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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Ato III: Not Fast but Furious

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 8 EmptySex 08 Jun 2018, 15:58

Relembrando a primeira mensagem :

Ato III: Not Fast but Furious

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Piratas e Revolucionário Mephisto Redgrave, Yamazaki Raizo, Nerockiel Schwarz, Katherine Silverstone, Ryujin, Siegfried Uller Frey. A qual não possui narrador definido.



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AutorMensagem
Mephisto
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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 8 EmptyQua 22 Ago 2018, 17:03

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VII -Vagabundos também tem seus dias ruins.


Vivo a vida que eu sempre quis e já estou velho pra mudar
Não me arrependo de quase nada que eu fiz
Saiba disso quem irá me enterrar

Homens são criaturas assustadoras quando querem, bem eu não sou assim tão assustador, mas de fato eu sou bom em uma coisa, entender o mundo ao meu redor, quer dizer, eu achava isso, mas agora vejo que os agentes bem, eles não tem algo crucial, no fundo eles não tem parceria, desejo de ser companheiro de alguém, você me acha cuzão, pois é eu admito eu sou cuzão mas essa coisa aí tá além do limite, entretanto isso me abria um questionamento, imaginando que meu amigo fosse capturado agora, e ele não fosse a Athena ou a Kath eu o ajudaria? bem era uma pergunta que eu respondia automaticamente “é claro que eu ajudaria” código do vagabundo, se seu amigo é capturado, você não o deixa, mesmo que tenha que arrombar 300 guardas você vai tirar ele de lá, o mundo é isso, mal podemos confiar em nada por que jogar fora a única coisa que poderíamos ter em qualquer momento um pouco de conforto e confiança, nesse momento pra frente a piedade não se faz necessária.

Meus olhos mudariam naquele segundo, e claramente haveria ali mais do que apenas determinação, eles mostrariam uma certa raiva também, e claramente manteria a postura de proteção a porta, e rapidamente me prepararia para a chegada dos maníacos, eu firmaria os pés no chão já pronto para quando estes começassem a chegar, meu primeiro movimento, bem antes de eu fazer talvez exista uma maneira melhor de explicar, já chegou perto da traseira de um cavalo furioso, pois é, eu ia dar um coice neles, não literalmente, mas ainda um coice, afinal temos o testa de espelho pra lutar por ali. Os primeiros ataques que eu faria iniciaria com um leve golpe de escudo indo esse da direita pra esquerda, isso iria abrir meu peito certo? Errado, assim que fizesse o primeiro golpe no inimigo número 1 que vou chamar carinhosamente de Cacetinho 1, e depois o inimigo número 2 se eu já iria com um corte de katana da esquerda pra direita, sim, lembra quando coloquei a espada por trás do escudo e parecia idiota? pois é meu caro amigo, era pra isso. Assim que eu completasse o primeiro com escudo acertando ou não o Cacetinho One, eu partiria com um golpe de espada vindo da direção inversa ao escudo, indo para o número 2 que vou apelidar de Nariz de porco.

HAHA agora ele ficou  aberto não é mesmo? não eu agora vou dar um enorme chutão no número 3, usando do que Athena me ensinava mais cedo subiria com um chute que tentaria ir bem no meio do peito cabeludo do meu terceiro inimigo, que vou chamar de capitão demência (This is Sparta), e por fim agora no tempo do chute voltaria o escudo para a  frente do corpo esperando o próximo golpe, os bloqueios eram o que eu preparava a cada segundo. Eu admito que gostaria de mais liberdade de movimento naquele instante mas não tinha por que chorar, proteger aquela porta era meu único motivo, e assim que terminasse gritaria. - AQUI É UM VAGABUNDO DE RESPEITO, O QUE PENSA QUE NÓS SOMOS?- falaria com o tom de voz alterado propositalmente, esse é meu trabalho, chamar atenção de todos que estivessem ali por perto de mim, eu sabia que isso seria uma puta burrice do ponto de vista de campeão das favelas, e vagabundo, mas ao mesmo tempo se eu não o fizesse Athena se prejudicaria. E não vim até aqui pra fazer feio na frente dela. - Testa espelho, eu estou contando com você a gente vai foder com esses caras.- Eu estaria preparado para com o escudo fazer a festa, assim que o número 5, chinchila aquática chegasse até mim, eu rapidamente esperaria ele me atacar com o escudo posicionado a frente, prestaria atenção na movimentação dele, e de sua arma de maneira geral, eu estava ali também contando com minha capacidade de me manter de pé, eu precisava ser um muro.

E rapidamente esperaria o que quer que ele fosse fazer no momento que visse o ataque vindo, rapidamente moveria o escudo como se fosse, golpear o ataque dele, isso mesmo, você não entendeu errado, eu bateria com força contra a arma que  fosse que ele tivesse usando, intuito? desarmar, de preferência de fosse algo como uma adaga ou arma curta, tentaria acertar os dedos para esmagar eles com o escudo, tentando o fazer soltar e  em seguida subiria com um chute na região torácica. E em seguida partiria agora da direita pra esquerda com golpe de espada na diagonal após o chute, o chute sempre é para desestabilizar, e no meio de muitos inimigos, qualquer momento que se torne instável pode acabar com você. Depois de toda essa droga que nos afligia era hora do pau ainda.

Se em qualquer momento alguém me acertasse um golpe fosse onde fosse tentaria forçar as pernas no chão para aguentar ele ao máximo, ser derrubado poderia significar Kath ferida, e não tenho essa intenção. E na hora que fosse golpeado era hora da provocação. - É só isso que tem seu vadio? acha que pode me bater e vai ficar bem depois, se é pra me acertar me mate, ou chore com as consequências.-  e se eu tivesse me segurado e não caído, assim que o golpe me acertasse, subiria com a espada em direção ao membro que pudesse ter me acertado, não para decepar ele mas pra inabilitar um corte com força na região que fosse possível com bastante força, poderia ferir o osso? sim de preferencia que isso o fosse feito, mas se visse que aquilo ia ser decepado fora pararia antes, e chutava a barriga do indivíduo após isso para afastar ele.

Caso o membro que desferiu o golpe não estivesse ao alcance eu rapidamente partiria com uma estocada em direção ao peito do meu inimigo bem rápida, o mais veloz que eu pudesse dar.- Vamos brincar assim, seu peito na minha espada o que acha? eu acho que parece que a chave foi feita exatamente pra essa fechadura.- e rapidamente após a estocada tomaria cuidado para qualquer golpe que viesse das laterais, pronto para subir ou descer o escudo para bloquear, sim eu pretendia mover o braço do escudo na direção que o golpe fosse visto, de da direita, tentaria rapidamente colocar o escudo lateralmente contra o golpe para que ele deslizasse por ele, e se pela esquerda realmente forçaria o escudo para contra o golpe tentando fazer com que esse não passasse , em casos de estocadas, esses eram os melhores onde poderia bater por baixo da arma subindo o escudo com força abrindo a possibilidade de desarmar. Se alguma vez a arma caísse diria. - Acho que suas mãos estão suadas, e isso não é bom sinal, você está ficando nervoso com minha presença, sei que eu sou grande mas eu vou ser gentil quando te estocar. -  há mas as coisas estavam só começando eu ainda nem tinha iniciado o repertório da noite de standup mais feliz desses agentes, elas vão começar na próxima só me aguarde.


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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 8 EmptySex 24 Ago 2018, 16:46



Ato III: Not Fast but Furious



~~Revolucionários – Time 1 ~~

Raizo estava grato por ter uma mulher tão habilidosa como Athenas com ele e também estava feliz por ter conseguido vencer o agente, era a sua primeira vitória sobre um agente depois de “vestir o uniforme dos revolucionários”. Era a hora do fim daquele combate no portão e preparando-se para um avanço contra eles, deixava o seu charuto para trás com a fumaça subindo e fechando a sua máscara, com foco e concentração, ele segurava firme em sua ninjaken e partia em direção aos guardas. A sua velocidade chegava surpreendendo boa parte dos guardas, onde conseguia acertar dois deles em suas coxas seguidamente de um corte nas costas, mas o problema era quando o guarda da maça acertava-o com um golpe em cheio no seu peito, Raizo dava um giro para trás e caia no chão e antes que fosse acertado novamente, Athenas aparecia, com toda a sua beleza e agilidade, ela acertava o joelho do homem, igualando a altura dos dois e puxava o seu pescoço com força o suficiente para ouvir o “Crack” do osso quebrando e o homem morrendo asfixiado pelo próprio sangue. Katherine protegia Mephisto após ter perguntado para a major sobre o que havia acontecido e suas palavras foram curtas, apenas dizendo: - Não faço ideia, ele simplesmente apagou. – A celestial estava feliz por ter conseguido ganhar seu combate anterior e agora protegia o amigo revolucionário dos guardas, conseguindo afastá-los com sucesso para que Athenas finalizasse-os com seus golpes excepcionais e quando eles tomavam conta de si, não haviam mais guardas vivos ou acordados naquele ambiente.

Com todos em um bom estado, ela ajudava o celestial a se levantar e agarrava Mephisto pelo pescoço, fazendo o mesmo arrastar seus pés pelo chão enquanto ela trazia-o para dentro do galpão e era acompanhada pelos revolucionários. Do lado de dentro, haviam dos mais diversos materiais que podiam ser observados, sacos, eletrônicos, lamparinas e a maior variedade de armas e equipamentos. Para Katherine, o que mais lhe chamava a atenção era um balcão onde repousava alguns pares de espadas e lanças, mas não era aquilo que estava lhe chamando a atenção e sim um belo par de botas, feitas de couro e com pontas de aço em localizações específicas, do qual tinha um tamanho perfeito para os seus pés. A Major gritava para todo o grupo, deixando Redgrave largado no chão e olhando dentro dos sacos. - A missão está preste ao fim, peguem tudo o que quiserem e VÁRIOS desses sacos de comida, levaremos o saco para algumas casas e orfanatos, levando o resto conosco! – Ela dava uma pausa. - Devemos voltar para o barco o quanto antes, esperaremos por Siegfried, mas se houver guardas atrás de nós, partiremos sem ele! – E ela começava a ajeitar os sacos para que ficasse mais fácil dela carregar. Os revolucionários sentiam algumas dores em seus corpos devido ao combate recente, Raizo estava um tanto machucado, mas parecia que estava melhorando conforme o tempo passava, só que ainda precisando de um tratamento.


~~ Revolucionários – Time 2 ~~


O homem continuava vasculhando os armários enquanto que Nerockiel continuava parado.


~~ Siegfried, Rurik e Ventus. ~~

Siegfried não se sentia intimidado por Eric, lançando a ele, um sorriso e uma fala tentando ser intimidador, para ele, era uma honra morrer lutando, mesmo que o seu desejo de viver fosse maior. O Frey estava pronto para o começo daquela luta, batendo o seu martelo sobre o chão e fitando o seu inimigo a todo momento. O capitão olhava balançando a cabeça negativamente e girava a sua espada pelas suas mãos, a lâmina negra com detalhes em vermelho mostrava-se bem mais leve do que parecia, o seu cabo era feito com detalhes em ouro e madeira e em meio a isso, o bárbaro após se preparar com uma postura e uma pegada da qual não forçaria tanto o seu pulso, partia em um avanço para cima do capitão.

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Ele não usava toda a sua velocidade de início, indo lento e aumentando progressivamente, mas não usando o total de sua velocidade, para que quando estava em uma distância mínima do capitão, desse um salto em sua direção. O bárbaro havia preparado todo um golpe especial em cima daquilo, era como se toda a sua movimentação fluísse através daquele golpe, bem planejado e vindo com a força que deveria vir, o talento em manusear aquele tipo de arma mostrava-se bom. O capitão olhava para aquele poderoso golpe vindo em sua direção e flexionava os seus joelhos, aumentando a base no solo e tendo um melhor centro de equilíbrio, colocava a sua espada na área de impacto, segurando-a com as duas mãos, uma na lâmina com ela deitada e a outra no cabo e o som do metal colidindo espalhava-se pro todo o ambiente, a espada sequer havia um risco em sua lâmina e o homem continuava como se nada tivesse acontecido.

O marinheiro era macaco velho e percebia as intenções do bárbaro para continuar aquele ataque, onde ele usava a sua espada para empurrar contra o martelo de Siegfried instantes depois do impacto, onde o bárbaro conseguia sair da sua área de alcance e o oficial conseguia ficar livre de brechas das quais o Frey pudesse aproveitar. O homem estava de guarda alta, mas não ficaria apenas na defensiva, ele não parecia levar o combate a todo o potencial que havia, para ele, aquele golpe havia sido apenas uma brincadeira por parte dele e o homem sequer havia usado metade de sua força para empurrar o grandalhão. Momentos depois de terem se distanciado, ele fazia o mesmo tipo de avanço que Siegfried havia usado antes, começando lento para acelerar progressivamente, a sua velocidade era superior ao do ruivo e ele realizava um dash, tão rápido que apenas restava os reflexos do ruivo para conseguir bloquear aquele golpe do marinheiro, seu bloqueio quase falhava e sua guarda ficava aberta quando o homem empurrava o seu martelo para cima. Frey não teria como bloquear o próximo golpe e dava um salto para trás quando o homem estava prestes a descer a sua espada para baixo, ele não parava por aí e avançava mais uma vez, desta vez com sua velocidade total e Siegfried mal tinha uma reação para aquele golpe, mas para sua sorte, ele usava a parte não cortante de sua arma para acertar as costelas do ruivo como forma de provocá-lo. - Você é fraco, assim como o seu tio. Não tem sequer 1/3 da minha força e ainda ousa lutar contra mim! - Seu sorriso provocativo no rosto, mostrando que era claro a diferença de forças entre os dois. Ele não havia parado para falar aquilo, pois enquanto ele falava, ele travava a sua espada em meio ao martelo de Siegfried que bloqueava mais uma vez seu golpe, o oficial empurrava-o para trás e desta vez ele girava com o espaço obtido pelo mesmo, a sua espada encontrava a carne do ruivo em meio ao golpe antes que ele pudesse ter uma reação.
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O corte sangrava de imediato e a dor era enorme, aquela espada era diferente de qualquer uma que já havia o acertado ou tocado o seu martelo, ela havia uma sensação estranha e a sua lâmina havia passado sem nenhuma resistência. O capitão recuava sorrindo e gargalhando para o Frey. - Um simples corte desse e já está sangrando assim?! Mal terei tempo para brincar com você, ruivinho. – O homem provocava Siegfried de qualquer maneira, querendo humilhá-lo e destruir a sua honra. Ao lado dele, estava Rurik e o tritão também estava passando por maús bocados, ele lutava contra os marinheiros, mas a cada troca de golpes, o homem-peixe ia mais para trás, algumas vezes sofrendo um corte ou outro, mas matendno firme e atacando com a mesma intensidade, chegando a acertar um ou outro marinheiro. - Tritão Maldito! – Gritava um deles após ser acertado.

Não longe dali, estava Ventus, observando todo o desenrolar do combate, procurando por algum material do qual poderia usar como instrumento de rapel e conseguindo encontrar um cabo de aço do qual parecia ser bem resistente, ele estava em uma boa condição, não havia sinal de oxidação ou sequer defeito no material revestido por uma camada de plástico. Tendo uma boa avaliação no mesmo realizando alguns testes de força e se ele aguentaria o seu peso, o espadachim preparava-se para usar daquele material como uma corda e começava contando ele em metros, ao achar uma barra de ferro da qual também parecia estar em boas condições e ser resistente, ele amarrava o cabo de aço naquela barra curvada da qual não permitiria que o cabo escorregasse ou se soltasse.

O combate estava indo de mal a pior para o bárbaro e Ryujin começava a traçar um plano de fuga para tal ato, ele conseguia ver que o lado esquerdo do cerco estava pior devido a Rurik atrair os marinheiros para trás e deixando uma bela brecha de onde o louco conseguiria chegar para impedir o combate do capitão com o ruivo. Olhando par ao muro ao lado esquerdo do arsenal(direito de Rurik e Siegfried), ele conseguia ver uma bela brecha em meio aos seus tijolos, era como se algo tivesse acertado e vários destes houvessem caído, dando uma boa abertura para um pulo no muro que não tinha sequer um metro e meio de altura, tendo uma impressão mais de cerca do que de muro. Ao olhar para o tritão, era de fato que ele também não estava indo bem, ele não conseguia lidar com tantos marinheiros ao mesmo tempo, estando cada vez mais recuado. Com tudo pronto para um possível rapel e uma tentativa de fuga do espadachim, ele continuava a observar o desenrolar daquele combate, sem ninguém perceber ele ou sentir falta de sua presença.



Considerações:
 


Ferimentos:
 


Legenda:
 


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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 8 EmptyDom 26 Ago 2018, 17:16

Existem momentos na vida em que você só quer deixar as coisas de lado. Você percebe que tudo o que fez, e todo o esforço que eventualmente tivera, foram em vão. Sente vontade de bater em recuada, de dar bandeira branca, de desistir. MAS FODA-SE, PORQUE ESSE NÃO É UM DESSES MOMENTOS! HAHAHAHAHAHAHA

Sentia a lâmina da espada de Eric rasgar minha carne de uma maneira que nunca havia visto ou sentido antes. O fio percorria meu corpo com uma energia diferente, era como se ignorasse toda e qualquer resistência que eu pudesse ter diante daquele golpe. Vacilava. Meus olhos se arregalavam e os joelhos pendiam para o cair, por um instante.

Por um milésimo de segundo, eu admito, senti medo. Uma sensação estranha, que não conseguiria descrever, porque sequer realmente entendia. Era como se houvesse algo no ataque, ou na própria arma do capitão, que tornasse aquele atentado contra minha integridade, de alguma forma, especial. "Não é possível que os rumores estejam certos... O que importa não é arma, mas quem empunha..." Tinha de reafirmar isso na minha mente enquanto via o sorriso do maldito Eric ao mesmo tempo que ele recuava na sequência de seu corte. Não podia crer que aquele oficial talvez tivesse mesmo uma arma amaldiçoada, lendária, algo do tipo, como tanto as más línguas dos mares costumavam dizer. "Isso tem que acabar."

Levantei o olhar, e ele gargalhava. O marinheiro ousava lançar provocações para mim, que eu ouvia com o cenho fechado, até que ele finalizava, deixando escapar então o sorriso de canto de rosto que forçava o enrugar da bochecha de um dos lados. Ignorava a dor, apesar de intensa.

- Aaah Eric, Eric... - Havia deixado sem resposta a primeira fala do inimigo, mas essa não deixaria me escapar. As palavras sairiam não com desdém, mas com o mais puro asco, desejando vomitar só de repetir aquele nome maldito daquele homem maldito. - Você acha que me provoca caçoando de mim? - Daria um passo na direção do capitão, pesado, estrondoso, e acima de tudo, firme. Os olhos não se moviam, focados nos do inimigo. - Você acha que me humilha me chamando de fraco? - Outro passo. - Você acha que me desonra me ferindo? - Mais um passo, segurando o martelo por um momento apenas com a destra, para descer a canhota pelo ferimento, absorvendo toda agonia daquele movimento para mim, mantendo o olhar fixo nele. A mão, provavelmente toda ensanguentada, voltaria ao martelo. - Que você saiba que eu não sou como qualquer outro pirata que você já executou... Não sou como Loki, nem como qualquer outro Frey... - Puxaria o ar para os pulmões, profundamente. Sussurraria, para um tom que somente o oficial escutasse em meio aquele cenário. - Eu sou Siegfried... Uller... FREEEEEEEEEY!

E em uma só, ergueria o martelo, agora com maior liberdade de movimento pela provável melhora das condições de meu pulso esquerdo, como se fosse golpeá-lo - mesmo que não estivesse próximo suficiente para tal -, ao quanto que me impulsionaria para próximo de um dos flanco do marinheiro. O martelo se moveria em um arco pouco abrangente, como se descesse em um golpe, mas não tentaria acertar realmente o inimigo, tratava-se somente uma finta. É claro que o inicio da movimentação talvez tivesse que ser adiantado, dependendo de um avance do inimigo, e neste caso adiantaria a última frase, seguindo com a movimentação normalmente.

Tão logo pousasse um dos pé no ponto que havia planejado, me impulsionaria num recuar que visava aumentar a minha distância do capitão, mas que evitava a direção que havia ido anteriormente. O martelo seguiria o movimento até próximo de minha perna, e então voltaria a subir como se fosse um golpe diagonal, mas que de novo não visava acertar o inimigo, mesmo que tentasse aparentar ao máximo.

E, encontrando esse recuo, avançaria novamente na direção do capitão, tentando me mover em impulsos para próximo de seu flanco, que deveria ter mudado de posição com o acompanhar de minha movimentação. E de novo, a arma bárbara desenharia no ar movimentos aleatórios, que teriam o quanto eu pudesse aparência de ataques, mas que não passavam de simples fitas.

Assim, manteria essa movimentação de avançar para um dos lados de Eric, e então recuar com o máximo de velocidade possível, traçando um trajeto que de certa forma contornava o inimigo, sempre ameaçando ataques que na verdade não viriam. Os movimentos só não se tornariam um giro repetitivo e constante ao redor do inimigo, pois alternaria entre os lados que iria, não percorrendo sempre o caminho de uma rotação em volta dele, e também aumentaria a intensidade destes impulsos, de forma que minha movimentação de tornasse cada vez mais imprevisível, sem que ele conseguísse imaginar por alguma análise simples de padrão qual era a posição que estaria no instante seguinte.

É claro que, como dito, enquanto isso o martelo se moveria da forma mais convincente possível tentando simular golpes, mas mais do que isso estaria amparado por ele para tentar bloquear golpes que o marinheiro atentasse contra mim durante minha movimentação. Como não estava realizando ataques em si, tentaria manter a movimentação dos braços de uma forma fluída, aproveitando de minhas habilidades de ambidestro(não tendo que depender de lado principal para a movimentação) para realizar bloqueios variáveis colocando ou o cabo ou a cabeça do martelo contra os possíveis ataques, tentando, se possível, rebatê-los para que não entrassem em contato comigo. Esperava que com a combinação de bloqueios e esta movimentação totalmente irregular, ficasse cada vez mais difícil de ser acertado.

Ainda, caso notasse que aquilo estava ficando com cara de enrolação, ou coisa do tipo, poderia realmente atacar o inimigo, mas nunca com muita força, tanto para provocá-lo, quanto também para que a cinética dos movimentos não me atrapalhasse no realizar dos bloqueios que eram, de certa forma, importantes nesta estratégia.

O foco seria cada vez mais circundar o inimigo, como dito, evitando ao máximo os padrões, e também os golpes do adversário com bloqueios e esquiva - que já está implícita na movimentação, mas que também pode usar de saltos, passos, abaixadas e movimentos que retração com as partes do corpo que estivessem em trajetória de ataque. Apesar de todo cuidado, poderia ser em algum momento acertado, e, independente da potência ou do estrago que os ataques pudessem causar em mim, tentaria ao máximo resisti-los e não impedir que a dor de cortes (ou qualquer outro dano) influísse na desenvoltura de minha movimentação.

Na verdade, toda a estratégia de movimentação seria complementada com dizeres e ações que tinham o interesse em provocar o capitão e fazê-lo, mesmo que aos poucos, lutar com o máximo de sua força e velocidade, e com talvez menos racionalidade, ou melhor, menos tempo de raciocínio entre seus movimentos. Talvez você ainda não esteja entendendo o propósito de tudo isso e para este caso digo: Siga a leitura.

- EU IREI MATÁ-LO E BEBEREI SEU SANGUE COMO RUM! - Diria, no meio das movimentações, poucos instantes depois de dar início àquela estratégia minimamente diferenciada. Os olhos, apesar de percorrer rapidamente o todo da batalha, atentos aos movimentos do capitão, também passariam pelo fitar do inimigo, de forma provocativa. - CAPITÃO É O CARALHO! ERIC É SÓ UM MERDA COM UMA ESPADA BRILHANTE! - Até o sorriso provocativo estamparia minhas feições, em puras provocações. - SE FOSSE TANTO QUANTO DIZEM NÃO TRARIA SEUS SOLDADOS! NÃO SE GARANTE SOZINHO? - E assim seguiria, em meios as movimentações. - SABE O QUE VOCÊ É, ERIC? UM LIXO, UM BOSTA! POR ISSO PERMANECE NO NORTE! PORQUE TEM MEDO DA GRANDE LINHA! - E então, dispararia uma cusparada com o máximo de catarro possível na direção de sua face, quando estivesse próximo o suficiente. - FODA-SE VOCÊ E SUA INSTITUIÇÃO DE MERDA! NINGUÉM LIGA! - E lançaria mais cusparada, e mais provocações, sempre tentando elevar o nível de ofensa, procurando outros caminhos para ofendê-lo fosse falando de sua masculinidade, autoridade ou habilidades, criticando-as e demonstrando que, na verdade, ele não possuía nenhuma das três.

E agora você deve estar pensando: "Siegfried enlouqueceu" e eu vos digo: "Talvez." Mas era verdade, aquele homem era realmente muito poderoso, e eu provavelmente não conseguiria bater de frente na mera medida de força bruta ou velocidade, além do que os revolucionários não estavam ali para me ajudar se fosse necessário, como prometera Athena, então só me restava esta estratégia naquele instante:

O objetivo era realmente irritá-lo. Ou melhor, não necessariamente irritá-lo, mas provocá-lo para que disparasse cada vez mais ataques contra mim. E apesar de, em meio as provocações, aparentar não estar, em cada ataque, de forma singular, repararia na forma que ele atacava principalmente, tentando encontrar o momento e golpe mais propício para um movimento que me causaria dano, mas tentaria escolher o instante que causaria menos talvez. Basicamente, quando notasse um momento realmente propício para tal ação, diante de um ataque com a poderosa espada de meu adversário, meus braços se fechariam no melhor momento, tentando agarrar a arma e envolvê-la com meus membros, evitando ao máximo uma posição que pudesse acabar, quem sabe, decepando algum de meus membros. Na verdade, tentaria com um dos braços envolver próximo a empunhadura da espada, enquanto com o outro tentaria travar a lâmina em sua parte plana, evitando ao máximo o contato com a lâmina - apesar dele ser, obviamente, inevitável.

Mas o movimento não seria simplesmente um agarrar, o corpo todo participaria da ação para que ela tomasse o rumo mais certo possível. Desta forma, assim que fosse realizar o movimento de agarre da arma, avançaria com a perna na direção do inimigo, se possível utilizando desse avance para já me colocar em uma rotação e posição apropriada para receber a menor quantidade de dano que pudesse. Logo após o passo, a perna contrária subiria em um chute frontal, com minhas habilidades de Luta de Rua, tentando assim forçar o oponente a largar a espada, enquanto que sua arma estaria ao máximo travada junto a mim. Caso conseguísse arrancar-lhe a espada, ou mesmo que não conseguísse, tentaria largar um dos braços e rapidamente, aproveitando da proximidade do inimigo, sacar meu machado e cravar-lhe ou no peito, ou no pescoço, tentando causar o máximo de dano possível, golpeando quantas vezes pudesse, e com o máximo de força que pudesse. É óbvio que, se em meio a isso, fosse melhor, largaria o martelo, em qualquer momento, utilizando-me de meu máximo para realizar.

Agora, é necessário entender que estes movimentos descritos acima seriam somente para o caso de não encontrar um momento propício como desejava. Explicando: Se ele mantivesse um padrão de somente cortes e movimentos, num geral, em arco, diagonais, verticais ou horizontais, seria obrigado a utilizar-me desta estratégia anterior. Agora, havia um tipo de movimento que era o que eu mais buscava naquele instante, e que seria a prioridade para dar a sequência de minha movimentação. Tratava-se de um ataque retilíneo, de perfuração, com a espada.

Encontrando então, em meio a movimentação do capitão, tal movimento, colocaria então em prática minha real e principal estratégia: deixaria que, onde quer que o golpe fosse tentar me perfurar, que perfurasse, enquanto que soltaria imediatamente o martelo e levaria as mãos para a lâmina e, se possível, para a empunhadura da espada. Mesmo que ferisse as mãos com aquilo, o faria, segurando com firmeza a arma e até disputando, de alguma forma, força com o capitão, auxiliado também por movimentos com os pés como chutes e rasteiras que visam impedi-lo de aplicar a totalidade de sua força na arma. Até simularia, por um instante, o susto de receber o ataque, mas então revelaria o sorriso, que seria sim um sorriso, mesmo que corrompido em partes pela feição de dor pelo ferimento. - Capitão Eric... - E então largaria a mão que estaria menos utilizando para impedir que a espada penetrasse mais ainda minha carne, enquanto alcançaria o machado, tudo de forma muito rápida. - EU SOU SIEGFRIED ULLER FREEEEEEY! - E então golpearia o homem com o machado, visando acertar principalmente seu peito ou pescoço, de forma que a arma bárbara cravasse no local e causasse o máximo de dano possível. Tentaria, então, chutar de forma frontal o inimigo, para que ele recuasse, e eu tentasse de alguma forma remover a lâmina, ou mesmo ele próprio removesse com esse recuar.

"E que Valhalla receba minha alma."


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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 8 EmptyDom 26 Ago 2018, 18:12


The Dragon of the North


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XII. Viver para lutar outro dia

Inicialmente eu me perguntava se um capitão seria um cargo de maior renome e poder que sargento, para ser claro eu nunca tinho sido ambientado nos cargos da organização náutica afinal meu antigo trabalho não me permitia muito contato com os marinheiros e sua ideologia mas vendo ali aquele espadachim agir de imediato senti um frio subir em minha espinha, mas que droga eram aqueles movimentos, aquela velocidade, aquela droga de espada, de duas uma eu precisava imediatamente conhecer o ferreiro que produziu tal arma ou roubá-la eu mesmo para analisar melhor mas sinceramente quais eram as minhas chances contra o tal Capitão Eric que sequer pareceu suar com o avanço do bárbaro, até então também não tinha visto Siegfried e Rurik em combate e seu talento para “confusão” eram inegáveis, apesar de possuírem um estilo de luta rústico e meio desajeitado eu como uma antiga máquina de matar conseguia ver certa força e habilidade ali, talento que talvez necessitasse de uma lapidada e um pouco mais de experiência uma falta que eu também sofria já que larguei o clã antes de concluir com o meu treinamento do estilo de kenjutsu criado pelo meu mestre mas agora não era momento de pensar nisso se eu não fizesse nada o tritão e o ruivo morreriam ali nas mãos dos marinheiros algo que prometi a mim mesmo não permitir. ~ É agora ou nunca! ~ Tinha conseguido encontrar um cabo de aço que me permitiria uma descida segura até o solo e como previsto ninguém ainda tinha me percebido já que aquela confusão era uma perfeita distração. ~ Ainda não… Não se empolgue demais, analise a situação melhor. ~ Refleti levando minha mão esquerda fechada em um punho em direção ao meu peito a mantendo próxima do corpo por algum tempo em gesto puramente inconsciente, comecei a sentir dentro de mim as faíscas do meu instinto assassino se acendendo, minha atitude fria e neutra voltava como antes era em Wars Island retirando de minha cabeça qualquer dúvida que antes eu poderia ter e isso só significava que o Dragão do Norte tinha acordado.

Ikuzo:
 

Eu não era mais um samurai tinha perdido tal título quando trai meus mestres, agora eu era um ronin, um espadachim sem mestre, um espadachim que mata sem necessariamente precisar de uma ordem ou um motivo, estava livre agora sem nenhum corrente ou coleira que me restringe, seguindo as leis que me fossem convenientes, agora que não tinha mais nada me segurando e aquele cenário era a oportunidade perfeita para demonstrar minha real habilidade mostrando o meu valor enfrentando a força mais poderosa daquela ilha. ~ Salvar e escoltar o tritão e o ruivo de volta a embarcação... ~ Ainda agachado eu levaria a minha mão esquerda até o bolso procurando o relógio que tinha comprado e caso não encontrasse em meus bolsos então procuraria na mochila, olharia o horário indicado tentando analisar o tempo que faltava para o amanhecer pois esse seria o tempo limite de minha missão e o motivo era simples a noite teríamos como nos deslocar com certa proteção entre a penumbra já conseguindo imaginar o lugar perfeito para a nossa fuga e durante o dia isso não seria possível ou pelo menos seria de extrema dificuldade, por isso com o relógio em mãos eu analisaria bem o ponteiro contando os segundo até que o tempo exibido ali se tornasse redondo como xx:00 ou xx:05 tendo uma combinação de minutos qualquer contando que os segundos estejam zerados.

Guardaria o relógio em meu bolso enquanto voltava a posicionar a mochila em minhas costas deixando que a situação se desenvolvesse mais um pouco, tinha percebido que graças a movimentação do tritão os marinheiros acabaram errando em seu posicionamento gerando uma brecha no cerco algo que eu definitivamente tentarei explorar e manter mas aquilo ainda não era bom o bastante já que uma fuga a pé serviria apenas para atrasar nossa captura, eu não conhecia a cidade assim como o ruivo e nem o tritão e nessa questão os marinheiros tinham total vantagem, terreno, número, armas, força e estratégia, nossa única arma naquele momento era o elemento surpresa mas mesmo a melhor das surpresas se torna desinteressante alguma hora. ~ Eu preciso de um plano… Só pular lá é suicídio. ~ Não era o melhor dos estrategista por isso eu tinha que me manter no básico passando meus olhos pelo cenário procurando a carta que traria o jogo ao nosso favor. ~ O tempo está correndo... ~ Em minha cabeça tentaria manter a contagem do relógio contando os segundo para que em certos momentos pelo menos pudesse ter a noção de quanto tempo teria se passado mais ou menos enquanto continuava a buscar ali algo que pudesse nos ajudar. Procuraria especialmente por transporte uma carroça parada com cavalos com um cocheiro nela ou não, talvez um mercador transportando sua mercadoria ou um trabalhador transportando alguém próximo, se não encontrasse uma carroça/ carruagem então procuraria por montarias ou melhor um estábulo onde poderia talvez com sorte encontrar as duas coisas. ~ Certo é hora de agir. ~ Pensaria caso encontrasse algo senão… ~ Que droga estou ficando sem tempo… É agora ou nunca. ~ Pensaria caso não encontrasse nada percebendo que quanto mais eu ficava ali parado mais próximos aqueles dois estavam da morte.

Primeiramente passaria o cabo por cima do meu corpo enrolando uma parte do mesmo na minha cintura deixando pelo menos a ponta e mais um metro como “sobra” para que em seguida enrolasse meu antebraço direito no cabo dando pelo menos três voltas com o lado da corda que estava preso na barra de ferro que em minha breve análise pareceu firme, as “sobras” eram pedaços que não estariam preso na barra e que estava posicionado atrás de meu corpo, puxando a corda com a minha mão enrolada nela eu caminhei em direção à beirada do telhado em que estava sentindo meu coração acelerar enquanto olhava para baixo e via os vinte metros de distância que me separavam do solo, não tinha ninguém para segurar a corda e me descer lentamente, não tinha uma espécie de carretel automático para me auxiliar aquilo seria uma queda e com isso já em mente eu inspirei fundo enchendo meus pulmões de ar para expirar de maneira pesada assumindo um semblante sério e determinado. Antes que pudesse pensar muito sobre o que estava prestes a fazer eu daria um passo para frente deixando que gravidade fizesse o restante do trabalho, abriria meus braços durante a queda e posicionaria meu corpo na horizontal pois como acrobata sabia que tal posição iria desacelerar um pouco a minha queda, minha mão direita se manteria fechada segurando a corda durante todo o momento esperando que a mesma me travasse no ar a pelo menos cinco ou quatro metros do solo onde assim que eu sentisse o tranco da corda me segurando eu tentaria recorrer a força cinética gerada para que com meus dotes de acrobata eu tentasse começar a mover meu corpo para um lado e para o outro tentando começar a me balançar na mesma, buscando encostar meus pés na parede da construção em que estava posicionado eu tentaria usar a corda de apoio e suporte para meu equilíbrio onde eu começaria a correr pelas paredes da construção em uma linha reta para uma só direção e quando eu chegasse no fim da parede ou percebesse estar perdendo velocidade eu imediatamente iria flexionar os joelhos ainda segurando na corda e me impulsiona contra a construção que eu estava finalmente desenrolando e soltando a corda de minha mão tentando executar um breve giro no ar durante esse segundo salto que serviria para redirecionar minha trajetória que antes era para baixo agora com algum sucesso seria para frente onde eu também buscava chegar e pousar próximo de onde o tritão Rurik estava.

Passo de Fé:
 

Já sacaria minha nova katana com a minha mão predominante e se minha trajetória permitisse então tentaria já pousar cravando a espada com um dos marinheiros flexionando um de meus joelhos enquanto um dos meus pés serviria de apoio mirando no corpo do marinheiro enquanto minha espada posicionada na vertical desceria com sua ponta em uma estocada mirando acertar o seu peito, não queria ser cruel então esperava que ele morresse nesse primeiro ataque, sua queda iria servir como amortecedor para meu pouso pois quando seu corpo tocasse no chão eu buscaria aproveitar o embalo e a minha postura para executar uma cambalhota para enquanto puxava minha katana desvinculando a arma de seu corpo. Me levantaria rápido sacando também minha katana mais velha com a mão esquerda começando a correr em direção do tritão para resgatá-lo primeiro, empunhando duas espadas eu correria entre os marinheiros atento buscando esquivar de qualquer golpe ou disparo executado contra mim, no meio dos inimigos eu esperava que o risco de disparos fosse menor para evitar fogo amigo mas ao perceber algum tiro ou alguém mirando em mim eu imediatamente tentaria pular atrás de um marinheiro o colocando entre mim e o atirador antes de tentar executar um corte com a minha espada empunhada na direita - a forjada por mim - em um golpe ascendente contra a perna do mesmo procurando desestabilizá-lo na altura do joelho, arrancando ou não o membro eu transferiria um segundo golpe sendo ele uma estocada com as duas armas tentando fincar uma na altura do peito e outra na do abdômen e com sucesso então eu começaria a correr segurando o corpo da primeira vítima contra o atirador utilizando de minha aceleração, chegando perto do atirador eu pararia de correr e chutaria o corpo preso em minhas espadas jogando-o na direção do mesmo esperando criar uma distração para que eu tentasse dar a volta no atirador e girar sobre meu próprio eixo no sentido horário já posicionando minhas ambas espadas na horizontal buscando executar um golpe utilizando as duas mirando no corpo do meu inimigo na altura do tronco.

Em caso de matar o atirador ou não ter minha trajetória cortada por um eu me moveria brandindo as minhas espadas utilizando da mais velha na tentativa de bloquear e repelir os golpes transferidos contra mim manuseando-a de maneira mais precisa e mais forte que eu poderia com a minha mão esquerda que infelizmente não era tão hábil quanto a direita, posicionaria a lâmina na vertical com uma leve inclinação leve de setenta graus (70º) se uma estocada fosse executada contra mim então eu giraria a lâmina descendo-a contra o golpe com força enquanto girava meu corpo no sentido horário dando um passo para frente, durante o giro já levantaria não muito alta posicionando minha mão direita na altura de meu ombro esquerdo pois quando completasse a volta somada com meu passo de avanço eu já esperava estar com o atacante em meu alcance para poder descer a lâmina em um movimento diagonal alto mirando em seu pescoço buscando matá-lo em um só movimento, Na conjuntura de golpes vindos da vertical ou diagonal descendente em resposta eu iria trocar o sentido da minha espada empunhada na esquerda em uma manobra para corrigir a postura, giraria a empunhadura na minha mão abrindo e fechando os dedos para que a lâmina da espada agora tivesse sua ponta apontada para baixo e desenhando um um arco no ar eu subiria a lâmina em um movimento de ataque ascendente mas pararia o movimento assim que as armas se chocasse para que no breve início de uma disputa de força eu pudesse tentar executar um frontal direto com a minha perna esquerda contra a virilha de meu oponente demonstrando tudo que aprendi lutando no WoW, com algum sucesso recuaria um pouco meu tronco para que pudesse transferir uma estocada contra o peito do oponente vindo de baixo para cima utilizando da katana que empunhava no meu braço direito e se tivesse algum inimigo próximo eu tentaria desvincular tal corpo com uma ombrada utilizando meu corpo no ataque contra o cadáver para jogá-lo contra quem ainda estivesse em avanço contra mim para que em seguida eu remanobrasse a lâmina na minha esquerda para a pôr em sua posição original enquanto continuava com a minha trajetória. Para golpes na horizontal vindo pelos flancos eu pararia de correr para tentar girar o meu corpo buscando bater com as minhas duas armas contra o golpe em um movimento diagonal de cima para baixo desenhando um arco no ar na tentativa de abrir a guarda de meu oponente enquanto com um segundo giro eu flexionava os meus joelhos abaixando um pouco meu corpo para que nessa segunda volta eu terminasse com um ataque com a minha lâmina empunhada na direita na horizontal buscando um corte profundo no abdômen de meu oponente, o sentido destes giros iriam variar de acordo com o lado que meu oponente atacasse, já no caso de ninguém me atacar durante meu trajeto então seria eu ao começar a distribuir cortes para cima de cada um que estivesse ao meu alcance começando por um golpe diagonal que desceria como um arco pela espada empunhada na minha direita tentando começar com o corte no ombro do oponente e descer até a cintura do lado oposto de onde o corte se originou e aproveitando o embalo eu já manobraria a lâmina na mesma mão para subir o ataque em sentido oposto contra um próximo inimigo que estivesse perto e nessa subida da espada eu já aproveitaria a energia cinética gerada para rodar meu corpo preparando um golpe giratório na horizontal com a espada empunhada na esquerda já mirando no próximo oponente ou em qualquer outro ao meu alcance almejando derrubar o maior número de marinheiros possíveis, continuaria com a mesma movimentação a cada passo até chegar no tritão e caso esse combo fosse interrompido eu usaria das estratégias de bloqueio, esquivas e contra-ataques já citadas acima.

Correndo e passando a lambida:
 

Conseguindo chegar até o tritão eu tentaria executar da mesma movimentação em meu avanço para abrir meu caminho e me posicionar ao lado de Rurik. ~ Pronto… Siga com o plano... ~ Naquele momento o caos estaria alojado em ambas as partes e a batalha teria tomado proporções que eram matar o morrer, não tinha tempo para organizar palavras e muito menos me preocupar com o que o tritão pensaria de mim e por isso eu diria a primeira coisa que vinhesse em minha cabeça deixando que o calor da batalha me distraísse de minha timidez. - Eu sinceramente espero que ainda possa se mover, ou vai me dizer que isso é tudo que você tem? - Se percebesse que o tritão poderia se movimentar mesmo com alguma dificuldade então eu seguiria passando as informações de meu plano enquanto meus olhos se atentam aos marinheiros, minha movimentação agora seria de resposta aos movimentos de meus oponentes trocando golpes como já citado acima. - Eu tenho um plano! - Gritaria para o tritão fazendo uma pausa para que ele absorvesse a informação. - Na verdade é tipo… 12% de um plano MAS ainda é um plano! - Reforçaria a ideia não só tentando convencê-lo que meu plano daria certo como também tentava convencer a mim mesmo. - Sem tempo para entrar em detalhes agora, preciso que você pegue o ruivo antes que ele morra, já encontro vocês agora vá! - Responderia o tritão caso ele perguntasse ou não sobre o plano.

A partir dali eu seguiria com a mesma estratégia de movimentação para o lado esquerdo do cerco dos marinheiros onde tinha percebido alguma desorganização esperando que conseguisse reduzir um pouco seus números e manter a desorganização daquele lado mas antes de ir eu procuraria no chão algum revólver que pudesse pegar rapidamente e levar comigo para algum caso de necessidade extrema, não ficaria muito ali e sim iria seguir de maneira rápida até a carroça caso eu tivesse visto alguma enquanto estava no telhado daquele prédio e chegando nela eu pularia de imediato no banco da frente já apontando a espada na minha direita para o cocheiro caso na mesma tivesse algum. - Se quiser viver é bom que siga minhas ordens... - Diria fitando quem estivesse segurando as redes deixando minha intenção assassina clara em meus olhos em um olhar de pura selvageria e apatia pela vida alheia, com o cocheiro rendido eu me sentaria ao lado dele enquanto encostava a lâmina de minha katana em seu pescoço. - Vá agora! Naquela direção. - Tentaria soar firme e ameaçador em minha ordem enquanto apontava na direção dos marinheiros onde Rurik, Siegfried e o Cpt. Eric estaria. - Vá agora ou eu cortarei sua garganta e eu mesmo piloto essa coisa. - Concluiria tentando colocar um pouco mais de terror e lógica na cabeça do próprio homem esperando que ele fosse com toda velocidade para cima dos marinheiros. - ATIREM E MATEM VOCÊS MESMOS ESTE CIVIL! - Gritaria diante do fato que minha vida estaria em risco caso algum atirador disparasse em mim o que iria doer muito mais do que meu constrangimento em conversar, durante o avanço me manteria agachado com a lâmina ainda apontada para o cocheiro enquanto também tentaria abaixar minha cabeça ou tronco caso notasse alguém mirando em mim. Se na carroça ou carruagem não tivesse um cocheiro então eu mesmo tentaria manobrar a carroça puxando as rédeas com força para cima garantindo que os cavalos estavam acordados para que logo em seguida pudesse manusear as rédeas como um chicote batendo no lombo dos cavalos esperando que eles começassem a correr em direção ao que eu tentava indicar, tudo que eu iria tentar fazer e usar a minha força enquanto puxava as redes tentando colocar os cavalos na direção em que Siegfried estava para que conseguisse me aproximar passando por cima de todos até chegar no ruivo.

Em caso de encontrar um estábulo então a primeira coisa que eu faria seria libertar os cavalos antes de pôr o cabresto em dois deles para que os prendesse em alguma carroça que estivesse por ali, como aprendiz de ferreiro eu já tinha ajudado Ichaku a forjar ferraduras e rodas para carroças por isso eu tinha uma noção vaga sobre a mecânica e montagem daquilo mas meus conhecimentos em pilotagem e montaria ainda eram nulos por isso que teria que usar tudo ao meu favor e me esforçar para que tudo saísse como os doze por cento que tinha planejado ali, prendendo o cabresto na carroça vinculando as rédeas nas duas montarias selecionadas eu finalmente abriria a porta do estábulo libertando todos os cavalos e saindo do caminho deles para que eu mesmo não fosse atropelado, caminhando pelo canto do estábulo eu voltaria para a carroça encontrada e nela eu manusearia as rédeas como um chicote batendo no lombo dos cavalos diversas vezes para que corressem em sua total velocidade enquanto puxando as mesmas com força eu tentava direcionar a carroça para onde Siegfried e Rurik estariam e este seria meu plano de fuga, colocar os dois na carroça e dar um fora dali, no final se tivesse encontrado um estábulo então os cavalos soltos poderiam gerar uma confusão maior e uma distração generalizada o que seria um bônus completamente bem vindo já que iria precisar de toda ajuda possível para controlar aquele veículo caso de fato o encontrasse. No entanto o cenário ideal seria aquele em que eu de fato encontrasse o estábulo para soltar todos os cavalos e tentar sim criar algum caos para que depois rendesse algum cocheiro que estivesse trabalhando ou parado ali de curioso vendo o desenvolver dessa situação já que de fato seria melhor usar alguém que sabia como lidar com o veículo do que eu mesmo tentar pilotar algo sem nenhum conhecimento.

Liberdade para os cavalos!:
 

No pior dos cenário eu não encontraria nem estábulos e nem carroça o que me deixaria a única alternativa de seguir atrás do Rurik fornecendo cobertura para ele ajudando a derrubar qualquer marinheiro e avançasse contra nós, eu liberava toda minha intenção assassina ali, não via o porque não matar aqueles que me enfrentasse e mais uma vez depois de algum tempo eu voltava a agir como o espadachim que tinha sido no passado buscando ser frio e calculista em meus movimentos pois tinha sido isso que me fez quem sou, tinha sido graças a isso que eu sobrevivi por tanto tempo conseguindo conquistar minha liberdade e me tirado de Wars Island e como tinha sido eu aquele que fora salvo em Wars agora era a minha vez de salvar aquelas pessoas que para mim ainda eram completas estranhas tão estranhas quanto eu era para Mephisto quando o mesmo decidiu me salvar de Arnold e por isso eu ia com minha força total liberando todo meu instinto assassino e toda minha selvageria contra meus oponentes, enquanto no fundo iria me atentar ao tempo que ainda tinha tentando manter a contagem com uma breve noção do tempo já percorrido seja em segundos, minutos ou horas.



- Falas -
~ Pensamentos ~
Objetivos:
 
Histórico:
 
Lista de compras:
 

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Vincent
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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 8 EmptyQui 30 Ago 2018, 02:42

Mais lento do que tartaruga


Eu conseguia ter mais um êxito ao proteger o Mephisto dos guardas, os afastando para que a comandante pudesse finalizá-los com seus golpes. Assim, como podíamos nos dar conta, todos os nossos oponentes foram derrotados e com isso seguíamos para dentro do galpão para então podermos encerrar a missão, possivelmente partindo de Lvneel logo em seguida. Se fosse preciso descrever a felicidade que estava sentindo no momento, com toda certeza não conseguiria me expressar totalmente - Eu feliz estou bem, talvez eu falaria algo praticamente sem sentido para outros, já que estaria sorrindo sem parar.  Ali dentro, haviam diversas coisas como sacos contendo alimentos, eletrônicos e outras coisas mais, porém o que realmente me chamava atenção era um par de botas novinhos em cima de um balcão - Eba! Justamente o que eu queria nesse momento sem perder tempo retiraria o que estava usando e trocaria pelos calçados novos. Após ter feito isto, atenderia a ordem que Athena havia dado e começaria a pegar o máximo de sacos que conseguisse para levar até os locais indicados por ela “Você deveria ter ficado encarregada disso antes” parecia algo combinado, toda vez que estou quieta ela aparece para tentar ficar me atazanando ”Eu quis participar mais da missão, e aí? Essa parte é a menos divertida pra mim, apesar de gostar de ajudar os outros, prefiro lutar” responderia de imediato, visto a minha perca rápida de paciência quando estou conversando com a voz.

Não iria me apressar ao carregar os sacos, já que queria poupar a energia remanescente que ainda detinha comigo, andaria no ritmo de Athena e do grupo - Podemos andar mais rápido? perguntaria se estivéssemos caminhado em passos de verdadeiras tartarugas. Assim que chegássemos até um dos lugares, abriria o maior sorriso que pudesse e bateria na porta ou esperaria que outros fizessem isto - Olá, tudo bem? permaneceria com o sorriso em meu rosto ao cumprimentar a pessoa que abrisse a porta para falar conosco - Bom, estou aqui para entregar isto para você e sua família entregaria nas mãos um dos sacos nas mãos de quem me atendesse. Caso fossem os outros quem batessem a porta, apenas sorriria deixando com que eles falassem por mim me atentando nas palavras ditas, procuraria também aproveitar para questionar sobre outros que fossem portadores da mesma doença que eu - Aliás, você já viu alguém com um chifre, assim como eu? perguntaria curiosa esperando uma resposta positiva por parte da pessoa. Se não conseguisse obter a informação continuaria a perguntar nos próximos locais aonde pararíamos em seguida para entregar os sacos e se obtivesse êxito, ficaria mais animada, já que poderia procurar para outras pessoas que fossem iguais a mim. Talvez, eles também passaram por uma situação semelhante à minha em skypiea e sofreram com isso, mas só saberia ao encontrar alguém com a mesma doença, além disso poderia até mesmo pensar em achar alguma cura. Em todo momento manteria um sorriso no rosto, com a esperança de conseguir encontrar aqueles que eu procurava, afinal só poderia desistir caso não encontrasse sequer uma pista de onde estavam ou então se apenas eu portasse a doença.

De toda forma, caso encontrasse o que procurava, primeiramente iria verificar se estávamos no mesmo barco ou se aquilo era outro problema semelhante - Você nasceu assim também? perguntaria curiosa, em minha mente os questionamentos estariam como um turbilhão. Passaria a colocar em meu rosto, um sorriso triste daqueles de quem se compadece da dor dos outros - Entendo diria com emoção, se a resposta anterior fosse positiva e mesmo que não fosse eu teria a mesma reação. Poupando o meu tempo e o da pessoa, buscaria fazer outra pergunta o mais rápido possível - Sabe se encontraram alguma cura ou algo parecido? apesar de me acostumado em ser chamada de “A Filha do Vingador”, este chifre e orelhas me deixam profundamente incomodada, por conta dos olhares das pessoas. Enfim, ser conhecida como uma espécie de demônio só seria bom para mim, caso eu quisesse realmente sair por aí amedrontando as pobres pessoas e com quem tenho problemas é com o governo mundial juntamente da marinha, assim não tenho motivos para me sentir muito feliz ao ser caracterizada desta forma. Por fim, se a pessoa optasse por não conversar comigo ou então sequer soubesse responder meus questionamentos, apenas suspiraria em desânimo - Tudo bem, obrigado diria ao me despedir do outro portador - Eu vou conseguir encontrar a cura, tenha certeza! apesar de estar um tanto decepcionada, procuraria animá-lo(a) com o melhor de meus sorrisos, mascarando o que estava sentindo neste exato momento.

Quando terminássemos de entregar os sacos nos lugares indicados para Athena, possivelmente só restaria voltar para o navio e zarpar para o nosso próximo destino na revolução. Tudo acontecera muito rápido, mas acredito que tive alguns bons momentos em Lvneel mesmo que bem poucos - À todo vapor! sorriria animada, assim que começássemos a voltar até o Purg que ficara para trás. Estaria nesse instante com um pouco mais de pressa e por isso trataria de andar na frente dos outros, mas em alguns momentos pararia no meio do caminho para esperá-los se aproximar, já que não poderia perdê-los de vista, mesmo que soubesse a direção por onde iriamos. Ao me chegar até o navio, procuraria me distrair enquanto esperávamos pelo Siegfried, além disso tinham os outros emos com que deveríamos nos preocupar - Não vamos esperar pelos góticos? perguntaria para Athena tranquilamente, apesar de não esperar por uma resposta positiva da mulher ainda queria saber sobre os outros dois que estavam “desaparecidos”. Feito isto, me sentaria em algum canto do convés para tocar meu violino, a fonte de distração que estava tendo até o presente momento - When she was just a girl cantaria ao som do instrumento - She expected the world prosseguiria em um tom audível para quem estivesse por ali mesmo - But it flew away from her reach manteria o mesmo tom - So she ran away in her sleep terminaria de cantar, mas continuaria com um solo do violino. Por fim, permaneceria ali sentada esperando pelos tripulantes que faltavam no navio e se acabasse por perder a paciência, acabaria por ficar andando de um lado para o outro demonstrando isso.


Histórico Vincentão:
 

Objetivos:
 

Spoiler:
 

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Ato V: Aranhas e mais aranhas
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Yamazaki Raizo
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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 8 EmptyQui 30 Ago 2018, 09:57

Yamazaki Raizo
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Ao iniciar sua movimentação, Raizo acreditou que conseguiria derrotar todos os guardas antes de ser detectado. Porém a habilidade do usuário da maça o surpreendeu, o golpe do homem acertou em cheio seu peito, que por sinal já estava ferido graças à sua última luta, fazendo o ninja cair no chão. Raizo teria problemas em se esquivar caso o homem atacasse novamente, porém antes que ele fizesse isso Athena mostrava novamente que é uma major habilidosa, e o neutralizava rapidamente. A dor de ser golpeado num lugar que já estava danificado era muitas vezes mais forte, Raizo contava com a ajuda da major até mesmo para se levantar, e uma vez em pé o ninja tentava ao máximo controlar sua dor. O celestial não tinha certeza se Athena sabia quem ele era por baixo da máscara, e como não haviam mais inimigos, Raizo tiraria a máscara com cuidado e, enquanto a colocasse num dos bolsos, diria - Obrigado major, se não fosse você estaríamos todos mortos! - Raizo sabia que ela era perspicaz o suficiente para no mínimo imaginar que era ele por baixo da máscara, mas era melhor evitar confusões desnecessárias.

Raizo percebeu que Mephisto e Katherine também estavam sofrendo com a luta que enfrentaram, e ao ver o corte na coxa da celestial iria se aproximar e, com tom de preocupação na voz diria - Não se esforce demais, ainda vamos precisar muito de suas pernas, digo suas habilidades. - e levemente envergonhado diria - Me refiro às suas habilidades em batalha, me desculpe se me expressei mal. - e conversando consigo mesmo, pensaria - Droga Raizo, o que você está dizendo ? - Raizo abaixaria a cabeça e tentaria observar as reações de Katherine com o canto dos olhos, arrependido por ter iniciado a conversa. Por ter passado a maior parte da vida isolado treinando, Raizo teve pouquíssimo contato com mulheres, e às vezes reagia de forma que não conseguia compreender. A vergonha era tanta que o fazia querer cobrir o rosto com a máscara novamente, mas controlando-se o celestial focou no que era mais importante no momento: as ordens de Athena para finalizar a missão.

Ao ouvir as ordens, Raizo se aproximaria rapidamente do balcão, e iria procurar por uma ninjaken nova e por um pack de senbons, caso achasse iria guardar o pack em seus bolsos e guardaria a ninjaken nova ao lado da sua atual. Caso tivesse sucesso em pegar as armas, Raizo iria até os sacos de mantimentos e pegaria o máximo deles nas suas duas mãos, e unindo todos jogaria-os para o lado esquerdo, depois colocaria-os na costa, e olhando para Athena diria - Estou pronto major! - Raizo ficaria pronto, esperando para dar continuidade à missão, e assim que Katherine e Athena estivessem prontas também, com cautela para não chamar atenção nas ruas de Lvneel, Raizo seguiria com elas entregando os sacos nas casas indicadas por Athena, e depois até o barco, como Athena tinha especificado no momento em que derrotaram os guardas.





Histórico:
 


Objetivos:
 

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- Fala -
* Pensamento *
~ Flashback ~

Objetivos:
[x] Entrar no exercito revolucionário
[  ] Declarar guerra ao governo mundial
[  ] Organizar um ataque à marinha que entre para a história
[  ] Libertar os escravos das mãos dos tenryuubitos
[  ] Obliterar Mariejoa com uma arma apocalíptica
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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 8 EmptySex 31 Ago 2018, 19:33



Ato III: Not Fast but Furious



~~Revolucionários – Time 1 ~~


A celestial estava feliz com o seu recente resultado da batalha, sempre com um sorriso no rosto e dizendo palavras embaralhadas para si mesma, dando para seus companheiros escutá-la, mesmo que não entendessem o porquê. Raizo, ao agradecer a major, retirava a sua máscara para não alimentar dúvidas sobre quem era atrás da máscara. - Eu consegui ver você colocando ela, por isso soube que era você, mas não acho que ninguém mais tenha visto. – E eles entravam no galpão. Com as botas no balcão, a felicidade da celestial era enorme que retirava as suas e colocava as que encontravam no exato momento em que se aproximava, enquanto que o ninja começava a sua busca por uma ninjaken e um pack de senbons, tais quais encontravam, uma arma com uma qualidade maior da qual portava naquele momento em um pack de senbons de boa qualidade da qual não pareciam ter sido usados. Ao falar com Katherine, ela não esboçava alguam reação as palavras do ninja, o que poderia ser um conforto ou talvez um desconforto ao mesmo por pensar que ela tivesse o ignorado pelo seu comentário besta, mas a celestial estava tão feliz e sorridente que talvez a conclusão seria apenas estar distraída com tudo ao redor. Os revolucionários começavam a recolher os mantimentos, carregando eles consigo enquanto se preparavam para partir, não demorando nada após isso, com Mephisto sendo carregado pela major.

A primeira casa da qual encontravam traziam uma ação duvidosa para a revolucionária, batendo na porta da mesma esperando ser atendida com um sorriso no rosto, a luz até chegava a ser acesa, mas Athenas derruba o saco de comida na porta e agarrava a garota pelo braço, levando-a até um beco escuro antes que os cidadãos vissem ela. - Está louca?! Somos revolucionários, somos contra a lei por mais que estejamos querendo fazer o bem, seria estranho aparecermos em porta dando comida para os outros dessa maneira, apenas vamos deixar em um lugar visível e esperar que os moradores aceitem de bom grado, não podemos forçá-los e muito menos incomodá-los essa hora da noite. – A mulher se acalmava, soltando o braço da mesma e se encostando na parede, olhando de canto para ver se alguém havia ouvido elas e se os cidadãos não tivessem desconfiado de nada. Nas sombras, era possível ouvir uma voz de um homem velho. - Você também possui essa doença? – Ao se aproximar mais da luz, podia se ver o rosto enrugado do homem com várias manchas marrons espalhadas, seu cabelo grisalho, uma barba grossa branca, um chifre em seu nariz do qual parecia ser um rinoceronte e orelhas pontudas com manchas verdes, suas vestes eram simples e rasgadas, tentando se esquentar em meio a noite. - Eu também nasci assim, nenhum médico conseguiu diagnosticar a nossa doença, por causa desse chifre, sempre fui zombado e sofri com preconceito me chamando de ser menos inteligente que os outros e vários outros xingamentos. Por essa causa, não consigo ficar mais do que sete dias em um emprego e sobrevivo as migalhas. – Ele explicava um pouco da sua história, suas palavras mostravam a dor que ele sentia, a mágoa pelas pessoas, mas ele não parecia ter perdido a fé nelas. - Nunca encontrei outra pessoa da qual tivesse essa mesma doença e também nunca sequer achei uma cura para ela, mas nomearam ela como: Áligne. – Seus olhos castanhos estavam centrados na celestial. - Eu consegui encontrar um médico disposto a estudar dessa doença, seu nome é Kienzanti, ele é um médico bem famoso dos blues, considerados um dos três mais habilidosos dessa parte do mundo. Ele foi para a Grand Line em busca de mais pessoas com essa doença e mais conhecimento sobre tal, não sei como fazer para encontrá-lo, mas se alguém consegue a cura, é ele. Espero que consiga encontrá-lo e ajudar em sua busca na cura, se conseguirem, ficaria feliz se conseguisse de alguma forma, trazer ela para mim. – Ele olhava para baixo, balançando o seu pé, sua altura era mais baixa que todos dali. - Não tenho como prometer te pagar nada, apenas contar com o seu bom coração. – E a conversa tinha o seu fim.

Athenas deixava metade de um saco de comida para o mendigo após ouvir a sua história e após uma despedida e agradecimentos com choro do homem para tal gesto, eles partiam em direção as outras localidades onde distribuíam o alimento, colocando-as na porta, janelas e outras táticas da qual os cidadãos pudessem ter certeza de que receberiam o alimento sem maiores problemas. Com tudo feito, eles partiam em direção ao esgoto onde voltavam pela mesma direção de onde haviam vindo, com Katherine em um passo mais apertado que os outros, sentindo a pressa para aquilo, mas a sua perna doía bastante assim como o seu pé, não estava em um tão bom estado para andar daquela maneira e chegava a tropicar ou cair no chão diversas vezes durante o caminho, mas se mostrando mais resistente do que o seu corpo aparentava. O barco estava do mesmo jeito que haviam deixado, com Purg na proa procurando por qualquer inimigo que pudesse aparecer, ao avistar os revolucionários, ele descia uma escada de corda para que eles pudessem subir a bordo do barco, sendo uma tarefa difícil para a taekwonda que estava machucada, mas uma tarefa quase impossível para Raizo devido as dores em seu tórax, tendo que ser carregado por Athenas após Purg agarrar Mephisto. - A missão foi um sucesso, estão todos quase bem, precisam de alguns cuidados médicos, mas nada muito grave, o maior problema é Mephisto que está estranho, ele está paralisado desde que entrou em combate, como se tivesse sofrido um trauma profundo. – Com o tempo em um bom estado, a celestial começava a cantar uma música da qual agradava os ouvidos de quem a ouvia.


Ventus e Rurik ~~


Ryujin analisava sobre o que havia acontecido no combate até então, daquela distância e altura ele conseguia ver todos os detalhes do que estava acontecendo e de como poderia agir, era clara a diferença de força entre os dois, mesmo não sabendo a hierarquia da marinha. Seus pensamentos justificavam os seus motivos mesmo que não fossem tão claros, era algo que ele queria fazer e para isso deveria usar a sua mente com 120% de capacidade, agindo como uma verdadeira máquina e começava a contar o tempo para que pudesse ter uma margem de o quanto teriam a vantagem de estarem na penumbra, ao olhar no relógio localizado em seu bolso, ele conseguia ver que eram quatro horas e meia, faltando cerca de duas horas até o sol nascer. A situação se desenrolava mais um pouco e o capitão parecia brincar naquele combate, se defendendo dos golpes do Frey e tentando humilhá-lo no combate, usando da sua força superior para que ele se sentisse desonrado e fraco, zombando da capacidade física do bárbaro.

Com a sua cabeça funcionando como uma máquina, o espadachim se concentrava fazer várias coisas ao mesmo tempo, pensar em uma estratégia, olhar para o ambiente a procura de uma carroça e contar em sua cabeça quanto tempo estava passando e o ritmo que estava tendo até o momento, sua ideia era ter a noção exata do tempo para que pudesse se dirigir no melhor tempo possível. Ele conseguia ver um pouco ao lado do arsenal, uma carroça com três cavalos, em sua caçamba estavam localizadas partes de armas das quais pareciam ter acabado de serem entregues, mas devido ao tumulto, não haviam conseguido desembarcar, não havia um cocheiro presente na mesma.

Ryujin se preparava para descer quase como um rapel daquele edifício, usando do cabo de aço para passar por sua cintura e amarrar em sua mão, ele estava nervoso em realizar aquele tipo de movimentação já que nunca havia a feito antes, mas mesmo que sua mente ousasse em lhe dizer para hesitar, o espadachim pulava sem pestanejar. O ar e a adrenalina passavam por seu corpo em velocidades incríveis, mas era como se o tempo estivesse em câmera lenta até o momento que a corda dava o seu tranco, o barulho de aço era perceptível, mas ninguém estava prestando atenção nele naquele momento, ele conseguia colocar as suas pernas na parede mesmo que o impacto lhe provocasse certa dor em suas juntas decido a velocidade que havia descido e ele começava a correr pela parede verticalmente com a gravidade ajudando e a corda o segurando, mesmo que pouco. Quando a corda tinha o seu fim e a sua velocidade não era o suficiente para se manter correndo verticalmente, ele pulava em direção a um dos marinheiros do certo, a sua espada sacada em sua mão predominante abria um corte certeiro acertando o peito do homem e amortecendo a queda do espadachim que conseguia realizar aquele tipo de movimentação sem maiores problemas com um belo planejamento.

O pirata conseguia trazer um momento de distração para todos e Eric que ao olhar para aquela direção, era acertado pela primeira vez no combate pelo martelo de Siegfried. Naquele monte de marinheiros, não haviam atiradores visíveis e a possibilidade de fogo amigo frearia daqueles que tivessem uma arma de fogo e uma visão não tão limpa para o disparo, levando os combates corpo-a-corpo como principal luta. O espadachim era habilidoso e seu talento natural para aquele tipo de situação mostrava-se sensacional, ele chegava a lutar com os marinheiros que tentavam acertá-lo de inúmeros jeitos e lado, mas seus golpes eram repelidos ou bloqueados com as movimentações e reflexos que Ryujin estava trazendo, sua movimentação e pensamento estavam excepcionais. Com uma tentativa de acertá-lo com golpes em sequência, o pirata conseguia bloquear o golpe, mas não disputava forças com o mesmo, conseguindo acertar o homem em suas partes mais sensíveis e acertar o pescoço em cheio no homem usando a sua espada e decepando a cabeça do seu inimigo. Ao ver que um marinheiro se direcionava para ele, o homem pensava rapidamente e empurrava o corpo contra o marinheiro, atrapalhando-o e interrompendo ao mesmo tempo, impedindo que ele continuasse com o seu avanço por algum momento.

Ryujin não era o único que se divertia com aquela chachina da qual Rurik insistia em participar, aproveitando que havia conseguido uma brecha na pressão que estava tomando para acertá-los e a dupla de piratas começava a fazer uma boa abertura naqueles marinheiros que caiam aos seus pés, ao se encontrarem lado-a-lado, o espadachim conseguia ignorar a sua timidez, conseguindo falar claramente, ou quase, claramente para o tritão. - Você está me zoando?! Lixo de humano?! Não sou igual vocês! – O homem-peixe estava bem, não estava verdadeiramente irritado, na verdade, ele sentia uma confiança no garoto e sentia agradecido pelo espadachim ter aparecido, por mais que não se importasse de morrer em batalha, ele não queria morrer igual Siegfried. - Eu cuido do desgraçado, vá! – Ele começava a sua corrida até o ruivo enquanto que o moreno ia na direção oposta até a carroça. Em meio ao caminho, ele não encontrava algum revólver ao chão por não terem derrubado nenhum atirador, mas para a sua sorte, o caminho estava livre até a carroça que ainda se encontrava sem um cocheiro, conseguindo subir facilmente na mesma. Segurando as rédeas, ele dava uma boa acordada nos cavalos que estavam sonolentos e os mesmos relinchavam, ele batia novamente as rédeas em seus lombos, tentando direcionar para onde deveriam seguir e os mesmos após uma leve “Ré” viravam-se na direção desejada, o hipismo do espadachim não era dos melhores e os cavalos seguiam tortos, de maneira desorganizada e sem a sua velocidade total, mas seguiam e era o que importava, os marinheiros no caminho se jogavam para o lado para que não fossem atropelados.


~~ Siegfried ~~


Siegfried estava determinado em acabar aquele combate, ele havia sentido pela primeira vez, o medo. Ele refletia sobre a origem da arma do capitão, o homem não sabia se os rumores eram verdadeiros, mas tentava crer que não, que era apenas mais uma arma comum e quem importava era o próprio portador da mesma. O bárbaro não se dava por rendido por sequer um momento, ele queria fazer daquele o momento o mais incrível possível, forçando as suas palavras contra o capitão. O marinheiro claramente se via mais irritado que o usual com aquela audácia, era ele com quem estava caindo nas provocações. “Eu sou Siegfried… Uller… FREEEEEY!” Essas palavras marcavam aquele início mais uma vez, com a mão ensanguentada após colocá-la em seu ferimento que ardia, doía e sangrava usava o seu martelo erguido para se movimentar como se quisesse acertar o marinheiro, mas sua distância sequer era suficiente como se estivesse em um delírio. O capitão começava a rir daquela atitude. - Está perdendo tanto sangue que já está delirando?! – O bárbaro recuava após mais um desses “ataques”, o marinheiro dava um passo para frente começando a caminhar até o pirata em passos lentos. Seu avanço era claro e novamente o martelo desenhava ataques dos quais não tinham a menor eficácia já que não eram destinados a tal, mas pareciam ser o suficiente para aumentar a autoestima do capitão. - Já está sem sangue no cérebro também?! – Ele queria ver onde aquilo iri dar e o homem parava de andar ao ver que o Frey começava a agir pelos francos, mesmo que seus golpes apenas desenhassem em meio ao ar.

Eric chegava a girar a sua espada em meio ao ar para que Siegfried bloqueasse o golpe, mas ele novamente não buscava um avanço, ele tentava novamente em seguida e pela primeira vez no combate, ele se surpreendia, pois não achava o ponto certo de seu golpe. A movimentação começava a causar uma certa confusão na mente do confiante capitão e as palavras do qual Uller dizia em meio as suas movimentações começavam a incomodar o capitão mais do que deveriam, trazendo a si, uma ira que começava a agir sobre o homem que estava se tornando cada vez mais irracional com aquele sentimento sendo levado a tona. - Você está pedindo pela a sua morte! – Irracional, o marinheiro partia com toda a sua velocidade para cima de Siegfried em uma tentativa de acertá-lo diversas vezes, em uma destas das quais o grandalhão estava conseguindo bloquear sem maiores problemas e conseguia ver o golpe seguinte, ele via que o capitão estaria a atacar com menos velocidade e guardava a sua arma por um momento do qual usava as suas mãos para segurar a arma de seu oponente, usando como uma espécie de tentativa de desarme que virava uma disputa de forças entre os dois. - Você deve estar brincando se acha que isso vai dar certo! – A sua gargalhada mostrava a confiança que ele tinha em sua força, dando a disputava como vencida em um momento, mas ele se surpreendia quando um marinheiro entrava em cenas, aparecendo pelo ar e derrubando alguns dos seus marinheiros e o homem estava perdido em ira ao ver as suas tropas caindo. Ele não soltava a sua espada, mas deixava espaço o suficiente para que o Frey pudesse sacar o seu martelo e acertar com força em seu maxilar.

O homem recuava trazendo a sua espada consigo, o golpe havia sido forte o suficiente para que ele desse uma cambaleada para trás, recompondo-se em seguida, mas com um leve corte em seu queixo. - Agora você está MORTO! – O homem limpava o sangue que escorria levemente do mesmo e dava um dash direto para o peito de Siegfried, acertando-o em cheio com a parte debaixo de seu pé e caindo por cima do Frey que deitava no chão, sem poder fazer sequer algo a respeito. O homem puxava a sua arma para cima para que descesse igual a uma guilhotina. - MORRA! – E que Valhalla receba a sua alma… Ou não! Rurik aparecia usando do seu machado para parar o ataque de Eric, redirecionando-o para o lado e acertando o solo ado lado da cabeça de Siegfried que perdia alguns fios de cabelo no fio da lâmina da espada do marinheiro. O homem-peixe conseguia força para empurrar o capitão para o lado e nesse movimento de recuo, a espada cortava a haste de sua arma e trazia o machado consigo, quebrando também o aço da arma do tritão, deixando ele desarmado em meio a aquele combate. - Hoje não é o dia de sua morte, escória do universo. – Ele se referia ao seu companheiro, era claro que eles não estavam em nenhuma vantagem.


~~ Siegfried, Ventus e Rurik ~~

Os cavalos relinchavam e a presença da carroça era clara, o tritão rapidamente agarrava o braço de Siegfried e girava em seu próprio eixo, ele não se importava com o que o ruivo sentiria naquele momento, mas queria salvar a vida do seu companheiro e para isso, ele fazia um arremesso digno de jogos olímpicos, acertando em cheio a caçamba da carroça e pulando em seguida após Ventus passar ao seu lado. A mesma dava uma leve balançada e era claro que os cavalos ficavam mais lentos com o tanto de peso levado para a parte de trás daquela caçamba, com as rodas rangendo. - VOLTEM AQUI, MISERÁVEIS! – Era possível observar o capitão correndo até onde estava a carroça anteriormente enquanto que outros marinheiros o seguiam. Por um momento, eles haviam se livrado da marinha e começavam a entrar pela floresta, em uma trilha da qual não sabia onde dariam, mas os animais começavam a uivar. Rurik segurava com todas as suas forças o seu companheiro, olhando nos seus olhos. - Me odeie, mas não vale a pena morrer aqui! – Era claro a sua admiração pelo humano, por mais que detestasse todos. - Hey, segunda escória humana do universo, você sabe onde está o barco e guiar essa coisa?! – Ele gritava se referindo a Ventus que seguiam a floresta escura adentro.


~~ Revolucionários – Time 2 ~~


O homem continuava vasculhando os armários enquanto que Nerockiel continuava parado.



Considerações:
 


Ferimentos:
 


Legenda:
 


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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 8 EmptySab 01 Set 2018, 00:05

Enfim aquilo acabaria, mesmo que fosse com minha morte. Era esse o destino, os deuses já haviam traçado, e por isso me permitiram sobreviver até aqui. Sim, tudo que eu vivi até agora foi para que esse momento chegasse, e em meu mais profundo eu tinha satisfação em saber de que havia caído lutando, e que havia até acertado um golpe no famoso Capitão Eric.

Com ele por cima de mim, e a poderosa espada levantada, eu só tinha que aceitar. "E que Valhalla receba minha alma." Foi o último pensamento antes do sorriso nascer nos meus lábios, e os olhos se fecharem, num simples aceitar. E ali os Freys morreriam. Simplesmente. Mas uma certeza eu tenho: de que deixamos nossa marca na história do Norte.

Mas a morte não me abraçou, e eu não entendi porque. A sensação da lâmina passando ao lado de meu rosto, e eu sabia que alguém havia impedido o marinheiro de alta patente. Ao abrir meus olhos, vejo Rurik, empurrando o capitão para o lado, e dizendo que eu não morreria hoje. - MALDITO! - Eu só conseguia praguejar totalmente. Ele havia me tirado a morte gloriosa em guerra, e minha mente parecia não conseguir digerir aquilo totalmente. No fundo, eu realmente esperava que ali eu cairia. Era como se eu não tivesse me preparado para viver.

Fui girado e lançado em alguma coisa, e minha mente nada entendia. - NÃO, PORRA! EU QUERO LUTAR! EU QUERO LUTAR, CARAAALHOOOO! - Gritava freneticamente me balançando, cada vez mais sem entender. Rurik subiu no mesmo objeto, e eu notei também aquele maldito revolucionário emo viadinho. Os revolucionários pareciam estar cumprindo sua promessa, e junto de Rurik me salvando. Mas não... Não... - VOCÊS NÃO PODEM FAZER ISSO SEUS FILHOS DA PUTA, VOCÊS NÃO ENTENDEM RAAAAGHHHHH... - Chegava aos sons guturais, totalmente histérico e inconformado de como eles podiam estar fazendo aquilo comigo.

Era uma carroça, e ela começava a se mexer, nos tirando dali. E minha mente estava tão confusa, mas tão confusa. Eu simplesmente não funcionei de forma normal. - VOOOOLTAAAAAAAAAAAA - Eu era a criança louca que simplesmente não podia aceitar a possibilidade diferente dos meus planos. - VOLTA PORRAAA, VOLTAAAAAAAAAA - E, em instantes, já não estávamos mais no alcance dos inimigos.

Em meio aos gritos, Rurik me segurava, e olhava no fundo de meus olhos, me fazendo parar por um instante para dizer que não valia a pena morrer ali. Fiquei atônito por um, dois, três segundos. E voltei. - EU PRECISO, PORRA, EU PRECISO. - Não conseguia articular as ideias, não conseguiria explicar. Depois deste último estouro, parava.
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- Eu perdi... - "Não, não, não, não.." A ficha caiu. - ...Valhalla.

- EU PERDI VALHALLA. - Os olhos nem se moviam. Eu estava estático, branco. Era como se nem respirasse. Havia perdido a eterna morada. Havia perdido a grande honra. - A GRANDE PÁTRIA DOS HERÓIS... E EU NÃO HERDAREI...

Começaria a simplesmente bater com a cabeça em alguma parte da carroça, com força para chegar a me dar tontura, e repetidamente, enquanto gritaria. - DESONRAAAAAA! - E bateria até sangrar, bateria até que meu rosto estivesse todo encharcado e ensanguentado. - EU NÃO MEREÇO USAR ESSAS ROUPAS. - E seguraria as vestes, puxando-as para os lados com toda a força para rasgá-las, não me importando com o ferimento, ou outros que pudesse ter fazendo aquilo. - EU NÃO MEREÇO O ESCUDO QUE CARREGO. - Tiraria o escudo junto de outra parte das roupas - a parte de trás, onde o escudo estava, deixando de lado. - EU NÃO MEREÇO SER UM FREY. EU NÃO MEREÇO SER SIEGFRIED. NEM ULLER. EU MEREÇO A MORTE. - E me jogaria de costas contra a superfície da carroça, com força, de braços abertos e cerrando os olhos com força para quase rasgar minhas pálpebras.

E ficaria atônito por mais instantes. Inspiraria, mas era como se o ar não viesse. Nem o ar pra respirar eu merecia. - Valhalla... - Era como se vislumbrasse a cidade. Tão linda. Tão... Etérea. E tão longe de mim. Não haviam lágrimas, eu não conseguiria mesmo que quisesse, mas o semblante abatido talvez fosse pior do que as próprias lágrimas. Olharia para Rurik, e então para aquele marica de cabelos pretos, e então avançaria nele com as mãos em seu pescoço. - POR QUE VOCÊS... VOCÊS... - E largaria ele, virando de costas e me encolhendo.

Era muita desonra.

Eu só queria deixar de existir.

*Entenda a falta de ações futuras como a verdadeira falta de perspectiva.*

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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 8 EmptyDom 02 Set 2018, 23:33


Omg Just Shut up...


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XIII. Se não vai ajudar então não atrapalha

Era como se o tempo corresse em câmera lenta diante dos meus olhos durante aquela queda pude sentir o vento correr balançando meus cabelos naquela madrugada escura, minha mente estava limpa, sem incertezas, dúvidas, medo e nada, era como se minha cabeça naquele momento fosse uma tela em branco sem nenhuma interferência deixando que meus instintos me guiasse até o campo de combate e de certa forma parecia ser isso que minha carne desejava, foi quando senti o tranco da corda que eu “acordei” deixando que toda minha vontade de matar e instinto de sobrevivência emanasse pelo meu olhar e semblante frio tornando o tempo que antes tinha sido lento agora correr em um ritmo mais rápido, veloz como as minhas espadas brandidas em meio às linhas inimigas ceifando as pobres almas que se opuseram ao meu caminho, o brilho assassino em meus olhos era evidente durante meu trajeto mas isso não me trazia nenhuma alegria e muito menos tristeza, matar havia se tornado algo natural para mim com o passar do tempo e pelo visto isso era algo que não iria mais mudar e sinceramente eu sequer me importo com isso, com uma expressão fria e calculista eu percorri as linhas de frentes conseguindo alcançar e instruir o tritão que sinceramente conseguiu me surpreender com seu vigor e atitude mas aquele não era um momento para troca de elogios e por isso segui com os meus doze por cento de um plano. Fazendo meu caminho até a carroça eu logo ficava meio confuso sobre como conduzir o veículo, não tinha uma experiência com animais que não fosse matá-los, comê-los ou arrancar seu crânio então apenas tentei imitar o que tinha visto de pessoas que conduziam, bati com as rédeas nas criaturas como se fosse um chicote mirando no lombo e naquele momento eu percebi que talvez pilotar uma carroça não fosse tão fácil quanto eu imaginei, os cavalos acordaram e começaram a correr em um ritmo lento meio desorganizado com um querendo ir para uma direção diferente o que me fazia cogitar em sacar a espada e espetar o lombo dos três de uma vez - Mas que droga... - Praguejei tentando conduzir as criaturas para onde eu desejava conseguindo com algum sucesso usar de minha força bruta para guiar as rédeas e fazer os animais furarem as linhas inimigas. - V- vamos! - Gritei sinalizando para o tritão que conseguiu salvar o viking e jogá-lo na caçamba para que logo em seguida também pulasse para dentro e aí sim um sorriso torto e nervoso surgia em meu rosto. ~ Isso! ~ De certa forma estava aliviado por tudo até então ter corrido como o planejado mas ainda não estávamos a salvo.

Com muito esforço eu puxava as rédeas mais uma vez tentando guiar os cavalos em direção da saída da cidade planejando entrar na floresta mais uma vez, ia começar a chicotear o lombo dos cavalos mais e mais querendo mais velocidade ouvindo apenas o lamentar do grandioso Cpt. Eric sendo deixado para trás e de mais algum marinheiro gritando algo sobre honra, na carroça parecia ter armas o que seria algo que poderíamos aproveitar bem em nossa fuga eu já começava a matutar em minha cabeça o que deveria ser feito até realmente perceber o que estava acontecendo da caçamba da carroça, até o momento eu acreditava que os gritos sobre honra e os caramba tinham sido de algum marinheiro lamentando sobre nossa fuga e em como teria perdido a oportunidade de um combate contra nós mas ao que tudo indicava este choro vinha de Siegfried. ~ Mas que porr... ~ Aquilo me deixava não só pasmo como incrédulo com a cena, eu não ficava irritado ou nada do tipo já que tinha sido eu que escolhi salvá-los e de certa forma eu fazia aquilo também por mim mas se eu dissesse que tal atitude não me incomodava nenhum pouco então eu estaria mentindo mas diferente do ruivo eu não ia chorar porque algo saia diferente do planejado. Minha atenção se voltou para o caminho que seguíamos enquanto eu tentava guiar os cavalos ouvindo Rurik falar comigo mas todo o bla bla bla de Sieg gerava um certo ruído na conversa. - Sinceramente na maior parte do tempo eu não faço ideia do que estou fazendo... - Comentava em um tom de voz baixo olhando o caminho a frente sem sequer pensar muito nas palavras algo que normalmente fazemos quando damos tanta atenção a uma coisa para só depois perceber que alguém pode ouvir o que estamos falando e tirar suas próprias conclusões. - E… quero… quero di-dizer… Eu sequer esperava que isso desse certo... - Tentei me corrigir um pouco encabulado antes de perceber que isso também poderia gerar mais mals entendidos. - Olha confia em mim tá legal, eu vim pela floresta então eu acho que vamos chegar bem no navio, mas rápido pegue umas armas de fogo e atire em qualquer coisa que se mover, os animais aqui podem transmitir uma doença grave... - Eu tentava falar aquilo de maneira confiante imaginando meu amigo Sr. Christopher Nolan torcendo por mim dentro de minha mochila e ao mesmo tempo tentando assumir alguma liderança quando Siegfried mais uma vez atrapalhava se ele realmente me pegasse atrapalhando enquanto eu conduzia a carroça então eu tentaria acerta-lo com uma joelhada em em seu ferimento tentando fazer ele se curvar para só então tentar acertar uma cabeçada em seu nariz para afastá-lo e empurrá-lo de volta para a caçamba para que eu assumisse as rédeas mais uma vez e se isso não fosse o bastante para ele me soltar então eu chutaria sua virilha para completar a movimentação. - Tsc, se quer tanto morrer então pula da carroça.. - Diria de maneira mais severa o repreendendo enquanto eu tentava assumir as rédeas antes que um acidente acontecesse. ~ Patético... ~ Pensei com certa repulsa diante das reação daquele homem.

Patético...:
 

Neste momento eu buscaria em minha memória o caminho que tracei do navio até a cidade de Lvneel tentando fazer com que a carroça percorra o mesmo trajeto pela trilha que eu tinha cortado e feito anteriormente, sabia que aquele lugar era cheio de animais perigosos e por isso eu iria tentar fazer que os cavalos correrem em seu máximo chicoteando os seus lombos com as rédeas, pelo visto eu só poderia contar com o tritão para nós defender de investidas tanto da marinha caso nos alcancem quanto dos animais selvagens que habitavam e se por acaso algum aparecesse tentando pular para cima de mim que conduzia a carroça então eu buscaria firmar minha base no chão para que o balanço da carruagem não me derrubasse e moveria o meu tronco como um pêndulo para o lado oposto em que vinha o ataque enquanto eu também abaixava o meu tronco quase como em um gingado de lutador esperando que o animal em sua investida passasse direto por cima de mim e com alguma sorte também caísse longe, era difícil em minha cabeça continuar com a contagem e tentar cronometrar o tempo enquanto eu já me esforçava tanto conduzindo aquela carroça então eu aproveitaria por um momento para levar uma de minhas mãos até o bolso para puxar o relógio e olhar rapidamente a hora indicada ali antes de guardar novamente e voltar minha total atenção no trajeto tentando evitar que a roda passe por cima de alguma pedra que eu conseguisse ver ou um buraco. Tentaria ficar completamente focado na “pista” que eu desenhava em minha mente sabendo que não conseguiria analisar o terreno naquela penumbra mas faria o meu melhor para manter o veículo em um terreno de grama baixa e rala tentando evitar qualquer obstáculo evidente aos meus olhos enquanto com todas as minhas forças eu buscava em minha memória o caminho feito por mim até ali para que então eu fizesse o inverso.



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Yamazaki Raizo
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Yamazaki Raizo

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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 8 EmptyTer 04 Set 2018, 20:15

Yamazaki Raizo
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Athena instruía Raizo e Katherine com cuidados que pra ela eram óbvios, porém para os jovens revolucionários não eram tão óbvios assim devido à falta de experiência dos dois em missões. Ao ouvir uma voz desconhecida vinda da escuridão do beco, Raizo instintivamente segurou o cabo de sua ninjaken, porém ao ver que o homem rinoceronte era completamente inofensivo apenas o observava falar. Depois de ouvir seu discurso, Raizo queria tanto ajudá-lo que quase não aguentava se segurar, o preconceito do qual  o homem sofria fazia Raizo se lembrar do quanto sofreu com os tenryuubitos. O celestial queria levá-lo junto porém Raizo ainda não tinha autoridade para isso, e no momento em que estavam indo embora, como se estivesse falando com o homem, o celestial pensou - Não se preocupe Oji-san, não vou me esquecer de você. Depois de libertar os escravos dos tenryuubitos voltarei com a cura pra sua doença! - e com expressão facial levemente séria, abaixaria a cabeça, acenaria para o homem e logo após prosseguiria com a missão.

Após deixarem os sacos de comida nos lugares indicados os revolucionários iniciavam a volta para o navio, Katherine tropeçava várias vezes e o celestial estava extremamente incomodado com o sofrimento dela, porém não tinha coragem para dizer mais nada depois do fiasco dentro do galpão. Era intrigante para o celestial o sentimento que estava experimentando, pois ele tinha coragem para enfrentar sozinho um grupo com vários inimigos, porém não tinha coragem de dizer algumas palavras para uma bela moça. O caminho até o barco foi incômodo porém rápido, ao chegarem no navio o major Purg rapidamente fornecia um meio para subirem no barco, e nesse momento Raizo percebeu o quanto sua luta com o agente havia sido prejudicial ao seu corpo. Por mais que se esforçasse, a dor lancinante em seu tórax e plexo o impediam de subir no navio, o celestial estava acostumado a levantar muito mais peso do que o do seu próprio corpo, e naquele momento não conseguia subir uma simples escada. Athena, como de costume, o levava literalmente nas costas até o convés da embarcação, aumentando ainda mais a admiração que o celestial sentia por ela.

Ao subir no convés, com cautela para não sentir mais dor do que sentia, Raizo iria se despir apenas da parte de cima da armadura, deixando-a amarrada em sua cintura, como se fosse uma peça de roupa qualquer. Após isso, o ninja iria esperar que Athena terminasse de falar com Purg, e dirigindo-se ao major, com a mão sobre o local que o agente havia golpeado Raizo diria - Major Purg, se puder me examinar agora eu agradeceria muito, não sou nenhum especialista mas pela dor que sinto imagino que eu precise de tratamento o quanto antes. - e caso Purg concordasse em examina-lo, Raizo iria seguir todas as instruções para se recuperar o mais rápido possível. Enquanto Purg o examinasse, caso Athena estivesse por perto, intrigado para saber com quem havia lutado, o ninja perguntaria à major - Major Athena... O agente que enfrentei no galpão... Quem exatamente ele era ?





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Gods Slayers
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* Pensamento *
~ Flashback ~

Objetivos:
[x] Entrar no exercito revolucionário
[  ] Declarar guerra ao governo mundial
[  ] Organizar um ataque à marinha que entre para a história
[  ] Libertar os escravos das mãos dos tenryuubitos
[  ] Obliterar Mariejoa com uma arma apocalíptica
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Vincent
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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 8 EmptyQua 05 Set 2018, 17:30

E lá vamos nós


Por não ter pensado na possibilidade mais óbvia, acabara tomando uma bronca por parte de Athena, já que praticamente havia sido inconsequente em extremo. Apesar disso, consegui encontrar o que precisava, depois da repreensão de Athena um senhor aparecera sobre as sombras do beco onde nos localizávamos e para minha surpresa ele também possuía a doença. Ver como as pessoas sofrem por apenas nascer diferente, fazia com que eu sentisse raiva de tudo aquilo, mas tentaria me manter calma procurando pensar em coisas melhores, afinal além de descobrir o nome da doença ainda encontrei a informação de quem poderia achar a cura. Somente estas palavras do velho, me enchiam de esperanças para um dia então me ver livre dessa fonte de lembranças ruins da minha infância em skypiea, que apesar de vários momentos bons os poucos ruins superavam, devido a forma que me marcaram. Depois terminarmos de ouvir a história do velho homem, voltávamos até o navio para assim podermos esperar pelos os que faltavam chegar até o navio e com isso poderíamos seguir adiante para a nossa próxima parada, durante o caminho ainda eu conseguia tropeçar e cair ao chão algumas vezes e provavelmente estaria me sentindo um pouco envergonhada diante desta situação desconcertante.

No navio, não haveria tantas coisas a se fazer e por isso procuraria alguma forma eficiente de distrair, já que somente tocar me entediaria. Diante disso, em algum momento em que eu parasse de tocar iria até Athena onde perguntaria sobre nosso próximo destino - Para onde iremos a seguir? Alguma outra ilha ou direto para a Grand Line? perguntaria com bastante curiosidade - Que legal! exclamaria em felicidade, caso a resposta da mulher fosse a segunda opção sugerida - Entendi diria em desânimo, se a comandante optasse pela outra. De toda forma, com os questionamentos encerrados voltaria até o convés onde sentada sobre o assoalho perderia algum tempo analisando o relógio de bolso que tinha comigo ”Você deveria se concentrar em tocar e na hipnose” justo agora, quando imaginei que estava livre de ter de ouvir mais das perturbações dessa voz, ela resolve aparecer para estragar meu momento de tranquilidade e paz interna ”Sabe, você realmente consegue me tirar do sério quando está inspirada, então é melhor não tentar por agora se não quiser ouvir alguma grosseira minha diria ao tentar me acalmar ”Ui, só estava falando, calminha aí querida ela parecia querer me provocar a todo custo ”Da próxima vez guarde pra você! responderia sem mais resquício de paciência, se a intenção era me deixar assim, pois parabéns a ela que conseguira esse feito não muito difícil. Sem muito mais o que fazer, apanharia o violino novamente dando continuação a música que eu havia tocado anteriormente - When she was just a girl ressoaria tranquilamente - She expected the world prosseguiria no mesmo tom de voz - But it flew away from her reach nesse momento elevaria a voz - And the bullets catched in her teeth terminaria de cantar e colocaria o violino de lado.

Descansaria por alguns minutos, deveria recuperar as energias para o que eu faria em seguida, já que provavelmente poderia chegar a exaustão. Depois dessa parada, me levantaria de onde estava assentada e me dirigiria até o Purg, pois procuraria saber se ele possuía algum conhecimento em Anatomia Humana - O(A) senhor(a) detém entendimento em anatomia humana? perguntaria torcendo para que a resposta fosse positiva, mas se ele negasse iria até Athena onde repetiria a pergunta para a superior. Independente de qual dos dois detivesse informações, acompanharia a pessoa, já que provavelmente precisaríamos de um local mais adequado que o convés do navio - Vamos lá! diria animada ao andar juntamente de um dos dois. Com isso, quando começassem a ensinar procuraria manter toda minha atenção em suas palavras para não perder nenhum detalhe, mesmo que não fosse importante gostaria de saber sobre tudo o que tivessem a me ensinar e quando tivesse que praticar, relembraria tudo o que aprendi para aplicar nessa parte. Assim que terminássemos a aprendizagem, voltaria até o convés mais uma vez para então me reclinar sobre a amurada e repousar, agora por um período de tempo bem maior do que anteriormente.

Histórico Vincentão:
 

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Spoiler:
 

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