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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap 1.2 - Liberté

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 5 EmptyTer 19 Jun 2018, 17:21

Relembrando a primeira mensagem :

Cap 1.2 - Liberté

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Revolucionário Elise Von Bernstein . A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 5 EmptyDom 08 Dez 2019, 20:06

Bitter Aftermath


Saímos da cidade com a maior velocidade que nossas pernas permitiam correr, só não imaginei que encontraria algo ainda pior do lado de fora. Atravessar aquela floresta sem fim foi difícil, cansativo e, em alguns momentos, jurei que estávamos correndo em círculos. A única diferença notável eram alguns escritos estranhos que iam aumentando conforme nos afastávamos da zona urbana. “Masaki...Eu espero que você saiba aonde está nos levando.” Aquele grito feminino que ouvi na cidade ainda ecoava na minha cabeça, fazia meu coração disparar e uma vontade de olhar para trás enquanto corríamos crescesse em mim. Enfim, após um percurso cansativo, achamos a base revolucionária, alguns membros nos ajudaram a adentrá-la. “Até que ela é bem escondida.” Mesmo percorrendo todo aquele trajeto complexo, uma pequena desconfiança de que fomos seguidos permanecia nos meus pensamentos.

Será que finalmente haveria um momento de paz? Não exatamente, ainda tinha que informar meu superior do resultado da missão. “E essa é a pior parte.” Antes de fazer isso, segui o rumo da maré e deixei os revolucionários me levarem até a enfermaria, onde o tratamento das feridas começou. Não foi muito confortável quando a enfermeira pediu para me despir em sua frente, minha vontade era de sair correndo e enfiar a cabeça num buraco, como um avestruz, mas já não tinha forças para fazê-lo. Relutante, segui seus comandos, deitando-me de bruços. “Ainda bem que comprei esse sutiã antes de sair do circo.” Com certeza aquela situação poderia ter sido muito mais desconfortável, ela poderia ter pedido para me despir por completo, ou poderia não estar em posse das minhas roupas íntimas. Mesmo assim, todo aquele processo fora muito tenso, imaginar possíveis comentários que ela poderia fazer sobre minha pele exótica era muito mais doloroso do que o tratamento dos ferimentos, por mais que eu soltasse alguns gemidos com o último.

Terminado o processo, agora com uma vestimenta nova, meu típico mau-humor voltava a cena. Com fome e sono, o que mais almejava era o término a missão e um merecido descanso. “Nem que seja numa cama de pedras ferventes.” A minha sorte é que uma outra enfermeira aparecia e me ajudou a saciar parte dos meus desejos. Queria devorar tudo aquilo que me entregara com todo o ódio que havia dentro de mim, mas notei a aproximação de Masaki, então controlaria meus modos, começando por beber a água que estava próxima de mim, enquanto comeria os bolinhos, um por um. – É, eu tô. E ela? – Ser interrompida durante minha refeição azedava meu humor, evitaria olhar para Masaki, direcionando o olhar para a outra pessoa que havia se ferido comigo durante o combate com os agentes. Ver sua situação melhorando me deixava aliviada, apesar de seu pai não saber do que havia acontecido durante a missão, refletir sobre essa situação quase me fez esquecer do revolucionário ao meu lado. – A missão ainda não acabou. – Assim que os pães acabassem, tomaria a sopa. – Tenho que avisar Keiji dos nossos resultados. – Pausaria, tomando outro gole. – Nós fomos bem, fiquei impressionada. – Por mais mal-humorada que estivesse, relembrar dos três surrando o brutamontes fazia um pequeno sorriso genuíno esboçar no meu rosto, precisava sinalizar que estava tudo bem. Finalizando a refeição, me arrumaria, pegando meus pertences, incluindo a bolsa e me levantaria. – Vão descansar. Foi um dia cansativo. – Aumentaria meu tom de voz ao deixar minha mensagem, mesmo se houvessem mais pessoas na sala, acreditava que os três entenderiam meu recado.

Procuraria por Keiji nos aposentos revolucionários, se não o encontrasse, pediria informação para uma figura, de preferência conhecida. – Aannnn...Onde eu acho o Keiji? – Com as instruções necessárias, iria de encontro com o líder revolucionário. Se estivesse num ambiente privado, tocaria duas vezes, seja na porta ou na parede, avisando da minha chegada. Ao vê-lo, certamente ficaria com os nervos à flor da pele e suaria frio, mas tentaria disfarçar o nervosismo. – M-Missão cumprida senhor. – Entregaria a bolsa com os documentos. Não tive a menor curiosidade de abri-la e checar suas informações, por dois motivos: Primeiro, por uma possível reação exagerada do chefe ao descobrir que vi as informações antes dele e segundo, por aquilo já ter me dado dor de cabeça suficiente, se fosse algo alarmante, só me faria mais preocupada. “Se eu tiver coragem, pergunto isso pra ele depois.” Se ele sequer mencionasse o conteúdo dos papeis, prosseguiria. – Posso descansar agora? Não sei onde são meus aposentos, se tiver algum revolucionário que possa me ajudar, agradeço. – Meu maior medo era que perguntasse sobre a situação de sua filha, eventualmente, ele descobriria o que aconteceu. “Mas não serei eu, Elise Von Bernstein, que vou dizer isso.” Com a devida permissão dele, me retiraria, em busca do lugar indicado para descansar.

Histórico da garota Chuchu:
 

Informações:
 

Objetivos:
 


Última edição por King em Seg 09 Dez 2019, 00:48, editado 3 vez(es) (Razão : Editar objetivos/ Arrumando code)
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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 5 EmptySeg 09 Dez 2019, 20:44



Story Telling



Suspiro de alívio, finalmente um lugar seguro onde poderiam tirar suas posturas de combate e não ter medo de olhar para os lados. Era bom estar num lugar assim, deixando a guarda abaixada. A sala médica, depois de todos serem atendidos, ficaria vazia, com uma seis camas disponíveis. A conversa com Masaki, poderia interromper a refeição de Elise, mas era bom deixar as coisas mais claras, o jovem fica bastante feliz em saber que a líder estava bem e estava satisfeita com a resolução da missão, mesmo preocupados com a outra integrante ferida, Asumi.

Elise não demoraria muito ali, antes de ir entregar os documentos para Keiji, alimentada, limpa e trocada, já poderia sentir-se muito melhor, a limpeza e o tratamento dos ferimentos já aliviou bastante a dor e o incômodo, mesmo que ainda pudesse sentir um ardor. O comando dela ficaria bem claro, para que todos descansarem, eles se alocaram ali mesmo.

O local era bem aconchegante, não tinha janelas, mas possuíam um fluxo de vento estranho, como se houvessem pequenos espaços estratégicos nas paredes para que isso acontecesse e o ambiente não ficasse completamente abafado. Algumas luminárias deixavam o ambiente numa luminosidade boa, mesmo que leve, era possível ver tudo com clareza. A decoração daquela parte era bem simples, todos os móveis feitos de madeira e os colchões simples, no centro algumas mesas e cadeiras e do lado de cada cama uma mesinha de cabeceira, onde poderiam deixar suas coisas.

A jovem sai do ala médica buscando Keiji. O líder. O cara o qual teria de reportar tudo o que aconteceu na missão e entregar os itens. Por sorte quando saiu, ele estava no corredor conversando com outro revolucionário, ele olha pra ela e dispensa o outro homem. Ele a chama em direção a uma da últimas portas.

Ele era um homem consideravelmente charmoso, possuía traços chamativos e atraentes, era um belo espécime de homem. Ele era visivelmente forte, possuía um cabelo negro, igual o de sua filha, porém médio-longo, ele usava ele preso por trás de sua cabeça, deixando um aspecto mais limpo em seu rosto. E que rosto, era possível ver algumas cicatrizes, porém elas só lhe davam mais charme. Seus olhos eram escuros e pareciam conseguir ver a almas das pessoas, seu olhar era profundo e um pouco intimidador, mas ele tinha um visual de um líder, parecia inteligente e corajoso.

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O local era bem reservado e surpreendentemente grande, era uma sala bem larga, possuem várias mesas com mapas e pilhas de papéis, possuíam 5 mesas no total, sendo 4 delas menores, formando um par de cada lado, a quinta mesa era retangular estava mais na frente, dela possuíam vários livros e mais papéis, no seu centro um grande mapa da ilha. Na sala também existiam vários baús, malas e caixas, ali parecia ser de fato a parte “central” dos Revolucionários naquela ilha.

Kenji então vai até a mesa grande e espera por Elise. quando ela se aproxima ele parece meio zangado, expressão que logo se esvai. Ele é um grande líder e um pai preocupado, então eles parecia receoso e talvez, pela falta de experiência, pudesse esperar que o grupo não conseguisse grandes informações, o que contrariava tudo isso, era a bolsa cheia de documento que a jovem trazia até ele. Ela começava a falar, sobre a missão ser cumprida, o que deixa ele satisfeito no momento e recebe a bolsa com certa surpresa.

-Certo, estou realmente surpreso, não achei que conseguiram algo tão palpável assim, espero conseguirmos muitas informações úteis aqui. - Ele falava bem tranquilo, mesmo sua aparência podendo intimidar as pessoas, sua postura ali era bem calma e casual - Quanto a missão, realmente, concluíram com louvor, meus parabéns!

-Fico feliz de todos terem voltado bem.. Vivos.. Eu fiquei sabendo que Asumi se feriu, o que houve? - UM sorriso orgulhoso em seu rosto, sobre o feito do jovens na missão. Ele perguntava de forma casual, mas preocupado sem parecer bravo ou irritado - Ela é uma ótima lutadora, espero que o fato dela ter se machucado não tenha ficado em sua mente, isso acontece, estou tão preocupado com ela quanto com você! Em combate é quase impossível não se ferir, eu tenho minhas próprias marcas disso, fique orgulhosa pelo que fez! Pode ir descansar, você merece, fique na ala médica, as camas de lá são mais confortáveis! - Novamente, suas palavras poderiam preencher Elise com alegria e satisfação.

-Ah e outra coisa. Quando conseguirmos as informações, vocês serão avisados, saberão o que conseguiram!

Ela poderia se retirar e voltar para as camas, todos já estariam dormindo, na cama dela, uma travesseira e uma manta fina, para caso sentisse frio, em uma das mesas, mais alguns pãezinhos. Do lado de sua cama, um pequeno frasco e um papel.

“Beba, vai ajudá-la a dormir melhor, sem dores!”


Legendas escreveu:

Asumi Ferida
Masaki
Kyomi
Enfermeira
Keiji
Goulart

Status:
 


valeu [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] carol!


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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 5 EmptyTer 10 Dez 2019, 22:11

Sweet Dreams, Little Princess


O encontro com Keiji havia sido, no final das contas, muito melhor do que o esperado, apesar do seu olhar intimidador, esperava uma reação muito pior dele, ver que ele não estava tão obcecado com o estado da filha foi aliviador. “Talvez eu tenha criado uma imagem dele que não existe.” Não tive muito contato com o líder revolucionário e, por isso, acabei imaginando um monstro que não existia. Com meus deveres cumpridos, pedi para me retirar e voltar aos aposentos, teria que dormir na cama da ala médica, o que não era um grande problema. “Com certeza, poderia ser bem pior.” Lembrei-me da vivência no circo e das condições insalubres que fui submetida, esses pensamentos me irritavam um pouco, por isso não estenderia o raciocínio. Entraria na ala médica sorrateiramente, não sabia se os três que estavam ali já estavam dormindo ou não, logo evitaria causar muito barulho. Quando estivesse próxima da cama, leria a mensagem deixada. “Eles ainda incomodam.” Meus ferimentos continuavam doendo, não tanto como no momento em que fui golpeada, mas eram um incômodo. “Se eu tivesse atacado aquela dupla escondida, ao invés de ficar parada no beco como uma idiota, eu tenho certeza que não teria me ferido.” Beberia o conteúdo do frasco em um gole, remédios costumam ter um gosto péssimo e não queria ficar com o paladar amargo ou azedo por causa daquilo. Não me daria o trabalho de comer os pães dessa vez. “Nah, quando acordar eu como.”

Quase todas as minhas necessidades haviam sido saciadas só restava, agora, uma boa soneca. Me aconcheguei na cama, usando a manta para me cobrir e dormir de posição fetal. “Que dia.” E, é claro, no curto intervalo de tempo entre estar acordado e adormecer, minha cabeça era bombardeada de ideias. “Quem diria que aquela garota lutava com um arpão e aquela coisa esquisita que parece um arco, será que fui muito grossa com ela? Nah, ela mereceu. Agora, vou dormir. Sem mais preocupações. “ Com o ultimo raciocínio realizado, o peso das pálpebras já era forte demais para resistir, cederia a vontade do meu corpo e dormiria.




~ Sonho ~





Pisquei repetidas vezes, o brilho de toda aquela maquiagem fazia meus olhos arderem e piorava meu humor. – Tome cuidado, Teresa! – Repreendi a ação da empregada, que logo se retirava, temendo por uma reação pior vinda de mim. Olhando-me no espelho, estava absolutamente linda. “Perfeito.” O quarto em que estava era muito luxuoso, a luz reluzia de forma tão intensa naqueles móveis banhados a ouro que, por toda parte, conseguia enxergar meu reflexo. “Não vou mais precisar desse espelho, tenho que avisar a mamãe.” E falando nela, quem entrava na minha suíte? Ela também estava maravilhosa, com um vestido preto que realçava o escuro tom de seus olhos. – Elise, você já está pronta? Os convidados chegarão a qualquer instante. – Confesso que nunca me senti tão bem, mas aquilo não bastava, queria mais, queria brilhar mais que todos os convidados que me esperavam na mansão.

– Eu preciso da sua ajuda mamãe, aquela empregada incompetente saiu antes de terminar minha maquiagem!  – Demonstrei toda minha indignação, que era respondida com um sorriso.  – Hahaha, se acalme mocinha, vou terminar o serviço dela. Sendo sincera, deveria ter te maquiado desde o início, se quer algo bem feito, tem que ser feito por nós! Nobres, não esses plebeus que contratamos por pena. Não concorda, meu anjo? – Respondi de imediato. – Sim! mamãe, quero ver aquela infeliz na guilhotina, como ela ousa cometer um erro tão grave comigo? Eu sou uma Von Bernstein! Mesmo que ela fuja, será caçada por todos os mares que esse mundo possui! – Pude perceber um grande sorriso sádico surgir no rosto da minha antecessora. – Você sabe o poder que tem, Elise. – Soltei umas gargalhadas e me virei até ela, fitando seu rosto. – HAHAHAHAH, sim, mamãe. Pera aí, MÃE?! – Simplesmente não entendia nada que estava acontecendo ali, seja o ambiente, quem era a moça a minha frente? e o que eu fazia ali? – O que diabos tá acontecendo? Por que eu tô assim? – Minha visão focava nas minhas vestimentas, tão refinadas e recheadas de joias, o brilho era tão forte que incomodava minhas vistas.

- O que? Esqueceu, meu anjo? Hoje é o dia que vai conhecer seu pretendente! Você se tornará uma princesa. – As palavras, ditas de forma tão energética por aquela desconhecida, me paralisavam por completo. Não sabia o que havia acontecido até o presente momento, mas o baque que tive foi o suficiente para perceber que aquilo não podia ser real. Ela diminuía a distância entre nós, pegando gentilmente em meu queixo e passando um forte batom carmesim  nos meus lábios. – Desde quando eu concordei com isso?  – Minhas reclamações a atrapalhavam, fazendo-a apertar minhas bochechas até que meus lábios formassem um bico, impedindo que continuasse a reclamar. – Quantas vezes vou ter que dizer isso a você?! Todo esse luxo, essa vida incrível que vivemos, é resultado do sacrifício que nossa família fez no passado. – Conseguia me desvencilhar dela, sendo respondida com um tapa. – Nossos ancestrais deram o sangue para que você, Elise Von Bernstein, pudesse viver com todos os mimos possíveis, e agora é a sua vez, mocinha. – Estava assustada, com as pernas trêmulas, tentava me afastar, todavia ela acompanhava meus movimentos e diminuía a distância entre nós a cada passo. – VOCÊ SERÁ UMA PRINCESA! SABE O QUÃO INFLUENTE NOSSA DINASTIA SE TORNARÁ? ACEITE O SEU DESTINO, ELISE! – Ela me agarrava pelos ombros enquanto me chacoalhava como um brinquedo, lágrimas escorriam pela minha face. – E-Eu... – Tentava pronunciar algo, uma palavra, frase, letra, qualquer coisa, mas entre soluços, não conseguia dizer nada. Foi então que reagi, esmurrando a mulher na face e conseguindo me afastar dela. – Não vou fazer isso, de jeito nenhum. – Tratava-se de um grande engano pensar que aquelas lágrimas eram de medo ou angústia, seja quem fosse aquela mulher, ela conseguira me atormentar mais do que qualquer outra pessoa que já conheci. – QUEM DECIDE MEU FUTURO SOU EU! – A mulher chorava, assustada demais para reagir, ser golpeada pela própria filha a deixou boquiaberta. – QUE VOCÊ E ESSA FAMÍLIA VÃO PARA O INFERNO! – Vociferei, expressando todo meu descontentamento, toda minha raiva, fúria, cólera. Só de imaginar um casamento com um desconhecido, viver uma vida que não escolhi, era revoltante demais.




–  PARA O INFERNO! –




E da mesma forma repentina que aconteceu, a estranha situação acabou. Dei um pulo da cama e quase soltei um grito, mas levaria as mãos até minha boca antes disso. Tudo me indicava que o que passei era apenas um sonho. Por mais assustada que estivesse, tentaria me acalmar, inspirando e expirando o ar de forma devagar. Olharia para os lados para ver se algum dos revolucionários notou minha reação, se houvesse alguém presenciando aquela cena, ficaria bem envergonhada. De qualquer forma, seguiria em frente me levantando da cama e arrumando-a assim que estivesse de pé. “Por agora, vou me focar nos problemas reais.” Meu próximo passo seria sair daquela sala para tomar um ar. “Não acredito nesse pesadelo, se eu fosse da realeza, jamais agiria assim.” Tentava me reconfortar, abraçando-me com meus próprios braços. “Seria?” Por mais imersa que estivesse no meio revolucionário, lutando contra tudo que presenciei no meu pesadelo, essa dúvida não saía dos meus pensamentos. Começaria a andar pela base para aliviar a tensão. Na primeira pessoa que encontrasse, começaria a conversar. – H-hey! A base é bem escondida, não é?  – Tentava esconder minha tensão com uma conversa furada mesmo sabendo o quão horrível minhas habilidades sociais eram. – Preciso aprender a me esconder melhor, conhece alguém aqui bom nisso? – Mesmo tomando aquela atitude de coragem ao conversar com um desconhecido, não aguentaria permanecer naquele papo por muito tempo, e logo pediria instruções para sumir dali. – Obrigada. – Independente da resposta, me afastaria da pessoa, com o coração quase pulando pela garganta. “O que eu tive na cabeça fazendo isso? É quase tão ruim quanto o sonho! “ No caso de conseguir instruções corretas, iria até a pessoa indicada. Talvez eu daria a sorte de encontrar alguém que me ensinasse a arte da furtividade.

Histórico da garota Chuchu:
 

Informações:
 

Objetivos:
 

____________________________________________________

Narração

– Fala –

"Pensamento"

Título

Ouça a voz da Elise:
 



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Última edição por King em Ter 10 Dez 2019, 22:49, editado 2 vez(es) (Razão : Codezin bugado)
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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 5 EmptyQui 12 Dez 2019, 15:53



Story Telling



Elise realmente havia ficado surpresa com o comportamento e reações de Keiji, mas o que poderia soar estranho ele ser um ditador medonho, afinal eles lutavam por uma causa justa e TODOS ali colocavam suas vidas em risco para melhorar o mundo, por que a filha do líder seria diferente? Ela também é igual Elise, Masaki e Kyomi, alguém que tenta dar tudo o que tem para melhorar as coisas.

Sua ia a cama, poderia parecer tranquila, porém não foi. Um sonho bizarro veio e atrapalhou sua noite de sono tranquilo, Elise se tornando uma vadia rica e má, era tudo o que o mundo não precisava naquele momento. Mas por sorte, tudo foi apenas um sonho ruim. Ao acordar completamente desesperada, segura sua boca para não soltar um grito. Aquilo poderia ter sido completamente discretos, se todos os outros três integrantes não estivessem juntos numa cama ao lado, sentados ao redor de Asumi.

Todos eles olham assustados para Elise e logo em seguida começam a rir, mas não era uma risada de deboche, foi apenas uma situação engraçada que todos viram ao mesmo tempo de suas próprias otimas. Ruas risadas duravam alguns instantes, que poderiam matar Elise de tanta vergonha, afinal todos eles viram aquela cena perfeita.

-HAHAHAH.. Ai.. Ai… Minha barriga ta doendo - Masaki tentando se conter, depois de rir por 5 minutos.

-ahahahahahahaha… Eu disse que era bom acordar cedo! - Kyomi sempre mais contida, não demonstrando tanto, mas riu bastante também.

-Hehehehe.. Parem gente, ela pode ficar magoada! hehehe...-  Asumi, estava sentada na cama, rindo, porém achando errado, mas rindo, porém não queria. Ela no final das contas se preocupava com Elise, afinal elas conversaram bastante dentro da cidade, o que poderia ter aproximado bastante as duas.

-Tudo bem, já chega ai ai.. O que foi isso Elise? Que sonho foi esse que te fez acordar assim? - Masaki falava de forma cômica, ainda rindo um pouco, mas  já consciente.

-Ai não se preocupem, foi só um sonho ruim, todo mundo já teve um desses.. Nossa, como vocês são sensíveis! - Kyomi já voltava a parecer ela mesma.

Nesse momento Asumi ficava em silêncio olhando para Elise, ver se ela havia se sentido muito desconfortável. Depois a jovem líder, colocaria um assunto de forma completamente “guenza”, sobre a forma que a estrutura era escondida e se alguém pudesse ajudar ela nesse quesito, aprender a se camuflar era uma ótima estratégia para combate e para fugir de situações problemáticas. E por mais indesejável que aquilo poderia soar. Uma mão se levanta. Kyomi.

-Hum.. Pelo visto você quer aprender a ser invisível, não é? - Parecia meio sarcástica, mas aquilo poderia ser seu tom padrão - Eu sou uma ótima ladra, consigo roubar qualquer coisa sem que ninguém veja, muito menos ouça! É um dom, não sei se alguém desajeitado como você seria capaz…- Essa última parte ela falava baixo, mesmo que todos os três fossem capazes de ouvir, meio envergonhada - Como fomos muito bem e teremos de esperar Asumi se recuperar. acho que posso te ajudar.. Se quiser..

Se Elise aceitasse, Kyomi a guiaria até a primeira sala a esquerda, onde era uma biblioteca velha, alguns instantes e uma mesa com cadeiras, tudo parecia um pouco empoeirado, mas o local não proporcionar algo melhor.

-Não pense que vou pegar leve com você! - Dizia a jovem de forma forte e decidida - Existem alguns livros que podem te ajudar a entender melhor como ser furtiva.. Procure por eles e leia, depois fale comigo, pra eu ver se você entendeu alguma coisa…

Legendas escreveu:

Asumi Ferida
Masaki
Kyomi
Enfermeira
Keiji
Goulart

Status:
 


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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 5 EmptySex 13 Dez 2019, 01:45

The Art Of Intrigue


O meu desconforto durante toda aquela cena era nítido, enquanto para os três que me assistiram acordar espantada, aquilo era um espetáculo. “Meu deus, tudo que eu queria era um quarto só para mim.”  Todas aquelas risadas, por mais inocentes que fossem, só aumentavam a ranzinza por dentro de mim. – Não é da sua conta, idiota. – Respondi o comentário de Masaki, abraçando meus joelhos e cabisbaixa. Responderia o garoto com o tom tão baixo que nenhum deles conseguisse ouvir. “Vou sair daqui de uma vez antes que acabe falando algo que me arrependa.” E assim fiz, dei a minha desculpa esfarrapada e, no final das contas, realmente consegui alguém para me ensinar mais sobre furtividade. “De todas as pessoas, logo ela?” O que não esperava era que minha professora seria Kyomi, demorei alguns segundos para digerir aquela informação. Jamais esperava que ela soubesse alguma coisa sobre se esconder. “Se bem que ela escondeu muito bem aquele arpão, durante toda a missão, só consegui vê-lo durante o combate.” Torcia para que a garota não retrucasse as provocações que fiz quando a comandei.

Mas as minhas preces não foram atendidas. Mal começamos a conversar e suas palavras me ofendiam, azedando ainda mais meu astral. “Se já não bastasse a reação que tive ao acordar.” Enfim, assentiria com a cabeça quando ela perguntou se aceitaria sua ajuda ou não. Estava sem paciência para procurar outros instrutores na base e seus conselhos seriam melhores do que nada. Saímos do cômodo e entramos numa biblioteca, não era um local muito elegante, ainda que combinasse com as instalações revolucionárias. Kyomi começou a me dar instruções sobre o que fazer: procurar alguns livros sobre o assunto e depois retornar para mais comandos. Antes de começar minhas buscas, me aproximaria de Kyomi com o semblante sério. – Não venha com gracinhas pra cima de mim. – Deixaria claro que não aceitaria mais provocações vindas dela ou alguma pegadinha no meio da aprendizagem.


~ Início da aprendizagem da perícia furtividade ~


Dito isso, acataria as ordens da loira e procuraria os livros pela biblioteca. Achando-os, me sentaria em algum lugar confortável enquanto lia seu conteúdo sem pressa alguma e atentando-me aos seus detalhes, terminada a leitura, voltaria minha atenção a professora. – Não acho que vou aprender muito sobre furtividade apenas lendo. Agora é a hora da prática? – Após indagar minhas dúvidas para ela, esperaria sua resposta. Com a possível continuidade do treino, seguiria Kyomi aonde quer que ela fosse, assim como obedeceria a seus comandos até que o aprendizado sobre furtividade acabasse.


~ Fim do Aprendizado ~


Após passar o tempo que fosse necessário para aprender a arte de se esconder, chamaria a atenção de Kyomi novamente. – Vamos falar com Keiji, ele já deve ter resultados da missão. – Embora o líder revolucionário tenha dito que nos procuraria para dar os resultados, acreditava firmemente que eles já estariam prontos por agora. – Pode chamar os outros, se quiser. Eu vou indo. – Não perderia tempo e me encaminharia novamente ao escritório do pai de Asami. Bateria educadamente na porta, entrando também de forma zelosa e sem toda a ansiedade de antes. “Se essas informações que consegui são tão valiosas quanto os agentes falavam, não preciso temer nenhuma represália.” Com um pequenino sorriso no rosto, perguntaria. – Olá, o que conseguiu descobrir? – É claro que junto ao resultado da missão, esperava também a minha recompensa monetária. “Se não me engano, a partir da patente de Cabo eu começo a ser paga pelas missões, foi o que disseram em Centaurea.” Não tinha coragem para pergunta-lo sobre o, preferi esperar que ele tocasse no assunto. Mesmo assim, pensar sobre dinheiro depois daquele sonho não era uma experiência confortável. “Não, você só quer o que é seu por direito Elise, você não seria aquela jovem mesquinha, mesmo se fosse criada pelos Von Bernstein.” Expirava o ar pelos lábios, tentando aliviar a tensão que mais uma vez aparecia.

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Última edição por King em Sex 13 Dez 2019, 09:58, editado 2 vez(es) (Razão : tirar o quote HUEHEUAHUEA)
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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 5 EmptySab 14 Dez 2019, 18:11



Story Telling



Elise completamente atordoada com sua nova tutora, ela iria passar bons ensinamentos, afinal possuía essa habilidade nata, vindo de sua origem era necessário. Após a leitura dos livros que Kyomi havia instruído, ela se voltaria para a aprendiz.

-Os livros são só para a base, você não está em uma situação real de perigo, então não têm do que se esconder, então terei de criar essa situação pra você se quiser praticar depois… Eu e meu arpão! - Dá uma leve risada sarcástica - Mas pode ficar tranquila, não vou te machucar, não muito!

-Então, furtividade possui vários pontos centrais. Você pode ser furtivo ao atacar, esconder, defender ou até mesmo fugir. Podendo ou não ser usado em combate. Então cabe a você se adaptar as formas e os momentos de usar esses ensinamentos, para conseguir se adequar melhor a situação e não se pega.. Porque isso pode ser um problema.

Kyomi consegue mesclar provocações “discretas” e ensinamentos muito bem, ela parecia de fato ter esse conhecimento de forma bem estruturada e não só da boca pra fora. As informações dos livros seriam o suficiente para a jovem entender o que fazer e como fazer, as instruçõe de Kyomi serviriam para aplicar e esclarecer essas informações. Dando assim uma volta completa por essa perícia e seus façanhas.

Depois de concluírem esse momento de aprendizado, Elise tentaria usar de outra técnica chula para se afastar de Kyomi, afinal ambas pareciam não se entender muito, coisa que poderia prejudicar missões no futuro. Kyomi iria atrás dos outros, enquanto a líder iria direto para a sala do chefe.

Ela não só buscava as informações, mas também sua recompensa, o que era muito sadio de sua parte, afinal fez ser trabalho da melhor forma possível. Ela viria a porta semi aberta e sua leve batida seria o suficiente para abrir ela um pouco mais. Poderia ver Keiji e mais dois membros com ele na mesa, vendo os papéis.

O homem após ver ela iria se aproximar da porta, abrindo ela completamente. A jovem parecia bem curiosa sobre o que havia conseguido, a feição do homem parecia bem satisfeita e um pouco perplexo.

-Isso foi muito mais do que imaginamos… Não só contêm informações úteis sobre algumas ações importantes, como bases secretas deles, armazém de suprimentos e armas, alguns documentos sobre os planos de investimento da cidade, mas o mais chocante  foram sobre coisas ilegais, aparentemente possui alguns agentes do governo e alguns nobres  enriquecendo com o dinheiro que era para a infraestrutura da cidade. Algo que você pode ver bem estando lá, eu creio. Então agora temos alguns nomes e quando vocês estiverem 100%, talvez até tenhamos uma outra missão para seu grupo! - Ele dá uma leve pausa e olha para o lado, parecia pensativo - Ah e quase me esqueci, o pagamento do time, então a princípio o valor seria bem pequeno, porque não era algo tão importante, mas agora, depois desses descobertas, creio que terá um valor bem satisfatório.

Ele falava claramente orgulhoso e satisfeito, afinal aquelas informações poderiam lhe resultar meses de adianto quanto os agentes.

-Mas agora estamos terminando de chegar todos os dados, então terei de lhe pagar depois.. Conte aos outros o que eu te falei e preciso voltar para lá, têm muita coisa para ser lida ainda!  - Ele se despedia e fechava a porta.

Caso Elise voltasse para a ala médica, Kyomi estaria na porta esperando por ela e quando a visse entraria automaticamente. Lá Asumi ainda deitada, porém parecia um pouco melhor, Masaki como sempre sem fazer nada sentado na cama ao lado e Kyomi em pé ao lado da cama de Asumi.

-Como foi o aprendizado? Kyomi valeu alguma coisa? HAHA - Dizia Asume curiosa.

-Não importa agora, veremos isso em combate...Mas então… O que ele falou? - Kyomi também curiosa.

-Ahh Elise foi falar com Keiji? O que ele disse? - Todos pareciam bem curiosos sobre as informações que haviam conseguido.


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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 5 EmptyTer 17 Dez 2019, 16:29

It Ain't Much, But It's Honest Work


Fiquei satisfeita com os resultados que Keiji entregava, a missão havia sido, de fato, um sucesso. Saí de sua sala com um semblante mais leve do que entrei, o único infortúnio foi não receber meu salário no momento em que esperava. “Tudo bem, posso verificar isso depois. Até porque eu tenho tudo que preciso no exército revolucionário, não? “ Com minhas dúvidas sanadas, iria até a ala hospitalar para avisar o restante do grupo sobre nosso resultado. “Pensei que ela chamaria o restante para me acompanhar. Decepcionante.” Se Kyomi tivesse seguido meus comandos todos já estariam cientes do quão bom nosso desempenho foi. Enfim, me restava fazer o que a furtiva revolucionária não fez. “Se quer algo bem feito, faça você mesma.”

Entraria lá com todos me indagando sobre o que acontecera nesse meio tempo, seus olhares deixando-me um pouco envergonhada. – Sim, estou satisfeita com os ensinamentos dela. – A primeira que responderia seria Asami. – Como você está se sentindo? – Talvez o tempo que estive fora foi o suficiente para a pequenina se recuperar dos ferimentos. – Isso é ótimo. – Reagiria positivamente caso tivesse melhorado. Restava-me agora atualizá-los das informações que consegui com nosso chefe. Me acomodaria na cama em que dormi, procurando pelos pãezinhos que guardei na noite passada. Cuidadosamente manusearia os alimentos na minha mão, enquanto pensava sobre o que dizer. – Nossa missão foi um sucesso. – Começaria a me alimenta conforme fosse falando. – Aquela bolsa tinha informações muito mais importantes do que o Keiji imaginava, ele ficou muito feliz com nosso resultado. É isso. – Decidi ir direto ao ponto com eles já que não tinha paciência para explicar detalhe por detalhe. Ansiava pela próxima missão e uma chance de lutar novamente com o governo assim como com um certo inimigo. “Vou achar aquele bêbado desgraçado e vou acabar com ele. Se eu puder interrogar um dos capangas dele, consigo descobrir seu paradeiro.”

Antes disso, precisava que a equipe estivesse pronta. – Ele também disse que assim que estivermos recuperados teremos uma nova missão. – Pausaria o lanche brevemente para dar o aviso. Quando terminasse, levantaria e esperaria do lado de fora. – Me avisem assim que estiverem prontos. – Mais uma vez meu tom seria objetivo, agindo como uma líder mais severa, imaginava que eles me respeitariam mais. “Não terão outra chance de rir de mim.” Por mais leve fosse aquela brincadeira, aquilo me tirava do sério. Assim que eles estivessem prontos andaria até a sala de Keiji, tocando duas vezes na porta, como usual. – Estamos prontos. – Terminava com um sorriso de canto, esperando as instruções do líder revolucionário.


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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 5 EmptyQui 19 Dez 2019, 20:35



Story Telling



Mesmo que Elise estivesse numa posição de liderança, ela não era alguém “qualificada”, ela era assim como os outros três uma iniciante. Kyomi deixava muito claro como via ela, como alguém do mesmo grupo, uma colega, sabia que os pesos das decisões deveriam ser tomados por ela, mas não iria facilitar seu caminho, até ver se ela seria boa o suficiente para a liderar. Após Elise pedir para ela chamar os outros ela foi até a porta e esperou, ela rebelde e desobediente, com ela, afina ainda não a via como uma líder a se seguir inquestionavelmente, o que poderia dificultar um pouco a relação das duas.

Todos ficam muito felizes com a realização da missão, Asumi ainda estava bem machucada, era possível ver vários hematomas espalhados por seu corpo resultado de ser jogada daquela altura, porém por sorte nenhum osso quebrado, o que significava que não iria demorar tanto tempo mais.

-Eu ainda sinto muito dor e não consigo me locomover sozinha, eu entenderia se você fosse nessa próxima missão sem mim, ainda estou me recuperando… - Dizia Asumi de forma cabisbaixa, parecia meio pra baixo.

-Não vou deixar você aqui sozinha, isso você pode ter certeza! - Diria Kyomi da forma mais descarada possível, parecia deixar claro que  mesmo se Elise falasse que iriam ir sem Asumi, ela iria se recusar a ir.

-Eu acho que devemos esperar você melhorar, afinal somos um grupo, não? - Masaki complementava de forma mais sensata e tranquila, porém não parecia se opor se fossem sem Asumi.

Esperariam a reação de Elise, afinal a forma como Kyomi ágil poderia ser problemática. Mas Asumi reage rápido antes que algo pudesse acontecer.

-Não se preocupe gente, só preciso de mais um dia de descanso, a enfermeira disse que mais algumas horas já estarei melhor! Fiquem calmos! - Ela tentaria se expressar da melhor forma possível, afinal não queria uma briga por sua causa.

Alguns instantes depois Keiji entra na sala. Ele entrega para cara um saco de dinheiro, como recompensa de missão. Ela parecia bem satisfeito. Após entregar o dinheiro ele se posiciona no centro de todos, para que eles pudessem vê-lo bem.

-Bom, acho que Elise já deve ter informado sobre uma próxima missão. Eu pensei bastante e vou informá-los logo sobre o que é que será feito, para já deixar suas cabeças preparadas para o que está por vir!- Ele parecia um pouco mais sério agora, entrando num assunto mais profissional.

-A primeira missão foi de reconhecimento, busca de informações. A segunda vai ser de ação. Vocês e outros grupos de revolucionários simultaneamente irão invadir locais específicos da cidade. Vamos acumular provas dos atos corruptos de diversos agentes e governantes de Briss Kingdom! Essa missão é bem mais perigosa que a primeira, irão invadir locais marcados e buscaram por objetivos específicos. É provável combate, vamos torcer para não existir perdas, a missão irá acontecer em dois momentos, hoje e amanhã, sendo que vocês quatro só irão agir amanhã! Que será quando irei dar mais informações para vocês, porém preciso de todos descansados e focados! Por enquanto é isso! Até mais...

Ele falava séria e se despedia, saia pela porta e iria até a sala a qual estava antes, todos pareciam interessantes, animados e preocupados com essa missão, ela poderia ser mais intensa que a primeira que resultou nos ferimentos de Asumi.

-Asumi precisa descansar bastante, amanhã você precisa estar perfeita…- Diria Kyomi preocupada com a amiga.

-Pensei numa coisa gente.. Espero que não se ofenda Asumi.. O que acha de nós três irmos pedir para o Keiji participar das duas… De hoje e de amanhã? Eu estou bem animado com essa invasão… - Masaki falaria muito excitado, daria para ver isso em sua expressão.

-De maneira nenhuma, não podemos deixar Asumi para trás! Ela é nossa companheira! - Kyomi levemente incomodada com essa possibilidade.

-Gente, eu não me incomodo, vocês é que sabem, só tomem cuidado! - Asumi falava de forma tranquila, não havia ficado chateada por essa hipótese.

-Pensem bem, isso seria mais experiência de campo e uma ótima oportunidade de fazermos mais pelos revolucionários! - Masaki continuaria a tentar forçar aquela ideia.

-O que acha Elise? - Diria Asumi, assim todos olharam para ela.

Outra daquelas situações em que a decisão que iria alavancar tudo viria da jovem lider. Ela teria de decidir se fariam uma missão, no caso parte dela, sem um integrante do grupo. Como de constume todos eles pareciam ter um pensamento sobre o que deveria ser feito. Uma decisão tomada poderia mudar as pespectivas individuais de cada um sobre Elise, de forma positiva ou negativa de acordo com o que ela decidisse fazer.

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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 5 EmptyDom 22 Dez 2019, 14:08

Headache


Fiquei tão satisfeita quando o líder revolucionário apareceu com nossas recompensas, aquilo representava todo o esforço que tivemos para cumprir com nossas ordens e, a melhor parte, conseguir saciar tanto os desejos revolucionários quanto os meus individuais. E como esperava, Keiji dava mais detalhes sobre nossos próximos deveres, cada um de nós reagia diferente as novas ordens, mas uma emoção era semelhante: A euforia de combater os agentes novamente. “Isso é excelente.” Não tinha muito rancor contra o governo mundial, mas um ódio contra os nobres vem crescendo aos poucos no meu coração.

A autoridade revolucionária não perdia muito tempo ali. Assim que acabara de se pronunciar saía da sala, e nossos ânimos aumentavam mais uma vez, contive qualquer manifestação da minha excitação na minha linguagem corporal, diferente do trio que me acompanhava, eles se articularam de forma rápida e começaram a especular sobre o que fazer na missão. Optei por não me envolver na discussão, como sempre, cada um deles divergia sobre como agir, só que haviam maiores preocupações. “Então será uma missão mais arriscada...Será dividida em duas etapas. Não sei como será a primeira parte e isso também não me interessa, tenho de ficar atenta com a equipe.” Olhei brevemente para cada um dos companheiros. “Eles não são fracos, mas se emocionam fácil demais. E os agentes vão fazer de tudo pra acabar com a gente.” Levei a mão para minhas costas por impulso, me lembrando do ataque suicida que sofri. “Espero que eles não saibam que Asami é filha do nosso líder, isso seria uma bela vantagem. Bom, até a luta que tivemos ontem, eles não sabiam, não preciso ficar remoendo isso.” Contemplar minha visão sobre o que acontecia sempre fora o maior desafio.

Não demorava até que me tornasse o centro da conversa. Apesar de estar absenta nos meus pensamentos, conseguia ouvir o que eles falavam, pelo menos o que importava. Como é irritante ser o centro das atenções, a pior parte é que eles sempre recorriam a mim, mesmo estando fora da missão. “Isso é importante Elise, você precisa dizer algo.” Talvez dizer algum discursinho motivacional seria o certo, mas me recusava a fazê-lo, algumas ideias levantadas por eles eram tão estúpidas que não podiam ficar sem resposta. –  Tá ficando doido Masaki? – Não sabia o que mais poderia ser dito naquela situação. Ele era um membro valioso, era bom no combate e conhecia bastante sobre a ilha, seu problema é ser ingênuo demais. O que me frustrava ainda mais é que ele me fazia concordar com Kyomi. – Essa missão é arriscada com todos nós envolvidos. Se formos apenas nos três, o risco aumenta ainda mais. – Pausava, diminuindo meu ritmo. – Além disso, você quer participar das duas missões? Nossa presença na missão de amanhã é essencial. Se alguém se machucar hoje, estamos arriscando nosso desempenho amanhã, o que faz toda a operação falhar. – Dito isso, me retiraria da ala hospitalar, quando estivesse no limite dela e do corredor, fitaria o grupo, deixando meu último aviso. – Nós vamos agir amanhã, descansem. – Se algum deles perguntasse sobre aonde estava indo, responderia – Não se preocupe. – E terminaria de sair dali.

“Será que ele prestou atenção no que estava acontecendo? Mesmo se fôssemos hoje, Kyomi e Asami ficariam, seria ainda mais arriscado...Apenas nós dois.” Sem pressa alguma, exploraria a base revolucionária, andando por onde não estive ainda. “Se tivesse continuado naquela sala, teria explodido de vergonha...” Não me arrependeria do que disse para Masaki, o que me deixaria ressentida seria uma possível troca de olhares com a loira. Ela estaria, sem dúvidas, feliz de me ver concordando com ela. Também não sentia confortável o suficiente para passar o dia ali. “Mais cedo ou mais tarde ficaria aquele silêncio constrangedor, eu não saberia o que dizer, é melhor ficar rondando isso tudo aqui mesmo.” E pior ainda era me imaginar dormindo lá, não queria passar por outro pesadelo e correr o risco de acordar apavorada de novo. E assim passaria o dia, explorando a base, dando pequenas pausas para descansar e viraria a noite acordada. “Uma só não vai me fazer mal.” Dado tempo suficiente, voltaria para a ala hospitalar a procura dos outros.

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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 5 EmptySeg 23 Dez 2019, 21:47



Story Telling



Varias ideias eram jogadas nas costas da lider, novamente. Algo que ela particularmente não gostava, atenção demais, porém aquele momento foi um ótimo momento. Afinal ela não só havia falado com o grupo de forma “liderancional”, mas também tinha mostrado o quanto o grupo é importante, aquele mini discurso foi muito relevante para aquela situação.

Kyomi, a observava de forma diferente naquele instante, a forma como ela falava, séria e imponente, sabia. Era estranho, mas muito efetivo, naquele mesmo momento Masaki coça a cabeça e olha para o chão meio de lado, parecia constrangido.

-É.. Realmente, eu não tinha pensado desse jeito, têm razão! - Ele falava meio envergonhado, porém sem recenseamento, estava calmo - E desculpa Asumi, espero que não tinha ficado chateada pelo o que eu falei, é que eu estou bem animado.. Então.. Penso em coisas meio impulsivas!

Ele de fato parecia alguém carismático e legal, alguém que tinha suas próprias aspirações e medos, algo que deixava ele mais real. Asumi sorri para o rapaz.

-Não se preocupe com isso! Amanhã iremos fazer o nosso melhor! - Ela falava animada e contente por estar ali com seus novos companheiros.

Kyomi já deixava um pouco aquela expressão de lado e voltava a ser rabugenta.

-Eu falei. Viu, até Elise concorda, que ideia hein.. Eu quero o dia de folga, amanhã vai ser duro! - Ela mesmo que brava, parecia mais animada do que de costume, notava se alguém diferença após Elise concordar com ela.

A líder então sai da ala médica, após atravessar a porta, uma forte luz invade os corredores e em seguida um estrondo extremamente alto. Aquilo deixava a jovem desestabilizada, um momento de pânico completamente incalculado. Sua visão estava completamente comprometida e sua audição falhava, não conseguia ver nem ouvir nada durante alguns segundos, uma sensação de enjoo e tontura poderiam acontecer.

Sua audição voltava aos poucos, sua visão demoraria alguns instantes a mais para se estabilizar novamente, porém mesmo com tudo embaçado era possivel ter certeza de uma coisa: Não estava mais em ruinar numa floresta.

Estava numa estrutura, o piso era de paralelepipedos de pedra, que estavam bem descagastadas, as paredes eram de tijolos e possuem já um aspecto de envelhecido, mesmo que pintada de marrom tudo possuía um leve tom de verde, devido a poluição e sujeira, o céu estava cinzento, era possível ver pela porta a esquerda, os três que estavam dentro do quarto, foram rapidamente ajudar Elise, que se apoiava na porta sem muito equilíbrio.

-Elise.. Elise.. O que foi? Está tudo bem? - Masaki vinha tentando segura-la para a mesma não cair no chão;

-O que foi isso.. Completamente do nada.. Ela está bem? - Kyomi questionava.

-Ajuda ela logo! Elise o que está sentindo? - Asumi se aproximava vendo como a jovem estava.

Conforme sua visão voltava era possível ver melhor seu redor. Estava em um tipo de estrutura, um prédio, as partes internas eram bem feitas, porém velhas, portas de madeira, o resto era aparentemente de concreto. A entrada do prédio era no “subsolo” como se fosse uma escadaria para baixo, mesmo que existisse um prédio por cima, para entrar naquele local precisaria descer as escadas.

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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 5 EmptyTer 24 Dez 2019, 17:26

Feeling Despair Upon Despair



Mais uma vez conseguia colocar uns panos quentes nos problemas da equipe. Talvez quem visse esse tipo de situação imaginaria que sou algum tipo de líder extraordinária, carismática, essas características que tanto ouvimos nas histórias que nos contam quando crianças. A verdade é que, assim como cada vez que tomava as rédeas do grupo, me sentia desconfortável, o jeito em que eles acatavam minhas ordens com tanta...facilidade era perturbador. “O que será que os três pensam de mim? Não sou melhor que nenhum deles, mais cedo ou mais tarde, eles vão descobrir isso.” Pensei, futilmente, que minha aflição não poderia piorar, foi então que uma bizarra cena aconteceu.

Tudo clareou, não conseguia ver, muito menos ouvir nada além de um zumbido infernal que vibrava nos meus ouvidos. – MERDA! – Reagi como podia naquele momento, me apoiei no primeiro suporte que encontrei enquanto minha outra mão, como se possuísse vida própria, interceptaria o clarão de atingir meu rosto, levei um susto enorme e, depois de proteger minha visão, levaria minha mão a bainha da minha arma, uma singela possibilidade, aterrorizante, martelava minha mente. “Não é possível...Eles acharam a base e estão atacando no meio de uma missão nossa? Eu preciso proteger a equipe, merda! Sabia que alguém estava nos seguindo.” O rancor que sentia era indescritível, apertava a bainha da arma com força, a única válvula de escape que poderia contar naquela situação bizarra. Como desejava recobrir meus sentidos, o primeiro inimigo que achasse seria trucidado. “Desgraçados.”

Lentamente meu estado físico melhorava, não podia dizer o mesmo da minha mente, que desabava. Quando vi o que estava minha frente, a única resposta que tive fora de cair de joelhos. “Isso...Não é apropriado para uma líder.” Fiquei completamente desesperada, desejava muito que ninguém me visse num estado tão fraco. Os lábios trêmulos só conseguiam emitir poucas palavras. – O-o que tá acontecendo? – Não conseguia formular nenhuma resposta lógica, de alguma forma, todo o cenário mudara, a floresta não existia mais, estava num ambiente tão insalubre que me lembrei do circo em que fui escravizada. O nojo que senti veio junto a um forte puxão no estômago, fiz o possível para conter o asco, fitei o chão e torci para que meu jantar não voltasse ao mundo. Entretanto o solo não era exceção, também havia mudado e acompanhava o horizonte repugnante a minha frente. “N-não consigo....Entender.” Cerrei os punhos, fechei os olhos com força, me recusava a acreditar no que estava vendo. Foi então que o resto da equipe chegou, antes que pudesse opinar, Masaki me ajudava a levantar. Me sentia humilhada. “Quando descobrir quem causou isso, seja quem for...vai pagar.” Não conseguiria sequer erguer meu queixo e, durante toda a interação, permaneceria cabisbaixa. – Estou bem. – Por mais que a voz estivesse fraca eles precisavam acreditar que eu estava bem, apesar de não entender bulhufas do que estava acontecendo. Nada era confiável naquele momento, me sentia arrependia de ter permanecido na base, talvez, se estivesse do lado de fora quando isso aconteceu, haveria alguma explicação.

Me desvencilharia do revolucionário, melhorando minha postura. Sacaria a arma com rapidez e começaria a andar rumo a saída. – Não sei o que aconteceu, mas não podemos ficar parados aqui. Vamos vasculhar os arredores da base. – Apesar do choque que sofri, meu tom continuaria ríspido. “Não consigo nem dizer o que é real ou imaginário.” Me mantinha cética ao estranho acontecimento, e precisava de respostas. “Preciso saber se estamos seguros, pelo menos isso.” Enfim, ao sair das instalações revolucionárias, meu olhar estaria atento aos arredores, seria muito mais zelosa do que havia sido até aquele momento, colocando os ensinamentos de Kyomi em prática, me esgueiraria pelos suportes que encontrasse, dando passos mais delicados possíveis. Talvez os revolucionários que me seguiam perguntassem o porquê de tanta cautela, mas estava preocupada demais para responde-los. Preciso descobrir se estamos sendo atacados ou não.

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