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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça

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MensagemAssunto: Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça   Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça - Página 2 EmptySeg 02 Jul 2018, 15:28

Relembrando a primeira mensagem :

Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Sakuma Teo. A qual não possui narrador definido.


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Teo
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MensagemAssunto: Re: Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça   Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça - Página 2 EmptySeg 09 Jul 2018, 13:07

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"Virando Hermes"

Tinha chegado na sala conforme fôra me pedido. Mas minha curiosidade não me deixava apenas ficar parado e eu então começava a analisar a sala, que não apresentava nada relevante para que eu pudesse bancar o detetive. Quando então após algum tempo de silêncio, eu ouvia bem ao fundo uma respiração, e ao me aproximar desse exato local, abria-se uma espécie de passagem, onde um agente do governo estava sentado atrás de uma mesa. Tudo aquilo me deixava impressionado. Até que então o homem dizia que estava nos esperando...


“Espera... “Vocês”? No plural?”

Nesse momento de dúvida e confusão, viraria meus olhos, para procurar por alguém que estivesse comigo, e nesse momento sentia uma presença logo próxima. Aquilo instantaneamente me fazia ter um estupor de pensamentos:


“Como essa pessoa chegou aqui? Desde quando ela está aqui?”

Eu não me lembrava de ninguém junto a mim na recepção, e nem andando junto comigo no corredor, e mais, quando eu entrei aqui, também não me lembro de ter visto ninguém. Ela estava escondida? Ela entrou furtivamente? Ela já estava aqui antes de mim? Aquele ser que estava na minha visão periférica e já tinha me causado uma dúzia de dúvidas. Ele ou ela não parecia ser alguém comum.

Deixando tal individuo de lado, e indo para o que realmente interessava, seguia caminho em direção a “sala” do agente do governo, que se apresentava como “Shi”, ou algo do tipo. Honestamente, minha primeira impressão em relação ao sujeito não era das melhores... Digo, um agente do governo, que segundo sua própria explicação era a pessoa de maior cargo naquele QG, cheio de tatuagens estranhas? Eu estou mesmo me ingrssando para o governo... Né?

Eu não sei se eu tinha um pensamento muito antiquado, justamente pela minha criação, mas se esse cara estivesse em uma missão furtiva comigo, o inimigo provavelmente conseguiria identificar ele a quilômetros de distância com esse farol de tatuagens. De qualquer forma, eu não era uma pessoa que gostava de causar qualquer tipo de intriga, por isso, tentaria o máximo possível disfarçar o meu desgosto pela a aparência mafiosa do agente, e prestaria atenção no que ele estava falando, afinal, ele era o meu superior, e eu tinha que mostrar respeito pelo mesmo.

Ele então mostrava o formulário, comentando coisas referentes ao mesmo, dizendo o que eu já havia pensado antes, enquanto estava na recepção do QG. Sobre o fato de minhas habilidades combinarem mais com a marinha, ele também dizia ter gostado das coisas que leu, o que me deixava um pouco mais confortável.  No fim, ele dizia sobre o trabalho no governo, pelo menos na área, ser algo que ninguém saberia ou comentaria, justamente pelos trabalhos como agente do governo serem secretos. Sinceramente, eu preferia desse jeito. Afinal, é melhor ter uma gratidão verdadeira de alguns, do que a falsa admiração de muitos.

Ele então olhava para mim, para explicar como seria o teste de admissão. Ele explicava que eu teria que entragar um envelope com relatórios para um homem chamado “Tenente Vicent”. Ele não me dava localizações e nem nada do tipo, então eu interpretava que essa seria minha tarefa, localizar o tal tenente e entregar este relatório para o mesmo. Quando ele terminava de me explicar tudo, eu dizia:


-Entendido.

Ele explicava para a outra pessoa que também estava no local, o que ela deveria fazer. Por tudo que tinha acontecido até agora ter sido tão repentino, eu não tive a chance de reparar em suas características. Era uma garota, ruiva de olhos verdes, esbanjando beleza e uma pitada de mistério. Ela ficaria com a missão de ajudar a cozinhar, na qual ela já tinha certa familiaridade.


“Hm... Ele mandou a garota para fazer algo que ela já sabe fazer, mas pra mim, ele pediu para bancar o Hermes. Na lógica, talvez esse “Tenent Vincent”  é um médico, e nós dois façamos coisas na qual estávamos familiarizados...?”

Após receber as ordens do que fazer, a garota se retirava. E após um gesto respeitoso para com o agente superior, eu fazia o mesmo, e diria:


-Com licença.

E então sairia da sala. Já fora daquele lugar sujo e empoeirado, eu me encontraria de novo na parte da frente do QG.


“Bom, vamos por partes... Estou procurando por um Tenente, então a pessoa que estou procurando é um marinheiro. E ele tem patente alta, então eu provavelmente não o encontrarei nas partes mais “públicas” do QG.”

E nesse momento, a primeira pessoa na qual buscaria alguma referência, era a recepcionista. Caso a moça estivesse atendendo alguém, aguardaria pacientemente, caso não houvesse ninguém, ou após a(s) pessoa(s) resolver(em) o que tinha que ser resolvido, me aproximaria novamente da recepção e diria:


-Com licença, eu estou procurando pelo Tenente Vicent, a senhorita teria alguma pista de onde encontra-lo?

Se caso ela não tivesse nenhum indício do que estava procurando, procuraria pelos arredores daquele local, algum marinheiro que estivesse livre para responder a pergunta, de forma a tentar receber alguma informação útil e faria a mesma pergunta. Procuraria pelos arredores de fora do QG caso não encontrasse nenhuma informação no interior. E assim, caso conseguisse a informação, me dirigiria ao local que me fora informado.


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MensagemAssunto: Re: Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça   Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça - Página 2 EmptyTer 10 Jul 2018, 23:26


A missão era bem simples e Teo sabia o que fazer, porém não conseguia alcançar a recepcionista tão facilmente. Alguns marinheiros pareciam conversar com ela, provavelmente algo sobre a marinha e isto não tinha nada com o celestial. Deixá-la lidar com aqueles homens era a melhor escolha, pois a resposta estava a alguns metros dele. Teo via o tal painel com as informações de cada sala, dizendo onde o Tenente Vincent poderia estar. Algumas salas não possuíam informação, como a sala onde eles tinham encontrado Shi, mas outras explicavam tudo e em uma delas poderia estar o superior da marinha. Caminhando até a sala nada foi encontrado, mais uma vez o jovem médico via uma sala vazia, porém esta era bem mais organizada e limpa onde tinham cadeiras e a mesa do tenente com seu nome em uma plaquinha de madeira. Se ele não estava por ali, só poderia estar em alguma missão ou então dormindo. Ao questionar marinheiros andando pelo QG, Teo conseguia respostas básicas e sem muita informação útil, nenhum deles sabia exatamente onde estava aquele homem. Procurar de quarto em quarto seria inútil e o refeitório também era uma opção naquele momento, pois alguém havia falado sobre um tal de Vincent naquela região. Chegando por lá podia ser visto Lizandra preparando comida e colocando onde os marinheiros poderiam pegar, mas o mais importante era que por ali tinha sim uma pessoa com roupas de tenente e só poderia ser Vincent.

O homem comia tranquilamente e ao perceber a chegada de Teo, imediatamente parou ele em seus avanços. – Pare aí. – Levou algum tempo, mas ele terminava de mastigar a comida em sua boca, engolindo e novamente olhando ao celestial. – Espere eu comer, depois você pode falar o que quiser. – O sujeito estava visivelmente irritado, provavelmente nem falaria com Teo se ele estivesse vestido como marinheiro, mas por parecer um civil ou talvez um agente ele não podia fazer isto. Obviamente ele levou bastante tempo para terminar a refeição, estava aproveitando todo o tempo que poderia passar ali antes de retornar até sua sala. Ser superior à outras pessoas era complicado, deixava muitas tarefas nas mãos dele e isso poderia sobrecarregar, principalmente quando as tarefas envolviam relatórios e diversos outros documentos. – Terminei... Não fale nada, apenas me entregue isto. – Rapidamente o homem levantou-se, entregando o prato sujo na cozinha antes de realmente pegar o formulário da mão de Teo, começando a andar para longe, mas não antes de entregar uma pequena bolinha de ferro que tinha o nome "Vincent" pintado nela. – Entregue isto para quem te enviou e nunca mais apareça na minha frente nesse horário. – Atrapalharem a refeição da madrugada não era a melhor forma de começar o dia.

Retornando até Shi e entregando a bolinha, um singelo sorriso de aprovação surgia e ele guardava a bolinha. – Muito bem, agora podemos andar pelo QG. –Deixando a sala para caminhar no quartel general a dupla encontrava Lizandra no meio do caminho, seguindo juntos até a sala onde fariam o próximo teste. – É bem simples. – O trio entrava em uma academia, onde tinha diversos aparelhos para se exercitar, além de armas e o que fosse necessário. Independente do treinamento, aquele lugar tinha tudo e seriam os novatos que decidiriam o que fazer com aquela vasta diversidade de equipamentos. – A segunda tarefa é simplesmente treinar aqui, usem os equipamentos e me mostrem o esforço, toda a força que possuem. – Não importava como seria, pois a forma de treinamento pouco importa, a real ideia daquele tipo de tarefa era mais para ver se os novatos se esforçariam mesmo sem um objetivo real à sua frente. Não existia nenhuma motivação, somente a entrada no governo. E se eles queriam mesmo se tornar parte do governo mundial precisavam mostrar o quanto isso valia. Lizandra era a primeira, movimentando-se pela academia apenas observando os equipamentos sem fazer nada ainda, provavelmente pensando no que poderia fazer e mostrar à Shi.
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MensagemAssunto: Re: Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça   Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça - Página 2 EmptyQui 12 Jul 2018, 17:17



Até cansar


A Tarefa de entregar o tal envelope não era uma tarefa complicada. Mas como tudo naquela local era novo pra mim, minhas tentativas de chegar ao meu objetivo eram indiretamente anuladas no começo. Ao tentar falar com a recepcionista, havia alguns marinheiros conversando com a mulher, então decidia chegar ao meu objetivo de uma forma diferente. Recorria então ao painel de informações que havia na sala, e através das informações nele contidas, eu procurava pelas salas e em lugares convenientes, até encontrar o Tenente Vincent no refeitório. Ao me aproximar dele, o sujeito me parava, visivelmente irritado. Tal comportamento provavelmente tinha uma explicação, mas eu estava um tanto chocado para tentar pensar em uma, eu tentava ser compreensível, mas ele me preocupava um pouco. “Eu espero não virar um Tenente Vincent no futuro...”. Quando o sujeito terminava, eu me preparava para produzir um cordial pedido de desculpas, quando ele inibia minha tentativa, me proibindo de falar qualquer coisa, me entregando uma pequena bolinha de ferro com seu nome nela.

Voltava então até Shi, que me recebia com um sorriso de aprovação, levando-me ao local onde se sucederia meu ingresso ao governo, Lizandra nos acompanhava no meio do caminho e quando nós chegávamos, e o agente tatuado nos explicava que teríamos que treinar e demonstrar toda determinação que possuíssemos. Lizandra era a primeira a se mover, e examinar os equipamentos. Eu me moveria alguns passos a frente para então, começar a me alongar, e então diria para a garota. –Senhorita Lizandra, seria melhor se tomasse um tempo pra se alongar primeiro, antes de iniciar qualquer exercício. – Independentemente de como a garota reagiria ou o que ela falaria, começaria a me alongar com meus braços, alongaria primeiramente os músculos na região do antebraço, usando minha mão do outro braço, posicionada sobre o meu cotovelo para fazer isso, e após vinte segundos revezaria para o outro braço. Após isso, os músculos mais próximos dos ombros e das escápulas seriam os próximos. Para alongar os mesmos eu colocaria o meu braço para detrás da minha cabeça, passando para tal local através dos meus ombros, e novamente com a outra mão sobre o cotovelo, e fazendo uma leve força, alongaria assim tais músculos, revezando novamente por alguns segundos com o outro braço. Após isso alongaria as pernas, primeiramente dobraria a perna esquerda para trás, deixando a perna flexionada o mais alto possível, e assim pegaria a ponta do meu pé com a minha mão, por alguns segundos e faria o mesmo com a outra perna. O seguinte exercício de alongamento seria mover a ponta de um dos meus calcanhares para o lado, e mover o corpo para a direção oposta, mantendo o meu pé na mesma posição. Faria isso por alguns segundos novamente e então revezaria para a outra perna. Finalmente, um último exercício de alongamento seria feito, colocaria minhas braços a frente do meu peito e então viraria todo o meu corpo o máximo que pudesse sem mexer as pernas e faria isso de um lado para o outro por alguns segundos.

–Certo, agora eu estou pronto!–eu diria para sinalizar que havia terminado meus alongamentos. Primeiramente, tiraria o paletó que usava, tomando cuidado com a costura da parte de trás, feita com muito cuidado por minha mãe, para que minhas asas, que se encontravam na parte das escápulas, nas minhas costas, não pudessem me incomodar ao usar tal roupa, ao mesmo tempo que pouco alterava o desenho original da veste. Buscaria então, algo para aquecer a temperatura do meu corpo, e acostuma-lo ao ritmo de exercícios, mais especificamente algum equipamento aeróbico, algo que fizesse meu corpo inteiro trabalhar/se mover. Faria aquele tal exercício por cerca de vinte minutos, em um ritmo rápido, veloz o suficiente para fazer o meu coração bater em um ritmo mais rápido, mas não rápido o suficiente para me deixar sem fôlego. Prosseguindo, partiria para algum exercício abdominal, algo que me fizesse trabalhar constantemente. Faria este por cerca de 20 minutos, com pequenas pausas de 1 minuto para tomar o fôlego, e após terminar tal atividade, partiria para algo diferente, algum equipamento de pesos, e que exercitasse os braços. Começaria com pesos leves, para testar o equipamento, e de dois em dois minutos eu trocaria para pesos mais pesados, até que eu não conseguisse suportar algum mais pesado, e me fixaria naquele, constantemente  trocando os braços e os movimento utilizados para poder faze-lo por mais tempo. Faria esse exercício o máximo que pudesse antes de desistir completamente do mesmo. Depois de um tempo para descansar os meus braços, procuraria algum equipamento para exercitar as pernas, e o utilizaria, tentando aumentar a “dificuldade” caso isso fosse possível, ou então o usando de forma mais veloz. Faria isso durante 20 minutos. Tentaria controlar minha respiração durante todos os exercícios, de forma a conseguir acompanhar o ritmo deles e evitar a exaustão. Se conseguisse fazer tudo e ainda conseguisse me mexer, levantaria, e iria em direção as armas no local, procurando algum chicote que pudesse ser utilizado. Achando, procuraria também algo que pudesse ser usado como alvo, como pequenos cones ou qualquer item que houvesse perto ou dentro do local de treino. E assim treinaria com um chicote depois de muito tempo, já que a ultima vez que lembrava ter feito isso era quando eu era pequeno, com o meu já falecido avô. “Ah, que saudade de treinar com aquele velho...” Pensar no meu familiar, por algum motivo me forçava ter um pouco mais de força de vontade, e mesmo com o corpo provavelmente dolorido, eu me dedicaria nesse treinamento com o chicote. E assim se não houvesse nenhuma reclamação por parte de Shi, terminaria o treinamento novamente fazendo um alongamento.

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MensagemAssunto: Re: Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça   Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça - Página 2 EmptySex 13 Jul 2018, 21:58


O treinamento com os equipamentos da marinha logo teria inicio, mas antes de tudo o médico entendia a necessidade de alongar-se e partia de imediato para esta ação antes de começar os exercícios. – Oh, claro. – Lizandra parava de andar para iniciar os alongamentos, tomando boa parte do tempo ali dentro para preparar seu corpo. – Agradeço por lembrar, estou muito focada para passar nestes testes e acabo esquecendo do básico. – A dupla de novatos faziam a maioria dos exercícios juntos, ambos tinham ideias parecidas e a única diferença surgia no estilo de luta deles. Lizandra executava chutes em um saco de pancadas, golpeando tal alvo com bastante força em um único ponto. Shi estava de olho nos dois, nenhum deles parecia ter problemas em fazer tanto esforço físico e isso agradava o agente, que por hora não dizia nada. Assim que a dupla terminava de exercitar-se, Shi ia ao encontro deles. A garota estava visivelmente cansada, suor escorria pelo rosto dela e a respiração mostrava-se ofegante. Teo poderia estar na mesma situação, talvez um pouco melhor, mas este não era o ponto chave ali. – Peguem as armas que acharem melhor. – Com um largo sorriso no rosto o agente abria a porta, guiando os dois para fora, onde eles caminhavam até outra porta que os levava à uma grande sala sem nenhum objeto por perto, completamente vazia.

Shi parava no centro do local que estava bem iluminado, olhava para a dupla e ainda sorrindo ele dizia. – Esse é o verdadeiro teste. – O óculos em seu rosto era retirado e jogado de lado, pousando em um dos cantos da sala. – Vocês dois vão me enfrentar em um combate, devem estar cansados, mas é exatamente por isso que a luta fica para depois do treino. – Com bastante calma o agente levantava a guarda, deixando ambos os braços na frente do corpo com os punhos cerrados. – Obviamente eu sou muito mais forte do que vocês dois e em nenhum momento perderei, esta luta servirá apenas para ensina-los sobre a derrota. Façam o possível para me impressionar, vão precisar disso. – Em uma velocidade assustadora ele desaparecia da frente dos dois, causando a destruição da luz que ficava no teto poucos segundos depois, iniciando a escuridão absurda que dificultava qualquer um de enxergar. O som dos passos dele não era escutado, porém outro som diferente surgia no meio da escuridão, algo que pareciam ser guizos. – Esta é a única pista que vocês vão ter, divirtam-se. – Ao fim de suas palavras o som dos guizos parava e mais nenhum movimento do homem parecia acontecer, talvez ele estivesse apensa esperando a dupla iniciar o combate, pois estava muito confiante em sua habilidade.

Lizandra era a única que fazia barulho, aproximando-se de Teo para ter como conversar ou saber quem ele era, evitando atacar um bom aliado no combate. – Sabemos o estilo de luta um do outro, então tente atacar apenas se escutar o som dos guizos ou ele estiver por perto, vou tentar avançar nele o tempo inteiro. Você é aquele que tentará prender ele ou atacar enquanto eu estou sendo uma distração, fiquei atento e me chame se necessário. Tenho uma audição boa e consigo diferenciar os sons e suas localizações facilmente. – A garota dizia tudo isto em um sussurro inaudível para Shi, pois estava com a boca bem próxima do rosto de Teo, facilitando o entendimento daquelas palavras para o seu companheiro de luta. Com Lizandra na direita e o médico na esquerda, ficava bem claro que o som de antes estava à frente deles, exatamente onde Shi tinha ficado anteriormente. Os ataques deveriam ser naquela direção e a garota provavelmente já sabia disso, esperando alguma resposta do celestial para poderem iniciar os ataques.

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MensagemAssunto: Re: Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça   Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça - Página 2 EmptySeg 16 Jul 2018, 12:47



Lutando no Escuro


Depois de um duro período de treino, finalmente poderíamos progredir para a próxima parte. Shi nos dizia para escolher uma arma e eu pegava o chicote que estava usando durante o treinamento, agora um pouco mais confiante que poderia usar o mesmo com dominância. Íamos então para outra sala e Shi explicava as intenções de lutar logo após o treino. Ele fazia uma instância e com um veloz golpe obliterava a lâmpada que havia no teto alguns segundos atrás. Pensava em como a situação era um pouco cômica: “Se ele tivesse pedido eu mesmo tirava a lâmpada...”. De qualquer forma, nós estaríamos completamente à deriva se não fosse por guizos que Shi nos dava como uma “colher de chá” pra conseguir achar ele. Alguns segundos depois da ultima sentença de Shi, Lizandra vinha até mim ficando bem próxima, o que me deixava um pouco constrangido por algum motivo, mas eu tentava me focar no que ela explicava. Pensava em uma forma de ajudar no plano da garota e então contava para a mesma a primeira coisa que vinha na minha cabeça, tentando falar tão baixo e próximo quanto ela, diria: –Ok, mas vamos tentar fazer uma sequencia, se um de nós conseguirmos distrai-lo o outro tenta um golpe, pois não estou muito confiante que esse chicote vai ser eficiente contra alguém tão rápido. Vou chicotear na direção em que o barulho de guizo veio–Assim ela poderia ouvir os guizos e saber para onde o agente estava se movimentando. “Eu preciso estar atento o suficiente para ouvir qualquer ruído ou barulhos do conflito entre Lizandra e Shi, mas preciso estar mais atento ainda para acabar não acertando Lizandra com uma chicotada... Talvez isso seja resolvido se eu usar o chicote para restringir os movimentos de Shi, ao invés de chicoteá-lo...”

Ao terminar o dialogo com a garota, daria alguns passos para em direção do barulho dos guizos, para que o alcance do chicote fosse maior em relação à posição do agente, e assim chicotearia diagonalmente, de um lado para o outro até que houvesse alguma movimentação por parte de Lizandra, pois significaria que o agente se movimentou e que ela tinha ouvido o mesmo. Se isso não acontecesse, andaria em volta da sala, chicoteando o chão a alguns metros a minha frente, tentando ao mesmo tempo não perder a posição de Lizandra, para que eu não a acertasse acidentalmente, e faria isso até que a garota se movimentasse. Assim que a ruiva mostrasse saber a posição do agente, prestaria atenção em seus passos, e a seguiria, indo alguns metros mais ao lado, para que desta forma, quando ela chegasse a Shi, eu pudesse ataca-lo lateralmente. Se isso acontecesse da forma que eu estava planejando, enrolaria meu chicote de forma que um círculo fosse feito com o mesmo.
Demonstração:
 
O ás na manga era que se isso acontecesse, eu teria o elemento surpresa que o escuro causava. Então, com uma rápida investida enquanto Shi e Lizandra estivessem em combate, investiria em direção ao agente, com o objetivo de enrolar meu chicote em seu pescoço, me movimentando para trás do mesmo, e assim apertando o chicote no seu “pomo de adão” bloqueando sua respiração e abrindo espaço para a garota golpeá-lo. Neste momento inúmeras coisas poderiam acontecer, ele poderia rapidamente ignorar Lizandra e me receber com um soco ou um chute, isso daria espaço para garota tentar um golpe estratégico, se isso acontecesse eu tentaria me esquivar, deslizando meu corpo para o lado contrario do golpe, ou apenas para um dos lados caso fosse um golpe centralizado. E conseguindo ou não esquivar, a parte mais importante estaria no chicote, na qual eu faria o máximo de esforço possível para enrolar em um de seus braços ou pernas, caso ele desse em mim um golpe com esses membros. Caso ele me ignorasse, ou desse a mim de alguma forma o tempo para tal, eu enrolaria meu chicote em seu pescoço, movendo-me para detrás dele e puxando-o em minha direção para restringir os seus movimentos e abrir espaço para um golpe de Lizandra. Talvez estivesse muito escuro para garota perceber o que eu estava fazendo, então sinalizaria isso dizendo “–AGORA!”. Talvez a ruiva pudesse ter sido golpeada, nesse caso eu não diria nada e eu mesmo daria um golpe em Shi, mais especificamente, daria uma joelhada em suas costas. No caso de Shi conseguir estabilidade o suficiente para me atacar e tentar algum golpe direcionado a mim, eu daria uma arrancada pra trás, pegando a base do chicote com uma das mãos, para que ao mesmo tempo eu pudesse esquivar do agente e apertar um pouco mais o “nó” feito em volta do seu pescoço. Em qualquer uma dessas situações que havia planejado, caso eu não conseguisse me desviar de um golpe, tentaria me recompor o mais rápido possível, e primeiramente sair do campo de acerto de Shi, para então, tentar a mesma estratégia novamente, ouvindo os barulhos e tentando um ataque lateral(e depois traseiro) com o chicote enrolado.

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MensagemAssunto: Re: Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça   Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça - Página 2 EmptyTer 17 Jul 2018, 23:49


A estratégia da dupla não era ruim, talvez fosse apenas simples e esta simplicidade poderia acabar com eles. Shi estava quieto, focando em permanecer em seu ponto inicial para algum dos novatos começarem com o ataque. Indo à frente aumentava as chances de seu chicote acertar o alvo, um movimento simples e que futuramente serviria bem ao médico. Lizandra permanecia quieta em sua posição, observando a movimentação de seu companheiro, que com muita sorte conseguia achar o alvo. Shi apenas executava um breve movimento para afastar o chicote, porém isto fazia os guizos liberarem o som que a ruiva estava esperando. Rapidamente ela aproximou-se do agente, atravessando a escuridão para começar a troca de golpes. Os sons de cada golpe acertando algo era interessante, mas não poderia se tirar muito disso. Enquanto a troca de golpes rolava, Teo aproveitou-se para chegar mais perto, tentando prender seu chicote no pescoço de Shi. Aquela não foi a melhor das ideias, sendo recebido por golpes lentos que acabavam por acertar o ar devido às esquivas rápidas do médico. – Eu estou bem aqui! – A voz da garota surgia e novamente a atenção do agente se voltava à ela, dando assim o espaço necessário para que um dos braços atacantes de Shi fosse preso, sendo este o direito que até então parecia ser o mais utilizado em ataques.

Com um braço preso não foi necessário muito para Lizandra conseguir acertar alguns golpes em cheio, deixando de lado qualquer defesa. Porém esta ofensiva durou pouco, pois Shi se recuperava quase que instantaneamente e acabava arremessando ambos para longe. Lizandra parecia ter sido chutada, já Teo havia sido puxado pelo chicote e no caminho recebia um forte soco na barriga que o jogou contra uma das paredes da sala. – Muito bem, acho que esperei muito de vocês. – Ao dizer isto a velocidade dele aumentou, o som dos guizos surgiam cada vez mais e ficava impossível dizer onde ele estava até o ver se aproximando no meio da escuridão. – Acho que dificultei muito a luta, erro meu. – Enquanto a dupla tentava se recuperar ele apenas pegava ambos e os jogava para o meio da sala, conseguindo assim arrastar os dois para fora da escuridão. – Esse foi um bom teste, da próxima vez deixarei a luz acesa. – Shi jogava mais uma vez os jovens na parede e se abaixava para olhar a situação em que estavam. – Um pouco de sangue, talvez alguns hematomas, mas nada que vá dificultar muito a missão. – Com calma ele foi para algum lugar, trazendo consigo duas garrafas de água que jogou para Teo e Lizandra. – Se recuperem e me encontrem na minha sala. – Dito isto, Shi retirou-se, partindo para a sala onde esperaria os dois.

Lizandra tomava algum tempo para se levantar, bebendo a água e checando os pontos onde tinha sido atingida. Nessa pequena checagem ela percebeu um pouco de sangue escorrendo por seus lábios e limpou rapidamente nas vestes, conseguindo achar somente dores em outras partes do corpo. Já Teo não tinha sangue, somente dores na barriga e costas devido as pancadas nas paredes. – Ele não quis continuar, acho que é apenas algo que mandam ele fazer... Bem, estamos vivos e sem nenhum membro quebrado. – A garota estava um pouco surpresa com o resultado da luta, parecia esperar mais. – Me falaram que era um teste violento, imaginei algo mais forte do que isso... Essa luta não foi muito interessante nem importante para nos aceitarem, mas por ser um sistema que usam há muito tempo, duvido que os velhotes mudariam. – Antes de realmente partir para a sala, Lizandra parou e olhou para seu companheiro, esperando que este pudesse se levantar para irem juntos. – Precisa de ajuda? – Questionava indo ajudar se necessário. Com tudo pronto, ambos partiam para a sala de Shi juntos, encontrando o agente sentado em sua cadeira com duas insígnias sobre a mesa, estas pareciam ser de metal e tinham a coloração dourada com vermelho.

Bem vindos à CP4! – Falou em um tom mais elevado, deixando as insígnias para os dois pegarem. – Este é o símbolo que provará quando alguém da marinha ou governo perguntar sobre sua patente, nada mais do que isto. Sempre as mantenham escondidas no interior da roupa e nunca a mostrem para pessoas fora do governo ou marinha... Normalmente ninguém vai pedir para que você as mostre, mas caso aconteça, saibam que é algum superior interessado em vocês. – Shi estava sorridente e não ligava muito para como estavam naquele momento, parecia apenas feliz de ter mais agentes para trabalhar junto. – Com essa pequena insígnia vocês podem ir pegar o uniforme do governo e também uma arma para usarem nas missões, basta mostrar isto para o encarregado das respectivas áreas. – Lizandra aproveitava o momento para pegar o pedaço de metal e guardar em um de seus bolsos. – Quando estiverem vestidos e armados, voltem até aqui, assim poderei passar uma missão para começar a carreira de vocês. – Deste modo o superior dispensava a dupla de novatos no governo, ambos agentes que ainda estavam em treinamento e precisavam de experiência para evoluir.

Insígnia:
 
OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça   Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça - Página 2 EmptyQui 19 Jul 2018, 15:15



Preparações


A luta terminava, e como resultado dela eu ganhava uma dor na barriga e nas costas. Shi dizia sobre como tinha exagerado, e como esperava mais da próxima vez que aquela luta ocorresse. Ele se despedia e pedia para que encontrássemos o mesmo na sala dele. Eu respirava fundo, e apenas descansava no chão, assim como minha parceira de luta, que após algum tempo para recompor-se, começava a falar sobre a relevância daquela luta, e como era diferente de como ela estava esperando. Tentando achar fôlego entre minha respiração cansada eu diria a garota: –Bom, eu particularmente não sou o melhor lutador, então dou graças por esse ter sido o fim. Ele não disse algo sobre a próxima vez...? Talvez nós iremos repetir essa luta no futuro...–Diria, com um tom que mostrava pouca vontade de ter aquela luta novamente. Lizandra olhava para mim para oferecer ajuda, e eu confesso que não ter nada para ajuda-la com seus ferimentos me fazia sentir um pouco patético. “Eu preciso arrumar logo as coisas para praticar o que eu aprendi na universidade”. Eu estava meio dolorido e cansado, então esticava uma de minhas mãos para ser ajudado a levantar. Íamos então para a sala de Shi, que nos esperava com as insígnias da CP4, além de explicar o funcionamento das mesmas e o que deveríamos fazer a seguir. Pegaria minha insígnia e então diria para o agente, tentando meu máximo fazer uma educada reverência com meu corpo cansado: -Será um prazer trabalhar com o senhor. –Desfazendo a reverência, guardava o meu mais novo pedaço de metal favorito no bolso da camisa.

Sairia da sala, e se Lizandra saísse comigo, essa seria uma boa hora para conhecer a garota melhor, afinal, provavelmente trabalharíamos juntos de agora em diante, então era uma boa conhecer com quem eu estava lidando, e não ter apenas uma visão superficial da garota. Portanto, se ela não estivesse apressada ou impaciente, tentaria iniciar uma conversa com a garota–Senhorita Lizandra-Diria para chamar sua atenção, e com um tom de lamentação diria–Peço desculpas por não ter sido de muito ajuda durante nossa luta contra Shi. –Faria uma leve reverência com a cabeça–Não pude deixar de notar que você tem um bom conhecimento em combate... Se me permite saber, onde aprendeu tais habilidades?-Esperaria para ouvir ou não a resposta da garota enquanto caminhávamos em direção aos locais que tínhamos que ir para buscar nossas roupas e armas, talvez ela me perguntaria alguma coisa, então prestaria atenção em qualquer pergunta que a garota pudesse ter, para então responde-la. Tentaria achar alguma referência nas paredes ou com placas ou avisos, caso fosse um lugar complicado de achar. Chegando a um dos locais, diria: -Com Licença, acabamos de ser aceitos como agentes em treinamento, e gostaríamos de receber todos os itens concernentes ao nosso ingresso. - Repetiria isso no outro local onde deveríamos ir. Caso me fosse perguntado sobre qual arma eu preferia usar, diria educadamente:-Gostaria de um chicote por gentileza. – E se visse que minha camisa e paletó não tinham as “aberturas” para as minhas asas no momento que as recebesse, e provavelmente não teriam, diria então para a pessoa responsável pela área, virando minhas costas por um breve momento para mostrar minhas asas. –Não querendo incomodar, mas há a possibilidade de fazer uma pequena abertura para as minhas asas, por gentileza? –Caso a resposta fosse positiva, entregaria as roupas novamente para a pessoa responsável e esperaria pelo que tinha pedido. Caso fosse negativa, teria que pedir para minha mãe fazer isso mais tarde. Terminada a espera, pegaria as roupas novamente, e procuraria algum local para me trocar, não me esquecendo de pegar a insígnia no bolso da camisa antiga e colocando na nova, além disso, procurava no bolso da camisa um elástico que usava para amarrar meu cabelo quando precisava de foco, talvez esse fosse um bom momento de deixar o cabelo amarrado, então faria um rabo de cavalo para assim, terminar de me arrumar. Não sabia o que fazer com minhas antigas roupas, então as guardaria na minha bolsa. Estando vestido e armado com meu mais novo chicote, esperaria por Lizandra para que voltássemos juntos para a sala de Shi, e novamente aproveitaria a oportunidade para conhecer um pouco mais da garota. –Senhorita Lizandra, permita-me fazer mais uma pergunta pessoal... Por que teve interesse em ser uma agente do governo?-Caso a garota respondesse e perguntasse a mim o meu motivo, responderia com um sorriso gentil: -Me juntei ao governo por que tenho uma vontade insaciável de fazer o que é certo, e acho que este é o melhor caminho para isso.–Daria uma pausa, caso a garota tivesse algo mais a dizer, e após ter um pequeno dialogo com ela ou não, continuaria a caminho da sala de Shi, chegando ao local, batendo duas vezes na porta, eu diria, entrando na sala: -Com licença, senhor. Estamos de volta. –E assim aguardaria Shi descrever qual seria a nossa missão.


Dados:
 

Ao Narrador:
 


POST: 08 PAGINAS: 01 ILHA: West Blue - Las Camp LOCAL: QG

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MensagemAssunto: Re: Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça   Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça - Página 2 EmptySab 21 Jul 2018, 15:06


Após saírem da sala de Shi a dupla de agentes seguiam juntos até onde poderiam encontrar os uniformes. – Não foi problema algum, normalmente esses testes são feitos com uma única pessoa. Fiquei feliz de ter alguém para me ajudar, mesmo não dando muito certo no fim. – Ela sorria e continuava a falar, respondendo as perguntas de Teo. – Minha família tem um estilo de luta próprio, todos que nascem nessa família precisam aprender a lutar e se tornar marinheiros. É algo mais nosso então acabei tendo que treinar logo que aprendi a andar e falar. – Estava claro que o estilo dela não era muito diferente de qualquer um lutador que consegue realizar chutes. – Eu ainda sou uma iniciante no estilo, estou treinando sempre que possuo tempo e somente quando minha força realmente for merecedora de tal arte, poderei aprender como eles realmente lutam. Sempre vi isso como algo interessante, um estilo só da minha família, haha. É realmente estranho falar disso com alguém. – Conversar com alguém no mesmo nível que o seu parecia bom. Ambos iriam evoluir e se aventurar juntos, talvez pudessem se tornar grandes parceiros nas missões. O importante no momento mostrava-se conseguir criar uma relação mais amigável com a garota, abrindo maiores oportunidades no futuro caso ela prossiga com Teo futuramente. – Como falei, eu deveria ser marinheira, mas o governo é um desafio muito maior. Tenho certeza que conseguirei fazer meus familiares aceitarem esta decisão, abrindo mais uma opção para os outros membros que ainda não possuem idade suficiente para entrarem em uma dessas organizações. – Ao perceber que estava falando muito, Lizandra por um momento se calou e revelou que seu rosto estava um pouco mais vermelho do que o normal. – Me desculpe, acho que acabei falando mais do que devia. – A vergonha estava estampada em sua feição e pelos segundos seguintes ela se manteve quieta, esperando chegar onde poderiam pegar os uniformes de maneira rápida.

Existiam plaquinhas com os nomes em cada porta, além do mapa do QG que ficava na entrada. Após caminhar alguns segundos, a dupla finalmente chegava até a região onde poderiam conseguir os uniformes, encontrando por lá uma senhora de madeixas brancas que estava usando as roupas da marinha. – Governo, esperem um pouco. – A velha analisou o corpo da dupla por algum tempo, observando as prateleiras que ficavam atrás de si, olhando qual encaixaria melhor em cada um. Obviamente levou alguns minutos, mas quando ela finalmente pegou as roupas que estavam em sacos plásticos, Teo e Lizandra percebiam que os tamanhos estavam perfeitos. – Posso sim, aguarde um pouco. – A velha fez Teo mostrar suas asas, podendo assim medir com os olhos elas e começar a fazer a abertura, deixando algo que parecia normal da vestimenta, não um simples rasgo no uniforme. Lizandra aguardou durante todo o tempo que a senhora estava fazendo tais ajustes, observando bem como ela cuidava das roupas e também apreciando a visão das asas do companheiro, que eram algo diferente para uma humana. – Elas são bonitas, suas asas. – Elogiava, olhando as pequenas e brancas asas do celestial. Quando a senhora finalmente terminava de ajustar o uniforme, ela acabava por entregar este ao médico, deixando a dupla seguir para o objetivo seguinte. As armas foram bem fáceis de conseguir, pegando seu chicote enquanto a garota optava por botas mais interessantes para o combate.

Eu só queria algo diferente, seguir um caminho que minha família não tinha escolhido, mas sim eu. Não pensei tanto assim no assunto, acho a marinha algo bem público e eu prefiro agir pelas sombras, cuidar do povo sem eles saberem de nada. Sem contar que o governo está acima da marinha, isso é um ponto bem importante também. – Ao terminar ela percebia não ter questionado Teo, fazendo isto por ser a forma mais correta de agir após ser perguntada sobre algo. – Teo, e você? Por qual motivo está aqui? – Lizandra permaneceu quieta com um singelo sorriso enquanto escutava a reposta do celestial, aproveitando o momento e seguindo até a sala de Shi. – Fazer a coisa certa, entendo bem do que fala. Gosto disso também, talvez seja algo que fui ensinada desde cedo, mas não me imagino em outro lugar a não ser o governo ou a marinha. – Ao fim da conversa, ambos entravam na sala de Shi e encontravam o homem observando alguns papeis sobre a mesa, parando com isto apenas ao perceber a presença da dupla. – Finalmente voltaram, vejo que conseguiram pegar tudo. – O sorriso do agente surgia mais uma vez enquanto este colocava um dos papeis na mesa para que os novatos conseguissem ver. – A missão de vocês dois será esta. – No papel estavam escritos diversos nomes de pessoas, endereços e alguns nomes de lojas ou empresas da cidade. – Essas pessoas precisam pagar os impostos ao governo, a função de vocês e chegar nos respectivos endereços e cobrar os impostos ao mostrar este documento. – Shi colocava mais um papel na mesa, este era realmente um documento que comprovava as cobranças e provava que os dois eram agentes do governo enviados pelo responsável agente responsável do QG. – Cheguem nos endereços, mostrem o documento e recebam o dinheiro. É algo simples, talvez alguns deles não queiram pagar de imediato ou se façam de bobos. Eu realmente não me importo com o meio usado para alcançar o objetivo, apenas concluam a tarefa sem matar ninguém, só façam isto se alguém os atacar e a resolução da situação por apenas esta. – Com isto a missão estava passada e o homem tatuado apenas virava sua cadeira e voltava à suas tarefas.

Lizandra pegava ambos os papeis, entregava o documento para Teo e ficava com os nomes e endereços. – Não conheço todos os lugares, mas sei como chegar lá. Algumas dessas pessoas conhecem minha família, devemos conseguir recolher os impostos facilmente de quem me conhece. O documento já fala sobre nossos nomes, não precisamos nos apresentar formalmente para eles... Bem, vamos tentar somente chegar, mostrar o documento para a pessoa que está aqui na minha lista e fim. – A ideia dela era simplesmente ignorar qualquer tentativa dos civis de conversar por muito tempo. – Não existe um tempo limite para cumprir esse objetivo, mas nos envolvermos com quem deve nos pagar é complicado. Essas pessoas são manipuladoras e normalmente não gostam quando alguém tão novo entra em sua casa, loja ou empresa para receber dinheiro. Vamos ter alguns problemas, talvez teremos de lutar com algumas pessoas, mas no fim eles vão ter que pagar. – Com tudo isso resolvido a ruiva já começava a sair do QG, caminhando tranquilamente após dar uma olhada na lista, guardando esta dentro do paletó. – Essas roupas são ótimas para lutar, acho que não daria muito certo usar algo mais feminino. – Lizandra colocava a insígnia no interior do paletó e começava a olhar como estava vestida, vendo tais roupas mais masculinas em seu corpo enquanto o cabelo chamava muita atenção para ela. – Nossa Teo, em você as roupas encaixam perfeitamente... Mas em mim parece um pouco estranho, deve ser por conta do meu corpo. Elas são boas para lutar, só não parecem combinar tanto comigo. – A conversa seguia durante o caminho até a cidade, passando por algumas casas e lojas sem nenhuma dúvida de onde estavam indo.

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MensagemAssunto: Re: Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça   Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça - Página 2 EmptyTer 24 Jul 2018, 16:13



Pague o Imposto


Assim que saiamos da sala, procurava conhecer minha companheira melhor. E a mesma não se segurava ao falar de sua vida e família, o que me deixava feliz, pois eu estava verdadeiramente interessado em conhecer a garota. Saber que sua família se dedicava inteiramente à marinha era algo particularmente interessante.  Ouvia tudo que a garota tinha dizer com felicidade, até perceber que a garota corava um pouco, ao perceber que tinha falado bastante. Com um sorriso no rosto, balançava uma de minhas mãos, para demonstrar que aquilo não me incomodava.

Chegávamos então nos locais para buscar nossos equipamentos, conseguir o chicote foi simples, já as roupas precisavam de uma leve alteração por causa de minhas asas. Enquanto esperávamos a alteração em minhas roupas, um breve elogio vindo por parte de Lizandra me pegava de surpresa. Fazendo-me esquecer por um momento o que eu estava fazendo, além de meu cérebro demorar um pouco para processar o que tinha acabado de acontecer, era primeira vez que eu recebia um elogio vindo de uma mulher que não fosse minha mãe, ou uma professora. Um pouco sem graça, eu buscava palavras para agradecer a garota, mas elas vinham com um pouco de dificuldade. “Afinal, o que dizer quando uma mulher te elogia? Você a elogia também por cortesia, ou é certo apenas agradecer? Isso significa algum tipo de interesse em mim ou ela realmente só se interessou por minhas asas? ....É melhor não fazer ou dizer nada que eu vá me arrepender depois... Sim... É o melhor...” Apesar de um pouco confuso, aquilo não me desconcertava de modo a me deixar visivelmente constrangido, eu agradecia aos céus por histeria e ansiedade não fazerem parte da minha personalidade. Fazendo uma reverência com o corpo, talvez me abaixando um pouco demais, eu diria:—O-Obrigado, Senhorita...— Talvez travando um pouco antes de falar tal agradecimento. E desviando um pouco o olhar, esperava até que minhas roupas ficassem prontas.

Terminado o processo, nós voltávamos conversando sobre motivos de nosso ingresso, para sala de Shi, que nos esperava com alguns papéis. Ele explicava que nossa missão seria de coletar impostos de pessoas que deviam ao governo. Uma missão simples, mas ao mesmo tempo desafiadora, afinal, não era possível saber qual seria a reação de cada uma das pessoas. Após a explicação do agente, Lizandra me entregava o documento, ficando com os nomes e endereços em mãos. Ela dizia que sabia como chegar a alguns dos locais, e que por causa de sua família, sabia quem eram algumas das pessoas naquela lista. Logo em seguida ela sugeria uma abordagem direta, sem enrolação, eu concordaria, inclinando rapidamente minha cabeça para mostrar aprovação.

Assim que saíamos do QG, agora armados e vestidos apropriadamente, olhava para o céu para tentar ver quanto tempo exatamente havia se passado. Andava a caminho da primeira pessoa a ser cobrada pensando sobre o que Lizandra tinha falado antes de sairmos.“Eu até entendo a abordagem de Lizandra, e concordo plenamente com seus argumentos. O problema é, se uma pessoa estiver passando por necessidades, não tendo a possibilidade de pagar o que quer que deva ao governo... Será que eu conseguirei ter forças pra cobrar dinheiro de uma pessoa nessas condições? Eu espero que todos os devedores sejam pessoas ruins ou que atrasam suas dívidas e não pessoas boas precisando de—” Meu pensamento era interrompido por Lizandra, que falava sobre como as roupas eram confortáveis, depois a garota falava em como as roupas ficavam bem em mim, por fim comparando como nós estávamos. “Novamente um elogio, dessa vez eu não posso simplesmente agradecer” Pensando isso eu diria: —Não se preocupe, a senhorita está deslumbrante.— O intuito era deixa-la contente, mas aquilo não deixava de ser verdade. Lizandra tinha uma beleza única, e a roupa social dava um “plus” em seu visual. Na verdade, a garota provavelmente ficaria bem em qualquer roupa que tentasse usar. Não sabia qual seria sua reação, mas de qualquer forma tentaria mudar de assunto para não ficar um clima estranho (pelo menos pra mim), por muito tempo —Mas então, sobre a missão, exatamente quantos nomes estão no papel?— A pergunta foi feita através de um pensamento rápido, mas me fazia perceber que não tinha lido o documento que a garota tinha me dado, só ouvido do que se tratava, por isso, após ouvir a resposta de Lizandra, e com o papel já em mãos, lia palavra por palavra do que estava dentro daquele documento. Seria bom ter ele sempre em mãos, já que provavelmente o usaria constantemente. Chegando ao primeiro local, tentaria fazer o que minha companheira tinha sugerido e bater na porta (ou entrar no local, caso o mesmo não apresentasse uma porta), e deixar que Lizandra falasse, afinal, se fosse alguém que ela conhecia, seria melhor que ela tomasse a “liderança” daquela missão. Estávamos talvez, prestes a ser odiados por um grupo de pessoas, e eu não sabia se aquilo era bom ou ruim.


Dados:
 

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POST: 09 PAGINAS: 01 ILHA: West Blue - Las Camp LOCAL: QG~Cidade

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MensagemAssunto: Re: Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça   Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça - Página 2 EmptyTer 24 Jul 2018, 19:48


Lizandra levava bem o elogio e apenas sorria, apreciando um pouco mais a roupa que vestia, dando algumas olhadas para ver se realmente estava bem em roupas tão masculinas. – Dez nomes, algumas lojas e empresas, outros apenas pessoas normais que possuem bastante dinheiro. Sinto que teremos dificuldade em alguns locais, principalmente naqueles que não conheço muito. – Não saber nada sobre as pessoas que iriam enfrentar era o maior problema. Teo teria dificuldade se fosse alguém sem dinheiro, mas tal cobrança parecia ser apenas para os mais ricos da cidade, todos com uma fortuna invejável e que poderiam pagar sem problema. Ao observar o documento em mãos, Teo podia ler que suas características estavam escritas no papel e todas as informações necessárias para concluir a missão, contendo até mesmo coisas sobre punições no caso do desvio de dinheiro.
Citação :
A dupla de agentes em posse deste documento possuem a autorização total de cobrar os impostos, podendo em caso de necessidade, usar força bruta e até mesmo prender aqueles que não quiserem pagar ou não possuírem a quantia necessária no momento da cobrança. O valor é conhecido e deverá ser contado na hora para que não exista erro, podendo prender qualquer pessoa que tente enganar os agentes no comando deste documento. A coleta dos impostos é de extrema importância e qualquer erro cometido pelos agentes, seja pelo valor incorreto na hora de entrega ou mesmo violência sem a devida necessidade, podem ser consideradas ações indevidas e a punição se aplicará em casos do tipo.

A dupla de agentes deve ser exatamente como descrita neste documento, um homem e uma mulher, ambos vestidos com roupas sociais escuras. O homem deve madeixas brancas e um par de asas. A mulher deve ser ruiva e ter olhos verdes. Qualquer pessoa que não possua este documento ou as aparências descritas pode ser considerada um impostor, e o pagamento dos impostos não precisarão ser feitos para tais impostores, sendo a melhor opção chamar pelos oficiais da marinha o mais rápido possível.

Todas as informações neste documento são comprovadas pelo atual comandante da CP4, único superior do governo em Las Camp e atualmente a pessoa com maior poder nesta ilha.

Atenciosamente,
Commander of CP4

A primeira parada de Lizandra no caminho foi em um grande prédio, este que tinha logo em sua entrada uma enorme placa escrita "Mitificat", algo que realmente não poderia ser entendido pelo médico. – Esse nome é meio estranho, mas vamos lá... Nosso encontro é com... – Por alguns segundos ela olhava na lista para ver com quem deveria conversar sobre o pagamento dos impostos. – Sarah Piaget! – Bradou já iniciando os passos para entrar na empresa. Sem precisar encostar-se à porta, ela abria-se sozinha e a dupla conseguia entrar, encontrando logo no hall de entrada um balcão à direita onde uma mulher de cabelo preto e olhos da mesma cor estava de pé. Ela vestia um uniforme rosa bem bonito e cheio de coisas que algumas pessoas poderiam chamar de fofas, parecia mais algo que uma criança usaria, mas parecia ser um uniforme da empresa. – Olá. – A ruiva aproximava-se do balcão, chamando a atenção da mulher para si. – Estamos aqui para ver a senhorita Sarah. – Sem precisar dizer muito ela esperou Teo mostrar o documento, recebendo a resposta imediata da funcionária. – Tudo bem, podem ir até o elevador e pressionar o botão rosa, darei a autorização e informarei que estão chegando. – Assim a dupla conseguiu andar mais um pouco na entrada, encontrando alguns sofás que serviam como sala de espera e mais à frente em um corredor mais curto estava um solitário elevador. A porta se abria ao chamar este e entrando podiam ver vários botões, sendo apenas um deste rosado.

O botão ao ser apertado não dava nenhuma resposta, a porta não se fechava nem o elevador se movia. Lizandra precisou de mais algumas tentativas para ver o elevador funcionar. – Ela falou de nos dar autorização, talvez esse elevador só funcione se algo for feito fora daqui. – Aquilo parecia estar, mas realmente não importava, pois logo encontrariam a tal Sarah e precisariam estar preparados. – Essa vai ser um pouco complicada, não a conheço... Só sei que as pessoas não falam muito bem de sua personalidade. – Demorou algum tempo até que o elevador fizesse sua parada, abrindo as portas em uma grande sala que parecia ser o escritório da a dona daquela empresa. Não dava para saber o tamanho daquela sala, mas ficava claro que era enorme por conta da falta de coisas naquele andar, que era feito somente do escritório. Alguns passos e eles estavam finalmente de frente para uma grande mesa com diversas coisas organizadas em pastas rosa, existiam alguns armários rosados e as paredes estavam pintadas de um rosa bem claro. Tudo por ali tinha quase a mesma cor e por trás da grande mesa estava sentada em seu grandioso trono uma mulher de madeixas tão chamativas quanto tudo em seu escritório. As roupas dela eram totalmente brancas e seu cabelo curto destacava-se completamente por causa disso, com uma beleza inquestionável a dona da empresa levantava-se para receber os dois visitantes.

Antes de realmente conseguirem chegar até a mesa dela eram parados na frente de um sofá para três pessoas que ficava de frente para outro sofá, porém este apenas para uma pessoa. No meio disso estava a mesa onde algumas revistas e livros repousavam. – Mais uma vez me mandaram novatos. – Sarah caminhava até o sofá individual, sentando-se nele com as pernas cruzadas e um olhar arrogante na direção da dupla. – Independente de sermos novatos ou veteranos no governo, estamos aqui para realizar uma cobrança de impostos. Isso não é algo tão pequeno, nunca faríamos nosso superior vir até a cidade para realizar tarefas que nós conseguimos lidar. – Lizandra estava séria, andava até um dos sofás para se sentar e poder conversar com a mulher. Naquele instante ela parecia estar com raiva, algo muito provável de acontecer após o olhar de superioridade recebido de Sarah. – A diferença é que duas crianças como vocês não conhecem a minha importância, seu chefe deveria sim estar aqui. Isso não é apenas um pagamento de impostos, mas também a contribuição que damos ao governo por toda a ajuda. Eu também estou ajudando vocês e deveria ao menos existir respeito e seriedade, tudo o que pedi para seu superior foi que os agentes de verdade viessem aqui. – Sarah estava furiosa e mesmo com o documento de Teo ela parecia não ter vontade de pagar, sua raiva era maior do que qualquer coisa e isso indicava que a força talvez fosse necessária neste momento. – Assim como o governo me ajuda, gostaria de ajudar eles também, mas para isso eu preciso conversar com as pessoas que entendem disso. Se cada vez que os impostos forem ser cobrados a necessidade de enfrentar crianças como vocês aparecer, talvez eu não precise mais pagar. Se nem mesmo o respeito mútuo existe, por qual motivo continuaria apoiando essa organização? – Mais uma vez ela fazia uma pausa, respirando um pouco e voltando a falar logo em seguida. – Os roubos continuam acontecendo, minhas entregas são interceptadas e vocês nem mesmo me respeitam... Acho que posso terminar a relação com o governo e fazer uma parceria com os bandidos, talvez isso seja mais lucrativo para mim. – Com estas últimas palavras ela levantava-se, caminhando de volta até sua mesa onde sentava no trono e cruzava os braços e pernas sem dizer mais nenhuma palavra.

A ruiva estava um pouco perdida naquele momento. Ela parecia ter maior conhecimento sobre discussões, mas como ela poderia revidar contra uma pessoa que estava sendo tão difícil quanto Sarah. – Nesse momento não sei como lidar com ela, você tem alguma sugestão Teo? – Lizandra questionava o companheiro, olhando para ele com esperanças de que existisse algo fora a força para receber o pagamento dos impostos.


Sarah Piaget:
 
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MensagemAssunto: Re: Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça   Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça - Página 2 EmptyQua 25 Jul 2018, 16:53



Rebeldia?


Estávamos agora na empresa "Mitchificatchi" ou como quer que fosse a pronuncia desse nome, uma empresa que me confundia, mas que parecia sofisticada com detalhes. Não sabia do que se tratava a empresa, mas de qualquer forma, não estávamos lá pra isso. Após nos apresentarmos na recepção e termos alguma dificuldade de ir até o nosso objetivo, finalmente chegávamos aonde tínhamos que ir, a sala de Sarah Piaget, que tinha tanto rosa que eu tinha que me segurar para não fazer uma expressão de desconforto.

Se eu tivesse apostado na estratégia de Lizandra, seria um triste prejuizo, pois nem havíamos chegado e a mulher já acabava com os nossos planos. Mas honestamente, tudo o que ela falava não me incomodava, ou me deixava nervoso de forma alguma, nem mesmo sua expressão ou sua postura. Eu tentava entender o seu lado, de uma empresária que tinha vários problemas e que provavelmente passava por várias frustrações diariamente, ainda assim apesar a mulher puderia ter um pouco mais de humildade. Depois de uma calorosa discussão entre Lizandra e Sarah, a mulher voltava para a sua mesa e a garota me pedia qualquer sugestão do que fazer a seguir."Acho que a estratégia de enfeitar o pavão pode ser uma boa agora...."–Após pensar isso, diria então, baixo e perto o suficiente para que só Lizandra ouvisse––Vou tentar algo, peço perdão se isso te ofender.. E então me aproximava de onde Sarah estava, queria que ela tivesse uma melhor visão de mim, assim como eu também poderia ter uma melhor visão dela. A minha estratégia era falar o que a mulher queria ouvir, usando de Hipérboles (Enfatizar ou Exagerar uma expressão ou sentença comum) e Eufemismos (Suavizar uma expressão que poderia ser rude ou desagradável) para convencê-la a nos pagar. Começaria a dizer, fazendo uma [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]-Senhorita Sarah, sei que se incomoda com o fato de sermos nós, os novatos vindo aqui coletar a importância destinada ao governo, mas assim como a senhorita tem milhares de problemas para resolver, nosso chefe também tem andado extremamente ocupado nos últimos dias... –Sim, era uma meia-verdade combinada a uma hipérbole, ambas disfarçados de simpatia. Primeiro que era impossível saber se Shi andava tão ocupado quanto havia falado já que o conheci hoje, e segundo que eu precisava que a mulher tentasse falsamente entender a nossa situação para que fosse ludibriada a pagar o imposto –Sei que provavelmente já deve ter ouvido justificativas variadas vindas de nossa parte, mas dessa vez é diferente, ele não nos mandaria por qualquer motivo, ou melhor, ele não mandaria minha nobre companheira por qualquer motivo. –Esticaria um de meus braços com a palma da mão virada para cima, em direção a Lizandra e olharia para a garota para então dizer –Minha companheira e sua família são extremamente influentes na marinha e no governo. –Novamente outra meia-verdade combinada a uma hipérbole, eu não sabia a extensão da autoridade dos membros da família de Lizandra, e como ela mesmo disse, seus familiares tem poder apenas na marinha. Se fosse possível, tentaria dar um [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] que estava livre para a minha companheira, colocando minha mão atrás das costas de forma que Sarah não visse, e então torceria meu dedo do meio e indicador, um sinal popular para indicar mentira, para que assim, a ruiva se juntasse a mim nesse redemoinho de meias-verdades que eu estava fazendo. Se ela falasse alguma coisa ou não eu continuaria -Dessa forma, qualquer problema ou reclamação que houver por parte de vossa senhoria com o governo mundial, sera levado em consideração, se for minha nobre companheira quem relatar ao nosso superior. -Era basicamente o que a mulher queria: Ser ouvida por quem tinha poder para mudar alguma coisa, e era isso que eu falsamente tentava dar a ela. -Portanto, se a senhorita puder gentilmente cooperar conosco, faremos questão que tudo suceda de maneira a beneficia-la. –Era minha cartada, apesar de não saber se funcionaria ou não, esperaria a resposta da mulher, para então saber o que faríamos a seguir. Tentaria enquanto isso, procurar discretamente com os olhos por qualquer lugar que indicasse dinheiro, ou perigo dentro daquela sala, provavelmente ambos não estariam em um lugar tão óbvio, mas era bom me certificar para o caso das coisas ficarem mais perigosas. Sinceramente, eu estava começando a entender os problemas de ser um agente do governo... Caso nós conseguíssemos coletar o imposto com tudo que eu tinha falado, assim que saísse da empresa, talvez precisasse dar explicações a Lizandra, então caso a mesma estivesse com uma expressão ruim ou de alguma forma irritada, puxaria ela de lado para começar a explicar o que havia feito. Caso a garota compreendesse o que tinha feito, apenas seguiria junto com a mesma para o próximo destino.


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Ao Narrador:
 


POST: 10 PAGINAS: 02 ILHA: West Blue - Las Camp LOCAL: Mitificat

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