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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Corvejo de partida

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Corvejo de partida   Corvejo de partida - Página 2 EmptyQua 18 Jul 2018, 22:03

Relembrando a primeira mensagem :

Corvejo de partida

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Doppio "Diabrete" Pannacotta. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

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AutorMensagem
West
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MensagemAssunto: Re: Corvejo de partida   Corvejo de partida - Página 2 EmptyQui 26 Jul 2018, 20:08



Aracne Island 3
Diabrete e Piromaniaco


Narração - Diabrete



Passava pela cabeça do pirata a distância do tiro, realmente era uma distância considerável, mas não era impossível, e Doppio sabia disso, tanto que seu preço inicial foi de 10 milhões de berries, mas devido sua promessa, abaixou para 7 milhões – Um preço justo, estamos combinados Sr. Diabrete – a voz do outro lado parecia satisfeita com a situação. O psicopata então colocava as cartas na mesa e falava que o homem enviado pela mulher não iria tocar no timão do seu navio – Claro, Claro, ele estará exausto por caminhar até ai, provavelmente irá descansar a viagem de volta, aguardo ansiosamente pela sua presença – Então ambos desligavam seus caracóis.

O atirador então tomava outro gole de rum, talvez tentando atrasar seu sono, ou simplesmente para saborear aquele liquido que aquecia sua garganta, Ricard estava na poltrona no canto do quarto, o homem parecia estar num sono pesado, a idade chegava a todos, e o cansaço tomava conta do seu corpo, mas isso não se aplicava a Doppio, o pirata tinha um plano em mente antes de dormir, pegando um baby den den mushi que tinha em seu bolso, ligava para o seu parceiro, o tritão Berthulls ~puru puru puru~ tocou por cerca de 2 minutos, quando uma voz atendeu do outro lado – Ãnh? Alô? – Doppio explicava sua localização para o seu companheiro, então desligava na cara do mesmo, tirando qualquer chance do mesmo perguntar alguma coisa.


Den Den Mushis que haviam na mesa:
 


Após aproximadamente 30 minutos, o plano do pirata entrava em ação, usando o poder da sua akuma no mi roubada pra krl, digasse de passagi, agarrava dois dos 7 Den Den Mushis, o maior e o que ele havia conversado com a moça, então transferira o poder para o corpo dos dois caracóis fazendo com que seus corpos, os animais estavam desligados pareciam assustar por estarem sendo sufocados pelas mãos do rapaz, então com os dois em mãos, caminhava rumando até a porta, e claro, usou novamente seu poder, atravessando como se fosse um fantasma para a noite, e la fora estava o tritão, suas vestes não eram adequadas para o frio, de modo que o peixe tremia a cada brisa gelada que batia em suas escamas.

Doppio então deixava os animais com seu companheiro, e não dizia nenhuma palavra, dando as costas e voltando para dentro da cabana, ainda podia escutar Berthulls gritando la fora – O que eu faço com isso? To com frio porra, que se foda, vou para o barco! Escutou Doppio, estou indo no barco – O tritão então seguia rumo ao porto, guiado apenas pela luz da lua. Enquanto isso, o atirador voltava para dentro usando seu poder para atravessar novamente a parede, sentando na cadeira, seus olhos pesavam e o mesmo adormeceu.


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- Ei, Ei – uma voz familiar era escutada, o homem dava uns tapas no rosto de Doppio para que o mesmo acordasse – Está na hora, Nico mandou avisar que lhe espera, se arrume – a voz era de Ricard, o homem estava com o cabelo molhado, e comia uma pão seco – no segundo andar, tem um chuveiro, pode usar para tomar banho, se estiver com fome, tem uns pães ali – apontava para um saco que estava na poltrona que o velho estava anteriormente – Te espero la fora – O homem dava uma olhada na mesa, erguia uma sobrancelha, mas não notava o falta dos animais.


Narração – Piromaníaco


O vento uivava nos ouvidos de Hynno, uma brisa gelada passava em seus cabelos, de modo que o calor da fogueira era demasiado aconchegante para quem estivesse ali, as chamas dançavam iluminando a escuridão, para alguns, aquilo era apenas uma fogueira, mas para ElDiablo, era algo mais, algo que ninguém sabia dizer, nem mesmo o Piromaníaco.


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O espadachim fitava as chamas, conforme o tatuado havia lhe pedido, mas sua atenção estava em outra coisa, ignorando as chamas, perguntava se havia um receptáculo por ali, não se sabe o motivo, mas Hynno queria armazenar as teias que havia em seu corpo para algo – Teias imundas, e por isso que eu quero por fogo em tudo, malditas aranhas! – o homem então caminhava ate uma parte onde a fogueira não iluminava muito, havia ali uma mochila talvez – Segure – o adorador das chamas jogava um frasco para Hynno, era uma garrafa vazia de rum – Sim, Sim, eu sei, preciso comprar mais rum – o homem parecia falar com as chamas, ignorando por completo a ajuda que o piromaníaco havia pedido.


Garrafa vazia:
 


ElDiablo sentava perto da fogueira, as chamas iluminavam seu rosto, e suas tatuagens ficavam mais visíveis, era certamente tatuagens de caveira, o mesmo erguia suas mãos, era possível ver algum objeto de metal em suas mangas, sua mão parecia suja de alguma coisa, não podia distinguir o que era, mas pelo volume que fazia em seu casaco, no local perto do pulso, havia algum apetrecho ali. O espadachim então perguntava algo sobre o plano que haviam lhe dito para o ElDiablo – Eu já falhei antes, o senhor disse que eu não estava pronto, então eu esperei, quando vi a fumaça vindo da cidade, sabia que você viria até min, como eu, o senhor da luz lhe escolheu, sim, ele te escolheu – o homem então chegava próximo de Hynno, próximo demais, ficando a pouco centímetros do mesmo – Hoje ele preferem as aranhas, mas eu farei que todos adorem o senhor da luz, ele me disse, sim, ele me disse – seus punhos fechavam, e no momento em qur ergueu seus braços, uma pequena rajada de chamas saiu das suas mãos – VAMOS POR FOGO NA RAINHA DAS ARANHAS!!! – seu grito fazia com que Poe se assustasse e voasse para o ombro de Hynno.


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- Não podemos ir la a noite, muitas aranhas, mas de manhã, estão cansadas, ai agiremos, o senhor da luz precisa de um grande sacrifício – as palavras do homem eram sinceras, como se ele acreditasse mesmo naquilo que falava. O espadachim ao escutar um pouco sobre o plano, perguntava se ElDiablo queria seguir Hynno e Doppio como pirata, ao ouvir aquilo, o tatuado deu uma pequena risada – Eu sigo apenas o senhor da luz, sim, apenas ele – seus olhos fitavam Hynno agora, a atenção do estranha estava toda no piromaníaco – vai me ajudar a matar a aranha rainha?


Ganhos:
 

Aliados:
 

Ricard:
 
Gerald:
 
ElDiablo:
 

Willian West
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MensagemAssunto: [color=#446600][/color]   Corvejo de partida - Página 2 EmptySex 27 Jul 2018, 08:41



Corvejo de Partida
Diabrete


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Acordei com uns tapinhas na cara. Um filete de baba escorria da boca, reluzindo à fraca luz. — Bom dia, caralho. — A porra do mau humor intensificara-se graças ao abrupto despertar. Merda. Essa cadeira tá gostosa pra burro, minha vontade é sentar o rabo aqui e dormir até sei lá das quantas. De toda forma, preferi não praguejar em voz alta. Assenti com a cabeça ao ser indicado com o chuveiro e os pães; até que Ricard era um homem educado, por fim.

Me levantei, satisfeito por ele não ter notado a falta dos caracóis. Pé após pé, caminharia até o chuveiro, passando pelos pães no trajeto e enfiando um deles na boca sem um mínimo de educação, só uma porra de uma fome. — Estarei pronto em vinte minutos, no máximo. — Subiria as escadas sem pressa alguma, esfregando os olhos para tentar realmente acordar. Porra. Encontrar com o Tirano a essa hora? Ele quer que eu o mande se foder, não é possível. Maldita gente velha que acorda cedo sem problema algum, puta que pariu. Enquanto caminhava em direção ao banheiro, estudaria a casa cômodo por cômodo, abrindo as portas sorrateiramente; não tinha intenção clara de roubar nada, mas caso algo interessante viesse aos olhos, com valor monetário ou não, tomaria para mim.

Espero que ajude a acalmar essa merda. — Entraria no banheiro, despindo-me logo à porta. Descarregaria as armas, por precaução. Olhei pra baixo, em direção ao pipi. Esfreguei o indicador entre os ovos e as pernas e posteriormente o levei às narinas, dando uma cheirada padrão. Puta, isso aqui tá bravo. Credo. Entraria no box e abriria o chuveiro, deixando a água o mais quente possível.

O mesmo indicador que coçou o saco se uniu ao médio e foram coçar a cicatriz por toda sua extensão. Sob a água quente que me começava a banhar pelos cabelos, a sensação de relaxamento se espalhava pelo corpo. Por alguns instantes, não queria xingar nada nem ninguém; apenas deleitar-me com o bom banho, que me lembrou brevemente daquela mulher no North Blue.

O quanto eu não mudei desde que saí de lá, hm...? Procuraria por um sabonete e se encontrasse, pegaria-o com a mão direita. Ela e sua irmã canhota iriam ter com os cabelos logo em seguida, ensaboando-os com suavidade e massageando-os com a mesma intensidade. A espuma fria era confortável e cheiraria bem.
Imagino como o babaca do Kurama vai se sentir quando eu fizer mais dinheiro que ele estando fora da lei, hah. Depois, enfiaria o rosto sob a água e, sobre ele, com as mãos ensaboadas, faria um "carinho" para tirar o suor e as sujeiras mais grossas. Os dedos se encontrariam com as cicatrizes; principalmente a que me cortava o rosto na horizontal. Quase não me lembrava dessa. Me deixa com um ar muito mais sério. Muito foda. Adiante, esfregaria sem dó do pescoço pra baixo. Suvaco, ovo, rêgo, tudo com força (mas sem machucar, porra, lugares sensíveis e tal) pra limpar direitinho.
Finalizaria com as solas dos pés, tirando delas aquela crosta escura de pé sujo.

Desligaria o chuveiro e deixaria o boxe; as pérolas negras e opacas que eram meus olhos procurariam uma toalha. Se encontrada, tomaria-a em mãos. Por todo o corpo, percorreria o tecido fofo com as mãos, e depois de seco, voltaria a vestir minhas roupas. Recarregaria as armas e pararia na frente de qualquer espelho que encontrasse.

Se o velhote me indicou o chuveiro, deve ser porque me quer arrumado. E é uma boa ideia mesmo. — Um banheiro que se preze teria algum pente de cabelo; procuraria-o. Pentearia os cabelos para trás uniformemente, e sorriria para o espelho quando terminasse. Usaria qualquer escova de dentes e pasta que encontrasse também. Quando acabasse, cuspiria, enxaguaria a boca e sairia do banheiro, caminhando em direção às escadas outra vez.

Desceria o conjunto de degraus e iria ter com Ricard à porta externa. — Bora, velhote. — Socaria as mãos nos bolsos e manteria o semblante sério, mas não tão mau humorado; só o natural. Ademais, seguiria Ricard até o encontro com Nico Itori.

|__________|

Nico Itori, — Assim que o visse, já iria me adiantando. Eu não conhecia o maldito, mas com certeza seria fácil distingui-lo dos demais. — O Tirano. — Pararia de andar quando chegássemos, e faria questão de parar a menos de três metros dele. — Seus homens disseram que queria me ver; — Mãos ainda nos bolsos, olharia-o de baixo, com uma cara séria e, aparentemente, inofensiva. — Tô aqui. Coé, coroa. — Analisaria seu semblante o tempo todo, e nem sequer me preocuparia em disfarçar.

Diabrete:
 


____________________________________________________

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MensagemAssunto: Re: Corvejo de partida   Corvejo de partida - Página 2 EmptySex 27 Jul 2018, 12:17


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"Como você venderia a morte? Literalmente a experiência definitiva! Sem seguro, sem enjoo, sem discussão, uma viagem só de ida"
Post: 04 | Localização: Ilha Aracne




Cada louco possuía sua loucura, não podia distinguir a sua própria, mas, para Diablo, era o fogo, as chamas e nelas, conversava com o seu senhor da luz. Sua ideia era armazenar as teias e vender para alguém, talvez para um outro lunático, talvez. Ao pedir um receptáculo, Diablo ia até uma certa parte não muito iluminada pela fogueira e retirava algo, jogando para o pirata, que rapidamente pegava. Uma garrafa de rum. Diablo respondia o louco, dizendo que era por isso que queria colocar fogo em tudo, eliminar as teias e as aranhas. Já Hynno, se juntaria apenas para tacar fogo, não se importava em saber quem sobreviveria para contar a história. Mortos não podem contar histórias, mas como era conhecido por isso, quem viesse, poderia assumir que Draguren Hynno, o Piromaníaco havia passado por lá. Diablo respondia o senhor da luz, dizendo que sabia que precisava comprar mais rum, ignorava o pedido de ajuda do psicopata por inteiro, fazendo Hynno ter que fazer o serviço. O espadachim então, retiraria com cuidado as teias do corpo e começaria a armazenar dentro daquela garrafa de rum. *Acho que vou começar realmente um novo grupo, ajudar Diablo e faze-lo me seguir.* Pensava o psicopata, enquanto terminava de armazenar as teias na garrafa e de retirar as outras coisas com cuidado, jogando-as no chão.

Diablo retornava para próximo da fogueira, perto do seu senhor da luz, segundo ele mesmo. Agora, podia ver um pouco melhor as tatuagens, que pouco importavam, mas quando ele erguia suas mãos, com seus olhos, utilizando sua visão, notava algo brilhante, cintilante. Então, como podia ter pensado, ele não conseguia fazer chamas nas mãos, ele possuía um dispositivo para imitar tal coisa e o mesmo escondia nas mangas do pulso, as mãos de Diablo estavam sujas, provavelmente usava algum comburente para que aquelas chamas surgissem e se fosse isso de fato, provavelmente as mãos dele estavam queimadas. Quando havia questionado sobre o projeto, o sujeito explicava para Hynno, ele havia falhado antes e que, o seu senhor da luz havia dito que ele não estava pronto, mas de alguma forma, quando Draguren havia incendiado lá na cidade e que, o senhor da luz havia escolhido o piromaníaco, ele era um escolhido também. – Acho que vocês fariam uma ótima dupla. Zombava um sujeito da plateia, fazendo o espadachim abrir um sorriso de canto por debaixo daquela máscara. *Realmente, faríamos estragos.*

Diablo então se aproximava do pirata, a distância era muito pequena, realmente o louco número dois estava próximo do número um, o mesmo falava que atualmente, eles preferem as aranhas, mas ele iria mudar isso, ele faria que todos adorassem o senhor da luz e que o seu senhor que havia dito aquilo. *Como alguém dialoga com o fogo e o trata como “senhor da luz”?* Se perguntava, mas sem o tempo preciso para criar uma resposta, outra voz era escutada: - Falou o cara que fala com uma plateia imaginária. Diablo fechava os punhos e erguia seus braços e naquele momento, uma rajada de fogo surgia de suas mãos e gritava o seu objetivo, fazendo Poe voar até o ombro de seu dono. Não sabia quem era essa tal de Rainha das aranhas, era apenas o alvo, mas supondo pelo título, podia ter haver com as aranhas da ilha, provavelmente ela controlava elas e a ilha. Segundo Diablo, precisaríamos agir de manhã e que o senhor da luz precisava de um grande sacrifício. *Ou essa rainha é grande no sentido de tamanho ou o grande sacrifício se refere a ela ser a regente da ilha*. Cada vez mais ficava interessante, mas o mesmo ainda não havia lhe respondido sobre se juntar a um novo grupo, secundário da trupe corvinata.

Então, a resposta vinha, era uma espécie de negação, pois segundo Diablo, ele apenas seguia aquele senhor da luz e apenas ele, um pé no saco. Agora tinha Diablo para sua atenção, o mesmo fitava o psicopata e fazia a pergunta novamente, se ele iria ajudar ele a matar a aranha rainha. Hynno estenderia sua mão direita, uma espécie de aperto de mão para selar. – Estou com você, mas você tem que estar comigo também. Seremos parceiros nisso. Não forçaria o pedido para ele se juntar a Hynno, pelo menos não agora. Caso ele apertasse a mão do psicopata ou não, Draguren continuaria a perguntar sobre o projeto, pois precisava saber o passo a passo. – O que usaremos para isso? Álcool, carvão, madeira, pano, papel? Ou pretende atacar a rainha e depois tacar fogo para o sacrifício? Fitaria então os braços de Diablo, principalmente aquele que tinha uma espécie de aparato para fogo. – Está curioso sobre o que ele esconde por debaixo das mangas, não é? - Exato. Soltava o lunático em um tom audível. Pararia de fitar o braço do aliado e voltaria a fitar ele. – O que tem debaixo das suas mangas? Se ele se recusasse a mostrar, daria de ombros e caminharia até a fogueira, onde se sentaria por lá.

Ficaria sem falar nada por alguns segundos e então, ainda fitando o fogo, perguntaria para Diablo: - Me diga, o que tu sabes dessa ilha? Sabe, MacOtter, Nico, Gerard, Ricard, Dina. Esperaria uma resposta dele sobre o assunto, se ele soubesse ou não, aguardaria ele terminar de falar e então, suspiraria. – Então, me fale sobre essa rota que estamos, essa ilha e as próximas e o que você sabe sobre elas.. E então, se ele soubesse e explicasse sobre tais, ou não soubesse nada, apenas soltaria um “Hum..” E continuaria a olhar para as chamas.

Se Diablo mostrasse para Hynno o que possuía debaixo das mangas, e fosse um apetrecho para soltar as chamas ou algo do tipo, ficaria analisando o equipamento e soltaria a pergunta “Onde você conseguiu isso?’. Ele respondendo ou não a pergunta, Draguren caminharia até a fogueira, onde enquanto caminhava, perguntaria para Diablo o que o mesmo sabia sobre a rota que a dupla estava, isto é, a ilha atual e as seguintes. Ao chegar, se sentaria num tronco, ou seja lá onde Diablo estava sentado e ficaria fitando as chamas, mas antes, com sua mão esquerda, ergueria a máscara, fazendo sua face livre, mas o equipamento estava em cima da cabeça, para caso precisasse botar novamente, apenas empurraria para baixo. – Vai ser um dia e tanto. Diria, em qualquer hipótese que fizesse Hynno se sentar próximo a fogueira.




Objetivos:
 

Contador do piromaníaco:
 

Histórico:
 

____________________________________________________

- Fala
* Pensamento
- Fala da Plateia

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R.I.P:
 


Chibis:
 
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MensagemAssunto: Re: Corvejo de partida   Corvejo de partida - Página 2 EmptySab 28 Jul 2018, 23:41



Aracne Island 4
Doppio e Hynno



Narração – Diabrete


Doppie levantava da cadeira e assim como Ricard havia lhe informado, o chuveiro ficava no segundo andar, o cheiro moribundo do rapaz saia do seu corpo com a água que limpava seu corpo, enquanto se banhava, lembrança do seu passado passava em sua mente levando-o para tempos que não voltaram mais. Após terminar, procurou pela toalha, a mesma se encontrava pendurada perto do espelho. Após secar seu minúsculo corpo, vestia novamente sua roupa e recarregava suas pistolas, procurando por um pente, encontrou um na pia, olhando seu reflexo no espelho penteou seu cabelo para trás, contudo não havia nenhuma escova de dentes ali, por fim, já devidamente vestido desceu as escadas.

- Muito bem – respondia Ricard, assim a dupla saia da cabana, Doppio colocava suas mãos no bolsos e mantinha calado por todo o caminho, o sol mal iluminava o céu, havia algumas aranhas no caminho, mas nada que lhes atrapalhassem, contudo, várias teias de aranha atrapalhavam, vez ou outra Ricard tinha que para limpar a grande quantidade que havia no caminho – Maldita Aranhas! – praguejava sempre que isso acontecia.


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O caminho era difícil, mas podia-se notar que se tratava de uma trilha, levava até uma grande arvore, a passo que chegavam próximo da mesma, Ricard olhava para os lados e para traz, aparentemente se certificando que não estava sendo seguido, Doppio não conseguia notar, mas no tronco da arvore havia uma porta secreta, foi então que o velho efetuou quatro batidas rápidas e 2 mais lentas, foi então que a porta se abriu.

- Kong – o velho entrava e erguia a mão para o ser que abriu a porta, se tratava de um mink macaco, este apertou a mão de volta – Ricard – virava os olhos para Doppio – E este? – perguntava o mink, o velho assentia com a cabeça, foi então que o pequeno rapaz adentrou o local. Havia um esconderijo dentro do tronco da arvore, era um grande salão oval, com uma repartição no meio, transformando em duas salas, havia pouca iluminação no local, mas podia notar que Kong tinha uma espingarda pendurada em seu ombro, assim a porta era fechada.


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Kong além da espingarda, vestia um terno cinza e um chapéu, usava uma gravata vermelha. O mink foi ate a divisão e abriu a porta, pela fresta o pirata conseguia ver que havia duas pessoas dentro da sala, não podia escutar o que falavam. Passada alguns minutos, as duas pessoas misteriosas se levantaram e foram ate o homem que estava sentado numa grande poltrona preta, o homem então levantou sua mão direita, notava um grande anel dourado, com um símbolo vermelho, os convidados então deram um beijo no anel, e se despediram do homem que estava sentado.

A dupla saia da sala e passava por Doppio e Gerald, saindo de vez do tronco, foi então que o rosto de Kong aparecia na porta, ele fazia sinal para que entrassem, Gerald colocava a mão no peito do Diabrete, como que avisando que devia ir na frente. Caminharam ate o local, quando a porta se abriu revelando uma sala escura, apenas uma luz tinha no meio da sala, via-se apenas o pé de um homem a direita, ao ver Doppio entrando, o homem apenas se ajeitou na cadeira e pode ver seu rosto, era um homem adulto, meio careca, seu corpo era grande, devia ter quase 2 metros, devia pesar uns 150 quilos, o outro era Kong, que ficava na porta, e por fim havia um homem em pé no canto da sala, tinha um cabelo grande e usava um rabo de cavalo.

Por fim, o chefe de quase todos ali, Nico Itori, o homem era velho, fumava um cigarro e bebia alguma coisa num copo, aparentemente Whisky, seu corpo estava relaxado na cadeira, com seus braços esticados nos braços da poltrona. Gerald se adiantou para cumprimentar o homem, mas Doppio foi mais rápido, suas palavras eram serias, ninguém movia um musculo na sala, as mãos do pirata ainda estavam em seus bolsos, uma sabia ideia.

Diabrete parou apenas 3 metros do homem misterioso, foi quando se ouviu sua voz pela primeira vez – Apenas meus inimigos me chamam de Tirano – sua voz era rouca, como se estivesse com algo ranhando sua garganta – você e meu inimigo? -  Ainda não podia ver seu rosto, apenas metade do seu corpo, do peito para cima estava nas sombras, suas mãos eram visíveis, e o grande anel chamava atenção – Você vem até minha ilha, mata seus habitantes, bota fogo em suas casas, agora me desrespeita na frente dos meus Capos dessa maneira, eu pensei que poderíamos trabalhar juntos, já que temos assuntos do mesmo interesse, Pirata Doppio Pannacotta “ O Diabrete “ – foi então que o homem jogou dois cartazes de procurados no chão, um deles era de Doppio, havia uma recompensa de 77 milhões por sua cabeça, a outra se tratava de Draguren Hynno, sua recompensa estava em 70 milhões.


Narração – Piromaníaco


O sol começava a nascer enquanto os dois piromaníacos conversavam, e para selar o acordo, Hynno apertava a mão do ElDiablo de volta, selando assim uma breve aliança para levar o sacrifício para o Senhor da Luz, o pirata poderia não entender o que aquilo significava, mas na cabeça do adorador, Hynno havia aceitado o Senhor da Luz como sua divindade, sendo verdade ou não, era aquilo que ElDiablo acreditava.


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O Piromaníaco perguntava para o outro sobre quais matérias usariam para matar a Aranha-Rainha – Usaremos isso – O homem então tirava um grande saco de traz de uma moita – já usou um lança-chamas antes? – dentro da sacola tinha um lança-chamas , era do tamanha de uma espingarda, porém, havia um cilindro que devia ser amarrado em suas costas , para o pirata pouco importava o que seria usado, sua atenção estava no que havia nas mangas do ElDiablo – Isso são mini lança chamas – o homem erguia um pouco as mangas – Eu trouxe isso da minha antiga vida, sim, o Senhor da Luz disse que eu precisaria – se tratava de aparato que era fixado nos pulsos, havia um pequeno tubo por onde saia as chamas, no fundo, havia um recipiente onde era colocado algum líquido inflamável, na ponta tinha um pequeno furo por onde saia uma pequena chama, assim, quando o homem segurava numa pequena argola e com dedo médio e anelar, quando esticava os dedos os apetrechos se engatilhavam e saia uma pequena chama das suas mãos.

Com o nascer do sol, Diablo se agitava – Vamos começar então Hynno, leve o lança-chamas com você – o tatuado então abaixava as calças e balbuciava algumas palavras que não se sabia dizer quais – Eu farei – ao falar, juntou as duas mãos e urinou no fogo até o mesmo apagar por completo – Ele disse que está olhando por nós.

A dupla começava a caminhar então, rumando até o covil da aranha-rainha, Hynno perguntava se Diablo conhecia algumas pessoas e sobre as ilha da rota, o crente que guiava o caminho nem sequer olhou para responder – Eu só conheço o Senhor da Luz, não conheço nada mais – Sua voz era totalmente diferente agora, como se tivesse um sentimento nela, seus ombros se encolheram ao dar essa resposta.

Conforme andavam, o sol parecia sumir, a floresta ficava densa e as arvores ficavam maiores, as teias de aranha começaram a aparecer, grudando em Diablo e Hynno, principalmente em suas pernas, mas não via nenhum sinal de aranhas. Diablo guiava o caminho, quando o levantou o punho e se abaixou, virou para traz e fez o sinal para o Pirata fazer silencio, depois apontou para frente, no topo das arvores, havia 3 aranhas, duas grandes, deviam ter uns 3-4 metros de altura, a outra era pequena, tinha apenas 1,5 metros, para aranha, era grandes, mas aquela parte da floresta era inabitável, ninguém jamais ousara passar por ali, as aranhas estavam soltando suas teias em algum animal, o bicho estava preso num casulo, e se debateu por uns instantes, mas parou.



Ganhos:
 

Aliados:
 

Ricard:
 
Gerald:
 
ElDiablo:
 
Nico:
 

Willian West

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MensagemAssunto: [color=#446600][/color]   Corvejo de partida - Página 2 EmptyDom 29 Jul 2018, 15:46



Corvejo de Partida
Diabrete


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Era um lugar lúgubre e bem escondido. Homens demais dentro; uma comunhão. Quase que do nada, já estava eu de frente pra Itori, sendo chamado por ele de inimigo e tendo minha recompensa atualizada exposta para todos. Se não fosse a irritação causada pelo homem, eu sorriria de orgulho dos 77 milhões que minha cabeça valia. Esse velho gagá me acha idiota?

Meus dedos tremeram por um instante, ansiosos pelo saque das duas pistolas. Não o fiz, controlando a indignação que se manifestaria tão clara quanto a água mais cristalina, em minhas palavras de resposta ao Tirano. Olho-o nos olhos e brevemente distancio o olhar para catalogar as posições de seus aliados. — Bom, Tirano... — A minha postura se modificou sutilmente, mas já era perceptível que eu estava pronto para um combate. Ou carnificina. Encaro-o daí pra frente, sem sequer piscar; meus olhos não demandavam isso. — Se tem uma coisa que eu não tô aqui pra fazer, é te dar satisfação a respeito dos meus feitos. — Me adiantaria um único passo, deixando que a aparência inofensiva transmitisse a tranquilidade necessária para não levar aquilo como um ato ofensivo.

Eu é que te pergunto, coroa. — Eu não tinha respeito algum por ele. E insistiria em desrespeitá-lo enquanto não tivesse a boa índole de descer da porra do pedestal e me tratar como igual. Sua arrogância me enojava, e ele, sem dúvidas, aprenderia a controlá-la. — Eu posso matar todos os seus homens aqui em menos de um segundo, de uma só ver. Fiz o mesmo com seus civis, sim. Não me arrependo nem vou me justificar. O fato é... — Me abaixaria a pegaria os dois cartazes com a mão esquerda, deixando a direita pronta para Calígula; enrolaria os cartazes e guardaria. — Cê não vai querer me ter como inimigo. Principalmente...

Com a mesma mão que não retornara para fora ao guardar os cartazes, fisgaria a chave com seu símbolo, e a traria à tona com um sorriso zombeteiro. — Enquanto eu tiver em posse disso. — Era meu álibi, meu colete, minha armadura. Sabia que não atacariam naquele momento, mas exibir a chave certamente os faria querer. Estaria pronto pra isso, e nesse caso, simplesmente jogaria o corpo num giro fugaz, e moveria os braços tão rápido que pareceriam desaparecer; o movimento se iniciaria no saque tanto de Nero quanto de sua irmã Calígula, e os dedos clicariam tão astuta e precisamente nos gatilhos que, ao fim do movimento, pareceria disparar uma bala para cada homem na sala (exceto Nico) ao mesmo tempo. — Me parece que cês tão numa Maré de Azar.

Se ninguém atacasse, apenas sorriria para Nico, ainda com sua chave em mãos. — E então, Tirano, somos inimigos? — Se a resposta fosse sim, sacaria Calígula de prontidão e colocaria-o sob minha mira. — Todos os outros, armas no chão AGORA. E cara na parede.

Se a resposta fosse não, voltaria à postura totalmente neutra. — Nesse caso, sou todo ouvidos.

Diabrete:
 

Possível técnica:
 


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MensagemAssunto: Re: Corvejo de partida   Corvejo de partida - Página 2 EmptyDom 29 Jul 2018, 23:03


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O acordo estava selado, eram uma dupla duvidosa, pois Diablo deveria achar que havia convertido o psicopata para o senhor da luz, mas não podia reclamar. A coisa que havia achado interessante era que, quando havia questionado o que usaríamos, ele retirava de uma moita algo bem interessante, um lança chamas e ao mesmo tempo, questionava Hynno se ele sabia usar. Apenas discordava com a cabeça, seu lance era com armas brancas, mas para aquilo, poderia tentar. Possuía um cilindro que pelo que aparentava, necessitava amarrar nas costas, aquele sacrifício seria interessante. Além de descobrir o que usaria para aquela missão, Diablo explicava para Hynno o que eram aquelas coisas no pulso, era uma espécie de mini lança chamas, igual ao que usaria, mas em versão menor. O que ele havia dito interessava o lunático, o que ele fazia antes de se converter? Um pirata? Não conseguia pensar em nada em que, usar mini lança chamas fosse útil. Daquele aparelho, notava um local onde provavelmente, Diablo precisaria reabastecer para que aquilo funcionasse. – Interessante. Sussurrava o pirata, ao analisar o aparato e foi então, que o sol começava a surgir, a missão para sacrificar a rainha iria começar em breve.

Quando Diablo abaixava as calças para provavelmente urinar, o espadachim se levantava e pegava o lança chamas, amarrando o cilindro nas costas na melhor maneira possível e empunhava a arma que estava ligada por uma espécie de tubo até o cilindro. Sua mão esquerda estava no guarda-mão, enquanto que, a direita, no guarda-mato. Procurava por uma trava, lembrava que o nanico havia lhe dito que precisava destravar e depois mirar e puxar o gatilho, isto havia sido lá no antigo navio dos caçadores, que agora, eram apenas corpos vazios. Com aquele lança chamas deveria ser a mesma coisa e quando encontrasse, isto é, se tivesse um, destravaria. Deixaria tudo pronto, para caso precisasse. Nesse momento, o fogo havia sido apagado e segundo Diablo, seu senhor estava olhando por eles. Onipresente.

Durante a caminhada, havia questionado seu parceiro sobre algumas pessoas e a rota, mas parecia que ele só sabia sobre o senhor da luz, mas não conseguia distinguir, se era verdade ou não, se ele estava escondendo algo ou fingindo ser alguém que não era. Que no caso, era um seguidor do senhor da luz. A dupla então começava a caminhar floresta adentro e de alguma forma, o sol sumia, as arvores começavam a crescer e a floresta a ficar densa. Parecia uma área inexplorada da ilha, pois conseguia perceber o tamanho das aranhas, quando Diablo pedia por silencio, pareciam estar capturando sua presa naquelas teias, realmente, era muito estranho, as aranhas eram enormes, maiores do que as do início. Seguiria Diablo bem de perto e quando percebesse que algo vinha ofensivamente na direção deles, olharia para Diablo, como se perguntasse se poderia usar o lança chamas contra a criatura. Se fosse um sim, usaria sua mão esquerda que estava no guarda-mão, para levar o cano para a direção do bicho e respiraria fundo e sentaria o indicador no gatilho. Não pretendia usar muito do líquido, pois poderia precisar contra a rainha. Era apenas para acuar a criatura ou então, matar com apenas poucas chamas. Mas focaria na mais próxima. Caso a aranha se esquivasse de seu ataque, Hynno buscaria ajeitar sua mira, girando seu corpo para o lado que ela havia se esquivado. Mas durante o giro, cessaria o dedo no gatilho e então, apertaria novamente. Esperava que Diablo cuidasse das outras duas, enquanto Hynno cuidava daquela. Se a criatura soltasse sua teia na direção do psicopata, Hynno procuraria se esquivar daquilo, dando três saltos para trás e então um para o lado, evitando trombar com Diablo e em seguida, voltaria a atacar aquela mesma aranha, se ela ainda persistisse. Se em algum momento ela perecesse, isto é, fosse morta, Draguren procuraria ajudar Diablo, mirando na outra aranha. Os casos seriam os mesmos executados contra a anterior.

Quando notasse que podia falar, se aproximaria de Diablo, se pudesse, claro. Buscaria ficar do lado dele e então, perguntaria para o mesmo: - Antes você havia comentado sobre ter levado o negócio do pulso de sua vida passada. O que você era? Um pirata? Esperaria uma resposta, mas, mesmo que não tivesse, aguardaria alguns segundos e soltava uma coisa que envolvia o senhor da luz. – Depois, vê com o Senhor da luz, o que ele acharia de outro sacrifício. Pois tenho alguém em mente.  Caso Diablo falasse algo como: “Pergunta você”, Hynno fitaria o parceiro por alguns segundos e responderia: - Mas é você que tem mais contato com ele, sou apenas um recém adorador. Se ele se mostrasse interessado em qualquer um dos dois casos, responderia: - O nome dele é: Doppio Pannacotta. Ele não é um grande sacrifício, como é essa suposta rainha, é um pouco menor que eu. Podia escutar alguém da plateia falando algo, no momento era inaudível, até que, conseguia ouvir com clareza: - O que você pretende?  *Simples. Eu quero o mini lança chamas, mas ele não me dará... Vou usar ele contra Doppio, usando o senhor da luz. Provavelmente ele vai morrer e eu pilho a arma dele. Se ele vencer, bem, tanto faz.* Por baixo da máscara, Hynno abria seu sorriso psicótico.





Objetivos:
 

Contador do piromaníaco:
 

Histórico:
 

Referência:
 

____________________________________________________

- Fala
* Pensamento
- Fala da Plateia

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R.I.P:
 


Chibis:
 
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MensagemAssunto: Re: Corvejo de partida   Corvejo de partida - Página 2 EmptyDom 29 Jul 2018, 23:33



Aracne Island 5
Diabrete e Piromaniaco


Narração - Doppio


A situação estava tensa no recinto, os olhos de todos estavam em Doppio, tudo dependia de como ele reagiria a situação em que se encontrava, seus dedos tremiam, não por medo, mas sim pela vontade de sacar suas pistolas perante o homem que estava em sua frente, seu torso encoberto pelas sombras so era iluminado quando puxava fumaça do seu cigarro, mostrando um rosto velho, cabelos brancos e curtos, sua face intimidava qualquer um, seus olhos pareciam ver seus pecados, mas o Diabrete não tinha essa alcunha por ser uma boa pessoa.

Sua postura mudava, ao ouvir Doppio chamar o homem de Tirano novamente, Gerald já balançava negativamente a cabeça e dava um passo para trás. O Diabrete dava um passo a frente, mas nenhum movimento vinha de Kong e dos outros dois homens, seus olhos estavam fixos no corpo de Nico, conforme abria a boca cada palavra parecia desafiar a autoridade do mafioso. Com os cartazes em seus pés o Pirata abaixava e pegava ambos, com sua mão pronta para sacar sua pistola, suas palavras ameaçavam Nico e seus capangas, mas o que Doppio tirava dos seus bolsos era uma chave, a mesma que havia pegado anteriormente, e para o rapaz aquilo garantiria sua sobrevivência.


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O Silencia reinava novamente, quando aplausos vindo de Nico surpreendia a todos – Bravo, Bravo – seu rosto agora estava na luz, era possível ver seu corpo inteiro, usava um terno negro, uma camisa branca com uma gravata vermelha – Eu me lembro de quando eu era garoto, era astuto assim, pensava que estava acima de tudo e todos – dava uma tragada no cigarro e expelia a fumaça para cima – Até que eu aprendi que não se ameaça os chefes em sua frente, você faz isso em suas costas – então o homem se encostava novamente na cadeira.

Foi então que a sala ficou toda escura, o homem gordo usou algum tipo de poder, pois a luz que vinha lampada entrou em sua barriga e tudo ficou escuro, e antes que Doppio pudesse sacar sua pistola, sentiu alguém sobre seu corpo, o peso do inimigo fez com que ambos caísse para frente, o homem caiu com o joelho nas costas do pirata, apertando-o contra o chão, e então a sala era iluminada novamente, o luz saia do corpo do homem gordo que estava sentado, então via Kong sobre o corpo de Doppio, por fim podia ouvir um “clack”, era o barulho de algo sendo lacrado.

Gerald se afastava da cena a sua frente, e podia ver que se tratava de uma algema, estava fechada no punho esquerdo de Doppio, Kong então pegava o outro braço do pirata e colocava a outra parte da algema, fazendo com que as mãos do rapaz ficasse presa em suas costas, a força do mink era tremenda, não dando reação para o Diabrete, o macaco parecia que já havia feito aquilo inúmeras vezes, toda a ação demorou 7 segundos, tempo suficiente para Nico dar uma tragada em seu cigarro, Doppio sentia sua força se esvaindo, um cansaço tremendo.

- Sabe Doppio, eu esperava essa reação – Nico ficava em pé pela primeira vez, o homem devia ter uns 1,80 mts - quando soube o que fez nesta cidade, Ricard ligou para Eddie ontem, marquei essa reunião para hoje cedo porque queria pegar seus companheiros dormindo, e você descansado e com confiança – o cigarro havia acabado, Nico então jogava a bituca perto do rosto do rapaz, que estava colando ao solo, com o corpo de Kong sobre suas costas – Quando Gerald viu voce roubando os den den mushis e entregando para o tritão, ele usou rapidamente o que estava sobre a mesa e pediu para Gerald mandar um dos homens seguir ate seu barco no porto, então o plano estava feito - era possível ver um sorriso de satisfação no rosto do homem- Você devia ser o maioral na sua cidade, então ficou entediado e veio para a Grand Line, e pensou que seria a mesma coisa, mas vou te mostrar a realidade desse mar, traga-os – a ordem era dada ao homem gordo de antes, este então levantava com dificuldade e passava pela porta por onde Doppio e Gerald havia entrado, rapidamente ouvia seus passos voltando, junto com ele tinha outros 3 homens, todos usavam ternos, havia quatro pessoas encapuzadas e com as mãos amarradas – Coloque-os ali – apontava para a parede onde o homem com rabo de cavalo estava.


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Os homens então colocavam as quatros pessoas uma do lado da outras, todas de joelhos, e o cabeludo tirava os sacos de suas cabeças, se tratava dos companheiros de Doppio, estavam ali Aiko, Yoki, Bherthulls e Tobi, estavam todos com o rosto machucados, pareciam ter lutado, suas bocas estavam tampadas por um pano, ouvia-se apenas grunhidos deles – Como havia dito, você jogava nas ligas amadoras, e agora está na liga principal, e assim que jogamos – Nico caminhava até os quatros e parava na frente deles – Eu queria ter matado o rapaz de 70 milhões na sua frente, mas ele revidou, e o Tony não segurou sua força, não sobrou muito do corpo haha – Nico agora se ajoelhava para olhar nos olhos dos que estavam amarrados – Tudo que está acontecendo e culpa do seu capitão, ele so tinha que beijar este anel – Nico então mostrava a para os quatro – Mas ele preferiu me desafiar, e preciso mostrar quem manda, eu não queria matar um de vocês, odeio matar pessoas com potencial – O mafioso sacava uma pistola – Doppio, vou lhe explicar sua situação, eu destruiu sai tripulação em uma noite, não me desafie de novo garoto, vou deixar que fique com sua vida, suas armas, e os den den mushis, va até Endeavor e faça a arma para sua cliente, nós veremos la novamente, quem sabe você muda de ideia.


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Ao terminar a frase, Nico apontava a arma para umas das mulheres, e sem dizer mais nada puxou o gatilho, o barulho era ensurdecedor, a bala havia atravessado a cabeça de Yoki, seu corpo já sem vida caia para frente – Põem todos para dormir – Os 3 homens então molharam um pano com algum liquido e colocavam sobre o rosto dos demais, e após alguns segundos, caiam para frente também – Tony, pegue a chave e avise Ricard que tenho negócios em Bingo Bingo Island – Nico ajoelhava para olhar no rosto de Doppio, dando um leve tapa em seu rosto – Na próxima vez, não esqueça de mostrar respeito – o Diabrete sentia seu corpo fraco, como se sua energia estivesse sendo drenada, Kong então saia de cima de Doppio e fazia com que ele ficasse de joelho, foi quando Tony parou em frente do pirata – Soubemos que você atravessa paredes, fizemos especialmente essa algema de Kairosuke para você – o homem tirava um soco inglês do bolso e colocava em sua mão direita – Sonhe comigo – foi quando Tony desferiu um soco na face do Diabrete, e então o rapaz apagou.

Ao abrir seus olhos, podia notar que havia uma chave em sua frente, seu corpo estava no chão, e o sangue que escorria de Yoki havia chegado ate onde ele estava, agora sua roupa estava coberta de sangue, assim como seu rosto, que estava inchado do lado esquerdo, o resto do pessoal estava desacordado, tirando Yoki e claro, que estava morta, não havia mais ninguém na sala, a porta estava aberta, de modo que o sol trazia um pouco de luz para a sala.  



Narração - Hynno


O breu tomava conta daquela parte da ilha, apenas poucos raios de sol adentravam pela densa mata que cobria toda aquela região, o solo coberto por expeças dificultava a caminhada de viajantes descuidados, o que não era o caso do Diablo, mas Hynno talvez pelo excesso de peso em suas costas já sentia um pouco de fadiga em seu corpo.


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O sinal de Diablo para que parassem se tratava de aranhas que haviam no caminho, três de tamanho anormal, aparentemente estavam guardando a comida que conseguiram a noite, teciam teias na carcaça do animal de modo que era formado um casulo em torno do seu corpo. Diablo estava na frente de Hynno, agachado para não ser visto, pegar aquela animais num ataque surpresa seria o ideal.

Quando o adorador começava a virar seu corpo para explicar como agiria um tiro era escutado a alguns metros a direita da dupla, todos os pássaros que repousavam no topo das arvores saiam voando, era realmente um barulho alto, e após o primeiro, não se escutou nenhum outro, o som podia ser comum para pessoas comuns, mas para Diablo e Piromaníaco, aquilo era um som de tiro, e ambos sabiam disso.

Os animais paravam de tecer a teia e partiam em disparada para onde o tiro havia sido disparado, quase que institivamente, o som atraia aqueles animais já que sua visão era prejudicada pela luz do dia. A carcaça do animal não estava completamente coberta de teia, faltava uma parte, e assim, os três animais deixavam como estava, e partiam rumo a direita.

Diablo vendo que os animais haviam saído, pulava fora da moita onde estavam escondidos – Temos que ir até aquele barulho, pode ser um sinal! – o homem então corria para a direita sem nem olhar para traz, esquecendo completamente de Hynno, que pelo peso do lança chamas não conseguiria acompanhar a corrida do rapaz, Diablo não se importava com as teias de aranhas que haviam em seu caminho, eles grudavam em seu corpo, seu rosto, mas nada impedia sua investida.


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Se olhassem um pouco para cima, podiam notar que possivelmente o tiro teria advindo de uma enorme arvore que se destacava das demais, a mesma estaria a uns 1500 metros de distância de onde a dupla estava, com os arbustos e a densa mata, teriam que ter cuidado para não caírem numa armadilha daqueles animais, e o mais incrível, quanto ao animal que estava sendo coberto de teias, se chegassem mais próximos do corpo, podia notar que o mesmo tinha cabelo, e entre os fios que teciam o casulo, tinha um braço para fora.





Perdas:
 

Aliados:
 

Ricard:
 
Gerald:
 
ElDiablo:
 
Nico:
 
Tony (Usuário da Kuro Kuro no Mil):
 

Willian West

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Corvejo de Partida
Diabrete


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Maldito velho filho de uma maldita puta desgraçada. Foi tudo que pude pensar antes de desabar. Sim, ele me pegou. No instante em que as luzes se apagaram e me vi rendido, já reconhecera a derrota. Por agora. O corpo começa a se encharcar em suor; frio. Coceira na cicatriz, que não pude aliviar. Peso sobre mim e, por fim, meu fim.

Meus olhos sequer vislumbrariam os capangas; naquela sala, com aquele maldito ar arrogante, com aquelas malditas palavras arrogantes, só havia o Tirano. Apesar da fraqueza gradual que me atingia, acompanhada de uma dormência no corpo inteiro, veias grossas e pulsantes surgiam na testa. Bombeavam fúria e rancor. Não disse nada. Não pisquei. O ar que saía dos pulmões parecia denso, grosso e pesado. Profundamente dentro de mim, embora eu jamais fosse reconhecer tal sensação em sua essência, era tudo medo. Faces de uma mesma moeda.

Eu não o respondi daí em diante. Palavras não seriam de nenhuma ajuda naquele momento. Assisti o assassinato da mulher e, pelo menos nessa parte, não dei a mínima. Esse foi um movimento estúpido da sua parte, seu velho gagá do caralho. Da mesma maneira, não me importei de ver os aliados em perigo; eles estavam ali sabendo dos perigos, se foram pegos, foram fracos. Assim como eu fui. E isso era problema individual.

Havia dificuldade para me focar; enquanto as sentenças de Itori me invadiam a mente e a indignação só aumentava, manifestando-se silenciosamente, como uma criança irritada que faz pirraça quieta. Mil pensamentos na mente. Mil formas de me vingar; mil formas de foder com a vida dele. Mil formas de sair vitorioso. Mil formas de tirar tudo que é dele. Posso não te matar hoje, amanhã... As partes brancas dos olhos, repletas de saliências vermelhas, como se estivesse rachado. Mas eu vou te matar pra caralho.

Era bom em menosprezar, o maldito mafioso. E como era. Será sua ruína. Parecia me dar dicas, como se fosse tão superior assim a ponto de querer guiar a porra do meu caminho. Era só um velho fraco, cujo poder se deitava com os lacaios e jamais com ele. Sozinho, é só um maldito velho fraco. E eu escolhi jogar seu jogo. Farei como indicou, fodido; mas vou fazer do meu jeito e cê vai cair do meu jeito. E quando fizer, eu vou cuspir no seu cadáver e expô-lo na entrada dessa maldita ilha.

Estava irritado e saturado de sentimentos e sensações que preferia não processar. Não foquei muito no resto de seu discurso estúpido. Guardei uma palavra chave; Bingo Bingo Island e Kairoseki, dito pelo tal Tony. Um baque e eu apaguei.

|____|

Quando acordei, ainda exaurido das energias graças à maldita algema, me dei conta da chave largada bem na frente dos meus olhos. Me arrastei até ela, empapado de sangue que, felizmente, não era meu. Com dificuldade, fisgaria-a com uma das mãos e encaixaria-a na fechadura da algema, girando o pequeno objeto para me livrar da maldita pedra-sanguessuga.

Ao passo que me libertasse, inspiraria o mais profundamente possível e acharia um lugar para a algema em meio às vestes, onde não me tocasse diretamente. A grande quantidade de oxigênio inalada serviria para me trazer alguma breve calma, e logo em seguida, enalteceria a mesma sensação ao acariciar a cicatriz com os dedos padrão para o movimento. Cortaria as cordas que amarravam o resto da galera com uma das facas de arremesso.

Eu vou voltar e vou te foder. — Diria, baixo, como se sussurrasse para Itori, mesmo que não estivesse ali. Uma raspada de garganta pra reunir uma boa massa de catarro e um puta escarro no chão da sala. Sairia.

Roupas ensopadas, cabelo desgrenhado. Meu corpo inteiro tremia. O gosto da derrota era amargo demais. Mas suportei. Seguiria todo o caminho de volta em silêncio. O destino final, a nova embarcação do bando. — Preciso me preparar. Puta que pariu. — Caminharia até chegar ao porto, e naquele momento, eu era uma criança extremamente puta da vida com o cara que quebrou meu brinquedo.

Caso chegasse até a localização do barco, sacaria Calígula e, no mesmo movimento, clicaria com o gatilho para frente, disparando o grappling hook. Seu alvo era a bancada lateral do navio, onde iria se cravar; assim que o fizesse, reverteria a pressão no mecanismo e içar-me-ia nau adentro. Baquearia os pés no convés para me equilibrar a bordo e voltaria a esconder a pistola nos trajes.

No convés, caso encontrasse algum dos tripulantes, principalmente Berthuls e Tobio, olharia-os nos olhos. — Nós temos um novo inimigo, como eu suspeitava desde o começo. — Estava sério; e a seriedade não tinha ar algum de superioridade. O timbre era rouco, grave e seco. A sentença de um suprimido. Mas não por muito tempo. — Cês têm duas escolhas. Podem se vingar do babaca ou sentar e temê-lo. — Já iria me adiantando navio adentro, seguindo para a antiga sala do ferreiro. — Eu vou me preparar.

|____|

[upgrade nas armas, edito em breve]

|____|

Por fim, volveria ao convés. O par de pistolas parecia sutilmente mais leve e fácil de manipular. Ótimo. Se bem me lembro, já deve estar na hora de encontrar o tal subordinado de Lady M. O aguardarei aqui. Encostaria as costas na bancada e manteria os olhos no horizonte. Parando pra pensar, ela disse que ele viria andando... Uma pulga atrás da orelha. Que diabos?

Talvez ele pudesse andar sobre as águas, embora eu não acreditasse nem um pouco nessa hipótese. Não sabia como processar, então me limitei a esperar. Os olhos manter-se-iam atentos e, graças à habilidade ocular inata, poderiam captar a chegada do homem antes mesmo dele se aproximar do porto.

Se sua chegada fosse, no mínimo, bizarra; me surpreenderia. Mas não daria ao luxo de demonstrar isso a ele. Apenas trocaria olhares, um aceno positivo de cabeça, e por fim, um convite para subir a bordo. — Deve ser você.

Diabrete:
 



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MensagemAssunto: Re: Corvejo de partida   Corvejo de partida - Página 2 EmptySeg 30 Jul 2018, 20:25


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Quando Diablo havia dado o sinal de pare, podia notar o motivo. Eram três aranhas de um tamanho muito desproporcional do que as do início da ilha. Pareciam guardar o animal que haviam capturado na madrugada, tecendo as teias na carcaça e na frente do psicopata, Diablo estava agachado, como se estivesse na espreita, escondido para um bote naquelas criaturas. El Diablo girava seu corpo, ele parecia fazer uma menção de que iria começar a falar, mas um som familiar para Hynno e talvez para Diablo, podia ser escutado, impedindo seu parceiro de falar o que ele pretendia, os pássaros voavam e as aranhas grandes paravam de fazer o que estavam fazendo e iam para aquela direção, Diablo não ficou para trás, saia da moita e dizia que era para seguir o som também e segundo ele, poderia ser um sinal. O parceiro corria para a direita, que era a direção do tiro, saia tão rápido que nem fazia questão de olhar para trás e Hynno também não perdeu tempo, utilizava de sua corrida e aceleração para acompanhar Diablo. – Sinal de quem? Sussurrava o psicopata para si. – E a gente que sabe?

O problema era aquele cilindro, aquilo atrasava a corrida, fazendo o louco ficar atrás de Diablo, mas finalmente chegava no local e uma coisa chamava a atenção do espadachim: Alguém com cabelo e um braço havia sido pelo pelas teias e estava numa espécie de casulo, só poderia ser uma pessoa. Procuraria avisar Diablo sobre aquele casulo onde tinha um braço de fora, sussurraria: - Vou ver se derrubo aquilo. Se Diablo impedisse que Hynno fizesse aquilo, por algum motivo como: As aranhas estavam prestando atenção neles, ou estavam avançando contra a dupla, procuraria mirar na criatura do meio e sentaria o indicador no gatilho. Visava a cabeça dela, pois uma aranha sem cabeça, não podia fazer nada. Apenas cessaria, quando a criatura estivesse morta e então, miraria na próxima, da direita, se fosse possível, onde executaria o mesmo plano de mirar na cabeça.

Se elas soltassem teias, Hynno buscaria dar três saltos para trás e um para o lado oposto que Diablo estivesse e em seguida, voltaria a atacar com o seu indicador no gatilho contra a cabeça da aranha do meio. Repetiria esse processo quantas vezes fosse necessário, até que elas tivessem sido exterminadas e se esse fosse o caso, isto quer dizer, aquelas três tivessem morrido, buscaria mirar naquele casulo com uma pessoa presa e apertaria o gatilho, buscava fazer com que as chamas queimassem a teia e o casulo caísse, não faria mais nada, esperaria que aquela pessoa se soltasse por si só e se fosse o caso e a mesma reclamasse do que havia ocorrido, isto é, as chamas contra o casulo, suspiraria e então, apertaria o gatilho. Procuraria queimar a pessoa viva, mas, caso a pessoa fosse alguém conhecido, como: Tobio, Berthuls, Aiko, Yoki, Doppio, Hynno apenas ignoraria a reclamação e continuaria com Diablo. – De nada. Diria para aquela pessoa, antes de apertar o gatilho sem razão aparente.

Agora, se Diablo impedisse que Hynno soltasse o sujeito do casulo com o lança chamas, isto é, antes do caso de as aranhas estarem observando a dupla ou pretendendo ataca-los, alegando que precisaríamos pegar aquelas três aranhas de surpresa, seguiria Diablo e então, quando ele atacasse elas, escolheria a do meio, isto é, se ele não tivesse escolhido, se sim, pegaria a da direita e seguiria firme com o ataque, visando a cabeça dela, mas também, o tronco. Os casos de defesa seriam os mesmos do caso anterior.

Em qualquer um dos casos de luta contra as aranhas, se sua oponente se esquivasse para os lados, Hynno procuraria mudar o curso das chamas, girando um pouco seu corpo para o lado que ela havia se esquivado e daria um passo para a frente, se fosse preciso. Se a esquiva dela fosse para trás, Hynno daria no máximo, dois passos para a frente, se fosse seguro, ainda com o dedo no gatilho. Se elas tentassem contra-atacar nesse caso de esquiva, Draguren seguiria o mesmo plano do primeiro caso, lá no início.

Se as aranhas estivessem mortas, prosseguiria com o plano ao lado de Diablo. – O que faremos agora? Cadê essa rainha mãe? Olharia envolta na busca de algo, mas caso houvesse um local, como uma casa ou algo do tipo, caminharia até lá, procuraria observar o interior pelo lado de fora e se notasse ninguém, perguntaria para Diablo o que ele achava de queimar aquela casa e então, se ele topasse, visaria aquilo e mirava o cano da espingarda naquela casa e começaria a fazer o trabalho de piromaníaco, até que a casa fosse para baixo. Se ao tentar olhar para o interior e notasse que tinha alguém e fosse todos desconhecidos, procederia com a sua ideia de derrubar a casa, avisando Diablo e executando. Se no interior tivesse conhecidos, apenas procuraria abrir a porta com um chute com o pé direito, caso tivesse fechado. – Saiam logo. E sem delongas, voltaria para próximo de Diablo e procuraria queimar aquela casa, dando uma colher de chá de cinco segundos.




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MensagemAssunto: Re: Corvejo de partida   Corvejo de partida - Página 2 EmptySeg 30 Jul 2018, 22:21



Aracne Island 6
Diabrete e Piromaniaco


Narração - Doppio

Naquele pequeno quarto dentro de uma arvore, a tripulação da Trupe Corvinata foi derrotada por um homem, Nito Ittori, todos, com exceção de Hynno, estavam ali no chão, derrotados sem poderem revidar, agora eles sabiam como a Grand Line funcionava, não tinha espaço para crianças aventureiras, como foi dito, ali era o grande oceano, sempre terá um peixe maior.

O primeiro a acordar foi Doppio, a algema de Kairosuke drenava sua força, mas o que mais estava abalado era o psicológico do rapaz que já não era dos melhores, nunca havia passado por nada semelhante em sua vida, mas o mafioso havia sido misericordioso, a chave da algema estava bem na frente do pirata. Contorcendo seu corpo conseguiu com muita dificuldade pegar a chave, após algumas tentativas a chave entrou na fechadura, e com o girar sentiu um grande alivio, a única fraqueza do pirata agora estava no chão, e sua força retornava gradativamente ao seu corpo.

Usando um dos seus bolsos, o rapaz guardava consigo a algema, quem sabe seria útil num futuro, o lado esquerdo do rosto de Doppio estava completamente inchado, de modo que seu olho estivesse totalmente fechado, demoraria algum tempo para desinchar, o resto do seu bando não estava melhor, os machucados de Tobi que haviam sido curados estavam abertos novamente, Bherthulls estava com um supercílio aberto, enquanto que Aiko ostentava um olho roxo e um corte no ante braço.

Doppio tentava se recuperar do que havia passado, controlava sua respiração para manter a calma e se recuperar da situação que já passou, seu cabelo encharcado pelo sangue de Yoki fazia com que pingasse gotas conforme o rapaz andava, sua roupa estava completamente suja, a aparência do rapaz era de um psicopata. Após se levantar desamarrou seus companheiros que ele não da a mínima, o único que havia acordado era Bherthulls, o tritão cuspia o sangue que estava armazenado em sua boca – Filhos da puta, isso não vai ficar assim – seus olhos repousavam no corpo de Yoki ao seu lado – pobre garota – o olhar agora estava voltado para seu capitão, como se a culpa de tudo aquilo fosse dele, afinal Doppio colocou seu orgulho a frente dos seus companheiros, e o resultado foi a morte prematura de sua tripulante.


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Tobio continuava desacordado e parecia que não iria despertar tão cedo, a última a recuperar seus sentidos foi Aiko, a garota abria seus olhos e com se fosse um reflexo soltava um grito aterrorizador, suas mãos tremiam, a pequena garota olhava para sua amiga, sua voz era fraca – Yoki – foi a única palavra que a moça balbuciou antes de cair no choro, as lagrimas escorriam em seu rosto, a menina ajoelhava ao lado do corpo da sua amiga e colocava seu rosto sobre a barriga da morinbunda, a menina parecia que iria desmaiar novamente.

De repente a menina levantava e ia para cima de Doppio, os olhos de Aiko estavam tomados pelas lagrimas, mas era nítido que agora a menina estava tomada pela raiva – Isso e culpa sua, seu filho da puta! Você matou a Yoki – a menina avançava e dava um tapa na cara de Doppio, e depois caia de joelhos, suas pernas tremiam – Por favor, mate aquele homem – sua voz voltava a ser suave novamente, a raiva passara rápido como uma tempestade, e agora reinava a calmaria – Mate-o Doppio, jure para min, que não próxima vez que ver aquele desgraçado, você ira mata-lo, JURE!!!!! – a menina agora segurava nos pés de Doppio, seu olhar não vacilava nenhum instante, Berthulls apenas acompanhava a cena que ocorria sem falar nada.



Narração – Hynno


Ao escutar o tiro, Diablo saia em disparada para ver de onde vinha aquele barulho, o homem sequer olhava para traz, Hynno então se viu em apuros, o peso do cilindro lhe atrapalhava, mas não prejudicava muito sua perseguição, o rapaz tinha um físico excelente e uma força acima do normal, de modo que não perdera o crente de vista.

Conforme passavam pela mata, seus corpos iam ficando cobertos de teias de aranhas, Diablo ate tropeçou uma vez, mas levantou rapidamente, o folego do homem era invejável, por mais que não fosse possível acompanhar as aranhas, não chegariam muito depois. A dupla seguia o barulho do tiro, e podia notar que provavelmente vinha de uma grande arvore que crescia conforme avançavam.

Sem avisar, Diablo parava seu avanço e se escondia atrás de um moita que a frente. fazendo sinal para que Hynno fizesse o mesmo, os dois podiam não ter percebido, mas havia uma trilha um pouco a esquerda de onde estavam,e como o tiro ouvido mais cedo, podia escutar um grito feminino vindo de dentro da arvore, grito este, que Hynno poderia vir a reconhecer pela voz da moça, se tivesse uma boa audição. Logo após o grito, a aranha maior saltava bem a frente da dupla, enquanto que as outras duas estavam no topo de uma arvore que ficava mais ao lado, so quando a maior fez algum barulho, que as demais saltaram também.


Narração – Todos


Enquanto Doppio, Berthulls, Tobio e Aiko estavam dentro do tronco, não notaram que havia seres no lado de fora, so quando escutaram o barulho de alguma coisa pousando no chão que o silencio tomou conta do local, e foi Bherthulls que falou primeiro – Será que eles voltaram para terminar o serviço? – O tritão então recuava para perto de Aiko, deixando Doppio a sua frente.

Para Hynno a situação era mais favorável, as duas aranhas menores estavam bem a sua frente, de costas para ele e o seu parceiro, aparentemente não haviam notado a presença de Diablo e do Piromaníaco, já a maior aranha estava bem a frente do que parecia ser uma porta secreta que dava para dentro do tronco, se a mesma não estivesse aberta, jamais notariam que havia uma passagem ali.

Diablo virava para olhar para Hynno, o homem fazia um sinal com a mão, como se estivesse segurando o lança chamas, e depois apontava para as aranhas. Ao finalizar sua mimica, o homem dava um passo para o lado, deixando o caminho livre para o Piromaníaco fazer o que mais gostava.

Dentro do tronco, uma sombra foi sendo formada na porta, não podia dizer o que era a menos que saíssem la fora, a luz do sol pouco iluminava a entrada da sala, e agora havia uma sombra cobrindo a mesma, Aiko e Berthulls recuavam, como se recusassem a ir la ver o que era, a garota, se resumia a chorar e olhar para sua amiga, enquanto o tritão excitava e falar algo, frente a situação.


Mapa Situacional:
 



Ganhos:
 

Aliados:
 

Ricard:
 
Gerald:
 
ElDiablo:
 
Nico:
 
Tony (Usuário da Kuro Kuro no Mil):
 

Willian West

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MensagemAssunto: Re: Corvejo de partida   Corvejo de partida - Página 2 EmptyTer 31 Jul 2018, 19:09


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Diablo e Hynno corriam para aquela direção do tiro, o psicopata estava um pouco atrás do adorador e conforme a corrida, eram pegos pelas teias, mas essas só grudavam em seu corpo, notava que Diablo até tropeçava uma vez, mas logo se recuperava e continuava. Sabia que não conseguiria acompanhar ele ou as aranhas, mas chegaria junto com Diablo um pouco depois das três criaturas. Durante o avanço, o psicopata percebia uma árvore que, enquanto avançavam, ela crescia. Foi em um certo momento, que Diablo parava sem avisar nada, se escondia atrás de uma moita e fazia uma espécie de sinal para que Hynno fizesse o mesmo e sem pestanejar, o lunático fazia isso. Um grito feminino havia sido escutado e após o grito, o trio de aranhas se moviam, para a sorte da dupla, elas não haviam percebido eles atrás da moita e podiam pega-las de surpresa. Finalmente, poderia utilizar o lança chamas, mas teria que ser nas menores, pois a maior estava mais adiante.

O senhor da luz queria um grande sacrifício, segundo Diablo, seria a Rainha Mãe, mas estávamos tendo um imprevisto, aquelas três aranhas, uma delas, era maior que as outras, provavelmente poderia servir de sacrifício, precisava tomar cuidado. Diablo dava um espaço, como se tivesse pedindo para ele começar. Utilizando sua furtividade, procuraria fazer com que a aranha da direita estivesse na mira do lança chamas e então, sentaria o dedo indicador no gatilho. Procuraria queimar a criatura até que a mesma não pudesse mais se mexer, começando pela cabeça e então, se Diablo ainda não tivesse eliminado a da esquerda, Hynno procuraria avançar em ziguezague contra àquela e buscaria incinerar ela utilizando seu lança chamas, focando na cabeça da mesma. Se após acabar com as duas, aquilo chamasse a atenção da maior, procuraria incinerar a cabeça da mesma, enquanto buscava recuar, isto é, se a maior viesse para cima de Hynno.

Se ela continuasse a avançar, procuraria ficar atrás da moita e incendiaria a mesma, se ela quisesse avançar, teria que queimar as patas. Mas, mesmo depois de tentar incendiar a moita, voltaria a mirar na cabeça da mesma. Esperava que queimar aquela aranha maior fosse o suficiente para Diablo e seu senhor, pois se aquela aranha não fosse a Rainha Mãe, só podia supor que a mãe era bem maior do que a que estava vendo. Precisaria finalizar aquilo com aquelas três mesmo, capaz de que, se adentrasse ainda mais naquela floresta obscura, surgiria outra maior do que aquela, era assim a natureza. Algo maior sempre viria, com pessoas a mesma coisa.

Se elas soltassem teias, Hynno buscaria dar três saltos para trás e um para o lado oposto que Diablo estivesse e em seguida, voltaria a atacar com o seu indicador no gatilho contra a cabeça da aranha da direita. Repetiria esse processo quantas vezes fosse necessário, até que elas tivessem sido exterminadas e se esse fosse o caso, isto quer dizer, aquelas três tivessem morrido

Em qualquer um dos casos de luta contra as aranhas, se sua oponente se esquivasse para os lados, Hynno procuraria mudar o curso das chamas, girando um pouco seu corpo para o lado que ela havia se esquivado e daria um passo para a frente, se fosse preciso. Se a esquiva dela fosse para trás, Hynno daria no máximo, dois passos para a frente, se fosse seguro, ainda com o dedo no gatilho. Se elas tentassem contra-atacar nesse caso de esquiva, Draguren seguiria o mesmo plano do primeiro caso, lá no início.

Caso a aranha maior não se interessasse pela dupla após o feito, Hynno iria incinerar ela do mesmo jeito, da melhor forma possível que conseguisse encontrar para terminar com a vida daquela criatura. Procuraria incinerar as patas dela, na pior das hipóteses, o chão dela. E então, caso ela agora prestasse atenção neles, usaria os mesmos casos de ataque, defesa e contra-ataque.

Caso tudo acabasse “bem”, isto é, as três mortas, olharia para Diablo e perguntaria: - Será que o senhor da luz está satisfeito, com esses três sacrifícios? E enquanto esperava uma resposta dele, olharia para a porta aberta daquele tronco e, se percebesse alguém conhecido, sussurraria: - Parece que eles estavam dentro daquele tronco. E então, giraria os calcanhares e voltaria para o início da ilha, mas antes, diria para Diablo: - Vamos voltar, pretendo retornar para o Peste Negra e sair dessa ilha. E então, correria até lá, incinerando tudo que podia, isto é, se ainda tivesse o líquido para incinerar, se não, apenas correria para o navio. Se tivesse, incineraria a floresta, assim, buscando levar as aranhas juntos com o incêndio.


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