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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Capítulo l: Indomável

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MensagemAssunto: Capítulo l: Indomável   Capítulo l: Indomável - Página 2 EmptySab 30 Jun 2018 - 4:04

Relembrando a primeira mensagem :

Capítulo l: Indomável

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Asterix Golias Tarantino. A qual não possui narrador definido.


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Sagashi
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MensagemAssunto: Re: Capítulo l: Indomável   Capítulo l: Indomável - Página 2 EmptySex 6 Jul 2018 - 3:36

 

O assalto ao navio
 
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Meu pedido por uma nova adaga foi negado pelo major, mas não há problema nisso. Segundo ele, poderia conseguir uma nova quando invadisse o navio, e realmente, fazia sentido. Não só isso, mas eu também poderia armar a célula inteira, substituir os armamentos desgastados e de quebra ainda ter armas para membros futuros do movimento. Uma chance única, na qual não poderíamos perder. Não sabia se de fato cada arma pega por nós impactaria muito na grande ideia de entregá-las aos superiores, mas sabia que, para serem levadas de navio e armazenadas em caixas, com certeza não eram poucas armas, então, uma ou outra certamente não faria diferença. Além disso, é por um bem maior: pelo bem do punho escarlate do nosso grupo revolucionário. Bunny nos dava as instruções, e pelo visto precisaríamos de alguém com noções de navegação para que pudéssemos tomar nosso rumo à Conomi Island. Com certeza ele haveria pensado nisso antes de nos atribuir a missão, então, podia ali concluir sozinho que um dos nossos lacaios era um navegador. Fora isso, novamente me passava pela cabeça que iríamos precisar neutralizar os marinheiros para tomar posse do navio, e que não seria uma tarefa fácil, muito menos agradável de se realizar. Minha intuição me dizia que alguém do nosso grupo sairia ferido, o que me levava a pensar na hipótese de haver um médico no nosso grupo, essa com menos chance de ser real, visto que não é essencial para o plano, e sim essencial para uma ocasião. Castigar trabalhadores pelo seu serviço é algo justo, realmente? Afinal, estamos contra a tirania, o preconceito, os desaforos, isto é, estamos contra a marinha, não necessariamente contra aqueles que imaginava que viessemos a matar. Me perdia em pensamentos por alguns segundos, mas que logo se dissipavam, ao ter em foco apenas a missão e a imagem de conclui-la.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Retomava meu foco, vestia meu manto para me esconder, e assim era feito por todos. Caminhavamos em direção ao nosso objetivo e, de longe, nos deparávamos com dois homens de terno, provavelmente agentes do governo, como dizia Lilly. Ao ouvir as palavras "navio" e "nobre", a vontade de erradicar a desordem aumentava. Se o navio fosse de um nobre mesmo, estaria convicto de que aquilo era obra de corrupção, pois nobre nenhum deveria financiar a marinha, visto que trabalham para a segurança da população, e não para um ser específico ali inserido. Meus remorsos quanto a invadir o navio simplesmente cessam, e minha determinação se fazia sólida novamente. O múmia – se ele permitisse que eu o chamasse assim – virava a cara para o plano de assassinato de Lilly e colocava que teríamos de subir furtivamente pelo navio; já o menorzinho, apenas olhava para o alvo. Certamente ele tinha algo em mente. Eu, no fundo, apoiava a ideia de ambos, porque precisaríamos neutralizar os encarregados do transporte do navio e também precisaríamos nos esconder do resto da organização. Ativaria a voz: – Ouçam Joe. Digam-me suas especialidades, se possível. – O diria em voz baixa, mas suficientemente alta para que o grupo ouvisse. Olhando pela frente, eu não fazia ideia de como seria a estrutura interna do navio, então não conseguiria fazer planos muito aprofundados a respeito. Por ora, Joe sabia o que fazer, então, assim o seguiria.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]– Como entrar lá? – Perguntaria, em tom de dúvida. Caso Joe soubesse por onde poderíamos entrar, usaria da minha audição aguçada para ouvir quem quer que estivesse vindo, meu temperamento calmo para não tremer e esbarrar em alguma coisa barulhenta e minhas habilidades furtivo-acrobatas para me esgueirar nos lugares com sombra que fossem seguros para que eu pudesse entrar pelo local indicado, e claro, levaria os companheiros comigo, isto é, se todos nós não fossemos atrás do major. Caso ele não soubesse como entrar, procuraria com os olhos e me aproximaria gradativamente do navio, sozinho e da maneira mais furtiva possível, a fim de descobrir uma entrada, que, se existisse, seria informada aos meus colegas por mim. Se  tanto eu quanto Joe não conseguíssemos achar entrada nenhuma, precisaríamos neutralizar os agentes, coisa que não seria fácil e certamente não seria realizada por mim, afinal, dois contra um e uma cidade de preconceitos pesando, a desvantagem seria exorbitante. Seguindo essa última linha de hipótese, se neutralizassemos os agentes com sucesso, entraria no navio e me esconderia em algum lugar que julgasse ser seguro na hora; senão, ajudaria meus companheiros com uma possível batalha em frente ao navio, defendendo-os com a adaga e com meu corpo, tal fato de baixas chances de se fazer presente. A todo momento, usaria meus sentidos naturais e o aguçado para sentir se alguém está nos observando, ou se nos descobriram antes da hora, assim alertando os demais sobre isso.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Se a entrada no navio fosse possível, acompanhada ou não do major, iria para o local mais seguro e colocaria meus ouvidos contra o chão, buscando contar os passos e a distância deles, para tentar ter uma ideia de quantos marinheiros estariam no navio e quantos deles estariam próximos de nós. Se eu conseguisse terminar a análise, relataria as conclusões para Joe e esperaria um plano próprio dele. Se ele não estivesse com a gente, apenas relataria aos meus colegas e esperaria até o navio dar partida, para enfim começar o ataque, claro, de forma pensada e furtiva até lá. Em seguida dessas probabilidades, empunharia minha adaga na mão direita, segurando-a pelo cabo e de ponta-cabeça, buscando fincar com força no pescoço ou no peito de quem nos pegasse no flagra, tapando sua boca para evitar gritos e o assassinando nas sombras, evitando vestígios embaixo da luz. Se dois ou mais marinheiros nos descobrissem, buscaria rapidamente olhar ao redor para ver se uma luta é possível no cenário, se fosse, iniciando-a com uma investida com a adaga virada para o alvo, na tentativa de furar o que houvesse pela frente. Não sendo possível, apenas me esquivaria para os lados ou bloquearia os golpes de armas brancas, a fim de não ser atingido e comprometer a missão. A todo momento, na hipótese de estar dentro do navio, procuraria com os olhos por uma adaga de fácil acesso. Caso houvesse uma, a pegaria, e a tornaria minha segunda arma, usando duas simultâneamente. Era de se esperar por um grande conflito uma hora ou outra, mas mesmo assim, assassinaria apenas aqueles que estivessem sozinhos ou os que estivessem na ausência de luz, visto que enxergo bem no escuro e que isso viria a ser útil se houvessem lugares sem iluminações.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Se o major dissesse que cada um deveria tomar seu próprio rumo para entrar no navio, daria a volta por ele e iria no lugar menos observado pelas pessoas, para que enfim pulasse usando minhas pernas alongadas e subisse no navio, como uma boa lebre o faria. Se não fosse possível, buscaria por uma escada, ou por buracos nos quais eu pudesse escalar, mesmo não tendo experiência nenhuma nisso, além das acrobacias, claro. No fim das contas, seguiria à risca o que a mim fosse ordenado por ele, porque ele é de uma patente alta em uma função que exerço, portanto certamente sabe mais do que eu como lutar e como se posicionar estrategicamente. Tomaria suas decisões e comportamentos como um aprendizado, prestando atenção em todas elas, na fantasia de que eu pudesse ser líder de uma pequena organização um dia também.



OFF: Eu deveria colocar o resumo da aventura aqui nos posts? Não sei como funciona em uma avaliação, mas lembro de quando eu mandava avaliações no NARPG e sempre me fodia tendo que ler a aventura tudo de novo pra resumir ela.
Objetivos escreveu:

-Me aliar a uma célula revolucionária.
-Conseguir equipamentos.
-Chegar em Loguetown.
-Conseguir mais berries, os suficiente pra me manter durante o trajeto do lvl 2 pra GL.
-Conseguir o mínimo de recompensa.
-Perder a desvantagem "Analfabeto".
-Perder a personalidade niilista.
-Concluir uma missão revolucionária. (Em progresso)




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MensagemAssunto: Re: Capítulo l: Indomável   Capítulo l: Indomável - Página 2 EmptySeg 9 Jul 2018 - 12:59



No Navio.


Joe ouvia a pergunta do novato e sempre educado respondia o mink de 3 metros. – Eu sou um atirador, falsifico documentos e sou bom com a lábia. Lilly é uma assassina que usa da sedução para se aproximar de seus alvos, quando ela se aproxima como uma mulher indefesa um lado assassino dela crava a adaga em seu oponente, Ramses é bom em disfarce e lábia e ele, furtivo, calmo e silencioso. – Dizia sobre cada um dos membros daquela pequena célula. Então era questionada sobre como entrar no navio o Major então começava a pensar enquanto o baixinho apontava para alguns homens carregando as caixas de armamento que será entregue em Loguetown. Isso fazia o líder ter uma ideia que deveria ser colocado em prática de maneira rápida. – Bom podemos ir no galpão, nocautear – sem matar – os trabalhadores inocentes nos vestir com as roupas deles, enquanto Trick r Treat e mais alguém entra em um caixote. – Fazia uma pausa enquanto continuava a pensar e completava seu raciocínio de plano. – Podemos simplesmente ir lá e matar eles. – Dizia a mulher com um olhar bem malvado, logo voltando a ficar com uma expressão de inocente. – O que acha docinho? - Falava com o menor, que só ignorava.

A lebre também conseguia ser furtivo e acrobata, então a múmia teve outra ideia apenas completando a do líder. – Por que não chamamos a atenção com Lilly enquanto eu levo a caixa com o Travessura, você e o grandão aproveita a distração e sobe pela lateral do navio, acho que não um problema para ele. – Na sequência fazia uma brincadeira com seu Major. – Caso sua acrobacia estiver em falta ele pode te ajudar lá de cima só esticando a mão. – O mesmo ficava sem graça, mas concordava com a ideia do companheiro de Revolução. O plano então era colocado em prática, todos estavam prontos para segui-lo Ramsés e Trick então se preparavam para ir até o galpão, enquanto Joe e Asterix esperavam a oportunidade para subir, para chegar até o navio teria que ser de forma furtiva andando literalmente pelas sombras. – Então: Lilly começava seu show, abria um pouco mais a blusa dando um bom destaque nos seus seios, deixava as pernas bem amostra, passava um batom bem chamativo combinando com a cor do seu cabelo, arrumava um pouco seu cabelo e então caminhava até os homens do governo que fiscalizavam a entrada dos produtos.

Seu andar era algo de parar o movimento, seu rebolado fazia a cabeça dos homens acompanhar cada movimento de seu bumbum. Então ao se aproximar dos dois agentes do governo que estava na entrada do navio ela passou uma mão sobre seu cabelo e um deles já tinha até corações no seu olhar. – Bom dia rapazes. – Se aproximava do maior pegando no braço dele e passando quase entre seus seios enquanto voltava a falar. –  Tão forte. – O outro já com ciúmes dizia sou forte também olha só mostrando seus pequenos músculos. – Uau, como são fortes e gatões. – Dava uma piscada para eles, no momento Ramsés entrava com a roupa de um trabalhador com uma caixa, que parecia estar bem pesada. Já Golias e Bunny iam se aproximando do navio pelas sombras, fazendo passos furtivos e acrobata e logo conseguiam embarcar. – Precisamos nos esconder por hora. – Ambos ficavam atrás de umas caixas e observavam mais dois agentes e um homem com uma aparecia bem elegante que dizia. – Estou vendendo essas armas para uma guerra que está por vim, quero que limpe os pobres de lá. – Joe fazia um sinal de silencio e tirava uma caneta e escrevia no chão, só que não tem a mínima ideia que Asterix não sabe ler.

Lilly continuava a provocar os homens, outras pessoas que passavam ainda comentavam, governo além de ser mó vida boa, consegue as melhores. – Gatões como posso chegar em Loguetown, queria me alistar na marinha. – Ambos babando – Aham Marinha!!!! – Um deles balançava a cabeça e oferecia uma carona para a mulher então ela subia na frente enquanto eles acompanhavam o balanço de seus seios e bunda. Ela logo via Joe e Asterix escondidos, então ficava em uma posição meio que tampando a visão dos dois que vinham subindo atrás. Logo mais ao lado Ramsés já estava rapidamente com outro disfarce e era chamado pelo nobre de navegador, era pedido para pilotar o navio. Era questionado a presença da mulher um deles falava que ela ia se alistar na marinha e o atrás dos dois fazia um sinal de positivo. Ia mais a frente da mesma dizendo que era só uma carona, ela olhava para Joe e fazia um sinal de morte, passando a mão a frente do pescoço, enquanto o líder fazia todos os sinais de negativo existente. – Suas orelhas estão a mostra cuidado. – O navio finalmente desembarcava a ordem de Joe era atacar na primeira oportunidade.

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MensagemAssunto: Re: Capítulo l: Indomável   Capítulo l: Indomável - Página 2 EmptyQui 12 Jul 2018 - 13:52

 

O assalto ao navio pt. 2
 
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Lilly sugeria por meio de gestos que nós matassemos os tripulantes do navio, o que em primeira mão não era má ideia, porque precisávamos tomar posse deste. Claro, poderíamos também seguir o que Joe sinalizava, que era o não matar, sendo o caminho mais pacífico, porém menos seguro, pois qualquer descuido poderia nos deixar em uma situação de submissão, coisa que não existiria no plano de assassinato. Me confundia um pouco entre as ideias e me sentia mal por não conseguir pensar por conta própria, sentia vergonha por mim mesmo, alguém tão filosófico, não ter uma estratégia única que mesclasse os dois lados. Além do mais, ouvir aquele nobre nojento falando sobre expulsar pobres de uma determinada região me estonteava, me deixando ofuscado por ira e utopias de que o mundo poderia de alguma forma mudar se pessoas da mesma índole fossem eliminadas. Por fim, suspiraria sem fazer som, aceitando a ideia de Joe e pensando: – Siga o mestre. Afinal, ele é quem nos guiará, já deve ter alguma coisa em mente.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Me deparava em uma situação na qual jamais imaginaria que fosse acontecer: ler para saber o que fazer. Eu nunca soube ler, mas não imaginei que fosse me afetar algum dia. Passaria a mão no queixo e balançaria a cabeça de forma afirmativa, como se o que Bunny tivesse escrito fosse algo genial. – Não estou entendendo nada, mas compreendo. – Faria sinal de positivo para Bunny enquanto continuaria afirmando com a cabeça. Não é como se o que ele tivesse escrito ali fosse essencial para a missão, porque se fosse, certamente ele nos teria dito logo que antes. Nossa ordem no fim das contas era a de atacar na primeira oportunidade, um corpo a mais ou um a menos não significaria nada, de toda forma estaríamos adulterando os planos da burguesia. Joe me avisava das orelhas estarem para fora, o que também me deixaria envergonhado, embora eu não mostrasse isso por fora. Tentaria me abaixar um pouco mais para esconder as orelhas, mas se não fosse possível, as abaixaria com as mãos e faria força nelas para que elas ficassem para baixo, sem que, é claro, afetasse minha audição aguçada. Se o manto cobrisse tudo, deixaria esse trabalho para ele, o passando por cima das orelhas de forma silenciosa.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Um raio de memória viria à tona. Lembraria-me e ligaria os pontos: se Lilly nos viu na subida para o barco, bastava que os marinheiros forçassem um pouco a visão que nos veriam também. Não era algo que me deixasse em pânico, porque sou totalmente calmo e controlado, mas me incomodava por saber que poderíamos arruinar nossa estratégia de dominação. Bateria duas vezes no ombro de Joe e diria em voz baixa: – Capitão, como faz para ler? – Revelando enfim o meu analfabetismo. Independente do que ele fosse falar, me manteria alerta para os possíveis ataques surpresa por parte dos tripulantes. Não podia deixar de notar que Ramses tinha o controle do navio, o que me fazia duvidar sobre o trabalho porco dos agentes do governo. Como um homem enfaixado simplesmente sobe em um navio e começa a pilotá-lo, sem que ninguém sequer saiba quem ele é? Bom, talvez ele tivesse mantido contato e se feito de navegador desde antes, o que me provaria que a missão já tinha sido calculada posteriormente, me dando um pouco a mais de ar nos pulmões, por saber que realmente minha célula sabia o que fazer.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Foco. Olharia para os dois lados e procuraria por um lugar mais espaçoso e menos iluminado, que fosse bom o suficiente para esconder meu tamanho. Se não houvesse um, me manteria naquele mesmo lugar. Independente do local em que eu estivesse, continuaria com minha simulação mental dos acontecimentos. – Tudo bem. Um... dois... três... eu... o pequeno... – Me certificaria de estarmos em cinco. Tentaria achar alguma brecha para que eu pudesse ter uma visão periférica ampla do navio, visualizando o número de marinheiros no navio e considerando o nosso número, decidindo tomar as atitudes quando nós estivessemos em cerco com eles. Se ele estivessem em menor ou igual número, tomaria a ação A, enquanto que se estivessemos em menor número, tomaria a ação B.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A ação A consistiria em partir para o ataque a partir do momento em que o navio estivesse um pouco afastado da ilha, usando de minhas capacidades acrobatas para pular e me equilibrar no lugar mais alto, logo em seguida saltando desse lugar alto com a adaga em mãos, clamando: – Pela revolução! – No meio do ar (Veja a técnica no final do post). Definiria como ponto fatal a parte depois do pescoço e antes do ombro, aquele pedaço onde humanos geralmente sentem sensação de choque e dor intensa ao apertar. Digo, pelo menos, era o que eu via da cela quando crianças apertavam umas as outras nesse local e saíam chorando mais tarde. Esse seria o estopim de uma luta, e faria questão de neutralizar o alvo com a facada vinda do alto. Caso eu a acertasse, tiraria a adaga fincada naquela área e seguraria meu alvo como escudo humano, apontando-o para os demais que me vissem, a medida em que pressionaria a adaga contra o seu pescoço, ameaçando tirar a vida do ser caso alguém tente revidar o ato. Se eu não a acertasse, rolaria para frente como de costume em erros dessa técnica e buscaria acabar muito perto do alvo, fincando dessa vez a adaga em seu joelho, ou na parte que usasse para se locomover, se fosse um mink. No fim de todas essas ações, buscaria manter o alvo de escudo humano, e se tal ação não fosse possível de ser realizada, recuaria um pouco e me manteria alerta para me esquivar de possíveis golpes vindo de armas brancas e tentaria me esconder de armas de fogo.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A ação B consistiria em me esgueirar pelos lugares mais escuros do navio, me contorcendo da melhor maneira possível para me manter furtivo, tomando cuidado para as orelhas não se destacarem, até chegar no local com menos concentração de tripulantes. Se até agora tudo ocorrer bem, puxaria pela boca com as duas mãos o marinheiro mais vulnerável na hora, o arrastando para o escuro e bloqueando suas passagens de ar pela boca e pelo nariz, tentando desmaia-lo o mais rápido que eu conseguisse. Se houvesse dois vulneráveis, usaria o "pela revolução" em um (definindo como ponto fatal o estômago), removeria a adaga de seu corpo e partiria para o ataque ao outro, buscando dessa vez enfiar a adaga em suas coxas ou braços, dependendo do que eu percebesse que ele usasse para atacar mais. Me esgueiraria novamente para o escuro, se os demais não notassem que supostamente anulei os dois. Se notassem, não haveria opção senão engajar uma luta ali mesmo, contando com o apoio de meus colegas e os defendendo com meu próprio corpo e arma para quaisquer golpes que eu sentisse que os danificariam.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Se eu logo fosse interrompido por Bunny, por não saber ler e precisar ter ciência de seu plano, colocaria em prática a ação C, que seria ouvir tudo o que ele teria a dizer e seguir cuidadosamente suas instruções, sendo elas pacíficas ou não. Esperava do fundo do meu coração que Lilly não tomasse iniciativa própria e que os tripulantes nos vissem antes de qualquer coisa puder ser executada. Em todos os casos, utilizaria de meu sentido aguçado e da minha visão noturna para me beneficiar em situações nas quais eu precisasse deles para me sobressair, e contaria com a ajuda de meus colegas em alguma atividade na qual eu não pudesse realizar.



Técnica:
Pela revolução!:
 

Objetivos escreveu:

-Me aliar a uma célula revolucionária.
-Conseguir equipamentos.
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-Conseguir mais berries, os suficiente pra me manter durante o trajeto do lvl 2 pra GL.
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MensagemAssunto: Re: Capítulo l: Indomável   Capítulo l: Indomável - Página 2 EmptyTer 17 Jul 2018 - 12:15



O Contra-Ataque.
O mink se sentia mal por estar apenas seguindo ordens, não conseguia ler o que o mesmo tinha escrito. – Te ensinarei assim que chegarmos em terra firme. – Dizia Bunny, Asterix em todo o momento se matinha extremamente calmo, o navio já estava em alto mar e as coisas pareciam estarem indo muito bem para o Exército Revolucionário, notava que era cinco agentes do governo além do nobre que estava ali, percebendo que o mesmo estava bem afastado de Shells Town então a lebre usava sua acrobacia já gritando – PELA REVOLUÇÃO !!!! – Nesse mesmo momento foi o chamado para guerra o pequeno saía de dentro de uma caixa com sua adaga em mãos falando mesmo gritando seu tom de voz era sempre baixo. – GOSTOSURAS OU TRAVESSURAS!!!! – Isso assustava as pessoas que estavam abordo do navio, conseguia cravar sua adaga no pescoço de um dos homens ali presente. O golpe do pequeno era bloqueado, um filme literalmente de terror passava na cabeça dos agentes, quando um deles perguntava o que estava acontecendo.

- Vocês estão sendo roubados ... em nome do Exército Revolucionário. – Dizia Bunny joe com uma voz calma o homem que parecia o líder da CP ali no navio parecia despreocupado. – Se saírem vivos daqui. – Um deles golpeava Lilly na barriga enquanto o outro estava em um bom duelo contra o nanico mascarado. Asterix após finalizar um dos agentes recebia um forte soco no peito. – Desgraçado ... – Bunny era alvo de tiros e se escondia, sacando sua arma também para participar da guerra.  – Esperava por vocês já ... Seus idiotas, monstros horríveis. – Ramses então olhava para vocês e toda situação, começava a tirar suas bandagens enquanto falava. – Sinto muito não sou um de vocês, eu trabalho para a CP. – Um olhar sereno e calmo, enquanto dizia algo como a cabeça de vocês valeria sua promoção. Os agentes estavam prontos para continuarem a atacar enquanto Bunny ficava furioso. Lilly colocava um sorriso macabro dizendo. – Assim que eu gosto. – O adversário de Asterix estava pronto para golpeá-lo de novo.

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