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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 6 EmptySex 20 Jul 2018, 18:58

Relembrando a primeira mensagem :

♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Hornee. A qual não possui narrador definido.


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Van
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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 6 EmptyQua 05 Set 2018, 19:55

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Post 07
Las Camp
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Tempo desconhecido


O aprendizado em alto mar lhe rendeu um novo conhecimento e uma refeição bastante diferente. A única fruta que sua mãe misturava com a comida era tomate e ele quando comia, evitava frutas porque suas meinhas não podiam ter viadagem. “Senão olhar nos olhos é broderagem” lembrou com um sorriso no canto da boca dos tempos remotos de sua infância antiga de vários dias atrás. “Bons tempos, boas coisas" e com esse pensamento ao melhor estilo Michael Kyle, ele agradeceu pela refeição e sem se limpar depois de comer, seguiu até a sala do Agente que o aguardava. Entretanto, para sua surpresa, o chefe já o aguardava no porto com a sua animação habitual. Dom agradeci a recepção após ouvir os elogios para com o pescador.

Realmente… fazia tempo que eu não segurava uma vara, ficava todo molhado e depois comia bem. ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 6 1265395710

E assim partiram para um novo lugar, desta vez era um tipo de dojo. O Artista não gostava desse tipo de ambiente, na verdade ele odiava violência gratuita. Sua mãe havia lhe ensinado muito bem e por ter sido uma pessoa pacifista, ela agora era bem “de boa” e Han havia se tornado adepto do “deboísmo”. Não sendo o bastante, seu teste seria um combate contra um Sargento.

Opa, que legal. Vou enfrentar alguém superior a mim. Se ele me surrar, eu perco. Se eu surrar ele, eu vou me ferrar, se eu comer beterraba, eu cago sangue… que vida horrível. ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 6 3529722040

O Agente B disse que a vitória não era necessária, nesse caso, era uma questão de demonstrar suas capacidades e não de necessariamente ser o vencedor. Diante de tal cenário, Dom deu uma relaxada.

Então, dentre as minhas capacidades estão fazer barulho de peido com suvaco, colocar a língua no nariz e comer manga com leite sem morrer… mas não acho que alguma delas vá me ajudar aqui… talvez não morrer… acho...

O oponente parecia bastante forte e apesar de sua mão pequena e luva grande cheia de talco dentro - porque era a única explicação para aquele tanto de pó que saía após um soco - ele parecia ter bastante força. O piadista não tinha medo de apanhar, seu problema era com a falta de necessidade. Por isso, especializou-se em defesa, tentando manter sempre sua integridade física, conseguindo assim ser capaz de continuar fazendo seu show. Entretanto, se era, de fato, necessário mostrar suas capacidades, a melhor maneira era utilizando a única arma com a qual havia treinado durante sua adolescência.

Espera, podem me conseguir uma espada, katana ou até mesmo um cabo de vassoura? Quando é para machucar alguém, eu só preciso de um algo comprido, duro e firme nas minhas mãos.

Uma vez lhe perguntaram você não se cansa dessas piadas sexuais? e Dom respondeu igual um idiota (com outra pergunta) “você se cansa de sexo?” e nunca mais o assunto foi mencionado novamente.

Alguém? Ainda estou esperando...

Não subiria no ringue até ter algo equivalente ao seu estilo de combate. Uma vez com a arma desejada em mãos, era hora do teste. Entraria no ringue sem dificuldades, pois sua altura era muito maior que a média padrão, ele mais de dois metros, e sua maior vantagem nessa avaliação seria a diferença de envergadura, logo, seu oponente não teria opção senão encurtar a distância e usar golpes contundentes. Portanto, usaria seu jogo de pés para manter a distância e não ficaria parado, sempre com pequenos saltos de um lado para o outro, sempre mantendo a imprevisibilidade com movimentos frontais, laterais, todavia, não se deixaria encurralar, ou seja, evitaria as cordas ao máximo.

Na hipótese de receber algum ataque, usaria a parte sem fio para bloquear. Se o fizesse corretamente, poderia causar algum dano aos ossos das mãos de seu adversário. Havia a possibilidade dele ser experiente e calejado, então nesse caso teria que bloquear todos os ataques, caso contrário, um ataque apenas causaria um grande estrago. Se durante as investidas encontrasse alguma brecha, usaria seu maior alcance para efetuar uma estocada mirando o estômago do alvo, dessa forma, minaria seu fôlego e teria alguma vantagem no combate. Caso fosse atingido, tentaria se recompor ao máximo e saltar lateralmente para evitar mais golpes.

Nossa, nem lembro a última que ganhei uma socada… Não, pera...



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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 6 EmptyQui 06 Set 2018, 01:11


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HORNEE DIAMOND



LAS CAMP / POST 22


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Eu tinha acabado de tomar um café da manhã no quartel e o "Aproximador" já me levava para tomar outro café do lado de fora do quartel? - *Esse sujeitinho quer mesmo ganhar minha confiança! Pagando tanto café pra mim assim é apelação!*.


Sentaria tranquilamente e cruzaria minhas pernas aguardando que meu colega de profissão se manifestasse. Eu confirmaria suas palavras sobre a máquina do governo estar do nosso lado - *Afinal, foi um dos principais motivos pelos quais eu me inscrevi como agente...* - e usaria minhas mãos para puxar o banquinho da cafeteria para mais próximo da mesa caso estivéssemos sentados e o banquinho (ou cadeira) não fosse chumbado ao chão. Caso contrário, eu apenas me inclinaria mais para frente para garantir que seus murmuros reverberassem em meus tímpanos.


Meus olhos ficam pequeninihos enquanto absorvo o conhecimento passado pelo parceiro e me orgulho cada vez mais de meu patrono - *Quer dizer que Mr. Badmoney tinha até mesmo Pou Pay como infiltrado? Quem diria...* - torço o nariz levemente e desvio o olhar, tentando raciocinar sobre o assunto sem que eu deixasse informações importantes do Agente B escaparem por falta de atenção - *Tsc, tsc... esse sargento é muito burro... tinha a faca e o queijo na mão e optou por vender a faca que lhe deram!.


É... realmente vou ser bem sincero: O "Aproximador" é um cara com quem eu gostaria de fazer esta e mais missões lado a lado. O cara me pediu um cappuccino grande! Como não amar esse cara? Não esconderia de modo algum meu sorriso para o humano, pois fazia questão de que ele havia acertado em cheio na escolha da minha bebida - *Quer dizer... espero que um deles seja pra mim, se não eu mudarei completamente meu modo de pensar da água para o vinho!*.


Só temos um dia. Para o Senhor B tenho uma semana mas para o Agente A tenho um dia. É questão de matar ou morrer... um cara que trai os homens que pagam seu salário vendendo armas para a facção rival e até mesmo seu chefe do crime roubando seus clientes é um ser completamente burro e desprezível. Eu não só mais tinha uma ordem para investigá-lo e uma ordem para matá-lo... agora eu sentiria orgulho em fazer meu trabalho - *E digo isso do fundo do meu eu interior*.


Coço meu cavanhaque peludinho e passo a língua para molhar os beiços quando os cappuccinos chegam. Coloco a palma da minha mão sobre o recipiente para tentar estipular o quão quente o vapor estava. Com cautela, trago o copo ou xícara até minha boca e sorvo o líquido tão estimado evitando queimar a língua, saboreando cada gota que tocava em minhas papilas gustativas. Será que o café de lá era tão bom quanto o "Aproximador" fizera propaganda?


Entorto um pouco meu pescoço desviando brevemente o olhar do Agente B. Trazer outro capanga para a missão era loucura! Pelas palavras do rapaz de cabelos castanhos ele não deveria ser funcionário do Mr. Badmoney então colocá-lo conosco era um risco que não poderíamos correr. Eu gostava de economizar papeizinhos e não era um cara de muitas... "palavras"... mas desta vez eu não poderia evitar:


Papelzinho:
 



A mensagem era curta e poderia ser interpretada como uma sigla. Mas era simplesmente a abreviação de "Badmoney's". Julgava que tal mensagem seria o suficiente para deixar implícito que eu não colocaria um outsider na jogada... Pelo menos não sem um motivo inquestionável.


Minha cabeça executa um movimento pendular quando o "Aproximador" me entrega a filmadora. Obter informações é algo do qual eu poderia fazer sozinho assim como ele já o fez anteriormente. Me instruir e dar a dianteira como vinha fazendo já estava de bom tamanho. Agora assassinar... assassinar eram outros quinhentos...


Eu estava prestes a passar instruções para meu aliado sobre o plano que eu havia bolado para acabar com Pou Pay, quando de repente, ele me conta que o desgraçado não segue uma rotina fixa e ainda por cima tem olheiros de fora da Marinha para serem seus cães de guarda. Se já estava difícil antes, imagine agora...


Respiro profundamente e aguardo seis segundos aproximadamente para expirar. Eu tinha que bolar um outro plano de assassinato pois talvez o envenenamento não fosse tão simples de ser executado e simular um acidente como planejado em um terreno baldio uma loteria. O plano iria ser reformulado depois de eu pegar informações durante a venda de armas e, se desse sorte, arranjar algum modo de colocar o alvo e os revolucionários em fogo cruzado.


Um suborno continuaria sendo uma boa opção para transformar alguém de sua confiança em uma arma ambulante. Mas quem? E como? Eu tinha mais questões do que respostas e apesar do ambiente agradável fornecido pela cafeteria, começava a concluir com desânimo que se eu saísse hoje do contrabando com a cabeça do sargento embaixo dos braços seria bom demais para ser verdade...


Minhas opções foram drasticamente reduzidas... agora só me restava aguardar pelo "Aproximador" informar a localização do galpão e, se eu desse sorte poderia plantar alguma armadilha... - *EI! É isso!* - Rabisco imediatamente um outro papelzinho e repasso para meu auxiliar:


Papelzinho:
 



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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 6 EmptyQui 06 Set 2018, 13:51


NARRAÇÃO
POST 14

~ BREAD ~

   Em um café próximo da marinha, um mink e um humano tomavam seus respectivos cappuccinos. A conversa apontava para algumas decisões que deveriam acontecer, então a primeira pergunta era sobre o outro agente que entraria no grupo.

  - Não! - Disse tranquilamente sobre Han. - Ele não faz parte da família. Ele tem poucas qualidades e nem dei muita atenção a isso, pois se algo der errado é bom ter, desculpa a analogia, um bode expiatório. O nome dele é Han Don, é um músico itinerante, mas tem boa capacidade de luta. Não parece levar nada muito a sério. Ontém mesmo no treinamento dei a ele um treino sobre pesca, veja só, não precisamos nos preocupar com ele, mas ele pode ajudar, afinal parte da missão é do próprio governo e se algo der errado, podemos jogar ele aos cães.

  Um sorriso aparecia no rosto do Aproximador. Logo os dois terminavam de tomar o cappuccino e vinha o garçon para pagar a conta, o Agente B pegou dez mil berreis e pagou a parte dele e ficou esperando que Hornee pagasse a parte dele, afinal, homens de Badmoney não eram duros, mas viviam bem e com alta classe. Após o pagamento e a saída do garçon o colega respondia a segunda pergunta se levantando.

  Infelizmente não tenho ideia. - Falou o colega. - Mas hoje é o dia de grande movimento, eles devem agir no porto, por isso temos que nos preparar. - O agente B olhou então para o seu relógio. - Esta na hora de pegar o novato, vim primeiro a você para deixar a par do que esta acontecendo, vamos atualizar ele da missão e agir. Se tiver algum plano é a hora de falar.

  Assim os dois partiram para o quartel novamente.
~ VAN ~

   Han e suas piadas sexuais iam em direção ao dojo, o Agente B sempre sorria para e passava uma imagem bem tranquila. Então após chegar ao quartel e receber sua "tarefa", que era lutar contra em experiente marinheiro, o protótipo de agente sentiu a necessidade de ter pelo menos uma arma que estivesse familiarizado.

  - Claro que temos! - Respondeu o agente sobre a solicitação de Dom indo buscar uma das diversas espadas de madeira que haviam . - Veja se essa esta boa, mas não sei se existe grande diferença entre elas.


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  Após ter sua "arma" nas mãos o piadista foi logo subindo ao ringue diante de seu adversário. Não era muito maior do que ele, mas sem dúvida com a ajuda da espada mais não haveria muito dificuldade em manter a distância, pois Takamura tinha seus 2 metros. Além disso o randômico personagem havia decidido tomar mais uma postura defensiva do que parti para o ataque.

  Entretanto logo de início sentia a dificuldade de se manter distante do adversário, pela movimentação do mesmo, que tinha controle do centro do ringue Han encostou diversas vezes as costas nas cordas, mas o sargento não atacava, além disso Don percebia que ele se cansaria mais rápido nesse tipo de estratégia, pois a movimentação do Takamura era pequena, um círculo interno do ringue, enquanto Don se mantinha em um círculo externo.

  - Bom! - Falou o sargento. - É possível ver que você não tem experiência no ringue, mas faz o certo, deixa a distância como uma vantagem, mas vamos aumentar o nível da luta.

  Logo o sargento aumentava a velocidade de seus movimento a um nível diferente e logo diminuiu a distância atacando com um poderoso soco de esquerda que acabava sendo bloqueado pela espada de Han, entretanto essa espada saiu voando da mão do soldado, embora o bloqueio fosse bom o suficiente, a força era.

  Um segundo soco, veloz voou na direção das costelas de Han, mas Takamura parou antes de acertar o golpe. Ele então olhou para o músico e se afastou.

  - Bons reflexos! - O sargento analisou. - Mas ainda é fraco para criar bons bloqueios e isso é uma falha enorme. Treine esse ponto para subir novamente aqui.

  - Muito bom! - Disse o agente B se aproximando. - Não são todos que recebem elogios do sargento. Vou fazer sua recomendação. Agora pegue esse papel, você poderá ir ao refeitório se alimentar e no quinto andar tem um dormitório com banheiro, porta D. Amanhã pode começar as dez horas a trabalhar e pode tomar o café da manhã tranquilo.

Dormitório:
 


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OBJETIVOS:

Nessa missão::
 

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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 6 EmptyQui 06 Set 2018, 16:16

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Post 08
Las Camp
QG da ilha
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Tempo desconhecido


A segunda avaliação estava prestes a iniciar e para facilitar, Dom recebeu uma katana de madeira para nivelar o confronto. Devidamente postos, o recruta e o Sargento iniciaram o confronto mantendo a distância um do outro. O boxeador era mais experiente e controlou melhor o centro do ringue enquanto o Artista apenas se cansava tentando manter sua envergadura como limite de alcance.

Tô parecendo um peru em véspera de natal...

Como esperado, o pugilista encurtou a distância e aplicou um bom soco, o qual foi facilmente bloqueado pelo espadachim, contudo, a força danosa do Sargento era muito superior ao que o mero recruta poderia aguentar e sem ter meios de se defender diante de um segundo golpe, ele fez o que qualquer pessoa faria em sua situação.

GLU GLU GLU GLU… Significa “eu me rendo” em Peruês!

Arregou antes mesmo de ser surrado. O superior parecia ter analisado o que havia a sua disposição e todos pareciam satisfeitos com o resultado apresentado, inclusive Han, pois o tal odiava violência gratuita. Nesse sentido, sua personalidade era exótica, posto que em sua infância não sentia prazer com brincadeiras selvagens e agressivas. Deleitava-se com brincadeiras de médico, embora sempre apanhasse por querer especializar-se em duas áreas “ginecologia e urologia”. Todos somos iguais e merecemos o mesmo tratamento. 'entao lava minha louça’. De fato, ninguém gostava de um machista, mas mais odiado era um feministo.

Valeu pela moral, Sargento. Nem lembrava a última vez que a minha espada não funcionou. Você soca firme, parabéns!

O agente que assistia ao teste, emitiu uma carta de recomendação e recomendou um recomendo recomendado que recomendava o reconhecimento de uma recomendação… Não, calma… É… Então, ele deveria se apresentar no dia seguinte e depois do descanso teria a primeira alimentação do dia. Depois daquele peixe ao molho de eleitor do Freixo, digo, molho de fruta, ele começaria, enfim, o trabalho no Governo Mundial, trabalho esse que ele não fazia ideia do que seria ou como seria. Só sabia o “quando” e por uma boa refeição, já estava bom o bastante.

A gente se vê amanhã agente… a gente… agente… preciso pensar em uma piada sobre isso… “agente, a gente pode agendar…?” Hm...

Estudava maneiras de fazer humor com aquele trocadilho ruim enquanto seguia para o dormitório. Tentaria tomar um bom banho e usar alguma roupa que estivesse à disposição ou dormiria pelado mesmo, sem se importar com a posição ou algum possível decoro.

No dia seguinte, seguiria até o refeitório para fazer a principal refeição do dia… mas caso não encontrasse alguma marinheira disposta a uma rapidinha, partiria para o café-da-manhã, mesmo. Comeria o que tivesse a disposição e beberia da mesma forma. Por fim, voltaria para o dormitório e pegaria algumas roupas para vestir. Talvez trabalhar pelado fosse demais.

Bom dia, chefe… Qual a boa de hoje?




Objetivos na Aventura!:
 

Ponto-Situação do Personagem:
 

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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 6 EmptySex 07 Set 2018, 16:13


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HORNEE DIAMOND



LAS CAMP / POST 23


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Apesar de tranquilo, o Aproximador insistia em levar esse tal "Han Don" para a missão conosco. Eu sorrio exibindo os dentes após a piada ruim que ele fizera sobre bodes apenas para não deixá-lo sem graça. Parando para pensar e analisar com calma, um braço a mais para distrair os lacaios de Pou Pay não viria a fazer mal e, enquanto nossa real missão estivesse encoberta pela missão dada pelo Agente A, nós estaríamos resguardados e poderíamos colocar o assassinato como um belo e conveniente "acidente de percurso" como as pessoas gostam de chamar...


Mesmo assim eu estava receoso... levar um palhaço para uma missão crucial - *E na época eu nem imaginava o quanto palhaço viria a ser...* - era muito arriscado. Mas vamos lá... três mãos matam mais do que duas, se é que me entende...


O Aproximador era um homem simpático e aparentava conhecer muito bem Las Camp e seria muito útil, já que era afiliado de Mr. Badmoney e do Governo Mundial assim como eu. Mas quando a esmola é grande até o santo desconfia... e eu precisei pagar meu próprio cappuccino retirando B$10.000 do bolso e deixando em cima da mesa meio à contragosto enquanto rangia meus dentes por achar que a cortesia de pagar o café deveria ser de quem convida. Mas... deixa isso pra lá.


Levanto prontamente assim que o garçon recolhe o pagamento pelas bebidas juntamente com o Agente B. De acordo com ele o porto seria a localização de grande movimento e pelo menos nós teríamos um ponto de partida para investigar e coletar informações. Finalmente eu conheceria o tal músico habilidoso em combate que iria fazer parte da investigação e, por motivos óbvios, não esperava trocar muitas palavras com ele pois eu não falo.


Eu acompanharia o agente de volta até o quartel para buscarmos o novato musical. Ainda nas proximidades da cafeteria, eu procuraria escrever em um papelzinho um plano de ação (obviamente criptografado) bem depois de quando ele me perguntou se eu possuia algum. Desta forma, com o gap temporal, poderia desvincular que o papel que eu lhe entregava seria algum tipo de plano de ação, caso alguém tivesse ouvido nossa conversa lá atrás na cafeteria.


Papelzinho criptografado:
 



Mesmo papelzinho (descriptografado):
 



No momento eu me pego imaginando como seria se eu e o Agente B fossemos destinados à mudar de ilha devido uma missão de uma das duas organizações. Poderia apenas ser um pensamento bobo ou uma divagação, mas eu estava com um feeling de que essa primeira missão que eu e ele trabalhávamos juntos não seria a primeira e, inclusive, muito longe de ser a última.


Meu aliado parecia ser competente e bem informado. Se a agência escolheu ele primeiramente para acabar com o sargento e o governo escolheu ele para recrutar novos agentes incluindo fazer avaliações de combate, significava que ele era bem quisto por ambas e tinha suas qualidades das quais eu poderia muito bem aproveitar como auxiliares.

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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 6 EmptyQui 13 Set 2018, 11:04


NARRAÇÃO
O Silêncio Caprino


O gosto do café havia ficado mais amargo ao ter de pagar a própria conta. Talvez algo sem muita classe, pois havia sido convidado, mas o cumpriu devidamente, pois não queria demonstrar pão durice em frente a alguém importante. Os passos calmos do Agente junto ao caprino seguiram até o quartel, a onde encontraram com o rapaz que a partir dali estaria junto ao mink.

Piadas infames em meio a uma luta não pareciam um risco para o jovem Han, que causou uma não tão boa impressão, mas Hornee confiava que se Han havia sido escolhido, então é porque talvez fosse competente. O papel que havia perfeitamente escrito anteriormente e aguardava em seu bolso, um papel criptografado, suas ideias para um plano de ataque no dia seguinte. Ser mudo podia ser uma desvantagem terrível para ele, mas esperava que Han pudesse ler e ajudá-lo na missão.

A noite caiu mais rápido que se pudera notar. O dormitório não era cinco estrelas, a cama era dura e no canto de uma das paredes havia muito mofo, mas era o que se tinha para aquela noite. Infelizmente aquele local ainda precisava de reformas, mas nada tão grave que incomodasse os dois homens.

Han decidiu banhar-se naquela noite e quando saiu do banheiro pode ver um novo uniforme para ele em cima de sua cama. Por mais incrível que parecesse, as peças de roupa lhe serviriam perfeitamente. Estava tudo ali, gravata, camisa, calça, sapatos e um par de meias macias. Tanto Hornee quanto Han dormiram naquele dormitório antigo, descansando seus corpos para um novo dia.

Um galo cantou naquela manhã, trazendo com seu cântico o sol quente. Han não demorou muito a sair da cama e colocar suas roupas novas. Estava faminto e logo foi ao refeitório, a onde estava servido um bom café da manhã aos agentes e marinheiros que estavam por ali. Pão, café, suco, bolachas e frutas estavam dispostas em uma grande mesa. O rapaz comeu tranquilamente, e na volta para o dormitório, encontrou uma bela moça de cabelos negros e uniforme de agente, tentando sem muito sucesso acordar o Caprino que ainda dormia como um bebê.

-Hey, acorde, o café logo será retirado do refeitório. - Ela dizia dando leves empurradas nas costas do chifrudo até notar Han entrando no quarto. - Ah que bom, alguém pra me ajudar. Meu nome é Liese, e esse bode está dormindo feito uma pedra! Me ajude a acordá-lo cadete. - A voz dela era firme e séria.



Liese:
 

Off:
 


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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 6 EmptyQui 13 Set 2018, 18:49

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Post 09
Las Camp
QG da ilha
Clima desconhecido
Tempo Manhã


Um dormitório pobre era o local entregue para os agentes passarem a noite. Por ser um artista de rua, Han não se importava muito com luxo, entretanto, uma certa frustração tomou conta dele visto que esperava mais luxo e riqueza como agente.

Será que só as últimas letras do alfabeto tem vida boa?

Imaginou que as letras representavam algum tipo de hierarquia e até alguém lhe mostrar o contrário, esta informação seria verídica.  Por conseguinte, um bom banho o ajudaria a lidar com a surpresa desgostosa. Tirou toda a sujeira do corpo e conseguiu encontrar roupas sociais do seu tamanho sobre a cama. O que a Marinha não tinha de infraestrutura, tinha de profissionais competentes, pensou antes de dormir. Deitou pelado, deixando a roupa para o dia seguinte, evitando assim que amassasse e como ninguém falou se estava frio ou calor, ele poderia dormir sem se preocupar em pegar uma gripe e morrer level 1 porque o narrador gosta de dificultar quando não tem necessidade.

Bom dia, mundo feedado que não morre nem por um caralho… Que Deus nos abençoe igual abençoa crianças que assistem Lucas Neto e não derretem o cérebro…

Vestiu o uniforme e Disse para si mesmo uma série de referências que qualquer pessoa do rpg em que estamos jogando jamais entenderia, mas como o narrador já postou numa ordem cronológica mais avançada que o momento atual, eu posso descrever que ele se masturbou no corredor ou que depilou a bunda e nada vai acontecer porque o passado não pode ser mudado… a não ser que você jogue jogos online com as pessoas certas, aí tudo é perdoado em poucos meses.

Partiu comer…

E sem conotação sexual pela primeira vez nas últimas 20 mil palavras, Dom foi até o refeitório e se alimentou igual evangélico depois da vigília ou em festa de aniversário. Pensando bem, não comeu tanto assim, só o equivalente a 4 homens de tamanho e apetite normais. Mas é normal, não é vegano não, porque esses aidéticos de alma não comem.

Onde será que está o funcionário com nome de apresentador de programas infantis?

Procurava o Agente Consoante para receber mais detalhes sobre a missão e no meio do caminho recebia uma tarefa aparentemente mais fácil. Uma bela jovem pediu para que ajudasse a acordar um humanoide caprino agente do governo. A mão direita do recruta levantou pedindo o direito de fala, mas a boca aberta não era capaz de emitir som algum. Diante de tal cenário, optou por dar de ombros e como dizem no Twitter: segue o jogo!

Podemos dizer que ele está no maior “bode”.



Eu sei o barulho perfeito para acordar esse cara. Ninguém consegue aguentar. É tipo, horrível, causa dores de cabeça, vontade de vomitar… Aproximar-se-ia do Caprino e com o ukelele em mãos, tocaria algo conhecido como a melodia do inferno… E TODA VEZ QUE VOCÊ VAI… MEU MUNDO SE DISTRAI, QUEM FICA, FICOU… QUEM VAI, VAI...

O artista insistiria nas melodias do inferno compostas de Pablo Vittar, Lenine e Poesia Acústica… Se ele continuasse dormindo depois disso, ele está em coma.

Quando o feio adormecido acordasse, Han se apresentaria e falaria que era novo na Marinha e pediria para não apanhar porque depois de ouvir essas músicas, era normal querer bater em alguém… ou suicidar…

Então… o que faremos agora? Escoltar algum nobre corrupto, destruir alguma célula formada por pessoas revolucionárias que lutam por uma condição de vida melhor ou vamos ficar apontando para marinheiros e ficar debochando deles porque a gente é superior mesmo sendo a mesma merda?

Depois dos comentários, seguiria as ordens e acompanharia o grupo para onde fossem enviados.



Objetivos na Aventura!:
 

Ponto-Situação do Personagem:
 

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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 6 EmptySex 14 Set 2018, 01:22


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HORNEE DIAMOND



LAS CAMP / POST 24


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*Espero realmente que o tal novato seja valoroso o suficiente... pelo menos ler mensagens criptografadas ele terá que ler se pretende ser um cão do governo* - O pensamento corria por minhas sinapses enquanto eu bisbilhotava a reação do Agente B por cima do meu óculos escuros. Ele parecia decidido e confiante no tal Han... mas meu instinto caprino me dizia que algo não cheirava bem nessa história toda.


Voltando novamente àquele dormitório que quase me fazia arrepender de ter me alistado para o Governo Mundial e parecia ainda pior do que fora no dia anterior, procuro novamente a cama dura que me serviu de conforto suficiente na noite anterior para tirar um cochilo após o Aproximador - *Bem pão-duro, diga-se de passagem...* - ter me levado para tomar um cappuccino.


Eu tentava descolar minhas pálpebras uma das outras enquanto ouvia uma voz feminina e simpática me chamando ao longe, pedindo para que eu acordasse pois o café estava servido. Eu não era de desprezar comida mas o sono pedia para que meu corpo se mantivesse estático.


Liese... nunca tinha ouvido tal nome na minha vida. Mas sua voz abafada ao longe tornava difícil decifrar se era um sonho ou realidade. Estava naquele momento de transe logo quando se acorda mas que o cérebro ainda não processou direito que é um novo dia. Só queria continuar dormindo... só isso...


*MAS QUE PORRA É ESSA!?* - Saltaria da cama em um pulo enquanto provavelmente derrubaria cobertor e lençol que eventualmente poderiam estar servindo de forro para minha cama. Meus olhos arregalados e castanhos eram estranhos - *Um dos motivos de eu preferir óculos escuros, além do estilo... é claro!* - e eles expressariam um susto juntamente com minha respiração ofegante por ter acordado por tal "música infernal".


Se existiu algum momento em toda a minha vida no qual eu gostaria de falar, o momento era este. Queria xingar até a quinta geração daquele desgraçado sem noção do ukelele. Todavia, ele próprio devia ter percebido que importunou mais do que deveria e prontamente pede desculpas, se apresentando como "Han".


*Então esse é o tal Han que o Aproximador comentou, han...?* - Eu coçaria a barbicha e desviaria o olhar tentando assimilar a situação como um todo - *A primeira impressão foi péssima, a propósito*. Tatearia as proximidades procurando meus óculos escuros para vestí-los e sorriria de forma um tanto quanto irônica pela minha concepção interna - *Ainda é cedo para mostrar esse papelzinho para ele... e ainda tem essa humana que eu nem sei quem é!*


Eu varreria os olhos pelo dormitório no mesmo local onde eu estava, tentando observar por cima de meus ombros se possível, a procura do Aproximador. Lembro que voltamos juntos para o dormitório e dormimos aqui assim como na noite anterior.


Para o caso dele estar presente, eu o encararia aguardando que ele apresentasse os dois para mim, meneando afirmativamente com a cabeça. Porém se ele não estivesse presente, eu me viraria de costas ignorando completamente os dois agentes lá para buscar meu papel e caneta no bolso de meu paletó e, caso os encontrasse, escreveria o seguinte papelzinho o entregando para a mulher humana logo após:


Papelzinho:
 



Ao contrário do que costumava fazer, não me apresentaria como surdo também. Isso se daria pelo fato do Han estar no time para a investigação do "Caso Pou Pay". Mentir para ele seria desnecessário pois cedo ou tarde ele acabaria descobrindo que ouço tão bem quanto vejo. Quanto à tal Liese - *Se é que eu não sonhei com esse nome...* - ela gostaria de me acordar para o café ou para o trabalho... não julgava que seria uma má sujeita. Por fim, agentes são treinados justamente para descobrirem farças e eu sinceramente não era bom de criá-las - *Com exceção das minhas cartinhas!* - sorriria orgulhoso de minhas habilidades.


Me encontrando enfim com o Aproximador, eu aguardaria a hora e local ideal para que pudéssemos ir até o porto presenciar o contrabando do sargento com os revolucionários. No caminho para a missão, eu procuraria ficar mais atrás de Han para dificultar que ele visse qualquer interação com o homem da lâmina brilhante. Atento para um momento de desatenção do músico piadista, eu passaria o meu papelzinho criptografado para meu aliado da Badmoney's e aguardaria algum sinal ou resposta de que compreendeu o plano e a mensagem, bem como se ele concordava ainda em levar Han junto conosco para a missão que poderia culminar com o assassinato do sargento Pou Pay.

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Historico:
 

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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 6 EmptySex 14 Set 2018, 23:03


NARRAÇÃO
O Silêncio Caprino


Raiva e descontentamento eram evidentes no rosto de Hornee. Ser acordado de maneira tão súbita e bruta por aquela canção infernal o fez repensar se o Aproximador não tinha sido irônico ao indicar uma pessoa como aquela. Liese entreolhou os dois e após ouvir o ruído do diabo, notou o caprino colocar seus óculos e começar a escrever um bilhete em seu pequeno caderno enquanto o jovem músico ficava parado perguntando qual seria o próximo passo.

- Você tem noção do que fala? Manere essa sua língua se quiser sobreviver como um Agente. - A garota olhou para Han de maneira incrédula e debochada antes de receber o pequeno bilhete das mãos. Ela entreolhou  Hareen e Han antes de guardar o papel. Ela piscou várias vezes e olhou para os lados em um sinal aparente de confusão. Talvez a agente não soubesse lidar com um mudo, ou talvez ela tenha ficado tocada e com pena do mink.

- Bem ele estava tomando o café da manhã e pediu para eu acordá-lo… É por isso que eu estou aqui. -
Ela sorriu de canto para o mink antes de se voltar também a Han. - Ele disse que nos encontraria lá fora, pois o cheiro do mofo desse quarto não o agradava muito… Desculpem pelo local desajeitado, ele ficará interditado em breve, eram os únicos leitos que nós tínhamos no momento, sabem como é. - Ela deu de ombros antes de sair do quarto, acompanhada pelos dois homens.

O sol brilhava forte até demais naquela manhã e uma brisa suave era um alívio para as narinas depois de terem passado a noite naquele quarto maldito. O Aproximador estava encostado na parede externa do QG, segurando um saquinho de papel cheio de algo que havia pego mais cedo. - É incrível não é?- Ele disse sorrindo para os três que se aproximavam. - Tive impressão que você perderia o café da manhã Hornee, então peguei esse pãozinho pra você, espero que goste de queijo… Pelo menos não é queijo de cabra! Hahaha - Ele disse dando uma risada discreta antes de entregar o saquinho ao caprino.

- Bem, nossa missão está a frente, vamos lá? - Ele sorriu olhando a todos e assim, Liese se afastou de todos. - Meu trabalho está feito, até mais. - Ela disse enquanto seguia para dentro do QG novamente, deixando os homens sozinhos ali. - Bem Han, acredito que você dois já conseguiram ter uma boa conversa não é mesmo? - Disse o Agente B de maneira cômica, piscando o olho direito e mostrando a língua para ambos.

- Bem vamos em frente. - o homem logo tomava seu caminho rumo ao porto e, em um momento oportuno, conseguiu o papel criptografado das mãos do chifrudo. Ele leu atentamente e sorriu apenas. O caminho até o porto era tranquilo, passava por um vívida feira matinal a onde homens, mulheres e crianças compravam desde frutas a vestimentas e jóias. Em meio aquela feira, um rosto familiar, um rosto que estava com o alvo marcado. Pou Pay.



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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 6 EmptySex 14 Set 2018, 23:59

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Post 10
Las Camp
Porto
Clima sol forte
Tempo Manhã


Naquele cômodo intitulado “dormitório” onde o humanoide dormia, Han executava sua primeira missão como Agente: acordar o colega. Obtendo êxito ao utilizar de melodias odiosas e nefastas daquelas que um adolescente no fim da puberdade costuma tirar com seu violão depois de 3 meses fazendo curso na igreja. Alguém por favor avisa para ele que Jota Quest e Legião Urbana não são legais para quem tem menos de 30 anos, na moral…

Falar quando acorda é meio chato mesmo. Mas me diga uma coisa, você tava sonhando com seus primos? Pera, carneiros tem alguma ligação com bodes além das referências em um livro antigo envolvendo sacrifícios e milagres?  

A agente comentou sobre o linguajar inapropriado do artista que fez um joinha para ela e forçou uma boa postura junto a uma cara de retardado certinho que faria o Felipe Neto se sentir representado/imitado com orgulho. Em seguida, partiram para o exterior onde Dom ajoelhou-se e agradeceu a Deus por um belo dia e pela oportunidade de respirar algo que não seja ácaros, poeira e pelos de animais… quer dizer, enquanto fosse companheiro do Caprino, isso seria bastante comum, então essa última parte ele retirou da oração. Ainda do lado de fora, o agente B fazia um trocadilho classe C, o qual causava uma grande revolta no artista.

Que ultraje! Isso é um absurdo! Em nome do companheiro bode, eu repudio com veemência este seu comentário infeliz…   Determinado!

Disse raivoso, expressando sua insatisfação com aquela piada. Ao mesmo tempo, uma imagem holográfica ao melhor estilo dupla personalidade da Sakura de Naruto - quando o mangá ainda era bom - surgia ao seu lado com uma cara chorosa e um balão de fala bem explícito “ahhhh, eu queria ter feito essa piada primeiro”.

Pouco tempo depois iniciaram a trajetória e o agente fez outro comentário e apesar de ter sido engraçado, palmas para o narrador, embora já tenhamos um humorista no tópico Determinado! enfim, a piada não funcionaria muito bem visto que Han ainda não sabia que o caprino era de fato mudo. Ele achou que era apenas um homem-bode quieto, centrado e com a mesma ex que eu… digo, chifrudo. Logo, tal trocadilho foi perdido e para Dom o que poderia ter sido mais uma imagem holográfica triste com balão de fala escrito “ahhhh, ele me roubou mais uma” ficará apenas num plano hipotético inalcançável embora imaginável.

Então, chefe, até agora ele não falou comigo… mas eu também nem puxei assunto… vou tentar agora… AE, BODE… BEEEEEE, BEEEEEE, BEEE…    

Tentaria gerar alguma expressão naquele mink que parece um meme antigo chamado poker face. Embora estivesse fazendo piada, sua face estava séria, valorizando assim a sua atuação e possível capacidade de fazer rir. Caso o mink o agredidas pela piada, não se defenderia, tomaria a porrada e fingiria ter desmaiado para aumentar o efeito cômico. “preciso urgente de uma lente 3d que faça os olhos parecerem girar”.

Após algum tempo de passeio, chegavam em uma parte movimentada e o músico via pessoas e comércios, algo que ele considerava seu habitat natural. Também viu alguém que lhe chamou a atenção, só que como entrou por último na aventura não faz ideia de quem seja.

Então, agentes… qual o próximo passo? Alguém pode me dizer o que está acontecendo, o que vamos e como iremos fazer o que viemos fazer? Eu tô mais perdido que sugestão boa no meio de gente preguiçosa.    

Tentaria ouvir tudo que lhe passassem, se o fizessem, e caso tenha dificuldades de entender, pediria para anotar em algum papel e só em último caso pediria para desenharem. Não ficaria atento ao seus arredores porque agora ele era um fodendo agente do governo e na sua cabeça ele era um cara foda bagarai cuja presença era capaz de fazer mulheres umedecerem e homens se tornarem betas. Aumentado ou não, pouco importava, ele já estava firme na sua própria idealização do que era ser um servidor do Governo Mundial. Então, apenas seguiria as ordens e orientações, seguindo o fluxo calmamente.



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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 6 EmptySab 15 Set 2018, 16:00


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HORNEE DIAMOND



LAS CAMP / POST 25


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É sério mesmo que chamaram um ukelelista que nem cantar música boa sabe pra assassinar um sargento - *Quer dizer... ermmm... investigar! Ele vai investigar!* - ? Se nem eu mesmo sei como posso ser eficaz nessa empreitada, no que este cara pode ajudar? Tenho minhas dúvidas de que até para assumir uma culpa numa eventualidade, como o próprio cara de cabelos castanhos disse, ele pode acabar nos dando dor de cabeça...


Eu balançaria minha cabeça negativamente com veemência quando Liese desse uma bronca naquele recruta que seria meu outro aliado na missão. De fato eu concordava com ela, mas eu ainda estava incrédulo que trazer alguém de fora da Badmoney's pudesse ser de alguma serventia... afinal, a reputação e o orgulho do meu patrono é o que mais estava em jogo aqui.


Provavelmente surpresa com a constatação de que eu era mudo, a garota Liese me responde o paradeiro do meu auxiliar, que ali dentro do quartel era na verdade quase como um superior. Ela talvez tivesse pena pela minha limitação física mas isso é porque ela não fazia ideia do que eu era capaz... cerro meus punhos com força imaginando o pescoço de Pou Pay entre meus dedos - *Agora que sei o motivo do extermínio, é que tenho mais raiva desse sargento mal agradecido...* -. Iria mostrar a retribuição exemplar que se recebe ao trair a confiança de Mr.Badmoney.


Já me animava para tomar um novo café da manhã quando a agente dissesse que o Aproximador estava por lá, até revelar que na verdade ele nos aguardaria do lado de fora, murchando completamente minha face animada por quem gostaria de comida apesar do conformismo - *Bom... melhor assim... vai que ele pede que eu pague o café de novo!*


Balançaria a cabeça com um sorriso simpático no rosto repleto de compreensão quando Liese mencionasse que o quarto seria interditado pela reforma. Eu era mudo e portanto poderia parecer introvertido mas não era essa a realidade... quem me tratasse com respeito iria receber o meu respeito e consideração pagos na mesma moeda. Compreendia que aquela instalação estava em maus bocados - *Afinal, isso não é uma das filiais da Badmoney's...* - e reformá-la para melhor me atender me deixaria feliz. Não estava com pressa para isso.


Meus olhos brilhariam como estrelas em um céu escurecido ao ver que o Aproximador havia guardado um pãozinho com queijo para mim - *E além do mais de graça!*. Sorriria com os lábios colados balançando depressa minha cabeça para cima e para baixo em tom de agradecimento. Eu só não entendia o porque da piada... sou um bode... o que mais tomei na vida foi leite de cabra. O olharia com cara de paisagem não porque estava nervoso com a piada, mas porque pra mim ela simplesmente não fazia sentido.


Já Han, por outro lado, se demonstrou ofendido com a brincadeira do Agente B e retrucou pedindo respeito para mim - *Talvez esse cara não seja tão ruim assim... gostei dele!*. Mal sabia eu que na verdade o desgraçado só estava resmungando porque era ele que queria ter feito a piada. E eu continuo sem entender qual era ela!


Eu daria um tchauzinho para a agente simpática enquanto ela se despedia e virava as costas para ir embora. Já o Agente B parecia que comeu "bobitos" no café da manhã... eu realmente não entendia porque ele estava tão animado contrastando com os dias anteriores. A única possibilidade que vinha à minha mente era seu nervosismo por estar no deadline tanto com Badmoney quanto com o Agente A. Já eu estava tranquilo pois tinha ainda alguns dias de prazo e tinha acabado de entrar no Governo Mundial... mas é claro que se eu pudesse resolver tudo hoje e melhorar o prestígio com meus patrões, eu o faria. A única corda que poderia estar no meu pescoço é se Pou Pay descobrisse meu plano - *Ai eu realmente estaria em maus lençóis...*.


Um sorriso para mim bastava. Minha mensagem estava repassada e, como não houve nenhum tipo de dúvida ou questionamento era como eu planejava prosseguir a partir dali. Porém, todo plano possui seus improvisos no meio do caminho, e o nosso era dar de cara com Pou Pay já na feira logo antes do porto. Eu lembrava muito bem que ele tinha ao seu dispor homens se passando por civis que funcionavam como olhos em tudo quanto é canto. Nós tínhamos que passar despercebidos e qualquer sinal indicando que o estávamos perseguindo poderia ser o último...


Portanto, eu procuraria analisar friamente o ambiente mas sem dar bandeira que eu estava procurando algo específico. Na verdade, eu tentava analisar os transeuntes para identificar qualquer coisa que os ligassem como homens de Pou Pay para que assim eu pudesse evitá-los. Ao mesmo tempo, eu olharia de relance para o sargento tentando notar alguma atitude suspeita que pudesse entregar algo sobre sua clientela, sua base ou sobre a venda que ele realizaria hoje no porto.


Se por algum motivo nosso alvo reconhecesse o Agente B como companheiro de profissão e caminhasse até nós, eu me apresentaria mantendo uma expressão séria e afirmando com a cabeça caso meu aliado me apresentasse como novo recruta do Governo e completando que eu fosse mudo - *Pelo menos é o que eu esperava que ele fizesse*.


Conseguindo notar que Pou Pay não tinha ninguém à espreita do local, eu tentaria o seguir me ocultando no meio da multidão para tentar supor a direção para qual ele iria e tentar descobrir sua base. Por mais que ele fosse um sargento graduado, lutar contra três ao mesmo tempo era demasia caso ele nos atacasse e não tivesse ninguém observando sua movimentação. Mas eu lembrava que ele não gostava de deixar nós soltos e indubitavelmente teria algum guarda costas de backup.


Se o alvo continuasse pela feira, eu escreveria um papelzinho para o Aproximador e para Han, informando que eu tomaria a dianteira e iria diretamente para o porto para estudar o local que seria feito a troca de arma, buscando pontos estratégicos para esconder ou algo pesado no topo de algum contâiner ou edifício que pudesse ser empurrado em cima do sargento matando-o de vez. Se nada do tipo tivesse à disposição, eu tentaria me esgueirar para encontrar algo que pudesse ser utilizado para melar a negociação como um alto falante ou uma cabine de comando.


Papelzinho para Aliados:
 



A única certeza que eu tinha no momento é que enfrentar Pou Pay diretamente era quase como praticar suicídio. Portanto, eu precisava encontrar alternativas que me permitissem matar alguém mais poderoso e influente do que eu sem levantar suspeitas, seja parecendo um acidente ou seja fazendo com que ele fosse morto pelos próprios clientes.

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