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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O poeta errante

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MensagemAssunto: O poeta errante   O poeta errante EmptyQui 26 Jul - 0:16

O poeta errante

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Sarata Mantori. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante EmptySex 27 Jul - 18:11


I - ANJO?

Os pensamentos seriam mais intensos na medida em que a caminhada tomava proporções exaustivas. Em um momento de distração conseguiria trazer a tona recordações de um acontecimento estranho e harmonioso vividos a bastante tempo, revelando em meu rosto um sorriso inocente.

~ Recordações ~

Era a tarde de maior calor registrada pelo meu corpo desde o meu surgimento. As folhas esverdeadas passavam tempos intermináveis imóveis nas árvores. A ausência da canção do vento em meus ouvidos e a magnitude de um riacho paradisíaco de águas cristalinas, completamente estático, traziam alegria para o meu ser. Banhei-me neste mesmo dia seis vez em sequência e ainda permaneci com o incômodo suor que empapava os meus pelos mais internos. Mergulhei outra vez no riacho com os olhos agora cerrados. Queria atingir o limite da sua profundidade. O conhecia bem, mas todo mergulho era uma nova experiência. Quanto mais cerca do seu fim, mais o frio daquelas águas amenizavam a sensação de asfixia causada pelo calor intenso. Senti a água me me absorver, me curar, fazendo recuper aos poucos a leveza do meu corpo.

Fui ligeiramente interrompido por um pequeno ruído sobre a minha cabeça, mas não deixando perder a graça do momento buscando saber do que se travava. Permaneci livre de pensamentos e completamente imóvel, deixando o peso do meu corpo agir. O barulho, cada vez mais próximo e intenso não alterava o meu humor. Permaneci imóvel, buscando conquistar o meu objetivo: a iluminação. Logo meus olhos arregalaram ao exato momento em que senti um toque similar em meu ombro direito. Virei-me com suavidade para poder observar aquele membro desconhecido, aos poucos entranhando suas garras em minha pele. Recebi uma carga negativa, induzindo-me a submergir. Retornei a margem do riacho. Deitado com os braços abertos e ao meu lado um ser de pouca estatura, encurvado, observando a imensidão do céu. — Pai. — Observava-o com admiração e respeito. — Se você quer morrer; morra em guerra. — Respondia-me Rokimaru, meu pai de criação. Seus olhos ligeiros e pequenos percorriam toda a extensão do meu corpo. Apenas nesse momento permiti ser admirado, enquanto fechava meus olhos.

~ Fim das Recordações ~

Retornava a órbita. Balançaria minha cabeça levemente, deixando aos meus olhos a tarefa de observar o terreno em que me encontrava. De alguma forma eu permanecia dentro da Floresta, local onde me estabeleci desde a chegada em Karate Island. Balançaria a cabeça e continuaria com a minha peregrinação silenciosa e atenta. Meus pés estavam prestes a ceder ao cansaço, mas eu não manifestaria nenhuma palavra de incômodo e seguiria o meu trajeto. Estava nutrindo-me com cascas de árvores e pequenas frutas a mais ou menos 2 dias, e meu corpo já não estava suportando ter de retirar energia das poucas reservas que restavam em minha estrutura física. "Preciso comer. E logo!" Pensaria, girando em meu eixo, na tentativa inocente em identificar a estrada que levaria-me até a cidade. Provavelmente eu deveria seguir para o Sul. Buscaria escalar alguma árvore, buscando atingir o seu topo. Quando alcançado, trataria de localizar as estruturas da cidade ou de algum vilarejo próximo. Se consigo encontrar algo semelhante, desceria da árvore e seguiria o trajeto.

Finalmente, após horas provavelmente desperdiçadas caminhando em direções inexatas, conseguiria avistar aquilo que viria a ser um pequeno povoado ou algo que pudesse ser chamado daquela forma. Seguiria então naquela direção, agora com uma certa tranquilidade. Meu objetivo no local era simples: Alimentar-me de graça. Na primeira situação iria bater em todas as portas das casas que encontrasse e abordaria a pessoa que me atendesse com a seguinte frase: — Olá, senhor(a)! Você poderia por gentileza oferecer-me comida? Não como bem a dois dias e tenho fome. Se não for pedir muito, qualquer coisa serve. Em caso de não conseguir comida dessa forma, rumaria em busca de alguma taberna e lá dentro sentaria próximo a bancada e cogitaria a possibilidade de conseguir comida em troca de algum serviço que eu pudesse oferecer. Abordaria o dono(a) da taberna olhando em seus olhos e dizendo: — Olá, senhor(a)! Você poderia por gentileza oferecer-me comida? No momento estou sem dinheiro mas posso oferecer os meus serviços como pagamento. Mas antes necessito muito nutrir o meu corpo!

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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante EmptySab 28 Jul - 12:02

~ NARRAÇÃO ~ SARATA MANTORI


Karate Island uma ilha repleta de ambientes diversos e propensos para cada variedade de especie conseguir habitar nela, uma ilha dominada por dojos de luta onde os problemas costumavam ser resolvidos, mesmo assim um individuo peculiar com habilidade na arte da espada estava lá metido na parte florestal da ilha; um local que até então lhe servia de área para sobreviver, porém seu estado atual não o permitiria mais viver na floresta e acabou decidindo buscar a cidade da ilha bem como um bom alimento para voltar a ficar bem nutrido.

O jovem Sarata Mantori de apenas dezenove anos seguiu seu rumo em busca de alguma estrada para a cidade, não foi tão difícil acabar encontrando seu caminho pois como apenas uma minima porcentagem de Karate Island é dominada por floresta quando menos percebeu já estava entre as residencias dos civis. Mantori sem perder tempo logo foi mendigar algum alimento para os habitantes da ilha, ainda era de manhã e apenas algumas pessoas eram vistas andando na rua em que o espadachim estava; e na primeira tentativa dele como talvez fosse esperado acabou sendo rejeitado. - Me deixe em paz seu mendigo maltrapilho! Esquisito! Vá buscar um emprego, cara.- Resmungou um homem qualquer que logo fechou a porta de sua residencia na cara de Mantori...      

O espadachim já havia em mente algo semelhante como arranjar algum serviço, para tal decidiu rumar em direção de uma taberna qualquer visto que sua tentativa de pedir comida nas portas dos moradores de Karate Island havia falhado miseravelmente. Na primeira taberna aberta o jovem Mantori acabou entrando e em sua primeira olhada pelo local ele podia ver alguns indivíduos no estabelecimento; no lado direito da taberna um bêbado de meia-idade escorado na mesa tentava retirar o ultimo gole de sua garrafa, já do lado oposto um homem e uma mulher conversavam segurando aquele item que seria o cartaz de um procurado, mas Mantori com seu cansaço atual não poderia distinguir de longe qual figura o cartaz possuía, já o contrario não podia ser dito de sua audição aguçada. -Hoje ele não vai escapar de nós!- indagou baixinho o homem com a mulher e que somente Sarata escutou.

No balcão de atendimento do estabelecimento, Sarata dialogou com o responsável naquele horário pelo local, ou melhor dizendo, com a responsável... Uma mulher rechonchuda que era caolha e limpava os copos na hora da abordagem do espadachim. -Por acaso tenho cara de instituição de caridade, querido?- Respondeu ela e depois deu uma cusparada nojenta no chão. -Sem dinheiro, sem papo, amigo!- E finalizou dando um belo sorriso de poucos dentes saudáveis na boca a estranha figurada que atende o bar. Quase que no mesmo momento do papo entre o espadachim e a atendente as duas pessoas do lado esquerdo decidiram levantar e sair do local, estavam nitidamente armados com espadas...                



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Historico do Sarata Mantori:
 

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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante EmptySeg 30 Jul - 16:42


II - PÉ NO DESCONHECIDO

Meu único desejo naquele momento era comer. As ofensas recebidas não iriam afetar o meu humor pois para isso era necessário algo mais. Retribuiria o sorriso da mulher com um leve sorriso sem mostrar os dentes. — Sem problemas senhorita, obrigado pela sua atenção e perdão pela molestia. Levantaria-me do banco e rumaria para fora da taberna. Ficaria interessado nos sujeitos que deixavam o local carregando aquele cartaz de procurado, principalmente em suas espadas. Colocaria minha mão direita suavemente sobre a minha bainha tentanto encontrar a empunhadura da minha velha katana, apenas certificando-me que ela encontrava-se lá. "Não quero causar conflito, muito menos entrar em combate. Não por hora! Quero apenas buscar informações sobre aquele cartaz." Autoafirmaria estas palavras em minha cabeça, buscando realizar uma abordagem amistosa, sem segundas intenções. Por algum motivo essa nova preocupação me fariam esquecer dos desejos da carne, no caso, a fome. Iria acelerar os meus passos para poder alcançar a dupla. Se consigo alcança-los, os abordaria tocando no ombro do que estivesse mais próximo a mim: — Perdão camaradas, vocês poderiam me dar uma pequena informação? Se eles reagissem de forma amigável ou tolerável, continuaria com o diálogo: — Do que se trata esse cartaz? Parece ser algo valioso para vocês e isso despertou a minha curiosidade. Estou recém chegado na cidade e busco por trabalho ou algo que possa me trazer retorno financeiro para poder me estabelecer aqui. Sei que isso não é problema de vocês mas, poderiam me informar onde consigo um cartaz semelhante? Minha intenção por hora era clara, queria retirar o máximo de informações sobre aquele cartaz e o sistema de recompensas possível. Meu objetivo principal nunca foi possuir riquezas materiais, mas o dinheiro era de suma importância, querendo ou não.

Em caso de total rejeição, ou de total desprezo, reagiria de forma passiva e aceitaria as respostas retirando-me do local sem remorsos. O apenas saber da existência daquele cartaz ja era algo valioso pois poderia buscar a fonte, sem dificuldades. Mas antes dirigiria-me até uma outra taberna ou uma casa de comidas, dessa vez disposto a pagar pelo meu alimento. Ao adentrar, rumaria até o balcão de atendimento e sentaria-me próximo a(o) atendente. — Com licença, vê-me um prato de arroz, com três pedaços de carne mal passadas e um copo de água, por gentileza. Comeria com pressa, sem tempo para apreciar a comida, buscando saciar minha fome o mais rápido possível. Ao terminar beberia todo o conteúdo do copo ou vaso de água e chamaria a(o) atendente para realizar o pagamento pelo serviço. Pagaria-o e sairia do local. Estando do lado de fora do estabelecimento, nutrido e completamente saciado, andaria pelas ruas buscando encontrar a principal rua da cidade pois nela com certeza estaria a central do sistema de recompensas.


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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante EmptyTer 31 Jul - 13:12

~ NARRAÇÃO ~ SARATA MANTORI


Uma vez que suas tentativas de conseguir algum alimento de forma gratuita acabaram por falhar, Mantori decidiu momentaneamente buscar outro de seus objetivos em sua aventura, este que por fim é o de obter informações sobre a dupla que havia acabado de sair do estabelecimento com um cartaz de procurado em mãos, mas seria coerente ir atrás deles visto que na sua bainha não havia arma alguma? Ao olhar do lado de fora o espadachim acabou por avistar os dois estranhos caminhando para o lado norte da ilha, em uma rápida corrida foi capaz de alcançar aquela dupla e decidiu os abordar em busca de informações. O homem desconfiado não retirou em nenhum momento a mão de sua arma enquanto Sarata havia falava.

Ao abordar os dois indivíduos com cartaz Mantori conseguiu ver claramente como são dos pés a cabeça cada um deles. -Ora, O que deseja?- Questionou a mulher com suas madeixas loiras, olhos azulados e vestido preto com a parte de cima sendo marrom também calçando botas de couro, em sua cabeça um chapéu com detalhes em flores também é visto. - Quer ser um Caçador de Recompensas também? Se quer tanto um cartaz como esse pode buscar no Quartel General da Marinha ou em alguma taberna.- Dessa vez quem falou foi o homem, este que com suas vestimentas que claramente não tinham sido baratas visto que pareciam novas, apesar de estar em trajes simples.

O homem fez uma pausa coçando o queixo e voltou então a falar com Mantori. -Acredito que não vá encontrar algum procurado tão valioso quanto o que temos, essa ilha e seus dojos espantaram a maioria dos piratas.- Com uma pausa pensativa o homem olhou para a mulher e depois voltou seus olhos para Mantori. -Caso queira unir-se a nos fique à vontade, eu sou Cain e essa mulher é minha irmã Abele.- Foi então que aquela mulher denominada Abele fez uma pequena encurvadura em saudação ao segurar sua saia como uma dama educada faz. -Estamos indo para lado deserto de Karate Island, pode nós encontrar lá em trinta minutos caso queria nos ajudar na caçada.- Exclamou a mulher com um sorriso no rosto e ambos Cain e Abele prosseguiram caminhando...

Ainda sem saciar sua fome o Espadachim após obter algumas informações dos Caçadores decidiu buscar um local para conseguir comida e desta vez esteve disposto a pagar para comer. Bem próximo de onde abordou os dois caçadores ele acabou encontrando uma barraca onde um jovem com espatulas em mãos vende carne frita com arroz e legumes; lá Mantori pediu três pedaços de carne em seu prato e o jovem rapidamente preparou o prato do Espadachim. -Arroz com três pedaços de carne saindo!- Gritou o rapaz animado ao entregar o alimento para Sarata que saciou sua fome. -São dez mil berries, senhor!- Disse o jovem sobre o preço da refeição e Mantori acabou pagando de imediato.                             



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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante EmptyTer 31 Jul - 14:23


III - DESPERTAR

Antes de deixar a barraca de comida, abordaria o jovem atendente com a seguinte frase: — Jovem, você conhece dois irmãos chamados Cain e Abele? Analisaria minuciosamente a reação na face do jovem, buscando identificar que tipo de pessoas seriam aquela dupla. Ouviria atentamente as palavras do jovem e reagiria conforme as informações. Esses detalhes seriam importantes para saber como me portar diante deste tipo de pessoa, seja qual seja não baixaria minha guarda. Deixaria 500 Berries em forma de gratidão pela informação e sairia do local. "Aqueles dois parecem ser boas pessoas, creio." Pensava enquanto caminhava em uma das ruas principais. "Dentro de 30 minutos tenho que estar no lado deserto de Karate Island, mas antes necessito comprar uma katana, não posso chegar lá com as 'mãos vazias'." Pensaria olhando a arquitetura das casas, buscando encontrar algo similar a uma loja de armas.

Se consigo encontrar a duras penas uma loja, entraria pedindo licença e abordaria a(o) atentende com um leve sorriso. — Olá meu senhor(a), estou interessado em comprar uma katana, você teria alguma em seu estoque na casa dos 30 Mil Berries? Estou disposto a pagar de imediato! Por favor, que seja algo de qualidade. Terminaria a frase com um sorriso amigável, fechando os olhos. Enquanto a(o) atendente verificava o seu estoque, andaria pela loja analisando discretamente as armas e as pessoas presentes. Chegaria próximo a alguma das espadas, buscando algo parecido a esta: Imagem 01 - Imagem 02. Se a consigo encontrar chamaria a(o) atendente e falaria: — Ficarei com esta! Tenho um total de 39 Mil Berries e estou disposto a pagar por ela, caso seja necessário. Falaria com veemência e seriedade. Algo naquela espada me era familiar eu a queria de todo custo, portanto estaria disposto a fornecer tudo que tinha por ela. Se consigo fechar a negócio, sacaria todo o dinheiro guardado dentro das minhas vestes e o daria para a(o) atendente. Pegaria a katana com maestria utilizando a mão direita, a sacaria de sua bainha com a mão esquerda e a analisaria de perto, aproximando-a dos meus olhos. Realizaria alguns movimentos horizontais e verticais, buscando ouvir o som do corte daquela navalha. Isso me excitaria. Deixaria escapar um largo sorriso, mostrando meus dentes superiores. Ao perceber o movimento involuntário me restatabeleceria, e me encurvaria em forma de agradecimento pela espada e pelo atendimento.

Sairia da loja com outra aura. Boas recordações tomariam conta da minha mente. Me sentia completo, realizado e disposto a encarar todos os desafios fornecidos. Buscaria com os olhos ligeiros a direção de algum terreno amarelado, pois lá com certeza seria o deserto, local para onde eu iria! Se o encontro, caminharia a passos rápidos, segurando com uma das mãos a bainha da minha nova katana, presente na parte esquerda da minha cintura, orgulhoso por tê-la comigo e ansioso para encontrar a dupla, quem sabe, meus novos aliados (ou adversários).


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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante EmptyQua 1 Ago - 15:55

~ NARRAÇÃO ~ SARATA MANTORI


Depois de ter conseguido saciar sua fome o Espadachim tentou descobrir algumas informações a respeito dos dois supostos caçadores de nome Cain e Abele, para tal ele acabou recorrendo ao jovem que havia lhe vendido o alimento a alguns minutos atrás. O jovem franzino coçou a cabeça por um instante e então começou a responder Mantori. -Eles já fizeram uma refeição aqui mais cedo, mas sinceramente não lembro de ter visto o rosto dos dois antes e olha que vivo a algum tempo na ilha...- Proferiu o jovem e depois recolheu o prato de Sarata para limpar bem como sua gentil gorjeta. -Obrigado, volte sempre!- Acenou o jovem em despedida.

O próximo objetivo do Espadachim é adquirir uma arma o quanto antes, visto que poderá estar se envolvendo com pessoas perigosas daqui alguns minutos, fossem eles os dois caçadores dos quais possuía alguma suspeita ou o estranho procurado do cartaz do qual ainda não possuía muitas informações para não dizer nenhuma. Sarata caminhou por alguns instantes e logo acabou avistando uma loja de armas, foi fácil descobrir que é uma loja que vende armas pela placa com o nome "Arsenal dos Guerreiros" e ao adentrar o local que apesar de não estar caindo aos pedaços ele via que lá possuía muita poeira em seus moveis. O atende um homem alto e musculoso na flor da idade foi quem escutou o pedido do espadachim o respondendo. -Tenho exatamente o que você precisa.- Disse ao ir pegar uma Katana de boa aparência e entregar ao Espadachim.

Depois o vendedor de armas cobrou o preço para Mantori. -Foram trinta mil berries, nada mais e nada menos.- E assim que pagou e pegou sua arma o espadachim fez questão de testar aquele novo equipamento ainda dentro da loja, brandindo para lá e para cá sua arma até perceber que tanto suas ações quanto seu sorriso não eram nem um pouco adequados. -Ficou empolgado? Mas não fique balançado essa arma aqui dentro, serio.- Falou o atendente com os braços cruzados que observou e encarou Sarata e suas ações. Após uma reverencia como pedido de desculpas o Espadachim saiu da loja e seguiu o seu rumo, tal rumo que seria o mesmo dito por Cain e Abele, o lado desertico da ilha.

Ao caminhar por um tempo e chegar até o ambiente árido, Mantori já podia sentir o calor quase infernal que fazia no local e logo a frente agachados ao lado de uma enorme rocha os dois caçadores de antes observavam algo do outro lado. A bela Abele que parecia estar dando cobertura para o irmão e estava mais recuada acabou vendo Sarata de longe e acenou para o mesmo. -Venha, nós chegamos bem em tempo de interceptar eles!- Disse ela empolgada e depois foi repreendida pelo seu irmão. -Faça silenciou...-. Caso fosse do interesse de Mantori também ir observar o que os irmão avistavam ele acabaria por ver cinco homens sendo que quatro deles carregavam caixas rumo a praia; um deles em peculiar não ajudava e tem sob a cabeça um chapéu de capitão pirata.            
                            



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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante EmptyQua 1 Ago - 17:21


IV - CAÇA

Andando, sentindo o vento acariciar o meu rosto eu colocaria a mão sobre a minha bainha e observaria o horizonte. Não sei precisamente em que momento do dia me encontro, mas aprecio-o. O ato da caminhada me ajuda a ordenar os pensamentos. Organizar as possibilidades e os próximos passos a serem dados. Tudo com bastante calma, passo a passo. Consequentemente foco em minha respiração. Realizaria duas ou três respirações profundas e em seguida apenas observaria a respiração em seu ato automático. Ficaria agraciado com o momento. Maravilhado! Que dom perfeito. — Obrigado meu Deus! Falaria em tom apenas audível para mim, enquanto trazia toda a minha cabeça para trás, buscando observar as nuvens.

Perceberia a mudança na brisa, intensificando-se conforme os meus passos. Serraria os meus olhos para poder continuar enxergando e previnindo-me no caso de alguma brisa levar areia aos meus olhos. Tragaria minha saliva com mais frequência e continuaria o trajeto. Ao avistar a dupla naquela posição um tanto constrangedora realizaria um movimento com a mão, transmitindo minha felicidade por havê-los encontrado. Observando o terreno rapidamente trataria de identificar a situação e retornaria o meu braço a postura inicial, em seguida realizaria uma aproximação rápida e sutil, buscando esconder-me atrás da grande rocha. "Começou a caça." Pensaria enquanto tentava sincronizar os meus olhos com a observação da dupla, tentando identificar a 'presa'.

— Pelo visto vocês começaram sem mim. Falaria olhando nos olhos de Abele, disponibilizando um pequeno sorriso. — Passem-me toda a informação sobre o plano de vocês. Ainda não sei quem vocês estão caçando mas estou disposto a ajuda-los, contanto que possamos fazer uma boa negociação ao término dessa empreitada. Percebeia que que haviam um total de cinco homens cerca da praia, onde um deles vestia uma espécie de chapéu. Colocaria suavemente o meu polegar e o indicador sobre a coronha da minha nova katana. Meus olhos tratariam de buscar algum possível armamento que aquelas pessoas pudessem estar carregando, além das caixas, que não me despertavam tanto interesse.

— Somos três, eles em cinco. Repassava a informação para fixar em minha mente e alertar o meu corpo sobre a situação. — Isso pode parecer grosseiro mas eu costumo trabalhar sozinho. Caso vocês queiram podemos nos dividir para interceptalos em vários pontos, impossibilitando a fuga. Se a dupla concordasse com a minha sugestão eu sairia do ponto em que me encontrava e faria um movimento com a cabeça, visando o norte, local por onde eu iria. Me movimentaria com maior agilidade permitida pelo terreno e por minhas articulações. Esconderia-me por trás de toda rocha, árvore, duna, que houvesse. Sempre observando as presas, para saber se haviam desconfiado de algo. Se continuassem caminhando normalmente seguiria o meu movimento até estar cerca suficiente para iniciar o ataque. Chegando nessa fase, veria a posição dos meus companheiros e aguardaria o sinal para começar.

Autorizado, o primeiro movimento a ser realizado seria correr o mais rápido possível até o homem que levava um chapéu em sua cabeça e sacando a minha katana realizaria um corte em diagonal, buscando separar os dedos daquele homem do resto da sua mão. Se consigo lograr, ganharia as suas costas e passaria o meu braço esquerdo sobre o pescoço do homem, visando não deixa-lo escapar. Utilizava toda a minha força para mantê-lo comigo. Traria a lâmina em direção a jugular do homem e a manteria ai, bem próxima, onde qualquer movimento involuntário 'boooom', sangue para todo lado. Utilizaria o corpo daquele homem como um escudo em caso de disparos de arma de fogo. Em caso de golpes com espadas, empurraria o refém contra o golpe, lançado-o sobre o atacante, ao tempo em que me aproximaria agachando o máximo possível sem perder a estabilidade, para executar um corte horizontal. Ainda agachado seguiria em direção dos outros homens que houvessem cerca, passando a lâmina horizontalmente da esquerda para a direita.

Caso ninguém oferecesse perigo após ter como refém o suposto líder deles, falaria observando atentamente o movimento de cada um: — Ganhamos o jogo rapazes. Qualquer movimento e a cabeça do chefe de vocês estará com uma coloração amarelada. Soltem as armas e deitem com o rosto virado para o chão.


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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante EmptyQui 2 Ago - 11:58

~ NARRAÇÃO ~ SARATA MANTORI


Ao chegar no local onde os outros dois caçadores o esperavam, Mantori buscou de imediato obter mais informações a respeito dos procurados e também do plano que eles deveriam aplicar para capturar os procurados. Abele retribuiu o sorriso de Sarata com outro e começou a dar mais informações sobre a missão de captura. -Pois bem, aquele de chapéu é o procurado de nosso cartaz chamado de "Weny Durval". Um Capitão pirata em acessão, realizou pequenos furtos e crimes menores.- Pausou para pegar dois cartazes e os mostrar para Mantori. -O problema é que acabamos descobrindo que um outro pirata, "Panther Jack" aliou-se com ele e está lá embaixo; precisaremos de sua ajuda para conseguir vencer os dois.- Abele encerrou suas palavras para escutar Mantori.

No primeiro cartaz mostrado que foi o de Weny Durval, Sarata podia ver que ele não passava de um pirata do tipo mais comum, com vestimentas mal acabadas mas cheio de pequenos detalhes e acessórios que deve ter obtido em seus crimes. Enquanto que o outro cartaz do tal de Panther Jack mostrava um homem bem mais robusto e portando dois enormes machados que estavam em evidencia quase que como algum premio valioso, porém, lá entre os cinco homens com as caixas não havia sinal de que Weny e Panther estavam portando armas. Qual seria o mistério? Talvez já fosse bem obvio e Cain ao menos já estava desconfiado pelas suas palavras. -Eles devem estar nos esperando; então vamos sim nos dividir como sugeriu, mas tome cuidado. Algo parece errado!- E após suas palavras os caçadores foram cada qual para um lado...

Sarata buscou ocultar sua presença em cada pedra e duna que estivesse a frente e ir assim até chegar próximo dos seus alvos. Já do lado dos dois irmãos não foi tão diferente, eles também buscaram ficar escondidos até estarem em uma posição para agir, Mantori então aguardou o momento de uma concordância entre seus dois colegas de caça e assim que Cain acenou com a mão eles se puseram a agir. Os dois caçadores, Cain e Abele sacaram suas espadas e avançaram contra dois dos homens que carregavam junto uma das caixas, os piratas em resposta soltaram a mercadoria e sacaram suas armas trocando alguns golpes com os dois.

Já do lado de Mantori nem tudo havia ocorrido como o esperado, seu alvo o pirata chamado Weny ao escutar a movimentação de Sarata apenas ficou o encarando de mãos levantadas. -Oh, você me pegou hehehe!- zombou o pirata e na frente de Mantori surgiu o grande Panther Jack colocando um dos seus machados que acabara de sacar das vestes na frente e bloqueou a investida, mas não só isso, com uma força incrível em seu braço ele fez Sarata ser afastado. Aproveitando o breve momento que havia surgido, Weny começou a correr na direção da praia. -Agora, rapazes! A festa é de vocês!- Esbravejou Weny e das caixas que agora estavam no chão surgiram mais capangas as quebrando e apontando armas de fogo na direção dos três caçadores, um novo capanga para cada. -Como combinado eu cuido deles e você foge, Weny!- Disse Panther ao brandir o machado do bloqueio com o segundo que agora também havia sacado.

A nova situação ficou da seguinte forma: Um capitão pirata em fuga para seu barco e sete capangas armados com espadas e pistolas contando com um procurado conhecido entre eles que empunha machados, contra três caçadores cada qual armado com suas espadas em mãos. -O que esperavam? Ele é "Weny o fujam" que paga para os outros fazerem o trabalho sujo.- Em tom de deboche Panther Jack falou já erguendo seus machados e indo em direção de Mantori. -O plano era para acabar com um daqueles líder de dojo, mas para mim derramar sangue de um qualquer como você já é um começo!- Disse confiante que daria cabo de Sarata como oponente.
                                     



OFF:
 

Cartazes:
 

Historico do Sarata Mantori:
 

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Sasaki Kojiro
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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante EmptyQui 2 Ago - 18:48


V - FRENESI

A determinação se transmite até a espada. Entramos em combate. Me estabilizaria adequando os joelhos e os pés no solo após receber o empurrão, minha intenção era amortecer a queda e não perder a base. Tudo remete ao estado de frenesi. "Só tenho que concentrar na minha arte, é tudo que preciso fazer. Não há espaço para dúvidas." Pensaria avaliando a situação. Não poderia subestimar a força do homem que se encontrava na minha frente. Ele era realmente forte. Mas quão hábil ele poderia ser? — Responda-me. Falava aderindo uma base ofensiva.  — Quanto aquele fujão te ofereceu para ser o guarda costas dele? Minha intenção era ganhar um pouco de tempo para poder inspecionar a situação, movendo os meus olhos da direita para esquerda, sem perder o foco central, meu adversário. Me preocupavam aquelas armas de fogo e para isso tentaria sempre manter o meu adversário diante da linha de disparo, utilizando-o como um escudo a distância, para isso movimentaria-me conforme o movimento dos atiradores.

Apertei firmemente o cabo da minha katana com as duas mãos e realizei uma respiração profunda. Olharia para Panther Jack como um caçador olha para o seu troféu. Queria corta-lo. Esse sentimento seria transmitido para a minha katana agindo como uma espécie de catalisador incentivando-mo a iniciar uma caminhada apressada que logo iria se tornar uma corrida. Com minha lâmina apontada para o adversário, colocaria-a na diagonal para colidir com um possível golpe do Panther e seguraria o máximo que minha força permitisse, logo escorregaria a espada e agachando-me, cortaria um dos dois tornozelos do Panther. Para um ser daquela proporção o ideal seria derruba-lo, como uma grande árvore em sua velhez. E para isso devemos começar pela base.

Não iria parar. Ainda levemente agachado, correria o mais rápido possível em direção a um dos homens que estivesse armado com uma arma de fogo. Caso ele estivesse apontando sua arma para mim, tentaria esquivar-me saltando e rolando pela chão e se consigo chegar próximo suficiente sem receber um dano crítico, levaria minha mão esquerda até a areia e a jogaria em direção aos olhos do atirador, sem perder tempo manuseando a katana com a mão direita realizaria um corte frio, preciso, com o menor movimento possível. Um corte descendente que teria destino as duas ou a mão que o rapaz utilizara para segurar a arma. — Esse seu brinquedo pode custar-lhe a vida. Falaria apreciando o movimento rotatório da queda da arma e a reação do homem ao ver o seu ex-membro despregado do seu corpo.

Ergueria-me. Faria dois cortes no vento com minha katana para poder retirar um possível sangue que nela estivesse alojado e a repousaria diante do meu corpo, em direção ao outro atirador. Esse movimento foi proposital, porque em caso de um disparo, tentaria usar a katana para interferir o trajeto dos projéteis tempo suficiente para eu poder me distanciar e ganhar alguma cobertura. Movimento arriscado, mas necessário. Em segurança, com o ligeiro movimento dos olhos, alertaria os meus outros sentidos sobre a posição e a proximidade tanto de Panther quanto de Weny. Não queria deixar aquele verme escapar mas a situação não estava tão favorável. Olharia para a dupla e gritaria para o que estivesse mais próximo da praia: — Você, corra e não deixe que Weny escape. Nós tomamos conta do restante. Vá! Terminaria a frase retornando os olhos em direção ao movimento do Panther.

Moveria minha cabeça da direita para esquerda. Relaxava os meus ombros e novamente apertaria o cabo da minha katana, apontando-a em direção do Panther. — Podemos continuar? Falaria dessa vez parado, firme em meu local. Ganhando a boa posição da cobertura contra os disparos e tudo o que menos queria era ser atingido durante o combate. O espararia. Esperaria até o momento em que ele estivesse dentro da minha zona de corte para então realizar um movimento diferente. Soltando a mão esquerda, realizaria um corte de cima para baixo, utilizando apenas a mão direita, buscando cortar o pulso do meu adversário. Sairia pela sua lateral, tentando ganhar as suas costas. Caso consiga, realizaria um segundo corte, dessa vez horizontal, visando rasgar o seu outro tornozelo.


Histórico:
 

Objetivos:
 

Off:
 


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