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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 [Mini-Aventura] - Gigantes de Elbaf

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MensagemAssunto: Re: [Mini-Aventura] - Gigantes de Elbaf   [Mini-Aventura] - Gigantes de Elbaf - Página 2 EmptyDom 01 Jul 2018, 16:30

~~ Orientação ~~


A giganta respondia de forma amigável deixando os sujeitos ainda mais contentes que anteriormente. Handall era o que mais sorria com a resposta de Sif afinal, suas metas seriam ainda mais possíveis coma ajuda de uma raça ao qual é conhecida e aclamada como a de Elbaf.

Ele apertava a enorme mão da gigantona de forma correspondente e em seguida profere. – Ótimo, ótimo! Seremos ainda mais conhecidos pelos mares, não é mesmo cambada? Ele dizia e um “Ohyeah” vinha de seus camaradas. Um barulho ecoou pela floresta fazendo com que grande parte dos animais ficassem acuados e correndo pela mata enquanto os pássaros ficavam agitados e desordenados.

Os piratas não podiam perceber, apenas ouvir. Mas Sif podia visualizar devido sua vantagem de altitude. Era um trio de marines que se aproximavam. Outro barulho ao qual pode ser reconhecido facilmente como um tiro de espingarda. Em seguida mais um e mais um até o ponto que; Sif notará seus recém mais novos aliados, haviam sido baleados e agonizavam de dor.


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O trio se aproximava e era os dois marines ao qual a giganta havia se deparado outrora e um outro homem de mais alto e musculoso, talvez atingindo os três metros de altura. Possuía cabelos, barbas e sobrancelhas ruivas. Trajava as vestes da marinha e um sobretudo avermelhado com labaredas de fogo. – Ora, ora. O pequeno e infantil bando do Raposa. Patético! Bahahahahahaha. Ele ria debochando dos piratas.

– Mas parece que vocês estavam certo, soldados. Eles recrutaram essa pequena gigante. Mas pelo visto já acabamos por aqui, a não ser que essa mulher queira desacatar um sargento! Seu sorriso sarcástico mudava para um semblante sádico e frio. Sif ignoraria seus mais novos aliados e iria embora... ou enfrentaria a marinha para salvar aqueles que acolheram a mulher para seu grupo?


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MensagemAssunto: Re: [Mini-Aventura] - Gigantes de Elbaf   [Mini-Aventura] - Gigantes de Elbaf - Página 2 EmptyDom 01 Jul 2018, 21:21

- Engraçado, me chama de pequena, mas nem alcança o meu tamanho. - Uma ira começaria a passar pelo meu corpo, ver que aqueles dois soldados que uma vez me ignoraram e zombaram de mim contribuindo com o ferimento das pessoas que foram mais gentis comigo. Não sentiria medo, nem angústia, os peixes do mercado de Elbaf me davam mais medo do que eles. - Não posso recuar agora, o que seria de um gigante, ou melhor, de um pirata se ele desistisse de seus próprios companheiros por medo? Ainda pior, pela própria marinha. - Era inevitável, eu precisava confronta-los pelos meus próprios ideais e colegas.

- Você os chama de patéticos, mas ainda assim os ataca de surpresa com disparos ao longe. Tem algum medo de bater de frente, ruivinho? - Neste instante, seguraria o punho direito com minha mão esquerda e apertaria, esperando um delicioso estalar de dedos. Estava em desvantagem numérica, mas meu tamanho é maior, o que por outro lado pode ser um pouco ruim, afinal o alvo fica mais fácil de acertar. Enquanto falaria, prestaria atenção nos arredores, talvez tivesse alguma forma que eu pudesse fazer para criar uma vantagem ao meu favor.

Independente das respostas alheias, diria - Por que não fazemos um duelo? Eu e você, mano a mano, se vencer, me rendo e entro para a marinha. Por outro lado, se perder, eu saio como pirata, e você, com uns dentes quebrados. O que acha, vai aceitar ou se encolher em vergonha? - Essa era a melhor forma que encontrava de ganhar uma vantagem por cima dos marinheiros. Eu poderia entrar diretamente em um confronto direto, mas poderia receber alguns disparos antes de qualquer ataque.

Na hipótese do desafio ser aceito, posicionaria meu corpo para a batalha, já estava mais do que na hora de alguma coisa divertida acontecer. Para muitos as lutas são coisas horríveis e de experiência ruim, mas para os gigantes era o oposto, a luta era o que os fazia viver, mesmo de uma forma paradoxa. Entretanto, sentia falta de alguma coisa, um machado, martelo ou clava, teria que lutar usando somente os punhos? Isso em si não parecia muito bom, mas olharia em volta para procurar algo que pudesse satisfazer essa abertura, uma grande árvore ou objeto com um formato parecido, qualquer coisa em que pudesse segurar. Se não encontrasse ou já não estivesse com nada, teria que usar o bom e velho punho para resolver os problemas. - Pois bem, comecemos! - E assim daria inicio oficial a luta, se ele não tivesse se movimentado ao ataque antes. De qualquer maneira, a melhor forma de reagir ou começar é esperando algum deslize do inimigo, por isso, esperaria pelo seu primeiro golpe. Devido ao meu tamanho, acredito que ele deveria pular na maioria dos casos para acertar algum ataque efetivo em meu tórax, e se o fizesse, aproveitaria a abertura para fechar meus punhos juntos e realizar um golpe vertical de cima para baixo no seu corpo. Entretanto, se esquivasse, utilizaria de um bloqueio frontal, com o braço esquerdo ou direito próximos a cabeça e tórax, ao seu próximo ataque, devido a abertura que teria causado ao meu corpo, e, em seguida, utilizaria de um soco horizontal para afastá-lo e tentar causar algum dano.  Caso ele procurasse alguma investida em direção as minhas pernas, procurando realizar algum soco ou rasteira, aproveitaria a oportunidade para utilizar de um recuo e chute em sua direção, buscando repeli-lo para longe. Entretanto, caso o golpe fosse esquivado ou bloqueado, partiria para a defesa, devido a minha abertura, e bloquearia com a parte de cima da mão para socos e chutes realizados na parte inferior do meu corpo. Para a parte superior, ele provavelmente teria que escalar meu corpo ou saltar em direção a ele, e para isso utilizaria do primeiro golpe vertical ou, em caso de escalada, jogaria meu corpo ao chão, na parte em que ele estaria subindo, procurando esmaga-lo. Se estivesse com algum objeto anteriormente mencionado utilizaria os mesmos golpes e estratégias, só que usando a arma/ferramenta para bloquear e golpear. Mas, voltando ao início da luta, se ele não começasse com nenhum golpe, retrucaria - Vamos, achei que você fosse um sargento da marinha! Não vai me atacar?! - esperando que ele fosse de certa forma provocado a partir para cima.

Contudo, na hipótese do homem não aceitar a proposta e me atacar com seus subordinados, não teria escolha do que partir diretamente para a ofensiva. Para meu primeiro golpe utilizaria da pedra que estava em volta de meus companheiros antes dos disparos, tentaria a agarrar com uma de minhas mãos e lançar ela com velocidade na direção dos marinheiros, em um movimento circular partindo do chão. Depois, traria uma investida até eles, independente do acerto da rocha ou não. Precisava, porém, proteger meu rosto e tórax de possíveis disparos, e para isso realizaria um chute ao chão, se fosse terroso, para jogar a maior quantidade de detritos possíveis em sua direção e, ao mesmo tempo, posicionaria minhas mãos na região torácica e perto do rosto, com as mãos na face e o anti-braço no tórax. Em seguida, se os alcançasse, prosseguiria com uma série de socos, procurando nocautear pelo menos os dois marinheiros e depois ter uma luta mais fácil com o sargento, se já não estivessem todos inconscientes ou mortos. Assim, minha prioridade seria acertar os soldados, para que pudesse ter uma luta como descrita anteriormente com o capitão. Em casos de perfurações, por qualquer que fosse a arma que o sargento pudesse possuir, tentaria aguentar a dor e forçar impactos dele com meus golpes ou com o terreno, talvez conseguisse suportar alguns cortes até nocauteá-lo de vez.
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MensagemAssunto: Re: [Mini-Aventura] - Gigantes de Elbaf   [Mini-Aventura] - Gigantes de Elbaf - Página 2 EmptyTer 03 Jul 2018, 09:34

~~ Orientação ~~


Sif respondia de forma audaciosa para o marine a sua frente que permanecerá com um sorriso debochador. Ao ser insultado pela zombaria da giganta, sua resposta foi curta e grossa. – Pequena de espirito minha cara. Não que você entenda talvez! Ele coçava sua cabeça tentando expressar sua frase outrora.

A barbara desafiava para um combate, não que o sargento precisasse, mas diante de tal situação, não poderia fugir, certamente seria chacota no quartel dos outros marines caso recuasse. – Bahahahahaha. Eu aceito mulher! Não me decepcione. Ele terminava de falar ao dar alguns passos para frente, ficando pouco metros de Sif. A giganta apertava seus punhos deixando a cólera fluir pelos seus músculos.

O estilo de Sif era o tradicional barbarismo. Machados, martelos, clavas, as armas mais básicas que os gigantes usufruem. Mas nada disso a mulher possuía, nem havia percebido que estava sem seu maior aliado de combate. Um gigante sem sua arma era igual um pássaro sem suas asas, um leão sem suas presas, um elefante sem sua tromba. Mas até mesmo um pedaço de tronco poderia ser usado pelo seu estilo, e foi isso que Sif conseguiu achar para usar. Próximo da gigantona havia um tronco de uma velha árvore já morta a décadas. Era grosso e deveria possuir uns 3 metros de comprimento.

A mulher de Elbaf não perdia tempo e logo desferia o primeiro golpe. Um ataque de cima para baixo com aquele tronco direcionado ao marine. A mulher talvez achasse que ele iria esquivar e atacar-lhe na sequência, mas esse mundo era vasto, muito vasto. Sif percebeu que o golpe estava quase acertando o adversário e o mesmo se quer se movimentou, apenas permaneceu parado com seu sorriso autoritário.

Não utilizava qualquer arma, a não ser seu sobretudo que talvez alguém achasse que fosse algum tipo de armamento devido ser extremamente chamativo. O Tronco atingia em cheio o sargento de cabelos ruivos, criando um enorme estrondo. Os dois soldados rasos voaram com a pressão do golpe e colidiam em algumas árvores. – Ora, ora... nada mal para um gigante, mas... ele fazia uma pausa ao demonstrar para Sif que havia interceptado o ataque com as palmas de suas mãos. E, em seguida defere um impacto ao empurrar o tronco para cima e encarar a mulher nos olhos. – ... o mundo é uma caixinha de surpresas, pequena mulher! O marine andava alguns passos enquanto o tronco levava o braço de Sif para o alto. Logo o sargento desfere um soco contra o enorme tíbia de Sif fazendo sua perna esquerda recuar e seu joelho atingir o solo.

Apesar do vigor e força monstruosa dos gigantes, sua agilidade corporal pecava muito. O marine sabia disso e atingia a mulher sem piedade. Sif provavelmente não esperaria a força do mero humano, mas sua patente já era maior que um simples soldado e agora a barbara pode sentir a força tão alto do homem quanto a sua própria.  


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MensagemAssunto: Re: [Mini-Aventura] - Gigantes de Elbaf   [Mini-Aventura] - Gigantes de Elbaf - Página 2 EmptyDom 08 Jul 2018, 22:40

- Incrível, achei que seria mais fácil com você, mas é assim que se faz. Tudo pela batalha! - A força nos braços daquele homem era impressionante, um humano digno de se enfrentar pela primeira vez. Seus impactos pareciam precisos e eficientes, além do que não parecia ser muito no estilo de se esquivar, mas bloquear. Com a pancada da árvore pude perceber a enrascada que tinha me metido, sem machados ou qualquer tipo de arma... e pior, contra um sargento da marinha.. Ele parecia estar muito confortável com a situação, talvez seu estilo de luta fosse o desarmado mesmo, com apenas os punhos. Nem parecia que estava em uma batalha séria, seu rosto me expressava a ideia de que era apenas uma brincadeira, sem a adrenalina e medo.

- Preciso me concentrar, só alguns socos não serão o suficiente para acabar com esse cara... O que eu posso fazer? - A floresta parecia uma boa forma de conseguir algum instrumento, poderia ir até lá e tentar pegar duas arvores e usar como martelos. Tinha que achar algum jeito de usar minhas melhores características, e uma delas era minha facilidade na coordenação motora de meus dois braços, meu alcance e tamanho. Agora, não conseguiria esquivar dele muito bem, então correr poderia ser um problema. Para mim, não parecia ser uma boa ideia sair dali, tinha que achar um jeito de usar o que podia para vencê-lo.

COMBATE

Devido ao último impacto, o homem poderia não estar tão distante de mim no momento. Usaria disso ao meu favor e tentaria realizar meu primeiro golpe. Ao perceber que não poderia vence-lo em um combate direto, era preciso usar de outros métodos para derrota-lo. Largaria imediatamente o tronco ao lado de meu corpo e utilizaria de uma palmada na direção do corpo do homem com as duas mãos. De primeira vista, pareceria um golpe comum e feito inocentemente, da mesma forma que o primeiro, mas, se acertasse o corpo do homem, com ou sem bloqueios, serviria para a continuação de minha estratégia. Ao estar com ele perto de minhas mãos, as fecharias e utilizaria para impulsiona-lo no ar, jogando-o para a vertical. Enquanto estivesse no ar, pegaria novamente o tronco e usaria como um taco, para que pudesse acerta-lo em queda livre e usar do impacto para enviá-lo o mais longe possível. Esse movimento seria importante, pois me daria tempo para pensar mais ou talvez até para ganhar ali mesmo.  Se ele simplesmente as segurasse, correria para o lago enquanto ele estivesse preso a elas e o pressionaria dentro d’água. Assim, poderia alterar minha estratégia e tentar nocauteá-lo por afogamento.

Caso ele conseguisse desviar do tapa e visse para um contragolpe, usaria de meu alcance para me proteger. Bloquearia com um de meus braços, impulsionando o homem para o sentido oposto logo ao contato. Assim, caso fosse empurrado o suficiente, seguraria novamente o pedaço de árvore e o golpearia lateralmente enquanto estivesse recuando. Entretanto, se não acontecesse, tentaria usar do outro braço para realizar um golpe vertical na direção do chão enquanto nossas ações estivessem em contato. Para mim isso permitiria que eu tivesse maior controle no combate, caso acertasse, podendo finalmente imobiliza-lo entre o chão e minha mão. Se ocorresse, utilizaria do meu peso de 10 toneladas para nocauteá-lo e apertá-lo. Entretanto, se o bloqueio falhasse, impulsionaria meu corpo para trás, tentando evitar um choque maior com o seu ataque e usaria de um movimento circular para sair da direção de seu golpe, tentando evitar uma sequência maior de ataques. Caso desse certo, poderia utilizar de meu alcance para criar uma rasteira na direção do homem e enviar detritos em sua direção, e, junto com eles, uma investida com um salto tentando enviar minhas duas pernas em encontro com o pequeno corpo do sargento.
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MensagemAssunto: Re: [Mini-Aventura] - Gigantes de Elbaf   [Mini-Aventura] - Gigantes de Elbaf - Página 2 EmptyQua 11 Jul 2018, 01:00

~~ Orientação ~~


A giganta não perdia tempo e após sentir na pele a força do sargento, decidiu por atacar usufruindo de uma abordagem um tanto peculiar. Ainda com seu joelho sobre o solo, a guerreira largou o trono e desferiu uma palmada dupla contra as laterais do marinheiro, que observou o ataque ainda com seu sorriso.

Sif possuía êxito ao atingir o homem de barba ruiva e em seguida arremessa-lo para o alto, quase parecendo que o homem havia sido lançado por uma bazuca. Em seguida a barbara pegava o tronco de árvore e aguardava o retorno do homem para desferir um ataque em formado de marretada, atingindo, a lateral do homem. O ataque era em cheio e criava um estrondo arremessando o sargento a alguns metros de distância, destruindo algumas árvores no processo.

Não demorou muito para Sif ouvir a risada do homem. – Bahahahaha. Fiuu... fazia tempo que meu sangue não fervia assim. Ele terminava de falar ao reaparecer em meio ao arvoredo detonado. – Mulher... quero casar com você. Que força em! Ele abria os braços gesticulando e demonstrando afeição pela tentativa, falha, de Sif. – Mas entenda... eu passei todo meu treinamento militar na marinha desenvolvendo meu físico. Acho que sou um dos poucos homens do quartel que é zero a esquerda em termos de velocidade. Bahahaha! O marine dizia coçando sua cabeça enquanto caminhava em direção a giganta.

Apesar das falas do marine sobre sua precária velocidade, não era como se ele não fosse rápido, apenas não era tanto quanto a maioria dos outros marines. – Mas... por eu não ter treinado tanto minha agilidade que nem esses frangos do Q.G. que eu criei um corpo tão forte e rígido como pedra. Ele terminava de falar ao retirar seu manto avermelhado que cobria o corpo, que estava já aos trapos devido o impacto, e demonstrando seu corpo extremamente musculoso.

Ele caminhava até próximo do rio onde havia pedregulhos, local onde Sif havia conhecido os piratas, e pegava uma das enormes pedras e arremessava contra a mulher atingindo o tórax da mesma e fazendo-a cair completamente. – Vamos, vamos mulher... mostre-me sua determinação! Ele terminava de falar ao enfatizar um sorriso de orelha a orelha. Provavelmente o marine estava gostando do combate, fazia tempos que não enfrentava alguém com as mesmas qualidades que ele possuía que eram: força bruta e demasiada resiliência.


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MensagemAssunto: Re: [Mini-Aventura] - Gigantes de Elbaf   [Mini-Aventura] - Gigantes de Elbaf - Página 2 EmptyTer 17 Jul 2018, 13:01

Sentir meus golpes surtindo pouco efeito no homem me deixava um pouco assustada, que ser humano seria capaz de se levantar ileso daquele golpe? Minha força era párea à do homem, que se levantava e mostrava seu corpo rígido e endurecido pelo combate, muito diferente dos outros soldados que tinha conhecido anteriormente. – Um sargento, realmente surpreendente. – Meu corpo ainda estava calmo e disposto, seus golpes ainda não tinham sido letais nem furiosos o suficiente para debilita-lo, parecia mais uma briga entre crianças de Elbaf, e até de alguns adultos.

Caindo com o corpo no chão, sentindo o sabor da terra de perto, não imaginava que ele teria força para me fazer cair tão facilmente. Olharia para o céu, que me dava, muitas vezes, a sensação de liberdade. Quando em minha ilha natal, costumava observar os pássaros voando e como isso devia ser, viver sem correntes para lhe segurar. Eu costumava pensar muito sobre o motivo de estarmos nesse mundo, seria alguma coisa a mais? Algum objetivo maior? De qualquer forma, nascemos livres e com isso devemos lutar. A marinha criava uma máscara em volta do governo mundial, “atacando os vilões e protegendo os civis”, a maior merda que já ouvi. No final, todos buscam seus próprios interesses, não existe tamanha pureza no pensamento da maior parte das pessoas no topo dessas organizações.

- Eu não vou te derrotar? E quem foi que decidiu isso? – Uma pausa para um breve respirar, suas palavras seriam pesadas e fechadas. No meu interior aquilo haveria parado de ser uma mera luta, era um confronto direto com o que me sentia destinada a fazer, buscar mudar o imutável, revolucionar a forma em como as pessoas enxergam esse mundo. – Quem foi que disse que vocês podem mandar em tudo? A única que pode decidir meu destino sou eu mesma. – Enquanto estivesse falando, passaria levantar, tentando me recompor do último ataque do humano. Se conseguisse, sem nenhum ataque, começaria a posicionar minhas pernas firmes no chão, flexionando os joelhos e prosseguindo com meu maior golpe forçando o chão a afundar ou a fraturar.



Combate



Estaria tentando levantar, mas as chances de ficar exposta durante essa ação eram muito altas e ele poderia aproveitar isso, aquele convencido. Por isso, seguraria a minha única “arma” perto de meu tórax, poderia tentar rebater algumas futuras pedras para fora de meu corpo caso fossem arremessadas. Tentaria aproveitar um pouco da distância entre nós para manter uma postura fechada e evitar que caísse de novo. Caso ele começasse a correr para mim, se a distância ainda fosse suficiente, prosseguiria com meu plano original. Entretanto, se ele possuísse alguma forma de ficar em um combate a curta distância, faria questão de aumenta-la. Poderia usar, portanto, do rio para criar uma distração ou forma de empurra-lo para trás, assim, usaria de um de meus longos braços para criar uma onda grande o suficiente para pará-lo. Seria uma boa forma de mantê-lo longe, pelo menos até que eu conseguisse o que pretendia. Mas se não desse certo, prosseguiria com o seguinte plano:
A melhor forma de jogá-lo para longe novamente é utilizar de meu alcance e possivelmente empurrá-lo para longe. Para isso, esperaria pelo primeiro choque entre nossos corpos, deixando-o me atacar de primeira mão. Agora poderia usar da árvore que estaria comigo para bloquear um de seus golpes iniciais, usando a ponta da madeira para ter mais firmeza e força. Se tinha uma coisa que meu pai havia me ensinado era o combate e nele é preciso usar até as vantagens que a física pode te dar, como o torque. – Quanto maior a distância do braço, mas força é possível de ser feita com menos esforço. – Assim, poderia me posicionar nessa estratégia e em casos de socos firmes ou chutes diretos, meus bloqueios poderiam não tão dificultados, ainda mais se o mantivesse em distância relativa de meus pontos vitais. Caso desse certo, poderia prosseguir com a minha tacada final, que seria o arremesso de meu “machado” em sua direção, seu golpe provavelmente não seria suficiente para machuca-lo ou até para seu objetivo principal, empurrá-lo, mas poderia me dar tempo suficiente de reposicionar minhas pernas e usar de sua grandeza para dar alguns passos largos para trás, percorrendo uma distância boa dele até mim.

Minha fúria estava cada vez mais presente, em meu corpo só poderia sentir a raiva passando por todas as minhas veias. – Se o seu corpo é duro como pedra, o meu é resistente como aço. – Agora, sentia que precisava mostrar a força dos gigantes, garantindo sua distância poderia tentar executar meu plano maior. – Se acha que é forte assim, vamos ver se aguenta isto! – Meus braços passariam a entrar dentro da terra, procurando cavar ou segurar alguma gigante pedra que poderia estar dentro do solo, se já não houvesse alguma a vista e em relativa proximidade, buscaria segura-la com minhas mãos e utilizar de meu corpo para puxa-la para a superfície. Talvez não houvesse nenhuma pedra, mas um monte grande e sólido de terra também serviria. Assim, seguraria o máximo que poderia e passaria a ergue-lo acima de minha cabeça usando do máximo de minha força para aumentar a quantidade que podia segurar. Estaria arriscando tudo, era muito fácil interromper esse movimento, mas eu tinha que tentar. – Mostre-se um sargento da marinha, ou seu treinamento não foi suficiente para aguentar isso? – Era uma disputa de orgulho, pretendia demonstrá-lo que nenhum humano, mesmo que com treinamento, poderia superar um gigante em físico, se esse treinasse também. Foi por isso que fui aos mares, eu treinei e treinarei todos os dias, não posso deixar de demonstrar o que ganhei em todos esses anos.

Com o monte em minhas mãos, usando de meus braços para criar estabilidade acima de meu corpo e minhas pernas para sustentar o peso, apontaria minha direção para o sargento e tentaria garantir relativa sincronia entre seus movimentos com o meu caminho. Estava na hora de terminar tudo aquilo, não poderia me defender bem, eu saberia disso, mas era uma moeda de duas caras, alguém sairia vitorioso dali, enquanto o outro acabaria em derrota e teria que engolir suas palavras, ou a morte. Era devido a isso que eu estava tentando garantir certa distância inicial com o homem, e também o mais distante possível de outras pedras para arremesso. Se conseguisse executar meus movimentos, estaria pronta para dar o possível ponto final. Utilizando de meu comprimento, dispararia com um movimento de arremesso para o lugar que estivesse. Viraria meu corpo para frente e impulsionaria meus pés para que pudesse conseguir mais impacto no movimento, aquele desgraçado era forte e não cairia com um simples ataque, seria tudo ou nada. – SINTA A FORÇA DOS GIGANTES E PEREÇA! – Era o momento, gritaria o mais alto que pudesse e realçaria o desespero por liberdade neste mundo onde os gigantes são temidos e isolados. Esperaria um contato direto com o corpo do homem, mas se o mesmo tentasse se esquivar era algo a ser arriscado, o tamanho e a quantidade de terra/pedra poderiam compensar isso, fazendo-o ter que utilizar da velocidade, mas com certeza não era de certo que o afetaria.

Tudo só seria possível se a briga fosse comprada ou se meu plano de manter certa distância e distração ocorresse como o planejado. Entretanto, ele poderia criar alguma estratégia de contra-ataque às minhas ações, como me derrubar durante o erguer da massa de terra ou enquanto eu estivesse deitada no início. Para isso, teria que encerrar todas as minhas ações e buscar contorna-las. Por exemplo, se arremessasse pedras novamente, durante o momento que estivesse erguendo a minha, cessaria minhas ações e pegaria novamente o pedaço de árvore que poderia possuir, se não o tivesse arremessado anteriormente, para refletir alguns dos ataques. Obviamente este estaria no chão e poderia levar um tempo até segurá-lo novamente e para isso posicionaria um de meus braços na direção torácica para tentar impedi-lo de acertar meu centro de massa novamente. Entretanto, se não fosse o caso, procuraria entrar em seu jogo, seguraria qualquer pedra grande a vista, uma para cada mão e tentaria repelir os arremessos, fazendo um contato pedra em pedra, colocando a minha mão na frente da trajetória. Depois, as jogaria em sua direção, as duas ao mesmo tempo, tentado criar mais uma forma de distraí-lo e seguir com meu plano principal, de erguer uma enorme quantidade de terra ou uma pedra enorme.


Off:
 

Ilustração do golpe principal:
 
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MensagemAssunto: Re: [Mini-Aventura] - Gigantes de Elbaf   [Mini-Aventura] - Gigantes de Elbaf - Página 2 EmptyQui 19 Jul 2018, 00:24

~Mini-Aventura ENCERRADA~


Observações:
- Melhorou bastante seu último post. Gostei de seus ataques e defesas, ainda mais pq vc nao esqueceu de interpretar o personagem. Tem mts que narram o combate e esquecem da personalidade do char deixando parecer uma narrativa mt robotina nesse quesito. Mas você melhorou bastante desde o primeiro post de luta. E melhora muito mais hehe. Eu lhe indicaria apenas cuidar a quantidade de ações ofensivas, para não estrapolar, e alguns erros na gramática, mas isso é algo que acontece com a maioria. Espero que tenha curtido o tutorial, seja bem vindo ao fórum e boa aventura.
Marciano

O que fazer agora que terminei minha Mini-Aventura?
- 1º passo: Agora que encerrou sua mini-aventura basta criar a sua ficha na Criação de Personagens usando o Modelo de Ficha.
- 2º passo: Corra e crie sua aventura. Onde? Há um tópico chamado Crie sua Aventura, lembre-se de que você somente pode criar uma aventura se sua ficha for aprovada e dentro do limite de pedidos de criação de aventura pendentes. Caso haja alguma pendência espere alguém aprovar a aventura anterior, para postar a sua.
- 3º passo: Aventura aceita? Então procure um narrador, onde? Em T.N.D crie um tópico para solicitar seu narrador, e aguarde o ADM responsável pela área escolher um narrador para você.
- AH! Leia as regras para que você não venha a tomar punições.
- Lembre-se você tem 30 dias para pedir os 6 créditos da conclusão da mini-aventura neste link.

____________________________________________________

~Fala / Narração

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