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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Corvejo de partida

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MensagemAssunto: Corvejo de partida   Corvejo de partida EmptyQua 18 Jul 2018, 22:03

Corvejo de partida

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Doppio "Diabrete" Pannacotta. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: [color=#446600][/color]   Corvejo de partida EmptyQua 18 Jul 2018, 23:54



Corvejo de Partida
Diabrete


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Finalmente o maldito Itori dará as caras. Aceno positivamente com a cabeça para a oferta do homem. O cabelo ondula durante o movimento; com a mão esquerda, ajeito-o para que não atrapalhe os olhos. Certo, finalmente chegou a hora... Esse último pensamento concerne tanto ao encontro com o dono da misteriosa chave quanto ao anúncio de minha tão esperada marca. Afoguei confortavelmente as mãos nos bolsos e senti o calor aconchegante envolvê-las. — Vambora então. — Seguiria-o até a cabana, mantendo os passos sincronizados aos dele.

Foda é que eu não faço a mínima ideia de como falar. Visivelmente encafifado graças ao breve impasse, retorci os lábios e montei uma leve expressão de quem estava pensando profundamente no discurso de anúncio – entretanto, eu não tava. Caguei, eu dou meus pulos. E prosseguindo a caminhada, aproveitaria e examinaria quaisquer presenças aracnídeas no local. — Esses bichos me deram uma ideia foda. — Comentaria em voz alta, embora não tivesse intenção clara de dirigir o comentário ao homem que acompanhava.

|-------|

Uma vez na cabana, correria os olhos negros por todo o espaço e estudaria as estruturas. Apetrechos semelhantes ao Baby Den Den Mushi que possuía também seriam analisados. A intenção ao visualizar todo o local de maneira minuciosa era encontrar quaisquer item ou objeto que fosse estranho, diferente ou até chamativo para um local como aquele. Em suma, guardaria o ímpeto em obter lucro a todo momento — mesmo que não monetário — e prosseguiria de acordo com instruções do figurão para começar o anúncio.

Deixaria que ele coordenasse tudo até que estivesse pronto para falar; quando preparados os pormenores, iniciaria, com um pigarro que certa e obviamente tinha intenção de incomodar os ouvintes, só de sacanagem. — Boa noite, caralho. — Atentaria a qualquer informação que pudesse me indicar com quem e quantos eu falava, e até mesmo de onde eram. Prosseguiria. — Na voz, o mais pica, o Diabrete; a ideia é curta e é grossa, sem muito mimimi nessa merda. — Um leve momento pra respirar. fiiiiii. Inalei. — Àqueles cuja paixão pelas festas sangrentas da guerra nunca se satisfaz, anuncio a Diabrete Artigos para Festas. Armas peculiares ou comuns em lotes para armar grupos maiores. Monte sua própria milícia armada e vá logo festejar por aí, botar no cu de todo mundo que quer te foder. E... — No puro improviso, disparei logo uma jogada estratégica para tentar um boost imediato nas vendas. — Os primeiros três clientes ganham um bom desconto na entrega dessas belezinhas, e ainda devolvo a merda do dinheiro se ficarem insatisfeitos. É isso. Fui. — Era mentira, óbvio. Eu nunca devolveria dinheiro. Finalizaria o anúncio com um aceno de mão para Gerald.

Caso não houvesse nenhum interessado de imediato, trataria de conversar com o homem que me acompanhava. — Quando o maldito Tirano pisa na ilha? — Queria extrair informações a respeito do homem, o grande pica de mel do submundo. Caso me contasse, prosseguiria. — De onde ele tá vindo? Talvez esteja trazendo algo valioso com ele... — Uma leve fagulha de interesse. Se Gerald se negasse a responder, daria de ombros.

Se surgisse uma demanda, atentar-me-ia a ela e estudaria a proposta, deixando para moldar uma resposta depois de analisar o caminho mais lucrativo pra mim.

Diabrete:
 


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MensagemAssunto: Re: Corvejo de partida   Corvejo de partida EmptyTer 24 Jul 2018, 15:59


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"Como você venderia a morte? Literalmente a experiência definitiva! Sem seguro, sem enjoo, sem discussão, uma viagem só de ida"
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Estávamos no navio, Aiko ainda na maca, Yoki que ainda se recusava a responder o psicopata, Tobio e Poe, estávamos na espera do carpinteiro que Ricard disse que mandaria. Num certo momento da madrugada, o homem surgia, perguntava se aquele era o navio e com a resposta do pirata, o carpinteiro subia murmurando algo, não se importava com o que ele murmurava. Dava uma espécie de desculpa, pelo menos, era o que parecia para o que havia ocorrido na cozinha, para o homem que estava para arrumar a Peste negra. O sujeito respondia, parecia achar que Hynno possuía algum tipo de poder para ver no escuro, mas era o que via. Não havia adquirido aquilo recentemente, estava com o espadachim desde o início e bem, foi o próprio que havia explodido a cozinha. Naquela suposta desculpa, indiretamente era jogada a palavra psicopata, que na verdade, era o próprio espadachim, era para ver se conseguia fisgar algo do carpinteiro, mas parecia estar escuro e o homem não parecia identificar Draguren. O marceneiro começava a falar de um psicopata que gostava de tacar fogo nas coisas, naquele instante, o pirata dava um sorriso de canto, achando que estava falando dele, que sua fama havia chegado naquela ilha cheia de aranhas, mas as próximas palavras, fazia o sorriso sumir, trincava os dentes. O nome era El Diablo.

Tinha um objetivo, encontrar esse tal de “El Diablo” e arruinar o plano, pois não havia espaço para dois Piromaníacos naquela ilha, apenas um poderia ficar e prevalecer, mas para isso, precisaria encontrar ele e então, iria pensar em algo. Yoki ainda não respondia o psicopata, Aiko ainda dormia na maca e então, o carpinteiro finalizava o serviço, cobrando Hynno e então, ao pagar o mesmo, o homem ia embora. O piromaníaco então travava aquele rifle novamente, deixando no chão aquela arma, pois consigo estava: Ymir e a pistola presa e escondida. Draguren então, se levantava, seu alvo não estava no navio, mas sim, floresta adentro. – Eu já volto. Tobio, tome conta do navio e Yoki, cuide da Aiko, quando eu voltar, quero minha resposta. E por fim, assobiava para Poe, enquanto colocava a máscara novamente e caminhava, floresta adentro. – Agora é só encontrar com ele. Sussurrava o psicopata, enquanto caminhava atento navio afora e iniciava a jornada floresta adentro, buscando pela cópia.

O carpinteiro havia dito que o tal El Diablo estava dentro da floresta, não muito específico, claro. – Como pretende encontra-lo, Hynno? Questionava um rapaz da plateia, fazendo o lunático parar e fitar o nada. – Como sempre, andando e perguntando. E então, retomava para a sua caminhada, buscando o homem, se ele buscava atear fogo na floresta, ele precisaria de material para isso e um grupo, pois não conseguiria incendiar sozinho. Era apenas buscar uma massa de pessoas numa floresta. Pelo menos, era o que achava. Não sabia como esse El Diablo era, por isso, sempre que encontrasse alguém pela floresta, cochicharia para a mesma: - Procuro por El Diablo, sabe onde ele está? Se a pessoa soubesse, pediria para apontar a direção e em seguida, seguiria para o local. Se não soubesse a localização do Diablo, apenas continuaria a caminhar pela floresta atrás dele. Caso não encontrasse uma pessoa e sim um grupo, Hynno iria até eles e diria: - Suponho que El Diablo esteja entre vocês..

Caso encontrasse o sujeito com a indicação da pessoa ou sozinho, estando sozinho ou com grupo, Hynno procuraria abrir caminho até o homem, empurrando as pessoas que vinham pela frente, com jogo de corpo ou apenas empurrando para os lados. Me aproximaria de El Diablo, com a mão esquerda, retiraria a máscara, deixando-a ainda na cabeça, apenas descobrindo a face do psicopata. – Acho que você sabe quem eu sou. Fitaria o homem então, mas, logo em seguida escutava uma voz: - Dá uma dica para ele! Limparia a garganta e logo após, soltaria a dica: - Sou um pirata, uma parte do meu nome é Hynno. Deixaria agora um silêncio se instaurar no local e então, diria: - Soube que você tem um projeto sendo arquitetado... Quero entrar. O que não era uma total mentira, apenas buscaria usurpar em algum momento, o material dele.



Objetivos:
 

Contador do piromaníaco:
 

Histórico:
 

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* Pensamento
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MensagemAssunto: Re: Corvejo de partida   Corvejo de partida EmptyQua 25 Jul 2018, 00:24



Aracne Island
Diabrete e Piromaniaco



Narração – Diabrete


Doppio estava animado com a oportunidade que aparecera em sua frente, finalmente iria espalhar sua marca para o submundo, diferente de Gerald e Ricard que trocavam olhares enquanto o Pirata citava o quanto esperava para encontrar Nico. Gerald vestia um pijama de seda branca e estava com o cabelo todo bagunçado, era notável que o mesmo queria repousar, pois, sabia que o amanhecer do outro dia traria muitas novidades, cabia ao homem interpretar como boas ou ruins – Ricard, leve-o ate a cabana de transmissão, use o den den mushi de longo alcance, vou-me deitar, amanhã nos encontraremos com Eddie no esconderijo, onde esperaremos por Nico – A única resposta vindo do homem em pé era um aceno de cabeça, enquanto Doppio apenas saia do quarto sem se despedir de Gerald.

A dupla caminhava pelas ruas de Aracne, a chuva que havia caído a pouco fazia com um cheiro gostoso de terra molhada entrasse pelas narinas dos dois, com a grande quantidade de chuva que havia caído, formaram-se várias poças de água pela rua, fazendo com que os dois homens sujassem seus calçados com lama, apenas a sola, nada que uma esfregada num solo duro resolveria. Poucos minutos de caminhada sem trocarem uma palavra, mas a expressão do anão garoto não escondia sua preocupação, o futuro da sua marca dependeria das palavras que ele iria dizer – Chegamos – Era uma cabana de dois andares, mas não era alta, feita de tijolos, tinha uma pequena cerca verde, era uma casebre simples, do lado de fora, jamais diria que poderia haver algo suspeito ali, o que fazia um local perfeito.


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Ricard então tirava uma chave do seu bolso e abria a porta, antes de entrar o mesmo batia seus pés para limpar o barro que havia se formado em sua sola, Doppio seguia o rapaz e ao entrar na casa, via que interior não condizia com o lado de fora, era uma sala aconchegante, toda de madeira, havia uma escada a direita que daria no segundo andar, um pouco mais pra frente, havia um escritório, com um mezanino grande, sobre o mesmo havia 6 den den mushis negros, e um pouco a esquerda no canto, havia um diferente dos demais, era grande e rosa. Havia uma cadeira aconchoada atrás da mesa, um abajur também ficava no canto da mesa para iluminar o local, devido a estar de noite, Ricard entrou e já ligou o mesmo iluminando o resto da sala, mostrando assim, um quadro com a pintura de um galeão dourado – Vou apenas sintonizar o den den mushi com nossos clientes, por favor, sente-se na cadeira (apontava para a cadeira aconchoada).

Demorou poucos minutos, e então todos estavam sintonizados, Ricard tirava tipo uma concha e entregava para Doppio – Tem 6 clientes na linha te esperando, esses outros 6 den den mushi são irrastreáveis, se um deles quiser seus serviços, eles iram tocar, boa sorte-, Entregando a concha para o Diabrete, que sem pestanejar fazia seu discurso. Após o termino do mesmo, a sala ficou em silencio por 10 minutos, quando um caracol negro começou a tocar ~puru puru puru ~, Gerald então atendeu – Estamos na escuta - apos essas palavras, soltou a concha sobre a mesa para que todos escutassem.

- Diabrete? Nunca ouvi falar – a voz do outro era feminina, sem sombras de dúvida – Mas gostei da sua atitude, quero homens assim me ajudando, preciso de uma arma especial, de longo alcance, qual seu preço? Já lhe adianto, se for honesto comigo, matarei um homem muito famoso, e espalharei que foi graças a sua arma.


Narração – Pirocamaníaco


O novo brigue da Trupe Corvinata estava concertado, “alguém” explodiu a cozinha, por isso, foi mandado um carpinteiro para concertar o estrago que havia ali. O homem ficou la por horas até finalmente bater o ultimo prego. Não estava como antes, mas já era um começo, faltava comprar tudo novamente para equipar a cozinha, fogão, geladeira, copos, pratos, etc ..., mas isso não tirava o sono de Hynno que no momento que escutou sobre um homem que assim como ele amava por fogo nas coisas estava na floresta, um grande sorriso formou-se em seu rosto.

Pagando o que devia ao homem, este foi embora feliz e com os bolsos cheios, enquanto isso, Hynno já tinha seus próximos movimentos em sua mente, caminhava ate Tobio, mas o mesmo havia dormido devido ao seu cansaço excessivo, era melhor assim, logo ele recuperaria sua força e poderia deixar de ser um estorvo. Ao seu lado estava Aiko, assim como seu companheiro estava cansada devido aos seus ferimentos, a única acordada ali era Yoki.

O Piromaníaco então avisava a garota que iria atrás do seu desafeto e que era para a mesma cuidar do resto do pessoal. Com o aviso dado, a garota apenas assentia e virava o rosto sem olhar nos olhos do rapaz. Assim sendo, Hynno travava o rifle e o deixava no mesmo lugar, portava uma pistola em sua cintura além da sua katana Ymir.

Saindo do barco, procurava por alguma alma viva, mas devido o horário não havia ninguém por perto, escutava apenas o barulho de pássaros cantando ao fundo, o barulho de arvores balançando, seu corvo voava um pouco acima de sua cabeça, devido o escurecer a temperatura havia caído um pouco e estava fazendo um pouco de frio, mas nada que incomodasse o rapaz.


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Caminhando floresta a dentro a situação so piorava, a mata se tornava mais fechada e dificultava cada vez mais a locomoção, se Hynno olhasse para o chão notaria que havia uma fila de aranhas caminhando para a direita, todos seguiam em fila, de forma ordenada, era quase inexplicável, contudo, o rapaz tinha uma visão diferenciada, podendo até mesmo ver na penumbra, não podia-se dizer qual a distância, se estava perto ou longe, mas no meio das arvores, via-se uma pequena luz, como que uma fogueira, a luz tremulava na noite.



Willian West


Ao Avaliador:
 


Aliados:
 

Ricard:
 
Gerald:
 

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MensagemAssunto: [color=#446600][/color]   Corvejo de partida EmptyQua 25 Jul 2018, 01:37



Corvejo de Partida
Diabrete


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Ao fim de meu discurso, uma voz feminina surgiu. Não me surpreendeu ninguém mais, dos outros cinco restantes, ter respondido. Ainda sou praticamente anônimo nesse mar. Por um instante, me caiu mais ainda a ficha de que a Grand Line era um monte de bosta bem maior que o North Blue. Eu sorri. — Calma aí, porra. — "Tu é apressada demais, caralho, tá maluca?" eu teria dito, mas me parecia inadequado demais.

Vamos devagar, oras. Se vamos negociar, tem que haver uma leve confiança mútua nessa merda. Por que não começa se apresentando? — Me ajeitei na cadeira, esfregando suavemente as nádegas no estofado. Levantei o polegar da mão livre e fiz um sinal de bebida, movendo-o pra cima e pra baixo na frente da boca; as sobrancelhas levemente arqueadas faziam todo o gesto soar como um "tem uma bebida aí não porra?" para Ricard. Caso trouxesse algo, beberia enquanto aguardava pelo nome da mulher.

Assim que me dissesse, continuaria. — Certo, bem melhor. Sobre o preço, acho difícil pra caralho de calcular sem que especifique melhor o tipo de arma que cê quer. Longo alcance é algo muito vago; de quantos metros precisa? Onde preciso entregar? Algum apetrecho? Silenciador? Algum tipo de munição especial? — Eu, que era tido pela maioria como um maldito amador, parecia muito mais conhecedor dos procedimentos que os próprios envolvidos nele há anos. Ricard e até mesmo a mulher poderiam notar minha irritação diante da incompetência da mesma. Me segurei pra não explodir e repreendê-la — nada educada, civilizada ou calmamente — naquele exato momento. Que vadia retardada, puta que o pariu.

Espero que minha honestidade não tenha te assustado.Se tiver também, que se foda, ninguém mandou ser idiota. Mesmo com a repentina irritação, meus olhos ágeis e atentos não tinham seu funcionamento prejudicado. Sem demonstrar nenhuma fagulha de interesse além do diálogo, já adiantava meus planos. Esses são apetrechos indispensáveis pra cuidar dos meus negócios. Nem parecia que eu os estava estudando minuciosamente, os Den Den Mushis do lugar. Vou ficar com eles. Colocaria uma das mãos sobre a concha para que a mulher não me ouvisse falar por um instante. — Preciso do tritão, ele é meu auxiliar. Por que não o busca pra mim ou manda chamá-lo? E preciso de papel e caneta também. — Não responderia o homem independente do que dissesse, como se a partir do momento que voltasse a negociar, ele não existisse.

A prova da maldita honestidade é o desconto que eu prometi, você o terá caso fechemos negócio. E sobre o homem famoso, fale-me mais sobre ele. — Isso certamente seria um grande passo para alavancar minha fama como produtor e fornecedor de armas clandestinas. Estava satisfeito, parecia uma transação promissora para mim e até mesmo para ela. Ótimo. No mais, a ouviria.

Caso Ricard me trouxesse papel e caneta, anotaria todas as especificações que a mulher me passasse a respeito da arma desejada. Também anotaria a respeito dela, de sua localização e até mesmo do homem que deseja matar. — Bom, acredito que esse serviço esteja na casa dos... — Mentalmente, consideraria a dificuldade para confeccionar cada um dos itens, e só quando terminasse, lhe daria um valor concreto.

Diabrete:
 


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MensagemAssunto: Re: Corvejo de partida   Corvejo de partida EmptyQua 25 Jul 2018, 01:44


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Hynno caminhava pela ilha, em busca de El Diablo e de pessoas com informações sobre o sujeito, mas, pelo que parecia, o horário da caminhada não ajudava o psicopata em sua busca, pois não encontrava uma pessoa para perguntar sobre o paradeiro de seu alvo. Apenas conseguia escutar o som dos pássaros ao fundo e as árvores balançando, o local estava frio, mas sabia o que fazer para aquela sensação ir embora, uma fogueira era uma ótima opção. A cada passo que dava na direção da floresta, percebia que a mesma diminuía, impossibilitando aos poucos, a locomoção do psicopata pela mesma, algo muito estranho. Mais estranho ainda, era que, ao fitar o chão para ver se percebia algo, notava uma fila de aranhas, elas iam para a direita, numa fila ordenada, como se fossem pessoas racionais. Aquilo sim que era estranho, para um bicho que não fazia tal coisa horas atrás, aquilo era esquisito. No plano de fundo, naquela direção, percebia uma luz, fagulhas, uma fogueira. Agora, não podia especular a distância daquilo, podia estar tão perto, mas também, tão longe. – Vamos lá ver. Cochichava o psicopata.

Draguren então, caminharia cautelosamente naquela direção, onde havia avistado luz de fogueira e então, ao chegar no local, fitaria as pessoas presentes e diria: - Suponho que El Diablo esteja entre vocês. Caso a resposta fosse um sim e o sujeito se mostrasse, o espadachim daria mais um passo e continuaria, com um sorriso no rosto. – Gostaria de entrar para o seu projeto, acho que você sabe quem eu sou.. Daria um tempo para Diablo pensar e raciocinar, mas então, se o sujeito não soubesse quem Hynno era, o lunático soltaria uma dica: - Um dos meus nomes é Hynno e sou um pirata do North Blue.. Bem, pelo menos era, desde o início da prática da pirataria, mas sua localização que vinha antes de surgir em Malkiham, não importava muito. Se ele topasse e aceitasse a entrada de Draguren, pediria para que Diablo explicasse o projeto dele para o espadachim, que prestaria atenção em tudo. Caso El Diablo não estivesse naquele local, perguntaria o paradeiro dele para quem estivesse lá e seguiria a instrução, onde ao chegar no novo local, entraria as mesmas falas do caso acima.

Agora, caso o local que encontrasse, seguindo aquela luz fosse algo inesperado, como alguém querendo atacar Hynno ao chegar lá, sem esperar por uma resposta ou algo do tipo, o psicopata apenas procuraria se esquivar e se afastar da pessoa, tentando se manter oculto, enquanto fitava o inimigo. – Não vai perguntar, antes de atacar?! Se isso acontecesse, se apresentaria para a pessoa e diria o que buscava: Encontrar El Diablo. Se aquela pessoa fosse o seu alvo, apenas pediria para se juntar ao projeto dele enquanto parava de se mexer e se aproximava calmamente na direção do homem. No final de tudo, El Diablo iria morrer e quem atearia fogo na floresta, seria Hynno. Ou então, mataria El Diablo e roubaria o material explosivo dele. Em qualquer linha, a cópia iria morrer pelas mãos do original, ou melhor, pela lâmina de Hynno.

Havia muitas coisas para fazer, precisava acabar com Yoki, agora com El Diablo, arrumar aquela cozinha que não era obrigação do psicopata, reagrupar com o tritão e com o nanico. Buscava também instaurar o caos naquela ilha, fazer aquelas aranhas e poucas pessoas, temer o fogo e temer o Piromaníaco. E assim, buscaria fazer isso em todas as ilhas que parasse. Primeiro: Acabar com El Diablo. Segundo: Punir Yoki. Terceiro: Não existe. Pretendia fazer tudo aquilo antes que partisse daquela ilha e o primeiro da lista, era El Diablo e que, por coincidência, Hynno já estava a caminho de cumprir o primeiro objetivo de sua lista inventada agora e improvisada. El Diablo era um empecilho, uma pedra no caminho.




Objetivos:
 

Contador do piromaníaco:
 

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Corvejo de partida   Corvejo de partida EmptyQua 25 Jul 2018, 19:42



Aracne Island - 2
Diabrete e Piromaniaco


Narração – Diabrete


Ao fim do seu discurso Doppio parecia satisfeito com suas palavras, Ricard abria apenas um leve sorriso com as palavras do pequeno rapaz. No final do “discurso” o caracol tocou, e uma voz feminina explicava o que queria do Diabrete, o mesmo sorria ao ouvir tais palavras, não se sabe se foi de felicidade, ou por uma pessoa interessar em seus produtos, de modo que o garoto pedia calma para a moça.

Doppio tentava tomar o controle da situação, e perguntava sobre quem estava da outra linha, afinal, o rapaz estava certo, a confiança ali tinha que ser mutua, no final o pirata relaxava seu corpo na cadeira, e fazia sinal para que Ricard alguma bebida, o homem não parecia gostar da ideia e aparentemente estava cansado - Ta de brinks? - sem dizer nenhuma palavra o mesmo caminhava ate o segundo andar.


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Quando o homem saia a pessoa do outro lado da linha voltava a falar – Digamos que pode me chamar de Lady M. – quando a moça se apresentou Ricard voltava com dois copos cheios de algum liquido marrom escuro, pelo cheio podia dizer que se tratava de rum, deixou um perto do braço do Diabrete e bebia o outro, o rapazinho então dava um gole e voltava a questionar a moça sobre as especificações na arma e onde ele deveria entregar a mesma.

- Quero uma arma silenciosa, mas que possa matar com apenas uma bala, não sei quantos metros exatos, mas creio que uns
– fazia um silencio na linha, e podia ouvir sussurros do outro lado – entre 500 e 1000 metros, isso deve bastar, isso que eu queria lhe propor, temos uma excelente forja aqui, e digamos que nunca vimos seu trabalho, então quero que você venha ate aqui e me mostre suas habilidades primeiro, não leve como uma ofensa Diabrete, apenas precaução, eu perdi meu ferreiro a pouco tempo – finalizava a moça explicando o que podia para o pirata.

Doppio escutava com atenção as palavras da moça, por fim, voltava sua atenção para Ricard, pedindo para o homem chamar seu assistente, além de papel e caneta – Tem caneta e papel na gaveta a esquerda, se quiser vá chamar você mesmo, estou exausto – falava enquanto bocejava e terminava seu drink.  O rapaz então questionava sobre quem seria o famoso alvo que sua arma iria matar, afinal, não se atira no escuro – Isso não posso lhe dizer, mas se vier ate minha ilha, vera com seus olhos, se concordar, eu mandarei um dos meus homens te buscar, ele deve chegar quando o sol estiver no meio do céu (o homem chegara na ilha 12:00 da manhã, no atual momento, são 2:00 da madrugada), então se vocês tiverem um barco, ele servira como navegador, então Diabrete, qual seu preço? Podemos fechar o negócio? – o silencio reinava, esperando pela resposta de Doppio, exceto Ricard, que aparentemente tinha caído no sono.


Narração – Piromaníaco


A lua cheia, clareia as ruas do capão o caminho para Hynno e sua ave, usando o ponto luminoso como referência, o rapaz caminhava rumo ao mesmo, a mata fechada dificultava seu caminho, de modo que vez ou outra passava num ramo com espinho, estes grudavam em sua roupa famoso carrapicho, mas o pior era as teias de aranha, não sei via aranhas, apenas suas teias que grudavam por todo o corpo do espadachim, principalmente em sua máscara, até mesmo Poe tinha dificuldade para voar ali, grunhia toda vez que era pego em uma armadilha teia.


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Após 30 minutos de difícil caminhada, Hynno finalmente conseguia vislumbrar o que era o ponto luminoso, se tratava de uma fogueira, havia um homem perto dela, sentado olhando fixamente para as chamas, como se estivesse hipnotizado com o que via, fazia algumas caretas e sorria, como se escutasse alguém falando, mas o Piromaníaco estucava apenas o barulho de lenha queimando, grilos e do vento balançando as arvores.

Quando o pirata se aproximou o homem já virou para o mesmo – Nos lhe aguardávamos – um sorriso amarelo estampava seu rosto, foi quando Hynno pode ver o rosto do rapaz, sua face era toda coberta de tatuagens, formando uma caveira, usava uma jaqueta azul e uma calça preta, ambas sujas e desgastadas, o homem então erguia a mão para o espadachim, e uma chama surgia em sua palma – Eu sou ElDiablo, assim como você, sou um amante das chamas, eu faço o que o senhor da luz manda, ele avisou de você, sim, ele me avisou – o homem então ficava de pé e erguia a mão para o céu – O senhor me avisou, ele me avisou sobre você hahaha, olha para as chama, veja o que eu vejo – dessa vez via-se duas chamas emanando da palma da mão do rapaz, como que o mesmo criasse elas.


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A fogueira ardia, e não se sabe se por ironia do destino, ou por forças desconhecidas, o fogo ardia mais forte agora, não havia uma aranha por perto, Poe voava sobre a cabeça de Hynno, mas não dava um pio, já o espadachim estava com a roupa coberta de teia de aranha, e cheia de espinho e carrapichos.




Aliados:
 

Ricard:
 
Gerald:
 
ElDiablo:
 

Willian West

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MensagemAssunto: Re: Corvejo de partida   Corvejo de partida EmptyQui 26 Jul 2018, 12:16


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Durante aquela madrugada passeando naquela floresta pelo caminho fechado em busca de El Diablo, Hynno passava as vezes por ramos de espinhos, grudando em sua roupa, além das teias de aranhas sem os animais, grudava praticamente por todo o seu corpo, ainda mais na máscara, além dele, Poe também estava tendo problemas para voar e soltava um grunhido quando era pego pelas armadilhas das aranhas, que era o que mais tinha na ilha. Aranhas. Meia hora de uma árdua caminhada pela mata fechada, o psicopata e seu corvo e foi então, que o ponto luminoso que havia avistado antes, que o fazia partir naquela direção, se mostrava ser uma fogueira e em um certo ponto, perto daquela chama havia um homem, o sujeito estava olhando para as chamas de uma maneira fixa, de forma hipnotizante, como se tivesse algo no fogo que o encantava, só poderia ser o El Diablo. Não podia ouvir nada vindo dele, apenas o som familiar da lenha sendo queimada. Mas era quase certeza que aquele sujeito era o homem que procurava. Ao se aproximar ainda mais, aquele sujeito se virava e dizia algo sobre “Nós lhe aguardávamos”. Mas, só tinha ele. Outro lunático, Hynno sorria com aquilo.

El Diablo sorria com a frase dele, os dentes amarelados era um dos cartões de visitas, o outro era o rosto cheio de tatuagem, e parecia formar uma caveira sua face. Não possuía camisa, apenas usava uma jaqueta azul e uma calça preta, ambas pareciam bastante desgastadas, mas o mais impressionante era que, uma chama surgia na palma da mão de El Diablo quando o mesmo erguia. – Eu sou ElDiablo, assim como você, sou um amante das chamas, eu faço o que o senhor da luz manda, ele avisou de você, sim, ele me avisou. Um sujeito pirado, igual Draguren, bom. Agora, Diablo se levantava e erguia a mão para o céu, ele parecia convicto de que, um senhor da luz que estava dentro das chamas falava com ele e havia alertado sobre o pirata, era quase a mesma coisa com Hynno, só que, não via senhor da luz na chama, era uma plateia. Agora, duas chamas surgiam nas palmas da mão de Diablo.

Fitava as chamas, como o homem havia pedido, e então, dava seu sorriso psicótico por debaixo daquela máscara. – Então ElDiablo, vou pedir uma coisa e falar duas. Daria uma pausa de três segundos, para ele voltar a si, se possível. – Primeiro, poderia me ajudar a retirar essas coisas de mim? Me refiro ás teias e tals. Mas antes, você teria um receptáculo para armazenar essas teias? Se sim, esperaria que o mesmo guardasse as teias como havia pedido e que retirasse os espinhos e carrapichos, pegaria o receptáculo de Diablo e guardaria no bolso. – Então, como vamos proceder com o projeto? Esperaria ele falar sobre tal, mas enquanto ele não falava nada ou enquanto ele explicava, procuraria por perto, ver se o material do plano estava lá com ele, estando ou não, voltaria a fitar Diablo. Esperaria ele explicar o projeto dele e quando ele acabasse de explicar, soltaria um convite: - O que tu achas de se unir a mim? Estou com um outro pirata, Doppio. Somos supostamente de um bando, mas pretendo criar um grupo secundário, por fora do principal. Envolveria eu, você e mais duas pessoas. Após fazer o convite, Hynno se aproximaria de Diablo e estenderia sua mão, com a palma da mão aberta, esperando uma espécie de selamento entre eles. Uma provável aliança estava surgindo entre dois lunáticos e piromaníacos.




Objetivos:
 

Contador do piromaníaco:
 

Histórico:
 

____________________________________________________

- Fala
* Pensamento
- Fala da Plateia

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R.I.P:
 


Chibis:
 
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MensagemAssunto: [color=#446600][/color]   Corvejo de partida EmptyQui 26 Jul 2018, 17:58



Corvejo de Partida
Diabrete


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Um quilômetro. Um momento de silêncio da minha parte quando ela terminou de falar; meu olhar estava discretamente direcionado para o velhote cochilando. Não deve ser fácil pra ele ficar acordado até tarde nessa idade. Voltei a falar. — Dadas essas especificações bizarras, eu te cobraria dez milhões. — Abriria a gaveta indicada pelo coroa, usando a mão esquerda para pegar uma caneta e a outra, um pedaço de papel.

Anotaria todos os detalhes enquanto continuaria a conversa. — No entanto, como eu prometi um desconto, você a terá por sete milhões. E não há redução a mais que isso. — Daria mais um gole no rum; o gosto incomodaria minha garganta e me ajudaria a ficar mais acordado por agora. Não fiz careta, apenas saboreei. — Estarei no porto aos meio dia. Contudo, seu homem não tocará no meu timão. Já tenho um navegador, no máximo, o seu irá nos guiar. É isto, nos falamos quando eu estiver no meu trajeto praí. — E desligaria. O codinome utilizado pela mulher me parecia indicar a inicial de seu próprio nome, mas não dei muita atenção a isso. Mais um gole no rum. O corpo juvenil tinha até resistência, graças às experiência alcóolicas em Micqueot.

Ainda na cadeira, precisava elaborar uma maneira de levar comigo o den den mushi maior, e o preto pelo qual Lady M. falava, e eu já tinha um esboço em mente. A Nuke Nuke no mi é uma mão na roda. Nas vestes, fisgaria o Baby Den Den obtido em Jingle Bell, e com alguns cliques em botões específicos, tentaria ligar para Berthuls, usando a mão livre para abafar o barulho do bichinho. puru puru puru.
Ao passo que o tritão atendesse, seria curto e grosso. — Preciso do cê. Tô numa cabana de cerca verde, dois andares e chaminé. Telhado colonial, comum. Me espere do lado de fora em trinta minutos. — E desligaria.

O plano era relativamente simples. Irei atravessar a parede daqui com os dois aparelhos comigo e deixarei-os nas mãos do tritão, que os levará para o navio. Eu volto pra dentro, sento aqui e pego no sono até o meio dia; quando acordar, não saberei de nada. E aguardaria a chegada do príncipe marítmo.

Quando a hora chegasse, levantar-me-ia sorrateiramente da cadeira, agarrando o Den Den Mushi maior pelo pescoço com a esquerda e o preto também pelo pescoço, com a direita. Um breve período de concentração antecederia um feixe arroxeado que começaria de mim e terminaria nas criaturinhas, transpassando para elas a propriedade intangível. Passos quietos me levariam para fora, atravessando a parede que me separava do exterior como se não fosse nada.

Uma vez lá fora, estivesse Berthuls lá ou não, deixaria o par de equipamentos — na mão do tritão ou num canto sutil para que só ele encontrasse — e voltaria para dentro, desativando, por fim, a ação da fruta.

Ficar levemente bêbado realmente dá sono. Me sentaria na cadeira e deixaria que o sono viesse, apagando.

|-----------|

Quando acordasse, se confrontado por Ricard sobre o paradeiro dos Den Den Mushi, me faria de inocente. — Caralho, coroa; tu tá louco, velho? Eu fiquei aqui a noite toda, devo ter apagado uns dez minutos depois do cê, só fiquei terminando os pormenores com a mulher! — Aproveitei o mau humor constante — alavancado pelo período matutino, como todo ser humano — e usei-o ao meu favor, como se estivesse indignado por ser injustamente acusado. — Se cê tá desconfiando tanto de mim assim, manda me prender, caralho! Tá de sacanagem, puta que o pariu.

Em suma, caso essa situação se resolvesse, deveria seguir para o porto para aguardar a chegada do aliado de Lady M; ficaria lá, ereto, olhando o horizonte e aguardando-o chegar. Ambas as duas armas na cintura estariam expostas, só para aumentar a imponência que me faltava naquele tamanho todo. Ironia, claro.

Diabrete:
 


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MensagemAssunto: Re: Corvejo de partida   Corvejo de partida EmptyQui 26 Jul 2018, 20:08



Aracne Island 3
Diabrete e Piromaniaco


Narração - Diabrete



Passava pela cabeça do pirata a distância do tiro, realmente era uma distância considerável, mas não era impossível, e Doppio sabia disso, tanto que seu preço inicial foi de 10 milhões de berries, mas devido sua promessa, abaixou para 7 milhões – Um preço justo, estamos combinados Sr. Diabrete – a voz do outro lado parecia satisfeita com a situação. O psicopata então colocava as cartas na mesa e falava que o homem enviado pela mulher não iria tocar no timão do seu navio – Claro, Claro, ele estará exausto por caminhar até ai, provavelmente irá descansar a viagem de volta, aguardo ansiosamente pela sua presença – Então ambos desligavam seus caracóis.

O atirador então tomava outro gole de rum, talvez tentando atrasar seu sono, ou simplesmente para saborear aquele liquido que aquecia sua garganta, Ricard estava na poltrona no canto do quarto, o homem parecia estar num sono pesado, a idade chegava a todos, e o cansaço tomava conta do seu corpo, mas isso não se aplicava a Doppio, o pirata tinha um plano em mente antes de dormir, pegando um baby den den mushi que tinha em seu bolso, ligava para o seu parceiro, o tritão Berthulls ~puru puru puru~ tocou por cerca de 2 minutos, quando uma voz atendeu do outro lado – Ãnh? Alô? – Doppio explicava sua localização para o seu companheiro, então desligava na cara do mesmo, tirando qualquer chance do mesmo perguntar alguma coisa.


Den Den Mushis que haviam na mesa:
 


Após aproximadamente 30 minutos, o plano do pirata entrava em ação, usando o poder da sua akuma no mi roubada pra krl, digasse de passagi, agarrava dois dos 7 Den Den Mushis, o maior e o que ele havia conversado com a moça, então transferira o poder para o corpo dos dois caracóis fazendo com que seus corpos, os animais estavam desligados pareciam assustar por estarem sendo sufocados pelas mãos do rapaz, então com os dois em mãos, caminhava rumando até a porta, e claro, usou novamente seu poder, atravessando como se fosse um fantasma para a noite, e la fora estava o tritão, suas vestes não eram adequadas para o frio, de modo que o peixe tremia a cada brisa gelada que batia em suas escamas.

Doppio então deixava os animais com seu companheiro, e não dizia nenhuma palavra, dando as costas e voltando para dentro da cabana, ainda podia escutar Berthulls gritando la fora – O que eu faço com isso? To com frio porra, que se foda, vou para o barco! Escutou Doppio, estou indo no barco – O tritão então seguia rumo ao porto, guiado apenas pela luz da lua. Enquanto isso, o atirador voltava para dentro usando seu poder para atravessar novamente a parede, sentando na cadeira, seus olhos pesavam e o mesmo adormeceu.


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- Ei, Ei – uma voz familiar era escutada, o homem dava uns tapas no rosto de Doppio para que o mesmo acordasse – Está na hora, Nico mandou avisar que lhe espera, se arrume – a voz era de Ricard, o homem estava com o cabelo molhado, e comia uma pão seco – no segundo andar, tem um chuveiro, pode usar para tomar banho, se estiver com fome, tem uns pães ali – apontava para um saco que estava na poltrona que o velho estava anteriormente – Te espero la fora – O homem dava uma olhada na mesa, erguia uma sobrancelha, mas não notava o falta dos animais.


Narração – Piromaníaco


O vento uivava nos ouvidos de Hynno, uma brisa gelada passava em seus cabelos, de modo que o calor da fogueira era demasiado aconchegante para quem estivesse ali, as chamas dançavam iluminando a escuridão, para alguns, aquilo era apenas uma fogueira, mas para ElDiablo, era algo mais, algo que ninguém sabia dizer, nem mesmo o Piromaníaco.


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O espadachim fitava as chamas, conforme o tatuado havia lhe pedido, mas sua atenção estava em outra coisa, ignorando as chamas, perguntava se havia um receptáculo por ali, não se sabe o motivo, mas Hynno queria armazenar as teias que havia em seu corpo para algo – Teias imundas, e por isso que eu quero por fogo em tudo, malditas aranhas! – o homem então caminhava ate uma parte onde a fogueira não iluminava muito, havia ali uma mochila talvez – Segure – o adorador das chamas jogava um frasco para Hynno, era uma garrafa vazia de rum – Sim, Sim, eu sei, preciso comprar mais rum – o homem parecia falar com as chamas, ignorando por completo a ajuda que o piromaníaco havia pedido.


Garrafa vazia:
 


ElDiablo sentava perto da fogueira, as chamas iluminavam seu rosto, e suas tatuagens ficavam mais visíveis, era certamente tatuagens de caveira, o mesmo erguia suas mãos, era possível ver algum objeto de metal em suas mangas, sua mão parecia suja de alguma coisa, não podia distinguir o que era, mas pelo volume que fazia em seu casaco, no local perto do pulso, havia algum apetrecho ali. O espadachim então perguntava algo sobre o plano que haviam lhe dito para o ElDiablo – Eu já falhei antes, o senhor disse que eu não estava pronto, então eu esperei, quando vi a fumaça vindo da cidade, sabia que você viria até min, como eu, o senhor da luz lhe escolheu, sim, ele te escolheu – o homem então chegava próximo de Hynno, próximo demais, ficando a pouco centímetros do mesmo – Hoje ele preferem as aranhas, mas eu farei que todos adorem o senhor da luz, ele me disse, sim, ele me disse – seus punhos fechavam, e no momento em qur ergueu seus braços, uma pequena rajada de chamas saiu das suas mãos – VAMOS POR FOGO NA RAINHA DAS ARANHAS!!! – seu grito fazia com que Poe se assustasse e voasse para o ombro de Hynno.


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- Não podemos ir la a noite, muitas aranhas, mas de manhã, estão cansadas, ai agiremos, o senhor da luz precisa de um grande sacrifício – as palavras do homem eram sinceras, como se ele acreditasse mesmo naquilo que falava. O espadachim ao escutar um pouco sobre o plano, perguntava se ElDiablo queria seguir Hynno e Doppio como pirata, ao ouvir aquilo, o tatuado deu uma pequena risada – Eu sigo apenas o senhor da luz, sim, apenas ele – seus olhos fitavam Hynno agora, a atenção do estranha estava toda no piromaníaco – vai me ajudar a matar a aranha rainha?


Ganhos:
 

Aliados:
 

Ricard:
 
Gerald:
 
ElDiablo:
 

Willian West

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