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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: [MINI- Schimmer] Excelsior   [MINI- Schimmer] Excelsior EmptySex 20 Jul 2018, 18:20

Nome: Von Schimmer
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MensagemAssunto: Re: [MINI- Schimmer] Excelsior   [MINI- Schimmer] Excelsior EmptySab 21 Jul 2018, 01:46

~Mini-Aventura APROVADA~


Olá, seja bem-vindo ao OPRPG!!

Eu sou um Orientador, minha função é lhe ajudar a se adaptar neste universo do OPRPG.

Sendo assim irei lhe orientar de todas as formas possíveis, a partir de dicas no decorrer desta Mini-Aventura. Como esse fórum é bem complexo em suas regras, também irei tentar responder suas dúvidas, por isso, no menu de navegação (parte superior do site) existe um link M.P. O mesmo corresponde às mensagens privadas. Lá você poderá, em qualquer momento que achar necessário, me enviar dúvidas de como prosseguir no jogo; ou pode entrar no seguinte link: https://www.onepiecerpg.com/f3-duvidas-criticas-e-sugestoes , e criar um tópico para algum membro da Staff responder; mas caso tenha dúvidas durante a Mini, pode colocar em "off" no próprio post.

Sim... Vamos ao que importa?

Abaixo seguirão algumas dicas para que leia antes de criar seu primeiro post.

DICAS:


  • Lembre-se que você apenas narra as ações de seu personagem, seu personagem nunca FAZ ele sempre TENTA e também demonstre desde o 1º post qual o seu objetivo na aventura.
  • O ambiente que você se encontra, NPC's e todo o resto que compõe sua aventura, quem cuidará disso sera seu narrador.
  • As mini-aventuras servem para corrigir seus erros na narração durante a aventura e também formas melhores de deixar sua narração mais interessante.
  • Caso a Mini-Aventura fique sem post durante 5 dias por parte do player, a mesma será cancelada.


O 1º post é seu e eu serei o seu Orientador.

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MensagemAssunto: Re: [MINI- Schimmer] Excelsior   [MINI- Schimmer] Excelsior EmptyTer 24 Jul 2018, 03:59

Gênesis

"Meu nome é Ozymandias, rei dos reis:
Contemplem as minhas obras, ó poderosos, e desesperai-vos!"
- Falei ao corpo estirado ao chão, do qual sangue que escorria dos buracos em seu corpo chegavam já aos meus pés, ao qual com a palma da mão direita a banhei na seiva da vida e com a ponta dos dedos tracei sangue em meu rosto, o último suspiro daquele homem havia ido embora e não acreditando ainda mas eufórico por dentro, cedi ao meu verdadeiro eu ao dar o primeiro passo pra grandiosidade. Estava atirado no chão o maior obstáculo na minha vida, o homem que sempre lutou para eu o superar, que excedeu e exigiu de que não poderia haver superioridade a ele enquanto houvesse fôlego de vida em seus pulmões e agora ele já não respirava. Um agente do governo, minha inspiração, meu pai. Não consegui segurar o sorriso no rosto mas não consegui segurar a lagrima como se houvesse dois de mim, um triste por perder uma pessoa importante e outro feliz por superar seu mestre. Afinal ele havia procurado por isso, ele enseiava para que eu conseguisse mata-lo e consegui, com sua arma no final. Arma a qual ele jurava ser amaldiçoada, e  sempre repetia: "Eu não miro com minha mão, eu miro com os olhos. Eu não atiro com a mão, eu atiro com minha mente. Eu não mato com a minha arma, aquele mata com a arma esqueceu o rosto do Pai. Eu mato com o coração", teria ele se esquecido? Trêmulo depois do duelo já não podia segurar mais aquela arma e a joguei ao lago descendo o morro.

Como as ondas que vai e voltam essa memória não me sai da cabeça, parece que minhas mãos nunca mais ficarão limpa, sempre carmesim, assim como meu rosto; por mais limpo que eu os deixasse. Arrumado com roupa discretas e um sobretudo acolchoado com plumas, com vários bolsos pra guardar muito mais que o necessário - é uma incógnita o que tem em alguns bolsos. Usar essas roupas de meu pai me faz sentir perto dele como se fosse uma justificativa pela sua perca. Minha mãe ainda podia vê-lo em mim, nos meus sorrisos e mexer dos cabelos loiros. Tadinha dela, acredita que morreu em missão pelo Governo. Sei de meus pensamentos ainda imaturo, meus vinte anos ainda são pouco para plena sabedoria e agora, passado alguns meses, preciso daquela pistola para começar minha própria jornada, ela é a chave para meu sucesso.

Tentaria então voltar até o lago para encontra-la, sei que posso me recordar do caminho, porém Loguetown é uma ilha enorme, pode ser como procurar uma agulha no palheiro. Talvez com algum cidadão com aparência ou jeito que conhece o local possa me ajudar. Encontrando algum, confirmaria com ele a localidade do lago.

"Olá! Me chamo Von Schimmer, qual o seu nome? Poderia me informar onde fica o lago a nordeste daqui com alguma precisão?"

Caso sem sucesso, ninguém me ajudasse por quaisquer eventual motivo, eu ainda assim seguiria ao pouco que me lembro, talvez, pelo caminho, alguém vendendo mapas poderia ter essa localização sorte minha. Caso assim seja, torceria para que haja algum dinheiro nesses bolsos ou quem sabe alguma informação importante.

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MensagemAssunto: Re: [MINI- Schimmer] Excelsior   [MINI- Schimmer] Excelsior EmptyQua 25 Jul 2018, 00:49





NARRAÇÃO VON SCHIMMER



MINI AVENTURA / POST 01






A ilha mais próxima da Grand Line, representante do East Blue, Loguetown é um lugar que apesar de repleto e protegido pela Marinha, possui ataques constantes de piratas e renegados. Pelo fato de ser a ilha mais próxima da Reverse Mountain, este lugar se torna uma passagem obrigatória para todos aqueles navegadores ilegais que sonham em se tornar Rei dos Piratas ou derrubarem o Governo Mundial. Portanto, o tenente Kattleback Cruzis e seus auxiliares ficam sempre atentos às movimentações portuarias não usuais.


Von tinha pais agentes do Governo Mundial e seus próprios fantasmas para lidar. Um desejo de seguir sua própria jornada, tendo apenas as lembranças e ensinamentos provindos de sua família era o único laço com o passado que ele planejava manter nesta nova fase da vida; além é claro do revólver de seu falecido pai.


O rapaz loiro perua pela cidade de Loguetown buscando algum morador que possa servir de informante para lhe indicar a direção do lago do qual seu pai jogou a arma (seria um sonho ou seria uma lembrança distorcida?). Felizmente, a cidade era bem movimentada; principalmente em horário nobre.


"Olá! Me chamo Von Schimmer, qual o seu nome? Poderia me informar onde fica o lago a nordeste daqui com alguma precisão?" - Perguntava o filho dos agentes falecidos. Um homem de cabelos castanhos pára e volta-se para ele, coçando o queixo de um lado para o outro e desviando o olhar, tentando puxar pela memória alguma coisa - Lago? A noroeste... nossa... péra! - O rapaz cerra os olhos e exibe a palma de sua mão, como que pedindo calma para o rapaz que jurava ser Ozymandias - Serve o rio? Aquele que fica à noroeste? - O rapaz terminava sua reflexão e abria seus olhos novamente, observando Von Schimmer simpaticamente.


O que nosso protagonista faria agora? Seguir uma pista distorcida ou continuar buscando o paradeiro da arma de seu pai por conta própria?




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MensagemAssunto: Re: [MINI- Schimmer] Excelsior   [MINI- Schimmer] Excelsior EmptyQua 25 Jul 2018, 22:15

Hécate


Haviam enormes dúvidas em minha mente, mas como ter o controle? Preciso me agarrar ao que tenho certeza, aquela memória incessante que eu tinha. Talvez não por todos, mas meu pai era conhecido no QG, poderia alguém me reconhecer? Complicado dizer. A cidade estava linda e movimentada como sempre, passos largos, curtos e respirações longas e uma falsa calmaria me levaram a encontrar um homem a qual foi solidário em me ajudar pelas ruas de Loguetown

"Lago? A noroeste... nossa... péra!" - De um sentimento de esperança, enchi-me de tédio com certa demora dele se lembrar. Será certo confiar em uma possível resposta dele? -"Serve o rio? Aquele que fica à noroeste?" - Foi impossível não me assustar na hora, será então que estava enganado a isso? Certamente houve um leve surto por dentro de mim, ouvidos atentos poderia ouvir um leve ruido de palavras saindo de minha boca - "Meu nome é Ozymandias, rei dos reis: Contemplem as minhas obras, ó poderosos, e desesperai-vos!". Como confiar nele e não nas minhas memórias?

Viria então a dar ouvidos a mim mesmo. Seria eu um ser superior predestinado a grandiosidade e aquele homem? Quem poderia ser? "Entendo, analisarei então" - No tom mais sutil a algo cujo não me agradou poderia eu vir a falar. Tentarei então seguir rumo ao que eu já seguia, mas... poderia eu estar errado? Na duvida deveria perguntar para mais alguém, havendo confirmação, tentaria então ir rumo a informação a qual mais falam. Caso não haja confirmação e nem alguém contradizendo algum outro, viria a tentar seguir meu próprio rumo.

Com tantos caminhos e divisões no meu próprio interior, talvez tentar novos rumos perguntando novas informações não seria tão ruim. Tentaria, caso em falhas anteriores conseguir alguma nova pista, ou descoberta, tentando andar pela área norte da cidade, rumo a encontrar a agulha no palheiro a qual necessito.

Caso o homem insistisse na sua possível certeza, e forçasse me acompanhar, estranhamente teria de aceitar porém desconfiado tentaria persuadi-lo a deixar eu tomar rumo sozinho tentando adentrar numa base da marinha, por mais que psicologicamente poderia me afetar ao vir memórias de quando brincava por lá.
"Sinto muito Senhor, mas preciso resolver algo aqui no QG, mas muito obrigado por ter me acompanhado até aqui! - por mais que tentaria soar friamente, sei que por dentro o nervoso vai ficar cada vez maior, como as trombetas que não param de berrar em um cerco, avisando cada vez mais que o fim está próximo.

Off:
 

Legenda: Falas; Falas NPC;Ação
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MensagemAssunto: Re: [MINI- Schimmer] Excelsior   [MINI- Schimmer] Excelsior EmptySex 27 Jul 2018, 00:13





NARRAÇÃO VON SCHIMMER



MINI AVENTURA / POST 02






"Meu nome é Ozymandias, rei dos reis: Contemplem as minhas obras, ó poderosos, e desesperai-vos!" - O transeunte arqueava uma das sobrancelhas enquanto tentava decifrar o que aquela frase jogada no ar por Von Schimmer significava - Foi mal, mas... - Ele coçava o queixo e desviava o olhar do garoto compulsivo - Não entendi muito bem o que isso significa.


"Entendo, analisarei então" - O cidadão de Loguetown que havia sido parado para fornecer informações levantava os ombros e recebia um aceno positivo com a cabeça e um sorriso simpático em retorno - Ahhhh agora eu entendi! - Sorria ele enquanto aguardava uma próxima indagação do Ozymandias, rei dos reis.


Como não houve nenhuma, e Von se virava para procurar outro informante, o homem que o havia recebido bem também virou-se de costas e continuou seguindo seu rumo que fora interrompido.


Von procurava por mais alguém que pudesse ajudá-lo à encontrar o lago do qual seu pai tinha arremessado seu revólver, o que era relativamente simples e a fartura de pessoas ali era inigualável. Em meio a um horário nobre, muitas pessoas e comerciantes passeavam pelas ruas de Loguetown formada de ladrilhos e, era tanta gente, que alguns até esbarravam no garoto.


Desta vez uma mulher de cabelos longos rubros e uma boina era parada por Von. Ele perguntava gentilmente a indicação do lago do qual procurava e, eis que tinha novamente mais uma indicação contrária ao que julgava: - Olha... não sei de lago nenhum não. Só conheço mesmo o riacho que fica para lá... - A garota apontava para noroeste - Mas... francamente... - Ela coçaria a cabeça tentando se recordar de algo - A ilha é formada quase que completamente por cidade. O único riacho que tem aqui é mais um enfeite natural no meio da praça do que algo para uso de banhistas ou coisa do tipo. - Concluia a mulher.


Von Schimmer possuia agora mais uma pista para resolver seu mistério. Seu caminho estava muito obscuro... riachos não são lagos e noroeste é uma direção completamente diferente da nordeste... além do mais, não fazia sentido haver lagos (e nem mesmo riachos) em uma ilha majoritariamente urbana.


Tudo isso contribuía para a confusão de nosso protagonista, que nesse momento provavelmente não deveria estar acreditando que o lago onde o revólver de seu pai estava ficava mesmo em Loguetown (ou sequer havia existido...)




Off:
 

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MensagemAssunto: Re: [MINI- Schimmer] Excelsior   [MINI- Schimmer] Excelsior EmptySab 28 Jul 2018, 16:29

SOFRÓSINA

Acabou, por fim, o homem ficar confuso até com o que eu falava e foi claro notar isso, me retranquei e o vi ir embora. "Criatura efêmera, deveria ter se curvado ao sair"
Revirando os olhos, andei tentando fazer prova de mim mesmo para me encontrar perante ao abismo que caia. Teria saída dessa loucura? Será mais tranquilo lembrar disso do que a realidade? Porque não consigo chegar nela? Conduzi-me então a uma mulher desta vez, entre uma vastidão de pessoas a qual já era incomodante de andar. Observar aqueles rubros cabelos a qual o tom de vermelho me recorda um belo sangue, foi encantador. Sua voz soou bem aos meus ouvidos e com uma cara feliz ouvir o que a mesma tinha a dizer perante minha pergunta.


- Olha... não sei de lago nenhum não. Só conheço mesmo o riacho que fica para lá... - A garota apontava para noroeste - Mas... francamente... - Ela coçaria a cabeça tentando se recordar de algo - A ilha é formada quase que completamente por cidade. O único riacho que tem aqui é mais um enfeite natural no meio da praça do que algo para uso de banhistas ou coisa do tipo.
Assim que ela acabou de falar, não pude deixar de xingar todos as palavras de baixo calão possíveis em minha mente, a raiva que estava a subir em mim já não deixava meus pensamentos questionar a realidade e sim procurar razão, procurar fazer prova de minha sanidade a qual no fundo já não acreditava mais.
Respirava então fundo mas de forma suave e então tentaria convencer aquela mulher a me ajudar, talvez ela poderia me guiar nessa imersão a insanidade que me aprofundava.
"Mulher, por gentileza, guia-me até esse possível local." - De foma astucia tentava conduzi-la a me amparar, não conseguia confiar em mim.

Indo ela então comigo, analisaria cada lugar, talvez há pistas que possam completar aquela onda falhadas de memória. Tem de haver um ponto chave.Tentaria puxar algum assunto para acreditar até que ela não seria um fruto de minha mente, quem poderia confirmar essa realidade?
"Qual o seu nome?" - Para parecer majestoso, levaria meu olhar e sobrancelha como se fosse algo interessante seu nome. " Ando tão pouco por aqui e a tão pouco tempo estou nesta illha" - A raiva dentro de mim não impediu de dar um leve sorriso com essa mentira - "Compensada serás por isso".

Caso a mulher de cabelos rubros em momento algum tivesse me guidado, tentaria por conta própria e cheio de minha soberba achar por conta própria.
"Obrigado pelo pouco então, creio que pode ter sido de ajuda" - A partir daí, andaria até esse possível novo local por familiarização, ao menos tentar chegar o quanto antes. Talvez pelo caminho, fragmentos da verdade poderia iluminar minha mente a qual estava gradualmente se enfurecendo com os vermes ao meu redor e uma raiva a qual cegava minha visão apenas para o que estava a minha frente, não enxergando o que estava acima, a verdade.

Um homem com o manto da justiça cravado em suas costas recolhia um corpo, corpo esse de um homem de grande porte cujo peito estava todo furado por balas, corpo este, morto, que ainda amedrontava quem olhasse e não tivesse culhões de encarar o medo. Minhas mãos ainda tremem e não consigo me recordar do porque estava ali, mas não lembrava de nada até ver meu pai, Ramsés. Este estava morto e um sorriso estampava meu rosto enquanto lágrimas saiam. Complicado demais para eu entender aquilo.
O marinheiro após pôr o corpo numa maca, foi até um lugar com água a qual não conseguia enxergar e trouxe com ele uma pistola.

" Schimmer, não jogue fora este tesouro. Carregue com si o legado de seu pai, cujo fora o legado deixado pelo pai deste e assim por diante. Venha, te ajudo a fazer as cerimonias fúnebres dele."
Levantei-me, porém recusei tanto a pistola quanto cremar Ramsés, ele não havia morrido pra mim, ele estará vivo para sempre em meu coração mas o trauma foi tão devastador que não consigo me lembrar como aconteceu e quem o matou e quem o vingou, apenas prefiro apagar essa memória. Fui trêmulo para casa a procura de minha mãe


Cheguei-me então a uma epifania a qual vislumbrei algo que poderia vir a ser a verdade. Será que era isso então? Quem melhor do que eu para saber o melhor para mim? Devo confiar nessa lembrança? Sei que não conseguia andar mais, estava parado no meio de todos, tentando me mexer mas aparentemente impossível de conseguir. Até eu olhar para cima e pela primeira vez olhei e enxerguei algo a cima de mim e então tentei olhar para a mulher e pedir para fazer melhor, me guiar até o QG principal.
"Ei, já lembrei o caminho para onde quero chegar, se quiser me acompanhar para descobrir o que era e quiser ganhar algo. Será agradável a sua companhia."
Tentaria então a partir daí, com ou sem ela ir para o QG, precisava encontrar esse marinheiro, afinal, não é qualquer um que usa o manto da justiça. Deve ser alguém importante a ponto de lembrar de mim, pelo fato de ter me chamado pelo nome.

Caso chegue no QG, procuraria logo com a maior tranquilidade alguém que poderia me ajudar a localizar pessoas de alto escalão que possivelmente me ajudaria.
"Ei Marine, me indique onde posso encontrar alguém do alto escalão por gentileza!" - Caso ele me levasse ou me falasse, procuraria ir na direção em que foi-me guidada. Possivelmente era lá que estava a verdade, finalmente a fúria vinha a se acalmar em minha reflexão e agora já estava mais certo de onde achar.
Caso achando algum Marine de alto escalão, procuraria ver se a semelhança batia e se lembrava do Agente Ramsés e de mim.
Olá meu caro! Por grandes problemas passados, não me recordo bem mas procuro por um Marine de alto escalão que conheceu Ramsés, na verdade o que o enterrou. Sou filho dele e procuro por seu legado, seria muito importante, Senhor!"
Sei que estaria trêmulo nas pernas por estar perto de encarar a verdade, mas agora com clareza, sentia mais era o frio na barriga de encarar o mundo, de saber que estou a um passo de tudo.

Caso não consiga achar o Marine ou seja impossibilitado de procura-lo, tentaria pelas espreitas ver alguém a qual me lembrasse ou se assemelha ao misterioso Marine. De alguma forma tentaria acha-lo caso chegasse lá, sinto dentro de mim que a resposta finalmente veio ao por fim eu enxergar o que está acima de mim.

OFF:
 
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MensagemAssunto: Re: [MINI- Schimmer] Excelsior   [MINI- Schimmer] Excelsior EmptyDom 29 Jul 2018, 15:15





NARRAÇÃO VON SCHIMMER



MINI AVENTURA / POST 03






"Criatura efêmera, deveria ter se curvado ao sair" - Era assim que o fantasioso e poderoso Ozymandias julgava aquele ser que havia se virado sem nem ao menos realizar uma reverência. A rua estava realmente movimentada e era uma garota de cabelos colorados que dessa vez chamava a atenção de Von e ele então tenta novamente saber mais sobre o tal lago de Loguetown onde sua arma jazia.


"Mulher, por gentileza, guia-me até esse possível local." - Desta vez, Von Schimmer se rendia à sua própria loucura e dúvidas sobre sua própria sanidade. Sua esperança naquele momento já não era mais encontrar algum transeunte que pudesse lhe indicar para o lago do qual poderia meramente ser uma ilusão criada no labirinto de sua mente, mas um amparo vindo de uma bela fêmea, que pudesse conduzí-lo para o tal riacho do qual pudesse lembrar vagamente do poço aquoso que sua mente apresentava para si.


- Anne. - Responde a ruiva diretamente ao ser perguntada sobre seu nome. Uma pequena gota de suor desliza de sua testa quando Von diz que a recompensaria por sua ajuda. Muito provavelmente ele a estava assustando de algum modo, e se a trilha não estivesse tão movimentada e em um horário claro, nesse momento ela estaria fugindo à passos largos daquele desconhecido.


Von Schimmer viajava em seus próprios sonhos enquanto caminhava lado a lado com a camponesa de cabelos rubros. Tal vislumbre o fez mudar de ideia com relação ao seu percurso; o tal riacho já não mais lhe apetecia: "Ei, já lembrei o caminho para onde quero chegar, se quiser me acompanhar para descobrir o que era e quiser ganhar algo. Será agradável a sua compan....... - Zimmmmmmm. Um barulho cortou o vento e tal barulho cortou a testa da camponesa que caía de costas em câmera lenta com os olhos esbugalhados enquanto um fio de sangue vertia de sua testa.


- Hahahaha... esse revólver que peguei no lago é bom mesmo! - Uma voz rouca, que aparentemente pertencia à um homem vestido de negro e com um chapéu estava à alguns metros de Von. Em cada uma das mãos ele portava um revólver e, a que estava em sua mão direita lembrava muito a que um dia pertenceu ao seu pai.


Seria um sonho ou seria uma louca realidade misturada com a insanidade gerada por Von? De qualquer forma, a camponesa já fora abatida e o nosso protagonista estava desarmado enquanto um agressor estava à sua frente com dois revólveres. Os transeuntes que lá estavam rapidamente começaram a se dispersar após ouvirem o disparo e em poucos instantes apenas Von e o homem de negro eram as únicas almas vivas que estavam naquele local.




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MensagemAssunto: Re: [MINI- Schimmer] Excelsior   [MINI- Schimmer] Excelsior EmptyTer 31 Jul 2018, 16:15

nêmesis


Enquanto conversava com a camponesa, no meio da multidão das ruas de Loguetown, um leve arrepio começou a se manisfestar em minha nuca. Antes de terminar de falar um estouro silenciou todo o local. De cara olhei para a mulher que me acompanhava e vi, de rabo de olho, uma linha de sangue começar escorrer em sua testa. Preocupei-me em ter sido atingido também da mesma forma que o que parecia ser um tiro raspou nela. Por sorte não havia sido atingido, mas logo procurei segurar a mesma para mantê-la a salva. Nesse meio tempo pude notar enquanto as pessoas corriam o homem vestido de negro com um chapéu segurar duas pistolas, porém o mais curioso foi a de sua mão direito. Seria aquela o meu precioso tesouro a qual procuro?
Miro. Respiro. Prendo a respiração e por fim disparo. "POOW!" - estrondou o tiro da pistola. Na época era pesada ainda, só de segurar meu coração já disparava, me sentia infinito por dentro segurando-a, como se tudo fosse possível. Meu pai sorrindo pegou o pássaro abatido com meu tiro. Não dei muita bola por ter matado ele, primeira forma de vida que tirei, na hora só pensei no que isso afetaria em meu futuro, nas possibilidades e o que poderia trazer pra mm. - EI! Não se admire por poder tirar vidas, hahaha... grandes merda pequeno rei. Qualquer um tira vidas filho meu, a questão é saber quando não tirar. Essa é a parte difícil, ainda mais quando seu eu por dentro anseia por isso. Seja mestre de você mesmo que serás mestre de todos. - Não pude tirar essas palavras da minha cabeça. Meditei bastante desde então

Nunca me esqueci como era aquela pistola, linda como só. Vê aquele homem segurando o que aparentava ser ela, me fez lembrar meu pai. Esbanjei um leve sorriso mas aquele homem queria encrenca, não que eu iria satisfazer ele na verdade estava cagando pra ele, só quero o que é meu. Caso, tivesse conseguido segurar a camponesa antes e estivesse com ela aos meus alcance ou quem ainda estivesse fugindo por perto irei eu então tentar puxar a pessoa com todas as minhas forças e tacar para cima do homem armado afim de o derrubar, mas acima de tudo, como distração. Sei que o peso da pessoa mais minha força poderia fazer com que ela fosse talvez de forma lenta até ele mas o ideal seria só o fato de ele ter que se movimentar para que eu pudesse partir para cima dele, procurando a todo tempo algo como pedra ou madeira, qualquer coisa que pudesse tentar tacar em sua cara também enquanto tento disparar pra cima dele com tudo que der. Minha cara já esbanjava um tom de maníaco, minha língua passava de canto a canto dos meus lábios e meus olhos se arregalavam cada vez mais. Meu foco sem dúvida estava cada vez mais preso no homem ao qual tentava agora chegar perto para segurar seu braço direito - o qual possivelmente empunhava a pistola de meu falecido pai - com o meu e preparava meu braço esquerdo para esmurrar sua cara em um soco cruzado na diagonal. Meu braço esquerdo estava desde sempre preparando para reagir com um soco, ou seja, meu braço direito desde enquanto partia para cima estava para me defender ou auxiliar na aproximação, tentando sempre manter o cano das pistolas dele fora da minha direção. Conseguindo esmurrar ele e segurar seu braço direito, no mais rápido possível tentaria então arrancar a arma de sua mão. Mesmo que não conseguisse dar o cruzado no homem mas conseguisse desarma-lo ao segurar seu braço, partiria logo com um golpe para derruba-lo ao chão - passando minha perna direita atrás do corpo dele enquanto com o antebraço direito tenta empurrar ele para trás entre o pescoço e o peito - conseguindo então derruba-lo tentaria pisar com força em uma de suas mãos e me agachar apontando a pistola para sua cara.
"Como ousa não só pegar o que era de meu pai como disparar perto de minha direção!? Eu sou Ozymandias, rei dos reis: Contemple minha obra ó criatura efêmera e desesperai-vos." - Logo ponderaria sobre o que fazer, assim como meu pai disseste para mim, vida ou morte, o poder está em saber quando dar os dois. Sorte daquele homem eu ter sido instruído nisso. Caso ele não tentasse fazer nada para reagir nesse momento tentaria então imobiliza-lo ou desmaia-lo para levar o mesmo para a marinha. Em caso de qualquer reação que poderia me pôr em uma fria, sem ponderar na frieza que cresci tentaria disparar na sua cara um tiro com toda raiva que acumulo.

Caso não tivesse uma pessoa mais por perto ou não conseguisse jogar alguém em cima dele, logo tentaria dar uma cambalhota em direção a ele mas na diagonal. Procurando algo como pedra ou madeira, tentaria tacar em sua cabeça. Claro que não conseguiria desviar das possíveis balas que poderia vir antes de eu chegar nele pela distância que estamos um do outro. Caso o que parece ser inevitável de acontecer ocorra, levar um ou mais tiros, tentaria assim que disparado mudar minha posição para desviar das balas, claro que como algo quase impossível talvez ao menos com o sobretudo que uso além da falsa imagem que pode dar de onde meu corpo está, talvez fosse o bastante para desviar para pontos não letais e nessa hora apenas uma mistura do ódio e a calma para não me desesperar poderia fazer eu aguentar aquilo.
"AAAAAHHHHHH, VOCÊ NÃO PODE ME MATAR"! NÃO SABE QUEM SOU? SOU OZYMANDIAS, REI DOS REIS: CONTEMPLE MINHA OBRA Ó CRIATURA. - Gritando procuraria me aproximar dele o mais rápido possível com "sangue" nos olhos e lambendo os lábios. Chegando perto pularia como um tigre em sua presa afim de segurar suas duas mãos e dar uma cabeçada em seu nariz. Preparado a todo tempo para um possível impulso para desvio e tentar passar uma banda caso falhe derruba-lo daquele jeito. De qualquer forma o derrubando tentaria desarma-lo e com a pistola de meu pai, faze-lo desmaiar com alguma coronhada ou algo do tipo, deixando para mata-lo em último caso com um disparo na cabeça, não importa se com ele em cima ou embaixo de mim.  

Caso quando tivesse chego perto dele, o mesmo tentasse algo como me chutar, me socar, ou atirar, e não conseguisse joga-lo ao chão como nos casos anteriores. Logo tentaria então num brusco movimento tirar meu sobretudo e jogar em cima dele e rapidamente tentaria segurar o seu pulso direito dele com meu braço esquerdo e com meu braço direito dar um soco no meio de suas costelas e no mais rápido e bruto movimento possível, levantar meu braço direito com tudo em baixo do cotovelo do braço direito dele, enquanto estico o mesmo com meu braço esquerdo, num movimento com a pura intenção de tirar o ar de seu pulmão ou tentar algo próximo disso e em seguida quebrar o braço dele. Quebrando ou não o braço dele, tentaria dar uma cotovelada no queixo dele e desarma-lo para tentar dar um tiro no pescoço dele.

off:
 

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MensagemAssunto: Re: [MINI- Schimmer] Excelsior   [MINI- Schimmer] Excelsior EmptyQui 02 Ago 2018, 01:15





NARRAÇÃO VON SCHIMMER



MINI AVENTURA / POST 04






O homem que vivia intensamente a fantasia de ser Ozymandias, rei dos reis, estava enxergando tudo à sua volta em câmera lenta: A menina ruiva caindo, o homem trajado de vestes negras gargalhando de forma sinistra, a arma que o recordava muito de seu objetivo... tudo contribuía de uma forma estranha para gravar memórias estranhas na sua mente que o recordavam um pouco de seu passado.


As emoções de Von Schimmer pela recém falecida que havia acabado de lhe dar informações sobre o paradeiro do revólver de seu pai eram mais rasas que uma piscina de plástico portátil. Ele não estava nem ai para a saúde da garota e nem se o homem de negro iria morrer ou se ferir com sua investida. Seu objetivo era claro: recuperar a arma que era sua por direito.


Tanto eram rasos seus sentimentos que ele chegou inclusive a cogitar utilizá-la como arma para distrair seu rival, jogando seu peso em cima do atirador. Todavia, não era preciso analisar a ideia por mais que pouco segundos para concluir que ela era inviável naquela situação. Seu algoz estava a pelo menos oito metros de distância de Von e ele não conseguiria erguer a camponesa e arremessá-la tão longe, além é claro de ser alvejado várias vezes enquanto tentava erguê-la.


Outra ideia porém, dessa vez mais interessante e viável, era utilizar alguns paralelepípedos que estavam soltos da rua de pedra (da qual já não possuía mais vivalma além de Von e do atirador com roupas escuras) para arremessá-las contra a cabeça de seu inimigo.


Ele então dá uma cambalhota em direção dos paralelepípedos soltos e acabou pegando o primeiro pedaço do qual sua mão alcançara. Aquele pedaço de pedra, que pesava aproximadamente 5kg, foi jogado certeiramente contra a cabeça do homem que urrou de dor - Ahhhhhhhh - com o objeto chocando-se contra sua testa fazendo seu chapéu cair lentamente dançando junto com o vento e deixando o atirador aparentemente grogue enquanto tentava se recompor do susto e manter-se de pé, apesar das suas pernas estarem bambas e não respondendo conforme seu cérebro deveria ordenar.


"AAAAAHHHHHH, VOCÊ NÃO PODE ME MATAR"! NÃO SABE QUEM SOU? SOU OZYMANDIAS, REI DOS REIS: CONTEMPLE MINHA OBRA Ó CRIATURA. - Von bradava enquanto o seu rival tentava se recompor. Sem ter muitas condições de se defender, o homem grogue pela pedra que lhe foi arremessada contra a cabeça mal pôde perceber quando o Rei dos Reis lhe cabeçeava o nariz com força e fúria, derrubando-o e fazendo com que ele batesse com toda a força suas costas contra o chão de paralelepípedos de Loguetown.


Por garantia, já com o seu oponente jazendo no chão desacordado e com o nariz sangrando, Von Schimmer aproveita para pegar aquele que parecia ser o revólver de seu pai e dar uma coronhada na cabeça do homem para que ele não despertasse tão cedo.


Poucos instantes depois, quando a adrenalina do combate já estivesse em um estado controlado, Von perceberia que o peso da arma era diferente... os detalhes diferentes... o tambor menor e o número de série pertencia à um revólver muito mais recente. A única certeza que ele poderia ter naquele momento, é que esta arma que estava em suas mãos não era aquela que seu pai arremessou no lago. Sua jornada deveria continuar...




Off:
 

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