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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap. 2 - The Justice Stair

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Cap. 2 - The Justice Stair   Cap. 2 - The Justice Stair Empty6/7/2018, 16:27

Cap. 2 - The Justice Stair

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) marinheiros(as) Naitlyn Daisy, Giorgiono Escanor e Jinne Belmont. A qual Alipheese será a narradora.


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ADM.Tonikbelo
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Justice Stair   Cap. 2 - The Justice Stair Empty6/7/2018, 18:29


O novo dia que surgia trazia consigo uma injeção de motivação, que não só me deixava muito animada para a continuidade do trabalho, como pela primeira vez desde que havia conhecido a Gina em Micqueot, estava animada outra vez para trabalhar com alguma outra pessoa. A conversa que tive com a Jinne no fim do dia anterior havia me mostrado que ela era uma boa pessoa e aquele seu jeitinho todo delicado e seu tamaninho faziam dela uma marinheira muito fofa, sua energia era contagiante e como vínhamos transferidas da mesma unidade, esperava que aquilo pudesse ser o suficiente para os superiores nos colocarem para alguma missão juntas. E também, por mais que o gigante não tivesse falado muito sobre si desde a batalha na praia, eu também tinha ficado curiosa com seu jeito e querendo ou não, o fato de ele ter nos salvo tinha criado uma espécie de sentimento de gratidão e admiração por ele, então eu também esperava que ele seguisse com a gente.

Naquele instante, ainda um pouco sonolenta me levantaria da cama. Uma leve bocejada, coçaria discretamente a parte de trás da nuca e procuraria meus óculos sobre a cômoda próxima para encaixá-los outra vez sobre a minha cabeça e usar aquilo para ajeitar o cabelo. Esfregaria os olhos para limpá-los, arrumaria a cama e finalmente partiria daquele dormitório em direção a um possível refeitório.

Não conhecia nada daquele local, mas, não estava com tanta pressa e aproveitaria a caminhada a procura deste lugar para ir aos poucos me familiarizando com a instalação e também ir vendo o rosto das pessoas que trabalhavam por ali. Quando finalmente conseguisse encontrar o local me serviria com alguma coisa leve e sentaria num local mais vazio se nem Jinne ou Gino estivessem por ali, do contrário, me sentaria próxima deles.

-Olá! O(s) cumprimentaria. -Bom dia! Completaria com um sorriso discreto, apenas para puxar algum assunto mesmo. -Fico me perguntando que tipo de serviço receberemos agora... acho que gostaria que trabalhássemos juntos outra vez.

Eu não era a melhor pessoa para manter uma conversa ativa, então por dentro estava muito ansiosa e de certa forma envergonhada esperando que eles fossem melhor do que eu com habilidades sociais. A ideia era só mesmo ter algo para conversar rapidamente enquanto comíamos e não ficar um silêncio constrangedor, pois meu foco mesmo estava para o que viria a seguir, já que assim que terminasse de me alimentar iria imediatamente pedir licença para os que ainda continuassem e partiria em direção a sala do superior que nos recebera no dia anterior. Agora que eu era uma Sargento, queria me apresentar bem cedo para receber novas instruções e continuar ajudando ainda mais pessoas e honrar a confiança que a marinha estava depositando em mim.

-Olá senhor! Me anunciaria batendo continência para demonstrar respeito. -Estou animada para hoje. -Vim saber que tipo de trabalho o senhor tem pra mim. Aguardaria ansiosamente por sua resposta e ouviria atentamente todas as suas possíveis instruções em relação ao trabalho para o qual seria designada.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Justice Stair   Cap. 2 - The Justice Stair Empty6/7/2018, 21:33

Vislumbrei, por um instante, após atentar-me ao relatado pela militar que recebia  e inquiria os transcritos na presente epístola. Tal donzela proclamava a ascensão de lady Daisy no que dizia respeito as patentes hierárquicas da Marinha, de soldado à sargento. Visto isso, a única conclusão logica capaz de se especular era, obviamente, de que eu seria, logo a seguir, condecorado com um cargo de Vice-Almirante, dadas as devidas proporções entre os feitos e competências, ao me comparar coma dama de cabelos alvos. Expectei, com paciência, a aclamação da morena oficial, que em momento algum veio à tona. - “Ao que me sugere, mesmo a Marinha encontra dificuldades para contratar funcionários qualificados. Que quantidade de tempo terei de aguardar até que ela recorde-se de que deve proclamar minha nova posição de comando?” – Mirava, de forma constante, o semblante daquela que interpretou e ditou o conteúdo da correspondência, em silencio, na expectativa de que tal ato a auxiliasse na tarefa de lembrar de trazer a tona o assunto de minha promoção. Entretanto, não testemunhei esse acontecimento, com o tom da conversa logo se alterando para ao que pertencia a esfera pessoal e particular dos indivíduos envolvidos no dialogo.

Discursando acerca de suas experiências de vida, revelavam, por alto, certos aspectos de suas histórias que, perto da minha, pareceriam deveras desinteressantes e simplórias. Optei, por tanto, por me omitir do dialogo, permanecendo apenas como ouvinte. A opção feita por mim se mostrou acertada quando lady Daisy relatou ter como objetivo vital, torna-se Almirante de Frota. Se fosse o caso de eu ter pronunciado que esse era, de fato, meu desígnio intuito na Marinha, ascender à posição de autoridade e força suprema na organização, conseguindo o posto de Almirante de Frota, indubitavelmente arruinaria qualquer possibilidade que a donzela teria de conseguir, sequer, fantasiar um dia chegar a essa patente enquanto tivesse a mim como concorrente.


-x-


Despertei na minha seguinte sentindo que, como de costume, tudo ocorreria conforme minha vontade. Trataria de, de imediato, vestir meus trajes oficiais. Em comparação ao momento anterior em que o fiz, dessa vez teria a oportunidade de apreciar o processo, inflando-me com o orgulho de ter, naturalmente, conquistado mais um objetivo, como já era esperado. A Marinha havia ganhado seu melhor oficial, e eu a ocupação que sempre cobicei. Uma relação simbiótica, em pé de igualdade entre a maior organização militar do planeta e o homem mais poderoso do mundo.
Estando vestido, visaria passar por todos os processos de higiene pessoal cabíveis, antes de por fim me dirigir até o local onde já devia estar sendo, é obvio, aguardado para uma grande recepção de boas vindas, com doses engrandecidas e comoção por parte dos marinheiros locais, que já deviam ter sido informados a respeito de minhas capacidades e conquistas até então e me admiravam por tais. Tentaria, entretanto, não me deixar levar pelos muitos fãs que estivessem por ali no refeitório, que eu, mesmo nunca tendo estado no prédio, com toda certeza seria capaz de localizar sem precisar de mais do que uma única tentativa, e avançaria por entre eles, pegando alguns pães ou outros alimentos leves e nutritivos para compor minha primeira refeição diária. Os conhecimentos passados a mim por minha saudosa matriarca seriam de grande auxilio nessa ocasião, onde eu conseguiria de fato me manter satisfatoriamente abastecido de nutrientes e vitaminas se aplicasse tudo o que me foi ensinado a respeito de alimentação balanceada e fortificante por ela.

De todo modo, meu próximo passo seria avançar, ainda ingerindo as ultimas partes de meus mantimentos, até a localidade na qual os soldados dessa base comumente se dirigiam para conseguir atribuições ou, em outras palavras, missões. Caso, em qualquer parte de meu trajeto diurno, me deparasse com a presença de uma das damas que conheci no dia que antecedeu este, cumprimentaria-as com um altivo... – Bom dia, milady. – Para cada uma que encontrasse. Na provável hipótese delas demonstrarem a vontade de quererem contar com minha formidável presença em suas missões, apenas responderia que... – De fato, seria agradável provê-la[s] com minha proteção durante as missões. – No mais, não havendo interferências maiores, prosseguiria em meu trajeto até o oficial que me atribuiria uma tarefa. – Por obséquio, dê-me uma incumbência condizente com minhas qualificações e, se possível, permita que as jovens damas, Daisy e Jinne, me acompanhem na dita cuja. – Diria assim que localizasse o oficial que procurava. Minhas palavras trariam as especificações que achei necessárias. Sentia-me um tanto culpado pelo fato de tê-las, por não ter podido conter meu próprio poder abundante, ferido ao tentar resgatar da situação com os piratas. A honra de poder trabalhar junto de mim deveria ser o suficiente para compensar por qualquer empecilho causado.







OFF: Tentando seguir os conselhos do avaliador para melhorar a narração no quesito de interpretação do personagem e de sua psique, mudei para a narração em primeira pessoa. Maaaaaas, como ele é um sujeito egocêntrico, metido a nobre, fala sempre de forma rebuscada e na norma culta, o que torna a leitura de suas falas, pensamentos e ações um pouco difíceis. Espero com o tempo me acostumar a narrar isso mais rápido e de forma menos chata. Infelizmente as palavras complicadas fazem parte da personalidade kkk

Em alguns momentos ele vai afirmar, por ter toda convicção de que pode fazer, que não tentou, mas de fato fez algumas coisas. Não é uma tentativa de god mod, mas característica mental e linguística do personagem, que transparece em narração em primeira pessoa. Obvio que em combate eu vou tentar maneirar, mas, por favor, se tiver problema eu fazer isso, me fala e tento dar um jeito. Essas afirmações dele também se extendem a como ele espera que as pessoas vão se comportar ou pensar em relação a ele.

Citação :
Nº de Posts: 01
Ganhos:
Perdas:
Ferimentos: Corte diagonal profundo de espada nas costas, do lado direito da cintura até o ombro esquerdo; (7/10 posts para Cicatrizar)
Objetivos:
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~ PERSONAGENS CONHECIDOS ~


PLAYERS:
 

NPC's Importantes:
 

NPC's Criados:
 

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Pericias p/ Aprender:
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Justice Stair   Cap. 2 - The Justice Stair Empty7/7/2018, 17:20

O mundo é grande, ou eu que sou pequena? #1






Naquele novo dia existiam muitas coisas que eu queria fazer, bem, antes de tudo claro levantar, levantaria de onde eu estivesse naquele momento descansando, inicialmente, iria para o banho, sairia tranquila ainda bocejando com um pouco de sono, mesmo que tivesse dormido, ainda tinha o cansaço acumulado de ter lutado sem parar por dois dias seguido, muito provavelmente o lugar para ligar o chuveiro devia ser bem alto, e como sempre eu preferia tomar banho na pia, mas não era só um banho na pia, era um pia/banheira. Para chegar até lá subiria pela lateral quase como em uma escalada, mas usando bem mais da minha acrobacia para isso, já que subiria apenas o primeiro momento, pulando posteriormente pra alcançar a parte de cima, era acostumada com esse tipo de trabalho no dia a dia então não devia ser difícil. Tamparia a saída de água dela, ligaria a torneira deixando aquela área encher. No momento que visse que havia enchido o suficiente desligaria a torneira adentrando no lugar após remover minhas roupas, deitaria dentro dela ficando em um estado de paralisia - Haaa… isso é sempre relaxante.- Diria com os olhos fechados e um sorrisinho no rosto enquanto relaxava o corpo deitado dentro da água.

Depois de alguns minutos relaxando, começaria o banho propriamente dito, pegaria o chefão daquela quest… O sabonete, enorme e escorregadio, odeio carregar isso, agarraria bem forte com os dois braços pra evitar dele cair e colocaria na beirada da pia, próxima a parte que ficasse encostada na parede. Eu sempre ouvia as pessoas dando um aviso para os piratas que iam para a prisão “Não vai deixar cair o sabonete” e isso é muito certeiro, afinal, o chão é cheio de bactérias, podiam pegar uma doença, calmamente iria me lavando aos poucos, passando as mãos no sabonete e depois me esfregando, até por fim me sentir limpa, guardaria tudo que fosse tivesse usado. Depois disso era hora de secar o cabelo, usaria a primeira toalha ao meu alcance, e usaria pra aos poucos remover a umidade, depois esperaria eles secarem aos poucos. Após tudo arrumaria meus cabelos, afinal deviam estar um tanto bagunçados nesse tempo, inicialmente pensava em procurar um pente, mas bem… ele provavelmente seria maior que eu, então não daria muito certo, por via das dúvidas minhas mãos deviam dar conta, meu cabelo normalmente não era difícil de se arrumar, calmamente mexeria nele devagar com os dedos, passando por entre os fios pouco a pouco para que no fim conseguisse baixar um pouco o volume, depois disso pegaria meu prendedor de cabelo puxando um pouco dele para o lado direito enquanto amarrava ele na parte esquerda.

Após estar toda pronta daria um leve sorriso, e se tivesse um espelho naquele momento eu o procuraria, para poder me olhar nele, e ver como tinha ficado tudo, era legal poder se ver completamente. Só após isso que vestiria o meu uniforme, olhar pra ele e saber que era algo que eu tinha conquistado e mantido por mérito, despertava um orgulho enorme. Estar na marinha era meu sonho de começo, desde que me entendo por gente, estava com isso na cabeça, muitos sempre achavam que jamais estaria aqui mas felizmente eles estavam errados, cá estou eu, eu estou viva, e luto para melhorar a cada dia, não sou o soldado perfeito é claro, mas eu posso verdadeiramente crescer como pessoa a cada dia. As últimas experiências que tive me mostraram muito bem isso, que estamos sempre com algo novo a aprender, sempre temos um motivo pra seguir em frente, não importava quantas vezes pensava aquilo me motivava, fazia com que aquele sorriso bobão se mantivesse no meu rosto. Agora já preparada, com minhas luvas colocadas, meu uniforme colocado caminharia pra fora do quarto, a maçaneta seria com toda certeza muito alta pra que eu pudesse usar ela, então saltaria rapidamente antes de sair, tomando todo o cuidado necessário para pousar devagar sobre a maçaneta e abrir a porta, nisso assim que a mesma se abrisse, ainda me segurando ali, eu me moveria rapidamente pela lateral da porta me segurando para passar até a outra maçaneta do lado de fora, e usando o peso do corpo a fecharia, bem eu simplesmente jogaria o peso em direção contrária a porta. velha técnica desenvolvida depois de anos de trabalho em cima desse tamanho pequeno.

As coisas ainda tinham uma solução simples quando usamos a cabeça, por mais que às vezes era um pouco exaustivo viver em um mundo inteiro muito maior que você, eu não teria pressa, caminharia para o refeitório devagar, pensando em como seria legal comer alguma coisa me dava água na boca pensar nisso, meu estômago já passaria a roncar quase que de automático quando pensava nessas coisas, eu tinha uma leve ideia do que seria a comida, eu pensava naquele momento em ovos com bacon, não não, quem sabe um bolinho de arroz agora de manhã, de todo modo assim que chegasse alí minha duvida seria saciada provavelmente, eu andaria calmamente até o balcão onde pudesse pedir comida e saltaria para cima dele, enquanto acenando pra a/o atendente com os dois bracinhos pra cima diria. - Moço (a) o que tem pra comer?- e ansiosamente aguardaria a resposta, meu cérebro era malvado naquele momento, ele produzia inúmeras ideias que ficavam literalmente surgindo como imagens na minha frente. A baba já devia escorrer pela lateral, a excitação de pensar no que a comida seria estava me consumindo. Assim que a pessoa respondesse, independente do que fosse a resposta rápida seria a mesma. - Me dê duas porções grandes. Posso até ser pequenininha, mas minha fome é de um gigante.- eu precisava comer bem se quisesse crescer e claro, comer era bom.

Depois disso quando recebesse meu pratinho sentaria em algum lugar que não me demandasse muito esforço, a colher começaria a trabalhar o mais rápido possível, e freneticamente comeria, até que nada mais coubesse, provavelmente minha barriga está gigante nessa hora, assim embolaria pelo chão até próxima do lugar e saltaria novamente, mas dessa vez de maneira muito mais preguiçosa, e claramente mais demorada pelo novo peso adquirido. Se em algum momento visse Daisy ou Escanor, em algum momento desses passos, eu rapidamente me aproximaria, afinal eles eram os únicos que eu conhecia no QG, e estar com conhecidos tornava ele menos assustador. - Bom dia, dormiu bem?- falaria com um sorrisinho enquanto olharia pra frente. Oviria atentamente o que tivessem a dizer antes de falar mais qualquer coisa e só depois responderia, a ideia de trabalhar junto com eles me deixava eufórica, era a sensação de aceitação que eu tanto queria, saber que alguém ainda sentia vontade de trabalhar comigo aquecia meu coração. - Claro!! Eu quero sim!! Eu queria muito trabalhar com vocês.- E uma lágrima de felicidade escorreria bem discreta, meu rosto mostrava a minha empolgação e rapidamente correria para a perna de Daisy abraçando ela. -Obrigada, eu achei que eu fosse trabalhar sozinha de novo.- A felicidade era enorme, e seguiria eles para a sala do superior que fossem, estaria saltitante nessa hora, um pulinho atrás do outro. E chegando na sala deixaria que Daisy falasse apesar de me apresentar igualmente batendo continência.


Citação :

Histórico


Nome do Player: Jinne Belmont
Nº de Posts: 1
Nº dos posts de desvantagens: N/A



Ganhos:
 

Perdas:
 

NPCs:
 

Extras: :
 




Resumo de Ficha


Atributos:
 

Vantagens e Desvantagens:
 

Perícias:
 



Others



Objetivos:
 

Off:
 

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GM.Alipheese
Comodoro
Comodoro
GM.Alipheese

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Justice Stair   Cap. 2 - The Justice Stair Empty8/7/2018, 18:32

The Justice Stair

Quantidade aleatória (1,7) :
6
Daisy

A garota havia acordado animada, toda a perspectiva de seu trabalho anterior e aquele que pudesse continuar a exercer pareciam trazer para ela naquele momento uma emoção boa que a ajudou a despertar, seus pensamentos a fizeram pensar sobre os companheiros com quem trabalhou anteriormente, sendo o maior destaque a pequena Jinne, que aos seus olhos pareceu ser uma  boa pessoa, seu tamanho e o seu próprio jeito único de agir a faziam definitivamente alguém que era muito fofa. Em sua cabeça, trabalhava com a possibilidade de um dia trabalharem novamente juntas e por terem uma origem similar, pensou que talvez isso pudesse facilitar todo o processo para que isso fosse possível e pensar nisso poderia trazer-lhe conforto.

Sua rotina matinal não lhe tomava muito tempo, arrumou seus óculos, assim como seus cabelos, esfregou os olhos e por fim deixaria a cama arrumada, um gesto que demonstrava uma disciplina. O primeiro lugar ao qual ela procuraria naquele momento seria o refeitório, era necessário que pudesse ter ali forças para que continuasse o seu trabalho, quando saiu para a sua procura, se depararia com um longo corredor com chão feito de madeira e paredes bem brancas, era possível que talvez pudesse se destacar um aroma agradável, como se o local tivesse recebido uma boa limpeza a pouco tempo, felizmente o QG por si só não era muito difícil para que se pudesse encontrar o que se procura, não levou muito para que caminhando, Daisy pudesse alcançar o fim daquele corredor, onde abriram-se três possibilidades de caminho, cada uma devidamente indicada para que não fosse possível que um marinheiro novo naquele local pudesse se perder. A sua frente, havia a indicação por meio de uma pequena plaqueta indicativa na parede apontando que aquela seria a direção para o refeitório, ao caminho da sua esquerda, havia a indicação para o campo de treinamento e a enfermaria, ao qual sem dúvidas, poderia ter mais uma divisão entre os caminhos ali, que pudessem levar especificamente a cada um deles, a sua direita havia a indicação escrita como recepção, lavanderia e escritório, sendo claro também que apenas a direção ali seria comum e eventualmente, caso quisesse seguir para qualquer um desses lugares, deveria continuar a seguir as indicações.

A movimentação dentro do QG ali naquele horário da manhã não era muito grande, ou ao menos essa seria a impressão de que ela poderia ter até que pudesse ao caminhar na direção do refeitório e pudesse ver os mais variados tipos de pessoa trajando o uniforme da marinha, indo naquela mesma direção, mesmo antes de chegar ao refeitório, era possível destacar-se ao olfato uma combinação de aromas que poderiam abrir o apetite da marinheira, assim como poderia fazer com todos ali presentes, seus passos a levariam a entrar no refeitório.

Giorgino

Na mente do orgulhoso gigante, seu despertar não poderia ser algo menos do que ele mesmo tinha como a vontade de que fosse, não poderia o mundo agir de forma diferente em relação a sua própria grandeza. Não demorou para que o homem pudesse ali vestir-se com sua nova farda, orgulhando-se dos grandiosos feitos que o levaram a adquiri-lo, lhe dando um sentimento que poderia assimilar-se ao da satisfação. Sua higiene era feita de modo a não haver algum processo que se destacasse especificamente, mas como poderia destacar-se algo, quando todas as ações eram grandiosas? Dado a sua própria concepção, seria possível que ali ele considerasse que a marinha havia ganhado o melhor reforço possível, pois no momento em que ele havia se juntado a organização, eles tinham consigo o melhor ser possível, como aliado. Seu caminho até o refeitório teria sido bem tranquilo, seguindo as indicações que estivessem em plaquetas da própria parede ou mesmo seguindo seu próprio senso de direção, não demoraria para que ele pudesse ver um fluxo de marinheiros não muito grande se dirigir para o mesmo local de seu objetivo, diferente da idéia  de ser ovacionado como a maior estrela ao qual a marinha  dividia o ar com essas mesmas pessoas, não pareceu ali que houve interesse nele, quando a comida pareceu ser aquela a assumir o palco como personagem principal, mas o gigante provavelmente não teria esse percepção e mesmo os olhares curiosos de quem acabava de ver um gigante pela primeira vez, talvez fossem ali levados por ele como olhares de admiração. Dentro de seus próprios passos, naquele momento poderia adentrar no refeitório.


Jinne

Para a pequena tontata, mesmo tarefas simples como o seu despertar e suas tarefas diárias poderiam ter um tom de aventura, havia despertado e o seu corpo ainda pareceu apresentar sinais de fadiga, não poderia esperar que fosse de outra forma, havia esforçado-se demais nos últimos dois dias, em que teve de encarar batalhas quase incessantes, isso se não considerasse também como o processo de adaptação poderia também ser algo exaustivo. Levando consigo o que fosse necessário, Jinne dirigiu-se ao local onde poderia ali tomar um banho, sua solução no entanto era algo que era inteligente, para que pudesse aproveitar e relaxar o corpo da melhor maneira possível, ao subir em uma das pias, fechou o local por onde poderia escorrer a água e aproveitando-se daquele QG ter um sistema de regulação de temperatura da água, mesmo em uma torneira simples, seu tamanho poderia ali ser a maior das bênçãos, já que poderia  fazer daquele momento, um relaxamento profundo para o seu corpo, diferente dos demais que deveriam contar com um chuveiro, Jinne poderia contar com a própria banheira.

Aproveitou-se um pouco para que seu corpo pudesse recuperar-se e relaxar um pouco, antes de enfrentar o terrível boss para o seu banho, o sabonete, algo que era não só em relação ao seu próprio tamanho algo grande, como também por ser escorregadio, não seria difícil fazer com que ela pensasse na possibilidade de derrubá-lo e isso a levou por um lado divertido e inocente, ao pensar de que o maior motivo para que falassem sobre o sabonete cair, fossem pelas bactérias do chão. Para a sua própria felicidade, até mesmo por motivos de higiene, os sabonetes tinham um pequeno plástico, que seria fácil para que ela pudesse remover, assim como também o tornava mais fácil de carregar. Aproveitou ali para lavar-se de forma apropriada, se secou e começou o processo para que pudesse se arrumar, infelizmente não havia achado um pente que fosse adaptado ao seu tamanho mas, todo o processo não pareceu a ela um desafio, já que poderia arrumar seus cabelos com as mãos e felizmente não era difícil para que pudesse fazer isso, os QGs não eram tão bem adaptados a todas as raças, por elas serem incomuns naquela região mas, para a pequena não deveria isso ser algum motivo de agonia, afinal pela sua própria concepção, também era uma humana, apenas não havia crescido muito.

Seu uniforme, talvez ali fosse o maior motivo de seu orgulho e porque não deveria ser dessa forma? Havia feito por merecer e cada ação sua dentro da organização tornaria inquestionável o seu valor para que pudesse trajar sua farda. Seu ânimo era radiante e isso contagiaria qualquer um que pudesse lhe dar espaço para que sua luz pudesse iluminar um pouco do dia, ainda teria ali muito a aprender mas, diferente da maior parte das pessoas, isso só a anima e instiga ainda mais. A pequena marinheira mesmo que pudesse parecer para muitos que seu tamanho poderia ali ser um obstáculo não encontrava dificuldades para tarefas comuns como o abrir e fechar de uma porta, ainda que o seu processo fosse muito mais trabalhoso, havia a perspicácia e a inteligência para que isso não a atrapalhasse, viver em um mundo muito maior poderia ser exaustivo mas, a garota tinha seu próprio modo energético de lidar com as coisas.

Caminharia então seguindo em direção ao refeitório, apenas a idéia do que poderia comer poderia ali animá-la e até mesmo fazer com que seu estômago pudesse roncar, o caminho não seria complicado desde que ela pudesse seguir o fluxo de pessoas ou seguir as instruções que haviam pelo caminho de como alcançar seu objetivo como muitos dos marinheiros não estavam acostumados com a presença de um tontata, seria necessário que ela pudesse tomar os devidos cuidados, já que o hábito de olhar para baixo talvez não fosse frequente. Quando aproximou-se mais do refeitório, um aroma incrível havia a surpreendido, sendo possível inclusive fazer com que ela ali saliva se um pouco, dependendo de sua própria animação para comer.

Todos

Daisy era a primeira a chegar ao refeitório e assim como os demais, se depararia com o mesmo cenário, diferente do chão de madeira o refeitório era coberto por  um piso branco e azulejos em uma coloração azul clara, haviam diversas mesas com bancos longos para que vários marinheiros pudessem sentar em uma mesma mesa, para o caso de frotas ou grupos grandes, assim como haviam aquelas mais tímidas e menores, com espaço para que uma dupla ou trio pudessem compartilhar de uma refeição. Ao lado direito da entrada, havia algumas bandejas de plástico com coloração predominantemente azul e o símbolo do governo ao meio e ao seu lado haviam pratos, o padrão de cores era o inverso, ainda que o símbolo fosse o mesmo. Não muito além haviam talheres e copos para que cada um pudesse ali entrar na fila onde poderiam contar com a ajuda de algum atendente ou servir-se por conta própria, haviam as mais variadas opções de café da manhã, desde frutas e sucos diferentes até mesmo aos brunchs mais complexos, de toda forma era notável que todos ali poderiam se saciar da melhor forma possível.

Como havia sido a primeira a chegar, ao se servir, procurou uma mesa que pudesse sentir-se mais confortável e assim sentou-se.

Gino poderia ter sido o segundo a chegar, caso  quisesse seguir alguém ou mesmo seguir instruções que estavam a sua disposição, no entanto caso ele quisesse seguir apenas a si mesmo, definitivamente seria o último do trio a chegar no refeitório. Uma vez que estivesse lá, teria a mesma visão de cenário de qualquer uma de suas companheiras ali poderia ter, apenas por um ponto de vista mais alto. Poderia ali se servir sem muitos problemas e sentar-se na mesma mesa ao qual Daisy poderia estar ali sozinha ou já ter Jinne ao seu lado, dependendo do curso de ações do próprio gigante, obviamente os bancos para o bem do plot, poderiam aguentar o peso e a proporção do grande homem que ali se sentava, apesar de talvez não ser muito confortável.

Jinne, poderia ali ter sido tanto a segunda como a última a chegar ao refeitório e talvez  pelo seu ponto de vista partir de um ponto mais baixo, tivesse a mais única das experiências se comparada aos outros dois companheiros, por estar mais próxima do piso, poderia talvez ali reparar em um leve cheiro de algum produto de limpeza que era muito agradável aos olfatos, algo que poderia trabalhar com ele, mas talvez não destacar-se tanto quanto os mais variados tipos de comida que ali haviam. Quando dirigiu-se para se servir,  a garota de cabelos rosados poderia pedir ajuda a uma moça a montar o próprio prato.
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A moça que lhe ajudaria tinha cabelos negros, vestia um avental rosado e tinha um pano que impediria que seus cabelos pudessem cair na comida enquanto ela servia aqueles que pudessem pedir sua assistência, a aparência da moça era bem  bonita e ela não deveria ter mais de 1.65, sendo de uma idade similar ou mais nova do que a da anã, era notável pela sua reação que a mesma havia se surpreendido um pouco com a estatura a ela apresentada mas, ela ajudaria como fosse possível dentro do que podia fazer, inclusive caso fosse do desejo de Jinne, a garota até mesmo levaria o prato para ela para a mesa que ela quisesse sentar-se.

Por fim, ainda que algumas escolhas pudessem mudar levemente a rota de cada um, eles poderiam sentar-se em uma mesma mesa e compartilhar de um momento agradável, mesmo que Daisy não se considerasse muito boa em interações sociais, ela tinha um papel em quebrar o gelo e não manter um clima constrangedor ali, assim como o carisma de Jinne e o próprio modo de se portar de Escarnor tornava a interação ali muito mais interessante.

O trio, enfim procuraria a sala de seu superior e Daisy provávelmente caso tivesse prestado atenção nas placas que havia visto mais cedo poderia guiar o grupo fácilmente para que não demorassem muito para que chegassem a sala, ao chegar no local, poderiam encontrar a porta aberta, dentro da sala havia um tom mais rustico e diferente das demais salas, haviam  duas estantes com vários livros de ambos lados da sala e ao centro, havia uma grande mesa de uma madeira escura onde se apoiavam vários papéis, havia algumas penas e diversas tintas e por trás dessa mesa, Havia o capitão Eric ao qual destacava-se muito mais a espada que havia em sua cintura do que a própria aparência do mesmo. Seu olhar estava concentrado nos papeis ao qual estava cuidando no momento e demorou um tempo para que ele pudesse olhar para o incomum trio que colocou-se a sua frente.

-Vocês chegaram  no momento perfeito, eu não vejo problema que os três trabalhem juntos, mas primeiro preciso saber se vocês aceitam a missão, pois ela mesmo que seja simples, também irá realoca-los a um novo local. Para aqueles que não estiverem sido promovidos ao cargo de sargento, saibam que ao aceitar essa missão, eu ajustarei os papéis para que vocês possam ser condecorados. O próprio teste, será feito pela forma como vocês trabalharem, se aceitarem a missão.

O homem diria em um tom tranquilo, enquanto vasculhava nos papéis a ficha dos três marinheiros que estavam à sua frente para que pudesse se respaldar melhor. Este esperaria a resposta dos três antes de dar mais detalhes sobre a missão, caso fosse uma resposta positiva ele complementaria.

- Bom, é uma missão simples, vocês irão ajudar o Tenente Walker, que irá comandar uma pequena ação marítima na Grand Line… Sim, vocês me ouviram corretamente, essa é uma missão importante e o próprio tenente deverá fornecer a vocês mais detalhes do que irão ter de fazer, o navio deverá partir por volta das 19 horas, até então vocês tem o dia livre para agir como quiserem, seja pelas dependências da marinha ou mesmo pela cidade, façam tudo o que tiverem de fazer antes da partida para que não deixem algum arrependimento para trás. Estarei tratando de enviar as demais informações sobre vocês para que a missão tenha andamento, se não tiverem dúvidas estão liberados.

O homem falava de uma forma  bem calma enquanto buscou olhar cada um nos olhos, a responsabilidade incubida a cada um era grande mas, a recompensa que teriam ao aceitar a missão, especialmente para Giorgino e Jinne eram incríveis pelo prestígio e reconhecimento, não era uma missão ao qual saberiam muitos detalhes como para onde iriam até que a missão começasse, mas era uma perspectiva interessante e certamente a maior parte deles já ouviu falar sobre o território da Grand Line em algum momento, como prosseguiriam então os nossos heróis?
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Justice Stair   Cap. 2 - The Justice Stair Empty8/7/2018, 21:51


A manhã do meu primeiro dia naquela nova cidade e instalação da marinha tinha um começo bem padrão, dificilmente eu acreditava que aquilo mudaria e assim acabava por inicialmente me focar em pensamentos acerca dos futuros trabalhos que me aguardavam. Era típico de minha pessoa ficar pensando demais em assuntos sérios e as vezes acabava me esquecendo de relaxar e apenas aproveitar um pouco os momentos, estava sempre muito focada e acabava que muitas vezes não era uma atitude saudável. Chegando ao refeitório, após me servir e brevemente olhar para o rosto de todos os presentes, não notava a estadia de nenhuma das pessoas conhecidas, desanimando-me brevemente e me reservando o direito de sentar a uma mesa mais afastada, para apenas apreciar a refeição antes de partir pros assuntos sérios. Enquanto comia, tentava discretamente estudar um pouco as pessoas que conseguia ver e percebia que aos poucos mais e mais iam chegando conforme acordavam e logo eu já não estava mais sozinha, felizmente Jinne e Giorgino eram os que se sentavam próximos de mim e se eu tinha alguma expectativa de um dia sério e sem graça, meu pensamento mudava completamente minutos depois, quando para não deixar o clima sem graça eu acabava puxando assunto com eles e o que deveria ser apenas um café da manhã rotineiro se tornava uma experiência única.

Apesar de não termos tido muito contato até então, eu conseguia me sentir confortável com eles e isso fazia com que no desenrolar da conversa eu acabasse timidamente soltando algumas risadas. Era muito engraçado o jeito do gigante conversar e mesmo não entendendo metade das palavras que ele dizia, sentia que ele também era uma boa pessoa e percebendo que tanto ele, quanto a anãzinha também partilhavam do meu desejo de trabalharmos juntos, ao término de nossas refeições nos dirigíamos até a sala do Capitão Eric, que de imediato já demonstrava alguma satisfação em nos ver. Ele explicava que poderíamos continuar trabalhando juntos e de imediato já explicava de leve qual era a nossa próxima missão, dando-nos a opção de aceitar ou recusar, algo que eu sequer considerava fazer e não perdia tempo para me posicionar quanto a isso.

-É claro que eu aceito, senhor! Respondia entusiasmada com a oferta dele, mesmo sem saber de fato como seria o desenrolar da mesma.

A verdade é que ouvir que teria de ir a Grande Linha era o que mais me motivava em relação a missão ofertada. Por anos, em toda minha infância e adolescência, ouvia histórias a respeito deste mar lendário e de todas as diversidades que haviam nele, principalmente quando se tratava do clima e das dificuldades de navegação naquele território. Meus anos na escola naval passavam passavam em minha mente naquele momento, como um flashback, me lembrando de muitas das falas e instruções de meus professores, fazendo-me ter um sentimento de nostalgia em relação a toda a minha preparação para que um dia pudesse chegar até ali. O problema, no entanto, é que enquanto me pedia nesses pensamentos nostálgicos acabava desvirtuando um pouco o foco do que o capitão estava falando e quando me dava conta ele já tinha acabado de falar e nos liberava.

-Espera! Indagava de imediato, imaginando que ainda tinha muitas dúvidas por ter deixado momentaneamente de prestar atenção, mas, ao perceber que tinha sido uma reação natural e com vergonha por ter realizado uma ação tão chamativa, recolhia-me um pouco e com as bochechas coradas tentava consertar a situação. -Ah, na verdade não é nada. Acabei pensando alto. Desculpe-me senhor... Até mais...

Apesar de envergonhada, tentava sair daquela sala demonstrando alguma confiança, não queria parecer uma idiota para os dois que me acompanhavam. ''Bom... pelo menos entendi que é apenas a noite que partiremos...'' Pensava.

-Bom... eu não posso ir para tão longe sem levar nada de dinheiro, então irei até o banco. Que tal nos encontrarmos aqui próximo do horário combinado para irmos juntos? Diria ao gigante e a anã, esperando pela resposta deles, acenando positivamente em seguida caso ambos concordassem com a proposta.

A verdade é que eu não fazia ideia de onde era pra irmos e queria usá-los para isso, mas não tinha coragem de assumir para eles e por isso, em seguida apenas sairia em direção ao banco que anteriormente tinha visto próximo ao quartel para sacar o dinheiro que tinha em caixa. Andaria tranquilamente até a instalação, tentando apreciar um pouco a beleza da cidade no caminho, mesmo que aparentemente não era uma distância muito grande. Apresentaria-me a um atendente ao chegar e em seguida solicitaria o serviço.

-Olá, gostaria de sacar o meu dinheiro. Está no nome de Naitlyn Daisy, Sargento da Marinha. Gostaria de retirar tudo.

Esperaria pacientemente pela realização do serviço, confirmando informações se fosse preciso e em seguida, guardando o dinheiro na minha carteira, voltaria para o quartel, onde iria inicialmente passear pelas dependências para conhecer tudo e após isso, sentar-me ao pátio e aproveitar um pouco da brisa e do clima para passar o tempo. No horário do almoço dirigiria-me ao refeitório outra vez para a realização da refeição, pedindo para que a cantineira me servisse com o que ela acreditasse ser o adequado e sentaria a uma mesa mais afastada, onde comeria tranquilamente e em silêncio para que depois disso voltasse ao dormitório para tirar um cochilo a tarde e esperar que o tempo passasse. Após acordar, se ainda não estivesse próximo da hora tentaria ir até a sala de treinos para observar se havia alguém fazendo treinamentos e manteria-me afastada, apenas observando-os, se não possuísse, voltaria ao pátio para me sentar até que desse a hora e então seguiria para o local combinado com os dois para que pudéssemos partir em direção a onde o capitão tinha nos instruído. Do contrário, se já acordasse próximo da hora ou atrasada, partiria em disparada para o local combinado, esperando que eles ainda estivessem lá me esperando para que pudéssemos finalmente partir ao local combinado. -Desculpem-me, acabei dormindo demais! Diria se fosse o caso.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Justice Stair   Cap. 2 - The Justice Stair Empty10/7/2018, 12:52

No decorrer da refeição, visto que duas moçoilas já me aguardavam na mesa, e que os outros marinheiros, apesar de terem me reconhecido, souberam ponderar seu entusiasmo em me ver, decidi me sentar junto das duas com quem já tinha interagido antes. Lady Daisy não falhava em introduzir um dialogo, no qual lhes daria o prazer de ouvirem a respeito de minhas histórias de vida. – Querem ouvir as minhas façanhas heroicas? Contarei algo fascinante a vocês. Caras, donzelas... Prestem atenção e escutem. A minha lenda começou muitas décadas atrás. Se não me engano, era um dia quente e ensolarado de verão... Não... Era um outono que já pronunciava a chegada do inverno... Na época, eu levava uma vida burguesa. Pensando agora, pode ser que já fosse inverno. Eu era burguês e, diga-se de passagem, um burguês muito conhecido na sociedade. Os demais burgueses eram todos meus amigos. E todas as garotas bonitas me disputavam. Não... Era verão mesmo. Um dia muito quente de verão. A minha memória não me falha. Ao contrário de hoje, eu era um homem afiado como uma navalha. Ao mesmo tempo, eu tinha um quê de nobreza já nessa época. Todos diziam isso de mim. Ainda dizem. Muito embora, talvez nem todos falassem isso naquela época. Foi algo gradual. Afirmavam que eu era um burguês repleto de bondade. Observando por esse ângulo, pode ser que a minha nobreza já fosse sentida por todos naquela época. Em resumo, eu era um homem e tanto. Hoje ainda sou um grande homem, mas eu já fui um grande homem e um nobre de primeira categoria. Tudo isso em um dia de inverno repleto de nobreza... Muito bem, vamos começar a contar a minha lenda. – E com isso dei inicio ao relato detalhado de alguns dos meus primeiros feitos ao partir do G8 e migrar para os mares azuis de fora da Grand Line, cruzando as apaziguadas águas do Calm Belt, enfrentando os conhecidos Reis dos Mares, dando fim a piratas que tinham a audácia de atacar os navios que me levavam. – Falando nisso, a minha lenda se iniciou em um dia como hoje, uma terça ou quarta. – Faria, intercaladamente, pausas em minha oratória para poder ingerir um pouco de alimento. – Um sábado, creio eu.

Terminada a refeição, acompanharia as duas damas até o local de aquisição de missões.  Pelo decorrer do trajeto viria a me precaver, como já me era de rotina, quanto as alturas e dimensões das instalações por onde andava. Teria sempre a percepção de me atentar aos locais pelo qual podia ou não transitar um ser de minha estatura e porte físico. Como alguns prédios e corredores deste frágil mundo feito para criaturas medianas não eram capazes de se adaptarem a mim em toda minha grandeza, me restava a tarefa de me encolher para poder avançar sem destruir nada que por ventura pudesse se chocar contra meu crânio ou outra parte do glorioso corpo.

Adentrando a sala, meus olhos vislumbrariam a espada que um rapaz carregava. As roupas se assemelhavam as do capitão que conheci na última ilha. Deveria ser o capitão desse QG e, por tanto, o mais forte da ilha. Não que esse título pudesse ser atribuído a ele agora que eu também estava aqui em Lvneel. - É evidente que aceitarei a incumbência. Giorgino Escanor jamais recua diante de qualquer tarefa.

A burocracia da Marinha mais uma vez a atrapalhava. Irão me obrigar a ter que passar por todos os estágios hierárquicos de patente militar antes de chegarmos a óbvia resolução de que sou o mais apto a estar no topo da organização, como Almirante de Frota? Isso me é tedioso, mas se tenho de passar por tal apenas por questões cerimoniais e de tradição, que seja. Irei me tornar logo um sargento.

Ao explicar qual seria a atribuição, ficou especificado que iríamos a Grand Line. Já fazia um tempo que havia vindo de lá. Parti daqueles mares revoltos justamente para adquirir minha posição de soldado nos mares calmos dos blues, e já me mandaram de volta para o verdadeiro palco onde tudo de fato acontece agora que sou um marinheiro. Ao que parece eles ainda tinham algum bom senso na instituição.

Os detalhes a respeito da missão não me eram de interesse. Não importa quais fossem, não mudariam em nada a minha chance de sucesso nela, que era de 100%. Ouvi apenas o horário e local em que deveria estar e então sai da sala junto da dupla de donzelas.

- É evidente, faço questão de escolta-las pessoalmente, miladies. - Responderia desse modo as palavras de Daisy, que pedia que nos encontrássemos aqui antes da missão, para irmos juntos até o local. - Agora, se me dão licença... - Com isso sairia dali, caminharia a esmo pelos corredores, buscando indicações em placas ou exigindo informações aos transeuntes. - Indique-me a direção do arsenal desta base.- Diria com voz firme, encarando de cima a pessoa com quem falava. Conseguindo adquirir as coordenadas necessárias, avançaria até o lugar que procurava, no qual adentraria e buscaria por um escudo grande o bastante para me prover alguma proteção. Não que me fosse preciso em questão de manter-me seguro, afinal até o presente momento, em situação alguma encontrei algo capaz de me oferecer alguma ameaça. Mas gostaria de evitar danos ao meu uniforme, e nisso o escudo seria de grande auxilio. – Solicito, de imediato, equipamento de proteção de porte equivalente a minha estatura, em virtude da missão que me levará aos mares da Grande Rota. A situação pede por algo entre um Escudo Grande ou um Escudo de Corpo. Por gentileza. – Anunciaria caso houvesse algum funcionário responsável no local, do contrario, buscaria eu mesmo por algo dentro da minha descrição. Vasculharia o estoque até achar algo que me atendesse as necessidades, saindo de lá com ele.
Não encontrando o arsenal ou o escudo, desistiria da ideia. Manter o uniforme a salvo não valia tanto tempo e esforço assim. Procuraria então explorar o QG e suas dependências, tentando matar o ócio e aprender algo sobre aquela base, caso um dia precisasse voltar a ela. Restando ainda algum tempo, vasculharia a ilha, não me afastando muito dos arredores do QG. Tentaria voltar algum tempo antes do fim do prazo de encontro com Daisy e Jinne, e iria até a enfermaria da base. – Necessito que troque minhas ataduras e curativos, alguns já devem até mesmo se fazer desnecessários, visto minha vitalidade e capacidade regenerativa aprimorada. – Queria estar em perfeitas condições higiênicas antes de embarcar para a nova missão, e para tanto precisava remover aqueles curativos sujos.

Tendo encontrado ou não a enfermaria, quando se aproximasse da hora marcada, iria até o local combinado e esperaria por Jinne e Daisy, para então partir na direção que foi passada pelo capitão espadachim e alcançar o navio antes da partida. – Jinne, Daisy e Giorgino Escanor se apresentando para a missão, senhor. Nos de passagem ao navio. – Diria para a primeira figura de autoridade que tentasse nos barrar de entrar no navio.
Levaria comigo nessa viagem apenas o uniforme do corpo, meu machado, meu martelo e meu escudo [se tivesse encontrado um]. As armas presas, cruzadas, nas costas, cobertas pelo escudo [estilo Link do legend of zelda].



Citação :
Nº de Posts: 02
Ganhos: Patente Sargento;
Perdas:
Ferimentos: Corte diagonal profundo de espada nas costas, do lado direito da cintura até o ombro esquerdo; (8/10 posts para Cicatrizar)
Objetivos:
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PLAYERS:
 

NPC's Importantes:
 

NPC's Criados:
 

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Pericias p/ Aprender:
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Justice Stair   Cap. 2 - The Justice Stair Empty10/7/2018, 18:19

Missões, surgem nos melhores momentos #2






O banho era o momento relaxante perfeito do dia, não só podia usar minha banheira e me lavar, mas tudo tinha dado certo naquela hora, sem aquele clássico azar onde algo absurdo acontece e ferra até com as coisas mais simples, mas algo que realmente me chamava atenção era o plastico em volta do sabonete, ver aquilo com certeza era uma surpresa, nunca tinha vista algo do tipo, quase sempre onde eu ia, não havia esse tipo de coisa, era algo que eu gostava, afinal isso impedia muitas coisas horríveis que poderiam acontecer. Bactérias do chão são coisas perigosas às vezes, e eu não gostava da ideia de ter uma infecção. De todo modo conseguia calmamente sair dali, e me locomover até o refeitório, que me passava uma dupla sensação de conforto, eu podia sentir não só o cheiro da boa comida, mas o chão devia ter acabado de ser limpo, o cheiro de algum produto usado ali, era agradável, eu fecharia meus olhos por alguns segundos enquanto lentamente sentia o ceito, inalando ele o máximo que pudesse, isso me lembrava muito quando eu ajudava minha mãe com as tarefas domésticas.

A sensação ali era nostálgica, e me trazia um pouco da saudade de casa, me fazia automaticamente lembrar das palavras da minha mãe, ela me dizia sempre “Seja uma pessoa simples, guarde nosso amor no fundo do seu peito, e esbanje amor pelo mundo, as pessoas podem ser cruéis as vezes, e nem sempre o mundo vai te dar um abraço, mas quando ele te der um soco, sorria pra ele e nade contra a correnteza que quer te levar pra baixo, e se em algum momento ela te derrubar, levante de novo.” era algo assim que ela sempre falava, não importavam as dificuldades que o mundo estivesse me trazendo, minha cabeça devia estar sempre erguida, encarar o mundo com orgulho de quem eu era, não era essa uma tarefa assim tão fácil, mas eu tentava todos os dias carregar essas palavras comigo, e as vezes lembrar de quem meus pais eram, e do quão gentis eles foram comigo, ajudava a pensar como tudo no mundo tem seu propósito.

Mas mesmo me perdendo um pouco em pensamentos, não podia esquecer de como meu estômago estava me pedindo por comida, isso ia ser muito bom, eu precisava muito daquilo, ao subir naquele lugar, eu podia finalmente ver a atendente, minhas bochechas se corariam no momento que eu a visse, isso por que o modo como ela estava me lembrava Marge, claro que Marge tinha um estilo mais Punk, ou um pouco mais largado, mas seu jeitinho, a cor da pele e dos cabelos, e até mesmo seu olhar, me faziam ter esse vislumbre, isso me deixava confortável, mas ao mesmo tempo um pouco envergonhada, já que no primeiro momento que a vi, ia chamando ela por o nome que me veio em mente e não só isso, eu quase pulei pra abraçar ela. A saudade é algo complicado, ela parece que vai nos matando por dentro as vezes, mas eu só queria que a minha antiga companheira estivesse bem, quando será que eu a veria de novo? era uma boa pergunta, eu não sabia quando nossos caminhos iriam se cruzar mas estava de verdade ansiosa pra isso.

Quando a moça se aproximasse de mim minha reação era simples, talvez um pouco pura, afinal aquele cheiro já tinha me comprado a muito tempo. - Eu quero um pouco de tudo.- falaria com os olhinhos brilhando, enquanto, a barriga roncava, e minha língua lambia freneticamente os lábios, esperando por aquilo, assim que tivesse meu pratinho de pedreira, me oferecendo ajuda naquele caso eu aceitaria. - Eu aceito sim, eu queria ir pra aquela mesa ali.- Falaria apontando pra a mesa de Daisy se ela já estivesse em uma ou para a mais próxima da janela, se eu ainda estivesse sozinha. Comer naquele momento era uma das melhores coisas pra mim, eu tinha muita fome, então a colher não pararia de trabalhar, como um pequeno tratorzinho, eu paleava, rapidamente pra comer tudo, até ficar com a barriga inchada.

Daisy assim como as duas mulheres que tinham me acolhido antes, era gentil, se oferecendo pra trabalhar comigo, Giorgino contava sua lenda, era um homem de fato incrível, uma história realmente intrigante, era plausível que alguém daquele tamanho fosse lendário, eu ouviria cada palavra dele, prestando bastante atenção, talvez ele pudesse acabar soltando o segredo de como cresceu tanto, por isso a atenção tinha que ser redobrada, sim isso, por fim a caminhada até a sala, bem a sala do capitão era diferente do que me lembrava da do Thor, na dele as coisas eram mais bagunçadas, e um pouco menos rústicas, tinham um tom mais moderno ao que me vinha na memória, mas nada além de uma curiosidade que batia no meu cérebro, entretanto uma coisa a mais estava na cabeça, a espada, ela parecia muito bonita, eu gostaria de lhe perguntar, e a curiosidade me consumia enquanto ele falava, a vontade de interromper e falar sobre era grande, mas me aguentaria, mesmo que aos poucos demonstrasse nas reações de meu corpo que estava incomodada com algo, meus pés inquietos não parariam de bater contra o solo, enquanto pra acalmar minhas mãos, eu moveria, os dedos friccionando um contra o outro.

Entretanto minha atenção era roubada pela sua próxima fase, “Missão”, “Virar Sargento”, “Grand Line”, todas essas palavras juntas numa só frase, meu deus, era demais pro meu coraçãozinho, eu queria bastante, gritar de alegria, meus olhos brilhavam o sorriso no meu rosto iria e canto a canto do mesmo. - SIM!! desculpa a exaltação… sim senhor, eu adoraria participar dessa missão ao lado dos dois de preferência.- Falaria com toda a empolgação dentro de mim, e assim que ele terminasse tudo que tinha de dizer perguntaria a dúvida que tanto me consumiu. - Eu tenho apenas uma pergunta, essa espada, ela é bonita, parece diferente de tudo que vi, você quem forjou?- eu estava com os olhos claramente focados naquilo, meu rosto estaria bem calmo, mas com aquela feição de inocência e curiosidade bem clara, e um pouco da empolgação que eu mal conseguia conter ao falar daquilo. Por fim quando ele me respondesse apenas comentaria. - Hum… parece realmente uma espada muito boa.- e de fato era o que estava na minha cabeça. Depois de tudo sairia da sala junto de Daisy e escanor. - Nos vemos mais tade.- Falaria dando alguns saltinhos e acenando dando tcahzinho com a mão. Eu agora voltaria aos meus aposentos onde faria minha serie de exercicios.

O primeiro de tudo eram meus abdominais, deitaria sob a area macia do colchão, depois que tivesse subido ali claro, e começaria a contrair o abdômen, meu rosto estava cheio de determinação eu queria ser mais e mais forte e aquilo é indispensável. Depois minhas marinheiras, essas seriam feitas no chão sempre com cuidado para que os braços fossem bem firmes contra o chão, como meu peso era muito pouco para minha força, faria elas de um modo diferente, colocando apenas um braço com uma mão no chão (Lembre do Allen Walker de D.Gray Man, fazendo isso, na cadeira) e contraindo para que o peso fosse algo que realmente tivesse algum impacto. Depois que fizesse, algumas séries de corridas e agachamentos, era hora de treinar a parte mais divertida, acrobacias, isso sim seria legal no quarto afinal esse é meu parque de diversões. Começaria subindo na parte mais alta da cama, e saltando para a próxima parte mais próxima dali, girando o corpo no ar no processo, coisa de 180 graus e assumindo a postura correta, para girar por cima do meu ombro assim que tocasse o “solo” eu sempre me sentia em voo abertamente quando fazia isso, era uma sensação maravilhosa, que me lembrava planar, me fazia realmente fme sentir maior, assim que pousasse, pularia no próximo móvel, e nesse não pararia girando, nesse assim que visse que poderia tocar ele, flexionaria os joelhos pra no momento do impacto os dobrar, novamente me impulsionando com eles pra cima onde aplicaria agora um giro de 360º no ar, antes e pousar.

Estava feito de todo modo, assim que terminasse o treino tomaria uma segunda ducha, repetindo o mesmo processo que havia feito, sim essa parte era pra novamente relaxar o corpo após os alongamentos finais, depois disso procurei explorar um pouco mais o QG, vagaria por os lugares dali, eu começaria indo até o pátio, pra ver como era ali mais uma vez, o gramado talvez, ou quem sabe ver os marinheiros treinando, depois gostaria de ir na enfermaria, eu sempre amei enfermeiras, elas sempre tem um tratamento especial comigo, e são muito carinhosas, normalmente me deixava feliz ver elas. Eu só caminharia um pouco lá dentro da enfermaria, e se alguém me notasse, o que poderia ser difícil, apenas acenaria sorrindo. - Oie- sempre bem animadinha quando balançasse a mão, depois da enfermaria, procuraria novamente a sala de treinos, onde tinham os equipamentos, eu queria testar um pouco dos meus limites lá, se a encontrasse como ontem quando vim pra cá, eu adentraria bem tranquila, e procuraria os pesos, começaria pegando algo leve, tentaria algo com uma média de 10 quilos, e iria aumentando, depois 20, por consequência 30, até onde eu fosse capaz de levantar, até que visse que o horário estava se aproximando, quando isso fosse notado, caminharia para o ponto de encontro calmamente.

Assim que chegasse, caso meus novos amigos estivessem lá, o sorriso enorme se faria no meu rosto, eu me lembrava o quanto pensei que trabalharia sozinha, mas a marinha estava me acolhendo perfeitamente, era quase uma segunda casa pra mim, e logo cumprimentaria meus novos companheiros, ver eles já me deixava empolgada, nós parecíamos ser tão diferentes, mas ao mesmo tempo tão iguais, era o sentimento parecido com quando vi Teiko a primeira vez, ele era diferente de mim, no entanto tão parecido… e quando estivesse perto diria. - Bom dia/tarde/noite, desculpe a demora, eu queria conhecer um pouco do QG antes de vir, e acabei ficando muito tempo nisso.- falaria com um tom calmo apesar de um pouco preocupado, não era do meu feitio se distrair, mas naquele dia as coisas tinham acontecido de forma tão agradável, que realmente me dava vontade de vagar mais pelo QG, ver todas as instalações.

Depois disso partiria junto dos dois para o navio que tinha sido indicado, estava claramente eufórica, eu não era capaz de parar de pensar em como seria a grand line, que tipo de criaturas eu encontraria lá? e como seriam os marinheiros, e os inimigos, cada pequeno passo em direção ao barco traria essas série de memórias, lá apenas calmamente adentraria junto dos outros dois.


Citação :

Histórico


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Nº dos posts de desvantagens: N/A



Ganhos:
 

Perdas:
 

NPCs:
 

Extras: :
 




Resumo de Ficha


Atributos:
 

Vantagens e Desvantagens:
 

Perícias:
 



Others



Objetivos:
 

Off:
 



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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Justice Stair   Cap. 2 - The Justice Stair Empty13/7/2018, 17:41

The Justice Stair


Todos

Havia ali se reunido o trio de marinheiros mais incomum que talvez aquele QG já havia visto, já que tratavam-se de três pessoas diferentes, tanto em seus modos de agir como até mesmo em suas raças, mas havia algo que os unia ali e era o seu desejo de levar a justiça para o mundo, ainda que cada um tivesse um background único para tal.

Quando chegou ao refeitório, Jinne havia tido algo que poderia lhe encantar, o cheiro agradável de limpeza do local logo havia invadido suas narinas, algo que de imediato lhe trouxe um sentimento nostálgico, pois lembrou  de quando ainda ajudava a mãe, sentimento este que também trouxe consigo saudades de sua casa e por fim a memória era vívida o suficiente para que ela lembrasse de uma mensagem de sua mãe que dizia muito sobre como sua educação teve papel em torná-la quem ela é hoje. O que talvez lhe faltasse em tamanho, sobraria em bondade e mesmo vivendo em um mundo gigante em relação a ela, que não era fácil de lidar, ali ela era capaz de encarar a vida com a cabeça erguida, com orgulho de quem ela era e do que era capaz, esse era um ponto que a fazia forte, tanto de corpo quanto de espírito.

Quando foi se servir, aceitou a ajuda da moça que lhe era muito gentil, como lhe era pedido pegaria um pouco de tudo, fazendo com que fosse uma montanha bem grande de comida, se comparado ao seu pequeno tamanho fosse formada, a gentileza e talvez até mesmo a aparência faziam com que ela se lembrasse de Shells town e de algumas pessoas de sua vida, no momento em que a garota havia a ajudado a levar sua comida até a mesa, os deixaria a vontade e voltaria ao seu próprio canto. Ali deleitou-se não só a comida era muito boa como a generosidade que a quantia ali poderia lhe ser provida era maravilhosa, algo que a fome talvez ajudasse ainda mais a ser.

Giorgino, reunido com as duas meninas havia ali achado a oportunidade para que pudesse bradrar sua própria epopéia da mais épica forma que poderia ser dita e era algo realmente glorioso, havia enfrentado pela Grand Line rei dos mares, piratas e vários perigos que ousaram ali adentrar o seu caminho, com um resultado claro, obviamente são ameaças que não mais fazem parte desse mundo.

Daisy era bem compreensiva mas, tinha certa dificuldade de entender por completo o gigante de vocabulário rebuscado, mas a situação ali que partilhavam tinha um clima tão bom e confortável ao ponto que ali, poderia rir.

Por outro lado a pequena marinheira ouviria aquela história em profunda admiração, como uma lenda de um grandioso herói que veio da Grand line, como poderia pensar diferente? Alguém que cresceu tanto, certamente deveria ter histórias de proporções épicas para lhe contar, procurava em meio a história o real segredo do gigante para que pudesse ser tão alto mas, não era capaz de ter uma resposta conclusiva, talvez a resposta estivesse relacionada a lendários atos na Grand line? Ou teria sua pequena cabeça a levado por outro caminho?

Quando terminaram de comer, haviam ido direto a sala do Capitão Eric e a primeira impressão que tinham era bem única de acordo com o próprio ponto de vista, enquanto Escarnor prestou atenção nas vestes e na espada do homem, logo ali concluindo que provavelmente tratava-se do segundo homem mais forte da ilha, claramente por ele também estar ali naquele momento e ser o primeiro, Jinne levaria sua própria impressão por outro ponto, comparava  ao escritório de Thor e como eram diferentes em quesito de organização e forma, haviam muitas coisas para que seus olhinhos pudessem ficar curiosos mas, o que mais lhe chamou a atenção era a beleza da espada que o homem tinha consigo, Naitlyn pareceu muito mais focada em detalhes mais importantes do que na própria sala.

O homem começou a falar naquele momento e era notável que JInne a cada palavra parecia mais inquieta, seus pés começavam a bater, suas mãos davam sinais de que ela queria muito ali falar, mas respeitaria o momento perfeito e isso era um desafio muito grande. Frente a missão e as palavras do capitão também seriam únicas suas reações.

O gigante pensava o quanto era problemático o sistema hierárquico ali seguido, não seria muito melhor  para o mundo que ele pudesse subir logo para a posição que sua grandeza poderia refletir? Ele mesmo guiar a marinha através de sua mais gloriosa forma? No fim a burocracia o entediou, ter de seguir passo a passo em sua ascensão poderia não ser para ele a melhor das rotas. A grand line o trouxe saudades, talvez no fim fosse sábio que ele pudesse devolver o equilíbrio ao mundo ao voltar para a Grand Line, dessa vez como um marinheiro.

Para a  alva marinheira, Nait ouvir sobre a Grand Line teria ali um grande impacto, estimulou sua imaginação ao ponto de lembrar-se de histórias e muitas coisas que havia ouvido falar no passado, o que lhe trouxe um certo sentimento nostálgico.

Para Jinne, as palavras chave  da frase do homem haviam conquistado seu pequeno coração e a sua mente por completo, era muita coisa boa em uma só frase e a sua animação era evidente, seria de cara a primeira a aceitar a missão com um sonoro “SIM”, que  imediatamente atrairia o olhar de todos ali naquela sala.

Naitlyn e Giorgino de imediato também aceitariam a missão sem que precisassem pensar muito e esta garota acabaria em um momento deixar escapar alguns pensamentos que haviam escapado de sua própria cabeça e tomaram forma por meio de palavras, algo que a faria sentir-se envergonhada e preferir naquele momento deixar a sala, já que  todos desde que não tivessem dúvidas seriam liberados e com isso, Giorgino, seguiria logo atrás. No entanto a terceira integrante daquele grupo, tinha uma pergunta que definitivamente era importante demais para deixar passar. Aquela linda espada, sua curiosidade clamou por mais informações.
O homem acabaria ali rindo um pouco, por esperar que seria algo referente a missão e levantaria-se, de modo que Jinne poderia ver melhor tanto o cabo ornamentado de coloração branca com detalhes prateados, como o mesmo padrão se repetiria ao longo da bainha e combinaria perfeitamente com o uniforme e com a capa do capitão. Como recompensa talvez, ou  só para mostrar melhor a curiosa anã, o homem tirou de sua bainha lentamente a espada, permitindo que a anã pudesse ver sua lâmina que tinha um trabalho de metal claramente superior ao que qualquer ferreiro que pudesse ser conhecido pudesse ter feito, seu material era difícil de identificar sem que houvesse um contato prévio com algo do tipo.

-Esta é uma Ryo Wazamano, uma das 50 espadas de qualidade superior, gostaria de me gabar em ter feito algo tão belo quanto essa espada mas, mesmo sendo um capitão eu não consigo imaginar um ferreiro que seria capaz de trabalhar tão bem  dessa forma. Das melhores espadas do mundo, essa se encontra em um grupo inferior as  21  ô wazonos que são espadas também lendárias que se subordinam as Saijo  ô Wazono que são as 12  melhores espadas do mundo… Bom eu a conquistei, para ser honesto, não foi algo que eu ganhei ou forjei, mas lutei por.

Eric talvez ali se deixando levar pelo entusiasmo da curiosa anã havia ali dado mais detalhes do que normalmente poderia dar, era notável uma animação quase que nostálgica vinda do homem, que logo depois tomaria de volta a sua postura como lider ali, que quase havia se perdido na pequena demonstração de uma atitude mais jovial. Talvez ali satisfeita ou mesmo não querendo deixar que os aliados esperassem muito tempo, Jinne se despediu do capitão e foi de encontro ao seu grupo, que havia combinado um ponto de encontro antes que pudessem partir para suas próprias tarefas em Lvneel antes de ir ao barco.


Naitlyn

Pensando em não  ir sem que pudesse levar nada em dinheiro, pensou em previnir-se indo até o banco, op onto de encontro ali teria dois propósitos, que ela pudesse se guiar a partir dos companheiros e também para que ela pudesse ir junto a eles apresentar-se a missão. Como já havia visto uma vez que o banco era próximo ao quartel, não havia muito que pudesse fazer ali além de apreciar o curto caminho bem arborizado que cercava o QG, até que pudesse chegar ao banco, este que continha escadas em um tom de mármore que  por si só poderiam chamar atenção, assim como também toda a estrutura interna ao qual destacava-se mesmo em Lvneel pela riqueza de detalhes existentes em alguns detalhes do piso ao qual formavam a imagem  do símbolo do governo mundial. Não haviam muitas pessoas que pudessem lhe chamar atenção, no entanto caso fosse atenta poderia ver em alguns cantos estrategicamente posicionados dois homens de porte grande com diferentes tipos de arma entre si, um portando o que parecia ser uma pistola em seu coldre, enquanto o outro tinha consigo uma Katana comum, se fosse ainda mais atenta, poderia ver que em meio aos “ clientes” duas mulheres misturavam-se mas, também era notório que carregavam consigo armas, algo que provavelmente estava ali para compor o corpo de segurança do banco, sem que pudesse incomodar os clientes.

Esperou algum tempo na pequena fila que havia ali e quando sua vez havia chegado, poderia notar que a pessoa que lhe atendia, tinha uma aparência bem infantil, sendo um rapaz de pouco mais de um metro e meio e cabelos azulados que o destacavam diante dos outros atendentes que estavam ao seu lado, era notável que este pequeno rapaz manteve seu olhar sobre a Sargento desde  antes de chegar a sua vez na fila, parecia que ele teria algo a dizer mas, manteve-se quieto, até que pudesse realizar o seu serviço e na entrega do dinheiro a ele solicitado, em um tom doce ele diria.

-Desculpa a demora, eu realmente pensei tê-la confundida com minha irmã mais velha que também é da marinha, tenha um bom dia!

Com algo que talvez pudesse ficar em sua cabeça, Nait resolveu explorar um pouco o próprio QG até que pudesse chegar a hora do almoço ao passar pela entrada do mesmo, notaria uma movimentação já maior do que a anterior pelo fluxo de pessoas que entravam e saiam e seguindo pelo corredor principal, poderia notar o local de onde havia visitado a pouco tempo, a sala de seu superior, tendo mais duas bifurcações, a frente havia uma estranha janela, onde encontrava-se um homem de notável idade com trajes que lembravam muito a de um cavaleiro ao qual poderia ter tido contato a imagem caso em algum momento de sua vida tivesse lido algum conto de fantasia. Atrás dele haviam máquinas e várias roupas empilhadas e organizadas com rigor, o homem segurava uma prancheta um pouco rosada e escrevia com uma pluma  também de um tom de rosa mais claro , seu olhar era bem sereno e ele parecia listar em voz alta algumas coisas.
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-Bom, como um cavaleiro da lavanderia eu deveria estar orgulhoso, os preparativos para a viagem estão completos.

O homem terminava ali de escrever, antes que pudesse fechar ali a janela, e quando o fez era notável um pequeno bilhete colado na parte de fora da Janela de forma bem peculiar.

Citação :
Se você tiver algum problema com seus uniformes, apenas clame pelo nome de Sir Lavabo que eu virei ao seu resgate, mesmo manchas difíceis não são capazes de resistir às minhas habilidades!

Algo que se a sua atenção ali fosse tomada, poderia talvez ter lhe garantido algumas risadas. Para a última bifurcação que havia ali, havia a sala de equipamentos de limpeza, nada que pudesse valer muito de seu tempo, caso pudesse retornar pelo caminho de onde veio, passaria  pelo Arsenal, pela sala de treinos e pela enfermaria, onde poderia identificar pelos nomes mas ali não entraria muito afundo para que pudesse vislumbrar melhor os detalhes, mal ela saberia ali mas por poucos segundos não acabaria cruzando com um de seus companheiros antes do horário combinado, já que nesse momento Giorgino estava no arsenal procurando por um escudo. O horário do almoço logo havia chegado e talvez pela fome ou mesmo pela movimentação grande no refeitório, Nait não demoraria a se juntar, o almoço estava ainda mais incrível do que o café, haviam os mais diversos tipos de proteína, uma rica gama de vegetais, frutas caldos e sopas, havia literalmente comida para todos os gostos e era realmente difícil decidir o que poderia ali usar para se servir, havia na ala de sobremesas algumas opções mais saudáveis de sobremesa, assim como também destacava-se muito a vista um bolo de chocolate bem grande, bolo este que com frequência acabava sendo reposto, já que a maior parte dos marinheiros pegaria ao menos dois pedaços e para a sua surpresa, em um momento houve até mesmo um rapaz que pegou um bolo inteiro, assim que ele foi colocado, o que poderia fazer pensar que talvez o maior custo do governo, fosse alimentar os marinheiros, e não os equipamentos.

Quando terminou de comer,  preferiu ali tirar um cochilo, ao qual acabou se estendendo até um horário bem próximo do horário que havia marcado como encontro, no entanto ela não chegaria atrasada.


Giorgino

A primeira preocupação do gigante, se é que poderia se usar esse termo era que pudesse achar o caminho para o arsenal de armas, talvez ali pudesse encontrar um bom escudo, algo que não era de fato muito necessário para ele, pois não havia uma ameaça que fosse necessária para que ele se escondesse  atrás de um escudo mas, para que ele pudesse proteger outras pessoas que precisariam de sua força ou mesmo para manter a higiene do uniforme, não era uma má idéia ter um escudo. Andando pelo corredor, encontrou um rapaz de cabelos negros que usava um cap da marinha e esta seria a fonte para o seu conhecimento tão desejado, quando perguntado por Escanor  sobre a sala do arsenal, a primeira reação do rapaz foi de um pequeno susto, quando olhou para cima e notou o quanto era pequeno se comparado ao homem a sua frente, um sentimento que talvez fosse comum até demais para que outras pessoas pudessem sentir, pelo ponto de vista do gigante.

-N-Nesse mesmo corredor, pela direita na segunda sala, Kyrie-dono deverá atendê-lo.

Diria o rapaz de forma apressada, antes que pudesse rapidamente encontrar uma brecha para continuar  seu caminho. Quando chegasse a sala do Arsenal, poderia ver os mais váriados tipos de armas e escudos, mas todos ali de tamanho muito menor do que ele precisaria para usar de forma útil, ao fundo havia uma mulher de cabelos e sobrancelhas brancas e olhos azuis, segurando uma latinha de coloração vermelha enquanto o olhava, diferente do olhar que muitos poderiam ter sobre ele, a mulher de pouco mais de 1.70 e de aparência esbelta não pareceu se intimidar com a presença do gigante, que teria de aproximar-se dela para realizar seu pedido, em momento algum a mulher ali demonstraria algum sinal de que poderia sobre a sua presença sentir-se menor, Giorgino talvez até mesmo se impressionasse com o contrário.
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- Bom tampinha, há alguns escudos que você poderia usar, mas são bem pesados, ou pelo menos o último baixinho reclamou bastante disso e acabou deixando por aqui. Como pode ver, aos fundos há uma porta que alguém do seu tamanho deve ser capaz de ao levantar-se nas pontas dos pés alcançar a maçaneta, lá você encontrará pelo menos três opções de escudo, leve um consigo e deixe os outros dois.

A fala da mulher era de absoluta convicção, não havia arrogância e era extremamente calma e agradável aos ouvidos, o mais impressionante era como ela  referia-se aos gigantes, mesmo que ela fosse muito menor do que eles, algo que poderia ser interpretado tanto como uma mania estranha da mulher, como também poderia ser interpretado como um modo de chamar a quem ela ainda não havia visto um grande valor ou o mais fácil, de que simplesmente ela era maluca. Fosse qualquer uma das alternativas, nenhuma delas havia um caráter ofensivo por parte da mulher, talvez fosse excêntrica assim. Quando fosse se dirigir ao fundo da sala, poderia ver uma porta que de fato era maior do que ele, tendo por volta dos 6 metros, a garota não brincou quando disse que talvez ele tivesse de se esticar ou  ficar na ponta dos pés para abrir a porta e quando conseguisse, demasiada força seria necessária para que ele pudesse empurrar a porta e adentrar. Naquela parte do Arsenal haviam as mais diversas armas e até mesmo escudos, adaptados para  pessoas tão “ baixas” quanto o gigante e lá ele poderia ver de cara, três escudos grandes para que ele pudesse escolher um para levar consigo mesmo, assim como uma outra porta de madeira, que poderia levá-lo para o lado de fora caso  seguisse com o escudo e tivesse a finesse de perceber que o escudo, diferente dele que poderia abaixar-se não passaria pela porta que havia entrado anteriormente, a moça apareceria na porta e lhe indicaria que ele seguisse dessa forma,  e contornasse o quartel para voltar ao corredor principal.

-Pequeno, não esqueça que o escudo, diferente de você não é flexível, justamente por isso que há uma outra saída, que eu peço para que você use.

A voz serena e quase hipnótica da mulher só não era mais chamativa do que  a ação que ela teria ali de em um rápido salto, fechar a mesma porta ao qual não foi fácil para que ele abrisse, de um modo ao qual demonstrou extrema facilidade, se havia algo naquela misteriosa e talvez maluca mulher era que ela poderia deixá-lo talvez intrigado.

Ao fim de sua escolha, quando pudesse sair pela porta indicada, se depararia com um campo bem bonito de flores, ao qual mesmo o grande homem poderia apreciar de um aroma forte o suficiente para lhe invadir suavemente as narinas de uma forma agradável, o caminho  tinha uma pequena trilha, ao qual poderia dar-lhe a visão do campo de treinamento aberto onde haviam alguns recrutas fazendo seus testes de admissão, o que era uma visão que talvez fosse agradável ou até nostálgica, isso é caso isso sequer lhe chamasse a atenção.  A volta lhe tomaria algum tempo e a exploração que tinha pelo QG era bem tranquila por si só, ao passar pela entrada, poderia ver pelos sinais da parede sobre a sala de equipamentos de limpeza, a própria sala do Capitão Eric e até mesmo a Janela onde haveria  ainda pendurado o bilhete  engraçado já citado anteriormente e visto por Daisy. Ao término de sua exploração, iria até a enfermaria ao qual haviam apenas um ou dois soldados feridos e vários funcionários livres, um homem de cabelos brancos e demasiadas cicatrizes seria o médico que lhe atenderia, seus óculos eram grandes e caso olhasse de perto, mesmo seu Jaleco haviam várias suturas.
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Mesmo com a aparência mais suspeita do mundo, o homem tinha uma abordagem bem gentil no que se referia aos processos manuais, não era um homem de muitas palavras mas, a forma como ele checou os curativos e até mesmo aplicou um pouco de uma pomada para impedir que o gigante pudesse sentir mais dores por um tempo, eram feitos de maneira extremamente veloz e de forma efetiva, não precisaria ali andar mais com curativos e  a pomada que o homem havia passado, em contato com o vento, faria com que se pudesse sentir uma sensação refrescante ao invés de dolorida na parte machucada. Com todos os detalhes resolvidos, Gino talvez ao se preocupar com a própria grandeza sequer tivesse percebido mas, o horário do encontro estava bem próximo. Caso Gino perguntasse ao homem seu nome, com um sorriso e uma voz que talvez fosse tenebrosa o homem responderia.

- Sou o Dr Frank, se algo pior acontecer com essa ferida ou mesmo algum outro ferimento lhe surgir e você precisar de alguém para colocar no lugar, desde que eu esteja aqui você não tem o que se preocupar.

Um sorriso um pouco assustador surgiu no rosto do homem, como se tivesse algum tipo de prazer em realizar esse tipo de cirurgia, não era difícil pensar nisso, levando em consideração que o próprio homem, talvez tivesse feito cirurgias té em si mesmo. Sem mais delongas Gino, partiria em direção ao ponto de encontro.

Jinne

Ao sair da sala, voltou aos seus aposentos para realizar alguns exercícios, começando por uma série de abdominais ao qual faria após subir em uma das camas aproveitando-se do macio colchão, seu cuidado para cuidar de seu físico era admirável e era incrível como seu vigor logo a faria descer para que pudesse ali encaixar flexões, mas você deve pensar comigo, para anões o peso do próprio corpo não deveria fazer com que esse fosse um exercício fácil demais? E a própria marinheira tinha a própria resposta para fazer daquele exercício algo desafiador que trabalhasse o seu corpo, ao levantar o próprio corpo com apenas uma das mãos, enquanto manteria o corpo ereto e as pernas para o alto de modo que mesmo que o peso não fosse o maior responsável pelo exercício ser complexo, que todo o trabalho muscular que ela teria para manter o seu acrobático equilíbrio compensaria.

Quando concluisse, passaria para outras etapas, começando pela corrida, seguida de alguns agachamentos e claro, a parte mais divertida que eram os movimentos acrobáticos, naquele momento era como um verdadeiro parque de diversões, livre de pessoas naquele horário do dia, onde ela poderia aproveitar por completo tudo que aquele quarto lhe tinha a oferecer. Devido a sua força de impulsão, cada salto poderia lhe passar uma sensação gostosa próxima a de planar, o que por si só tornava o exercício muito mais divertido.

Quando terminou, tomou uma segunda ducha repetindo os mesmos processos que havia feito mais cedo, aproveitando também para alongar o seu corpo e por inteiro, poder ficar mais confortável quando estava agora limpa e vestida, decidiu explorar também um pouco do QG e começaria pelo pátio, naquele local, poderia ver alguns marinheiros novos passando pela etapa de admissão do combate, bem organizados em várias duplas, algo que para ela talvez pudesse levar a um sentimento nostálgico, já que seu recrutamento não havia acontecido a tanto tempo atrás, eram vários rostos novos e isso era sempre bom de se ver. Ao continuar sua exploração, acabou sendo levada a enfermaria, um lugar com várias macas e poucos pacientes, os pisos eram bem brancos, assim como eram as paredes, havia um médico de cabelos brancos sentados em uma cadeira com rodinhas bem estranho, ao fundo e algumas enfermeiras que pareciam em sua maioria ocupadas com a troca de medicamentos ou outras tarefas. Em especial, uma chamaria a atenção de Jinne e seria uma moça que provavelmente não era muito mais velha ou mais nova do que  ela, seu uniforme se destacava pela coloração próxima a um rosa salmão e seus cabelos loiros e longos eram bem bonitos, ela havia notado a pequena anã e de imediato, como uma reação de fofura juntou ambas as mãos e lhe ofereceu um lindo sorriso
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-Oi! Esta tudo bem contigo, posso ajudar?

Diria a moça em um tom extremamente dócil e gentil, uma vez que tivesse visto que não havia nada de errado com a marinheira, pediria licença e voltaria aos afazeres. Seguiu indo até a sala de treinamentos, onde pouco a pouco tentaria descobrir seu limite, e assim começou de 10 em 10 quilos aumentando sua carga, seu limite no entanto, de forma que quase seus bracinhos se romperam e imediatamente ela teve de deixar o peso sobre a barra de segurança, havia sido de 150 quilos aproximadamente.

Jinne iria até o local de encontro, a idéia de trabalhar em grupo a fazia sentir-se acolhida, já que não precisaria mais trabalhar  sozinha.


Todos

Uma vez que estavam todos reunidos, estes partiriam em direção ao navio, caso tivessem alguma dúvida, poderiam consultar Eric, apesar de ser um caminho bem intuitivo até o porto, a floresta pela noite mesmo que bonita já não era tão convidativa, as vezes o vento fazia com que alguns arbustos se mexessem e fizesse barulhos estranhos e mesmo que o caminho tivesse algumas lamparinas para iluminar, ainda era um pouco hostil de certa forma. Quando chegassem a região portuária, poderiam ver um grande Navio e a frente dele, um homem de cabelos brancos e uma curiosa tatuagem vermelha que chamaria atenção, principalmente de Jinne, era claramente bem novinho para a posição que ocupava.
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Este liberaria a entrada dos demais e diria

-Podem entrar, a missão de vocês é simples, vocês estarão indo para Emeigh junto a mim para escoltar alguns civis, é uma missão tranquila e vocês devem aproveitar das dependências do barco como possível, se virem alguma confusão separem mas no geral é isso, no deck principal parece estar havendo uma confraternização, então sintam-se livres, até que seus serviços sejam solicitados, pela parte da manhã. Qualquer coisa que precisarem, sou o tenente Walker, prazer.

Diria o Tenente de forma gentil estendendo a mão para quem quisesse cumprimentá-lo, quando subissem ao navio, poderiam ver uma longa mesa de madeira, ouvirem uma música bem diferente, tocada por várias pessoas, todo o clima era bem agradável, havia comida farta, marinheiros misturados em meio aos civis ali, todos em um clima muito bom para o começo daquela viagem, haveria  uma moça em meio aos músicos, dançando  a Exótica música com poucas vestes que poderia ali despertar a curiosidade em especial de Jinne em como os movimentos da moça eram quase que hipnóticos.
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O barco daria partida assim que alguns marinheiros recolhessem a ponte ao qual eles haviam subido, como agiria agora o novo grupo que estava indo em direção a grand line?


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Justice Stair   Cap. 2 - The Justice Stair Empty15/7/2018, 15:07


Após o anúncio de que nossa missão seria na Grande Linha, eu já não tinha mais tanto controle sobre minha ansiedade e a empolgação basicamente passava a ditar todas as minhas ações dali pra frente. De início, precisava urgentemente retirar o pouco dinheiro que tinha guardado no Banco, afinal, ir para um lugar tão distante poderia acabar exigindo em algum momento que eu tivesse alguns gastos, então, mesmo não tendo lá uma fortuna, era melhor ir prevenida em relação a isso.

No banco tudo ocorrera de forma tranquila, tendo apenas o curioso fato de o bancário acabar me confundindo com sua irmã mais velha, me deixando um pouco constrangida e arrancando um leve sorriso apenas para parecer mais simpática, reservando-me em seguida a retornar ao quartel e conhecê-lo um pouco melhor antes de partir daquela ilha que mal havia acabado de chegar. Durante meio passeio, deparei-me melhor com as instalações e assim ia me familiarizando com a mesma, mas, durante a caminhada outro fato curioso me chamava a atenção e era a de que o responsável pela lavanderia se tratava de um ser completamente inusitado, dotado de uma personalidade engraçada, mas mostrando-se muito dedicado e organizado em relação a seu trabalho.

Assim, após o almoço e o fim do tour pelo quartel, apenas tirava uma soneca para que o tempo passasse e finalmente pudesse chegar a hora de partir. Quando acordava, novamente faria a cama e deixaria tudo organizado para partir sem deixar qualquer trabalho desnecessário para outras pessoas e, ao encontrar Giorgino e a Jinne, seguíamos em direção a embarcação informada, que por sorte eles pareciam ter prestado atenção no que o nosso superior tinha dito e sabiam onde deveriam ir. Nossa recepção não era nada demais e o tenente Walker apenas nos cumprimentava e falava um pouco sobre nosso trabalho, que não deveria ser nada demais, permitindo-nos a entrada na embarcação logo em seguida.

-Obrigado senhor! Diria a ele logo em seguida.

Lá dentro podia notar do que se tratava a tal confraternização que ele mencionava e de imediato, um pouco devido a minha timidez, manteria-me um pouco mais afastada e apenas observando a dança, a cantoria e os demais acontecimentos daquele momento de festejo. Tentaria aproveitar para me distrair e assim, quando fosse me sentindo mais confortável, iria me aproximando dos demais para ouvir melhor as coisas que conversavam e até mesmo para ir conhecendo as pessoas que dividiriam o navio conosco durante aquela missão. Se disponível, tentaria ir em direção a alguma coisa para comer ou beber um pouco depois de me aproximar das pessoas, já que nesse momento me sentiria melhor e mais confortável para fazer esse tipo de coisa e assim, enquanto ainda estivesse rolando aquela confraternização, tentaria manter-me ali presente, mesmo que não fazendo muita coisa além de observar e comer, já que não beberia mais do que um corpo de bebida alcoólica (se tivesse) para que não perdesse a razão, visto que querendo ou não, estávamos em uma missão e eu precisava manter a postura e estar sempre pronta para o que fosse preciso.

OFF: Desculpem o post fraco (e não ter aproveitado melhor tudo que você pôs no post Alip), não estou nos meus melhores dias para postar :(

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