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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 [MINI-Ghastz] A inusitada busca pela justiça

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MensagemAssunto: [MINI-Ghastz] A inusitada busca pela justiça   [MINI-Ghastz] A inusitada busca pela justiça EmptyQui 28 Jun 2018, 14:58

Nome: King Ghast
Idade: 19
Sexo: Masculino
Raça:  Mink (Lebre)
Tamanho: Normal
Estilo de Combate: Taekwondo
Localização: North Blue, Fernand Ice Island
Grupo: Civil
Vantagens: Pernas Longas
Desvantagens: Aparência Inumana


Última edição por Ghastz em Sab 07 Jul 2018, 17:45, editado 4 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [MINI-Ghastz] A inusitada busca pela justiça   [MINI-Ghastz] A inusitada busca pela justiça EmptyQui 28 Jun 2018, 19:11

~Mini-Aventura APROVADA~


Olá, seja bem-vindo ao OPRPG!!

Eu sou um Orientador, minha função é lhe ajudar a se adaptar neste universo do OPRPG.

Sendo assim irei lhe orientar de todas as formas possíveis, a partir de dicas no decorrer desta Mini-Aventura. Como esse fórum é bem complexo em suas regras, também irei tentar responder suas dúvidas, por isso, no menu de navegação (parte superior do site) existe um link M.P. O mesmo corresponde às mensagens privadas. Lá você poderá, em qualquer momento que achar necessário, me enviar dúvidas de como prosseguir no jogo; ou pode entrar no seguinte link: https://www.onepiecerpg.com/f3-duvidas-criticas-e-sugestoes , e criar um tópico para algum membro da Staff responder; mas caso tenha dúvidas durante a Mini, pode colocar em "off" no próprio post.

Sim... Vamos ao que importa?

Abaixo seguirão algumas dicas para que leia antes de criar seu primeiro post.

DICAS:


  • Lembre-se que você apenas narra as ações de seu personagem, seu personagem nunca FAZ ele sempre TENTA e também demonstre desde o 1º post qual o seu objetivo na aventura.
  • O ambiente que você se encontra, NPC's e todo o resto que compõe sua aventura, quem cuidará disso sera seu narrador.
  • As mini-aventuras servem para corrigir seus erros na narração durante a aventura e também formas melhores de deixar sua narração mais interessante.
  • Caso a Mini-Aventura fique sem post durante 5 dias por parte do player, a mesma será cancelada.


O 1º post é seu e eu serei o seu Orientador.

Dicas e Orientações do Monstro escreveu:

Os primeiros turnos são sempre complicados. Então preste bastante atenção nessas dicas pra que essa parte de introdução chegue ao final o mais rápido possível.

Sua mini-aventura será dividida em quatro momentos:

1 – Inicio do Post: o primeiro post sempre é o mais difícil de criar. No seu primeiro post... tente desenvolver sua narração sobre o seu char! Como foi o passado dele, quais são seus objetivos, desejos para futuro e assim por diante.

2 – Interação e diálogo: é o momento em que suas habilidades de relacionar-se com os elementos descritos pelo narrador, incluindo NPC’s, cenário e etc, serão testados.


3- Combate: uma luta bem descrita, com movimentos efetivos e – quase sempre - sensatos, pode ser a chave para sucesso do seu personagem, independentemente de sua personalidade, afinal, as aventuras seguintes irão conter, em maior ou menor medida, embates fervorosos. Aqui nesse tutorial isso também ocorrerá. E, nesse tutorial você será avisado, um post antes, que ocorrerá sua batalha.


4- Finalização: essa será a parte que seu tutorial chegará ao fim! Você já saberá o básico sobre as regras, como proceder numa aventura e etc. No final do post estará escrito que sua Mini-aventura foi finalizada e que você poderá criar sua ficha e poderá também pedir 6 créditos pelo término do tutorial.

Observações:

Suas ações: exceto em um flashback/memória, já que é uma ação passada e finalizada, serão SEMPRE por TENTATIVAS. Isso significa que terá que usar o verbo no futuro do pretérito (verbo + ria), faria, conseguiria, atacaria, defenderia, buscaria, tentaria, observaria e etc. o que demonstra que você gostaria de ter feito aquilo, naquele momento, mas não é algo definido ou já executado. Quem decidirá se a sua intenção foi ou não bem sucedida, será o seu orientador/narrador, que cuidará também do cenário, NPC’s e entre outros.


O TEMÍVEL GOD MODE: O God Mode, é quando o Player descreve cenário, cria e/ou controla NPC’s, cita horários do dia, e afirma suas ações de maneira indubitável, sem que antes o narrador o tenha feito. Esses elementos citados são de trabalho e controle do narrador. O player só pode descrever o cenário e falar com NPC’s que o narrador já tenha colocado anteriormente no seu post. Além disso, mesmo que pareça óbvio que haveria um NPC em algum lugar ou que tal lugar seja de tal maneira, só se pode, no máximo, supor isso no post, exceto se já tenha sido descrito.


Muita atenção com a gramática! Mesmo que ela nos falhe às vezes, o que é super normal, é sempre bom manter a qualidade dos seus textos com uma boa pontuação, acentuação, concordância verbal, exceto em casos em que seja um erro proposital, como um personagem com peculiaridades na fala, e tudo o que há de “bom”. Aposte também em cores diferentes para a sua fala, pensamentos ou no que achar necessário, pois isso vai destacar os pontos mais “importantes”. Uma dica é; utilizar o (-) traço como forma indicativa de falas e ("aspas") como forma indicativa de pensamentos, não é algo obrigatório, mas é algo padrão no fórum.


Dê valor aos detalhes! Enriqueça sua narração com os sentimentos do seu personagem, com pormenores como sua roupa, seu cabelo ou até mesmo seu humor, com naturalidade e coerência. Dê vida ao teu char!

Deixe claro os seus objetivos logo de cara. Não existe adivinhação ou bola de cristal que supere um bom player criativo. Comer, beber, se divertir, brigar, roubar... são ambições simples que podem render uma ótima narração. Faça o que quiser (mas nunca se esqueça do GOD MODE).


Tente explorar bem os movimentos de ataques e os intercalar com as defesas. Também é importante que você crie ações subsequentes para o caso do seu movimento anterior não dar certo. Exemplificando: “Eu faria ‘X’ movimento, caso ele me atacasse faria ‘Y’ movimento para me defender, se desse errado eu faria ‘Z’ movimento”. O tutorial de combate do fórum é um ótimo suporte para quem está começando ( tutorial de combate ).

Respeito é bom e todo mundo merece! pPeciso dizer mais alguma coisa? Mas para deixar mais claro ainda, existem regras expressas no fórum sobre atitudes nocivas, então recomendo fortemente a leitura:Regras de Conduta.

Por enquanto é isso. Durante a sua mini vou continuar te orientando e tirando suas dúvidas que ocorrerem. Boa diversão!!!
Marciano

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~Fala / Narração

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MensagemAssunto: Re: [MINI-Ghastz] A inusitada busca pela justiça   [MINI-Ghastz] A inusitada busca pela justiça EmptySex 29 Jun 2018, 01:11

~Introdução e passado~

   Quem é King Ghast ? Essa é uma pergunta um tanto quanto incomum na cidade em que ele mora. Não, ele não é um famoso herói amado pela vila, muito menos um perigoso fora da lei que os oficiais buscam incansavelmente, King (ou Ghast para os mais íntimos) está mais para um verme infiltrado nas vísceras da sociedade, desagradável e difícil de remover. Pode parecer perverso usar tais adjetivos para descrever alguém, mas é a verdade para a maioria dos habitantes de Fernand Ice island, isso porque King sempre foi um peso para a população, era como aquele sobrinho distante que perdeu tudo, fazendo você ter a obrigação de cuidar dele, mesmo odiando cada momento ao lado dele, cada gota de suor gasta para o bem dele.

   Nasceu em um período turbulento, a cidade estava sendo constantemente atacada por piratas, os marinheiros possuíam extrema dificuldade para garantir a segurança em todos os pontos da cidade, e mensalmente haviam tantas pessoas mortas quanto berrys roubados. Contudo a situação mudou de rumo quando a Tenente-Comandante, Aisa, chegou na cidade, com sua fantástica disposição tanto para comandar soldados, quanto para prender piratas, conseguiu rapidamente assegurar a segurança na cidade, seu maior ato foi matar o Capitão do pior bando que assolava a ilha em uma exaustiva batalha naval. No final do embate, ao procurar nas jaulas da caravela, deparou-se com um descoberta: esse bando pirata não apenas saqueavam e matavam, mas também raptavam pessoas para, talvez, um escondido e putefrato mercado negro de escravos. Tragicamente, não haviam sobreviventes em meio às jaulas, Humanos, Sereias, Minks, todos sem vida, restavam apenas uma pilha de cadáveres, isto é o que todos achavam, mas em meio a tanto desespeiro foi possível ouvir um pequeno grito/berro, estava mais para choro, a criança em questão era apenas um bebê Mink, enrolado em um lenço nos braços de sua possível mãe, já morta, Aisa ao pega-lo no braço, sentiu que tinha uma tarefa a fazer, já existam muitos marinhos poderosos pelos blues, mas não existia ninguém para zelar por esse criança, então ela decidiu ser essa pessoa.
   Ghast teve uma ótima infância para falar a verdade, Aisa como sua mãe, foi tanto doce e carinhosa, como foi rígida e disciplinadora. Contudo, Ao atingir 13 anos, Ghast perdeu Aisa para uma doença, desolado e sem rumo, passou a morar só, os cidadãos se viram obrigadas a cuidar de Ghast mesmo que superficialmente, era o mínimo que eles podiam fazer para pagar Aisa, mas com o passar do tempo King  veio a se transformar em uma espécie de punk rebelde, ele sabia que ninguém gostava dele, ele sabia que era um fardo para todos, então viveu livre, como quis, sem deixar ninguém mandar nele.
 
   O problema veio aos 17 anos, quando sua vida adulta começou, Ghast percebeu que seria infantil e estúpido continuar a viver assim, sabendo disso ele foi para a gélida tundra de sua ilha, onde por 2 anos, treinou e colocou tudo que Aisa o ensinou em prática, ao completar 19 caberia a ele decidir honrar o passado de sua mãe e entrar para marinha ou chutar o balde e navegar pelo oceano, indo para onde quer que o vento queira leva-lo.

~Presente~

   É dia mais uma vez, desta vez é o grande dia, se eu contei certo, já se passaram 2 anos desde que vim treinar na selva, e se consigo me lembrar bem deveria ser meu aniversário, não que eu tivesse alguém para comemorar junto, mas simplesmente veio a cabeça que já tenho 19 anos. Enfim, eu finalmente decidi que está na hora de voltar para aquela merda de cidade... "arghh, que saco, eu já tentei fugir desse pensamento tantas vezes, mas vez ou outra ele me assombra... será que o pessoal vai me aceitar de volta ?Será que ficarão felizes ? Ou será que vão me ignorar como sempre fizeram ou até mesmo me amaldiçoarem ?.... Bem, quem sabe, não é mais hora de pensar nisso, tenho coisas mais importantes para me preocupar, mas antes de tudo preciso ir a cidade".

  ~"Encontrar o caminho... É, talvez isso seja um problema, mas acredito que ainda me lembre do detalhes de como chegar lá".~

   Para chegar na cidade eu usaria qualquer meio necessário, procuraria por pegadas ou placas apontando o caminho ou procuraria por um lenhador ou qualquer alma viva que achasse no caminho, caso não conseguisse achar dessa forma, eu andaria em linha reta, de costa em costa, traçando diversas paralelas até encontrar alguém ou a cidade. Não importando como eu a achasse, no meio do caminho eu coçaria uma de minhas olheiras, faria uma expressão um pouco raivosa, e então pensaria: "Mas que merda... onde diabos está todo mundo, se algum filho de meretriz varreu essa cidade do lugar sem eu fazer a  minha chegada triunfal eu mato suas crianças....." e então pararia por um tempo, para refletir, colocaria a palma da minha direita na testa já franzida, e pensaria: "Meu senhor, que merda eu acabei de pensar ? Realmente preciso de um cigarro."

  Caso eu chegue na cidade, falaria o seguinte para a primeira pessoa que visse: — Err... Oi, tudo certo ? Bem eu sou meio que novo por aqui, e queria fazer uma pergunta, por acaso não estaria acontecendo nenhum festival ou evento hoje estaria ?" — Caso estivesse eu iria para o foco dele, e decidiria o que fazer por lá, caso não, diria o seguinte: — Err... E um bar ? cê sabe dizer se tem um bar próximo daqui camarada ? —, se ele não apontasse o caminho eu apenas caminharia e veria se acharia algo, caso ele o apontasse, eu iria para lá, caminhando calmamente com uma gota de ansiedade escorrendo pelo meu rosto, desde que cheguei na cidade me indigava o que é que havia de errado comigo, há zero motivos para meu nervosismo. Caso eu avistassr o bar, entraria nele calmamente, sem chamar muita atenção e ignoraria qualquer conhecido que pudesse ter por perto, então eu perguntaria para o tarveneiro o seguinte: — Err... Eae, t-tudo certo ? então amigo, você sabe de alguma forma de ganhar grana rápido e fácil por aqui ? Não teria ninguém para caçar ou trabalho pra fazer teria ? —. Após dizer isso eu apertaria meus punhos, faria uma cara de nervoso e olharia para o lado pensando o seguinte: "M-Merda, eu não lembrava de ter tanta dificuldade para iniciar a droga de uma conversa... Passar esse tempo isolado trouxe alguns problemas também aparentemente".


Falas de King
Pensamentos de King

Off: Perdão qualquer erro, conheci o fórum ontem, então sou beeem novato, demorou um pouco mas tive coragem e comecei a jogar, espero ter uma ótima experiência por aqui! Aliás, fiquei surpreso quando você pegou a Mini, eu stalkei vários membros por aqui, e seu grupo foi um dos mais fodas pra mim hehe, enfim obrigado mesmo.
Finalizando, (mal pelo tamanho, na real mesmo), eu ainda não sei como usar a maioria dos comandos do fórum e usar o off como vi em outras mini, prometo aprender até o próximo post, perdon se prejudicou  a leitura.



Última edição por Ghastz em Sab 07 Jul 2018, 17:45, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [MINI-Ghastz] A inusitada busca pela justiça   [MINI-Ghastz] A inusitada busca pela justiça EmptyDom 01 Jul 2018, 16:01

~~ Orientação ~~


Frio! Era o que se resumia quase todo tempo em Fernand Ice Island. O vento gélido cortante, a neve cobrindo grande parte do pouco de beleza que a cidade possuía, mas que de certa forma trazia um visual belo em alguns momentos.

No meio da floresta, entre as árvores rodeadas e preenchidas com a neve, um humanoide humano-coelho caminhava entre a mata esbranquiçada a fim de encontrar a cidade mais próxima. Ghast demorava um tempo para encontrar pegadas que direcionavam lhe para a cidade. Por sorte, o vento não estava tão forte nos últimos dias e havia parado de nevar, claro que o frio não estava em seu ápice, mas ainda sim... para os que não fossem habitantes com aquele clima, sentiriam o baque gélido.

King demorava algum tempo até chegar a cidade e tudo que via era: neve, floresta e poucos animais que começavam a surgir devido ao clima melhorar referente aos últimos dias. Após chegar na cidade, o mink-lebre tentava buscar algum habitante para se atualizar das novidades, no entanto, a cidade estava desértica, apesar de não possuir deserto. Vazia, onde apenas a neve percorria as ruas, as casas fechadas com suas chaminés acesas e para não dizer; algumas crianças percorriam as vielas brincando de pega.

Era por voltado fim da tarde, obviamente, os cidadãos já haviam se recolhido do seu longo e maçante dia de trabalho. Quando King supostamente achasse que ninguém poderia tirar suas dúvidas, um senhor de meia idade saia de sua residência, que por sinal ficava ao lado de King, e olhava para o homem coelho, nada surpreso afinal, a espécie dos minks não eram tão incomuns assim como outras raças. – Nenhum festival nos últimos tempos meu jovem. A taverna do Roko está aberta ao final da rua. Ele apontava com certa dificuldade devido as roupas que usava para não sentir frio.

O homem caminhava por uma das vielas e desaparecia. Ghast seguia pelo caminho ditado pelo homem e poucos minutos depois, notava a placa exibindo: “Roko Tab”. Estava com neve sobre as bordas, mas era bem visível a escrita. Ao adentrar percebeu um ambiente calmo, rústico e incrivelmente quente. A lareira que queimava grandes pedaços de troncos de árvores mantinha o local aquecido e agradável aos clientes, apesar da aparência da taverna não ser lá grande coisa, pelo menos frio já não passaria mais.

O mink aproximava-se do balcão, observando que não havia muitos clientes, e dialogava com o atendente. – Boa noite meu rapaz! Ganhar dinheiro fácil? Bom... existe uma forma, mas poucos tendem a gostar de exerce-la. Ele respondia ao passar um pano sobre o balcão. – Caçador de recompensas! Profissão arriscada, mas sem dúvidas uma das mais lucrativas. Qualquer um com um pouco de inteligência e que saiba lutar, consegue ganhar dinheiro com isso. Contudo não são todos que sobrevivem a ela. Ele terminava de falar ao colocar um copo na frente de King. – Vai querer beber algo meu rapaz? Ele perguntava e logo atrás dele havia uma estante com bebidas contendo diversos tipos até mesmo os não alcoólicos.


Dicas do Monstrão:
 

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MensagemAssunto: Re: [MINI-Ghastz] A inusitada busca pela justiça   [MINI-Ghastz] A inusitada busca pela justiça EmptyDom 01 Jul 2018, 22:06

A fraca e refrescante brisa da tundra percorria cada centímetro do meu corpo, juntamente com a neve, que se amontoava em meus pés, e dava seu jeito para que preenchesse cada espaço livre entre meus dedos. Eu fitava cada pequeno pedaço da floresta que me envolvia, prestava atenção nos mínimos detalhes, para ter certeza que nada escaparia, então, com absolutamente nenhuma chance de conte-lo, eu soltei um curto suspiro, e em seguida um leve sorriso, apenas um pensamento veio à minha cabeça: "Obrigado...", pode parecer um tanto quanto estranho agradecer à uma floresta inteira, não é que eu estivesse insano (assim esperava), o que acontece é que essa floresta tomou conta de mim por 2 anos, nunca falhou em me oferecer abrigo contra neve ou chuva, nunca falhou em me oferecer água limpa, nunca me falhou em oferecer alimento, eu chegava a considera-la como uma segunda mãe; não consegui me recordar de uma única vez de que matei uma fêmea ou um filhote, muito menos de ter atacado um animal fraco ou ferido, certas vezes vinha à minha cabeça de que ela estivesse apenas retribuindo o favor, mas eu sempre acabava pensando: "Bem... a falta de socialização deve ter me tirado alguns neurônios", hoje eu percebo o quanto amadureci desde aquela época.
 
    Sem mais delongas, eu simplesmente colocava meu braço atrás de minhas costas e me espreguiçava o mais forte que conseguia, ~Tssss~, "Meh, mais uma vez fiquei sentimental, eu realmente preciso seguir sem interrupções, quero chegar na cidade antes do anoitecer". Localizando algumas pegadas eu mudava meu rumo para cidade. Aquilo não era nada comparado a rastrear passos de lobos e demais animais selvagens.
   
    Quando enfim cheguei na entrada da cidade, parei alguns segundos, olhei para meus pés e cerrei meus punhos, pensando: "Calma Ghast, calma... cê sabe que uma hora ou outra, esse momento ia chegar.", eu realmente não conseguia esconder a ansiedade e o nervosismo, chegava a ser irônico, onde diabos estava o cara que iria fazer uma "Entrada triunfal" ?! Após quase dar meia volta, dei duas tapinhas em meu rosto e finalmente adentrei na cidade.

    Ao pousar meus olhas naquela deserta e fúnebre rua, deixei suposições sem embasamento percorrerem minha mente, admito que meu coração começou a palpitar tão rápido quando coito de coelhos, "N-Não é possível, não há como a cidade realmente ter sido atac-", Meus tolos pensamentos logo foram subitamente impedidos no momento que um sujeito perto dos seus 50 anos saiu de sua residência, dei-me um tapa na testa e me senti estúpido por não perceber a hora em que havia chegado, "Céus! É claro que ninguém em sã consciência estaria perambulando pela rua neste horário!" Eu então caminhei na direção do senhor, acenando com minha mão direita para o fazer perceber minha presença, tomei um pouco de coragem e fiz algumas perguntas, tentei passar um semblante calmo e confiante, apesar de ter quase certeza de que eu não consegui realizar essa tarefa com primazia... Meu nervosismo estava tamanho que cheguei a me esquecer de agradecer ao homem, no momento que me virava para agradece-lo ele já estava há muitos passos de distância, e eu não tive a coragem de gritar para interromper seu caminho apenas para agradece-lo.

    Uma das perguntas que eu havia realizado possuía o intuito de saber onde ficava a taverna mais próxima, o sujeito me respondeu sem problema alguma, então sem demora fui para a chamada: "Roko Tab". Devo dizer que me assustou um pouco a possível situação em que a neve escondesse a nome do lugar, mas logo me toquei que lugares como tavernas são praticamente inconfundíveis, e não é como se eu só quisesse ir para aquela taverna em específico. Ao chegar no local em questão, tentei fazer uma chegada o mínimo "cheguei" possível, afinal de contas, já havia aceitado muito tempo que não teria culhões para fazer aquela "Entrada triunfal", mas ei! Não é como se eu tivesse me tornado um frouxo após esses 2 anos isolados, eu nunca voltaria atrás na minha palavra, nunca me rebaixaria para homem nenhum, a questão é que esse tempo todo sem contato social não deve ter feito bem para mim, deve ser só uma questão de tempo para eu voltar a colocar esses marmanjos nos meus pés, bem... eu espero.

    Dentro da taverna senti uma sensação que a muito tempo achava havia esquecido: calor e aconchego, apesar de que sentar em toco de madeira a beira de um lago com neve caindo sobre mim seja extremamente aconchegante... Admito que esse lugar não era nada mau. Ao fazer meus questionamentos para o homem ele me “oferece” uma bebida, eu apoiaria meus braços no balcão, olharia para minhas mãos, que batucariam algum ritmo que eu nem fazia ideia de como lembrava, e como estou completamente liso, eu apenas negaria — Rum com certeza cairia bem pra caralho nesse frio parceiro, mas eu tô realmente quebrado, por isso que quero um trabalho rápido e fácil cara, não planejo ficar nesse lugar por muito tempo também... talvez entrar para marinha e orgulhar minha falecida mãe, talvez me tornar um pirata e sentir o gosto da liberdade pelo resto da minha vida... Bem, eu realmente não sei, mas qualquer que seja eu preciso de grana, cê não tem nenhum serviço rápido por ae não ? Sei lá, varrer o chão, servir bebidas, lavar pratos... ou quem sabe cobrar umas contas de caloteiros por aí haha, devo dizer que para esse último caso me sairia excepcionalmente bem... Mas tá aí parceiro, qualquer serviço dá um toque, mas se liga que em breve dou no pé —, no caso de ele fazer uma caridade e me oferecer um copo de graça eu aceitaria e agradeceria — Humildade tá no teto parceiro... tamo junto —, caso oferecesse antes eu contaria minha “história” do mesmo jeito e explicaria do serviço que ofereceria da mesma forma. Aproveitando o papo, eu emendaria — Aliás, algo de interessante ocorreu pela cidade, ou no mundo, nesses dois últimos anos ? —. Na possibilidade de eu perceber que ele não achou estranho ou engraçado minha fala, só viria um um pensamento em minha cabeça: "Eu não sei se meu problema tá melhorando ou se o cheiro de álcool de um bar e meu mínimo contato visual o aliviou... Eu só sei que situações sociais serão extremamente chatas agora.... Merda, por que diabos não conisgo me comportar como uma pessoa normal ? Nem manter um padrão de fala consigo, hora pareço um idoso falando, hora pareço um adolescente rebelde"


Última edição por Ghastz em Sab 07 Jul 2018, 17:45, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [MINI-Ghastz] A inusitada busca pela justiça   [MINI-Ghastz] A inusitada busca pela justiça EmptyTer 03 Jul 2018, 10:03

~~ Orientação ~~


O homem ouvia as palavras do homem-lebre enquanto ele batucava sobre o balcão. Estava acelerado, ou talvez normal? A raça dos coelhos sempre foi mais lépida que todas as outras. O atendente servia o rum no copo para o humanoide enquanto refletia sobre o diálogo de King. O cheiro da bebida percorria as pequenas narinas de mink.

O barman largava a garrafa em baixo de seu balcão e buscava consigo um pano para limpar alguns copos. – Hun. Bom, tenho algo sim. Mas não sei se você daria conta. Ele franzia sua sobrancelha e analisava King dos pés a cabeça enquanto limpava um dos copos e em seguida guardava-o. – Tem um sujeito que se chama: Blast. É um picareta que numa noite pagou bebida para todos aqui no estabelecimento. Comeu e bebeu o máximo que pode e no raiar do dia pagou sua conta. Você deve estar se perguntando que isso é natural, não é? Ele fazia outra breve pausa e inclinava seu corpo para se aproximar do mink. – O problema é que o dinheiro que ele usou era falso! Ele vem falsificando dinheiro e usando em todo lugar, descobrimos faz pouco tempo. O atendente terminava de falar ao olhar para os lados e ver se ninguém estava ouvido, e ninguém prestava a atenção.

– Último lugar que eu fiquei sabendo que ele enganou foi a loja de peles do Ted. Ele me deve uma boa grana, se aceitar o serviço e encontrar esse pilantra, lhe darei 30% do valor que ele me deve. O que me diz? Ele terminava de falar ao esboçar um leve sorriso de como se dissesse: é muita grana cara. Caso o humanoide decidisse por aceitar, ele voltaria a dizer. [color=#6600ff]– Que ótimo! Me chamo Roy e você é? Perguntava o nome do humanoide coelho e voltava a falar. – A loja do Ted fica no fim da rua. E não se preocupe quanto ao Rum, fica por conta da casa. Ele soltava uma piscada demonstrando sua camaradagem. O que o jovem Ghast faria a seguir?


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MensagemAssunto: Re: [MINI-Ghastz] A inusitada busca pela justiça   [MINI-Ghastz] A inusitada busca pela justiça EmptyQua 04 Jul 2018, 03:30

"Ótimo!". Sem dúvida alguma, esse foi o primeiro pensamento que passou por minha cabeça ao ouvir a proposta do homem, minhas mãos (que já batucavam um ritmo com uma velocidade digna de uma balada) se agitaram ainda mais, as coisas dificilmente davam certo na minha vida assim de primeira, então eu certamente ficaria um pouco receoso, mas não haveria chances de eu negar a proposta do tal de Roy.

Roy né ? Podexá comigo que você não vai se arrepender parceiro, irei trazer seu dinheiro de volta, com possíveis juros, e ainda farei questão de que esse Blast não atormente mais ninguém da vila! —, durante minha fala, usaria as minhas duas mãos para apertar as de Roy, em um ritmo um tanto quanto acelerado e eufórico, além de soltar um sorriso de orelha à orelha com meus olhos fechados. Não me admiraria nem um pouco caso o homem soltasse um risinho ou me olhasse com um olhar estranho.

Após perceber o quão estranhado estava agindo, eu olharia para os lados (ainda segurando as mãos do homem se ele não soltou), e o seguinte pensamento viria no momento em questão: "Porra!, uns goles de birita e eu fico nessa estado ? minhas noitadas tão condenadas... Bem... Ao menos eu acho que o álcool está me ajudando a ser um pouco mais sociável...", assim esperaria.

Caso ainda houvesse rum na caneca eu apenas a viraria de uma vez, limparia a boca com as costas do braço e bocejaria, — Bem, o trabalho tem que ser feito, caso você não tenha nenhuma informação extra ou algo do tipo eu estou indo, até logo Roy —. Eu colocaria a caneca sobre o balcão, e então levantaria a mão direita até a altura de minha cabeça e acenaria, tanto em forma de agradecimento, quanto em forma de despedida.

No momento em que meu pé pisasse fora da taverna, um súbito pensamento viria à minha cabeça: "Ok, eu vou fazer esse trabalho; vou concluir esse trabalho, e então ganharei a recompensa, mas depois disso não faço idéia de como ganhar dinheiro em uma cidade tão pequena, definitavamente não vou trabalhar como o garoto do esfregão, muito menos vou ajudar senhoras com compras... Bem... Er...".

Enquanto estava preso com minhas próprias ideias, lembrei-me do homem citando a profissão de "Caçador de Recompensas", Admito que não conhecia muito esse trabalho, mas ao menos sabia de sua existência, Minha mãe já me contou algumas histórias. Decidiria então perguntar para Roy, mas antes de dar meia voltei, parei e refleti: "Err... eu acho melhor terminar o trabalho dele antes", definitavemente não queria ser um estorvo para o senhor em questão, o problema é que eu costumava cumprir essa tarefa com excelência, e isso me assustava... Más memórias da infância.

Tentando não tardar mais, eu tomaria meu rumo para a loja de peles, um questionamento que surgiu era sobre a localização do lugar, "Err... Com final da rua... Eles quis dizer daqui para a direita ou daqui para esquerda... ?", morderia meu polegar direito e olharia para o céu, "Ahh, dane-se, caso eu erre o caminho apenas andarei para o outro lado!". Às vezes sentia vergonha de mim mesmo...

Ao chegar na loja do Ted, eu checaria se a porta estava fechada ou aberta, caso aberta, eu apenas caminharia até dentro da loja com as mãos no bolso e daria uma bela olhadela nas mercadorias do homem. No caso de estar fechada, eu tocaria algumas vezes na porta com o punho fechado, até alguém aparecer. Tanto na possibildade desse alguém vir, quanto na possibilidade de entrar na loja já aberta, eu acenaria com mão direita e diria: — Hey, como vai ? Roy me mandou, Longa história curta: eu sou o exterminador de pestes, e vim para acabar com a barata chamada Blast —. As palavras seriam ditas com um sorriso de canto de boca e olhar afiado e confiante, e céus! Dessa vez eu tinha plena certeza de que estava! Seja o efeito do rum ou seja o efeito de um eminente embate, agora, de maneira alguma, eu fraquejaria nas minhas palavras e ações.

No caso do estabelecimento estar fechado, sem que ninguém desse sinal de estar dentro, eu colocaria as mãos no bolso, olharia paras os lados, e caminharia lentamente em volta do local a procura de janelas ou qualquer ruído estranho, caso eu veja uma janela, encostaria meu rosto nela para tentar ver se havia alguma luz ligada, caso houvesse eu bateria com uma frequência bem constante na janela, com a mão direita, e colocaria a mão esquerda aberta em perpendicular com minha boca, gritando então: — Ei! o velho Roy me mandou, posso te ajudar —. Caso não houvesse nenhuma luz ligada eu andaria pela rua em procura de alguém, e para o primeiro que passasse, eu diria em um tom já cansando — Errr... você sabe onde mora Ted ? O dono da loja de peles aqui perto —.


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MensagemAssunto: Re: [MINI-Ghastz] A inusitada busca pela justiça   [MINI-Ghastz] A inusitada busca pela justiça EmptyTer 10 Jul 2018, 18:21

~~ Orientação ~~


Após sair da taverna e aceitar o serviço “provisório”, Ghast começou a seguir até a tal loja que o atendente havia lhe dito. Demorou alguns minutos para chegar até o local, mas não fora difícil de encontrar. Apesar do horário já estar fora do comercial, a loja ainda permanecia aberta.

O humanoide ao entrar no estabelecimento, poderia notar as pelagens estampadas nas paredes, chão e até nos moveis, ostentando seu próprio produto de vendas. Havia uma atendente no balcão demonstrando-se aflita e angustiada até notar a presença do homem lebre. Sem qualquer dialogo educado, Ghast ia direto ao ponto. Mas foi ao tocar no nome do homem que a garoto começou a soar frio.

- N-Não c-conheço n-ninguém com esse nome... senhor. Ela respondera tentando buscar uma forma de identificar o mink no final de sua frase. Algo estava estranho e foi então que um homem sairá pela porta de trás do balcão. Passou o braço por cima do pescoço da garota. – Ohhh! Será que o Ted vai ficar chateado se eu roubar todas as pelagens dele? Tehehehehe. Sua risada parou quando ele percebeu o humanoide na loja. – Hunn. Um mink? Veio para ser pelado? Ele profere ao pressionar um pouco seu braço contra o pescoço da jovem garota.

O homem coelho poderia enfim caçar o sujeito que virá procurando, mas estaria pronto para deixar uma moça se ferir no processo? Ghast poderia notar que o homem não possuía nenhuma arma em especifico, o que seria um bom sinal... ou talvez estivesse escondida. Não possuía muitas informações sobre o tal de Blast. O que o mink faria a seguir?


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MensagemAssunto: Re: [MINI-Ghastz] A inusitada busca pela justiça   [MINI-Ghastz] A inusitada busca pela justiça EmptyQua 11 Jul 2018, 00:58












Meu estomâgo embrulhou um pouco durante o percurso, talvez tenha sido devido à probabilidade da loja estar fechada, me fazendo ter que esperar mais um dia para dar no pé desta cidade. Era fato que eu havia pensado em outros métodos para encontrar Blast, mas eram apenas suposições.

Além disso, uma pequena hipótese veio até mim: "Err... E se aquele rum estivesse estragado... ? Nah, não irei culpar o senhor por nada, ainda mais recebendo a bebida sem pagar, eu que sou um desgraçado com problemas de ansiedade".

Tive a leve sensação da sorte estar sorrindo para mim hoje, não digo isso apenas pelo pequeno trabalho que tive sucesso em arranjar, mas sim por eu ter conseguido passar são e salvo de todas as possíveis adversidades as quais eu estava submetido. Céus! Conseguia facilmente pensar em, no mínimo, dez formas desse dia ter terminado de uma maneira desastrosa.

Esperava que o destino continuasse a me ajudar, não pedia muita coisa, "Quem estiver olhando aí de cima, um pequeno bote e algumas grevas são o suficientes para eu dormir tão feliz como uma criança em seu anivers-"... Após poucos segundos de uma encaração constrangedora em o que quer que estivesse em minha frente, não pude deixar de soltar uma alta gargalhada após tamanha coincidência.



Chegar à loja de peles foi algo consideravelmente simples. Antes de qualquer coisa, eu coloquei as minhas mãos nos bolsos de minha camisa, e então abri a porta com o pé, não foi um chute digno de um tiroteio em bar, estava mais para uma entrada repleta de mistério e suspense.

No segundo que adentrei no bar fechei minha cara, andei lentamente até o balcão que se encontrava atendente, mas obviamente, não deixei de dar longas fitadas em toda mercadoria do estabelecimento, "Mas que merda! Como eu que iria que Aisa estivesse me vendo agora, eu devo estar tão legal quanto um cafetão cobrando dívidas!".

De fato, eu não tinha intenção de fazer nenhum mal às pessoas do lugar, mas me senti na necessidade de fazer esta pequena cena... Um sonho da infância talvez ?

Sem mais delongas, me aproximei da balconista e falei:  — Hey, como vai ? Roy me mandou, Longa história curta: eu sou o exterminador de pestes, e vim para acabar com a barata chamada Blast —. Creio que este momento tenha sido meu ápice, senti que já poderia morrer feliz... Mas não, não ainda, eu tinha um trabalho para ser feito.
  Contudo, a reação da moça não fora como eu esperava, droga! Me senti mal, muito mal, não mau como um mercenário inescrupuloso, mal do tipo: "Eu assustei uma garota que não havia feito nenhum mal para mim, 2 anos de treino e desenvolvimento pessoal e ainda continuo o mesmo lixo de antes ? Não é possível!".

— K-King, pode me chamar dessa forma moça, perdão por assust- —, era o que eu diria dando curtos passos enquanto ergueria meus 2 braços na altura da balconista, em uma tentativa de consolá-la e tentar demonstrar que não apresentava nenhuma ameaça; Uma reação um tanto quanto inconsciente para falar a verdade; Contudo, no final de minha fala fui interrompido pela chegada de um homem, e eu tinha plena certeza de que ele era o homem que estava a caçar...
  Senti o clima do lugar mudar totalmente, junto com meu humor, tudo que queria era um cigarro para acender e me desligar naquela hora, mas eu já havia aceitado que iria ter que amassar o rosto daquele filho da puta ainda com o gosto de rum na boca, e isso me deixava eufórico!
Obviamente eu me preocupei com a possível refém, mas achara que quanto mais eu demorasse, mais risco teria para ela. Além disso a arma de Blast seria outro provável problema, mas a imprevisibilidade seria minha aliada neste embate.

Então, no momento em que o sujeito colocara seus sujos braços na moça, sem qualquer hesitação, eu colocaria minha mão esquerda no balcão, a arrastando para o lado esquerdo; Chutaria o chão com toda minha força, pegando o máximo de impulso possível; Então com o peso do meu corpo concentrado em meus braços, tentaria acertar um chute rápido, mas também violento,  no peito do salafrário, misturando a cinética tanto do meu pulo, quanto de meu chute; Tentaria pegar o máximo de impacto possível para aquela situação.
Na possibilidade de ele se defender do chute com algum braço ou arma, colocaria minha mão direita sobre a mesa, e chutaria com a outra perna no rosto dele, como um coice de um cavalo; Contudo,eu ficaria vulnerável aos seus possíveis ataques, então caso eu errasse novamente, ou perceba que ele fará algo; Eu empurraria o balcão com as minhas mãos, e me jogaria no chão, rolando para absorver o maior impacto; Mas logo me reergueeria, e entraria em uma estância com o joelho direito levantado até meu peito, e punhos protegendo meu rosto; Minha estância padrão de combate.

Contudo, caso ele agarre alguma de minhas pernas, ou passe a intenção de ferir gravemente a moça enquanto eu estivesse no ar, eu abriria a perna livre em um "V", e tentaria fazer uma tesoura em seu pescoço, para prender sua respiração e imobiliza-lo; Após isso me jogaria contra seu corpo, e faria peso em seu peito com meu traseiro, tentado ocasionar um impetuoso impacto de seu crânio contra o chão.

Caso eu machucasse a atendente em algum desses processos teria certeza de me desculpar posteriormente, mas agora, tudo que tinha em minha cabeça era de garantir que o filho da puta Blast se arrependa por foder com esta cidade!



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MensagemAssunto: Re: [MINI-Ghastz] A inusitada busca pela justiça   [MINI-Ghastz] A inusitada busca pela justiça EmptyQua 11 Jul 2018, 14:34

~~ Orientação ~~


Sem qualquer hesitação King decidia por atacar o homem, antes que o mesmo fizesse a garota de refém, uma atitude ofensiva bem pensada, já que, era mais fácil atacar mesmo arriscando a vida da garota do que arriscar de qualquer jeito e nada fazer. Blast arregalou os olhos quando o homem lebre bateu sua mão sobre o balcão e desferiu um chute em pleno ar.

A reação do homem era tão rápida quanto a de Ghast, pois, usou a garota como escudo para evitar o golpe. No entanto, King já estava preparado para eventual situação, e num movimento de Parkour abrirá suas pernas formando um “V” e atingia em cheio as orelhas do sujeito. Não parava por aí, pois que, o mink pressionava suas patas para agarrar a cabeça do homem e assim imobiliza-lo. Porém Blast reagia quase que junto com ataque de King e acertava um soco na virilha da lebre.

Ambos os três capotavam para diferentes direções enquanto o balcão era arremessado após a queda do homem, do mink e da garota. A jovem batia a cabeça contra o pila que havia na lateral e desmaiava. No mesmo momento, Blast batia no armário preenchido de casacos que notoriamente caiam sobre seu corpo. Já Ghast colidia com a porta que o pilantra havia saído outrora. Era um banheiro, fedido por sinal, que os clientes usufruíam. Blast parecia não ser muito forte, mas o soco atingia uma parte realmente vital do homem coelho que ainda sentia suas “joias” clamarem por férias numa praia.

- Maldito coelho da páscoa, não me fode assim seu animal inofensivo! O homem gritava ao tentar se colocar de pé, apesar de suas palavras tentando coagir o mink, ele havia notado que King não era esses caçadores de meia tigela que até então havia enfrentado para se livrar de suas dívidas.



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