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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça   Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça - Página 4 EmptySeg Jul 02 2018, 15:28

Relembrando a primeira mensagem :

Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Sakuma Teo. A qual não possui narrador definido.


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Teo
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MensagemAssunto: Re: Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça   Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça - Página 4 EmptyQua Ago 15 2018, 19:07



Os Van Lierde


O Tratamento tinha sido feito conforme o planejado, e apesar de não ser o melhor possível, era o suficiente para não me incomodar pelo resto da missão. Fazíamos então as cobranças seguintes tranquilamente, parecia que o pior já havia passado, e assim chegávamos até o ultimo local, na ultima cobrança. Quando Lizandra falou que tinha “chegado a hora” eu achei que ela se referia ao termino da missão, mas ao olhar pra ela, sinais de nervosismo eram explícitos conforme chegávamos mais perto  do local. Quando finalmente chegávamos, Lizandra pegava o papel de minhas mãos, e dizia para eu ficar fora do local, isso me fazia pensar enquanto a garota se preparava para entrar. “Lizandra disse que o que a levou a ser amiga de Milaia era seu jeito extrovertido e diferente, e pela garota não ser alguém educada e que tentava tirar proveito do nome da família dela, e até agora, foi só isso que eu fiz durante essa missão, e eu não quero ser só mais um desses para ela, então talvez as coisas precisem mudar um pouco”. Pensando nisso, quando a garota estivesse prestes a entrar eu a seguraria pelo braço –Lizandra, por favor espere... –Diria, um pouco desconfortável por não estar usando o pronome de tratamento como sempre fiz- ...Eu sei que você vai tratar de um assunto familiar, e sei que isso esta longe de ser problema meu, mas... –Usar aquele discurso tão informal era estranho pra mim, mas fazia um esforço para tentar convencer Lizandra - ...Por favor, deixe-me ir contigo. Até agora você foi à razão de toda a missão ter sido concretizada, e eu sei que eu posso acabar não sendo de muita ajuda, mas quero provar que eu posso ser ao menos um pessoa com quem você possa contar. –Eu estava incrédulo comigo mesmo, eu nunca tinha falado isso a ninguém, pois em meus anos na universidade de Las Camp sempre fui o tipo que me concentrava mais nos estudos do que em relacionamentos, então falar isso para uma garota que tinha acabado de conhecer era um pouco embaraçoso para mim, e não me surpreenderia se estivesse corado de vergonha naquele momento. Se Lizandra concordasse com meu pedido, caminharia junto a ela à casa dos Van Lierde, caso a garota ainda assim recusasse, teria que pacientemente esperar fora do local.

Enquanto íamos, dizia para a garota: -Eu sei que essa é uma ocasião séria, mas se precisar de minha ajuda, faça algum sinal discretamente, e eu tentarei te ajudar falando qualquer coisa que vá reforçar seus argumentos. –E se não houvesse nada mais a ser dito, entrava junto com Lizandra na casa dos Van Lierde. Meu nível de formalidade iria de acordo com o de Lizandra, se ela demonstrasse respeito, faria o mesmo, e se ela mostrasse dominância, também assim eu faria. Seja quem quer que fossemos cobrar, teria que  prestar atenção nas reações de Lizandra, e se por algum acaso percebesse algum sinal vindo da garota, tentaria ajuda-la de alguma forma, dizendo coisas diferentes dependendo da situação:

Se fosse uma situação onde a eficiência ou a permanência de Lizandra no governo estivesse em questão, diria após ver o sinal da garota: “-Desde nosso ingresso ao governo, Lizandra tem sido uma agente muito efetiva, e é inegável que sua permanência na corporação não trará nada mais do que benefícios”. Se o sinal da garota viesse em uma situação onde era questionada sua ida ao governo ao invés da marinha, diria ao perceber tal sinal: “Entendo sua posição (Senhor/Senhora), mas agentes do governo fazem tão bem a sociedade quanto marinheiros, e digo sem qualquer hesitação que Lizandra será uma ótima agente do governo.” Se o sinal viesse em qualquer outra forma, tentaria  flexionar um de meus diálogos para ajudar ou reforçar os motivos da garota. E por fim se visse que a situação estivesse saindo demais do controle, diria para tentar acalmar a situação "-(Senhor/Senhora), sei que isso pode ser complicado de entender, mas eu tente entender o lado de Lizandra." Se em algum momento fosse solicitado o meu nome, apenas diria “-Sou Sakuma Teo." e faria uma reverência educada logo em seguida. Não sabia o que aconteceria, mas se de qualquer forma a garota fosse atacada, usaria meu corpo para protege-la, ignorando qualquer dano que aquilo pudesse me causar.


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POST: 15 PAGINAS: 03 ILHA: West Blue - Las Camp LOCAL: Casa da família Van Lierde

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MensagemAssunto: Re: Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça   Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça - Página 4 EmptyQui Ago 16 2018, 15:13


Antes de realmente conseguir entrar em sua casa, Lizandra era segurada por Teo, que no momento queria ter uma pequena conversa com a garota para assim prosseguirem com a missão. Antes mesmo de o jovem celestial começar a falar ela já parecia saber sobre o que era ficando quieta e um pouco incomodada com a situação em que tinha se enfiado. Teo dizia tudo aquilo que achava correto, fazendo a ruiva apenas concordar ao acenar com sua cabeça. O médico estava completamente certo, ela precisava de um amigo junto para auxiliar na missão, principalmente se este amigo fosse um companheiro da mesma organização. – Imaginei que ia dizer algo do tipo... – Lizandra sentia-se um pouco envergonhada em tal situação, ambos coravam um pouco e ficavam quietos por alguns segundos. A ruiva por estar pensando no assunto e o celestial por já ter dito aquilo que era necessário, ficando no aguardo de uma resposta de sua companheira. – Tudo bem, vamos entrar e resolver esse problema rapidamente. – A família da garota obviamente não ia gostar de sua decisão, mas com o jovem médico ao seu lado ela parecia mais calma, ficando um pouco pensativa durante o caminho até o interior do local. Primeiramente ela abria o protão principal, dando acesso a um local com grama e algumas pedras no chão que acabavam formando o caminho até a escada que daria acesso à casa principal.

O caminho parecia um pouco longo, passando por um longo corredor que os deixava em uma área bem aberta com diversas portas de madeira, sendo uma delas com maior destaque por ter um símbolo de uma [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] na parte superior da porta. Alguns empregados da casa surgiam pelos lados, curvando-se para Lizandra enquanto ela caminhava sem olhar para trás até a porta, confiante de que tudo daria certo após passarem para o outro lado. Com rapidez ela empurrava o grande pedaço de madeira ao lado esquerdo, fazendo este deslizar e abrir passagem ao interior de uma sala escura onde somente luzes vermelhas iluminavam, dando um tom mais obscuro. Por trás de toda a escuridão estava um homem sentado no chão com algo que parecia ser a mesa de trabalho à sua frente, esta tinha alguns documentos que pareciam ser importantes, mas não era possível os ler. Atrás daquele homem também existiam estantes de livros e armários que tinham diversas coisas guardadas. – Pai. – A ruiva proferia aquilo de uma forma tão séria e fria que qualquer um poderia perceber o nível que a conversa seguiria. O homem ali era então aquele que Lizandra poderia chamar de pai, ele tinha madeixas também vermelhas, mas estavam em um tom mais escuro e seus olhos dourados não lembravam nem um pouco dos da garota. – Você finalmente chegou... Estive esperando, recebi algumas ligações sobre seu teste e bem... O que você fez? – Ele estava sério, mal percebia a presença de Teo ao lado de sua filha por parecer furioso naquele momento, focando apenas naquilo que causava sua raiva.

Lizandra sentava-se na frente da mesa e olhava diretamente para seu pai. – Estou aqui como uma agente do governo mundial para receber o imposto. – O homem não parecia querer brigar com a garota naquele momento, mas ela estava pedindo por isso e foi aí que ele socou a mesa com sua mão direita, destruindo-a em pedaços. – Está querendo quebrar a tradição da minha família?! Meu pai criou um grande nome na marinha, eu o segui e fiz o mesmo... Agora era a sua vez! – Os gritos do ruivo podiam ser escutados de longe e nada do que ele dizia importava mais, pois Lizandra já era do governo e não mudaria sua decisão. – Hoje você cometeu o maior erro da sua vida, não tenho razões para ficar questionando uma traidora. – Nesse momento a garota sentiu a necessidade de uma ajuda, fazendo Teo se intrometer e ser percebido pela primeira vez. – Garoto, não ligo para o que você acha... O governo pode ser grandioso e muito importante no mundo, mas a minha família tem uma tradição que deveria ser seguida por todos. – Nesse momento ele percebeu que não sabia o nome do celestial, parando por um momento para ao menos perguntar isto à ele antes de continuar a conversa. – Qual o seu nome?! – Bradou e recebeu a resposta de maneira breve, mostrando um breve sorriso para Teo. – Teo... Você pode não me conhecer, mas mesmo entre os agentes eu sou uma das pessoas mais famosas dessa geração da marinha. Zitte, o Imperador da Marinha. – O nome obviamente não seria conhecido pelo jovem agente, mas aquela pessoa era famosa e tinha muito poder.

Zitte não esperava uma resposta de alguém tão novo, sua força só era conhecida por aqueles que realmente sabiam sobre a marinha. – Isso não é importante, nem mesmo me importo se você sabe quem eu sou... Apenas fique em seu lugar, talvez um dia saberá o erro de ter se juntado à esta organização. – A vontade do ruivo era obviamente de atacar sua filha e descarregar todas a raiva nela, mas naquele momento Teo era uma testemunha e isso só mancharia a reputação de alguém tão respeitado. – Estou sem paciência para lidar com você, Lizandra... – Zitte pegava um envelope branco e jogava para Teo, olhando diretamente para sua filha antes de continuar a falar. – Cada um faz a própria escolha, eu não ligo se é uma organização que controla a marinha ou não. A verdade é que você traiu minha confiança, escolheu o que fazer sem me avisar antes. Talvez com um pouco de conversa eu pudesse entender seu lado, conversar com a família e decidir como faríamos... Mas agora que escolheu seguir seu caminho sem se importar com as consequências para a sua família, sinto que você não merece o nosso nome. – Antes mesmo dela conseguir falar algo para contradizer o pai e se explicar, ele gritou. – GUARDAS!!! – Em menos de cinco segundos quatro homens com roupas em vermelho e preto surgiam e seguravam a dupla pelos braços. – Lizandra, você está oficialmente expulsa da família Van Lierde e não tem mais nenhuma ligação conosco, viva a sua vida como quiser. Eu não tenho mais nenhuma vontade de olhar para você ou te chamar de filha... Agora sumam da minha casa! – Com um breve sinal de sua mão direita ele fez os guardas carregarem a dupla para fora, jogando eles na rua e trancando o portão logo em seguida. O desfecho foi tão horrível, nem mesmo a garota conseguia prever algo do tipo. Aquele momento era de libertação e também de tristeza, fazendo lágrimas escorrer por seu rosto até pingar no chão, pois sem forças para se levantar ela ficou sentada no mesmo lugar onde caiu, chorando de forma quieta para não chamar a atenção de ninguém.

Zitte Van Lierde:
 
OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça   Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça - Página 4 EmptySex Ago 17 2018, 18:11



Um Ombro Amigo


Após uma pequena conversa, e um breve momento de constrangimento, Lizandra concordava com minha presença na cobrança, e assim entravamos, com a intenção de resolver aquilo de forma rápida. O local era encantador, e ver as pessoas se curvando a Lizandra era algo único. Finalmente chegávamos ao local onde ninguém menos que o pai de Lizandra estava nos esperando, e a partir dai a experiência no local começava a ficar ruim. Tínhamos uma conversa (Quase um monólogo por parte do pai da moça) que iniciava com o homem quebrando a mesa que estava a sua frente, e se estendia para um ponto não muito agradável. Tentava ajudar minha companheira, mas minhas palavras não surtiam muito efeito em seu pai. Descobria então o nome do marinheiro, e aparentemente um título que o homem tinha. Zitte terminava a conversa jogando o pagamento para mim, e chamando guardas para nos expulsar. Eu podia me contorcer e confrontar o homem, mas isso significaria provavelmente lutar com o mesmo, e eu sentia que não era a melhor das ideias, já que o homem parecia ser bem mais forte do que eu. Éramos então, jogados para fora da casa, e Lizandra ficava no chão, e olhar para ela deixava meu coração em pedaços. "Novamente algo acontece, algo que realmente me incomoda, e eu sou incapaz de fazer qualquer coisa a respeito... Me pergunto quando deixarei de ser tão... inútil..."

~Musica só pra sentir os feels~



Eu não podia ficar parado vendo a garota naquele estado, e da mesma forma que a garota me ajudou no treino dentro do QG, eu teria que ajuda-la agora, era o minimo que poderia a fazer depois de tudo que disse a ela. Então, me levantaria, e limpando a sujeira do chão de meu corpo ficaria em frente de Lizandra e sem dizer nada, estenderia minha mão para que ela se levantasse, talvez a tristeza dela fosse tão profunda que me perceber na frente dela não fosse possível, se esse fosse o caso, tocaria levemente em sua cabeça para que percebesse minha presença, e assim novamente estenderia a mão para a garota. Se ela não quisesse se levantar, apenas diria. “-Lizandra... Nós precisamos ir... –Algo que talvez não fosse muito efetivo mas eu não tinha nenhuma outra ideia. Quando Lizandra finalmente pegasse minha mão, tal como a garota tinha feito comigo, iria ajuda-la a levantar e depois disso, daria um abraço nela, de forma a esconder seu rosto em meu peito, e inclinando um pouco a minha cabeça, para que pudesse sutilmente falar com a garota, diria. “-Sei que essa foi uma situação terrível, mas quero que saiba que o que quer que aconteça, eu estarei ao seu lado. Seja forte... eu sei que não é algo fácil de ouvir depois do que aconteceu, mas agora mais do que nunca, você precisa ser forte, desse modo, aos poucos, você vai fazer ele se arrepender de ter dito tudo o que disse.- Não era a melhor das motivações, mas colocava todo meu coração naquelas palavras, dando o meu melhor para acalmar o coração de minha companheira, que agora necessitava tanto de alguém para dar-lhe forças.  Não sabia por quanto tempo a ruiva ficaria em meus braços, mas não a soltaria até que sentisse algum sinal de recuo vindo por parte dela, e não falaria mais nada. Eu conseguia sentir meu coração palpitando um pouco mais rápido, e uma sensação calorosa vinda do meu peito, não  sabia o motivo destas reações... Talvez porque quisesse demonstrar para Lizandra que estaria ali quando quer que ela precisasse, talvez porque ver alguém naquela situação me despertava um instinto de cuidar dela, ou talvez fosse algo mais... Após isso, quando a garota estivesse pronta, não nos sobraria outra opção se não ir de volta ao QG. Faria isso bem perto de Lizandra para garantir sua segurança.

~Pode pausar a musica aqui~ =P

Procurava alguma loja de armas no caminho para vender aquele rifle que tinha pegado como distração na cobrança onde tinha levado um tiro, afinal, odiava armas de fogo e aquela não me teria nenhum uso, então se achasse uma loja, entraria e apenas falaria “-Com Licença, estou querendo vender esse rifle, quanto pode me dar por ele?”  -Aceitaria qualquer preço, afirmando com a cabeça para aprovar o mesmo, e então voltaria a caminhar para o QG junto com Lizandra. Já lá dentro, procuraria nosso superior para lhe reportar tudo que aconteceu. Se encontrássemos o mesmo, talvez meu ferimento e a forma que Lizandra estava o surpreendesse (ou talvez não), de qualquer forma, diria para o homem após uma breve reverência. –Finalizamos a missão conforme pedido, eu preciso de um médico para tirar uma bala do meu ombro, e Lizandra... Precisa de um descanso... –Diria a ultima parte olhando para a garota. Se Shi me desse às direções de um médico no QG ou algo do tipo, agradeceria com um gesto, dizendo "-Obrigado Senhor", entregando a maleta com o dinheiro para o homem, junto com o documento de Sarah que tinha guardado em minha bolsa transversal, e seguindo para a direção descrita, procuraria um médico no local e diria para tal se conseguisse acha-lo –Com Licença, eu acabei de fazer uma missão, e acabei levando um tiro, a bala ficou alojada em meu ombro e eu preciso de ajuda profissional para removê-la apropriadamente. –Assim, esperava que a pessoa me ajudasse com aquilo. Ao fim do que quer que tal médico fizesse, diria –Muito Obrigado...-Daria uma pausa, para assim falar com a pessoa novamente -Senhor(a), sei que posso estar incomodando, mas sou um aspirante a médico e gostaria de aprender um pouco sobre diagnose, sei que posso acabar tomando muito do seu tempo, mas garanto que aprendo esses tipos de coisas bem rápido. –Caso a resposta fosse negativa por qualquer motivo que fosse, diria em seguida- O(A) Senhor(a) teria algum livro que eu possa usar para aprender sobre o assunto? –E esperaria uma resposta positiva.

Com o termino da missão, poderia aproveitar o momento de retirar a bala de meu ombro para aprender algo novo. Ainda estava preocupado com Lizandra... Nós ambos tínhamos nos ferido naquela missão, de formas diferentes, mas ambas as feridas precisavam de uma forma correta de tratamento, refletia qual era a melhor maneira de cuidar da moça, enquanto concluía meu tratamento e começava meu possívelmente começava um aprendizado.


Dados:
 

Ao Narrador:
 


POST: 16 PAGINAS: 03 ILHA: West Blue - Las Camp LOCAL: Rua ~ QG

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MensagemAssunto: Re: Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça   Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça - Página 4 EmptySeg Ago 20 2018, 18:17


A garota sentia-se horrível, mal conseguia falar, muito menos olhava para Teo por vergonha. Naquele momento ela apenas aceitou a ajuda, sendo levantada e recebendo o abraço sem problemas. As palavras do garoto não importavam muito, ela apenas precisava de algum tempo para se acalmar e foi isso que o médico tinha lhe dado, deixando Lizandra ficar chorando com a cabeça enfiada em seu corpo, podendo assim esconder as lágrimas e a feição horrível que poderia estar mostrando. A ruiva apertava com mais força seu corpo contra o de Teo, permanecendo naquela posição por alguns minutos até parecer ter se acalmado, deixando apenas uma parte do uniforme do agente molhado em seu peito, mostrando obviamente que ela não tinha parado de chorar em nenhum momento. Não havia muito a ser dito, ela apenas sorria ainda com lágrimas nos olhos e um olhar cansado que demonstrava o quanto estava exausta mentalmente. No meio do caminho o jovem chicoteador levava o rifle roubado até uma loja de armas, entregando este para o vendedor em troca de 25.000 berries, uma quantia mais barata do que pagaria em uma arma nova, mas ainda era algum dinheiro. Sem dizer nada ou deixar o lado de seu companheiro, Lizandra caminhou sem problemas até o QG, deixando todas as explicações por parte do celestial e do rosto de alguém que tinha acabado de chorar, pois Shi facilmente percebeu o problema quando viu a garota e escutou as palavras de Teo.

Shi observou os dois por alguns segundos, imaginando o que poderia dizer para eles, pois o homem sabia para onde tinha os mandado. – Entendo, bom trabalho... Podem descansar nos últimos quartos do corredor que fica no outro lado do QG, já o médico é à esquerda de onde estamos, onde existe um tipo de porta branca e diferente que vai chamar sua atenção. – O dinheiro era entregue, tudo ocorria perfeitamente na questão da missão, somente para o pessoal dos agentes as coisas não pareciam tão bem. Lizandra meio que não se importava com descanso naquele momento, parecia apenas querer ficar perto de alguém enquanto não ia ao quarto, aproveitando para apoiar Teo naquele momento. O médico cuidava tranquilamente do ferimento, retirando a bala e tratamento corretamente o ombro ferido. – Não force muito, vai melhorar me pouco tempo. Pode usar isso aqui para dor, um comprimido a cada duas horas somente quando estiver doendo. – Um pequeno pote branco era entregue, tendo dentro 6 comprimidos vermelhos. Infelizmente o aprendizado do jovem teria de ficar para depois, pois no mesmo instante em que ele pedia isto, alguns soldados feridos apareciam e isso complicava a situação do médico. – Sinto muito, não poderei ajuda-lo no momento... Leia este livro, ajudará você no que está precisando. Deixe na recepção após terminar, buscarei quando possuir tempo. – Todos os médicos da enfermaria começavam a se preparar para tratar dos homens que estavam chegando e também dos que provavelmente viriam logo mais, fazendo a dupla sair de lá naquele momento apenas com um livro de diagnose e o potinho de remédios para dor.

No corredor dos dormitórios, a dupla caminhava até os últimos quartos e Lizandra apenas seguia Teo para um dos quartos, que tinha camas separadas, quatro delas para que mais de um agente pudesse dormir no local, além de possuir um único banheiro e uniformes limpos em um armário que poderia ser usado para guardar coisas, pois existia algum espaço nele. A ruiva não parecia se importar de estar ali com um homem, indo até a cama ao lado de onde Teo estava deitando nela com o rosto afundado no travesseiro enquanto cobria o corpo com o lençol, indo obviamente descansar naquele instante sem ligar para a situação atual ou a próxima missão. Agora o jovem médico teria tempo para ler seu livro sobre diagnose, podendo acender uma luminária que tinha em uma mesinha ao lado da cama onde estava este provavelmente não incomodaria alguém que parecia se esconder por baixo do lençol.

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MensagemAssunto: Re: Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça   Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça - Página 4 EmptyQua Ago 22 2018, 16:00



Rest and Learn


Chegávamos no QG, reportávamos a Shi, e de lá, iamos até o médico. Depois de tratado, perguntava ao médico se podia me ensinar sobre diagnose, e a chegada de novos pacientes deixava claro que o homem não teria tempo para isso, deixando-me um livro para ler e aprender a respeito. Era o suficiente, e com isso, íamos para os quartos como planejado. Quando chegávamos ao quarto, a primeira coisa que Lizandra fazia era se deitar, e basicamente se esconder dentro da cama. Eu não sabia o que eu poderia fazer para a garota nesse momento, então enquanto me dirigia ao pequeno armário existente no quarto para colocar minha bolsa transversal e meu chicote diria em um tom relutante, na esperança de não estar sendo inconveniente –Lizandra...- Falar o nome dela sem um pronome de tratamento ou algo pra formalizar antes me continuava estranho - ...se você precisar de alguma coisa, me avise... – Não esperava uma resposta, mas a partir dali, se ela pedisse qualquer coisa, eu tentaria o possível para ajuda-la. Tirava meu paletó, dobrando o mesmo e deixando no pé da cama oposta ao lado em que Lizandra estava deitada, acendia a luminária e antes de tudo me sentava, tirando meus sapatos e em seguida esticava minhas pernas por toda a extensão da cama ficando em uma posição [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] para ler. Fixaria meu olhar em direção a Lizandra por alguns momentos, antes de começar a leitura do livro. Procuraria decorar e memorizar os conceitos básicos do mesmo, fazendo o possível para analisar técnicas e partes importantes do procedimento. Se houvesse algum tipo de anotação no livro feita pelo médico, também usaria as mesmas para facilitar o processo de aprendizagem.


~Aprendizado de Perícia: Diagnose~ [Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]



Após ler todo o conteúdo do livro, fecharia e colocaria o mesmo sobre a mesinha onde também se encontrava a luminária. E então deitaria todo o meu corpo na cama. Fechava os olhos tentando descansar um pouco, não sabia quanto tempo havia se passado desde que havia começado a ler, mas tomava um tempo para simplesmente não fazer nada e descansar o meu corpo até que fosse a hora de fazer a próxima missão. Não sabia se Lizandra ficaria bem tão cedo, portanto esperava alguma melhora da garota, ou ao menos esperava qualquer reação, para que assim nos pudêssemos nos apresentar novamente a Shi, para fazermos uma próxima missão. Se fossemos de fato sair do quarto, pegaria as minhas coisas de volta, me arrumaria apropriadamente e não me esqueceria de devolver o livro na recepção como o médico havia me pedido.


Dados:
 

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POST: 17 PAGINAS: 03 ILHA: West Blue - Las Camp LOCAL: QG

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MensagemAssunto: Re: Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça   Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça - Página 4 EmptyQua Ago 22 2018, 19:19


As intenções do celestial eram boas, mas Lizandra estava arrasada. Sua mente e seu corpo já não aguentavam, precisando apenas de um descanso. – Obrigada... – A voz da ruiva quase não era escutada, sendo completamente abafada pelo travesseiro e lençóis. O clima no quarto não era dos melhores, ninguém ali parecia estar bem e por hora a leitura de Teo seria um bom refúgio. Mesmo com a garota ali do seu lado, nada poderia ser feito para melhorar a situação e o médico tinha algo a ser feito. Aquele livro sobre diagnose era importante para o futuro de sua profissão no governo, ter uma habilidade tão boa para conhecer doenças ajudaria muito no futuro. O tempo passado obviamente não era contado, não existia nenhum relógio no quarto, pois aquele momento de descanso e paz era algo que os agentes precisavam. Ninguém entraria lá para incomoda-los, somente se fosse uma emergência e coisas do tipo dificilmente acontecem. A próxima missão só teria seu inicio quando a dupla estivesse recuperada, algo que o sono traria rapidamente e no dia seguinte poderiam estar melhores para conversar.

O quarto continuava completamente escuro, Teo não sabia se estava de dia ou não, pois não existia nenhuma janela e a porta bloqueava qualquer luz. Seria preciso se levantar, algo cansativo e que normalmente incomodaria qualquer um. Somente assim o jovem celestial percebeu que estava com o corpo descansado, sentia um pouco de dor no ombro esquerdo, percebendo que talvez o remédio fosse uma boa ideia naquele momento. Os olhos já acostumados ao escuro podiam ver que Lizandra não estava em sua cama, além disso, existia um pouco de luz escapando por baixo da porta do banheiro. Não existia nenhum som de água por lá, nenhum barulho de alguém chorando ou movimentos. A ruiva poderia estar lá, mas não fazia nada naquele momento e isso podia ser um pouco perturbador. Sem nenhum aviso a porta do banheiro se abriu, revelando a garota envolvida em uma toalha, caminhando até a cama onde antes tinha dormido para colocar o uniforme. Ela não parecia perceber que Teo estava acordado ou apenas não se importava, estava tão perdida em pensamentos que trocou-se no escuro e rapidamente retornou ao banheiro para terminar as arrumações das vestes. Claro que seu corpo não foi mostrado, mas  pensar que mesmo de costas ela conseguiu retirar a toalha que cobria o corpo na frente de um homem, isso não parecia muito normal.

Teo aproveitou-se do momento para começar a se preparar, ajeitando o uniforme e pegando todos os pertences que levaria para a próxima missão. Foi ai que Lizandra saiu finalmente do banheiro, com o rosto limpo e cabelos arrumados, parecendo ter passado maquiagem para esconder o que havia passado na noite anterior. – Já está pronto? – Ainda que estivesse falando com Teo, ela não soava muito bem. Estava um tanto animada demais e mesmo que tentasse atuar, esta não era a melhor área dela. – Então vamos logo, preciso me ocupar com algo. – Rapidamente a garota pegou todas as suas coisas e abriu a porta do quarto, saindo com passos rápidos até a sala de Shi. No caminho eles percebiam que ainda era bem cedo, provavelmente de madrugada e isso diminuía a movimentação dentro do QG, causando um silêncio absurdo e o foco completo na dupla que caminhava até a sala de Shi, deixando o livro do médico na recepção. O agente estava focado em algo, procurando em algumas pastas agentes disponíveis no momento, vendo diversos nomes e fotos que não entregavam nada de interessante. Naquele ponto ele poderia já estar cansado, mas o corpo permanecia focado no trabalho e por isso não percebeu a entrada da dupla.

Lizandra bateu de leve na mesa do homem, não tendo sucesso em chamar sua atenção. – Shi! – O tom elevado fez Shi levantar o olhar, vendo que os dois agentes estavam esperando ele. – Oh, vocês estão acordados! Maravilha! – Ele rapidamente deixava de lado os papeis, levantando-se para chegar mais perto da dupla. – Tenho uma missão importante, vocês tem de proteger um nobre. Os últimos agentes que enviei acabaram sendo feridos, precisando de atendimento e agora somente um está lá, mas eles exigem três. Poderiam cuidar disso para mim? – Ele estava um pouco aliviado por ter os novatos ali, pois antes tinha um semblante preocupado e desesperado para achar algum substituto. Eles obviamente não podiam negar uma missão, mas Lizandra estava um pouco mal e naquele momento não respondia nada, observando Teo, que agora parecia ser o líder da dupla e a pessoa que decidia o que fariam.

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MensagemAssunto: Re: Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça   Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça - Página 4 EmptyQui Ago 23 2018, 19:09



Nova Missão


Abria os olhos. Não sabia exatamente quando tinha dormindo ou que horas eram, mas meu corpo estava definitivamente descansado. A primeira coisa que me recebia de manha, como um “soco de bom dia” era a dor em meu ombro, que me fazia sair do desnorteio que tinha toda vez que acordava, e lembrar-me de tudo o que aconteceu na missão. Isso me fazia me lembrar de Lizandra, e com um leve movimento para em direção da cama onde a garota havia dormido, percebia sua ausência ali. Justo quando me perguntava onde ela poderia estar, a garota saia do banheiro, fitava ela assim que entrava no meu campo de visão, quando percebia que a garota estava apenas de toalha. Fechava meus olhos novamente por surpresa. “Ela está...?” –Pensava enquanto abria lentamente os olhos para confirmar o que tinha visto, a garota ia agora para uma parte mais escura do quarto, mas ainda assim, isso confirmava o que eu tinha visto, fechava novamente os olhos enquanto me sentia ficando um pouco vermelho- “Sim ela está... Mas, ela não sequer supôs que eu poderia estar acordado? Será que ela está tão distraída de forma a esquecer de mim aqui? Santo anjo...” Continuava de olho fechado, fingindo estar dormindo, para que assim pudesse evitar constranger a nós dois. Quando ouvia o barulho da garota entrando de volta no banheiro, via a oportunidade para começar a arrumar minhas coisas.

Depois de um tempo a garota voltava, perguntando se eu já estava pronto. Seu tom de voz me demonstrava uma tentativa de disfarçar seus reais sentimentos, mas decidia ir com a maré já que tentar tocar no assunto de ontem apenas traria mais desconforto para ambas as partes. –Sim. Meu ombro ainda me incomoda, mas não acho que irá ser um empecilho. –Dizia em um tom calmo. A garota falava sobre a vontade de se ocupar com algo, e nós saiamos do quarto.

Quando chegávamos na sala de Shi, encontrávamos o agente distraído com alguns papéis, o que fazia com que Lizandra tivesse que bater na mesa do agente para que ele percebesse que estávamos lá. Ele demonstrava o que parecia ser alívio, e então se aproximava, dizendo que tinha uma missão para nós e explicando do que se tratava. Uma leve pausa se fazia, e via que Lizandra não iria responder ao agente, então com um breve gesto de respeito, diria –Será um prazer, senhor. –Talvez essa fosse a deixa para o agente nos explicar quem exatamente estaríamos indo proteger e onde exatamente teríamos que ir, e antes que fossemos dispensados, perguntaria ao agente –Senhor, tenho algumas perguntas antes de irmos... Referente aos agentes feridos, pelo que ou por quem tais agentes foram feridos é conhecido? –Assim que a pergunta fosse respondida, faria mais outra -Há alguma coisa relevante que seria conveniente a nós saber sobre a pessoa a ser protegida? –Se essas perguntas fossem respondidas ou não, apenas fazia um gesto respeitoso com o corpo dizendo “-Muito Obrigado, com sua licença.” E então me dirigiria até o local da missão saindo do QG e indo para onde fosse. Enquanto andávamos, pegava o pequeno compartimento com os comprimidos para a dor no ombro e tomava um, para que aquela dor não me atrapalhasse de fato na missão que iriamos fazer a seguir. Não sabia o que fazer quanto a Lizandra, então apenas usava a missão como uma desculpa para falar com ela: -Mas então... Algo a comentar sobre essa missão? – Eu não sabia se estava constrangido ou desconfortável com o fato da cabeça de minha companheira ter se transformado em um campo minado, e eu não queria ser a pessoa a desencadear uma explosão, por isso, tomava cuidado com minhas palavras. Falando algo ou não, eu realmente não tinha outras opções a não ser andar silenciosamente, mas perto da ruiva. Caso ela perguntasse ou falasse algo, estaria pronto para responde-la, e assim íamos a caminho de nossa próxima missão.


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MensagemAssunto: Re: Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça   Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça - Página 4 EmptySex Ago 24 2018, 18:35


A proteção de um nobre normalmente é complicada. Existem os inimigos, as vezes piratas e muitas outras pessoas que gostariam de machucar pessoas com dinheiro. – Pessoas desconhecidas... Não sabemos o que eles querem, apenas temos conhecimento de que o nobre precisa de proteção e estamos enviando pessoas até lá para isto. – Shi estava tão escuro quanto a dupla, não podendo nem mesmo ajudar os novatos. – A pessoa que vão proteger vai ser facilmente identificada... Ele tem cabelo branco e usa luvas, então nunca toquem nele. A sujeira é algo que esta pessoa odeia e o toque de qualquer outro ser o incomoda. – A descrição não era das melhores, mas ajudaria caso o terceiro agente não estivesse por perto. – O nome dele não importa, nunca perguntem seu nome ou o chamem por algo do tipo... Estamos servindo ele, nada mais do que isto. – Com tudo esclarecido e a localização entregue, Teo caminhava para fora do QG junto de Lizandra. Sem muitas informações para trabalhar eles só podiam seguir até onde o terceiro agente os esperava, caminhando por algum tempo pela cidade até encontrar uma mansão totalmente branca que parecia ter muitos detalhes em ouro branco. – Se existiu muitos feridos, me parece uma missão complicada. Precisaremos lutar e isso é chato as vezes. – Dizia Lizandra ao chegar na casa.

A porta da grande casa estava aberta e ao se entrar nela, Teo via uma cena bem complicada. Existia uma sala bem simples e no fundo uma escada, mas no meio dessa sala que deveria ser completamente branca estavam alguns corpos e muito sangue espalhado. As empregadas da casa pareciam tentar cuidar da situação, limpando tudo enquanto um jovem com olhar arrogante observava tudo do segundo andar, vendo a situação horrível enquanto esfregava suas mãos protegidas por luvas brancas. No meio dos corpos e de todo aquele sangue estava um homem vestido com as roupas típicas de agente do governo, ele estava banhado em vermelho e sentado sobre um dos mortos que vestiam roupas e mascaras estranhas. O sangue dos mortos era provado pelo terceiro agente, que parecia um pouco feliz com a situação e nem percebia a presença da dupla. – Ah cara, é uma pena que os outros dois perderam o meu show. – Era como se os mortos tivessem tido partes do corpo arrancadas, existiam também mordidas e buracos que não pareciam ter sido feitos por mãos, mas aquele homem só tinha as mão sujas de sangue. Não havia nenhuma arma por perto fora as jogadas próximas aos corpos dos criminosos. As empregadas queriam fazer o ruivo sair daquele lugar, mas ele apenas permanecia por lá, provando o sangue de quem havia morrido e chutando os cadáveres.

O nobre rapidamente descia as escadas para chegar até onde o sangue todo estava, olhando com muito nojo a situação enquanto gritava ordens. – Limpem isso logo e você! Saia logo daí, quero minha sala limpa o mais rápido possível. – Somente assim o agente percebeu que estava aproveitando muito mais do que devia aquela situação, sorrindo o tempo inteiro enquanto levantava-se e caminhava para longe dos corpos. Vendo assim pela primeira vez a dupla de agentes que deveria ajudar na missão. – Oh, vocês chegaram! – Muito sangue estava impedindo qualquer contato com os novatos, pois sujariam suas vestes e isso não seria nada interessante. – É, não posso fazer muito quanto a isto... Gosto de como estou, agora vamos ao problema. – Sem qualquer apresentação ele apontava aos mortos para começar a explicar. – Essas pessoas estão tentando matar nosso cliente, então devemos o proteger até que os guardas de verdade dele apareçam. Não é lá um trabalho muito complicado, meus últimos companheiros eram fracos demais para a missão. Suponho que enviaram pessoas melhores, estou correto? – Lizandra não estava muito confortável com a situação, mas entendia que matar aquelas pessoas poderia ser a única forma de lidar com eles. As máscaras eram brancas e cada uma possuía uma numeração no canto inferior direito. As daquelas pessoas eram números altos entre 20 e 30, já as roupas não tinham nada de interessante, eram escuras e pareciam esconder armas e outros equipamentos no interior, nenhum item importante para o decorrer da proteção.

Pessoas:
 
OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça   Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça - Página 4 EmptyQua Ago 29 2018, 15:43



Sangue...


Quanto mais sabíamos sobre aquela missão, mais ela me incomodava de uma forma que não sei descrever em palavras. Acho que a melhor descrição para o sentimento seria "Um frio na barriga" ou algo do tipo... Um grupo querendo atacar um homem por dinheiro era algo desumano pra mim... Talvez porque até ter me ingressado no governo, eu não era do tipo que saía da área entre minha casa e a universidade, então esse tipo de coisa estava longe de ser comum para mim... Ou talvez porque eu sou muito ingênuo para tentar fazer qualquer coisa ruim para algum indivíduo, ou talvez porque eu sou fraco de mais pra ao menos tentar qualquer coisa... De qualquer forma, depois de ouvir tudo o que precisávamos por parte de Shi e com o endereço necessário em mãos, fazia uma pequena reverência e íamos em direção de onde a missão se sucederia. Durante a ida, ao ser questionada por mim, Lizandra dizia algo que fazia sentido, lutar não era algo interessante para mim. Ferir outra pessoa pelo simples fato de estarmos em lados diferentes não me soava nem um pouco interessante, talvez se o caso fosse ferir alguém que está fazendo o mal, ou fazendo outros sofrerem... As coisas pudessem ser diferentes...

Quando chegávamos à casa do nobre, a situação era pior do que estava imaginando. Havia uma pilha de corpos, ensanguentados e dilacerados no meio da sala, e ao olhar aquilo meu corpo automaticamente rejeitava o que estava sendo visto, e eu virava o rosto, tentando olhar para qualquer outra coisa, mesmo assim tal cena me deixava completamente incomodado e com uma sensação de desgosto, que se manifestava com leve de enjoo, eu sentia meus músculos faciais projetarem uma expressão de nojo, tentava inibir tanto a expressão quanto o sentimento, respirando fundo e mantendo meu raio de visão o mais distante possível daquela cena. "Não havia necessidade alguma em matar essas pessoas, quanto mais violentamente dessa forma..." O nobre na qual precisávamos proteger descia do segundo andar, dando ordens para suas subordinadas limparem toda aquela bagunça. O agente que aparentemente tinha feito toda essa bagunça estava no topo da pilha de corpos, e assim que ele percebia nossa presença descia para falar conosco, e o que ele dizia me fazia questionar sua maturidade e sanidade mental. "Ele gosta de como está? Sangue não é algo que alguém deve se sentir confortável em ter por todo o corpo, homem.... Colocar um simples dedo em uma ferida aberta pode te dar uma infinidade de doenças.... Santo anjo... Eu me pergunto como esse homem está no governo e não em um hospício..."  Um pouco incomodado, respondia olhando nos olhos do agente: -Eu não sei o que o cavalheiro entende por “melhor”, mas nos esforçaremos para manter o cliente seguro. –Era uma resposta o suficientemente boa, pelo menos na minha mente. Se ele respondesse algo ou não, faria um pequeno gesto com o corpo, para então me apresentar  –Sou Teo, essa é Lizandra. –Dizia apontando minha mão para em direção da garota -Por favor, nos dê informações sobre essas pessoas que atacaram nosso cliente... –  Falava tais palavras em um tom totalmente sério sem a menor gota de simpatia, em minha face, havia uma expressão tão séria quanto ao tom de minha voz, tudo isso para esconder o nojo que estava sentindo -  ...de preferência como atacam, que estratégias usam, ou qualquer outra informação que possa nos ser conveniente. – Esperava a resposta do homem. O primeiro passo dessa loucura que era me designada como uma missão era ter o máximo de informações possíveis. Após isso, me dirigiria para a posição do cliente, para então me apresentar e também perguntar ao mesmo, informações que podiam nos ajudar, com um breve gesto de respeito  –Com licença, meu nome é Teo. Gostaria de perguntar se vossa senhoria tem qualquer informação pertinente sobre estes indivíduos que tentaram te ferir. – Não esperaria que o homem soubesse mais que o agente, mas talvez um ponto de vista diferente fosse interessante para a missão. Esperaria a resposta do homem, e então, ficaria próximo do mesmo, esperando que algo acontecesse ou que alguma ordem fosse me dada por parte do agente, que provavelmente seria meu superior.

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MensagemAssunto: Re: Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça   Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça - Página 4 EmptySex Ago 31 2018, 18:14


A recepção estranha do segundo agente não parecia agradar a dupla. Ambos não eram do tipo que lutavam sempre, tinham seus problemas e desaprovavam aquele banho de sangue feito pelo homem. – Teo e Lizandra... Certo, deixe-me pensar um pouco. – Ele ficava quieto por alguns segundos, parecia realmente estar pensando em algo e logo isto se tornou uma resposta para os companheiros de organização. – Me chamem de Red, seu aquele que está no comando dessa missão e enfrentou todas essas pessoas. – Red estava orgulhoso de seu feito mesmo tendo de tirar tantas vidas, a necessidade disso não podia ser definida por quem não estava lá no momento do ocorrido. – Essas pessoas usam máscaras com numerações, todos que estão mortos eram de números altos. Então os oponentes reais são aqueles que possuem números menores. Não tenho qualquer informação de quem são eles, não posso também me comunicar com a base e isso se resulta a uma proteção simples sem muitas perguntas. Se o nobre ferir-se a culpa será nossa, então a morte de algumas pessoas pode ser necessária. – Claramente as informações não ajudariam em nada. Shi tinha mandado a dupla para uma missão onde teriam de lutar contra pessoas desconhecidas, arriscando suas vidas para proteger aquele homem. – Não existiu luta, eles eram fracos e foram destruídos. As armas vocês podem ver pelo chão, todos possuíam estilos diferentes. – A quantidade de armas espalhadas era realmente grande e nenhuma se repetia.

O nobre também não parecia saber muito, seu olhar superior era irritante e ele mostrava-se um pouco fechado, como se quisesse esconder alguma informação. – Não, são pessoas contratadas para me matar. Isso é óbvio, talvez alguns invejosos imbecis tentando me assustar. Mate todos, se sobrar um único mascarado desprezível eu terei uma bela conversa com o seu chefe. – A forma como falava era verdadeira e matar todos não seria a melhor maneira de abordar aquela missão. Red não teria problema algum em fazer isso, talvez até estivesse matando os mascarados por conta de um pedido pessoal do nobre. Por algum tempo eles permaneceram sem fazer nada, apenas observando a situação enquanto as empregadas limpava o local e moviam todos os mortos para longe. A formação era de a dupla ficar perto do cliente enquanto Red aproveitava do andar inferior sentado na escada, observando a entrada da mansão com um sorriso bem sinistro no rosto. O som de passos podia ser escutado ao longe, Lizandra era a primeira a perceber isso e avisava os companheiros. – Eles estão chegando, alguns por cima e os outros por baixo. – As palavras dela foram ditas e quase que imediatamente janelas se quebraram, revelando um mascarado de cada lado no andar em que estavam. Ambos cobriam o rosto e usavam vestes escuras com pouca visibilidade para armas. Os números eram 11 e 12, sendo o 11 à direita de Teo e o 12 na esquerda. Lizandra estava muito mais perto do número doze e se virava ao mesmo, mostrando uma guarda elevada com a perna preparada para o ataque.

No andar inferior, quatro pessoas apareciam, todos com as mesmas vestes tendo apenas o número de diferente. Eles eram os números 13, 14, 15 e 16. A velocidade de Red em reagir à invasão era assustadora, com um salto ele parou no meio dos quatro, pegando um pela cabeça e assim enfiando o rosto do mesmo no chão ao quebrar a máscara em pedaços. Os três restantes recebiam os golpes sem nem ver de onde, em poucos segundos todos estavam no chão e ali o agente resolveu que era hora de matar eles. Com as mãos o mesmo segurava a cabeça de cada um dos criminosos, quebrando o pescoço de cada um deles. Por fim ele pisava no rosto para destruir as proteções e espalhar sangue pelo chão. Foi ai que mais quatro mascarados entraram em cena, estes eram os números 17, 18 e 19. A luta continuaria no andar inferior, pois Red estava animado e em busca de sangue. Já no andar superior a dupla de agentes tinha o nobre no meio do corredor enquanto Teo ficava de um lado e Lizandra do outro, com ela na direita e o médico na esquerda. Os adversários deles começavam a aproximação sem revelar a arma.

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MensagemAssunto: Re: Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça   Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça - Página 4 EmptyQua Set 12 2018, 16:14



Chicoteando


Ao pegar informações com meu novo companheiro, apenas descobria o que já podia ser visto com alguma analise do local, algo que eu não estava muito interessado em fazer. uma parte do que o agente dizia me chamava atenção: -Não existiu luta, eles eram fracos e foram destruídos. As armas vocês podem ver pelo chão, todos possuíam estilos diferentes. A última parte me fazia inconscientemente afirmar com a cabeça, tirando uma conclusão sobre como poderia lidar com tais pessoas caso houvesse um conflito. “Não é um grupo que tem estilos parecidos ou um padrão de abordagem, isso significa que é necessário verificar a arma de meus oponentes e tomar cuidado com a abordagem, para não sermos pegos desprevenidos”. Quando ia falar com o nobre, ele respondia minhas perguntas com uma expressão um tanto irritante, mas que não me incomodavam a ponto de me alterar, era senso comum sentir desgosto por alguém que se sente superior, mas um cliente era um cliente e eu não podia demonstrar expressões muito fortes ao mesmo.  Após o termino de sua fala eu apenas acenava com a cabeça, finalizando qualquer conversa com as partes envolvidas anteriormente na missão. Ficávamos então em uma formação onde eu e Lizandra estaríamos acima junto com o nobre, e Red ficava no andar de baixo.

Não demorava muito para que um ataque acontecesse, sendo detectado primeiramente por Lizandra, e depois pelos muitos barulhos que os sujeitos causavam ao entrar no local. Imediatamente pegaria meu chicote, e iria à frente do cliente afim de bloquear total ou parcialmente a visão que o inimigo tinha do cliente, não fazia muito sentindo tentar conversar com os indivíduos agora, pois provavelmente eles não dariam a mínima atenção para minhas palavras. Com pouco esforço, era fácil perceber que não era possível ver as armas dos oponentes de antemão... “Lá vai minha estratégia por água abaixo...".

Mesmo com a “ameaça” do nobre, não lutaria com a intenção de matar, eu não sujaria minhas mãos de sangue. "Eu não posso vacilar agora... Sim, machucar os outros continua sendo desconfortável, mas tais pessoas querem mata-lo, e até que o contrário seja provado, esse homem não fez nada de ruim, então eu preciso protege-lo, para meu próprio bem...”. No meu campo de visão, um indivíduo com o numero 11 em sua mascara estava mais próximo de minha pessoa, então este seria meu oponente. Imediatamente puxaria meu chicote para cima com a mão do ombro bom (para evitar mover o ombro ferido), e o giraria em um movimento de meia-lua em sentindo anti-horário, para assim dar força ao chicote, e avançando com um passo pra frente, miraria no rosto do individuo, com o intuito de tirar sua mascara, mas que podia também servir para atordoa-lo por um breve período, logo em seguida, tentaria o mais rápido possivel uma segunda chicoteada, dessa vez em seu abdômen, mais precisamente na região lombar direita. Se ambos os golpes fossem acertados da forma que previa e queria, daria uma ultima chicoteada em sua panturrilha de forma a enrolar a extremidade do chicote em uma de suas pernas. Antes de dar esse ultimo golpe, me aproximaria caso estivesse muito distante para dar a chicoteada. Se conseguisse com sucesso envolver a perna do oponente com o chicote, puxaria a arma para trás, afim de fazer o mascarado cair, e assim finalizaria o homem me aproximando e chutando a área de sua têmpora, para que assim o sujeito desmaiasse.

Se meu oponente ou o oponente de Lizandra mostrassem uma arma de fogo/projétil, substituiria minha segunda chicoteada no abdômen do homem por uma chicoteada de desarme, mais precisamente na mão do individuo, voltando à minha estratégia assim que tal movimento fosse feito. Se meu oponente por algum acaso conseguisse pegar o chicote, puxaria o chicote para trás com uma das mãos, fazendo uma instância com as pernas para me preparar para correr, pois se o inimigo fosse puxado para em minha direção, rapidamente usaria esse momento de guarda baixa para correr até o mesmo e envolver o chicote em seu pescoço, e caso eu fosse puxado até ele, correria para frente para aplicar um soco na boca de seu estômago. Nos momentos que estivesse em curta distância com meu oponente, prestaria atenção nos movimentos de seu corpo, e daria uma curta finta para trás em uma rápida previsão onde um golpe me acertaria. Caso conseguisse com sucesso desacordar meu oponente e Lizandra estivesse tendo dificuldades com o dela, me movimentaria pelas laterais, procurando não acerta-la, e então tentaria chicotear as pernas do indivíduo, causando uma leve distração em que a garota poderia aproveitar para dar um golpe efetivo. Caso a segurança do nosso cliente estivesse para ser comprometida de alguma forma, imediatamente pararia o que estivesse fazendo para mudar sua posição, seja pulando para protege-lo, ou ficar à sua frente, ou puxa-lo em minha direção, ou até mesmo fugir para o andar de baixo com ele, não poderia deixar que a missão falhasse por qualquer que fosse a distração.  


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