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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap. 2 - The Justice Stair

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MensagemAssunto: Cap. 2 - The Justice Stair   Cap. 2 - The Justice Stair - Página 4 EmptySex 06 Jul 2018, 16:27

Relembrando a primeira mensagem :

Cap. 2 - The Justice Stair

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) marinheiros(as) Naitlyn Daisy, Giorgiono Escanor e Jinne Belmont. A qual Alipheese será a narradora.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Justice Stair   Cap. 2 - The Justice Stair - Página 4 EmptyQui 23 Ago 2018, 19:56


Mesmo após tantos anos estudando e me dedicando na escola de navegação para estar preparada para um momento como aquele, era impossível pra mim não sentir um frio na barriga quando de fato estava tão próxima de ter que conduzir uma embarcação pela primeira vez. Um misto de sentimentos se fazia em minha cabeça quando terminava de falar com a Mema e ia da felicidade em por em pratica tudo que aprendi a uma mistura de preocupação com o sentimento de responsabilidade por me preocupar e querer garantir que todos ali tivessem uma viagem segura.

O caminho de onde tinha falado com ela até onde estava o Kire parecia muito mais longo do que de fato era, tudo graças as paranoias que iam surgindo passo após passo enquanto andava em sua direção. Será que eu estava realmente preparada para aquilo? Será que não teria sido melhor eu dizer que estava de vigia e passar a oportunidade pra outro? Tudo era tão assustador, mesmo que na teoria não parecesse nada demais e eu já soubesse muito bem como fazer tudo aquilo e ainda assim minha mente insistia em me sabotar. E fora assim até o momento em que me aproximei de fato dele e meio sem graça ainda, explicava os motivos para estar ocupando seu tempo. ''Droga... ele vai pensar que eu sou uma idiota... atrapalhar a conversa dele para falar disso...''

E por uns instantes eu até que ficava apreensiva, esperando alguma repreensão ou coisa do tipo, mas, quando se virava e começava a falar, dava pra de fato notar que o rapaz era muito educado e se mostrava atencioso ao explicar tudo que eu lhe havia perguntado, aparentando não se importar com eu ter lhe interrompido e me fazendo naquele momento perceber também algo curioso, ou alguém, que estava mais precisamente em seu ombro.

-Obrigado, Kire! Agradecia por suas explicações. -E olá, Jinne! Já fazia um tempinho que não nos falávamos né? Dahahaha. Sorria sem graça, mas animada por ver uma amiga naquele momento. -Foi bom te ver... espero não ter lhes atrapalhado. De toda forma, me deem licença. Completava me curvando levemente para demonstrar respeito e iria me dirigir para onde agora estavam as minhas responsabilidades.

Já diante do timão, minha concentração agora era absoluta em relação a condução daquela embarcação. Além de boa navegadora, eu também tinha habilidades de pilotagem, então esperava que sob as minhas mãos, aquele navio chegasse ao seu destino de forma tranquila e segura e por isso queria garantir que quaisquer eventuais problemas fossem solucionados o mais rápido possível. Era a minha primeira vez apenas fazendo aquilo, mas estar ali era incrivelmente satisfatório e provavelmente não haveria lugar em que eu me sentiria mais confortável do que comandando aquele barco.

-Ótimo, problema a frente pessoal! Alertaria a possíveis pessoas presentes assim que avistasse a pedra mais a frente que também era desviada por outros dois navios. -Desliguem os motores, não podemos ir tão rápido! Indagaria caso houvessem pessoas responsáveis por tal, do contrário, iria eu mesma correndo para tentar realizar esta ação, garantindo-me antes de deixar o timão numa posição correta para a não perdemos a direção e só o faria se identificasse ter tempo hábil para desligar os motores e voltar ao timão com tempo suficiente para iniciar a manobra de desvio do obstáculo a frente.

A ideia inicial seria uma curva mais suave, não queria que ninguém ali naquela embarcação sentisse a pressão de uma virada brusca e fossem jogados ou desestabilizados por isso e portanto reduzir a velocidade ao desligar os motores parecia uma opção mais sensata para que após isso fosse levemente alterando a direção do timão de forma a sair da rota que se chocasse contra a pedra e em seguida, após ultrapassá-la, voltar a posição correta do mesmo para que outra vez estivéssemos seguindo na direção que aquele Pose apontava. Por outro lado, se a desligada dos motores não fosse possível, teria de agir rápido para começar a o mais cedo que pudesse ir guiando o timão para uma posição que desviasse da pedra. Uma curva mais acentuada provavelmente seria necessária, mas queria que não fosse tão imediata a ponto de pegar todos de surpresa e por isso iria já desde a maior distância possível começar a virar o barco para que saíssemos da direção que nos levasse ao choque e em caso de sucesso, desta vez com suavidade, ir aos poucos estabilizando a direção da embarcação até que estivéssemos outra vez destinados a direção apontada pelo log pose.

-Bom trabalho pessoal, podem religar os motores. Diria caso tivesse ocorrido a primeira situação ou no caso da segunda, iria eu mesma tentar religá-los para que recuperássemos nossa velocidade de antes e acelerar um pouco nossa viagem, retornando ao timão e em ambos os casos mantendo-me sempre atenta ao caminho outra vez para que garantisse a segurança de nossa viagem e que não nos chocaríamos com obstáculos ou nos desviássemos da direção correta que era a apontada pelo pose.
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Justice Stair   Cap. 2 - The Justice Stair - Página 4 EmptySex 24 Ago 2018, 18:41

A curiosidade é uma coisa incrível #8






A conversa com o homem não parava de ser interessante ele parecia que tinha sempre um assunto novo para me apresentar, mas antes de qualquer coisa Daisy aparecia por ali falando comigo naquela hora, ela parecia um tanto tímida, mas animada pra mim, devia estar fazendo algo que gostava, ou será que… Não eu não vou pensar nessas coisas, no momento que ela falasse comigo eu responderia cordialmente, um leve sorriso no rosto, e uma expressão animada, que viria tanto por estar vendo ela, como por como tinha ficado com a conversa que tinha com o marinheiro. -Oie realmente a gente se separou desde que chegou no barco, não percebi muito que o tempo tinha voado desse jeito.- Falaria coçando a parte de trás da cabeça sabia que minha curiosidade tinha me levado longe demais, quanto tempo tinha se passado, as coisas estavam cada vez mais próximas do final, estaríamos próximos da ilha provavelmente nesse tempo, mas bem era hora que eu podia apresentar ela também. - Lembra que eu falei de uma amiga, que lutou junto da gente na minha missão? É ela, a gente está junto, eu, ela e o gigante fortão, viemos nessa mesma missão com esse intuito também, de manter algum laço.- Falaria sorrindo nesse momento e de fato eu nunca tinha pensado que alguém fosse me convidar para estar ali como uma ajudante ou qualquer coisa, normalmente sempre me via sozinha, mas ter um grupo tornava tudo mais divertido.

Quando ela decidisse por se despedir comentaria. - Tchauzinho, nos vemos na ilha, vou estar lá também.- Diria acenando para Daisy que naquele momento havia se mostrado cordial com nós dois, ela tinha um jeitinho todo especial de ser com as pessoas e isso sempre me deixava pensativa, pois eram nessas horas que me lembrava de uma coisa, quando ela disse que ninguém merecia morrer, as pessoas mereciam segundas chances, eu tinha muito forte na cabeça que, bem… Uma pergunta… Aquilo era pura ingenuidade? Já que no campo de batalha eu não me imagino deixando meus inimigos livres da punição, ou de fato o que ela dizia tinha alguma chance? Algum fundamento? Lá ela conseguiu fazer eles se renderem, mas isso seria possível sempre? Eram coisas que eu queria ter uma resposta, e era um dos motivos de eu estar também ali com ela, querer saber mais, querer a entender melhor, e mais saber como ela agiria diante dos desafios que virão até nós. Mas esse não era o momento de pensar me voltaria a Kire novamente, para ouvir as respostas que eu queria sobre as mais diversas perguntas que eu tinha feito.

A primeira coisa que ele me dizia, era sobre eu ter uma reação negativa? Bem na verdade… Por que eu teria uma? Hum… Talvez as pessoas sejam estranhas mesmo, raças diferentes, se existia amor envolvido não podia ser errado… Não é? Bem, era assim que eu via as coisas, se alguém ama de verdade outra pessoa, não tem como ser algo ruim, não existe certo ou errado, o amor está além disso, ele está longe da visão preto e branco que podemos ter do mundo, foi assim que eu cresci, foi assim que eu aprendi… Que existem sentimentos que vão muito além de qualquer noção de bem e mal, de certo ou errado, não importa o quão errado pareça pra as pessoas, esse é um problema delas e não dele. Mas por fim bem… Chegava o tão esperado momento, o que ele mais gostava em uma mulher, engoliria no seco nesse momento, daquele modo que a saliva até faz barulho descendo como uma bala na garganta, olhos atentos, pés inquietos, o todos os exemplos clássicos de ansiedade começaria a aparecer em mim pouco a pouco. Até ouvir a primeira frase “Altura” aquilo fazia meus olhos automaticamente lacrimejarem, e a boca subir um pouco fazendo um bico, as bochechas coradas, quase começando a chorar, mas engolindo o choro.

Cap. 2 - The Justice Stair - Página 4 Giphy

Mas rapidamente ele corrigia dizendo que era só uma piada, nessa hora daria um leve crock na cabeça dele com a mão, dando uma pancadinha na parte de trás ali. - Você mereceu.. HUM..- Diria depois de dar a pancadinha com as bochechas coradas olhando para o outro lado, mas logo a atenção voltaria para ele novamente assim como a atenção que ele começava explicando parte a parte do que ele achava, bem eram coisas importantes, cabelos, olhos, e claro, não pera… Ele tava me elogiando? Essa eu não esperava, minhas bochechas novamente voltariam a corar, e responderia sem muito jeito. - Obrigada, eu bem… nunca tive pretendentes eu sempre fui meio sozinha, eu acho que sou muito pequena para o resto do mundo.- falava olhando pra ele um pouco seria nessa hora pois de fato minha cabeça só me fazia pensar que bem… tudo estava por um caminho meio complicado, eu não me via muito longe de viver sozinha nesse quesito mais emocional claro, bem, o mundo é meio complicado, acho que ele não foi feito pra pessoas de porte assim, bem, tenho que conviver com isso.

Ele no entanto chegava trazendo também a parte quente da história, há sim… Sabia que a gente ia ter uma parte assim, ele me explicava como as coisas tinham se parecido, e como era a sensação, a cada momento que ele falava a minha imaginação me levava pra momentos mais e mais diferenciados, eu conseguia ter na cabeça uma imagem perfeita do que eles poderiam ter feito, cada momento me fazia levemente suspirar, rezando pra que ele não percebesse que minha imaginação pudesse ter me levado tão distante, era errado pensar em coisas assim sobre um homem e a futura esposa dele, quando se está sentada no ombro dele… Não é lá a coisa mais certa do mundo… Tá quem tô tentando enganar, é a coisa mais errada do mundo… O que que eu faço agora? Se controla… Jinne se controla… respiraria de novo voltando ao mundo real, e continuaria ouvindo e bem ele tinha uma pergunta difícil.

Ser sincera sobre isso me parecia o melhor mas… como saber? É bem… Acho que é melhor eu de fato explicar. - Bem é… essa é a primeira vez que converso com alguém sobre isso, na verdade, eu li muito sobre, eu gostava de um livro em particular que achei nas gavetas do meu pai, ele tinha muitos detalhes e algumas ilustrações… então eu tenho na mente como funcionaria, mas nunca tinha falado com uma pessoa sobre, na verdade eu nunca tive contato com alguém desse modo.- Falaria olhando um tanto envergonhada pela minha inexperiência no assunto, era um ponto que eu de fato entendia muito pouco, e o pouco que entendia, não era bem o suficiente. Há o que eu poderia fazer? bem era continuar me explicando. - Sabe eu na verdade nunca cheguei nem nos beijos… Eu no entanto sentei no ombro de muita gente hahaha, desculpa sei que essa não é uma boa piada… De todo modo eu sempre me interessei sobre o assunto, normalmente não é meu foco de pensamento, já que normalmente penso mais em coisas como: “O que fazer pra arrancar a arcada dentária desse tritão ali?” Isso costuma parecer mais com minhas escolhas de modo de vida hihihi.- Diria com um risinho tímido, pois de fato esse era o tipo de serviço que eu costumava fazer mesmo, bater em marginal, pra colocar eles na cadeia caracteriza bem o que eu tinha como preferência de trabalho, até por que eu to na marinha para isso, era de se esperar que em algo eu tivesse experiência.

E então eu partiria para as questões novas antes do Navio aportar ou qualquer coisa desse tipo, pois tinham coisas que me deixavam curiosa, coisas que eu queria saber, e na verdade… pois é… eu sei eu sei… essas perguntas as vezes não são as melhores, mas o que eu posso fazer? isso é maior que eu… - Moço é desculpa, mas tem algo que eu queria muito saber… Bem ela é uma mink, a Língua dela? Como é?- Perguntaria colocando a linguinha pra fora e apontando com o dedo naquele momento e prosseguindo. - Digo… lembra mais a minha assim mais macia? ou é mais áspera? Digo… Isso poderia dar naquele momento algo mais especial né? De ser algo meio único, e bem é maior?- Falava com toda aquela curiosidade saindo até pelos cotovelos, bem, acho que eu tinha perguntado coisas demais ao rapaz, não era ali a melhor das perguntas mas eu queria saber… E tinham mais, por que que eu tenho que ser assim? Mal conheço o rapaz, e to ali perguntando da língua da noiva dele… Isso é errado, muito errado, mas a curiosidade maior… - E os pelos? São macios? Deve ser gostoso de abraçar né? Tipo, sabe quando você deitar a cabeça sobre ela e bem deve dar uma maciez extra né? E o contato entre os corpos digo… Deve ser quentinho não é? Sabe deve… né… ser diferente e principalmente no atrito… Não sei… - mexeria os pézinhos compreendendo a natureza das perguntas. Eu sabia que eram um tanto quanto “difíceis” e bem talvez um pouco invasivas, e não sabia bem a reação dele, mas minhas bochechas e mesmo meu olhar eram bem sinceros, e mostravam que eu sentia um pouco de vergonha a perguntar aquilo. - Desculpa… é que eu… fiquei… curiosa… E bem, não sabia quando ia ter outra oportunidade de saber mais sobre isso.- diria mexendo os pezinhos deixando eles próximos enquanto moveria um sobre o outro, as vezes imprensando um pouco.

Citação :

Histórico


Nome do Player: Jinne Belmont
Nº de Posts: 8
Nº dos posts de desvantagens: N/A



Ganhos:
 

Perdas:
 

NPCs:
 

Extras: :
 




Resumo de Ficha


Atributos:
 

Vantagens e Desvantagens:
 

Perícias:
 



Others



Objetivos:
 

Off:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Justice Stair   Cap. 2 - The Justice Stair - Página 4 EmptySeg 27 Ago 2018, 21:59

Com os ingredientes devidamente despostos diante de mim, daria inicio aos procedimentos preliminares. Criaria pequenas aberturas nas cascas dos lagostins sem danifica-las demais. Cortes e incisões seriam feitos em todos os ingredientes de origem animal e frutos do mar, de forma bem ilustrativa e a vista de todos os meus auxiliares. – É assim que devem proceder nessa etapa do preparo. Com suas ferramentas em mãos, façam o mesmo que demonstrei com o resto dos ingredientes desse tipo. Enquanto que, simultaneamente, mudem a condição das chamas de duas das panelas que pus para ferver. Ponham uma em fogo médio e a outra em fogo baixo. – Dadas as instruções, iria até os temperos e ervas, que segundo minhas orientações deveriam estar em estado bruto, ainda inteiros. Selecionaria as quantidades exatas de cada um dos exemplares que tinha a minha disposição, formando pequenos buques de tempero, que uniria com um cordão para que não se desprendessem. Cada buque seria composto pela união dos condimentos e especiarias, misturados na quantidade ideal de cada um. Faria um buque para cada panela no fogo.

Spoiler:
 

Quando criança eu possuía certa aversão por vegetais e leguminosos, a solução que minha matriarca encontrara para me prover, ainda sim, os nutrientes desses ingredientes sem que eu os visse no prato foi através da técnica dos Bouquet Garni, que podem ser simplesmente fervidos junto ao caldo e removidos antes da refeição ser servida, e após adicionarem seu sabor e valor nutricional ao prato.
Assim que o preparo preliminar estivesse concluído, iria começar a distribuir os ingredientes principais nas panelas. Me atentaria as necessidades especificas de cada componente material. Ingredientes que precisassem de mais calor para soltar seu sabor seriam levados a panela em fogo alto, aqueles mais delicados e sensíveis ao calor, seriam postos no fogo baixo, e intermediários no fogo médio. Após isso, adicionaria os Bouquet Garni nas panelas, fechando-as e permitindo que os ingredientes fervessem.
Com um timer e um relógio prestaria atenção aos diferentes tempos de cozimento, desligando o fogo assim que atingisse o ponto de cocção de cada panela de ingredientes.

– Tragam-me um grande recipiente, uma peneira, um coador e filtros de papel. – Enquanto aguardaria as ferramentas serem trazidas a mim, com uma espátula começaria a remover TODOS os ingredientes de dentro das panelas, deixando restar apenas o caldo. Bouquet garni, lagostins, camarões, vieiras e etc seriam removidos e devolvidos a suas tigelas de antes.
Assim que recebesse a peneira, despejaria os caldos das panelas através dela no recipiente maior que pedi, removendo através dessa peneira as maiores impurezas que tivessem restado no liquido. Em seguida uma segunda purificação seria feita, dessa vez através do coador de pano, que barraria as menores impurezas. Por fim seria a vez dos filtros de papel, que serviriam para recolher tudo aquilo de solido que ainda houvesse no caldo mas fosse invisível a olho nu. Ao final desse procedimento o resultado deveria ser uma sopa límpida e cristalina, tal qual a agua mais pura e transparente que se possa imaginar. Entretanto, essa visual pureza não condizia com a riqueza de sabores contidos naquele liquido, que emanaria uma fragrância atraente e indescritível, capaz de abrir o apetite e provocar as pessoas a provarem.

Spoiler:
 

Naquela translucida sopa estariam contidos os sabores e nutrientes unidos em perfeita harmonia de todos os ingredientes utilizados no preparo. Sabores e nutrientes esses que haviam sido extraídos quase que completamente de suas fontes originais através do cozimento preciso de cada um, e transferidos para o liquido das panelas que agora, unidos, compunham a Sopa do Século. – Vão. Sirvam enquanto ainda está quente.

Apesar de ter prometido servir meu menu completo, não saberia dizer se poderia realmente brindar-lhes com tal honra. Talvez não fosse haver tempo para tanto, o preparo das duas refeições haviam me tomado mais tempo do que o esperado, e não tinha ideia de quanto mais levaria até que o navio alcançasse seu destino. Enquanto a sopa fosse sendo servida, voltaria brevemente ao convés do navio, para avaliar a que condição estava a viagem e checar pessoalmente a satisfação dos passageiros com a comida sendo servida.


OFF: Já cansei de cozinhar kkk ainda bem que a viagem acaba nessa rodada. To nem aí!

Citação :
Nº de Posts: 08
Ganhos: Patente Sargento; Escudo de Corpo; Pericia Culinária;
Perdas:
Ferimentos: Corte diagonal profundo de espada nas costas, do lado direito da cintura até o ombro esquerdo; (10/10 posts para Cicatrizar)
Objetivos:
Spoiler:
 

~ PERSONAGENS CONHECIDOS ~


PLAYERS:
 

NPC's Importantes:
 

NPC's Criados:
 

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Pericias p/ Aprender:
Spoiler:
 


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Justice Stair   Cap. 2 - The Justice Stair - Página 4 EmptyTer 28 Ago 2018, 21:00

The justice Stair




Jinne

Enquanto conversaram, era notável pela parte dos dois uma maior descontração, como se pudesse se aliar a chama da curiosidade ao combustível da vontade de conversar com alguém sobre, de certa forma era esse o fator principal para que tudo estivesse fluindo tão bem e claro, o carisma da própria marinheira seria um fator enorme para essa equação. Kire, por algum motivo enquanto conversavam havia achado que talvez brincar não fosse um problema mas enganou-se por ser um tópico que aparentemente era sensível para Jinne, que lhe havia dado um cascudo que ambos os lados sabiam que era muito mais do que merecido. Quando no entanto o rapaz continuasse ao ponto de elogiá-la seria capaz de tê-la feito corar e o próprio comentário que a pequena fazia havia ali tido um grande peso pra Kire, “ Como alguém tão grande de espírito pode se achar pequena demais para o mundo”, era provavelmente a  pergunta que o rapaz se faria mentalmente naquela situação e respirando fundo, talvez como um meio também de corrigir-se em relação a piada, acabaria quase como um suspiro soltando o que pensava sobre o assunto.

-Você diz que é pequena demais para o mundo? Bem, de certa forma todos somos o mundo é um lugar muito grande e se comparados a ele, tanto eu como você, sua amiga e até mesmo o gigante somos todos “iguais” mas, sabe o que eu gosto de acreditar? Que nosso tamanho vem das nossas atitudes direcionadas a outras pessoas, ser gentil, respeitar e até mesmo ajudar alguém é o que te faz realmente ser alguém grande… Digo não que coisas como essas influenciem em sua altura ou algo do tipo mas, entende o meu ponto? Do meu ponto de vista, você não é menor do que eu, como uma pessoa e tenho certeza que outros podem enxergar isso em você também.

Completou o rapaz em um tom gentil, talvez  como resposta adicional ao que havia falado, ainda que fosse algo impulsionado pela culpa, não era para ele algo diferente da verdade e era algo que inclusive apoiava-se no dia a dia. A conversa teria fluído mais um pouco para assuntos muito mais interessantes e que certamente não eram coisas impuras.


Kire se sentiu feliz por ter tido a confiança da garota em ser aquele a conversar com ela sobre o assunto, não que com ele fosse diferente, já que ele nunca teve a oportunidade de ir tão longe ao conversar sobre o assunto com alguém, o modo como a pequena era capaz de instigá-lo em uma abordagem pura e sem preconceitos, era sem dúvidas o que o fazia também sentir-se tão à vontade para falar. Ao revelar que nunca teve um contato mais íntimo, revelou certa timidez que talvez fosse melhor traduzida como vergonha e como o timoneiro era muito melhor com pessoas do que com o combate em si, naquele momento ele acabaria rindo com a piada da garota sobre sentar no ombro de pessoas, bem como na abordagem diferente, que faria total sentido a ele já que o foco da garota não era esse, enquanto esticou levemente as costas em um movimento que não era brusco, acabaria soltando o que pensava sobre o assunto.

-Haha, bem essa é uma coisa que sem dúvidas você deve ter muito mais experiência que eu, como é a sensação de poder ver e ouvir alguém assim tão de perto? Deve ser algo muito único sem dúvidas mas… Não há vergonha em não ter uma experiência com isso, tudo chega ao seu tempo certo e eu espero que quando acontecer, que seja uma experiência que seja boa para os dois lados, ainda que eu por não gostar muito de lutas e ser mais um amante do que um guerreiro… Bem, não acho que o seu modo de ver ou se focar seja o errado, até porque, o que você faz, deixa sua marca e mudanças no mundo e isso é algo muito mais legal de se perseguir do que só a satisfação do corpo, sabe? Sim, Sim, eu sei que talvez você pense algo do tipo “ Será que esse menino é doido? Ou será que ele realmente tem essas coisas na cabeça mesmo?”  mas… Você não estaria errada em nenhuma das duas suposições, quem não é um pouquinho anormal hoje em dia com tanta coisa no mundo?

Acabaria em um tom brincalhão e até mesmo gostoso de se ouvir dizendo a garota um pouco mais de como ele se sentia em relação ao que ela havia apresentado, era quase como se o rapaz soubesse o que falar e talvez isso se deve muito ao rapaz realmente demonstrar uma empatia grande, tendo uma capacidade de se conectar muito grande, sendo talvez alguém que caso tivesse o foco na ação, pelo seu magnetismo pessoal, talvez fosse até mesmo um dos escolhidos. A conversa se estendeu ao ponto de que uma dúvida havia lhe surgido, sobre seria a língua da Mink, se era mais similar a dela ou se era áspera, em sua pergunta não só mostrava a própria língua como comparação, como também fazia perguntas muito pertinentes, perguntas das quais fizeram o rapaz entrar em um modo de pimentão novamente, onde levaria a mão do lado em que Jinne não estaria sobre o ombro para próximo do rosto, mais especificamente para perto da boca, antes que abaixasse a mão e comentasse.

- Bem… Ela é diferente da sua língua, assim como é da minha também ela é levemente mais áspera e um pouco mais comprida então bem… Ainda que seja um pouco mais fina, isso é muito único em vários aspectos que são… Como eu diria… Legais? Hahaha, por favor não me faça entrar em detalhes com isso.


Acabaria comentando o rapaz sem jeito, enquanto continuava a rumar na conversa que mais e mais se tornava divertida para ambos os lados, mas se Jinne havia dado o seu xeque anteriormente, esse seria o xeque mate,  com a pergunta dos pelos, o rapaz em um primeiro momento acabaria sendo levado a sorrir, a mera lembrança de como era tê-la em seus braços por um momento pareceu até mesmo sensibiliza-lo um pouquinho, pois seria possível ver que ele derrubava algumas lágrimas, seu olhar, ainda que apontado para o horizonte, enquanto pensava nela talvez fosse tão belo quanto uma pedra preciosa e até mesmo a sua postura naquele momento havia mudado levemente, quando debruçou-se um pouco mais sobre a mesa.

-D… Desculpa, é que lembrar como é a sensação de tê-la em meus braços eu… Simplesmente acabei me deixando levar um pouco pela sensação, o tempo em que não estamos juntos é um pouco complicado as vezes e eu agradeço poder conversar com alguém sobre isso, ajuda um pouco de certa forma… Bom, mas vamos lá, sim! Eles são muito macios, acredito que não tenha uma sensação mais gostosa do que poder passar a mão ou até mesmo encostar o rosto sobre seus pelos e essa parece ser uma coisa que ela também gosta bastante, quando eu demonstro carinho e… Bem eu não saberia dizer a diferença da experiência com alguém que não seja como ela, mas a sensação que se dá é muito boa e confortável mas… Se isso pelo menos pode sanar pelo menos um pouquinho da sua curiosidade em relação a diferença bem… Eu aposto que certamente em algumas coisas as pessoas não acabariam com tantos pêlos na língua,  hahaha.

Talvez levado pelo sentimento que havia sido ali cultivado, o rapaz falava até mais do que devia sem perceber, diante de tudo aquilo que o rapaz havia dito, mesmo que seus pézinhos ficassem agitados, poderia ser possível ver que o rapaz estava gostando também daquela experiência e para os dois a viagem foi muito mais rápida do que poderiam esperar, pois haviam finalmente chegado ao seu destino, o  navio começaria a diminuir em velocidade provavelmente, enquanto algumas pessoas em maior ou menor ritmo se preparavam para aportar.

Daisy

Quando havia se cruzado com Jinne havia a cumprimentado e ambas dali teriam combinado de se verem na hora de desembarcar dando a liberdade para que a garota pudesse assumir o novo posto de extrema responsabilidade ao guiar o navio e não demorou muito para que durante a sua navegação pudesse encontrar o primeiro desafio, controlar o barco pelas correntes do one way com o motor ligado talvez parecesse uma loucura, uma loucura ainda maior quando tão próxima do fim dela, pudesse ter  algumas rochas que certamente poderiam comprometer o futuro da embarcação, com o comando dado por Daisy, dois marinheiros correram rapidamente para avisar o responsável pela sala de controle de maquinas e do próprio motor, fazendo com que aos poucos o barco perdesse um pouco do impulsionamento de modo a fazer com que fosse uma curva suave em torno das pedras, o que era a maior preocupação da marinheira de fato se adivinha de ela preocupar-se em como uma curva súbita poderia não só coloca-los sobre um maior risco, como também poderia ter efeito sobre toda embarcação, havia possibilidade de civis inocentes cairem para fora, ou que se gerassem acidentes gerais, fosse em salas comuns ou até mesmo na cozinha, algo que poderia ser desastroso em pequenas ou grandes proporções.

Conforme ajustou novamente o curso, poderia ver que ambos marinheiros por ela vistos anteriormente voltavam esbaforidos, lhe dando um sinal de joinha, era algo bem engraçado que ambos tenham se movido sendo que apenas um avisar já teria feito o trabalho, mas pela sincronia até mesmo para o sinal , enquanto apoiavam-se sobre seus joelhos e alguma semelhança física que eles tinham, talvez fosse fácil supor que fossem irmãos, talvez até gêmeos a bordo sua frente, mas era tempo o suficiente para que eles tivessem voltado para que precisassem ir para pedir que ligassem novamente e ambos acabavam até mesmo reclamando ao mesmo tempo

- Isso é bullying! Mas… Estamos indo
Diriam ambos em um tom triste, enquanto o rapaz era quase arrastado pela menina que era visivelmente mais rápida,  pelo ombro que estava a ele entrelaçado em uma cena que  só se tornou mais engraçada quando ele tropeçou e ela continuou correndo, não veria ambas as figuras por um tempinho mas,  sentia sobre a movimentação do  navio ela voltando pelo sucesso dos dois irmãos sedentários que provavelmente estavam em meio a uma das escadas, quase colocando os pulmões para fora. O restante da viagem até a região portuária não chamava tanto a atenção e Daisy poderia dar os comandos para que novamente desligassem os motores e pudessem ancorar o navio, e todo o processo até que finalmente pudessem chegar levava cerca de mais uns 20 minutos até que a mesma dupla pudesse voltar, e encarar Daisy como se fosse a mais cruel dos algozes, pois certamente o que viria dela não deveria ser uma ordem diferente. Haviam chegado a Emeigh e Daisy talvez quisesse reportar a chegada ao tenente, para que os preparativos para o desembarque dos civis fosse organizado direitinho, do contrário pisar em terra firme demoraria  um tempo a mais.

Gino

O gigante iniciava tudo com um processo delicado, que ia bem mais sobre, de início era o momento de abrir pequenos furos nos lagostins, sem causar danos aos mesmos, tarefa essa que seria difícil de imaginar um homem daquela estatura fazendo, mas a habilidade de cozinha, permitia que Giorgino conseguisse realizar isso sem tantos problemas, os cortes eram todos feitos não como um simples trabalho de cozinha mas era também uma aula que ele passava para os ajudantes, que tinham sua atenção em 100% naquele momento, pedindo também que eles olhassem as duas panelas, estes sempre respondiam com respeito nessas horas

- Sim senhor.

indo respectivamente fazer os trabalhos, mas nem tudo são flores na vida dos ajudantes, de algum modo quando um deles foi checar a panela de fogo alto, tropeçava nos próprios pés e caia por cima do fogão quase derrubando tudo que estava em cima dele mas no fim apenas acabava virando a panela para o lado, deixando boa parte do que estava dentro cair sobre o fogão, a virando antes que todo o conteúdo se perdesse.

- Desculpe senhor, eu devia ter tido mais atenção.

Falava ele corado, estava com vergonha de quase ter destruído tudo, era um momento diferenciado que acontecia ali. Mas nada que impedisse ele de continuar com tudo aquilo que precisava ainda ser concluído, continuando então a fazer os outros preparativos, tudo ia nos conformes, e as memórias eram inegáveis, quando pequeno o gigante, espera pequeno? Bem, não seria bem quando pequeno… Quando mais jovem o gigante agora ta certo, tinha certa aversão aos vegetais, diria que ele está um tanto certo, afinal cebolas nada mais são que uma maçã que falhou na sua missão… Mas no fim das contas usando o caldo dos tais vegetais amáveis… Ou não… Ele finalmente estava com quase tudo pronto, o que no final resultava na obra que ele estava tentando produzir a Century soup, incolor porém deliciosa, tinha um brilho e um aroma absurdamente chamativos, que poderiam de fato já chegar aos tripulantes distantes da cozinha, o Cheiro inundava todo o lugar juntamente da área das mesas. Os garçons começavam a pouco a pouco pegarem os pratos e servirem para as mesas uma após uma, Giorgino saia dali seguindo para o convés mas não antes de ver o rosto de quem naquele momento comia a Soup, era uma reação de terem de fato gostado daquilo, mas um tanto engraçada no fim


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Ele depois disso partiu dali para o convés,  lá a visão que ele poderia ter era uma das melhores possíveis o barco estava aportando, parando já na sua chegada, Emeigh não era mais um sonho distante a partir dali era a realidade dos marinheiros. O destino era claro nessa decisão, a decisão de deixar com que tudo andasse para dentro da ilha em ruínas. Claro que bem, não eram ruínas literais, eles iam entender mais quando estivessem por ali.

Todos

  O trio de marinheiros naquele momento havia finalmente chegado a Emeigh, ainda que cada um tivesse talvez suas próprias obrigações e o navio ainda precisasse ser preparado para que fosse permitido o desembarque a visão dos três poderia se diferir pelas suas posições e respectivas alturas, dando a todos uma experiência diferente em relação a Emeigh, Jinne por estar sentada ao ombro de Kire que estava sentado, talvez não fosse capaz de ver muito mais do que uma cadeia rochosa ou a parte superior de algumas árvores altas conforme atravessavam o espaço necessário até o cais onde em breve iriam descer. Para Daisy, por sua posição privilegiada como timoneira, poderia ver algumas embarcações a sua frente que iriam pelo mesmo rumo, sendo a maior parte delas sem alguma bandeira, não sendo possível a sua identificação, para além disso, quando chegasse a região portuária poderia ver algumas pessoas trabalhando e descendo caixas, mercadorias e suprimentos, também poderia ver algumas pessoas fardadas com a roupa da marinha fazendo uma ronda e algumas casas que se forçasse muito a vista poderia ver, quanto ao cenário pelo caminho que passariam com as árvores, era capaz de ver por completo a sua paisagem. Gino por outro lado era o mais privilegiado, por sua posição e pela sua altura poderia ter visto não só o que Daisy havia visto, como poderia ver muito mais adiante o que parecia a estrutura de um castelo, assim como muitas outras casas e até mesmo uma viela por onde teriam de passar caso fossem seguir na direção do castelo, outra coisa que caso fosse olhar dentro da própria embarcação poderia ver seriam suas companheiras, Daisy respectivamente sendo responsável pela direção da embarcação e Jinne que se encontrava no ombro de um rapaz de cabelos loiros. Para todos que quisessem se servir da sopa do gigante, sem dúvidas teriam a mais bela das surpresas com o liquido transparente que parecia ser capaz de momentaneamente fazer com que a pessoa tivesse uma reação bem engraçada em sua própria face.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Justice Stair   Cap. 2 - The Justice Stair - Página 4 EmptyDom 02 Set 2018, 22:05


Conduzir aquela embarcação estava sendo uma boa experiência para alguém que apesar de tantos anos estudando, nunca tinha de fato posto em prática tudo que aprendera no bom tempo que passou na escola de navegação. Era uma sensação muito boa poder fazer algo tão grande como um navio se mover pelo vasto mar que nos cercava e operá-lo, apesar de parecer simples, exigia bastante concentração e cuidado. A sensação de liberdade que sentia naquele momento era inexplicável e ali era uma posição em que eu realmente me sentia confortável, além de aquela ser uma tarefa que de fato me dava muito prazer em realizar.

-Me desculpem... eu não queria ter abusado da boa vontade de vocês... Dahahahaha... Dizia aos dois que tinham me auxiliado naquela manobra para proteger a embarcação do primeiro obstáculo que encontrávamos pelo caminho. -Mas felizmente deu tudo certo, graças a rapidez com que vocês agiram. Completava mostrando a eles um belo sorriso para tentar criar ali um clima mais descontraído e fazê-los se sentirem um pouco mais a vontade comigo. -Qual é mesmo o nome de vocês? Questionava em seguida. -O meu nome é Daisy. Informaria em seguida após eles me dizerem os seus nomes.

Apesar de estar preparada para tentar fazer o que eles fizeram se não estivessem ali, a ajuda dos dois tinha de fato sido fundamental para que tudo ocorresse bem e a embarcação superasse aquela dificuldade pelo caminho e pudéssemos seguir adiante até chegar em Emeigh, uma cidade ainda desconhecida por mim, mas que pelas primeiras impressões aparentava ser um local sem nada de especial, mas aparentemente movimentado, dada a presença de algumas embarcações próximas ao porto para o qual nos dirigíamos. O sentimento de missão cumprida naquele momento já tomava conta do meu peito e agora, estava ainda mais confiante em minhas habilidades de navegação, começando a perceber que todo o esforço e dedicação ao longo daqueles anos estavam agora sendo recompensados por eu ter conseguido ser útil para nos conduzir em segurança até aquela ilha. Aos poucos iria tentar dirigir a embarcação para próximo do porto, esperando encontrar uma posição adequada para ancorar o navio e poder nos liberar para o desembarque dos passageiros e com cuidado tentaria executar esta ação.

-Me desculpem mais uma vez, mas poderiam por favor soltar a âncora? Finalmente chegamos! Pediria aos dois se eles ainda estivessem ali comigo.

Iria em seguida procurar pelo tenente pela embarcação, tentando ir primeiro em direção a sua possível sala, sendo que não o encontrando ali iria para o convés ver se o achava ali ou do contrário procurar pelo interior do navio olhando aos poucos por todas as salas existentes, e, caso o encontrando, iniciar um diálogo com o mesmo.

-Olá senhor! Me anunciaria ao bater continência logo após as falas. -A viagem está concluída e o navio está ancorado em segurança. Já podemos desembarcar. Informaria, demonstrando uma expressão séria e esperando ansiosamente pelas demais instruções ou informações que pudessem vir daquele sujeito, mas, em caso de ele não dizer nada, questioná-lo. -Há algo mais que deseja de nós, senhor? Onde devemos ir agora?

Ouviria com atenção o que ele tivesse a dizer, mas, antes que pudesse seguir suas instruções, iria tentar procurar por Gino e Jinne, já que estávamos juntos naquela missão e tendo apenas eles como amigos naquela ilha desconhecida, não achava que seria nada legal estar sozinha por ali. Imaginava que o gigante não seria difícil de encontrar e por isso iria ao convés para ver se o encontrava, mas não o vendo por ali, começaria então a procurar pelo interior navio mesmo, aproveitando disso para ver se encontrava a Jinne ou o rapaz que outrora estava com ela e me aproximaria de qual dos dois encontrasse primeiro.

-Olá, Gino/Jinne! Finalmente chegamos... Dahahaha... você conhece algo desse lugar? Perguntaria sem graça, já meio que imaginando a resposta mas vendo nisso uma boa forma de puxar assunto. -Você tem algo para fazer aqui? Questionaria em seguida. -Entendo... precisamos encontrar também a(o) Jinne/Gino. Viu ele(a) por ai? Indagaria.

Esperaria para ver o que ele(a) gostaria de fazer e em caso de sugerirem alguma coisa, iria acompanhá-los já que ainda não sabia muito bem o que fazer além das possíveis instruções dadas pelo tentente.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Justice Stair   Cap. 2 - The Justice Stair - Página 4 EmptySeg 03 Set 2018, 14:51

A curiosidade é uma coisa incrível #9






Kire pareceu surpreso quando eu falava que era pequena para o mundo, bem eu de fato era, a forma como ele colocava de certo modo mostrava que todos éramos um pouco pequenos, eu entendia o que ele queria dizer e me surpreendia um pouco eu podia dizer, conseguir enxergar a grandiosidade a sua volta não é algo pra qualquer um, entretanto ele talvez tenha sido muito otimista pela forma que me respondia, eu tratava essa ideia de maneira mais oportunista, eu acreditava mais na possibilidade de que bem… Pessoas como eu não existem por aí, aceitaria a gentileza das palavras do garoto de qualquer modo, eu não queria dar alguma resposta que pudesse soar rude em relação a esse fato já que ele em si tinha se prestado a fazer um comentário bondoso. A partir dali o assunto mudava drasticamente e bem… As respostas dele iam me fascinando, até que viria o momento de eu responder também as perguntas dele, e claro de comentar algumas coisas. - Acho que deve ser uma sensação muito boa, acho que se eu tivesse alguém tão especial eu sentiria falta assim como você sente dela sabe, bem… Eu sei que não era bem algo pra se ter vergonha mas sabe… Eu bem… Não consigo muito me ver tendo algo assim com uma pessoa, acho que a maioria me achar diferente pra não dizer estranha.- falaria um tanto sem jeito nesse momento, olhando meio de lado, dividindo a visão entre o rosto dele e o chão, dizer isso não devia me afetar tanto, normalmente eu estaria tranquila, mas quando algo desse porte chegava a mim não haviam tantas saídas.

Apesar da breve pausa eu continuaria falando um pouco mais com ele sobre o mesmo assunto, sobre cada pequeno aspecto que me chamava atenção estaria ali para comentar ou dar um ar diferente sobre o mesmo. A visão dele sobre si mesmo era interessante apesar de ele passar um pouco que ele não via nenhum dos dois pontos como errado. -Acho que ser um amante é melhor que ser um lutador, quando se tem uma certa escolha do que devemos ser acho que priorizar aquilo que nos faz melhor é o importante, eu não tinha bem muita escolha hihihi, eu envelheci aos poucos para me tornar alguém, e bem, eu não saberia ser uma amante, eu teria que aprender tudo do zero, eu li um pouco sobre, como citei, mas tudo vem desse âmbito, eu fico pensando se talvez os caminhos não estejam para nós predestinados- Diria isso olhando ele de uma maneira calma, esperava para ver uma reação por parte dele enquanto ficaria desde o início balançando os pézinhos livremente no ar, e depois continuaria minha ideia. -Eu normalmente, gosto de pensar que escrevemos nossa história com as proprias mãos, que cada passo que damos, ele bem… Vem trazendo um novo capítulo das nossas vidas, que decidimos o que queremos fazer, e nossas ações impactam nossas vidas. Porém em alguns momentos, me questiono se esse é de fato o caminho, sabe? se teria algo que na verdade é o destino de todos- Por algum motivo, ele tinha despertado aquele lado mais filosófico, aquele meu lado que me faz entrar no estado pensativo um tanto diferente, eu gostava de imaginar esse tipo de coisas, era um pouco curiosidade, e um pouco minha personalidade, eu queria sempre entender como as coisas funcionam, e essas coisas que não se entende, sempre me chamam a atenção, talvez pelo conceito abstrato ou alguma coisa assim. Mas os melhores momentos daquela conversa ainda estavam por vir, quando ele falava mais um pouco sobre como era o sentimento que ele tinha ao lado dela.

Ele falava não só do físico mas do mental, mas o comentário que mais fazia minha mente ir para o outro mundo era esse “Algumas coisas deixam a boca cheia de pelos” cara… Quantas coisas poderiam fazer isso, é cruel deixar essa dúvida no ar, eu não queria invadir mais a privacidade dele, mas, desde um beijo no pescoço até… Acho que entendi… Se ele sentia que era algo difícil de falar… Talvez… Mas tinha uma pergunta mesmo que não pudesse pedir que ele se aprofundar, era algo que eu precisava confirmar toda vermelha como uma pimentinha naquele momento, e com a língua um pouco travada diria. - Foi… Fo… Foi.. Lá… É... embaixo né? Não precisa dizer muito… Só queria é… Saber… Ter certeza que pensei certo.- Estaria inquieta naquele momento, imaginar aquilo era como uma flecha certeira pra mim, ela ia lá no fundo trazendo os pensamentos, mais escondidos nos recantos da minha mente, meu olhar poderia revelar um pouco do que se passava na minha cabeça, não era nada muito puro em relação a ideia.e depois ainda tinha a informação sobre os pelinhos macios, deve ser algo realmente de outro mundo, mas nesse instante sacudiria a cabeça pra me reajustar denovo e recobrar o juízo. - Ela deve ser muito incrível, eu espero que vocês possam se ver logo, deve ser difícil ficar assim muito longe de alguém que você precisa da presença.- diria sorrindo pra ele.

Mas o momento agora era ainda diferente pois tínhamos chegado, a nova ilha estava ali a minha frente a visão do porto de Emeigh, a visão dali era como sempre algo que ela gostava de contemplar - Acho que chegamos, obrigada por todo o tempo que gastou comigo Kire, eu agora tenho que procurar Daisy, pois acho que temos que pegar mais missões, até a próxima vez, espero te ver de novo algum dia.- Falaria lentamente descendo pela lateral da camisa dele, estava animada, a viagem tinha sido muito boa, e claro o que mais fazer não é mesmo? Eu finalmente estava no mar mais falado de todos, a Grand Line, o que me esperava ali? Era difícil dizer, era algo que me preocupava só deixava em êxtase só de pensar. Quando estivesse no chão, acenaria pra Kire dando um leve tchauzinho com a mão direita, enquanto começaria a me mover correndo rapidinha pelo barco, olhando para as pessoas que estavam por ali a procura de Daisy, tinham três pontos principais que eu observaria pra identificar, primeiro se usava farda da marinha, segundo se tinha cabelos brancos, e por fim se os airbags frontais eram avantajados. Era a minha maneira de procurar ela andando rápido, sem perder muita atenção do caminho.

Se em algum momento encontrasse a moça a minha primeira frase seria simples - Te achei, estava procurando você na multidão- diria isso com um sorriso sincero no rosto calmo, olhando para ela de baixo claro, se precisasse puxaria a barra da calça ou tocaria a perna pra chamar atenção pra baixo. Ouviria o que ela tivesse a dizer e caso me perguntasse se eu conhecia qualquer coisa sobre a ilha, a resposta era a mais sincera possível. - Praticamente nadinha, o Sargento me falou que é um cenário de disputa pelo poder e um lugar que precisa muito de boas pessoas para que a população possa ver alguma melhoria, algo assim, e me disse também que ele era já um cenário ruim mas ficou pior recentemente, a ilha foi alvo de um bando pirata conhecido como as quatro calamidades que desequilibrou ainda mais as coisas, e bem eles fizeram todo tipo de Caos aqui, mas é só isso que sei, por que ele me contou - Sim era o que eu tinha de informação em principal, nada muito grande nem novo talvez pra ela, mas era o que podia dizer pra ajudar naquela hora. Quando ela me fizesse a próxima pergunta bem, era uma resposta bem simples, eu não tinha planos, nem tinha pensado sobre isso. - Sendo bem sincera, eu não pensei em nada sabe hihihi, eu vim pra cá sem muitas coisas na cabeça, apesar de que estou disposta a realizar qualquer missão que me passarem, estou empolgada pra isso inclusive, já que a viagem e toda a missão foi bem tranquila, e você? Tem planos grande aqui?- meu olhar naquela hora passaria bem a curiosidade que eu sentia, ela parecia o tipo de pessoa que pensava muito, o tipo que realmente teria algo ali por trás mesmo que talvez ela não me dissesse eu sentia que ela queria fazer algo. Talvez não relacionado a ilha, poderia ser sonhos grandes, ou apenas uma vontade enorme.

E se em algum momento ela me questionasse sobre Giorgino, aquilo era uma pergunta que era simples demais até, ele é um homem bem simples de se achar. - Eu não vi ele enquanto tava correndo doidinha por aí, mas ele não deve ser alguém muito difícil de acharmos, acho que se dermos uma olhada rápida devemos ver ele por aqui, ele é bem grandão. Vamos procurar então.- Se ela aceitasse caminhar por ali comigo, andaria no ritmo dela dosando meus passos, e usando a velha estratégia, a maior coisa que se move no navio devia ser ele, então era sempre olhar pra o alto, e ficar atenta ao que pudesse ver, e se o grandão ficasse as vistas logo falaria. - Bom dia Giorgino, estávamos te procurando.- Diria com um sorriso igualmente a quando vi Daisy, eu estava ficando cada momento mais feliz com aquilo, afinal estava em uma ilha nova, com novos companheiros, e tudo parecia estar caminhando muito bem.

Citação :

Histórico


Nome do Player: Jinne Belmont
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Nº dos posts de desvantagens: N/A



Ganhos:
 

Perdas:
 

NPCs:
 

Extras: :
 




Resumo de Ficha


Atributos:
 

Vantagens e Desvantagens:
 

Perícias:
 



Others



Objetivos:
 

Off:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Justice Stair   Cap. 2 - The Justice Stair - Página 4 EmptySeg 03 Set 2018, 16:43

Desataria o nó de meu traje de cozinheiro, despindo-me dele e o dobrando a seguir, enquanto vislumbraria a paisagem da ilha a minha frente, tomando nota mental dos principais pontos, sobretudo da localização do vistoso castelo. – À vista disso, aparenta ser uma ilha medieval. – Possuindo vasto conhecimento a respeito da Grande Rota e sendo já um veterano nela, tinha ciência de que cada ilha estava presa não apenas a uma estação própria, como a um período histórico distinto, dada a dificuldade da locomoção nesse oceano, que impossibilita até mesmo a chegada de informações e tecnologias vindas do resto do mundo.

A vista do deck do navio era apenas aquela já antecipada por mim: semblantes felizes e satisfeitos ao provarem minhas obras-primas culinárias. Nada além do esperado para algo preparado por mim. Recolheria meus pertences, machado, martelo e escudo, fazendo um inventário mental de cada item. Inventário esse ao qual eu adicionaria agora o avental gigante, poderia ser útil em minhas empreitadas gourmet, e era o pagamento mínimo por meus serviços culinários prestados. Feito isso, iria auxiliar a tripulação a cuidar do desembarque dos passageiros, garantindo que todos descessem do navio em segurança. Caso Lady Camy Dany e seus pais passassem por mim, os faria uma breve mesura, me despedindo elegantemente da família.

Assim que todos os passageiros civis estivessem em terra firme, seria minha vez de descer. Buscaria visualmente pelas figuras das duas marinheiras que vieram comigo a essa missão, Lady Belmont e Lady Daisy. Caminharia na direção da primeira que avistasse, lhe cumprimentando com a mesma mesura que fiz mais cedo, dessa vez sem a intenção de despedida. – Ilha curiosa, não? Imagino que para a[s] senhorita[s] deve ser como a sensação de ter viajado através do tempo ou estar em um parque temático, uma feira renascentista. – Puxaria assunto. – Eu, porem, já estou familiarizado com as dissonâncias sociais e econômicas que as ilhas da Grande Rota possuem. Algumas estão muito a frente de seu tempo, outras, muito atrasadas tecnologicamente. Essa ilha, ao que parece, está ainda no período medieval da história. – Era meu dever como veterano na Grand Line, elucidar as questões que poderiam surgir nas mentes das jovens que me acompanhavam. – Seria uma boa oportunidade, talvez, caso sejamos acometidos pela oportunidade, obter algumas armas forjadas por autênticos ferreiros da idade media. Ouvi que possuem um aço de notória qualidade nesse período. – Embora, muito dificilmente, fossem ser capazes de forjar algo que estivesse a altura de minhas habilidades. Mesmo as armas cedidas pela marinha mal suportavam a força de meus ataques realizados com elas e quase se estilhaçavam a cada golpe.

– Sobretudo, primeiramente é preciso que busquemos a orientação do oficial a frente dessa missão. É possível que tenhamos ainda alguma incumbência a ser considerada antes que possamos desfrutar das forjas desse país. – Dito isso, vasculharia os arredores com os olhos, buscando pelo oficial e caso o encontrasse, caminharia lentamente até ele, para então questioná-lo sobre possíveis tarefas e encargos de nossa função de marinheiros. – Sou requisitado para alguma tarefa ou estou dispensado para fazer uso de meu tempo de folga?
 



Citação :
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Ganhos: Patente Sargento; Escudo de Corpo; Pericia Culinária; Avental de Cozinha [Tamanho: GG];
Perdas:
Ferimentos: Corte diagonal profundo de espada nas costas, do lado direito da cintura até o ombro esquerdo; (10/10 posts para Cicatrizar)
Objetivos:
Spoiler:
 

~ PERSONAGENS CONHECIDOS ~


PLAYERS:
 

NPC's Importantes:
 

NPC's Criados:
 

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Pericias p/ Aprender:
Spoiler:
 


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Justice Stair   Cap. 2 - The Justice Stair - Página 4 EmptyTer 04 Set 2018, 04:07

The justice Stair




Jinne

A gentileza do rapaz a surpreende, pelo modo como todo o rumo da conversa guiava-se de uma forma agradável a ambas as partes, levando as vezes por um sentido muito mais profundo ou filosófico, fazendo com que mesmo que talvez a aparência do loiro fosse de um rapaz bem novinho e que talvez não tivesse muito conteúdo, pela vasta experiência nesse pouco tempo em suas viagens e até mesmo por ser bem vívido em algumas coisas, aquilo abriria portas para que eles pudessem mais e mais aproveitarem do momento em que dividiam. Kire havia se surpreendido um pouco com a resposta de Jinne, não era comum que as pessoas pudessem aceitar dessa forma a sua própria postura, era um marinheiro ao final das contas e talvez  lhe fossem atribuídas a ele responsabilidades e esperanças que ele não fosse capaz  de cumprir totalmente ou tivesse vontade de cumprir, havia um tempo que havia se dedicado exclusivamente a esse tipo de missão que lhe envolvesse menos riscos para que pudesse ter a certeza de que poderia voltar, ou ao menos era esse o seu raciocínio. O rapaz prestou muita atenção no que a marinheira tinha a lhe falar, era um bom ouvinte tão bom quanto era falando, e apenas quando ela concluiu sua idéia e mostrou que esperava a sua resposta que o rapaz se pronunciou.

- Você realmente tem um ponto de vista bem diferente das pessoas com quem eu convivi ou conversei, durante as viagens, não que isso devesse me surpreender a essa altura, certo? Hahaha. Eu gosto da idéia de que o destino existe as vezes, sabe? As vezes quando penso, faz parecer com que se algumas coisas estão predestinadas a acontecer, é como se todo o universo pudesse dar uma razão para as coisas, como assim as vezes? Bom, eu não sou realmente fã da idéia de que minhas escolhas não fizeram a diferença ou eu estou aqui por algo que não tenha sido fruto de minhas escolhas… Foram todas boas? Definitivamente não hahaha mas, eu estou feliz com o rumo que minha vida tomou, então penso que as vezes levar o destino como algo que é divertido de se pensar as vezes, mas não tomá-lo como realidade… É um ponto bem estranho, eu sei haha.

Teria dito o rapaz em um tom tranquilo, enquanto seus olhos se direcionaram a pequena marinheira que estava em seu ombro, sua calma enquanto balançou seus pézinhos o teria feito sentir-se até mais confiante, por ver que da mesma forma como ele queria ouvir, também queria ser ouvido. Jinne havia lhe explicado mais sobre o seu ponto de vista onde haveria de concluir todo o pensamento e até ali ele continuou a prestar atenção, enquanto respondia ao que lhe era perguntado, sendo inclusive o ponto sobre os pelos aquele que mais havia intrigado a pequena, já que poderia abranger desde algo mais inocente como um beijo no pescoço a até mesmo algo que bem… Ela precisava descobrir e isso a levou a fazer uma pergunta que talvez fosse meio invasiva segundo seus próprios olhos, apesar de que naquela conversa ambos haviam ido tão longe que essa não parecia ser mais uma barreira, pois conversavam como se conhecessem a anos o rapaz com a pergunta direta, por um momento havia se tocado de que talvez tivesse falado demais mas, pela sua própria natureza não conseguiria deixar de responder ali.

-S-Sim, desculpa se eu acabei falando demais, por eu sentir sua falta, falar sobre ela me ajuda um pouco a lidar e talvez eu tenha acabado me empolgado muito com isso, se isso a ofendeu de alguma forma perdão.

Teria dito o timoneiro com um tom que demonstrava, de fato arrependimento, sabia que sua própria natureza as vezes o trairia mas, pelo próprio caminho que Jinne havia lhe mostrado, poderia entender que talvez as coisas não fossem bem assim as palavras da menina aqueciam seu coração de uma forma, por ver que as coisas eram bem diferentes do que ele pensou que seriam, por ter se preocupado demais. O rapaz levou uma das mãos ao rosto, respirando fundo antes que pudesse olhar a Jinne, seus olhos tinham um brilho que era chamativo.

- Obrigado! Eu espero que você e o seu grupo possam também encontrar muito sucesso em suas jornadas, eu certamente contarei sobre essa viagem a Christa quando puder vê-la novamente, assim como todas as outras em que estive nesse tempo e iremos acompanhar vocês pelos jornais, sem dúvidas e… Sim… Christa é de fato a pessoa mais incrível que eu tive a sorte de conhecer…Haha, desculpa acabei fazendo novamente

Diria o rapaz em um tom extremamente dócil e animado sobre toda a situação, mas como tudo que é bom teria um fim, com a chegada, teriam de separar os seus caminhos e com isso chegava a hora da despedida e com um sorriso o rapaz diria animado.

- Sou eu quem deve agradecer, você me fez companhia e me foi muito divertido, se cuide espero que um dia possamos nos ver novamente, talvez  em uma oportunidade que você possa me conhecer como alguém completo? Hahaha.

Este seria o marco da separação de ambos, talvez fosse um adeus mas, soava muito  como um até logo, talvez não se encontrassem novamente por um bom tempo, mas não era uma sensação amarga que se tinha no peito de nenhuma das duas partes provavelmente, afinal sentimentos bons não podem ser afetados por algo tão ínfimo como a distância. Daquele momento havia prosseguido para procurar Gino e Daisy, antes que pudessem descer pela ilha.


Daisy

A sensação de segurar o timão nas mãos, e carregar o barco para uma direção de sua escolha, onde tecnicamente apenas suas mãos guiavam o destino daquele enorme monstro de metal, era uma sensação sem preço, uma liberdade que vinha diretamente desse fato, ser um navegador realmente delega poder ir pra qualquer lugar sem depender de nada, podendo guiar seu próprio caminho para onde bem entender, sim era como se tudo fosse possível. Muitos talvez argumentassem que uma marinheiro está sobre ordens, não poderia ser livre… Eu diria que ele é livre a partir do momento que é uma escolha dele seguir tais coisas, talvez mais livres que muitos homens que buscam sua liberdade se tornando prisioneiros de si mesmos. No fim os dois que haviam ali ajudado ele tantas vezes voltavam ali para ver novamente ele, os garotos tinham uma respiração ofegante, estavam cansados do trabalho, apesar de parecerem tarefas simples elas de fato eram bem cansativas quando se somava uma sequência delas.

Lembrando do que eles tinham dito e vendo como eles estavam Daisy se desculpava pelo ocorrido, o que fazia ambos levantarem os polegares conjuntamente, mostrando eles no alto quase na altura do rosto, eles haviam evitado falar pois a falta de fôlego, os deixava ofegantes, mas o elogio da garota era o suficiente pra fazer ambos esboçarem um leve sorriso, sorriso esse que era bem simpático, e parecia demonstrar que de certa forma estavam felizes de ouvir aquilo, talvez estivessem realizados por terem tido o devido reconhecimento. A garota perguntava seus nomes e se apresentava em seguida, a menina falava em uma tom calmo e ainda um pouco ofegante dizendo seu nome, já o rapaz estava um pouco menos cansado dava pra sentir que ele precisava de um copo de água, e alguns remédios para dores talvez, mas parecia em um estado menos precário.

-Eu me chamo Jessie, é um prazer.

Falava ela sorrindo de leve quando dizia o próprio nome, aos poucos parecia recuperar mais do fôlego, e trazer mais energia de volta para fora de si, e com uma respirada mais profunda ia melhorando do cansaço.

-Eu me chamo James.

A voz do garoto mais forte, revelava também um pouco de seu estado, mas o que mais chamava atenção não era a fala de apresentação dele em si, mas que naquele exato momento, um gato persa branco saltava no ombro dele ronronando e esfregando o rosto no de James, que aproveitava o momento para apresentar o felino também.

-Esse daqui é nosso inseparável amigo Meowth.


Partindo disso ainda havia mais uma última coisa que era necessária naquele âmbito, que era a remoção da âncora, como os dois ainda estavam por ali mesmo pedindo desculpas, ele novamente trazia mais um trabalho, era o de ajudarem ele na última parte da viagem, que era ancorar o barco, os dois apesar de bem cansados aceitavam a última tarefa que era passada.

-Tudo bem, a gente da conta.

Dizia o rapaz, com um sorriso no rosto e um olhar bem determinado a fazer aquilo, provável que por ser a última tarefa que fariam dentro do barco antes de poderem descansar por um longo período de tempo, ajudada por os dois irmãos Daisy conseguia colocar a âncora para que finalizasse o que faltava do processo para aportar, os dois se despediram dela com um sorriso no rosto após tudo aquilo realizado, desejando também boa sorte.

Tchau Daisy, espero que nos vejamos pelos mares afora, boa sorte com tudo.

De fundo poderia ser apenas a imaginação de Daisy mas seria possível que ela jurasse ter ouvido o gato dizendo “Meowth é isso aí”, bem poderia ter sido o longo tempo de viagem e a brisa do mar, não ser só uma brisa comum, mas daquele tipo que te deixa brisado. Por fim ela partia a procura do homem que chefiou a missão Tenente Walker, achar ele não era difícil, estava sentado na mesma sala de antes, ele ainda tomava o que parecia ser café com uma nova caneca que tinha um desenho de um coração nela e a frase “I Love Marine”, já de frente para seu superior, enfim ela explicava a situação, pois no fim o barco estava ancorado.

Muito bom, a missão em si está concluída, mas preciso que todos venham aqui, quero falar com você, Jinne e Giorgino, sobre algumas coisas importantes. Se puder trazer eles até o centro do convés eu agradeço.

Comentava o homem de certo modo explanando o que desejava a mais deles, pois a missão mesmo terminando sempre tinha algumas deixas importantes para serem tratadas, mas o que de fato seria, ela só descobriria no final de todo esse caso específico. O homem trazia um olhar calmo, o que poderia talvez tranquilizar um pouco Daisy visto que isso passava que ele não estava furioso ou insatisfeito, talvez fosse algum outro detalhe da missão apenas.

Gino

O gigante que até então comandava a cozinha havia retirado o avental de cozinha, onde poderia vislumbrar a paisagem e tomar as mais diversas notas mentais, onde pelo seu vasto conhecimento e pela sua própria magnitude poderia definir aquela, como uma ilha medieval, olhando pela vista através do deck, poderia ver como sua criação divina em forma de pratos estava sendo por todos aproveitada de forma intensa, algo que não era algo além do esperado, obviamente. Recolheria seus pertences, levando junto o avental e bem, quem poderia julgá-lo por querer levar um avental para o seu tamanho que não deveria ser exatamente fácil de se encontrar como recompensa pelo trabalho? Bem, se havia alguém, certamente não era bravo o suficiente para que pudesse reclamar.

Com o desembarque sendo organizado, o gigante poderia ajudar muito em relação a sua própria força física para que pudesse ajudar com o carregamento de algumas caixas que facilitariam muito a vida de todos, afinal não só teria a força como a de pelo menos dez homens, como também poderia fazer o trabalho também dez vezes mais rápido. A ponte de madeira era colocada para o desembarque dos civis, e Giorgino poderia ter visto a família de Camy que o notando havia acenado com um sorriso, antes que pudessem descer pela plataforma, precisava reunir-se com as duas parceiras e para isso, sem que todos eles soubessem, acabariam procurando um pelo outro.

Todos

Um anúncio era dado pelo Den Den Mushi que agia como um alto falante de modo que o trio poderia ouvir perfeitamente após se encontrarem e terem um tempo onde poderiam conversar mais sobre suas experiências na viagem e sobre as informações que eles tinham

- Preciso que todos os marinheiros se reunam por um minuto ao convés, para um comunicado importante.

Era uma voz facilmente reconhecível como a do Tenente Walker que  uma vez que tivesse reunido a todos, adentraria acompanhado de um Grupo de marines, que carregavam o que pareciam ser vários baús estes eram abertos assim que jogados à frente do tenente, revelando que haviam diversos itens ali bem variados.

- Bom trabalho a todos, felizmente essa foi uma missão bem tranquila, esta é uma ilha perigosa, devido a isso os membros da tripulação, comigo incluso e pelo próprio subsídio do governo, decidimos que seria melhor dar aos recém chegados a Grand Line, em especial Emeigh algo que poderia ajudar… Vou chamar os nomes, apresentem-se e eu separarei o que lhes é respectivamente devido.

Diria o rapaz de forma eloquente, seria possível ver alguns marines que poderiam ser facilmente reconhecidos como novatos como eles pelo modo como comemoravam alegremente pela idéia de ganhar algo. Seria notável que o Tenente Waker segurava uma prancheta e diversos nomes eram ditos, até que pela ordem alfabética um nome finalmente seria chamado e este seria o de Daisy. Que quando se aproximasse, poderia ver separados pelo tenente dois itens que chamavam muito a atenção, sendo um dos itens um Kusarigama e  o outro que encontrava-se em sua mão, um eternal pose.

- Bom, esta é uma arma especial, ela é feita de um material raríssimo, que poderá salvar você e o seu grupo no futuro, e este segundo bem… Vamos fazer uma troca primeiro, sim? Preciso do Eternal pose de Emeigh de volta. Bom, este é um eternal pose para Wonderful land, o motivo pelo qual eu estou lhe confiando isso? Bem a arma foi algo que eu achei que talvez pelos seus registros pudesse ser útil, ela é feita de um material raro, se lembra? A partir desse ponto você e o seu grupo vão começar a enfrentar perigos muito maiores, e por isso pela possibilidade de enfrentarem um usuário, ao menos um membro de cada grupo de marinheiros irá receber algo similar… E quanto ao eternal, considere esse um presente de Mema. Com isso, está dispensada,  siga o fluxo junto aos demais sargentos e apresentem-se no QG.

Diria o rapaz em um tom amigável, deixando com que a garota pudesse pegar seus novos pertences, tomando para si o próprio eternal que era originalmente dele, que apontava para Emeigh, e desde que o rapaz havia lhe chamado demorou um tempo até que Giorgino pudesse ser chamado em seguida, o tenente que já não era muito alto, teria de dar um passo atrás para que olhando para cima pudesse olhar o marinheiro nos olhos.
- Bom, você por outro lado não precisa de um reforço para a sua força no entanto, Orihana deixou isso a você, eu não sei sobre mais detalhes sobre este item em específico, mas ele pediu para que você pudesse cuidar direitinho que isso se provaria útil em algum momento.Quando o grupo de vocês receber tudo o que foi a vocês destinado, prossigam seguindo o fluxo, para se apresentar ao QG. Dispensado.

Comentou o Tenente, com um sorriso no rosto, não se deixando intimidar pelo tamanho do gigante, enquanto lhe entregou uma Peça de jogo com simbolo de uma lotus branca.

E após mais um tempinho por ultimo porém não menos importante Jinne seria chamada e assim que fosse se apresentar o rapaz a receberia com um sorriso, tinha uma imensa simpatia pela pequena pela conversa que tiveram mais cedo e talvez isso mostrasse até certa animação dele quando fosse anunciar o que havia de entregar.

- Bom, eu reparei que talvez você não tenha uma, portanto pedi para que trabalhassem para que você pudesse ter uma bolsa adaptada ao seu tamanho, levar as coisas na mão não é a mais prática das coisas a se fazer e mesmo sendo algo simples, espero que você aceite o gesto, mas há algo também que o nosso timoneiro separou para lhe dar, é uma moeda estranha, moeda esta que ele disse que em algum momento iria lhe ser a diferença entre a vida e a morte. Espero que vocês três se cuidem nesse caminho, esta dispensada.

Concluiu o tenente entregando a ela uma bolsa adaptada que era grande para o tamanho de Jinne e uma Moeda misteriosa. Como partiriam dali, só eles poderiam dizer, estavam dispensados para seguir para a ilha.





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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Justice Stair   Cap. 2 - The Justice Stair - Página 4 EmptyTer 04 Set 2018, 11:12

As medalhas de honra ao mérito da divisão culinária da Marinha eram certamente estranhas, todavia, seria rude de minha parte comentar esse fato. – Muito agradecido. – Diria ao estender a palma da mão esquerda ao oficial que me condecorava, para repousar a relíquia no bolso da calça a seguir. Não importa o quão simplória ou carente de ornamentos uma medalha seja, é um objeto que demonstra minha proficiência e eu a aceitaria com todo o orgulho.

Iria até a grisalha e, caso tivesse se afastado do navio, seguiria então pelo mesmo trajeto que Lady Daisy optou, com minhas passadas largas não deveria levar muito tempo até eu alcança-la, mesmo com sua larga dianteira. – Vejo que recebestes um Eternal Pose. Como estivera pilotando o navio, creio que já tenha ciência de seu funcionamento. Bússolas comuns não tem efeito nessas aguas. Apenas Log e Eternais Poses podem auxiliar na navegação marítima da Grand Line. – Explicaria de qualquer forma, caso algum detalhe lhe escapasse a compreensão. – Creio que seria cortês se aguardássemos Lady Jinne. Mas diga-me, pretendes ir para a direção que o Eternal aponta, ou preferes ficar mais um tempo nesta ilha? – De qualquer forma, a vontade da senhorita seria irrelevante visto que o QG ao qual estávamos indo nos apresentar decidiria nosso próximo destino e missão.

Uma vez que estivéssemos os três reunidos, convidaria as donzelas a caminharem comigo, oferecendo carona à pequena Lady Jinne, se ela assim desejasse. – Podemos? Seria descortês nos atrasarmos. – Falaria espalmando a mão horizontalmente para que Jinne pudesse subir, baixando-a até o seu nível para que só quando a jovem estivesse “a bordo”, ergue-la até meu ombro esquerdo, onde depositaria a diminuta fêmea humana. Independente de Jinne ter aceitado minha ajuda ou não, seguiria rumo ao QG de Emeigh, buscando estar sempre atento aos arredores, ainda tomando nota mental das características daquela ilha. O escudo preso as costas, o martelo e o machado um em cada lado da cintura.
Se conseguisse chegar na base da Marinha, faria uma breve continência. – Sargento Giorgino Escanor, se apresentando para o serviço. – Falaria em um tom elevado, esperando que Jinne e Daisy seguissem minha deixa e replicassem minhas palavras. – Solicito informações a respeito de qualquer incumbência que nos possa ser atribuída, senhor[a].
 



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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Justice Stair   Cap. 2 - The Justice Stair - Página 4 EmptyTer 04 Set 2018, 14:05


Aquela tinha sido uma missão relativamente fácil, apesar de cansativa por ter se tratado de uma longa viagem, mas, felizmente, todos tínhamos chegado bem e isso era o que mais importava. O trajeto, no entanto, tinha sido divertido e pude conhecer pessoas legais e aproveitar um pouco da festa que ocorrera no dia anterior, então o saldo tinha sido extremamente positivo e eu estava feliz por tudo que ocorrera até ali.

Agora, já reunida com Jinne, antes de nos dirigirmos ao convés para a reunião final, aproveitava para conversar um pouco com a mesma e fora assim que descobria um pouco mais sofre a situação daquela ilha que tínhamos acabado de chegar.

-Bom, eu também não tenho planos... Dahahaha... estou na mesma situação que você. Respondia a pequenina quando perguntada sobre ter planos. -Por hora acho que vou ver do que precisam e pretendo aceitar a próxima missão que me derem independente do que for. Claro que só farei isso se você e o Giorgino vierem também...

A conversa, no entanto, acabava por não durar muito mais já que precisávamos nos apresentar ao convés e ali, esperando que cada um fosse chamado, aguardava com muita atenção. Quando finalmente chamada, me apresentava frente ao tenente. Ele era muito gentil e me falava algumas coisas legais, me dando em seguida uma arma que a princípio me deixava muito animada e ainda me entregava um Eternal Pose, que segundo ele era um presente da Mema.

-Muito obrigado senhor, foi um prazer realizar esta missão ao seu lado. Agradeça por favor a Mema pelo presente! Diga que espero um dia me reencontrar com ela. Respondia e logo em seguida me retirava dali, esperando um pouco afastada até que Giorgino e Jinne também terminassem ali.

Quando finalmente encerrada a cerimônia, tentaria me aproximar dos dois amigos para que pudéssemos ir juntos até o quartel, conforme fomos orientados.

-Sim, eu já conhecia como funcionam. Responderia a Giorgino. -Mas não sei se pretendo ficar aqui ou seguir o Eternal. A Mema me deu isso por alguma razão, em algum momento eu certamente irei para lá, mas acredito que por hora precisamos ver que tipo de coisa a marinha quer de nós. Completava. -A propósito... vocês sabem onde é o Quartel? Eu vou apenas seguir vocês pois não faço ideia Dahahahaha....

Naquele momento começaria então a apenas andar junto de Giorgino e de Jinne esperando que algum deles soubesse para onde devêssemos ir, confiando no senso de direção deles ou na estratégia que escolhessem para chegarem ao nosso destino.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Justice Stair   Cap. 2 - The Justice Stair - Página 4 EmptyTer 04 Set 2018, 15:01

Final #10






Kire havia sido gentil do começo ao fim, me mostrando sempre seus pontos de vista, e me contando tudo que eu perguntava um rapaz admiravel, alguem que eu poderia passar o resto do dia conversando dessa vez, mas a hora da despedida tinha mesmo chegado, e tudo que eu podia fazer era realmente seguir meu caminho desejando boa sorte pra ele como havia feito, e claro admito que me dava um aperto no coração quando precisava me separar de alguém que tinha me cativado daquele modo, mas no fim, a vida é feita disso, separações, reencontros, e claro conhecer novas pessoas, os eventos aleatórios movem tudo, apesar de ele dizer que tudo sempre vem das ações mesmo com a romântica ideia de destino, sempre senti que há uma força que nos guia, mesmo que indiretamente, mas de todo modo era algo que eu poderia pensar por horas sobre, mas naquela hora o momento era de deixar de lado.

Meu encontro com Daisy e Giorgino era algo bem simples e rápido, a moça respondia as minhas colocações sobre a ilha naquele momento de maneira bem tranquila, eu apenas sorriria para ela de volta sobre o ocorrido e citaria o que ela já poderia esperar. -Sim, acho que vai ser legal fazermos a próxima missão juntos, eu estou animada, pode ser algo bem diferente já que estamos na Grand Line.-, até que finalmente estávamos na sala do superior, sim tudo corria rápido, tinha um chamado por interfone encontrávamos Giorgino, não necessariamente nessa ordem, o superior naquele momento, bem, ele parabenizou todos pela viagem bem sucedida, e aos poucos ia entregando presentes a cada um, eu observaria aquilo como uma compensação talvez, eu não estava a tanto tempo na marinha, mas talvez fosse o suficiente pra dizer que aquilo não era um gesto comum por parte de cada um deles.

Finalmente chegava a minha vez, atenciosamente o homem tinha uma mochila pra mim, aquilo era uma das coisas que eu mais precisei durante esses tempos, algo onde eu pudesse guardar as minhas coisas preciosas, meus futuros ganhos. Meu sorriso seria claro no momento em que ele começasse a me apresentar os itens e olhar curioso seria também uma marca que poderia ficar naquela hora, ou no mínimo ser notado por qualquer um que visse. - Obrigada senhor, eu fico feliz de receber essas coisas- O meu rosto nessa hora demonstraria fascínio pegando a moeda para olhar mais de perto, girando ela, eu reparava em cada pequeno detalhe até mesmo me perdendo da realidade mas finalmente a pergunta que não queria calar seria. -O que mais tem sobre essa moeda senhor, ela é bem bonita, eu gostei, mas nunca vi uma moeda assim antes, ela é de alguma civilização antiga? Eu me lembro de ouvir algumas vezes sobre coisas parecidas, de moedas antigas, não exatamente como essa, mas eu vi uma com o desenho de um macaco num livro.- era minha ultima pergunta antes de me retirar da sala.

Lá fora assim que visse Daisy e Giorgino, minha primeira reação seria rapidamente correr até onde ambos estivessem, e se me fosse oferecido para que pudesse pegar uma carona no ombro do grandão aceitaria. - Obrigada, isso me ajuda muito- diria com um sorriso escalando pela musculatura do braço dele e sentando tranquilamente sobre o ombro onde repousaria. A primeira coisa que notaria quando ele se levantasse, era a visão de um ponto alto, e meus olhos bem, eles se encheriam de brilho assim que visse o mundo a minha frente daquele ponto- Você vê o mundo sempre incrível assim? Daqui de cima? É de fato uma benção não é? comentaria brevemente enquanto ele seguisse pelo caminho para o QG. E quando a moça perguntasse sobre o quartel eu diria apenas o que imaginava. -Na verdade eu não faço nenhuma ideia, mas ele deve saber- Como ele era grande eu de verdade imaginava que ele pudesse ter visto de algum ponto onde ele ficava e por isso apenas seguiria meu fluxo de imaginação.

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Histórico


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Nº dos posts de desvantagens: N/A



Ganhos:
 

Perdas:
 

NPCs:
 

Extras: :
 




Resumo de Ficha


Atributos:
 

Vantagens e Desvantagens:
 

Perícias:
 



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Objetivos:
 

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