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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte   A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte - Página 4 EmptyDom 22 Jul 2018, 02:33

Relembrando a primeira mensagem :

A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte

Aqui ocorrerá a aventura do(a) revolucionário Edmund Dante Bjernnsen Romanov. A qual não possui narrador definido.


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Dante
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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte   A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte - Página 4 EmptySeg 10 Set 2018, 04:21

Respeita mia História


Meu corpo cambalearia ao me levantar, a tontura que me deixava abalado mentalmente. O fervor permanecia, mas meu corpo não parecia aguentar o que meu espírito almejava destruir. Minha confiança se esvaia parcialmente, no momento em que percebia que estava cheio de feridas e dores por todo o corpo. Cambaleando, fecharia meus punhos na altura do peitoral uma vez mais, com os olhos fixos no meu oponente começaria a sorrir despreocupadamente com o corpo meio curvado devido aos ferimentos – Você... Acha mesmo que uma bomba pode me parar? – Sentiria dificuldade para permanecer de pé e falar, mas mesmo que meu corpo falhasse, a minha vontade jamais iria. Uma chama eterna que não precisava de lenha para continuar a queimar... – Deveria ter trazido consigo o arsenal inteiro de explosivos – Pausaria de novo com dificuldade para respirar, devido a todo aquele stress e ferimentos. – Logo vai parar de sorrir... – Encheria meus pulmões, tentando ficar ereto e imponente agora, mesmo que com dificuldades, vociferaria – EU VOU FAZÊ-LO PAGAR POR CADA FERIMENTO EM DOBRO! – Franziria a testa ao me deparar com todos meus aliados no chão, começando a me movimentar progressivamente até o agente. Começando por passos lentos, depois caminhando apressado e por fim correndo, com o corpo todo detonado.

Dessa vez não era só a minha vontade que estava em jogo, junto do que fizeram a mim um dia, pensava em todos os meus amigos ao chão. As pessoas que ele poderia ter ferido além de mim, e as que feriu na minha frente. E transformava tudo aquilo em PODER.  “Dessa vez eu não vou me segurar nem um pouco” Pensaria durante a investida, afastando meu braço direito para trás e fazendo-o voltar com tudo para frente ao chegar próximo do homem, mas travando antes de atingi-lo, sendo este apenas um truque para o meu golpe de fato, baseado na troca de braço graças à minha ambidestria.

Daria uma última forte pisada de direita para equilibrar meu peso e concentrar toda minha força no peitoral, rotacionaria parte do meu tronco para a esquerda impulsionando o braço vindo da esquerda para a direita, que visava atingi-lo com o punho bem no centro da face e amassar o seu sorriso sem piedade.- AAAAAAAAAAAAAGHHHHHHHHHHHHHHHH - Vociferava, liberando não só o golpe como todo o ar e raiva presos.

Agora todos os meus outros golpes seriam baseados em contra-ataque de bloqueios. Não estava mais contando com minha velocidade, estava exausto e ferido demais para isso. Ficaria quase que parado depois de desferir o golpe e ficar próximo ao inimigo, limitando-me apenas a girar em torno do meu próprio eixo caso o mesmo se movimentasse noutra direção. Estava puto, mas ainda sabia que não poderia contar apenas com o emocional, botando parte da minha cabeça no tabuleiro também. Esta peça que serviria para analisar o estilo de combate do inimigo, com o que lutava e como lutava. Padrões de golpes e movimentação. Tudo que minha cabeça pudesse adquirir de informação guardaria, para utilizar contra ele com eficiência.

E é claro que antes de saber essas coisas, eu não poderia receber golpes de graça. Pararia golpes frontais e horizontais na cintura e acima segurando com ambos os braços o membro do agente pela parte que iria me atingir, segurando com a melhor mão e liberando a outra após o impacto, para revidar com uma cotovelada em cima do osso. Agora, se fosse abaixo da cintura, arquearia então minha coluna recuando com um passo longo de esquerda para trás, abaixando-me em parte e botando ambas as palmas cobertas pela manopla em frente ao golpe para pará-lo, segurando com força com uma delas e puxando-o, utilizando a outra mão livre então para contra atacar trazendo seu corpo até meu punho encontrar com sua cara.

No entanto, se ele fosse atingir meus flancos da cintura para cima iria então flexionar meu braço desse lado e firmá-lo, para bater no músculo de modo que diminua o impacto e bloqueie. Abaixo da cintura então, esticaria o braço colado ao corpo, fazendo-o bater no antebraço ou mão, protegidos pela manopla bloqueando então. Após realizar esses bloqueios nas laterais, iria atirar o braço atingido para o lado, jogando para longe junte o seu membro, tentando desequilibrá-lo, e utilizando então esse mesmo impulso para movimentar meu outro braço livre em um golpe horizontal, vindo do meu lado atingido até o oposto, atingindo o rosto do agente bem em cima do nariz com meu punho. - COMO UMA NOZ, EU PARTIREI VOCÊ E SEUS IDEAIS! - Gritaria em raiva cega, assim que atingisse algum golpe.








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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte   A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte - Página 4 EmptySeg 10 Set 2018, 21:43

O agente do governo mantinha um sorriso de deboche enquanto Edmund vinha com seus dizeres antes de explodir, prometendo pagamento em dobro dos ferimentos. O revolucionário iniciava sua aproximação progressiva, e se aproximando o suficiente do oponente, que mantinha as mãos nos bolsos, lançava um golpe com um dos braços, de forma que o agente somente saltava para o lado contrário, sendo então pego pela finta de Dante e recebendo o primeiro golpe bem em sua face, ao quanto que um fio de sangue jorrava.

Ele cambaleava para trás, com um pequeno corte na bochecha, mas sorriso da mesma forma de antes. Ao olhar para o chão, Edmund vê, por um instante, uma pequena esfera metálica sobre seus pés, antes dela se desfazer em uma pequena explosão, cujas chamas queimavam as panturrilhas de Edmund até o segundo grau, causando imensa dor.

O ruivo acabava meio desnorteado com o ferimento, não notando um ataque que vinha pelo seu flanco esquerdo: um chute que lhe atingia as costelas e causava imensa dor. O agente tentava combar outro chute, agora na altura da cabeça, mas este Edmund conseguia bloquear.

Não só bloqueava, mas empurrava a perna do agente para o lado, e conseguia emendar outro golpe contra seu rosto, que acertava e lhe lançava para o lado, enquanto vinha uma frase de efeito sobre parti-lo como uma noz. De novo, contudo, havia um movimento sagas do homem do governo, e Dante via em seu braço que usara para golpear um objeto esférico e achatado, com uma luz vermelha que piscou, uma, duas, três
BOOM!


Se expandiu em chamas queimando boa extensão do braço esquerdo do ruivo de braços longos, e o jogando de costas para trás. Ambos os oponentes caídos nas ruas desertas da cidade, a 5 metros um do outro. O agente com o rosto já deformado, com o nariz torto e uma grande quantidade de sangue escorrendo, e Edmund com as balas alojadas em si que ainda doíam, além das queimaduras geradas pela luta até então.

- Heiheihei, parece que temos um revolucionário bom de briga aqui... - Comentava o agente, com tom totalmente provocativo.
Agente:
 

Ferimentos:
 

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte   A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte - Página 4 EmptyQua 12 Set 2018, 04:09

Don't you Remember ?


O físico já estava muito longe de onde meu espírito almejava estar naquele momento. Mesmo com a vontade dos deuses, não sabia como mover um músculo sequer, ao sentir tamanha dor ao redor do corpo. Minha fé tinha ido embora, ela era tão equiparável quanto às crenças de um cético. Meus olhos estariam fechados, prontos para apressar um destino que era inevitável para todo mundo...

“Insira seu flashback clichê aqui... Opa, cof cof” Por conta da preguiça do escritor, quer dizer, não, eu realmente pensei em todas as coisas que seriam perdidas se eu morresse naquele momento, mas chega de enrolação e vamos logo com isso.

Flashbackson~

Meu corpo estava inteiro e livre de qualquer dor e preocupação. Com uma pequena diferença além dos ferimentos, eu deveria ter menos que a metade do tamanho e idade atual. Se você acha que meu cérebro já é um vácuo sem racionalidade, naquele momento então era um buraco negro que sumia com qualquer resquício de capacidade cognitiva. –Err... – Babava, sem nem direito saber o que falar.

- Então, é assim que pilota e navega em um navio. Alguma dúvida? – A voz grave e imponente do meu irmão mais velho arrepiava até o ultimo pelinho que havia em meu corpo, fazendo-me ficar com um pé atrás se eu iria fazer minha pergunta ou não. – Fale de uma vez! – Saltei para trás, surpreso com o seu aumento repentino no tom. – Ah... Isso tudo parece inútil, eu preciso mesmo aprender? Nós não podemos só treinar e depois aprender a capinar lote? – Devolvia me respondendo com um olhar de decepção, segundos depois desviando para o lado. – Você é igualzinho ao seu pai... Se contenta com o necessário e somente isso. – Ele se afastava, ficando mais próximo do penhasco olhando em direção ao horizonte com os braços cruzados. – Existe um mundo muito maior lá fora, montanhas imensuráveis das quais escorrem água cujas pessoas chamam de cachoeira. Ilhas de verão, monstros gigantes dentro do mar... –

Na ultima frase, meus olhos tomavam a atenção do homem alto e musculoso que eu chamava de irmão. – MAR GIGANTES DENTRO DOS MONSTROS? – Inclusive, eu me confundia totalmente de tanta empolgação. – Exatamente! – Afirmava com um sorriso no rosto sem perceber o erro, talvez eu não fosse o único ignorante afinal. – E é lá que você deveria estar, lutando com eles. Levando o nome de Shurima para o horizonte e além, para que todos possam saber quem nós somos! – Seu sorriso era crescente, deixando os dentes à mostra enquanto fechava os olhos. – Eu nunca tive essa oportunidade e talvez agora já seja tarde demais para ter... – Mudava o semblante com seu draminha, referendo-se a sua vida adulta repleta de tarefas enjoativas que envolviam as políticas da vila.

- Então senão quer fazer por você ainda, faça por mim. Eu te prometo, não vai se arrepender e quando realizar isso, se lembre de mim e do favor que eu te fiz! – Seu sorriso gentil era a última coisa que eu via antes do flash esvair-se aos poucos e tudo sumir.

Flashbackson~

Afinal eu não tinha motivos para sentir qualquer arrependimento em vida, fiz apenas o que tinha que ser feito. Quando fui embora, todas aquelas mortes não foram minha culpa, e o motivo de eu sair não era egoísta, era por algo maior do que eu mesmo, e agora eu me lembrava. MAS! Não seria por tamanha lembrança ou raiva que eu iria me levantar, segundos depois dela, recordava-me da major tritã que havia me dito sobre ir para a grande linha um dia. E não é isso que move todos os homens? Mulheres, ou nesse caso, tritãs?

- Heiheihei, parece que temos um revolucionário bom de briga aqui... – Meus olhos se abririam, junto da minha testa que iria ficar franzida instantaneamente após a provocação. A dor era o maior obstáculo que eu tentava pular sobre naquele momento, mas como alguém que acabara de ser possuído, iria me levantar rapidamente com os olhos focados em somente um objetivo, ofuscando qualquer outra coisa. – Errado, não sou nenhum revolucionário. – Com passos lentos, caminharia em direção a ele com os punhos e a cara fechada. – Meus ideais estão acima de qualquer senso de liberdade. – Diria, puxando-o pelas mãos e botando-o de pé se o mesmo ainda não o tivesse feito. – Quando eu caio não me levanto porque quero vencer, mas sim porque tenho um nome para proteger. – Encerrava o falatório, entrando em posição para algo novo, algo que eu iria tentar pela primeira vez.

- E eu vou fazê-lo lembrar-se desse nome pela eternidade. SHURIMAAA... RIIIIIIIISING! Gritava, liberando junto meu ultimo resquício de forças em minha última técnica.

Aquela deveria ser a última vez que eu iria cair e me levantar, não me restava mais fôlego para continuar lutando por muito tempo, portanto, minha cabeça estava mais do que nunca fundida à minha fúria. Não havia mais chances para dar brechas, e a qualquer movimento que eu fizesse, estaria prestando atenção nas mãos do agente e em meu corpo. Sempre que eu visse, por algum momento, mais de um de seus explosivos, usando tanto minha audição como visão para encontrá-los, puxaria e arremessá-los-ia contra o agente, e se o mesmo estivesse próximo, usaria a forma mais rápida de me proteger, que seria me deitando ao chão de costas para trás após arremessar a bomba e cobrir minha cabeça com as mãos. Se não conseguisse desgrudar o explosivo, então rasgaria minha roupa em torno dele e assim então iria arremessar a tira, ou simplesmente tiraria o sobretudo e jogaria nele.

Utilizando sempre mais o braço que estivesse menos machucado, estaria atento para bloquear seus golpes nos flancos utilizando das minhas palmas do lado atingido para impactar contra o membro dele e segurá-lo sempre que possível, para o caso de o mesmo ter plantado uma bomba, devolvê-la e recuar ou pelo menos explodirmos juntos, colocando o explosivo, se estivesse em um braço ou perna minha, bem em frente a sua cara.

Golpes na horizontal, vertical e retilíneos, iria parar colocando ambos os meus antebraços alinhados para cima em frente ao golpe, e se o mesmo fosse mais abaixo, iria flexionar meu joelho direito deixando-o de apoio deitando o esquerdo junto do restante da perna no chão, para me fixar e manter a pose de defesa com os antebraços na altura do golpe.

Desta vez, estava atento, mesmo que me faltasse energia, vontade e estivesse lutando contra minha dor, não seria tolo de ficar parado esperando mais uma bomba explodir ao solo, portanto estaria sempre em movimento, mesmo que não visse ou ouvisse os bips de uma bomba, iria tentar me movimentar em torno do eixo do agente com passadas rápidas.






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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte   A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte - Página 4 EmptySab 15 Set 2018, 12:47


O embate se reiniciava com o agente voltando a correr na direção de Edmund, enquanto o revolucionário(?) lançava seus dizeres sobre ter um senso de liberdade próprio. O inimigo se aproximava antes que a fala do ruivo tivesse seu fim, de forma que ele bloqueava um chute frontal colocando seus antebraços(os antebraços mais próximas das mãos, visto que ele é braços longos e possui 2).

Contudo, o agente era sempre perspicaz, e lançava uma pequena esfera que rolava de novo aos pés do ruivo, que estava concentrado de mais em realizar sua técnica e não conseguiria escapar daquele objeto metálico. Se não fosse a chegada de Balor, que chutava a bola, fazendo-a voar para outra direção, e explodindo no ar sem afetar ninguém.

O agente recebia o Shurima Rising de Dante bem em seu queixo, imaginando que tratava-se de um golpe normal, e crendo que sua artimanha daria certo. Não deu. Ele foi lançado para o alto, voando, e surge no mesmo instante o revolucionário Gue Chevarra, com um rifle de um dos marinheiros, atirando para cima na direção que o homem havia voado, diversas vezes. Era difícil não ter acertado.

A gravidade invertia a aceleração, e o inimigo, governista, começava a cair, já perfurado por inúmeros projéteis. Quando estava para tocar o chão, Amy surge no local com um dash, em um movimento que todo seu corpo acompanha: um poderoso soco na face do inimigo, que o faz agora ser lançado para o lado.

Finalizando o combo, lá estava Astrid, no lugar correto. Quando o homem era lançado pelo golpe de ruiva, tinha seu peito atravessado pela grande espada da garota, que o erguia enquanto escorria sangue, com um olhar de desespero e todo ferido. Deixava ele no chão, e ele morria.

- Bom trabalho, mas não temos tempo para comemorações. - Dizia Amy, ao lado de Edmund, com um semblante de preocupação. Ela tirava um Den Den Mushi do bolso. - Gehard ligou dizendo que o documento não estava aqui, e nossos informantes afirmaram ter visto um pequeno navio da Marinha que acabou de embarcar as pressas rumo a Reverse Mountain, com a procuração assinada por Cruzis. Edmund, Balor e Astrid deverão correr para um porto clandestino ao norte da ilha, onde terão passagem com um navio clandestino atrás dos marinheiros. Procurem por Bento, um homem estranho, irão reconhecer, e digam a ele que "os cozinheiros da reserva chegaram". Ele terá mais informações.

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte   A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte - Página 4 EmptyTer 18 Set 2018, 01:41

Don't you Remember ?


O magma poderoso e altivo daquela batalha que ardia em meu corpo e alma, finalmente chegava ao seu fim. Mais alguns segundos ao me deparar com o explosivo rolando, e iria ver minha vida rolar pela minha cabeça também, não fosse pelo jovem que carregava o legado do meu povo consigo. Todo aquele fervor ia embora de pouco a pouco. Era como um botão de descarregar, e o que ele fazia era simplesmente subir com o braço a toda potência contra aquele queixo, mandando embora junto minha ira.

Lentamente cessaria minha respiração pesada no mesmo ritmo em que meus batimentos se acalmariam. Progressivamente captava toda aquela situação, estava meio incrédulo com tudo aquilo e por um momento, achava sentir pena do que houvera acontecido tão brutalmente com o agente. Mas é claro, eu só achava mesmo. – Tu gosta mesmo de furar pessoas com isso ai. – Falava voltado para Astrid, em tom sarcástico. – É bom ver que todos vocês estão bem. Significa que já posso me atirar no chão. – Ou não. Uma contradição que florescia após terminar de ouvir a ruiva, mas aquilo não era uma noticia nem um pouco ruim. É como dizem, poderemos descansar quando morrermos. - Correr? – Olhava para ambas as minhas pernas, queimadas e perfuradas a tiros com desespero – Tá bom gatinha. – Finalizava com um sorriso sincero e começava a correr na primeira direção que eu já estivesse virado, para segundos depois retornar para o mesmo ponto coçando a nuca. – Errh, onde é que é o porto mesmo? – Feito a pergunta voltaria a correr para a direção certa como se nada houvesse ocorrido. – ATÉ LOGO! GEHARD, AMY! – Acenava olhando para trás por míseros segundos.

Embora ferido por todo o corpo inclusive as pernas, uma energia nova preenchia meu ser. Não era raiva ou ódio, tampouco fome. Era apenas felicidade e empolgação ao ouvir a palavra Reverse Mountain e visualizar a possibilidade de consertar o sucesso da missão. A imagem de meu irmão mais velho aparecia uma vez mais na minha mente naquele momento, e todo o meu empenho dobraria ao deduzir a chance do mesmo estar vivo na grande linha, afinal eu nunca havia encontrado seu corpo na tragédia. – OS GAROTO CHAVE DA RESENHA CHEGOU!!! – Gritaria empolgado ao me deparar com o ser mais estranho que houvesse no porto, rezando para que fosse o certo, enquanto continuaria correndo em direção ao seu navio e saltaria arremessando meu corpo para dentro do mesmo, continuando deitado após cair.

- Digo, Os cozinheiros da reserva chegaram. – Suspirava com o corpo no chão ao finalmente conseguir um minuto mínimo que fosse de sossego e descanso, contente com o andamento da missão... E da minha vida.







Histo Rikko:
 

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte   A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte - Página 4 EmptyTer 18 Set 2018, 14:30

Havia uma energia diferente em Edmund em saber que estaria em alguns instantes viajando rumo a Reverse Mountain, a entrada oficial da Grand Line. Depois de ser informado a direção que deveria ir para encontrar o tal porto, ele seguia junto de sua filha e do outro revolucionário de Shurima, correndo por entre as ruas desertas da ilha.

Na verdade, elas não estavam tão desertas assim, era mais uma escolha do grupo que, por sugestão de Balor, acabava por tomar ruas secundárias para chegar ao seu objetivo, inclusive passando por alguns marinheiros que faziam uma ronda, dos quais se escondiam, para passar quando eles seguiam seu caminho.

Dados alguns minutos, o trio alcançava um porto totalmente estranho, com um pequeno pier improvisado de madeira, e várias caixas por todos os lados. Havia somente um barco pesqueiro de velas verdes ali e, após o grito empolgado de Dante, uma pequena figura se revelava.

Spoiler:
 

Era um pequeno mink sapo, de no máximo meio metro, que se aproximava do ruivo com um semblante de dúvida e suspeita, arqueando uma das sobrancelhas. - Quem são vocês? - Sua voz era fina e nasalizada. E então, a fala-código sobre serem os cozinheiros da reserva, e o sapo erguia as sobrancelhas. - Oh, venham, venham, temos que partir o quanto antes. - Eles convidaria o trio a adentrar na embarcação - a qual estava com o convés repleto de caixas, grandes e pequenas -, enquanto se apresentaria, falando com Edmund. - Meu nome é Bento. Você deve ser o Cabo Edmund, correto?

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte   A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte - Página 4 EmptyQui 20 Set 2018, 19:24

Don't you Remember ?


“Você por acaso já sentiu alguma vez que alcançar o céu era apenas uma pequena possibilidade de muitas? Pois é, eu nunca senti. Mas era uma sensação de confiança e empenho muito grande e próxima disso. Olhando para frente, muitas coisas me esperavam, e olhando para trás, eu havia feito tantas outras que me deixavam muito orgulhoso e satisfeito. E esse era só o começo da minha jornada.”

- Cabo? Por hora está correto, mas quando pegarmos aqueles bundões você vai poder me chamar de Major! – Completava com um sorriso unilateral confiante, enquanto tentaria me levantar ficando ereto e ativo, inquieto por movimentar os braços. – Bento, me diga logo o que precisamos fazer pra tirar isso aqui do chão!!! – Me movia de um lado para o outro, ansioso por instruções, das quais eu certamente seguiria ao serem dadas. De súbito enquanto estivesse andando de um lado para o outro, me depararia com algo estranho e em um pequeno salto encolhendo todo meu corpo em direção oposta àquilo, vociferava – PORRA QUE ISSO?! – Arregalava os olhos por um momento, incrédulo, olhava para o sapo. “Raios, o governo trocou rifles por varinhas? Que porra é essa” Me perguntava, colocando ambas as mãos sobre a cabeça, confuso – TRANSFORMARAM O BENTO NUM SAPO VELHO, ODIN DO CÉU! – Aquilo era muito estranho, e eu nem sequer sabia dizer se ele já estava assim antes de eu entrar no navio.

“Nunca vi nada desse tipo, mesmo vivendo no novo mundo, velejei por duas ilhas no máximo” Já estava claro para mim que deveria haver muitas outras novidades na grande linha, um lugar que nunca tive a oportunidade de explorar antes. – ATRÁS DAQUELES PUTOOOOOOOS!!!!!!!!!! – Gritaria no mesmo instante que eu pisasse em cima da borda frontal do navio, apontando meu dedo indicador para frente, para o destino.

Toda aquela fantasia que eu estava realizando da Grande Linha tornava fácil manter a calma, fazendo com que todos aqueles ferimentos em meu corpo não passassem de dores momentâneas que me lembrariam de momentos gloriosos pela eternidade.








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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte   A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte - Página 4 EmptySex 21 Set 2018, 22:12

A tripulação da embarcação de velas verdes, sob o comando do contrabandista Bento, começava a trabalhar em favor da saída do barco, e com o descer das velas e recolher da âncora, o navio começava a se mover. Enquanto Bento corria para o timão, ele topava com Edmund, que só então percebia as feições particulares do sapinho.

- Kakakakaka isso acontece sempre. - Ele dizia, e era como se pudéssemos imaginar uma grande gota ao lado de sua cabeça (isso mesmo que você imaginou) enquanto ele sorria desajeitado, coçando a cabeça com a ponta do cajado. - Eu sou um Mink. Um animal evoluído! Mas depois eu te conto isso, vamos navegar! - Ele dava pequenos saltinhos como sapo até chegar no timão, e a dupla Balor e Astrid já cooperava com a navegação.

Dante foi para a frente do navio e fez uma de suas típicas cenas, gritando enquanto apontava com o indicador para frente. Tão logo ele fez isso, a visão do que havia a frente começou a surgir: Uma enorme montanha de pedras avermelhadas, cujo fluxo de águas era inverso as leis da física - subindo, ao invés de descer, e com intensidade. E a montanha a frente se estendia como um muro, de forma que a única entrada para o barco seria pelo tal fluxo.

A montanha era tão alta que mal se via seu topo, estando coberto pelas nuvens. E, talvez a alguns quilômetros ainda, tinha obstáculos para chegar até ela: As águas estavam turbulentas, as nuvens escuras estavam próximas, já se mostrando com relâmpagos e trovões, e cada vez mais aquilo parecia um mergulho para a morte.

- ATENÇÃO TRIPULAÇÃO! PRECISAREI DE ALGUÉM NO CARALHO, ALGUÉM CUIDANDO DAS VELAS, E ALGUÉM JUNTO A MIM NO TIMÃO! RÁPIDO! - Gritava Bento, com um olhar determinado, segurando o timão, muito maior do que ele, mais auxiliado por uma pequena caixa embaixo de seus pés que lhe proporcionava maior altura.

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte   A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte - Página 4 EmptyDom 23 Set 2018, 06:40

Bust Through the Heavens with your Spirit !


Meu coração palpitava intensamente assim que meus olhos contemplavam a grande montanha escarlate. De súbito a resposta para o mink sapo surgia em forma de berro, sem um pingo sequer de hesitação. – EU SUBIREI NO CARALHO! – Preenchia minha voz com um misto de alegria e euforia, não que fossem sentimentos tão diferentes um do outro. “Se tem um lugar que deve ser meu, esse com certeza é o topo!” Pensava já pronto para subir no mastro e me encaminhar ao caralho do navio, escalando pelas cordas ou por qualquer que fosse o lugar mais indicado para chegar até lá. Mesmo que eu desprezasse o medo, ainda sentia um pouco dele tocando o meu espírito e cautela nunca seria demais com cada passo e segurada que eu desse, ainda mais com o tanto de ferimentos que eu estava. Portanto, tomaria cuidado, evitaria me mover depressa demais ou de modo que doessem muito minhas feridas.

A cada metro mais próximo da minha meta eu me sentia mais livre. Era como se dores em meu espírito que eu nem sabia que existiam tivessem cessado por um momento – Era isso... Era isso o que eu vivia nos meus sonhos! – Falava com um sorriso fixo no rosto, enquanto olhava para o meu objetivo acima. Se você pensou que era o mastro ou o caralho, errou. É muito mais do que seguir qualquer desejo material ou insira sua meta de vida confortável e monótona aqui. Tratava-se de viver por uma causa e colocá-la acima de qualquer coisa, incluindo no pacote "qualquer coisa plus" a própria vida se necessário. Agarrar-se no que acredita e não largar nunca mais, e eu acreditava que era capaz. Acreditava que poderia destruir o governo e conquistar o mundo.

E isso nada mais era do que voar até o limite e atravessá-lo. Então, considere que a viver é uma competição de saltos, a vida um salto, e a morte o juiz. E eu... Bem, eu era aquele que desejava dar o melhor salto de todos os tempos para a morte. – Eu nunca subi tão alto... – Diria ao finalmente chegar à gávea encarando a grandiosa montanha que se alastrava para cima infinitamente.

Abria ambos os meus braços deixando o vento daquelas alturas me envolver com seu “abraço”. Estava pronto para receber qualquer outra instrução do navegador, ou passar informações que ele precisasse para ser guiado na pilotagem do navio.

A partir do momento que houvesse a brecha e finalmente começássemos a subir a Reverse Mountain, não me seguraria mais por um segundo que fosse - ASSIM QUE SAIRMOS DAQUI, VIRÃO DAQUI A 10 ANOS EM TODOS OS JORNAIS – Cortava o clima por um milissegundo com uma tosse - TALVEZ 5 SE EU ESTIVER DEVIDAMENTE MOTIVADO... – Tomava fôlego e dava uma pequena pausa para sentir aquele momento libertador e então expelir tudo em voz – QUE EDMUND DANTE, FILHO DE BJERNN, IMPERADOR DA GRANDIOSISSISSILIMA SHURIMA E O HOMEM MAIS MÁSCULO E FODÃO DA ESTRATOSFERA, CHUTOU A BUNDA DO MUNDO!– Berrava aos deuses e aos meus companheiros. Não estava fazendo um discurso, mas sim uma promessa. E eu, sinceramente, não me lembrava qual havia sido a ultima vez que tinha quebrado uma promessa. – AOS CÉUS! – Apontava minha mão esquerda para cima com um sorriso nítido cujo único medo era o de ser contido.









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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte   A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte - Página 4 EmptySeg 24 Set 2018, 21:27

Não surpreendentemente, Edmund decidia de cara que ele subiria no caralho, não dando a atenção de designar quais coisas os outros dois do grupo fariam, de forma que se decidiam entre si, ficando Astrid com as velas e Balor como co-piloto.

A mente do ex-imperador divagava enquanto ele escalava uma corda cheia de nós - o caminho para o cesto da gávea, o famoso caralho. No topo, soube que nunca havia subido tão alto, e a montanha estava tão próxima. Os outros tripulantes, ou melhor, os companheiros de viagem auxiliavam Bento que, destemido, se mantinha com um semblante fechado e determinado, sem tirar as mãos do timão.

Uma fina chuva começou, e eles viram pelos relâmpagos e trovões que agora estavam dentro da tempestade. E iniciavam sua subida. Mas Dante estava extremamente emocionado com toda aquela situação, de braços abertos, trocando informações com o navegador, mas não se lembrando nenhum momento de se segurar.

Era como uma montanha russa, só que sem os cintos ou objetos de proteção, e no primeiro instante da subida, o desequilíbrio veio a todos, mas ele se seguraram, com exceção de Edmund. O homem não conseguia se manter, e então era jogado para fora da cesta de gávea.

A vida do ex-imperador passou na frente de seus olhos como um filme. E o preço de não ter cumprido a reascenção de Shurima. Ele rodava no ar, não conseguindo entender direito o que acontecia. Sentiu alguns respingos de água mais fortes, mas então um poderoso impacto em suas costelas.

Quando viu, estava caído ao lado do timão, com uma dor desgraçada nas costelas, tão grande que o fazia se contorcer por um instante. Recuperou rapidamente os sentidos, e olhou para o barco. Astrid e Bento lá. Mas nada de Balor.

A menina parecia chocada, e olhava para o pai como se esperasse alguma coisa dele. O sapo tinha um ar de desconfiança, ou preocupação, não sei, era difícil discernir. Aquele havia sido o sacrifício, e se quisessem sobreviver, agora no meio já da subida e quase próximos do topo, com os fortes pingos de águas se chocando contra eles de forma que até doía, eles precisavam se reestruturar para prosseguir a subida com apenas três dos tripulantes.
Considerações:
 

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte   A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte - Página 4 EmptyQua 26 Set 2018, 02:58

Caught in a Landslide ...


É irônico como palavras e pensamentos podem ser arremessados para cima de você de uma hora para outra, literalmente, senão souber usá-los com sabedoria. Tão irônico quanto ser o culpado da morte daquele que o havia salvado uma vez, não bastasse, uma segunda também após uma falha sua, e nesta última, pagando com a própria vida. Mas é disso que se trata a vida, não é? De trocas, trocas estas que exigem ação e reação. E a minha falha por não ter uma reação naquele momento foi o que resultou em tamanha troca, fazendo-me questionar meu próprio modo de viver.

Eu estava no chão, de onde provavelmente nunca deveria ter saído. Fantasiava que o meu corpo espatifando-se com o que quer que fosse era semelhante ao barulho de bosta caindo, afinal, não tinha muita diferença em questões de utilidade entre eu e isso. Talvez só servisse para fertilizar o solo e virar comida de herbívoros afinal. Uma fantasia negra que levaria uma fração de segundo após eu olhar para o barco e entender a gravidade do que tinha acontecido.

Entendendo isso, me ergueria com cuidado ao sentir as dores, olhando por milissegundos para a única pessoa que ainda me restava no mundo... Cerrava meus punhos, incerto do próximo passo. Não sabia se estava sentindo tristeza ou raiva de mim mesmo, com aquele olhar pasmo o tempo inteiro, na cara que eu só queria esconder do mundo. Coisa que eu faria ao finalmente me agarrar com ambas as mãos no casco do navio. Onde, com o corpo totalmente curvado para frente e de joelhos, repousaria minha cabeça sobre a madeira e encararia o escuro fechando meus olhos, almejando fugir daquilo tudo. Sim... Pela primeira vez eu... Queria fugir.

Por alguns segundos permaneceria ali, imóvel, apenas me agarrando, tentando não cometer o mesmo erro outra vez... - Mink... Você precisa de ajuda ai no leme? – Minha voz sairia rouca e fraquejada, talvez fosse perdida em meio à tempestade, mas eu ainda me levantaria devagar, me apoiando ao casco. Eu sabia que não poderia deixá-los na mão. Se o fizesse só porque estava de luto, estaria jogando fora a vida de Balor e também da minha filha. – O que você precisa? – Falava, neutro. Sem esboçar reações na face ou qualquer emoção na voz. Eu apenas seguiria o que fosse necessário, e, se em algum momento, qualquer um dos dois se desequilibrasse ou entrasse em perigo, tomaria a iniciativa de ir correndo com tudo ignorando minha dor e indo ao socorro do necessitado ajudando-o não importasse como. Não cometeria o mesmo erro duas vezes, tampouco deixaria ocorrer outro.

Dor, minha velha amiga. Sinto muito por estar te ignorando por tanto tempo, espero não te desapontar também.









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