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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 5 EmptySex 20 Jul 2018, 18:58

Relembrando a primeira mensagem :

♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Hornee. A qual não possui narrador definido.


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Van
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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 5 EmptySab 01 Set 2018, 00:40

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Post 04
Las Camp
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Noite


A taverna fazia jus a generalização e seus alimentos certamente não eram responsáveis pelo sucesso do estabelecimento. Aquela ave que poderia ser um peru, tinha gosto de borracha, algo que muitas mulheres e poucos alguns homens estão acostumadas a consumir diariamente, mesmo ouvindo papinhos como “na hora eu tiro” ou “me aperta muito e machuca”.

O rum era definitivamente a parte boa da noite e após relaxar, seguiu o trajeto até o QG sem dificuldades. Nem se importou em gastar além da conta, pois, como músico, também como artista e qualquer pessoa de qualquer profissão desde que role uma química. Hmm... Pera, voltando ao motivo de não ligar sobre dinheiro, é que ele estava alto da bebida e não reparou.

No Quartel, uma recepcionista utilizou de seus estudos na área de humanas, mais precisamente em Gestão de RH, para analisar o perfil comportamental do músico que acabara de chegar. Não precisou de dinâmica onde o recruta se jogaria no colo de alguém, faria 500 traços num papel ou ficaria 2 horas sozinho numa sala para saber que aquele homem não era um bom candidato. A intuição da profissional era de alto nível e apitou ao ver aquele rapaz, talvez o cheiro de bebida tenha ajudado? Nunca saberemos, posto que no mesmo instante um homem de terno preto surgia abraçando-o e colocando pra dentro. ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 5 2425898600


Putz, um vendedor de seguros a essa hora…

- Se quer ser um bom agente do governo venha para minha sala.  Pode me chamar de Agente B.

Também posso escolher uma letra? Posso ser o Agente C e trabalhar com o V pro chefe poder falar “agente C e V” e eu digo “opa,até amanhã  pra ti também"?! Ou então o K e trabalhar com o H pra lutarmos pelo direito de usar linguajar coloquial diante de um desejo natural de se aliviar?


A empolgação e a vontade de fazer piadas graças ao uso de rum ultrapassava o senso de autopreservação e Han perdia o medo da morte momentaneamente. Havia a possibilidade do Agente não gostar das piadas, caso acontecesse, ele poderia morrer e assim como minhas atividades sexuais, esse personagem não teria durado muito e precisaria fazer mais um para compensar. Se ele gostasse, narrado god, totalmente calculado, habilidade apenas…

Ei, chefe… Serei obrigado a parecer um garçom ou posso usar algo mais descolado como um manobrista ou trocador de ônibus?

Seguiria o agente até a sala dele e se visse um sofá preto ficaria com medo, sentando com uma mão protegendo a boca e a outra o bumbum. É claro que o nariz e as orelhas estavam desprotegidos, mas torcia para o agente funerário ter fetiche com pés.

Na hipótese de B ensinar o A + B do recrutamento, ouviria atentamente e tentaria atuar para ser o mais convincente possível e assim ter a oportunidade de fazer os testes. Brincadeira tem hora, já disse o Predador Brasileiro, atualmente vocalista do grupo de pagode Revelação. Por isso, não economizaria esforços para ser bem sucedido.

Caso seja hora de falar sério, tentaria conversar mantendo um diálogo tranquilo e com o mínimo de humor possível, ou seja, responderia sobre suas motivações (atuando, é claro, pois sabemos que ele só quer comodidade) e histórico (este não precisava omitir por não ter feito nada ilícito até o momento a não ser ter comido aquela bomba na taverna).




Objetivos na Aventura!:
 

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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 5 EmptyDom 02 Set 2018, 19:13


NARRAÇÃO
POST 11

~ BREAD ~

   A luta contra o sargento já tinha dado os primeiros sinais o caprino havia percebido a diferença de força entre os dois e percebia que manter a distância entre ele e sargento era a melhor opção, já que sua arte de luta favorecia a distância e o estilo do sargento era bem mais próximo.

  Fazendo uma análise sobre o próprio estilo de luta, Hornee ponderou como conseguir uma distância, para isso pensava sobre o que havia aprendido com John sobre briga de rua. Entretanto sabia que suas habilidades de bloqueio eram limitadas, para não dizer totalmente inaptas.

  Então a melhor opção era a finta para a lateral do adversário, lado em que o cutelo estivesse ausente e abrir uma chance de ataque. O rápido movimento de Diamond quase havia conseguido pegar o sargento em uma má situação, mas girando o corpo e bloqueando o ataque diagonal. O som de metal se chocando foi alto, mas o contra ataque do sargento foi quase perfeito. Pois o giro dele possibilitou um chute rasteiro no ninja acertando as pernas e derrubando Hornee.

  - Acabou! - Disse o Agente B. - Muito boa a luta. Sargento Érick muito obrigado por sua ajuda.

  - Mas já!? - O sargento ficou indignado. - Nem comecei a cozinhar?? Eu iria por o sal agora.

  Nesse momento o agente B sorriu, de fato o sargento tinha um saleiro na mal, mas sem dar bola para os agentes ele saiu. O Agente B estendia a mão para Hornee para ajuda-lo a levantar.

  - Muito bom. - Disse ele. - Se vocês estivessem nos mesmos patamares eu diria que você tem boas chances, mas faltou um pouco na defesa. - Comentou o Aproximador. - Agora vá tomar um banho e no quinto andar a um dormitório para os agentes. Porta C, escolha uma cama e amanhã vamos nos falar. - O agente estava saindo quando se voltou ao caprino. - Amanhã a seis da manhã começa seu trabalho de agente, esteja pronto e vá para minha sala.
~ VAN ~

   Com seu habitual humor, que não era ruim e que tirava um sorriso do rosto do agente B, Don foi para a sala que quando entrou, para sua alegria não havia nenhum sofá, apenas um escritório simples com uma cadeira para o randômico sentar do lado oposto da mesa do Agente B.

- Estou feliz que queira ser um agente. - Dizia ele alegra. - Mas como tudo de chato nesse mundo existe a burocracia e você precisa preencher uma pequena papelada.

Logo então o agente tirava um formulário de uma gaveta da sua mesa e passava para o músico. Em cima da mesa havia um porta canetas com 3 exemplares dos mais baratos, mas ambos era bons suficientes para escrever e preencher o papel que recebia.

FORMULÁRIO:
 

- Muito bom! - Diria o Agente B assim que recebesse o papel de volta. - Daqui a pouco vou analisar ele. - falava sem ainda ler o papel e passando uma segunda folha. - Esta é uma ordem de trabalho, para o alistamento é necessário um período de trabalho. Você deve ir até o 3 andar, há uma biblioteca lá. Você deve ajudar Mary Moonshine a organizar os livros na prateleira. Depois vou lá te chamar para a fase final, vai gostar.


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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 5 EmptyDom 02 Set 2018, 20:48

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Post 05
Las Camp
Na Taverna // QG da ilha
Clima desconhecido
Noite


O caminho até o escritório o ocorreu sem problemas e o jeito bem humorado do candidato agradava ao Agente. Aparentemente, ser um assassino sem coração não tirava o senso de humor natural. Com o formulário em mãos, o Artista não pensou duas vezes na hora de escrever e era fácil notar sua personalidade, pois ele só respondeu com seriedade em dois campos, mostrando o quanto ele valorizava esses assuntos: seu nome e sua profissão.

Citação :
Nome: Han Dom
Peso: Só quando jogo lol
Altura: ou surta
Ilha de nascimento: de madeira na cozinha da minha mãe
Estilo de Luta: Esquerda, sempre a favor da diversidade racial, cultural e de gênero
Ofício: Artista

1. O que você acha que o Governo Federal poderia lhe oferecer?

Dinheiro, comida, dinheiro, conforto, dinheiro, estabilidade e, é claro, di-as de experiência lutando pela ordem nacional mundial planetária.

2. O que você pode oferecer ao governo mundial?

Uma flauta, um ukelele, um corpo sexualmente satisfatório e uma receita de creme para deixar os cabelos lisos e sedosos.

3. O que significa fazer parte do Governo Mundial para você?

Já sou parte, afinal sou um cidadão e um governo é feito de cidadãos… To nem aí! … zoa, só sei que vou mandar e as pessoas vão obedecer. Awwww Yeaaaa

4. O que significa justiça para você?

Justiça tem algo a ver com quem tá no poder. Quem tá no poder decide o que é justiça.
Para é preposição.
Você é uma abreviação de “vossa mercê” que é antigo lá pelo século perdido, perdido porque o pessoal vivia na perdição, é claro, não é como se eu soubesse de algum segredo obscuro guardado pelo governo mundial à sete chaves cujo segredo poderia mudar a ordem mundial.

Tá aqui, chefe… quando aprendemos a desmaiar alguém usando dois dedos? Só fiz isso uma vez com uma ex, mas fiquei com dor no pulso por 3 dias.

Após entregar o papel “preenchido”, o Agente instruiu quanto aos próximos passos e diferente do esperado, Han não iria aprender a usar armas para matar pessoas. O Governo Mundial havia alcançado um estágio superior quando se tratava de genocídio e sua tarefa seria com livros. Sim, com livros e educação básica, o governo era capaz de destruir uma grande nação. Basta ver o que 14 anos de PT fizeram e…  Xzibit

ok, terceiro andar, biblioteca e procurar alguém com cabelo colorido e perfil de apresentador de canal musical falido… Até mais, Boss…

Tarefa

Ao chegar no andar apontado pelo Agente Consoante, a bibliotecária sem pp descrito pela narradora o recepcionou e botou para ralar. O trabalho era bem simples: organizar os livros. O problema é que ele não falou que a biblioteca era enorme. Muito tempo seria gasto na arrumação.

Mas que filho da...

E assim a tarefa começava com o Artista ficando ciente de todo o esquema organizacional do ambiente. Era necessário saber onde estavam os gêneros e seu modelo de ordem, normalmente alfabéticos. Ele começou pelos cantos, locais em que tinham menos livros porque concluir pequenas tarefas gerava motivação para continuar trabalhando. O trabalho era entediante e braçal, sem uso de sinapses ligadas aos estímulos criativos, era só tirar de uma prateleira e botar na certa ou tirar da pilha de livros soltos e colocar em seu devido lugar. Havia alguma poeira, então era normal espirrar de vez em quando.

Que saco… mal comecei a trabalhar para o governo e já tô entediado. Tô me sentindo servidor público municipal na área de educação. Não estou fazendo nada de importante e ainda assim continuo trabalhando para o governo.

Entre espirros e algumas pausas para ler o nome do livro inteiro e seu respectivo autor, Han avançava pelo cômodo. Seguir a ordem não era problema, o incômodo mesmo era abaixar, levantar, abaixar, levantar, era tipo ser uma stripper americana só que ganhando menos e sem pai ausente. A maior dificuldade era evitar a procrastinação, pois haviam bons livros no meio de tanta árvore morta em vão e se perder na leitura era um desafio.

Mary não ajudou em momento algum, provavelmente tinha suas próprias tarefas como organizar o inventário, preencher a lista de livros emprestados ou escrever fics sexuais com atores famosos.

Mary Merry tem mais livros?

Perguntou sem fazer piadas por estar de saco cheio do trabalho. Infelizmente para ele, ainda tinham mais livros e voltou ao trabalho mecânico de separar por gênero, inicial e posição. Dez, trinta, duzentos livros eram empilhados e depois enfileirados na ordem correta. Dom começou pelas pontas e seguiu para o centro igual um furacão. Lá fora, o tempo passava e o dia poderia estar amanhecendo, mas ele não saberia porque não tinha janelas naquela biblioteca. Logo, o que para ele parecia dez horas de trabalho, poderia ser na verdade 12 minutos e 48 segundos. Vai saber…

Depois de muito esforço, o trabalho chegou ao fim. Para um artista, era preferível tocar por dez horas seguidas embaixo de um sol quente tendo como plateia um idoso surdo com Alzheimer que pede para repetir a mesma música toda hora do que trabalhar mais de dez minutos em algo simples e braçal. Era como se o seu talento estivesse sendo desperdiçado e a única coisa que o impedia de botar fogo naquele lugar todo era o seu Temperamento Calmo e suas habilidades cênicas. Mas em sua mente, ele só conseguia pensar uma coisa “chupa o meu ovo”.

Fim da Tarefa

Mary comofas pra entrar no boned do rolë? Não, pera… mais importante, onde posso cochilar até o Agente 3D… digo, C, voltar…?

Caso ela não mostrasse ou ignorasse seu pedido, sentaria em alguma cadeira qualquer e pegaria um livro para fingir ler. Abriria o papel e tamparia o próprio rosto, tentando dormir sem chamar a atenção. Ainda havia álcool em seu organismo e nada melhor que um soninho gostoso para ajudar a expelir.

Na hipótese do recrutador chegar, esforçar-se-ia ao máximo para parecer saudável e descansado, abusando de sua atuação e temperamento calmo para soar convincente. Utilizaria de palitos de fósforo para manter os olhos abertos ou de fita durex, o importante era “estar alerta”.

Vamos… para a… próWOOAAAAAAAAHxima tarefa...




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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 5 EmptyDom 02 Set 2018, 22:15


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HORNEE DIAMOND



LAS CAMP / POST 19


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Minha ideia era muito boa... muito boa mesmo! E eu julgo não a ter executado de forma errada... mas meu oponente estava um - *Ou talvez até dois* - degraus acima de mim em habilidade de combate. Jacquin conseguiu apenas com um cutelo e mesmo com toda a gordura que portava em sua barriga rapidamente acompanhar minha finta e bloquear habilmente minha ninjaken com um nível de força suficiente para não receber dano algum, enquanto fazia com que o barulho do choque de metal ecoasse pelo dojo.


A minha maior surpresa na verdade foi quando o homem que não possuía nenhuma aparência de quem era hábil com luta de rua ou com chutes, me passar facilmente uma rasteira sem que eu pudesse ter previsto tal investida, fazendo com que minhas costas batessem com firmeza no tatame e me deixasse praticamente rendido.


Meus olhos estavam arregalados e minha respiração estava mais bufante do que o normal. O cozinheiro havia me pego de surpresa e isso em um combate de vida ou morte representaria a morte. Um importante ensinamento que eu tinha automaticamente absorvido naquele instante era: *Jamais subestime seus rivais que aparentam não ser mágicos. Eles podem retirar uma carta da manga a qualquer instante...*


- Acabou! - Han? Que? Como? Por quê...? Acabou já? Mas... mas... mas... eu ainda não me dei por vencido! Eu posso superá-lo agora mesmo! Eu sei que consigo...


Minhas notas mentais talvez fossem nulas mesmo que elas saíssem como palavras de minha boca e caminhassem até os ouvidos do Agente B. Ele supervisionou e era teoricamente o "juíz" do combate, então se ele determinou que havia acabado e que fui derrotado, não tinha mais nada que eu poderia fazer... isso me frustrou momentaneamente.


Acredito que a "piadinha do sal" que ele fez um tanto quanto exagerada. Eu ei de me vingar e tacar sal em você inteiro quando eu derrubá-lo e nossas posições de vantagem estiverem invertidas. Tal comentário maldoso do chef me fez admirá-lo um pouco menos do que anteriormente, mas não extinguir completamente minha vontade de derrotar um oponente ligeiramente mais qualificado do que eu - *Quer dizer... tudo isso levando em conta que era uma piada... era uma piada dele que tacaria sal em mim né?*.


- Se vocês estivessem nos mesmos patamares eu diria que você tem boas chances, mas faltou um pouco na defesa. - a avaliação do "Aproximador" foi simples, óbvia e direta mas ele estava certo. Eu não estava acostumado à lutar corpo-a-corpo e, principalmente por este motivo, meu bloqueio e esquiva eram quase nulos. Eu reconhecia tal deficiência e tomaria para mim como aprendizado, para no futuro treinar mais e melhorar meus pontos fracos.


Cordialmente aceito a mão do meu companheiro de empresa - *Tanto da atual, como da futura, hehehe* - e sigo até o quinto andar para tomar o banho que ele havia me recomendado. Um banho e uma noite de sono seriam muito bem-vindas depois desse dia puxado de treinos, conquistas e aprendizados. Eu retiraria minha roupa com calma e bateria na poeira que deveria ter ficado nela após a queda que Érick me fez levar no tatame. Deixaria meus pêlos molhadinhos e os enxugaria e lavaria bem como um mink bode limpo e cuidadoso com sua aparência.


Chegando no dormitório, eu optaria pela cama mais confortável das disponíveis, testando uma por uma. Caso elas não se diferissem em nada ou fossem uma pior do que a outra, eu tiraria na sorte e manteria a calma, deitando-me e respirando tranquilamente de uma forma que a calmaria preenchesse o meu ser e melhorasse meu temperamento proveniente do dia agitado que tive. Eu precisava acordar cedo e assim o faria.


Acordando pouco antes do horário estipulado, de preferência usando um despertador ou algo do tipo nas proximidades, eu voltaria para a sala do Agente B onde nós nos "encontramos pela primeira vez" e cruzaria os braços aguardando novas instruções. A vantagem dele já conhecer o protocolo e o ambiente é que eu não precisava fazer muitas perguntas, dessa forma economizando bastante os papeizinhos que eu usava para me comunicar com as pessoas.

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Historico:
 

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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 5 EmptySeg 03 Set 2018, 14:08


NARRAÇÃO
POST 14

~ BREAD ~

O caprino estava um tanto quanto desapontado sobre sua luta com o sargento, principalmente pelo "insulto" com o sal na mão. Mas o dia foi carregado, cheiro de tarefas e ter uma noite de sono era a coisa mais que adequada. Boa parte de sua dificuldade na luta também vinha de um corpo mais pesado, que mesmo sem o players saber a narradora já estava de olho.

Chegando ao dormitório havia apenas cinco camas, todas iguais encostadas na parede, sentando em cada uma delas o mink percebeu que os colchões nunca estariam em uma casa de algum nobre, talvez no quarto dos empregados, mas o sono era grande e o corpo clamava o descanso e assim que deitou, o sono ganhou mais força e em poucos segundos dormiu.

Mas o sono, que parecia ter durado um segundo, logo foi interrompdo pelo próprio alarme que Hirnee avia colocado. Já de pé ao seu lado estava o agente B, já se arrumando, ele também havia dormido ali, como o protagonista viu, seu NPC não tinha nenhuma vantagem.

- Bom dia! - Disse animado o agente. - Ontém trouxe seu uniforme padrão, sei que não é o estilo que estamos acostumados, mas faz parte do sistema. - Hornee podia ver em uma cadeira todo um uniforme dobrado. - Mas o bom que não vai estragar sua roupa. -Então o Aproximador pegava um pequeno objeto e passava para Hornee. - Essa é o seu distintivo, use discretamente dentro do palitó, ele literalmente pode abrir algumas portas. - Havia um sorriso no rosto do Agente B. - Podemos tomar o café da manhã e depois temos uma reunião com o agente A, nosso chefe. Vamos lá! Se tiver alguma pergunta essa é a hora de fazer.

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~ VAN ~

Após Han preencher o papel cheio de graça e piada, o agente B parecia não ter ligado muito para isso e mandou o futuro agente para sua tarefa, ajudar a bibliotecária.

Logo que chegou ao local da tarefa viu que ela era bem maior do que imaginava e tinha uma mulher ali indescritível, por isso a narradora nada havia falado sobre ela. Mas a tarefa era simples, um carrinho lotado de livros para ser colocado nas prateleiras em ordem conforme a mulher indicava.

Percebendo que o trabalho era entediante, ele já se achava um peixe dentro do aquário dos funcionário públicos no Brasil. Só fazendo o mínimo pelo o mínimo. Claro que aparentemente o trabalho parecia não ser importante, mas imagina que vergonha seria se um capitão que estivesse de passagem e procurasse um livro e não encontrasse. Bem, realmente não mudaria muita coisa. O trabalho era realmente monótono.

Logo o músico sentia sua mão ficar cada vez mais seca pelo manuseio dos livros, o nariz começava a escorrer mais que o normal por causa do pó e o corpo dolorido por causa dos movimentos cansativos e a falta de uma boa postura. Claro que ele percebeu que Mary não havia ajudado em nada e quando foi a procurar teve dificuldade de achar, somente depois que a chmou viu ela sair de uma porta meia afobada e com o cabelo meio despenteado. Pouco tempo depois o Agnete Bsaia daquela mesma porta com um sorriso no rosto.

- Acabou o trabalho?- Disse o Agente B bem calmo. - Ótimo então, venha comigo e vamos avançar no jogo.

Logo os dois saíram do quartel e foram para o porto bem a frente, Agente B convidou o para entrar em um barco. Logo apresentou um homem de chapéu de palha.

- Este é Jorge, o pescador! - Disse o agente. - Ele vai te levar de barco e te ensinar a pescar, daqui 4 horas, quando o treino acabar, pode voltar ao quartel e me procurar na minha sala. - Entõ se vira para o Jorge para falar. - Por favor cuide bem desse meu amigo.

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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 5 EmptyTer 04 Set 2018, 00:16


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HORNEE DIAMOND



LAS CAMP / POST 20


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O sono batia gradativamente e os bocejos se tornavam cada vez mais difíceis de serem suprimidos. O dia cheio e meu corpo grande e pesado de 1 metro e 92 faziam com que uma cama de quartel fosse mais confortável e relaxasse meus músculos mais do que um estofado de algodão.


Era justamente aquele momento em que você coloca o relógio para despertar daqui a algumas horas mas parece que não se passou nenhum minuto. Agente B já estava lá ao meu lado, de pé, pronto para um trabalho que deveria ser para o Governo Mundial, mas por debaixo dos panos era para Mr. Badmoney. Eu continuava cansado, mas estava disposto para o mesmo ideal que ele.


Ponho-me rapidamente de pé e aceno afirmativamente com a cabeça quando ele me desejasse bom dia. Eu não falo mas acredito que esse sinal seja universalmente reconhecido para retribuir o desejo e a educação concedida. Arqueio meus ombros e entorto minha boca para o lado, como se meu corpo todo dissesse para ele "Fazer o quê não é mesmo?". De qualquer forma, trato o uniforme que havia recebido com o mesmo carinho que havia tratado o uniforme de cozinheiro - *E convenhamos... esse daqui já é muito melhor do que aquele listrado cafona!*


*Abrir algumas portas...* - tal frase repleta de ironia e indireção soavam como música para meus ouvidos. A grande verdade é que aquilo era exatamente o que eu mais queria estando ali naquele quartel. Um símbolo de autoridade e respeito fariam os insignificantes se manterem no lugar de onde não deveriam sair, e faria os poderosos alavancarem seu respeito para com minha pessoa. Como não retribuir o sorriso do "Aproximador"? Eu estava MUITO feliz!


Eu aceno com a cabeça segurando um pouco a respiração com as próximas instruções do Agente B. Tomar café da manhã era realmente quase um tratamento de rei que eu não imaginava que um marinheiro recém recruta tivesse... tal regalia no meu ponto de vista era destinado apenas para trabalhadores privados como eu na Badmoney's... mas enfim... seja lá quem for esse tal Agente A e eu pouco me importava para como prosseguiríamos dali. Servir o Governo Mundial era basicamente um disfarce e um modo de angariar habilidades e conhecimentos.


Meneio a cabeça negativamente balançando ela de um lado para o outro de forma seca, séria e áspera. Talvez até tivesse surpreendido o "Aproximador" pela minha simplicidade e praticidade, ou até mesmo pela "falta de dúvidas" que dispunha. Apenas o seguiria conforme instruído e daria cada vez mais um passo na direção do assassinato de Pou Pay. O Agente B sabia de minha intenção e estava do meu lado, portanto, gostaria de saber qual seu plano para o assassinato e conhecer meu parceiro melhor - *Sempre fui um melhor ouvinte do que locutor, de qualquer maneira...*.


Pelo menos até o momento, ele já me conseguiu alimento, uma boa noite de sono, um treino contra alguém do mesmo cargo de nosso alvo e um distintivo e uniforme oficial do Governo. Não tinha mais por que duvidar do homem e talvez ele até mesmo estivesse facilitando para o meu lado... não esperava nada menos de alguém de confiança do Mr. Badmoney.


Caso meu aliado na agência insistisse para que eu fizesse perguntas, eu arquearia as sobrancelhas e expiraria calmamente. De fato ele estava certo e poderíamos não ter mais momentos a sós como esse, então eu escreveria um papelzinho perguntando basicamente sobre sua ideia para o assassinato de forma breve, rasgando o papelzinho após ele lê-lo, se caso o próprio agente não o fizesse:

Papelzinho:
 



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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 5 EmptyTer 04 Set 2018, 12:04

NARRAÇÃO
POST 15

  Hornee dormiu melhor do que esperava,não pelo conforto da cama, até porque seu corpo dizia que esta definitivamente não era a melhor cama possível, mas estava animado para o primeiro dia de trabalho e comer um bom café da manhã já era algo positivo.

  Entretanto não era algo exclusivo como a princípio imaginava, foram para o refeitório do quartel, cheio de soldados e muitos deles não olhavam com simpatia para os dois agentes do governo, mas ninguém incomodava. Quanto a refeição, bem, ela era simples, mas havia de tudo, três tipos de pães, algumas frutas da estação e claro, queijo e outros frios.

  A três mesas de distância, o caprino pode observar seu alvo comendo e conversando com uma roda de amigos. Pou Pay parecia ser um líder influente e muitos dos soldados pareciam respeitar ele, parecia que encontrar ele sozinho seria algo um tanto improvável, ainda mais morando em um quartel com "apenas" 2000 soldados.

  - Não de muita atenção para ele. - Disse o agente B enquanto passava um bilhete que ele havia escrito respondendo ao caprino. - Mas na sua conversa com o Agente A você vai ficar animado.

Bilhete criptografado:
 

  Assim que acabaram de comer eles foram para uma sala maior, uma sala de reunião com uma ampla mesa e lá estava um homem que parecia muito forte e que transmitia uma sensação de poder muito grande.

  - Agente B se apresentando! - Disse o Aproximador. - Este é o novo recruta, agente em treinamento, seu nome é Hornee Diamond e ele já passou em todos os testes.

  - Ótimo! - Disse o Agente A com uma voz profunda. - Então vamos por você a par de nossa investigação. Acreditamos que um sargento aqui do quartel esta traficando armas para um grupo de revolucionários, entretanto não temos prova. O nome do Sargento é Pou Pay. - O Agente A então mostrava a foto de do sargento que já era conhecido do ninja. - Vocês dois estão encarregados de produzir provas, se ele realmente for culpado eu mesmo entrarei em ação. - Então ele se voltava para o Agente B. - Você já esta nessa investigação a um mês, seu prazo acaba amanhã, por isso trabalhe até ter algo na mão. - Voltando-se aos dois agentes. - Podem ir.
Agente A
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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 5 EmptyTer 04 Set 2018, 19:36

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Post 06
Las Camp
QG da ilha
Clima desconhecido
Tempo desconhecido


Após o trabalho braçal e completamente necessário para se tornar um agente, Han foi encaminhado até o Tio Iti da Família Addams para aprender a pescar.

Ahh, entendi..  você não quer me dar o peixe, prefere me ensinar a pescar… ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 5 2425898600

Apesar do deboche, Dom queria aprender a pescar para poder aproveitar melhor seu tempo quando estivesse treinando em alto mar ou mesmo na praia. Já tinha visto pescadores bebendo, conversando e até mesmo dormindo enquanto a vara faz o trabalho, algo que ele já conhecia devido ao relacionamento com uma ninfomaníaca que o estuprava quase todas as noites, mas que justificava o assédio sexual com as seguintes palavras “que homem não gosta de sexo!?”. Era difícil argumentar depois da terceira na noite.

Olha que legal… eu queria aprender pescaria e não é que o agente leu meus pensamentos… estava nos meus objetivos ini...ci...a...is… PERA AÍ… Se eu tiver algum objetivo em mente ele vai acontecer? Tanto poder… COMO DEVO USAR? Arco-Íris

Embora estivesse animado com a possibilidade, a realidade o chamou e deveria gastar diversas horas do seu dia aprendendo essa perícia completamente inútil para um agente, pois com essa profissão tudo é conseguido muito facilmente, tudo mesmo, então aprender esse tipo de coisa parece esquisito, parece até que está pensando em seguir o clichê de abandonar a Marinha para se tornar pirata com uma boa recompensa logo de cara… OH, WAIT...

Então, velhote… Usaremos a sua vara ou a minha? Mas já aviso logo, isso é uma experiência única, tá!? Sem compromissos, mas não sou gerontófilo.

E assim passariam as horas necessárias para se aprender a pescar, sempre com muito bom humor. O artista gostava de alegrar as pessoas ao seu redor e mesmo sendo mal interpretado na maioria das vezes, ele nada fazia com maldade, era apenas sua maneira de lidar com as frustrações da vida e se divertir enquanto aproveitava o que a vida lhe oferecia, sejam coisas boas ou ruins.

Horas depois, voltavam de barquinho do lugar de treinamento. Aqui até caberia alguma piada sobre mãos com calo ou estar com a bunda doendo devido ao tempo sentado em um barco de madeira desconfortável, todavia, deixaremos esta para o leitor formular como desejar, desde que mantenha o nível 4/10 apresentado até aqui.

Velhote, eu até diria até a próxima, mas pelo seu estado, se durar até o jantar já é surpreendente…

Deixou um aceno e um sorriso caloroso e sincero, embora suas palavras não fossem das mais agradáveis. Já ciente do trajeto até a sala do agente, iria como ordenado no post, digo, na conversa passada e ao chegar, tentaria ser o mais discreto possível.

E aí, Agente “ABC toda criança tem que ler e escrever” obrigado pelo coroa, ele realmente sabia balançar uma vara como ninguém. Até sentaria para contar como foi, mas tô com a bunda doendo. E aí, qual o próximo passo?




Objetivos na Aventura!:
 

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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 5 EmptyQua 05 Set 2018, 00:01


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HORNEE DIAMOND



LAS CAMP / POST 21


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Depois de um dia corrido e com tarefas inusitadas eu finalmente relaxo por completo na cama do quartel. Um largo sorriso providenciado pelo meu conforto era tudo o que eu mais poderia querer naquele momento e, mesmo que tenha parecido bem curto, foi uma noite de sono deveras revigorante.


Neste segundo dia de trabalho como um capacho do Governo, eu começo a fazer meus olhos percorrerem pelo ambiente e aos poucos começo a perceber que talvez o Agente B não fosse respeitado pela sua simpatia, mas muito provavelmente pela qualidade do seu trabalho e autoridade. Isso não vinha ao caso de fato pois, na minha concepção, o que realmente importa é alcançar o poder e não qual escada você sobe para atingí-lo.


*Finalmente! Comida decente!* - minha estadia no quartel a cada instante que passava parecia mais prazerosa. Eu enfim poderia saborear queijos e pães, mastigando-os vagarosamente para apreciar seu sabor nas minhas papilas gustativas... depois de uma salada sem tempero, aquilo ali que jazia na minha mesa se igualava ao pote de ouro das comidas!


Bastou olhar de relance e me deparar com Pou Pay que o "Aproximador" prontamente já me alertou para não encará-lo por muito tempo - *Oras... e ele acha que sou burro para ficar babando para meu alvo como um cachorro baba vendo os frangos de padaria no rolete?*. Além do mais, meus óculos escuros conseguiam evitar o reflexo para que dificilmente alguém percebesse que eu estava observando fixamente uma pessoa específica. Meu aliado da Badmoney's me passa um bilhete criptografado, do qual eu discretamente procuro deslizar a mão por cima como se fosse um guardanapo. Pela minha habilidade acima da média para decifrar códigos, uma mensagem encriptada com chave simples era praticamente a mesma coisa do que observar uma mensagem em claro. Não levaria mais de poucos segundos para interpretá-la e devolver o papel para o "Aproximador" de forma tão discreta quanto o obtive.


*Não confie em ninguém...* - eu era pego por mim mesmo viajando em pensamentos pensando que o próximo Agente B se incluiria no universo que havia desenhado. Mas isso não fazia sentido e em poucos instantes essa brisa passaria e eu voltaria o foco para a outra informação que ficaria animado em conhecer o outro agente - *Hmmm... adoro surpresas...* - pensaria de modo não irônico, mas menos animado do que a junção dessas palavras numa frase representavam para um ser vivo.


Ao chegar na sala do tal "Agente A", eu aguardo ser apresentado pelo meu parceiro de crime e confirmo suas palavras com um aceno afirmativo com a cabeça. Eu não tinha muito o que falar e, mesmo se o tivesse, não o poderia fazer facilmente de qualquer modo...


*Ora ora... quem diria? A surpresa que o Agente B prometeu é realmente boa... não é mesmo?* - tento esconder minha animação e desacelerar meu batimento cardíaco para evitar que o agente percebesse que eu de alguma forma tinha vínculo com o alvo das investigações. O que me intrigava agora era por que Mr. Badmoney o queria morto? Talvez por ter concorrência na venda de armas para o Exército Revolucionário? - *É... é... até que faz sentido...*.


Eu entortaria meu pescoço diagonalmente e franziria a testa em posição de questionamento quando o Agente A dissesse que "ele mesmo entraria em ação". Isso poderia muito bem significar uma prisão ou mesmo uma mera expulsão do QG da Marinha. Não, não... isso não iria servir para mim... Pou Pay teria que morrer e se não fosse pelas mãos do Agente A aqui, seriam pelas minhas!


Cerraria o punho da mão direita enquanto aguardava uma resposta para minha sinalização de indagação sobre seu plano de ação. Mas pelo fato de minha pergunta não ser acompanhada por palavras, se eu tivesse alguma resposta que fosse já seria um lucro da minha parte.


Sobre prazos, parece que o "Aproximador" não lida muito bem com eles... eu voltaria meu olhar para ele quando o Agente A tivesse estipulado hoje como o último dia para o cumprimento da missão. Primeiro ele falha com Mr. Badmoney e agora falha com o Governo Mundial? Ou esse cara está deixando tudo planejado para o "grand finale" ou ele é bem incompetente e toda a minha assunção sobre o rapaz iria por água abaixo.


Após sermos dispensados por aquele homem que a princípio seria nosso superior, eu indicaria gentilmente com a mão estendida a direção da saída para que o "Aproximador" caminhasse na minha frente. No meio do caminho, eu arquearia os ombros como se fizesse um sinal de "E agora? Algum plano em mente?".


Caso ele tivesse algum plano para obter informações do Pou Pay eu prestaria atenção educadamente e humildemente pois, já que ele estava lá há bem mais tempo que eu, conhecia melhor os hábitos e horários do alvo para bolar um plano mais eficiente. Por outro lado, se ele não entendesse minha pergunta ou se seu plano fosse uma porcaria, eu escreveria de forma criptografada para ele, utilizando a mesma chave que ele havia utilizado na mensagem sobre "paredes tem ouvidos aqui":


Papelzinho:
 



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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 5 EmptyQua 05 Set 2018, 16:24


NARRAÇÃO
POST 14

~ BREAD ~

Após ser apresentado ao Agente A e sair da sala o Aproximador levava seu companheiro para um café próximo do quartel. Ali havia um ambiente mais reservado, mais refinado e aquela hora, um tanto quanto vazio, o que era perfeito para a conversa dos dois.

- Como você percebeu temos a máquina do governo para ajudar. - Disse o companheiro. - Mas vou te dar os elementos que temos para usar na missão. O alvo tomou um comércio do nosso chefe, os revolucionários eram nossos clientes. Quando cheguei a ilha descobri atraves de antigos contatos com os revos que era Pou Pay o homem que havia enganado o chefe. - O Agente fazia uma pausa e logo um garçon se aproximou e ele pediu dois cappuccinos grandes. - O alvo tem um galpão cheio de armas e sei que hoje os revos vão vir pegar as armas. - O agente fazia nova pausa quando o mesmo garçon vinha com as bebidas quentes. - Amo o café daqui. - Disse ele para Hornee. - Mas, vamos voltar ao assunto. Ontem também fiz um outro teste de admissão, um sujeito manipulável chamado Han Dom. Podemos usar ele de bode expiatório qualquer coisa. - Bicando mais uma vez o café ele tirava um pequeno "aparelho" do bolso. - Tenho essa filmadora, que é para gravar alguma prova que eu venha achar. Agora é com você, só posso auxiliar. Ordens.

O sabor do café era bom, o ambiente gostoso, e muitas informações para assimilar. Muitos planos poderiam surgir na mente de Hornee, mas ele precisava tomar uma decisão, mas antes dele falar o agente voltou a falar de algo que parecia escapar.

- O alvo muda sua trajetória todos os dias. - Falou o Aproximador. - Além disso ele coloca homens em determinados pontos, todos civis, que o avisam e nos distraem para não o seguir. Por isso é difícil seguir e bem arriscado.


~ VAN ~

  Han, o pescador, seguindo as orientações do destino, que pode ser chamada de Bijin, foi para a segunda parte do teste de admissão para se tornar um agente. Claro que como o primeiro trabalho, o segundo também era inútil, afinal o cartaz que havia forçado sua mente a entrar no Governo falava sobre três refeições. Será que ele teria que pescar o que quisesse comer?


~ Treino da Perícia Pesca ~


  Han passou então quatro horar do dia em um árduo treinamento de pescaria. Era tanta vara que no final ele mal sabia qual era a sua. Seu humor alá Deadpool animava o velho e ao mesmo tempo divertia o ambiente. Mas o fato era que Dom ficava experiente usando a vara do velho. Sabia como tratar o instrumento do senhor e por isso foi recompensado com uma deliciosa refeição. Truta com molho de Maracujá.


~ Fim do Treino da Perícia Pesca ~


  Quando o barco chegava no cais o randômico personagem já poderia avistar o NPC do seu companheiro de aventura, Agente B. Sempre alegre e com um sorriso no rosto o agente recebia o agora agente pescador e o levava de volta ao quartel.

  - Espero que esteja gostando de tudo! - Disse o animado agente. - Pelo jeito deve ter provado o delicioso peixe do velho. Aquele cara sabe cozinhar. - Então chegando no quartel o Agente B levava para um pequeno Dojo com um ringue no meio onde havia dois homens treinando boxe. - Este é o teste final. Você deve mostrar suas habilidades de luta contra aquele homem. Sargento Takamura. O de cabelo preto.

  Então quando menos se esperava a luta treino acabava.


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  - Agente B! - Exclamava Takamura. - Trouxe alguém para treinar comigo? Que bom.

  - Vai lá e faz o seu melhor! - falava o Agente B jpa sabendo que o destino do han estava traçado pelo destino (narradora). - Mostre que tipo de agente vai ser. Não precisa vencer, é mais um teste de habilidade. Depois dessa vai poder dormir e amanhã praticamente é um agente.


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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 5 EmptyQua 05 Set 2018, 19:55

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Post 07
Las Camp
QG da ilha
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Tempo desconhecido


O aprendizado em alto mar lhe rendeu um novo conhecimento e uma refeição bastante diferente. A única fruta que sua mãe misturava com a comida era tomate e ele quando comia, evitava frutas porque suas meinhas não podiam ter viadagem. “Senão olhar nos olhos é broderagem” lembrou com um sorriso no canto da boca dos tempos remotos de sua infância antiga de vários dias atrás. “Bons tempos, boas coisas" e com esse pensamento ao melhor estilo Michael Kyle, ele agradeceu pela refeição e sem se limpar depois de comer, seguiu até a sala do Agente que o aguardava. Entretanto, para sua surpresa, o chefe já o aguardava no porto com a sua animação habitual. Dom agradeci a recepção após ouvir os elogios para com o pescador.

Realmente… fazia tempo que eu não segurava uma vara, ficava todo molhado e depois comia bem. ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 5 1265395710

E assim partiram para um novo lugar, desta vez era um tipo de dojo. O Artista não gostava desse tipo de ambiente, na verdade ele odiava violência gratuita. Sua mãe havia lhe ensinado muito bem e por ter sido uma pessoa pacifista, ela agora era bem “de boa” e Han havia se tornado adepto do “deboísmo”. Não sendo o bastante, seu teste seria um combate contra um Sargento.

Opa, que legal. Vou enfrentar alguém superior a mim. Se ele me surrar, eu perco. Se eu surrar ele, eu vou me ferrar, se eu comer beterraba, eu cago sangue… que vida horrível. ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 5 3529722040

O Agente B disse que a vitória não era necessária, nesse caso, era uma questão de demonstrar suas capacidades e não de necessariamente ser o vencedor. Diante de tal cenário, Dom deu uma relaxada.

Então, dentre as minhas capacidades estão fazer barulho de peido com suvaco, colocar a língua no nariz e comer manga com leite sem morrer… mas não acho que alguma delas vá me ajudar aqui… talvez não morrer… acho...

O oponente parecia bastante forte e apesar de sua mão pequena e luva grande cheia de talco dentro - porque era a única explicação para aquele tanto de pó que saía após um soco - ele parecia ter bastante força. O piadista não tinha medo de apanhar, seu problema era com a falta de necessidade. Por isso, especializou-se em defesa, tentando manter sempre sua integridade física, conseguindo assim ser capaz de continuar fazendo seu show. Entretanto, se era, de fato, necessário mostrar suas capacidades, a melhor maneira era utilizando a única arma com a qual havia treinado durante sua adolescência.

Espera, podem me conseguir uma espada, katana ou até mesmo um cabo de vassoura? Quando é para machucar alguém, eu só preciso de um algo comprido, duro e firme nas minhas mãos.

Uma vez lhe perguntaram você não se cansa dessas piadas sexuais? e Dom respondeu igual um idiota (com outra pergunta) “você se cansa de sexo?” e nunca mais o assunto foi mencionado novamente.

Alguém? Ainda estou esperando...

Não subiria no ringue até ter algo equivalente ao seu estilo de combate. Uma vez com a arma desejada em mãos, era hora do teste. Entraria no ringue sem dificuldades, pois sua altura era muito maior que a média padrão, ele mais de dois metros, e sua maior vantagem nessa avaliação seria a diferença de envergadura, logo, seu oponente não teria opção senão encurtar a distância e usar golpes contundentes. Portanto, usaria seu jogo de pés para manter a distância e não ficaria parado, sempre com pequenos saltos de um lado para o outro, sempre mantendo a imprevisibilidade com movimentos frontais, laterais, todavia, não se deixaria encurralar, ou seja, evitaria as cordas ao máximo.

Na hipótese de receber algum ataque, usaria a parte sem fio para bloquear. Se o fizesse corretamente, poderia causar algum dano aos ossos das mãos de seu adversário. Havia a possibilidade dele ser experiente e calejado, então nesse caso teria que bloquear todos os ataques, caso contrário, um ataque apenas causaria um grande estrago. Se durante as investidas encontrasse alguma brecha, usaria seu maior alcance para efetuar uma estocada mirando o estômago do alvo, dessa forma, minaria seu fôlego e teria alguma vantagem no combate. Caso fosse atingido, tentaria se recompor ao máximo e saltar lateralmente para evitar mais golpes.

Nossa, nem lembro a última que ganhei uma socada… Não, pera...



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