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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 4 EmptySex 20 Jul 2018, 18:58

Relembrando a primeira mensagem :

♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Hornee. A qual não possui narrador definido.


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Bread
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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 4 EmptySeg 27 Ago 2018, 00:57


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HORNEE DIAMOND



LAS CAMP / POST 15


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*Hmmmm que delícia! Adoro lavanda! - minhas narinas se enchiam com o perfume artificial, porém gostoso, que acariciavam minha alma por dentro. Aquele cheiro gostoso era relaxante e confortante. Não que eu estivesse tenso com o alistamento ou mesmo estando em território teoricamente inimigo para me tornar um estilo de agente duplo, mas caso estivesse mais tenso, aquele odor iria me entorpecer por instantes e me deixar menos tenso.


Abrindo cautelosamente a porta do local onde se daria minha entrevista para o Governo Mundial, nada de assustador se encontrava do outro lado... surpreendente, diria eu, mas não assustador... O tal Agente B não era ninguém mais ninguém menos que o tal "Aproximador". Provavelmente "B" remetesse ao seu nome ou sobrenome real, ou mesmo fosse um pseudônimo do próprio criado para representar Mr. Badmoney na região de Las Camp... na verdade, pouco me importava.


O que me interessava realmente é que o Agente B possuía uma posição de relevância e destaque para o Governo Mundial. Para entrevistar novos aspirantes à agentes não poderiam escolher um agente que não compreendesse o peso do cargo ou mesmo que não fosse um bom tutor para seus futuros pupilos. Talvez ele já estivesse um bom tempo como agente naquele local - *Talvez até mesmo antes do Mr. Badmoney contratá-lo* - era inegável que ele tinha prestígio tanto com meu patrão atual como com o de fachada; e pelo pouco que pude perceber, na minha humilde opinião, era um reconhecimento deveras merecido.


O rapaz de lâmina brilhante sabia muito bem disfarçar. Mesmo estando em um quarto fechado, as pessoas dizem que as paredes tem ouvidos... eu sabia muito bem respeitar tal ditado e pelo visto o "Aproximador" também sabia. De qualquer forma, talvez ele não soubesse ainda que eu era mudo e não poderia responder suas milhares de perguntas verbalmente, ou simplesmente estava tentando melhorar a atuação que nunca havia me visto anteriormente.


Eu apenas me limitava a respondê-lo meneando minha cabeça afirmativamente para suas perguntas - *Um tanto quanto óbvias, diga-se de passagem* - e estendia o formulário para que ele o pegasse. Mesmo sem ser convidado para tal, eu me sentaria em uma das cadeiras à frente de sua mesa e cruzaria as pernas de forma educada enquanto entrelaçava meus dedos e os repousava sobre minhas coxas.


- Tenho que informar que o teste para admissão não será nada fácil. - Foi impossível não retribuir o sorriso para o "Aproximador". Verdade seja dita, eu esperava que alguma dificuldade deveria ser imposta de fato para se tornar um agente. Mesmo que minha vida fosse facilitada pelos meus contatos ali dentro, falhar no alistamento era uma possibilidade real... mas era uma possibilidade que eu não estava disposto à realizar.


Um ponto de interrogação estaria sendo visto em minha testa tatuado neste momento se de alguma forma fosse possível ler minha mente nesse instante. Meu semblante de indagação para com a missão de alistamento era nítido, mas eu não estava irredutível porém. Meu semblante apenas fazia questão de demonstrar a confusão e a ansiedade pelo misterioso desafio que colocariam para mim na cozinha... eu não era nenhum cozinheiro - *Se lembro bem, preenchi a ficha como arqueólogo! ARQUEÓLOGO!* - e não tinha nada de difícil que provasse que eu poderia virar agente em... descascar batatas? É isso?


Eu estenderia minha mão fazendo um sinal de positivo com o polegar após meu aliado da Badmoney's oferecer boa sorte em meu recrutamento. Eu me levantaria e arquearia os ombros tentando relaxar e compreender o que estava acontecendo - *Aonde você foi parar Hornee? Aonde você foi parar...? - enquanto expirava pela boca soltando todo o ar e tentando manter meu temperamento o mais calmo e tranquilo possível.


No caminho para a cozinha do segundo andar, eu escreveria uma nota para o tal sargento Erick para que ele saiba o que eu estava fazendo ali e o que eu esperava dele. Seria bem breve e sucinto, porém simpático de um modo que me colocasse aberto para qualquer desafio que ele me fosse impor:


Papelzinho:
 



Por motivos pessoais, eu diria para o homem que eu era surdo para que ele talvez pegasse leve comigo ou que pudesse deixar escapar informações ou comentários interessantes que ele não diria para quem pudesse ouvir em alto e bom som - *Como foi com aquele babaca da loja de venenos...* - todavia, eu não esperava que "pegar leve" seria uma realidade partindo de um sargento para um aspirante à agente do Governo Mundial.

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Historico:
 


Última edição por Bread em Seg 27 Ago 2018, 23:41, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 4 EmptySeg 27 Ago 2018, 23:07

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Post 01
Las Camp
Lugar desconhecido
Clima desconhecido
Horário desconhecido


Eitaaa… Senão fosse pelos toques de um velho idoso eu teria recebido muitos toques durante essa viagem… Não, pera... Hmm...

“Um sorriso no rosto e nada bolso”. Não havia definição melhor para um artista de rua, interpretação esta perfeitamente cabível ao músico e piadista nas horas vagas, Han Dom. Ele normalmente fazia piadas até na hora de se apresentar, abusando da interjeição de mesma pronúncia que seu primeiro nome ou mencionando suas habilidades artísticas naturais quando ouvia o segundo. Não importava se parecia simples ou ultrapassado, se conquistasse uma risada, estaria satisfeito e post encerrado, digo, caso encerrado.

Os deuses dos mares tem uma relação muito esquisita comigo. Achei que me quisessem morto, depois molestado e agora fui parar nessa ilha voltada para os estudos… Uma coisa é certa, eles querem me foder! Awwww Yeaaaa

Fazendo mais um trocadilho de cunho sexual, Dom começaria sua caminhada sem destino fixo, distribuindo sorrisos e boas vibrações por onde andasse. Caso alguém lhe retribua a gentileza, pausaria sua caminhada e perguntaria onde poderia encontrar o comércio da ilha, explicando sua chegada a cidade se necessário. Na hipótese de não receber a atenção necessária para uma abertura, usaria de sua Atuação para fingir tropeçar e ir ao chão, buscando assim uma simpatia forçada dos transeuntes ao redor. Ai, ai… Eu caí no chão e sinto muitas dores… Quem poderá me ajudar? Drama não era sua melhor área, mas ele tentava. Obtendo êxito, repetiria o questionamento acima e tentaria chegar até um centro comercial, onde tentaria comprar uma flauta.

Se encontrasse uma loja onde dentre seus instrumentos houvesse a flauta pretendida, adentraria e faria uma proposta pela tal, oferecendo metade do valor apresentado. Tentaria barganhar o máximo possível, explicando que era um artista de rua, sentia fome - violino triste ao fundo começa  a tocar - não tinha onde morar, seu cão chamado Marley estava velho e que ele tinha voltado no tempo depois de receber um controle remoto capaz de controlar a própria vida. Se a sua atuação não conseguisse reduzir o preço, pagaria o quanto fosse necessário, desde que caiba em suas posses. Por fim, sairia da loja e procuraria alguma praça para sentar-se à sombra e começar seu show de rua.

Olá, pessoas… Meu nome é Han e vim fazer um show pra vocês. Não tenham vergonha, venham assistir. ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 4 2131373601

Uma vez sentado de maneira adequada e confortável, posição de lótus ou deitado lateralmente com o corpo apoiado em algo firme, levaria a flauta até a boca na pegada que se adeque ao instrumento (vertical ou transversal) e começaria os assopros buscando notas distintas ao pressionar os dedos pelos buraquinhos… Hmmm… Enfim, combinaria diferentes tipos de nota com harmonias lógicas e suaves, criando algo que muitos chamam de barulho… digo, música. Xzibit


Ficaria naquela posição tocando diferentes tipos de melodias na esperança que alguém lhe oferecesse algum valor ou até mesmo alimentos. Devido ao hábito musical e sua capacidade auditiva acima da média, tentaria ouvir o que acontecia ao seu redor enquanto tocava, podendo assim manter-se atualizado e até mesmo prevenir algum possível perigo/acidente. Atenderia a pedidos, exceto se alguém gritasse “Toca Raul” ou “preferia ver o filme do Pelé” nesse momento pularia na platéia e esmurraria essa pessoa até a morte dizendo: Isso era engraçado 5 anos atrás. :twelves:

Por não conhecer a ilha e tampouco ter interesse em conhecê-la, não fazia ideia de seus costumes e culturas, então poderia ser mal recebido pela plateia, expulso por alguma censura idiota ou até mesmo ter que dividir espaço com outros fracassados na vida… quero dizer, outros artistas de rua cujo talento e importância é imprescindível na sociedade contemporânea do mundo moderno atual presente. Norio

À qualquer momento, se alguém o atacasse - não importando o motivo - ele simplesmente… apanharia. Porque ninguém espera apanhar sem motivos, principalmente ele que havia acabado de chegar numa ilha desconhecida, logo, se alguém batesse nele, sentiria dores e pediria para parar. Caso fosse possível, perguntaria o motivo de estar sofrendo, questionando se era porque ele era músico, alto, estrangeiro, índio, Arthur do Val ou porque gostava de Legendários na Record. A única coisa que faria, era proteger sua flauta e seus órgãos mais importantes - seria engraçado se ele tivesse um piano de igreja Okay.




Objetivos na Aventura!:
 

Ponto-Situação do Personagem:
 

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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 4 EmptyTer 28 Ago 2018, 14:57


NARRAÇÃO
POST 11

~ BREAD ~

  Hornee, o arqueólogo, virou Hornee, o auxiliar de cozinha. Não que isso fosse algum tipo de preconceito contra um mink ou uma brincadeira do seu parceiro, mas era uma regra dentro do quartel para qualquer recruta novo.

  Assim com sua ordem foi para a cozinha e quando estava entrando nela já ouvia gritos de um homem muito irritado, coisas do tipo... "Não é esse o ponto!" ou "SUA ANTA... QUEIMOU A COMIDA!" Havia um sotaque estrangeiro,puxado para o francês, mas o ninja já percebeu que a situação não era das melhores.

  Assim que Diamond entra na cozinha um homem com cara de bravo olha para ele e vai na direção do mesmo.


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  - Quem permitiu esse bode entrar na minha cozinha. - Esbravejava o homem. - Ainda mais com essa roupa cheia de pelo.

  Mas assim que o chefe de cozinha se aproximava de Hornee, o segundo lhe entregou um papel. O sargento deu uma lida rápida e fez logo uma cara de que estava pedindo ajuda dos céus.

  - Por que não mandaram essa cabra para arrumar a biblioteca?! - Dizia isso enquanto pegava um papel e escrevia. - Eu mereço, eu mereço.

  Assim que ele acaba de escrever volta-se para Hornee lhe entregando a mensagem. Depois fala com um assistente para ajudar o novo auxiliar.

Mensagem do Érick:
 

  Logo o engravatado é conduzido para um vestiário onde ele deveria trocar de roupa , ali tinha dois modelos e ele poderia escolher um.  O assistente saiu e deixou o caprino se arrumar, depois de uns 5 minutos ele voltou e conduziu o ninja para uma sala de pouco mais de 6 metros quadrados. Ali havia MUITAS batatas. O garoto então passa um novo bilhete.

Modelo de vestuário:
 

Bilhete do Érick:
 

  Antes de sair o garoto passa uma faca, e só de olhar o arqueólogo percebe que a kunai dele era mais afiada. A faca estava quase sem fio nenhum.
~ VAN ~

  Um artista havia chegado em Las Camp, a vida e músico itinerante não parecia confortável ou mesmo financeiramente estável, mas vamos lá, quem liga para essas coisas. Logo que chega sai andando e para surpresa de quem esta a volta dele, o músico cai clamando ajuda e para sua surpresa um braço forte estende para ele.


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  Cuidado por onde anda companheiro. - Disse o homem fardado. - E seja bem vindo a cidade.

  Embora Han não conhecesse o homem que lhe auxílio, sabia que era um marinheiro, algum tipo de superior, pois havia mais 4 outros marinheiros seguindo ele. Mas logo a atenção de Don foi para outro lado, uma loja de música aparecia a sua frente. E ao entrar viu que era uma loja simples, sem muita sofisticação. Os instrumentos eram todos normais, não havia nada que uma orquestra profissional realmente usaria, mas para quem estava liso, isso era um bom começo.

  Então Han faz sua pechincha para diminuir o preço de uma flauta que ele havia encontrado, o preço pedido era de 30 mil berreis, mas ele queria pagar 15mil, então o lojista propôs um acordo.

  - Vamos fazer o seguinte. - Disse ele com determinação. - Vá la fora e faça o seu melhor, uma bonita apresentação. Você deve me dar metade do que arrecadar em meia hora mais os 15 mil. Combinado?


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OBJETIVOS:

Nessa missão::
 

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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 4 EmptyTer 28 Ago 2018, 23:11


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HORNEE DIAMOND



LAS CAMP / POST 16


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Realmente não consigo entender qual o sentido de eu me tornar auxiliar de cozinha... não conseguirei demonstrar minhas habilidades em sua plenitude, vou exercer uma tarefa com a qual não estou acostumado... a única coisa que o governo tem a ganhar com isso é mão-de-obra barata. Suspiro profundamente tentando aliviar o peso que o desapontamento trazia pressionando meu peito.


Mas também como eu iria reclamar? Inicialmente foi minha ideia adentrar o quartel como agente duplo. Claro que o Agente B teve influência e pesou nesta decisão, mas eu só queria fazer logo os serviços culinários e ser oficializado para angariar informações confidenciais e, por que não, comprar finalmente o veneno daquele vendedor mala sem alça enquanto esfrego minha insígnia na cara dele.


O sotaque francês e nervoso me remetia à tudo o que eu mais odiava em restaurantes e cozinhas: gritaria, falta de educação e preconceitos. Meu pai passou a vida toda trabalhando em uma padaria e sendo escorraçado de grupos sociais com humanos e sofrendo com a rejeição; deixando apenas esse sentimento e estigma para mim como herança. Aquele sotaque do gordo que parecia ser o sargento Érick me lembrava escargot e imediatamente me embrulhava o estômago - *Cara... como ODEIO escargot!.


Como era de se esperar de um cozinheiro humano, o preconceito não precisou de frações de segundos para se manifestar. Eu, com toda minha pelagem felpuda que mais parecia uma pelúcia da qual qualquer criança gostaria de abraçar, fui rejeitado primeiramente pela minha condição física.


Antevendo o que estava para acontecer, eu já adicionei deficiências físicas dignas de pena. Por mais que humanos tenham nojo e repulsa aos minks, qualquer coração se amolece e abaixa a guarda para deficientes físicos. Talvez por ter menos condições de lutar em pé de igualdade, o ser humano naturalmente afrouxa sua rispidez e desce um degrau como se precisasse para não ter seu orgulho ferido por ganhar um duelo estando em vantagem - *Ledo engano... achar que está em vantagem comigo...* - pensaria comigo enquanto as luzes do ambiente refletiam em minhas lentes do óculos escuros.


Não consegui porém evitar de arregalar os olhos quando me chamou de... - *CABRA? Que sujeitinho mais desgraçado! Cabra é sua mãe! - bom... ainda bem que não falo, se não eu poderia ter colocado tudo a perder em questão de instantes. Volto a sorrir quando o chefe de cozinha olhasse para mim, como se eu não tivesse ouvido nada do que ele havia dito.


O auxiliar aparentava ser mudo como eu, ou apenas muito tímido já que não trocou nenhuma palavra comigo - *E mesmo que quisesse, não iria conseguir... enfim...* - retiro minha roupa de grife com linho cuidadosamente selecionado pela Badmoney's e a dobro com carinho e esmero no mesmo guarda-roupa de onde tiraria o uniforme de listras pretas - *Preto, lógico... meu cérebro deveria até ignorar que havia a possibilidade de escolher o vermelho* - e o vestiria com cuidado, tentando passá-lo entre meus membros para que não dobrasse pelo excesso de pelugem que eu tinha. O uniforme poderia ser apertado também, o que me faria redobrar a atenção para que ele não se rasgasse e eu me colocasse em maus lençóis.


Eu confesso que até me animei quando o auxiliar de cozinha me entregou um bilhete - *Finalmente ele irá se comunicar! - pensei comigo. Maaaaaaaaaaaas... não. Ele só mandou um bilhete do tal Jacquin que mais parecia uma ameaça do que uma tarefa - *Me castrar? Eu vou é usar essa sua banha para alimentar os 2000 soldados sua baleia escrota!.


Eu inspirava e expirava tentando manter a calma. Apesar da situação ser para desapontamento e revoltante, pelo menos tudo aquilo lá serviria de terapia para eu manter meu temperamento cada vez mais equilibrado....... batatas...


Suspiro mais uma vez, e dessa vez até que meu pulmão se esvaziasse e necessitasse de uma inspiração imediata pela falta de ar. Tinham muitas batatas ali e eu não iria perder tempo tentando descascá-las com uma faca de rocambole. Eu usaria uma de minhas kunais cedida pelo senhor B para descascá-las com fio, tomando extremo cuidado para evitar algum corte ou pêlo meu que ficasse no recinto.


Enquanto eu descascava as ditas cujas, tentaria relaxar meus ombros, pescoços e dedos fazendo alongamento para não me cansar da atividade repetitiva e monótona. A cada hora, eu me levantaria e caminharia pela sala para manter o sangue fluindo pelas minhas pernas. Após terminar de descascar todos os tubérculos, eu iria rodear a sala para conferir que nenhum pêlo de caprino havia ficado por ali e, após terminado o trabalho e conferido se não havia motivo para o castramento, eu bateria na porta aguardando que o auxiliar de cozinha viesse me buscar e me passar a próxima tarefa para ser executada.

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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 4 EmptyQua 29 Ago 2018, 00:29

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Post 01
Las Camp
Em frente a uma loja de artigos musicais
Clima desconhecido
Horário desconhecido


A caminhada na ilha iniciava com ajuda de um servidor com elefantíase nos antebraços e cosplay de Marquito nas horas vagas. Fingir ter caído serviu para atrair a atenção do marinheiro que o colocou de pé e desejou boas-vindas. Contente com a calorosa recepção, Han motivou-se o bastante para permanecer seguindo em frente e não demorou até encontrar o seu primeiro objetivo: um instrumento musical.

Opaa… Tava com saudade de botar algo duro e comprido na boca… Não, pera…

Rindo de si mesmo, adentrou o estabelecimento e ao encontrar a flauta desejada, tentou barganhar e conseguir um desconto. Todavia, o vendedor parecia experiente e sugeriu uma parceira benéfica para ambos - mais para o vendedor, é claro - e apesar da proposta desleal, na qual Dom trabalharia promovendo a loja e ainda pagaria pelo instrumento, o artista optou por aceitar simplesmente porque a vida já era ruim o bastante para ter pensamentos ruins. Além do mais, para ele tocar sempre era gostoso, não importava o motivo ou para quem fosse. Exceto pra parente… tocar pra parente é feio. ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 4 2425898600

Beleza, aceito a sua proposta… Vai querer que eu coloque uma placa de vendo ouro?

Com a flauta em mãos, posicionar-se-ia próximo a porta de entrada da loja - igual um pedinte, morador de rua - sentando no chão frio ou quente, depende do clima que a narradora descrever no próximo post, e encostaria as costas na parede da construção para se apoiar. Quando estivesse devidamente confortável, pegaria a flauta com ambas as mãos e a levaria até a boca, fazendo biquinho de quem vai assoprar aquela xícara de café pelando e começaria a controlar aquele instrumento de sopro maravilhoso, criando melodias cativantes e repetindo as conhecidas de sua ilha. O objetivo era ser notado pelos transeuntes e transformá-los em possíveis clientes ou no mínimo fazer com que a loja fosse notada.

“Venham, seus putos, comprem tudo… cedam ao desejo capitalista consumista, seus burgueses safados e que o proletariado vença a disputa de classes…”

Pensou algum retardado psolista ao ver a cena. Mas os pensamentos de Dom eram simples, artísticos e emocionados.

“Que fome!”

Utilizando sua audição aguçada, o músico tentaria perceber as pessoas ao seu redor, notar se estavam sendo estimuladas com as suas melodias e tentaria se adaptar ao ritmo cardíaco delas, aumentando o tempo da música (bpm) ou simplesmente trocando o estilo, seja para algo mais suave ou animado. Trabalharia de acordo com a plateia. Se fossem pessoas diferentes, tentaria manter o padrão, pois se conseguiu variar o público, certamente estaria no caminho certo.

Na hipótese da apresentação acabar e não ter conseguido cliente algum para seu exploradorfilhodeumaboamãe, digo, empregador, pediria desculpas pela falha e pagaria o valor integral. Se conseguisse uma quantidade razoável, pagaria o que o vendedor pedisse pois não tinha sido bom o bastante. Mas caso conseguisse uma movimentação muito boa, pediria a flauta e um violão/ukelele como bonificação pelo trabalho de publicidade efetuado. Não importando o resultado, agradeceria a chance e sairia da loja em busca de seu segundo objetivo: pápá, bater um rango, tirar a barriga da miséria, chamar no desque, matar quem te mata, etc.

Se estivesse com algum Berri em mãos, o bastante para pagar uma refeição, procuraria um lugar para pagar e se alimentar. Caso não tenha o suficiente, pararia em frente ao comércio de alimentos e começaria a tocar, tentando assim conseguir gorjetas, quem sabe até em forma de alimento. Ficaria ali tocando e juntando fundos para poder sair dali e descansar em um lugar mais gostoso quando anoitecesse ou entardecesse, mas só saberemos no próximo post quando a narradora descrever. Awwww Yeaaaa




Objetivos na Aventura!:
 

Ponto-Situação do Personagem:
 

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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 4 EmptyQua 29 Ago 2018, 14:06


NARRAÇÃO
POST 11

~ BREAD ~

  Logo então, sem entender muito o porque, o caprino começou seu trabalho se sentindo humilhado. Um arqueólogo fazendo o trabalho de um simples auxiliar. Maior desgraça ainda foi para sua arma, feita para matar e agora descascando batatas. Não havia orgulho na cena.

Depois de quatro horas de trabalho, Hornee sentia seus braços, costas e pernas cansados e doloridos por causa da posição, movimento repetido, afinal ele não tinha uma resistência melhor que um humano normal. Mas também foi nessa hora que o ninja conseguiu uma pausa, o auxiliar trazia uma bandeja de comida tampada com as tampas tipicas de metal em formato de meia esfera. Assim que apoiou a bandeja passou um bilhete e saiu.

Bilhete do Érick:
 

Abrindo a bandeja Hornee viu que havia uma variedade de saladas, mas sem tempero e nem mesmo talheres. Era o fim.

Mas quatro horas se passaram e o caprino observava se o local estava limpo e o serviço bem feito. Como era detalhista tudo estava em ordem. Mas suas Costas, pernas e braços estavam bem doloridos, foi nessa hora que a porta se abriu.

- Achei você! - Era o agente B. - Vamos que o seu teste ainda precisa acabar. Sua ficha já foi aprovada e agora falta um treinamento e depois uma próxima fase, mas fica tranquilo, é tudo leve. Agora vamos tirar essa roupa ridícula.

Assim que Hornee saísse da cozinha ele via que todos já haviam acabado o serviço e havia apenas uns poucos auxiliares limpando o ambiente. Junto com o agente B ele foi para o vestiário e depois para uma pequena sala onde tinha uma mesa escolar com papel e caneta, então o agente B começou a explicar.

- Para ser um agente você precisa passar por um trinamento. - Disse ele com calma. - Hoje vou explicar sobre sobrevivência básica.

E assim foram mais duas horas sentados e com a mente já ficando nublada. O Caprino já estava a mais de 18 horas acordado, passado por dois treinamentos com o homens de Mr. B. e agora o agente B lhe dava mais um treinamento. O conteúdo era simples, a ordem de coisas que precisava encontrar para ter maiores chances de sobreviver em um ambiente hostil,e a ordem era abrigo, água, fogo e comida, nessa ordem. Mas depois de duas horas o próprio agente já cansado parou.

- Acho que era isso. - Disse cansado. - Vamos lá para seu último treino.

Mais uma vez os dois andaram pelos corredores, não estava mais tão cheiroso como no início do dia, mas não chegava a estar sujo também. Pelo visto a limpeza era feita logo nas primeiras horas do dia. Mas logo chegaram em um dojo, lá dentro estava um sargento bem conhecido por Hornee, era o Érick.

- Vocês devem fazer uma luta. - Disse o agnete B com uma voz fria. - Não há necessidade de vitória, mas preciso fazer um relatório das suas habilidades. Quando estiver pronto pode começar.

Érick estava do outro lado do dojo provocando o caprino.

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~ VAN ~

  Logo depois de negociar sobre a flauta, Han sai da loja e senta para se preparar para tocar. O clima agradável, sol com poucas nuvens brancas, ajudava bastante na frequência das pessoas nas ruas. Assim que se aconchegou começou a tocar.

Passava um ou outra pessoa, que largava um dinheirinho. Uma mãe com um criança, encantada pela músiva, entraram na loja e logo saíram com uma flauta, a mãe feliz agradecia Don. Logo mais passou um nobre e agradado com a música largou um saco de dinheiro e após o show han contabilizou 150 mil berreis.

Entrando na loja, o dono pegou metade do dinheiro, mas como Han queria muito um Ukelele o lojista cedeu de maneira feliz. Assim o músico saia da loja com dois instrumentos. Caminhando então em busca de uma comida, Han viu uma taverna, onde poderia haver o que ele procurava, o famoso rango, mas um cartaz lhe chamou atenção.

VENHA SER UM AGENTE TAMBÉM
ÓTIMOS BENEFÍCIOS
REFEIÇÃO 3 VEZES POR DIA
QUARTOS LIMPOS
ROUPA EXCLUSIVA
VIAGENS PELO MUNDO TODO

SE VOCÊ TEM MAIS DE 16 ANOS NÃO PERCA ESSA CHANCE!


 


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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 4 EmptyQua 29 Ago 2018, 21:25

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Post 01
Las Camp
Em frente a uma loja de artigos musicais
Clima desconhecido
Horário desconhecido


O desafio proposto pelo lojista fora cumprido pelo músico e depois de receber esmolas e doações, ele contabilizou uma ótima quantia de dinheiro. Tinha o suficiente para se alimentar e até ter onde dormir pela noite, talvez até por mais dias. Confiante, entrou na loja e barganhou pelo instrumento de cordas, tendo assim dois, um para cada ocasião. Terminou a tarefa com resultados positivos e satisfeito consigo mesmo.

Muito obrigado pelo apoio, velhote. O mundo da arte agradece a sua boa vontade. Espero que seja bem sucedido com seu empreendimento e que você consiga vender instrumentos que preencham o vazio existencial de pessoas hiperativas, depressivas ou egocêntricas.

Colocou a madeira com cordas nas costas (ui) e a madeira comprida e não muito grossa no peito igual uma espanhola flautista famosa no século XIX. Envolvido por paus, Mia Khalifa, digo, Han Dom seguiu seu caminho guiado pelo estômago que roncava igual um Opala Diplomata ano 72 4 válvulas. Não tardou a encontrar uma taverna e lá poderia causar aquele estrago. Novamente, viu a Marinha entrar no seu caminho, dessa vez com um cartaz de recrutamento daqueles feitos com ajuda de especialistas para captar a atenção de quem o visse e o fizesse seguir a ideia, igual o “We Want You” de um país racista e cheio de grana ou um narrador que te empurra o plot dele goela abaixo e é bom você seguir senão a aventura atrasa.

Sentindo-se NEM UM POUCO FORÇADO a participar desse recrutamento, o músico escolheu por pura vontade própria e quase nenhuma pressão externa, quase nada… Eu disse que não teve pressão?! Enfim, mas antes de ir, ele queria fazer algo antes. Afinal, até presos no corredor da morte tinham direito a uma última refeição e Han queria a sua antes de entregar sua vida à uma instituição corrupta e sombria… Mas ainda faltava encontrar uma mulher para casar, então ele faria uma refeição comum e depois seguiria para a Marinha onde usaria sua habilidade com atuação para tentar convencer que não era um vagabundo de merda qualquer sem o menor carinho pela instituição podre do Governo Mundial.


AE, MEU CHEFE… Ow, campeão… Aqui, Doutor…

Chamaria o garçom/atendente/influenciadordigitaldotwitterquesevendepor500reais e quanto o tal chegasse, faria o seu pedido. Escolheria o prato da casa ou o que parecesse menos escroto, afinal tavernas eram conhecidas por suas bebidas e não por alimentos. Pediria também um caneco de rum para acompanhar. Em seguida, sentaria em alguma cadeira e relaxaria colocando os braços atrás da nuca como travesseiro e os pés cruzados sobre a mesa, bem à vontade e bem babaca. Quando a comida viesse, alimentar-se-ia sem pressa, bebendo o rum com um pouco mais de rapidez. Pagaria o valor pedido e sairia da taverna em busca do enredo pré-concebido, ou melhor dizendo, em busca da Marinha para se alistar e virar um Agente, mesmo sem saber o que caralhos um faz.

Onde ficam os caras de azul que se organizam como uma seita e seguem ordens de um outro cara azul mais velho e experiente? Não, não estou falando dos Smurfs…

Perguntaria a quem passasse por ele onde era o Quartel General da ilha e seguiria suas instruções, sempre confirmando as informações com outros transeuntes pelo trajeto.  Na hipótese de conseguir chegar no Quartel, estufaria o peito e engrossaria a voz tentando ser o mais convincente possível.

Cof Cof… *pigarro, tosse* Bom dia, tarde ou noite… não sei que horas são, então pode ser qualquer coisa, inclusive madrugada, mas quem aceita alistamento na madrugada? Rapaz, vocês estão necessitados mesmo… Cof Cof… Vim me alistar. Quero ser Gente!

Han não sabia onde estava se enfiando, todavia, sabia melhor do que ninguém que não se deve brigar contra o destino e deixar a vida levar era sempre a melhor opção. No caso "vida" é apelido para Narradora. Hahaha, zoas… é só uma anedota inofensiva. S2!

Ah, sobre posts de defesa… Não tem nenhum não. Se ele tomar uma porrada, vai ficar tomado. Só tomaria cuidado para durante a queda não danificar os instrumentos porque aí a panela ia ferver, a água evaporar e o caldo engrossar. Determinado!




Objetivos na Aventura!:
 

Ponto-Situação do Personagem:
 

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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 4 EmptyQua 29 Ago 2018, 23:15


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HORNEE DIAMOND



LAS CAMP / POST 17


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Cada pedaçinho de casca que eu retirava do tubérculo manchavam o meu orgulho pessoal juntamente com o propósito da minha kunai. Tão bela, com lâmina esverdeada feito esmeralda lapidada, sendo usada como descascador de batatas... triste era muito pouco para descrever tal situação...


Mas como tudo na vida chega ao fim, incluindo as coisas boas dela, em breve eu ia ter terminado de descascar todas as batatinhas e estaria pronto para continuar com o alistamento. Portanto, eu mantinha minha pose e meus músculos relaxados e aquecidos para, além de não doerem por ficar muito tempo na mesma posição, exercitá-los para um desafio maior que poderia vir pela frente.


O auxiliar traz uma marmita cheia de salada sem tempero. Bom... eu não achei que no exército eles comiam bem então pelo menos terem me servido alimento já era uma vantagem. Como a salada ofertada tentando encontrar algum prazer em folhas amargas e sem sal que deveriam ser aproveitadas com as mãos - *Tomara que pelo menos estejam lavadas...*. Por ora, o prazer de preencher o estômago e ter um pouco mais de energia deveria por si só bastar.


Eu felizmente estava certo e aquelas batatas deveriam ter um fim e de fato tinham. Quatro horas podem levar uma eternidade quando uma tarefa monótona e exaustiva deve ser feita - *Quando eu for rico, vou ter funcionários só para descascarem batata... que chatice! - mas apesar de tudo eu ainda tinha energia de sobra para conferir se havia caído pêlos durante minha tarefa - *Quero manter meu piu piu, né?* - e o suficiente para aguentar a próxima tarefa do recrutamento de agente.


O Agente B surge do outro lado da porta e estava sendo bem simpático comigo. Aliás, com exceção do cozinheiro francês, todos ali estavam. Eu poderia até mesmo dizer que já estava quase me sentindo em casa... mas tinha tarefas à serem feitas. Inspiro profundamente e afrouxo o meu cinto durante o caminho para agilizar a troca de roupas. Dessa vez, eu já não me importava tanto com o estado do uniforme e o tiraria de forma um tanto quanto desleixada, mas com minhas vestes que estavam dobradas de outrora, eu teria total esmero.


Após voltar a vestir minhas roupas de grife e ajustá-la de forma pomposa, sigo o "Aproximador" enquanto observo suas atitudes de agente duplo. Afinal, era justamente o meu objetivo ali e se espelhar em quem tem poder e prestígio era a chave para superar aquele nível almejado. Era exatamente o meu raciocínio para trabalhar para Mr. Badmoney desde o princípio aliás...


Minhas pálpebras começavam a querer ceder com a explicação do "Aproximador" com seu Workshop. Porém, eu era motivado à prosseguir pois aquela aula teórica não era nem de longe tão ruim quanto descascar batatas praquele sargento gordo e chato. Eu me mexia sentado na cadeira para movimentar meu corpo e evitar que o sono me dominasse, além de é claro manter o foco nas palavras do homem de cabelos castanhos que estava passando informações que poderiam ser úteis futuramente - *Bom... pelo menos eu espero que não seja puramente protocolar...*.


Um sorriso brotou espontaneamente em minha face. Também, não era para menos... um treino chatamente simples e um treino teóricamente útil. Por enquanto tudo estava sendo bem fácil assim como o "Aproximador" havia prometido. O cheiro de lavanda já não mais se fazia presente pelos corredores o que me faria torcer o nariz em desprezo - *Não poder mais sentir aquele cheiro gostoso está sendo como ter o doce tirado da criança... e a criança sou eu!*.


Um dojo, um sargento, uma luta... estalo os dedos em felicidade. Finalmente eu iria lutar e demonstrar meu valor!


É claro como água para mim que pelo cargo que ocupava, o tal Érick deveria ser tão habilidoso quanto Pou Pay. Mesmo que eu perdesse o embate, seria um excelente treino para caso eu precisasse enfrentar meu alvo de assassinato frente a frente - *Apesar que eu queria evitar tal conflito ao máximo*. Pode ser que o cozinheiro fosse pegar pesado e até mesmo me machucasse, mas eu não iria deixar barato - *Ahhhhhh eu não iria!* - um sorriso de empolgação poderia ser visto estampado em meu rosto e dentro da minha alma.


Meu estilo de luta consistia em utilizar armas ninjas de arremesso para causar dano em meus inimigos sem precisar de muita proximidade de forma rápida e eficiente. Portanto, para testar meu adversário, eu me manteria em uma distância de aproximadamente 5 metros e retiraria duas shurikens de meu paletó: uma em cada mão.


Meus braços cruzariam e eu saltaria parado, rodopiando 360º e arremessando as shurikens em direção do cozinheiro com minha técnica Rainee Weapons. Este primeiro ataque seria para surpreender o sargento com uma habilidade elaboradamente criativa de minha parte e testar suas habilidades. Se ele se defendesse ou esquivasse de minhas armas eu não me surpreenderia, mas conseguiria concluir que dificilmente eu o acertaria em cheio sem pegá-lo de surpresa ou com a guarda baixa.


Para o caso de Jacquin avançar para cima de mim com uma arma de curto alcance ou desarmado, eu procuraria observar a direção de sua trajetória e seu modo de movimentação para terminar meu rodopio o mais rápido possível e esquivar de seu possível ataque saltando lateralmente. Caso isso acontecesse conforme planejado, eu iria sacar minha ninjaken de lâmina azul o mais rápido possível enquanto eu saltaria mais uma vez (só que dessa vez para trás, para evitar mais um golpe de meu oponente) e garantiria minha integridade física, enquanto golpearia diagonalmente o cozinheiro de baixo para cima com a espada e abusaria da corrida ensinada por Holff para ganhar velocidade e me distanciar do inimigo pelo menos 5 metros de distância; o suficiente para arremessar outra shuriken ou uma kunai em Érick.


Se meu rival mantivesse imóvel após meus ataques com shurikens (mas tivesse desviado deles) eu inspiraria profundamente e aproveitaria sua lerdeza para arremessar mais uma shuriken. Dessa vez, apenas com a mão direita e aproveitando o tempo concedido para fazer juz à minha pontaria hábil e passar pela defesa de Jacquin.


Mas se por outro lado meu inimigo ousasse utilizar também armas de arremesso contra mim, eu procuraria correr lateralmente pelo dojo inclinado com o corpo para baixo e, durante o percurso, tentaria arremessar mais uma shuriken quando estivesse em sua lateral caso ele não acompanhasse minha movimentação até que minha velocidade ultrapassasse seu campo de visão. Se ele fosse atingido por tal arma de arremesso de um modo que parecesse ter sentido o golpe, eu mudaria a direção de minha corrida para cima dele e usaria meus chifres para golpeá-lo no peito como forma de atropelamento. Mas se Jacquin interrompesse minha movimentação de chifrada com um contra-ataque, eu recuaria saltando para o lado e voltando a correr em círculos para tentar flanqueá-lo novamente.

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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 4 EmptySex 31 Ago 2018, 18:07


NARRAÇÃO
POST 11

~ BREAD ~

   Hornee, o bode do governo, tinha sua primeira batalha na ilha, claro que não era uma batalha de vida ou morte, mas já era uma batalha e contra um tipo de alvo que lhe interessava, um sargento, ou seja, alguém semelhante a seu alvo, alguém que ele poderia comparar forças.

  O estilo dos ninjas não é feito para um combate aberto, na verdade esta mais para uma arte do assassinato, mas indiferente, era um arte cheia de recursos e ele por isso mesmo ainda era perigosa, mesmo em um confronto de frente. O futuro havia decidido começar o combate a distância, o que tinha certa sabedoria, pois seus adversário tinha apenas um cutelo como arma.

  Usando uma técnica de arremessos que o ninja havia desenvolvido, ela arremessa suas duas estrelinhas ninja contra o sargento, uma delas infelizmente vai para longe a outra vai direto no peito do sargento que com muita dificuldade acaba defendendo o ataque.

  Como era de se esperar o sargento não ficou parado e avançou, atacou com seu cutelo diagonalmente, mas o caprino com seus saltos havia esquivado e então contra-atacou com sua ninjaken. Foi ai que ele percebeu o ele sorriso no rosto do cozinheiro que girando o corpo, esquivava do ataque e acertava com o cutelo no pescoço do mink.

  Nesse momento o mink já podia sentir o sangue escorrendo pesa sua pelugem e sua vida se esvaziando, mas depois de colocar a mão no pescoço viu que não havia sangue e o sargento mostrava que havia usado o lado o lado sem corte de sua pequena arma, mas já era evidente o quão mortal ele era.

  O que era surpreendente também era a velocidade do cozinheiro que não deixava Hornee se distanciar e já próximo ninja o cozinheiro preparava um novo ataque. O Agente B, sentado na lateral, fazia algumas anotações.

~ VAN ~

   Feliz com seus instrumento e com mau humor diante de sua narradora e sem colocar a bar fã dela na assinatura, o randônico personagem achava uma taverna para se deliciar, afinal quem não gosta de encher a pança, forrar o estômago ou comer até passar mal?

  Ali foi ele sentando num local adequado para isso, a cadeira, e de lá chamava a atenção cidadão que passava ali pedindo o prato da casa e esperando que chegasse logo com uma boa comida. Claro, como um bom pirata e um péssimo agente o músico pedia um bom rum também.

  Logo chegava a comida e parecia muito uma verdadeira obra de arte da alimentação, até lembrava algo que seu antigo parceiro de uma vida passada, Kurai, o sargento, o justiceiro e o salvador de crianças, havia feito para Elena, Van ou quem seja. A comida simplesmente tinha um cheiro e uma aparência deliciosa.


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  Entretanto assim que colocava a carne na boca a sola de sapato aparecia. Era como mascar uma havainnas, comer plastico ou moder o Luffy, simplesmente horrível. Mas esse era o preço de deixar uma boa plot para entrar em outra sem uma grande marca.

  Entretanto o rum parecia salvar, pelo menos ajudava na digestão do sapato, digo comida, e após acabar de beber e comer nem percebia que deu 30 mil berreis em vez de 20 mil pelas despesas ocorridas. Mas dinheiro vem fácil e vai mais fácil ainda e para quem estava em busca de seguir uma carreira, qual era o mal de pagar uma refeição para alguém.

  Chegando nem um pouco forçadamente no quartel, pois não era difícil de achar, afinal era uma pequena instalação que cabia apenas 2000 soldados em uma ilha que tem 17 mil pessoas, e ali fez seu pedido para entrar na marinha, mas foi para uma recepcionista que sentindo o cheiro de rum e o estilo simplesmente disse: "Acabou as vagas. Volte ano que vem.

  Mas foi nesse momento que um homem surgiu, de terno preto como diz o figurino, e logo abraçando o randômico personagem do Van (sabe se lá quanto tempo vai durar), esse sujeito logo se apresentou.

  - Calma amor! - Falou para a recepcionista. - Se quer ser um bom agente do governo venha para minha sala. - Disse o homem. - Pode me chamar de Agente B.


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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 4 EmptySex 31 Ago 2018, 23:46


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HORNEE DIAMOND



LAS CAMP / POST 18


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Armado apenas com um cutelo de cozinha, meu adversário aparentava uma segurança de si por trazer uma arma tão simplória para um confronto direto comigo... um mestre no uso de armamentos ninja. Arriscando a sorte e contando que ele não possuía armas de arremesso, ou intenção de lançar seu cutelo em mim, inicio o confronto já utilizando uma de minhas técnicas mais audazes: Rainee Weapons.


Com ela, eu conseguia arremessar duas shurikens de uma vez em meu alvo sem precisar me aproximar do mesmo. Todas as variáveis da estatística diziam que Jacquin devido ao seu cargo elevado na Marinha não iria ser atingido pelas minhas armas, mas qual não minha surpresa ao perceber que ele por pouco falha em defender um de meus arremessos?


Cara... como eu estou empolgado! Não só estou lutando contra um oponente que deve ser superior em habilidade à mim, mas já iniciei o combate demonstrando para ele meu valor e que, se ele não demonstrar o seu, poderá sofrer uma derrota. Eu não via problema nenhum em matá-lo ali mesmo se for capaz e tiver chance - *Afinal, são as consequências que podem surgir de uma luta entre dois homens...* - era simplesmente quem eu era...


Sem querer desperdiçar a chance de uma ofensiva, Érick partiu para um combate corpo-a-corpo tentando me cortar com sua lâmina, mas eu já previa por isso e consigo escapar tranquilamente após pousar delicadamente no chão como finalização do rodopio de minha técnica - *Hmmm... talvez este humano não seja lá grande coisa...* - meu interior desanimava um pouco com a situação. Eu quase o feri facilmente e, de forma tão fácil quanto me esquivei de seu golpe.


*Vou adiantar o funeral desse trouxa e acabar o quanto antes com isso daqui...* - um pensamento um tanto quanto sádico brotou em minha mente mas ele era frio como picolé sem sabor. O tesão de enfrentar um rival à minha altura estava quase nulo quando saco minha ninjaken - *Com uma velocidade até maior do que imaginava, diga-se de passagem* - e tento cortá-lo diagonalmente.


E qual não é minha surpresa quando o gorducho sorri ironicamente, gira se esquivando de meu ataque e golpeia com sua arma meu pescoço? Tudo isso deve ter durado questão de poucos segundos, mas na minha visão tudo aconteceu como câmera lenta... de uma forma que consegui acompanhar cada movimento seu e ficar embasbacado com sua habilidade de um modo do qual acabei esquecendo de me esquivar novamente. Talvez seja pelo fato de minha mente não ter previsto tal contra-ataque, ou porque o cozinheiro era rápido demais...


Eu poderia estar morto agora caso Jacquin compartilhasse de meu sadismo e friezas momentâneas. Sua técnica e piedade me deixavam eufórico e voltavam a acender meu fogo para a animação da luta. Menosprezei meu rival por instantes e isso me rendeu dor e a sensação de estar morto por um curto piscar de olhos.


Tentei então me distanciar novamente para manter a vantagem combativa, correndo de meu inimigo enquanto sorria novamente repleto de felicidade em meu coração - *Irei demonstrar meu valor... irei demonstrar meu valor... IREI DEMONSTRAR MEU VALOR!.


Mas o aquecimento do sargento já havia terminado e sua velocidade era muito boa para um homem gordo. Sua habilidade de corrida era tão eficiente quanto a minha de um modo que eu não conseguia me distanciar o quanto gostaria e o cozinheiro já preparava uma nova investida...


Para o meu desagrado eu teria que distraí-lo ou golpeá-lo corpo-a-corpo para que nos poucos instantes que ele se recuperaria de minha tentativa, eu pudesse tomar uma distância desejável para voltar a lançar minhas shurikens. Um combate de proximidade não era minha especialidade, mas eu treinei recentemente Luta de Rua com John e uma luta de "brincadeirinha" - *Bota entre aspas nisso!* - poderia ser uma ótima oportunidade para testar meu aprendizado.


Minha habilidade de bloqueio porém chegava a beirar o péssimo, para que eu possa elogiá-la um pouquinho... tentar bloquear o ataque do sargento estava fora de cogitação então eu procuraria fintá-lo com o corpo, desviando a trajetória de minha corrida de forma brusca e inesperada para o lado oposto do qual ele estivesse, de modo que eu ficasse de frente para sua lateral ou costas na mão oposta ao qual ele segurava o cutelo. Deste modo, eu poderia abrir brechas em sua guarda, atacá-lo de surpresa e dificultar que ele me atacasse usando sua arma que estava em punho.


Se minha estratégia inicial desse certo, eu executaria um corte horizontal para causar o maior dano possível na lateral/costas do cozinheiro, já preparando um novo corte no sentido contrário como a letra grega lambda deitada na diagonal de baixo para cima de modo que o impacto de sua corrida viesse diretamente contra a lâmina e, pelas leis da física, logicamente causando mais impacto e dano - *Hahaha! Toma essa maldito!. Porém, se o bastardo desviasse do primeiro ou do segundo ataque ou eu conseguisse encaixar o combo duplo, eu me manteria atento para fazer uso dos meus cascos como apoio no chão e quebrar a movimentação de corrida completamente para o sentido contrário ao qual estávamos indo. Desse modo, eu poderia fintá-lo evitando um contra-ataque e teria arranjado a brecha/oportunidade ideal para ganhar a distância de Jacquin que eu tanto queria para arremessar mais shurikens enquanto ele deveria imaginar que eu iria manter o combate de proximidade.


Se o balofão tivesse sido atingido ou fintado e perdesse alguns segundos para perceber que eu havia me afastado por pelo menos 1 metro e meio, eu sacaria outra shuriken do bolso de meu paletó de grife - *Essas roupas da Badmoney's são perfeitas em qualquer momento mesmo...* - e arremessaria diretamente contra Érick com um movimento corporal curvilíneo, de modo que a estrelinha ninja efetuasse uma curva dificultando assim sua esquiva/bloqueio e ampliando o estrago enquanto a arma cortava o ar.


Holff era um homem de poucas palavras com o qual conversei - *Errmmmm, bem... eu não converso afinal...* - mas que me tutorou o suficiente para me ensinar a manter o fôlego e econimizar energia durante uma corrida. E como isso estava sendo útil em combate! Eu iria portanto manter minha corrida na esperança de me afastar cada vez mais de Jacquin e poder colocar a luta para um combate a distância, claramente me favorecendo e fazendo com que o gordinho cedo ou tarde se cansasse de me acompanhar, na esperança de que ele não tivesse tanto vigor físico e resistência como eu possuía.

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Última edição por Bread em Sab 01 Set 2018, 01:36, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 4 EmptySab 01 Set 2018, 00:40

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Post 04
Las Camp
Na Taverna // QG da ilha
Clima desconhecido
Noite


A taverna fazia jus a generalização e seus alimentos certamente não eram responsáveis pelo sucesso do estabelecimento. Aquela ave que poderia ser um peru, tinha gosto de borracha, algo que muitas mulheres e poucos alguns homens estão acostumadas a consumir diariamente, mesmo ouvindo papinhos como “na hora eu tiro” ou “me aperta muito e machuca”.

O rum era definitivamente a parte boa da noite e após relaxar, seguiu o trajeto até o QG sem dificuldades. Nem se importou em gastar além da conta, pois, como músico, também como artista e qualquer pessoa de qualquer profissão desde que role uma química. Hmm... Pera, voltando ao motivo de não ligar sobre dinheiro, é que ele estava alto da bebida e não reparou.

No Quartel, uma recepcionista utilizou de seus estudos na área de humanas, mais precisamente em Gestão de RH, para analisar o perfil comportamental do músico que acabara de chegar. Não precisou de dinâmica onde o recruta se jogaria no colo de alguém, faria 500 traços num papel ou ficaria 2 horas sozinho numa sala para saber que aquele homem não era um bom candidato. A intuição da profissional era de alto nível e apitou ao ver aquele rapaz, talvez o cheiro de bebida tenha ajudado? Nunca saberemos, posto que no mesmo instante um homem de terno preto surgia abraçando-o e colocando pra dentro. ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 4 2425898600


Putz, um vendedor de seguros a essa hora…

- Se quer ser um bom agente do governo venha para minha sala.  Pode me chamar de Agente B.

Também posso escolher uma letra? Posso ser o Agente C e trabalhar com o V pro chefe poder falar “agente C e V” e eu digo “opa,até amanhã  pra ti também"?! Ou então o K e trabalhar com o H pra lutarmos pelo direito de usar linguajar coloquial diante de um desejo natural de se aliviar?


A empolgação e a vontade de fazer piadas graças ao uso de rum ultrapassava o senso de autopreservação e Han perdia o medo da morte momentaneamente. Havia a possibilidade do Agente não gostar das piadas, caso acontecesse, ele poderia morrer e assim como minhas atividades sexuais, esse personagem não teria durado muito e precisaria fazer mais um para compensar. Se ele gostasse, narrado god, totalmente calculado, habilidade apenas…

Ei, chefe… Serei obrigado a parecer um garçom ou posso usar algo mais descolado como um manobrista ou trocador de ônibus?

Seguiria o agente até a sala dele e se visse um sofá preto ficaria com medo, sentando com uma mão protegendo a boca e a outra o bumbum. É claro que o nariz e as orelhas estavam desprotegidos, mas torcia para o agente funerário ter fetiche com pés.

Na hipótese de B ensinar o A + B do recrutamento, ouviria atentamente e tentaria atuar para ser o mais convincente possível e assim ter a oportunidade de fazer os testes. Brincadeira tem hora, já disse o Predador Brasileiro, atualmente vocalista do grupo de pagode Revelação. Por isso, não economizaria esforços para ser bem sucedido.

Caso seja hora de falar sério, tentaria conversar mantendo um diálogo tranquilo e com o mínimo de humor possível, ou seja, responderia sobre suas motivações (atuando, é claro, pois sabemos que ele só quer comodidade) e histórico (este não precisava omitir por não ter feito nada ilícito até o momento a não ser ter comido aquela bomba na taverna).




Objetivos na Aventura!:
 

Ponto-Situação do Personagem:
 

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