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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 I - Ponto de equilíbrio!

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MensagemAssunto: I - Ponto de equilíbrio!   I - Ponto de equilíbrio! - Página 5 EmptyTer 10 Jul 2018, 23:47

Relembrando a primeira mensagem :

I - Ponto de equilíbrio!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Linda Von Paumgartten. A qual não possui narrador definido.


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Kerigus
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MensagemAssunto: Re: I - Ponto de equilíbrio!   I - Ponto de equilíbrio! - Página 5 EmptySex 04 Jan 2019, 21:05

Finalmente tendo sua folga Linda caminha tranquila para a cantina, apesar de cansada depois de todo o combate e teste físico que enfrentou, o banho e o fato de saber que estava de folga por algum tempo era o suficiente, pelo menos folga de exercícios físicos pois a garota não pretendia ficar parada por aquele tempo. A comida do refeitório estava boa afinal tinha carne que a garota tanto gostava de comer, depois de comer o suficiente mas não comer demais. “Fazia tempo que não comia bem assim…” para a garota que sempre viveu de ilha em ilha aquilo era uma fartura, ainda mais tendo carne para comer.

Depois de comer era hora de relaxar por uns minutos, Linda pegava um pouco de café forte, e acendia um cigarro, ficava do lado de fora do QG enquanto fumava tomava o café e olhava o movimento depois de uns 5 minutos o cigarro acabava e o café também, e ai que Linda ia para a biblioteca atrás de conhecimento. “Ok… por onde eu começo?” era a pergunta que ficava na mente da garota durante o caminho, para ela aquilo era um passo importante, afinal conhecimento era útil para muitas coisas, desde combate até sair de situações difíceis, tudo isso com o conhecimento certo ficava mais fácil de lidar, com isso a garota optou por lógica, como o primeiro passo. Tudo isso para ela era novo, ter acesso aquele tipo de coisa de forma fácil era novo para a garota, por isso ela estava pensando em qual seria a melhor forma de começar, e o pouco entendimento que tinha sobre Lógica a fez acreditar que Lógica seria uma forma útil de começar, pois poderia a ajudar a entender outras coisas melhor no futuro, além de ser algo que iria agregar ao seu conhecimento de estratégia.

A biblioteca era quase um paraíso para a garota “Quanto livro, imagina o que deve ter de informação útil nisso aqui, tomara que o comandante não me chame tão cedo, preciso aproveitar o máximo isso aqui…”. O rapaz que cuidava do local ia a procura do livro de Lógica que fosse ajudar a garota, Linda durante o caminho ficava admirando as prateleiras cheias de livros e jornais, “Acho que não vou ter tempo de ler tudo isso…” - hehehe - Linda soltava uma risada baixinha enquanto seguia o garoto. Depois de encontrar o livro nos sentamos em uma mesa no centro da biblioteca onde ele ajudou Linda com o aprendizado sobre Lógica, quase três horas se passaram e o aprendizado havia sido concluído. “Realmente isso vai ser útil para mim no futuro, talvez até mesmo na missão o comandante disse que iria me chamar.”

Após o treino ele pergunta para a garota se ela precisa de mais alguma coisa, e fazendo uma cara de pensativa e responde. - Humm… como ainda tenho um tempinho… acho que psicologia seria algo útil a ser unido aos conhecimentos que eu já possuo… é isso, preciso aprender sobre psicologia agora, pode me ajudar também? - A conclusão da garota foi que conhecer o comportamento humano também seria algo muito útil a ser agregado ao seu conhecimento de estratégia, assim ela poderia bolar estratégias mais específicas e focadas no comportamento do seu adversário. No caso de ser chamada para missão ela iria parar tudo que estava fazendo e iria seguir quem a chamou, ou iria para o local indicado. - Mandou me chamar senhor? - Linda falaria ao encontrar Gabriel Reyes para receber a missão.
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MensagemAssunto: Re: I - Ponto de equilíbrio!   I - Ponto de equilíbrio! - Página 5 EmptySab 05 Jan 2019, 17:31



NARRAÇÃO




Cena: Natasha

O clima naquele refeitório era como em todo outro refeitório já frequentado pelas pessoas que escrevem estes posts, era possível ver grupos se formando ali com pessoas diferentes e personalidades diferentes, o lugar ficava um pouco barulhento devido às interações dos oficiais ali mas ainda assim não era algo desorganizado ou muito caótico para incomodar Naty em seu almoço ou fazê-la se levantar e terminar a sua refeição no banheiro. A recruta estava com um prato farto de comida com muitos pedaços de carne, grãos de arroz e etc, mesmo ela pegando um pouquinho de cada coisa o resultado final era um pequeno monte de comida multicolorido e desorganizado com arroz por cima do feijão e salada por debaixo do molho do picadinho, enquanto ela caminhava em direção a uma mesa vazia a kunoichi atraia um pouco de atenção para si talvez por ser uma novata, por comer igual um cavalo ou algo do gênero.

A refeição não estava ruim o sabor era um tanto neutro como a ninja, a refeição parecia ser pouco temperada talvez por fins econômicos e ao mesmo tempo os ingredientes não eram da melhor qualidade o que resultou em uma refeição amena, poderia ser pior se talvez o chef da cozinha fosse uma pessoa incapaz de trabalhar com o que tinha disponível mas poucas pessoas poderiam ter essa consideração lembrando do que algum ou alguns engraçadinho tinha escrito no quadro do cardápio. Passava-se um pouco mais de quinze minutos para ela terminar com a sua refeição e beber de seu suco de limão que parece tamarindo mas tinha gosto de groselha, ela pode ficar ali mais um pouco descansando após a refeição antes de ouvir um breve alerta. - Purupurupuru purupurupuru purupurupuru… - Ao procurar a origem do som ela veria que nos cantos do teto tinha pequenos caracóis posicionados, os famosos den den mushis, cada um deles ligados à uma espécie de alto falante. - Atenção, aos recrutas Natasha R. Natreyeva, Linda V. Paumgartten, Keith Yamata, compareçam ao escritorio B na ala Leste do QG o Agt. Reyes os aguarda. - Com um som de “kachan” o Den den mushi parecia se desligar fechando os seus olhos como se estivesse dormindo.

Natasha não teria dificuldades em chegar ao local designado, ela poderia deixar sua bandeja ali na mesa ou levar de volta para o balcão em um pequeno espaço para bandejas já utilizadas, fora isso ela poderia simplesmente seguir por toda a sinalização do QG até chegar ao escritório citado que era na mesma ala em que ela já se encontrava, no caminho ela pode encontrar o rosto familiar de um candidato que a enfrentou no primeiro teste, o rapaz também estava usando uma veste similar a dela e portava em seu peito a mesma insígnia que ela ganhou, Keith Yamata caminhava um pouco mais a frente que ela e por isso não a percebeu mas ao parar na porta do escritório ele a notou e logo arqueou uma de suas sobrancelhas. - Ah você passou, sabia que um dos nomes me era familiar… - O rapaz abriu a porta e ficou parado ao lado dela. - Primeiro as damas. - Completou ele sem muita emoção apenas sendo educado, assim que Natasha entrasse na sala ele iria logo atrás fechando a porta atrás de si.

O escritório era simples com duas mesas robustas e cadeiras acolchoadas, alguns armários de prateleiras cheias de livros e gaveteiros de alumínio que costumam guardar arquivos e coisas do gênero, na sala estava o agt. Reyes e uma mulher com um traje social mas ao mesmo tempo bastante provocativo.


Cena: Linda

Linda finalmente teve o tempo que ela precisava para se fardar com a comida do QG, muitos poderiam falar que a comida era insossa ou que poderia levar um pouco mais de tempero mas o que essas pessoas não sabiam era que a fome é o melhor tempero, para a ruiva aquilo não importava muito, carne continuava sendo carne, não tinha como estragar algo que já era bom por natureza e por isso ela não tinha do que reclamar. Com a barriga cheia e cabeça limpa a mulher pode seguir até a biblioteca e com o auxílio do assistente que trabalhava ali ela pode aprender o conhecimento sobre lógica sem muitos problemas, o rapaz parecia genuinamente satisfeito por ter conseguido ensinar o conteúdo no livro para Linda o tipo de orgulho que um professor sente ao ver um aluno dominar uma matéria, ficava claro para ela que o rapaz não era o tipo de pessoa que se dava bem com interações sociais pelo fato dele falar pouco e dizer apenas aquilo que era necessário mas quando se tratava de lecionar ele parecia mais tranquilo como se os livros fossem a sua verdadeira paixão. - Psicologia é um bom tema, sabe muitos dizem que Freud é o pai da psicologia mas isso é um erro… Veja bem a psicologia o fruto da construção coletiva de vários filósofos da antiguidade e… - Nisso o rapaz se levantava e começava a andar pelos corredores catando alguns livros das prateleiras esperando que Linda o seguisse.

Enquanto andava ele falava do conceito da psicologia e da sua origem sem sequer consultar os livros que ele mesmo pegava, ao se sentar de volta na mesa ele abria nas páginas de alguns psicólogos famosos e começava com um discurso mais profundo e significativo sobre a matéria falando de alguns distúrbios mentais, sobre como o homem tem influência sobre a sociedade e em como a sociedade tem influência sobre o homem, uma conversa e uma aula que poderia se estender por meses o rapaz fazia um breve resumo do básico mostrando o essencial para Linda em um período de duas horas. -Isso é apenas o básico, cada ser é único então cada caso e tema possui suas particularidades, aconselho que leia sobre o tema sempre que tiver oportunidade para expandir os seus horizontes, eu tenho que voltar ao trabalho agora.- Ele dizia aquela frase já se levantando e arrumando os livros sobre a mesa quando eles escutaram um alerta.  - Purupurupuru purupurupuru purupurupuru… - Ao procurar a origem do som ela veria que nos cantos do teto tinha pequenos caracóis posicionados, os famosos den den mushis, cada um deles ligados à uma espécie de alto falante. - Atenção, aos recrutas Natasha R. Natreyeva, Linda V. Paumgartten, Keith Yamata, compareçam ao escritorio B na ala Leste do QG o Agt. Reyes os aguarda. - Com um som de “kachan” o Den den mushi parecia se desligar fechando os seus olhos como se estivesse dormindo.

Aquela era a sua convocação para uma missão, Linda não teria problemas em seguir a sinalização no QG para chegar no local designado e mesmo que estivesse mais afastada do tal escritório ela não demoraria muito para chegar no mesmo, uma vez lá ela poderia encontrar dois agentes com um uniforme similar aos dela sendo um deles uma garota de cabelos escuros(mephs) e um rapaz, eles estavam diante da comandante já conhecida por Linda e do agt. Gabriel Reyes.


Cena: Linda & Naty

A alva mulher na frente do trio era a primeira a se pronunciar. - Parece que estão todos aqui, sejam bem vindos recrutas, primeiro eu gostaria de falar que a situação de vocês ainda é bastante delicada para a nossa organização. Vocês ainda estão classificados como agentes em treinamento, a avaliação de vocês os torna aptos para servirem o governo mas se querem mesmo merecer o título de agente então terão que nós provar… Pensem nisso como um período de experiência se passarem por ele vão ter se provado dignos do cargo mas até lá Reyes vai supervisionar vocês.- Nisso os dois se encaravam e com um acenar de cabeça a mulher dava um passo para trás e Gabriel assumiu o local de fala. - Nós vamos trabalhar da seguinte forma, eu falo qual é a missão e vamos executá-la sem mais perguntas, eu digo quais são as ordens e em campo as executaremos de forma inteligente e limpa, não tenho espaço para heróis em meu time e não tenho tempo para conversa mole, eu não sou amigo de vocês e também não os quero como amigos eu sou o seu líder, o homem que evita a nossa morte... - Ele ligeiramente passava o olho nos três recrutas como se checasse cada um da cabeça aos pés.

Reyes colocava as suas mãos para trás na postura militar de descanso e percebendo que ninguém tinha mais nada para adicionar após sua fala ele continuava com as informações que deveriam ser prestadas. - Nossa primeira missão é simples, iremos escoltar os prisioneiros que vão chegar esta noite no porto e vamos trazê-los para o QG, estaremos fazendo essa operação a noite para evitar o envolvimento de civis e manter o sigilo de nossa operação, alguma dúvida?- Reyes dava uma última encarada para o grupo antes de seguir com as informações. - Quero todos posicionados na porta do QG as 18 hrs, quem precisa de armamento pode ir até o arsenal e solicitar uma arma de seu gosto, se tiverem mais alguma coisa para fazer aqui ou na cidade façam agora pois não terão tempo para mais nada durante a missão.- Após aquilo se ninguém tivesse mais nada para adicionar o agente iria dispensá-los para fazer o que quisessem ali, seja arranjar armas ou talvez aprender algo novo.

Legendas:
 


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Kerigus
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MensagemAssunto: Re: I - Ponto de equilíbrio!   I - Ponto de equilíbrio! - Página 5 EmptyQui 10 Jan 2019, 04:44

O garoto que ensinava Linda era realmente inteligente, ele após ensinar Lógica para a garota prontamente começava a dissertar sobre Psicologia. “Será que existe alguma coisa que esse cara não sabe?” a garota pensava sobre aquilo, não era comum para ela encontrar pessoas tão inteligentes assim que sabem sobre tudo e consegue dissertar sobre isso sem problemas nenhum. A garota seguia o jovem enquanto ele a ensinava sobre o assunto, ela se focava o máximo que podia no que o garoto a ensinava, tanto nos livros e nos comentários feitos por ele, assim como aconteceu com lógica o foco dela ali era aprendizado e conhecimento, e depois de mais algumas horas estudando ela havia entendido o que precisava para levar adiante o seu conhecimento.

Depois de um tempo um den den mushi chamava o nome de Linda, que prontamente se levantava e agradecia a ajuda do garoto. - Muito obrigado pelos seus ensinamentos, mas agora o dever me chama! - A garota fazia uma rápida reverência e seguia para o local indicado. “Finalmente vou ajudar o governo de alguma forma e começar a mostrar o meu valor…” Ela seguia ansiosa para começar logo a sua missão e finalmente a fazer a diferença de alguma forma. Chegando no local Linda se posicionava com as mãos para trás e os pés na largura do ombro enquanto observava as pessoas ao seu redor e prestava a atenção nas ordens. A comandante que fez o teste de admissão com Linda estava lá junto de Gabriel Reyes, e as outras duas pessoas, um garoto que tinha uma expressão de quem não queria estar ali, e que não chamou muito a atenção de Linda, já a outra garota, essa sim a chamou a atenção, não pelos belos olhos ou pelo quadril avantajado, mas sim pelo seu semblante de mistério, a garota parecia esconder algo e aquilo chamava a atenção da jovem agente em treinamento. Mesmo ela parecendo esconder algo Linda tinha confiança no governo e sabia que se eles a aceitaram ali, ela era de confiança.

A primeira a se pronunciar é a comandante, ela fala que ainda não somos agentes propriamente dito, afinal havíamos acabado de entrar no governo e era de se esperar que ainda era necessário provar nosso valor para o governo antes que possamos ser considerados realmente agentes. “Era o mínimo que eu esperava…” Linda pesava enquanto fazia uma expressão de quem achava aquilo minimamente justo. Após a comandante falar era a vez de Gabriel Reyes, a fala dele deixou Linda um pouco desconfortável, não era a parte de não ser amigos ou querer ser amigos com ele ou outros agentes, aquilo era algo que ela não pensava, pelo menos no momento, e também ela não queria ser uma heroína, Linda queria somente servir o governo. O que a deixou um pouco desconfortável foi o fato de simplesmente ouvir e obedecer sem perguntas, até certo ponto isso era o mínimo que ela esperava, uma missão onde um subordinado ficasse questionando as ordens seria muito problemático, mas ainda assim ela confiava nos seus conhecimentos e sabia que suas capacidades de criar uma estratégia eram boas, afinal naquilo ela já tinha uma certa experiencia, no fundo ela queria questionar o agente ali, mas sabia que como era uma recém chegada primeiro precisava se acostumar com as coisas e ganhar a confiança do governo, mesmo na cabeça da garota o governo sendo atualmente o único caminho possível para o equilíbrio, somente suas palavras não iriam convencer os seus superiores de sua crença, ela precisava de ações que precisavam ser feitas durante a missões. “Só espero não perceber uma falha muito grande nesse plano de escolta, se não vai ser meio complicado esconder minha insatisfação, mas vou confiar que eles produziram um bom plano para a missão…”

Nossa missão era do tipo que sempre tem problemas, escoltas eram sempre complicadas, pois se aquela pessoa precisa de uma escolta seja qual for o motivo, é por que alguém pretende atacá-la ou atacar o comboio, não é nem uma questão de “se” ou “caso” o ataque era quase certo que iria acontecer. “Justo uma escolta? Não podia ser uma ataque a uma base revolucionária? Queria tanto bater naqueles vagabundo pelo que fizeram com Mary…” Enquanto tinha esse pensamento sobre a missão Linda demonstrava uma expressão de preocupação, e por um momento era notável uma certa raiva no seu rosto, podia parecer que ela estava com raiva da missão, mas a verdade era que ela estava lembrando do que aconteceu com sua amiga no passado. Caso seja indagada sobre sua expressão de preocupação e raiva Linda responderia de forma direta e sincera. - Desculpe senhor/senhora dependendo de quem perguntar, é que eu não gosto de missões de escolta, ela tendem a dar problemas, afinal se a escolta é necessária é porque se espera que algo aconteça, e também eu lembrei de uma experiência do passado, mas não se preocupe que isso não afetará meu desempenho na missão, senhor/senhora. - Linda sabia que devia transmitir confiança, não é que ela não estava confiante, ela somente estava preocupada.

Por fim ao ser dispensada, Linda faria uma reverencia e sairia da sala, ela não sabia muito bem o que fazer naquele momento estava meio sem rumo por um momento andando ficava andando por alguns minutos dentro do QG enquanto pensava sobre a missão, suas preocupações estavam ali mas a garota não queria ficar pensando naquilo, ela ainda era uma agente em treinamento e precisava mais era mostrar serviço durante a missão e não se preocupar com os planos para a mesma. Então ela procuraria o jardim do QG ou algum local para se sentar e relaxar dentro do QG, mas daria preferência para uma área na rua, precisava se sentar um pouco e relaxar esvaziar a mente e se preparar para a missão que estava por vir.

Ao encontrar um local para sentar e relaxar, Linda sentaria no banco, respirava fundo e se encostava calmamente. Então ela levantaria uma mão para cima com a palma da mão apontando para o céu. “Mary, eu consegui, apesar de todos os problemas que eu tive, aqui estou eu, indo para minha primeira missão para o governo mundial.” Um sorriso surgia no canto do seu rosto. “Apesar de eles não confiarem completamente em mim ainda, eu sei do que sou capaz e vou provar que eu não somente sou de confiança, mas também que sou forte e inteligente o suficiente para liderar um dia.” A garota baixou o braço, e agora estava com um sorriso mais chamativo, era claro na sua expressão que ela queria começar logo aquilo, mesmo com todas as dificuldades em incertezas. O resto do tempo ela ficaria ali relaxando depois do dia cansativo que havia tido, afinal foram 3 testes de combate e um teste físico, ela precisava estar bem descansada para a hora da missão, chegando a hora da missão, ela iria se dirigir para a porta do QG que era onde Gabriel Reyes havia marcado com todos. - Boa noite senhor! - Ela se apresentava com um reverência para Gabriel, e caso a comandante esteja lá também, ela faria o mesmo para ela. - Boa noite senhora!
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MensagemAssunto: Re: I - Ponto de equilíbrio!   I - Ponto de equilíbrio! - Página 5 EmptySab 12 Jan 2019, 14:35

Não tem elefante… #chateada



Sabor de comida neutro, ou ao menos próximo disso, era melhor com toda certeza do que muita coisa que comi por aí. De todo modo, não era um problema comer por ali, seria algo que faria com certa frequência agora, já que tenho 3 refeições fundamentais no dia a dia. No entanto o que acontecia depois era ainda mais estranho, uma coisa como um interfone ou coisa do tipo, não sabia dizer direito, lembrava aquele cone estranho que as pessoas falam dentro. Mas a distância, talvez algum tipo de den den mushi. Já tinha visto alguns que tinham por aí.

De todo modo, era meu nome que era chamado naquele lugar. Tinham outros dois de recrutas imaginava. Após isso caminharia para o local indicado pela voz que me chamou, não demoraria perguntando nada, apenas procuraria como fiz com o refeitório, olhando plaquinhas, e coisas similares que me indicavam onde eu poderia estar. Assim que me aproximasse da sala caminharia de forma natural, no entanto se o rapaz me parasse ali pra falar comigo mesmo que por um instante, me surpreenderia. Sim, eu de fato não esperava muitas palavras vindas de qualquer um por ali, menos ainda do cara que pareceu meio puto comigo depois do combate inicial.

Ele no entanto não tinha esquecido meu rosto, então apenas acenaria com a mão direita, eu de certeza estaria um pouco desengonçada, pois não tinha muito jeito pra esse tipo de abordagem. Meu rosto? Bem, o olhar era o de sempre… Não conseguiria encher ele de vida pra falar, mesmo que eu quisesse… Já minha boca, eu tentaria sorrir meio de lado, porém tinha certeza que não viria nada mais que um sorriso tímido dali. Assim, que ele me cedesse algum espaço para entrar eu apenas agradeceria, de maneira simples sem qualquer rodeio. - Obrigada.- Diria calma sem acrescentar muita coisa, sentia um certo desconforto de maneira geral na situação mas ele era interessante, poderia estar entre aqueles que vão viver até uns dias a mais.

Talvez não… Eu poderia estar com um julgamento um tanto precipitado, eu devia ter achado apenas ele bonitinho… É, às vezes essas coisas complicam o nosso olhar marcial, ou melhor a visão crítica de um combatente. Entrando lá, podia ver o já conhecido agente que fez o trabalho de recrutamento… E uma moça… Com roupas… É.. Bem bonitas… Eu diria… Tá talvez a palavra seja… Provocantes… Naquele momento inconscientemente ajustaria a gola da camisa como se a folgasse um pouco, passando o dedo pela gravata do terno. Apesar de manter a expressão neutra, aquilo claramente tinha mexido comigo de alguma forma. Não iria dizer nada, óbvio né? Não é como se fizesse meu estilo qualquer comentário além do necessário…

Porém estávamos esperando algo? Aparentemente sim, e não demorava até saber, aparentemente uma outra moça entrava para o trabalho. Ela era bem bonita, até mais que a comandante a frente. No entanto minha atenção não poderia pegar detalhes, naquela hora começava a parte mais importante de toda nossa visita até aquele lugar, a coisa que me deixava ainda mais animada, a hora das ordens. Elefante? Esgoto? Banheiros com elefantes no esgoto? Era uma dúvida honesta, eu não faço ideia do que uma patente baixa do governo faz, eu sei que os altos lutam com malucos, agora os de patente baixa… Até agora, eu lavei banheiro, fiz uns testes, e lutei com um carinha.

Eu não precisava me coçar de ansiedade, pois logo vinha o veredito final, era bem diferente do que eu esperava, uma missão de escolta… Sim, nada contra, já fiz isso antes, mas o engraçado desse tipo de missão, é que ninguém ataca de verdade… Digo, a maioria ao menos, pede uma escolta por precaução. Não por que tem um maluco furioso de 5 metros perseguindo eles de verdade… Seria divertido se tivesse um mesmo né? Mas não vou me precipitar, de todo modo estaria feliz naquela hora por ao menos ter uma missão, e responderia apenas batendo continência. No entanto alguém parecia incomodada? Porra parecia que algo não tava certo ali, por que comentar depois de receber uma ordem?

Pois é… A outra recruta tinha uma conduta estranha… Ela falava depois de receber ordem e… Reclamava de forma sutil? Há cara, se ela tivesse com o Ivan aqui, teria perdido um dedo no mínimo, ou sido marcada com ferro quente agora na língua. Naquele momento daria dois passos pro lado, era um ritual básico, se ele fosse pular em cima dela, eu queria estar longe. Não sabia qual a tolerância do governo para questionamentos, e apesar de eu em si sempre ter sido alguém que não os faz, a Ruby no entanto, me garantiu diversas punições dentro da organização, por a língua solta maldita dela. Digamos que você receber marcas no corpo contra sua vontade não é legal… Já ela parece se divertir com isso… Maldita masoquista… Tá talvez eu seja um pouco também… Mas não vem ao caso, não é legal quando fere seus códigos morais junto.

Independente do que acontecesse apenas assistiria e sairia da sala após tudo, caminharia em direção a sala onde poderia pegar armas. Sim, apenas me moveria até lá procurando igualmente por placas, até encontrar, e se o fizesse, adentraria ao local, me dirigindo as pessoas que pudessem estar lá, de forma mais propriamente dita, ao atendente, e nesse momento falaria com ele/ela. - Bom dia, gostaria de ver se poderia pegar uma Ninjaken, fui informada que após receber minha insígnia poderia pegar.- Diria falando de forma tranquila. Se a pessoa me pedisse provas ou algo do tipo, mostraria a insígnia recebida após a conclusão, e depois apenas pegaria a arma. Não era algo de extremo necessário mas reduzia plenamente quanto tinha de gastar.

Após pegar ou não a arma, me dirigiria para a cidade. Sim, eu lembrava da informação que a senhora da loja anterior havia me dado, era lá que eu devia ter pego as armas mais cedo, ou melhor não na mesma loja, mas proximo a ela. Dessa vez no entanto, eu escreveria no papel todos os itens que eu queria, eu pararia na frente da loja assim que chegasse, pegando o caderninho de anotações para colocar a lista de itens.

Citação :


  • Neko-Te
  • 2 x Kunai
  • Pack Shurikens
  • Pack Senbons
  • 2x Sai’s



Eu usaria meus lápis de colorir para escrever a lista, variando as cores de um item para outro, algo um tanto simples, mas que de certo deixaria a lista com melhor aparência do que apenas escrever os itens como um todo. Depois disso entraria falando com possível atendente. - Bom dia, eu gostaria de comprar algumas armas, eu tenho aqui a lista do que preciso.- Pegaria o papel no qual escrevi tudo que precisava e entregaria tudo para a pessoa no momento. Se ela me desse alguma resposta dizendo ter tudo apenas acenaria positivamente com a cabeça esperando. Se de alguma forma me pedisse confirmação diria. - Sim, eu quero todas elas.- E se me dissesse para eu escolher, procuraria o melhor que pudesse, pegaria as armas para ver o peso e equilíbrio de uma por uma. Depois disso selecionaria as que me pareceram mais agradáveis nos quesitos gerais, e então, independente de por qual rota as armas chegassem até mim questionaria o preço de tudo. - Quanto custa?- Diria olhando seriamente para quem estivesse me vendendo.

Se o preço fosse algo entre 180.000 a 200.000, consideraria justo e levaria as armas voltando para o QG, se visse que estava tentando me passar a perna com um valor exorbitante tentaria dialogar. - Suas armas estão bem acima do preço que conheço… Eu comprei diversas vezes coisas como essas, acredito que nenhuma dessas armas esteja acima do padrão de qualidade de nada que vi, apenas de olhar pra elas posso dizer isso. Não seria melhor baixar um pouco o valor?- Diria de forma séria e inexpressiva.  Não acreditava que qualquer coisas que dissesse pudesse mudar, no entanto se o valor não fosse justo e não tivesse barganha. Apenas iria a procura de outra loja de armas diferente, caminharia pela rua e bem… Precisaria de ajuda provavelmente.

Nessa hora teria de recorrer ao fatídico momento de questionar a pessoas sobre possíveis lojas de arma, me aproximaria da primeira pessoa que visse. Era sempre bom estar daquele modo de defesa, onde se espera qualquer coisa. Assim questionaria de maneira cordial. - Oi… Bom Dia… Você sabe me dizer onde tem loja de amarras por aqui?- Questionaria ele e se me respondesse com alguma resposta que fizesse sentido diria- Obrigada.- Assim sairia à procura da outra loja, e se a encontrasse repetiria esse processo da primeira. Se o rapaz ou moça, não soubesse me informar nada iria no próximo, até pegar informação.

Se conseguisse as armas que buscava, finalmente a hora era chegada, voltaria para o QG e se ainda fosse cedo o suficiente, e bem, contaria com minha precisão de contagem temporal para saber isso. Iria então na biblioteca, existiam algumas coisas que eu queria estudar mais a fundo, noções que não tinha ainda, e eventualmente precisaria bem mais. Livros normalmente eram o suficiente para mim, então caminharia pelo QG tranquilamente enquanto procuraria a biblioteca de mesmo modo que normalmente procurei todos os outros lugares no QG, plaquinhas, olhando as portas abertas, e se encontrasse o local, adentraria caçando em meio às prateleiras.

Eu procuraria um livre que tivesse conhecimentos de Fisica, sim, esse era mais um leque para meu interesse na zona científica, eu tinha ficado em dívida nessa área, pois meu tempo com o doutor tinha acabado antes que eu pudesse ter tempo, ele me ensinou outras coisas que para ele eram mais necessárias de inicio, mexer com compostos para ele eram o que fazem um cientista. Desse modo procuraria prateleira por prateleira até encontrar um livro. Assim que o achasse, se é que tinha um por ali, eu pegaria para ler.

~Aprendizado de Física~

Tendo o livro em mãos me sentaria em qualquer lugar que tivesse a disposição, fosse uma mesa ali na biblioteca, ou no chão, em um canto de parede bem confortável… Ok ele não precisaria ser confortável não. De todo modo, após isso começaria a ler o livro atentamente, com toda atenção possível, pagina a pagina, tentaria absorver todo o conhecimento possível que tivesse ali. Apenas me atendo também a ter atenção a o horário, porém isso era algo que podia fazer facilmente, apenas demarcando tempo na cabeça. Estudaria a fundo, refletindo sobre os detalhes de maneira mais calma possível.

~Fim do Aprendizado~

Assim que terminasse tudo, se ainda fosse cedo suficiente para tentar aprender mais alguma coisa devolveria o primeiro livro pra prateleira, e me aproximaria do balcão, para falar com um possível atendente, o motivo se dava por eu agora procurar um livro um pouco mais complexo. Eu lembrava de quando estudar combate, ter diversos livros ilustrativos, de movimentações, e com detalhes escrito sobre como cada movimento deveria ser realizado, aprendi muito com eles, e eu não estava em dívida apenas como cientista, existia algo como combatente, que era indispensável pra mim. - Bom dia, eu estou agora procurando um livro um pouco diferente, eu queria um livro sobre acrobacias. Mas não qualquer um, queria um que ensinasse isso de maneira detalhada. Você teria algum por aqui? Digamos que preciso estudar o conceito.- Diria de modo simples, e calmo, como sempre inexpressiva. Eu naquele momento esperava poder ver algo como isso, normalmente creio ter um corpo preparado pra fazer essas coisas apenas preciso de mais instrução e conceitos. Esperaria então a resposta dele antes de prosseguir.

Já se eu quando terminasse o livro notasse que o horário tinha voado, me moveria o mais rápido possível para perto do portão, ou melhor para a frente dele onde me fora ordenado. Onde ficaria preparada e aposta, esperando ordens que viessem do superior que controlasse a missão, se ele me chamasse pra qualquer coisa, faria sem hesitar. Isso é claro, se o horário fosse algo entre 17:45 para 17:50, se fosse mais cedo apenas manteria minha pergunta. E voltaria a tomar alguma decisão sobre tal coisa apenas posteriormente.

Lista de Itens:
 

Historico:
 

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MensagemAssunto: Re: I - Ponto de equilíbrio!   I - Ponto de equilíbrio! - Página 5 EmptyTer 15 Jan 2019, 01:04



NARRAÇÃO



Cena: Linda & Naty

O trio ouvia as informações passadas pelos superiores com certa particularidade, cada um possuindo as suas reações, o rapaz parecia ter suas dúvidas ele abria a boca como quem estivesse prestes a falar algo mas logo a fechava como se tivesse desconsiderado a ideia, Linda por sua vez fechava o seu cenho demonstrando certa insatisfação e Naty dava um passo para o lado com a sua típica cara de paisagem como se dissesse que não tem nada a ver com a insubordinação de seus colegas, a comoção por mais que fosse "sutil" era percebida pelos superiores, a mulher parecia esperar uma reação de Gabriel sobre aquilo mas o agente simplesmente ficou em silêncio olhando para tais reações como se fizesse uma anotação mental assim como ele fazia na prancheta durante os exames. Talvez fosse melhor para os novatos se o agt. Reyes tivesse apenas perguntado do motivo daquelas reações ou os punido de alguma forma mas ele simplesmente abanou sua mão esquerda de uma forma casual. - Dispensados. - Completava ele deixando os novatos seguirem para a saída antes de se virar para a outra superior no escritório como se estivesse prestes a começar uma conversa.

De la cada um começou a seguir seu caminho almejando se preparar para a missão que estava por vir, Keith e Naty seguiram pelo mesmo caminho em silêncio sem falar nada um para o outro enquanto Linda ia para o outro lado, a ruiva já tinha feito muito em um só dia e após um período de repouso ela já tinha sido convocada para a sua primeira missão, talvez isso já fosse um indicativo de que a vida de um agente é sempre muito corrida e por isso era importante achar momentos livres como aquele para repousar e apreciar um pouco as suas próprias conquistas.


Cena: Linda

A recruta caminhava pelo QG sem um rumo certo no início, andando pelos corredores ela pode encontrar diversas salas diferentes e cruzava com diversos agentes e oficiais diferentes, o lugar era bastante vivo em questão de movimentação mas ao mesmo tempo bem profissional, tudo que ela ouvia de relance parecia ser sobre algum caso, missão, trabalho e outros temas profissionais, diferente do refeitório que era um ambiente de descontração todo o QG era bem sério. Não demorou muito para que seu caminho a levasse para o lado de fora do quartel general, nos fundos onde tinha um pequeno jardim e uma pequena horta no meio do mesmo, a ruiva se sentou em uma banco de pedra que tinha ali e ficou lá refletindo sobre o seu passado e sua companheira que faleceu por causa dos revolucionários.

Linda não estava completamente sozinha ali tinha alguns marinheiros que cuidavam da horta e outros que simplesmente fumavam olhando a paisagem, matando o seu tempo assim como ela, nada de especial acontecia ali mas de alguma forma isso era bom para a lutadora que finalmente encontrava tempo para relaxar.


Cena: Naty

Naty e Keith caminhavam em silêncio seguindo para a mesma direção, não era exatamente como se o rapaz estivesse afim de conversar sendo pelo motivo de sua derrotada ou por achar que não tinha motivos para uma interação com a ninja ali, em tal desconfortante silêncio eles seguiram até o arsenal do quartel general que ficava em uma construção a parte do QG, lá já tinha uns agentes e marinheiros analisando armas e fazendo pedidos para as suas próprias missões, o lugar era quase um grande galpão adaptado para armazenar armas e testá-las ali mesmo com alguns alvos com silhuetas humanas mais ao longe, sacos de pancadas e coisas do gênero, seria difícil definir se aquele lugar era para treinamento ou armamento se não fosse pela placa na porta dizendo “arsenal” mas ainda assim era apropriado dizer que as duas coisas poderiam ser desempenhadas ali.

As paredes laterais tinham um grande display onde armas de fogo e armas corpo a corpo ficavam penduradas em exposição, aquilo parecia ser mais um mostruário já que as armas para o uso ficavam em prateleiras como se fosse em um supermercado bizarro “Granadas? Olha no corredor 6.” assim que eles entravam no local eram abordados por um homem baixinho e de idade avançada. - Precisam de alguma ajuda? - Perguntou o velho antes de ouvir a resposta de Naty, Keith por outro lado seguiu andando pelos corredores parecendo procurar por algo de seu agrado. - Uma Ninja-ken é? Para sua sorte eu estava amolando uma agora, ela foi usada mais cedo na avaliação pelo visto… - O homenzinho foi andando pelos corredores até encontrar um em que tinha apenas armas brancas e de uma das prateleiras ele puxou a mesma Ninja-ken que Naty tinha usado mais cedo. - Aqui está, limpa e amolada, melhor que isso só dois disso MAS você só vai ganhar uma, regras são regras… Agora xispa daqui… - Ele começou a abanar a mão como alguém que dispensa um peido não desejado (porque existem os que são desejáveis… quem já tomou remédio para gases tá comigo nessa) mas enquanto Natasha andava o homem finalmente dava uma boa olhada na mulher, ou melhor em seu corpo, era como se pela primeira vez ele visse ela e não apenas seguisse com o padrão de atendimento. - PARA AÍ MESMO MOCINHA! - O homem começou a correr em direção de Natasha já puxando uma fita métrica do bolso.

Antes que a recruta pudesse sequer falar algo o cara já enroscava ela com a fita tirando algumas medidas. - Ooooooh yeah, docinho. - Dizia ele mudando de posição a cada segundo tirando uma medida nova como se fizesse aquilo milhões e milhões de vezes por dia. - Isso, isso, isssooooooo! - Parecia que tirar aquelas medidas o deixava bem empolgado mas não tinha nenhum “volume suspeito” naquele homem, a empolgação com aquelas medidas pareciam mais profundas e significativas do que uma mera mente poluída, apesar de tudo a mente daquele homem parecia estar em outros planos e outros oceanos o que naturalmente o faria ignorar qualquer comentário ou pergunta de Naty. O homem terminava aquela ação quase tão rápido quanto tinha começado, ele guardava a fita de volta no bolso e começava umas anotações em um bloco de notas. - Quando terminar sua missão passe aqui e me procure. - Dizia ele mantendo o mistério de suas ações até ver novas pessoas entrando no arsenal precisando de sua ajuda.

Estranhezas à parte agora Naty estava livre para seguir com os seus planos, Keith ficava por lá mesmo socando um saco de pancadas parecendo testar um par de manoplas, saindo do arsenal a ninja poderia ver o sol começando a se pôr, mas ela ainda tinha um tempo sobrando para terminar com o seus afazeres, seguindo para a saída do QG ela pode ver Linda, a agente ruiva que estava na sala com ela, a agente estava ali sentada aparentemente contemplativa com algo, apesar de estar a sua vista a agente ainda estava um pouco distante de Natasha e bem contra o caminho que ela seguia, a ruiva não tinha parecido perceber Naty talvez pela distância ou pela sua distração em seus próprios pensamentos.

De qualquer forma ao sair para a loja de armas que antes ela tinha sido indicada, Natasha pode notar uma movimentação nas ruas similar ao que ela tinha visto na manhã, as pessoas continuavam comprando e os vendedores continuavam vendendo, as barracas ainda estavam montadas e o mundo fora do QG continuava a girar. Chegando na loja ela já tinha uma lista pronta para apresentar ao vendedor atrás do balcão que apenas franziu uma das sobrancelhas ao ler as letras coloridas. – Aguarde aqui por um momento. - Falou o balconista antes de seguir pela loja catando as coisas que a sua cliente desejava, logo ele voltava para o balcão com tudo que ela tinha pedido. – Isso é tudo? Vai custar 180.000B$. - O homem contava o dinheiro antes de entregar as armas para Naty o que a permitiu voltar para o quartel general terminar com os seus assuntos pendentes antes da missão.

No quartel general a recruta já se encontrava armada até os dentes e um pouco mais pobre comparada a está manhã, foi bem tranquilo de se encontrar a biblioteca e lá mesmo ela pode ver pessoas que poderiam ajuda-la no aprendizado mas Naty já era bem autodidata para aprender um tema tão complexo por si mesma, ficando um tempo ali lendo de um dos livros sobre o tema naquela biblioteca Naty aprendia um pouco mais sobre física, depois de se passar um período de uma hora e quase trinta minutos ela já tinha conhecimento suficiente para poder aplicar em seu dia a dia mas para a sua infelicidade ela não tinha mais tempo para ficar ali aprendendo sobre mais temas de seu interesse, estava na hora de trabalhar.


Cena: Linda & Naty

Linda e o tal Keith eram os primeiros a chegarem no local de encontro mas Natasha não ficava muito para trás também chegando apenas alguns minutos depois dos quais ela mesma tinha planejado, Gabriel já estava lá esperando eles como o combinado e aproveitando que todos estavam ali com certa antecedência ele já ia começando. - Espero que estejam todos prontos e que essa antecedência seja por causa de seu compromisso com o horário e não porque esqueceram de pegar tudo que precisam para o trabalho. - O agente passava o olho no trio de agentes em frente a ele antes de voltar a falar. - Antes nós iremos para uma safehouse que o Governo disponibiliza para alguns trabalhos, apresentarei os planos lá assim como o papel de cada um para essa missão.- Neste momento o agt. Reyes se virou e começou a caminhar em direção a cidade esperando que o grupo o seguisse, finalmente era chegada a hora da primeira missão daquele grupo de recrutas.

Seguindo o superior o grupo poderia notar que aos poucos o sol começava a se pôr e alguns dos comércios tipicamente diurnos começavam a fechar, o grupo andava por uma rua mais afastada do centro da cidade indo para um lado um pouco mais remoto e mais desinteressante de Micqueot, de acordo com que eles iam andando às vezes era possível ver uma loja com a placa de “aberto” ser virada para o lado de “fechado”, os becos ali pareciam mais escuros e sujos com gatos caçando ratazanas para depois ver as próprias ratazanas se virando para os gatos e os atacando, eles chegavam em certo pedaço da rua onde o movimento era inexistente, todas as casas pareciam abandonadas e nenhuma vida parecia existir ali além dos corvos e das ratazanas nos becos. - Chegamos. - Só então eles perceberam que Gabriel estava na frente de uma das casas abandonadas, a casa em si não era a que estava nas melhores condições mas ao mesmo tempo também não era a pior das casas naquela vizinhança fantasma. - Entrem... - o superior mesmo abria a porta e ficava posicionado ao lado dela enquanto deixava os recrutas entrarem como se ele quisesse ser o último a entrar.

OFF(desculpas):
 

Legendas:
 


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MensagemAssunto: Re: I - Ponto de equilíbrio!   I - Ponto de equilíbrio! - Página 5 EmptySeg 21 Jan 2019, 05:23

Apesar de a comandante e Gabriel Reyes terem notado que Linda não estava muito feliz de iniciar uma missão no escuro assim, ela manteve a pose e eles acabaram não falando nada, o tal do Keith pareceu ter uma reação parecida com a da garota. “Essa missão tá ficando interessante… apesar de perigosa…”. Então todos eram dispensados e o tão esperado descanso chegava, e tudo que Linda queria naquele momento era uma uma cama para dormir como um bebê, mas não tinha tempo para isso então ela resolveu descansar de forma mais tranquila enquanto contemplava as suas conquistas do dia. Durante a caminhada pelo QG noteu que o local era bem profissional, o que a fez gostar do lugar de certa forma, não queria trabalhar num local onde as pessoas não fossem muito profissionais e acabassem levando muita coisa na brincadeira, ainda mais se tratando do governo que tinha a missão de manter o equilíbrio do mundo da forma correta.

Depois de um tempo andando Linda encontrou o local que estava procurando, ele era tranquilo o suficiente para relaxar e contemplar tudo que precisava contemplar, e foi ali que a garota ficou até a hora de ir para a missão. Após já estar descansada e relaxada saiu para o local de encontro, o comentário de Gabriel Reyes quando todos chegaram a deixou um pouco preocupada. “Como eu pude cometer um erro assim… devia ter pelo menos adquirido algumas coisas básicas para um missão desse estilo, mas agora é tarde, eu estava tão cansada do recrutamento e dos combates que acabei esquecendo disso…” Linda tentava manter um semblante sério, apesar de estar um pouco preocupada com a missão, ela não gostava de poucas informações como as coisas estavam sendo feitas até o momento.

Mas logo o líder da missão já informou sobre uma safehouse e que lá ele iria passar os planos e o papel de cada um na missão. “Ufa… Ele provavelmente está fazendo isso por segurança… muito cedo para confiar em nós ainda, ainda mais depois das expressões de quem queria mais informação sobre a missão que eu e Keith fizemos quando fomos chamados.” Linda ficava um pouco mais tranquila, talvez por ser sua primeira missão com o governo aquilo ainda estava a deixando nervosa, mas ela não pretendia ceder ao nervosismo agora que já estava aqui, tudo era muito importante para ela desistir ou ficar com medo agora.

O local para onde foram era bem fora do centro, lojas pareciam se fechar conforme eles passavam. “Parece que o pessoal sabe que algo vai acontecer por ali… Não estou gostando disso.” Quando chegaram no local tudo estava sem vida, e as casas pareciam abandonadas desde sempre, o local onde receberiam as ordens não era diferente do resto do bairro, e assim que Gabriel Reyes mandou entrar Linda prontamente foi para dentro do local. Lá procuraria não ficar próxima de uma janela e também não se sentar, a não ser que Gabriel Reyes ordene ela se posicionar de alguma forma a garota se manteria em pé próxima a uma mesa ou ao local onde ele vá passar as ordens. Seu semblante mudou naquele momento enquanto esperava o líder iniciar as explicações, passou todo o tempo séria mas ainda assim era possível notar uma certa empolgação no seu rosto, Linda estava esperando a muito tempo por aquilo, e mesmo estando preocupada ela se sentia empolgada para a sua primeira missão como agente do governo. “Finalmente a hora da verdade…” Linda ouviria tudo que ele tenha para falar antes de fazer alguma pergunta, ela não iria interromper ele para fazer perguntas durante a explicação, então somente depois de receber suas ordens ela faria as perguntas.

Apesar de algumas perguntas dependerem do que Gabriel tinha como plano uma pergunta estava na cabeça da garota e seria a primeira coisa que ela falaria após ele terminar as explicações, caso Gabriel não responda durante as explicações do plano. - Eu notei uma coisa estranha enquanto vínhamos para cá, parecia que as pessoas fechavam suas lojas conforme nós passavamos, será que eles estão esperando que algo aconteça rua? Como se soubessem que algo está prestes a acontecer aqui, isso é normal neste local?
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MensagemAssunto: Re: I - Ponto de equilíbrio!   I - Ponto de equilíbrio! - Página 5 EmptySeg 21 Jan 2019, 23:21

Ratos, casas velhas, e provável bruxaria.


A primeira vista eu não entendia bem, aparentemente o homem tinha relevado a insubordinação da peituda… Isso era novidade pra mim, mas seja como for, as escolhas são deles, não minhas. Naquele momento apenas nos dispensavam, onde eu fazia minha visita ao arsenal. Lá tudo corria bem, exceto por um momento estranho na saída, onde o homem me parava e tirava minhas medidas? Não tinha uma expressão correta para definir isso, talvez ele tivesse um tipo de trabalho pra mim mais tarde que isso fosse importante. De todo modo apenas acenaria com a cabeça confirmando que voltaria, sem me importar muito naquele momento precisava da cabeça focada, na hora certa.

Seguindo o ritmo na loja eu conseguia tudo que eu precisava, as armas estavam prontas para uso finalmente, agora poderia lutar com tudo que tinha, e mostrar mais de meus movimentos de combate. Poderia trabalhar de verdade na missão, usando tudo que vinha a minha disposição. Partia dali e na biblioteca as coisas corria perfeitamente, eu e meu livro, algumas horas, e tudo dava certo aparentemente. Alguns conhecimentos novos iam sendo passados ali até finalmente chegar o momento, caminhar para o portão, e encontrar os superiores. Para minha surpresa os dois já estavam no portão, eu agora podia também dar uma olhada melhor em ambos.

Era notável que aquela moça era bonita, curvas bem estabelecidas, seios fartos. Quadris… Bem largos… Mas o rapaz não ficava pra trás, ele tinha um estilo um tanto único, mas era bonito, seu rosto era o que chamava mais atenção. Ele parecia até o momento ser o mais sociável entre os homens ali, ele parecia tentar ao menos falar mais com as pessoas, mesmo que isso no fundo fosse trazer talvez problemas. Logo estávamos todos lá, e era a hora de começar, ele nos comentava o que esperava, dava curtos detalhes da missão, e falava que devíamos estar todos prontos. Igualmente da outra vez, apenas confirmaria com a cabeça, respondendo a afirmação inicial dele.

As coisas seriam claramente felizes a partir desse ponto, onde ele precisava que nós o seguíssemos. Não faria rodeios apenas andando para onde quer que ele fosse me levar, enquanto caminhávamos, equiparia a Neko Tê, colocando elas nas duas mãos, e ficaria com uma mais folgada que a outra, o motivo disso se dá de que a da mão esquerda seria usada para maior flexibilidade, enquanto a da direita, para golpes de maior rigidez, além de eventualmente ser a mão com a qual puxarei a Ninjaken. Assim sendo, ela ficar mais folgada permite maior flexibilidade.

Depois disso apenas caminharia com calma esperando qualquer ordem dele enquanto prestaria atenção nas vielas, que se mostravam tão sujas e problemáticas quanto o esperado, estávamos entrando no inferno dentro da ilha, o lugar onde me sinto em casa, vivi a vida passeando por becos como esse. Claro que não estes propriamente ditos, mas similares. Naquele momento finalmente chegavamos a um lugar onde éramos ordenados de entrar. Sem fazer perguntas adentraria no ambiente, porém com a atenção focada, afinal, poderia ser que algo estivesse lá dentro antes de nós, e se tivesse poderia atacar. Não acreditava tanto nessa hipótese, mas… Nunca é demais ter isso em mente enquanto me movesse.

Após adentrar aguardaria a explicação que nos fosse dada, sempre o mais atenta possível as mudanças que viessem a ocorrer. Não admitiria obviamente, mas sentia uma grande empolgação por dentro, minha cabeça formulou diversas teorias de como era a ordem que deveríamos seguir, qual o plano? Quem lideraria a missão como um todo. E claro o que de fato vamos fazer na escolta? Sempre se tem um papel. No entanto uma coisa poderia me fazer pensar a fundo também, uma pergunta feita por a garota, se essa pergunta surgisse depois da explicação de Reyes, eu teria um pensamento claro. “Cobrança de impostos” claramente lojas deviam ser clandestinas nessa região, ver homens de terno engravatados, deveria denotar a possibilidade de ser um cobrador.



Historico:
 





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MensagemAssunto: Re: I - Ponto de equilíbrio!   I - Ponto de equilíbrio! - Página 5 EmptyTer 22 Jan 2019, 20:01



NARRAÇÃO



Cena: Linda & Naty

Até ali todos tinham se preparado da sua maneira, enquanto uns descansam outros se armam e foi assim que aquele grupo se aprontou para a missão, entrando na casa o grupo já ficava diante de uma escadaria que subia dando a acesso ao segundo piso, lá era notado um espaço grande com um assoalho de madeira e móveis cobertos com cobertores brancos bem empoeirados o que indicava que aquele lugar não era utilizado a muito tempo, tinha jornais colados com fita adesiva na janela impedindo que o grupo tenha visão da rua e vice versa, os móveis estavam organizados da seguinte maneira, encostado em uma das paredes aparentemente tinha um sofá de três lugares mas era difícil obter mais detalhes com ele coberto -caso remova o véu notariam que o sofá de couro com uma coloração amarronzada mas com algumas manchas de desgaste.- no centro tinha uma pequena mesa circular coberta com o véu sem nenhuma cadeira a sua volta, nas paredes tinha uma pequena exibição artística com quadros de paisagem e alguma arte morta. Gabriel fechava a porta depois de se assegurar que eles não teriam sido seguidos até ali, subindo as escadas ele se juntava com a sua equipe e se posicionou diante da mesa circular no centro da sala. - Certo vamos começar... - Todos já estavam cientes do que fariam ali, cada um se aproximou da mesa ficando próximo do agt.Reyes antes dele continuar a falar. - Nossa prisioneira é Steffania Rourke, uma aná. - Ele fazia uma pausa após essa informação deixando que os demais processem ela por um tempo.

- Steffania é uma revolucionária que fez o seu caminho até o topo, sua célula foi capturada em uma emboscada mas ela é uma anã de contatos, o governo teme que um de seus aliados se não todos eles podem estar planejando um resgate... - De dentro do blaze o agt. Reyes puxava um envelope e de dentro dele alguns arquivos com fotos, ele deixou o documento sobre a mesa para que cada um pudesse analisar. - … Por isso teremos que tomar cuidado nessa escolta, Steffania será transportada separadamente do seu bando para evitarmos riscos, nesses documentos vocês tem informações sobre alguns membros do bando dela. - Na mesa tinha cinco folhas sendo uma para cada membro da célula revolucionária, no arquivo tinha uma foto de cada membro e informações básicas como o estilo de luta, personalidade e os feitos de tal criminoso.

Bob John:
 

Sherla:
 

Pearl:
 

Bruce:
 


Steffania:
 


Os arquivos eram deixados na mesa para quem quisesse ler, Keith já ia pegando um o outro para ler e absorver as informações enquanto Gabriel continuava com a sua fala. - Estou confiando que vocês três transportem os outros membros do porto para o QG enquanto eu irei por uma segunda rota transportando Steffania, todos os prisioneiros vão estar acorrentados e amordaçados, o equipamento prendendo a tritã é modificado para que ela não use sua descarga elétrica para uma possível fuga, quando chegarem nas portas do quartel general uma equipe de apoio vai ajudar vocês, alguma pergunta? - O agente passava o olho pela equipe esperando que alguém falasse algo e Linda era a primeira se pronunciar. - Sim, o comércio por esses lados fecha mais cedo que no centro da ilha, isso por causa do grande índice de criminalidade por essas bandas, você vai ver apenas bares e pontos de prostituição funcionando aqui a essa hora.- O agente voltou para o seu silêncio esperando mais alguma pergunta até que Keith quebrou o silêncio. -Eu estava querendo perguntar isso antes mas… Serão só nos três nessa escolta? Digo, não que eu me incomode com isso mas… olhando agora estamos em menor número que os prisioneiros.- Era possível notar certa apreensão na voz do agente como se ele não quisesse soar rude com Gabriel e nem covarde ao mesmo tempo, ele se embolou um pouco durante o diálogo coçando a parte de trás da cabeça mas o agt. Reyes não parecia o julgar, seus olhos continuavam frios e calculistas olhando para o rapaz. - Para o começo de conversa todos eles já estão neutralizados mas eu posso apreciar a sua preocupação, respondendo a pergunta, não vocês não vão estar sozinhos, um grupo de oito oficiais vão estar com vocês mas eles não estarão sobre as suas ordens, vão ser dois deles para cada prisioneiro no objetivo de guiá-los até o QG e lutar apenas em caso de resistência dos presos, mas serão vocês que lidarão com ameaças externas fui claro? - Keith acenou positivamente com a cabeça indicando que tinha entendido o que Reyes queria dizer.

- Mais alguma pergunta antes de começarmos? - Mais uma vez o agente fazia uma pausa deixando um espaço aberto para questionamentos que ainda pudessem existir entre os recrutas, Keith parecia okay com as informações que tinha obtido ali, ele lia e relia alguns arquivos e encarava as fotos como se tentasse guardar aquelas imagens em sua cabeça.

Legendas:
 


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MensagemAssunto: Re: I - Ponto de equilíbrio!   I - Ponto de equilíbrio! - Página 5 EmptyQua 23 Jan 2019, 00:19

Escolta de prisioneiros.


Reyes era cuidadoso, checava se não haviamos sido seguidos, ele então começava a falar parte do que deviamos fazer, a cada palavra da missão ela ficava mais perigosa e interessante. Ele explicava que não seremos babás de um nobre que usa fraldas, o que melhorava em muito a minha perspectiva da missão. Iriamos escoltar prisioneiros, daqueles perigosos. Ele começava a passar detalhes e finalmente as imagens. Cada um deles tinha realmente o naipe de assassino de aluguel, ou de matador experiente, algo assim… O primeiro deles, tinha um olhar esquisito. A segunda me surpreendia um pouco cara… A quanto tempo eu não via um tritão, a última vez foi quando estava sendo dissecado por o doutor, eu nessa época assistenciava ele, me lembro que ele me disse que eles eram interessantes, eram capazes de fazer coisas incríveis.

Seja quem for que a prendeu deve ter passado por maus bocados. Depois disso vem a moça comum com naipe de marginal. E o barbudão, que é claramente um homem com cara de prisioneiro… Ele parece aquele tipo que é preso a cada semestre, solto por poucas provas, faz alguma merda de novo e é preso… Ou isso era um livro ilustrado que eu li? Seja como for… Realidade ou não… Ele me lembra isso… E finalmente o que eu mais tinha curiosidade, uma anã… Eu jamais tinha visto uma de perto, ouvi falar sobre eles pelo doutor, mas nunca tive contato, ele disse que eles são raros, e queria muito um exemplar para examinar. Imagino como ele ficaria feliz se tivesse um, só de examinar humanos ele já quase pirava, imagine um desses. De todo modo era um grupo com gigantesca diversidade, ironicamente diferente do nosso, que só tinha alguns exemplares de humanos.

Depois disso vinha a informação importante, eles fechavam por outras questões, como a criminalidade ser mais alta na região, eu tinha acertado parte do raciocínio ao menos, não falhado em tudo. Keith levantava uma questão importante, o fato de termos um número muito menor que os prisioneiros, coisa essa que incomodava a mim também, no entanto não muito a partir do ponto que estão enjaulados. No entanto a explicação de nosso superior era mais que música aos ouvidos, estávamos lá pra lidar com ameaças externas não para algo como eles lá dentro. Claro que não é impensável que eles escapem e tenhamos que prendê-los novamente.

A partir daquele ponto tínhamos as informações necessárias para seguir em frente, era realmente hora de lutar por nossas vidas, e por nossa missão, porém algo que não sabia ainda e me perguntava, pra onde diabos estamos indo. Era irrelevante a partir do ponto que é uma ordem, mas ainda assim estava curiosa, e questionaria apenas por saber, não deveria ser um problema com essa noção. - Apenas uma pergunta, pra onde estamos indo? Digo… Que ilha? E uma outra importante, quem estará liderando a missão? O senhor mesmo?- Eu precisava saber quem daria as ordens ali, afinal todos nós 3 temos a mesma patente, e digamos que não estou ali para ouvir de qualquer um que não tenha no mínimo uma patente superior, ou seja designado chefe. Se torna mais fácil pra mim compreender quem eu preciso, e quem eu não preciso ouvir. Afinal tudo fica melhor definido desse modo, servir é uma arte onde se precisa ter precisão, e saber a quem se deve tal coisa.

Ele respondendo ou não minhas perguntas acenaria positivamente com a cabeça mostrando estar pronta. Estando também satisfeita de todo modo. Se ele terminasse seguiria qualquer ordem que me fosse dada, seguindo ele para onde fosse necessário, agora as coisas pareciam ficar mais e mais complicadas, e teríamos de conseguir algo excitante. Talvez eles viessem mesmo salvar ela… E bem eu meio que torcia um pouco pra isso, meus músculos ainda não tinham sido desgastados o suficiente, e precisava de alguma diversão. Porém se não viessem, tenho meu caderninho, é mais que o suficiente para levar uma viagem inteira de diversão caso tudo comece a ficar um tanto desanimado. Agora tinha de fazer desenho da peituda insubordinada, ao qual não consegui decorar o nome perfeitamente, eles chamaram ela de Linda pelo interfone, então bem… Acho que não teria muito como, mas pera… Isso será o nome dela mesmo? Pensaria nessa hora tirando um pouco de minha inexpressividade, a olhando com os olhos semicerrados, até voltar ao rosto sem vida habitual. Uma hora eu penso sobre isso.

Independente de pra onde fosse o caminho tentaria manter a minha atenção todo o tempo observando o que poderia estar a espreita, e se visse algo suspeito avisaria ao Reyes baixinho. - Vi algo ali, se movendo na posição X(Posição que o alvo estivesse)- Teria esse cuidado para não sermos seguidos ou emboscados facilmente. Afinal estamos tratando de criminosos tentando salvar sua chefe, eu no lugar deles, estaria com todo o arsenal e gastando todos os meus recursos para recuperar meu líder. Eu lutaria até morrer para libertar ele, mesmo que minha vida fosse tomada no processo. E acredito que é assim quando se luta por um líder único. Claro que hoje trabalho para uma organização, com diversos líderes, e se torna mais complicado, ter tal conduta, já que aqui a patente maior é sempre mais importante, e quando se recebe ordens dela tem de se respeitar.



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MensagemAssunto: Re: I - Ponto de equilíbrio!   I - Ponto de equilíbrio! - Página 5 EmptyDom 27 Jan 2019, 05:23

Ao entrarem no local era tudo como Linda imaginava, uma casa abandonada e empoeirada, era como se os donos tivessem saído dali e deixado tudo certinho para um dia voltarem ou venderem a casa, mas se esqueceram que tinham ela então tava tudo velho e empoeirado. “Uma anã?” isso era novo para Linda não conhecia aquela raça, só havia ouvido falar e sabia que eles eram bem pequenos, até que a palavra “Revolucionária” chamou a atenção da garota de forma diferentes, ela naquele momento mudou seu semblante demonstrando claramente raiva pelos prisioneiros que estariam sendo escoltados. - Tsc… - Soltava a garota enquanto pensava. “Revolucionários sendo escoltados... eles deviam é estar sendo enforcados em qualquer beco por aí.”

O agente Reyes tirava um envelope de dentro do seu blazer e soltava em cima da mesa, nele havia informações de cada um dos prisioneiros que o grupo estaria escoltando. “Então nossa missão é escoltar os peixes pequenos enquanto Reyes fica com o peixe menor ainda, faz sentido, afinal deixar o líder junto de todos pode ser um problema…” Linda estava gostando das informações até o momento, era um plano bom até ali, e apesar de querer simplesmente matar aqueles revolucionários ela estava pronta para cumprir ordens da forma que ela foram dadas, por isso caso o agente ou alguém pergunte a ela sobre sua reação Linda responderia. - Os revolucionários mataram minha melhor amiga quando eu era criança, ela era criança como eu na época, e morreu por causa familia dela, não foi somente ela, outras pessoas do orfanato que eu vivia também morreram, mas não se preocupe senhor, eu estou aqui para seguir as ordens do governo a minha vingança é algo para um futuro bem distante e será feita ao lado do governo... - A garota responderia com um semblante claro de ódio, era visível no seu rosto o ódio que ela sentia pelos revolucionários, mas ao mesmo tempo ela tinha dentro de si aquela devoção de manter o governo no poder não importa o que ela precise fazer.

Depois era hora das perguntas, e o agente respondia para a garota que as lojas fechavam cedo assim por questão de segurança, já que o local era perigoso a noite devido a criminalidade. A resposta era satisfatória para Linda que calmamente pegava as fichas dos prisioneiros e começava a analisar, keith fazia uma pergunta bastante pertinente para o momento, os prisioneiros eram vários e nós éramos 3 o que seria um certo problema caso desse algum problema e precisássemos controlar todos eles, felizmente cada um deles estaria sendo escoltado por mais dois agentes, que apesar de tudo não estariam sob nosso comando. “Droga seria legal se estivessem sob nosso comando, mas não posso esperar demais acabei de chegar também…” a garota se desviava um pouco do seu pensamento comum e mudava para um semblante mais tranquilo, afinal aquela missão estava parecendo mais tranquila.

Analisando as fichas Linda teve algumas dúvidas sobre os prisioneiros e sobre a escolta. Primeiro era Bob John. - Senhor, eu imagino que o caminho que tomaremos por segurança não nos será informado, mas ainda assim eu tenho umas duvidas sobre algumas coisas que acredito importante saber… - A garota fazia uma pausa rápida enquanto olhava uma das fichas. - Esse Johnny Albuquerque, aqui diz que ele sofreu uma lesão na lombar, qual seriam as consequências desta lesão? Aqui diz que ele ficou inválido para o trabalho, mas não especifica como, ele virou um cadeirante ou somente tem problemas para se locomover? Eu pergunto pois dependendo do problema dele, isso pode nos deixar mais lentos para percorrer o caminho e ao mesmo tempo, caso os revolucionários façam uma emboscada seria necessário uma forma rápida de transportar ele o que complicaria o seu plano fuga... - A garota estaria atenta a resposta do comandante e após ouvir ela, responderia com um sim senhor e então prosseguia. Como a tritão não estava com sua arma e o comandante já havia falado sobre sua eletricidade, Linda não ficou com alguma dúvida sobre ela, Quanto a pearl Linda tinha uma dúvida simples. - Esta Pearl Santiago, como ela era uma traficante existe alguma possibilidade de ela conseguir se desfazer do que a está neutralizando? Isso claro, caso haja alguma droga que esteja neutralizando o grupo. - Novamente Linda esperava atenta a resposta do agente e então prosseguia. - E por fim, esse Bruce Moriat seria o segundo em comando? Já que ele foi o primeiro a se juntar ao grupo. - Com tudo respondido Linda diria. - Obrigado senhor, não tenho mais dúvidas. - Ela então estava pronta para iniciar a missão ao lado de seus dois colegas. Caso Reyes fique bravo com as perguntas Linda sabia que precisava se desculpar. - Desculpe senhor, só gosto de estar bem preparada para a missão, quanto mais informação que eu consiga por mais irrelevante que ela pareça, mais tranquila eu fico, mas me perdoe não acontecerá novamente. - Ela sabia que era nova ali no governo e não podia deixar aquela oportunidade de mostrar seu valor escapar, e sabia muito bem a hora de ficar quieta, apesar das várias perguntas.

A garota não confiava nos seus dois colegas, afinal assim como ela, eles haviam acabado de entrar no governo, mas Linda sabia que não havia nada que a fizesse trair o governo, mas não podia dizer o mesmo sobre os outros 2 que estariam com ela. Durante o caminho para iniciarem a missão de escolta, Linda estaria de olho no seu redor, procurando por locais onde pudessem haver pessoas a observando ou o bservando o grupo, locais como janelas de prédios ou becos escondidos, qualquer local bom para olhar a rua de forma que o observado não perceba que está sendo observado. Qualquer coisa ele avisaria para o agente Reyes. - Senhor, tem algo estranho naquele local. - ou então. - Senhor, tem alguém nos seguindo. - Sussuraria para o agente caso perceba alguém observando ou seguindo o grupo. chegando no local daria uma boa olhada nos prisioneiros que estaríamos escoltando não deixaria passar nenhum detalhes, mas faria isso sem me aproximar deles.
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MensagemAssunto: Re: I - Ponto de equilíbrio!   I - Ponto de equilíbrio! - Página 5 EmptyTer 29 Jan 2019, 01:44



NARRAÇÃO



Cena: Linda & Naty

Aquele era o momento para sancionar todas as dúvidas, de certa forma a missão já tinha começado, mesmo sem que os recrutas naquela hora a embarcação com os prisioneiros estava mais de uma hora da ilha, Gabriel sabia que aquele tempo seria o bastante para que o seu grupo recebesse os náuticos no porto depois de fazer uma breve ronda pelo local. Ouvindo o comentário de Linda sobre sua companheira falecida, o agente acenou com a cabeça aparentemente grato por ela ter compartilhado aquela informação com o grupo apesar dele mesmo não parecer surpreso, talvez ele já tivesse ciência daquela informações? - Bom, mantenha a cabeça na missão. - Dizia ele sendo curto mas era possível, pela primeira vez na interação dos agentes com Reyes, perceber uma certa simpatia no tom de voz do agente.

O homem cruzava os braços deixando que os demais analisassem as informações de cada indivíduo, Naty via ali a oportunidade para esclarecer mais algumas questões que ainda lhe pareciam abstratas. - Aqui mesmo, o trajeto vai ser do porto ao leste da ilha até o QG, não é exatamente o caminho mais curto mas certa é o melhor para esse tipo de trabalho, o campo é aberto sem grandes construções e a trilha é reta... - Dizia ele tirando um rolo de papel de uns bolsos interiores do seu blaze, o papel era pequeno, quase do tamanho de uma folha A4 mas ao abrir no centro, entre os documentos, era possível ver que ele exibia um pequeno mapa. - O caminho de vocês é esse… Praticamente uma linha reta, eu não estarei ao lado de vocês nesse trajeto para transportar os peixes menores, eu levarei a Steffania por uma rota diferente e por isso quero que fique claro uma coisa, fiquem próximos dos alvos, a missão de vocês é impedir ameaças externas e auxiliar os marinheiros em caso de uma tentativa de fuga, fiquem próximos um dos outros e não se distraiam… O Sgt. Ronald é o responsável pelo transporte, ele é o marinheiro que capturou os revolucionários e esta os transportando, ajudem-o mas não entrem no caminho dos marinheiros e não os deixem entrar no caminho de vocês. - Desse modo Gabriel dizia que os recrutas iriam transportar os seguidores de Steffania quase que sozinhos se não fosse pelos marinheiros, os mais simplórios poderiam pensar que os governo mundial não ver valor nos peixes pequenos que seguem a anã mas os mais astutos saberiam que aquilo não era bem verdade. Teria dois marinheiros para cada prisioneiro já neutralizado e devidamente, junto com o próprio oficial que teria sido autor da captura daquele infame grupo, talvez a verdade fosse que uma missão “segura” daquelas fosse nada mais que mais teste do governo ou um meio de ver como os recrutas agem em campo, ele não tinha se preocupado em nomear um agente para liderar os demais ou representá-lo em campo durante a sua ausência, talvez ele pensasse que isso tinha que ficar ao inquérito dos recrutas já que trabalho em equipe é uma parte importante do trabalho ou talvez ele estava pouco se importante para eles e só queria fazer a sua parte o quanto antes, quem sabe.

- O Sr. Albuquerque sofreu essa lesão em combate mas os marinheiros a trataram e ele teve uma certa carga de sessões em fisioterapia, ele não precisa de cadeira de rodas e sinceramente ele sempre foi lento pelo que os registros indicam… Não precisa se preocupar com questões de deslocamento pois os prisioneiros estão enjaulados em um carruagem transportada a cavalos. - Aquilo era quase uma informação comum para aqueles que vivem ou já passaram um tempo em uma cidade daquele porte, onde carruagem com jaulas de prisioneiros passam em meio da rua e o povo se entretém arremessando frutas podres ou pedras nos capturados, os guardas muito provavelmente iriam a pé já que precisavam ficar de olho aos arredores e como marinheiros são homens do mar poucos são aqueles que sabem cavalgar ou conduzir uma carruagem. - Nenhum deles está drogado só exausto do combate e um pouco quebrado de corpo e alma mas deixem isso abaixar a guarda de vocês… Pode se dizer que sim, o Sr. Moriat é um homem astuto e experiente, Steffania pode ter a lábia que juntou todo o grupo e fez inúmeros aliados mas esse homem tem “know how”... Eu diria que ele pode ser o indivíduo de maior periculosidade que vocês vão estar escoltando hoje.  - Ele terminava sem parecer irritado ou impaciente com as perguntas já que aquela era uma fase importante da missão.

- O senhor mencionou que eles vão ser transportados em carruagem, nós também vamos receber transportes até o local ou cavalos? - Era visível que Keith não sabia exatamente falar de uma forma cordial mas ele claramente tentava, era como se uma coisa na cabeça dele dissesse para não fazer uma pergunta mas a sua boca dizia da mesma forma quase com medo de parecer idiota ou rude. - Não, só arranjamos transporte para os prisioneiros devido a situação delicada deles, uma delas dá choque enquanto o outro é lento… Só por isso arranjamos algo assim para um comboio, no entanto, diferente dos enjaulados vocês vão ter que ficar atentos ao seu redor e prontos para uma resposta rápida em uma emergência, como nenhum de vocês é atirador dificilmente vão ser capaz disso em um carruagem e pelo que sei nenhum de vocês sabe montar a cavalo. - Em vista que ninguém tinha mais o que adicionar o Agt. Reyes começava a pegar todos os documentos assim como o mapa e os levou para um canto da sala onde tinha uma lareira, quem se aproximasse veria algum curioso ali, na lareira tinha bastantes cinzas e um pouco de lenha que serviria como combustível para o fogo, a parte curioso era que ali em particular não parecia tão abandonado quanto o resto da casa, todo o material de uso para a lareira estava sem poeira o que poderia indicar para os mais intuitivos que aquele lugar era exatamente para discutir informações de missão e destruir as “provas” e não para descanso ou convivência já que todos os móveis e toda a casa pareciam abandonados, talvez o Agt. Gabriel sequer fosse o único a usar aquele lugar como sala de reuniões.

Reyes acendeu uma pequena chama ali na lareira fazendo de uso um fósforo que ele tinha consigo, lá ele queimava os documentos e o mapa enquanto atiçava o fogo com a vara de ferro próxima a lareira, não demorou muito para que os papéis se tornassem cinzas e o homem se levantasse para virar em direção do seu grupo. - Agora podemos ir. - Com protestos, perguntas ou não, o agente seguiu caminhando em direção a porta sem se preocupar em olhar para trás pois ele sabia que os outros iriam segui-lo. O grupo tinha ficado um tempo naquela casa ouvindo o planejamento da missão e ao sair de lá eles podiam ver que já estava a noite, pelo menos naqueles lados mais perigosos em que a safehouse ficava a cidade era quase um deserto, ninguém andava pelas ruas e a pouco e breve sinal de movimento vinha dos becos, tão escuros que olhos distantes não poderiam enxergar.

Todos caminhavam seguindo a liderança de Gabriel o que indicava que ele só se separados dos demais quando tivesse a anã em sua posse, ninguém precisava ouvir uma ordem para ser cuidadoso, o próprio instinto de sobrevivência vazia os recrutas tomarem cuidado já que as ruas naqueles lados eram perigosas, escuras e abandonadas, um lugar onde nada bom acontece ou pelo menos não no horário em que eles caminhavam. Tinha momentos que era possível ouvir gatos brigando e guinchando, outras ratazanas cruzavam o caminho dos agentes carregando pequenos furtos em sua boca como pedaços de pizza e restos de uma maçã, um tempo naquela caminhada e com alguma sorte eles não encontravam nenhum perigo, deixavam o lado mais perigoso da cidade para lado mais tranquilo e melhor iluminado, pequenas grupos da marinha patrulhavam aqueles lados o que já era o suficiente para mostrar que ali uma pequena segurança existia mas infelizmente ainda estavam longe do porto.

Se afastando mais eles chegavam nos portões da cidade indo para uma região mais de  campos do que de cidade, eles não caminhavam em direção a floresta mas a mesma ainda era próxima da pouca civilização que os cercavam, em vez de casas e comércio agora tinha fazendas e pequenas vilas, construções entre a cidade e a floresta, um estilo de vida para as pessoas que preferem a boa e velha vida no campo em vez da vida na cidade. Como o Agt. Reyes tinha dito ali a visão era aberta o que permitiria o grupo ver de onde um possível perigo viria, a floresta apesar de próxima ainda estaria metros e mais metros de distância, como ele também tinha dito o caminho era reto e longo, bastante longo, um caminho distante como aquele dava janelas para muitos ataques o que poderia fazer o grupo refletir se aquele era o melhor trajeto para um comboio daqueles.

Gabriel seguia a caminhada em silêncio e ao que tudo indicava eles ainda caminhariam mais um pouco antes de chegar ao destino, caso alguém quisesse dizer algo ou esclarecer alguma informação talvez essa fosse a última chances que o grupo teria em vista que o agt. Reyes faria uma parte em solo deixando os agentes com os marinheiros.

Legendas:
 

Informações dos prisioneiros:
 


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