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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap 1.2 - Liberté

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 4 EmptyTer 19 Jun 2018, 17:21

Relembrando a primeira mensagem :

Cap 1.2 - Liberté

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Revolucionário Elise Von Bernstein . A qual não possui narrador definido.


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King
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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 4 EmptySex 29 Nov 2019, 23:11

Hard Choices, Strong Wills


E o que acontecia na minha frente parecia ser o pior cenário possível. “Tenho que admitir, nem minha cabeça conseguiria elaborar algo tão assustador.” Até aquele momento, liderar não tinha sido muito difícil. Todos pareciam simpáticos a missão mas, agora, eu tinha que tomar uma decisão na qual cada um da equipe tinha sua própria opinião sobre o que fazer, incluindo a mim. Já sentia um nó na garganta, conforme suas expectativas se formavam.  “Eu não posso voltar para a base revolucionária sem nada, essa missão é de suma importância pro exército, caso contrário, a pequena base de Briss Kingdom pode simplesmente deixar de existir... Se nossas forças se concentrarem somente em Centaurea, que foi abalada pelo último ataque, todas as forças revolucionárias do South Blue podem estar ameaçadas.” Engoli seco, com os olhos arregalados ao imaginar essa possibilidade acontecendo. De forma alguma eu seguiria a sugestão de Kyomi.

Por outro lado, eu temia pela segurança de Asami. Não por ser muito próxima dela, mas sim pelo seu status como filha do meu chefe. “Não vou mentir, ela é fofa e legal, mas ao ficarmos juntas, eu só tive preocupações. Se Kyomi estiver certa e nos depararmos com oponentes muito mais fortes do que nós, eu conseguiria proteger a equipe? Talvez eu devesse confiar mais neles, porém, não quero problemas com Keiji...” Cerrei as sobrancelhas e fitei o chão, não estava nem um pouco contente com a escolha que faria. – Não vamos voltar de mãos vazias. – Tentaria manter contato visual com o grupo. – Masaki, a sua sugestão me parece a melhor. – Não mentiria com aquela frase, apesar de não concordar totalmente com ele, creio que seria a melhor ideia, com algumas modificações. – Porém, eu preciso relembrá-los de algumas informações. Nosso objetivo não é abater os agentes do governo mundial, vamos apenas descobrir seus objetivos na ilha. Sim, esses homens bem vestidos são nossos principais suspeitos, já viu algum agente antes? – Fitaria a loira, a última frase poderia soar provocativa, contudo, não me preocuparia com sua reação, a sugestão de recuar havia sido frustrante. – Vou dizer novamente que nosso objetivo não é lutar, entenderam? Agiremos com o máximo de cautela. – Pausaria. – Vamos seguir esses homens suspeitos e ver até onde eles nos levam e o que conseguimos aprender com isso. Só vamos lutar se for necessário, certo? – Eu me sentia envergonhada com a última declaração, Asami tinha me visto agindo de forma oposta do que eu estava defendendo. “Eu sinto que aqueles bêbados tem alguma relação com a busca desses homens, talvez não, todavia, até agora, é a única suspeita que eu tenho. Talvez bater neles não foi tão prejudicial assim." Um pequeno sorriso no meu rosto denunciava minha satisfação.

- Bora – Pegaria o mapa, procurando pelas instruções dadas por Masaki. – Vou um pouco na frente de vocês, por questão de segurança. Estejam sempre preparados para o pior. – Seguiria até o local planejado, enquanto meus pensamentos não paravam de me sabotar. “Puta que pariu, esse é o melhor discurso motivacional que você consegue dar, Elise? Você é uma ótima lider.” Me arrependia por um breve momento, eles pareciam tão tensos com a situação quanto eu. Talvez acalmar seus corações teria sido uma ótima ideia. “Agora é tarde demais.” Ainda que eu não tivesse ânimo para fazer isso.

Ao chegar ao local, gesticularia para que o restante do grupo parasse, assim como eu também faria. Vasculharia bem o local com meu olhar, sempre atenta a possíveis suspeitos. “Por que diabos eles usam ternos?” Se não encontrássemos muitas dificuldades durante o percurso, voltaria até meus companheiros, com um pouco de alívio no semblante. – É, parece que é isso, vamos voltar. – Tentaria esconder que, por dentro, eu não estava satisfeita por não ter encontrado nada relevante. Porém, na hipótese de acharmos esses homens, diminuiria o passo e falaria com o grupo. -  São eles, tomem cuidado. – Não possuía muita experiência em me esconder, mas tentaria me aproximar dos homens, o suficiente para ouvi-los sem chamar muita atenção. Caso encontrasse empecilhos que me ajudassem a não ser vista, como becos, muros, qualquer objeto que não deixasse nítido que eu estava por perto os utilizaria, como também estaria atenta as ações deles. “Eles podem estar me procurando, se estiverem falando com alguém que testemunhou aqueles bêbados apanhando de mim, isso é ruim. Eles se diziam nobres, mas eu deveria confiar na palavra um bando de alcoólatras?” Se a qualquer momento eles me descobrissem, não hesitaria em sair correndo pelas saídas disponíveis, depois de despistá-los, tentaria me guiar pelas ruelas de Briss Kingdom para reencontrar os revolucionários. Na hipótese de o grupo ser descoberto, sendo esse meu maior receio, não hesitaria em agir. Correria o mais rápido possível até os agressores, sacando minha espada e desferiria um golpe horizontal na barriga do primeiro agente que visse. – Sou eu quem vocês procuram. – Falaria, visivelmente raivosa com os inimigos. Olharia para o restante do grupo. – Corram! A gente se vê mais tarde. – Não poderia deixar, de forma alguma, que aqueles jovens fossem capturados e, se alguém lutaria, essa seria eu.

A possibilidade que mais me agradava era que nenhum de nós fosse pego pelos possíveis agentes. Caso isso ocorresse, continuaria a segui-los, até que não fosse mais possível fazê-lo, ou seja, quando entrassem em algum local inacessível para nós.  Assim feito, me reuniria com a equipe. Se minhas suspeitas se confirmassem, esboçaria um pequeno sorriso. – Eles parecem ser quem procuramos, não acham? – Por um pequeno momento, meu mau humor desvaneceria, com minhas bochechas corando. – Temos que pensar no que fazer agora. -

Histórico da garota Chuchu:
 

Informações:
 

Objetivos:
 


Última edição por King em Qua 04 Dez 2019, 18:57, editado 1 vez(es) (Razão : histórico)
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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 4 EmptySab 30 Nov 2019, 20:40



Story Telling



Elise tomou uma decisão, uma decisão que poderia colocar todos em perigo ou poderiam de fato conseguir informações úteis para Keiji e os revolucionários. A jovem líder iria seguir o plano de Masaki, o que deixava Kyomi claramente insatisfeita, por ser a opção com maiores riscos, Asumi já era mais passiva, concordava de forma insegura, mesmo desaprovando um pouco. Depois disso ainda solta um pequeno comentário malicioso par Kyomi, que já irritada cruza os braços e olha para o lado.

A jovem líder deixa claro que o intuito não é entrar em combate por motivos desnecessários, o que deixava Masaki meio apreensivo, afinal ele era um dos que mais queria lutar contra aqueles porcos sujos. Kyomi já deixa claro que concorda com isso. Asumi não deixa nenhuma expressão que direcionasse a algum lado, neutra.

Eles continuariam a andar pelas estranhas da cidade, agora com o grupo todo. Eles percorreram o caminho dado por Masaki, saíram dos becos da área nobre, passaram pela praça central e iram em direção a outro bloco de residências que daria em um dos setores de comércio da cidade.

Naquele local as estruturas eram ainda mais arrumadas, as estradas completamente impecáveis, ali poderia ser de fato a área nobre e novamente é possível observar como o sobrenome certo pode te colocar em um estilo de vida completamente diferente. O céu fica um pouco mais escuro depois de chegarem a esse novo ambiente, aos poucos a noite começa a tomar conta de tudo e as ruas se iluminarem por tochas ou alguns outros acessórios de iluminação.

Kyomi parecia impaciente, de vez em quando soltava alguns grunhidos, Asumi mantém-se bem próxima ao grupo, estava um pouco assustada ao andar por aquelas ruas no anoitecer e Masaki completamente atento e animado, seu olhar deixava claro sua empolgação.

Após chegarem na frente do setor de comércio, Asumi percebe alguma coisa e puxa um pouco da roupa de Elise, a fim de chamar sua atenção de forma discreta, quando estava saindo de uma das ruas internas, havia um espaço onde alguns homens conversavam, ela os reconheceu rapidamente.  Após isso, todos pararam e se esconderam na esquina, local perfeito onde poderiam ver e ouvir o grupo de homens falando.

- Aquela vadia quebrou o nariz do chefe… Gr - Rosnou um deles enquanto falava - Ele quer a cabeça dela numa bandeja…

-Se é isso que ele quer, é isso que ele vai ter.. Essa é uma das vantagens de ser filho de gente poderosa.. Só consigo imaginar. Todos os subordinados do governo, deixando a missão central de lado e indo atrás de uma única cadelinha, apenas por socar um filho dos governantes da ilha… HAHAHA - Todos eles riem por alguns instantes.

O grupo era de quatro homens, o primeiro que falou era uma grande brutamontes gordo e careca, o segundo já era uma magricela de cabelos medianos castanho escuro, com uma voz anasalada, irritante. Os outros dois que só riram eram menores que o primeiro, porém musculosos, tinham cara de valentões e cabelo raspado. Todos eles tinha roupas minimamente caras, pareciam ser feitas de material de primeira.

Asumi fica assustada ouvindo tudo aquilo, porém tenta se controlar para não fazer barulho, Kyomi e Masaki não entendem ao certo o porquê daqui ser relevante, mas a garota loira fala.

-Eles estão falando de algumas de vocês?... Eu sabia que isso ia dar problemas, mas no final das contas eles podem saber de alguma coisa, não acham? - Ela insinuava que mesmo sobre aquelas circunstâncias, algum proveito poderia ser tirado daquilo.

Antes que eles pudessem responder, eles ouvem uma outra coisa. Vinda do magrelo que havia falado anteriormente.

-Bom rapazes, não vou poder desfrutar da horrível companhia de vocês por mais tempo, irei entregar alguns documentos que o Levine me deu, disse que eram pra ser entregues para os subordinados de seu pai em total segurança.. Parece uma merda importante, não quero minha cabeça numa estaca, então vamos indo. Vamos Goulart! - Quando ele dizia isso, o grandão se levantada confirmado - Sim, Pork!  - Ambos iam pela rua até a avenida central. Lá haviam muitas pessoas circulando ainda. Os outros dois continuaram sentados em bancos ali bebendo e falando asneiras.

O ambiente era todo calçado com pedras bem polidas, algumas possuíam cores guiando para direções centrais, como a entrada do Setor de Comércio e para a Avenida, os outros eram pedras comuns.

O que quer que o grupo fosse fazer, deveria ser rápido.

Legendas escreveu:

Asumi
Masaki
Kyomi
Goulart
Pork

Status:
 

Mapa:
 


valeu [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] carol!


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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 4 EmptyDom 01 Dez 2019, 14:21

Do As I Say, Not As I Do


Por mais absurdo que parecessem, minhas suspeitas se confirmavam, aqueles homens realmente sabiam do incidente que tive, e o pior, o homem que nos assediou era, sim, um nobre. “Pelo menos a nossa vinda aqui não foi inútil.” Notava também sua preocupação em entregar alguns documentos que possuía, o que faria junto apenas do grandalhão que estávamos observando. Minhas sobrancelhas eriçavam com essa informação, era a oportunidade perfeita para conseguirmos cumprir nossa missão e poder voltar para a sede. “Apenas dois homens, eu não sei a experiência da equipe, mas a vantagem numérica é nossa, a chance de falharmos diminuiu.” Ainda assim, existia algo que me incomodava, todos nós ouvimos o que o magricela tinha dito, porém somente eu e Asami sabíamos do que havia acontecido, a loirinha rabugenta não entendia a conexão do que os homens diziam com a nossa investigação, e eu me sentia obrigada a explicar. Todavia, nossos alvos começavam a se dispersar na multidão, e eu precisava pensar no que fazer o mais rápido possível.

-E-eu... – Murmuraria, tentando explicar a situação, mas eu sabia, sabia que a reação deles seria péssima. – Eu...Eu... – Por mais força que eu colocasse nas cordas vocais, o máximo que eu conseguia era engasgar com as próprias palavras. “Não consigo fazer isso.” Temia principalmente a reação de Kyomi, um berro da ranzinza naquela situação só despertaria a atenção dos beberrões que estavam próximos da gente. – Tenho um plano. – Eu juro, tudo que eu queria naquele momento era falar a verdade, entretanto, foi isso que consegui dizer. Fitaria a equipe por um breve momento, sem aumentar o tom de voz. Começaria a seguir os homens que saíram do local e estavam se dirigindo para a avenida central. Esperava que o restante do grupo fizesse o mesmo. – Eu preciso que vocês distraíam o brutamontes, afastem ele do outro homem, tudo bem? Evitem a violência. Nos encontramos no portão que usamos para entrar na cidade. – Instruiria o grupo sobre o que fazer, durante isso, tentaria fita-los, por mais breve que o movimento fosse, como uma forma de demonstrar minha confiança neles. Não conseguiria expressar isso verbalmente, tanto pela tensão da situação quanto pela minha... falta de habilidades sociais. “Bem, pelo menos eu admito, já é alguma coisa.” Era muito desconcertante não conseguir me expressar da forma que gostaria, isso só aumentava minha frustração. “Se eu ao menos pudesse bater nesses caras...Não. Não vou fazer isso, eu preciso me concentrar e pagar minha dívida.”

Não conseguia acreditar que estava adentrando uma multidão por vontade própria de novo. Naturalmente, fiquei cabisbaixa e com o coração quase pulando para fora da boca. “Isso é uma ótima oportunidade pra sumir.” Usaria o manto revolucionário para me cobrir, me tampando da visão daquelas pessoas. Me atentaria ao restante da equipe e o que eles fariam para distrair o homem, assim que os dois capangas estivessem numa distância considerável, sem conseguirem se enxergar, me movimentaria pela multidão, ficando atrás do magrelo. “Não é que ele tá bem vestido? Julgando o que ele falou e sua aparência, estive certa esse tempo todo!” Sorri com o canto da boca. Executaria minha parte do plano, sem tirar o capuz revolucionário da cabeça, ajeitaria minha postura, diminuindo a distância entre mim e o alvo. Verificaria com os olhos se os documentos estavam visíveis ou não. Se estivessem, aceleraria o passo, começando uma corrida e trombando com o homem. Tentaria disfarçar minha voz, não deixando tão evidente a minha satisfação ao acertá-lo. – Mil perdões! Estou com pressa. - Nesse impacto, agarraria seus documentos e viraria na primeira esquina que encontrasse, sem diminuir minha velocidade. Empurraria qualquer pessoa que estivesse no caminho. Durante todo esse percurso, atentar-me-ia que ele não visse meu rosto, segurando o capuz se fosse necessário. Se não encontrasse os documentos apenas com o olhar, me aproximaria ainda mais dele. Utilizando dos meus conhecimentos de rua, revistaria o homem, procurando em seus bolsos por carteiras, folhas, qualquer coisa que ajudasse a entender o que ele estava levando.

Se mesmo assim eu não conseguisse achar nada, tomaria medidas mais drásticas. “Escondeu esses documentos muito bem, não é? Filho da puta.” Sairia de trás do homem, andando em paralelo com ele, lentamente me afastando, todavia, sem desviar o olhar dele. Com uma distância de pelo menos 5 metros, me impulsionaria até o agente, correndo com toda a velocidade que minhas pernas me proporcionavam e esbarraria violentamente nele. E descontaria todo meu estresse no infeliz, acertando uma cotovelada na boca do estômago. Com o impacto, esperava que o que ele estivesse carregando caísse no chão. Agiria rapidamente, usaria o manto para me cobrir enquanto recolhesse o que tivesse caído do suspeito, e daria sequência ao que foi planejado, inclusive dando a mesma desculpa.

Independente de qual possibilidade se concretizasse, durante a minha fuga faria uso de todas as artimanhas possíveis para distrair o homem. Derrubaria a iluminação pública que encontrasse durante o percurso, sejam elas tochas, velas ou qualquer outra coisa. Se fosse necessário, também usaria saltos, piruetas e outras acrobacias para subir em algum local e me esconder dos possíveis perseguidores.

Histórico da garota Chuchu:
 

Informações:
 

Objetivos:
 

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Narração

– Fala –

"Pensamento"

Título

Ouça a voz da Elise:
 



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Última edição por King em Qua 04 Dez 2019, 18:59, editado 2 vez(es) (Razão : erro de coesão/ Histórico)
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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 4 EmptyDom 01 Dez 2019, 19:06



Story Telling



A situação exigia uma ação rápida e foi isso que Elise bolou, tentando afastar os dois únicos membros que estariam a par sobre os documentos. Ela passou a estratégia para os demais e assim eles se separaram, para que pudessem executar suas devidas funções. Kyomi e Asumi foram tentar distrair o grande Goulart, Masaki ficaria entre as duas linhas para que pudesse servir de auxílio caso acontecesse algum problema e Elise iria tentar pegar os documentos com Pork.

A ideia era boa, porém contavam com vários “se” o que poderia causar divergências no meio do caminho. Goulart não se afastou de Pork nem por um instante, ele parecia burro demais para prestar atenção ao que estava acontecendo ao redor. Asumi e Kyomi tentaram de tudo para chamar sua atenção, mas nada deu certo.

Eles continuariam a caminhar juntos até a praça central. Sem ao menos trocarem uma palavra, ambos pareciam ter mudado sua postura, aquilo parecia realmente importante. Na praça existia um fonte no centro e vários caminhos para as outras áreas da cidade. A dupla de comparsas havia atravessado a praça sem ao menos olhar para os lados, nem para perceberem que estavam sendo seguidos.

Eles após atravessarem a praça, vão até uma entrada, que parecia ser uma rua sem saída, porém era um caminho único para uma grande casa, porém era claro que não era uma casa, apenas um local com essa aparência, todos ali pareciam se vestir muito bem, mas não necessariamente por serem agentes do governo, mas sim pelo fato de ali ser uma local de grande importância para a cidade. Era o Centro Administrativo, onde grande parte das decisões relevantes para a cidade e para o comércio eram tomadas. Chegando próximo da porta uma figura suspeita está ali, um homem de terno negro, óculos e chapéu, não dava pra identificar seu rosto muito bem, pois ele possuía barba, seu corpo era bem modesto, sem nenhum grande traço em especial, nada muito chamativo. apenas aquela presença imponente e ríspida. Os homens se aproximam dele de forma lenta e intimidada. Ele os entrega uma bolsa de couro com apenas uma alça longa, que Pork rapidamente colocava em torno do pescoço, deixando o caimento da bolsa exatamente em baixa de sua mão direita, dificultando o acesso.

O homem sério volta para o interior do grande escritório que possui paredes de tijolos brancos com ligas douradas, janelas de vidro com bordas douradas e um telhado de telhas vermelhas, era um local bem chamativo e ao mesmo tempo bem protegido, muito guardas andavam ao redor da estrutura ao mesmo tempo, tornando a invasão algo impossível.

Após a saída do homem sério, ambos soltam um grande suspiro, pareciam aliviados com o afastamento daquele homem, ele parecia tão sério que deixava todos meio intimidados. Eles voltam a andar, sem se falar, agora em forma de fila. Pork na frente e Goulart atrás. Depois de se afastarem do resto das pessoas que estavam ali, claro que num fluxo menor, afinal já era noite, eles começam a se falar novamente.

- Ufa, achei que ele fosse nos matar… Agora só temos que levar esses documentos para o Bairro dos Nobres! Não podemos vacilar, hein! - Dizia começando a caminhar na direção e logo sendo respondido por um grunhido de Goulart.

Antes de qualquer atitude, Masaki começa a falar.

-Eu sei onde fica esse Bairro dos Nobres, não fica longe daqui, só que lá é cheio de guardas, por causa dos figurões que moram lá, temos que pegar esses documentos antes de eles entrarem! - Masaki indica no mapa onde fica o bairro e qual o caminho que eles irão tomar para chegarem lá vendo o local que eles seguiram.

-Acho que não podemos usar mais uma abordagem pacífica. Se não pegarmos esses documentos agora, não haverá outra forma de consegui-los! - Dizia Kyomi de forma preocupada, afinal isso poderia ser algo de grande relevância para os revolucionários.

Novamente todos darão um opinião sobre o que deverá ser feito, a decisão como sempre será de Elise, em seguir algumas das possibilidades ou criar sua propria estrategia. O caminho Verde Claro é a rota que Goulart e Pork irão executar dados por Masaki atráves do caminho que eles optaram por seguir e o Circulo Azul foi a marcação de Masaki indicando onde é o Bairro dos Nobres.

Masaki acredita que um ataque imediato seria ideial, mesmo que possam existir algumas pessoas no local uma ação rápida e eficiente dará conta do recado.

Asumi acha que não devem ser tão agressivos, deveriam esperar um local mais vazio, onde possam agir de forma sorrateira e segura.

Kyomi pensa que a melhor forma de pegá-los desprevenidos é quando eles acharem que já completaram sua missão, então quase na entrada do Bairro dos Nobres seja o local onde poderão agir num ambiente mais vazio e espaçado.

Decisão:
 

Legendas escreveu:

Asumi
Masaki
Kyomi
Goulart
Pork

Status:
 

Mapa:
 


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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 4 EmptySeg 02 Dez 2019, 22:34

Quit The Small Talk



- Eu...Não poderia concordar mais. – Pela primeira vez, algo de útil saia da boca de Kyomi. Na gravidade daquela situação, não havia jeito, e eu sequer tentaria esconder o quão indignada estava. Tudo aquilo que fora planejado não foi executado, aqueles dois idiotas se mantiveram tão focados na caminhada que a distração não funcionou e, com isso, todo o plano também. Como a loirinha havia dito, a paz não era mais uma opção. “ESTÚPIDA, ESTÚPIDA, ESTÚPIDA!” se a dupla não tivesse pego mais documentos durante o percurso, eu teria martelado minha cabeça contra o chão inúmeras vezes. Por mais que aquela situação fosse uma chance melhor do que a última, com mais informações em jogo, minha mente não deixava que essa esperança me animasse. Dessa vez, a minha única opção é vencer.

E é claro que a equipe também percebia que nossa batalha era contra o relógio. Preocupações surgiam, principalmente de Kyomi, e todos davam suas sugestões, marcando no mapa e falando comigo. Já não tinha saco para me preocupar com o que iam pensar. Depois de todos opinarem, começaria. – Vocês só podem tá de brincadeira. Não podemos atacar perto de nenhuma das bases, a chance de reforços chegarem é grande. Um de vocês disse isso, não foi? – Porém, dentre as ideias, uma delas não era um completo lixo. – Asami, o que você disse é ótimo. Temos que atacar em um lugar mais reservado. Porém, vamos agir com força máxima nesse ataque, não precisam se segurar. Se esses dois merdinhas resistirem, eles vão morrer. – Diferente do meu típico tom inseguro, falaria de modo mais ríspido, sem medo da reação deles. – Estão esperando o inimigo fugir? Vamos. Vocês vão atacar o grandalhão. Continuem seguindo-os, vou contorna-los e aparecer na frente deles, assim, eles estarão cercados e não conseguirão fugir. Vocês atacam assim que eu atacar, entenderam? – Não perderia tempo com otimismo ou qualquer outra baboseira de líder. Com as instruções marcadas no mapa, correria o mais rápido possível para o final da rua que os inimigos vão passar, passando pela rua paralela à direita. Quando chegasse lá, cruzaria os braços e bufaria constantemente, como forma de intimidar os agentes. “Eu não quero mais me esconder.” Retiraria meu capuz, deixando meu rosto bem visível. “Se eu sou tão procurada nessa ilha, então venham me buscar.” Eu esperaria que o restante do grupo estivesse no meu campo de visão antes de agir, quando os enxergasse, avançaria em direção do magricela que carregava os documentos, sacando minha Katana, desferia dois cortes rápidos na horizontal em seu tronco. O objetivo primário não era machucá-lo, mas cortar a alça da sua bolsa. Estenderia meu braço para alcançá-la antes que caísse no chão. Daria alguns passos para trás com a arma em punho, a brandido para provocar o infeliz. – Faça qualquer coisa e eu rasgo o que estiver aqui dentro. – Talvez o magricela ficasse perplexo com o que acabara de acontecer, mas o recado era claro. Qualquer movimento brusco dele ou do parceiro e eu espetaria a ponta da minha arma na bolsa, perfurando apenas sua superfície. – VOCÊ É SURDO, CARALHO?! – Vociferaria, furiosa e deixando claro que não cumpriria com minha palavra, se fosse necessário, eu estava, sim, disposta a furar aqueles documentos, pelo sucesso da missão. Caso o magrelo conseguisse evitar que eu pegasse a câmera, dessa vez o atacaria com intenção de machucar. Realizaria três estocadas seguidas em seu peito e me afastaria com alguns passos para trás. Na hipótese de ser atacada, me esquivaria na direção contrária a seus golpes.

Na possibilidade de não conseguir chegar a tempo no local em que planejara ou se o resto do grupo não aparecesse, no momento em que avistasse os dois, avançaria direcionada ao magricela. Dessa vez, meu foco não estaria em pegar o que estava carregando, mas sim em imobilizar o alvo. Aproveitando da aceleração do ataque, seguraria minha espada com ambas as mãos, me impulsionando na direção do homem e dando uma estocada profunda em seu peito. Retiraria a lâmina com rapidez para em seguida tentar acertá-lo duas vezes com cortes em sua face. Deixando uma das mãos livres, a usaria para arrancar a bolsa dele. Contava que o restante da trupe conseguisse lidar com o grandalhão, ao menos atrasá-lo, porém se mesmo assim ele conseguisse me atacar, utilizaria vários saltos mortais para me afastar dele. – Sou muito mais rápida que você, idiota. – Cerraria o olhar, encarando-o com minha provocação.

Caminho:
 

Histórico da garota Chuchu:
 

Informações:
 

Objetivos:
 

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Narração

– Fala –

"Pensamento"

Título

Ouça a voz da Elise:
 



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Última edição por King em Qua 04 Dez 2019, 19:00, editado 2 vez(es) (Razão : acertar a imagem/ Histórico [esse e todos os posts anteriores que foram arrumados por causa do histórico estavam com a contagem errada, agora corrigida)
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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 4 EmptyTer 03 Dez 2019, 20:21



Story Telling



Game on, Elise agora depois da imprevisível mudança de planos, teria de ir com tudo para conseguir alguma coisa nessa primeira missão. Sua mudança de atitude era muito clara, todos ali sentiram a pressão dos comandos da jovem líder, que parecia ferver de raiva e desejo. Todos agiram de forma farma e pela forma que Elise falou, sem nenhum reclamação, queixa ou deboche, todos foram imediatamente para suas posições.

Asumi, Kyomi e Masaki foram de forma bem discreta seguindo os dois paspalhões pelo caminho que eles deveriam percorrer. Elise foi em uma rua ao lado, que se encontrava com a principal trajetória quase no final, próximo de onde Kyomi  indicou que seria o melhor ataque.

A espadachim se apressou bastante, que chegou um pouco mais cedo do que o esperado, isso lhe daria vantagem para analisar o ambiente em que provavelmente entraria em combate contra os dois homens.  

Era o encontro de duas ruas estreitas, porém o espaço se ampliava quando se direcionava a uma pequena praça, se é que aquele espaço possa ser chamado assim. Não havia movimento algum naquele momento, o que seria perfeito para que pudessem agir de forma sorrateira. Depois de alguns instantes era possível ouvir os passos dois sujeitos se aproximando.

Quando é possível ver os indivíduos, Elise para no meio da rua de braços cruzados e uma cara fechada. Logo o magrelo a reconhece, quase que de imediato.

-Olha, olha, se não é a vadiazinha que quebrou no nariz do chefe! - Ele para e aponto para ela, olhando para Goulart, que responde.

-É ela, é ela. - Goulart fala quase que de forma mecânica, o que ele tem de físico, falta de cérebro.

Porém antes mesmo de que pudessem agir ou falar mais alguma coisa. Elise avança sobre Pork, visando cortar as duas alças da bolsa que carregavam os documentos que sua equipe tão incansavelmente buscavam. Nesse avanço inesperado, ela consegue cortar uma alça e a outra fica por um fio, que logo se rasga. Por bem pouco, ela consegue segurar a bolsa e se afastar, MUITO pouco mesmo, a bolsa quase caia no chão e deixaria todos os documentos ao vento.

Naquele momento um grito vem de trás dos dois. Masaki com um bastão correndo para cima de Goulart, que se vira para o mesmo, recebendo dois golpes diretos, em cada lado de seu rosto, deixando ele levemente atordoado. O “gigante” dá uns leves passos para o lado, vendo a figura inocente e sensível de Asumi. Ele de forma desajeitada e desproporcional vai na direção da garota. Que junta as mãos perto do queixo, fazendo uma expressão de medo.

Um som alto e estridente é ouvido, demoram um pouco até ver de onde ele se originou, Kyomi estava mais afastada, com um joelho no chão e outro curvado, ela carregava uma besta, arma de disparo de flechas e dardos, mas naquele caso um arpão. Aquela arma era grande para ela, porém a mesma a manipulava com maestria. Ela havia feito um disparo bem próximo ao joelho de Goulart, o mais inesperado, é que havia uma linha presa nesse arpão, que ela rapidamente puxa, jogando o homem no chão, ele geme de dor, mas parece suportá-la muito bem.  Com sua outra perna, ele se levanta, ficando de joelhos em frente a Asumi.

A jovem faz uma cara brava e posiciona seus punhos na frente do rosto. Ela levanta sua perna direita, próximo do rosto de Goulart, seus chutes foram tão velozes que que mal conseguiram ser vistos por olhos desatentos. O homem cai no chão, e um leve tremor é sentido por todos ao redor.

Os três pareciam ter cumprido bem o seu trabalho, eles olhavam um para o outro satisfeitos e sorridentes, depois olhariam para Elise segurando a bolsa. Missão Cumprida. Mas inesperadamente, o gigante no chão agarra a perna de Asumi, aquele homem era monstruosamente forte, ele a puxa para o lado, fazendo com que a mesma caia e em seguira a lança para frente, mas a força dele fez com que ela chegasse até o segundo andar de uma das residentes. Ela é arremessada com tudo sobre a parede e cai no chão de forma bem brutal, era impossível ela não ter se machucado naquele movimento.

-Asumi! - Gritava a loira, enquanto ia em sua direção. Nesse momento Goulart começa a se levantar e Masaki vai em sua direção com seu bastão, ele parecia bastante irritado.

Kyomi de forma veloz, vai correndo em direção a ela, quase que instintivamente. Naquele momento Elise poderia ficar desatenta, preocupada  com o bem estar de Asumi, coisa que  permanecer em sua mente em todos os momentos durante essa missão. Nesse momento Pork salta em sua direção, no ar ele saca duas adagas alongadas com um sorriso muito sádico e perturbador. Em poucos instantes ele poderia perfurar a líder do grupo com eles de forma fatal.

-Agora é sua vez! Vaca! - Diz ele durante o salto. Sua voz ecoava de maneira radical e natural, sua aparência de um tiozão dos anos 80 paz e amor ia por água abaixo, estaria com várias veias em seu rosto, sinalizando total nervosismo e seus olhos deixaram claro seu desejo assassino.

Legendas escreveu:

Asumi Ferida + Inconsciente
Masaki
Kyomi
Goulart Ferido
Pork

Status:
 

Mapa:
 


valeu [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] carol!


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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 4 EmptyQua 04 Dez 2019, 22:59

Deal With The Devil




Por um momento, talvez menor que um segundo, tudo havia saído como planejei, sinceramente, desejei que essa pequena faísca de felicidade brilhasse um pouco mais. Mas, como sempre, algo tinha que estragar tudo. – NÃO! – Quando ouvi o som de Asami batendo na parede, percebi que não seria fácil sair ganhar aquela luta. Subestimei as forças inimigas e, como resultado, acabamos sofrendo uma baixa. Kyomi foi socorrer sua amiga e Masaki seria o único a enfrentar aquele grandalhão. “Droga... E-ele vai...Me matar!” Suei frio ao recordar o motivo de me preocupar tanto com a garota, sua inocência era charmosa, mas o real motivo, já mencionado tantas vezes por mim, era a reação de seu pai ao ver a filha desacordada e ferida. “Ele já perdeu a mulher...S-SE PERDER A FILHA TAMBÉM!” Simplesmente paralisei. Por que? Por que o universo me enchia de esperança para, em seguida, me afogar em desespero? “Ela já tá recebendo ajuda, eu preciso...preciso focar na missão, se não, as baixas vão aumentar. Não sei se consigo derrotar o grandalhão mais o amigo dele juntos... Pera aí, AMIGO?!”

Perdida em meus pensamentos, acabei esquecendo do inimigo a minha frente. Quando pus as mãos na bolsa, sua figura já não era mais importante, foi o que imaginava, até ver o coroa pulando em cima de mim, armado e com uma expressão facial um tanto nojenta. Novamente, sentia como se esse instante durasse uma eternidade. “Eu vou acabar com você” Pensei enquanto me impulsionaria para trás para escapar de seu ataque. Em simultâneo a esse movimento, quase como um reflexo, elevaria a mão que carregava a bolsa até a minha face, posicionando-a entre mim e o ataque de Pork. – MASAKI! Aguente firme, assim que eu acabar com esse fracassado aqui, vou te ajudar! – Esbravejaria minhas vontades ao garoto, o único que parecia manter o foco no combate apesar do que havia acontecido. “Se minha hipótese estiver correta, a vantagem nessa luta é minha.” Admito que, numa situação normal, ficaria bem envergonhada com o que faria, entretanto, nessa situação, não me importava com o julgamento dos outros. Abocanharia a bolsa, segurando-a firme com os dentes. “Com uma mão livre, conseguirei usar aquilo contra ele. E carregando esses documentos na frente do meu pescoço e rosto, evito ataques fatais.” Imaginava aquele plano como perfeito, porém, lembrando de tudo que acontecera até agora, ele não seria o suficiente para a missão ser bem-sucedida. Empunharia minha espada em direção ao oponente, segurando-a com uma única mão, correria em sua direção.

O que ele não esperava era não ser o único ali que possuía truques na manga. Fingiria um ataque ao oponente, com uma falsa estocada em direção a sua face para, logo em seguida, executar meu ataque especial, Malachite Series: Alternative Stab. Independente do sucesso do golpe ou não, continuaria a ofensiva. Próxima o suficiente do homem, desferiria um corte lateral na altura do umbigo. Prosseguiria com um ataque na diagonal, de baixo para cima, tendo como alvo seu tronco. Com a espada no alto, daria mais um passo, segurando a arma com ambas as mãos, desceria a lâmina sobre o infeliz, objetivando um corte que abrangesse desde sua cabeça a sua cintura. Ao final do movimento, rapidamente me afastaria dele, numa distância segura para evitar possíveis ataques de suas adagas.

Caso o homem conseguisse evitar meus ataques com esquivas, estaria pronta para reagir. Se escapasse pelos lados, também me moveria pelas laterais, na mesma direção em que ele se esquivou, o estocaria na região das costelas. Caso se movesse para trás, acompanharia seu movimento aumentando minhas passadas e realizaria um corte vertical, começando de baixo e atingindo-o até a altura do colarinho. Caso se abaixasse, empunharia a katana com minhas duas mãos e cravaria a espada em suas costas. Se por algum milagre ele conseguisse utilizar suas adagas para me bloquear, com as mãos, mudaria o sentido e direção do golpe, tentando cortar seus pulsos.

Na hipótese do homem me atacar, continuaria com a estratégia de mantê-lo afastado de mim. Para ataques verticais, me jogaria para as laterais, movendo-me para trás do homem e contra-atacando com um corte horizontal em suas costas. Se me atacasse pelas horizontais, me movimentaria para trás. Se em qualquer dos casos que utilizasse do espaço ao meu redor para me esquivar e, durante essas esquivas, houvessem obstáculos, recorreria a minha katana para bloquear possíveis ataques. Se ainda assim o homem conseguisse me acertar, em qualquer um dos casos, aproveitaria da proximidade entre nós, afinal, não haviam meios dele me acertar sem se aproximar, e o perfuraria com o máximo de força que conseguisse, com a espada dentro dele, a puxaria para fora tentando causar o máximo de dano possível em seus órgãos. “Vamos ver se você é tão resistente quanto o grandalhão ali.”

Havia, também, chance de ele tentar ataques mais perigosos. Se ele tentasse me atacar na região do pescoço/face, confesso que ficaria surpreendida. Usaria minha espada para bloquear seu ataque, mas também me moveria para trás. Revidaria, fazendo um rolamento que me deixasse atrás dele. Rapidamente, cortaria a região traseira de seus joelhos em um único movimento e me afastaria dando alguns passos para trás.

Torcia muito para escapar daquela situação. O estado de Asami me preocupava, e o inimigo de Masaki parecia forte, ainda que tivesse sido golpeado pelos três. Por maior que fosse a minha vontade de consertar tudo, não podia mudar o que já havia acontecido. Me restava confiar na equipe, acreditar que eles derrotariam Goulart, como também precisava acreditar mais em mim.


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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 4 EmptyQui 05 Dez 2019, 22:55



Story Telling



Aquele famoso milésimo de segundo que dura centenas de séculos. Kyomi indo ver o estado de Asumi, deixava ambas vulneráveis, a loira se abaixava próximo do corpo da jovem caída, parecia ver de bem perto que não permite ver exatamente o que estava acontecendo. Foram alguns instantes mínimos, porém logo Kyomi voltava a olhar para o campo de batalha, sua expressão parecia completamente nervosa, seus olhos deixavam claros se desejo de sangue naquele momento e algumas lágrimas escorriam dos olhos da garota severa. Ela corre em direção ao grandão de joelhos. Movimento arriscado. Nisso soltava um grito de fúria.

-Líder, não se preocupe conosco, acabe com ele, vamos destruir esse porco gordo! - Ela parecia motivada, porém da forma errada, não era uma motivação positiva, mas sim um completo desprezo e ódio, raiva, todos os sentimentos negativos, sua amiga estava ferida. Quando chega a uns 3 metros de Goulart é possível ver ela alterando alguma coisa em sua enorme besta - Se prepare baleia! Eu vou te fisgar! - O homem ficava furioso ao ser chamado de porco gordo e baleia, parecia ficar bravo de verdade e bufava de raiva sem soltar uma única palavra.

Kyomi durante a rápida corrida, coloca um tipo de arpão diferente, ele não possuía uma ponta reta, mas sim, três, sendo uma bem pequena no centro e duas curvas maiores, como um gancho em cada lado. Ela dispara na perna esquerda de Goulart, que ele estava usando como apoio, já que sua perna direita estava ferida do outro disparo com o arpão reto. Já que o gigante não seria capaz de desviar, devido a sua movimentação estar debilitada. O arpão não era comum, de forma evidenciada antes, quando a ponta do meio, sendo ela menor, perfura o alvo, as outras duas faziam um movimento de fechamento, gerando não só duas perfurações a mais, mas também a imobilização da perna. Como de costume, os arpões de Kyomi possuem ligações diretas com a Besta, esse era mais grosso, como uma corrente metálica.

-Peguei! - Disse a loira nervosa. Num movimento preciso, ela corre para o lado oposto ao de Goulart, girando sua besta. O homem solta um enorme grito de dor enquanto sua perna é torcida sem muita resistência, já que não consegue se mover mais. Um forte estalo pode ser ouvido e mais um grito de dor do gigante, que agora sem apoio nenhum caia em direção ao chão. Nesse momento, naquele mísero segundo, passos rápidos são ouvidos.

Masaki enfurecido se aproxima correndo. Seu olhar parecia sedento por aquele homem, ele ergueu seu bastão na corrida, fazendo um rápido e preciso movimento,  com as duas mãos de forma brutal leva a ponta do bastão até o rosto de Goulart, que já não era capaz de nem ao menos se defender. Aquele barulho soaria muito intenso, a cabeça dele é virada para o lado oposto, como se ele estivesse olhando para os jovem em seu lado direito e a força do bastão o fizesse olhar para o lado esquerdo. De sua boca, uma imensidão de sangue e vários dentes quebrados eram lançados para fora. sujando o chão da cidade.

-Isso é por machucar nossa amiga! - Dizia Masaki irritado. Ele olha para Elise de forma inspiradora - Eu acredito que possa vencê-lo sozinha… Eu e Kyomi vamos ver como Asumi está. Tudo bem Lider?

Era a segunda vez no calor da batalha que Elise era chamada de líder, e uma delas, incrivelmente foi por Kyomi, talvez isso não pudesse representar nadal, mas naquele momento de sufoco, todos. Todos. Reconheciam Elise como sua líder, sim eram jovens imaturos e inexperientes, todos eles. Mas quem sabe. Talvez. Aquela palavras poderiam alcançar o coração de Elise, cheio de pressão e inseguranças, e lhe pudesse lhe trazer algum conforto e orgulho por sua decisões.

Se Elise concordasse, Masaki se virava de costas e levantou seu punho direito por cima de seu ombro. Ele estaria pressionado, como se daquela forma, desejasse a vitória de sua companheira de time. Ele e Kyomi iriam até Asumi, vendo como ela estava e a ajudando a se sentar. Porém sempre atentos na luta que ainda estava por acontecer.

Tudo aquilo, acontecia em questão de segundos, quase como um reflexo do próprio tempo, interminável. Infinito. Porém Elise ainda permanecia em sua momento infinito e sozinha. Pork salta em sua direção com a brutalidade de um assassino. A jovem encenaria um falso ataque ao rosto do homem, que inocentemente leva sua adagas em proteção do mesmo, o que abre completamente sua guarda para o verdadeiro ataque que viria.

Com movimentos rápidos e maestria, Elise perfurou o abdômen de Pork, que o faz morder forte seus lábios de dor. E sua expressão, poderia ser vista como hilária e psicótica. Parecia estar com raiva e lacrimejando ao mesmo tempo. Aquele ataque parecia o início de um combo de ataques, porém, a ideia da jovem líder foi foi alterada. Naquele momento que o alvo foi perfurado e conseguiu atingir o chão, de pé. Ele não recua, ele avança freneticamente sobre a garota, fazendo com que sua espada perfure ainda mais profundamente suas entradas, algum sangue escorria da espada, porém contido, devido a espada ainda estar no ferimento.

Ele ergueria seus braços, com suas adagas se aproximando de forma louca. Com isso ele “abraça” a garota com seus braços ao redor de seu pescoço, deixando apenas a bolsa entre seus corpos, suas adagas perfuram as costas da garota. Duas perfurações medianas e possivelmente perigosas baixo de suas costelas na parte de trás.  Após esse movimento repentino, seu corpo se deita sobre a garota. Morto por seu próprio movimento, sua cabeça se deita no ombro da garota que é levemente empurrada para trás, ainda com as lâminas presas em suas costas e o cadáver de seu oponente sobre ela. Uma cena épica? Talvez, mas igualmente perturbadora. Algum sangue escorria nas costas de Elise, que sentia o liquido quentes sujando suas vestes.

Masaki e Kyomi, observavam de olhos arregalados a cena, Asumi, estava acordada e sentada, apoiada em uma parede, um pouco de sangue escorria de um canto de sua boca e alguns hematomas e cortes rasos visíveis em sua pele, seu cabelo estava bem bagunçado e seus olhos focados em Elise. Que  se caso se aproximasse, seria recebida com um sorriso caloros da jovem caída ao chão.

-Como me saí, Líder? - Ela mesmo ferida, se sentia orgulhosa do que acabara de fazer. Talvez nem todos os planos possam ser feito de forma perfeita. Mas os bons líderes deveriam saber lidar com qualquer tipo de adversidade.

Asumi, já conseguia andar, mesmo que de forma desajeitada, precisaria de ajuda da Kyomi, fazendo com que não pudessem ir tão rápido. E era possível ouvir alguma comoção, passo longes se aproximando. Não poderiam curtir aquela glória da primeira batalha vencida por muito tempo, teriam de partir. Os documentos foram recuperados e poderiam dar as informações necessárias para que o QG conseguisse alguma mudança?

Legendas escreveu:

Asumi Seriamente Ferida
Masaki
Kyomi
Goulart Gravemente Ferido + Inconsciente
Pork Morto

Status:
 

Mapa:
 



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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 4 EmptySex 06 Dez 2019, 11:15

Sweet Victory


Toda aquela situação se desenvolveu tão rapidamente que mal tive tempo para piscar. Kyomi e Masaki haviam derrotado o grandalhão com tanta facilidade que, logo em seguida, o garoto perguntava se a ajuda dele seria necessária para derrotar Pork ou não. Apenas assenti com a cabeça, e ele foi em direção de Asami. Novamente, num curto período de tempo, o magricela havia sido derrotado por mim, mas de um jeito horroroso. Minha espada havia o atravessado, seu cadáver descansava sobre mim e sentia um forte ardor subir pelas minhas costas “O desgraçado se matou, mas conseguiu me acertar” enojada pela situação, retiraria a espada dele, empurrando-o para longe com as mãos, antes que minha ânsia de vomitar deixasse a cena ainda mais repulsiva. Guardei a espada na bainha, estapeei minhas roupas, limpando-as da sujeira que haviam acumulado até esse momento. Já com as mãos livres, retiraria a bolsa da minha boca. “Bom, você me salvou de ferimentos bem piores.” Sem dúvidas, o abraço do já falecido agente poderia ter me matado também, se os documentos não estivessem me protegendo.

E senti o sangue escorrer pelas minhas costas, apesar da sensação incômoda, já havia passado por momentos piores e conseguiria aguentar isso, pelo menos até chegar na base secreta dos revolucionários. Minha atenção se voltava a equipe, reunida mais uma vez. Não perderia tempo e também iria checar como a garota estava depois do arremesso que sofreu. – L-Líder?! – Não havia prestado atenção no que a loira e o garoto haviam me dito, estava tão focada na luta contra o Pork que suas palavras entraram por um ouvido e saíram pelo outro, mas depois de Asami se pronunciar, me lembrei do que haviam dito. Me envergonhei, com um sorriso tímido no rosto, enquanto tentava futilmente evitar que as lágrimas descessem pelas minhas bochechas. – Sim...Você foi. Todos nós fomos. – Respondi, meu humor melhorava com aquele resultado, ainda que a missão não tivesse acabado, todos eles me reconheciam, aqueles elogios, mesmo que indiretos, enchiam-me de ternura. Enxugaria as lágrimas e, dessa vez, olharia a equipe nos olhos. – Nossa missão ainda não acabou. Temos que voltar a base o mais rápido possível. – Afinal, haviam duas pessoas feridas. E até tentaria retirar as adagas das minhas costas, se não tivesse lembrado da última vez que tentei me remendar. “É melhor deixar isso pros especialistas.” Percebi o estado da filha do comandante, ela não conseguiria fugir sozinha e talvez o ombro da loira não seria o suficiente para escapar a tempo. – Alguém que não se machucou consegue carregar a Asami? – Eu tinha ciência de que também não conseguiria correr do porto até a base secreta, mas tentaria fazer o percurso mais rápido possível até sair do território inimigo. – Vamos pelo portão ao leste, rápido! – No caso da resposta for positiva, começaria a correr até a saída, viraria o rosto brevemente para trás, para ver a situação da equipe após o combate. Normalmente, minha escolha teria sido o portão mais próximo, se não a base inimiga não estivesse tão perto dele. Além disso, ouvia passos se aproximando de nós, não podia ficar remoendo cenários na minha cabeça sem fazer nada. “Deixe isso pra quando estiver descansando, Elise.”

Se eles não conseguissem carregar a garota ou se visse mais pessoas suspeitas, optaria pela discrição, pelo menos enquanto não soubesse com clareza quem estava vindo na nossa direção. – Vamos nos esconder, rápido. – Procuraria uma rua, beco ou esquina mais próxima e correria até lá, esperando que o grupo me acompanhasse. Se o local possuísse iluminação como tochas, lâmpadas ou lamparinas, tentaria apagá-las, desde que não fizesse barulho demais. Mesmo escondida, buscaria me posicionar de forma que conseguisse enxergar ou ouvir as pessoas que se encaminhavam para o local em que estávamos. A todo momento estaria com uma das mãos no cabo da Katana, preparada para eventuais adversidades. Quando não conseguisse mais ouvir ou ver quem se aproximava, inclinaria a cabeça para fora do esconderijo, checando se o caminho estava livre ou não para continuarmos a fuga. Se, quando fossemos nos esconder, Asami ficasse para trás, ajudaria ela a se esconder também, do jeito que precisasse, sendo carregando-a ou dando mais um braço para se apoiar como a loira estava fazendo. “Eu não posso correr o risco de falhar agora.” Por mais doloroso ou vergonhoso fosse encostar naquela frágil adolescente.

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Última edição por King em Sex 06 Dez 2019, 11:23, editado 2 vez(es) (Razão : erros gramaticais)
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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 4 EmptyDom 08 Dez 2019, 04:32



Story Telling



Aquela luta não foi a mais longa, porém teve momento de tensão suficientes para deixar todos nervosos, em todos os aspectos possíveis. Agora o problema estava bem diante de seus olhos, sair daquela cidade o mais rápido possível, para não serem incriminados de assassinato e roubo de documentos do governo, sendo que dois dos membros do grupo já estavam ferido e um desses dois incapacitado de certa forma. Tudo poderia falhar ali, talvez a falta de experiência ou sinergia do grupo pudessem afetar o resultado da missão e gerar o fim da base do Revolucionarios naquela cidade. Tudo estaria acabado.

Quando ouviram a comoção de pessoas se aproximando do local onde a luta havia acontecido, Elise rapidamente dá as ordens, mesmo comovida com tudo aquilo. Ele iriam direto para o Portão Leste e assim voltariam pela selva até chegar na base. O caminho não seria tão longo, mas poderia demorar um pouco devido aos ferimentos de Asumi.

A noite já estava dominando tudo e a visão, mesmo com as tochas da cidade era dificultada, porém o som era um forte fator nesse momento. Eles conseguiriam se orientar a partir dos barulhos causados pelo guardas da cidade e pelas pessoas que poderiam estar por perto, eles andariam o mais rápido possível e com sorte, conseguiram desviar de problemas iminentes. Mas depois de se afastarem relativamente do local de confronto, escutam um forte grito feminino. Provavelmente uma mulher deveria ter cruzado com os dois corpos largados no meio da rua e seu grito ecoou por boa parte da cidade, já que estaria mais silenciosa, aquilo poderia causar um alarde para os jovens que desejavam sair sem serem notados. Kyomi dá sua capa para Asumi, que consegue se tampar, por incrível que pareça a loira era capaz de ajudar Asumi sem problemas, mas já que a situação era crítica, Masaki também auxiliava para que pudesse acelerar um pouco mais.

Depois de uns 40 minutos conseguem sair da cidade, andando sorrateiramente, sempre atentos e não tão rápidos, gastaram mais tempo do que deveriam, mas foi o suficiente para saírem sem chamar mais atenção. Após se afastarem da entrada Leste, curvam pela floresta e seguiram até a base. Ou pelo menos foi isso que eles acreditavam.

Pouco mais de uma hora de caminhada, considerando a velocidade reduzida, estavam relativamente próximo. Porém Asumi começa a gemer de dor e pede para que parem um pouco, a iluminação era proveniente da lua e das estrelas, que deixavam o ambiente minimamente visível.

-Aa… Ahh.. Eu. Eu preciso parar um pouco, estou sentindo muita dor… Aaa - Quando ela diz isso, Kyomi e Masaki a ajuda a sentar numa pedra, onde ela poderia se apoiar e descansar um pouco - Me desculpem gente, estou sendo um fardo.. De novo..

A jovem pareciam um pouco triste, depois de todo esse percurso estaria cansada e a alegria da vitória do combate havia passado, o que ficava era a sensação dela estar atrapalhando a velocidade do time devido a seus ferimentos.

-Para com isso! Você foi golpeada, acontece, estamos todos aqui e vivos, conseguimos o que precisávamos, deu tudo certo! Agora vamos voltar, você vai ser cuidada e pronto, estará prontinha pra próxima! - A loira falava com certo otimismo, parecia satisfeita pela forma que a missão foi andando, mesmo que sua amiga ferida daquela forma. Masaki concorda fortemente com a cabeça.

- Agora só precisamos chegar, pelo que me lembro não falta muito! - Masaki fala depois de ficarem algum tempo parados. Todos já estavam bem cansados e precisavam chegar na base logo, o sono e a exaustão estavam batendo forte em suas portas.

A floresta era um pouco densa, deixando eles bem camuflados, entretanto poderiam haver outras criaturas igualmente escondidas nos arbustos ou atrás das árvores, porém a visão já era algo que ficaria extremamente prejudicada. As folhas eram bem verdes, a floresta pareciam bem saudável, o chão sólido e coberto por grama em boa parte. O vento era frio, o que poderia atrapalhar mais as coisas.

Eles teriam de se apressa. Depois de mais tempo de caminhada, a madrugada se aproxima, chegam a campina que levava à entrada da base, só mais um pouco, todos pareciam exaustos depois daquela noite. Seus pés doíam e sua mentes latejavam de tanto pensar e agir.

Eles andaram mais um pouco, chegando a um bosque diferente da floresta que haviam estado antes, as plantas e árvores eram diferentes e existiam alguns sinais discretos nas árvores, que só seriam vistos por pessoas que os conheciam, detalhes como símbolos aleatórios em posições e locais  diversos. Em uma árvore tinha um desenho de uma flor, numa pedra um desenho de espada, alguns cipós juntos de forma a parecer um tipo de laço, coisas que não se relacionavam e que muitas vezes só seriam notados pelos revolucionários que as conheciam.

Logo chegavam em um rochedo que possuía uma entrada bem discreta, virada para o lado oposto, onde finalmente chegaram, os quatro completamente destruídos, quando chegavam, Masaki fazia um som, para os de dentro reconhecerem e chegada e logo seis homens sobem para auxiliá-los a entrar e ajudar, afinal todo estavam cansados demais para prosseguir.

Eles desceram por uma escadaria, que levaria a um corredor com 6 portas, 3 de cada lado. O local pareciam algum tipo de ruína antiga, existiam alguns símbolos nas paredes, mas que eram indecifráveis, aquele local era bem antigo e estava sendo aproveitado como base, já que sua localização era bem afastada de tudo. Eles levariam os jovens para a segunda porta do lado direito, onde era o local onde cuidavam dos feridos e pudessem descansar.

Ao entrarem lá 3 moças foram aos cuidados dos jovens. Masaki e Kyomi  precisavam apenas descansar, se sentaram ali por perto para verem como as duas estariam. Duas vão aos cuidados de Asumi que estava visivelmente mais ferida e a outra para Elise.

-Minha jovem, como estão seus ferimentos? Eles já foram tratados? Estão doendo muito? - Ela dizia apressada, parecia preocupada, era uma moça relativamente jovem, vinte e poucos anos, cabelos castanhos e presos num coque atrás de sua cabeça, vestia uma roupa comum de tecidos brancos, era algum tipo de enfermeira. Ela tenta chegar aos ferimentos de Elise, mas precisaria tirar as roupas que a cobriam, ela tentaria colocar a jovem deitada em cima de uma espécie de maca, mas que seria uma cama mais alta.

Ela tiraria a blusa ensanguentada e deixaria Elise deitada de barriga para baixo, onde poderia ter acesso aos ferimentos. A garota sentiria uma dor muito forte, devido aos procedimentos de limpeza de um ferimento recém aberto, ardência forte.

-Me desculpe por isso, mas preciso limpar para que não se torne pior, espero que entenda! - A moça falava de forma mecânica, afinal era algo que ela parecia ter muita experiência. Depois de algum tempo da moça mexendo em sua feridas, que agora estão limpas e com curativos, ela entrega para elise uma nova blusa, para substituir.

Uma das outras “enfermeiras” traz uma prato com uma sopa e alguns pãezinhos pequenos para que a jovem coma. Ela sorri e coloca numa mesinha de cabeceira, junto de uma caneca de água. Masaki se aproximando e se senta na ponta da cama, onde a jovem poderia estar sentada ou deitada.

-E então, como sente? - Ele parecia preocupado, mas ao mesmo tempo orgulhoso. A bolsa com os documentos estaria perto da cama onde ela estava. Mas agora que já estariam seguros, estava tudo bem. Todos estavam comendo, Asumi estava deitada e Kyomi do seu lado, elas conversavam, Elise e Masaki não conseguiam entender o que ambas falavam, mas não parecia nada de importante.


Legendas escreveu:

Asumi Ferida
Masaki
Kyomi
Enfermeira
Goulart

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Mapa:
 


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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 4 EmptyDom 08 Dez 2019, 20:06

Bitter Aftermath


Saímos da cidade com a maior velocidade que nossas pernas permitiam correr, só não imaginei que encontraria algo ainda pior do lado de fora. Atravessar aquela floresta sem fim foi difícil, cansativo e, em alguns momentos, jurei que estávamos correndo em círculos. A única diferença notável eram alguns escritos estranhos que iam aumentando conforme nos afastávamos da zona urbana. “Masaki...Eu espero que você saiba aonde está nos levando.” Aquele grito feminino que ouvi na cidade ainda ecoava na minha cabeça, fazia meu coração disparar e uma vontade de olhar para trás enquanto corríamos crescesse em mim. Enfim, após um percurso cansativo, achamos a base revolucionária, alguns membros nos ajudaram a adentrá-la. “Até que ela é bem escondida.” Mesmo percorrendo todo aquele trajeto complexo, uma pequena desconfiança de que fomos seguidos permanecia nos meus pensamentos.

Será que finalmente haveria um momento de paz? Não exatamente, ainda tinha que informar meu superior do resultado da missão. “E essa é a pior parte.” Antes de fazer isso, segui o rumo da maré e deixei os revolucionários me levarem até a enfermaria, onde o tratamento das feridas começou. Não foi muito confortável quando a enfermeira pediu para me despir em sua frente, minha vontade era de sair correndo e enfiar a cabeça num buraco, como um avestruz, mas já não tinha forças para fazê-lo. Relutante, segui seus comandos, deitando-me de bruços. “Ainda bem que comprei esse sutiã antes de sair do circo.” Com certeza aquela situação poderia ter sido muito mais desconfortável, ela poderia ter pedido para me despir por completo, ou poderia não estar em posse das minhas roupas íntimas. Mesmo assim, todo aquele processo fora muito tenso, imaginar possíveis comentários que ela poderia fazer sobre minha pele exótica era muito mais doloroso do que o tratamento dos ferimentos, por mais que eu soltasse alguns gemidos com o último.

Terminado o processo, agora com uma vestimenta nova, meu típico mau-humor voltava a cena. Com fome e sono, o que mais almejava era o término a missão e um merecido descanso. “Nem que seja numa cama de pedras ferventes.” A minha sorte é que uma outra enfermeira aparecia e me ajudou a saciar parte dos meus desejos. Queria devorar tudo aquilo que me entregara com todo o ódio que havia dentro de mim, mas notei a aproximação de Masaki, então controlaria meus modos, começando por beber a água que estava próxima de mim, enquanto comeria os bolinhos, um por um. – É, eu tô. E ela? – Ser interrompida durante minha refeição azedava meu humor, evitaria olhar para Masaki, direcionando o olhar para a outra pessoa que havia se ferido comigo durante o combate com os agentes. Ver sua situação melhorando me deixava aliviada, apesar de seu pai não saber do que havia acontecido durante a missão, refletir sobre essa situação quase me fez esquecer do revolucionário ao meu lado. – A missão ainda não acabou. – Assim que os pães acabassem, tomaria a sopa. – Tenho que avisar Keiji dos nossos resultados. – Pausaria, tomando outro gole. – Nós fomos bem, fiquei impressionada. – Por mais mal-humorada que estivesse, relembrar dos três surrando o brutamontes fazia um pequeno sorriso genuíno esboçar no meu rosto, precisava sinalizar que estava tudo bem. Finalizando a refeição, me arrumaria, pegando meus pertences, incluindo a bolsa e me levantaria. – Vão descansar. Foi um dia cansativo. – Aumentaria meu tom de voz ao deixar minha mensagem, mesmo se houvessem mais pessoas na sala, acreditava que os três entenderiam meu recado.

Procuraria por Keiji nos aposentos revolucionários, se não o encontrasse, pediria informação para uma figura, de preferência conhecida. – Aannnn...Onde eu acho o Keiji? – Com as instruções necessárias, iria de encontro com o líder revolucionário. Se estivesse num ambiente privado, tocaria duas vezes, seja na porta ou na parede, avisando da minha chegada. Ao vê-lo, certamente ficaria com os nervos à flor da pele e suaria frio, mas tentaria disfarçar o nervosismo. – M-Missão cumprida senhor. – Entregaria a bolsa com os documentos. Não tive a menor curiosidade de abri-la e checar suas informações, por dois motivos: Primeiro, por uma possível reação exagerada do chefe ao descobrir que vi as informações antes dele e segundo, por aquilo já ter me dado dor de cabeça suficiente, se fosse algo alarmante, só me faria mais preocupada. “Se eu tiver coragem, pergunto isso pra ele depois.” Se ele sequer mencionasse o conteúdo dos papeis, prosseguiria. – Posso descansar agora? Não sei onde são meus aposentos, se tiver algum revolucionário que possa me ajudar, agradeço. – Meu maior medo era que perguntasse sobre a situação de sua filha, eventualmente, ele descobriria o que aconteceu. “Mas não serei eu, Elise Von Bernstein, que vou dizer isso.” Com a devida permissão dele, me retiraria, em busca do lugar indicado para descansar.

Histórico da garota Chuchu:
 

Informações:
 

Objetivos:
 

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Narração

– Fala –

"Pensamento"

Título

Ouça a voz da Elise:
 



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Última edição por King em Seg 09 Dez 2019, 00:48, editado 3 vez(es) (Razão : Editar objetivos/ Arrumando code)
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