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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 A aposta fatal: O Despertar do Rap Marítimo!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: A aposta fatal: O Despertar do Rap Marítimo!   A aposta fatal: O Despertar do Rap Marítimo! - Página 2 EmptyQua 04 Jul 2018, 03:09

Relembrando a primeira mensagem :

A aposta fatal: O Despertar do Rap Marítimo!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Cory Constantine. A qual não possui narrador definido.


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West
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MensagemAssunto: Re: A aposta fatal: O Despertar do Rap Marítimo!   A aposta fatal: O Despertar do Rap Marítimo! - Página 2 EmptySab 04 Ago 2018, 23:39



Micqueot
Cory e Freya


Narração - Cory


A negociação entre os piratas e Cory continuava, o grupo explicava o que eram, e quais suas motivações, ao ouvir que se tratava de vingança contra a máfia, o rapper entendia o que se passava, afinal, seu passado e sua infância era nesse meio. Ao concordar com o plano, todos os três trocavam olhares e um breve sorriso, Kid dava uma tragada em seu cigarro e tomava um gole de sua bebida, Marshall dava um leve tapa no ombro de Cory e se sentava – Bem-vindo ao bando.

Cory impunha uma condição, queria fazer o show de qualquer jeito, Karol sorria – E o que pretendemos fazer, no final do seu show, ele terão uma pequena surpresa, relaxa grandão – a menina enchia sua taça com vinho e bebia com um grande sorriso no rosto, Marshall por sua vez, apontava para o sofá vazio a sai frente, como que para o musico relaxar, mas a curiosidade do rapper era grande, e uma questão pairava sobre sua cabeça, onde estava o real cantor, quem respondia era Kid, sua voz era rouca e assustadora – Meus homens foram pega-lo no porto, vamos deixar ele no nosso barco até finalizamos a missão, quando voltarmos, deixaremos ele porto, sã e salvo.

Marshall agora ficava em pé, como que para todos olhassem para ele – O plano e simples, nós não sabemos tocar nenhum instrumento, mas iremos fazer uma batida pra você, será simples, mas será suficiente, então você manda suas rimas, quando você terminar, Kid saira dos fundos e matara os dois Don’s que estão ai, Karol pegara Muller de refém e sairemos daqui com ele, o caminho até o porto será o mais difícil, teremos que ser rápidos, o resto do meu bando estará nos esperando perto do barco, se alguém nos seguir, eles usaram os canhões – o rapaz tomava folego – isso e tudo, alguma dúvida? Ou uma sugestão? Temos um tempinho sobrando.

Depois de alguns minutos, Muller batia na porta – Estão prontos? Hora do Show! – o homem estava animado – Minha filha chegou, ela estará na plateia, uma moça bela, ela estará de branco, vamos, vamos ... – O homem fazia sinal para a “banda” segui-lo, todos se levantavam e começavam a sair da sala, Karol parava ao lado de Cory – Contamos com você grandão – a menina passava ao lado do rapper e dava um tapa em sua bunda.
 


Narração – Freya


O dia estava acabando quando Freya caminhava pela cidade de Micqueot, seu tamanha chamava atenção por onde passava, as pessoas corriam gritando, outras ficavam petrificadas, mas uma coisa era certa, a menina conseguia tirar alguma sensação das pessoas, por sorte, ou não, havia poucas pessoas pelas ruas de Micqueot, o lugar mais movimentado era o porto da cidade, havia várias pessoas que corriam de um lado por outro, era possível ver dois canhões posicionados para as ruas, mas nada que chamasse muita atenção.

Todos que viam a gigante, corriam, ou tentava sair do caminho da mesma, exceto por um homem, o mesmo tinha dificuldades para caminhar, segurava uma garrava em sua mão, aparentemente estava embriagado, não usava nenhuma camisa, deixando sua barriga enorme para fora, o homem devia pesar uns 100 kilos, usava um grande bigode amarelo, e ao ver Freya o homem parava sua caminhada, e apontava para a gigante – Belos seios, grandões haha *hic* - Freya não poderia escutar tais palavras com clareza, talvez alguma palavra ou outra, a menina agachava e perguntava de se havia um ferreiro por ali, o homem olhava descaradamente para os seios da menina – Eu posso dormir no meio deles hehe  - o homem dava um passo para trás e outro para frente, quase perdendo seu equilíbrio – O Ricciardo e ferreiro, a loja dele fica ... – o bêbado girava seu corpo como se estivesse procurando o rumo da loja, quando parou e apontou o dedo para uma cabana que ficava no alto de um morro, afastado da cidade – ALI !! – Ato terminar a frase, o homem caia de costas no chão e abraçava sua garrafa, e num instante caia no sono.

Freya então rumava para a cabana, o caminho era longínquo, mas para a menina ficava a alguns passos, chegando la, era possível ver uma cabana de madeira, com o cair da noite, via-se luzes dentro da cabana, uma fumaça saia pela chaminé. A gigante dava uns leves tapas na habitação, ao fazer isso, ouvia-se alguns gritos vindo de dentro da casa – FIQUE AI! – a porta era aberta, e saia um homem com uma espingarda, mas ao ver Freya, a espingarda do homem caia no chão e ele levantava as mãos – sou so um ferreiro, eu não sei nada do Sigurd, nunca visitei aquele gigante – o homem fazia uma cara estranha e sua voz era mais fina, como se estivesse mentindo – Não destrua minha casa moça, minha filha está la dentro – ao dizer tais palavras, saia uma garota de dentro da casa, usava um avental, o cheiro vindo de dentro da casa era delicioso – Quem e essa gigante? – a menina não se assustava nem nada, não parecia ser a primeira vez que via uma pessoa daquele tamanho.




Karol:
 
Marshall:
 
Kid:
 

Willian West
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Pyke
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MensagemAssunto: Re: A aposta fatal: O Despertar do Rap Marítimo!   A aposta fatal: O Despertar do Rap Marítimo! - Página 2 EmptyDom 05 Ago 2018, 14:27


Kyojin

Ato 2

  Os finais de dia sempre acalmavam a minha alma, eram tranquilos e significavam um novo começo, o fim para o renascer. Alguns gritavam, outros ficavam parados, era realmente estranho causar esse tipo de reação nos humanos da cidade, mas acho que os gigantes ainda são uma raça desconhecida para muitos, passando mais de rumores da Grand Line ou coisa do tipo. Caminhando pela cidade pude observar algumas coisas estranhas, o porto parecia ser mais cheio do que a própria cidade. Haviam canhões apontando para as ruas também, mas ao vê-los não me surpreendi, a maior parte deles eram somente incômodos para mim.
  Depois de muito procurar, encontrei algum ferreiro que pudesse me ajudar, já estava cansada de somente passar pelas ruas e causar histeria. Pelo caminho, um homem gordo e bêbado me ajudou, mesmo que tenha tido uma impressão ruim dele, devido as poucas palavras que ouvi, como “grandões” e “dormir… meio deles”, ele não parecia ser uma pessoa tão má. Tendo a pensar que cada um tem parte de tudo dentro de si, mas alguns demonstram outros lados com mais força.
  A cabana do ferreiro ficava a alguns passos de distância, em um monte um afastado da cidade, em que levaria algum tempo para que um humano pudesse chegar, ainda bem que eu não sou uma humana. A noite escurecia os arredores, fazendo um véu que cobria a região, menos a pequena cabana, que iluminava a escuridão com suas luzes interiores e espalhava calor através da fumaça que subia de dentro dela. Ela me lembrava muito algumas construções de meu povo, sentia falta de poder entrar nelas e aproveitar do calor de uma lareira.
  Saindo lá de dentro, um homem assustado correu para fora, segurando uma espingarda em suas mãos, depois de alguns toques que fiz na construção. - Poderia esse ser o Ricciardo? - Imediatamente ao me ver, soltou-a no chão, dizendo - Sou só um ferreiro, eu não sei nada do Sigurd, nunca visitei aquele gigante - Seu medo era visível, assim como a sua possível mentira, talvez ele estivesse fazendo aquilo para se proteger de alguém, apesar de eu não ter ideia do que estava falando. Antes que pudesse falar qualquer coisa, o homem suplicou por misericórdia, momentos antes de sua filha sair da cabana. Ela usava um avental que me parecia ser de cozinha devido ao maravilhoso cheiro que saiu de dentro da moradia. Fazia um bom tempo que não comia nada, aquilo atiçaria meu estômago, que roncaria em gula. Em Elbaf, na minha vila, grandes festas eram comemoradas em virtude dos deuses ou da bravura de nossos guerreiros. Durante esses eventos várias ceias e comidas eram preparadas para saciar a fome de todos, reunindo-os no salão principal do líder, com uma mesa gigantesca. - Quem dera aqui tivesse a fartura daqueles momentos.
  - Pode me chamar de Freya, pequenina. Você parece corajosa, é uma das poucas que me vê e não treme de medo. - Diria para a menina, enquanto me agacharia flexionando as pernas e apoiando meus antebraços nos joelhos. Daria um sorriso gentil, flexionando a cabeça para o lado, esperando não soar amedrontador. Depois, voltaria meu corpo a ficar de pé, encarando o ferreiro e diria - Estou precisando de machados, não sei se você conseguiria me vender um do meu tamanho, mas não custava tentar. Aliás, fale-me mais de Sigurd, quem sabe não pode ser útil encontrá-lo. - Caso o homem respondesse e fosse cooperativo, como os humanos deveriam ser, continuaria a conversa procurando resolver primeiro o meu problema com os machados e depois com o outro gigante. Entretanto, se ele negasse resposta, alegando novamente não saber nada sobre o gigante ou se recusando a fazer minhas armas, se claramente pudesse, retrucaria - Escute, Ricciardo, não quero ter que espremer respostas de você, é a primeira vez que vejo uma pessoa que não se assusta comigo, e valorizo isso. Agora, se não me der escolha, vamos ter que ver o quanto a sua cabana e tudo nela conseguem voar. - Não estava lá para brincadeira, tinha muita coisa pela frente e precisava continuar a minha jornada. Porém, caso ele não conseguisse fazer os machados, mas demonstrasse gentileza, ignoraria a ameaça e partiria para dizer - Muito bem, acho que você não pode fazer isso mesmo, é muito trabalho para um humano fazer sozinho. Acho que vou ter que encontrar esse tal de Sigurd mesmo. Se me ajudar, vai ter o meu machado ao seu lado.
  Talvez as coisas fossem ocorrer bem, mas o que me intrigava ainda mais era ter outro gigante pela cidade. As pessoas não pareciam conhecer a minha raça, ficando espantadas só com a minha presença, ele seria um viajante também? Eu precisava encontrá-lo, quem sabe não conseguia um aliado ou até mesmo um inimigo? Precisava de respostas aos meus problemas, e ele poderia ser uma delas também. Outra simples coisa que me intrigava ainda mais era seu nome, sendo muito parecido com o de um dos deuses do meu vilarejo, assim como eu.

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MensagemAssunto: Re: A aposta fatal: O Despertar do Rap Marítimo!   A aposta fatal: O Despertar do Rap Marítimo! - Página 2 EmptySex 24 Ago 2018, 16:57



- Pode me chamar de Freya, pequenina. Você parece corajosa, é uma das poucas que me vê e não treme de medo.

A giganta parabenizava a humana, esta por sua vez, sorria e em um tom de orgulho a jovem parecia estar na flor de seus oito ou nove anos e no seu largo sorriso era fácil notar a falta de um dos dentes que provavelmente caíra naturalmente pela idade.

-Quão maiores eles são, mais barulho fazem quando caem no chão… Não se pode ficar com medinho por qualquer coisa hoje em dia… Você devia se envergonhar papai…

A menina terminava a fala com um tom bem menos animado e olhando para seu pai assustado.

- Estou precisando de machados, não sei se você conseguiria me vender um do meu tamanho, mas não custava tentar. Aliás, fale-me mais de Sigurd, quem sabe não pode ser útil encontrá-lo.

O ferreiro ao ouvir a fala da giganta torcia o rosto em desgosto.

-Eu que não faço mais armas pra gigantes, Sigurd me pediu um machado, me encheu de requisitos, necessidades e ideias pra ele, recusou o que fiz primeiro e quer me obrigar a acertar suas enormes ambições no segundo sendo que eu nem tenho mais material pra isso, sendo que o desgraçado não quer nem me pagar por ser da marinha… E se eu não der conta ou reclamar ainda vou preso… Canalhas… O filho da puta…


-PAPAI…

A menina parecia se enervar diante do xingamento do pai e gritava-lhe uma impedimenta…

-Perdão filha… O canalha marcou a entrega do machado para daqui uma hora na base da montanha, mas a minha carroça quebrou e eu não tenho nem como levar essa joça pra lá a tempo… Agora vou acabar sendo preso ou morto por não levar no encontro na hora…

O homem se aproximava de uma carroça com uma roda de madeira quebrada e com a caçamba coberta por um pano.

-O pior é que após o primeiro machado, não tive nem metal pra fazer o segundo direito, tive que esculpir o desgraçado em rocha e cobrir de bronze para poder fazer ele ser decente, mas é óbvio que o decapitador é melhor que esse, até o nome que dei para esse não é tão legal… Tsc… Ruína do titã… Vai ser é minha ruína isso sim… Essa porra…

O homem chutava a roda quebrada que enroscava no pano que cobria a carroça antes de cair e descobria o que estava oculto, um belo machado de mão única que realmente parecia meio rústico, mas muito bem feito e afiado, possuidor de uma lâmina curva e um espeto afiado na retaguarda a arma parecia que doeria não interessava como batesse contra você, seu formato parecia ser muito bom para acertar partes vitais atrás de couraças/armaduras e cortar membros, uma arma que realmente derrubaria seres difíceis de se derrubar, uma ruína de titãs como o nome dizia.

-PAPAI…

-Ah Gert… Perdão… Mas to cheio disso já…

O homem se sentava desolado coçando a cabeça.

-Papai já disse pra vir comer, eles virão ver o que ocorreu, ai o senhor explica e entrega o machado, mas primeiro venha comer para se esquentar.

-Estou sem fome…


Respondia o homem cabisbaixo e afundando em meio a seus ombros. Sua filha se aproximava ao perceber a tristeza do pai e o abraçava por trás pelo pescoço, o par de pai e filha desolados em meio a neve de Micqueot era uma visão de tristeza.





"Ruína do titã:
 

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MensagemAssunto: Re: A aposta fatal: O Despertar do Rap Marítimo!   A aposta fatal: O Despertar do Rap Marítimo! - Página 2 EmptySab 25 Ago 2018, 14:13


Kyojin

Ato 3

  Soltando um sorriso desdentado, a menina me fez sentir falta de meus irmãos, os que abandonei em Elbaf antes de partir. - Como será que eles estão agora? Espero que estejam se virando... - Ela parecia ter uma idade parecia com a deles, já que deviam ter mais ou menos 5 anos quando parti. Além de orgulhosa, a menina parecia ser corajosa demais, ela ainda pensava que poderia me derrubar? - HAHA! Isso eu quero ver, garota. - diria na sua fala “ameaçadora”.
  Falando com o homem sobre meus machados a situação estava clara por alí, a marinha sempre achava uma forma de fazer as mesmas coisas que os piratas, mas sem assumir nenhuma responsabilidade nem consequência por isso. Não que eu me importasse de verdade, mas me deixava puta ver que eles se proclamavam os protetores dos civis. Aposto que se tivessem que escolher entre seus subordinados e uma pilha de ouro não iriam pensar duas vezes em pegar o tesouro. Sigurd parecia uma pessoa interessante de se conhecer, talvez ele possuísse de fato alguma coisa que pudesse me ajudar antes de partir, ouro talvez? Da forma que o ferreiro falou dele, muito provavelmente já deve ter extorquido outras pessoas por dinheiro.
  Ouvindo as palavras do pequeno homem, muito provavelmente o gigante estava com o primeiro machado, mesmo reclamando acho que não negaria ganhar alguma coisa de graça. Para mim parecia a oportunidade perfeita de fazer uma boa ação e ainda chutar a bunda da marinha, sem falar na possibilidade de ficar com os machados. Ao ver a frustração do homem e a angústia de sua situação me identifiquei um pouco com aquilo tudo. Obviamente a menina só piorava a situação, não parecia ter mais ninguém além de seu próprio pai. Eu, como antiga aprendiz de ferreira de Elbaf sei bem das exigências da profissão, a precisão e paixão, mas esse cenário desprezava a tudo isso. O nome do machado me pareceu irônico. - “Ruína do Titã”, e vai ser mesmo, Sigurd.
  Vendo aquela expressão de tristeza vindo de ambos, um pai e uma filha, abraçados no frio da neve de Micqueot me fez sentir o vazio do mundo, onde muitas pessoas são ignoradas e deixadas de lado. - Eu vou te ajudar. Vá pra dentro, melhor se esquentar e comer algo com a sua filha. Não se preocupe com o gigante, eu vou dar uma palavrinha com ele. - Assim diria para ele, enquanto sua filha ainda estivesse o abraçando. Assim, se ele concordasse, me direcionaria a carroça quebrada e pegaria o machado de bronze, erguendo-o ao centro do meu corpo. - Espero que eu possa levar isso comigo, vou precisar quando me encontrar com esse tal de Sigurd. Ele está com seu outro machado, não? - Se a resposta fosse positiva prosseguiria com meu plano, se não falaria - Muito bem, deixe-me levar também, afinal temos uma “entrega a fazer”. - Entretanto, se ele não me deixasse levar o primeiro ou nenhum por falta de confiança ou qualquer coisa assim, falaria - Olha, Ricciardo, não peço que confie em mim, ainda mais depois de ser ameaçado por outro gigante, mas não acredito que tenha muitas opções, pelo menos deixe-me levá-lo com você, posso ser sua “carroça”.
  Meus objetivos eram claros, precisava ajudá-los. Esperava que pudesse ir sozinha para o local de encontro deles, o mais cedo possível, assim poderia avaliar o local e ganhar vantagens sobre isso, mas se não fosse possível, teria que ir com ele mesmo. - Bem, então se você vem comigo, coma um pouco antes de ir, não seria bom ir sem estar alimentado. Mesmo se não estiver com fome, pelo menos dê comida a sua filha e se prepare, pode estar bem frio por lá. Eu vou dando uma olhada e retorno antes de uma hora. - Assim partiria para a direção da montanha o mais rápido que pudesse, esperando poder retornar antes deles acabarem de se alimentar.

Off:
 
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MensagemAssunto: Re: A aposta fatal: O Despertar do Rap Marítimo!   A aposta fatal: O Despertar do Rap Marítimo! - Página 2 EmptyQui 30 Ago 2018, 03:56




A giganta se jogava contra Sigurd, mão direita nas correntes e esquerda na mão da arma, ela puxava as correntes, mas essas eram de metal e grossas o suficiente para não se romperem facilmente e apesar de Freya impedir o uso do machado, o homem ainda tinha uma mão livre e com ela desferiu um soco no demônio de Elbaf, o que a fez dar um passo para trás.
A distância criada entre ela e Sigurd era o que um dos aliados do marinheiro queria para poder revidar a ofensiva da giganta, o som de pólvora queimando explodia no ar com um estampido e Freya senia seu ombro esquerdo ser acertado por uma dor fina como uma agulhada, um tiro de rifle disparado por um dos capangas, para se apoiar após o golpe a giganta quase terminava de destruir a carroça do machado que estava em seus pés.

-Ora ora, a giganta quer revidar… Não sei porque, mas seu rosto me parece familiar… Já te conheci em algum bordel de Elbaf?

A voz de Sigurd vinha num tom ácido de desdém, ele tinha plena confiança na incapacidade da giganta de se transformar num problema ali e graças ao soco, Freya sabia o porque, ele era forte, não era apenas conversa, seria uma luta difícil, principalmente com os outros marinheiros ali.

Freya se encontrava com a ruína do titã próxima a seu pé direito, os capangas a sua esquerda uns vinte metros de distância e Sigurd a sua frente uns dez metros. Pai e filha estavam uns quinze metros atrás da giganta.










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Última edição por Pierce em Dom 09 Set 2018, 21:22, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: A aposta fatal: O Despertar do Rap Marítimo!   A aposta fatal: O Despertar do Rap Marítimo! - Página 2 EmptySeg 03 Set 2018, 23:18


Kyojin

Ato 4

  Falando com Ricchiardo não esperava menos do que uma incerteza vindo de sua boca e pensamento, eu também estaria assim se estivesse na situação dele. Um gigante em sua porta e outro em suas costas, realmente não parecia a coisa mais fácil de se lidar. Enquanto ele falava uma sensação estranha cobriu meu corpo, até que de repente uma grave e sinistra voz ecoou para dentro de meus ouvidos.

"Ainda bem que você é um homem sensato…"

Foi o suficiente para me surpreender, como ele havia chegado aqui sem que eu sequer notasse? Passei a me sentir desprevenida, me deixando levar pelo momento, não prestando a atenção devida aos meus arredores. Sua estatura se equiparava a minha, realmente parecia mais um gigante de origem em Elbaf, e aliado a ele estavam seus “capangas” da marinha, humanos tolos.
  A sua voz era seca e congelante, não parecia mesmo ter a menor preocupação em matar o homem e prender sua filha, mas não me era algo assustador, em Elbaf se mata ou morre. O gelado da neve petrificava meus olhos, que somente encaravam a Sigurd enquanto este falava, só poderia ser ele. Enquanto falava algo chamou minha atenção, uma mulher totalmente nua estava presa a seu cinturão, provavelmente sem forças para se mexer. Seu corpo era belo, mas cheio de marcas de pancadas e queimaduras, não parecia estar nos melhores de seus dias. Ouvir ao gigante se vangloriar e se emplumar na frente daquela situação me desagradava demais, ainda mais quando ele começou a falar sobre abusar daquela pobre mulher. Uma palavra invadiu meus ouvidos assim como a neve caia naquela terra, “uma capitã procurada no blue”. Então ela era pirata, realmente o mundo não valoriza e nem perdoa aqueles que não escolhem o lado da lei.
A forma que ele tratava aquela mulher me fazia querer espanca-lo, além de abusar de seu próprio corpo ainda a tratava como se fosse algum bicho, a tortura me fazia me sentir ainda pior, já que depois daquilo ela nem iria conseguir se mexer para se defender dos futuros abusos. Ainda observando o gigante passou a voltar-se ao seu problema e a ridicularizar o ferreiro, agora exigindo que para o seu próprio ego este lamber suas botas, lamentável. - Desculpe a vocês, Ricchiardo e sua filha, por parecer que minha raça é feita de idiotas como este. - Com isso passaria a analisar novamente a situação, eu estaria próxima da “Ruína dos Titãs” a ponto de conseguir segurá-la? E até observaria os homens do gigante, quantos haveriam na minha vista?
  Entretanto, ao ver a lágrima escorrer do rosto da menina, ao sentir a angústia dos mais fracos e ver a dor de uma mulher sendo violentada, meus punhos não aguentariam por muito tempo. Em um movimento rápido, moveria meu punho direito na direção da barriga do gigante adversário e seguraria a maior parte de correntes que pudesse pegar de seu cinturão, enquanto utilizaria a esquerda para segurar o braço que possuísse o machado, esperando possuir alguma defesa de um contra ataque perigoso. Com isso, retornaria o braço do golpe, tentando romper as correntes, puxando a mulher para o meu lado e finalizaria com um soco forte no rosto do oponente, esperando afastá-lo um pouco da família e dela. Caso o ataque fosse mal sucedido, procuraria utilizar do eu alcançe para bloquear algum ataque de seus braços, posicionando meu antebraço disponível com o do oponente, evitando que ele pudesse utilizar de muita força sem perder o equilíbrio e prosseguiria com um soco lateral para realizar o soco médio, mas caso também não desse certo, teria que utilizar de algum empurrão na sua região toráxica para fazê-lo, em última tentativa, errar o ataque, enquanto tentaria agarrar as correntes. Procuraria ter o maior cuidado possível com os ataques para não ferir mais a mulher ou fazer o próprio imbecíl do gigante cair em cima dela, por isso estaria procurando tirá-la de seu corpo.
  Após o confronto, independente do resultado, posicionaria meu corpo a frente do ferreiro e, se estivesse, na frente da mulher nua, dizendo - Eu não sei o que vocês da marinha tem na cabeça, um monte de merda ou se é só ódio mesmo. Não sei se você reparou, mas não acho legal você insultar pessoas indefesas e ainda extorquir dinheiro delas. Agora vê se você se manda daqui ou eu mesma vou te encher de porrada sozinha. - Assim esperaria alguma resposta do indivíduo antes que ele ou seus aliados partissem para cima de mim. Neste ponto esperaria estar perto o suficiente e me posicionar perto da arma que Ricchiardo iria entregar, ela poderia me dar uma brecha para alguma defesa maior que meus punhos.  



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MensagemAssunto: Re: A aposta fatal: O Despertar do Rap Marítimo!   A aposta fatal: O Despertar do Rap Marítimo! - Página 2 EmptyDom 09 Set 2018, 21:20




A giganta se jogava contra Sigurd, mão direita nas correntes e esquerda na mão da arma, ela puxava as correntes, mas essas eram de metal e grossas o suficiente para não se romperem facilmente e apesar de Freya impedir o uso do machado, o homem ainda tinha uma mão livre e com ela desferiu um soco no demônio de Elbaf, o que a fez dar um passo para trás.
A distância criada entre ela e Sigurd era o que um dos aliados do marinheiro queria para poder revidar a ofensiva da giganta, o som de pólvora queimando explodia no ar com um estampido e Freya senia seu ombro esquerdo ser acertado por uma dor fina como uma agulhada, um tiro de rifle disparado por um dos capangas, para se apoiar após o golpe a giganta quase terminava de destruir a carroça do machado que estava em seus pés.

-Ora ora, a giganta quer revidar… Não sei porque, mas seu rosto me parece familiar… Já te conheci em algum bordel de Elbaf?

A voz de Sigurd vinha num tom ácido de desdém, ele tinha plena confiança na incapacidade da giganta de se transformar num problema ali e graças ao soco, Freya sabia o porque, ele era forte, não era apenas conversa, seria uma luta difícil, principalmente com os outros marinheiros ali.

Freya se encontrava com a ruína do titã próxima a seu pé direito, os capangas a sua esquerda uns vinte metros de distância e Sigurd a sua frente uns dez metros. Pai e filha estavam uns quinze metros atrás da giganta.










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MensagemAssunto: Re: A aposta fatal: O Despertar do Rap Marítimo!   A aposta fatal: O Despertar do Rap Marítimo! - Página 2 EmptyQui 13 Set 2018, 00:23


Kyojin

Ato 4

  Covardes não passarão, o medo em seus corações os fazem sacrificar de tudo até a sua honra para se sentirem superiores às outras pessoas. E quem determinou isso? O fogo das chamas dos corações dos valentes era a verdadeira amostra de grandes piratas, marinheiros, o que seja, e ela só seriam mostradas no momento de sorrir perante a própria chance de morte. As pessoas que não possuíssem essa beleza e a ferocidade para se manter de pé em momentos assim jamais passariam sequer da chegada na Grand Line. Enquanto a dor afetava o corpo, a mente só pensava na batalha, o que faria-me sorrir perante a situação desastrosa que me encontrava. - O soco do filho da puta dói, realmente parece ser o tipo de briga que eu tanto estava procurando depois do meu último torneio. - Os homens lutam bravamente, expondo suas armas e encarando de frente, mas somente enquanto as bestas e demônios observam de longe. É no momento que eles decidem participar que os mortais tremem de medo e clamam por misericórdia.
- Seu desgraçado, acho que já te vi mesmo em Elbaf, mas só se fosse pra ser na merda dos animais dos estábulos. Eu vou te partir ao meio pelo o que fez com essa mulher e a essa família. Talvez já me conheça, mas ouça as minhas palavras, o Demônio de Elbaf está com a sua cabeça para coletar.
Tiros não pareciam tão ameaçadores, eram mais uma dor incômoda do que algo fatal, mas não seria o caso para tanto a mulher quanto as duas pessoas atrás de mim, por isso era preciso salvá-los de alguma forma antes que o combate real ocorresse. Levar mais ataques diretos do gigante não me pareceria uma boa ideia, a sorte nem sempre está ao nosso favor. Por isso, aproveitaria a oportunidade de erguer o machado aos meus pés, Ruína do Titã, com meu braço direito e dispararia na direção do gigante, utilizando de minha aceleração e alcance para tentar impedir que este pudesse pensar muito antes de me confrontar. Inicialmente utilizaria de uma aproximação frontal, para que pudesse utilizar de uma jogada de pés, colocando o direito na frente e rotacionando o esquerdo, tentando rotacionar sobre o corpo de Sigurd e obter uma brecha para golpear a corrente com a arma, esperando rompê-la o mais rápido possível. Assim, repousaria novamente com o pé esquerdo, enquanto poderia usar de meu braço esquerdo para realizar uma cotovelada em suas costas, tentando causar algum desequilíbrio. Caso houvesse indícios de um ataque durante a execução do movimento, era exatamente por isso que ele seria executado, para que pudesse desviar de golpes verticais. Entretanto, caso ele utilizasse de um movimento lateral com o braço ou arma, utilizaria, durante o giro, de meu machado, levantando-o a altura da cabeça, tentando refletir o golpe e fazê-lo raspar pela arma.
Se a corrente fosse rompida, menos uma preocupação para afligir a minha mente durante o combate, agora poderia ir direto para cima do gigante sem medo das consequências imediatas. Entretanto, se não desse certo, teria que prosseguir com um novo plano a fim de retirar aquela mulher do meio do confronto. Por isso, tentaria me posicionar o mais próximo possível do gigante, evitando contato com seus braços e mãos.



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MensagemAssunto: Re: A aposta fatal: O Despertar do Rap Marítimo!   A aposta fatal: O Despertar do Rap Marítimo! - Página 2 EmptyTer 18 Set 2018, 15:50



- Seu desgraçado, acho que já te vi mesmo em Elbaf, mas só se fosse pra ser na merda dos animais dos estábulos. Eu vou te partir ao meio pelo o que fez com essa mulher e a essa família. Talvez já me conheça, mas ouça as minhas palavras, o Demônio de Elbaf está com a sua cabeça para coletar.

Sigurd torcia uma sobrancelha, ele parecia intrigado com algo.

-Demônio de Elbaf? Creio que já ouvi isso em algum lugar… Você por um acaso não teria recompensa teria? Ótimo… Vou te levar… Se tiver recompensa, ganho uma grana, se não tiver, bem… Garotas de Elbaf são raras… E temos alguns gigantes bem solitários por aqui…

O gigante fazia sua fala medindo a jovem de cima abaixo antes de lamber seus lábios, tratando-a completamente como uma presa a ser caçada e abatida.

A mulher pegava o machado a seus pés e se jogava velozmente na batalha, ela fazia um giro, porém girava de forma anti-horária com a arma na mão direita, isto fazia a mão desarmada passar de forma não hostil na frente do inimigo, bem antes da mão armada vir, isso tirava toda a surpresa, que já não era tão surpreendente por já ter sido vista, da velocidade da giganta, quando a mão armada dela finalmente apareceu e os olhos do demônio de Elbaf voltaram a ver o seu inimigo, ele já havia se movido, estava com uma mão pronta para segurar o pulso direito de Freya, ele o fez e chutou ela no estômago de forma a empurrá-la, o que a desequilibrava fazendo esta cair de barriga no chão.

Um peso então recaia sobre as costas de Freya, Sigurd se ajoelhava sobre ela para dificultar que esta se levantasse e se debruçava sobre ela, levando sua boca até a orelha da giganta.

-É assim que eu gosto das minhas mulheres… Inocentes e selvagens… É mais divertido de domar elas assim…

Ele dizia sua fala em um tom sinistro e então dava uma cheirada no pescoço da giganta seguida de uma risada baixa e uma mão boba que vinha vindo pelas costas rumando vagarosamente em direção aos glúteos.

-Ei você… Não toque nela…

A garota filha do ferreiro gritava e dava uns três passos determinados em direção a Sigurd, mas era parada pelo atirador que se apressava e agarrava erguendo-a do chão e imobilizando seus braços, enquanto as pernas balançavam no ar.

-Hey Sigurd…

Dizia o atirador por entre as madeixas da garota enquanto aproveitava que ela se retorcia para esfregar seu corpo contra o dela de forma nojenta.

-Ahh… Você sabe como eu gosto delas novas… E você me deve uma grana do poker…

Sigurd ria, a insinuação era clara.

-Ora… Se eu não te dever mais nada, pode ficar com a primeira dela para ti…

O atirador nem se incomodava em formular uma frase para responder Sigurd, ele tirava uma mão do abraço na garota e começava a direcionar essa abaixo do vestido da garota.

-Hmmm… Você consegue até sentir o cheiro de juventude nela, só posso ser o primeiro a tocar aqui… Ahhh que fruto raro…

O atirador levava sua mão direita por baixo do vestido da menina, suas ações não eram visíveis, mas ficavam muito bem subentendidas por suas falas e a reação da menina, que confusa com os toques daquele homem só fazia se debater mais e de forma mais desesperada.

-Não… Não me toque ai seu imundo…

A menina gritava em desespero, mas seu desespero levou outra pessoa a entrar em ação, seu pai, com um urro de raiva ele se jogou contra o atirador, mas parou no meio do caminho, um outro marinheiro, o possuidor de uma espada, havia desembainhado sua lâmina e a prostado de frente ao homem que em seu ataque de raiva se empalou na arma sem a ver. Os marinheiros riram.

O atirador perante aquela adrenalina toda da situação, não se aguentou mais e arrastou a menina para dentro da cabana, ela já estava em um nível de desespero muito alto perante a morte de seu pai, mas ao entrar na cabana seus gritos aumentavam ainda mais, como se algo muito sombrio e que infelizmente todos fora da cabana podiam imaginar que estava acontecendo… A preparação para o início de algo ainda pior e que viria a manchar a alma daquela pequena pro resto de sua vida, mas o atirador não era o único a ter uma onda de hormônios explodindo em suas veias.

-Você vê… Não temos nenhuma compaixão com os bandidos…

Sigurd falava de forma sombria no ouvida da gigante, sua mão esquerda chegava aos glúteos da mesma para um aperto bem indiscreto, enquanto sua nojenta e pegajosa língua rastejava com um rastro morno pelo pescoço de Freya, seguido pelo frio do vento congelando a fina camada de saliva sobre sua pele.

O gigante estava se perdendo na sensação do aperto da carne de Freya e do sabor de seu pescoço, de forma a estar baixando um pouco sua guarda, a ruína do titã estava a poucos metros de distância de sua mão esquerda, a mão direita de Sigurd segurava seu machado, o atirador estava na cabana com a menina e os outros estavam se aglomerando nas janelas desta, rindo e fazendo baderna.

-Eu sou o próximo… Não, eu sou o próximo… Podemos ir ao mesmo tempo, quem se importa… Então nós dois somos a próxima dupla a pegar a vagabundinha… E depois sou eu…

Eles discutiam ordem de atormentar a garota quando após um guincho agudo da garota que já vinha acompanhado do som alto de choro, seu vestido voava pela janela no rosto dos outros marinheiros, que comemoravam e cheiravam a peça de roupa como hienas em uma carcaça recém achada.

Para uma mulher conhecido como “demônio”, Freya tinha realmente achado um inferno para lidar ali.

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MensagemAssunto: Re: A aposta fatal: O Despertar do Rap Marítimo!   A aposta fatal: O Despertar do Rap Marítimo! - Página 2 EmptySex 21 Set 2018, 15:56


Kyojin

Ato 6

  - Pai, eu juro, eu não queria fazer nada de mau nesse mundo. Eu.. Não tive outra escolha, como eu poderia ter evitado? - Com um suspiro minhas lágrimas percorriam os seios de minha face, geladas e úmidas. Olhando para seu espectro, um véu negro repousava a minha volta, e nele, só havia luz. - Se pagam com os pecados, minha filha. Infelizmente este foi o seu. - Virando suas costas, rumou a distância, dando lentos passos. Em minhas mãos o sangue passou a escorrer, quente e viscoso ele passou a encharcar meu corpo nu, enquanto se espalhava pelo chão. Vejo a cabeça de minha vítima em repouso a poucos metros de mim, enquanto imensos olhos vermelhos de inúmeros tamanhos circulam em minha órbita.
  Abraçando a mim mesma sinto a pressão de meus amigos e família sobre meu corpo. Ao momento de maior desespero, consigo sentir um toque familiar, era a mim mesma que observava de perto enquanto minhas mãos não paravam se sentir a culpa pelo assassinato. - Não se pode vencer o mau sem seus próprios demônios. - Abro meus olhos e acordo de um rápido delírio, uma forte dor alcançava a região de minha barriga e costas, enquanto sinto algo pegajoso e mole passar pelo meu pescoço. Maldito seja Sigurd, e maldita seja minha estupidez. Enquanto era assediada pelo merda do gigante conseguia ouvir de longe a nova consequência de minhas imprudentes ações. Em Elbaf as coisas também não eram muito diferentes, pelo menos para pessoas de fora do vilarejo, mas nada tão descomunal assim. Meu sangue fervia enquanto percebia que ninguém ligava para o que realmente estava acontecendo, somente os “culpados” por tudo isso, os criminosos.
  As palavras do atirador somente mexeram mais com meu psicológico, cada vez me deixando mais fora de mim, em uma situação de real risco. Minha mente se fechava cada vez mais a raiva conforme ouvia os berros de desespero da menina. Seu pai, agora jazia a outro mundo, assim como o meu, enquanto seu espírito seria levado até o mundo dos mortos. Infelizmente, esse é um caminho sem volta… Sentir aquela mão nojenta de Sigurd fazia meu corpo entrar ainda mais em pânico, enquanto a adrenalina enchia meus vasos sanguíneos e fazia meus instintos tomarem cada vez mais a rédea de minha mente. - Meu machado, se eu conseguir alcançá-lo.. Atacar e matar, torturar e fazê-los pagar - Meus pensamentos não tinham mais tanta lógica quanto antes, mas ainda tinha meus objetivos principais em mente.
  Com o ódio em meus braços, procuraria arrastar o esquerdo para a direção de meu machado, que jazia no chão perto de meu corpo. Precisava ser rápida e sair logo dali, aquela menininha não teria muito tempo se eu continuasse a fraquejar. Sua juventude e inocência me lembravam as dos meus irmãos, o que me enfurecia mais ainda. Enquanto o gigante estúpido pareceria se distrair com meu corpo utilizaria da situação para abrir uma brecha e me soltar de seu peso. Caso conseguisse pegar o machado, esperaria até ter certeza que estaria lambendo meu pescoço, e usaria de minha mão direita para segurar sua cabeça pelos cabelos ou até pelo seu próprio pescoço e, independente de conseguir segura-lo, golpearia com toda a minha força para trás, em um movimento parecido com os que os pescadores fazem para jogar a linha da vara de pesca no mar, com o meu braço esquerdo. Repetiria o golpe mais de uma vez procurando aumentar minhas chances, isso com o objetivo de acertar seu rosto, olhos ou cabeça com a parte traseira do machado, que possuía uma ponta perfeita para fincadas na carne dos adversários. Entretanto, se não conseguisse pegá-lo a tempo, sendo segurada pelo gigante, impulsionaria meu corpo para a frente, a fim de desequilibra-lo e então puxaria seu pescoço com a minha mão direita, tentando retirá-lo de cima do meu corpo e seguiria com um soco para o seu nariz, tentando o atundir por algum período. Porém, sempre haveria a hipótese de não conseguir fazer como o planejado, e por isso, se tudo falhasse e sofresse ataques, tentaria cobrir minha cabeça com meus braços e evitar algum golpe muito danoso e bloqueá-lo. Mas se este fosse nas outras regiões do meu corpo, viraria minha cabeça procurando confrontá-lo de frente e tentaria me levantar o suficiente para encostar minha boca em sua face, língua, ombro ou pescoço e assim prosseguiria para uma medida extrema e morderia-o com tudo que tivesse, para que de alguma forma pudesse sair daquela situação.
  Se saísse de garras daquele filha da puta, rapidamente me botaria de pé e tentaria segurar meu machado no processo, na minha mão esquerda, se já não estivesse o segurando. Caso não estivesse morto, aproveitaria o alvoroço para não perder tempo, partindo para o combate direto. Partiria para o seu encontro em disparada, e, caso estivesse aturdido partiria diretamente para um ataque lateral em sua cabeça, procurando decapitá-lo de vez. Usaria de meu impulso e seguraria o machado com as duas mãos para adquirir mais força. Entretanto, se ele fosse bloqueado, precisaria me reposicionar para garantir uma boa defesa, o que seria difícil pela força do ataque. Para isso, tentaria empurrar com meus ombros o peitoral do inimigo, pelo lado do ataque, tentando evitar seu ataque e realizar um contra golpe emergencial.
  Meus olhos não expressariam emoção alguma, somente a pura vontade de viver e matar. A raiva já estaria fluindo o suficiente até para ignorar a presença da capitã presa em sua cintura, minha prioridade era sobreviver e salvar aquela garota, que tanto lembrava aos meus caçulas. Porém, caso ele estivesse pronto para o combate, de pé e preparado para receber meus golpes, buscaria uma posição mais balanceada, com o machado somente em uma mão. Dispararia em sua direção novamente, mas desta vez faria um movimento falso de ataque pelo machado e realizaria um chute em sua base mais fraca, utilizando de minha perna direita. Ao mesmo tempo, se conseguisse desequilibra-lo, estando em queda ou não, partiria com o verdadeiro golpe inclinado, de cima para baixo, com a Ruína do Titã, em direção ao seu ombro, buscando cravá-la em seu tórax. Entretanto, se ele esquivasse do chute ou utilizasse de um ataque para bloqueá-lo, ainda mais se fosse com seu próprio machado, procuraria frear o movimento, o máximo que pudesse e evitar que fosse decepada. Assim, voltaria ao meu golpe com o braço esquerdo enquanto realizaria o movimento.


- Sem descanso, sem misericórdia, as chamas de minha alma gritam.


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MensagemAssunto: Re: A aposta fatal: O Despertar do Rap Marítimo!   A aposta fatal: O Despertar do Rap Marítimo! - Página 2 EmptySab 03 Nov 2018, 15:34

Narração

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Estava anoitecendo, o tempo de Freya estava acabando nem mesmo ela podia saber quanto aquela pequena garotinha aguentaria. A unica coisa que Freya sabia e que estava totalmente disposta a salva-la. Porém, problemas estavam mais dispostos ainda a atrapalha-la em seu objetivo, impedindo-a, e cada vez mais a afastando-a da garotinha, sem falar no sangue em suas mãos que agora estariam a persegui-la por onde ela fosse, mais oque foi feito, estava feito. Agora antes de cumprir seu principal objetivo precisava sair de onde estava mais não seria facil. Mas mesmo assim enquanto o tempo passava se mais passavam planos de ataque por sua cabeça de como atacar o gigante que esta tentando fazer certas coisas com ela.

A cada instante estava claro que Freya estava mais e mais a não se própria reconhecer, agora pensava em matar, torturar e fazer os que estavam fazendo aquilo com e a garotinha, pagar. Algo que a antiga Freya demonstrava abominar, pois bem, seu plano foi posto em ação. Agora enquanto o gigante estava a se aproximar dela ela estava esperando o momento certo do ataque, e deu certo, enquanto Singurd lambia desesperadamente o pescoço de Freya se perdendo no cheiro de Freya, ela o empurrou e o segurou pelo pescoço com sua mão direita, e em seguida dava ataques seguidos um do outro, um acertou o Singurd em seu peito e o outro ela errou por pouco, já que com a dor do primeiro golpe ele caia ao chão fazendo um grande estrondo ao chão e fazendo com que o machado de Freya passasse por cima de Singurd, sem muito descanso Singurd se levantava desesperado e desacreditando que Freya a tinha acertado com tamanho poder de golpe, com ódio em suas falas ele gritava -Agh! Co-Como ousa! Sou um oficial da marinha altamente renomado! Você se sobreviver aqui! Te ca- Sem perder muito tempo e sem esperar o termino da frase de Singard Freya avançava contra o Gigante e girando seu machado com as duas mãos o acertava com força total em seu pescoço quase o decapitando, Freya percebia que seu machado havia ficado preso no pescoço de Singard, e sem falar nada Freya o retirava sem expressar qualquer reação, seja de remoço ou medo até mesmo ódio. Em seguida, rapidamente o atirador saia da casa desesperado da casa levantando suas calças e só por um instante você via a menina pela porta amarrada a cama da cabana, e sem terminar de levantar suas calças o Atirador mirava em Freya tentando atirar nela, se assim Freya permitisse.

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