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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte   A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte - Página 3 EmptyDom 22 Jul 2018, 02:33

Relembrando a primeira mensagem :

A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte

Aqui ocorrerá a aventura do(a) revolucionário Edmund Dante Bjernnsen Romanov. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte   A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte - Página 3 EmptyTer 14 Ago 2018, 20:01

Choose the Light


“Aprender a matar pode ser muito difícil no inicio, mas com o decorrer, passa a ser como aprender a andar, e com o tempo, você perceberá que nunca mais esquece como é a sensação, mesmo que tente fugir disso.“

Abriria ambos os braços e daria de ombros, inclinando a cabeça para o lado sinalizando um “acontece”, sem a menor preocupação, para Gehard. – Leve o tempo que quiser – Falaria, ainda esboçando estar tranquilo com toda aquela situação. Isso, é claro, se devia ao fato de eu ter em mente o que poderia fazer para sairmos dali, e aquilo já me deixava muito mais confortável. Assim que me virasse, iria me deparar com uma surpresa até agradável. Por um momento, me veria sorrindo involuntariamente, um sorriso sutil, ao perceber tamanha beldade em minha frente. – Eu vivo dizendo para mim mesmo, que a morte é bela, e afinal, parece que estou certo. –

Esse mesmo sorriso ficaria nítido, na mesma medida em que eu me aproximaria MUITO lentamente, enquanto falaria tentando expressar calma e tranqüilidade, a mesma que eu já possuía ao ver o bigodudo no chão – Se você puxar esse gatilho, não haverá mais volta. É um caminho só de ida, meus amigos cercaram o lugar, então se atirar em mim, terá que lidar com eles – Dava uma breve pausa para respirar e prestar mais atenção na mulher - Por outro lado, podemos fazer assim... Você abaixa essa arma, eu passo reto por você fingindo que nada aconteceu, e a senhorita vive tendo a certeza de que escolheu a luz, ao invés da escuridão, e o privilégio de ver sua família e aqueles que ama, enquanto sua vida durar. – Com um olhar fixo e penetrante, definiria meu semblante sério agora dando a palavra final – Aquele homem só teve esse fim porque não escutou o que lhe foi dito. Ele teve essa mesma chance, não perca a sua... – Pausaria novamente, esperando que ela se acalmasse aos poucos. - Eu vou passar por você, e tu vais me dar à arma, e quem sabe no final disso tudo, não possamos até sair para jantar e se conhecer... – Finalizaria com um sorriso de canto, já esperando estar próximo o suficiente para tomar a arma da mulher, sem um movimento brusco sequer, fazendo tudo lenta e calmamente.

Se tudo ocorresse conforme eu esperava, apenas voltaria para onde Balor estava, ignorando a mulher após pegar sua arma. No entanto, se ela disparasse, iria tentar premeditar isso no momento em que estivesse prestando atenção em suas reações, e na forma em que segura e aponta arma. Assim que percebesse que não estava funcionando, iria me atirar imediatamente contra uma das paredes do corredor, a fim de desviar da primeira bala. Depois disso, sairia correndo em zig zag em sua direção, e ao chegar poucos metros próximo, iria me atirar em sua direção com os braços abertos, envolvendo-a em meus braços tentando imobilizá-la e retirar sua arma com força bruta, mesmo que não quisesse machucá-la de fato. Assim que tomasse a arma, me retiraria dali e voltaria para o garoto, ainda assim, ignorando o ocorrido.








Histo Rikko:
 
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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte   A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte - Página 3 EmptyTer 14 Ago 2018, 21:45

Com uma arma apontada para si, Edmund não conseguia de deixar de reparar na beleza estonteante da mulher. Sem manter a calma, ele tem um plano em mente para resolver aquela situação, e então se aproxima cada vez mais aos poucos, tentando tranquilizar a mulher e fazê-la perceber aquilo que estava fazendo.

Ela parecia aos poucos se acalmar, mas não abaixava a arma em nenhum momento. Quando estava aparentando que poderia abaixar, veio o final da fala de Dante sobre saírem em outra ocasião, o que talvez ela não tivesse interpretado bem, disparando então.

Três tiros eram feitos, e o boxeador tentava premeditar os movimentos da mulher, contudo não sendo totalmente efetivo. O primeiro tiro atingia os bíceps do braço direito de Edmund, o segundo passava de raspão acima de seu ombro do mesmo lado, e o terceiro nem chegava a atingi-lo, por conta de sua estratégia de defesa, que o permitia inclusive se aproximar o suficiente da mulher para intercepta-la.

Tomar a arma era fácil, e a mulher rastejava, se levantava, e então corria para uma das salas, fechando a porta, enquanto Edmund passava para a recepção novamente. Estava com um projétil quente alojado em seu braço, que ardia como uma brasa viva dentro de sua carne, e quando passava para a entrada via uma cena chocante: a recepcionista gorda estava no chão, como antes, mas agora realizando movimentos muito exagerados com os braços, pernas e com todo o resto do corpo, enquanto de sua boca saia uma certa quantidade de espuma. Estava convulsionando, e Balor até tentava ajudar, mas ele parecia sem saber exatamente o que fazer.


Ferimentos:
 

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte   A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte - Página 3 EmptySab 18 Ago 2018, 01:46

Choose the Light


“Eles sempre escolhem a maneira mais difícil, sem um motivo em especial. Mesmo que você dê a eles uma chance plausível, qualquer minúsculo erro pode te custar caro, ou nesse caso TRÊS FODENDOS TIROS. E, por mais que eu havia sido hostilizado daquele modo, eu não podia revidar. Não com força, não com intenções letais. Eu acreditava que ela era só mais uma civil distante da verdade que o governo esconde, e cabia a eu revelar ao mundo o que estava oculto nas trevas, sendo eu a sua luz.”

“Essa filha de uma... Privilegiadíssima e possivelmente orgulhosa mãe tem sorte de eu estar de bom humor.” Feri-la, embora ela tenha feito o mesmo comigo, apesar de tentador, ainda era errado. Eu nunca tive intenções de fazer isso, eram apenas ameaças com o intuito de apaziguar a situação. Senti-me meio culpado naquele momento por ser um tarado sem limites, tudo poderia ter ocorrido bem, mas ela era tão bonita a ponto de, mesmo tendo a certeza de que eu não iria conseguir nada, eu deveria tentar algo. “Parece que pegar fogo já faz parte de mim...” Reclamei nos meus próprios pensamentos, enquanto tocava minha ferida no braço e olhava para a gravidade do machucado, esperando não ser nada demais.

- Cara, você não vai acreditar no que aconteceu lá atra-PUTA QUE PARIU QUE MERDA É ESSA A GORDA TA BABANDO IGUAL CACHORRO COM RAIVA – Me desesperei ao me deparar com a cena, com os olhos arregalados e as mãos na nuca. Por alguns segundos tentava processar o que estava havendo ali, tão perdido quanto Balor, e mesmo que eu tentasse muito, não conseguia entender. – Eu não sou nenhum médico, mas acho que isso vai dar problema... – Deduzi o óbvio, enquanto apontava para toda aquela espuma. A única coisa que me vinha em mente era virá-la de lado, de forma que aquilo escorresse e ela não se engasgasse, então tentaria isso e após, me afastaria, ainda pasmo com a situação.

Depois de me acalmar com o ocorrido, iria dar atenção agora ao meu braço. Procuraria me sentar em algum lugar ali, talvez o chão senão houvesse nada, para então rasgar parte do meu sobretudo e amarrar horizontalmente no meu braço sobre a ferida com dois nós, deixando firme o suficiente para tentar estancar qualquer ferimento. – Olha cara, mulheres são fogo viu. Tenho 34 anos e há 34 não sei como lidar. – Diria enquanto daria os nós, com uma expressão clara de frustração. Falando em frustração, reparava na bagunça toda que aquilo ali já tinha virado. – Reforço vem ai, pode ter certeza, vamos fazer algo a respeito desses corpos. – Me levantaria, já tendo finalizado o “curativo”, enquanto me direcionaria até os corpos e arrastaria ambos para trás do balcão. – Vamos nos certificar de não perder nossos “reféns” – Terminaria com um sorriso sutil no rosto, revelando parte da malicia do meu plano enquanto ansiava por saborear goiabas.







Histo Rikko:
 

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte   A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte - Página 3 EmptyDom 19 Ago 2018, 21:06


No momento em que Edmund presenciava aquela mulher gorda toda se debatendo e espumando, ele constava o óbvio: ia dar merda. Apesar de sem nenhum conhecimento médico, ele pensava em vira a atendente, para que não se engasgasse com sua espuma, e o fazia, tomando inclusive um tapa na cara enquanto isso, mesmo que fraco, fruto dos movimentos involuntários da mulher. Aquela atitude salvariaa vida dela, mesmo que não soubesse.

Dante dava um jeito com um pedaço de seu sobretudo de apertar seu ferimento, tentando estancá-lo de alguma forma. Não tinha total efetividade, mas ajudava um pouco como algo provisório. Ele falava com Balor, que ainda parecia um pouco em choque com a situação anterior, de que reforços na mesma hora chegariam.

Dito e feito. Na mesma hora houvesse o bater na porta. - Governo Mundial. Vocês estão cercados. Saiam com as mãos para cima! - Era a voz do lado de fora, imponente, dando o anuncio de prisão. No instante seguinte, o Den Den Mushi tocou.

- Camarada, a procuração não está aqui. Fomos tapeados. - Era Gehard do outro lado da linha, com um tom preocupado. - O que faremos?

- Fudeu.


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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte   A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte - Página 3 EmptyQui 23 Ago 2018, 18:30

I Rapaz


"Ai meu Deus, me dei mal
Bateu a minha porta
O japonês da Federal”


Coloquei minha palma sobre a região em que recebi o tapa, boquiaberto, revidava com um olhar de decepção “Eu tento ajudar a biscate e ela me confunde com as inimiga do bonde, filha de uma desgraça!” A situação piorava assim que eu processava o que estava acontecendo, ouvindo a voz de Gehard no den den mushi. Por alguns segundos, fiquei imóvel me segurando para não soltar outro berro, impedido apenas pela presença de Balor.

Eu não poderia demonstrar pânico agora. Como líder era meu dever guiá-los e sobretudo, garantir sua segurança, e é claro, a mental também estava inclusa no plano de saúde. – Não se preocupe – Disse, enquanto tentava esconder minhas mãos trêmulas em um sorriso forçado que deixava os dentes a mostra. – Todos para o corredor do primeiro andar – Exclamei uma vez mais, dessa vez com a voz direcionada ao den den mushi. Dito isso começava a erguer o corpo de um dos marinheiros de novo, indo em direção ao lugar. – Não vai me ajudar aqui? – Perguntaria, lançando um olhar à Balor e depois ao outro corpo no chão.

“Dormia o sono dos justos
Raia o dia, eram quase 6h
Escutei um barulhão,
Avistei o camburão”


Estava ocupado demais pensando em concluir nossa fuga para ficar em pânico, e mesmo com esse foco, não conseguia pensar em muitas alternativas. “Se pelo menos tivéssemos os documentos...” Pensei, enquanto tentava freneticamente abrir de porta em porta no corredor, deixando já os corpos no chão. Assim que conseguisse abrir uma, ou até mesmo arrombar com força bruta a socos em ultimo dos casos, carregaria um dos corpos para a sala esperando que Balor fizesse o mesmo. – Tranquem tudo, vamos ter que lacrar o lugar. – Dito isso tomaria a iniciativa para procurar qualquer coisa que pudesse servir de barricada para a porta, ou qualquer coisa que me ajudasse a impedir as outras possíveis passagens. Feito isso me encaminharia agora aos presentes no local, os vivos, é claro.

- Se esperam sair ilesos dessa, sinto muito em desapontá-los – Falaria, logo após desviando o olhar, vidrando os corpos dos marines. – Mas não é hoje que morrerão, tampouco serão presos. – Quebrava a expressão dramática em meu rosto, transformando-a num sorriso sutil voltando meu olhar para eles de novo, enquanto começava a retirar o uniforme dos marinheiros. – Me ajudem aqui, não temos muito tempo. – Meus braços tremiam enquanto realizava tal feito, temendo pelo que já havia planejado. – Astrid, Balor, vistam-se com isso, e me deem suas roupas – Diria totalmente sério, mesmo que segundos depois viraria de costas cruzando os braços e assoviando para não ver. – Sugiro que faça o mesmo que eu – Diria a Gehard, com um sorriso envergonhado no rosto.

Assim que estivessem prontos trataria de me aproximar de ambos e cuidar dos detalhes do disfarce, usando meu entendimento do assunto. Logo após usaria as roupas para vestir os marinheiros sem vida, contando com a ajuda deles para ser mais rápido. “Já deve haver sangue o suficiente do tiro, isso deve bastar” Pensei comigo mesmo quanto ao disfarce dos meus aliados. – Infelizmente sobrou pra nós dois, Gehard. Cuide das minhas costas, eu vou cuidar da sua – Terminava em tom dramático, olhando-o diretamente nos olhos enquanto colocaria minha mão direita sobre seu ombro.

Cada segundo que passava eu ansiava pela aproximação dos agentes, e junto disso, minha aflição aumentava. Estava nervoso, essa era mais uma missão que me fazia ter poucas esperanças de sair vivo ou livre dali. Aquela sala trancada facilitava o sentimento ruim, fazendo com que eu já me sentisse preso. – Já deve estar quase na hora – Falaria seco enquanto me aproximaria de Astrid – Vai ser mais fácil para vocês fugirem pelo hospital ou algo assim, nos vemos do outro lado – Terminava com um sorriso fechando os olhos, beijando a testa da garota e abraçando-a com certa força e temor. – Deitem-se onde acharem melhor e fechem os olhos, e se eles descobrirem, vocês sabem qual é a melhor maneira de resolver – Por fim mais um sorriso brotava em meu rosto, dessa vez era nítido e sincero.

Era muito mais fácil para eu resolver aquilo, garantindo a segurança dos dois antes de qualquer coisa. Mesmo que fossem fortes, não poderia lutar enquanto me preocupasse com ambos, e um combate estreito seria o suficiente para dois soldados. Matem o velhaco, mas o legado de Shurima continuará vivo e forte. Concluiria, já comendo o ultimo pacote de goiabada ansioso.

“A minha porta o japonês, então, falou
Vem pra cá, você ganhou uma viagem ao Paraná"








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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte   A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte - Página 3 EmptyDom 26 Ago 2018, 22:34

A tranquilidade de Edmund era tão falsa quanto uma nota de 3 reais. Tão falsa quanto o ET de varginha. Tão falsa quanto a inteligência humana(fica a crítica filosófico). O ponto é: Era um sorriso totalmente falso que ele lançava tentando tranquilizar Balor, tremendo de tensão.

Mas ele era o líder da missão, não poderia deixar aquilo afeta-lo, apesar de estar, de certa forma, afetando. Ele passava o ponto de encontro para o grupo, e com ajuda de Balor trazia também os corpos dos guardas para o corredor. Astrid e Gehard desciam das escadas, a garota com um olhar levemente triste, o homem compenetrado. - ABRAM A PORTA OU SEREMOS OBRIGADOS A ARROMBAR. - Mais batidas na porta eram ouvidas.

A porta de uma sala era encontrada destrancada, e os corpos começavam a ser levados para dentro, se não fossem três barulhos que vinham quase em sequência: um barulho de algo de vidro se quebrando no corredor, um som de queda, e o barulho da porta da frente do local sendo arrombada. Ao voltar para o corredor, via Astrid com semblante assustado, atravessando o abdome mulher de antes(a que atirara em Edmund) com sua grande espada. Cacos de vidro no chão, e Gehard caído inconsciente com a lateral da cabeça escorrendo sangue para o chão. Passos eram ouvidos. Era uma questão de pouquíssimos segundos até os homens chegarem no corredor. E Balor parecia sem saber o que fazer.

E tudo nas mãos de Edmund.

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte   A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte - Página 3 EmptyTer 28 Ago 2018, 05:06

Time to raise my Arm


“Um verdadeiro herói sempre encontra uma forma de fazer justiça. Contudo, eu não era nenhum herói, pelo menos não naquele momento. Não parecia ser tão fácil na hora lidar com tal situação, mas é claro, sempre existe uma primeira vez pra tudo.”

“Morto...?” Por alguns míseros milésimos, meus olhos se arregalavam ao me deparar com o corpo do cabo no chão. Meu semblante expressava exatamente o que era sentido, surpresa, caso não tenha percebido. Era basicamente questão de instinto eu já começar a correr em direção ao corpo de Gehard assim que eu o via caído ao chão com a cabeça sangrando. Meus instintos mais primitivos pela mulher sumiam, visto que imaginava esta ter atirado contra a cabeça de um companheiro. Assim que me aproximasse, trataria de me agachar e mexer a sua cabeça suavemente com a mão, vendo a gravidade do ferimento com o mínimo que eu sabia em questões de letalidade. Se percebesse que ainda estava respirando ou que havia pulso tocando-o na área com os dedos, erguê-lo-ia rapidamente sobre um dos meus ombros e o colocaria sentado ao lado da parede. Se por acaso ele estivesse recobrando sua consciência, ajudá-lo-ia a se levantar puxando-o pela mão.

Qualquer primeira impressão sobre eu ser um cara burro e impulsivo, estava completamente certa. Já era bem difícil eu usar minha cabeça, e numa situação dessas, a razão se embaralhava ainda mais com a emoção. Com o imprevisto, tudo que eu podia pensar agora era... – Recomponham-se! – Meus olhos fitavam a porta com determinação, meu desespero ainda estava presente, mas o fogo que tinha dentro de mim era muito maior do que qualquer medo. Uma brasa ardente, sedenta por batalhas... A mesma que imediatamente me fazia correr em direção a porta com um único propósito. – FIQUEM ATRÁS DE MIM, EU SEREI O SEU ESCUDO! – Minha voz ecoaria pela sala com toda a ênfase possível, tentando transmitir o ânimo que eu estava sentindo aos meus aliados. O comando era dado, assim como comandaria o meu punho esquerdo em direção a face do primeiro que estivesse em minha frente, num golpe retilíneo.

Usando o fato de eu ter fechado a porta antes, esperaria que a visão dos agentes estivesse bloqueada pelo menos tempo o suficiente de eu já estar próximo durante minha corrida. Todavia, senão estivesse, tentaria o impossível de qualquer forma. Eu não iria desviar de qualquer obstáculo que fosse, mesmo este sendo uma bala. Afinal, aqueles com quem eu me preocupava estavam logo atrás, e o medo da dor e da morte eram sentidos, mas ignorados por mim. Qualquer temor que eu tinha não poderia ser alimentado... Por quê? Porque era minha responsabilidade manter todos SEGUROS. Os meus batimentos cardíacos pesados apontavam isso como se fosse à maior verdade do mundo.

Tentaria bloquear um disparo, utilizando da manopla, colocando minha mão esquerda à frente do meu rosto com a palma aberta, e a direita em movimento sobre meu tronco. Era burrice demais até para eu contar apenas com o reflexo, então, se aquele que fosse disparar possuísse uma lupa na mira ou eu pudesse ver onde seus olhos miravam de alguma forma, utilizaria disto ao meu favor também para tentar prever o lugar do disparo. Então onde eu premeditasse, imediatamente moveria minha palma aberta para essa direção, com a manopla revestindo, tentando parar a bala.

Em todo caso, estava usando o fato do corredor ser um local mais fechado para prevenir esses atiradores. Duvido que eles tentem disparar se houverem aliados à frente num local estreito. De toda forma, seguindo este mesmo raciocínio, meu golpe não seria um simples soco se eu percebesse que havia outros agentes logo atrás do primeiro à minha frente. Na minha investida do inicio, iria começar de outra forma... – Unrelenting Force... - Meu punho queimava junto da minha vontade, guiado pela raiva que recairia sobre aqueles que oprimiram meu império outrora. – DRAGON’S ASSAULT! – Vociferaria assim que atingisse o primeiro agente nessa mesma linha reta, batendo meu punho contra seu rosto com toda minha força a fim de fazê-lo se chocar contra os outros atrás num strike. Um sorriso espontâneo surgia após atingir o primeiro agente. – Enganaram o cara errado... – Meus olhos penetrariam aqueles que se encontrassem no local, tão poderosos e destrutivos quanto minha voz trovejante – TEM PORRADA DE SOBRA PRA TODO MUNDO, PODEM VIR! – Eu me pergunto como um local tão pequeno e estreito poderia guardar tamanha ira? “Por Shurima!”

Bloquearia golpes na horizontal segurando com a minha palma mais acessível, utilizando da proteção da manopla e pressionando o golpe na direção que venho, devolvendo-o e fazendo o individuo se desequilibrar. Se fosse uma espada ou algo cortante, não seguraria, daria apenas um tapão com a melhor mão fazendo-o se desestabilizar para outra direção. Na vertical, colocaria ambas as mãos para baixo ou para cima, dependendo da direção, cruzadas em um X para interceptar o ataque. Sempre que parasse um golpe, iria ter a pressa de empurrá-lo de volta ou me afastar, para não ficar travado e ser pego por outros golpes.

Meu próximo soco seria então direcionado, indo para a maçã do rosto esquerdo de mais um com meu braço direito vindo na horizontal da direita para a esquerda com toda minha força. E então mais um! E este seria o último, tentando ir até mesmo além do meu limite. Uma pisada forte de esquerda, avançando de lado bastaria para me equilibrar, e então virado, rotacionaria parte do meu tronco para a esquerda levando minha força das costas, peitoral e ombro junto do braço, guiando meu punho em direção à fuça do que estivesse mais próximo, tentando fazer então outro strike, liberando toda minha força ao mesmo tempo em que vociferava. - GHAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHH - Farei se lembrarem desse dia.







Histo Rikko:
 
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Dragon's Assault:
 

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte   A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte - Página 3 EmptySeg 03 Set 2018, 21:45


O comando era dado por Dante, mesmo que fosse a primeira coisa que ele conseguia pensar. Gehard já estava de pé, o golpe recebido na cabeça havia sim feito um ferimento, mas ele estava lúcido e após alguns segundos já tinha total estabilidade.

O revolucionário experiente sacou das costas uma espécie de espingarda de cano duplo, abaixando as sobrancelhas e mantendo um semblante determinado, sério. Astrid levantava a enorme espada, se colocando um pouco a frente dos outros dois. E Balor fechava uma guarda de boxeador bem levantada e compenetrada.

Edmund corria a frente, parando na porta do corredor, que ele já havia fechado anteriormente, o que lhe conferia certa vantagem. Os passos apressados eram ouvidos, e então a porta era aberta. O primeiro na frente tomava um puta socão na cara, caindo numa só. Inúmeros outros, desarmados, avançavam contra ele, enquanto atiradores com rifles estavam já do lado de dentro.

O ex-imperador ia combatendo os homens, bloqueando seus golpes e contra-atacando com potência, e ele era de certa forma efetivo em seus combos, mas os adversários ali eram muitos, de terno e chapéu, agentes em treinamento. E pela desvantagem, Dante ia ficando cercado pelos lutadores, de forma que era cada vez mais difícil bloquear, e já havia recebido três tiros nesse meio, dois em sua coxa esquerda e um no ombro esquerdo.

Mas Gue Chevarra entrava girando por entre homens como se bailasse, disparando contra suas cabeças, ao quanto que eles caíam por onde ele passava. Coronhadas, e golpes que se complementavam com os de Dante, e Astrid chegando com uma estocada precisa no abdome de um agente que lutava contra Edmund, além de Balor que surgia num rolamento acertando o queixo de um dos atiradores, nocauteando-o.

Mas os homens não paravam de chegar. Haviam alguns ali na sala ainda. Gehard, apesar da velocidade, havia sido atingido por dois tiros também. Astrid e Balor pareciam sem dano daquele momento. Agora como seguiria a formação revolucionária?
Situação:
 

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte   A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte - Página 3 EmptyQua 05 Set 2018, 03:39

Respeita mia História


“Dor... Apenas um de muitos inimigos que sempre estiveram em meu caminho... Talvez não fosse um dos mais poderosos, ou que tivesse maior influência sobre mim, mas ele sempre estava lá, mesmo comigo fingindo que não... Eu usava minha raiva como disfarce para sobrepujá-lo, e bem, eu tenho que admitir, o fervor no meu sangue era de longe uma escolha melhor do que a dor”

Aquela sensação, eu já havia sentido-a antes, era inevitável. Ela dizimava qualquer outra coisa que existisse na minha cabeça, bem como em meu caminho. – FILHOS DA... AAAAAAAHHHHHHHHHHHH- Um simples olhar em meus ferimentos já bastava. Ver aqueles que um dia destruíram meu povo ousarem derramar sangue meu era inaceitável.

Eu podia sentir o trovão surgindo de dentro para fora, progressivamente. A cada batimento, a cada expiração, a cada piscar de olhos... Ele revelava sua presença avassaladora tomando conta do meu ser, pronto para descarregar em chamas tudo que estivesse de terno e gravata pela minha frente. Não existia mais Valhala ou qualquer paraíso cristão. Só a morte... – AAAAAAAARRRRRGHHHHHHHHHHHHH – Esbravejava com ambos os punhos cerrados, centrado no primeiro homem de terno que pudesse ver, correndo em sua direção logo após.

- ESQUEÇA SEUS IDEAIS, SUA FAMÍLIA, TUDO O QUE AMA. FAREI DELES MIGALHAS – A luz ofuscante do trovão preencheria toda a sala na forma de minha voz, expulsando tudo que havia dentro do meu ser para fora até alcançar e perfurar o coração do inimigo. Eu queria que eles sofressem todo o medo, dor e perdição que um dia eu senti. Ambos os meus braços se estenderiam em direção àquilo que eu mais odiava, para então agarrar sua cabeça com toda força e com cada dedão meu sobre o respectivo olho do homem, pôr toda a pressão que eu jamais imaginava poder. Continuaria segurando-o erguendo-o pela cabeça mesmo, com a mesma força que jurou destruir o governo um dia, e então com um escudo humano em minha frente, iniciaria outra investida contra o próximo agente que eu encontrasse, indo à toda velocidade em sua direção e batendo o corpo daquele que eu segurava contra este, junto do meu, que se atiraria com o melhor braço descendo com o punho sobre a cara daquele que estivesse vivo.

Levantaria-me no mesmo segundo, como se o cansaço e os ferimentos não fossem nada. - PODEM VIR, EU ESTOU BEM AQUI E NÃO VOU RECUAR! – Uma fraqueza tão acovardada deste tipo jamais seria demonstrada por mim, e isso seria concluído assim que eu tentasse começar a correr freneticamente contra os próximos, em uma ira desenfreada liberando socos retilíneos com ambos os braços, sem nem mirar uma parte corporal em especifico, apenas descarregando em qualquer inimigo que estivesse ao meu alcance. O que era um gogó, um nariz quebrado e costelas partidas para mim? Naquele momento... Nada.

Iria bloquear socos e chutes retilíneos, inclinando meu tronco levemente para o lado enquanto seguraria o antebraço/perna do individuo com a mão mais coerente, e como uma tábua, utilizaria o outro braço para descer meu cotovelo de cima para baixo bem no ligamento, visando quebrar o membro. Para golpes na horizontal e vertical, usaria o meu antebraço, com a parte ainda protegida pela manopla, para pressionar essa parte do meu membro contra o golpe, em uma medição de forças.

- TESTEMUNHEM, A IRA DE SHURIMA! -







Histo Rikko:
 
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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte   A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte - Página 3 EmptyDom 09 Set 2018, 17:07

A raiva tomava Edmund por inteiro. Ele era ódio, e só ódio, naquele instante. Seu grito ressoava pela sala, pela construção inteira, e até pelas ruas próximas. O agente em treinamento mais próximo dele, lutando com Astrid, foi seu alvo: Ele surgiu segurando a cabeça do homem, atravessando seus olhos com os dedões com o máximo de força que conseguia enquanto o homem gritava de desespero.

Os outros revolucionários o olhavam, os agentes olhavam, e todos por um instante paravam ao ver o homem levantado por Dante com os olhos em sangue, bradando por piedade. E foi ao som dos gritos dele que o ex-imperador correu, ainda segurando-o levantado, de encontro aos outros. Astrid e Balor pareciam sem saber necessariamente o que fazer, mas Gehard combava com Edmund distribuindo tiros para todos os agentes.

A luta estava desenfreada. Dante, sem o menor controle, atacava todos a sua frente sem dar chance de reação. Ele recebia outros dois tiros no lado direito das costas, mas não parava. Ele ia até os atiradores, e começava a atacá-los, e eles sequer tinham reação.

BOOOOOOOM


Uma enorme explosão destruiu a parede da entrada do estabelecimento. Todos foram jogados ao chão no mesmo instante, revolucionários e agentes. Era uma cena horrível. Edmund viu alguns flashes rápidos, alternando entre a visão da fumaça e poeira que se levantava e o breu da quase perda de consciência.

Mas ele, em seu estado irracional, conseguiu se levantar. Seus ouvidos zumbiam, e ele sentia uma leve tontura. Estavam todos caídos, com sangue a sua volta. Ao se estabilizar, uma figura era vista no meio da fumaça, pouco atrás do buraco da parede.

- Tsc... Eu sabia que esses imprestáveis não iriam dar conta do trabalho. - Era um homem de pele clara, barba de um ou dois dias por fazer, com as mãos no bolso e bem arrumado. Um agente do governo. - É como dizem... Se quer um trabalho bem feito, faça vocês mesmo. - Ele sorria de forma provocativa, olhando para Edmund.
Agente:
 

Situação:
 

Ferimentos:
 

OBS:
 

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte   A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte - Página 3 EmptySeg 10 Set 2018, 04:21

Respeita mia História


Meu corpo cambalearia ao me levantar, a tontura que me deixava abalado mentalmente. O fervor permanecia, mas meu corpo não parecia aguentar o que meu espírito almejava destruir. Minha confiança se esvaia parcialmente, no momento em que percebia que estava cheio de feridas e dores por todo o corpo. Cambaleando, fecharia meus punhos na altura do peitoral uma vez mais, com os olhos fixos no meu oponente começaria a sorrir despreocupadamente com o corpo meio curvado devido aos ferimentos – Você... Acha mesmo que uma bomba pode me parar? – Sentiria dificuldade para permanecer de pé e falar, mas mesmo que meu corpo falhasse, a minha vontade jamais iria. Uma chama eterna que não precisava de lenha para continuar a queimar... – Deveria ter trazido consigo o arsenal inteiro de explosivos – Pausaria de novo com dificuldade para respirar, devido a todo aquele stress e ferimentos. – Logo vai parar de sorrir... – Encheria meus pulmões, tentando ficar ereto e imponente agora, mesmo que com dificuldades, vociferaria – EU VOU FAZÊ-LO PAGAR POR CADA FERIMENTO EM DOBRO! – Franziria a testa ao me deparar com todos meus aliados no chão, começando a me movimentar progressivamente até o agente. Começando por passos lentos, depois caminhando apressado e por fim correndo, com o corpo todo detonado.

Dessa vez não era só a minha vontade que estava em jogo, junto do que fizeram a mim um dia, pensava em todos os meus amigos ao chão. As pessoas que ele poderia ter ferido além de mim, e as que feriu na minha frente. E transformava tudo aquilo em PODER.  “Dessa vez eu não vou me segurar nem um pouco” Pensaria durante a investida, afastando meu braço direito para trás e fazendo-o voltar com tudo para frente ao chegar próximo do homem, mas travando antes de atingi-lo, sendo este apenas um truque para o meu golpe de fato, baseado na troca de braço graças à minha ambidestria.

Daria uma última forte pisada de direita para equilibrar meu peso e concentrar toda minha força no peitoral, rotacionaria parte do meu tronco para a esquerda impulsionando o braço vindo da esquerda para a direita, que visava atingi-lo com o punho bem no centro da face e amassar o seu sorriso sem piedade.- AAAAAAAAAAAAAGHHHHHHHHHHHHHHHH - Vociferava, liberando não só o golpe como todo o ar e raiva presos.

Agora todos os meus outros golpes seriam baseados em contra-ataque de bloqueios. Não estava mais contando com minha velocidade, estava exausto e ferido demais para isso. Ficaria quase que parado depois de desferir o golpe e ficar próximo ao inimigo, limitando-me apenas a girar em torno do meu próprio eixo caso o mesmo se movimentasse noutra direção. Estava puto, mas ainda sabia que não poderia contar apenas com o emocional, botando parte da minha cabeça no tabuleiro também. Esta peça que serviria para analisar o estilo de combate do inimigo, com o que lutava e como lutava. Padrões de golpes e movimentação. Tudo que minha cabeça pudesse adquirir de informação guardaria, para utilizar contra ele com eficiência.

E é claro que antes de saber essas coisas, eu não poderia receber golpes de graça. Pararia golpes frontais e horizontais na cintura e acima segurando com ambos os braços o membro do agente pela parte que iria me atingir, segurando com a melhor mão e liberando a outra após o impacto, para revidar com uma cotovelada em cima do osso. Agora, se fosse abaixo da cintura, arquearia então minha coluna recuando com um passo longo de esquerda para trás, abaixando-me em parte e botando ambas as palmas cobertas pela manopla em frente ao golpe para pará-lo, segurando com força com uma delas e puxando-o, utilizando a outra mão livre então para contra atacar trazendo seu corpo até meu punho encontrar com sua cara.

No entanto, se ele fosse atingir meus flancos da cintura para cima iria então flexionar meu braço desse lado e firmá-lo, para bater no músculo de modo que diminua o impacto e bloqueie. Abaixo da cintura então, esticaria o braço colado ao corpo, fazendo-o bater no antebraço ou mão, protegidos pela manopla bloqueando então. Após realizar esses bloqueios nas laterais, iria atirar o braço atingido para o lado, jogando para longe junte o seu membro, tentando desequilibrá-lo, e utilizando então esse mesmo impulso para movimentar meu outro braço livre em um golpe horizontal, vindo do meu lado atingido até o oposto, atingindo o rosto do agente bem em cima do nariz com meu punho. - COMO UMA NOZ, EU PARTIREI VOCÊ E SEUS IDEAIS! - Gritaria em raiva cega, assim que atingisse algum golpe.








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