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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap 1.2 - Liberté

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MensagemAssunto: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 6 EmptyTer 19 Jun 2018, 17:21

Relembrando a primeira mensagem :

Cap 1.2 - Liberté

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Revolucionário Elise Von Bernstein . A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 6 EmptyTer 24 Dez 2019, 17:26

Feeling Despair Upon Despair



Mais uma vez conseguia colocar uns panos quentes nos problemas da equipe. Talvez quem visse esse tipo de situação imaginaria que sou algum tipo de líder extraordinária, carismática, essas características que tanto ouvimos nas histórias que nos contam quando crianças. A verdade é que, assim como cada vez que tomava as rédeas do grupo, me sentia desconfortável, o jeito em que eles acatavam minhas ordens com tanta...facilidade era perturbador. “O que será que os três pensam de mim? Não sou melhor que nenhum deles, mais cedo ou mais tarde, eles vão descobrir isso.” Pensei, futilmente, que minha aflição não poderia piorar, foi então que uma bizarra cena aconteceu.

Tudo clareou, não conseguia ver, muito menos ouvir nada além de um zumbido infernal que vibrava nos meus ouvidos. – MERDA! – Reagi como podia naquele momento, me apoiei no primeiro suporte que encontrei enquanto minha outra mão, como se possuísse vida própria, interceptaria o clarão de atingir meu rosto, levei um susto enorme e, depois de proteger minha visão, levaria minha mão a bainha da minha arma, uma singela possibilidade, aterrorizante, martelava minha mente. “Não é possível...Eles acharam a base e estão atacando no meio de uma missão nossa? Eu preciso proteger a equipe, merda! Sabia que alguém estava nos seguindo.” O rancor que sentia era indescritível, apertava a bainha da arma com força, a única válvula de escape que poderia contar naquela situação bizarra. Como desejava recobrir meus sentidos, o primeiro inimigo que achasse seria trucidado. “Desgraçados.”

Lentamente meu estado físico melhorava, não podia dizer o mesmo da minha mente, que desabava. Quando vi o que estava minha frente, a única resposta que tive fora de cair de joelhos. “Isso...Não é apropriado para uma líder.” Fiquei completamente desesperada, desejava muito que ninguém me visse num estado tão fraco. Os lábios trêmulos só conseguiam emitir poucas palavras. – O-o que tá acontecendo? – Não conseguia formular nenhuma resposta lógica, de alguma forma, todo o cenário mudara, a floresta não existia mais, estava num ambiente tão insalubre que me lembrei do circo em que fui escravizada. O nojo que senti veio junto a um forte puxão no estômago, fiz o possível para conter o asco, fitei o chão e torci para que meu jantar não voltasse ao mundo. Entretanto o solo não era exceção, também havia mudado e acompanhava o horizonte repugnante a minha frente. “N-não consigo....Entender.” Cerrei os punhos, fechei os olhos com força, me recusava a acreditar no que estava vendo. Foi então que o resto da equipe chegou, antes que pudesse opinar, Masaki me ajudava a levantar. Me sentia humilhada. “Quando descobrir quem causou isso, seja quem for...vai pagar.” Não conseguiria sequer erguer meu queixo e, durante toda a interação, permaneceria cabisbaixa. – Estou bem. – Por mais que a voz estivesse fraca eles precisavam acreditar que eu estava bem, apesar de não entender bulhufas do que estava acontecendo. Nada era confiável naquele momento, me sentia arrependia de ter permanecido na base, talvez, se estivesse do lado de fora quando isso aconteceu, haveria alguma explicação.

Me desvencilharia do revolucionário, melhorando minha postura. Sacaria a arma com rapidez e começaria a andar rumo a saída. – Não sei o que aconteceu, mas não podemos ficar parados aqui. Vamos vasculhar os arredores da base. – Apesar do choque que sofri, meu tom continuaria ríspido. “Não consigo nem dizer o que é real ou imaginário.” Me mantinha cética ao estranho acontecimento, e precisava de respostas. “Preciso saber se estamos seguros, pelo menos isso.” Enfim, ao sair das instalações revolucionárias, meu olhar estaria atento aos arredores, seria muito mais zelosa do que havia sido até aquele momento, colocando os ensinamentos de Kyomi em prática, me esgueiraria pelos suportes que encontrasse, dando passos mais delicados possíveis. Talvez os revolucionários que me seguiam perguntassem o porquê de tanta cautela, mas estava preocupada demais para responde-los. Preciso descobrir se estamos sendo atacados ou não.

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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 6 EmptyQui 26 Dez 2019, 02:57



Story Telling



Como de praxe, Elise voltava a se diminuir, como se suas atitudes como líder, mesmo sendo pra coisas pequenas, não fosse importante para moldá-la, ela de fato acreditava que não era capaz e que quando seus companheiros soubessem iriam se decepcionar, seus pensamentos foram interrompidos pela forte luz e pelo estrondo, o que desestabilizaram naquele momento, o que a fazia ficar constrangida, ela não sabia trabalhar sua vulnerabilidade de forma saudável, então tudo o que fazia a deixava mal.

A jovem sempre pensando no pior, por algum tempo acreditava que a base estava sendo atacada, afinal um evento sobrenatural assim não acontecia com frequência. Ela consegue se apoiar na parede até conseguir ajuda de seus companheiros, preocupados com ela. Elise questionava o que havia acontecido, e os três se olharam estranho e logo sem seguida voltavam a olhar ela.

-Não aconteceu nada Elise, o que você está sentindo? - Asumi pergunta preocupada.

Isso poderia deixá la ainda mais inconformada. Quando saísse da estrutura e fosse ver o que estava ao redor da base, veria algo que a deixaria ainda mais atordoada. O mundo parecia ter mudado de repente, a floresta não mais existia, ruas, casas, estruturas tomavam o seu lugar

Aquela parte da cidade estava bem acabada, era como se fosse uma favela, todas as casas eram visualmente de pessoas pobres, sem contar os lixões que estavam em algumas direções, cheios de peças metálicas, móveis, madeira e outras coisas. O cheiro não era tão agradável quanto do bosque, era bem urbano, como fumaça, poeira, lixo.

Os três seguem ela para fora, e ainda pareciam surpresos e não entendiam muito bem o que é que Elise queria dizer com tudo isso e muito menos o que havia acontecido com ela naquele momento de desespero.

-Elise, não aconteceu nada, está tudo igual.. Olha! - Masaki preocupado com como a jovem estava processando as coisas.

-Tem certeza que ela não ficou maluca? A pressão faz essas coisas! - Kyomi complementava, mesmo que com sarcasmo, parecia preocupada também.

O mundo que para Elise havia mudado completamente, parecia igual aos olhos dos outros três, o que poderia deixá la ainda mais incomodada.

-Elise, nós precisamos de você bem.. A missão que iremos fazer está próxima! Então se não estiver bem, precisa avisar pro meu pai! - Falaria Asumi claramente assustada com o quer que seja aquilo que acabava de acontecer.

-Se você começar agir estranho, vão desconfiar que você não está bem para liderar.. Não importa o que seja, podemos conversar nós quatro depois, mas agora você precisa estar bem, ouviu? - Kyomi falava de forma levemente provocativa, porém com motivos, era possível ouvir alguns passos vindo de dentro da base secreta, que agora era um prédio velho e abandonado, igual as casas e outras estruturas por perto, por isso é bem discreto.

-Aconteceu alguma coisa? Elise você está bem? - Keiji, vinha andando e fitaria o grupo, que parecia estranho - Vou estar preparando vocês para a missão agora, vamos entrar, tenho que passar os objetivos!

O homem logo seguiria seu caminho, mas isso iria depender de como Elise se mostraria dali em diante, afinal se ela de fato estivesse desequilibrada, o grupo provavelmente não iria poder seguir com aquela missão.


Legendas escreveu:

Asumi
Masaki
Kyomi
Enfermeira
Keiji
Goulart

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valeu [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] carol!


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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 6 EmptyQui 26 Dez 2019, 23:05

Despicable New World



E o pior resultado que imaginei tornava-se real, de alguma forma, ninguém havia notado a mudança no ambiente além de mim. Sabia que havia coisa errada ali, e o jeito que falaram comigo, como se eu fosse algum tipo de louca, ser tratada de tal forma era deplorável, a resposta que tive foi de abaixar a cabeça, respirar fundo e então retrucar seus comentários. – JÁ DISSE QUE ESTOU BEM! – O que eles haviam dito não passava de idiotice, não havia sentido algum ninguém perceber a mudança que acontecera, não havia como não me irritar, vendo a minha derrota, minha reação seria guardar a espada, frustrada com meu surto. –  Eu... – Depois da explosão de mau humor, elaborava a primeira desculpa que consegui imaginar para explicar a confusão que criei. –  Tomei um remédio estranho antes de dormir, acho que foi isso. – Novamente, meu típico tom constrangido voltava, dei-me um abraço como uma forma de consolo diante do que acontecia, enquanto o olhar se evadia para baixo. Inúmeras dúvidas começavam a circular na minha mente, o líquido que tomei era estranho, apesar do que disse ser uma desculpa esfarrapada, havia sim uma possibilidade de ele, e mais alguns fatores, terem causado aquilo tudo. “Fugir da cidade foi bem estressante, pode ser que não reparei no caminho que percorri e aquela bebida só fez meu estado piorar. Alguém está certo nessa situação, mas quem? Pensar nisso é tão irritante...” Por mais que raciocinasse, era impossível chegar a alguma conclusão lógica.

Foi então que Keiji apareceu, tão desnorteado quanto o resto do grupo, o curioso é que ele não tinha qualquer reação a respeito do cenário, abominável, ao nosso redor. “Entendo...Ninguém mais percebeu.” O seu foco verdadeiro era na missão, o mais importante agora é que não houvessem outros contratempos e que nenhum dos três, Masaki,Kyomi ou Asami, acreditassem que estava incapacitada para agir. “Pode ser uma tarefa difícil, mesmo com um pouco de intimidade, é difícil lidar com as pessoas. Preciso sair daqui, não acho que vou descobrir o que diabos aconteceu dentro desse...Prédio velho.” Sim, só agora percebi que a nossa base havia se transformado num edifício, do tipo que pode desabar a qualquer instante, isso também me fazia questionar se outros lugares também foram afetados. “Será que tudo mudou por Centaurea? Só espero que os revolucionários não tenham sido afetados negativamente.” Antes que me pronunciasse, faria questão de corrigir minha postura, de costas eretas e fitando o líder revolucionário, tomaria a frente do grupo. – Claro que estou, comandante. Pronta para a próxima missão. – Se algum dos meus companheiros se manifestasse contra o que eu disse, responderia de prontidão. – Tive alguns problemas com a dosagem do meu remédio. – A voz sairia mais melancólica, com os dedos coçando a cabeça e uma careta de vergonha. – Mas agora já estou melhor. – Caso o comandante revolucionário se retirasse dali o sinal seria interpretado como permissão, e o seguiria pela base, não me preocuparia com o trio, pois acreditava que também nos acompanhariam. Quando Keiji estivesse pronto para dissertar sobre a missão, me acomodaria aonde fosse possível. – O que temos pra hoje? – Responderia, aceitando a missão.


Histórico da garota Chuchu:
 

Informações:
 

Objetivos:
 

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Narração

– Fala –

"Pensamento"

Título

Ouça a voz da Elise:
 



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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 6 EmptySex 27 Dez 2019, 20:40



Story Telling



A opção foi única, teria de parecer conhecer e estar ciente nessa “nova” realidade, como Kyomi havia colocado anteriormente, teria de se passar como inocente para que sua posição não fosse afetada e fez isso de forma plausível, mesmo que o trio soubesse que poderia estar mentindo, como Kyomi disse, todos aceitaram sua explicação naquele momento.

-Tudo certo, eu entendo, sair de uma situação complicada as vezes nos faz ficar assim! Não se preocupe, acontece, agora vamos para dentro. - Disse Keiji de forma tranquila, mesmo que levemente desconfiado, também aceitava.

Eles todos iriam para a sala do comandante, se parecia com ela antigamente, porém agora adaptada ao prédio meio velho, então tudo era meio desgastado, mas a organização era similar. Ele se aproxima da mesa e mostra o mapa da cidade, o que poderia soar familiar, já que algumas partes não haviam mudado em questão de rota, como por exemplo o interior da cidade o qual o grupo vagou por horas, mas provavelmente as estruturas mudaram em aspecto visual e funcional, o que poderia confundir Elise quando visse.

-Bom, irei direto ao ponto! A missão de ontem foi bem, porém não completamente alguns documentos e suprimentos não foram conquistados, mas não vai influenciar na missão de vocês hoje! - Ele parecia mais sério do que de costume, afinal era um assunto delicado e decisivo - Então, Masaki conhece bem a cidade, então irei explicar os ponto e eles os guiará lá dentro, dei pra ele algumas informações para isso. - O rapaz confirma com a cabeça.

-Basicamente vocês irão interceptar a entrega de suprimentos ilegais, o que é uma prova indiscutível de corrupção dentro da cidade. Essa carga deverá ser destruída e não entendam errado, estará protegida por um esquadrão de elite. Você terão cobertura de outros grupos, que irão também reduzir o número deles, mas essa será uma missão bem arriscada, então tomem cuidado! - Ele frisava muito no perigo que aquela missão poderia acarretar e que se algo desse errado, poderia ser o fim.

-Eles virão de foram de cidade, aparentemente receberam essa carga fora do porto para não chamar atenção, então usarão de uma caminho extremamente desurbanizado, uma das poucas áreas que possui vegetação na ilha, o que é o caminho mais discreto e sem uso. Masaki irá os guiar até lá, onde poderão bolar alguma estratégia para o ataque! Espero que consigam obter sucesso nessa nova missão, antes que me esqueça, Elise está liderando o grupo, então não ajam por conta propria, conto com vocês, se estiverem prontos… Acho que já podem partir!

Todos começavam a agir, iam até suas acomodações e pegavam itens importantes para a execução da missão. Kyomi se recarregava de arpões, cordas e pequenas correntes, tudo usado em sua besta, além de alguns frascos viscosos de cor amarronzada. Masaki, além de seu bastão, pegava algumas ataduras e alguns poções, mas elas, diferentes das de Kyomi, eram mais líquidas e com cores mais suaves, uma vermelha e outra amarela. Asumi pegaria algumas ataduras também, equipava algumas luvas especiais e só. Isso daria tempo de Elise pegar algo ou deixar algo próximo de sua cama e ajeitar o que quer que desejasse.

Depois de todos prontos, iriam rápido seguindo Masaki, já que conhecia muito bem a cidade e a ilha como um todo. Todos pareciam um pouco nervosos, ansiosos com isso. Afinal era algo grande e consideravelmente perigoso. Eles sairiam por trás do prédio, local com menos visibilidade, que daria para uma série de becos, eram escuros e vazios, não pareciam ter muita mobilidade por ali, com exceção dos revolucionários. Devido aquela área ser bem pobre, era tudo meio sujo e desprovido de atenção do governo, favelas e guetos, muito bem definidos, não iriam até o centro da cidade, o caminho era outro.

O grupo caminhava em boa parte do caminho em silêncio, estavam bem nervoso, isso era algo bem claro, mas não por não serem capazes de executar a missão, mas pelo que deveriam esperar, o que iria ter em seu caminho e o quão árdua essa missão iria ser. Todos pareciam altamente pensativos.

-Então, vamos falar sobre o que foi aquilo mais cedo, Elise? - Kyomi começaria o discurso, tentando de alguma forma tirar os pensamentos dela da cabeça, para não a atrapalhar - Você está realmente bem? Não precisa mentir pra gente, somos um grupo agora… Precisamos saber!

Ela, milagrosamente, não parecia ter segundas intenções com aquela fala, apenas curiosidade, a forma como Elise iria tratar daquela situações poderia ser ímpar na hora de criar laços com seu grupo e a forma que iriam começar a vê-la.

Após andarem por bastante tempo em meio aos becos, as paredes e acabam e dão de cara com uma floresta cercada pela favela, estava basicamente fora da vista de cidadãos, era realmente bem afastada, não havia trilha, era uma florestinha fechada e densa. O que se tornava cada vez mais raro dentro daquela ilha devido ao crescimento urbano.

Depois de andarem mais um pouco, estavam todos um pouco fatigados, nada que pudesse afetar seu desempenho, mas era algo a se pensar. Chegariam em um local mais estranho, parecia que parte da vegetação havia sido retirada recentemente, para “abrir” caminho, formava uma trilha.

-É aqui! Keiji falou que eles descobriram esse caminho, depois de agentes passarem por aqui, provável que pelo tamanho da carga precisam de espaço para passar. Agora é o momento, o que vamos fazer? - Masaki falaria.

-Meu pai falou de bolar alguma estratégia, pode parecer bobo, mas uma emboscada aqui não seria de todo mal, afinal temos local para nos esconder e visão do caminho que irão seguir… - Asumi falaria de forma inocente, nervosa com a situação.

-Eu acredito que isso poderia ser meio previsível, se eles mandassem batedores na frente, poderíamos ser facilmente pegos aqui esperando os inimigos vindo da frente enquanto um deles nos pega por trás ou indica nossa localização… Temos que pensar bem no que iremos fazer! - Kyomi falava sério, hoje estava sendo um dia bizarro, estava realmente focada na missão e não de debochar.

- Uma emboscada é furada, vamos esperar eles chegarem e vamos  avançar de frente, se os outros grupos conseguirem diminuir seus números, estarão em desvantagem e poderemos obtê-los rapidamente e sem problemas! - Masaki como sempre, buscava apenas o embate direto.

-Isso me parece…. Uma completamente burrice, sem estratégia, seremos pegos… E tudo vai por água abaixo! - Kyomi parecia levemente irritada com a opção dada por Masaki.

-Eu não acho que precisamos de muitas ideias, é só uma luta, precisamos focar em vencer! - Masaki contrária Kyomi.

-Não briguem! Meu pai falou que Elise está liderando a gente! Então parem com isso! - Asumi falava baixo e desconfortável, ela de fato parecia confiar bastante nas decisões de Elise, mesmo que a mesma não fizesse isso.

O ambiente era claro. Uma trilha um pouco larga no meio do caminho, restos de vegetação arrancadas pelo chão, dos dois lados da trilha vegetação intacta ou levemente afetada, da esquerda o caminho que os agentes chegariam e da direita a direção para a cidade. Existem vários arbustos e locais mais abertos pela floresta que proporcionaram a visão privilegiada, porém deixando brechas.

Legendas escreveu:

Asumi
Masaki
Kyomi
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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 6 EmptyDom 29 Dez 2019, 01:07

It Doesn't Matter Who's Wrong or Right



No final das contas conseguia convencer a Keiji e o grupo de que estava bem. “Ótimo, me preocupar com a ilha toda me caçando por ter batido em um riquinho já é sufocante o suficiente, quer dizer, se isso não tiver sido alterado também.” Não conseguia chegar a uma conclusão clara, a falta de explicações pro estranho fenômeno me deixava intrigada, não em um sentido positivo, e sim irritante. Depois daquele diálogo, nosso líder explicava o quão difícil seria nossa próxima missão em um súbito, minha espinha era atingida por um sinistro calafrio. “A última já não tinha sido perigosa o suficiente? Operar no meio daquela cidade...” O que mais me assustava era a parte do esquadrão de elite. “A última vez que lutei com um inimigo forte de verdade...” Minha mão destra imediatamente repousava sobre o ombro esquerdo, marcado por uma cicatriz horrível. “Bem, correr em direção a um atirador foi uma das suas ideias mais brilhantes, tá de parabéns, Elise Von Bernstein.” Em resumo, estava pasma em ouvir aquelas palavras, porém aceitava as ordens de Keiji sem questionar.  O trio e eu começamos a explorar a nova Briss Kingdom, e ainda me recusava a acreditar que aquele ambiente era real. “A paisagem só vai piorando.” Andar por aqueles cortiços deixava um gosto amargo na boca.

De repente, a tensão do nosso silêncio é quebrada por Kyomi, não me espantava a loira ter desconfiado mais da minha declaração do que os outros. – Já disse que estou bem. – Mesmo assim, me zangava com sua fala. – Quer saber se estou feliz, contente? Claro que não. Desde que cheguei aqui, tô lutando pela minha vida. – Seria mais dura com a garota, talvez o tempo que passamos juntas fez ela acreditar que poderia falar como bem entendesse comigo. “South Blue...Você vem acabando comigo.” Bem, a partir daquele ponto, entramos em uma pequena área arbórea na ilha, sem dúvidas, não era grande como a floresta que havia conhecido antes, mesmo assim, ambas tinham suas semelhanças. “Não é que acabei encontrando a floresta de novo? Ah, o que eu tô dizendo? Não sei nem se ela já existiu.” Enquanto caminhávamos uma estrada aparecia pela mata, Keiji realmente estava certo, estavam abrindo um caminho secreto para passar seja lá o que estivessem transportando, pelo tamanho da trilha, era grande e, com certeza, importante. “Não tive muito contato com... caminhões durante minha vida, como diabos vou fazer pra interceptar um? Vou chamar atenção de qualquer jeito, lutar parece inevitável.” Não que eu temesse o combate, essa parte era encantadora, contudo, o resultado dela que me amedrontava. Foi então que me lembrei que haveriam outros grupos revolucionários agindo junto conosco, o desafio seria articular nossas ações com eles já que não tivemos contato antes. Expirei, imaginar como superaríamos nossos inimigos era uma tarefa árdua.

E se pensar num plano já não fosse desgastante, uma discussão começava, mais uma vez, Masaki e Kyomi discutiam sobre como agir, Asami se importava mais em reafirmar minha liderança, em uma situação normal, ficaria encantada com a defesa da jovem, mas os dois não entendiam que haviam coisas mais importantes a serem feitas. – Hey! Primeiro vamos sair dessa trilha, rápido! – Meu primeiro ato seria de correr daquele caminho, me escondendo na vegetação próxima. – Vocês dois tem que se controlar, querem que a missão falhe antes de sequer ter começado?! – Repreendia o comportamento da dupla, com um olhar firme para ambos. Com o humor mais controlado, começaria a explicar o que faríamos. – Vamos agir conforme o plano dos dois. – Talvez eles se surpreendessem com o que seria dito, e se isso acontecesse, minhas bochechas corariam, como de costume. – B-bem, podemos aproveitar um pouco de cada. Primeiro vamos nos dividir. Como Kyomi e eu sabemos nos esconder, vamos andar pela floresta seguindo a trilha, vamos checar se existem batedores ou não, visualizar o caminhão e o esquadrão de elite. Masaki conhece essa ilha muito bem, quero que você e Asami vão até o ponto que seja mais complicado para um caminhão passar. – Se o garoto não conhecesse uma área assim, mudaria o comando. – Tudo bem, vocês ficam por aqui, apenas tenham certeza que consigam ver o inimigo sem serem detectados. Se acontecer algo importante, mandem um sinal, algo que possa ser notado de longe. Não se preocupem em chamar atenção, resolvemos isso depois. – Tomaria um tempo para respirar, falar tanto assim e com todos eles focados em mim, meu olhar acabava desviando para o chão. – Entenderam? Kyomi, vamos. – Não perderia mais tempo parada e seguiria na direção da trilha, pela mata, abusando dos conhecimentos que a loira me passara para fazer o menor ruído possível, assim como acreditava que ela também faria. Durante o percurso, algumas dúvidas pairavam sobre mim. – Consegue atirar sem fazer barulho?  - Continuaria. – Então...Você conhece esses outros revolucionários que vão nos ajudar? Algum jeito de sabermos quem são? – Com a curiosidade sanada, permaneceria em silêncio durante o trajeto. Meu foco seria localizar o caminhão ou o tal esquadrão de elite.

Se encontrássemos pessoas pelo percurso, me aproximaria delas, mas sem sair da vegetação. Atentaria a suas vestes, comportamento, algo que indicasse se eram nossos inimigos ou não. – Suspeito, não acha? – O olhar permaneceria sobre quem fosse encontrado, mesmo conversando com minha acompanhante. De qualquer forma, era a hora de agirmos. Procuraria no solo por uma pedra ou objeto semelhante, retiraria meu manto revolucionário colocando-o perto de mim, no chão. – Se sentir que vamos ser descobertas, atire sem pensar duas vezes. – Após informar a loira sobre parte do que planejava começaria a agir de fato. Pegaria o manto revolucionário, caminharia um pouco mais a frente de forma que ficasse próxima de algum dos suspeitos. Recuaria com cuidado para trás, não mais que alguns metros, e arremessaria o que encontrei com força numa árvore, ou algo próximo, que despertasse a curiosidade de quem passava por perto, se houvesse uma árvore um pouco mais distante da trilha, ela seria meu alvo. Nesse momento me posicionaria no matagal, objetivando ficar atrás do suspeito. Quando a distância fosse pequena, o agarraria por trás, colocando uma das mãos em sua boca, forçando seu queixo para cima de forma que sua garganta ficasse visível, com a outra mão que tivesse, aproximaria a lâmina da espada sobre o pescoço do oponente, deixando-a centímetros da pele. – Sabe, não gosto de matar as pessoas a sangue frio, acho isso bem desnecessário. Conte tudo que você sabe sobre os suprimentos e o esquadrão de elite. Se colaborar comigo, vou apenas te nocautear. – Se o interrogado assentisse com a cabeça mostrando que estava disposto a colaborar retiraria minha mão da sua boca permitindo que falasse, quando terminasse, um golpe descendente seria dado com o cabo da arma em sua nuca, com força suficiente para apaga-lo. Se a qualquer momento tentasse resistir enquanto tentava convencê-lo com minha conversa mole, cortaria sua garganta num movimento rápido. Não havia mentido anteriormente, apesar de já ter matado antes, atacar alguém desprevenido, por mais necessário que fosse, seria uma experiência asquerosa. “Céus, só quero que esse dia termine.”



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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 6 EmptyDom 29 Dez 2019, 17:02



Story Telling



Elise enquanto respondia Kyomi de maneira mais ríspida naquele momento, ela precisava do controle total daquela situação, se o time não tivesse sincronia, tudo iria falhar, da forma mais porca possível. Usaria parte das ideias de todos, criando um plano mais completo e elaborado, na tentativa de evitar falhas grandes.

Kyomi ainda não parece satisfeita com a ideia, porém não havia nada melhor para propor naquele momento, Masaki abaixa a cabeça, como se pedisse desculpa de forma silenciosa, Asumi continua atenta em Elise, buscando compreender tudo o que a jovem dizia de forma total. Todos pareciam ter entendidos e quase que junto respondem ao mesmo tempo.

-Sim! - Nesse momento o grupo se separa, indo Elise e Kyomi para frente, a direção de onde os agentes iriam chegar enquanto Masaki e Asumi iriam para um ponto mais estreito na estrada, local onde havia sido indicado para ficarem, não era muito longe dali, estava a alguns metros a frente.

A dupla furtiva avançaria buscando suspeitos ou até mesmo aliados, o que fazia Elise pensar quem eram seus possíveis aliados e como iria fazer para identificá-los, pergunta que leva até Kyomi, que não parecia estar muito de bom humor depois do que Elise havia falado nos becos.

-Depende do tipo de disparo, alguns sim outros não! - Curta e grossa - Eu acho que consigo identificar um ou dois deles pelo rosto, mas não acredito que iremos nos encontrar com eles… Acho que eles só irão agir no ponto de desembarque da carga e recuar. Agora seremos nos… E eles!

Ela por algum motivo enfatiza a palavra “Eles” naquele momento. Logo um som de motor poderia ser ouvido. Até então não tinham visto nada demais. Nenhuma alma viva percorrendo aquele local, esse seria o primeiro contato  com seus inimigos até então. Era um veículo, ele possuía uma cabine reforçada, com vidro negro, não era possível ver quem dirigia aquilo, aquela parte era alta em comparação com a parte de trás, que era de metal e possui proteção no contorno para conseguir manter a carga dentro. Porém algo chamava atenção das duas, não era possível ver o que era a carga, só sua forma, parecia ser mais de uma única coisa, uma grande lona roxa cobria tudo.

Diretamente atrás da cabine do veículo, uma grande forma retangular (paralelepipedo), não dava pra identificar o que era exatamente, poderiam ser um aglomerado de caixas ou um grande baú/caixa. Depois disso, algo ainda mais estranho, possuía um ponto mais alto, que era arredondando, ao redor desse ponto mais alto, possuíam seis pontas mais baixas, ao redor do centro, sendo três de uma lado e as outras três no lado oposto. Conforme o caminhão se aproximava, um cheiro surgia no ar, era muito forte e ruim, a coisa mais próxima que se podia relacionar esse cheiro era algo podre. Outro detalhe era o som, não era um único som fluido de um caminhão, possuía mais barulho vindo dali, como se os sons se sobrepõem, mas ambos eram de maquinários pesados.

Caminhão:
 

O que poderia ser mais alarmante era que não havia ninguém a vista, apenas o caminhão e a carga, era possível  notar que não vinha nada atrás do veículo, ele estava sozinho na trilha indo em direção a cidade, nenhum batedor e nenhum esquadrão de elite.

-Será que Keiji se enganou? Não tem ninguém ali! O que vamos fazer Elise? - Kyomi parecia um pouco mais tensa, afinal tudo parecia correr diferente do que havia sido planejado, o que a deixava ansiosa e nervosa - Acho que seria melhor se nos juntarmos aos outros!

O caminhão estava andando numa velocidade bem baixa, afinal parecia que a carga era bem pesada e a estrada não colabora, com galhos, buracos e pedras no caminho, sua velocidade era realmente baixa para um veículo daquele, o que daria um certo tempo para que a jovens decidirem o que iriam fazer, o que as fez ver o caminhão foi seu tamanho e o forte som, ele ainda estava bem longe.

Legendas escreveu:

Asumi
Masaki
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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 6 EmptyQua 01 Jan 2020, 23:43

Hurry Up and Let's Go



O que mais me surpreendia naquela situação era o fato de não termos encontrado nada ali, digo, nenhum ser vivo além de mim, Kyomi e talvez o cara que dirigia aquela máquina, que por sinal era bem estranha. Ela possuía um cheiro repugnante e um grande pano que cobria sua parte traseira, o que também chamava atenção era a velocidade, quase nula, em que se locomovia. Minhas sobrancelhas se eriçavam com a situação, tudo parecia favorável demais para nós, o que era, obviamente, bem suspeito. “Eles confiam tanto que ninguém vai descobrir o plano deles? Talvez os inimigos estejam no ponto de descarga, o que seria ainda melhor para nós, se conseguirmos destruir a carga antes dela chegar até lá.” Vendo como a situação se desenrolava, interceptar aquela carga deveria ser feito o mais rápido possível, mesmo que não tenhamos encontrado inimigos na trilha, eles podiam, sim, estarem próximos. Além disso, o que estava sendo levado também me chamara a atenção “O que diabos eles tão carregando que é tão fedorento?” Independente do que fosse, tinha de elaborar um jeito de destruí-lo, e, mesmo se eu tivesse uma mente brilhante, não conseguia imaginar como fazê-lo sem envolver todo o grupo. – Vamos nos reunir com o grupo e contar o que descobrimos, agora! – Diria as ordens a Kyomi com pressa, mesmo que tivéssemos a vantagem do tempo, não era motivo para desperdiça-lo vendo aquela máquina desengonçada percorrer a trilha.

Como não sabia o local exato em que os dois revolucionários estavam, correria o caminho inverso que fiz para encontrar o caminhão, com a possibilidade deles terem se escondido, entraria um pouco mais no matagal na procura deles. – Masaki, Asami! – Bradaria com as mãos ao redor da boca para enfatizar meu chamado. Quando achasse a dupla, me aproximaria e contaria os detalhes. – Não encontramos nenhum batedor, nem o tal esquadrão de elite... Mesmo assim, tomaremos cuidado. – Ficaria em silêncio por alguns instantes, talvez eles não tivessem uma reação calma ao que estava dizendo, ou dariam sugestões de como deveríamos agir, apesar de escutar o que tinham para falar, eu me pronunciaria com planos já prontos. – Vamos fazer o seguinte. – Minha atenção seria, agora, direcionada a loira, única atiradora do grupo. – Kyomi, você vai para o outro lado do matagal, encontre uma posição em que você consiga atirar na cabine do caminhão. – Naquele momento, se ela mostrasse novamente sua ranzinza, a única resposta que teria era um olhar desconcertado para baixo. – Vocês dois vão me dar cobertura, o caminhão está com a parte traseira tampada por um pano. Vamos retirá-lo e descobrir o que é a carga importante que estão levando. – Parte de mim achava a ideia de atacar o caminhão ridícula,mas não podia descartar a cautela nesse plano, falhar me deixaria irritada. Importante ressaltar que, se não encontrasse com eles no ponto mais vulnerável da trilha, como havia sido planejado, sinalizaria para nos movermos até lá.

Antes da tocaia começar, daria um pequeno aviso a Kyomi, tentaria soar mais amigável dessa vez, o que me deixava mais hesitante, por causa da maneira rude que a tratei antes. – E-ei... – E mesmo tentando, não conseguia esconder essa vergonha dela, era difícil conversar imaginando o que ela pensava de mim. – A-a missão começa assim que o caminhão parar com sua distração. E-eu acho que... M-mesmo que você... Erre o motorista. – Já conseguia visualizar o quão raivosa ela estaria quando mencionasse a palavra errar. – Deve chamar atenção o suficiente para ele parar de dirigir. – Dito isso, me posicionaria no mato, esperando até que o grande veículo aparecesse no horizonte. “Sendo sincera, eu não faço ideia onde o motorista estaria naquela...coisa. Que merda, crescer confinada em um circo tem lá suas desvantagens, espero que você saiba como a porcaria de um caminhão funciona, Kyomi.” Ficaria agachada na vegetação, procurando uma brecha que permitisse que eu visse o alvo passar.

Assim que o disparo fosse feito e o caminhão demonstrasse sinais de que estava parando, me desvencilharia da vegetação, andando com passos leves em direção a parte traseira dele, olhando para trás, era crucial que Masaki e Asami me seguissem sem fazer barulho. Quando estivesse atrás do veículo, gesticularia com os dedos, chamando os revolucionários para se aproximarem de mim. – No três a gente puxa. – Contaria até o número indicado em voz alta, enquanto ambas as mãos agarrariam o pano púrpura, puxando-o para trás. – Três! – No caso dele voltar a se movimentar já com o pano retirado, subiria no caminhão, oferecendo um dos braços como apoio para os outros embarcarem também. Se por ventura ele não parasse, mesmo com a distração feita, o plano seria realizado mesmo assim. A baixa velocidade não seria um problema para que embarcar nele e descobrir o que havia debaixado daqueles estranhos lençóis.




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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 6 EmptySex 03 Jan 2020, 06:37



Story Telling



Aquela missão fedia mal, literalmente.Elise teria de pensar rápido o que deveria ser feito. Ela recuava até encontrar seus outros parceiros. Eles entenderam o recado, ninguém foi avistado, carregamento próximo. Interceptar. Cada papel foi distribuído com sabedoria, todos em seus devidos postos e pontos evidencialmente fortes. Porém, aquela fala de Elise, faz com que Kyomi pressione seus pulsos ainda mais. Era possível sentir sua raiva, ela não falaria nada naquele momento, mas sua postura e expressões corporais deixariam claro que ela estaria sentindo.

Seus passos pesados se direcionaram até o outro lado, onde ela sumiu da vista dos outros três, Masaki ficava meio de boca aberta, parecia chocado com a fala de Elise e com a não resposta de Kyomi, o clima dava uma pesada. Pela pressão da missão e pelo fato do time estar levemente dessincronizado, o que poderia resultar no completo fracasso da missão

A velocidade do caminhão permanece igualmente lenta por todo o percurso, até chegar no ponto de alcance de Kyomi, que estava fora do local de visão para os outros membros, que só poderiam esperar seu disparo.

“Bang”

O som do disparo pode ser ouvido, era diferente dos outros barulhos que Kyomi já fez ao disparar, mas foi o que iria fazer tudo ali começar. Porém seu tiro não foi direcionado para a cabine como havia sido planejado, mas sim em uma das rodas dianteiras, o que fez um grande barulho e tremedeira, mas no fim, o caminhão parava. Entretanto antes que qualquer um ali pudesse se aproximar da parte de trás do caminhão, novamente um barulho de maquinário poderia ser ouvido e nessa distância era possível notar com mais facilidade que não vinha do caminhão em si, mas do que estava atrás dele.

Num movimento repentino, algo salta de dentro do caminhão carregando consigo o grande pano roxo, deixando as cargas metálicas visíveis no caminhão, mas o segundo objeto saltava no chão com muita força e devido ao tamanho no pano ficou sem ser visto por alguns segundos, o cheiro estava mais forte, podridão. Todos já estavam fora da vegetação completamente surpresos com aquele movimento repentino. O chão tremia com o peso daquilo que caia sobre ele, podendo gerar leve desequilíbrio nos demais.

Com a mesma brutalidade, o pano é removido e a coisa por baixo dele é revelado. Uma aberração. Um tronco de um homem gordo, revestido de máquinas e metais, suas pernas eram feitas de mecanismos articulados, de onde origina o som, até mesmo de seu tronco, seu rosto era coberto com uma máscara de metal que era amarrada por trás dela, a parte biológica (o tronco) cheio de corte e amarrações médicas, aquilo aparentemente já havia sido um ser humano. Seu braço esquerdo coberto com uma grande luva e seu braço direito transformado em um tipo de serra elétrica. Em seu braço mecânico e nas pernas era possível ver frascos com líquido verde dentro, era gosmentos e possivelmente a origem do mal cheiro. Suas seis pernas mecânicas articuladas era realmente grandes, mas possuíam traços chamativos, das quatro (lado e costas) possuíam em seu apoio uma base mais reta, como se servissem para dar equilíbrio, mas as duas da frente possuíam duas pontas afiadas.

???:
 

Um forte berro era emitido pela criatura e junto dela uma aceleração no motor, o que gerava um forte som de engrenagens e queima de combustível. A criatura avança rapidamente para frente, na direção em que estavam Elise, Asumi e Masaki. Sua velocidade era rápida para algo daquele tamanho, o que poderia deixá-los sem muito tempo para pensar ou até mesmo reagir. De forma desajeitada Masaki salta para o lado para desviar, Asumi salta para cima de forma bem executada, consegue-se pendurar num galho e avançar para frente, após a criatura passar por ela. Mas ele ainda avançava com força até Elise, suas duas garras frontais estavam erguidas para perfurar a parte superior do tronco da líder do grupo, que poderia ser estraçalhada facilmente pela criatura colossal.

Kyomi nesse meio tempo, faria disparos com arpões menores e soltos de correntes, para tentar de alguma forma impedir, retardar ou distrair o avanço da criatura sobre seus companheiros, porém todos falham, atingindo partes metálicas e não causando nem sequer um único arranhão na armadura metalizada no corpo da criatura que nem percebe.

-Cuidado! - Grita a garota desesperada vendo que nenhum de seus ataques surgia efeito.

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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 6 EmptySeg 06 Jan 2020, 20:01

Goliath Vs The Underdogs


Simplesmente não sei descrever o que acabou de acontecer na minha frente, quando Kyomi, bastante afetada pelas palavras que disse, acertou a roda do caminhão, o que saíra da parte traseira não podia ser real, era uma aberração, possuia pernas similares a de um aracnídeo, só que metálicas, além disso, possuía um tipo de serra motorizada no lugar de um dos braços, só conseguia imaginar o quão nojenta era aquela criatura. “Isso...É a arma secreta do Governo? O esquadrão de elite que protegeria a carga? OS DOIS?!” Não conseguia acalmar meus nervos vendo aquilo na minha frente, era a primeira vez que presenciava algo tão incomum “Como eu vou derrotar uma coisa dessa? I-isso só pode ser um pesadelo!” Pisquei várias vezes seguidas, mas aquela imagem não sumia das minhas vistas. Por mais desesperador que fosse, esse era o mundo real.

E a estática imagem começava a se mexer. A aberração avançou até mim, não, ela avançara até nós, os meus companheiros que foram mais ágeis do que eu. Masaki e Asami conseguiram, cada um a sua maneira, esquivar daquele monstro, somente aquela que vos fala, apavorada, permanecia imóvel. Notei o esforço de Kyomi em pará-lo, mas seus tiros, todos atingindo a parte metálica do corpo da criatura ao invés da parte...”humana" eram inúteis. Foi num súbito que me lembrei o motivo de estar ali. “V-vou pagar a minha dívida com o exército revolucionário! Não importa se vou lutar com seres de outro mundo!” Depois de concluir o raciocínio, rapidamente me jogaria na lateral esquerda para evadir o ataque inimigo. Mesmo assustada, tentaria pronunciar algumas palavras para equipe que provavelmente, assim como eu, não teriam muita experiência para lutar contra tamanha aberração. Primeiro, avisaria nossa atiradora. – ATIRE NA PARTE VIVA! – Esbravejaria o conselho para Kyomi, queria demonstrar que, apesar de nossas diferenças, confiava nela. Já com o semblante corado, continuaria. – V-VOCÊ CONSEGUE! – Após esquivar do ataque do grandalhão, sacaria minha arma, empunhando-a em direção a ele, o olhar também estaria firme no alvo. – TODO MUNDO PRA FLORESTA, AGORA! – O que objetivava com aquela ação era que a atenção do nosso oponente continuasse voltada a mim, com ele distraído, haveria tempo para que os dois combatentes se reorganizassem perante a batalha. Visto a equipe se dissipar, acompanharia-os, indo no sentido mata em que Kyomi estava, porém não na direção em que estava escondida.  "Vai ter que confiar em mim.” É claro que, se o inimigo tentasse me atacar durante essa retirada, estaria preparada para esquivar de seus ataques. Se tentasse golpes na vertical, moveria-me rapidamente para direita, contudo, se o ataque viesse na horizontal, daria um salto na direção contrária do golpe e daria sequência a fuga para a floresta.

Quando estivesse dentro da floresta, diminuiria o passo da corrida e em simultâneo curvaria minha coluna, abaixando-me gradualmente, com o auxílio de minhas mãos, moveria-me devagar pela vegetação tentando me esconder do perseguidor.  É óbvio que a fuga não seria em linha reta, uma vez na mata, usaria das árvores para me esconder, parando o trajeto até que estivesse  atrás de uma, abaixando-me. Observaria bem o local em que estava, não me passava a cabeça fazer qualquer tipo de movimento brusco por isso, somente com o olhar, procuraria pelos outros revolucionários. Também tomaria cuidado com minha respiração, expirando e inspirando mais devagar, naquele momento, contava com uma informação vital para conseguir me proteger, apesar de não possuir sentidos excepcionais, o cheiro e o barulho daquelas engrenagens era fundamental para perceber a aproximação da criatura e seria isso que usaria para ludibriar o monstro que enfrentava. Assim que notasse que a podridão e os barulhos robóticos estavam aumentando, sairia de trás da árvore, rastejando pelo solo. Tentaria visualizar o inimigo e, com sucesso, levantaria do chão, ficando agachada, e me moveria com cuidado para trás do oponente, não lhe daria o prazer de ficar próximo a mim, ainda manteria alguns metros de distância dele, e seria a partir disso que minha ofensiva começaria. Procuraria por um apoio, uma árvore, pedra, uma superfície elevada que estivesse entre mim e aquilo. Correria em sua direção, usando o suporte mencionado para elevar-me aos ares e me aproximar. Uma vez no ar a katana seria empunhada com as duas mãos, quando estivesse próxima o suficente, fincaria a espada em suas costas, na parte que parecia ser humana, até que, pelo menos, metade da lâmina estivesse dentro dele. Logo em seguida, retiraria a arma, utilizando de seu corpo como apoio,  pressionando meus pés contra aquele monte de banha. A exceção seria se conseguisse perceber que me atacaria, então, não tentaria perfurá-lo com tanta profundidade, focando em retirar-me dali o mais rápido possível. Se em algum momento ele estivesse de frente a mim, sem sucesso na ofensiva anterior, usaria uma das mãos para desabotoar o manto revolucionário, jogando-o em sua direção para, em sequência, tentar contorná-lo novamente. Daria um salto para cima, usando sua superfície de metal como apoio e desferiria um corte na diagonal em sua parte mortal. Se por ventura ele me atacasse nessa estratégia, rapidamente realizaria um sequência de saltos mortais para trás, fosse o ataque retilíneo ou horizontal, se o ataque viesse na vertical, saltaria para quaisquer um dos lados, realizando um rolamento.

O plano seria diferente se notasse que, depois que conseguisse despistar o monstro, ele achasse algum dos meus companheiros antes de mim. “Merda!” Minha reação imediata seria correr em sua direção, ainda tentando ocultar minha presença com o auxilio da floresta e, quando estivesse próxima, atacaria a aberração da forma que conseguisse. Se não tivesse altura para atacá-lo na parte humana, aproximaria dele e realizaria um corte em um dos estranhos tubos que tinha nas pernas robóticas. – EU SEREI SUA OPONENTE! – Uma provocação um tanto quanto corajosa, mas a real intenção era chamar sua atenção, enquanto me afastaria dele, usando arbustos,árvores e outros detalhes da paisagem como obstáculos entre mim e o grandalhão. “Não posso deixar essa coisa ceifar a vida de ninguém, não enquanto tiver forças pra lutar!”

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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 6 EmptyQui 09 Jan 2020, 11:25



Story Telling



Aquilo não cheirava nada bem, literalmente. Elise estava em choque com o que iria enfrentar, aquela ideia tradicional de vários agentes havia sido destruída e substituída por uma figura completamente absurda, um ciborgue. Meio humano meio máquina, aquilo era quase como uma piada da mãe natureza. A criatura mesmo que enorme era legitimamente rápida, suas pernas facilitam muito sua locomoção e a distribuição de seu peso, o que fazia ele um oponente muito forte, sendo fisicamente superior e equiparado ou até mais rápido que os integrantes do grupo

Por sorte, todos conseguem desviar de sua primeira investida, Elise de forma ingênua grita para Kyomi, o que ela deveria fazer e os demais integrantes, o que faz a criatura soltar um bufão de ar através da máscara em seu rosto, aquilo parecia deboche ou uma risada mecanizada, não era possível decifrar.

-Humph - Engrenagens - Goulart consegue ouvir! - Dizia a criatura se nomeando, na verdade, aquela aberração era o adversário que elas haviam vencido anteriormente, o que explica algumas coisas, como por exemplo suas duas pernas terem sido destruídas pelos arpões de Kyomi e seu maxilar ter sido quebrado devido ao forte ataque de Masaki.

Quase que instantaneamente, após sua fala, Goulart arranca uma árvore do chão e arremessa ela na direção onde Masaki e Asumi estavam, aquela árvore atinge outras que estavam no caminho levantando uma grande nuvem de poeira, transformando aquele local num ponto cego, não era possível ver o que aconteceu com os dois.

-Nãooooooo! - Kyomi grita desesperada ao ver o ataque brutal da criatura e começa a disparar a disparar pequenas flechas de sua besta, elas fluem igual as balas de uma mini-gun, sendo menores e rápidas, sem precisar recarregar toda hora, mas com quantidade finita.

Os tiros atingem Goulart que instintivamente cobre seu rosto e tronco com seu braço mecânico, os ferimentos foram mínimos, até mesmo sua pele humana parecia mais resistente que o normal, mas danos foram causados.

Elise de certo modo havia conseguido despistar sua presença por um curto momento, porém quando seus companheiros foram visados pela criatura, a jovem líder se direciona para seu oponente, tentaria um ataque direto usando do momento de vulnerabilidade criado por Kyomi com seus disparos. Ela consegue se aproximar sem grandes dificuldades, atacar a parte biológica naquele momento era inviável, já que o efeito rebote de seu corpo seria grande podendo ser brutal, sem contar a parte que seria um golpe desajeitado devido a altura da criatura, o mais prático ali era atingir os tubos que conectam a criatura e suas pernas a aquele líquido verde espesso.

Quando a lâmina da katana passa por um deles, Goulart solta um grande grito de dor virando para a garota no mesmo momento, com seu braço humano ele dá uma cotovelada nela, empurrando ela com força contra a vegetação, ela cai com tudo passando por um arbusto que causa alguns cortes superficiais, mas a queda a geraria grande dor naquele momento, mas nenhuma fratura ou ferimento que pudesse lhe causar complicações.

Enquanto a jovem estava no chão, era possível sentir tremores no solo, a criatura começava a se debater, batendo com suas pernas no chão com tanta força que geram essa sensação de “terremoto”, enquanto grunhiu, as árvores balançavam e os pássaros voavam, era clara a força física daquela criatura, mas um som dentre todos esses se destaca, o barulho do líquido escorrendo e a forma que o maquinário reagia a falta daquele “combustível”, deixava o som mais “áspero” e pesado, como engrenagens sem graxa.

-A vadia vai pagar, vai pagar! Ghhrrr - Gritava Goulart descontrolado quebrando as árvores buscando Elise, isso deixava claro que ele a havia perdido em meio a toda aquela bagunça, o que dava vantagem para a jovem.

Mesmo com a forte dor abdominal, Elise conseguiria se mover, sentiria dores durante a locomoção, mas aos poucos ela ia passando, até ficar 100%. Os arranhões dos galhos geram incômodo, mas nada demais, em seu ombro direito era possível sentir uma ardências, era onde mais se ralou no chão, deixando um ralado, era um pouco extenso, mas superficial, pouco sangue saia, apenas durantes alguns segundos, logo estava seco.

Caso Elise tentasse procurar pela criatura, o som do maquinário, o cheiro forte do resíduo e as marchas verdes deixadas pelo caminho, seriam grandes facilitadores, tornando a localização da criatura algo extremamente fácil. Masaki e Asumi ainda estavam sumidos e Kyomi estava escondida, mas não teria acesso visual a ela, ou seja, naquele momento Elise estava sozinha.

Legendas escreveu:

Asumi - Ferida (?)
Masaki - Ferido (?)
Kyomi
Enfermeira
Keiji
Goulart - Danificado (1/6)

Status:
 


valeu [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] carol!


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King
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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 6 EmptySeg 13 Jan 2020, 09:48

Goliath Vs The Underdogs


E se aquele momento não pudesse se tornar mais desesperador, assim que terminava de avisar Kyomi sobre o que fazer, a criatura falava, eu não fazia ideia de como, mas ela falou e entregou sua identidade, alguém que todos nós conhecíamos muito bem. – G-Goulart? – Com os lábios trêmulos, retruquei a fala dele, era assustador como o homem que já foi uma montanha de músculos havia se tornado aquela aberração. – Merda! – O pior de tudo era que, se eu tivesse matado-o como fiz com seu colega, não estaríamos passando por isso. Teríamos que lutar? Sim, contra agentes que poderiam ser muito fortes, ainda assim, seriam humanos, e não um ciborgue bizarro. Novamente, não fosse o meu despreparo como líder, não estaríamos nessa situação horrível.

O que eu também não esperava era a força colossal do inimigo. Apenas com um braço ele conseguia arrancar uma árvore do chão e atirá-la com a mesma intensidade que uma criança atira uma pedra ao lago, eu tive a sorte de não ser o alvo dessa vez, não acho que seria capaz de suportar aquele ataque, mas o desgraçado preferiu presas muito mais fáceis: Masaki e Asami, ambos desnorteados com o combate, e certamente com a revelação da identidade do nosso oponente também. O arremeso levantou muita poeira no ar ao ponto de não conseguir enxergar o que havia acontecido com os meus companheiros, o que era mais torturante do que vê-los mortos. Diferente de mim, que permanecia paralisada de medo, Kyomi reagia de forma corajosa, acertando uma saraivada de arpões em Goulart, os tiros acertavam a parte biológica do monstro, mas não pareciam surtir qualquer efeito. “O que?! Como a gente vai derrotar essa coisa?” Vendo como ele estava inabalável mesmo sendo atingido, meu foco permanecia nele, se não agisse logo, Kyomi poderia ser a próxima vítima. “Asami, Masaki... Tudo que posso fazer agora é torcer por vocês.” O sentimento era simplesmente uma merda. Me sentir impotente naquela situação deixava um gosto amargo na boca. “Mesmo que eu possa morrer, tenho que descobrir como vencer esse fudido.”

Foi então que tomei iniciativa, mesmo não sabendo se tinha chances de machucar aquela besta ou não, avancei em sua direção, aproveitei o ataque de Kyomi para me esgueirar até suas costas, o que não imaginava é que ele era alto demais para atingir sua parte biológica. “Se eu subir nele, ele vai notar, e um golpe desse braço robô...” A solução que pensei foi atacar aqueles tubos brilhantes e que, aparentemente, eram a fonte do mau cheiro. “Deve ser o suficiente pra chamar atenção.” Só que o resultado do que fiz me deixava boquiaberta, ao atingir um dos tubos, Goulart se contorceu todo, sua dor era nítida e o meu golpe acabava sendo mais bem sucedido do que pensei, quem imaginaria que aquela substância verde seria a parte mais sensível de seu corpo? Estava pronta para bradar aos ventos minha descoberta, mas antes que tivesse a chance de comemorar, o grandalhão reagia em um súbito, dando uma cotovelada que me mandou longe.

– Cacete! – Resmunguei enquanto atravessava o ar. Já tinha noção do quão forte ele era ao arrancar uma árvore com um braço só, mas sentir aquela pressão avassaladora sobre mim conseguia ser pior. “E pensar que ele fez isso com a Asami também.” A região que fui atingida doía, notava também que haviam algumas escoriações pelo meu corpo, não pareciam tão graves quanto as apunhaladas que sofri mais cedo, entretanto, eram um aviso de que não podia brincar naquela situação. Mesmo ferida, saber que ele possuía, sim, fraquezas, me enchia de ânimos, precisava avisar o resto da equipe e tirar proveito dessa informação ao nosso favor. Não conseguía enxergar mais ninguém no matagal, mas os barulhos das engrenagens aumentavam, como também o cheiro pútrido do líquido. “Cara, se todos aqueles tubos forem estourados, minha espada vai feder tanto...” Antes de agir eu já estava aflita de imaginar o resultado daquela confusão, se aquele líquido acabar espirrando em mim, vou vomitar e não vai ser pouco, ainda assim, a chance de vingança me dava forças. “Dessa vez você não vai escapar vivo. “ Até sentia um pouco de pena dele, ser transformado em uma arma do governo mundial, perder a própria liberdade... Eu optaria pela morte.

Começaria a agir me pondo de pé aos poucos, tomando cuidado com os ferimentos que sofri. Meus primeiros passos seriam cautelosos para não atrair a atenção do grandalhão que estava a minha procura. Os sons e cheiros que ele emitia seriam meu guia naquela situação, me esconderia pelos arbustos, árvores que estivessem por perto enquanto tentaria localizar Goulart no meu campo de visão, vendo-o, me aproximaria aos poucos, afinal ele também estava a minha procura. A estratégia seria semelhante a que pensei antes, me locomovendo pelo ambiente, arranjaria um jeto de me posicionar nas costas dele. Nesse momento desabotoaria o manto revolucionário que estava vestindo, sem retirá-lo do meu corpo, colocando uma mão por debaixo dele e segurando-o por dentro, a outra mão se ocuparia de carregar a espada, que também deixaria escondida por debaixo da vestimenta, a manobra que pensava era ousada e corria um sério risco de não dar certo. “Espero que essa transformação tenha ferrado com seu cérebro também.”

Correria ferozmente em direção ao agente, quando estivesse a poucos metros de distância, encheria o ar de pulmões para uma provocação. – GOULART! –Minha frustração estava evidente no tom rouco da voz. – SE VOCÊ É TÃO FORTE, ENTÃO SEGURA ESSA! – Contava com o ego frágil do oponente para o que acontecesse em seguida fosse um sucesso. Durante minha corrida, daria um giro com meu corpo, desvencilhando o manto revolucionário de mim, com a força gerada por esse movimento, arremessaria-o na direção de seu busto, o que ele talvez não esperasse é que aquele movimento era uma finta, o meu avanço não pararia ali, dessa vez correndo em paralelo a seu corpo, empunharia a espada com firmeza e realizaria um corte diagonal descendente no tubo mais próximo ao seu ponto cego, já esperava uma reação violenta do adversário e, por conta disso, tentaria realizar o golpe sem interromper o movimento e se notasse que ele tentaria atacar, evadiria sua ofensiva me agachando e continuando a correr. Quando já estivesse longe o suficiente dele, a direção da corrida mudaria, meu foco seria voltar em direção ao caminhão, região em que a confusão começou e que me lembrava  de ter visto a equipe pela última vez. Inspiraria o máximo de ar que meus pulmões permitiam e, quando chegasse ao local, bradaria. – OS TUBOS! – Sabia que nosso inimigo poderia ouvir aquilo, porém também havia a possibilidade dos meus aliados aprenderem a fraqueza daquela criatura. – OS TUBOS VERDES SÃO A FRAQUEZA DELE! – Depois do aviso esconderia no local mais próximo que conseguisse, arrastando-me pelo chão, me afastaria com cautela de onde gritei, Goulart não teria dificuldades em descobrir aonde o aviso foi dado.


Histórico da garota Chuchu:
 

Informações:
 

Objetivos:
 

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Narração

– Fala –

"Pensamento"

Título

Ouça a voz da Elise:
 



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Última edição por King em Seg 13 Jan 2020, 14:43, editado 3 vez(es) (Razão : Arrumar erros que passaram batidos)
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