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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte   A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte EmptyDom Jul 22, 2018 1:33 am

A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte

Aqui ocorrerá a aventura do(a) revolucionário Edmund Dante Bjernnsen Romanov. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte   A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte EmptySex Jul 27, 2018 6:58 pm

Sympathy for the Devil


Não bastasse roubar a minha carteira, aquela ruiva desgraçada levou também o meu coração. No bolso.“Filha de uma desonrada meretriz.” Murmurava dentro dos meus próprios pensamentos, enquanto estaria bocejando, afinal, havia passado a noite em branco fazendo uma “troca-equivalente”, muito satisfatória devo ressaltar. “Assim que eu resolver isso, a próxima coisa que farei desaparecer da face da terra será o meu sono.” Sorria ainda com os olhos semicerrados, pensando em toda aquela cena no Zeppelin enquanto me encaminhava ao velho bar que o idoso-tarado-fudido me apontava. – VALEU CAMPEÃO, TE PAGO UMA ORDINÁRIA BEM GELADA DEPOIS! – Abanava com um sorriso falso e forçado, olhando para trás por míseros segundos.

Antes de entrar no edifício, por um pequeno instante pararia próximo a alguma parede ali e mexeria no meu cabelo de modo que ele não ficasse mais penteado para trás e sim repartido ao meio. Puxaria meu sobretudo, porém retiraria somente meus braços da vestimenta para então puxá-lo para cima, de modo que ficasse por cima de minha cabeça como um capuz, enquanto andaria curvado segurando a lateral do sobretudo para tapar parte do meu rosto em meu disfarce, bem do jeito que eu gosto: Ridículo e Barato.

Assim que eu empurrasse a porta do bar, aguçaria todos os meus sentidos à procura da ruiva. Visão, audição, olfato, talvez até mesmo o tato e paladar “HEHEHE” Infames lapsos de memória que se recusavam a sair de minha cabeça... Contudo, tentava me manter concentrado, pois mesmo que isso não fizesse parte de alguma missão, ainda era minha responsabilidade manter Balðr e Astrid a salvo. Fixá-lo-ia nos olhos e diria – Garoto, fique por perto... E acompanhe o meu ritmo, se puder – Finalizaria com um sorriso orgulhoso, e era por orgulho igualmente que meus ideais impediam que eu fizesse algum tipo de cautela maior, afinal, a graça está em viver no limite.

Já no bar, meus olhos fitariam o horizonte à procura da “gostosona de cabelo escarlate”. “É ironia dos deuses eu me envolver só com mulheres ruivas? E complicadas por sinal.” Suspiraria apesar de um sorriso sutil estar escapando no canto de meus lábios. Usando meus olhos, rotacionaria minha cabeça procurando-a em todas as direções possíveis. Usando minha boca, me encaminharia a alguém próximo ou mesmo ao barman para tomar informação se não a encontrasse. – Fala meu embriagado, teria você visto por onde foi a minha dama ruiva de glândulas mamárias sobressalentes? – Minha boca se movia projetando de novo um sorriso malicioso só de descrever a mulher.

Agora, se a encontrasse, me aproximaria calmamente com meu disfarce, tentando não causar espanto, e ao chegar perto o suficiente me revelaria, tirando meu capuz e recolocando meu sobretudo de modo adequado. – Você ficou com algo meu – Diria num tom totalmente sério e frio, encaminhando minha mão até meu bolso e não tirando absolutamente nada, para então simular um coração com as mãos e libertar o riso que mantive preso durante a chacota. – Não, mas sério, devolve meu dinheiro ae, profanação de bens alheios não tem a menor graça. – Mudaria repentinamente para um semblante sério, só que dessa vez era verdadeiro. Se ela corresse, faria o mesmo perseguindo-a. – PEGA LADRÃO!!! -










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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte   A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte EmptySex Jul 27, 2018 11:14 pm

Os olhos de Edmund Dante contemplavam a bela taverna, simples, com um estilo antigo, mas tradicional. Uma estrutura de dois andares, com dois degraus que davam na porta, com janelas aos lados que permitiam ver seu interior. Uma placa negra escrito "Revenge" em vermelho sangue, e lamparinas ao lado da porta, acesas.

As portas de madeira de carvalho, adornadas, estavam fechadas, mas com uma pequena placa branca "Entre". Não havia algo mais convidativo para o cavalheiro Edmund, que dizia poucas palavras para Balðr, o qual respondia com um acenar de cabeça, confirmando ter entendido. Apenas Dante e Astrid adentrariam o lugar.

Passavam as portas, e então estranhavam. Era realmente uma bela taverna, mas ao adentraram o local notavam que não havia ninguém além de duas figuras. As mesas de madeira e estavam vazias, e tudo estava muito limpo, apesar do estilo rústico. Sentada em uma cadeira a frente do balcão, a ruiva acendia um cigarro com um belo isqueiro vermelho, dando uma dragada longa, que a fazia fechar os olhos em relaxamento, e soltar a fumaça para cima.

O boxeador se aproximava da mesma, dizendo que ela tinha algo que era dele, o que a fazia tirar o cigarro da boca e sorrir de uma maneira sensual, dando-lhe atenção. Então o complemento de sua fala, insistindo para devolver sua grana.

- Devolve o dinheiro pra ele, Amy. - Ela tirava do bolso um pequeno saquinho amarrado, entregando nas mãos de Edmund. Estava ali todo a quantia que ele perdera. A figura que falava era a única além da mulher, estando ocultando sua aparência nas sombras, mas surgindo para falar com o boxeador. Um homem de altura próxima a do revolucionário e sua filha, todo trajando roupas pretas, com uma enigmática máscara no rosto e cabelos que não se sabia dizer se eram reais ou uma peruca. - Cabo Dante... É um prazer. Sou R, R for Revenge, major revolucionário. - Ele mostrava uma insignia como a Initiation, mas de prata ao invés de bronze. Eram 5 missões pelo exército, o necessário para ser um major. - Não sabíamos como contatá-lo mas demos nosso jeito pois... A revolução precisa de você...
R:
 

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte   A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte EmptySab Jul 28, 2018 3:04 am

Sleeping Dogs


“Meus pés tinham um dom absurdo para encontrar o inesperado a cada passo que eu dava, e felizmente isso não era algo de todo ruim. Não para mim.” Pensei ao vislumbrar aquela cena, abismado de certa forma pela forma como fui apresentado aos meus novos companheiros revolucionários. Inclinando a cabeça levemente para o lado da porta, mas sem tirar os olhos do mascarado, gritaria – BAAAALOR, PODE VIR – Sem medir cuidados com o berro. “Entendeu porra nenhuma, mal falei e já sumiu da minha vista” Mesmo que estivesse de fato surpreendido, não poderia esquecer minhas responsabilidades.

Sentaria-me em alguma cadeira próxima a ruiva ali já pegando meu dinheiro, e ainda olhando para o Major responderia descontraidamente, apesar de minhas palavras apontarem o contrário – Devo admitir, vocês revolucionários de patente alta são bem discretos quando querem. To impressionado. – Um riso abafado escaparia durante o meu raciocínio, tentando ligar as coisas – Tá ai um nome que eu nunca ouvi antes. Seus pais tão de parabéns. – Certo, mas não era bem pra isso que eu estava usando meu raciocínio – Então tudo aquilo ali atrás foi só para me trazer até aqui? – Perguntaria, agora olhando para a ruiva com certa desaprovação. Provavelmente eu só tinha sido seduzido mesmo, ainda assim, gostava daquele joguinho.

Olharia para baixo por alguns milissegundos e então me levantaria da cadeira, fixando diretamente o R. Aproximaria-me calmamente, sem demonstrar hostilidade, com a mão direita cerrada sobre meu coração e corpo ereto, exclamaria – Farei o que for necessário, pela causa, e pela glória de Shurima. – Com uma breve pausa, esboçaria novamente um sorriso de leve no rosto – Mesmo achando que vocês são capazes de fazer seja lá o que for sem mim, depois de tal apresentação, heh. Aliás, do que precisam? - Terminaria, para ouvir as instruções com atenção, mesmo que em um momento ou outro estaria tentando trocar olhares com Amy.

Ao final do diálogo, bocejaria uma vez mais e olharia para ambos os lados, procurando algum abrigo e falhando miseravelmente, pois a única coisa que minha cabeça conseguia fantasiar era a mesma repousando sobre os digníssimos pares frontais exuberantes da ruiva. “Graças a Odin ainda não é crime sonhar acordado” Me segurava para não desabar sobre o chão, reservando o que restava de energia para falar – Antes de prosseguir com a missão, vocês não tem algum lugar para eu dormir? – Indagava, sonolento.







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Última edição por Galaxy Dante em Dom Jul 29, 2018 1:32 am, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte   A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte EmptySab Jul 28, 2018 10:08 am

Edmund estando agora de frente para uma liderança revolucionária se sentava em uma cadeira ao lado da ruiva, um pequeno banquinho vermelho destes que ficam ao lado do balcão. Ela dava algumas tragadas no cigarro, enquanto ele comentava sobre o nome do Major ser muito criativo, parabenizando seus pais, e lançando também uma fala para a mulher ao seu lado. R não respondia, apenas ouvindo, com as mãos nas costas, com um ar enigmático.

- Admito que te achei uma gracinha... - Ela tirava o cigarro da boca num sorriso divertido, por trás de uma onda de fumaça. Era realmente uma bela figura, que além de um corpo estonteante tinha um charme sem igual.

Dante se levantava então, se posicionando a frente do superior na causa, com a mão no peito assumindo seu compromisso com o Exército Revolucionário e com a glória de Shurima. Astrid se posicionava atrás, com o braço sobre o peito, e um olhar baixo, em respeito. Balor entrava pela porta do estabelecimento no mesmo momento.

- Roubo de documentos... - A ruiva dizia, se levantando também do banquinho e apagando o cigarro.

- Exatamente. - Mesmo sem conseguir ver o rosto de R, a impressão que se tinha era que havia um sorriso em seus lábios. -
Foi expedida uma procuração pelo Tenente Cruzis que pode causar danos à causa revolucionária no Paradise. Sua missão será invadir um escritório da Marinha próximo ao porto, comandando este pequeno grupo. O importante é tentar fazer isso sem ferir os civis que trabalham lá. Dependendo de seu desempenho, poderá ser promovido para Major e enviado para a Grand Line. - Enquanto o major falava, Dante aproveitava para trocar alguns olhares com Amy, que poucas vezes correspondia seus charmes.

O boxeador bocejava, olhando para os lados sutilmente, perguntando sobre a possibilidade de ter um lugar pra dormir. Revenge não pestanejava, e antes de virar de costas e sumir passando por uma cortina negra que dava para mais adentro do estabelecimento, direcionava palavra para a ruiva novamente, e depois para o grupo. - Providencie aposentos para nossos camaradas; Descansem, se alimentem se desejarem. Ao por-do-sol quero todos aqui para explicação do plano de invasão.

Se Dante decidisse seguir com a ruiva, ela levaria tanto ele quanto sua filha e o outro revolucionário para o segundo andar da taverna, subindo escadas espiraladas até alcançar um corredor com algumas portas, marcadas por números. Astrid seria deixada no primeiro quarto, depois Balor, e então Edmund, que seria deixado no último quarto do corredor.

Amy abriria a porta e permitia que ele entrasse no pequeno quarto. Pequeno, mas aconchegante, com uma cama de solteiro, uma escrivaninha e uma cadeira, e uma portinha que dava para um banheiro. Da janela, era possível ver a rua.

A ruiva passaria sua mão pelo rosto do revolucionário, sorrindo com um toque de sensualidade em seu semblante. - Se precisar de mim é só chamar, gracinha... - E então fecharia a porta, deixando o homem ali para que pudesse descansar.

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte   A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte EmptyDom Jul 29, 2018 1:35 am

Sleeping Dogs


Meu corpo começaria a produzir um sentimento quente popularmente conhecido como “tesão” à medida em que as coisas aconteciam. “Gracinha?” E também pararia de produzir repentinamente. – Sinto como se eu fosse a mulher da relação – Soltaria um riso breve e levantaria meu dedo indicador enquanto usaria a outra mão para tirar minha carteira do bolso – Um segundo, preciso usar proteção – Finalizaria botando a carteira e o saco de dinheiro sobre a escrivaninha, em um local que eu não perdesse de vista. Assim que ela estivesse a ponto de fechar a porta, me viraria dizendo em um tom totalmente alegre e caloroso, entrando em contradição – Acho que perdi o sono – Logo ao completar a fala um sorriso malicioso surgiria em meu rosto, sem um pingo de hesitação.

Chegaria perto da ruiva puxando-a pelo antebraço e cintura suavemente, envolvendo-a em meus braços e nos deixando bem próximos um do outro, avançaria lentamente com a minha boca em direção a dela, esperando a reciprocidade. Depois da brecha, deixaria acontecer naturalmente. Meu sono teria ido embora por um momento, mas era inevitável que ele retornasse. Gosto de ressaltar que um homem só precisa de três coisas: Dormir, Comer e DESCER O CACETE em Agente do Governo. Então faltavam todas as três da lista, e eu começaria por dormir. Ao final, certamente eu não teria dificuldade em pregar meus olhos ao me arremessar contra o travesseiro, ficaria inconsciente quase que automaticamente com o tanto de sono.

Não faria questão de levantar mais cedo, afinal, tinha um bom tempo para dormir, então assim que eu recobrasse a consciência voluntariamente, pegaria minhas coisas e desceria de volta pro primeiro andar. Esperava que ainda restasse algum tempo antes da reunião, seria estranho se eu dormisse muito mais que oito horas. “Pensando em tempo, não me lembro quando foi a ultima vez que comi.” Lembrei-me ao ouvir minha barriga roncando. Meus músculos exigiam por mais alimentos, e meu cérebro por goiaba. – Sabe, vicio é uma coisa bem prejudicial, seja ele qual for. – Já diria sério assim que desse as caras com a ruiva e seu cigarro, nesse mesmo tempo em que tascaria da minha mochila um pacote de goiabada – Você devia se conscientizar e rever seus atos – Terminaria enquanto devoraria lentamente parte desse pacote, aproveitando ao máximo cada mordida. – Aliás, vós me ensinastes algumas coisas bem úteis há pouco – Completaria com um riso abafado deixando a interpretação em aberto – Digo, em relação àquela aula no Zeppelin de mecânica e engenharia. Então, sabe algo sobre forja? – Aguardaria, esperando uma resposta positiva para tomar o próximo movimento, que certamente seria o aprendizado.





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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte   A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte EmptyDom Jul 29, 2018 10:37 am

Amy estava para fechar a porta, em seu último instante, quando Edmund, como um bom sedutor incorrigível, volta a fazer gracejos para o lado dela. Em seus lábios, um sorriso malicioso, sem hesitação, enquanto proferia a falar sobre ter perdido o sono.

A ruiva então abria novamente a porta, e passava para dentro, fechando-a, com um olhar malvado, malicioso. Dante se aproximava, e a envolvia com os braços, aproximando lentamente seus lábios de forma singela. Amy, em resposta, aproximava também sua boca, abrindo-a suave, se aproximando também.

As respiração dos dois se encontrava, e o calor já havia tomado contado do corpo do ex-imperador, mas quando suas bocas iam se tocar, a mulher movia lentamente seu rosto para o lado, deixando que os lábios de Edmund tocassem somente sua bochecha. Um sorriso. - Agora não, bebê... - Ela descia uma das mãos pelo peito do homem, desviando o olhar por um instante e então voltando para ele. - Quem sabe outra hora.

E dizendo isso, ela sumia de dentro do quarto, dando uma última olhada em Edmund antes de fechar a porta, que ficava lá de pau na mão. Só lhe restava se jogar na cama e descansar. E foi o que fez.

Acordou no outro dia com o sol entrando pela janela e movimentando pequenas particulas de poeira presentes no local. A luminosidade incomodava seus olhos e o fazia despertar, sentindo aquele gosto típico de quem acabara de acordar na boca, e não o de Amy, como ele desejaria, provavelmente.

Saia do quarto, descia as escadas, e notava a taverna agora com algumas pessoas a mais. Não pareciam revolucionários. Tratava-se de clientes. Alguns sentados próximos ao balcão, outros em mesas, mas num geral a maioria co,m canecas de cerveja e outras bebidas alcoólicas. Junto ao balcão uns 3, e nas mesas uns 6.

Em uma mesa próxima a escada, Astrid e Balor, com um prato repleto por pequenos torresminhos(pururucas). A garota bebia um suco alaranjado, provavelmente de ava laranja. Balor bebia uma xícara de café, e estava vestido de forma diferente a antes: agora não estava mais disfarçado de agente secreto, então podia usar as roupas que quisesse, estando com roupas até mais "despojadas" agora.

Num relógio redondo na parede próxima do balcão o ponteiro menor apontava para as 9 horas da manhã e o maior precisamente no 1, indicando 9:05 da matina. Atrás do balcão, Amy. E Edmund se juntaria a ela, que secava com pano uma caneca, enquanto atendia os clientes.

O imperador puxa certo assunto, enquanto ela cumprimenta-o com um simples "bom dia", seguindo o atendimento dos clientes enquanto ele falava, mas prestando atenção nos seus dizeres. Dante comia uma goiabada, e questionava a ruiva sobre conhecimentos de forja.

- Infelizmente não, bonitão. - Ela colocava a caneca que antes estava secando sobre uma prateleira, onde estavam outras canecas, e então se apoiava com os cotovelos no balcão, deixando seus fartos seios um pouco mais amostra para o ruivo, de propósito ou não. - Mas temos um camarada que tem uma forja aqui próxima. Se quiser ir lá é só seguir a rua na direção contrária a que viemos da estação Apple.
Legenda:
 


Considerações:
 

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte   A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte EmptyDom Jul 29, 2018 8:37 pm

The Fire


- Quem sabe outra hora. – A ultima vez que ouvi isso nunca mais vi a desgraçada na minha vida. Pensei ao espatifar minha cara contra o travesseiro na tentativa de expurgar o meu sono. “Esse povo que não cumpre com o que fala... Só me faz lembrar da mesma hipocrisia do governo” Lembrava-me do verdadeiro motivo de estar ao lado dos revolucionários: Um inimigo em comum e a incessante busca por poder, o que eles poderiam me fornecer com certeza, principalmente se eu me tornasse um major como R havia comentado. Foi praticamente ontem que havia me tornado cabo, e hoje já vislumbrava o sonho de me tornar um Major. O que me fazia ter algo bem claro em mente: Eu precisava de uma tripulação em que eu pudesse confiar cegamente... Uma tripulação com soldados Shurimanes. Conclui, antes de apagar.

Naquele dia eu acordei com certo entusiasmo, mais até que o de costume. A possibilidade de subir cada vez mais com os revolucionários, e literalmente, subir a Reverse, produzia combustível para as chamas que ardiam em meu coração. Meu espírito estava tomado pela determinação de novo, enquanto meu corpo se contentava com a goiabada que eu consumia. – Irei lá, mas não agora. – Dava as costas olhando por sobre o ombro com um pequeno sorriso fitando os seios da ruiva, enquanto me encaminhava a Astrid rezando aos deuses para que ela não estivesse dando tanta bola para àquilo.

- Trocou o álcool pelo suco? Quem diria – Falaria animado em tom de sarcasmo, ao mesmo tempo em que cutucava o ombro da garota brincando. – Eu juro que se te encontrasse por mais um segundo com aquele terno não ia me aguentar de te encher de porrada – Sorria sutilmente para o garoto, revelando o comentário não comprometido com a realidade enquanto tentaria me sentar à mesa. – Espero que não estejam planejando ficar, precisamos encontrar nossos “companheiros” restantes lá em cima – Diria com uma pausa e um ênfase nas aspas, mantendo a discrição da conversa em meio aos civis. Ficaria ali conversando e comendo por um tempo, talvez bebendo cerveja até se eu tivesse a oportunidade de pedir.


~Aprendizado da Pericia Forja


Assim que as coisas se acalmassem, finalmente sairia do estabelecimento em direção ao ferreiro indicado. – Fala meu confiado, me falaram que você é um camarada lá da Taverna Revenge... – Daria uma pequena pausa para ver suas reações e não revelar nada de comprometedor – Infelizmente anuncio que não vim aqui como cliente, e sim como aprendiz. – Fitaria seus olhos, fazendo uma cena dramática – Você me aceita como seu pupilo? – E então prosseguiria com o que fosse instruído, se a resposta fosse positiva, e se negativa, insistiria, talvez puxando o saco de dinheiro que recuperei.  Logo após isso voltaria para a taverna, esperando que já estivesse próximo do por do sol e da reunião.

~Aprendizado da Pericia Forja





Spoiler:
 

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Última edição por Galaxy Dante em Dom Set 23, 2018 12:29 am, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte   A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte EmptyDom Jul 29, 2018 9:24 pm

Edmund agora sabia o caminho de onde poderia aprender a forjar, mas preferia não ir até o local agora, dizendo para a ruiva que iria mais tarde. Ele se virava, dando um olhar por cima dos ombros para ela, ou melhor, para seus seios. Uma piscadela dela.

Com poucos passos, ele chegava onde sua filha e o companheiro shurimane estava, já lançando uma brincadeira para Astrid sobre ela ter abandonado o álcool. Em resposta, ela erguia o copo, já na metade, na direção dele, de forma que ele sentia o cheiro alcoólico característico. - Screwdriver. Laranja com Vodka. - Um sorriso brincalhão estava em seu rosto.

- Nem eu estava mais aguentando aquela porra. Missões de infiltração nunca mais. - Respondia Balor ao comentário de Edmund, ajeitando as madeixas loiras com os dedos para trás, para então dar o último gole de seu café.

Os próximos minutos se seguiram com o trio sentado naquela mesa, terminando de comer aquela pequena porção de torresmos, e bebendo cada um uma caneca pequena de cerveja que Amy trazia para eles mesmo sem pedirem. Fora, de certa forma, divertido.

Edmund então deixa o local, indo até o local onde a ruiva dissera que poderia fazer seu aprendizado. O relógio marcava 10:25 quando ele deixava o local, e não demorariam muitos minutos para que ele alcançasse seu objetivo, indo pelas ruas de Loguetown como informado até um pequeno estabelecimento quadrado, de cimento, quase como uma caixa. Uma pequena porta, e em cima dela os escritos "Forja do Odelix".

Ao adentrar, um calor sem igual. Percebia que a forja e o atendimento de clientes era um só ambiente. Alias, devia só haver um cômodo naquele lugar. Pelas paredes, várias armaduras, armas bem forjadas, que faziam o homem ficar inclusive impressionado por um instante.

- OLÁ COMPANHEIRO. - Uma voz grave era ouvida, e então um grande homem, gordo, suado, sem camisa, e com uma cabecinha. Isso mesmo, uma cabeça muito pequena com relação a seu corpo. Em cima da cabeça, um chapeuzinho viking. Dante revelava suas intenções ali, citando a taverna Revenge. - Oh sim, companheiro. - Após a explicação do desejo de aprendizado, o homem, que deveria ser o tal Odelix abria um grande sorrindo, dizendo que seria um prazer.

Pelas próximas horas o ex-imperador ficava naquele estabelecimento, aprendendo os princípios da forja, como modelar o metal quente. Inclusive, acabava por um momento queimando a palma de sua mão esquerda, sentindo um extremo ardor, e desconforto. De qualquer forma, depois de um tempo ele estava aprendido e experimentado nas artes da forja.

- Isso é tudo que posso lhe ensinar, companheiro! - Odelix, que agora já havia sido apresentado em meio ao aprendizado, dizia, abrindo a porta para o garoto deixar o local. Caminhando por alguns instantes ele cruzava, do outro lado da rua, por uma dupla de jovens marinheiros. Um deles inclusive olhava para Edmund com certa desconfiança, mas passavam.

Chegava então novamente na taverna. Não havia, novamente, ninguém ali. Alias, não havia ninguém MESMO. Nem os revolucionários. E a porta estava fechada. Ainda não era hora do por-do-sol, mas em alguns minutos seria.

Odelix:
 

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte   A Ascensão de um Império Act I: Conquiste o medo, e conquistará a morte EmptySeg Jul 30, 2018 8:46 pm

A Oração Perdida


Sabe o que eu pensei naquele momento? Mantenha a calma... Sim, exatamente, era como pedir para a água parar de ser molhada. Pelo menos naquela época parecia ser um estado mental bem inalcançável para mim, mas a verdade é que com o tempo eu descobri que todas as adversidades servem para nós aprendermos a lidar com elas, afinal, não existe alguém sem obstáculos, mas sim quem saiba ou não passar por cima deles.

Colocava ambas as palmas sobre a minha nuca e revelava meu semblante de desespero com os olhos arregalados - AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHH – Vociferava ao me dar por conta da situação e das mil possibilidades que se passavam pela minha cabeça naquela hora. “Marinheiros, Astrid, perigo...” Não levou muito tempo para eu ser tomado por preocupação, como você pode ver, heh. “Esconderijo, Disfarce” E tampouco levou para eu olhar aquilo de modo mais racional. Pensava, mordiscando minhas unhas num tique nervoso enquanto encarava a porta com uma cara de bunda. ”Eles sabem se virar, eu devo fazer a minha parte agora” Conclui, assim que tentei retirar meu sobretudo e colocá-lo do mesmo modo de antes em disfarce.

Tentava contornar a taverna em busca de respostas e uma forma de esperar onde eu pudesse ter uma boa visão dos outros, enquanto ocultaria a deles da minha. Você deve estar se perguntando como... Eu vou explicar. A minha ideia era escalar o edifício com o conhecimento que eu tinha sobre a área, procurando algum local que parecesse mais fácil aos meus olhos e então subindo de pouco em pouco tomando cuidado com a minha mão queimada e botando pouca força, procurando áreas estáveis para segurar e apoiar os pés, alternando até chegar ao topo onde eu pudesse me esconder por trás de algum lugar, ou mesmo só sentar sobre o teto. Claro que senão pudesse fazê-lo na taverna, procuraria um edifício próximo, mas sempre tinha algo em mente: Não chamar a atenção, evitando isso estando de olho no movimento e nas pessoas que me olhavam, parando qualquer atividade suspeita quando estes se sentissem provocados.

Eu estava tomado por preocupação, isso é verdade. Mas se quer saber, ou eu ficava parado pensando em tudo que poderia ter acontecido de ruim, ou então tentava fazer tudo que estava ao meu alcance, sem ser corrompido pela minha própria cabeça. “Aqueles marinheiros... Deve ter algo a ver com eles. Uma varredura de rotina, talvez.” Era inevitável pensar, mas enquanto escalava me lembraria de como havia aprendido a fazer isso.

Poderia dizer que estava sentindo os ventos da minha terra natal acariciar meus cabelos de novo, era reconfortante. Nossa ideia era subir até o topo da montanha para treinarmos, já que o terreno lá era o melhor que tinha para isso em Shurima, visto que todo o resto era um grande deserto de neve. Contudo, eu com certeza estaria mentindo se dissesse que subia lá porque queria treinar com o meu irmão. Aquele era o único lugar que produzia frutos na nossa terra, e só escalando eu conseguiria me felicitar saboreando o maior presente dos deuses: A esfera verde cujo interior vermelho tem o mais belo dos gostos. Mas naquele momento as coisas estavam mudadas, não pensava mais daquela forma. Não estava mais escalando aquele edifício por interesse próprio ou em prol do grupo, na verdade boa parte do que me motivava naquela época era viver ao máximo por meus entes perdidos num tempo que não volta mais. Só podia me lembrar do meu irmão mais velho sorrindo enquanto trocávamos socos, mas tudo aquilo se desbotava com o tempo.







Histo Rikko:
 

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Tiro de sorte? Sorte é não tomar um tiro meu
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Última edição por Galaxy Dante em Ter Jul 31, 2018 11:33 pm, editado 2 vez(es)
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