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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O poeta errante

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MensagemAssunto: O poeta errante   O poeta errante - Página 11 EmptyQui 26 Jul 2018, 00:16

Relembrando a primeira mensagem :

O poeta errante

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Sarata Mantori. A qual não possui narrador definido.


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Noelle
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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 11 EmptySex 12 Jul 2019, 20:36


~ NARRAÇÃO ~ AH GOU & Ling Tian & Mantori


Com Abelle completamente febril, o espadachim Mantori voltou suas atenções para ela. Pegou em seus braços aquela mulher de madeixas loiras e ao constatar seu grave estado, levou para um local melhor da pequena embarcação a mulher. Pousou ela em um estofamento dentro de uma cabine e lá começou a investigar qual seria causa de seu problema. Não achando nenhuma parte molhada, mas encontrando uma estranha mancha em sua perna; de forma específica a mancha se encontra na coxa direita da mulher e tem uma cor arroxeada. Estava evidente que aquilo foi o resultado de alguma batida, quem sabe talvez em algum momento entre as manobras ousadas feitas no mar, mas somente a própria Abelle poderia responder ao certo. - Me desculpe. - A mulher disse tentando forçar um sorriso. - Eu só lhe estou trazendo problemas… - Disse ela evitando olhar nos olhos do espadachim. - Acho que… Bati no mastro ou na lateral do barco com muita força. - Confusa de mão na cabeça ela tentava relembrar o que realmente havia ocorrido. - Preciso urgente sair do mar e achar um médico em Baterilla. - Prosseguiu dizendo em meio a algumas respirações fortes. - Você poderia pilotar o barco? Vou te orientar quando preciso a distância, daqui consigo ver o mar pela janela… - Ela erguia a mão ao apontar para a pequena janela da cabine. O som das ondas batendo na embarcação e das gaivotas ao longe além daquela mulher eram as únicas companhias de Sarata no momento, mas será que pilotar o barco sozinho vai ser uma boa ideia? Existem três pontinhos no mar para o espadachim ir. O primeiro fica atrás e é de onde eles vieram, Karate, depois tem uma ilha que ele não conhece ao leste na direção que o barco de durval sumiu e outra ao norte que é Baterilla segundo informações da loira…



No que dizia respeito ao embate em Torino Kingdom, temos Ah Gou o espadachim furtivo que foi de encontro aos piratas Durval e o capitão de mesmo nome. Teve êxito em sua primeira investida contra o pistoleiro inimigo, que covardemente já havia abandonado o combate logo após dar conta de quão grave é seu ferimento. Mas já o capitão Durval parecia estar mais disposto a ir até o final daquilo e com sua espada em mãos, um sabre, foi na direção de Ah Gou. O encontro entre as duas lâminas fez uma chuva faísca ser criada, mas não foi somente isso; o sabre de Durval entrava em combustão impedindo o plano do rapaz de tentar cortar sua mão, pois o calor que estava mais concentrado na parte de cima da arma chegou até o ombro do espadachim de kimono o furando e queimando, enquanto que a forte luz próxima dos olhos o dificultava a visão do inimigo. - O que foi? Tá muito quente pro seu gosto? garoto… - Debochou ao falar o pirata. Durval então tentou chutar Ah Gou que fez alguns movimentos para esquivar e ficar afastado. - Venha cá, porra! Ainda não terminei de te queimar! - Gritava o capitão. Alguns metros dali os nativos prosseguiram em seu confronto contra os cozinheiros, agora eles tomavam a vantagem ao pressionar os dois gorduchos… Fogo e sangue, é assim que esse pequeno conflito se encontra atualmente.                         

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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 11 EmptyTer 16 Jul 2019, 19:25


XXV - CUIDADOS e APRENDIZADO

Situação um tanto quanto desconfortável. Não me lembro de estar tão próximo de uma mulher assim, pelo menos não após ter iniciado a minha jornada do caminho da espada. Me faltaria saliva. Minhas mãos já não tinham a precisão de antes. Aquela mulher realmente me envolvia em uma aura de desejo e ao mesmo tempo de repulsa. Trataria de manter firme a minha postura buscando respirar de forma ativa enquanto desviava o olhar daquele belo símbolo sexual. — Então você se machucou enquanto pilotava a embarcação? Agora compreendo. — Estava aliviado por saber que aquela não era uma situação a qual eu deveria dedicar esforços, supondo que logo a mulher poderia vir a melhorar. Isso se mantido o repouso adequado e necessário.

— Apenas descanse e deixe o restante comigo, Abele. — Ouviria com atenção as informações citadas pela mulher, que indicavam rumo a Baterilla ao encontro de um médico específico. Essa era a única informação que eu precisava no momento. Caminharia a passos rápidos em direção ao leme, fazendo o mesmo trajeto qual havia feito antes, agora em sentido contrário. Recolheria a minha katana que descansava no chão e a guardaria em minha bainha. Me acomodaria em frente ao leme, colocando ambas as mãos sobre aquele objeto de madeira, tensionando os meus pulsos e firmando meus pés no piso, com os ouvidos atentos as próximas informações que me seriam dadas sobre como era o funcionamento da pilotagem daquele navio.

Seguiria todos os passos a finco, "caminhando" em direção ao norte. Colocaria minha atenção ao vento, ao clima, ao mar. O ressecamento em meus olhos pelo uso contínuo da visão era um imcômodo angustiante mas necessário. Aquela atividade, que para mim era algo bastante simples, se mostrava ser ainda mais complexa do que o real. O que me fazia estar cem por cento presente no momento, curtindo a atividade e todas as suas ramificações. Aprender algo novo é realmente fascinante. Seguiria então nesse ritmo até o nosso destino, seguindo todos os conselhos e utilizando dos meus próprios meios e intuição em caso de surgir uma adversidade durante trajeto.

   

Histórico:
 

Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 11 EmptyTer 30 Jul 2019, 21:59






~ RECORDAÇÕES ~

Após ter salvo a tribo de Shayna da terrível Reia, descobri que o motivo de tal catástrofe era os irmãos cozinheiros do bando Durval que haviam pego um filhote de tal pássaro enorme, e eu nada satisfeito, lutei contra os mesmos a fim de libertar a ave para sua mãe, assim, vencendo a luta e retornando para a tribo averiguar o bem estar dos moradores.

Sem ter tempo para descanso, o bando do Durval veio a vila da tribo para capturar e matar os indígenas, assim, com uma façanha improvisada e com pouco de sorte, consegui vencer o pistoleiro deixando-o inapto a lutar a princípio. Então Durval me viu e enquanto começamos a lutar, os indígenas começaram a travar uma luta com os irmãos cozinheiros.

~ SEM RECORDAÇÕES ~

Com o andar da luta, em que tinha visto que havia um líquido na espada de Durval (achando ser veneno), com um movimento na tentativa de perfurar ou cortar sua mão, a colisão das espadas fez surgir faíscas, onde surpreendentemente e consequentemente, fez com que a espada do mesmo entrasse em chamas “Então esse líquido era algo para isso e não era veneno…” e logo tomando distância com esquiva.

Com insultos de Durval, eu apenas retrucaria enquanto fazia cara de deboche com o levantar de uma das sobrancelhas e sorrindo com ironia - Oh, falou o “pirata” que põe fogo na espada para vencer na vantagem, mas compreensível, vai perder com isso! - Aproveitaria a distância e sacaria o sabre empunhando-o com minha mão esquerda que estaria livre até então. Com isso feito, antes que o mesmo viesse, cortaria o chão na vertical com ambas as espadas na direção da espada de curval simultaneamente “Talvez, se eu conseguir fazer voar a maior quantidade de terra no fogo, pode ser que apague e tire um pouco de sua visibilidade!”

Caso apagasse ou apenas diminuísse, eu correria na direção de Durval o mais rápido possível, e quando chegasse perto na distância que seu fogo ainda não me atrapalhasse, rolaria num salto baixo como uma investida na direção de sua perna do mesmo lado do seu braço livre, tal rolamento seria feito por cima do ombro oposto a direção de Durval, o que me faria estar com a cabeça e tronco virados para as pernas de Durval, com isso, antes que completasse o meu rolar 100%, quando estivesse de tronco virado para as pernas de Durval (Ainda no movimento) eu visaria cortar sua perna mais próxima visando a dobra e com as duas espadas.

Caso conseguisse, eu me afastaria de Durval em torno de 2 metros me mantendo em base e com as espadas a minha frente para bloquear e esquivar de qualquer ataque do mesmo.Tais esquivas seriam feitas em movimentos curtos girando meu corpo.

Caso ele me ataque em algum momento nos movimentos, usaria minha agilidade para travar meu movimento encravando meu sabre ou minha katana no chão mudando meu movimento, e logo recuaria a distância suficiente para o mesmo não me acertar.

“Preciso continuar ignorando esse ferimento para não perder essa luta…”






Histórico:
 

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OFF:
 




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- Fala -                                         "Pensamento"                                          Sonho/Pesadelo

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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 11 EmptyQui 01 Ago 2019, 22:28


~ NARRAÇÃO ~ AH GOU & Ling Tian & Mantori


O problema em que Mantori havia se metido é justamente do tipo que ele não tem muito o que fazer se não seguir adiante. Assim que ficou mais tranquilizado o espadachim aceitou veemente o plano da loira e seguiu para o timão da embarcação; recebia de instantes em instantes as orientações da mulher que encostada agora em um canto dava as orientações para evitar que fossem ao fundo do oceano azul. Por sorte o mar não estava tão agitado para Sarata manobrar o barco nele, permitindo que sua viagem fosse tranquila e assim seguiram... -Você realmente é um guerreiro na terra ou no mar. - Teceu elogios Abele para com Mantori. E com o rápido passar do tempo logo eles podiam ver terra à vista ao longe, bem como um porto com algumas embarcações. Estavam bem próximos de chegar em Baterilla que foi o destino escolhido pelo espadachim. -Agora falta pouco. Conheço um médico na cidade chamado 'Joseph', fica na segunda rua próxima do porto. Ele vai nos atender por um preço camarada, pode confiar.- Deu novas instruções a mulher e deixou uma tosse ou outra sair no final de suas palavras. Naquele momento já estava chegando no final do dia, apesar de nenhuma estrela ainda ter dado as caras no céu...



Assim que Durval revelou seu novo truque para enfrentar Ah Gou e colocar fogo literalmente na luta, o espadachim não deixou ser intimidado e prosseguiu em frente com o embate. Utilizando agora de sua outra arma de corte, o sabre de cain, Ah Gou com ambas as mãos armadas teve a ideia de arremessar areia contra as chamas de seu adversário. O exito de sua ação fez com que o fogo baixasse significantemente da arma inimiga, deixando assim de ser uma grande ameaça como antes. -Maldito espertinho!- Praguejou o capitão que não havia notado o novo movimento de Ah Gou contra ele, este que visava atingir sua perna. -Quando ele...?- Durval até tentou erguer sua perna para escapar, mas já era um pouco tarde e o corte fez o chão de terra abaixo dele ser molhado com seu sangue. Enquanto perdia o equilíbrio ainda tentou esticar a espada contra o corpo do jovem de madeixas prateadas, mas tal investida foi bloqueada com sucesso... Agora, o pirata tirava seu chapéu enquanto tentava se permanecer de pé, seus olhos encaravam com raiva o jovem Ah Gou e uma nova investida estava prestes a ser feita. -MORRAAAA!!!- Gritava ao usar sua perna ainda boa como impulso para chegar até o rapaz.

Os dois cozinheiros haviam sido derrotados, mas acabaram levando um dos nativos com eles. O outro nativo chorava em cima do corpo de seu amigo morto...    

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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 11 EmptySex 09 Ago 2019, 13:33


XXVI - CUIDADOS e APRENDIZADO

Finalmente, após algumas "batalhas" travadas naquele mar calmo, conseguimos chegar próximo ao porto de Baterilla. Minhas mãos suavam e o meu olhar se fixava em algum local apto para poder deixar a nossa embarcação sem causar remordimentos. — Abele, diga-me como devo parar o nosso navio, pois esta é uma atividade que me parece complexa. — Aguardei pacientemente a resposta da mulher para então manobrar o barco conforme as suas palavras, sem deixar passar nem mesmo uma vírgula. Após estacionado, correria em direção a márgem do mar para poder amarrar alguma corda presente em nossa embarcação em algum pedaço de madeira fixo no porto. Em caso de haver encontrado esse pedaço de madeira, daria voltas sobre ele com a corda e no final tentaria fazer o famoso nó de marinheiro, me certificando uma ou duas vezes de que ele estava bem feito.

Terminado a primeira etapa do nosso processo, correria para a abitação onde Abele estava hospedada. Ao encontrá-la, sem pedir a sua permissão, viraria minhas costas para a mulher e a faria montar sobre mim. — Vamos, não temos tempo a perder. Passe-me todas as instruções do local em que devemos parar para que você possa ter o atendimento. — Falaria já caminhando para fora do navio em passos rápidos com a mulher em minhas costas, tentando acomoda-la da melhor forma possível. Aquela era uma atividade prazerosa. Conforme nos movimentávamos pelo local, o peso que Abele exercía sobre mim, o que não era muito, tornava aquela atividade em um exercício matinal, onde o meu corpo estava submetido ao desconforto de ter que lidar com a adversidade. Problema este que era compensado pelo agradável cheiro que aquela mulher tinha, mesmo estando a horas navegando pelo mar e após ter suado como um porco.

O nosso destino era a segunda rua próxima ao porto. Nós deveríamos encontrar um médico chamado Joseph, algum conhecido da mulher. Caminharia então até essa tal rua em busca de algo que poderia ser um departamento médico e sempre consultando as informações de Abele sobre em qual casa deveríamos parar. Ao chegarmos no local, falaria de maneira apressada com o sujeito e pediria para ele avaliasse a situação da mulher que estava em minhas costas.


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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 11 EmptySab 24 Ago 2019, 14:50


~ NARRAÇÃO ~ AH GOU & Ling Tian & Mantori


Ainda no mar, mas bem próximo de chegar na costa de Baterilla. Sarata se via no problema de tentar parar aquela embarcação da melhor forma possível, enquanto que escutava o que Abele vinha falando. - Eu também vou... ajudar, estou indo. - Disse a loira que com dificuldades foi arrumar a unica vela que o barco tinha e depois orientar Mantori de perto, lhe dando instruções minuciosas e até mesmo repousando sua mão sobre a dele em cima do timão da embarcação para ajudar a manobrar. Juntos, eles conseguiram finalmente chegar no destino pretendido, mas não antes de passar tirando tinta e lascas de madeira de um outro barco que por ali estava. - Cuidado seus barbeiros! - Gritou um civil que estava no outro barco. Abele caiu de joelhos assim que o barco parou e o espadachim não teve duvidas do que fazer em seguida... Pegou aquela mulher e decidiu carrega-la. Saiu as pressas na procura do local dito pela caçadora, passou esbarrando em algumas pessoas pelo caminho que juntamente de outras que estão nas ruas da ilha ficavam observando o estranho acontecimento. Quando chegou na rua onde Joseph o médico mora, viu logo de cara um cachorro de roupa branca e gravata de frente do que é uma clinica. Uma cena bizarra talvez, mas não tanto quanto quando ele começou a falar no que avistou o espadachim com Abele. - OH MY GOD! Abele?! O que aconteceu com você? - Disse o cachorro que foi de imediato ao encontro dos dois, ele depois assobiou e um homem alto saiu da clinica indo até ele com uma maleta preta. O cão abriu a maleta e retirou alguns utensílios médicos, bem como frascos com remédios. - Me nome is Joseph, o que aconteceu com minha colega Abele e quem é você? Deixe-a aos meus cuidados que vou tratar dela com meu assistente. - Conclui o animal que revelava ser o tal médico Joseph. E não tendo interferência de Mantori, prosseguiu no antedimento da loira.


   
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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 11 EmptySex 11 Out 2019, 16:12


XXVII - SURPRESAS, SEMPRE QUE DE BOM GRADO

Avistar aquele ser metade humano, metade cachorro, me faria refletir sobre a imanência da vida. Assim como a água, que volta sempre para sí, nas suas mais diversas formas, o ser humano também pode ser capaz de ser o seu próprio começo, meio e fim. Abele estava entrege em boas mãos, creio. A proximidade com a qual aquele cachorro a tratou, com tanta delicadesa, poderia revelar um certo laço afetivo. Um terço da missão estava completa. Restava então seguir com as etapas seguintes: verificar a integradidade daquele médico; buscar uma forma de pagá-lo pelo atendimento e correr em busca da minha recompensa (qual uma parte iria dedicar para pagar o serviço, caso necessário).

— Joseph, certo? Gostaria de saber quais são os sintomas de Abele. Quanto tempo irá demorar para que ela se recupere e quanto terei de pagar por todo este serviço. — Aguardaria a resposta buscando adentrar na alma daquele ser com o meu olhar. Querendo ou não, o auxílio de um médico naquela situação poderia vir a calhar em um futuro próximo. Desta forma tentaria ser o sujeito mais amável possível, sem necessitar de bajulações. Após verificar e meditar sobre a situação, me despediria do senhor cachorro e partiria em busca da minha bolsa de ouro.

Caminharia entre as ruas com certa pressa em meu andar e um olhar aflito. Evitaria ao máximo contato com outros indivíduos, desviando minha cabeça e fazendo sinais negativos para os que tentassem se aproximar. Evitaria a todos, menos aqueles que aparentassem fazer parte do exército da Marinha. Ao encontrar algo passível de ser uma Central da Marinha, entraria no local e buscaria pela(o) atendente. Seria breve em minhas palavras: — Vim resgatar a recompensa pela captura do pirata Panther Jack. — Falaria em tom audível enquanto retirava de dentro das minhas vestes o papel em que Korra havia escrito suas indicações - ainda bem conservado - e o entregaria para a pessoa que estivesse na recepção. O sopro daquele breve momento trariam lacunas em minha cabeça. Pois, de certa forma, metade do meu trajeto já estava concluído. Agora restava ao destino, trazendo sem seus ventos outonais, passar diante de mim e deixar aquele que viria a ser o meu próximo passo em um futuro incerto.


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