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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O valor de um homem se mede pela força de seus braços e o tamanho de sua... Arma

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Pierce
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MensagemAssunto: Re: O valor de um homem se mede pela força de seus braços e o tamanho de sua... Arma   O valor de um homem se mede pela força de seus braços e o tamanho de sua... Arma - Página 2 EmptySeg 16 Jul 2018, 04:30


Fúria tem gosto de sangue

Revolução é uma arte, estraçalhar agentes faz parte.





Os presentes de meu pai eram uma enorme honra, fora que ele estava me dando todo o necessário para começar uma vida solo, armadura, escudo, arma e elmo. Sem perca de tempo vestia a armadura, o couro era um pouco áspero no toque com a pele, mas nada que não me acostumaria em breve. Em seguida passava o antebraço esquerdo pelas alças do escudo até a mão atravessar este e conseguir ficar firme. O elmo era colocado juntando todo meu cabelo embaixo do mesmo e a alabarda era posta em meu ombro sendo segurada pelo cabo devido ao peso do meu braço calmamente apoiado nela de forma que a lâmina ficasse equilibrada bem alguns metros atrás de mim.

Nada mais precisava ser dito, a entrega de presentes era mais do que sua tradição permitia, então zarpei com um aceno de cabeça a meu pai em direção ao revolucionário que me ajudaria a ir à loja, apesar que agora só algum enfeite seria comprado e isso só se ele fosse de meu interesse.

No entanto ao voltar ao dojo, o homem me dizia que tínhamos uma missão na cidade do arroz, bem no local onde havia a loja, isso para mim era excelente, quanto mais ação, mais rapidamente minha força irá crescer.

Seguíamos até a loja sem conversar muito, ela não era tão longe assim na realidade, eu conhecia bem o caminho e não tivemos surpresas, poucas horas de caminhada calma nos levaram lá, nem mesmo tive tempo de pensar em puxar conversa quando nos deparamos com a loja para gigantes.

Na loja havia muita coisa interessante, apesar dos preços serem muito superiores ao quanto eu podia pagar, no entanto lá no fundo me esperando havia uma máscara de couro, ela lembrava e muito o desenho das bocas de dragões nas tapeçarias que meu pai possui. Quase zerei meu dinheiro, mas levei a máscara, tirei o elmo para poder amarrar ela com os “straps” bem presos à cabeça e à nuca, voltei o elmo a cobrir tudo e agora a parte que aparecia de meu rosto estava mascarada com a forma de um dragão, simplesmente magnífico.

O homem então me contava da missão e meus olhos se estreitavam perante as informações, algum prefeitinho da cidade parecia ter algo contra  os revolucionários e acabou por fazer algum acordo com agentes do governo.

Isso era um ultraje, não só a preferência de um líder pelo governo mundial, assim como a presença de agentes na ilha.

-Hey irmão… Diga-me… Você sabe por um acaso onde fica esse tal de Kuronim Kishimo e seus amigos do governo?-

Eu estava cheio de vontade de ir arrebentar a cara de todos eles, mas eles vinham com vontade de capturar Grambos, se eles tinham tal confiança na força deles, infelizmente eu não seria capaz de sozinho lidar com todos, a menos é claro que eles estivessem completamente errados com relação a força de Grambos.

-Esquece que eu perguntei Luke… Melhor eu esperar para que Grambos me diga tudo junto com os outros… No entanto preciso esfriar um pouco a cabeça, vou dar uma caminhada pela cidade e volto aqui assim que anoitecer.-

Sairia então a vagar pela cidade pensativo até que o sol começasse a sumir do céu.

Caso o horário comece a chegar, iria voltar ao ponto onde disse que estaria para Luke e o seguiria ao ponto de encontro.

Caso visse alguma discussão, desavença ou argumentação, ficaria por perto entreouvindo, em seguida seguiria minha caminhada.

Caso durante a caminhada ouvisse alguém falando bem ou com tom de apoio para o governo/marinha, pararia e diria em um tom ríspido para a pessoa e um olhar cheio de raiva crescente nos olhos -O que foi que você disse? Hum?-

Caso fosse normalmente pro galpão da reunião e após a explicação Grambos perguntasse se alguém tinha dúvidas, em tom sério perguntaria -Os corpos dos agentes… Precisam estar inteiros ou podem ser transformados em adubo?-.



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MensagemAssunto: Re: O valor de um homem se mede pela força de seus braços e o tamanho de sua... Arma   O valor de um homem se mede pela força de seus braços e o tamanho de sua... Arma - Página 2 EmptyQua 18 Jul 2018, 03:47


Ao sair satisfeito da loja, ostentando no rosto o adereço draconiano levemente caro, Pierce ouvia atentamente algumas informações sobre a missão a seguir. Ao ouvir que o prefeito havia juntado forças com o governo mundial, sem conseguir controlar sua raiva Pierce indagou à Luke sobre a localização dos inimigos, que com uma expressão séria respondeu - Ei ei, muita calma grandão, nem eu sei a localização deles, provavelmente o major vai nos dar mais detalhes hoje no galpão. - E reconhecendo que precisava se acalmar Pierce disse que daria uma volta, e empaticamente Luke respondeu - Se precisa esfriar a cabeça, essa é a melhor ideia! Pode ir, vou ficar aqui vigiando a movimentação de inimigos ou aliados, nos encontramos aqui mesmo no por do sol! - Ao designar Luke como parceiro para Pierce, Grambos havia sido extremamente estratégico, já que Luke era frio e calmo, ao contrário do jovem gigante, e essa diferença de personalidade era o equilíbrio entre os dois.

Pierce caminhava lentamente pela cidade do arroz, e um forte vento começava a levantar a poeira do chão de terra por onde ele caminhava, as escuras nuvens de chuva escondiam o sol vespertino e davam a sensação de que a noite já havia caído, mesmo ainda faltando algumas horas para o crepúsculo. O vento ficava cada vez mais forte e violentas gotas de chuva caíam sobre a armadura do gigante, o que não o desanimava em sua caminhada. Ao passar próximo à uma taverna, dois homens que bebiam no balcão próximos à entrada da taverna não perceberam a aproximação do gigante graças ao barulho da chuva, e empolgados com a conversa falavam bem alto - Eu acho que o jovem mestre Kuronin devia mesmo expulsar os revolucionários e comandar a ilha, quem esses caras pensam que são ? - e o outro respondia - Com certeza deveria! Grambos e sua trupe só expulsaram os tritões por que precisavam de um lugar pra ficar, ouvi dizer que nem revolucionário ele é mais, não passa de um bêbado! - e quando um fazia uma pausa para beber mais, o outro completava - Aquele velho pensa que pode mandar em todo mundo só por que expulsou os tritões, se ele estivesse aqui agora eu dava uns tapas na cara dele! - na mesa ao lado, um garoto de 13~15 anos que trabalhava na taverna como garçom, parecia se segurar para não falar nada pois apertava o pano que usava para limpar a mesa com muita raiva, porém depois do último argumento do homem o garoto não aguentou e disparou - Como podem falar tanta merda ? Os revolucionários nos salvaram de tiranos! Tenho certeza que vocês só falam assim por que nunca tiveram ninguém da sua família molestado por Mamoru. - logo após dizer isso, o garoto pareceu arrependido de ter falado, e mostrou claramente estar com medo dos homens, que se levantaram e seguraram o garoto pelo colarinho. O homem ja havia armado um belo soco mirando na boca do garoto, quando Pierce apareceu e após dizer suas palavras cheio de fúria no olhar, os homens largaram o menino no chão e correram aos berros em meio à chuva. O garoto levantando-se com dificuldade do chão virou-se para agradecer - Muito obrig... Aaaaaaahh... - e abandonando a taverna onde trabalhava, também correu desesperadamente perdendo-se sob a chuva. O garoto havia se assustado com dois homens, não muito fortes de 1.65m de altura, um gigante de dez metros, com armadura e uma máscara de dragão com certeza faria ele reagir assim.

Após a caminhada, Pierce retornou para o local combinado, e ao chegar encontrou Luke encharcado pela chuva, mesmo embaixo de uma árvore. O rapaz estava encharcado, porém seu bom humor ainda estava intacto - Não conseguiria ser mais pontual nem mesmo se tentasse grandão, o major e os outros acabaram de entrar no galpão. Vou entrar pelos fundos, você vai pela frente já que não consegue se esconder mesmo, por que se algum inimigo tiver nos observando, quando eu o despistar eles vão pensar que só você entrou no galpão. Vamos lá! - ao terminar sua frase, o franzino Luke iniciou uma corrida leve sob a chuva sem se importar em se molhar ainda mais, e após pular algumas cercas sumiu em meio à mata que cercava a cidade. Já estava bem escuro, e a chuva caía bem forte, a caminhada até o galpão foi tranquila tirando a chuva e o vento, e ao entrar no galpão pela porta da frente, pela primeira vez Pierce pode reparar no quanto aquela construção era alta, talvez por ter dois andares. No térreo tudo estava normal, havia algumas baias onde provavelmente os antigos donos do galpão guardavam seus cavalos, o local parecia estar abandonado à algum tempo, pois havia uma carroça carregada com feno velho e ressecado pelo tempo, o chão também estava coberto por uma serragem extremamente seca, como se há muito tempo não fosse trocada. Do meio do galpão era possível ver o andar de cima e o teto, já que o mesanino do andar de cima estendia-se apenas pelas laterais do galpão deixando o meio livre, permitindo que Pierce ficasse em pé dentro do galpão sem precisar se abaixar. Um antigo candelabro estava aceso no meio do galpão o que fazia muitas sombras nos cantos. Tudo parecia normal, exceto por uma coisa: não havia ninguém la dentro, mesmo com Luke dizendo que todos já estavam lá, e após observar por alguns segundos, uma pesada voz familiar soou detrás do gigante - Então o seu pai te deu uma fantasia ? É bem a cara dele mesmo fazer isso. - Grambos estava parado encostado em uma coluna, como se estivesse ali há muito tempo, porém Pierce não havia percebido sua presença, e aos poucos alguns homens e mulheres foram saindo das sombras e detrás de colunas e se reunindo no meio do galpão.

- Quase todos estão aqui, assim que Luke chegar começamos. - e uma voz de trás do Grambos surpreendeu à todos, inclusive o major - Então pode começar, estou bem aqui! - Luke estava ligeiramente mais seco, como se tivesse entrado sem que ninguém percebesse e ainda teve tempo para torcer sua camiseta, secando-se da chuva. O major então, pôs-se a falar - Muito bem homens, todos que estão aqui concordam em servir à causa de mudar o mundo, lutar por aqueles que não podem e diminuir se não conseguir acabar com a corrupção. - e olhando para Pierce, continuou - Até os mais novos devem entender isso, senão não terão lugar entre nós. - e com uma expressão séria, continuou olhando para os demais - Os agentes do governo mundial, e o revoltado do prefeito dessa cidade querem nos derrotar, o motivo que eles desejam isso é claro e dispensa explicações. Porém não vamos deixar, vamos usar nossos recursos contra eles, e um de nossos recursos é informação privilegiada. Nossas fontes confirmam que essa noite chegará um navio com agentes do governo mundial treinados para nos matar, eles se encontrarão com Kuronin e seus homens no porto, onde juntarão forças e depois disso não teremos chance, nossa derrota é certa. - e após fazer uma pausa dramática de costas, continuou - Mas usaremos nossos outros recursos para impedi-los, um deles é conhecimento geográfico, atacaremos o navio um instante antes de aportar em Conomi, vamos afundá-lo e com sorte afundar parte dos agentes com ele. É muito provável que o líder deles escape, caso isso aconteça deixarei ele para Liam - e apontando sua única mão para um dos homens que vestia um sobretudo com capuz, Grambos fez uma pausa enquanto o rapaz levantava seu punho com orgulho, e os outros gritavam comemorando a importância da missão que Grambos havia passado para ele. - O restante dos agentes, tanto os que escaparem de cair na água, e os agentes que conseguirem nadar deixarei para Luke e os outros atiradores acabarem com eles. - Nesse momento Luke, outros dois homens e uma mulher, caminharam até o meio do galpão com os braços levantados enquanto os outros os encorajavam. - E por fim eu darei à Kuronin o que ele quer, um combate direto comigo - e dessa vez olhando diretamente para Pierce como se fizesse um convite à ele, continuou - Eu e os combatentes corpo-a-corpo enfrentaremos Kuronin e seus homens e mostrarei para ele do que um velho bebado e aleijado é capaz, e após isso ele nos repeitará e então teremos os vencido completamente. - Após essas palavras, todos eles levantaram as mãos, gritando, inspirados. O barulho da chuva os ajudava, pois batia extremamente forte no telhado de zinco, impedindo que os gritos fossem ouvidos do lado de fora. E após se acalmarem, Grambos concluiu - Mais uma vez vou repetir... - e um silencio tomou conta do galpão, ficando apenas o forte som da chuva - ... eles estão em número muito maior que nós, os agentes foram treinados especialmente para nos matar, e se tiverem a oportunidade não hesitarão, então se essa for nossa última missão, que seja! Mas antes vamos mostrar pra eles que a morte é nossa aliada, e que continuaremos irreverentes à corrupção deles até o mais amargo fim! - Depois das suas palavras, gritos irromperam no local, os homens e mulheres que serviam a causa pareciam mais inspirados do que nunca, e mesmo sem dizer, a inspiração passada à eles por Grambos era o melhor dos recursos que aqueles homens tinham. Dirigindo-se para a porta do galpão Grambos ordenava - Quero cinco comigo pela porta da frente, o resto sai pelos fundos, para afundarmos o navios usaremos a tática Alpha, nos encontramos na mata leste que cerca o porto, vão vão! - Ao abrir a porta um forte vento carregado com chuva adentrou o galpão molhando quase todos, Luke já havia escalado o mesanino e estava saindo por uma janela nos fundo do andar de cima. Três mulheres e um homem, todos aparentando estar em perfeita forma física aproximaram-se de Grambos e Pierce, completando o time que iria pela porta da frente e, junto à Grambos, corajosamente saíram correndo em meio à chuva na direção do porto de Conomi.

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MensagemAssunto: Re: O valor de um homem se mede pela força de seus braços e o tamanho de sua... Arma   O valor de um homem se mede pela força de seus braços e o tamanho de sua... Arma - Página 2 EmptyQui 19 Jul 2018, 02:29


Fúria tem gosto de sangue

Revolução é uma arte, estraçalhar agentes faz parte.




A caminhada estava progredindo sem muito me acalmar, quanto mais eu andava, mais eu pensava no assunto e minha raiva continuava a fermentar no fundo de meu ser. Meu pai me ensinara que esses ataques de fúria eram os deuses-dragões me dando poder para fazer o que eles queriam, mas que eu devia segurar quando fosse um incômodo para soltar apenas quando fosse de maior agrado aos mesmos.
E assim como uma panela com apenas um fundo de óleo no fogo, se contém apesar do óleo fervendo em bolhas em seu fundo, me segurei e me contive apesar da fúria ardente em mim.
A chuva começava a cair escurecendo um céu que ainda não devia estar escuro, os pingos e vento se chocavam contra mim o que esfriava um pouco meus nervos, mas logo isso se modificava ao ouvir de relance uma conversa na taverna que estava próximo, dois homens falavam sobre tirar a ilha dos revolucionários e entregar a mesma ao governo. Isso me tirava do sério e eu ia tirar satisfações com eles bem na hora que se prepararam para brigar com um rapaz que falou em nome dos revolucionários. Os três acabaram fugindo perante minha aparência e a raiva estampado nos meus olhos e eu não tinha paciência para lidar com aquilo agora, seria necessário avisar o Grambos que havia alguns simpatizantes do governo na ilha mais tarde.

Com minha raiva subindo retornei ao ponto mais furioso do que quando saí.

A reunião se deu em um galpão bem grande, cabia eu em pé, o que facilitou todo o stress de assistir a reunião agachado, meus irmãos e irmãs revolucionários ovacionavam a cada novo argumento de Grambos, era impressionante seu poder de liderança, suas palavras direcionavam minha fúria ao alvo correto e eu acabava por aclamar suas falas com o restante do grupo.

A reunião acabava com os planos de batalha sendo dados, eu estava escalado para a linha de frente ao lado do líder, havia melhor lugar para se estar na tempestade da luta, do que o próprio olho do furacão? Obviamente que não. Saíamos em seis avançando pela chuva, Grambos, mais um irmão, três irmãs e eu. O ponto de atrito seria no porto e minha fúria já estava fermentando cada vez mais próxima de transbordar.

-Hey Grambos, espero que não se importe se eu for um pouco na frente… Minha luta pode ser um pouco bagunçada demais quando empolgado, queria dar meu oi pra esses desgraçados sem aliados por perto para me preocupar… Então quando você permitir eu vou apressar um pouco meu passo… Kak Zhelezo irmão.-

Dizendo isso seguiria e esperaria que Grambos me desse algum sinal para o ataque e aceleraria meus largos passos para ir a frente do grupo segurando minha alabarda pelo meio do cabo com a mão direita para poder mover meus braços em auxílio ao equilíbrio da corrida.

Quando avistasse meu grupo de alvos iria em direção a eles brandindo meu escudo a minha frente para  impedir que ataques fossem totalmente efetivos e me jogaria assim no meio da formação inimiga sonorizando em um rugido -VIVA A REVOLUÇÃAAAAAAAAAOOOORGHHHHHHH…-. Manipularia então a alabarda, girando o pulso direito no sentido horário segurando a arma pelo seu meio visando fazer a lâmina de machado desta varrer o chão em rasante, em seguida executando uma manobra de troca de mãos continuaria o movimento com a outra mão para varrer o meu lado esquerdo. Em seguida seguraria a alabarda por sua ponta não laminar e esticando o braço giraria a mesma  no sentido horário visando novamente varrer o chão, mas desta vez o mais longe de mim que desse e com o gancho de minha arma, para agarrar e com um forte puxão com as duas mãos segurando o cabo da alabarda puxar para perto os que se distanciassem.

Toda essa movimentação era só um prólogo, agora com os pés mais livres e o máximo de inimigos reunidos ao meu redor, com as mãos no cabo de minha arma faria o anúncio da morte para os fracos ali presente, uma técnica.

-CÓLERA… DO DRAGÃO… URRAHHHHHHHH…-

O nome saia em urro e a mira era fazer a alabarda rodar numa altura que acertasse os humanos do local, enquanto que o último golpe da técnica miraria naonde tivessem mais inimigos agrupados.

Em seguida traria o escudo a minha frente para proteção e segurando a alabarda com a mão direita próxima ao fim do cabo, a apoiaria pelo meio sobre o escudo em uma posição de estocada semelhante a um jogador de sinuca que quer dar efeito numa tacada batendo mirando para baixo. Assim começaria a usar a longa ponta de lança de minha alabarda para em estocadas tentar perfurar os corpos dos oponentes sem correr o risco de acertar meus aliados, porém sempre que visse um grupo de inimigos sem aliados meus próximos, modificaria a posição do cabo da alabarda girando meu pulso direito e agarrando tal cabo com a mão esquerda trocaria meu ataque para um brandir de machado visando cortar os inimigos ao meio.

Sempre que percebesse um ataque contra mim ou contra meus aliados que não pudesse ser parado por minha armadura ou pela capacidade de meu aliado, ergueria meu escudo em resposta ao ataque para bloqueá-lo e em seguida pularia sobre o atacante com um brandir do machado tinindo na vertical contra seus corpos.

Inimigos feridos que estejam quase perdendo membros ou sendo cortados ao meio pelas feridas, que eu visse pelo campo de batalha, agarraria suas partes a serem decepadas com a mão a mão esquerda, pisaria no restante com o pé esquerdo e faria força para levantar com minhas costas, coxas e braços visando romper carne e ossos e realizar a decepação, par em seguida jogar os pedaços contra os inimigos em sinal de ameaça.

Caso algum inimigo se esquivasse de minha estocada ou se escondesse atrás de algo, giraria o pulso para rapidamente realocar o gancho atrás da pessoa e em um puxão poderoso com o braço na alabarda arremessar a pessoa no ar contra mim com o gancho, pessoa a qual eu golpearia em seguida com o escudo.



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MensagemAssunto: Re: O valor de um homem se mede pela força de seus braços e o tamanho de sua... Arma   O valor de um homem se mede pela força de seus braços e o tamanho de sua... Arma - Página 2 EmptyQua 25 Jul 2018, 09:04


A chuva caía forte, relâmpagos e trovoadas faziam clarões e estrondos como se caíssem ao lado dos revolucionários. Em meio a corrida, Pierce sugeria a Grambos que iria na frente, e o major simpaticamente respondeu - Você é surdo ou retardado mesmo ? Não me ouviu dizer que vamos afundar o navio deles antes de atacar ? - e limpando a chuva da própria face enquanto corria, murmurou consigo mesmo - Como pode ser tão parecido com o imbecil do pai dele ?! - os revolucionários continuaram a corrida até o local combinado, e Pierce à espera do sinal de Grambos os acompanhou. Ao se reunirem na mata ao lado do porto foi possível ver um brigue (pequeno barco de guerra) atracando no porto, e no cais haviam um grupo de cerca de quinze civis reunidos, armados com lanças de pesca e outros utensílios usados em agricultura que no momento estavam sendo improvisados como armas, claramente não eram soldados treinados. Alguns metros de distância do grupo de civis, no mesmo cais onde o brigue estava atracando, havia um bote de pesca com três civis dentro, que remexiam uma rede de pesca e pareciam estar trabalhando debaixo de toda aquela chuva.

As árvores que recobriam os revolucionários serviam como uma espécie de guarda-chuva, amenizando levemente os efeitos da tempestade e do vento, permitindo que visualizassem o porto. Com um baixo e grosso tom de voz, Grambos passou os últimos detalhes da missão - Aquele brigue é o barco inimigo, os homens reunidos no cais são os homens do Kuronin, e naquele bote de pesca, estão Greg, Erick e Takeda, nossos melhores infiltradores - e olhando para os outros com um sorriso macabro prosseguiu - a missão deles é simples, abaixo do cais onde eles estão há cinco âncoras submersas amarradas ao cais, a tática Alpha consiste em lançar ganchos na vela mestra, na genoa e na mezena do navio inimigo, e assim que os ganchos estiverem firmes eles vão soltar as âncoras, que estão amarradas aos ganchos. O peso de cinco âncoras puxando a ponta das velas do navio deles terá força suficiente para virar o navio. - Assim que Grambos acabou de dizer, foi possível ver o plano em ação, o brigue se aproximou do bote e os homens de Grambos lançaram os ganchos, todos prenderam exatamente no local planejado, porém no momento em que se viraram para soltar as âncoras, um homem de cima do navio disparou diversos tiros contra eles, um dos homens foi alvejado os outros dois puxaram as cordas soltando as âncoras e saltaram na água. Vendo que seu exército já havia sofrido uma baixa, Grambos urrou - Agora é nossa vez, essa é a sua deixa Pierce, já sabem o que fazer homens!  AAARRGGHH! - Após o urro Pierce iniciou uma corrida na direção de Kuronin e seus homens, enquanto Liam, Luke e os outros iam em direção ao navio dos agentes.

Pierce ao receber o sinal de Grambos correu na frente e ao se aproximar dos inimigos foi recebido com vários tiros, a maioria não acertou o alvo, pois os atiradores estavam assustados com um inimigo de dez metros correndo na direção deles. Porém Pierce recebeu um tiro na coxa direita e no trapézio esquerdo (músculo situado ao lado do pescoço, acima da clavícula), porém isso não o impediu de pular e desferir duas técnicas de combate, perfurando e derrotando cinco de seus inimigos. Porém ainda haviam cerca de dez inimigos no grupo de Kuronin, além dos agentes que travavam um embate épico contra os outros revolucionários. Kuronin provava ser extremamente forte e com o seu arpão de pesca, lutava de igual pra igual com Grambos que usava velho rifle. Na ponta do cais os revolucionários que enfrentavam os agentes estavam encurralados, os agentes que combatiam corpo-a-corpo haviam sido derrotados por Luke e os outros atiradores, porém Liam havia sido morto pelos agentes atiradores levando o líder dos agentes junto com ele, e agora Luke e os outros estavam sob uma chuva de balas por parte dos agentes sem conseguirem revidar. Kuronin enfrentava Grambos, cada revolucionário combatente enfrentava mais de dois dos homens de Kuronin na base do cais, e na ponta do cais os atiradores revolucionários estavam encurralados com os agentes avançando contra eles. Pierce, localizado no meio do cais, sangrava pela perna e ombro, as próximas ações do gigante seriam cruciais para o sucesso da missão.

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MensagemAssunto: Re: O valor de um homem se mede pela força de seus braços e o tamanho de sua... Arma   O valor de um homem se mede pela força de seus braços e o tamanho de sua... Arma - Página 2 EmptyQua 25 Jul 2018, 13:14


Fúria tem gosto de sangue

Revolução é uma arte, estraçalhar agentes faz parte.





A estratégia  de Grambos era virar o barco dos agentes, não era de total agrado meu tentar acabar com uma luta dessa sem se bater de frente, mas eu não era o líder, não cabia a mim tal escolha.
No entanto o plano não ia perfeitamente como o pensado e um dos nossos era morto enquanto os outros ficavam sob fogo inimigo, minha mão já apertava o cabo metálico de minha arma e alça de couro de meu escudo, meu lugar era lá batalhando não esperando algum momento como um covarde… Meus dentes se cerraram em um ranger para me conter aonde eu fui ordenado a ficar, mas logo depois Grambos começou a dar ordens, não precisei nem ouvir as minhas, sabia o que devia fazer e sai na vanguarda, o primeiro a ser enviado a combate devia ser o mais armado, aquele que pode mais tomar danos e ainda ficar em pé, ao invés disso lá estavam homens com roupas normais tomando tiros enquanto eu observava, isso não me agradava nem um pouco, não mesmo, porém não mais, talvez agora se eu chamasse mais atenção que eles, talvez o foco da luta mudasse.
E aparentemente a estratégia mais antiga de todos, a estratégia do ponto de lança barulhento, fazia sua parte, ao verem um gigante correndo todo armado e urrando sobre a revolução, o foco se tornou aquele ser recém chegado e uma chuva de balas ressoou pelo cais, mas entre medo presente nos atiradores, escudo e minha armadura, apenas duas balas conectaram seu estanho para com a minha carne.
Era doloroso, mas nada mais eram do que alfinetadas, não eram dois tiros que iriam parar a mim, um colosso. Me jogava no coração da batalha, minha técnica da cólera do dragão ceifava a vida de cinco inúteis adoradores do governo, um placar bem justo se mostrava, dois tiros em minha carne, cinco almas deles pro inferno, acho que estou na vantagem.
No entanto a luta em seu geral não estava tão bem assim, nosso número era bem menor e os nossos atiradores agora estavam encurralados pelos agente. Mas ai eu sentia aquela sede de sangue subir pela garganta como uma serpente se esgueirando na escuridão, minhas veias saltando sendo forçados pela força do batimento cardíaco, aquela fúria que eu já conhecia muito bem, eu sabia o que viria agora, algum deus-dragão queria usar de meu corpo para fazer sua vontade essa era uma boa hora para isso.
Podia sentir a fúria, a chama que queimava em meu coração querendo destruir o governo, o ódio pela dor dos tiros, a cólera por estarem encurralando meus irmãos e irmãs revolucionários; Grambos pode até ter acabado de reclamar do quanto lembro meu pai, mas ser possuído pelo poder de um dragão é algo que só eu faço.

Antes de me entregar  totalmente a possessão pelo dragão tinha apenas uma coisa a fazer, enquanto meus olhos começavam a ser cada vez mais irrigados de quente sangue em grossos capilares que coloriam meus olhos em tom escarlate, tirava meu escudo do antebraço esquerdo e o segurava, me locomoveria em direção aos agentes em um passo que se acelerava aos poucos e então gritaria para que Luke ouvisse:

-LUKEEEE… DEIXE OS AGENTES PARA O DESTRUIDOR… AJUDE OS OUTROS…

Destruidor… Um lendário deus dragão, o qual meu pai me contou que era quem se apossava de meu corpo nos meus acessos de maior fúria. Com os dragões ao meu lado, não tinha o que temer contra os agentes, aconteceria aquilo que os dragões desejassem, fosse minha vitória esmagadora, fosse minha morte vergonhosa, fosse uma batalha sangrenta e perda de pedaços. Seja o que for que viesse, seria um presente de meus deuses e receberia com agrado.
Me jogaria em uma corrida enfurecida para cima dos agentes que estavam encurralando o grupo de Luke, arremessaria meu escudo da melhor forma possível contra eles para já chamar sua atenção, pois agora se eu fosse merecedor teria a proteção dos dragões e não precisaria mais de um mero escudo para me proteger durante a luta. E agora empunhando firme e livremente a alabarda com as duas mãos era capaz de usar toda minha força em cada golpe e não só isso, tinha a força de meus deuses comigo agora, eu me sentia INVENCÍVEL.

-HUARRRRRRRHHHHHHHHHHHHHGHHHH-


Rugiria para os agentes com os olhos cheios de sede de sangue logo antes de enviar a lâmina da alabarda em um golpe semi horizontal mirando a linha de altura dos pescoços do agente tentando decapitar qualquer um que ousasse não sair da frente de meu golpe.

Sem defesas, sem esquivas, sem bloqueios, sob fúria luto como se estivesse em uma corrida da galinha, indo de frente a meu inimigo para ver quem fica com medo do encontro mortal primeiro e sai do combate, mas só eu tinha um dragão do meu lado na luta, só eu era o instrumento da fúria de um deus, só eu sairia VENCEDOR.

Sob a cólera e minhas crenças religiosas, seguiria avançando para os agentes, desferindo golpes de lâmina quando eles estavam próximos uns aos outros, estocadas de lança quando estavam mais separados, pisões com as botas metálicas de minha armadura quando ousavam se aproximar e sempre gritando, urrando e rugindo a plenos pulmões, nada de estratégias, nada de truques, apenas fúria, músculos e metal.

Não importava a ferida, beberia de sua dor mentalmente para alimentar minha fúria e prosseguir lutando.
Não importava a queda, me levantaria já continuando meus golpes corajosa e furiosamente.
Não fui treinado minha vida toda para lutar sem me ferir, pois feridas são uma glória em minha religião, fui treinado para lutar até a morte e levar tantos inimigos quantos os deuses me permitissem levar comigo.


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MensagemAssunto: Re: O valor de um homem se mede pela força de seus braços e o tamanho de sua... Arma   O valor de um homem se mede pela força de seus braços e o tamanho de sua... Arma - Página 2 EmptyQua 01 Ago 2018, 16:59


Capítulo X: A queda

A estratégia RÁPIDA e impressionantemente eficaz os revolucionários batalhavam no porto daquela ilha revolucionária. Pierce estava no olho do furacão. Com seu tamanho colossal o recém-aprovado revolucionário ferido suscintamente por dois disparos, tentava se situar e ajudar seus aliados a combater.

— LUKE! — bradou — DEIXE OS AGENTES PARA O DESTRUIDOR! AJUDE OS OUTROS!

Vendo aquela jamanta de dez metros correndo em sua direção, o referido Luke apenas se afastou, parte por medo do que o gigante louco iria fazer. Os inimigos, pegos de surpresa no instante que viram o que seria seus oponentes, logo voltaram ao normal com a ordem de Clark Khan, agente responsável pelo grupo. O homem ao ver as pesadas passadas de Pierce, logo pensou em uma saída rápida.

— Não é hora de titubear! Ele é grande, o que significa que é um alvo imenso! Se espalhem e atinjam ele com tudo! Agora! — bradou o homem.

O grupo de agentes começava a se espalhar, porém o escudo arremessado pelo gigante atrasava tal movimentação. Mesmo errando bisonhamente, a atenção do grupo era tomada por alguns segundos, esses importantes para a aproximação do gigante, porém, nada efetivo. Manuseando sua arma, o gigante desferiu um potente golpe que arrastou até parte do solo ao rasar horizontalmente, porém, o gigante era lento para o grupo de Agentes treinados para esquivar-se com maestria. O grupo que antes era de seis agentes, saltava e desferia uma chuva de disparos contra o gigante. Clark, quando se preparou para dar mais uma ordem, notou que agora só estavam prontos quatro agentes, o restante ainda se erguia após o golpe do inimigo grandioso.

— Não parem! Continuem atirando! — afirmou Clark.

O grupo continuava a disparar contra o corpo do gigante, porém, a cada golpe de Pierce o número ia diminuindo. Golpe a golpe, os gritos dos homens sofrendo com o impacto era aumentado. O gigante sedento por fúria logo não ligava para os danos sofridos, porém, uma pontada mais forte acertava sua perna esquerda, obrigando o titã a ajoelhar-se. Era Clark. O homem havia aproveitado a fúria do gigante para contorna-lo e acertar a parte posterior de seu joelho. O golpe de machado era poderoso o bastante para fazer o gigante abaixar-se, o que impressionava os outros dois agentes que ainda estavam de pé. O restante ainda buscava forças para se erguer.

— Vamos! Em nome do Governo Mundial! Não iremos desistir! Derrubem esse colosso! — bradou o Agente, correndo rapidamente do alcance de Pierce.

Mapa Situação:
 

O gigante se encontrava envolta de oito agentes no setor portuário. Ainda abaixado, Pierce podia notar que atrás de si haviam quatro tiradores, que já estavam de pé, prontos para encerrar a vida do gigante. A sua frente, estava Clark, o responsável pelo certeiro golpe que havia o feito ajoelhar-se. Junto com o superior, estavam três agentes atiradores, mirando a cabeça do furioso titã. Os outros revolucionários já haviam sido derrotados, em parte, o foco da maioria agora era o monstruoso ser de dez metros, que junto de seus inimigos, estava cercado de caixotes que iriam viajar pelos mares em embarcações marítimas.

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MensagemAssunto: Re: O valor de um homem se mede pela força de seus braços e o tamanho de sua... Arma   O valor de um homem se mede pela força de seus braços e o tamanho de sua... Arma - Página 2 EmptySex 03 Ago 2018, 14:05


Fúria tem gosto de sangue

Revolução é uma arte, estraçalhar agentes faz parte.





Se entregar a fúria do dragão destruidor que sempre me possuía era uma sensação estranha mas reconfortante, excruciante, porém prazerosa, era como se sangue cobrisse meus olhos fazendo minha visão se estreitar e tomar uma cor avermelhada, parecia que enxofre estivesse a invadir meus pulmões fazendo minha respiração queimar estes de forma sufocante.
Apesar de toda a sensação dolorosa causada, não era nada disso que me incomodava, o que o fazia era o escudo que era pesado e atrapalhava minha ofensiva; joguei-o fora para bater mais rápido.
O que me incomodava era a fala desnecessária, nada seria resolvido comigo na conversa, apenas urrava com sede de sangue em tom gultural com minha garganta a pedir pela morte dos oponentes... Dragões não fazem política, sendo assim não devia eu querer me humilhar em tal segmento social.

Minha ofensiva era bruta, simples, furiosa e chamativa, um orgulho para os Drakens que viveram antes de mim, até mesmo meus aliados percebiam a violência que em mim queimava como chamas na floresta no outono. A lâmina da alabarda lambia o chão tinindo em um clamor pela carne dos agentes do sórdido governo, tudo isso porém sem provar do sangue de nenhum, os covardes se esquivavam como ratos fugindo por entre a sujeira de um porão, nem todos saíam completamente do golpe, mas nenhum tinha o doce licor de suas veias derramado sobre o metal de minha arma para alegrar meus deuses dracônicos antigos.

Um dos ratinhos parecia ser o líder, bradava ordens aos demais organizando-os em sua fuga covarde do dragão que agora residia em meu corpo para orgulho meu e de meus ancestrais. Disparos brotavam de suas armas em rajadas contra meu corpo treinado para receber tais maus tratos. Não me importava com as agulhadas causadas, se morresse ali era desejo dos deuses, assim como se a vitória fosse minha seria pela vontade dos mesmos, meu corpo agora se movia sob o controle de um dragão, impedir seu movimento para tentar defender minha vida seria uma ofensa sem limites, uma desonra além do imaginável. Entre tiros, feridas e golpes pesados de alabarda, os agentes caíam um após o outro enquanto minhas feridas acumulavam, não que me importasse, um dragão não para de lutar nem quando sua cabeça é cortada.

O líder-rato se movimentava de forma errática e por alguns instantes saía de minha visão, não dava atenção a ele e continuava a castigar a linha de inimigos a minha frente, seus danos chegavam a minha humana mente após passar pela mente do dragão agora, sentia as dores apenas como um calor que irradiava de pontos dispersos pelo meu corpo, ignorava-os veementemente como um verdadeiro guerreiro Draken e parente distante dos orgulhosos lutadores de Elbaf. Um calor mais forte irradiava na parte de trás da minha perna esquerda e meu corpo caía sobre si mesmo em um ajoelhamento desonroso, por alguns segundos eu não entendia o porque do dragão se colocar nessa posição, mas no fundo de minha mente soava a resposta.

Meu corpo aquele que treinei até hoje e me orgulhava de sua força era fraco demais para permitir ao destruidor agir como deveria, minha carne miserável estava sucumbindo perante tão poucos danos, que vergonha, os dragões me escolheram como seu avatar nas guerras, minha mãe deu sua vida para meu nascimento abençoado e meu pai se manteve longe das honradas lutas para treinar a sua suposta divina prole para não vacilar quando a hora chegasse… E aqui estava eu, forçando um dragão a ajoelhar-se pela falta de força em minha carcaça deprimente… Vergonhoso.

Eu podia ouvir e ver que estava cercado, os ratos governamentais conspiravam algo contra meu corpo, se fraquejasse ali não desonraria só a mim, mas toda minha linhagem.

*(Lembrança do pai)*
*Está sentindo dor? Seu corpo não é forte para aguentar isso sem se ferir?*

*(Lembrança do jovem Pierce de oito anos em um treinamento de luta)*
*Está doendo pai… Não consigo mais.*

Vergonhoso…

*(Lembrança do pai)*
*Dor?!? Você está com dor? Você não sente vergonha de ser tão fraco? O que é maior… Sua dor ou vergonha?*

*(Lembrança do jovem Pierce de oito anos em um treinamento de luta)*
*A dor…*

Vergonha…


*(Lembrança do pai)*
*Se o que mais lhe incomoda é a dor… Então sua vergonha é maior ainda… Se o que lhe incomoda é a vergonha então se levante… Se você consegue andar… Corra… Se não consegue se arraste… Se tudo que você consegue fazer é falar que não consegue vencer, então ruja para dar moral a seus companheiros que ainda podem… Não estou criando uma vergonha covarde… LEVANTE.*

*(Lembrança do jovem Pierce de oito anos em um treinamento de luta)*
*Mas…*

Passava a alabarda para a mão esquerda e a apoiava no chão firmemente enquanto respirava fundo.

*(Lembrança do pai)*
*Filho você não consegue sentir o abraço dos dragões? Não sente eles tocando sua pele querendo trazer sua força para este mundo?*

*(Lembrança do jovem Pierce de oito anos em um treinamento de luta)*
*Não…*

Podiam ser os buracos dos tiros, mas sentia pequenos pontos de dor em meu corpo que me pareciam as garras de vários dragões segurando meu corpo querendo rasgar através de mim para este mundo… Sim eu sinto eles.

*(Lembrança do jovem Pierce de oito anos em um treinamento de luta )*
*Pai… Para… Você está me machucando… Por que está me machucando?*


*(Lembrança do pai)*
*Machucar? Eu te amo filho e por isso vou quase matar você… Dia após dia… Para que assim… Um dia quem sabe… Ninguém consiga fazê-lo. Você vai morrer?*

*(Lembrança do jovem Pierce de oito anos em um treinamento de luta )*
*[chorando]... Eu não quero morrer pai…*

Eu só morrerei se assim quiserem os dragões.

*(Lembrança do pai)*
*Pare de envergonhar sua mãe, seus ancestrais e a mim… LEVANTE-SE*

*(Lembrança do jovem Pierce de oito anos em um treinamento de luta )*
*[chorando]... Eu não consigo mais lutar pai…*

Eu ainda consigo lutar.

*(Lembrança do jovem Pierce de oito anos em um treinamento de luta )*
*[chorando]... Não sou tão forte.*

Não posso ser tão fraco.

*(Lembrança do pai)*
*LEVANTE-SE*

*(Lembrança do jovem Pierce de oito anos em um treinamento de luta )*
*[chorando]... Eu não consigo*

Eu preciso.

*(Lembrança do pai)*
*LEVANTE-SE*

*(Lembrança do jovem Pierce de oito anos em um treinamento de luta )*
*[chorando]... Não aguento.*


Eu vou… Iria fechar os dedos mais firmemente na alabarda e começar a forçar meus músculos a enrijecerem e puxarem meu corpo a uma posição ereta indo contra todo o cansaço, dor e instinto de auto-preservação, não preciso de nada disso se tenho meus deuses.

Se todos os atiradores estivessem ao alcance de minha alabarda, iria novamente usar minha técnica da cólera do dragão, já havia mostrado ela nessa luta, mas agora sob o controle do destruidor minhas técnicas ganham força extra, miraria o giro para a lâmina da alabarda passar aonde estavam meus inimigos e para o segundo golpe ser sobre o maior grupo de pessoas no alcance de minha arma.

Caso os atiradores tivessem fora do alcance de minha alabarda, apoiaria-me sobre minha perna direita e tomaria impulso para saltar da forma que desse para me aproximar do grupo a minha frente e tentar uma estocada descendente como um pescador de tridente, após isso usaria a alabarda como apoio igual uma perna de pau para ajudar a aguentar meu peso na perna esquerda, sendo assim com as mãos na alabarda que estaria do meu lado esquerdo, me projetaria num pulo fazendo um pêndulo com a arma para com a soma de meu tamanho e dela tentar alcançar meus inimigos para aterrissar sobre eles com o pé direito e em seguida puxar a alabarda e fincar sua ponta no inimigo no qual pisasse, ou apenas no chão caso errasse, para então refazer o pêndulo em busca do próximo inimigo que estivesse mais perto.

Se em qualquer momento algum inimigo se aproximasse de mim para um golpe, pularia olhando para baixo para poder ter visão do que está abaixo de mim e miraria uma estocada descendente da alabarda em tal inimigo, errando tentaria aterrissar meus pés sobre este se estivesse próximo ainda, e após aterrissar, caso errasse novamente, faria mais uma segunda estocada dessa vez numa posição mais horizontal como um jogador de sinuca tentando acertar a bola. Se errasse essa estocada também, aproveitaria o fato da alabarda passar do alvo caso esta o fizesse, para girar ela colocando o gancho desta a frente de meu alvo para um rápido puxão, tentando acertar o gancho não laminado em quem era meu alvo arremessando este para meu lado.

Caso em algum momento arremessasse alguém com o gancho, tentaria agarrar a pessoa no ar com a mão esquerda e arremessar esta contra o chão próximo ao meus pés, para então pisar sobre as pernas desse com o pé mais próximo.

Se pisasse sobre algum inimigo durante a luta fincaria a ponta de minha arma na parte do corpo do inimigo que aparecesse para fora de meu pé.

Se fincasse ou acertasse uma estocada em algum inimigo, ergueria a arma com o mesmo ainda empalado e giraria a mesma para arremessar minha presa longe.




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MensagemAssunto: Re: O valor de um homem se mede pela força de seus braços e o tamanho de sua... Arma   O valor de um homem se mede pela força de seus braços e o tamanho de sua... Arma - Página 2 EmptyTer 07 Ago 2018, 21:17

Tomado por toda sua ira, o gigante Pierce não se manteve caído por muito tempo. Surpreendendo seu oponente, o líder e Agente Graduado Clark, a muralha humana, por assim dizer, não tão humano, porém com trejeitos humanos, desferiu um potente golpe giratório com sua gigantesca arma. O golpe acertava dos atiradores que haviam titubeado perante o gigante e os lançavam a alguns metros, porém, devido a sua lenta movimentação, os demais continuaram os disparos, agora mais espalhados que nunca, em dois grupos. O que havia menos membros era o grupo do Agente Graduado, porém, o alvo do gigante foi o outro, com mais oficiais do Governo Mundial. Notando o que o gigante iria fazer, Clark tentou alertar seus companheiros, porém, viu que era tarde para alguns.

— Se afastem! Ele vai saltar! Recuem! — bradou o Agente correndo em direção a Pierce.

Flexionando seus joelhos, ignorando o machucado, Pierce saltou de maneira um tanto impressionante para um gigante. Os titãs tinham fama de serem limitados, porém, aquele rapaz, grandalhão, era ágil, como um acrobata, acrobata gigante. Voltando, saltando, o guerreiro arqueou seu braço direito e, usando sua arma imponente, desferiu um golpe ascendente que acertou um dos atiradores e fez os demais saltarem, pausando os disparos contra si. Próximos a Pierce, os Agentes tinham a certeza que derrubar aquele gigante não seria fácil, porém, com as palavras de Clark, a confiança deles voltou das cinzas.

— Não desistam! Ele é grande, mas — saltou — Podemos feri-lo!

Aproveitando-se da distração e Pierce e de seu estado, o Agente saltou e, enfincando sua arma nas costas do gigante, o guerreiro saiu por deslizar nem um metro a baixo, em um golpe ascendente, porém ,a dificuldade da pele de Pierce deixou lento o corte, evitando mais danos ao Revolucionário, que agora sentia Clark em suas costas, com sua arma, digamos, “presa” em seu corpo.

— Não desistam! Atirem! Mirem na cabeça! — bradou o Agente, tentando soltar sua arma.

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MensagemAssunto: Re: O valor de um homem se mede pela força de seus braços e o tamanho de sua... Arma   O valor de um homem se mede pela força de seus braços e o tamanho de sua... Arma - Página 2 EmptyQua 08 Ago 2018, 11:26


Fúria tem gosto de sangue

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Os Drakens são guerreiros que flertam com a própria morte para causar a dos outros, nós não somos os mais mais habilidosos, nem os mais poderosos guerreiros do mundo, no entanto, há boatos sobre sermos os mais insanos e os menos sensatos e razoáveis.
Eu estava dando uma amostra muito boa disso aquela noite, claramente estava perdendo aquela luta, coberto de feridas e de meu próprio sangue, quase não acertava meus golpes durante toda a luta, um dos inimigos era esperto e me atacava sempre por um lado cego que estava sempre bem disposto a se mostrar ao inimigo, no entanto os guerreiros cujo coração fraquejava eram exatamente esses que estavam a ganhar, a cada golpe que eu não caía, a cada urro de raiva quando devia estar reclamando de dores, a moral deles era diminuída, lutar com quem está disposto a morrer não é uma tarefa pros fracos de coração e os agentes não eram treinados para tal feito, quem era?

Em meu torpor colérico levantava ignorando as feridas e agarrando a minha própria vida apenas para usar a mesma como um porrete contra meus oponentes, um espetáculo muito bom de se ver quando não se está sob a mira da ira de tal berserker, no entanto para aqueles que tinham que arriscar suas vidas na luta, não era um prazer tão grande ter aquela visão, pois os que não correram do giro de minha lâmina, correram de meu golpe esmagador ou foram arremessados pelos golpes de mim, um colosso ensandecido.

A vontade de continuar na luta daqueles homens era rachada igual ao chão abaixo do golpe final, seus corações teriam sido obliterados ali pela pura insanidade do meu estilo de vida… Isso se eles não possuíssem um líder astuto, o verme-líder pulava em minhas costas para mais um golpe covarde.

Sentia o impacto e o corte que rasgava meu couro, apenas mais gasolina a ser arremessa na fornalha infernal de minha ira.

— Não desistam! Ele é grande, mas podemos feri-lo!

Certamente, me ferir todos podiam mesmo, uma formiga em toda sua insignificância era capaz de ferir um leão em fúria, mas assim como a formiga, aqueles homens teriam feito uma melhor escolha em evitarem se aproximar de mim.

Sentindo o inimigo pendurado em minhas costas, não hesitaria nem por um instante, cego em minha fúria e crenças religiosas, não me importava com feridas em minha carne, ou até mesmo com a morte que poderia vir com ações mal pensadas, sendo assim me jogaria de costas no chão com toda minha força e peso sobre o inimigo sem me importar com o fato de também estar me jogando sobre sua espada cravada em meu corpo, auto conservação nunca foi uma matéria ensinada em minha formação.
Urraria perante a dor da queda sobre a lãmina, mas com olhos em chamas de ódio levaria minha mão direita até o oponente preso sob mim ou tentando fugir, buscaria agarrá-lo.

Caso conseguisse pegar aquele verme do governo em minhas mãos urraria em triunfo enquanto violentava o sacudiria pelas pernas contra os chifres e espetos de meu elmo, para em seguida agarrar cada uma de suas pernas com uma mão e forçá-las a se separar visando rasgar sua carne usando as feridas causadas pelo elmo como um picote de papel, se conseguisse urraria em vitória e arremessaria seus pedaços contra o seu grupo de subordinados. Caso contrário o bateria de cabeça contra o chão antes de arremessá-lo para cima para deixar que a gravidade cuidasse de sua carcaça vergonhosa.

Em seguida, me levantaria tentando ignorar as feridas acumuladas e usando minha alabarda como apoio, uma vez em pé arremessaria a mesma ao ar o mais alto que pudesse e enquanto essa permanecesse no alto, levaria minha mão mais próxima a ferida da espada em minhas costas para tentar tirá-la, tentaria até a alabarda chegar próxima a queda, conseguindo ou não retirar o corpo estranho de minha carne, finalizaria a tentativa para agarrar a alabarda em queda com a mão direita para executar um golpe descendente para a minha direita redirecionando a força de queda da arma para o chão em uma amostra de habilidade.

Após tudo funcionar ou não, pegaria minha arma e caminharia de forma a acelerar lentamente até a melhor corrida que eu ainda pudesse fazer em direção aos inimigos, mesmo mancando, mesmo derramando meu sangue ou arrastando minhas tripas…

*Lembrança do pai*
*Um Draken nunca para de lutar até que seu corpo caia morto.*



...Um Draken nunca para de lutar até que seu corpo caia morto.

Meus olhos seriam o de um louco, uma fera selvagem ferida e encurralada, visando sempre o inimigo mais próximo para a próxima estocada da lança seguida de um corte do machado ao redirecionar a arma pro próximo inimigo, o selvagem ataque impensado de um louco.




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MensagemAssunto: Re: O valor de um homem se mede pela força de seus braços e o tamanho de sua... Arma   O valor de um homem se mede pela força de seus braços e o tamanho de sua... Arma - Página 2 EmptySeg 13 Ago 2018, 09:43

Tomado por sua fúria, o colosso não pensou duas vezes e caiu. Sabendo que seu inimigo estava em suas costas, o resultado foi óbvio. Notando o que aconteceria, Clark ainda tentou escapar, porém o corpo do gigante padeceu sobre suas pernas, impedindo-o de sair do alcance do golpe. A lâmina entrava com mais veemência na pele enrijecida de Pierce, que sentia o golpe. A lâmina agora quebrava, porém, ainda entrava em diferentes lugares na pele do gigantesco homem. Se erguendo novamente, o gigante viu seu adversário tentando se arrastar pelo campo de batalha. Pegando-o, Pierce viu ali um homem determinado, tanto que mesmo sendo torturado, não recuou perante o gigante.

Você pode me matar, mas a garra de meus homens não cessará! Derrubem esse gigante! - bradou Clark.

Mesmo que estivesse tendo suas pernas arrancadas, o movimento de Pierce não se concluiu. Utilizando dois canhões, os atiradores aproveitavam da distração de seu líder para com o gigante, e atiravam na mão do revolucionário, explodindo-a. Tal coisa obrigou Pierce a soltar Clark, que mesmo ferido, queimado e debilitado, caiu no solo com um sorriso frente a fúria do gigante, que agora sentia um sério ferimento em sua mão direita. Imediatamente após cair, Clark era socorrido por dois Agentes, que o carregavam enquanto três atiradores o cobriam. Os canhões estavam um em cada lado, sendo manuseado por dois Agentes, cada um.

Matem-no! - bradou Clark sendo retirado do campo de combate.
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MensagemAssunto: Re: O valor de um homem se mede pela força de seus braços e o tamanho de sua... Arma   O valor de um homem se mede pela força de seus braços e o tamanho de sua... Arma - Página 2 EmptyTer 14 Ago 2018, 18:13


Fúria tem gosto de sangue

Revolução é uma arte, estraçalhar agentes faz parte.






Me jogava de costas contra o chão e junto a sensação excruciante da lâmina que quebrava em minha carne me fazendo cerrar os dentes perante a dor infinda dos cacos que se espalhavam, também vinha a doce sensação de esmagar o corpo de meu oponente sob meu peso.

No entanto mesmo a lâmina estilhaçada em minha carne não me fazia parar de querer partir pra violência, meu inimigo rastejando era tentação demais para parar de lutar para questionar a pontada aguda em minhas costas que agora nada mais era do que uma sensação inflamada pela chama da fúria como combustível para mover minha carcaça castigada pela luta.

Era como estar em chamas, as dores vinham em rajadas junto a dificuldade de respirar, as lufadas de ar que tragava desciam quentes pela minha garganta logo antes de voltarem a subir e sair pela minha boca contra o couro duro da máscara que aprisionava ali o calor a aquecer meu rosto em oposição a fria chuva que escorria pelo meu corpo e entre minha armadura.

Meu sangue corria calcinante veias, a sensação era como se ele fosse corroer até mesmo aço caso fosse trazido à tona e jogado contra algo, no entanto ele escorria morno pelas minhas feridas enquanto se misturava água da chuva.

Era como estar em câmera lenta, podia ver meu oponente rastejar como o verme que ele é em busca de uma fuga com suas pernas feridas.

TUUUUM……………………………………………...TUUUUM

A batida do meu coração era ouvida lentamente enquanto bombeava o sangue repleto de adrenalina pelo meu corpo, a sensação de lerdeza e a força das batidas me trazia a sensação de que o sangue passava feito blocos de cimento pelas artérias.

TUUUM……………………………………...TUUUM
Podia ouvir meu coração um pouco mais rápido, mas ainda parecia estar abalado pelo fratura da espada em minha carne, estava lento, a minha carcaça vergonhosa estava novamente reclamando do excesso de trabalho.

TUUM………………………………..TUUM

Os blocos de sangue chegavam a minhas extremidades com o novo som mais rápido de batidas, novos blocos de sangue eram enviados com a sensação de como se estivessem dilacerando minhas artérias… Via meu oponente rastejar para mais longe… Ele vai fugir…

TUM……….TUM

Era se meu corpo fosse uma prisão para minha fúria, podia sentir como se tivesse um outro eu dentro de minha carcaça se contorcendo e urrando em busca de levar meu corpo mais rapidamente a ficar em pé e chegar no fugitivo. As veias em meus olhos saltavam irrigadas pelo rubro licor fervente bombeado em meu corpo alimentando o fogo crescente, aquela vontade assassina sem fim era muito mais forte que minha própria carcaça, me sentia me movendo dentro de uma gosma viscosa, porém numa temperatura super elevada e ao invés da sensação gosmenta e confortável, era agraciado apenas com dor e tormento… Queria apenas destroçar aquele oponente, mas a fração de segundo até a chegada de tal saboroso momento era vagarosa e parecia interminável.

Após o que parecia uma eternidade minha mão alcançava o corpo de meu inimigo, a sensação explodia pelos meus nervos como eletricidade provinda de um raio, era como se toda a lentidão sumisse, havia pego meu objeto de maior foco em fúria em mãos e Clark era puxado no ar como um boneco de pano velho sendo levado por uma criança, mas diferentemente de um boneco de pano, quando forçado, seu corpo rangia e estalava, não dava para ver minha boca através da máscara, mas um sorriso demoniáco aparecia em minha face, o dragão em mim queria ver aquele homem em pedaços e era de minha crença que nada me impediria aquela altura, estar mais enganado seria difícil…

KABOOOOMMM… [Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]


Uma explosão seca irrompia de minhas mãos, atingindo a mim e a Clark, libertando-o de meu agarrão e ferindo seriamente minha mão direita, apesar disso ainda era um dano bem menor do que eu considerava que deveria ser usado contra o dragão que havia libertado em meu corpo.

Meus dentes cerravam novamente com a explosão, dois agentes manipulavam cada canhão ao meu redor, no entanto meu maior motivo para ódio nem era a ferida, ela apenas instigava mais raiva na verdadeira causa e esta era ter minha presa retirada de minhas mãos após ser tão difícil pegá-la.

Levaria minha mão esquerda a minha alabarda agarrando-a a pelo meio para compensar o fato de estar segurando ela com apenas uma mão, em seguida daria um passo para a esquerda e urrando de raiva tentaria golpear o canhão deste lado enfiando o gancho da alabarda por baixo dele para se travar em rodas ou suportes do canhão e “agarrá-lo”. Então viraria de costas segurando a extremidade oposta da alabarda com a mão esquerda e usando o ombro direito como apoio, para então apoiando o antebraço direito e usando a força das costas, fazer uma “alavanca” , para erguer o canhão e em uma continuação do arco feito e fazendo mais dois passos pra frente jogar um canhão sobre o outro.

Após isso jogaria minha grande alabarda girando na horizontal para tentar derrubar Clark e seus carregadores e após isso correr mesmo que todo torto pelos ferimentos e me jogar contra Clark tentando agarrá-lo para mais uma sessão de porrada, faria isso mesmo que no fim ambos viessem a cair na água.

Uma vez próximo a Clark novamente, tentaria golpá-lo em uma fúria cega e assassina, com socos, chutes, cabeçadas e até mesmo usando as partes feridas de meu corpo para golpear, meu bem estar não era nada ali, queria a confiança daquele homem apagada da face da terra.





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