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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 A aposta fatal: O Despertar do Rap Marítimo!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: A aposta fatal: O Despertar do Rap Marítimo!   A aposta fatal: O Despertar do Rap Marítimo! EmptyQua 04 Jul 2018, 03:09

A aposta fatal: O Despertar do Rap Marítimo!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Cory Constantine. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: A aposta fatal: O Despertar do Rap Marítimo!   A aposta fatal: O Despertar do Rap Marítimo! EmptyQui 05 Jul 2018, 01:03




HP: 44/44 - SP: 62/62 - VEL: 00/03


       Talvez, um dos momentos mais calmos da vida viesse durante as noites. Era quase como uma linguagem universal de mansidão e descanso. Mesmo em pontos completamente distintos do mundo, todos sempre compartilhavam o sono sob a luz da lua. No entanto, algumas noites são bem menos silenciosas do que as outras. Mesmo antes de amanhecer, já seria possível escutar barulhos vindos do leito de Cory.
     "Pum...Tuts tuts tuts Pf ts ts tuts..." - Ritmos e sons de beatbox saíam de sua boca. Se há algum mistério insolucionável no mundo, teria que ser a mente desse garoto. Mesmo dormindo, seu corpo ainda parecia funcionar em força total. Não em metabolismo, ou em movimento... mas em algo muito mais peculiar: era quase como se seu cérebro sempre estivesse em um pique de festa.
       Antes mesmo de acordar lucidamente, sua boca e cordas vocais já fariam os típicos ritmos de dubstep. Era como se ele fosse o próprio despertador. Suas mãos, logo depois, seguiriam os sons, complementando-os com gestos e símbolos no tempo da música. Só para, então, a sua consciência perceber que chegara a hora de despertar.
    De todos os dias em que passara em Micqueot, esse talvez fosse o mais especial. Seria o dia em que, finalmente, iria cumprir com sua parte naquela aposta. A mesma aposta que martelava-se em sua cabeça diariamente, desde o momento em que saíra de sua ilha natal; que o fizera perder noites de sono e se perguntar se realmente estava seguindo pelo caminho certo; a aposta... que mudara a sua vida para sempre.

"Ei, velho maldito!" - Fungando o nariz a cada palavra, exclamou, com uma chorosa e aguda voz de criança. "Vamos fazer uma aposta. Se, antes de você morrer, eu conseguir conquistar o mundo inteiro, sem nunca precisar do seu dinheiro... você vai me tornar o novo líder da família."

   Mesmo sendo há mais de dez anos atrás, aquelas palavras permaneciam nítidas em sua memória. Mais do que um dever, aquilo era uma oportunidade. A chance que tinha de finalmente mostrar para o idiota do seu pai do que realmente era capaz de fazer. Do que Cory era capaz de fazer.

     "Heh, o meu nome é Cory e um rapper eu sou. Mas, apesar de tudo, parece que a hora chegou. Yo." - Cantaria, movendo seu corpo ritmicamente. Sua cabeça não apenas se moveria para cima e para baixo, como também moveria seus ombros alternadamente. Seria nesse clima que o rapaz se vestiria, preparando-se para o dia de hoje. Tentaria encontrar e colocar sua jaqueta roxa, juntamente com seus cordões e anéis de MC, não deixando, claro, de tratar sua careca com quaisquer produtos que possuísse.
     Assim que estivesse pronto, já sabia a primeira coisa que faria. Antes de sair daquela ilha e começar a sua encruzilhada, precisaria de uma arma. Lembrava-se muito bem da sua época de mafioso. Durante os anos de treinamento, foi obrigado a manusear incontáveis ferramentas diferentes. Nunca conseguiu se adaptar com nenhuma delas. Todos os mecanismos, botões e táticas necessárias para se usar uma pistola, ou um rifle, o deixavam mais confuso do que confiante. No entanto, ainda jazia em sua memória uma das poucas armas que conseguira usar com fervor: o bom e velho soco inglês.
    À procura do objeto, primeiro tentaria encontrar alguma espécie de loja de armamentos. Esperaria que o clima estivesse minimamente quente... nunca conseguira realmente se adaptar ao frio do North Blue. Porém, não deixaria isso abalar a sua clássica postura e semblante de animação. Independentemente de as ruas estarem cheias, ou não, não deixaria de deixar claro a todos a sua presença. Fazendo ritmos com a boca, e dançando enquanto andava, faria questão de apontar para cada garota que visse, seguindo o gesto com uma piscadela com o olho direito. Em sua cabeça, o mundo era dele.
   Se encontrasse alguma loja, não importando qual fosse, Cory entraria sem pensar duas vezes. Finalizando o beat que estava fazendo com uma última sequência de sons e dando uma girada de 360º com o corpo, em um pé só, pararia com os dois pés, olhando para o teto, esperando aplausos de quem quer que estivesse ali.
   Independente da animação do público, se dirigiria imediatamente para aquele que julgasse ser o dono da loja. Se não houvesse ninguém que caísse nessa categoria, o rapaz esperaria em pé até alguém chegar, inevitavelmente deixando-se voltar a fazer beats depois de alguns minutos.
     "Hey, hey, hey, hey. Escute bem. Cory na área." - Falaria para o dono, esperando chamar sua atenção. Cruzando os braços e olhando para cima, continuaria: "Quero saber se posso conseguir uma soqueira. Não que eu esteja planejando fazer besteira." - Se houvesse soqueiras na loja, assentiria com a cabeça, como se congratulasse sua própria genialidade por ter ido ao lugar certo. "Muito bem, então vamos do começo." - Já levando sua mão ao seu dinheiro, terminaria: "Pode falar o preço."
     Em caso de resposta negativa, acabaria por perder a compostura. Até mesmo suas rimas se desfariam pela decepção. "Mas não há realmente nenhum jeito?" - Quase que não aceitando essa realidade, o menino insistiria até que lhe fosse dado alguma maneira de adquirir uma soqueira, ou até que fosse retirado à força do estabelecimento.
     Se, na verdade, não conseguisse encontrar nenhuma loja, ainda tinha uma segunda possibilidade nas mangas, que conseguiria unir o útil, ao agradável: tentaria seguir até o porto. Não apenas poderia arrumar alguma maneira de sair da ilha, como também poderia encontrar combatentes com o artefato que desejava.
     Se chegasse até lá, a primeira coisa que faria seria tentar identificar algum navio, ou grupo de pessoas, que pensasse ser composto de lutadores, ou, até mesmo, piratas. "Yo, yo, yo, yo. Me chamo Cory. Não gostou, corre." - Talvez, sua coragem fosse fenomenal, ou apenas seu senso de perigo que fosse desregulado, mas o rapaz tentaria se aproximar do primeiro grupo que visse que atendesse às características que procurava. "Estou me preparando para uma jornada. E preciso de uma arma." - Sem deixar de fazer seus gestos com as mãos, terminaria: "Se puderem me ajudar, ficaria muito grato, saca?"

Coisas:
 

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MensagemAssunto: Re: A aposta fatal: O Despertar do Rap Marítimo!   A aposta fatal: O Despertar do Rap Marítimo! EmptyDom 08 Jul 2018, 14:31



Narração
Cory


A bela cidade de Micquot, famosa pelos seus vinhos, branco, tinto, amargo, pouco importava, todos ali trabalhavam para ou com Muller, o dono da loja mais famosa da cidade “Adega One”, uma loja gigantesca, onde ocupava de ¼ da cidade, era uma loja bela, toda feita de madeira, com janela de vidros, deixando que a luz entrasse e tomasse conta do local, afinal, no rigoroso inverno da cidade, o dia durava pouco e a noite era longa e cheio de terrores.

Nessa cidade se encontrava Cory, um garoto que chamava atenção por onde passava, seja por sua estatura ou pelo jeito com que mexia seus lábios, era como se houvesse um aparelho de som em sua garganta, os civis paravam tudo o que estava fazendo quando o rapaz caminhava pelas ruas cobertas de neve da cidade. Sem ao menos perceber Cory já estava dentro da “Adega One”, por ser uma loja gigantesca, era fácil entrar ali sem saber, o difícil era sair.


Recepção:
 

Reação de Todos:
 


Parecia ser um saguão, ou a recepção, tinha várias pessoas ali, todas bem vestidas, as mulheres vestiam vestidos longos de gala, usavam belas joias, já os homens vestiam ternos elegantes, de cores variadas, brancos, pretos e até mesmo azul marinho, mas havia uma coincidência, todos ali seguravam uma taça de vinho em suas mãos, e se Cory tivesse prestado mais atenção, poderia notar que do lado de fora estava escrito numa placa, “degustação do novo vinho Galaway – Safra 22, SO PARA CONVIDADOS”, como Cory conseguiu passar pela segurança era uma incógnita, mas o mal já estava feito e todos agora prestavam atenção no que o garoto falava, algo sobre conseguir uma soqueira.

Todos na sala tampavam a boca para esconder um sorriso em seus lábios, as roupas e o jeito como o rapaz falava aparentemente era o motivo para a graça – Olha o tanto que ele e gordo Eu nunca vi roupas tão fora de modaEle tem cara de vagabundo – Isso era o que podia ouvir na sala, todos pareciam tirar sarro do rapaz, mas um homem saia do meio da multidão – Você chegou cedo, estou apresentando o produto ainda, por favor, me siga ate minha sala, e lhe arrumarei tudo o que o senhor pedir – falava o homem olhando para cima, tentando encarar os olhos de Cory, depois o homem se virava para os convidados, erguia suas mãos tentando acalmar todos que estavam ali – Tudo sobre controle, podem subir as escadas, teremos uma explicação e depois teremos um show com os melhores músicos do North Blue, por favor, sigam a contra-mestre.

Assim, todos seguiam os passos de uma bela mulher, que usava um vestido preto com um grande decote, e mostrava parcialmente seus seios, suas costas estavam descobertas, podia-se dizer, que era a mulher mais bela dentro todos que estavam ali. Quando todos subiram, o homem misterioso soltou todo o ar que tinha em seus pulmões – Graças a Deus eles subiram, pensei que nunca ia acabar, venha por favor – Neste momento Cory era puxado pelo braço, até que alguns passos a frente, entraram numa pequena sala, na verdade parecia mais um escritório, havia um grande sofá de couro preto, uma escrivaninha com alguns papeis encima, uma mesinha no centro, onde estava uma garrafa de vinha e 4 taças.

O homem se sentava atrás da escrivaninha, e acendia um charuto, baforando algumas vezes, ele finalmente voltava seu olhar para Cory – Você deve ser o rimador que a minha filha havia me dito, você e da Grand Line ne? Eu sou o dono desta loja, a “Adaga One”, você me assustou um pouco com aquele papo de soqueira haha, pensei que era um bandido, você e bem imponente Sr.Cory – após uma pausa, o homem tragava novamente seu charuto – Essa galera veio comprar meu novo vinho, se puder fazer umas rimas envolvendo vinho dinheiro e mulher, todos ficaram impressionados, eu queria trazer violinistas, mas minha filha falou muito bem de você, mas ele me disse que seu nome era “Slim Shade”, mas você e enorme haha.

Cory agora se encontrava dentro do escritório, aparentemente, o homem esperava alguma reação dele, não se sabe qual, afinal, Cory entrou ali sem saber onde havia se metido, tudo aconteceu muito rápido, e dependeria da reação do ex-mafioso para sair dali por cima.

Willian West


Dono da Loja, Muller:
 

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MensagemAssunto: Re: A aposta fatal: O Despertar do Rap Marítimo!   A aposta fatal: O Despertar do Rap Marítimo! EmptyDom 08 Jul 2018, 21:44




HP: 44/44 - SP: 62/62 - VEL: 00/03
    Não havia demorado muito para que encontrasse um estabelecimento. Como de costume, sequer prestou atenção em seus arredores e entrou com tudo o que tinha dentro do local. Depois de sua extravagante chegada, quando enfim tomou um tempo para observar o local em que se encontrava, não deixou de conter sua surpresa. Mesmo ocupando quase um quadrante inteiro da cidade, o garoto parecia nunca ter entrado naquela loja.
       Lustres luxuosos, pisos polidos e vinhos caros... sem contar todas aquelas moças e homens bem vestidos que o olhavam com olhares de nojo e desprezo. De todos os lugares, aquele era o que menos esperava lembrar-lhe de casa... e lembrar tão perfeitamente assim. "Olha o tanto que ele e gordo – Eu nunca vi roupas tão fora de moda – Ele tem cara de vagabundo" - Algumas das frases pareciam até mesmo adentrar os seus ouvidos em outras formas... em outras vozes. Principalmente a de sua irmã.
     Quando estava, porém, prestes a tomar uma atitude, fora interrompido por uma pessoa surgindo em meio à multidão: "Você chegou cedo, estou apresentando o produto ainda, por favor, me siga ate minha sala, e lhe arrumarei tudo o que o senhor pedir." - Aquela aparição repentina trouxe o rapaz de volta à realidade. Logo em seguida, todos os convidados pareciam se direcionar para o andar de cima. Quase que ao mesmo tempo, o menino suspirou junto ao homem... talvez, no entanto, por motivos diferentes.
      Foi pego pelo braço. Não soube, no início, como reagir, mas qualquer coisa que o tirasse daquele ambiente pomposo parecia ser aceitável. Foi apenas quando seus olhos deram uma última volta pelo salão, que acabaram colidindo com um ponto em particular: uma mulher. Não era como as outras, exalava uma aura diferente. Na frente da multidão, parecia guiá-los ao próximo destino na sala. Naquele ambiente iluminado, o vestido preto brilhava muito mais do que os brancos e coloridos, que misturavam-se ao resto dos ornamentos. No pouco tempo que pôde vislumbrar seu corpo, parecia quase que se hipnotizar por ela. "Que... bonita." - Pensou, para logo em seguida ter sua visão tomada por uma pequena sala.
       Era um ambiente diferente, praticamente um escritório. Talvez, muito mais aconchegante. Assim que vira o sofá de couro, não demorou para que tentasse sentar nele, limpando rapidamente uma possível baba que estivesse em sua boca depois do "transe". O homem começava a falar algumas coisas... mas estava distraído. Na maior parte do tempo, na verdade, parecia sequer escutá-lo: a imagem daquela mulher não saía de sua cabeça. Batendo levemente o pé no chão, em um ritmo, parecia pensar em alguma rima que pudesse fazer sobre ela. "...Preto... vestido preto. ...espeto?" - Fora em momentos desconexos que seu cérebro realmente assimilou o que estava sendo dito. "Você deve ser o rimador... você e da Grand Line, né? Eu sou o dono desta loja, você e bem imponente Sr. Cory. ...se puder fazer umas rimas envolvendo vinho, dinheiro, minha filha... ...mas você é enorme haha." - Foram essas as palavras que realmente entraram na cabeça do rapaz.
      Quando parara de pensar em rimas e começara a raciocinar o que havia acabado de ouvir, acabaria por assentir com a cabeça, com um sorriso confiante. "De fato, sou imponente." - "...Sim, eu venho da Grand Line." - Diria. "Não sei como você descobriram isso. Vocês devem ser mesmo meus fãs, hein?" - Falaria isso quase que para si, rindo e dando ênfase na palavra "meus". "Fazem mais de dez anos... Parece que foram dias." - Por algum tempo, pareceria perder-se em pensamentos. Tanto que até mesmo as rimas cessariam. Em certos momentos seus punhos pareceriam cerrar, como que aliviando uma frustração que caminhava pela sua mente periodicamente. "...Mas não quero lembrar muito dessa época." - Terminaria, voltando à realidade. Mesmo gostando do homem à sua frente, tudo estava acontecendo muito rápido. Não prosseguiria sem antes reservar um tempo para pensar, de braços cruzados.
      Por quase um minuto, Cory ficaria imóvel, pensativo. Talvez, tudo o que acabara de acontecer possa ter sido repentino... rápido demais. Chegara naquele local atrás de uma arma, mas nesse momento, na verdade, sequer pensava mais nisso. Havia algo muito mais importante acontecendo ali: independente de como fora recebido... independente do que achara do lugar... independente de tudo, a sua rima foi convocada. E isso era algo que jamais negaria a ninguém.


    "Ei, velhote." - Diria. Havia chegado a uma conclusão. Um sorriso se abriria em sua boca enquanto sua cabeça se movia no ritmo de alguma trilha de ação que tocava em sua cabeça naquele momento. Apoiando as mãos nos joelhos, levantaria-se, olhando para ele. "Você é um homem de sorte. Falou com o rapaz certo." - Levando uma das mãos para o alto, apontando para o teto, terminaria, com a cabeça abaixada: "Afinal, o papo é reto: eu sou o maior rapper do mundo, Cory Constantine. Não gostou, você que se vire." - Terminou. Não tinha noção alguma de que ele não era a pessoa requisitada.
     Permaneceria na mesma pose durante um bom tempo, suficiente para que o clima ficasse um tanto desconfortável. Logo que voltasse à posição casual, continuaria: "Bom... antes de eu chacoalhar essa ilha..." - Uma combinação não muito usual... queria que rimasse sobre vinhos, dinheiro... e a filha dele? Independente do pedido, não poderia decepcionar quaisquer que fossem seus fãs. "Queria saber se posso ver a sua filha." - Precisava ter uma boa ideia de o que estaria estaria rimando. No caso de não poder vê-la, por não haver tempo, ou por quaisquer outros motivos, seguiria dizendo: "...Tudo bem, talvez outra hora. Mas ainda queria conhecer o palco." - Diria, completamente cheio de si. Ainda que fosse cedo para começar, o garoto queria, ao menos, olhar o local aonde faria as rimas. Era a primeira vez que recebia um pedido de apresentação. Na sua cabeça, aquilo era reflexo de seus talentos, que finalmente estavam dando frutos. Talvez, essa fosse a chance que teria para provar àquelas garotas que ele não era apenas um vagabundo, pensava.
       Antes mesmo que o homem o guiasse, Cory já sairia da sala e começaria a andar. "Por falar nisso... quantas pessoas estarão assistindo?" - Terminaria, curioso.


Coisas:
 

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MensagemAssunto: Re: A aposta fatal: O Despertar do Rap Marítimo!   A aposta fatal: O Despertar do Rap Marítimo! EmptySeg 09 Jul 2018, 23:38



Narração
Cory


Muller tragava seu charuto, infestando a sala com sua fumaça, ouvia atentamente as palavras, ou digo, rimas que Cory lhe falava, quando perguntado se poderia ver sua filha primeiro, o fumante balançou negativamente a cabeça – Ela chegara mais tarde, o trabalho toma todo o tempo dela, coitada, eu falo pra ela arrumar um marido logo, ela não me escuta – dizia Muller gesticulando com seus braços como que tentando conter a angustia que havia em si. Vendo que não poderia conhecer a donzela de imediato, Cory pedia para ver o palco, ao ouvir essa pergunta, Muller já saltava da cadeira – Mas e claro Sr.Cory, garanto que ficara impressionado, seu talento será bem apreciado aqui na minha loja, eu lhe garanto – o homem então saia por trás da mesa e caminhava rumando para a porta – Me acompanhe.

Cory então seguia o anfitrião, ainda curioso, o rapper questionava quantas pessoas haveria na plateia, o homem então parava e abaixava a cabeça como se estivesse tentando lembrar da quantidade – Se me lembro bem, terá umas 50 pessoas, eu não sei quantas amantes os figurões trouxeram – Muller então se aproximava de Cory, e olhava para os lados para certificar-se de que não haveria ninguém por perto, e realmente não tinha – Esses são investidores de muito longe, alguns vieram até da Grand Line, eu odeio admitir, mas tem uns nomes famosos, já ouviu falar do Dom Marlon Brando “ O Bulldog”, e seu filho All “Cicatriz” Paccino, são mafiosos, acredita? Eles realmente gostam de vinho, mas por favor, não precisa ficar com medo deles, eu contratei alguns seguranças por precaução.

Muller ao terminar de contar o “segredo” continuava a subir os lances de escadas, seguido logicamente por Cory. Quando chegaram no 1º andar, os dois chegaram num longo corredor todo branco, com alguns quadros nas paredes laterais, todos continham uma figura bebendo vinho, alguns deles estavam nus, outros vestiam apenas trapos, era uma arte realmente bonita, para quem entendia de arte. O corredor dava numa porta enorme, que Cory não precisava se abaixar para poder entrar, ao abrir, podia notar uma grande sala, com várias cadeiras acolchoadas em vermelho, com um grande palco de madeira, a moça de vestido preto estava nele, segurava uma garrafa de vinho, e aparentemente estava explicando como era feito, como as frutas eram colhidas, coisas assim.

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- Esse e o palco, acho que ficara bem, lembre-se, não faça rima que possa ofender estes homens, ou estarei ferrado haha – Muller então fechava a porta e caminhava novamente ao saguão, seguido de perto por Cory. Passaram novamente pelas escadas, e desta vez, Muller caminhou mais fundo na loja, até chegar no final do saguão, onde havia uma porta escrito “Apenas Funcionários”, ao abrir, havia 3 pessoas la dentro, o trio ao ver Muller esboçaram um sorriso, e a única mulher que havia entre eles perguntou – Este e o “Slim Shade”, serio? Haha – A pergunta sarcástica arrancou sorriso de todos, até mesmo Muller sorrio com a situação – Cory, este são a banda, eles iram lhe ajudar com qualquer coisa, eu irei conversar com os investidores, e mais tarde, minha funcionária iram lhe chamar, fiquem a vontade – Muller então saia da sala deixando Cory com os 3 sujeitos.

Era uma sala maior que a Cory esteve anteriormente, possuía dois sofás grande, para três pessoas, um em frente ao outro, no meio, havia uma mesinha de centro, havia uma garrafa de vinho um pouco acima da metade, e uma garrafa de rum com apenas dois dedos de liquido, todos os três seguravam um copo com bebida. A Mulher era uma loira muito bela, porém, suas vestimentas não deixavam isso transparecer, vestia uma camiseta branca, e uma calça jeans preta, usava botas de salto alto e era a unica que bebia vinho, seu cabelo loiro caia em suas costas, como anteriormente ela puxou o assunto – Eu sou Karol, mas e com K, não com C, por favor não esqueça isso – a moça agora apontava para um homem que estava sentado no sofá da direita, vestia um casaco de couro, uma calça bege e botas, seu cabelo estava preso deixando com um pequeno rabo atrás de sua cabeça, tinha cicatriz em seu direito – Este e o Marshall Bruce – Agora a loira apontava para um velho que estava sentado no outro sofá, este usava um chapéu que cobria seu rosto, mas era possível ver uma barba branca que cobria seu queixo, o velho fumava um cigarro e usava um casaco longo que cobria todo o seu corpo – Por fim, mas não menos importante, este e o Kid, então “Slim”, sabemos que você não e quem diz ser, não quisemos te entregar antes, mas pode começar a desembuchar ou a coisa ficara preta – o feição de karol mudava completamente e seu rosto era sério, tudo dependeria da resposta de Cory para sair daquela situação.


Willian West


Karol:
 


Marshall:
 

Kid:
 

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MensagemAssunto: Re: A aposta fatal: O Despertar do Rap Marítimo!   A aposta fatal: O Despertar do Rap Marítimo! EmptySex 13 Jul 2018, 21:14




HP: 44/44 - SP: 62/62 - VEL: 00/03
    O garoto caminhava junto ao anfitriao. "...Então ela trabalha muito... e ainda por cima precisa de um marido. Aposto que deve ser bela. Talvez seja mais fácil do que eu pensava rimar com ela.", pensava o rapaz, após as considerações que ouviu do homem. Não fora muito apos isso quando escutou sobre os figurões que estavam naquele evento. De todos os dias, aquele parecia ter sido escolhido a dedo para que seu passado voltasse a sua mente.
         Foi quando chegou no palco que sua cabeça quase foi aos ares: poltronas acolchoadas, cortinas vermelhas e portões extravagantes. Para ele, que só tivera oportunidade de apresentar-se em bares e pequenos restaurantes, sequer imaginara que chegaria àquele ponto, pelo menos tão cedo. Não só isso, mas também avistara aquela mulher de vestido preto. Na verdade sequer escutara sobre o que ela falava, ou o que apresentava no palco. Seus olhos pareciam apenas deleitarem-se nos poucos segundos que tinha para observá-la. Na verdade, aquilo era tão bom que sequer parecia ser verdade. Poderia ser pouco, mas começava a surgir um pequeno broto de questionamento na mente de Cory. Afinal... como tudo chegara naquele ponto?
       Logo depois fora deixado em mais uma sala. Um ambiente aconchegante deram-o uma boa primeira impressão da sua "banda". Sequer havia esperado o que fora dito a seguir: "Por fim, mas não menos importante, este e o Kid, então “Slim”, sabemos que você não e quem diz ser, não quisemos te entregar antes, mas pode começar a desembuchar ou a coisa ficara preta." - Por instantes, Cory pararia no lugar. De todas as introduções possíveis, aquela jamais passaria pela sua cabeça. "você não e quem diz ser...", pensava. O que aquilo significava? Fora apenas depois de alguns segundos de indagação que um pensamento enfim clicaria em sua mente.
       "Era isso..." - Concluiria, em sua cabeça. Seu semblante mudaria completamente. Depois de tudo que fizera para esconder seu passado... para, enfim, conseguir criar seu nome a parte de sua família, parecia estar sendo, mais uma vez, puxado para o abismo. Eles sabiam... De alguma forma, sabiam o que ele era... o que costumava ser. Não apenas isso, como também não pareciam estar ali apenas para conversar. Quem diabos... eram aquelas pessoas, afinal?
       "....." - Apontaria o dedo para Karol. Suas suspeitas, de certa forma, haviam se comprovado. Todo aquele luxo repentino... os vinhos... a menção de mafiosos presentes. E tudo isso no dia em que decidira sair para o mar. Não tinha como tudo ser coincidência... cada aspecto daquele lugar remetia a apenas uma coisa em sua cabeça, quase como se o destino estivesse brincando com ele.
       "Slim...?! Você ta brincando com a minha cara?" - Diria, indignado com a piada de mal gosto que pensou terem feito com ele.? "...Agora a brincadeira ta ficando clara. Eu sabia que o velho nunca cumpriria com sua parte no trato... Vocês não estão aqui só de papo... não é?" - Começaria. "...Já adianto que eu sei muito bem que já tem mafiosos aqui. Não sou mais o garoto que eu era daquela vez. Então, podem dizer pro velho que eu não tenho medo algum de vocês." - Terminaria, apoiando um dos pês na mesa de centro, entre os sofás, com um olhar cerrado na direção de Karol, talvez, quase como desafiando-a a fazer alguma coisa.
       Talvez, o rapaz só estivesse afundando sua mente em uma grande confusão. No entanto, tudo o que conseguia pensar era que aquelas pessoas foram enviadas pela sua família para pegá-lo.
       Se, após o que havia falado, as pessoas presentes tentassem atacá-lo, não veria outra opção: como havia três pessoas na sala, e Cory se localizava no centro, um dos lados precisaria ter apenas uma pessoa. Assim, tentaria chutar a mesinha de centro na direção da pessoa separada, tentando ganhar tempo o suficiente para que ele pudesse correr por essa mesma direção até chegar à saída.
       Se, no entanto, não houvesse reações ofensivas, seguiria dizendo: "Eu não vou ficar aqui ouvindo isso... porque tem uma pessoa lá fora que realmente reconheceu o meu talento." - Direcionando-se à porta, para sair da sala, finalizaria: "Então podem ir embora antes que o dono tome conhecimento." - Após isso, saria do local. Já sabia muito bem o seu próximo passo: encontrar Muller e contar a ele a verdadeira natureza dessa banda.


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West
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MensagemAssunto: Re: A aposta fatal: O Despertar do Rap Marítimo!   A aposta fatal: O Despertar do Rap Marítimo! EmptyQua 18 Jul 2018, 19:44



Narração
Cory


Todos olhavam para Cory, o homem parecia não entender o que acontecia ali, quando Karol lhe disse palavras pesadas sobre sua identidade, o rapper começava a entender no que havia se metido, mesmo sendo um pouco atrasado, era fácil compreender a situação, Muller pensava que Cory era o famoso rapper “Slim Shade”, quando na verdade era apenas um rapaz querendo demonstrar seu rap para o mundo, um novato no mundo da música, que se encantava com um palco quando via.

A feição do “branquelo” mudava completamente, seu passado havia lhe alcançado? Era isso que Cory pensava, quando seu dedo rechonchudo estava apontado para a loira, o rapper dizia tudo aquilo que pensava, enquanto as palavras saltavam de sua boca, os membros da “banda” trocavam olhares como que tentando entender o que era dito, mas foi quando Cory terminou suas palavras e colocou seu pé na mesa que todos voltaram suas atenção para ele, pois, com o seu peso a mesinha do centro se partiu em duas, o jeito como o rapaz dizia suas palavras parecia um líder entre os demais, Kid esboçou um sorriso entre um trago no seu charuto, e balbuciou algumas palavras – Ele tem culhão kek.

Karol tentava decifrar as falas do gordo, quando seu rosto ficou pálido, e a moça teve que se sentar no sofá – Eles estão aqui Marshall, so pode ser eles – a moça então passava suas mãos em seus cabelos enquanto seus olhos fitava a mesa quebrada. Foi então que Marshall se levantava, mesmo sendo alto, não tinha altura suficiente para olhar Cory nos olhos, mas sua presença era sentida, um homem forte, com um rosto belo, seus olhos eram indecifráveis, a única coisa que estragava era a cicatriz em seu olhos – Não somos uma banda, e não sei de que velho você está falando, somos Piratas, esses são meus subordinados, sou Marshall Bruce  “O Ladino”, estamos aqui para matar os mafiosos que você viu mas cedo, são chefões do submundo – o gatuno então sentava-se novamente, enquanto soltava o ar que havia em seus pulmões – Eles mataram minha família no passado, eu virei Pirata para vinga-los – Marshall fitava o teto enquanto falava com Cory – Foi uma jornada difícil até aqui, e agora eu finalmente irei vinga-los, está tudo organizado, sequestramos a banda que deveria estar aqui, e tomamos seu lugar, quando o show começar ,bem ... O Show irá começar haha.

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A fumaça do charuto de Kid tomava conta do local, enquanto Karol bebia um pouco de vinho, mas Marshall continuava a falar – Você meu caro, tem 2 opções, ou finge ser o “Slim Shade” e me ajuda a matar uns chefões que lhe tornaram famoso por esses mares, ou pode sair daqui e ir contar tudo para Muller, mas lhe garanto, se nos trair aqui, irá se arrepender, pois, se me ajudar, pode navegar comigo, então, quer saber o resto do plano? – terminava a pergunta com um sorriso, era possível ver duas adagas na cintura de Marshall, enquanto Cory estava de costas para a porta e de frente para os três ali na sala.


Willian West


Karol:
 
Marshall:
 
Kid:
 

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MensagemAssunto: Re: A aposta fatal: O Despertar do Rap Marítimo!   A aposta fatal: O Despertar do Rap Marítimo! EmptyTer 24 Jul 2018, 00:56




HP: 44/44 - SP: 62/62 - VEL: 00/03
    Cory, a cada segundo que falava, parecia atirar mais e mais palavras sem pensar. Apenas dera-se conta da situação que se metera com o barulho da pequena mesinha quebrando com o seu peso. Até que ouvisse algo como resposta, acabou ficando imóvel. Assim que vira Karol sentando-se no sofá, percebeu que, talvez, seu discurso não tenha sido tão impactante assim.
  Ouviu sobre a verdade. Eles eram, na verdade, piratas. Um fato que, de certa forma, tranquilizou o rapaz. Talvez, estivesse ficando paranoico demais com toda essa história do seu passado. Ouviu sobre vingança, sequestro... não esboçara, porém, reações muito discrepantes. Já se acostumara com esses termos desde quando era criança.
 A situação parecia ficar cada vez mais caótica. Fora apenas com as últimas frases de Marshall que entendeu o que realmente significava o apelido de Slim Shade, que, pelo visto, nada tinha a ver com a sua estatura. Não apenas isso, como também estava mais do que claro que aquelas pessoas não tinham nada a ver com música.
  Parecia ter segredos atrás de segredos e, agora, uma proposta havia sido dada. Talvez, em situações normais, acabasse por recusar quase que imediatamente a oportunidade. Mesmo sabendo que não foi sua fama que lhe trouxe a este palco, ainda assim não queria decepcionar o Muller, ou quaisquer pessoas que esperam pela apresentação. No entanto, um pequeno fragmento do trato fez seus ouvidos palpitarem: "se me ajudar, pode navegar comigo".
  Cruzaria os braços. O seu ingresso só de ida para o mar agora simplesmente havia surgido à sua frente. Por um bom tempo, manteria-se pensativo, com sua cabeça balançando no ritmo de um pequeno Hi-Hat que fazia com a boca.
 Com um suspiro, olharia para Marshall. "Eu sei como a mafia pode destruir uma pessoa. Eles podem usar negócios e tratos como desculpas... mas nada disso é atoa. Não importa o quanto está travestida... no fim, essa história sempre acaba com o prejuízo de uma vida." - Talvez, suas perspectivas estivessem distantes umas das outras, no entanto, Cory conseguia entender com perfeição essa pequena partícula de rancor que o homem guardava dentro de si. Fecharia os olhos. "...Eu ajudo, porém tenho uma condição: vocês vão esperar a apresentação acabar antes de agir, querendo ou não." - Diria, tentando, se estivesse perto, juntar as partes da mesinha que quebrou, com os pés, tentando consertar, mesmo que minimamente, a bagunça que fez. Caso negassem essa condição, Cory continuaria: "Escutem. Eu posso não ser uma pessoa tão relevante para esse plano... mas posso ter contato quando eu quiser com o dono. E, mesmo que isso me ponha em perigo..." - Por estar de costas para a porta, giraria a maçaneta em um sinal de ameaça. "Você já sabem muito bem que eu não dou mole ao vivo." - Assim, preparando-se para correr, se avançassem em sua direção não tardaria em abrir a porta e se distanciar da sala.
   Caso aceitassem suas condições, seria no breve momento antes do início da explicação do plano que acabaria por raciocinar algo que já deveria ter pensado há muito tempo: "...Espera. Sobre esse tal de Slim Shade. Se pensam que esse cara sou eu... aonde diabos o verdadeiro se meteu?!"


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MensagemAssunto: Re: A aposta fatal: O Despertar do Rap Marítimo!   A aposta fatal: O Despertar do Rap Marítimo! EmptySab 28 Jul 2018, 03:51


Kyojin

Ato 1

 
  Para o meu povo não tem maior sinônimo de honra do que morrer em batalha. Essa tradição era passada de geração em geração, ensinada como um senso comum a boa parte de minha tribo. Alguns gigantes até poderiam não pensar assim, mas para o meu povo isto era o que significava entrar nos portões dos deuses. Infelizmente, causar a morte de alguém dentro de algum combate com regras que proíbam o homicídio não eram vistas com tanto esplendor. Na verdade, era considerado como um ato desonroso porque seu adversário não esperaria por isso, morrendo sem dar o melhor de si. Assim, este ficaria preso no mundo dos mortos, não podendo alcançar a saudação dos deuses. Eu não queria mata-lo, mas não consegui controlar meus instintos, foi quase como se não estivesse mais lutando para ganhar, mas para viver. Foi por causa deste meu defeito que minha família entrou em desgraça e meu pai foi morto. Não vou me esquecer nunca da última vez que o vi, brevemente me segurando enquanto eu caía ao chão, desmaiando logo em seguida.
  Podia vê-lo a distância, caminhando na direção do que parecia ser uma das lendas da cultura de meu povo, um guardião dos portões do mundo dos mortos. Tentei correr em sua direção, mas meus passos eram lentos e não conseguia correr. – Pai, volte! E-eu... não queria ter causado nada do que aconteceu, por favor, me perdoe! – Minha voz ecoava pela planície gélida e rochosa que nos encontrávamos. Não parecia que tinha nenhum efeito nele, que continuou a se mexer para o guardião. De repente, sentia a pressão dos olhares de todos a minha volta, conseguindo ouvir seus murmúrios. – Garota amaldiçoada. Você traz desgraça ao nosso povo. Assassina. Covarde. Seu lugar não é e nunca devia ter sido em nosso povoado. Demônio. – Na última palavra, pude ouvir uma voz parecia com o menino que matei. Foi graças a isto que ganhei minha marca, esta alcunha que me persegue a onde quer que eu vá, “O Demônio de Elbaf”. Continuando a gritar – P-pai, eu s-sinto muito! – Minha voz tremulava enquanto pronunciava difíceis palavras aliadas de lágrimas que escorriam livres pelo meu rosto, assim como rios que percorrem as curvas de montanhas em busca do oceano.
  - Eu não culpo você, minha filha. Você tem um dom muito diferente das outras crianças de Elbaf, posso sentir em ti a alma e sangue dos antigos guerreiros de nossas terras. Sempre terei orgulho de você, somente espero que possa descobrir em si mesma a força que possui. Eu te amo, Freya. – Quebrando o silêncio, meu pai estava de costas para o guardião quando pronunciou suas palavras. A felicidade de vê-lo agir durou pouco, porque antes que eu pudesse falar qualquer coisa, a criatura tocou em seus ombros e arrancou seu espírito. Era contado que somente eles poderiam permitir a entrada de mais pecadores no reino dos mortos, garantindo que estariam verdadeiramente falecidos. – PAI!! – Seu rosto se esvaia em cinzas, enquanto tudo em minha volta sumia, até que...
  Despertaria e levantaria meu corpo, se já não estivesse de pé, pela segunda vez tinha sonhado, caso estivesse dormindo, ou alucinado, se não estivesse a descansar. A primeira vez que tive um sonho/alucinação assim foi no dia da própria morte de meu pai, e agora, estando na ilha da cidade de Micqueot. Talvez tivesse alguma conexão entre os dois eventos, seriam os deuses me enviando uma mensagem de meu próprio pai? Não poderia saber, mas de fato minha jornada começava ali, minha vida de pirata seria somente o primeiro passo. Não estava mais armada com meus antigos machados, tinha-os deixado no túmulo do corpo de meu pai antes de sair da ilha. Os encravei em meio as pedras que cobriam seu corpo como sinal de retorno, onde eu poderia retirá-los caso completasse minha meta, mostrar ao mundo que os gigantes não devem se submeter a grandes organizações somente porque estas lhes ordenam. Também procuraria me tornar conhecida em um grande bando de companheiros, para que pudéssemos alcançar nossos objetivos juntos.
  - Não posso andar por aí sem nada em mãos, devo focar meus objetivos em conseguir novas armas. – Por causa disso, utilizaria de minha grande estatura para olhar aos arredores, precisava encontrar alguma forma de civilização ou povoado, se não estivesse em um. Encontrando-o, iria me mexer imediatamente para a sua localização, observando meus passos por onde andaria. Uma das coisas que mais me incomodava saindo de minha Ilha eram a fragilidade dos humanos, uma pisada e estavam mortos. Devido a isso, não podia causar uma confusão, pelo menos não antes que estivesse armada. Caso não encontrasse uma cidade, procuraria alguma localidade que possuísse um rio ou costa e o seguiria até encontrar algum distrito. Nele, procuraria por cidadãos que pudessem me indicar o caminho para o centro da cidade de Micqueot. – Eu sei que posso parecer assustadora, mas não vou machuca-lo. Somente gostaria de saber a direção para o centro da cidade de Micqueot. – Caso ela fosse respondida, mudaria meu curso para a direção e agradeceria ao, provavelmente, humano. Entretanto, se não obtivesse respostas procuraria alguma outra pessoa, independentemente de sua raça, para refazer a pergunta.
  A brisa de Elbaf era gélida e ao mesmo tempo aquecedora, não em temperatura, mas à alma. Ela era capaz de me despertar a vontade de lutar pela liberdade e para que possa honrar aos grandes deuses de minha cultura, se é que eles existissem, mas agora sentindo o sopro do vento de outras regiões do mundo sinto como se aquilo fosse apenas o começo dessa sensação, muito ainda estaria por vir. A magnitude das coisas que tinha visto desde que tinha partido da ilha não se comparavam a minha terra natal, tudo parecia menor e em miniatura. Devido a isso, se conseguisse estar finalmente dentro de alguma localidade com edificações precisaria ocupar as avenidas principais, meu corpo geralmente não cabia muito bem nas regiões mais fechadas. Foi por causa disso que estaria à procura do centro da cidade, um lugar que a infraestrutura deveria estar, em hipótese, em melhores condições para um gigante passar. Claramente havia outro motivo de eu estar na tentativa de encontra-lo, seria lá que o comercio teria mais poder, provavelmente possuindo maior chance de encontrar alguém capaz de me vender machados do meu tamanho, ou pelo menos me permitir faze-los.
  Observaria aos arredores novamente e puxaria assunto com a pessoa mais próxima que poderia encontrar. – Ei, humano, você poderia me fazer um favor? Estou à procura de uma ferraria, a melhor que tiverem por aqui. Poderia me indicar o caminho? – Não me agacharia com minhas pernas se não tivesse espaço para isso, tentando somente abaixar um pouco o tórax com uma inclinação decrescente de minha cabeça. Caso ele não respondesse, diria – Entendo. Então até a próxima, obrigada. – E partiria para o próximo, no centro certamente deveriam haver muitas pessoas nas ruas. Não sei se ficariam impressionadas pelo meu tamanho, mas isso era o de menos. Eles geralmente parecem ter mais repúdio por tritões do que para nós gigantes, o que para mim era algo um pouco estranho de se imaginar. Entretanto, se ele/ela conseguisse responder minha pergunta, falaria – Muito obrigada, espero que os deuses lhe retribuam por sua gentileza. – Não saberia se as pessoas daquela cidade me conheceriam pelo meu título e se confiariam ou parariam para falar comigo. Era muito provável que não me responderiam se soubessem disso e por isso deveria, caso o diálogo não funcionasse, tentar achar meu próprio caminho até a ferraria. As pessoas dos centros das cidades eram mais difíceis de não saberem sobre meu passado, geralmente o interior era a onde as pessoas mais me olhavam sem pensar ou saber esse tipo de coisa. Olharia para o céu, buscando alguma fumaça, toda ferraria solta alguma aos céus, devido ao forjamento e me direcionaria para o lugar, ignorando os que fossem rudes comigo.
  Se chegasse ao local e não fosse uma ferraria, repetiria o processo, perguntando para algumas pessoas, até 5, mas caso não quisessem me ajudar repetiria a minha estratégia. Entretanto, se encontrasse alguma ferraria durante esse tempo, focaria em tentar achar uma forma de perguntar educadamente ao dono do lugar para pedir-lhe informações. Muito provavelmente este tipo de lugar não seria dimensionado para pessoas do meu tamanho e assim não poderia entrar dentro da loja. Tentando converter isso, daria pequenos toques, como se estivesse batendo em uma porta, nas laterais da construção, buscando ser atendida pelo possível ferreiro. Se o dono da loja finalmente saísse, me cumprimentando ou não, perguntaria – Venho de longe, desde as terras de Elbaf. Estou precisando de machados da minha dimensão, você aceitaria faze-los para mim? – Se a resposta fosse “sim”, diria – Muito bem, e quanto ao preço? – Se fosse mais caro do que poderia pagar, ou maior do que 35000 berries, perguntaria – Tem alguma forma de diminuirmos esse preço? Se eu fizesse o machado e você me desses os materiais, poderia sair mais barato? – Se a resposta fosse sim, procuraria realizar a tarefa e forjar minhas armas. Mas se fosse não, teria que arranjar outra forma de diminuir o preço, ou talvez visitar outra ferraria, falaria – Bem, teria alguma outra ferraria na região que eu poderia ir? – E então seguiria para lá. Entretanto se ele não fosse capaz de fazer meus machados, tanto por modelos insuficientes para colocar o metal líquido ou pela falta de materiais suficientes, teria que aceitar e partir, mas antes o ofereceria uma proposta – Bem, tem alguma forma para resolver isso? Posso tentar conseguir fazer alguns moldes ou recolher os materiais, mas que tal assim, se eu te ajudar os machados saem de graça, mas os moldes e etc eu deixo para você, permitindo que outros gigantes o visitem? Eu forjaria minha própria arma também, evitando que você tenha que fazer muito.

Off:
 
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MensagemAssunto: Re: A aposta fatal: O Despertar do Rap Marítimo!   A aposta fatal: O Despertar do Rap Marítimo! EmptySab 04 Ago 2018, 23:39



Micqueot
Cory e Freya


Narração - Cory


A negociação entre os piratas e Cory continuava, o grupo explicava o que eram, e quais suas motivações, ao ouvir que se tratava de vingança contra a máfia, o rapper entendia o que se passava, afinal, seu passado e sua infância era nesse meio. Ao concordar com o plano, todos os três trocavam olhares e um breve sorriso, Kid dava uma tragada em seu cigarro e tomava um gole de sua bebida, Marshall dava um leve tapa no ombro de Cory e se sentava – Bem-vindo ao bando.

Cory impunha uma condição, queria fazer o show de qualquer jeito, Karol sorria – E o que pretendemos fazer, no final do seu show, ele terão uma pequena surpresa, relaxa grandão – a menina enchia sua taça com vinho e bebia com um grande sorriso no rosto, Marshall por sua vez, apontava para o sofá vazio a sai frente, como que para o musico relaxar, mas a curiosidade do rapper era grande, e uma questão pairava sobre sua cabeça, onde estava o real cantor, quem respondia era Kid, sua voz era rouca e assustadora – Meus homens foram pega-lo no porto, vamos deixar ele no nosso barco até finalizamos a missão, quando voltarmos, deixaremos ele porto, sã e salvo.

Marshall agora ficava em pé, como que para todos olhassem para ele – O plano e simples, nós não sabemos tocar nenhum instrumento, mas iremos fazer uma batida pra você, será simples, mas será suficiente, então você manda suas rimas, quando você terminar, Kid saira dos fundos e matara os dois Don’s que estão ai, Karol pegara Muller de refém e sairemos daqui com ele, o caminho até o porto será o mais difícil, teremos que ser rápidos, o resto do meu bando estará nos esperando perto do barco, se alguém nos seguir, eles usaram os canhões – o rapaz tomava folego – isso e tudo, alguma dúvida? Ou uma sugestão? Temos um tempinho sobrando.

Depois de alguns minutos, Muller batia na porta – Estão prontos? Hora do Show! – o homem estava animado – Minha filha chegou, ela estará na plateia, uma moça bela, ela estará de branco, vamos, vamos ... – O homem fazia sinal para a “banda” segui-lo, todos se levantavam e começavam a sair da sala, Karol parava ao lado de Cory – Contamos com você grandão – a menina passava ao lado do rapper e dava um tapa em sua bunda.
 


Narração – Freya


O dia estava acabando quando Freya caminhava pela cidade de Micqueot, seu tamanha chamava atenção por onde passava, as pessoas corriam gritando, outras ficavam petrificadas, mas uma coisa era certa, a menina conseguia tirar alguma sensação das pessoas, por sorte, ou não, havia poucas pessoas pelas ruas de Micqueot, o lugar mais movimentado era o porto da cidade, havia várias pessoas que corriam de um lado por outro, era possível ver dois canhões posicionados para as ruas, mas nada que chamasse muita atenção.

Todos que viam a gigante, corriam, ou tentava sair do caminho da mesma, exceto por um homem, o mesmo tinha dificuldades para caminhar, segurava uma garrava em sua mão, aparentemente estava embriagado, não usava nenhuma camisa, deixando sua barriga enorme para fora, o homem devia pesar uns 100 kilos, usava um grande bigode amarelo, e ao ver Freya o homem parava sua caminhada, e apontava para a gigante – Belos seios, grandões haha *hic* - Freya não poderia escutar tais palavras com clareza, talvez alguma palavra ou outra, a menina agachava e perguntava de se havia um ferreiro por ali, o homem olhava descaradamente para os seios da menina – Eu posso dormir no meio deles hehe  - o homem dava um passo para trás e outro para frente, quase perdendo seu equilíbrio – O Ricciardo e ferreiro, a loja dele fica ... – o bêbado girava seu corpo como se estivesse procurando o rumo da loja, quando parou e apontou o dedo para uma cabana que ficava no alto de um morro, afastado da cidade – ALI !! – Ato terminar a frase, o homem caia de costas no chão e abraçava sua garrafa, e num instante caia no sono.

Freya então rumava para a cabana, o caminho era longínquo, mas para a menina ficava a alguns passos, chegando la, era possível ver uma cabana de madeira, com o cair da noite, via-se luzes dentro da cabana, uma fumaça saia pela chaminé. A gigante dava uns leves tapas na habitação, ao fazer isso, ouvia-se alguns gritos vindo de dentro da casa – FIQUE AI! – a porta era aberta, e saia um homem com uma espingarda, mas ao ver Freya, a espingarda do homem caia no chão e ele levantava as mãos – sou so um ferreiro, eu não sei nada do Sigurd, nunca visitei aquele gigante – o homem fazia uma cara estranha e sua voz era mais fina, como se estivesse mentindo – Não destrua minha casa moça, minha filha está la dentro – ao dizer tais palavras, saia uma garota de dentro da casa, usava um avental, o cheiro vindo de dentro da casa era delicioso – Quem e essa gigante? – a menina não se assustava nem nada, não parecia ser a primeira vez que via uma pessoa daquele tamanho.




Karol:
 
Marshall:
 
Kid:
 

Willian West

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