco. Lá, Ah Gou encontrou uma mulher de cabelos loiros acocorada no canto da parede, com uma mão ao seu lado, ela parecia triste, apesar de lágrimas não estarem em evidencia.

—Olá garoto, não ouvi você chegando, que cuidadoso… O que faz aqui em um beco estranho?— Disse ela para Ah Gou forçando um sorriso. —Não seria você um pirata com recompensa, seria?

Na cintura da mulher o garoto de madeixas prateadas também podia ver uma espada, talvez aquela fosse a oportunidade de conseguir uma nova arma. Se olhasse adiante não veria mais o outro espadachim que havia conhecido na mansão, ele provavelmente saiu por outro caminho em uma direção diferente. Cada minuto perdido com animais e mulheres poderia lhe custar o encontro que tanto aguardava fazer com Mantori, mas claro, isso só dependia dele decidir o que quer.

—Haha Se queria andar na surdida, não deveria ter um cachorro tão grande com você. Ele ou você tem um nome?— Disse A mulher movendo vagarosamente uma das mãos até o cabo de sua espada.

O calo na cabeça de Ah gou não doía mais quanto antes e isso poderia ser um bom sinal para caso ele fosse arranjar confusão novamente. Já passava do meio dia e estava entrando no período da tarde naquele momento por volta das 1:30.
                          



Historico do Sarata Mantori:
 

Historico do Ah Gou:
 

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Sasaki Kojiro
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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 4 EmptySex 31 Ago 2018, 12:52


XVI - DENTE POR DENTE

As vezes uma espada consegue ter uma certa arbitrariedade sobre o seu dono, induzindo-o a entrar em desafios às vezes impossíveis de serem confrontados. O sol do meio dia pairava no centro do céu trazendo consigo algumas sombras que se moviam compassadamente seguindo o movimento das nuvens. A areia baixo as minhas sandálias dificultavam um pouco a minha locomoção, o que me obrigou a retirar ambas as sandálias sem a necessidade de tirar a atenção sobre o adversário que vinha em minha direção. A maresia purificava as minhas narinas e consequentemente os meus alvéolos pulmonares, deixando o meu corpo mais articulado e leve. Semi-cerrei os meus olhos para poder ter uma visão mais precisa do meu adversário solitário e já me previnindo com relação a areia que por volta e meia eram levantadas pela brisa.

A arrancada do Cain em minha direção fez meu corpo enrijecer para aguardar o impacto. Minha espada cruzou algo muito além do osso, revelando um som ensurdecedor para ambos que estavam próximos ao choque. Aquilo não era o corpo do indivíduo e sim uma couraça muito bem ajustada. — Não esperava menos de um estafador. — Falava ordenando o meu corpo e estabilizando a minha base, erguendo a katana com ambas as mãos que assumia a liderança. Consegui realizar o combinado, mas não contava com essa artimanha. Caminhei colocando o pé direito para a direita, que era acompanhado do pé esquerdo, buscando dar uma volta completa sobre o eixo do meu adversário na tentativa de encontrar os seus pontos expostos. Não tinha a certeza sobre as outras partes cobertas do seu corpo e possivelmente elas poderiam estar protegidas por equipamentos semelhantes, o que dificultava a minha situação.

Mas isso me dava uma certa vantagem. Os seus movimentos com certeza seriam prejudicados pelo ajuste dessa vestimenta, fornecendo assim alguns segundos de vantagem para mim e limitando-o de realizar alguns golpes mais hábeis. Segurei firmemente minha katana na espera do seu avanço. Queria identificar o seu estilo de luta e notar em seus movimentos as debilidades mais notórias, nem que para isso eu tivesse que realizar uma abertura perigosa. Ao notar a sua investida, colocaria minha espada transversalmente frente ao meu corpo buscando anular o seu golpe. Manteria meu pulso firme para estabilizar a sua investida. Se consigo obter sucesso rasparia a minha lâmina com a dele ao tempo que eu sairia para a direita e em sequência giraria a katana para a minha direita e realizaria um corte horizontal da direita para a esquerda, na intenção de rasgar a sua perna mais exposta. Seria firme e preciso, mas não bruto. Faria um corte rápido e retomava a minha base para poder seguir caminhando de lado, analisando o desenrolar e a próxima abertura.

Na sua próxima investida eu tiraria o meu corpo do raio de alcance da sua espada, após ter analisado e marcado a nossa distância. Para isso impulso a ponta do meu pé direito, que assumia a minha frente contra o solo arenoso e sairia para trás. Ao conseguir, estabilizo a base e retorno com um corte vertical para atingir alguma das suas mãos que possivelmente estariam expostas. Se não consigo cortá-lo, seguiria com o avance e aproveitaria o corte no vento para realizar um segundo corte, de baixo para cima, transversalmente. Sairia do seu raio de alcance agachado e ganharia a suas costas, assumindo a mesma base inicial. — Poderíamos ter resolvido essa situação de outra forma. Eu realmente queria me juntar a vocês e os três poderiam ser capazes de grandes feitos, mas infelizmente sempre tem um cabeça dura no meio da trama. — Sorria movendo apenas as extremidades dos lábios. O suor escorria entre minhas vestes tornando incômoda os espaços entre as bandagens e os ferimentos cicatrizados. Não sabia ao certo quantas cicatrizes eu havia ganhado na batalha anterior mas jurava para mim mesmo que essas seriam as últimas.


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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 4 EmptyDom 02 Set 2018, 21:41






~ RECORDAÇÕES ~

Eu tentava me "socializar" com o cachorro para ver se era dócil. Colocava minha mão sob o animal que me lambia em resposta e soltava alguns latidos como de costume, o que também me atrapalharia. Mas minha tentativa de fazer o animal recuar não parecia funcionar muito bem, pois o cachorro continuou me seguindo até chegarmos no beco. Lá, encontrei uma mulher de cabelos loiros acocorada no canto da parede, com uma mão ao seu lado, ela parecia triste, apesar de lágrimas não estarem em evidencia.

A mesma me perguntava algumas coisas como meu nome, se eu era pirata, se tinha recompensa, e apresentava ser uma possível espadachim e única pessoa ali no lugar. Sarata já não estava a minha vista e a mulher loira estava tentando se preparar para um ataque a qualquer momento.

~ SEM RECORDAÇÕES ~

Abriria um sorriso falso como de costume e ficando atento a qualquer movimento ofensivo da mulher responderia suas perguntas olhando em seus olhos - Não sou um pirata e não tenho recompensa, fugi da minha ilha a 3 dias, eu vim para cá atrás de aventuras desconhecidas. E claro que tentei andar na surdida, mesmo com um cachorro, é melhor me garantir uma hora dessas, se gostou dele, pode fazer carinho, ele é dócil. "Assim espero...Ao menos comigo foi." Aliás, um espadachim de Quimono passou por aqui seguindo adiante né ? Ah, qual seu nome afinal ? - Já que ela não se apresentou e já perguntou sobre mim, não era confiável dizer meu verdadeiro nome.

Se ela fosse sacar a espada e eu estive a menos de 1 metro dela, apenas tentaria segurar seu braço o qual ela estaria a sacar a espada impedindo que ela conseguisse sacar completamente a espada e a outra mão seguraria seu outro braço tomando cuidado com as pernas dela para não me chutar.

Se ela fosse sacar a espada e eu estive a mais de 1 metro dela, correria dela afastado da mesma seguindo em direção ao Sarata, e não deixaria o cachorro para trás.

Se ela não fosse sacar a espada a final das contas, apenas continuaria a conversar.

Histórico:
 

Objetivos:
 


OFF:
 




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- Fala -                                         "Pensamento"                                          Sonho/Pesadelo

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