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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Corvejo de partida

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Corvejo de partida   Corvejo de partida - Página 3 EmptyQua 18 Jul 2018, 22:03

Relembrando a primeira mensagem :

Corvejo de partida

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Doppio "Diabrete" Pannacotta. A qual não possui narrador definido.


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OverLord
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MensagemAssunto: Re: Corvejo de partida   Corvejo de partida - Página 3 EmptyTer 31 Jul 2018, 19:09


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"Como você venderia a morte? Literalmente a experiência definitiva! Sem seguro, sem enjoo, sem discussão, uma viagem só de ida"
Post: 07 | Localização: Ilha Aracne




Diablo e Hynno corriam para aquela direção do tiro, o psicopata estava um pouco atrás do adorador e conforme a corrida, eram pegos pelas teias, mas essas só grudavam em seu corpo, notava que Diablo até tropeçava uma vez, mas logo se recuperava e continuava. Sabia que não conseguiria acompanhar ele ou as aranhas, mas chegaria junto com Diablo um pouco depois das três criaturas. Durante o avanço, o psicopata percebia uma árvore que, enquanto avançavam, ela crescia. Foi em um certo momento, que Diablo parava sem avisar nada, se escondia atrás de uma moita e fazia uma espécie de sinal para que Hynno fizesse o mesmo e sem pestanejar, o lunático fazia isso. Um grito feminino havia sido escutado e após o grito, o trio de aranhas se moviam, para a sorte da dupla, elas não haviam percebido eles atrás da moita e podiam pega-las de surpresa. Finalmente, poderia utilizar o lança chamas, mas teria que ser nas menores, pois a maior estava mais adiante.

O senhor da luz queria um grande sacrifício, segundo Diablo, seria a Rainha Mãe, mas estávamos tendo um imprevisto, aquelas três aranhas, uma delas, era maior que as outras, provavelmente poderia servir de sacrifício, precisava tomar cuidado. Diablo dava um espaço, como se tivesse pedindo para ele começar. Utilizando sua furtividade, procuraria fazer com que a aranha da direita estivesse na mira do lança chamas e então, sentaria o dedo indicador no gatilho. Procuraria queimar a criatura até que a mesma não pudesse mais se mexer, começando pela cabeça e então, se Diablo ainda não tivesse eliminado a da esquerda, Hynno procuraria avançar em ziguezague contra àquela e buscaria incinerar ela utilizando seu lança chamas, focando na cabeça da mesma. Se após acabar com as duas, aquilo chamasse a atenção da maior, procuraria incinerar a cabeça da mesma, enquanto buscava recuar, isto é, se a maior viesse para cima de Hynno.

Se ela continuasse a avançar, procuraria ficar atrás da moita e incendiaria a mesma, se ela quisesse avançar, teria que queimar as patas. Mas, mesmo depois de tentar incendiar a moita, voltaria a mirar na cabeça da mesma. Esperava que queimar aquela aranha maior fosse o suficiente para Diablo e seu senhor, pois se aquela aranha não fosse a Rainha Mãe, só podia supor que a mãe era bem maior do que a que estava vendo. Precisaria finalizar aquilo com aquelas três mesmo, capaz de que, se adentrasse ainda mais naquela floresta obscura, surgiria outra maior do que aquela, era assim a natureza. Algo maior sempre viria, com pessoas a mesma coisa.

Se elas soltassem teias, Hynno buscaria dar três saltos para trás e um para o lado oposto que Diablo estivesse e em seguida, voltaria a atacar com o seu indicador no gatilho contra a cabeça da aranha da direita. Repetiria esse processo quantas vezes fosse necessário, até que elas tivessem sido exterminadas e se esse fosse o caso, isto quer dizer, aquelas três tivessem morrido

Em qualquer um dos casos de luta contra as aranhas, se sua oponente se esquivasse para os lados, Hynno procuraria mudar o curso das chamas, girando um pouco seu corpo para o lado que ela havia se esquivado e daria um passo para a frente, se fosse preciso. Se a esquiva dela fosse para trás, Hynno daria no máximo, dois passos para a frente, se fosse seguro, ainda com o dedo no gatilho. Se elas tentassem contra-atacar nesse caso de esquiva, Draguren seguiria o mesmo plano do primeiro caso, lá no início.

Caso a aranha maior não se interessasse pela dupla após o feito, Hynno iria incinerar ela do mesmo jeito, da melhor forma possível que conseguisse encontrar para terminar com a vida daquela criatura. Procuraria incinerar as patas dela, na pior das hipóteses, o chão dela. E então, caso ela agora prestasse atenção neles, usaria os mesmos casos de ataque, defesa e contra-ataque.

Caso tudo acabasse “bem”, isto é, as três mortas, olharia para Diablo e perguntaria: - Será que o senhor da luz está satisfeito, com esses três sacrifícios? E enquanto esperava uma resposta dele, olharia para a porta aberta daquele tronco e, se percebesse alguém conhecido, sussurraria: - Parece que eles estavam dentro daquele tronco. E então, giraria os calcanhares e voltaria para o início da ilha, mas antes, diria para Diablo: - Vamos voltar, pretendo retornar para o Peste Negra e sair dessa ilha. E então, correria até lá, incinerando tudo que podia, isto é, se ainda tivesse o líquido para incinerar, se não, apenas correria para o navio. Se tivesse, incineraria a floresta, assim, buscando levar as aranhas juntos com o incêndio.


Objetivos:
 

Contador do piromaníaco:
 

Histórico:
 

Referência:
 
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MensagemAssunto: Re: Corvejo de partida   Corvejo de partida - Página 3 EmptyQua 01 Ago 2018, 18:18



Corvejo de Partida
Diabrete


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Meu olhar fundo atingiu a figura de Aiko. Vê-la ali desabada em prantos deveria me fazer sentir algo. Não fez. Os olhos estavam totalmente despreocupados enquanto fitavam-na. Que seja; não me importo com essa mulher, mas seu choro está me dando na porra dos nervos. Movi um dos pés para frente com velocidade, sem chutá-la, apenas indicando que se distanciasse de mim. — Vai se foder, mulher. — Saquei Nero e apontei aquele trabucão para ela. — Cê não tá em posição de exigir nada de mim; nunca esteve. — Usei o polegar para destravar a arma. — Se quer tanto o filho da puta morto, faça algo a respeito, não jogue isso sobre os ombros alheios. Eu não tenho culpa se cês são fracos pra caralho e não conseguem lidar com uns meros capangas, como fez o Piromaníaco. — Não tinha intenção de atirar. Me desvencilharia dela, por fim, e iria me aproximar mais um pouco da porta, no intuito de abri-la. Parei na metade do caminho e olhei pro tritão. — Evustro. Cê é a porra de um príncipe. Cuidado com esse seu maldito olhar; a culpa de cês terem sido capturados é toda de vocês. Inimigos são a grande maioria do que vamos encontrar nessa porra de oceano, então estejam preparados pro que der e vier.

|____|

Um barulho do lado de fora chamou-nos a atenção. Vi o tritão recuar e quase dei uma risadinha pra aliviar a tensão. Não o fiz. Ouvi-o comentar e até me fez sentido por um momento que fossem eles retornando. Na verdade, não faz tanto sentido assim. Mirei a porta com Nero, silencioso. Se eles quisessem nos matar, teriam feito tudo de uma vez, e o próprio Tirano não teria feito aquele show todo. Por fim, conclui que devia ser algo além disso. O que não me fazia diferença alguma, no fim das contas.

Eu só preciso atirar em alguma coisa pra extravasar essa porra. — Descarreguei todo o rancor e ódio no gatilho. A mão esquerda de prontidão para fisgar novos cartuchos nas vestes, e assim o faria; de minhas mãos franzinas, vapor esverdeado. Subitamente, dispararia um turbilhão de projéteis contínuos na direção da porta, como uma metralhadora. Gatilho Desenfreado. A técnica tirava a limitação de cadência da pistola e praticamente a transformava numa SMG. Dezenas de projéteis seguidos, numa velocidade absurda viajaram pelo ar, destruiriam a porta e iriam ter com o que quer que estivesse do outro lado dela. Recarregaria sempre que estivesse na última bala do pente equipado, para não interromper o fluxo de disparos.

Caso atingisse o alvo com todos os tiros e ele caísse, seguiria para fora sem guardar a arma. Passo após passo, pingando sangue e deixando um rastro, abandonaria o salão maldito onde ocorrera minha derrota mais suja e desesperadora. Contornaria o ser que deixara a sombra sobre a porta analisando-o minuciosamente durante o trajeto; ao mesmo tempo, graças ao campo de visão surreal, também analisaria quaisquer outras figuras além dele. Caso o Piromaníaco estivesse entre eles, olharia-o fundo nos olhos, mas não diria uma merda. Silêncio puro.

Seguiria para o navio. Quieto e carrancudo.

Diabrete:
 
Gatilho Desenfreado:
 

____________________________________________________

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MensagemAssunto: Re: Corvejo de partida   Corvejo de partida - Página 3 EmptySex 03 Ago 2018, 00:20



Aracne Island 7
Diabrete e Piromaniaco



Narração - Todos


Dentro do tronco da arvore, estava a maior parte da Trupe Corvinata, o apelo de Aiko não mudava em nada para seu “Capitão”, para o rapaz, tudo que havia acontecido foi por culpa deles e apenas isso, Doppio falava o que queria, e por mais que suas palavras eram ríspidas, servia com um lição para todos ali presente, a garota ficava em pé e limpava as lagrimas em suas bochechas – Vai se foder, eu quero sair dessa ilha – Aiko evitava olhar para o garoto, já Berthulls apenas acenava com a cabeça para seu “amigo”, o pior parecia ter passado, mas havia algo a espreita do lado de fora.

Após ouvir o grito da garota, as aranhas sabiam que dentro daquela arvore tinha “comida”, por causa do tamanho das mesmas, elas não conseguiam passar pela estreita porta, de modo que o único jeito era esperar que os que estavam la dentro saíssem, a maior ficava na porta pronta para lançar sua teia em quem aparecesse, as duas menores ficavam alguns metros atrás, e escondido na moita, estava Hynno e Diablo, ambos armados com lança chamas, ambos estavam numa posição favorável para acabar com os animas em sua frente, pegariam elas na retaguarda.


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Quando Diablo deu passagem para o Piromaníaco usar seu novo “brinquedo” o mesmo não pestanejou, posicionando seu corpo, o rapaz mirava na aranha da direita, seu dedo apertava o gatilho, e como um sopro vindo direto do inferno as chamas saiam de dentro do cano da arma, o calor emanado pelo fogo ardia o rosto de Diablo que não afastava um passo para o lado, o homem parecia hipnotizado com o que via. A torrente de fogo acertava em cheio na aranha, acertando em suas “costas”, pegando sobre sua cabeça, no momento em que sentiu seu corpo queimando a mesma virou para atacar seu agressor, mas já era tarde demais, Hynno tinha o animal na mira e não dava trégua, seu dedo apertava o gatilho e não recuava de modo algum.

A aranha da esquerda afastava da sua parceira e virava para atacar Hynno, o animal levantava a parte da traz do seu corpo e atirava uma teia grossa que acertaria em cheio e provavelmente prenderia o Piromaníaco, mas Diablo não iria ficar apenas assistindo, o homem levantava a manga do seu casaco e deixava seu aparato a mostra, então abria um grande sorriso – Queime! – seus mines lança chamas brilhavam e duas torrentes de fogo saiam dos seus punhos e queimavam a teia e juntamente acertava a outra aranha fazendo com que a mesma soltasse um grunhido aterrorizador antes de perecer, o fogo tomava conta do seu corpo levando aquela vida para a companhia do seu senhor.


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Enquanto os dois faziam seus alvos arder em chamas, dentro da arvore Doppio não queria saber quem estava la fora, o homem sacava sua pistola e apertava o gatilho, aquele ataque fazia a pior forma do pirata aparecer, o psicopata que era, o garoto expressava sua raiva em cada bala, o cheiro de pólvora tomava conta do local, as balas perfuravam a madeira expeça do tronco e transforma aquela barreira em uma peneira, o rapaz não mirava em nada, apenas descarregava suas frias emoções ali, mas por sorte, seu alvo era grande e estava bem na porta.

Enquanto Hynno queimava agora o corpo sem vida da aranha menor, ouviu-se os tiros vindo do tronco, a aranha maior dava alguns passos para trás, mas era tarde demais, seu corpo já havia sido furado diversas vezes, um liquido preto e gosmento saia dos buracos cobrindo o chão, contudo, o animal não estava morto, tentava levantar, mas sua cabeça foi o local mais atingido, por isso, era questão de minutos para que o animal falecesse.


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Os três animais agora jaziam sem vida, mas como dito, atirar sem mirar pode ser uma má ideia, enquanto Hynno carbonizava seu alvo, notava que o liquido que dava a combustão estava acabando e por isso, as chamas ja não eram tão fortes como no começo, notava que Diablo havia parado de usar seus lança chamas, e mais, o homem estava no chão, com o peito no solo, sua mão esquerda estava preta pela fumaça que saia do seu aparato, mas agora era possível ver sua jaqueta coberta com vermelho, mesmo com a mão naquele estado, o rapaz colocava ela na sua barriga, para ser mais preciso, no lado direito, quase sobre as costelas. Mesmo aparentemente ferido, Diablo ainda estava com um sorriso em seu rosto, seus olhos estavam fixos em Hynno, o adorador parecia estar hipnotizado pelas chamas do Piromaníaco, como que estivesse tendo uma visão, pelo barulho dos tiros de Doppio, várias aves saiam voando do topo das arvores próximos, Diablo parecia não acreditar no que via, seus lábios tremiam, parecia estar querendo dizer algo, mas Hynno não escutaria, mas quem estivesse mais próximo podia escutar – Obrigado meu senhor, eu sabia que a profecia era real, e ele, so pode ser, sim, eu tenho certeza, o escolhido apareceu.

Após atirar como Rambo um psicopata, Doppio caminhava para fora, seguido por Berthulls, que carregava Tobio em suas costas, enquanto Aiko se despedia de Yoki com um beijo em sua testa, a menina fechava os olhos da sua amiga – Eu te vingarei – e por fim seguia os homens, ao abrir a porta, o Diabrete notava o animal a sua frente, uma visão aterrorizadora, o animal todo furado, escorrendo uma gosma fedorenta, cumpre salientar, que o cheiro do local era horrível, o cheiro de carne e pelos queimados juntava o fedor de sangue, além da fumaça que cobria os céus, era uma cena horrível.

Todos agora estavam no mesmo cenário, Diablo tentava se levantar, cobria seu ferimento, mas era perceptível que havia sido atingido por uma bala “perdida”,  ao notar Hynno se aproximando o lunático se levantava, quando o Piromaníaco ameaçava dizer algo, via seus companheiros, a Trupe Corvinata estava reunida novamente, mas os dois, Diabrete e Piromaníaco não trocavam nenhuma palavras, apenas olhares, era so isso, contudo, Berthulls e Aiko arregalavam seus olhos, e o tritão era o primeiro a falar – Vamos para o barco – sua voz era séria e carregada, não se sabe por que não falaram ali que Yoki havia sido assassinada, e que ate poucos minutos atras Hynno era considerado morto, talvez por que não era a hora correta, Aiko simplesmente seguia os dois, ignorando completamente o espadachim.



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Hynno também parecia não se importar em rever seus aliados, voltando sua atenção para Diablo, questionando-o sobre a felicidade do senhor da luz, mas o lunático parecia estar demasiado feliz para quem havia tomado um tiro – Ele me mostrou, sim, ele me mostrou, você e o escolhido Hynno, eu vi o senhor da luz em você, sua face era igual a dele, agora tudo faz sentido – enquanto falava, o homem gesticulava com as mãos, e cada vez que deixava de cobrir o furo do tiro, o mesmo escorria o liquido vermelho – Ele te mandou para essa ilha, e agora nos juntou, e um sinal, sim, e um sinal, ele me falou que o escolhido apareceria, e você e essa pessoa, eu lhe seguirei, sim, caminharemos juntos para cumprir as ordens do senhor da luz – o tatuado então erguia as mãos para o céu, e por coincidência quem sabe, nesse momento passava um homem voando, talvez voando não fosse o termo certo, mas sim, caminhando pelos céus - Precisamos de rum haha – terminada Diablo, ignorando seu ferimento.


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Doppio caminhava pelo caminho que chegou ali, e finalmente via sua embarcação, e para sua surpresa, havia um homem sentado no caralho do brigue (caralho e a cesta que fica no maior mastro), e quando via a aproximação do quarteto salto e deu uns pulos no ar pousando no convés, o homem estava todo suado e ofegante, ao sentar na beirada no brigue, coçava sua cabeça como que um sinal de preocupação, ou podia ser simplesmente uma dor em sua costa – Estava te esperando Diabrete, Lady M me enviou, o homem era jovem, tinha um cabelo preto e usava um cachecol vermelho. Hynno e Diablo seguiam para o barco, estavam poucos minutos atrás de Doppio.



Ferimentos:
 

Aliados:
 

ElDiablo:
 


Willian West

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Corvejo de Partida
Diabrete


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Logo que avistei o homem do cachecol vermelho, saquei Calígula como um caubói e disparei o grappling hook acoplado, que ia se travar logo na beira do navio, perto dele. Um clique reverso no gatilho seria responsável por enrolar a corda novamente, içando-me a bordo. — Espero que tenha esperado bastante. — O mau humor graças aos recentes fatos acabaria por ser descontado no rapaz. Uma vez dentro da náu, seguiria meu caminho pelo convés, com passos calmos, e indicaria com o queixo para que o homem me seguisse. — Tenho coisas pra fazer, podemos falar enquanto as concluo. — E seguiria para a ferraria do navio; no meio do caminho, berraria para quem viesse de fora — principalmente Aiko — um comando bem sexista. — Vamos içar velas, caralho! E alguém vai preparar o jantar! — Ríspido e aparentemente irritado. Abriria as portas que estivessem pelo caminho e prosseguiria para meu destino.

Seja educado, rapaz. — Deveria ser estranho pra ele, uma criança falando desse jeito, como se fosse mais velha. Olharia-o de rabo de olho, sem me virar para trás. — Apresente-se, cê vai nos acompanhar até a localização de Lady M, que por acaso ainda é desconhecida pra mim. Pode falar a vontade sobre isso. — Uma vez dentro da ferraria, tiraria os cartuchos de dentro das pistolas e as colocaria sobre uma bancada. — E outra coisa, como caralhos cê chegou aqui a pé? Não vi nenhuma jangada ou barco novo no porto.

Dentro da oficina...

Caminhei rápido pra lá e pra cá; fisguei algumas ferramentas aqui e ali e voltei à bancada onde estavam as irmãs. Por um momento, me senti relaxado novamente. Um sorriso, mesmo que breve. Apanhei uma banqueta alta a arrastei pelo assoalho, me sentando logo em seguida.

Foco era tudo que se podia ver em meu rosto. Na canhota, uma chave de fenda; na direita, porcas, parafusos e outros pequenos equipamentos metálicos. Inicialmente, tudo que fiz foi desparafusar ambas as pistolas, girando a ferramenta no sentido anti-horário. Ao todo, oito parafusos em cada uma, totalizando dezesseis. Coloquei-os organizadamente num canto do balcão e finalmente abri as armas na metade.

Larguei a chave de fenda logo perto da carcaça solta das gêmeas e fui, com a mesma mão, fisgar um alicate-pinça que havia recolhido em outro canto da oficina. Utilizei-o com destreza, manejando a ferramenta suavemente ao redor dos pistões, remodelando suas posições — um por um — com atenção. O remanejo dessa parte específica deveria dar maior potência às armas já naturalmente fortes, aumentando a força e a penetração dos disparos.

A primeira a terminar foi Nero; todos os pistões estavam devidamente realocados de maneira a atingir o centro da bala em simultâneo e numa área menor, resultando num ponto minúsculo de convergência de impacto. Isso faria com que a força fosse melhor transferida pra o projétil. Abandonei o alicate logo ao lado da esquecida chave de fenda, e a tomei em mãos novamente. Recolhi os oito parafusos e, com movimentos sentido horário, tratei de fechá-la novamente, muito mais firme que antes.

Em seguida, Calígula; o processo foi o mesmo. Realoquei os pistões com o alicate e os dei mais firmeza e menos área de impacto. Movimentos afiados e precisos, perspicazes o suficiente para não haver falha alguma. Novamente, troquei a ferramenta pela fenda, e com os oito parafusos restantes, tratei de fechá-la novamente.

Tomei-as em mãos e movi os braços pra cima e pra baixo, girei as mãos com o dedo no guardamato, sem tocar o gatilho; isso serviu para avaliar novamente seu peso e firmeza. Estava ok.

Fim.

Ao passo que finalizasse as melhorias no par de armas, muniria-as novamente e voltaria ao convés, sinalizando que o homem me acompanhasse. O objetivo era colocar a mão na massa e começar o trajeto para outra ilha, onde Lady M residia. Uma vez no deque, iria ajeitando as velas e apontaria Berthuls com o polegar. — Ele é o navegador, passa as coordenadas pra ele. — Puxaria cordas, amarraria, subiria na gávea com auxílio dos grappling hooks e etc; tudo em prol da partida. Se notasse alguém novo a bordo nesse meio tempo, pararia por um instante para avaliar a/as pessoa(s). — Isso aqui virou a porra da casa da mãe Joana agora?! — Se não estivessem ajudando em nada, me enfureceria. — Bora sujar as mãozinhas de princesa, caralho; se quer ficar aqui dentro tem que colaborar, tem mamata nessa bosta aqui não. — E jogaria tarefas nas mãos dos desocupados.

Assim que estivéssemos em alto mar, chamaria o enviado de M. pelo nome, para um canto meio isolado dos demais. Se viesse, seria curto e grosso. — Esse seu segredo que te trouxe até aqui a pé; eu quero aprendê-lo e posso pagar. — Meus olhos fitariam-no profundamente, sem piscar ou desviar o olhar, mantendo contato visual constante. Era um meio de tentar persuadi-lo. Eu não pagaria por aquilo.

Caso concordasse em me ensinar, gesticularia com as mãos para que prosseguisse, e prestaria toda a atenção na teoria que me explicasse; arrumar algo para me ocupar e focar naquele momento era essencial. Do contrário, todos os meus pensamentos se focariam na derrota. No gosto de bosta que surge na boca quando alguém enfia o polegar roliço no fundo do seu cu. Na sacanagem que Vinegar fez. Na sacanagem que Itori fez. Não os perdoarei. Agora, eram dois nomes na lista.

Diabrete:
 

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Última edição por ReiDelas em Qui 09 Ago 2018, 02:23, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Corvejo de partida   Corvejo de partida - Página 3 EmptySex 03 Ago 2018, 15:51


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Post: 08 | Localização: Ilha Aracne




Era a hora do ataque contra aquelas aranhas, a da direita era a sua presa e começava o ataque, incinerava a criatura da direita e quando a mesma reparava e se virava, era um adeus. Aquela ali havia sido incinerada por completo, sem trégua, o erro de Hynno foi apenas focar principalmente na da direita. Quando reparava, via que a da esquerda se preparava para atacar o psicopata, pois ela se levantava para soltar a teia, mas nesse momento, Diablo intervia e aquela aranha também era incinerada, junto com a teia. Enquanto brincava com o lança chamas contra aquelas duas criaturas, podia escutar sons de tiros, podia significar que Doppio estava lá naquele tronco, ou então, algum outro atirador, que parecia focar na maior. As três estavam mortas, pelo menos duas, a maior pela quantidade de gosma que saia, podia significar que era sangue e em breve, iria perecer. Aquele liquido estava acabando, a brincadeira estava pelo fim, precisava encher o cilindro novamente, para conseguir brincar mais com o lança chamas, já Diablo, estava no chão por algum motivo. Quando reparava melhor, uma de suas mãos estava preta por causa do mini lança chamas e sua jaqueta, vermelha sangue. Provavelmente, havia sido atingido por algum tiro de Doppio e então, todos estavam lá, exceto Yoki.

Todos reunidos, o grupo partia para Peste negra, exceto Yoki, que não sabia onde estava, mas também, pouco importava. Com Diablo, questionava sobre o Senhor da luz após aquele sacrifício e nele, podia notar que estava feliz para alguém que poderia morrer em breve pelo ferimento. – Ele me mostrou, sim, ele me mostrou, você e o escolhido Hynno, eu vi o senhor da luz em você, sua face era igual a dele, agora tudo faz sentido. Aquilo ainda não fazia muito sentido para Draguren, mas pelo menos, se ele morresse, poderia pegar aqueles aparatos dele para si, mas ele continuava a persistir e finalmente, conseguia criar um grupo secundário pelas sombras. El Diablo agora era do grupo de Hynno.

O grupo de Doppio estava na frente, mas não se importava com aquilo, apenas ia com o tempo e passo necessário com Diablo até Peste negra e então, ao chegar na embarcação, colocaria a sua nova aquisição no convés, aquilo era muito pesado para carregar a toda hora e em seguida, iria até Tobio, procuraria acordar o mesmo, cutucando-o na testa usando seu dedo indicador e então, quando o mink acordasse, diria: - Vai lá tratar do nosso novo amigo. El Diablo. Apontaria com o dedão esquerdo para o outro lunático e em seguida, andaria pelo convés, buscando aquele rifle que havia deixado no convés, antes de partir na busca do El Diablo. Se encontrasse, tudo bem, pegaria e o guardaria consigo, enquanto ficava próximo de Diablo. Se não encontrasse o rifle, apenas daria de ombro e retornaria para próximo do seu parceiro, onde supostamente Tobio iria tratar ele. Retiraria a máscara e a deixaria ao seu lado. – Parece que ficamos com a útil. Cochicharia para Tobio, se referindo a Aiko como a útil e Yoki como a inútil e já associando que algo aconteceu com a outra. Por fim, começava a rir daquilo por quase um minuto completo e então, voltaria a ficar sério. – Acho que podemos jogar os dois corpos de Daniel e Louis no mar.. E então, olharia para Diablo e perguntaria: - O que você sabe sobre criar explosivos?

Havia escutado o que Doppio havia dito, mas no momento, havia apenas ignorado, pois estava focando em falar com Tobio e Diablo e então, se levantava e diria para o nanico, enquanto buscava ajudar na partida da Peste negra. - Este é El Diablo e chamei ele para uma sociedade, se assim posso dizer. E então, após ajudar no necessário para fazer a embarcação se mover, retornaria para próximo de Tobio e Diablo e perguntaria para Doppio: - E quem é esse seu novo amiguinho? Porque ele não faz nada? Fitaria o novo sujeito por alguns instantes e então, olharia para a ilha que estavam deixando, uma última olhada para aquela estranha ilha, onde havia mais aranhas do que pessoas.


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MensagemAssunto: Re: Corvejo de partida   Corvejo de partida - Página 3 EmptySex 03 Ago 2018, 19:49



Aracne Island 8
Diabrete e Piromaniaco


Narração – Todos


O mau humor de Doppio era evidente, sua breve derrota havia mostrado um novo mundo para o garoto, sua força não era suficiente para derrotar quem ele quiser, ainda. Usando sua pistola o rapaz dava uma de batman usava seu grappling hook para subir no seu brigue, pousando bem ao lado do enviado de Lady M., que ao ver os movimentos do Diabrete esboçou um leve sorriso, que logo se transformou em uma gargalhada – Você e engraçado nanico – Doppio pedia para o rapaz lhe seguir, e o mesmo saltava da borda com um mortal para traz caindo de pé – Claro – A dupla caminhava pelo convés, quando Doppio foi tomado por um ataque de fúria repentina e demandava ordens para seus “subordinados”, Aiko obedecia com um aceno de cabeça e rumava para a cozinha, enquanto Berthulls começa a preparar o barco para partir.

Enquanto Doppio ordenava o que deveriam fazer, o homem o seguia de perto, atento a cada movimento do garoto, parando apenas quando o mesmo pedia para que ele se apresentasse – Ahh sim, me chamo Thomas – o homem mudava completamente de semblante, de um cara carismático e bem-humorado, para um rosto fechado e sério – Sou uns dos comandantes da revo...  quer dizer, sou amigo da Lady M – seu rosto ficava corado e homem voltava a ser o que era .Doppio começava a tirar os cartuchos das suas pistolas, quando questionava como Thomas havia chegado ali – Eu sei usar Geppou, posso caminhar pelos céus, nunca viu isso? – levantava uma sobrancelha de espanto pelo Diabrete não saber a resposta de sua própria pergunta, os dois finalmente chegavam na forja do navio, enquanto Doppio começa a melhorar suas armas, Thomas sentava num banco que havia no canto, e fechava seus olhos, como se estivesse descansando.

Nesse meio tempo, Hynno e Diablo saiam do meio da floresta e apareciam no porto, o adorador estava mais pálido que o comum, enquanto caminhava deixava um rasto de gotas de sangue, os dois psicopatas seguiam ate finalmente chegar no convés, onde notava um cheiro bom vindo da cozinha, aparentemente Aiko estava cozinhando, enquanto isso, Berthulls estava puxando a ancora que segurava o barco ali, Tobio estava encostado num canto cochilando. Seu sono fora interrompido por Hynno, o rapaz pedia para o mink cuidar dos ferimentos de Diablo – Tobio pensou que você tinha morrido, fico feliz por estar vivo – falava o Mink meio sonolento – Deite aqui careca, Tobio dará um jeito nisso ai – falava o Mink enquanto avaliava o ferimento de Diablo.

Enquanto Tobio cuidava do tatuado, Hynno caminhava pelo convés em busca o rifle que havia deixado ali, mas para seu azar, o mesmo não era visto, os homens que atacaram o barco a noite, devem ter levado com eles. Com isso, o piromaníaco se juntava novamente a dupla, o Mink explicava algo para o homem, mas Draguren escutou apenas o final da frase – Sorte que a bala atravessou, so não faça movimentos bruscos, que ficara bom, Tobio sabe o que fala – o pequeno coelho dava um leve sorriso de satisfação, assim sendo, Hynno puxava assunto novamente com seu “colega”, sobre Yoki não estar ali – Foi pior do que pensa Hynno, ela foi assassinada por Nico Ittori, na frente de todos, o homem humilhou Doppio, Tobio pensou que seria o fim ali – O semblante do mink era sério enquanto falava.

Após terminar a frase, Berthulls começava a manobrar o barco para fora da baia de Aracne, o tritão olhava para o Log Pose e rumava para onde o ponteiro apontava, enquanto isso, Doppio e Thomas saiam de dentro da forja, agora sim, a Trupe Corvinata estava reunida, Diabrete mostrava quem era o navegador da Peste Negra, fazendo com que Thomas rumasse até o Tritão, o pirata por sua vez subia na gávea, e ao notar Diablo deitado num canto, enquanto Hynno e Tobio conversavam, o pequeno garoto ficou enfurecido, gritando ordens para tudo e para todos, Dragueren explicava quem era o novato,  e perguntava quem era o homem desconhecido que estava ali, notava que Thomas apontava para o Log Pose e explicava as coordenadas para o príncipe, que assentia positivamente com a cabeça.

Doppio ignorava a pergunta e chamava Thomas, o rapaz fazia um sinal para esperar, e continuava a explicar para Berthulls. Hynno por sua vez ignorava as ordens de Doppio, assim como Tobio, mas o Piromaníaco estava interessado em outra coisa, nas habilidades de Diablo, questionando se o homem sabia fazer explosivos – Sei tudo que tem para saber, o senhor da luz me deu muitos conhecimentos, quer que eu lhe ensine? – terminava olhando para os olhos do espadachim. Ao finalizar as explicações para Berthulls, Thomas caminhava até Doppio, que estava na gávea, o homem saltava no ar e pousava ao lado do “capitão”, Doppio queria saber sobre essa habilidade – Posso te ensinar, não quero dinheiro, que tal um desconto maior na arma que você vai fazer, o preço estava em 7 milhões ne? Que tal abaixarmos para 3 milhões, eu lhe ensino enquanto navegamos para Endeavor – O homem aguardava a resposta de Doppio.


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O tritão era um excelente navegador, eram aproximadamente 14:00hrs, quando a Trupe Corvinata partia de Aracne Island, ilha onde foram derrotados por um homem, local onde todos evoluíram, aprenderam com suas perdas, o tempo estava excelente para a navegação, todas as velas içadas, o vento forte empurrava o brigue, logo estariam na próxima ilha.


Viagem:
 


Ferimentos:
 

Aliados:
 

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MensagemAssunto: Re: Corvejo de partida   Corvejo de partida - Página 3 EmptySab 04 Ago 2018, 01:25


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Precisava acordar o mink, pois parecia que ele estava achando que ser pirata tinha tempo para dormir tranquilamente e nesse meio tempo, podia captar com seu olfato um cheiro vindo da cozinha, e não era gás para explodir, que nem fez da última vez. Alguém estava cozinhando, provavelmente Aiko, que havia dito que queria ser cozinheira. Escutava o que Tobio dizia, ele parecia feliz que o psicopata estava vivo, mas, quem havia dito que ele havia morrido? Nesse momento, o lunático tombava a cabeça para o lado, como se não tivesse entendido o que ele queria dizer com aquilo. Deixava o Mink com o dever dele e nesse momento, vasculhava o convés em busca do rifle da noite passada, mas, o que quer que tivesse ocorrido com os outros, alguém havia estado no navio e roubou a arma de fogo, mas pouco importava. – Não sou atirador. Sussurrava o pirata para si. Quando retornava para próximo de Tobio e Diablo, pegava apenas a parte de que o companheiro deveria descansar para se recuperar do ferimento que havia atravessado ele. Tobio relatava o ocorrido para Hynno, que dava de ombros e respondia no mesmo instante: - Se Nico não fizesse, eu faria. Já sobre Doppio, não me importo. Obviamente a primeira parte era sobre Yoki.

Agora, não tinha nada para fazer além de esperar e comer e nesse instante, questionava se Diablo poderia lhe ensinar algo sobre criar explosivos e quando havia feito a pergunta, lá vinha ele novamente, falando que o senhor da luz havia lhe dado o conhecimento. – Vamos lá, Diablo. E então, Hynno adentraria Peste negra adentro, onde lá, a dupla poderia ter sossego e Diablo poderia ensinar o psicopata sobre a criação de explosivos. Onde lá, ficaria o tempo necessário para conseguir digerir o aprendizado com clareza e quando conseguisse, se levantaria e ajudaria Diablo se levantar e retornaria para o convés, onde lá, ficaria vendo a paisagem, principalmente a do caminho que estavam vindo, procuraria notar se podia ver Aracne ainda ou, a ilha já era um ponto pequeno. De qualquer maneira, esperaria até que a comida estivesse pronta e, caso Aiko levasse o prato para a galera no convés, Hynno antes de comer, diria para Diablo, fitando Aiko enquanto dizia: - Essa é Aiko, a garota do bando. E de canto, dava um sorriso.

Se Aiko fizesse a comida e não levasse até o convés para a galera, apenas avisasse que estava pronto, o psicopata iria se levantar e iria até a cozinha, chamando Diablo para ir também e então, pegaria a sua parte da comida no prato e ficaria na sua, não diria nada, apenas caso alguém perguntasse algo, como a Aiko perguntando quem era o careca, Hynno fitaria a garota e então, responderia: - Esse é El Diablo. E então, olharia para o companheiro e diria: - Essa é Aiko, a garota do bando.. Daria um sorriso para Diablo e então, começaria a comer e após finalizar, o espadachim se levantaria e retornaria para o convés, mesmo sem fazer nada, se sentaria no chão e encostaria suas costas na parede da embarcação. Após tudo isso, tendo comida ou não, questionaria novamente Diablo: - E sobre analisar animais? Genética, fisiologia e tudo mais, o senhor da luz também te deu esse conhecimento?



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MensagemAssunto: [color=#446600][/color]   Corvejo de partida - Página 3 EmptySab 04 Ago 2018, 10:18



Corvejo de Partida
Diabrete


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Nem fodendo. Quer me foder me beija. — Quatro milhões de desconto, fora os três que eu já tinha dado? Mas NUNCA. Olhei-o nos olhos. — Cinco milhões e cês me dão os materiais pra fazer a arma de Lady M. — Não abaixaria mais que isso; esperava que ele aceitasse, do contrário, daria de ombros e perderia o interesse na habilidade. Pelo menos até achar outra pessoa capaz de ensiná-la.

Caso aceitasse, assentiria com a cabeça. — Mete brasa, Thomas. Sou todo ouvidos. — Deixaria que ele iniciasse as explicações iniciais a respeito do Geppo. Atentaria-me a qualquer pormenor da técnica, desde o essencial para sua execução até o mínimo detalhe que sequer pareça ser relevante. Inicialmente, apenas propor-me-ia a compreender o que me fosse dito e processar meios para trabalhar aquilo.

Enquanto falasse, juntaria as informações mais detalhadas com as básicas que acreditava conhecer; o Geppo permitia o usuário caminhar no ar, e um bom usuário pode até atravessar ilhas sem tocar o mar. Era tudo que eu tinha, pelo que havia visto com Thomas. Permiti-me esquecer da derrota por algum tempo, enquanto olhava o mar e atentava os ouvidos às palavras de Thomas naquele instante. Em seguida, para as armas. E daí nasceria uma ideia perigosa, mas talvez efetiva.

Minha ideia era prender os grappling hooks no navio e içar-me pra fora da embarcação, treinando acima da água. Caso falhasse, cairia no mar. Os hooks serviriam apenas para a queda não ser mortal. Se Thomas apresentasse a mesma ideia, começaria os preparos para a execução do modus operandi. Se não, sugeriria. — Já sei como podemos fazer isso. — E dispararia o gancho de Nero num dos mastros mais espessos da nau.

Diabrete:
 
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MensagemAssunto: Re: Corvejo de partida   Corvejo de partida - Página 3 EmptyTer 07 Ago 2018, 16:13



Aracne Island 9
Doppio e Hynno




Narração – Hynno


Hynno e Diablo passaram horas dentro de um quarto na Peste Negra, o homem explicava tudo que sabia cobre explosivos para o piromaníaco, a força de uma C4, como fazer um pavio corretamente, como utilizar uma banana de dinamite, quando Diablo terminou sua explicação, a ilha de Aracne já havia sumido no horizonte, tudo que se via era oceano para todos os lados. O sol iluminava o caminho, o tempo era bom e tranquilo, não via sinal de tempestade em nenhum lugar, fazendo com que Berthulls tivesse facilidade em controlar o brigue.

O cheiro vindo da cozinha atiçava a fome de todos ali presentes, misturado com o mal cheiro vindo de dois cadáveres que estavam jogados num canto mais afastado, a essa altura havia moscas rodeando os defuntos, mas ninguém parecia se importar. Aiko finalmente saia e gritava para todos que pudessem ouvir – A comida ta pronta – A garota não iria servir ninguém, quem quisesse teria que caminhar até a cozinha, e foi isso que Hynno e Diablo fizeram.

Chegando la, era possível notar uma grande panela no fogão, não sabia o conteúdo, até Aiko tirar a tampa – Ensopado, pegue os pratos e as colheres estão ali – apontava para uma balde cheio de garfos, facas e colheres, a moça falava sem notar a presença do tatuado, apenas quando Hynno apresentou-os um para o outro, a reação da moça era indiferente – Outro psicopata, que se foda – a moça saia da cozinha sem esperar qualquer palavra vindo do novo membro do bando.

Os rapazes comiam o ensopado feito pela moça, não estava tão saboroso como o cheiro, mas dava para matar a fome, Diablo repetiu o prato três vezes, por fim, abria sua jaqueta e parecia feliz com o estomago cheio – Ela cozinha muito bem – falava até com uma certa dificuldade. Com o fim do “almoço”, os dois saiam para o convés, onde via Doppio conversando com Thomas, já Berthulls segurava o timão com firmeza, Tobio estava no quarto deitado na cama, seus ferimentos não estavam completamente curados, por isso, preferiu descansar para chegar inteiro na próxima ilha,  a única garota ali estava saqueando os corpos dos caçadores, ou seja, tudo normal.

Diablo seguia os passos do psicopata, era como se Hynno fosse seu mestre, "o escolhido", como ele havia dito, quando os dois sentaram na borda do convés, o Piromaníaco questionava se o careca sabia algo sobre animais, ao ouvir a pergunta, o homem apenas abaixou a cabeça e olhou nos olhos do espadachim – O senhor da luz não me ensinou isso, eu fui um amante de animais antes de tudo, era um grande Explorador – o homem abria o botão da sua calça para relaxar enquanto falava – já que iremos seguir juntos, irei lhe contar sobre meu passado, meu verdadeiro nome e Durance, eu era um explorador, estudava sobre animais exóticos, era um cara normal, até que certo dia, fiquei sabendo que sobre um tráfico ilegal de animais numa certa ilha, eu fui até la tentar salvar o máximo de animais que eu podia, eu so queria libertar aqueles seres inocentes, so que eu era fraco, me descobriram, fui humilhado e apanhei tanto que mal sabia meu nome, não eram apenas bandidos normais, faziam parte de uma família famosa dessa rota, seu líder e bem famoso, acho que ele virou um Shichibukai – o  homem tomava folego e coragem para continuar – Para não me matarem, eu tive que trabalhar para eles, me davam drogas, eu me transformava num Diablo, daí meu apelido, ate que fomos fazer um assassinado, eu me lembro pouco, estava muito drogado, e nesse dia, eu juro que o Senhor da Luz falou comigo, fomos emboscados, e todos do meu grupo morreram, exceto por min, eu sai ileso de uma explosão, eu vi o senhor da luz naquelas chamas, então por acharem que eu havia morrido, consegui sair daquela vida, peguei carona num barco qualquer e parei em Aracne, la eu me isolei do mundo e encontrei uma finalidade em minha vida, eu sigo o que o senhor da luz manda, e agora eu sirvo você Hynno – o homem tirava algo de um bolso interno de sua jaqueta – Eu sou procurado pela marinha – era um cartaz de procurado, onde via a foto do seu rosto e uma recompensa de 34 milhões, Durance “El Diablo” - Vamos começar, posso lhe ensinar sobre Zoologia se quiser.


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Narração - Doppio


A negociação entre os dois rapazes continua na gávea, o Pirata não concordava com a proposta inicial de Thomas, sua reproposta era de 5 milhões, com o material incluso, ao ouvir o rapaz dava uma leve risada – Já íamos dar o material mesmo, então eu consegui abaixar 2 milhões, negócio fechado baixinho – Doppio concordava e pedia para o rapaz começar a explicação sobre sua habilidade.

Thomas então ficava de pé, e olhava para o corpo do garoto – Essa técnica tem varios nomes, Geppou, SkyWalk, Passo Lunar, cada um chama como quiser, mas iremos chamar de Geppou – o rapaz caminhava de um lado para o outro enquanto explicava – A técnica se resume em saltar no ar, permitindo permanecer no ar por muito mais tempo do que o habitual, pode ser útil para a batalha, ou para viagens de longo alcance como a que eu fiz, eu não coloquei o pé no chão nenhuma vez – o homem levantava a barra de sua calça e mostrava sua panturrilha, era muito musculosa, havia várias cicatrizes perto do tornozelo – Não foi fácil aprender, eu nunca forte, tive que fortalecer minhas pernas para que elas aguentassem chutar o ar numa velocidade que os olhos de pessoas normais não conseguiriam acompanhar, então após um árduo treinamento eu consegui aprender.

O rapaz tirava seu sapatos e apontava para que Doppio fizesse o mesmo – Primeiro de tudo, não tem como ficarmos apenas na teoria, quero ver a força das suas pernas, fique na pontas dos pés por 30 segundos, depois encoste a sola do seu pé no chão, faça uma serie de 50 e descanse, depois repita por 5 vezes, se conseguir podemos passar para um teste mais aprimorado, se tiver alguma dúvida sobre a técnica, pode me perguntar.



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MensagemAssunto: Re: Corvejo de partida   Corvejo de partida - Página 3 EmptyQua 08 Ago 2018, 01:03


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Após aprender sobre a criação de explosivos, do lado de fora podia-se apenas ver o nanico e o novo sujeito, enquanto que Berthuls estava no timão e aquela ilha, estava longe já. Durante uma pausa no convés, o cheiro da comida chegava, atraindo Diablo e o psicopata, aquilo também se misturava com os corpos dos caçadores, que ainda estavam na embarcação e não haviam sido jogados para fora e para isso, precisaria fazer ele mesmo o trabalho, mas não seria agora. A comida estava pronta. Segundo Aiko. A nova sociedade, Diablo e Hynno, iam para a cozinha e lá, tinha uma espécie de fogão e foi apenas com a fala da garota, que Hynno descobria o que era: Ensopado. Depois de pegar talheres e prato, apresentava o lunático número dois para Aiko, que após todo o caminho, notava ele, mas também, não se importava muito. Começavam então a comer o ensopado, era papável, mas era diferente do cheiro, só que, a dupla não se importava e sendo assim, o tatuado repetia aquilo três vezes, tirou a barriga da miséria, chegava até a elogiar a garota e por fim, a dupla finalizava, saindo da cozinha, realmente, podia constatar que Tobio deveria estar em um dos quartos e o atirador conversava com o novo indivíduo, já Aiko, pilhava as coisas dos mortos, mas o mais estranho era que, Diablo seguia Hynno como se ele fosse o aprendiz e o pirata, o mestre.

Ele parecia levar a história do piromaníaco ser o escolhido muito a sério, até quando perguntava algo para ele, descobria algo do passado de Diablo. Era um explorador e amante de animais e em seguida, abria o jogo com o psicopata, já que iriam seguir a viagem juntos, até um deles morrer, provavelmente Diablo. Durante a sua história, Hynno prestava atenção e pegava as chaves: Durance, família famosa dessa rota, Shichibukai. Durance era o nome verdadeiro dele, já sobre o Shichibukai e a família dele, não conseguia decifrar, pois não conhecia nada da rota ou desses Shichibukais, ponto ruim de ficar num “hospital” por um tempo e depois sumir por outro tempo e vivendo como um nômade, recluso. Após isso, ele falava como havia visto o Senhor da luz, contava a história e agora, segundo Durance, ele seguia o psicopata, mais um para a conta.

Do bolso de sua jaqueta, ele retirava algo e quando era explanado o que era e podia ver, descobria que ele também era um pirata, trinta e quatro milhões, da última vez, era trinta milhões a do piromaníaco. O mais importante era o final, Diablo podia ensinar Zoologia para o psicopata e com aquilo, Hynno começava a caminhar novamente embarcação adentro, mas antes, soltava para Durance: - Da última vez que ouvi, minha recompensa era de trinta. E então, adentrava Peste Negra adentro. Lá, ficaria o tempo necessário para que pudesse aprender sobre Zoologia e então, após o aprendizado, Hynno iria retornar para o convés, onde pegaria aquele lança chamas e iria para um quarto vago, o de Steve de preferência e então, ao entrar, colocaria a arma encostado na parede e sairia do quarto, fechando a porta e de volta no convés, colocaria a máscara, mas ficaria para cima, no cabelo pois, se precisasse usar a máscara, era só empurrar para baixo ou então, levar até o rosto, não precisaria ter que pegar do chão ou de outro lugar, estaria pronto para ser usado, sem perder tempo.



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Corvejo de Partida
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O filho da puta me sacaneou. Olhei-o torto quando notei sua artimanha pra diminuir o preço. — Tsc. — Estava descontente, mas isso, em momento algum, estava visível em meu semblante. Vai ter volta. Deixei passar e comecei a prestar atenção no que dizia sobre a habilidade. Estava completamente atento.

Geppou, Skywalk, Passo Lunar... Nesse ponto, analisaria suas panturrilhas e até as cicatrizes no tornozelo. Escolherei meu próprio nome no futuro. E pelo que via, seria necessário praticar arduamente para obter o mesmo resultado; minhas pernas não chegavam à musculatura que ele tinha, ainda. Me senti mais interessado ainda.

Geppou [01]

Sem assentir, simplesmente fiz o que orientara. Tirei os calçados de qualquer jeito e os larguei jogados na gávea, um dos pés virado de cabeça pra baixo. Coloquei todo o peso do corpo sobre a ponta dos dois pés e inspirei. Até aqui, segredo nenhum. Mentalmente, ia calmamente de zero a trinta. Manter-me naquela posição não era difícil; apesar de não me comparar a Thomas em músculos, a experiência em batalhas (e até meu próprio estilo de luta) trouxera consigo inteligência corporal e resistência muscular suficiente pra aguentar o processo;
Toquei a madeira fria com os calcanhares quando a contagem se encerrou; foi aliviante.

Repeti. Soergui o corpo novamente e abandonei o aconchego de ter os pés relaxados no chão. De volta às pontas e à contagem mental, mantive a opinião anterior. Continua de boa. Lentamente, de zero a trinta, perdurava. Thomas me encarava, estudando meus movimentos como um professor faria.
Toquei a madeira fria com os calcanhares quando a contagem se encerrou; foi aliviante.

Repeti, subsequentemente. Lá pela décima vez, meu conforto se quebrou e a dor me invadiu os membros inferiores. Vacilei mas não toquei o chão enquanto não terminei a contagem. — Certo, certo; finalmente você sentiu. — Ele se ajeitou, encostado na gávea. Seu cachecol dançava, feroz, graças ao vento. Continuei a repetir o exercício, aumentando o grau de dor, em média, a cada cinco repetições. — Primeiro, chutar o ar não é nada como chutar algo sólido; é por isso que suas pernas precisam estar bem trabalhadas. A execução requer precisão e destreza, uma vez que seu movimento determinará se o atrito com o ar vai ser suficiente para produzir uma força resultante maior que a força peso. — Os últimos dois termos não me eram de domínio completo, mas graças aos estudos mecânicos e na área da engenharia, tinha noção do que queriam dizer; na altura das vinte e três repetições, já havia suor me escorrendo pela testa, atravessando o olho esquerdo — roxo como uma uva, e sem visão alguma — e indo pingar pelo queixo. O colarinho, aos poucos, começava a se empapar em alguns lugares, e as pernas estremeciam mais e mais ferozmente à medida que prosseguia. Ainda assim, conseguia absorver tudo que o rapaz dizia.

Segundo, você deve tratar o ar como se ele fosse sólido. Há quem diga que é possível até correr sobre as águas seguindo esse raciocínio. — Ele deu de ombros, com um sorriso desleixado. Eu estava chegando na casa das trinta repetições e me acostumando com a dor. As pernas começavam a reduzir a tremedeira, mas o suor continuava vindo, e o colarinho estava empapado em vários lugares. — Imagine-o como um trampolim, ou o que quer que prefira. O importante é tê-lo como algo palpável, tangível. — Assenti com a cabeça, e dali em diante, pus-me a tentar reconhecer algo fisicamente gasoso, como sólido. Eu já vi tanta coisa impossível no caminho até esse mar... Foi o argumento que usei pra fixar o conceito em minha psique.

Estava chegando lá; na casa das quarenta repetições, a adaptação do corpo já era exponencialmente maior. As pernas não tremiam, e o suor se excretava em menor quantidade. O vento me ajudava ao invés de roubar-me o equilíbrio, agora trazendo frescor ao corpo. — Mantenha isso em mente. Quando terminar aí, descanse um pouco e vamos pros próximos estágios. — E eu continuei até finalizar. Na 50º, eu já tinha certeza que poderia ficar uma eternidade naquela posição. Mas não sem descansar antes.
Toquei a madeira fria com os calcanhares quando a contagem se encerrou; foi aliviante pra caralho.

Geppou [01]

Assim que o rango saísse, calçaria os sapatos. — Hora da bóia. Depois a gente continua. — E saltaria pra baixo, usando o gancho de Nero para amortecer o queda e aterrissar de pé no convés; seguiria para a cozinha e iria direto para a mesa. Comeria em silêncio, minha mente estava focada apenas em fixar o conteúdo dado por Thomas até então.

Diabrete:
 
Armas Melhoradas:
 

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