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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Capítulo l: Indomável

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MensagemAssunto: Capítulo l: Indomável   Capítulo l: Indomável EmptySab 30 Jun 2018, 04:04

Capítulo l: Indomável

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Asterix Golias Tarantino. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo l: Indomável   Capítulo l: Indomável EmptySab 30 Jun 2018, 19:09

 

28:06:42:12
 
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ele sabia que não eram assim. Não todos, pelo menos. Humanos só mostram quem realmente são quando submetidos à situações de perigo, e cabia a ele fazer com que mostrem sua verdadeira natureza, e, assim como Procusto um dia fez em seus dias de liberdade, moldar o caráter das más índoles na ponta da lâmina. Há de ser alguém que mudará o mundo, nem que pra isso tivesse de fazer com que todos aqueles que se dizem dignos da liberdade e emissários da moral implorar por misericórdia. Mas não, não poderia mudar o mundo sozinho: haveria de ter alguém que pensasse o mesmo do que ele. Existiria alguém assim? Alguém lúcido o suficiente para entender o ponto de vista do oprimido coelho? Era de se indagar. Pelo menos, para Asterix, isso parecia deveras utópico. Afinal, não são todos os dias que se vê alguém que participou de um circo de horrores, não é mesmo?
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.] Erguia seu rosto — não muito, talvez, por medo de que alguém visse o quão monstruoso era a criatura, por maior que fosse a estrutura onde se localizava. Afagava seus ombros e peito com uma das mãos, assustado por sentir o quão profundas eram as feridas físicas em seu corpo e satisfeito por lembrar do quão pior poderia ser se não fosse hábil o suficiente para escapar daquela jaula. Com a outra mão, apoiava-se para não cair para frente, visto que a gravidade não é tão gentil com pesados coelhos de três metros. Seu corpo era coberto por um grande manto que ainda usava desde o momento em que pisou na ilha, para que não enxergassem sua feiura. Algumas tentativas anteriores de comprar comida foram falhas, alguns vendedores o expulsaram, outros imaginavam que Golias os assaltava, e ainda outros pensavam ser uma fantasia, por conta de sua pele totalmente descuidada e murcha. Por isso, até então vivera de pequenos furtos. Nunca foi pego.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.] Doía muito para ele lembrar de tudo isso. Tentava sublimar todo seu desgosto em viver, usando de sua fervorosa vontade de mudança. Seu mundo se recusava a morrer, por mais que terceiros apoiassem a ideia. Em um movimento brusco de pescoço e maxilar para a esquerda, parecia jogar as dores para fora e retomar à dura realidade. Uma boa fantasia não é tão boa quanto uma dura realidade, por mais que possa parecer o contrário. Não conseguia enxergar direito o que vinha abaixo dele, por estar recentemente retomando seu foco. — Mundo melhor. Liberdade. Empatia. — Parecia dizer para si mesmo, em voz regular, e isso lhe enchia os olhos e peito de esperança. Conseguiria ele encontrar sua chance de alterar a realidade? Ninguém sabe. As coisas não são impossíveis — claro, há certo grau de dificuldade — mas não são.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.] Desceria de onde quer que estivesse. Claro, sem dar uma boa olhada no que há abaixo. Se a estrutura fosse muito alta, buscaria por uma forma de descer escadas, ou pular para estruturas menores, qualquer coisa que lhe tirasse do alto, contanto que não revelasse seu rosto para ninguém. Ao fazê-lo, isto é, se encontrasse um meio para tal, caminharia dentro de Shells Town em busca de alguma placa com símbolo de armas. Não escrito, mas desenhado. Nunca fora alfabetizado, coisa que o envergonhava ao lembrar, por ter 33 anos, mas logo lembrava que tinha mais do quíntuplo da idade que um coelho genérico teria, então se sentia especial de toda forma. Jamais revelaria seu rosto para as possíveis massas que encontrasse.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.] Ao chegar na loja de armas  — que subentende-se que seja o símbolo das armas — se aproximaria de um balcão e vasculharia com os olhos por adagas. Encontrando ou não, se houvesse um atendente, aproximaria-se dele e daria sua voz, calmo como sempre. — Adagas. O preço. — Aguardaria pela resposta do atendente. Se fossem mais de cinquenta mil berries, juntaria as mãos como um "por favor", por menos efetivo que isso obviamente fosse. Novamente, não reduzindo sua oferta, sairia da loja e iria em busca de qualquer oportunidade para roubar uma. Caso contrário, isto é, se fossem cinquenta mil ou menos, pagaria de bom grado e tomaria as adagas para si, revelando somente o sorriso dentro daquele grande manto. Conseguindo a adaga, aproximaria-se das partes escuras de Shells Town, como forma de abrigo, e caminharia por elas em busca de algo ou alguém que visualmente parecesse digno de seu plano de justiça.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.] Na possibilidade de não haver loja de armas, tomaria a mesma decisão de procurar por uma oportunidade de furto, nem que para isso tivesse que revelar a si mesmo. A todo momento, usufruiria dos seus sentidos para se locomover a para procurar, em especial, sua audição, que poderíamos aqui coloca-la como abençoada. As armas eram fundamentais para seu objetivo, em sua concepção.



OFF: Capítulo l: Indomável 1439049992 Sim, dei ctrl+c no primeiro post da aventura que eu cancelei

Norio Espero que tenhamos uma boa aventura. Vou definir mais objetivos mais tarde.

Objetivos escreveu:

-Me aliar a uma célula revolucionária.
-Conseguir equipamentos.
-Chegar em Loguetown.
-Conseguir mais berries, os suficiente pra me manter durante o trajeto do lvl 2 pra GL.
-Conseguir o mínimo de recompensa.




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MensagemAssunto: Re: Capítulo l: Indomável   Capítulo l: Indomável EmptySeg 02 Jul 2018, 19:17



Shells Town.


Você aparece em uma cidade tropical sob o sol ardente. Os sons familiares de uma carroça rastejando e levando mercadorias, pessoas caminhando, barris pesados que carregam vinho onde vem escrito - Micqueot - se misturam com vozes gritando e maldizendo devido a quantidade de pessoas mal dava para reparar, inalações e palavras de canto que fazem parecer quase musical. O aroma de especiarias desconhecidas e misturas de comida típicas, as pessoas parecem bem animadas, até demais. O gigante mink vai andando por essas pessoas enquanto ouvia. – Nossa que lebre gigante. – De uma criança a mãe do mesmo apenas segurava em sua mão o fazendo parar de apontar e continuava com seu caminho. Além de tudo isso, Shells Town é uma explosão de cor.

Consegue observar os mais diversos tipos de pessoas, humanos, homens peixe, outros Mink e todos parecem viver bem. Após caminhar por algum tempo olhava uma loja, sabia que era de armas devido ao material que era exposto lá dentro. – Bom dia o que vai querer. Se incomodava com o Mink e voltava a falar. – Nossa cara, mais animação, hoje o dia está ótimo. – Dizia o dono da loja, sendo um ruivo, bem musculoso ainda um pouco mais baixo que você. Seus músculos eram bem definidos, um martelo gigante em suas costas. – Bom uma adaga 30.000B$. – Com isso conseguia comprar uma adaga, mas se quisesse outra precisaria de no mínimo mais 10.000B$. Uma pessoa logo entrava um homem pouco distraída trombava com o mink coelho – Sinto muito, eu ando bem distraído ultimamente. – Ele olhava melhor e então voltava a falar. – Caramba para um coe e e ... seja lá o que você for é bem grande.

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MensagemAssunto: Re: Capítulo l: Indomável   Capítulo l: Indomável EmptySeg 02 Jul 2018, 21:19

 

Primeira pessoa: Asterix G. Tarantino
 
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Barulhos ecoavam pelos meus ouvidos e me davam sensações de calafrio. Entendia perfeitamente que não havia perigo eminente pra mim por ali, afinal, as pessoas estavam inclinadas a aceitarem até mesmo os tritões, que sofrem tanto preconceito quanto a minha raça sofre. Porém, algo me dizia que me revelar não era boa ideia. Seria apenas um trauma a ser superado? A realidade daqui é mesmo diferente do circo? Certamente, um ponto super interessante. Talvez, conhecer o mundo não seja má ideia. Quero dizer, todos morreremos, e nosso desempenho em atividades fúteis aqui na terra será em vão, porque no fim tudo está perdido. Não há esperança vindo do exterior. Haveria, pelo menos, em mim? Eu poderia confiar em alguém que no fim não fosse um reflexo meu?
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Passava andando, e acredito que se eu cuspisse para cima, acertava pelo menos cinco deles. Ouvia que notavam meu tamanho, e me contentava ao finalmente me chamarem de "lebre". É maravilhoso sentir que sou reconhecido pelo o que realmente sou, por uma espécie tecnicamente superior à minha. Olhava para os arredores e via uns barris sendo transportados não sei onde, e também não sei de onde vinham. Que interessante seria entender a escrita universal, para conseguir ter mais oportunidades na vida em algumas situações. O que será que dizia aquela placa em frente à minha cela, nos dias de luta? Um dia, se eu me recordar das tais "letras", saberei. Todavia, olhava para uma loja de armas, que felizmente tinha seu conteúdo a mostra. Falei com o comerciante de lá dentro. – Nossa cara, mais animação, hoje o dia está ótimo. – Ele dizia. Respiraria fundo e não responderia. Retiraria qualquer coisa que cobrisse meu rosto ali e mostraria minha real identidade, somente a ele. Lentamente, forçaria meus músculos do rosto a formarem um sorriso, por mais monstruoso que fosse. Não seria um sorriso sincero, obviamente, portanto, talvez não parecesse como um. Em seguida, colocaria de volta o que quer que eu tivesse retirado do rosto.
Comprava a adaga e colocava no bolso.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Um homem trombava em mim nesse momento. – Sinto muito, eu ando bem distraído ultimamente. – Ele diz. Rapidamente me afastaria dele e encolheria meus ombros, me lembrando que ele tocou em mim e como isso me doía por dentro. – Caramba para um coe e e ... seja lá o que você for é bem grande. – Cortaria a fala do homem pela metade, instintivamente. – Lebre. – Depois, me tocaria no que eu tinha acabado de falar. E tomaria uma postura menos hostil, sempre assumindo meu temperamento calmo. – Lebre, por favor. – Em seguida, tomaria rumo para fora do estabelecimento, sem prestar explicações para o homem. Algo viria em minha mente: por que uma, se eu posso ter duas? E enfim voltaria novamente a encontrar o mesmo rapaz. Chamaria sua atenção sem encostar se ele não estivesse prestando atenção em mim. – Como eu ganho dinheiro? – Perguntaria diretamente para ele. Se a resposta fosse "trabalhando" ou algo do tipo, prosseguiria. – Tem razão. Eu sou tão bonito, né? Qual empresa não gostaria de contratar uma lebre de três metros com pele flácida e dentes expostos? – Não riria, por mais que o tom de voz fosse irônico. Cortando a ironia, voltaria com minha postura natural. – Ser humano, preconceito. Minks, aceitáveis. Eu, inaceitável. A vida, efêmera. Isso mudará, aguarde. – Aguardaria uma resposta a partir daí.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Bateria as mãos pela roupa e notaria se há ou não por ali a adaga que eu comprei, por via das dúvidas. Aquele esbarrar me soava muito estranho, por algum motivo, e eu sentia um certo desconforto ao imaginar a hipótese de que o homem a pegou durante o processo. Se eu a sentisse, não havia o porquê de me preocupar, então, apenas continuaria meu diálogo com o homem cujo esbarrei. Se eu não a sentisse, instantaneamente procuraria pela adaga ao redor, focando principalmente aquele sujeito de preto. Caso visse a adaga com ele, "esbarraria" nele também, com força, e tomaria a adaga para mim, dizendo – Ora pois, também estou bem distraído ultimamente. – Provavelmente iniciando um cenário de combate, onde eu tomaria sempre a defensiva, sabendo que os humanos me crucificariam simplesmente por eu estar ali, me revelando. Se a adaga não estivesse com ele, a procuraria incessantemente pela loja, e viria a dizer ao vendedor – Minha arma foi levada. – Esperando algum ato de misericórdia por parte dele.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Se nada pudesse ser realizado após a conversa, de alguma forma compraria um jornal. Buscaria por um e o compraria se o encontrasse, por mais que eu não soubesse ler. Conseguindo-o, buscaria por algo ou alguém que eu sentisse estar com tempo livre e pediria para que lesse para mim, assim, eu poderia confirmar se aquele rumor no qual se espalhava pelas antigas celas sobre um grupo que quer revolução a todo custo dentro de Shells Town – inclusive, tal rumor sendo o principal motivo de eu ter tomado meu rumo para cá – era verídico.



Objetivos escreveu:

-Me aliar a uma célula revolucionária.
-Conseguir equipamentos.
-Chegar em Loguetown.
-Conseguir mais berries, os suficiente pra me manter durante o trajeto do lvl 2 pra GL.
-Conseguir o mínimo de recompensa.
-Perder a desvantagem "Analfabeto". (Novo)
-Perder a personalidade niilista. (Novo)




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MensagemAssunto: Re: Capítulo l: Indomável   Capítulo l: Indomável EmptyTer 03 Jul 2018, 21:45



lebre e coelho é tudo lagomorfo.


Cortava a fala do homem, aparentemente não gostava de ser chamado de coelho, algo que faz sentido assim como humanos não gosta de ser apelidados de animais. – Ok, Lebre. Desculpe-me é parecido para um ser ignorante como eu. – Dizia o homem que caminhava até o balcão, podia ouvir o que ele então falava para o balconista. – Eae meu bom, me vê um machado, bem afiado. – Na sequência refletindo um pouco, então voltava até o homem o cutucava. – Trabalhando. – Ironizava a resposta do homem que então voltava a falar. – Sujeito vagabundo é assim mesmo, arruma desculpa de tudo para não ter que trabalhar. Cria vergonha nessa sua cara. – Dizia aquele homem para Asterix, que então respondia novamente para ele falando coisas como preconceito contra Minks ser aceitável, isso chamava a atenção de um rapaz que estava entrando na loja ele olhava e dizia com uma voz suave. – Não isso não é aceitável, o mundo precisa mudar, as pessoas precisam mudar.

Seu olhar era calmo então encarava as pessoas da loja, a expressão do seu rosto era a mais calma que os olhos do mink podiam enxergar e educadamente o mesmo então disse. – Oh me desculpe, meu nome é Joe, Bunny Joe é um prazer conhece-los. – Enquanto o homem do balcão parecia não estar nem aí e de maneira ignorante então respondeu. – Idai quem liga para você. – Com um movimento rápido ele sacava uma pistola a arma estava apontada na direção da cabeça do homem, que tremia de medo. – Não julgue ninguém pela aparência, deixe-me dizer-lhe, correndo o risco de parecer ridículo, mas quem liga para o ridículo o maior erro das pessoas desse mundo é se importar com o que os outros acham de você. – O rapaz meio tremulo então cortava o que estava dizendo. – O que isso tem a ver não faz sentido. – Então Joe colocava um sorriso no rosto e voltava a falar. – Você arrisca sua vida, mas não sou um assassino, um dia você verá que está errado, porque esse mundo sofrerá mudanças. – Seu sorriso era de uma pessoa com uma enorme confiança naquilo que falava.

- Você disse que quer trabalhar, mas também disse que mudará a vida efêmera, então trabalhe para mim. – Suas palavras direcionadas a Golias, abaixou sua arma e estendeu sua mão ao mink. – Trabalhe para o Exercito Revolucionário!!! – O homem da loja quando o próprio dono até se espantava, guardava a sua arma enquanto aguardava a resposta do Mink Lebre o mesmo voltou a dizer. – O revolucionário deve sempre ser integral. Ele deverá trabalhar todas as horas, todos os minutos de sua vida, com um interesse sempre renovado e sempre crescente em mudar esse mundo. Se tem vontade realmente de mudar algo, talvez esse seja o primeiro passo. – Olhava diretamente nos olhos de Asterix, o que a lebre de três metros faria agora.

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MensagemAssunto: Re: Capítulo l: Indomável   Capítulo l: Indomável EmptyTer 03 Jul 2018, 22:59

 

A sinfonia do Novo Mundo
 
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O humano era grosseiro, assim como esperado de um ser tão ignorante assumido. Me causava raiva, mas ao mesmo tempo, eu aceitava o comportamento, porque sabia que os humanos são superiores. Naquele momento, eu sentia na pele como as coisas não mudam, e o novo era só uma transformação do velho. Mas... não. Na hora em que fiquei desesperançoso, uma luz aparecia, brilhando com seu olhar calmo que me dava a sensação de confiança por alguns segundos. Aquilo era certamente uma personalidade com grandes capacidades de liderança, não só por fazer me sentir seguro, mas também por defender sua tese na ponta da bala, exatamente como alguém com vontade irrefreável de mudar o mundo agiria na situação. Seu nome era Bunny Joe, e ele sim era a ovelha negra de uma sociedade preconceituosa, a pólvora para os explosivos! Afinal, quem seria a faísca?
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]– Não julgue ninguém pela aparência, deixe-me dizer-lhe, correndo o risco de parecer ridículo, mas quem liga para o ridículo o maior erro das pessoas desse mundo é se importar com o que os outros acham de você. – Tais palavras proferidas me atingiam em cheio. Me faziam recuar um pouco e pensar sobre minha aparência, coisa que pesava na minha consciência desde os primórdios de meu nascimento. Havia um diálogo entre Joe e os aleatórios, no qual eu não prestava muita atenção, pois estava chocado com o que acabava de ouvir. Alguém de uma raça superior defender alguém de raça inferior é o ato mais nobre que existe no meu universo. O rapaz voltava sua voz para mim, e rapidamente minhas orelhas subiam e meus ouvidos se aguçavam para ouvir. - Você disse que quer trabalhar, mas também disse que mudará a vida efêmera, então trabalhe para mim. – Novamente, a semente da dúvida era plantada. Todo aquele falatório e defensoria, no fim, era apenas para se aproveitar de meus serviços braçais? No que eu trabalharia, afinal? Uma de minhas sobrancelhas se arqueava e surgia uma incógnita no meu mundo inteligível. Mas foi depois disso que tudo mudou.

– Trabalhe para o Exercito Revolucionário!!! –

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Agora tudo fazia sentido. Eu entendia o que estava por trás de tudo, eu sabia! Eu sabia que existia um. Sim, esse era o grande barril de pólvora, e eu era a tão querida faísca! Sentia que algo poderia mudar. Algo poderia se fazer diferente, o mundo poderia ser compartilhado por todos que querem o bem mútuo, sem preconceitos, sem lutas por quem tem a cor de pele melhor ou por quem tem garras e dentes menos afiados, com harmonia e respeito universal, com todas as diferenças e semelhanças, defeitos e qualidades. Assim que o homem estendesse a mão para mim, esperando por uma resposta, tocaria sua mão de leve. Meu corpo rapidamente se afastaria e as dores de cabeça voltariam, mas logo em seguida, forçaria a mim mesmo encostar cada vez mais a fundo a minha mão na dele. No fim, quando eu tivesse encaixado perfeitamente as duas mãos, usaria a minha outra para segurar a dele por baixo, pressionando entre as minhas levemente. – Os revolucionários têm a minha adaga. – E concordaria com a proposta para entrar na revolução.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]– O revolucionário deve sempre ser integral. Ele deverá trabalhar todas as horas, todos os minutos de sua vida, com um interesse sempre renovado e sempre crescente em mudar esse mundo. Se tem vontade realmente de mudar algo, talvez esse seja o primeiro passo. – As palavras me inspiravam. Como eu pude ser tão pessimista esse tempo todo? Como eu não pude ver o quão óbvio era a resposta? Para toda ação há uma reação, como diz o ditado popular. Para toda tirania, portanto, há uma revolução, e para todo erguer, há uma queda. Havia sim uma luz no fim do túnel, eu só não pude percebe-la por estar muito longe de mim. – Minha vida por um novo mundo. Dê-me as ordens. – Diria com convicção, encarando o horizonte com meus três metros de pura confiança.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ao dizer tudo o que precisava dizer, esperava receber as minhas próximas instruções. Bunny provavelmente me daria as coordenadas do exército revolucionário, ou então me levaria por conta própria. Talvez, se tivesse alguma patente alta, me designaria ali mesmo uma missão. No caso dele me levar, caminharia para onde ele quiser que eu fosse, o seguindo fielmente, no meio do caminho dizendo para ele: – Peço perdão pela minha filosofia errônea. – E faria com que o assunto morresse por ali com um silêncio mortal, seguido de algumas tentativas de alívio mental usando o método de respiração profunda. No caso dele me indicar uma localização, seguiria para o local, escondendo meu rosto se possível para que as más línguas não se manifestem, e quando o encontrasse, isto é, se possível, adentraria o local e buscaria com quem falar. Diria que estaria ali por indicação de Bunny Joe. No caso dele me dar uma missão ali mesmo, prestaria atenção no que ele teria a me dizer e me encaminharia no local da missão, parando um pouco antes do meu objetivo para analisar o perímetro com os olhos.



Objetivos escreveu:

-Me aliar a uma célula revolucionária.
-Conseguir equipamentos.
-Chegar em Loguetown.
-Conseguir mais berries, os suficiente pra me manter durante o trajeto do lvl 2 pra GL.
-Conseguir o mínimo de recompensa.
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-Perder a personalidade niilista.
-Concluir uma missão revolucionária. (Novo)




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MensagemAssunto: Re: Capítulo l: Indomável   Capítulo l: Indomável EmptyQui 05 Jul 2018, 02:11



Halloween.


Asterix aceitava a proposta oferecida por aquele homem que o tratava de maneira bem gentil, exército revolucionário os amigos do povo, aqueles que ousam desafiar o governo para um mundo melhor. O homem colocava um sorriso e o cumprimentava então pedia para o mesmo lhe seguir, durante o caminho falava algumas coisas bem simples. – Bom acho que não disse muito bem sobre mim, sou o Major Bunny Joe. – Os passos eram calmos e bem calculados, o mink se desculpava enquanto ele dizia. – Não há o que se desculpar. – Assim chegava em um núcleo pobre em Shells Town. O sol ainda brilha de maneira bem bonita lá no alto. À medida que você olha ao seu redor, várias pessoas almoçando com sopa quente, picante e faisão ternamente cozido, você pode dizer que isso é bem habitual. Em seguida, dois marinheiros chegam à ocasião, enquanto as pessoas expressam sua preocupação com homem de farda. Eles pareciam inofensivos no início, mas a verdade é que eles começaram a assediar os habitantes da cidade e outros visitantes à medida que eles iam e vão exigindo dinheiro, ameaçando qualquer pessoa que não pague o imposto. O Major então dizia para a lebre – Não faça nada por hora, faremos as coisas na hora certa.

– Ontem, um nobre ordenou a vários guardas que afugentassem os visitantes misteriosos, mas não conseguiram fazer o trabalho. – Ouvia algumas pessoas comentando. À medida que a tarde vai chegado, você vê uma dúzia de homens e mulheres reunidos em torno de uma fogueira crepitante. O povo está de bom humor apesar do acontecimento. Alguns deles cantam e dançam ao redor do fogo enquanto outros acham a felicidade em seus frascos e música. Mais algum passo chega em um lugar um pouco estranho, mais três pessoas se encontra por ali, ambas estão usando um manto, cobrindo praticamente todo o rosto. Eles levantam e recebem Joe. – Quem é ele? – Pergunta um deles sendo o maior deles, mesmo assim ainda não chegava ao tamanho do mink lebre. – Ele é o novato!!! – Todos então ficavam de pé e recebiam o Golias. – Seja bem-vindo a Célula Halloween. – ( Voz de Todos) Na sequência ele tirava o manto revelando seu rosto, o mesmo estava todo mumificado, usava um chapéu, um olhar avermelhado e se apresentava. – Sou Ramsés, é um prazer.

O Outro um pouco mais baixo, usava algo para cobrir seu rosto não dizia apenas uma palavra, tinha um pirulito em suas mãos, na outra um saco de doces a qual pegava um e entregava para Asterix. Outra pessoa era uma mulher, ela olhava e dizia com um tom dócil e amável. – Seja bem-vindo, parece um amorzinho. – Na sequência a expressão dela mudava completamente e a mesma falava de uma maneira agressiva. – Que tal a gente derramar sangue por aí. – Passava a língua entre os dentes, mostrava uma expressão diabólica, então completava. – AH meu nome é Lyllian, pode me chamar de Lilly. – Voltava a uma pose dócil e amável, todos ali pareciam receber o novo membro muito bem e estavam animados com a sua chegada, então o Major disse. – Nossa célula ainda é pequena, mas ainda nós temos uma boa chance de crescermos, bom parece que já nos descobriram, temos que tomar cuidado, nossa missão é interceptar o navio de armamento e deixa-lo com superior. – Todos faziam um sinal positivo, a mulher colocava um sorriso diabólico no rosto.

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MensagemAssunto: Re: Capítulo l: Indomável   Capítulo l: Indomável EmptyQui 05 Jul 2018, 04:05

 

A sinfonia do Novo Mundo
 
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Tomava meu caminho com Joe. Ver aqueles marinheiros incomodando as pessoas me deixava aflito o suficiente para lutar pelos seus bem-estares, mas ordens superiores me impediam de realizá-lo. Do que adiantava um sol tão belo, se todo o belo visível fosse somente centrado a ele? Por que o que é bom sempre machuca quando nos fixamos com os olhares no algo? A revolução não me era diferente: poderia dar errado. Algo me puxava para trás, mas o desejo reprimido de mudar o mundo era mais forte do que aquilo. Se não por mim, quem mais poderia transformar as coisas em boas? Tudo é ruim, o ruim é mau, portanto, o tudo deve ser mudado, e cabe a mim fazer essa cirurgia no universo, nem que para isso seja necessário o uso da força.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.] Todavia, apesar de tudo, as pessoas ainda se contentavam com suas vidas. O boêmio é o circo que encobre a falta do pão, afinal de contas. Caminhava mais além, perdido em devaneios e dúvidas, até que me encontrava em um cenário social maior do que eu normalmente tinha. Eram três pessoas, se é que eram pessoas, mais o major. Estávamos em cinco no total. O primeiro a perguntar de mim me dava calafrios quando estava coberto pelo manto, mas logo quando o tirou revelou seu rosto e já me acalmou um pouco mais. Monstruoso igual a mim, seria ele? Se for, a mumificação é uma ideia interessante, e há uma chance de eu aderi-la posteriormente. De toda forma, aqueles certamente seriam meus aliados, por lutarem pelos mesmos objetivos revolucionários, então, cabia a mim tentar fazer algum contato sem afasta-los. Me aproximaria deste mencionado e me poria em frente a ele, revelando a diferença de altura. Prosseguiria. – Chapéu legal. – E faria sinal de positivo com a mão. Esse seria o meu único contato voluntário com o homem maior. Qualquer dúvida que ele tivesse a respeito de mim, eu a responderia de maneira monossilábica, tomando cuidado para não dar informações extras. Seus olhos vermelhos me faziam pensar se eram reais ou se eram postiços, e se a cor afetava a sua visão para melhor ou pior. Nunca havia visto olhos vermelhos senão em outros minks, o que também me levava a pensar se ele era um mink mumificado. A vontade de cobrir meu rosto só crescia cada vez mais.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Em seguida, me afastaria do homem mumificado. Um ser bem menor do que eu se manifestava. Seu rosto também estava coberto. Ele se aproximava com um doce para mim, e parecia ter um saco cheio daqueles também. Minha primeira impressão dele foi a de que ele parecia ser algum tipo de criança com passado traumático, talvez tendo sido adotado pela célula recentemente por conta de algum abandono familiar ou algo do tipo. Pensar em abandono familiar fazia meu peito pesar e me entristecia, por eu nunca ter conhecido a minha da maneira que deveria. Fecharia os olhos por um instante e buscaria esquecer do que aconteceu comigo no passado, me focando no presente. Ajoelharia apenas com a perna direita, deixando a outra de apoio, e pegaria o doce oferecido. – Comi insetos e fungos a vida toda. Sinta-se um herói por ter me dado. Te comprarei mais doces depois, tudo bem? – E forçaria um sorriso. Esse sorriso não seria sincero, embora o sentimento fosse. De primeira mão, esse menor parecia ser o qual mais me agradaria no grupo, e talvez eu o levasse em algumas missões comigo, por pura curiosidade de como ele lutaria com aquele tamanho. Presumo que ele seja o mais furtivo, também, e o que melhor se esgueira nos lugares mais apertados. Mas que ser interessante, não é mesmo?
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Me levantaria novamente e me afastaria do pequeno. Uma mulher bela também se manifestava. Seu nome aparentemente era Lily, ela tinha cabelos escuros e pele clara, um verdadeiro banquete para olhos humanos. Para mim, apenas mais uma humana. O que diferencia essa dos outros é nossa troca de respeito, nosso mutualismo agindo em forma de célula revolucionária. – Seja bem-vindo, parece um amorzinho. – Eu a responderia instantaneamente após sua fala, quase que a cortando. – Você parece ter mau gosto. - Depois de sua fala, ela me assustava um pouco, por mais calmo que eu fosse, parecendo mudar sua personalidade. – Que tal a gente derramar sangue por aí. - Recuaria por uns segundos. Aquilo era mesmo uma pessoa só? Me recordava um pouco algumas anormalidades encontradas no circo, mas nunca pude aprofundar muito meus conhecimentos sobre elas, afinal, não era possível sair da cela para isso. Só me lembro de olhar por fora e ver bizarrices gritando e sendo tratadas como relíquias pela platéia, ao mesmo tempo sendo humilhada, algo bem irônico e contraditório no sentido filosófico da coisa. – AH meu nome é Lyllian, pode me chamar de Lilly. – O passo recuado seria retornado à posição original e eu me prontificaria a falar. – Asterix "Golias" Tarantino. Prazer, Lilly. – Me afastaria dessa. Iria para um ponto do local onde todos pudessem me ver e diria em bom som: – Quero antecipar algo. Não tentem tirar minha máscara. Digo, não é uma máscara, é meu rosto de verdade. – E voltaria a ouvir o major.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A missão foi dada por ele. Meu foco agora estava nos detalhes da missão, em tópicos: Interceptar o navio; Pegar o navio para nós; Darmos para o nosso superior. Minha sobrancelha arquearia. – Quem é o nosso superior? – E esperaria por uma resposta. Mesmo se não houvesse uma, apenas esperaria pelas minhas instruções. Pelo sorriso de Lilly e sua nítida perversão, eu poderia com veemência dizer que haverá sangue nessa missão. Para que peguemos o navio, precisaremos tomar o controle do timão, coisa que o navegador certamente não permitirá que façamos, portanto, precisaremos derramar sangue, para que nosso objetivo seja enfim concluído. Quando o major nos desse as informações, seguiria as coordenadas passadas ou o seguiria, se ele fosse junto. Se não houvessem coordenadas, apenas seguiria suas instruções para chegar ao local. Antes que partíssemos, isto é, se fossemos partir, cutucaria Bunny. - Um minuto, Joe. Eu conseguiria trabalhar o dobro melhor se eu tivesse duas adagas, ao invés de uma. Você pode me fornecer uma? - Uma pergunta impossível de ser direta, por puro receio da resposta ser negativa. Caso fosse positiva, pegaria a adaga que ele fosse me dar ou pegaria no local em que ela estivesse, se fosse negativa, me contentaria com o que tenho.



Objetivos escreveu:

-Me aliar a uma célula revolucionária.
-Conseguir equipamentos.
-Chegar em Loguetown.
-Conseguir mais berries, os suficiente pra me manter durante o trajeto do lvl 2 pra GL.
-Conseguir o mínimo de recompensa.
-Perder a desvantagem "Analfabeto".
-Perder a personalidade niilista.
-Concluir uma missão revolucionária.




Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Capítulo l: Indomável   Capítulo l: Indomável EmptySex 06 Jul 2018, 01:01



A primeira missão a gente nunca esquece.


Observava também aquelas estranhas pessoas, podia ver que não era o único no mundo que era estranho, mas os olhos vermelhos chamavam a atenção do mumificado. Talvez Asterix tinha muitas perguntas em sua cabeça, mas ainda não expressava elas claramente. Já o pequeno mascarado era aparentemente o mais estranho, uma pessoa de poucas palavras que adorava seus doces, quando finalmente parecia dizer algo era bem baixo, praticamente sussurrava. – Feliz dia das Bruxas. - A mulher se mostrava ter um surto de personalidade, então respondia o mesmo. – O Prazer é todo meu. – Delicadamente com um sorriso no rosto de uma pessoa ingênua, mas logo se transformava em uma face diabólica dizendo. – Principalmente o prazer de acabar com os agentes do governo. – Voltava a ser uma mulher dócil enquanto olhava para o Mink Lebre, que se afastava e falava para todos, parecia até uma reunião no manicômio. – Não se preocupe, aqui ninguém liga para máscaras, beleza, riqueza, você é o que é e isso que importa. Bem-vindo novamente a célula. – Dizia Bunny Joe mediante as palavras de Golias.

- Aquela que ousou desafiar os nobres do mundo, cujo seu nome pouco é citado, alguns nem acreditam que ela é uma humana, Fameri. – Dizia com muito entusiasmo Joe, com um olhar cheio de esperança, na sequência voltava a dizer. – Mas no caso em si deixaremos numa base fixe essas armas. Já que nós viajamos o mundo por aí. – Então era dado algumas informações sobre a missão, enquanto Asterix pensava que certamente haveria muito sangue nessa missão, pelo o que sua nova companheira estava demonstrando. O que era passado é que eles iriam se infiltrar em um navio nesse exato momento, que ao entardecer, já quase escurecendo o mesmo partiria para Loguetown, o objetivo era roubar o mesmo e deixar o armamento em Conomi Island e na sequência seguir viagem para Loguetown. – Bom talvez no navio você consiga outra adaga após o roubo, sinto muito. Era dado um manto muito grande para Golias enquanto os outros membros já colocavam os seus. – Use isso, pois não podemos dar as caras assim tranquilamente. –


Davam passos calmos rumo ao porto da cidade, ao chegar ainda podia ver que havia pessoas trabalhando, só que o movimento era bem menor, estava em torno de quatro horas da tarde e o navio irá partir 6 horas da tarde. – Bom é aquele ali. – Um navio comum, mas ali já podia observar algumas pessoas com terno preto, fazendo a segurança do mesmo. – Nossa, mandou agentes para escoltar o navio do nobre. – Passava a língua entre os lábios e na sequência voltava a falar. – Vou derramar o sangue de todos. – Já o ser mumificado então olhava e questionava que precisavam subir no navio sem ser visto. O pequeno estava tranquilo apenas comendo seus doces enquanto olhava também para o alvo do grupo. – Precisamos ir abordo daquele navio na sequência entrar dentro de alguns caixotes, ou se esconder em algum lugar e atacarmos quando o mesmo já estiver em alto mar OK. – Dizia Joe.

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MensagemAssunto: Re: Capítulo l: Indomável   Capítulo l: Indomável EmptySex 06 Jul 2018, 03:36

 

O assalto ao navio
 
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Meu pedido por uma nova adaga foi negado pelo major, mas não há problema nisso. Segundo ele, poderia conseguir uma nova quando invadisse o navio, e realmente, fazia sentido. Não só isso, mas eu também poderia armar a célula inteira, substituir os armamentos desgastados e de quebra ainda ter armas para membros futuros do movimento. Uma chance única, na qual não poderíamos perder. Não sabia se de fato cada arma pega por nós impactaria muito na grande ideia de entregá-las aos superiores, mas sabia que, para serem levadas de navio e armazenadas em caixas, com certeza não eram poucas armas, então, uma ou outra certamente não faria diferença. Além disso, é por um bem maior: pelo bem do punho escarlate do nosso grupo revolucionário. Bunny nos dava as instruções, e pelo visto precisaríamos de alguém com noções de navegação para que pudéssemos tomar nosso rumo à Conomi Island. Com certeza ele haveria pensado nisso antes de nos atribuir a missão, então, podia ali concluir sozinho que um dos nossos lacaios era um navegador. Fora isso, novamente me passava pela cabeça que iríamos precisar neutralizar os marinheiros para tomar posse do navio, e que não seria uma tarefa fácil, muito menos agradável de se realizar. Minha intuição me dizia que alguém do nosso grupo sairia ferido, o que me levava a pensar na hipótese de haver um médico no nosso grupo, essa com menos chance de ser real, visto que não é essencial para o plano, e sim essencial para uma ocasião. Castigar trabalhadores pelo seu serviço é algo justo, realmente? Afinal, estamos contra a tirania, o preconceito, os desaforos, isto é, estamos contra a marinha, não necessariamente contra aqueles que imaginava que viessemos a matar. Me perdia em pensamentos por alguns segundos, mas que logo se dissipavam, ao ter em foco apenas a missão e a imagem de conclui-la.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Retomava meu foco, vestia meu manto para me esconder, e assim era feito por todos. Caminhavamos em direção ao nosso objetivo e, de longe, nos deparávamos com dois homens de terno, provavelmente agentes do governo, como dizia Lilly. Ao ouvir as palavras "navio" e "nobre", a vontade de erradicar a desordem aumentava. Se o navio fosse de um nobre mesmo, estaria convicto de que aquilo era obra de corrupção, pois nobre nenhum deveria financiar a marinha, visto que trabalham para a segurança da população, e não para um ser específico ali inserido. Meus remorsos quanto a invadir o navio simplesmente cessam, e minha determinação se fazia sólida novamente. O múmia – se ele permitisse que eu o chamasse assim – virava a cara para o plano de assassinato de Lilly e colocava que teríamos de subir furtivamente pelo navio; já o menorzinho, apenas olhava para o alvo. Certamente ele tinha algo em mente. Eu, no fundo, apoiava a ideia de ambos, porque precisaríamos neutralizar os encarregados do transporte do navio e também precisaríamos nos esconder do resto da organização. Ativaria a voz: – Ouçam Joe. Digam-me suas especialidades, se possível. – O diria em voz baixa, mas suficientemente alta para que o grupo ouvisse. Olhando pela frente, eu não fazia ideia de como seria a estrutura interna do navio, então não conseguiria fazer planos muito aprofundados a respeito. Por ora, Joe sabia o que fazer, então, assim o seguiria.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]– Como entrar lá? – Perguntaria, em tom de dúvida. Caso Joe soubesse por onde poderíamos entrar, usaria da minha audição aguçada para ouvir quem quer que estivesse vindo, meu temperamento calmo para não tremer e esbarrar em alguma coisa barulhenta e minhas habilidades furtivo-acrobatas para me esgueirar nos lugares com sombra que fossem seguros para que eu pudesse entrar pelo local indicado, e claro, levaria os companheiros comigo, isto é, se todos nós não fossemos atrás do major. Caso ele não soubesse como entrar, procuraria com os olhos e me aproximaria gradativamente do navio, sozinho e da maneira mais furtiva possível, a fim de descobrir uma entrada, que, se existisse, seria informada aos meus colegas por mim. Se  tanto eu quanto Joe não conseguíssemos achar entrada nenhuma, precisaríamos neutralizar os agentes, coisa que não seria fácil e certamente não seria realizada por mim, afinal, dois contra um e uma cidade de preconceitos pesando, a desvantagem seria exorbitante. Seguindo essa última linha de hipótese, se neutralizassemos os agentes com sucesso, entraria no navio e me esconderia em algum lugar que julgasse ser seguro na hora; senão, ajudaria meus companheiros com uma possível batalha em frente ao navio, defendendo-os com a adaga e com meu corpo, tal fato de baixas chances de se fazer presente. A todo momento, usaria meus sentidos naturais e o aguçado para sentir se alguém está nos observando, ou se nos descobriram antes da hora, assim alertando os demais sobre isso.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Se a entrada no navio fosse possível, acompanhada ou não do major, iria para o local mais seguro e colocaria meus ouvidos contra o chão, buscando contar os passos e a distância deles, para tentar ter uma ideia de quantos marinheiros estariam no navio e quantos deles estariam próximos de nós. Se eu conseguisse terminar a análise, relataria as conclusões para Joe e esperaria um plano próprio dele. Se ele não estivesse com a gente, apenas relataria aos meus colegas e esperaria até o navio dar partida, para enfim começar o ataque, claro, de forma pensada e furtiva até lá. Em seguida dessas probabilidades, empunharia minha adaga na mão direita, segurando-a pelo cabo e de ponta-cabeça, buscando fincar com força no pescoço ou no peito de quem nos pegasse no flagra, tapando sua boca para evitar gritos e o assassinando nas sombras, evitando vestígios embaixo da luz. Se dois ou mais marinheiros nos descobrissem, buscaria rapidamente olhar ao redor para ver se uma luta é possível no cenário, se fosse, iniciando-a com uma investida com a adaga virada para o alvo, na tentativa de furar o que houvesse pela frente. Não sendo possível, apenas me esquivaria para os lados ou bloquearia os golpes de armas brancas, a fim de não ser atingido e comprometer a missão. A todo momento, na hipótese de estar dentro do navio, procuraria com os olhos por uma adaga de fácil acesso. Caso houvesse uma, a pegaria, e a tornaria minha segunda arma, usando duas simultâneamente. Era de se esperar por um grande conflito uma hora ou outra, mas mesmo assim, assassinaria apenas aqueles que estivessem sozinhos ou os que estivessem na ausência de luz, visto que enxergo bem no escuro e que isso viria a ser útil se houvessem lugares sem iluminações.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Se o major dissesse que cada um deveria tomar seu próprio rumo para entrar no navio, daria a volta por ele e iria no lugar menos observado pelas pessoas, para que enfim pulasse usando minhas pernas alongadas e subisse no navio, como uma boa lebre o faria. Se não fosse possível, buscaria por uma escada, ou por buracos nos quais eu pudesse escalar, mesmo não tendo experiência nenhuma nisso, além das acrobacias, claro. No fim das contas, seguiria à risca o que a mim fosse ordenado por ele, porque ele é de uma patente alta em uma função que exerço, portanto certamente sabe mais do que eu como lutar e como se posicionar estrategicamente. Tomaria suas decisões e comportamentos como um aprendizado, prestando atenção em todas elas, na fantasia de que eu pudesse ser líder de uma pequena organização um dia também.



OFF: Eu deveria colocar o resumo da aventura aqui nos posts? Não sei como funciona em uma avaliação, mas lembro de quando eu mandava avaliações no NARPG e sempre me fodia tendo que ler a aventura tudo de novo pra resumir ela.
Objetivos escreveu:

-Me aliar a uma célula revolucionária.
-Conseguir equipamentos.
-Chegar em Loguetown.
-Conseguir mais berries, os suficiente pra me manter durante o trajeto do lvl 2 pra GL.
-Conseguir o mínimo de recompensa.
-Perder a desvantagem "Analfabeto".
-Perder a personalidade niilista.
-Concluir uma missão revolucionária. (Em progresso)




Histórico:
 

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