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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Halloween o Ano Todo

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Halloween o Ano Todo   Halloween o Ano Todo EmptyDom 17 Jun 2018, 03:20

Halloween o Ano Todo

Aqui ocorrerá a aventura do(a) agente Bjarke. A qual não possui narrador definido.


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Meursault
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MensagemAssunto: Re: Halloween o Ano Todo   Halloween o Ano Todo EmptyDom 17 Jun 2018, 20:40

Se eu pedir ajuda, não me negue alívio


...... Meus pés sangravam ao percorrer aquele campo de espinhos, cada passada era um esforço árduo, o líquido rubro que era despejado denunciava os meus passos, demarcando uma trilha que era seguida implacavelmente por três cachorros, que exalavam uma bestialidade grotesca, meu coração acelerava e o medo que corria pelo meu corpo fazia com que as pernas continuassem a se mover, mesmo com todo o sofrimento envolvido. As sombras que me cercavam encobriam qualquer destino com incerteza, mas qualquer lugar era melhor que aquele, meus instintos mais básicos me forçavam a fugir daquela situação, costumava negar tais impulsos, mas, depois dos últimos eventos, percebi que eram um aspecto fundamental de qualquer ser, benéficos, desde que não se sucumbisse perante tais estímulos, sem medo, um homem não saberia quando se retirar de um confronto já perdido, sem fúria, não teria ímpeto para derrotar os seus inimigos.        

...... O cenário macabro que atormentava a minha mente, aos poucos, se dissipava, sendo substituído por um dos alojamentos do Governo Mundial. O suor encharcava as minhas vestes, fazendo também mechas de meu cabelo grudarem contra o rosto, minha respiração estava ofegante, irregular e meu peito era torturado por dor e saudade. Ao recobrar plena consciência, meu primeiro movimento seria vasculhar os meus pertences em busca dos cabelos de Yennefer, encontrando o que desejava, usaria minha mão direita para trazê-los até meu rosto, próximo a boca e ao nariz mais especificamente, nesse triste momento, perceberia que nunca fui capaz de sentir o perfume da mulher que amei. A imagem do seu rosto ainda era clara em minha mente, sua pele suave e alva, adornada por cabelos longos e negros como uma noite sem estrelas, seus olhos, verdes como uma esmeralda. A lembrança, em qualquer outro momento, seria acompanhada de felicidade, mas, depois dos infelizes eventos, qualquer sentimento tinha um certo amargor. Ainda deitado, afastaria os cabelos de minha amada do meu rosto, tampando meus olhos com a parte externa do antebraço direito, não era preciso muita sensibilidade ou capacidade de autorreflexão para me dar conta do meu estado deplorável. - A ''nossa'' cama já parece um leito, então vou deixar o nosso amor morrer pra renascer em outro peito. - Sussurraria para mim mesmo antes de guardar os preciosos fios.    

...... Sentaria na cama e pentearia o cabelo para trás com as mãos, em seguida, rumaria em direção ao vestiário do Governo Mundial, ficaria despido e caminharia até um dos chuveiros, com a vã esperança de que a água pudesse expurgar os fantasmas do passado que insistiam em me atormentar. Lavaria meu corpo com afinco e diligência, como se água e o sabão fossem capazes de lavar o peso das minhas escolhas e a minha culpa na tragédia que sucedeu. De banho tomado, caminharia até a pia e os espelhos, onde faria o resto do meu ritual de higiene matinal. Meu reflexo era um tanto quanto estranho, não condizia com a imagem que tinha de mim mesmo, a cicatriz em meu olho imprimia certa hostilidade e austeridade em meu semblante, algo que não condizia muito com a minha personalidade. - ''Um lembrete cruel, para assegurar que meus pesadelos são reais.'' - Passaria com delicadeza os dedos médio e indicador da mão direita sobre o ferimento, enquanto refletia.  

...... Já limpo, caminharia lentamente até o meu armário, esperando encontrar o terno sob medida que fora prometido, encontrando o mesmo, vestiria o conjunto e calçaria os sapatos sociais, além de colocar o chapéu, devidamente arrumado, perderia bons minutos me olhando no espelho, para avaliar se o terno me caía bem ou não, na verdade, a certeza era de que ficaria ótimo, afinal, até as piores roupas ficam boas em um corpo escultural como o meu. A falsa vaidade colocaria um leve sorriso em minha expressão.

...... Da forma mais apresentável possível, rumaria até a recepção do Quartel-general, chegando ao meu destino, falaria com o responsável pela área. - Bom dia. Tem algum jornal sobrando aí? - Se a resposta fosse positiva, pegaria o objeto e me acomodaria em algum sofá, ou similar, disponível. Se a pessoa responsável pelo atendimento fosse uma mulher capaz de despertar o meu lado mais luxurioso, diria. - Bom dia, amor da minha vida, razão do meu viver, minha noite foi ótima, pois sonhei com você. - As palavras seriam acompanhadas por um sorriso sarcástico e malicioso. - Você pode me emprestar um jornal? E um beijo também se não for pedir demais. - Com ou sem o jornal, aguardaria por ordens em algum assento confortável. Acreditar no beijo era ser otimista demais, a dama da sorte não costumava sorrir para mim com tanta frequência, um tapa era muito mais provável.        

...... Na hipótese de acabar de ler o jornal, ou simplesmente esperar tempo demais sem ser acionado, me levantaria e seguiria até a biblioteca do Quartel, chegando com sucesso ao local, procuraria por obras que versassem sobre estratégia e luta de rua, encontrado os objetos desejados, caminharia em passos lentos até a pessoa responsável pelo local, levando os exemplares comigo. - Bom dia, gostaria de adquirir esses livros, qual é o custo? - Diria, sendo o mais simpático possível no processo, entretanto, se a pessoa responsável pela biblioteca fosse capaz de despertar a minha libido, o diálogo seria um pouco diferente. - Você tem algum plano para a noite de hoje? Se não tiver, eu tenho, meu plano A é te fazer feliz e meu plano B é o sucesso do plano A. - As palavras seriam ditas em tom jocoso, mas toda brincadeira tem um fundo de verdade. - Ah, antes que eu me esqueça, vou querer comprar esses livros também. - Pagaria o valor requisitado, desde que coubesse no meu orçamento. Com a posse dos livros, retornaria para a recepção do Quartel, onde faria a leitura das duas obras, visando absorver todo o conhecimento possível enquanto esperava ordens de algum superior, se o trabalho não vinha até mim, não tinha razão para procurá-lo.

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Considerações:
 

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MensagemAssunto: Re: Halloween o Ano Todo   Halloween o Ano Todo EmptyQua 27 Jun 2018, 21:53

Good Morning


I must have dreamed a thousand dreams
Been haunted by a million screams
But I can hear the marching feet
They're moving into the street



Os sonhos de Sven o perturbavam fossem eles acordado ou durante realmente seu descanso, aquele momento tinha feito uma cicatriz em sua mente, o episódio da morte de seu primeiro amor, talvez não exatamente o primeiro, afinal em seu coração muitos deles podem caber. Mas aquilo o perturbava, o corpo morto, o sangue sob seus pés, acordando de seu pequeno tranz, ele procurava aos poucos, o que restava dela para lembranças que pudessem vir seus cabelos negros, algo tão simples mas que podia mostrar de certo modo o afeto que ele ainda carregava, justamente por guardar eles, seus sonhos não eram os melhores mas seus dias seriam ainda longos pelo que vinha a frente. Então trazia os cabelos até o nariz, ele jamais tinha tido a chance de sentir seu perfume, e toda imagem da mulher lhe deixava em um estado deplorável.

O garoto apesar de tudo conseguia perceber isso quando olhava para si mesmo, suas palavras pronunciadas para si mesmo mostravam de certo o quanto, cada segundo que passara depois daquilo tinha o afetado, ele sentava a beirada, para pentear seus próprios cabelos, com uma das mãos enquanto olhava pela janela, e a visão lá fora ela era um leve presente do destino, uma bela moça repousava ao sol, sim ela estava no meio da grama do pátio, de maneira confortável, trazia um olhar inocente naquele momento, uma hora pura, onde ela apenas carregava realmente um sentimento claro e simples por estar sozinha naquele lugar, era fascínio de certo. Distraída consigo mesma, era uma mulher bonita, madeixas loiras de tamanhos medianos, olhos azuis que refletiam tão bem quanto o céu naquele dia, destacava-se também sua pele branca tocada pela luz que era refletida pelas poucas gotas de orvalho que haviam passado da grama pra ela. Seus seios eram medianos, e ficavam bem no seu corpo, mas seu maior destaque talvez fossem seus quadris largos, se vestia bem, uma camiseta branca simples, com uma pequena jaqueta azulada por cima, e uma calça apertada.

A moça não parecia ter muito a fazer por ali, até que se virava para olhar algo em algum lugar ali naquela direção, o que? bem era outra menina que estava se aproximando dela, mas antes de perceber qualquer aproximação de outro ser, com certeza não era esse o ponto principal…No momento que ela se virava para olhar a visão da janela seria talvez a melhor possível, já que ela colocava os joelhos no chão se virando, enquanto as mãos no chão pra se apoiar no momento de giro, depois levantando mas ainda meio empinada, deixando toda sua fartura virada aos olhos do nosso garoto na janela, enquanto ela falava algumas palavras com a outra garota que se aproximava. A outra menina era também bonita, tinha cabelos verdes, seguidos de selvagens olhos amarelados, eles possuíam um tom feral, apesar de tal cor exibir essa ferocidade, contrastava com a calma que possuía no olhar. Parecia mascar alguma coisa, e fazer pequenas bolas rosas com isso, chicletes talvez, ou qualquer coisa capaz de produzir isso. Seus seios eram médios, mas não ficavam tão aparentes por as roupas que usava, a pele possuía um tom branco quase pálido na verdade, usava um boné na cabeça, e trajava apenas uma camiseta bem grande que ia até o fim do seu corpo chegando a se aproximar da altura das coxas, mas apesar de longa, algo era diferente apenas de leve parecia que uma de suas nádegas aparecia na lateral, estava longe mas a imaginação poderia produzir algo, e a pergunta é, será que está com algo por baixo? hum… é ele um dia poderá descobrir, a outra moça levantava do chão ainda se abaixando duas vezes se alongando, ela ia com o dorso abaixado e tentando tocar os pés pra ajustar a coluna, entretanto o garoto poderia querer ver mais outros detalhes das curvas que se mostravam belamente aos seus olhos, depois de todo processo as duas seguiram caminhando pelo gramado do QG.

Depois de todos esses momentos lindos sendo observados, o homem partia para seu vestiário, onde se despindo deixava a água cair para sobre seus ombros, mas não era apenas para tirar a sujeira física, mas o grande peso que estava sobre eles, as escolhas que ele tinha tomado, na hora errada às vezes. Já limpo era hora de se trocar colocar uma roupa, e finalmente começar o dia, depois de todo esse processo, se observava no espelho vendo se tinha ficado gato, e ele mesmo se respondia claro, ficaria bom, a vaidade pessoal era um modo de se sentir melhor pra ele, bem, cada um tem seu modo de melhorar, (eu costumo deitar e chorar, enquanto me lamento), muitos tem algo a que valorizar, e que pode ajudar em seus dias. Mas agora era hora de começar as ações básicas que seu dia podia lhe oferecer. Caminhando já com seu terno ele chegava até a recepção, a visão lá continuava boa, era uma outra garota, estava vestindo uma camiseta branca enquanto colocava a jaqueta de ginástica, devia estar pra deixar o posto da recepção pra ir treinar, seus cabelos eram longos, e estavam completamente trançados esbanjaram a coloração castanha, tinha consigo uma fita vermelha na parte da franja que segurava parte dela pra que não caísse completamente na testa.

Mas a característica que mais poderia chamar atenção eram os seios grandes, ela naquele momento estava em uma guerra ela tentava fechar o zíper da parte de cima da roupa de ginástica ela parecia estar realmente se esforçando pra tornar isso real, demorava um pouco mas ela finalmente conseguia, era um sentimento de vitória quando ele terminava de fechar. O garoto se aproximava agora dela a cantando sobre algo um tanto irreal, ter sonhado com ela mas bem… a garota não sabia bem como responder aquilo, seu rosto corava imediatamente, ela não sabia o que dizer, soltando um leve. - O… b… Obri… obrigada…- Seu rosto parecia vermelho como uma pimenta ao agradecer, e o garoto apenas prosseguia com seu pedido, sobre o jornal. - Há sim!! digo… tem um beijo… Não!! isso não!! tem jornal!!! Mas não o beijo, mas eu aceito um jantar se você pagar.- Falava completamente atrapalhada enquanto tremia pela forma repentina que aquilo a pegara com a guarda baixa, não estava esperando por algo desse modo. Colocava o jornal em cima da mesa. -Estou solitária… digo livre essa noite… as 20:00- falava com um claro tom de timidez olhando um pouco pra o lado enquanto falava, não conseguia olhar muito pra o rosto dele nesse momento, justamente por ter o achado de fato bonito, e olhar muito a deixava desconcertada. Mal sabe nosso heroi que ela é famosa no QG, pelo seu azar ou melhor pelo azar que ela atrai pra seus pares, conhecida por os dois nomes mais problemáticos, conhecida por alguns como “A viúva negra” por o que seu azar faz a seus parceiros amorosos, e bem “A encalhada de Lvneel” então bom, talvez ele sobreviva, talvez não, ao menos a certeza é que se sobrevivesse, teria sua recompensa. - Me chamo Amy.- Completava ela antes que o rapaz saísse, era uma chance pra ela, do tipo que ela não podia perder. O garoto se preparava pra sair dali estava quase caminhando, mas… algo estava errado um terremoto começava a acontecer no busto da moça, e quando menos esperava, o ziper estourava, os airbags balançavam na camisa branca por baixo enquanto a verde abria completamente. Tal pequena peça atingia a testa do espadachim, era um golpe poderoso, que até mesmo o levava ao chão, demonstrando a pressão, que era exercida por aquele busto gigantesco. - DESCULPA- falava a garota ficando nervosa, seu olhar de preocupação era claro, era como se ela tivesse visto aquilo acontecer várias vezes.

Mas ele estava bem, depois de ter sido golpeado tão fortemente por uma escadaria anteriormente, sua velha pior inimiga, um pequeno zíper não era nada. Ele abria o jornal para ler (Considere que sabe tudo que tava no ultimo jornal que saiu no forum) tinha muita informação interessante por ali, ele ficava alguns minutos até terminar. Como ninguém lhe incomodava em tal tempo, ainda no QG ele ia para o local onde se encontrava o conhecimento, livros para se ver, comprar e qualquer coisas desse tipo, a biblioteca do governo mundial, ou melhor a biblioteca daquele QG. Ele já avistava depois de uma leve observação dois livros que estavam ali, o primeiro na prateleira de cima qual ele pegava, era de estratégia, e o segundo, já numa parte inusitada, e ao lado de um livro muito famoso entre os tarados, estava o melhor livro de todos “Manual do Vagabundo Livro 3 - Luta de Rua” sim era o que ele procurava.

Com os dois livros em mãos, ele caminhava para o local onde pagaria por eles, seu dia estava abençoado era mais uma bela moça, que segurava o livro contra seus seios, e devolvia um para a prateleira perto dela. - Bom dia moço o que deseja?- falava ela, que era recebida do modo mais caliente por parte do nosso sedutor, que falava em tom de brincadeira, por mais que essa fosse a verdadeira vontade dele. Ela dava um leve sorriso, soltando uma pequena risadinha baixinha, para com o cortejo do garoto que completava sobre os livros. -Bem, hoje a noite eu não estou livre, mas outros dias quem sabe, nunca sabemos o futuro não é mesmo?- falava em um tom leve e calmo, como se realmente cogitasse a possibilidade, mas logo pegava o carimbo e colocava nos dois livros falando o preço. - São 6.000.000, 2 pelo de estratégia e 4 por o livro famoso na outra mão, “Manual do vagabundo” é uma das minhas séries de livros favoritos.- Falava soltando um leve sorriso.

Depois de pagar por tudo Sven se retirava do lugar e sentado na recepção lia tudo que lhe era preciso no meio daquilo, e na realidade, tudo era interessante, tinham bons conhecimentos, mais duas hora se passava, pra cada livro, tinha sido bem tranquilo até ali, e agora eram as 10 da manhã. No exato momento que ele terminava o último parágrafo do livro uma mulher vestida de terno se aproximava dele, possuía um olhar sério, e parecia vir tratar de assuntos igualmente dotados de uma seriedade maior. - Agente Sven Bjarke Koza? Esse é você?- falava ela com um olhar sério, olhando pra ele, sua voz era realmente bonita, parecia um anjo falando, era como ouvir os próprios serafins, uma harmonia perfeita de agudo e grave. Assim que ele respondesse ela prosseguiria. -Eu tenho um pedido para você garoto.- E logo, ela chamava com um tom mais alto. - Esmeralda, por favor, venha.- uma garota vestida em roupas de treino vinha correndo de longe, assim que ela terminava de falar, os passos dela eram pesados, e sua respiração parecia cansada , ao ver o garoto, ela fazia uma leve reverência, e se apresentava. - Bom dia me chamo Esmeralda senhor.- e batia continência ao terminar.

-Agente Sven, essa é minha protegida, eu gostaria de lhe pedir um favor, que ajudasse ela nos treinos de hoje, e se possível, levasse ela pra sua missão de hoje, ela queria muito ver como é o trabalho de um real agente do governo, então queria que apresentasse o quartel, e a ajudasse a treinar nos nosso aparelhos do estabelecimentos, e por fim me procure, e te passarei uma missão, algo simples mas que possa levar ela pra participar.- Falava ela esperando agora um pouco para que ele reagisse ou dissesse qualquer coisa, seu olhar era sempre pouco expressivo, o que provavelmente se devia aos tempos de ríspidos treinamento, e isso de certo poderia lhe caber bem- Ouvi um pouco sobre você e achei que poderia ser interessante que você a acompanhasse se possível, estarei contando com você.- Completava ela mantendo sempre uma postura reta e bem imponente, seu terno era impecável, não havia sujeira, mas o que mais poderia chamar atenção era o cheiro que ela exalava, lembrava o cheiro de belas rosas na primavera.


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MensagemAssunto: Re: Halloween o Ano Todo   Halloween o Ano Todo EmptySex 29 Jun 2018, 04:29

O Amor é um Cão dos Diabos


...... Alguns homens duvidavam da existência de Deus, certamente eles nunca haviam presenciado um cenário como esse. Na medida em que contemplava a imagem das belas mulheres no pátio do quartel, só conseguiria agradecer, apontando os dois dedos indicadores para o céu, ao mesmo tempo em que me aproximaria, inconscientemente, da janela, de maneira lenta e suave, o movimento prosseguira de forma natural até perceber que o meu rosto estaria colado junto ao vidro. Ter uma boa memória muitas vezes era uma maldição, pois minha consciência era atormentada frequentemente pelos erros cometidos no passado, mas, as vezes, era uma bênção, como agora, essa cena não seria esquecida facilmente, ver aquelas mulheres sobre a grama me fazia pensar que o Jardim do Éden devia ser algo muito similar a isso, na verdade, é possível dizer que esse é um Éden melhorado, afinal, em vez de Adão e Eva existiam  Eva e, bem, Eva, seria um prazer inenarrável ser o fruto proibido da vez.  

...... Uma das mulheres tinha um cabelo áureo, os fios pareciam ter sido tecidos com a habilidade e maestria da melhor artesã, sua pele era alva e suave como seda, seus belos olhos se destacavam como safiras e seu corpo parecia ser detalhadamente esculpido em mármore, esteticamente, era perfeita, mas a perfeição não era tão atraente assim depois de atingida, sua companheira, por outro lado, era perfeitamente imperfeita, sua aparência era um tanto quanto exótica, seu semblante conseguia transparecer ao mesmo tempo selvageria e indiferença, sua pele era branca e pura como a neve, seus olhos tinham um tom de âmbar e o seu cabelo parecia ser feito de longos fios de jade, ao olhar a primeira mulher, meu coração batia mais rápido, mas, ao observar a segunda, parava de bater e começava a dançar, talvez fosse amor, talvez fosse esbórnia, mas, independentemente do que fosse, fazia com que o tempo parecesse parar e deixava tudo ao redor mais belo.

...... O amor é uma coisa engraçada, todo mundo sabe o que é o amor, todo mundo já amou ou foi amado em algum momento, mas a definição desse sentimento é algo inalcançável. Se não me falha a memória, Coríntios 13:4-7 diz que o amor é paciente, bondoso, tudo crê e tudo suporta, mas isso é muito pouco. Amor é o que eu sinto por minha mãe e por Yennefer, mesmo sabendo que nunca vou vê-las novamente, sempre carregarei ambas comigo, dentro e fora do meu corpo, nas minhas digitais, nos confins da minha mente e no que restou de mim sem elas, mas o amor também era como observar uma névoa pela manhã, ao acordar antes do sol nascer, para vê-la queimar ao primeiro toque de luz da realidade, talvez realmente fosse o que eu sentia nesse exato momento, no fim das contas, o amor é tudo que nós já dissemos que não era.  

...... Tudo que é bom costuma acabar e com o colírio dos meus olhos não era diferente, a expectativa do dever e senso de obrigação me faziam deixar as acomodações do Governo Mundial em busca de uma aparência apresentável e bem menos melancólica. O jogo do amor era tão perigoso quanto a dança das espadas, nesse duelo mortal, um terno era a melhor armadura existente, mas nada poderia me proteger dos vastos encantos da recepcionista. - ''Que deus abençoe o governo.'' - Qualquer dúvida referente a filiação ao governo sumia enquanto meus pés se dirigiam até aquela mulher, sua aparência era encantadora e sua timidez tornava a sua figura ainda mais atraente, o rubor que acompanhava suas respostas tornava um diálogo que deveria ser simples em algo extremamente divertido. A proposta do jantar era mais do que o suficiente para botar um sorriso sincero em meu rosto. - Vai ser um prazer e uma honra ter uma companhia tão agradável essa noite. Sou novo na cidade, então se você pudesse escolher o local seria ótimo, as 20:00 em ponto estarei aqui te esperando. - Pegaria o jornal que havia sido deixado sobre a mesa e me prepararia para sair, apenas para ser interrompido pela bela moça, que revelava o seu nome. - Amy, é um lindo nome, me lembra amor, que é o que eu sinto por você. - Sorriria, confiante de que Amy ficaria sem jeito ao ouvir as palavras, quem perdoa é Deus, eu só aproveito as oportunidades que ele me oferece. - Perdão pelos meus modos, meu nome é Sven Bjarke Koza, ao seu dispor. - As últimas palavras seriam acompanhadas de uma simples reverência, que também seria a nossa despedida.    

...... Com o jornal em mãos, começava a me distanciar de Amy, mas era surpreendido com um impacto violento que me levava ao chão, foram necessários alguns instantes até eu ser capaz de compreender o que realmente aconteceu, era uma situação cômica e surreal. Tentaria me recompor, me levantaria para, em seguida, procurar pelo zíper assassino, que, com certeza, devia ter algum tipo de aliança com as escadas da região, Lvneel era um lugar que podia ter vários adjetivos, mas normal não era um deles. Avistando o objeto, seguraria o jornal com a mão esquerda e usaria a direita para pegá-lo, com o zíper em mãos, mostraria o mesmo para Amy. - Eu acho que vou guardar isso aqui e só devolver depois do jantar, tipo uma garantia. - Um sorriso malicioso surgiria para acompanhar tais palavras, após isso, guardaria o objeto em um dos bolsos internos do terno. Com ou sem a posse do zíper, faria graça da situação. - Não precisa pedir desculpas, a culpa foi minha, eu que botei a minha cabeça no caminho do seu zíper. - Depois de tais palavras, simplesmente daria as costas para a mulher e começaria a caminhar em direção a um lugar propício para a leitura. Já acomodado, repensaria um pouco sobre a situação, talvez tivesse sido péssimo, talvez tivesse sido ótimo. - ''Se ela já tá jogando o zíper em mim agora, imagina o que jogará depois do jantar.'' - O otimismo era sem dúvidas a maior das virtudes.

...... Finalmente em paz, começaria a ler o jornal, apenas para perceber que o mundo continuava o mesmo, caos nos Blues, reis mortos na Grand Line, um Supernova megalomaníaco se digladiando com um Yonkou, resumindo, nada fora do normal. Todas as informações daquela edição pareciam extremamente monótonas, até o seguinte trecho captar a minha atenção: ''O nome desses recrutas são: Alipheese; uma bela jovem ferreira adolescente. Lynn; outro jovem esbelto de cabelos avermelhados''. Um sorriso de canto de boca surgiria inconscientemente ao ler tais palavras. - ''Isso sim é uma informação realmente útil, se dizem que é bela, deve ser realmente muito bela, interessante. O homem, por outro lado, parece ser tão inútil que sua característica mais relevante é ter cabelos avermelhados.'' - O singelo sorriso, que antes era de prazer, agora refletiria deboche e escárnio.    
   
...... Depois de uma boa dose de futilidade, não existia nada melhor que purificar a mente com conhecimento, assim sendo, a biblioteca era o único destino possível. Encontrar as obras que se adequassem ao meu desejo não eram nenhum desafio, já que tudo era muito bem sinalizado, o verdadeiro desafio era resistir diante das tentações que continuavam a surgir em meu caminho. A imagem da bibliotecária colocava mais um sorriso em meu rosto, na verdade, sorriria tantas vezes essa manhã que nem conseguiria me lembrar mais como se expressa um semblante de seriedade. O humor da mulher era extremamente agradável, além disso, o preço dos livros era acessível, tudo ocorria bem, mas estava prestes a melhorar, o fato dela gostar de um dos livros que escolhi oferecia uma oportunidade ímpar. - ''Vai que é tua filhão.'' - Reuniria um pouco de confiança, em seguida, inclinaria levemente meu corpo, me aproximando um pouco mais da mulher. - É uma das minhas séries favoritas também, é praticamente uma obra-prima, o volume anterior tem uma qualidade ímpar, conseguiu redefinir todo um gênero literário. - Bem, para ser honesto, eu nunca cheguei nem perto dos outros volumes, mas já li muitas críticas dos mais diversos livros, provavelmente não seria tão difícil mentir sobre isso, ainda mais pelo fato da mentira ser seguida por uma verdade incontestável. - Assim como a sua imagem redefiniu os meus ideais de beleza. - As palavras seriam acompanhadas de um sorriso malicioso, a mulher provavelmente lidaria bem com a situação, como fez anteriormente, de forma que não existia com o que se preocupar. Após o fim da conversa, pagaria pelos livros e iniciaria a leitura em um lugar apropriado.    

...... O tempo parecia passar mais rápido com boas companhias e boas companhias se resumiam a bons livros e belas mulheres, eu começava a folhear as primeiras páginas de um dos exemplares e quando me dava conta existia uma mulher ao meu lado. O tempo era, com certeza, de fartura, mulheres pareciam surgir por todo lugar que eu passo, que continue assim. Observaria a recém-chegada da cabeça aos pés, o primeiro sentimento que surgiria seria a inveja, pelo fato do terno cair muito melhor no corpo dela do que no meu, mas, ao me dar conta de que a concorrência era desleal, o sentimento de inveja seria substituído por curiosidade, a imagem da mulher em si era extremamente encantadora, sua pele, aparentemente frágil e imaculada, ressaltava os seus olhos e seus cabelos, que lembravam ametistas. Além da aparência, a seriedade adotada era um tanto quanto cativante, alguns homens costumam rir na cara do perigo, mas eu sou mais ousado, rio na cara da seriedade. -  Bom dia pra você também. - Diria, em resposta à forma seca que fui tratado. - Se eu sou Sven? Depende de quem tá perguntando, já que é você, posso ser quem você quiser. - Fitaria a mulher enquanto dizia tais palavras, seria extremamente interessante observar a sua reação. - Agora, se você quiser saber como eu gosto de ser tratado, vou dizer que prefiro que me chame de meu amor. - As palavras sairiam de minha boca com tranquilidade, naturalidade e malícia.

...... A existência de um pedido criava uma expectativa, sua doce voz já fazia a recusa ser impossível, mas a possibilidade dessa gentileza gerar mais gentileza no futuro deixava tudo ainda mais tentador. - Seus pedidos para mim são ordens inquestionáveis. - Um sorriso acompanharia tais palavras, sorriso esse que aumentaria depois de notar a presença de Esmeralda. A disciplina da jovem era admirável, além disso, contrastava com as suas roupas de treino que, diga-se de passagem, eram jogo sujo, tudo isso dava um charme especial para a mulher. - Senhor não, por favor, se quiser me chamar de senhor vai ter que esperar mais uns dez anos. - Diria em tom jocoso antes de me levantar do assento, deixando os livros no local. - Pode me chamar de Bjarke, só Bjarke mesmo. - Estenderia a mão direita, livre, para Esmeralda, buscando um aperto de mãos. - É um prazer conhecê-la. - A minha feição seria a mais carismática possível ao proferir tais palavras. - O mesmo serve para você. - Diria, claramente me referindo a mulher de cabelos lilases.  

...... Já havia falado muito, de forma que simplesmente escutaria o resto das instruções que seriam passadas em silêncio, com a devida atenção. Saber que uma mulher como aquela já havia escutado algo sobre mim era o suficiente para nutrir o meu ego, mesmo que achasse a situação um tanto quanto estranha. - ''Bem, se você realmente escutou algo sobre mim deve saber que a minha última parceira morreu, você deve realmente odiar essa menina, mas quem sou eu pra julgar.'' - Quando as oportunidades apareciam, a única ação possível era abraçá-las. - Considere feito. - Pela primeira vez seria possível notar certa seriedade na minha voz. A situação era um tanto quanto constrangedora, o que eu devia fazer, simplesmente sair pelo Quartel com Esmeralda, ou esperar até ficarmos sós e guiá-la pelas instalações? Eu poderia parar um pouco e refletir sobre isso, como uma pessoa racional faria, ou poderia ser idiota e agir por impulso, a escolha certa era óbvia, ser idiota. Ser idiota era a coisa mais inteligente a se fazer, ainda mais sabendo que amor e idiotice costumavam andar de mãos dadas.    

...... Sem hesitar, usaria ambas as mão para apontar em direção a um dos corredores do Quartel-general. - Vamos? - Perguntaria, mas, sem esperar uma resposta, começaria a rumar pelos corredores, esperando que Esmeralda me acompanhasse. Obviamente a jovem já conhecia a recepção, afinal, passou por ela para entrar no lugar, assim sendo, removeria o local em questão do nosso tour. A primeira parada do nosso trajeto seria o pátio, que me traria doces lembranças, chegando ao local, deixaria Esmeralda se acostumar com o ambiente. - Aqui é o pátio, é onde a gente corre, se exercita, treina, se digladia e sofre, mas tudo vale a pena, é um lugar maravilhoso, especialmente pela manhã. - Se a jovem aspirante ao Governo Mundial perguntasse o motivo, simplesmente diria. - Se eu contar tudo perde a magia, se as coisas derem certo você vai entender um dia. - A ideia de ver o Éden povoado com mais uma musa era extremamente tentadora.  

...... Quando a mulher já estivesse se acostumado com o pátio, decidiria levá-la até a biblioteca, um dos poucos lugares desse quartel que me era realmente familiar. - Esse é o meu lugar favorito, é um dos poucos lugares onde se pode encontrar paz, silêncio e sossego, além disso, o acervo é ótimo. - A biblioteca era, acima de tudo, um sítio de conhecimento, assim sendo, parecia um local apropriado para descobrir mais sobre Esmeralda, não faria mal conhecê-la melhor, ainda mais sabendo que passaríamos um tempo considerável juntos. - Então, por qual razão você quer entrar no governo. - Perguntaria, como quem não quer nada, apesar de estar muito interessado na resposta. Prestaria atenção em qualquer resposta dada pela jovem, entretanto, se ela se recusasse a responder, simplesmente daria de ombros e diria. - Que seja, mistério deixa tudo mais interessante mesmo. - Na hipótese de Esmeralda responder e perguntar sobre o meu motivo, simplesmente diria a verdade. - O Governo apareceu para mim quando eu não tinha mais nada, nenhum objetivo, nenhuma pessoa amada ao meu lado, simplesmente aceitei o modo de vida que eles me ofereceram. - Seria quase impossível a minha expressão não refletir certo tom de melancolia.

...... Após a biblioteca, seria a vez da enfermaria, que era um ambiente desconhecido para mim, o que era um tanto quanto irônico tendo em vista os meus vastos conhecimentos sobre medicina. Me guiaria até o local por qualquer tipo de sinalização existente, ou tentativa e erro na pior das hipóteses, chegando ao nosso destino, observaria bem a instalação, afinal, era bem provável que eu acabasse ali algumas vezes, era melhor já ir me acostumando. - Essa é a enfermaria, a maioria das pessoas gosta de manter distância daqui, mas parece um lugar legal, eu mesmo nunca tinha vindo aqui antes. - Na verdade não existia nada para falar sobre o local, mas a função de guia turístico me obrigava a dizer algo. Se notasse que Esmeralda estava confortável com a situação, testaria a minha sorte, com o puro propósito científico de conhecer melhor minha parceira em potencial. - Desculpa se parecer meio repentino, mas isso não sai da minha cabeça desde que a gente se conheceu. - Tentaria imprimir certa seriedade em minha voz ao dizer tais palavras, gerando também um pouco de suspense. - Por um acaso o seu pai é pirata? - Manteria a seriedade por alguns instantes, mas logo a fachada seria substituída pela descontração habitual. - Porque você é um tesouro. - A justificativa viria logo depois da pergunta, sem dar tempo para qualquer resposta, por mais improvável que fosse, a possibilidade do pai da moça ser um pirata realmente existia e não era minha intenção deixar ninguém desconfortável. - Entendeu? Esmeralda, joia, tesouro, pirata. É só uma piada, a não ser que você goste da cantada, ai é verdade mesmo. - Tal fala revelaria o meu lado desprovido de vergonha, era bom ela já ir se acostumando se fôssemos passar mais de cinco minutos juntos.  

...... Se tudo ocorresse como o planejado, só existiria mais um destino antes da academia, o refeitório, que era um lugar um tanto quanto monótono na minha humilde opinião, já que tudo tem o mesmo gosto de nada. Simplesmente andaria pelo local com Esmeralda e deixaria que ela tomasse as suas próprias conclusões, era o melhor que poderia fazer. Depois de passar pelos pontos mais importantes do Quartel-general só restava a academia e a série de exercícios, que seria um tanto quanto prazerosa para mim se ministrada de forma correta. Quando estivéssemos no local mencionado, faria questão de mostrar cada um dos aparelhos e explicar brevemente que parte do corpo cada um deles afetava, após a breve aula, me escoraria no aparelho que estivesse mais próximo e perguntaria para Esmeralda. - Você já tem alguma ideia da série de exercícios que vai fazer? Se não, posso ajudar com isso. - Caso a resposta fosse positiva, simplesmente deixaria a mulher prosseguir com a série que havia planejado, auxiliando em qualquer necessidade, mesmo que parecesse trivial, como alterar o peso de uma das máquinas por exemplo. Na hipótese da resposta ser negativa, gastaria alguns instantes tentando formular alguma série de exercícios com os meus conhecimentos sobre anatomia, inconscientemente, levaria a mão direita até o queixo, por puro costume. - ''Agachamento livre, Stepup, Levantamento terra com barra e coice no cabo, acho que isso basta.'' - Analisaria Esmeralda da cabeça aos pés, não pela primeira vez. - Bem, me parece que você já correu, acho que três sessões de quinze agachamentos, duas sessões de dez stepups, três sessões de dez levantamentos e duas sessões de quinze coices devem servir. - Após passar o treino, me daria conta de que todos os exercícios em questão tinham como foco o glúteo, que feliz coincidência. Se ela aceitasse a sugestão, prestaria todo o auxílio possível e imaginável, indicaria os equipamentos corretos e até demonstraria o jeito certo de realizar os movimentos se necessário, se tudo ocorresse bem, apenas observaria o andamento daquele treino, minuciosamente, apenas para o bem de Esmeralda, obviamente não existiria nenhuma outra intenção no momento. Caso ela não aceitasse a sugestão de treino ai o problema é dela né, só lamento.  

...... Com o treino finalizado, buscaria a agente que me abordou anteriormente. - Qual o nome dela? - Perguntaria para Esmeralda durante o caminho, caso suas faculdades mentais não fossem o suficiente para entender o todo da pergunta, especificaria. - A agente que nós apresentou. - Com o conhecimento do trivial, partiria para o essencial. - E ela é solteira? Não que eu esteja interessado, só pra saber mesmo. - Usaria o mesmo tom descontraído de sempre, o tempo me mostrou que esse era o melhor jeito de evitar os problemas. Caso a garota indagasse sobre as minhas maneiras um tanto quanto galanteadoras e promíscuas, simplesmente diria a verdade. - Minha religião diz para amar o próximo como amo a mim mesmo, acontece que eu me amo muito, é muito amor pra um corpo só. - Qualquer tipo de repreensão seria simplesmente ignorada. Ao ser agraciado novamente com a imagem da agente que provavelmente era minha superiora, diria. - Ela já conhece o Quartel como a palma da minha mão, ou melhor, a palma da mão dela, o treino foi feito também. - Diria, com um misto de orgulho e felicidade, mesmo se tratando e uma tarefa tão simples. - Já está tudo pronto para a missão? - Ao proferir tais palavras, me surpreenderia com a empolgação existente em minha voz, aparentemente, ter uma companhia deixava tudo mais interessante.                  

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MensagemAssunto: Re: Halloween o Ano Todo   Halloween o Ano Todo EmptySeg 09 Jul 2018, 02:55

Good Morning


Meu lugar é aqui
Na esquina do mundo
Com sangue de bugre
e vinho vagabundo
me pendurando
Na trepadeira do muro

corre por aí
Que eu não sou fiel
Mas eu pago meu cigarro
E minha conta no bordel
Sou o canalha mais honrado
Que minha mãe já concebeu



O homem, que tinha começado seu dia com sorte prosseguia no tour pessoal dele, afinal o dia mal havia começado, mas o céus já tinham lhe dado um presente, o resto das coisas simples iam sendo muito produtivas, e claro ele conseguia depois daquele momento achar uma moça bastante interessante com um zipper assassino ao qual ele catava pra levar como garantia de que iria a ver de novo, a moça tinha um encontro marcado com ele. Ela não dizia mais nada depois desse momento apenas ficava rindo um pouco da situação, depois disso o garoto ia para a biblioteca o ambiente mais iluminado, a mulher que ele encontrava era no mínimo mais que seu tipo. Ele rapidamente usava de suas investidas para cima da mesma que por fim ouvindo que ele conhecia o livro falava. - Interessante, eu nunca conheci ninguém que tivesse lido, vamos conversar sobre depois? Seria divertido ter alguém pra falar dele, nunca vi outro leitor que tivesse realmente lido a coletânea.- ela tinha levantado um ponto que talvez o agente não pudesse abordar visto que ele não tinha realmente lido, entretanto mesmo assim ele poderia criar algo.

Depois desse ponto com seu jornal em mão ele começava a ler pouco a pouco, enquanto apreciava a cena até a superior se mostrar diante dele, e finalmente lhe apresentar uma “Missão” cuidar de uma garota, apesar das brincadeiras ele aceitava tal a quest de cuidar da jovem, a beleza dela o atraia e rapidamente ele ouvindo as palavras “Senhor” a corrigia sobre, recebendo uma resposta de fato diferente. -Certo Senhor- era o que ela dizia após ele acabar de explicar sobre sua idade. A mulher mais velha quase gargalhou ao ouvir isso, soltando um leve risinho de canto de boca. -Muito bem agente Sven, estou contando com você.- E se retirava dali, ela parecia não ter muito tempo ao que se mostrava, pela pressa de seus passos deveria estar organizando algo maior provavelmente. O nosso tarado, poderia ter pensado antes de agir tentado trabalhar em algo ali, mas, bem, ele simplesmente como o cachorro impulsivo seguia seus instintos, e rapidamente a chamava para seguir, a menina não muito mais inteligente, apenas aceitava. - Sim Senhor!! Digo, sim… como você quer que eu te chame?- falava um pouco confusa, ela não tinha costume de tratar ninguém diferente daquilo, provavelmente pela sua criação o que quer que a família dela pudesse ter feito, esse tipo de mensagem era gravada no fundo da cabeça da pequena.

Mas não pestanejou em seguir o homem, indo com ele, o primeiro lugar que eles visitavam era o pátio, o sol ainda estava alto, ela parecia encantada lá fora, o olhar no rosto dela parecia o de alguém vendo o mundo pela primeira vez. Ela aos poucos caminhava sempre com aquele rosto de admiração, sua maneira mostrava que algo não estava normal com ela. - É um lugar bonito, pela manhã realmente deve ser melhor, imagino o sol iluminando as gotas de orvalho como nos livros..- Falava ela ainda sem olhar pra o agente prestando atenção aos detalhes do lugar, essa hora o campo estava vazio por ali, eram apenas os dois lá naquele momento. Mas assim que ela estava ali a pouco ele a levava para um outro lugar, a biblioteca, ali a menina não demonstrava tanta curiosidade, parecia ser o tipo de lugar que ela estava o tempo todo.

O olhar dela era algo pouco expressivo naquele momento, ela não tinha alguma visão ruim ou boa do lugar que fosse demonstrada ali ao menos, esse não era o foco ali e o homem tinha algo que gostaria de saber, explanando uma questão interessante. - Bem na verdade eu não posso me tornar agente, minha mãe não deixaria… mas eu gosto da ideia de viver aventuras, e bem, eu treino bastante, então posso fazer algumas coisas legais.- Ela olhava pra ele esperando alguma reação, apesar de a curiosidade bater naquele momento, e nisso finalmente o questionava. - Mas eu queria saber, no fim o que fez você virar um agente?- ela prestaria atenção nas palavras dele uma a uma e parecia guardar elas, mas no fim respeitando o que foi dito, ela escolhia por não comentar nada, apenas deixar que o fluxo do universo a guiasse, tinha seus motivos pra agir desse modo, mas nada que ficasse muito aparente.

Depois dali eles estavam no lugar das enfermeiras as mais belas beldades de uniforme, ele adentrava ao local depois de uma leve caminhada procurando alguma indicação, e lá apresentava tudo a moça, aqui ela tinha uma reação de curiosidade igual anteriormente lá fora, os olhos dela se movia de maneira veloz, percorrendo toda a sala, ela parecia ter um foco especial na prateleira de remédios, o ambiente estava vazio naquela hora, então tinham apenas muitas macas várias prateleiras, e entre elas uma cheia de remédios, para a qual a menina estava olhando. - É um lugar bem diferente, parece bem interessante.- ela dizia aquilo bem animada sobre tal, mas não comentava nada sobre o que via, era como se preferisse guardar o que sentiu apenas para si mesma. O garoto no entanto não ficando quieto precisava levar ali uma de suas cantadas, que bem não ia dar muito certo, no momento que ele perguntava se o pai da menina era um pirata a reação dela era de um completo susto. Ela dava dois passos pra trás e com os olhos arregalados, sem saber como ele poderia ter adivinhado aquilo dizia. - Sim mas... Como você sabe disso? o governo realmente recebe todo tipo de informação, mesmo para as patentes não tão elevadas. Assustador realmente.- a garota tinha um olhar de fascínio, antes de perceber que era uma piada sobre seu nome. - Há obrigada, acho que era o que eu deveria responder.- falava coçando a parte de trás da cabeça.

Pra a moça, aquele agente era um dos poucos contatos fora da alta classe, e também um dos primeiros que falava informalmente. De todo modo o tour principal estava finalizado. Ele decidiu então levar ela para a sala de treinos mais uma caminhada simples, e que tipo de exercícios você acha que ele escolheu? agachamentos é óbvio, assim como todos os possíveis movimentos que requerem de alta mobilidade dos glúteos. A garota no entanto não via a maldade por trás dos olhos do seu instrutor. - Não vejo problemas, acho que vai ser legal usar a sala de treinos.- Ela tinha um olhar curioso para com os aparelhos de forma geral, suas mãos estavam o tempo todo fechadas, como se ela tivesse algum tipo de mania, não dava pra ver direito, mas as marcas de unhas estavam sempre contra a palma, o que indicava que o aperto era sempre com bastante força.

A movimentação começava agora, era um agachamento bem compassado, o agente olhava aquilo com toda a sua vontade, as nádegas se contraindo e descendo lentamente no agachamento, há ele via aquilo em uma câmera lenta no seu cérebro. Uma cena pra se guardar claramente na memória, e assim era com cada exercício, ver o corpo dela indo e vindo, era uma benção naquele dia. Por fim a moça encerrava todas as séries, se alongava e vinha até ele. - Terminei, como eu fui?- falava com um sorriso bobo e inocente no rosto, parecia estar feliz de ter feito as séries de agachamento e todos os exercícios ali. Pra ela de algum modo era especial, por ser num QG, não que ela jamais os tivesse feito, pela execução bem aplicada dava pra facilmente dizer que ela praticava coisas assim a bastante tempo, mas o local era especial.

Sven então partindo novamente junto com ela fazia algumas perguntas pra a menina sobre a mulher de terno que viu anteriormente. Ela dava um pequeno sorrisinho, dessa vez parecia ver a maldade na pergunta do agente, começava a de fato acreditar que existia algo nas coisas que ele vinha dizendo e fazendo, mas ainda não tinha feito a correlação completa. - Ela se chama Olivia Siverfang, é uma mulher muito honesta, mas sim ela está solteira, lembro de termos conversado coisas sobre isso, bem ela já deve estar nos esperando inclusive.- Tinha se passado muito tempo desde o começo das atividades, e finalmente estava na hora de encontrar novamente a mulher que eles tinham conversado, mais uma vez ambos saiam compassadamente até chegar em Olivia, adentrando na sala da superior, Bjarke explicava que sua parte inicial estava feita. A mulher rapidamente olhava os últimos papéis na mão e começava. - Bem, está tudo pronto, vamos pegar um zeppelim para Loguetown agora.- ela sorria levemente levantando, e pegando a maleta na lateral, e colocando as luvas.

A mulher parecia animada com a ideia. - Vamos agente Sven, preciso de você pra me ajudar nessa missão, não é nada demais, mas o número de pessoas, tem de ser exato, estaremos levando uma personalidade importante para Loguetown, e por isso vamos ter que ter toda ajuda possível. Pegue suas coisas e vamos ao zeppelim.- assim ela esperava que o mesmo tomasse suas atitudes, era importante que o homem estivesse em plenas condições até o fim daquilo. - Preciso te apresentar as duas moças que trabalharão conosco nessa missão, venha comigo.- e assim como pedido o garoto caminhava junto dela para um lugar ali perto e a felicidade estava diante dos seus olhos, as moças que ele tinha visto no gramado logo de manhã seriam elas que acompanhariam ele na missão. - Essas duas são Avril e Gwen, as duas seriam parte importante da missão.- Elas ainda estavam distantes e a mulher apenas apontava, já que as duas estavam apenas de shortinho curto e um top no ring, no momento exato, em que uma socava e a outra apenas esquivava Olivia apontava, quando citava seus nomes, Avril, era a loira, enquanto Gwen trazia cabelos verdes, mas sabia ela que eram “conhecidas” dele, ao menos pela telinha da janela A missão estava entregue bastava apenas a aceitação desse fato, e tudo em algum momento iria se tornar mágico, imaginem só, várias garotas num objeto voador, Um verdadeiro balão magico

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MensagemAssunto: Re: Halloween o Ano Todo   Halloween o Ano Todo EmptySeg 09 Jul 2018, 17:48

O mundo fica bem mais divertido!

       
...... Esmeralda era um criatura um tanto quanto interessante, de início, só a sua aparência já era o suficiente para despertar o meu interesse, mas, conhecendo um pouco melhor a mulher, ou melhor, a moça, era impossível continuar a vê-la com a mesma maldade. A protegida de Olivia era extremamente inocente, não vendo maldade ou sarcasmo onde as outras pessoas veriam, mas, apesar disso, era extremamente esforçada e diligente, o que era uma ótima qualidade para qualquer um que resolvesse servir o Governo Mundial. Não foi necessário muito tempo para eu começar a sentir um certo afeto pela garota, de certa forma, ele me fazia relembrar de mim mesmo em outros tempos, antes de entender como o mundo realmente funcionava, além de todos os fatores já mencionados, o pai de Esmeralda ainda era um pirata, o que era hilário, era impossível não gostar dela, ao menos para mim, de forma que me sentia obrigado a dar um conselho sincero para a moça. - Se você não se importar, gostaria de me meter nisso e dar um conselho. - Tentaria imprimir uma seriedade não habitual em minha voz ao proferir tais palavras, para deixar claro que não estava brincando, como costumava fazer sempre. Sem esperar uma resposta de Esmeralda, simplesmente continuaria. - Você não devia se importar com o que a sua mãe diz ou acha, inevitavelmente, vai existir um dia na sua vida em que você estará sozinha, nessa hora, vai se arrepender de não ter feito as coisas que desejava quando teve a oportunidade. Faça sempre o que você sente que está certo em seu coração, não existe nenhum gosto mais amargo que o do arrependimento. - A conversa era séria demais pro meu gosto, então simplesmente adotaria minha descontração habitual e concluiria meu raciocínio. - Tudo bem que é um tanto quanto irônico eu dar um conselho dizendo pra você ignorar o que os outros dizem ou pensam, mas reflita um pouco sobre isso. - Dando fim a esse assunto, acompanharia Esmeralda até a sala de equipamentos e, ao fim da série, só existia uma resposta possível para a pergunta feita. - Foi perfeito, melhor que isso, só dois disso. - Provavelmente existiria um sorriso bobo no meu rosto, mas, nessa altura do campeonato, essas coisas já não importavam mais.

...... A missão dada por Olivia era um tanto quanto inesperada, no mínimo, não pelo fato da mudança de localização, já estava acostumado com isso, uma cama diferente em cada noite e um novo amor em cada porto, já tinha virado rotina, o que de fato incomodava um pouco era a existência do jantar, que agora era inviável, mas Deus costuma escrever certo por linhas tortas, me tirou uma mulher, mas em troca me deu quatro, não estava em posição de reclamar, só agradecer. Ao descobrir o nome das minhas musas inspiradoras meu coração se acalentava, essa missão se tornava cada vez mais irrecusável, não só pela força do dever. - Isso parece ser um tanto quanto interessante, nunca escutei nada sobre, devo confessar que estou um pouco empolgado. Vou arrumar minhas coisas e me juntar a Avril e Gwen. - Me despediria de Olivia com um simples aceno de cabeça, para em seguida me dirigir até o cômodo em que passei a noite anterior, chegando ao local, recolheria todos os meus pertences, tendo certeza de não deixar nada para trás. Antes de encontrar Gwen e Avril, iria até a recepção, buscando Amy, se encontrasse a mulher, seria sincero. Me aproximaria da recepcionista, de uma forma não invasiva, e olharia bem em seus olhos. - Infelizmente eu fui escalado pra uma missão em Loguetown, nosso jantar não vai acontecer, mas saiba que você sempre vai estar em minhas memórias e em meu coração. - Pessoalmente, eu preferia uma despedida bem mais calorosa, mas isso era o que tinha pra hoje. Esperaria por qualquer coisa que a mulher quisesse dizer, após isso, seguiria para o ponto de encontro, pensando em quem era a pessoa importante que escoltaríamos e como seria um Zeppelin. Quando todos estivessem reunidos, seguiria qualquer instrução dada e, se fosse necessário, pagaria a minha parte para embarcar no Zeppelin.          

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Última edição por Bjarke em Ter 10 Jul 2018, 05:26, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Halloween o Ano Todo   Halloween o Ano Todo EmptySeg 09 Jul 2018, 23:17

Good Morning


Meu lugar é aqui
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Com sangue de bugre
e vinho vagabundo
me pendurando
Na trepadeira do muro

corre por aí
Que eu não sou fiel
Mas eu pago meu cigarro
E minha conta no bordel
Sou o canalha mais honrado
Que minha mãe já concebeu



O Garoto, depois de todos os problemas claramente tinha muito a dizer, ele comentava sobre a mãe da menina o que de fato, era complicado, pois para ela realmente as opções eram próximas de 0, ela não esperava que fosse ter um entendimento real por parte dele mas mesmo assim entrava no assunto, apenas falando um pouco da visão que tinha da mãe. - Na realidade eu infelizmente não tenho muito como contrariar ela, mesmo que eu quisesse eu não poderia é algo que vai muito além do meu alcance, é algo difícil, você não entenderia bem.- ela no entanto não comentava mais nada sobre e apenas seguia junto dele, até o lugar, onde a mulher repassava a próxima missão, sem pestanejar o garoto aceitava, principalmente depois de ver os dois anjos lutando, a mulher sorria pra ele apenas repassando as informações que faltavam. - Muito bom, então nos encontre na estação de zeppelim e partiremos.- Ela comentava com uma calma absurda, e parecia de fato não ter muitas preocupações na hora de escalar seu time, deviam ser pessoas que iam trabalhar com ela constantemente.

Depois disso o garoto partia até seu quarto e organizava todas as suas coisas, ele estava de fato, com vários momentos na cabeça, ele juntava tudo e finalmente estava pronto, pra seu azar ou sorte, ele não encontrava a moça da recepção, ela devia ter saído dali a bastante tempo, sem poder se despedir corretamente, ele partia para o Zeppelim, ao chegar no lugar para sua surpresa, a moça da recepção estava ali também. - Eu estava bem preocupada, eu achei que eu não fosse te encontrar para te avisar, que eu estava indo para loguetown, acabei sendo chamada de última hora.- ela dava um sorriso meio nervosa, parecia ter um certo medo lá no fundo, por conta do que aconteceu. Gwen fazia uma bola de chiclete bem grande e se aproximava de Sven, ela o olhava de cima a baixo, como se parecesse fazer um tipo de análise dele, algo simples. - Muito bem agente, adentre logo precisamos partir. - ela falava se virando, e caminhando para dentro da máquina voadora, o rebolado dela era algo a se observar, ela movia lentamente cada uma das partes, passo a passo, pra cima e pra baixo, o que poderia chamar a atenção do nosso garoto.

Sven adentrava e lá dentro já estavam as outras pessoas que ele conheceu, Esmeralda, Olivia e claro a loira, Avril, todas pareciam estar apenas esperando por ele para partir, era uma coisa já pré estipulada, eles tinham toda uma missão pela frente. O ambiente em si era simples, apenas um enorme vazio cheio de bancos, apenas os agentes já conhecidos, e uma coisa quem chamava atenção, uma mulher de capuz ela devia ser a missão. Mas antes de qualquer coisa, todas as portas fechadas o balão levantava voo, estavam todos nos bancos, Sven sentado de frente para Esmeralda que estava na ponta esquerda do banco, Olivia ao lado dela, e mais a esquerda ainda Gwen, do lado do agente a moça do ziper voador era quem se sentava, e ao lado dela estava a loira, ficando de frente pra a de cabelos verdes.



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MensagemAssunto: Re: Halloween o Ano Todo   Halloween o Ano Todo EmptyTer 10 Jul 2018, 00:22

Fatos Desconhecidos

       
...... Um balão que viaja pelos mares era certamente algo impressionante, nunca imaginei que presenciaria algo parecido com isso na minha vida, era uma visão realmente deslumbrante, mas não tão deslumbrante como Amy, Esmeralda, Avril, Gwen ou Olivia. A sorte continuava a sorrir para mim, não existia nada mais conveniente que encontrar Amy na estação, parecia que, no fim das contas, o vento soprava em meu favor. As coisas pareciam só melhorar, ver Gwen caminhando em minha direção só aumentava as minhas expectativas e esperanças para a missão, mas a mulher era extremamente seca, bem, talvez eu não devesse me espantar, o Governo era assim no fim das contas, frio e impessoal.

...... Não demoraria muito para obedecer as ordens da mulher, afinal, todas ali pareciam ser minhas superioras, o que não era de se espantar quando considerado o meu pouco tempo na organização. Em questão de instantes, todas elas se distribuíam nos assentos do Zeppelin, eu fazia a mesma coisa. A situação era um tanto quanto constrangedora, sabe aquele momento de silêncio em que você acha que precisa dizer algo para quebrar o gelo, mas não faz a mínima ideia do que dizer? Era exatamente isso, ficar calado também não era uma opção, era bizarro passar uma viagem toda encarando a pessoa na sua frente sem dizer nada. Eu podia pegar uma Catatuaba e começar a beber para descontrair o clima, mas beber em serviço não era nada profissional. Com o passar do tempo, o incomodo com a situação cresceria e, se passássemos um período de tempo considerável em silêncio, simplesmente diria um fato aleatório do corpo humano, para tentar puxar assunto. - Vocês sabiam que um bebê tem setenta ossos a mais que um adulto? - Era provável que nenhuma dela tivesse interesse nesse tópico, mas, pensando bem, mulheres costumam se interessar por bebês, na pior das hipóteses era só uma tentativa idiota, nada mais que isso.      

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Última edição por Bjarke em Ter 10 Jul 2018, 05:26, editado 3 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Halloween o Ano Todo   Halloween o Ano Todo EmptyTer 10 Jul 2018, 01:29

A Viagem mais problemática que você vai ler hoje


Meu lugar é aqui
Na esquina do mundo
Com sangue de bugre
e vinho vagabundo
me pendurando
Na trepadeira do muro

corre por aí
Que eu não sou fiel
Mas eu pago meu cigarro
E minha conta no bordel
Sou o canalha mais honrado
Que minha mãe já concebeu



Sven estava no clássico momento que ele não sabia pra onde ir, havia uma necessidade de quebrar o gelo mas… como fazer isso? falar de arroz não devia ser uma boa opção sempre que se faz isso você pode ser tachado como psicopata do arroz ou algo parecido. Mas ele tinha uma ideia muito melhor que arroz, uma pergunta viável, quantos ossos tinha um bebê, sim, um homem de fato excêntrico, que respondia uma curiosidade do mundo que fazia todos se perguntarem de onde saiu aquilo entretanto a moça ao lado dele levemente começava a gargalhar. - hahaha muito bom, eu achei que esse clima pesado fosse ficar assim Bj-kun posso te chamar assim né?- falava ela tomando posse do braço direito dele, que ficava espremido no meio dos dois airbags. A textura e a maciez eram perfeitos, uma pequena amostra do que o paraíso tem de melhor para oferecer, o que de fato seria um dos melhores pontos do momento pra o jovem garoto.

Ouvindo aquilo, Gwen levemente sorria, apenas de canto de boca, e começava a falar também, aquela estranha frase tinha aberto as portas da conversação. - Onde você aprendeu isso? é médico?- Questionava ela olhando ele, como sempre os olhos dela tinham um modo ávido de ler quem ela observava, era sempre aqueles olhos amarelados que lembravam muito um predador buscando sua presa, era algo até mesmo difícil de não prestar atenção. Mas no momento em que a pergunta era feita, e os olhos passavam a fitar nosso agente, uma leve turbulência, fazia todos saltarem levemente dos seus bancos, e os airbags flutuavam no ar, bem a frente da visão de Sven, entretanto ela passava rápido, era apenas um leve encontro com o destino, a Loira que era a mais calada ali finalmente se manifestava. - Bem por que não nos apresentamos de maneira geral em? vamos lá eu começo, eu me chamo Avril, sou navegadora, eu estou a 2 anos trabalhando como agente.- Ela falava com um tom de voz calmo, e bem gentil para que todos ouvissem, nem muito alto, e nem muito baixo, era o ponto perfeito.

Vendo isso ela apontava o dedo para a próxima a falar, era a vez de Gwen, todas as garotas já se conheciam, e essas duas em específicos eram bem chegadas, era mais uma maneira de todas terem um primeiro contato com o novato, ela não tinha citado muita, o que fazia com que a bela mulher de cabelos verdes tivesse facilidade em saber até onde era benéfico desenvolver algo. Ela mantinha o mesmo tom sério na voz, e começava a explicar. - Eu? bem sou uma artista, na verdade, antigamente eu era artista de rua, ganhava uns trocados pelas praças, mostrando um pouco do meu talento, até que um dia viajando pelas ilhas, eu tive uns problemas diretos com alguns indivíduos mal intencionados.- ela parava um pouco antes de prosseguir pegando uma garrafinha de água, que estava ali na lateral e tomando um gole de leve, provavelmente era só pra molhar a garganta antes de prosseguir. -Digamos que pretendo encontrar essas pessoas em algum momento, e ter entrado no governo é uma das melhores maneiras. Mas também gosto do trabalho em si, estou a 3 meses fazendo ele.- a curiosidade da menina de cabelos verdes era grande, ela pensava em quem devia apontar.

Por alguns momento ela quase apontava para o homem, mas decidia por apontar Esmeralda, a garota se surpreendia com isso, ela estava distraída, olhando para a janela distante, enquanto só agora percebia aonde estava. Aos poucos as bochechas dela acabavam se corando pela surpresa do que teria de fazer. - Eu? é… bem… eu não sou agente, me chamo Esmeralda, e sou filha de um homem mau, um pirata procurado, que me abandonou quando ainda pequena, minha mãe ela… é…- Mas antes que pudesse terminar o olhar de Olivia se colocava sobre ela, era uma coisa que ela não podia revelar. -Minha mãe é uma mulher simples, mas que não me quer nesse mundo de guerras.- ela completava apenas baixando a cabeça, enquanto Olivia tomava a palavra e começava a se explicar também. - Muito bem, eu me chamo Olivia, sou uma agente a mais de 5 anos, e trabalhei tanto nos blues como na Grand Line, sou uma especialista em infiltração, mas me conte agora Sven Bjarke Koza conte sobre você, o que te trouxe até aqui?- falava ela com um olhar bem tranquilo, seu rosto parecia menos sério, bem mais descontraída do que nas outras vezes que se viram, até mesmo o ar das palavras que ela disse, tinham esse tom leve, talvez o conforto de estar com muitas pessoas conhecidas ali facilitasse tudo.



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MensagemAssunto: Re: Halloween o Ano Todo   Halloween o Ano Todo EmptyTer 10 Jul 2018, 02:54

Amantes Anônimos


...... O sucesso em quebrar aquele clima fúnebre me trazia certa felicidade, ainda mais pela reação de Amy, que me recompensava sem nem se dar conta, o paraíso parecia estar apenas a um toque de distância. - Você pode me chamar como quiser. - A resposta geralmente pareceria seca demais, mas diria as palavras em tom amigável, instintivamente, olharia para Esmeralda e me lembraria dos acontecimentos recentes. - Pode ser qualquer coisa, menos senhor. - Um sorriso surgiria no meu semblante ao proferir tais palavras. A situação se desenrolava da melhor forma possível, superando qualquer expectativa. Apesar da seriedade do trabalho, todas aquelas mulheres se mostravam abertas a conversação e eram bastante amigáveis.

...... Era difícil explicar exatamente o que eu sentia, mas tudo sobre Gwen me fascinava, talvez fosse pelo fato dela ser diferente de qualquer mulher que já conheci, seus olhos eram selvagens e dóceis ao mesmo tempo, sua imagem era delicada, mas exalava certa ferocidade e seu sorriso me fazia sorrir, mas provavelmente de uma forma bem mais idiota. Antes que eu pudesse responder a pergunta sobre as minhas ocupações, Avril tomava a dianteira e estabelecia uma mecânica um tanto quanto interessante. Era extremamente prazeroso escutar aquelas mulheres falarem mais de si mesmo, Avril e Olivia eram bastante objetivas, Esmeralda era extremamente sincera, mas tinha sua sinceridade podada por Olivia, de todos os depoimentos, o mais revelador era o de Gwen, o que fazia com que o meu sentimento crescesse ainda mais. Quando chegasse a minha vez, seria o mais sincero e direto possível. - Meu nome é Bjarke e, bem, eu nunca quis nada, só queria manter as coisas que já tive, mas não consegui. A doença levou a minha mãe, a ambição levou os meus irmãos e a ganância levou o meu pai. Eu sou médico, estudei em Las Camp, escolhi esse ofício para evitar que o que aconteceu com minha mãe se repetisse com os outros. Eu já fui um pirata malsucedido, um caçador de recompensas fracassado e sou agente já fazem algumas horas, pode parecer um histórico muito ruim, mas, se vocês repararem bem, eu tenho sucesso no fracasso pelo menos. - Omitiria qualquer coisa sobre Yennefer, a memória era muito recente e extremamente dolorosa para ser compartilhada no momento. Quando o meu depoimento acabasse, olharia para Amy, com um sorriso no rosto. - Acho que agora é sua vez. - Escutaria atentamente o que a mulher tinha para dizer, esperando que isso fizesse o tempo passar mais rápido.                   

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Última edição por Bjarke em Ter 10 Jul 2018, 05:25, editado 1 vez(es)
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