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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap 1.2 - Liberté

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 2 EmptyTer 19 Jun 2018, 17:21

Relembrando a primeira mensagem :

Cap 1.2 - Liberté

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Revolucionário Elise Von Bernstein . A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 2 EmptyTer 11 Dez 2018, 20:40

Rapadura é doce mas num é mole não


Me surpreendi a ver a figura loira surgir na minha frente. Ao que tudo indicava, ele e o capitão possuíam certa intimidade, o chamou pelo nome. ”Fallback? Será que ? Não, isso é impossível....” Era muito coincidência ele ser corcunda e possuir aquele nome, talvez apelido. Suspirei fundo, aliviada. Saber que Briss não estava tão longe assim dava um alívio que percorria o peito. Fiquei impressionada com o tamanho do navio, de verdade, parecia ser bem maior do lado de fora, e pensar que todos os cômodos estavam organizados ao redor de um único hall. “É, posso dizer que os revolucionários possuem certa organização, não são nem um pouco parecidos com os piratas.” E, novamente, meu coração palpitava mais forte. Avistar aquelas 5 pessoas na cozinha, até então, todas desconhecidas, era um pouco amedrontador.  Fechei o semblante por um momento, será que não teria um momento a sós?

Enfim, aceitei as condições que me eram impostas até ali, e comecei a lavar os pratos. ”Reclamar não levar-me a lugar algum” Com certa raiva no olhar, busquei realizar a tarefa com o melhor desempenho que pude, se fizesse bem feito, estaria rapidamente fora dali e poderia descansar um pouco, sozinha. Para o meu azar, aquilo consumiu mais tempo do que eu imaginei, apesar de não saber quantas horas foram, já sentia meus braços dormentes. Depois de muito esforço, terminei, e segui em direção ao casco, onde finalmente pude descansar, um pouco. A fome surgiu e senti seus solavancos na minha barriga. “´É, hora de comer.” Por coincidência, o loiro retornava no momento mais oportuno.

Não demorou muito, e mais um descontentamento entrava na minha lista. A “brincadeira” do revolucionário que passara por mim e pelo loiro faziam meus dentes rangerem de raiva. – Desgraçado... – Murmuraria, em voz baixa, enquanto encarava o chão. “Esses idiotas não conseguem me ignorar” Afim de não enfrentar mais perrengues, me dirigiria ao lugar indicado pelo companheiro que me acompanhara até então, pude ver que haviam alimentos bem variados e, sem pestanejar, montaria meu prato. Não colocaria muita comida, um pouco de cada, o suficiente para encher o prato de forma equilibrada. Pegaria um talher simples, sem preferência entre garfos ou farcas, comeria com o que estivesse disponível. E, então, chegava a decisão mais difícil. “A-aonde eu sento?” O refeitório estava lotado, era quase impossível sentar sozinha e, infelizmente, não consegui identificar muitas mulheres naquela confusão. “Seja o que Deus quiser...” Sentaria no lugar mais afastado que conseguisse, nos cantos. Evitaria fazer contato visual com qualquer um que estivesse na sala, e realizaria minha refeição quase sempre com os olhos voltados para o prato. Se tentassem conversar comigo, gesticularia que minha boca estava cheia demais, e que, por isso, não conseguiria falar.

Uma vez terminado o almoço, procuraria pelo capitão Fallback, quando o encontrasse, daria um pequeno toque em seu ombro. – Oi, então, onde eu posso descansar? Não sei se tem algum cômodo exato para cada um aqui, ou se vou ter que dividir meu quarto com alguém, não sair perguntando de quarto em quarto, são muitas p-pessoas. – Perderia um pouco a compostura ao pronunciar a última palavra, só de imaginar a situação, sentia um arrepio serpentear a coluna. Com a resposta, me dirigira ao local adequado. Se não conseguisse encontrá-lo, ou, tivesse que falar com mais alguém, optaria pela passividade, novamente voltaria para o casco do navio e sentaria-me próximo dele, o usando de encosto. “Parece um bom lugar para tirar um cochilo”
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Última edição por King em Qua 04 Dez 2019, 08:27, editado 1 vez(es) (Razão : histórico)
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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 2 EmptyQua 12 Dez 2018, 06:27










- Elise von Bernstein -
Clima: 18ºC - Ensolarado
Localização: Porto de Briss Kingdom
Horário: 17:00





Elise ainda não parecia se sentir confortável na embarcação, menos ainda depois da brincadeira de mal gosto feita por um dos tripulantes, isso aliado ao fato de não haver nenhuma mulher aparentemente visível no lugar, fazendo que todas as atenções fossem direto para si, algo que a mesma preferia evitar, por conta de sua timidez. Depois de pegar um prato em suas mãos, a morena se dirigiu às panelas pegou um pouco de tudo, ficando com um belo montante de comida, que mataria sua fome sem problema algum. Ainda apreensiva por chamar atenção alheia, a Bernstein procurava avidamente por algum lugar onde não precisaria ficar encolhida e com a face voltada para o chão, tornando para não ser notada. Por sorte realmente existia um lugar deste, era uma mesa para duas pessoas, mas como não havia ninguém sentado lá, a revolucionária se dirigiu ao assento, onde comeu sem mais problemas.

Ao fim da refeição, todos deixaram seus pratos em uma mesa no meio do refeitório, e depois seriam novamente divididas as tarefas. Depois de deixar seu prato lá, Elise estava procurando pelo capitão Fallback, mas este já a esperava do lado de fora do refeitório. - Pois não, querida. O que deseja? – Sua expressão era uma incógnita, era impossível sequer imaginar o que se passava na cabeça do mesmo. - Oi, então, onde eu posso descansar? Não sei se tem algum cômodo exato para cada um aqui, ou se vou ter que dividir meu quarto com alguém, não sair perguntando de quarto em quarto, são muitas p-pessoas. – A morena estava claramente nervosa com essa opção, o que trouxe um leve riso à face do capitão. - No mastro central tem uma sala bem no alto, ninguém vai lá a muito tempo. Então pode ficar por lá, quando chegarmos eu mando alguém lhe avisar. – Disse-lhe Fallback.

Alguns dizem que era bom fazer exercícios após o almoço, outros discordavam dessa hipótese, mas no final a verdade é que independente de ser bom ou ruim, Elise tiraria a prova agora. O único caminho para chegar no único aposento onde poderia ficar sem maiores interrupções era uma enorme escada, demoraria ao menos um par de minutos para acender ao palanque no topo. Estando ofegante ou não, era mais provável que sim, a morena só tinha uma coisa em mente ao terminar sua subida, encostar em qualquer lugar e dormir. Na sala não haviam colchões, somente equipamentos velhos ou em desuso, mas boa parte do cômodo ainda era utilizável, e nesta parte a Bernstein encostou-se em uma das paredes e dormiu, com sonhos ou pensamentos que ninguém saberia, fora ela.




Depois de um cochilo revigorante, é de se esperar ver tal pessoa acordar aos poucos, se espreguiçando mais que um gato e os olhos semicerrados pelo sono, mas infelizmente não foi dessa forma que aconteceu com Elise, pois teve de acordar aos pulos, pois a embarcação foi tomada por um tremor depois de um barulho estrondosamente alto. Descendo a escada com pressa, a morena logo chegou ao convés, que estava uma verdadeira confusão, o barco estava a menos de 300 metros do porto, mas, de repente, fora atingido com uma bala de canhão, que a disparou? Um navio pirata que ia na direção deles a toda velocidade. Os homens do barco pareciam estar assustados com o que ocorria ali, mas tiveram de acalmar com um grito do capitão. - Fiquem calmos, vocês são Revolucionários ou apenas um bando de crianças que se escondem na barra da saia da mãe? – Apesar dos insultos, seu propósito fora concluído, os tripulantes agora pareciam mais confiantes, e não confusos. A cada instante os piratas se aproximavam da embarcação, e nesse momento, o capitão disse para Elise. - Se puder nos ajudar ficaria honrado, você me parece ser forte. – Sussurrou para a morena, e ao virar-se, viu que os barcos praticamente estavam encostados, correu de forma desengonçada na direção dos adversários, gritando. - VAMOS DESTROÇÁ-LOS, VAGABUNDOS DO MAR!! – O grito de incentivo do capitão, levou os homens junto consigo, que começaram rapidamente um embate contra os piratas.

Elise ainda não havia se movido, e de repente, um pirata surgiu na sua frente gritando, era um homem baixo e muito feio, faltavam-lhe quase todos os dentes da boca e seu mau hálito era pior do que enxofre, o mesmo saltou na direção da morena trajando uma espada simples, mas antes de chegar perto foi atingido nas costas e caiu, e quem apareceu no lugar dele fora Luca, com uma carranca de preocupação. - Cuidado, já começou a luta, se você não lutar, se esconda em algum lugar. – Avisou o cozinheiro.
Legenda:
 


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Última edição por Raiden Fuji em Sex 21 Dez 2018, 03:10, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 2 EmptySab 15 Dez 2018, 16:46

Shall We?

Se eu tinha algo que era ainda maior que a timidez, era a ranzinza que carregava, e tudo que aconteceu na minha vida, desde que me considero gente, parecia fazer o segundo lado pesar mais que o primeiro. Eu tive um breve tempo para descanso depois de percorrer uma longa, e complicada, escada. Cheguei a fechar os olhos e dormir, foi uma boa soneca, mas não conseguia sequer me lembrar do que havia imaginado enquanto estava inconsciente. Infelizmente, acordei as pressas procurando minha espada, como de costume, sem entender bem o que estava acontecendo. Fiz o que estava dentro do possível, corri até o corredor principal até chegar no convés, procurando um único sinal de vida que houvesse no navio. “ Não é possível que estamos sendo atacados AGORA” Ainda estava em negação quando cheguei lá, mas foi cedo o suficiente para ouvir o capitão FallBack falando sobre o que estava acontecendo. Piratas? Todos os demais revolucionários estavam amedrontados, e eu estaria mentindo se não falasse que senti o coração bater mais forte ao saber quem era o inimigo. ” Não esperava lutar com esse tipo de inimigo, mas vida que segue...”

O barco que havia atirado contra nós se aproximara, a colisão era inevitável. – Sim... – Responderia ao pedido do capitão, sinceramente, nunca gostei muito de violência, mas ceifar a vida de alguns daqueles ratos aliviaria a fúria que estava sentindo. Para o meu azar, a batalha já havia começado, e um adversário apareceu na minha frente sem eu perceber. – M-merd ... – Engasguei. Não era um homem de estatura boa, na verdade, era um anão um tanto quanto feio. Meus reflexos não foram rápidos o suficiente para evitar seu ataque, jurava que começaria a luta em desvantagem, mas o garoto loiro, o mesmo que me ajudara na cozinha, apareceu e o atacou a tempo. – Esconder? Faça-me o favor e saia do caminho! – Revidaria seu comentário, sem muito pudor. Trataria de desembainhar a katana enquanto caminharia para a frente, com passos serenos. “ Vocês querem uma luta? Pois é o que vão ter! “

Eu sequer queria saber o motivo de estar ali, mas faria questão de degolar o adversário que se colocasse no meu caminho. Não tomaria a iniciativa, caminhando de forma majestosa pelo convés esperando que algum pirata desmiolado tentasse me atacar. Permaneceria com de postura ereta e, no caso de algum infeliz me atacasse, estaria pronta para esquivar. Com ataques horizontais, esquivaria jogando-me para trás, com um pequeno pulo e, se necessário, inclinando o corpo. Se por ventura acontecesse algum ataque vindo de cima, desviaria me movendo para quaisquer uma das laterais. No caso dos ataques visarem qualquer área do abdômen para baixo, também trataria de pular antes que o ataque atingisse. Se os ataques fossem desferidos sem arma alguma, apenas com ataques corporais, apostaria em movimentos menos complexos e mais reativos, simplesmente locomovendo do torso para cima, sem muita elaboração. Com sucesso em me esquivar, me afastaria com alguns passos para trás, adotando uma pose mais debochada, com uma das mãos na cintura e apontando a arma contra o oponente, fitando-o confiante.

Spoiler:
 

– Pfffff...  Que decepção – No caso da provocação funcionar e novamente me atacar, tentaria avançar mais rápido que o adversário, me inclinando e fazendo uma finta em direção as suas pernas, o verdadeiro golpe seriam duas estocadas seguidas na direção de seu peito. Pretendendo parar paralelo a ele, terminaria a sequência estocando seu braço também. Se não conseguisse executar os golpes, atacaria de verdade suas pernas, novamente com estocadas e seguindo a sequência planejada. Se tentasse contra-atacar, tentaria agir mais rápido, me afastando dele.

Havia também a possibilidade de uma mulher não chamar atenção no meio de todos aqueles brutamontes. “ Nesse caso...” A figura de FallBack era muito importante para aqueles homens, afinal, foi ele quem os motivou a lutar. Levando em conta seu apelido, não acreditava que conseguisse lutar sozinho. Procuraria pelo capitão, sempre de arma empunhada.
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Narração

– Fala –

"Pensamento"

Título

Ouça a voz da Elise:
 



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Última edição por King em Qua 04 Dez 2019, 08:28, editado 1 vez(es) (Razão : histórico)
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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 2 EmptyDom 16 Dez 2018, 18:43










- Elise von Bernstein -
Clima: 18ºC - Ensolarado
Localização: Porto de Briss Kingdom
Horário: 17:00





A fala de Luca acabou por irritar Elise, mesmo que a mesma tenho sido salva por ele, não gostou de escutar que teria de se esconder, e irritada, tirou o cozinheiro da frente e sacando sua espada foi em direção à batalha, deixando o loiro embasbacado com a ação da morena. Para o cozinheiro, a espadachim parecia ter feito de aquilo de birra, pois andava em frente sem nem ao menos atacar alguém que estivesse perto de si, mas o mesmo teve de parar de prestar atenção na Bernstein, já que uma boa quantidade de invasores ia para perto de si. Dentre os que estavam ali, somente um percebeu a revolucionária andando despreocupadamente, e irritado por alguém ser tão audacioso em um combate, partiu rapidamente na direção desta, mas as coisas não foram tão simples para o pirata.

Sendo atacada por diversos golpes desferidos por um pirata qualquer, Elise teve de fazer certo esforço para não ser acertada, não por que o pirata era poderoso, mas os golpes não tinham padrão, uma hora um golpe vertical, depois uma estocada seguida de um golpe diagonal, mas em meio às esquivas da morena, que só o conseguia pelo fato do pirata ser realmente bem fraco, tanto que do nada, o mesmo tentou desferir um chute para o alto, mas não tinha a flexibilidade necessária para tal, por isso caiu no chão de costas no chão, e a Bernstein fez uma posição de deboche e disparou para o pirata. - Pfffff...  Que decepção

A fala da espadachim irritou o homem que começou a se mover, mas ao fazer menção levantar-se, a morena avançou rapidamente e deu uma estocada no peito do homem, que mesmo ferido gravemente, fez um corte horizontal, na altura do umbigo da morena, ferindo-a, mas não foi capaz de fazer mais nada ao ser acertado por uma nova estocada no peito, a quantidade de sangue que perdia era enorme, denunciando que logo morreria pela perda do mesmo. Dessa forma, a Bernstein deixou o pirata a esperar pela morte e foi procurar por Fallback, acreditando que teria problemas na hora de lutar por conta de sua alcunha.

Ao encontrar o capitão com os olhos, Elise viu que o mesmo lutar habilmente contra dois homens de igual para igual, mas estavam os três em um impasse, já que ninguém conseguia ferir ninguém, a morena foi em direção ao capitão homem para ajudá-lo, mas algo estranho aconteceu no momento. O capitão dos piratas finalmente saiu de seu barco, e todos, exceto os piratas e Fallback, se sentiram paralisados. - Parece que nos encontramos novamente Fallback. Ainda está bem, já que consegue enfrentar meus docinhos muito bem. Kipapapapapapa. – Riu o homem, e em seguida sua expressão se tornou séria novamente e os revolucionários foram mandados para fora do barco, caindo no mar ou já no porto, Elise caiu na água, próxima ao porto. - Capitão, capitão! – Gritavam os revolucionários enquanto viam o barco deles se mover em direção ao horizonte junto do navio pirata e a gargalhada do capitão pirata ao fundo. - Kipapapapapa.

Considerações:
 

Legenda:
 


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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 2 EmptySeg 17 Dez 2018, 23:20

Living In a Beach Paradise


Era difícil distinguir o que realmente estava acontecendo de alguma possível náusea marítima. Não sabia como, mas o último pirata que tinha embarcado possuía uma aura assustadora, não só eu como os demais revolucionários mal conseguíamos nos mover, tamanha era a força de sua presença e, de algum jeito muito estranho, fomos derrubados ao mar. “O que diabos está acontecendo? Fallback!” Buscaria pelo capitão com o olhar, sem sucesso. Tudo indicava que ele continuava na embarcação, junto aquela figura aterrorizante. – Merda! Tenho que nadar até a costa. – Por sorte, não estava muito longe de Briss. Se notasse mais revolucionários perto de mim, corrigiria a fala, com as bochechas coradas. – N-nós temos que nadar até lá, vamos! – Começaria a nadar, com certa dificuldade, ao pedaço de terra mais próximo de nós, o porto da ilha.

Notava uma dor incessante na minha barriga, não sabia a região exata, mas tudo indicava que aquele paspalho que enfrentei conseguira me atingir. Ardia, mas já tive ferimentos piores. Quando chegasse no porto, apoiaria em algum objeto, nem que fosse em meus próprios joelhos, e sentaria no lugar mais próximo. Em seguida, retiraria minhas luvas, botas e também o manto, virando-as para baixo para retirar um possível excedente de água  – Tava bom demais pra ser verdade – Não deixaria de resmungar pela situação que me encontrava. O major desapareceu, haveriam outros membros do exército com o mesmo cargo dele por aqui? Caso contrário, sobraria para mim, uma cabo, tomar a iniciativa. Essa incerteza fazia um arrepio descer pela espinha. “ A-ai meu deus “ Imaginava muitas situações agora, mas nenhuma delas parecia ser tão ruim quando a que me encontrava. Respiraria fundo, de olhos fechados e cabisbaixa. – Preciso tomar as rédeas disso. – Vestiria novamente minhas vestimentas e me levantaria. Havia também a possibilidade de sermos recebidos por marinheiros, quiça agentes do governo e, nesse caso, tentaria me esconder em meio a uma possível areia/locais do porto. Se algum figurão questionasse minha presença no local, prontamente responderia: - Encharcada desse jeito, o que você acha que aconteceu? Fui vítima de um naufrágio, tem como ajudar? - Estenderia a mão.

Sem mais delongas, caminharia até a primeira figura que visse com aparência mais próxima de um membro da revolução ou então procuraria por um rosto já conhecido. – Hmph – Forçaria uma tosse para quebrar o gelo.  – Então, agora que o capitão se foi, quem é o superior? Precisamos fazer alguma coisa, não sei se o reino de Briss é simpático a nosso exército. – Gesticularia para o meu umbigo, em seguida. – Eu tô com um ferimento aqui, você é médico ou algo assim? – Se a resposta fosse negativa, perguntaria se ele conhecia algum por ali, dentre os revolucionários, que soubesse primeiros socorros. Evitaria movimentos muito bruscos, me limitando a acompanhar o movimento do porto e de seu entorno.
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– Fala –

"Pensamento"

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Ouça a voz da Elise:
 



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Última edição por King em Qua 04 Dez 2019, 08:28, editado 1 vez(es) (Razão : histórico)
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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 2 EmptyTer 18 Dez 2018, 01:40










- Elise von Bernstein -
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Localização: Porto de Briss Kingdom
Horário: 17:00





Depois de serem lançados ao mar pelo estranho capitão pirata, e perceberem que nada poderiam fazer para ajudarem seu amado capitão, alguns revolucionários choraram, mas boa parte deles não sabia exatamente o que fazer. Elise não chegara a chorar, mas parecia estar triste pelo rumo que a vida de Fallback tomava, mas também percebera que nada poderia fazer para ajudar o capitão, então  decidiu que teria de chegar até o porto, por sorte não estavam a mais do que 100 metros do local, então, sentindo todo o peso de sua timidez querendo lhe impedir, a morena disse para os que a rodeavam. - N-nós temos que nadar até lá, vamos! – Os revolucionários que estavam meio perdidos, somente seguiras as ordens, não eram mais do que simples soldados, que acatavam o que lhes era dito, não tinham vontade ou ambição de ser aqueles que ditam as ordens, diferente da Bernstein.

Seguindo a morena, todos foram para a costa da ilha, que por sorte era uma praia, e não um desfiladeiro, o que disponibilizava aos revolucionários uma entrada à ilha, um dos mais [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], aparentava ter mais de 50 anos, disse a eles. - Esperem, não saiam entrando sem mais nem menos. Esperem até o momento certo. – Avisou o mesmo, poucos havia o visto ou sequer falado com o mesmo anteriormente, então boa parte dos soldados avançou sem qualquer preocupação, Luca fora um dos poucos que não fizera menção de seguir, Elise até chegou a avançar, mas o fato de que estava atrás de todos a ajudou, pois demorou a avançar, e isso mostrou as armadilhas. Cerca de 40 revolucionários foram cercados por Agentes do Governo, e o número deste era o dobro dos viajantes. - Eu disse que era para esperar, agora não podemos fazer nada por eles. – Anunciou o senhor, fazendo uma cara triste e baixando a cabeça por um curto período de tempo.

Depois de novamente levantar sua cabeça, o velho olharia para todos, como se estivesse contanto a quantidade de pessoas ali. - Vamos, por aqui tem um lugar onde podemos entrar na ilha. – Após falar, o velho começou a nadar para a direita, assim que saíram da área da praia, entraram em uma parte de uma construção rochosa, e nesse momento, um dos soldados proferiu, bastante irritado. - Está nos levando para uma armadilha, seu velho ridículo? – Com a reclamação todos pararam de nadar, fazendo com que Bernstein tivesse de fazer o mesmo. - Um soldadinho merda como você acha que sabe de alguma coisa? Devia se colocar em seu devido lugar, junto com os vermes. – O velho que indicava o caminho havia se irritado. - Eu não sou soldadinho, eu sou um Cabo. – Posou o mesmo, com uma arrogância que era desnecessária aos olhos do velho. - Grandes merda, eu já fui um Sub-General, e nem por isso eu faço essas coisas ridículas, se realmente fosse poderoso estaria quieto no seu lugar. – Disse o mesmo de forma ríspida, voltando a liderar o comboio, enquanto o Cabo ficava para trás, deprimido com o final que a discussão tomou.

Depois de 20 minutos nadando, chegaram a uma parte onde havia uma falha no paredão de pedras, a falha era minúscula em comparação com o tamanho das pedras, mas até um homem de grande porte adentraria o local. Assim que chegaram em terra, viram a entrada de uma [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] à sua frente. - Vamos lá. – Chamou o Sub-General aposentado. Assim que passaram pela entrada, haviam pedras enormes pelo caminho, e alguns tiveram bastante dificuldade para passar, sendo Elise uma delas, já que seu ferimento não a ajudava. - Está com algum problema, minha jovem? – Perguntou o velho. - Eu tô com um ferimento aqui, você é médico ou algo assim? – Respondeu a morena com outra pergunta, o velho meneou a cabeça negando, mas parou para respondê-la em seguida. - Lá na célula temos um médico, ele pode dar uma olhada em você e em quem mais precisar. – Avisou o mesmo, e continuando em frente, até chegaram em uma [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] imensa, o velho bateu na mesma duas vezes, e a porta foi aberta lentamente.

A mesma mal abriu e todos adentraram o cômodo seguinte, que era um grande [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] Com uma passagem estreita no meio, duas longas mesas em cada lado e uma mesa menor na frente, onde havia apenas um [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], que se sentava na cadeira do meio. - Cheguei, Keiji. Como vão as coisas por aqui? – Perguntou o velho. - Nada bem, amigo, nada bem. Depois entro em detalhes com você. Quem são esses? – Perguntou o mesmo. - São jovens revolucionários que encontrei em um naufrágio no porto. Por falar nisso, essa jovem precisa de um médico, posso levá-la? – Perguntou o mesmo, querendo levar a Bernstein para ser tratada de uma vez, visto que a mesma ficara para trás anteriormente. - Sim, pode levá-la. Se houver mais alguém ferido, pode ir também. E antes de saírem, sejam bem-vindo à célula revolucionária de Briss! – Anunciou o mesmo levantando-se e abrindo os braços.

Por uma porta na parede do lado direito, o velho saiu junto com Elise e outro revolucionário que tinha em corte mais fundo no braço direito. Seguiram um corredor e em uma sala à esquerda, a única de todo corredor. Lá dentro viram um [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], que fez uma reverência para o velho. - Como vai, Masato-sama? O que deseja? – Perguntou o médico. - Só trate dessas crianças. – Disse o mesmo, e saiu em seguida.[/color] – O médico deu uma risada com a ação do mesmo. -Então, o que vocês têm? – Perguntou o mesmo para os dois revolucionários, Elise apontou para a região da barriga e o outro mostrou seu braço. - O seu é mais simples, venha comigo. Você, rapaz espere aqui. – O arroxeado levou a Bernstein para uma maca e a deitou, levantou sua blusa para que pudesse ver o ferimento, e assim que o fez, limpou o ferimento e fez um bom curativo. - Teve sorte de que o ferimento foi superficial, então só evite movimentos bruscos por enquanto. Está liberada. – Disse o médico, volando para onde estar, provavelmente iria tratar o outro revolucionário. Agora com um local novo para descobrir e estando sozinha, o que a Bernstein faria?[justify]

[spoiler=Ferimentos]Corte Horizontal no Umbigo - 0/2 Tratado
Legenda:
 


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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 2 EmptyQua 19 Dez 2018, 15:18

A trilha que deixei


Não sabia o porquê, mas o destino insistia a sorrir para mim. Ao chegar a ilha, dei de cara com uma praia e, assim como os outros revolucionários, naturalmente segui em frente. Eu estava errada. Se tive a sorte de encontrar a praia, os demais colegas deram o azar de serem capturados, não sabia exatamente por quem, mas tudo indicava que eram agentes ou marinheiros. A ferida teve, enfim, alguma utilidade, se tivesse nadado no ritmo deles, teria sido também capturada. – Hmph – Foi a única reação que tive, permanecendo com o rosto neutro a situação.

Notei uma voz estranha surgindo diante a situação. Era uma figura idosa mas que, de algum modo, conseguiu sobreviver todo o percurso até aqui. E ele sabia a direção. Eu não gostaria de segui-lo, porém, o único caminho que achei tinha sido um armadilha, então me via sem muitas opções. O velho se mostrava uma pessoa bem rabugenta, condizente com sua idade, e bateu boca com um colega revolucionário. O brigão também era Cabo, não senti compaixão, mas sim desdém dos dois. “Acho que não entenderam bem para que o exército serve.” Por um momento olhei para baixo e continuei a nadar assim que a briga cessou.

Foi assim que chegamos em um lugar, uma estranha caverna porém um tanto quanto grande. O terreno era áspero, irregular e o cheiro dos homens e do ambiente molhados não era nem um pouco agradável. “ Eu devia ter continuado em Centaurea ” Por um momento senti vontade de gorfar, mas tampei a boca a tempo. Continuamos o percurso e, felizmente, a base revolucionária ficava adiante, e não era um lugar feio, não tão bonito quanto a base anterior, mas ainda sim, possuía seu charme. O que destoava da passagem era a presença de uma única pessoa, que cumprimentava a mim e ao velho que me acompanhava.

Recebi permissão para ir até a enfermaria, e até que havia sido tratada bem. O ferimento não era nada sério mas não queria passar pela mesma situação de antes e improvisar um curativo, não foi uma experiência nem um pouco agradável. Me via novamente numa situação calma na qual conseguiria decidir com tempo o que faria, e isso fazia-me esboçar um sorriso leve. " Sem balas de canhões, sem piratas imundos... “ Deitaria sobre a maca novamente, com os braços na nuca e olhando para o teto. – O que devo fazer agora? – Me colocaria de pé com um pulo, e começaria a andar para fora da enfermaria. – Obrigada – Olharia para o médico e agradecê-lo-ia pelos cuidados.

A primeira coisa que pensei foi em procurar quem nos levou até aqui. Pelo o que me lembro, quando brigou com o cabo, dizia ser um Sub-General. Não acreditei no que dizia, mas ele conhecia a base, então, provavelmente saberia quem era o comandante. Sendo assim, caminharia ao redor da base, procurando pelo figurão. - Então... Você disse que era um Sub-General? É você que está no comando? Se for, eu peço por uma missão, sou a Cabo Elise, defendi o QG revolucionário de Centaurea  - Se a resposta fosse negativa, procuraria por outro “conhecido” um revolucionário chamado Keiji. - Olá, sou a Cabo Elise, de Centaurea. Escutei você comentando que as coisas não estão boas por aqui, existe algo que eu possa fazer? –   Não esqueceria de bater a continência, mesmo que não fosse um superior, não deixaria de cumprimenta-lo.  Procuraria uma cadeira ou objeto semelhante para sentar e continuaria. – Nosso navio foi atacado por piratas, e aparentam ter um histórico com o ex-capitão Fallback. Tudo indica que ele foi capturado. – Pausaria, em sinal de respeito. Sabe-se lá o que acontecera com o corcunda – Quando chegamos a ilha, um contingente de soldados nossos foi capturado por inimigos. Não sei a certo quem são, mas a situação não está boa. – Cruzaria as pernas, deixando que o revolucionário falasse.

Histórico da garota Chuchu:
 

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– Fala –

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Última edição por King em Qua 04 Dez 2019, 18:52, editado 1 vez(es) (Razão : histórico)
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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 2 EmptyQui 20 Dez 2018, 17:42










- Elise von Bernstein -
Clima: 18ºC - Ensolarado
Localização: Porto de Briss Kingdom
Horário: 17:00




Com o fim do atendimento que teve, Elise levantou-se da cama e agradeceu ao médico enquanto saía da enfermaria, sabendo o caminho que percorrera para chegar à enfermaria, fizera o oposto e saíra no grande salão onde havia se encontrado com Keiji, o homem que parecia estar no controle daquela célula, mesmo que Masato houvesse dito que havia sido um Sub-General não comandava o lugar, fazendo com que a morena não acreditasse totalmente em sua história, ainda mais pelo comportamento que tivera anteriormente ao discutir com um revolucionário da mesma patente que a da Bernstein. Ao chegar no salão, primeiramente não havia ninguém, mas em seguida muitas pessoas começaram a surgir de uma porta lateral, do lado contrária à que a levara à enfermaria.

- O que será que eles querem falar agora? – Falou bem alto um dos que entravam, sua face mostrava somente o tédio e uma enorme preguiça. - Aposto que vão nos mandarem naquelas ideias malucas de novo. – Comentou arrogantemente um outro que pela expressão que fazia, mostrava-se uma pessoa explosiva e irritadiça.  - Eu acho que... – Dizia uma mulher, a primeira que Elise via desde que saíra de Centaurea, mas a mesma teve de se interromper, pois de trás da única mesa que ficava acima das outras, saíram Keiji, Masato, e mais três pessoas, sendo duas mulheres e um homem. - Sentem-se todos! – Ordenou Keiji, e diferente de quando a morena o viu mais cedo, sua face estava dura, não sabia se era por estar irritado, ou se ficar assim o ajudava a manter o controle dos revolucionários que ali estavam.

Dois minutos depois, e finalmente todos estavam sentados, e Keiji voltou a falar. - Como todos sabemos, a situação aqui em Briss Kingdom não está nada boa, todos tentam mascaram tudo, já que essa ilha é conhecida como a cidade da moda, o Governo Mundial quer começar nessa ilha e assim espalhar seu domínio por todas as ilhas do South Blue. Eles conseguirão? – O discurso do Líder da célula pareceu indignar todos que o ouviam, tanto que a resposta para sua pergunta saiu em segundos, com um sonoro NÃO!!!Vamos combatê-los com unhas e dentes. – Voltou a dizer o moreno, mostrando uma grande fúria, o que animou completamente os que escutavam, que gritaram dando apoio às palavras de seu líder. - Então, a partir de agora provavelmente teremos uma maior demanda de missões, estejam todos atentos às chamadas, e jamais faltem às convocações! – Exclamou Keiji, e após isso, dispensou a todos, que começaram a se movimentar para sair do salão.

Com a dispensa, Elise foi atrás dos que estavam na banca, Mas Keiji já havia saído, e ela só encontrou com Masato, e o chamou, o velho olhou-a e deixou que falasse. - Então... Você disse que era um Sub-General? É você que está no comando? Se for, eu peço por uma missão, sou a Cabo Elise, defendi o QG revolucionário de Centaurea – O ex-Sub General olhou-a com a testa franzida – Acho que já percebeu que Keiji é quem está no comando. – Mas o mesmo suavizou sua expressão. - Não sabia que estava naquela ocasião em Centeurea, fiquei sabendo do que ocorreu, parabéns senhorita. Eu acho que posso arrumar uma missão para você, venha comigo. – Com isso, o velho fez Elise segui-lo, pelo caminho que os outros líderes haviam passado, passaram por uma porta dupla e chegaram em uma [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.].

Keiji estava em uma das poltronas, e Masato levou a Bernstein direto para lá. - Ei Keiji, essa garota quer falar com você. – Anunciou o velho, que fez com que o moreno rolasse os olhos. - O que quer garota? – Perguntou o mesmo com um tédio aparente na voz. - Olá, sou a Cabo Elise, de Centaurea. Escutei você comentando que as coisas não estão boas por aqui, existe algo que eu possa fazer – A expressão do líder da célula não mudou em nada. - Ah, você pode fazer... – Keiji estava com um de seus dedos no nariz, quando foi interrompido por Masato. - Dê quela missão para ela. – Disse o grisalho com convicção, assustando o líder. - Têm certeza? Essa missão não parece um pouco… demais para ela? – Disse o moreno, parando para olhar Elise. - Tenho, ela estava em Centaurea... – O mesmo fora interrompido por Keiji. - Sério? Então a missão é sua. – Disse o moreno, entregando um papel na mão da Barnstein.

Citação :
Aqui o General Shui. Escutei rumores, de que o Governo está planejando uma Mega Operação em Briss. Eles descobriram sobre a nossa célula aí. Então, vão fazer rondas diárias e intensivas por um mês inteiro na ilha. Eu quero que você envie um dos membros para fazer uma infiltração e pegar os planos deles, locais, dias formas de fazer as abordagens, e descobrir o que eles fazem com quem eles capturam. Essa é uma missão de suma importância, pois se houver falhas, todos podem ser pegos.

E aí aceita a missão? – Perguntou Keiji, olhando firmemente para Elise.

Ferimentos:
 

Legenda:
 


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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 2 EmptyQui 27 Dez 2018, 12:31

Dancing In The Dark


Keiji não parecia nem um pouco impressionado com a minha apresentação. O ex-comandante, ao contrário, reconhecia meu esforço por ter sobrevivido em Centaurea. “De fato, nem eu sei como consegui sair viva daquela chacina“ Segurei o queixo com minha mão destra, enquanto fitava o chão. A confiança de um deles foi o bastante para que o líder da célula me passasse uma missão diferente, o que Keiji planejava era diferente. Pegaria o papel que tinha passado para mim, aproximando-o dos olhos e lendo com cautela o que havia sido escrito.

- Bem... - Cruzei os braços e expirei preocupada. Recuperaria a compostura e fitaria o líder. - Creio que consigo, sim, cumprir essa missão. Mas com algumas condições - Passaria meus dedos no cabelo, encaracolando-os. – Com a patente que tenho agora, creio que tenho mais “poderes” que um revolucionário comum, certo? Assim como mais obrigações. – Voltaria minha atenção aos meus ouvintes. – Posso levar mais revolucionários comigo? Não preciso de um grupo muito grande, umas três pessoas é o suficiente. – Se a resposta fosse positiva, continuaria o raciocínio. – Acho que o senhor os conhece muito bem, Major Keiji. – O tom seria um pouco menos confiante, pois não sabia a patente exata do superior. – Aqueles 3 revolucionários que te acompanhavam, duas mulheres e um homem, correto? Acho que seriam os candidatos ideais para me ajudarem. – Se em qualquer momento ele se mostrasse contrário à ideia, colocaria o papel num dos bolsos e responderia de prontidão. – Entendo... Nesse caso, cuidarei de tudo sozinha. –

Não que eu gostasse de trabalhar em grupo, a última vez que fiz isso foi... no mínimo, deplorável. Mas quando li o conteúdo da missão, meu coração palpitara tão forte, mais forte do que quando tive qualquer crise de timidez. Enfrentar aquele perigo todo sozinha não me era uma ideia agradável. Com a permissão de liderar o pequeno grupo concedida, esperaria que eles fossem reunidos e, caso não fossem, me pronunciaria. – Então... Onde posso encontra-los? – Me encaminharia ao local de encontro, e procuraria pelos revolucionários. – Com licença, eu sou a Cabo Elise, o... l-líder Keiji passou uma missão para nós, na verdade para mim, porém eu poderia levar outros revolucionários comigo. P-prontos? – Esboçaria um sorriso, apesar do nervosismo. Também entregaria o papel na mão de pelo menos um deles, mostrando a veracidade da minha fala. – Então, podemos começar? Não conheço muito sobre a ilha, então se poderem me ajudar. – Liderança era algo novo para mim, então não sabia exatamente o que fazer, com a ansiedade me corroendo por dentro, tudo ficava ainda pior.

“É melhor eu ter certeza de que não estou esquecendo nada” Antes de sair da base revolucionária, vasculharia meu corpo, tendo certeza de que não esqueci nada, espadas, dinheiro, o manto que ganhei no início da viagem. Se tudo estivesse de acordo, continuaria a andar com os colegas. – Precisamos roubar os planos do governo mundial, correto? Só consigo pensar no QG da ilha, isso se houver algum por aqui. – Fitaria o horizonte, perdendo-me nos meus pensamentos. – Devemos montar uma escolta próxima e observar o movimento, todos estão de acordo? – Viraria-me para o grupo, com uma expressão facial simpática. – Se cada um de vocês puder me contar sobre suas habilidades, ficarei agradecida. – Terminaria.

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Última edição por King em Qua 04 Dez 2019, 18:53, editado 1 vez(es) (Razão : histórico)
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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 2 EmptySex 28 Dez 2018, 01:01










- Elise von Bernstein -
Clima: 18ºC - Ensolarado
Localização: Porto de Briss Kingdom
Horário: 17:00





A resposta de Elise não parecia conter um orgulho, como Keiji se acostumara a escutar de seus subordinados, mas, ainda assim, decidira confiar nas palavras de Masato, já que o mesmo fora seu mentor quando ainda estava começando a subir as patentes no Exército Revolucionário, e por isso tinha uma grande confiança no Revolucionário aposentado. O moreno chegou a levantar uma de suas sobrancelhas quando escutou a palavra “condições” sair da boca da morena, afinal aquela missão era de grande risco, e só tinha a chance de realizá-la por conta do albino interceder em seu nome, caso contrário, nem mesmo ouviria falar da existência da mesma. Mas ao ouvir que era somente um pedido para ter a ajuda de outros, relaxou ainda em pé, olhando para a Bernstein, que de imediato disse que queria levar duas mulheres e um homem, que dizia que o mesmo conhecia.

Keiji ficou nervoso de imediato, e quase avançou na direção da morena, com a face deformada pela fúria. - NÃO OUSE ENCOSTAR UM DEDO EM ASAMI!! – Berrou o Major, que era segurado por Masato. - Se acalme, sair daqui, eu converso com ela. – Com a fala de seu “mentor”, o moreno saiu da sala, segurava a cabeça entre as mãos, nervoso com algo que obviamente Elise não tinha como saber. - Me desculpe por isso garota, depois que ele perdeu a mulher, virou superprotetor com a filha, então é comum essas crises dele, vou tentar conversar com ele. Fica a seu critério levá-la com você ou não, mas saiba que se ela for, vai ter que escutar um monte de Keiji quando voltarem. – Explicou o grisalho do motivo da histeria do mesmo.

Quando a Bernstein virava-se para sair do local, e voltar para onde todos estavam antes, Masato chamou-a. - Antes de ir, tenho algo que pode te ajudar. – Disse o mesmo, segurando algo em suas mãos. - Aqui está! – Disse com um pequeno sorriso em sua face. - Essa capa era do meu filho, ele me disse que ela ajudava bastante para se camuflar. – O mesmo entregou a capa dobrada nos braços da morena, e por cima estava um bilhete com algumas informações sobre o tecido.

Citação :
Nome: Camouflage Cloak
Descrição: Se trata de uma capa extremamente rara, não se sabe sua verdadeira origem, mas especula-se ser de tempos tão antigos como os homens. A capa tem sua cor originaria um verde escuro, com um capuz grande, capaz de cobrir a cabeça de quem o usa, em sua frente, há um pingente de algum tipo de pedra preciosa, mas também não se sabe de qual se trata. O diferencial desta, se dá a sua adaptação ao ambiente em que se encontra, ou seja, se a pessoa que está vestindo a capa adentrar num local escuro, a capa que antes era verde, irá mudar sua coloração para preto, se a pessoa sair do local, e entrar num local onde a cor predominante é branca, a capa então ia mudar sua coloração para branco, e assim por diante. Não se sabe como isso é possível, mas acredita-se ser pelo pingente, já que antes de mudar de cor, a pedra brilha levemente, fazendo com que os fios alterem sua cor. A capa irá mudar sua tonalidade independente da vontade do usuário, que também não pode escolher sua cor, sempre alterando para a cor predominante do local, contudo, se existir muitas cores, a mesma se manterá na sua cor padrão. Ela não se camufla, apenas muda a sua cor.

Depois disso, o tecido da [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] acabou escorregando, por ser bastante fino, e prendeu-se em um dos dedos da Bernstein, onde se mostrava pela primeira vez como era por inteiro. - Quero que fique com ela, e não seja somente mais uma vestimenta de lembrança de meu filho, ainda mais que pode ser muito útil em sua missão. – Disse o grisalho, deixando que uma lágrima escorresse de seu olho direito, antes de limpá-la com o braço esquerda e deixar que a espadachim saísse do cômodo.

No refeitório, onde foram assistir a chamada de Keiji, estavam os três que Elise tinha comentado quando falara com o Major e líder da célula em Briss. [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] estava sentada em uma cadeira, com as costas encostadas no espaldar da mesma e balançando-a levemente com os olhos fechados, [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] estava do lado da morena, olhando para frente, esperando quem viria de lá, e por último, [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] Estava em pé de frente para a espadachim, esperando que a mesma se pronunciar.

- Nos chamaram para esperar por você, o que quer de nós? – Perguntou Masaki, enquanto que Asami e Kyomi finalmente perceberam a chegada da morena no local. - Haaaaaaaaaaai – Disse a morena de forma fofa, com os olhos fechados, e a loira apenas resmungou, mas o som não chegou até a espadachim, que se encontrava com toda a atenção do trio para si, somente esperando que “desse as ordens”.
Ferimentos:
 

Legenda:
 


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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 2 EmptySab 29 Dez 2018, 19:37

Dancing In The?


E, mais uma vez, as coisas começavam a se complicar. Sentia minha cabeça começando a latejar, pensar nos possíveis problemas que a tal de Asami, agora na minha frente, poderia causar, piorava meu humor. “ Pelo menos eu ganhei... Isso. Combina comigo. ” Retiraria o manto comum que usava, dobrando e guardando em uma das mãos. Vestiria o manto verde, movimentando-me levemente para vê-lo balançar e se servira bem em mim, independente disso, continuava sendo uma vestimenta bonita. – A-AH! Sim, sobre vocês... – Acabei me distraindo e esquecendo da presença dos três, o que deixava minhas bochechas coradas de vergonha. – Nós, temos uma missão juntos. – Manteria o manto revolucionário em uma das mãos, usando a livre para retirar o bilhete que Keiji me entregara e dando-o ao revolucionário. – Masaki, não é? Aqui está. – Acenaria para as outras duas. – Vocês podem optar por não ir, sabe... Se acharem a missão perigosa demais... – Evitaria fazer contato visual com Asami, em especial nessa parte. Se a resposta deles fosse positiva, continuaria. – Então o que estamos esperando? Vamos! – Com um tom mais firme, começaria a andar para fora da base. “Mas... Onde eu estou indo?” Não sabia muito sobre a ilha, tomar a dianteira não parecia ter sido uma decisão tão boa assim.

Retornaria para Makoto, cabisbaixa. – Posso falar com você a sós? – Naquele ponto já era impossível esconder a vergonha no meu rosto. – Eu, meio que vim para cá por uns métodos não muito... Seguros. Temos alguma saída que dê em terra? – Não pararia por ali, dessa vez aproximaria mais do garoto, sussurando. – É... Também tenho, outra pergunta. Asami, ela consegue se defender? Ela parece um pouco inocente, se você puder ficar de olha nela por mim... – Terminaria, colocando a mão de forma amigável em seu ombro. Também seguiria o caminho indicado por Makoto, se ele não soubesse, a mesma pergunta seria feita para as outras revolucionárias.

Uma vez fora da base, tomaria a liderança de vez. Começaria a andar em conjunto com o grupo, com uma postura melhor e fazendo questão de que todos estivessem no meu campo de visão. – Sabem... Eu ainda não os conheço bem, por que não me contam suas habilidades, o motivo de serem revolucionários? E bem, estamos indo em direção ao QG da marinha, castelo do rei, não sei bem, então me ajudem com o local, tudo bem? – Terminaria com um sorriso. Sinceramente, não gostava de conversar e o meu humor não era dos melhores, mas o jeito que Keiji me tratou, as preocupações que colocara na minha mente envolvendo sua filha, deixavam meus nervos à flor da pele. Enfrentar minha timidez de frente era muito melhor que isso, não podia deixar meu estado de espírito afetar a missão. Deixaria que falassem, enquanto escutava com braços na nuca andando despreocupada.“ Além do mais, posso descontar isso nos cães do governo, não posso? ” Um sorriso se desenhava em minha face, dessa vez verdadeiro. – Avisem quando estivermos perto, mas não muito perto, eu tenho um plano. -

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Última edição por King em Qua 04 Dez 2019, 18:54, editado 1 vez(es) (Razão : histórico)
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