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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Ato III: Not Fast but Furious

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 4 EmptySex 08 Jun 2018, 15:58

Relembrando a primeira mensagem :

Ato III: Not Fast but Furious

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Piratas e Revolucionário Mephisto Redgrave, Yamazaki Raizo, Nerockiel Schwarz, Katherine Silverstone, Ryujin, Siegfried Uller Frey. A qual não possui narrador definido.



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Nerockiel
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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 4 EmptyTer 10 Jul 2018, 13:26

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Different Paths





Terminado de ouvir  às ordens de Athena eu bateria continência e falaria baixo e calmamente – Yes ma’am. – . Após Athena terminar de falar com todos eu me locomoveria para perto dela e falaria – Vamos?– Dito isso seguiria Athena pelas ruas da cidade com as mãos nos bolsos e um andar despojado, porém com o olhar atento ao meu arredor– Poderia estar mais quente... – Comentaria eu comigo mesmo, sempre achei o calor mais agradável, apesar de cansar mais rápido era uma constante que afetava todos, então não seria particularmente ruim contra mim.

Ao chegarmos ao centro e nossos caminhos se separarem eu olharia para traz e daria um sorriso sutil – Boa sorte– Seguiria então pelo caminho até o ponto de encontro, porém dessa vez anda mais atento, afinal estava desarmado. Chegando ao local procuraria pela pessoa cuja qual Athena havia descrito, ou então esperaria pela mesma, ~ Ele estará vestido de um terno roxo, uma rosa branca em seu chapéu da mesma cor.~ quando o encontrasse me aproximaria com um sorriso ~ Cumprimento-o com as seguintes palavras: Lindo terno, é da Jequiti? Eu então pararia a uma distância de cerca de 2 metros – Lindo terno, é da Jequiti?– e então esperaria pela resposta ~Ele responderá com: Quase, Lon Garçe.~ Caso ele não respondesse dessa maneira eu me afastaria –Desculpe te confundi com um amigo meu. Caso ele respondesse de maneira correta eu me aproximaria –Quer conversar em algum outro local mais privado já que faz tempo que não nos vemos ou aqui está bom? – Eu agiria de acordo com o que fosse respondido, seja o seguindo para outro local ou falando ali mesmo. – Athena disse que você me passaria os detalhes e eu gostaria de todos os possíveis, localização, funcionários do local, detalhes dos papéis, possíveis ameaças, rotas de entrada e de fuga, um mapa da casa seria bom, enfim tudo que você puder me disponibilizar e uma espada, atualmente estou em falta de uma. –






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Vincent
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Vincent

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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 4 EmptyTer 10 Jul 2018, 14:57

Nois tropica mais num cai



Antes que Athena pudesse discursar algo, o bárbaro que viera até a mim anteriormente interrompera a reunião com a ideia de irmos atrás de um capitão da marinha aqui em Lvneel. Eu me manteria atenta a tudo que havia se sido dito e dobraria a atenção conforme as palavras proferidas pela comandante logo em seguida ao homem. Pelo o que ela tinha falado precisávamos no momento de suprimentos e de quebra ainda iriamos causar algum dano à Marinha atacando algum arsenal deles, assim os dois apenas concordavam na parte final de seus planos. Em todo o momento o semblante era autoritário e suas palavras saíam firmes, a mulher passava realmente um ar de liderança, o que de certa forma me deixava mais confiante diante da situação que enfrentaríamos. A empolgação também estaria a todo vapor, já que teríamos um pouco de ação na ilha e apesar de apenas atacarmos lugares com fornecimentos causaríamos ao menos uma boa confusão [color:4ed1=Medium Purple]”Você está louca? Não se meta em confusão logo cedo garota!” perturbações mais uma vez por parte dela ”Digamos que, essa é uma missão e não tem com o que me atormentar, iremos ajudar os mais pobres também responderia em tom calmo, mas naquele momento só queria evitar ouvir mais baboseiras ”Seria bom se você participasse apenas da segunda parte” mania chata de tanta proteção ”Seria bom se você parasse de tentar testar a minha paciência diria e assim balançaria a cabeça em negação a tudo que escutara em minha mente naquele instante.

Por fim, Athena ditava o restante do plano e como seria uma missão rápida desta vez, talvez ainda iriamos matar algum marinheiro que estivesse de guarda.  Ela encerrava dizendo que partiríamos para cidade em 2 horas e que terminássemos nossos preparativos - Eu não tenho muito mais o que arrumar mesmo diria me aproximando da mulher. Ficaria sentada em algum lugar junto de Athena esperando a hora em que rumaríamos até o local da missão - Finalmente! levantaria em um só pulo demonstrando empolgação no momento. Antes de partirmos, se ninguém ainda não houvesse pego uma lamparina iria até a cozinha novamente para pegar nossa iluminação durante o caminho dentro da caverna. Caso alguém já tivesse pego, me manteria ao lado ou atrás da pessoa para conseguir enxergar melhor em meio à escuridão que estaria aquela gruta, talvez em variados momentos tropicaria com as pedras e tomaria todo cuido para não acabar me esborrachando no chão, talvez até sendo motivos de riso para os outros e se eventualmente passasse por tal situação não tardaria em me erguer - Fui igual jaca pro chão, Hehe riria da minha própria queda, afinal aquilo realmente seria engraçado de se ver e era melhor do que querer arrumar briga ou reclamar dos outros, ser bem-humorada sempre foi mais o meu estilo de viver.

O esgoto nos levava diretamente até o reino e assim iríamos ter uma preocupação a menos com patrulhas ou animais que poderíamos encontrar caminhando pela superfície da ilha. Somente tomaria cuidado para não acabar molhando demasiadamente demais o vestido que utilizava ou até mesmo sequer encharcá-lo. Quando chegássemos ao nosso destino, trataria de perguntar a Athena ou a quem estivesse no comando ali o que faríamos em seguida - E agora? indagaria procurando esconder um pouco da empolgação que poderia estar sentindo naquele momento - Aliás, qual será a minha função nisso tudo? Desculpe-me as várias perguntas, mas é que realmente sinto necessidade em saber mais sobre o que faremos aqui nesse instante estaria um tanto constrangida, já que poderia estar incomodando a comandante com tantos questionamentos - Entendi diria ao compreender as prováveis respostas ditas pela mulher. Eu estava prestes a fazer minha segunda missão pelos revolucionários e cada vez mais isso ficava mais interessante ao meu ver, já que estava experimentando coisas novas o que é realmente para mim muito animador.
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Boreal
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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 4 EmptyTer 10 Jul 2018, 15:18

- O que me diz, comandante? - Minhas palavras eram direcionadas para Athenas, a líder daqueles revolucionários, com um sorriso de canto de rosto estampando minhas feições, e a mão estendida para ela esperando uma resposta positiva. "Foda, Siegfried. Isso não tem como dar errado..." Pensei, no instante seguinte de falar, impressionado com minha própria fala e com toda dialética argumentativa presente na mesma para convencer a revolucionária.

Mas deu errado. Na verdade, não totalmente errado. O ônus é que Athenas era realmente uma mulher de pulso firme, e eu admirava aquilo, admito, afinal poucas vezes conhecera mulheres assim em minha jornada - alias, talvez poucas vezes conhecera até mesmo homens assim. Ela simplesmente contra-argumentava muito bem, e seu olhar era firme como de uma líder. O meu, por outro lado, já havia ficado neutro, caindo o sorriso enquanto ouvia ela falar.

Isso é, até ela dizer que Eric não era um homem fraco, e que não desejava ter baixas. Não que eu não concordasse com o que a estrategista dizia, mas eu já havia visto que não conseguiria nada da mesma, e ainda mais com um pedido de perdão, ela denunciava realmente que não daria auxílio a minha empreitada. Por isso, meus olhos já se desviavam para o lado, a mão já estava baixa, e eu estava para me virar de costas com um passo quando suas palavras finais daquela fala saíram de sua boca.

"A possibilidade de encontrar o maldito Eric e, em caso de dar merda, ter salvamento?" Refletia. Mas não deixava de me virar quando ela terminava, saindo de costas com passos um pouco pesados. "Se não aguentarmos, e tivermos que bater em retirada... Eu seria digno de herdar Valhalla tendo fugido de uma batalha como essas...?"

Em meio aos meus pensamentos até ouvia um comentário sobre até gostar da líder revolucionária de meu companheiro tritão, mas só conseguia deixar escapar um riso curto e abafado, deixando crescer minimamente um sorriso para Rurik, enquanto ele ria de seu jeito sempre exagerado.

"Não, eu não herdaria a morada." Meu olhar estava baixo, ainda ouvindo o que ela falava com os revolucionários, mas pensando, de costas para eles. "Mas eu não bateria em retirada também. Valhalla é o destino de todo Frey de respeito. Valhalla é o meu destino, e é pra lá que eu vou quando tiver minha gloriosa morte, seja hoje, amanhã ou em décadas..."

- Mas que os deuses permitam que não seja hoje. - Pensava alto, mas não tão alto para que ouvissem. Era quase como um sussurro. - Aquela cabeça vai ser minha. Pelos Freys.

Imerso em tantos pensamentos e monólogos, só ouvia o resto da fala de Athenas dizendo que iriam em duas horas e para que terminassem seus preparativos. Logo ela se aproximava de mim novamente, e eu fitava seus olhos agora, tentando não demonstrar reação, pois tinha vontade de esboçar um sorriso, por simpatia com o jeito daquela mulher.

O major Purg supostamente queria ficar tomando conta do navio, e para mim isso não era nenhum problema, dando um voto de confiança de que ele realmente faria um bom trabalho e não simplesmente roubaria o Holandês. - Uhum. - Respondia, balançando a cabeça afirmando.

Para acabar comigo, ela ainda dizia esperar que eu não tivesse ficado sentido, que só estava protegendo seus revolucionários, e este era um ponto que eu realmente entendia. Eu posso ser um homem sanguinário, maligno e com tendências caóticas, mas eu aprendi desde pequeno, com o clã, que deve-se valorizar e cuidar dos seus. E eu sabia que, com aquela atitude, Athenas estava valorizando e cuidando dos dela. Não podia evitar mais o sorriso em resposta.

E saia passando a mão em meu rosto. Meu lábio inferior entrava levemente na boca, pressionado com suavidade pelos dentes. "Puta que o pariu, que mulher." Não conseguia, alias, deixar de olhar com desejo para suas curvas. "Puta que o pariu, que mulher." Com aquele jeito dominador, diferente de outras damas, ela não era um ser indefeso. "Puta que pariu, que mulher."

Me aproximaria de Rurik, encostando-me também na amurada do navio se ele ainda estivesse, enquanto soltava um: - Puta que pariu, que mulher, Rurik. Imagine me deitar com uma cavala dessas. - E então balançaria a cabeça, deixando aquele estado de quase transe que Athenas me colocava. - Enfim... - Pigarrearia, levando a mão a boca, para voltar. - Nós vamos invadir aquele porra de arsenal, roubar o máximo de armas que pudermos, e tentar causar uma confusão grande o suficiente para que o capitão Eric venha, e nós o embosquemos. De acordo? - Consultaria o tritão, já que aparentemente era o único que me acompanharia naquela "missão". - Vamos esperar para irmos junto deles. Athenas irá nos dizer a localização do tal arsenal.

Aproveitaria o tempo para fazer minhas preparação. Com um sorriso determinado no rosto, pegaria minha garrafa de cachaça, cortando um pedaço de pano de minha capa, umedecendo o trapo com um pouco da bebida e enfiando metade do mesmo na garrafa. Basicamente, estava fazendo de novo um Coquetel Molotov, como havia feito com aquela mesma bebida em Wars, mas não usado. Tomaria cuidado para que ficasse da melhor maneira possível, evitando que algum acidente pudesse ocorrer, colocando sua tampa novamente, mesmo com o pano, para que na hora certa apenas a removesse, colocasse fogo no pano, e atirasse. Mostraria por um instante para Rurik, e guardaria por dentro da capa.

Conferiria minhas machadinhas, raspando por um instante uma na outra para dar uma simples afiada e ouvir o som do metal raspando, prendendo-as na minha cintura, uma de cada lado. Os revólveres ficariam também na cintura, ao lado da machadinha, apesar de não saber exatamente como manuseá-los. O escudo iria para trás das costas, também preso. O grande martelo de guerra, repousado sobre o ombro direito, segurando seu cabo com a destra, para pegar também os dentes de Rurik que ainda estavam em meu bolso com a outra mão, mostrando para ele com ironia. - Lembra-se disso? - E então, guardando de um jeito que não me ferisse, dentro da capa, do lado contrário ao coquetel.

Esperaria, enquanto descansaria um pouco, o momento em que partissem, aproveitando para, se houvesse tempo, conversar um pouco com Rurik. Perguntaria sobre sua história, como havia chego no North Blue, como havia aprendido os conceitos médicos que sabia, e contando também a história de meu clã para ele.

De qualquer maneira, vendo que eles estavam para partir, pegaria uma lamparina no interior do navio, acendendo-a e caminhando junto do grupo, enquanto aproveitaria para perguntar para Athenas. - Diga-me onde é este arsenal que falou antes. - E é claro, sempre de olhos abertos. Manteria a guarda levantada, e como estava com o martelo, estaria pronto para uma batalha.

Um dom que eu havia recebido por conta de minha linhagem Frey era a visão favorecida em ambientes com menos luz, então usaria da mesma para ajudar a nos guiar dentro da caverna, e principalmente identificar possíveis ameaças, pronto para, caso fosse necessário, bloquear golpes colocando o cabo ou a cabeça do martelo a frente do ataque, enrijecendo meus músculos para suportar o impacto ou, caso visse que era mais propício, rebatendo, aplicando uma martelada poderosa que poderia ser vertical, horizontal ou diagonal.


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Mephisto
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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 4 EmptySex 13 Jul 2018, 18:08

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IV -Vagabundos também tem seus dias ruins.


Vivo a vida que eu sempre quis e já estou velho pra mudar
Não me arrependo de quase nada que eu fiz
Saiba disso quem irá me enterrar

Depois de tudo ali estava eu novamente, hoje seria um dia bem melhor, eu sentia isso lá no fundo, sabe quando você acorda e sabe que as coisas vão ser diferentes? Esse era o meu caso agora, eu estava com uma ótima sensação daquilo, porém saindo dali, eu via algo que até me assustava um pouco, a ilha já estava no barco nós tínhamos chegado em Lvneel. Meu caminho estava sendo mais rápido do que eu podia prever de uma maneira geral. Ao sair Athena estava chamando todos para o lugar ela contava toda uma ideia complexa, um plano de fato bem trabalhado, mas eu precisava fazer algumas perguntas, entretanto assim que ela terminava, e me perguntava se eu estava ouvindo, bem, nesse ponto minha resposta estava na ponta da língua. - Sim eu entendi o intuito da missão, entretanto, se você puder me adiantar, gostaria de receber mais informações da área se possível. Caso já possua algumas. Qualquer coisa me será util, eu gostaria de formular algo em minha cabeça enquanto caminhamos.- comentaria antes de voltar minha mente para o que havia sido esquecido por mim anteriormente, simplesmente a aula sobre anatomia humana.

Eu esperaria algum tempo claramente para que ela me respondesse a pergunta, e diria. - Antes de irmos você poderia me dar a aula que eu queria antes? eu ainda tenho algum dinheiro aqui, então, se você pudesse eu agradeceria, seria interessante ter algum conhecimento novo.- falava olhando pra ela, esperando que me respondesse, mas claro que tinha algo importante, que quase chegava a esquecer. - Há desculpe, eu tenho algum dinheiro, quanto custa?- admito que quando penso em estudar isso nada puro vem na minha mente, na verdade era isso que me deixava mais e mais animado com a ideia de algo como aquilo, o que ela poderia me ensinar? bem era uma boa pergunta, eu apesar de tudo nunca entendi 100% disso, me diziam pra bater no joelho das pessoas, nas brigas de bar, mas sei lá, parece uma frase sem significado, mas como diria “Manual do vagabundo, capitulo 10 artigo 5º, todas as coisas que você não entende, podem e vão ser usadas contra você nas ruas” uma sábia citação que vinha logo seguida de uma mais importante “Visto a informação anterior, aprenda a chutar sacos, mesmo que isso não te impeça de levar um chute, você pode devolver a dor dobrada.” é esses livros eram tudo de bom.

Se ela aceitasse meu dinheiro, daria aquele leve sorriso maroto. - Obrigado, vai ser uma experiência inesquecível.- de fato se metade do que tinha na minha cabeça acontecesse ia ser coisa de doido aquilo. Mas apenas seguiria ela se me pedisse, e faria tudo pra aprender aquilo antes que a hora fosse chegada. Ao término de tudo, pegaria minhas mochilas colocaria as roupas comuns, e me prepararia, voltando até a mulher. - Estou pronto quando começamos?- Diria esperando as ordens finais dela, assim que fossem dadas a seguiria pra onde fosse preciso.


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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 4 EmptySeg 16 Jul 2018, 02:08



Ato III: Not Fast but Furious



~~Ventus~~


Dentre os do grupo, parecia que Ryujin já havia feito o que desejava dentro da embarcação, chegando ao seu destino e não querendo ter a companhia daqueles outros, embora pudesse reconsiderar se a mesma fosse de Mephisto. Querendo continuar a sua vida, subia para pegar uma das lamparinas das quais os revolucionários haviam deixado separadas na cozinha, as mesmas encontravam-se apagadas e cada uma continha uma caixa de três fósforos do lado do qual o espadachim parecia querer fazer seu uso. Com as ferramentas em mãos, abandonava o barco antes que alguém notasse a sua presença, não havia sido furtivo, mas saia de fininho. A lamparina já se encontrava acesa a partir desse ponto, caminhando pela praia e subindo algumas pedras para conseguir adentrar a floresta densa que mostrava-se em sua frente.

As árvores eram enormes, a grande maioria tinham por volta de cinco a seis metros de comprimento, enquanto que as mais velhas pareciam ter quase que o dobro destas, as sombras que causavam apenas deixavam pequenos feixes de luzes que refletiam na lua, acabando fazendo o uso da lamparina necessário. Ele ouvia alguns barulhos de moitas se mexendo ao seu lado, mas sempre que se virava para olhar, não havia nada, mesmo com a lamparina no chão ou se escondendo atrás de alguma árvore, os animais que estavam seguindo-o não pareciam querer atacar de imediato em direção a alguma fonte de luz.

O caminho do pirata pela floresta continuava ficando mais denso a cada passo que dava, começando a ser necessário o uso de sua katana para cortar a mata em sua frente e o jovem começava a escutar passos em várias direções, moitas bagunçando e alguns uivos ao longe. Ryujin não sabia bem o que era aquilo e fazia da sua tática de largar a sua lamparina em um ponto visível, colocando-se atrás de uma das árvores e um dos animais selvagens daquela ilha pulavam na direção da lamparina, de começo era uma lebre, com dentes afiados e orelhas apontando para várias direções. O jovem podia respirar aliviado, mas não era a única coisa da qual a escuridão havia escondido, surgindo uma raposa furiosa, sua pele era vermelha e com algumas listras em preto, quase como a cor de um tigre, mas seus dentes eram mais do que longos, o que parecia ser um predador atrás de uma presa, voltava-se ao contrário. A lebre atacava a raposa com velocidade e força mais do que surpreendentes, mordendo o pescoço do animal e arrancando um belo pedaço, declarando a morte do predador que virava a presa.

As coisas pareciam se acalmar quando a lebre saia dali, mas assim que Ryujin voltava para coletar a sua lamparina novamente, era surpreendido por uma segunda lebre dos dentes afiados que saiam da moita, ela parecia furiosa e/ou faminta. O pequeno animal estava virado com um olho em sua direção pronta para atacar o jovem espadachim que não havia montado uma tática de defesa, mas se o animal era como o anterior, ele poderia ser mortal.



~~ Raizo ~~


- Então vamos começar! – Purg parecia gostar bastante do dinheiro e começavam a fazerem os seus treinamentos, o valor do qual cobrara era bem caro, mas não parecia afetar o revolucionário que parecia fazer dinheiro chover de seus bolsos, ensinando-o a como fazer cada técnica de agulha, qual agulha escolher e de qual formar bordar o tecido, como fazer costuras mais resistentes ou mais fracas, como usar uma agulha grossa para perfurar o couro mais facilmente, entre outras áreas da Costura. Tendo um tempo passado, ambos mal viam Ryujin pegando a lamparina e saindo de fininho, ao ter pedido por armas, Purg dava uma murmurada da qual o revolucionário não conseguia entender. - Puft! Deixa eu pegar para você! – Ele pegava a sua mochila da qual havia os mais variados tipos de armamento, pegando algumas shurikens para Raizo e mostrando-o que via que a sua qualidade não era das melhores, mas serviriam para o trabalho, pagando o valor de trinta mil berries ao major. - Faça bom proveito... – E o velho saia da cozinha deixando o homem dentro da cozinha sozinho e com aquele tempo, ele começava a vestir a sua armadura mais do que especial ao mesmo, colocando as shurikens no bolso de sua nova vestimenta, deixando-a bem recarregada e voltando a roupa antiga após guardar a sua armadura em sua cintura como um simples pedaço de roupa.

Inspirado para a missão após pensamentos do qual lhe traziam tristeza, mas voltando a toda com sua calma restaurada, pronto para as dificuldades que estariam a vir, acabando com um belo prato de sopa que restara da refeição passada e se anunciando para Athena que estava pronto para a missão após sair da cozinha.


~~ Siegfried ~~


A risada escandalosa do tritão dava para ser ouvida de todo quer canto, Athenas havia ficado contente em saber de que o pirata confiava o barco a Purg e após ter saído, o pirata começava a ter grandes pensamentos em sua cabeça, mesmo que não houvesse ficado feliz em não ter o apoio dos revolucionários, ao chegar ao lado de Rurik elogiando o jeito da garota, o tritão parecia rir mais uma vez do seu companheiro. - Humanos se excitam com qualquer coisa. – O seu escândalo era interrompido quando o grandalhão começava a explicar o que queria fazer com o arsenal para chamar a atenção do Comandante, o tritão parecia de acordo com isso, abrindo um sorriso sinistro de quem estava querendo ver bastante sangue ser jorrado. - Vamos botar para fuder!

E com isso em mente, ambos começavam a fazer os seus preparativos, enquanto que o Frey começava a se arrumar e posicionar as suas armas do jeito que gostava, Rurik retirava uma pedra de afiar de seu bolso, passando-a de várias maneiras em seu machado junto com água para poder fazer com que a pedra não danificasse o metal de sua arma. O tritão parecia rir quando via que o seu companheiro havia guardado os dentes de sua primeira batalha. - Lembro muito bem de você tomando uma surra de mim naquele dia! – Sua gargalhada esquisita era hilária e ambos começavam a conversar sobre o passado, eles pareciam dividir bastante coisa naquele momento. - Eu nasci aqui, infelizmente.. Sempre fui adverso aos humanos, sã seres de capacidade inferior, mas conseguem se procriar bem rápido e dominam boa parte do mundo... – Rurik era um tritão do qual sentia uma grande raiva dos humanos.



~~ Mephisto~~


Athenas estava conversando com Mephisto sobre a missão pouco tempo depois da reunião e ao ser questionada pelo terreno do qual se encontrariam lá, ela dava um sorriso. - Pelo que eu sei, é cercado por muros de até dois metros de altura com um grande portão de metal, podemos pular o murou ou quebrar o portão, mas devemos atacar com sabedoria e não desornadamente. Há guardas tanto do lado de fora como no de dentro, pelo que sabemos, é um armazém de grande porte do qual contém diversas caixas. Podemos pegar grande maioria através de alguns carrinhos e carregá-los até as áreas pobres da cidade. As posições de cada guarda teremos que descobrir na hora. - Ela ficava esperando a resposta do revolucionário e assim que era questionada sobre a segunda aula da qual Mephisto havia interesse. - Eu posso sim, vai querer com o shortinho de novo? Mas como temos pouco tempo, cobrarei quatro milhões de berries dessa vez. – Ela parecia bem tentada a seduzir o vagabundo, mas não seria naquele momento em que encontrariam essa parte gostosa do dia, onde ambos começavam a aprender os prazeres da anatomia humana, Athenas fazia aquilo demonstrando carinhosamente cada parte do corpo, passando a mão ou apontando em alguma região do corpo do qual queria em que Redgrave prestasse mais atenção, tudo isso com Katherine próxima vendo todo o ocorrer devido a não ter nada a fazer e já estar devidamente preparada.



~~ QuaseTodos ~~


O tempo havia passado mais rápido do que o esperado e com todos prontos e as lamparinas devidamente posicionadas nas mãos de Athenas, Raizo e Siegfried, sendo os que carregariam as lamparinas dentro da caverna, durante este tempo, o pirata aproveitou para criar um coquetel molotov, com tudo pronto, restavam todo o grupo irem para dentro da caverna, eles estranhavam que estava faltando alguém, este era Ventus que havia partido mais cedo e se adiantado em direção ao reino. - Vamos! – Gritava Athenas chamando todo mundo para continuarem com ela. Todos entravam para dentro da caverna estando bem unidos, o ambiente era bem úmido com gotas pingando do teto e uma trilha de cocos pequenos espalhados por ali, rastros de água eram os mais comuns dentro daquela caverna que a cada passo que davam, ficava mais fedida começando a dar entender que estavam indo em direção ao esgoto. Alguns trajetos eram mais difíceis que os outros, demonstrando um pouco mais de força física para conseguirem continuarem como era o caso da frágil celestial revolucionária, Katherine.

O caminho de pedras levavam até o próprio esgoto, uma grade de metal separava-os de continuarem o seu trajeto, mas parecia ser esperado pela major revolucionária que agarrava a mesma e empurrava a grade, deslocando-a para frente e abrindo o caminho do tubo de metal redondo que os rodeava naquele momento, o mesmo tinha um diâmetro enorme, dando para ficarem em pé sem problemas nenhum, até para os mais altos e gorduchos. Assim que todos passavam, ela colocava a grade no local certo e não demoravam muito por uma caminhada em um piso mais alto do esgoto para não pisarem na água suja e fedorenta do esgoto. - Ainda bem que não choveu recentemente. – Ela dizia ao fato de que se houvesse chovido recentemente, a água dos esgotos estariam em maior tamanho e provavelmente estariam mergulhados até a cintura.

Com uma caminhada rápida, eles paravam em frente a uma escada e todos subiam, a escada levava diretamente para um beco escuro e afastado do centro, tal lugar não havia ninguém para que os vissem. - Boa sorte para você também. – Dizia para Nero que se despedia indo para o local marcado no mapa que havia sido mostrado anteriormente. Siegfried era o próximo a perguntar, tal pergunta era sobre o arsenal dito anteriormente e pegando o mapa, mostrava ao hábil navegador. - Siga por essa rua, vire a direita e a esquerda, siga reto e você encontrará um grande armazém azul e branco, é este. Boa sorte. Nos vemos no barco daqui um tempo. – Dizia a Major ao levar os seus revolucionários em uma direção oposta à do qual o Frey estava indo, separando os seus caminhos a partir dali.



~~Revolucionários – Time 1 ~~


O reino estava bem adormecido, as ruas vazias enquanto a noite repousava, era possível ouvir uma música de um lado ou outro, provavelmente vindo de algum bar e algumas gritarias como se estivesse acontecendo uma briga de bar, alguns gatos pela vizinhança, as casas eram bem cuidadas, rústicas feitas por pedras cinzas e a maioria com alguma tinta fraca, portas de madeira reforçadas com ferro e outras com muros com arame farpado, não podiam faltar algumas árvores das quais enfeitavam o lugar e deixavam o ambiente mais bonito de se ver, algumas lamparinas acesas iluminavam o caminho, conhecidas como postes. A caminhada era um tanto mais longa quanto a da entrada do esgoto até a escada, mas não cansavam os jovens que seguiam a causa revolucionária, chegando ao muro do qual falavam, eles paravam um pouco mais atrás da esquina espionando os guardas que faziam a guarda. Era um total de dois guardas do lado de fora com um grande portão do qual Athenas havia mencionado anteriormente para Mephisto. - Bom, chegamos. Redgrave? Dê uma analisada no local e me diga as entradas que sugere. – Ela olhava para algumas caixas que estavam empilhadas em uma carroça não muito distante dali, conseguindo empurrar a carroça para mais perto do muro, conseguiriam pulá-lo sem problemas, havia também uma grande árvore do qual estava perto do muro, outro lugar para que pudessem escalá-lo. Os meios de entrar eram cada vez mais ampliados a cada momento que o visse, o portão não parecia estar em bons dias, enferrujado e o seu cadeado estava gasto, um bom chute e provavelmente ele abriria, os guardas ficavam andando de um lado para o outro, tentando ampliar o seu campo de visão, mas não saiam menos de cinco metros do portão. Eles pareciam desanimados e quando uma linda mulher passava pela rua naquela noite escura, eles assobiavam para a mesma que olhava com um olhar de desprezo.

A rua não tinha sequer um movimento e a noite ajudariam os revolucionários a se infiltrarem com maior facilidade, ao lado deles haviam alguns pedaços de madeira de uma marcenaria da região e uma loja de instrumentos musicais. O chão era todo feito de pedras, com as calçadas com uma altura cima da rua. Após ser questionada qual era a função de Silverstone naquela missão, Athenas respondia com um sorriso no rosto. - Veremos o que o bonitão nos diz. – Ela dava uma piscadela para Mephisto, começando a apagar as lamparinas que estavam com eles.



~~ Revolucionários – Time 2 ~~


Enquanto de um lado estava acontecendo a análise do local para a missão de Athenas, Nerockiel estava indo em direção ao ponto de encontro, ele se encontrava desarmado, mas preocupava-se com qualquer pessoa bêbada que passava por perto, o bar em que entrava estava bem cheio, várias pessoas e o som tocando bem alto, mas não era difícil encontrar o homem do qual procurava, seu terno roxo era bem atrativo e a rosa branca descrita faziam com que o revolucionário se aproximasse, ele tomava um vinho tinto em sua taça e ao ouvir o jovem que se aproximava, abria um sorriso.


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- Quase, Lon Garçe. – Seu sorriso era um tanto sombrio, ouvindo que Nero preferia um local mais discreto, ele agarrava ao braço do revolucionário, arrastando-o consigo até uma sala mais privada. - Mas é claro, venha. – Dizia Lon em meio ao caminho. Garçe entrava em uma sala próxima dali, era um escritório, uma mesa grande no centro, um lustre branco bem iluminado, uma prateleira repleta de vinhos e outras bebidas chiques. - Servido?! – Perguntava o homem pegando mais um pouco do vinho para si e começando a ouvir as perguntas de Nerockiel. - Sim, eu fui informado. Bom, como começamos, como começamos? – Ele colocava a sua taça na mesa retirando de uma das gavetas de sua mesa um grande mapa, ele exemplificava bem aquela cidade e colocava borrachas, apontadores e a caixa de canetas em cima das pontas para que o papel não dobrasse novamente, com um lápis, ele começava a explicar, passando-o por cima de onde queria ter o foco. - Você deve se dirigir para essa localização, é uma casa simples da qual ninguém suspeita, mas está bem guardada por guardas vinte e quatro horas por dia. A entrada não será simples e terá claustrofóbica, será por um dos dutos de ventilação parados perto do lixo que fica aqui. – Ele apontava com o lápis. - Os guardas de fora costumam rodear a área a cada cinco minutos, este é o gap de tempo que você terá para atravessar a rua e chegar ao duto. Pelas minhas contas e de meus informantes, há, pelo menos, quatro guardas do lado de dentro, a casa tem cinco cômodos e eles são bem separados um do outro por corredores. O duto deverá te levar até a cozinha, Você deve começar o seu caminho por aí. – Ele pegava outro mapa e mostrava a planta da casa, prendendo-o da mesma maneira de antes, mas com outros objetos. - Eles guardam os envelopes em um cofre de três dígitos, apenas um dos guardas sabe a combinação certa, qual deles? Não sabemos, então terá que interrogar um deles ou conseguir achar o correto. Se matar o errado, terá que testar todas as combinações possíveis até uma abrir. Lhe darei esse mapa da casa para você consultar quando precisar. – Seu sorriso era mais do que sincero, ele parecia gostar daquilo.

Você pode fugir pelo duto ou pelas janelas da casa, mas terá que decidir isso na hora, outra maneira de fugir será pelo sótão, há uma passagem da qual nós cavamos para emergências, não está bem segura e deve ser usada apenas para último caso. – O homem dava um leve gole em sua bebida, seguida de um tapa em sua cabeça ao esquecer que Nerockiel havia pedido por uma espada. - Infelizmente nossa causa não é das mais rentáveis, mas seu trabalho é importante, então não cobrarei por esta. – Ele mostrava uma de qualidade grande retirando-a da sua bainha, era uma katana de bom porte e a sua lâmina estava visivelmente afiada, era uma boa espada. Guardando novamente em sua bainha e colocando-a na mesa em cima do mapa da casa, tomando mais de sua bebida. - Não temos revolucionários disponíveis para lhe trazer reforço, em caso de sofrer alguma consequência maior, dependerá apenas de mim para te ajudar e dependendo da maneira que as coisas estiverem, posso acabar não podendo fazer nada. A maneira que deseja seguir depende de você, mas atrairá mais guardas se formos juntos. – Ele dava outro de seus sorrisos sinistros, a maneira que ele falava era calma de quem fazia aquilo a bastante tempo. Esperando a resposta de Nerockiel.



~~ Siegfried e Rurik ~~



Enquanto os revolucionários haviam outras missões, o pirata e Rurik estavam prontos para tacar o terror em um arsenal, o tritão sorria para o grande pirata que ainda estavam parados no beco. - Então, bosta humana, vamos? – Ele dava uma de suas gargalhadas estrondosas, preparando para partir em direção ao arsenal. Por mais que as informações até o momento fossem escassas, eles já poderiam bolar uma maneira de como atacariam os guardas, como fariam a surpresa e como deveriam se portar diante de um combate com uma dificuldade numérica menor.



Considerações:
 

Legenda:
 


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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 4 EmptySeg 16 Jul 2018, 16:20



Coelhinho se eu fosse como tu, tirava a mão do bolso e enfiava ela no...


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VI. Pé de coelho tras sorte… ou morte

Existe alguma coisa em caminhar no breu de uma floresta que me tranquilizava, não sabia definir bem o que era ou o motivo mas se eu parasse pra pensar toda minha vida eu tinha vivido na escuridão, isolado do mundo vivendo apenas como um animal e isso não era nenhum exagero, viver diante de um perigo iminente já tinha se tornado o meu dia-a-dia onde assassinatos poderiam ocorrer antes do café da manhã ou uma emboscada de boa noite antes de dormir mas diferente de que muitos poderiam imaginar eu não via prazer ou desgosto nessas coisas. ~ As coisas são como são... ~ Infelizmente para os modos em como tinha sido criado tais coisas não me eram nenhuma surpresa e o perigo… Bem o perigo já havia se tornado algo casual para mim. ~ Fui notado! ~ Gritava em minha mente ao perceber a movimentação suspeita em uma das moitas, se tivesse talvez uma percepção mais apurada eu poderia dizer com exatidão o que era mas o fato de não conhecer meu inimigo não evitou de tentar me esconder sempre que notava sua presença.

Era evidente se não ao menos esperado que eu seria um alvo ali mas isso não me assustava, meu temperamento analitico me permitia manter a calma enquanto analisava a situação em que estava, a floresta produzia certa penumbra enquanto os predadores locais se aproximavam, não podiam deixar de imaginar os tipo de criaturas e animais ferozes poderiam existir em meio aquela mata, comecei a fazer meu próprio caminho em meio a flora local desenhando minha própria trilha com a espada que ainda portava isso deixaria mais evidente minha passagem para qualquer perseguidor e poderia até mesmo dar a entender que eu estava sendo descuidado mas em minha mente afiada aquilo obviamente tinha seu motivo. ~ Podem vir… Sigam por aqui. ~ Refletia desenhando meu próprio caminho, era como se estivesse deixando um rastro de migalhas, talvez animais irracionais não ligassem para aquilo mas qualquer rastreador ou qualquer outro ser racional que percebesse a trilha iria notar que existia alguém naquela floresta e seria de sua escolha tentar seguir alguém misterioso em uma floresta a noite ou tentar evitar, então sim estava deixando rastros meus intencionalmente.

Percebia que a perseguição continuava o que me dava a entender que sim meu perseguidor poderia ser um animal selvagem mas ainda era cedo demais para entender tal possibilidade como absoluta, com o meu rastro já desenhado e percebendo a aproximação eu fiz a escolha mais lógica que poderia fazer naquele momento, parar e respirar analisando o meu arredor deixei a lamparina acessa no chão e me escondi nas proximidades como se todo o rastro que tinha desenhado tivesse levado apenas para uma lâmpada solitária, uma pessoa entenderia no ato que aquilo era uma armadilha e já ficaria atenta mas como previsto o perseguidor era sim um animal que avançou contra a luz em meio a penumbra ficando logo confuso com o que via. ~ Era só uma lebre... ~ Eu até poderia sentir pena do animal se ele não fosse uma mamífero que pulou em direção da luz por mero acaso, não era como se um mero coelho estivesse caçando sua refeição ele provavelmente estava sendo aleatório pulando por aí atrás de uma cenoura, batata ou qualquer outra coisa que um coelho goste de comer. ~ Espere o que foi isso? ~ Percebia mais uma movimentação suspeita quando uma raposa exótica avançou contra a lebre, por um momento me senti aliviado pela breve distração que tinha montado para evitar predadores como aqueles mas o que aconteceu em seguida me surpreendia, o coelho que até o momento parecia uma presa pulou contra a raposa em uma velocidade invejável a raposa sequer teve chances contra o inimigo.

Fiquei espantado com tal cena, não por medo mas por simples surpresa, tinha vivido um ano isolado em uma floresta mas aquele simples roedor tinha exibido uma ferocidade nova para mim, não sabia se ele tinha se aproveitado da arapuca que eu tinha montado para dar cabo de sua presa ou se ele simplesmente seguiu seus instintos atraindo um predador para matá-lo quando visse abertura, não importava qual das opções a criatura adotou pois ambas eram impressionantes, a lebre arrancou um pedaço de onde tinha atacou e saiu vitoriosa deixando os restos da raposa selvagem. ~ Bem seria um desperdício deixar o resto dessa carne dando sopa por ai… Sem contar que devo conseguir uma grana pela pele do animal. ~ Percebendo que o perigo - extremo perigo apresentado pela pequena criatura - já tinha passado eu caminhei balançando a cabeça negativamente de um lado para o outro exibindo um pequeno sorriso em meus lábios ainda não acreditando no que tinha visto. - Ai ai é cada coisa. - Falei imaginando outra coisa em minha mente. ~ Essa ilha e essa floresta são mesmo uma coisa… Bem sempre aprendendo algo novo não é mesmo? ~ O riso em meus lábios continuava enquanto caminhava não só para reaver minha lamparina mas também decidia levar os restos da raposa comigo, não sabia quanto tempo ia levar para sair daquela floresta por isso seria sábio manter alguma fonte de alimento próxima.

As vezes é bom lembrar o quanto a mãe natureza pode ser sádica, uma piada cruel que apenas contada poderia parecer absurda mas era importante lembrar que nesse mundo tudo era possível e claro era importante lembrar de outras coisas, coisas que poderiam dizer quem vive e quem morre, coisas como nunca abaixar a guarda em meio a selva. ~ Puta que pariu... ~ Diante de mim tinha outro daqueles coelhos me encarando com seus olhos vazios, glóbulos negros que brilhavam refletindo a luz produzida pela lamparina, podia se dizer que o seu olhar era semelhante ao meu naquele momento, frio, sério, calculista e assassino. Eu como um samurai treinado e ambientado em meio a morte não senti medo de tal criatura apenas desgosto em não ter percebido tal demônio ali, continuava observando a criatura com meu olhar frio a encarando em meio de um conflito sobre quem faria o primeiro movimento, uma breve batalha mental. ~ Certo… Vamos ver quem é o melhor entre nós dois meu desafiante. ~ Direcionei meus pensamentos até o animal aceitando seu desafio até a morte.

Fazendo uso de toda minha velocidade buscando utilizar toda a potência de minha aceleração iria tirar proveito de minha espada já desembainhada que tinha sido utilizada para fazer minha trilha até ali e avançaria em linha reta até o pequeno demônio fofinho com minha espada posicionada na horizontal ao lado esquerdo do meu corpo, segurando a mesma com minha mão direita eu ia em dash contra o inimigo, tinha testemunhado o quão rápido eram aquelas criaturas e o quão mortais poderia ser em minha breve análise vi que o coelho partiu atacando pontos vitais buscando dar um fim rápido por isso em minha interpretação meu inimigo iria tentar me alvejar no pescoço assim que encontrasse uma oportunidade e bem isso eu poderia dar a ele caso o meu primeiro movimento falhasse, movimento esse que era um tanto simples, eu me aproximava utilizando de tal dash e quando percebesse a lebre em meu alcance eu manusearia a espada em um movimento horizontal da esquerda onde ela estaria posicionada inicialmente para a direita buscando acertar qualquer parte do corpo da minha presa, buscando apenas um golpe forte o bastante para dar fim a sua vida.

No entanto tinha presenciado a grande velocidade da criatura por isso não seria um absurdo esperar que a mesma consiga desviar do meu movimento, caso isso viesse acontecer então eu não pararia o meu primeiro golpe, deixaria a espada continuar com o seu movimento da esquerda para a direita enquanto girava meu tronco desenhando um arco no ar até que começaria também a girar o meu corpo corrigindo meu posicionamento para que continuasse com a pequena criatura na minha frente caso ela tenha se movido para alguns dos lado quando evitou meu golpe, aproveitando da energia cinética utilizada no primeiro movimento eu corrigiria o posicionamento da lâmina a descendo de acordo com que o meu corpo iria girando para que meu segundo golpe viesse em um movimento ascendente na diagonal da lâmina que vinha descendo como se estivesse abaixando minha guarda para depois subir em um movimento feroz e forte, importante destacar que durante o breve giro em meu próprio eixo meus joelhos iriam se flexionar aos poucos para quando começasse a subir a lâmina no segundo golpe eu pudesse também tentar um breve salto buscando somar com dano gerando um impacto maior em minha ação.

Esperando um movimento de ataque da amoroso diabrete eu buscaria cortar minha movimentação por alguns segundos e saltar por cima do animal caso o mesmo mire um ataque em mim nas regiões mais baixas como as pernas, no entanto eu imaginava que a lebre tentaria ser um pouco mais mortal e visar um ataque direto em meu pescoço, por isso assim que notasse um salto na região do tronco ou até mesmo já na altura de minha cabeça eu tentaria me abaixar enquanto corrigiria minha posição perante tal criatura como mencionado acima, se em meu raciocínio rápido percebesse que o animal seria mais veloz que eu então como bloqueio eu tentaria por meu antebraço esquerdo entre a criatura e a região do meu corpo que ela tentasse atacar e caso ela se agarrasse meu antebraço então eu tentaria bater com ela no solo e cravar minha espada no estômago do fofo roedor.

Conseguindo matar a criatura eu iria prendê-la pelas orelhas em meu cinto no lado oposto onde a bainha de minha espada ficava presa, buscaria o restante do corpo da raposa morta e iria posicionar acima do meu ombro esquerdo, iria levar os dois corpos como fonte de alimento e talvez até mesmo de calor quando tivesse algum tempo para esfolar as criaturas. ~ Talvez eu costure uma boa capa para mim… e luvas. ~ Pensei imaginando a bela capa que a raposa daria e o par de luvas confortáveis feitas com o pelo da lebre, não me incomodava em carregar aqueles cadáveres durante meu trajeto por isso iria continuar levando minha lamparina na mão esquerda e com a direita fazendo meu caminho pela vegetação cortando tudo que pudesse atrapalhar em minha viagem. Caminharia pela mata em busca de civilização ou seus indícios, uma trilha bem feita, placas e qualquer outra coisa que pudesse indicar pessoas, meu objetivo era chegar em uma cidade e sair da floresta o quanto antes para não ser necessário montar um acampamento.

Caso chegasse em alguma cidade o primeiro lugar em que iria seria alguma taverna ou hospedagem, se por algum motivo não encontrasse nada do tipo então caminharia até uma forja para ver se poderia me aproveitar de algo do local.

No entanto havia chances da criatura não morrer durante nosso duelo, talvez por ser rápida ou mais astuta havia chances da doce lebre demoníaca evitar meus golpes e toda minha estratégia de assassinato mirado em si, se isso se tornasse realidade então eu saltaria para trás buscando ganhar distância da minha nova rival, tentaria posicionar minha espada na frente de meu corpo na vertical enquanto minha duas mãos seguravam a empunhadura da arma e meus joelhos semiflexionados com os pés um pouco afastados um do outro, uma postura básica de espadachim enquanto observava se tinha causado algum dano na criatura e se não tinha mais nada a minha volta buscando a certeza que aquele era o único inimigo naquele momento.


- Falas -
~ Pensamentos ~

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Yamazaki Raizo
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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 4 EmptyQua 18 Jul 2018, 06:09

Yamazaki Raizo
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Raizo seguia ao lado de Athena e Siegfried iluminando o caminho, e durante a caminhada que era um tanto difícil graças às deformidades do terreno, o celestial pensava sobre várias coisas, à começar pela natureza da missão - Mais uma vez a desonestidade se faz presente entre os homens, e pra variar o governo mundial está envolvido. É claro que entre os revolucionários também existem maçãs podres, que se dizem servidores da causa mas servem à si mesmos, mas é incrível como esse padrão de desonestidade e corrupção se repete quando o assunto é o governo mundial, parece que na sua cultura a corrupção já está impregnada - e mudando drásticamente o assunto de seus pensamentos, seu companheiro veio à mente - Um bom aliado nessa missão seria Sttark, por onde deve andar o cabelo de fogo ? Espero que não esteja desmaiado sendo abusado por bêbados de novo. Como posso pensar isso dele ? Com certeza ele se encontrará conosco em breve, assim espero! - Raizo não havia percebido a passagem do tempo por estar imerso em seus pensamento, e quando deu por si, já estavam adentrando a cidade através dos canos de esgoto, decidindo se concentrar na missão, Raizo mantinha sua mente limpa, apenas focando em manter-se calmo sem se entregar ao nervosismo que os instantes antes de uma missão perigosa causava.

Ao saírem do esgoto por uma escada, Raizo observava Nero indo sozinho para sua missão, e orgulhoso de seu companheiro despedia-se dele apenas com um aceno com a cabeça. Seguindo Athena, junto dos outros, através das tranquilas ruas de Lvneel, Raizo prestava atenção em tudo, nas árvores, no formato das casas, na direção em que a música vinha, tudo poderia trazer informações valiosas ao ninja, pois Athena havia dito que iriam assaltar o depósito de mantimentos do governo e deixar parte dos mantimentos na parte pobre da cidade, e caso fosse perseguidos por agentes ou marinheiros, o telhado das casas poderiam ser um ótimo atalho para que ele pudesse atrair os inimigos, ajudando os demais despistá-los e depois fugir pelos telhados, as árvores seriam uma excelente opção para a escalada até os telhados, e a música poderia indicar alguma festa, ou no mínimo uma reunião de pessoas, que poderia ajudar o ninja a disfarçar-se em meio à multidão e despistar os inimigos, por isso qualquer informação era útil.

Ao chegarem no portão onde Athena disse que era o alvo da missão, ao ouvir a ordem da major para Mephisto, Raizo aproveitou para analisar também as formas de entrada, que eram muitas, mas o celestial ateve-se à duas: à arvore que estava próxima ao muro, e ao portão principal que estava guardado por dois vigias. Conhecendo suas próprias habilidades, Raizo diria ao albino, com um tom de voz extremamente baixo - Mephisto, se me permite sugerir uma parte da infiltração, posso dizer a parte que posso garantir. Eu vejo duas formas de entrar: pelo portão principal e pela árvore ao lado, se preferir posso ajudar a render ou neutralizar os guardas na entrada e depois, nos infiltramos. - E olhando seriamente nos olhos do albino, prosseguiria - Mas eu sugiro enfaticamente que façamos diferente, eu posso me infiltrar pela árvore primeiro, sem que eles percebam, e uma vez lá dentro posso me manter oculto enquanto observo quantos guardas há na parte de dentro, e então vocês neutralizam os dois daqui de fora e se infiltram pelo portão, e caso isso desperte a atenção dos guardas de dentro já estarei pronto para neutralizar o máximo de inimigos que eu puder sem que eles me percebam, caso eles tentem atacar vocês. O que me diz ? - Caso Mephisto concordasse com se infiltrar primeiro pela árvore, Raizo diria - Não vou decepcioná-los, podem contar comigo! - e após dizer isso, o celestial tentaria andar pelas sombras furtivamente, e sem fazer barulho tentaria se aproximar da árvore.

Raizo observaria os guardas todo o tempo, e esperaria o momento em que estivesse fora do campo de visão dos mesmos para se mover rápida e furtivamente até a árvore. Caso conseguisse chegar até a árvore, Raizo iria observar os guardas novamente, se movimentando sempre que estivessem de costas para ele, e escalaria a árvore até estar oculto em seus galhos. Uma vez em cima da árvore, Raizo não iria demorar muito lá, pois estava mais alto que os demais, e poderia ser visto de diversos ângulos, então observaria o outro lado do muro, e caso não tivesse ninguém por perto do outro lado, o celestial esperaria o momento certo em que os guardas de fora não tivessem olhando, e pularia para o outro lado. O celestial tentaria manter-se nas sombras o máximo possível, e iria se esconder atrás de um arbusto, uma pedra, outra árvore ou qualquer coisa que pudesse mantê-lo escondido, e então rapidamente e de forma silenciosa iria vestir novamente as mangas de sua armadura e puxando-as para cima faria a parte do peito e torso encaixar-se rapidamente, e tirando a máscara negra de um dos bolsos da armadura, cobriria seu rosto ficando ainda mais oculto na escuridão.

Nesse momento, caso estivesse numa posição privilegiada, Raizo iria manter-se oculto e iria observar tudo que pudesse, o que havia dentro da construção, quantos soldados haviam do lado de dentro, observaria se havia do lado de dentro do muro meios de transporte como carroças e cavalos, e se havia outras formas de sair de lá caso o portão fosse bloqueado. Caso Mephisto, Athena e Katherine tivessem chamado atenção de mais guardas do lado de dentro, o celestial pegaria de seu cinto duas shurikens, uma em cada mão, e iria esperar até que os guardas estivessem posicionados de forma que não vissem de onde estavam sendo atacados, e então aproveitando-se da ambidestria, Raizo iria arremessá-las e depois arremessaria quantas shurikens pudesse, para derrubar o máximo de guardas e ainda manter-se oculto, e caso fosse descoberto, sacaria a ninjaken e manteria-se em posição de defesa, esquivando-se dos inimigos afim de traçar uma melhor estratégia de combate.

Caso Mephisto achasse melhor invadirem juntos, Raizo iria concordar, e iria seguir atentamente os passos da missão, para que dessa vez não houvessem erros, e pudessem lidar da melhor forma possível com os imprevistos.



Histórico:
 


Objetivos:
 

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- Fala -
* Pensamento *
~ Flashback ~

Objetivos:
[x] Entrar no exercito revolucionário
[  ] Declarar guerra ao governo mundial
[  ] Organizar um ataque à marinha que entre para a história
[  ] Libertar os escravos das mãos dos tenryuubitos
[  ] Obliterar Mariejoa com uma arma apocalíptica


Última edição por Yamazaki Raizo em Sex 20 Jul 2018, 03:24, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 4 EmptyQua 18 Jul 2018, 16:12

Ao quanto as palavras de Athenas iam vindo, a explicação do caminho que deveríamos tomar, em minha mente uma imagem virtual do caminho ia se formando, imaginando como deveria ser, até mesmo o suposto "grande armazém", nosso alvo, o arsenal. - Sobrevivem, revolucionários. - Dizia para eles, ascendendo com a cabeça para todos, com um olhar sério, contudo confinante.

O assustador e impressionantemente grande sorriso de Rurik brotava próximo a mim, agora que estávamos só nos dois ali no beco. A sensação era, de certa forma, nostálgica, como quando me aliara ao tritão pela primeira vez, a alguns dias atrás, e estávamos, da mesma forma, em um beco planejando como seria uma invasão. Nada muda.

- Vamos, resto de aborto marinho. - Corresponderia com um sorriso, que talvez não fosse como o dele, mas por um instante até tentava ser. - Mas antes disso, tenho um plano para nossa invasão... - É claro que eu tinha um plano, desgraçado.

- Verificaremos se existe alguma entrada lateral. Se não houver, procuraremos um ponto mais afastado da entrada, mas com guardas. A ideia é que você irá na frente, como é maior, chamando toda a atenção e atacando o máximo de guardas possíveis, atraindo a atenção. - Gesticularia de leve com a mão esquerda, que não estava segurando o martelo, ao quanto iria explicando. - Os guardas irão se deslocar para este ponto, e eu irei estourar a entrada principal, dando inicio então a invasão. A ideia é pegá-los de surpresa e intimidá-los logo de cara, para que não tenham tempo de pensar em uma reação rápida, além de estarmos colocando o medo ao nosso favor. - Um sorriso psicótico no rosto, de quem se alegra em pensar no sofrimento alheio. Pegaria a garrafa de rum, dando um gole, e oferecendo para Rurik, para então dizer. - Desde já vamos nos separar. Somos grandes, se estivermos juntos chamaremos muita atenção. Que os deuses lhe acompanhem, seu lixo. - E daria um leve tapa em seu ombro, pegando minha garrafa e fechando-a para guardar. Sairia então dali, rumando o caminho explicado por Athenas.

Como na teoria do plano, tentaria me misturar no meio das pessoas e não ficar próximo de Rurik para que nossas aparência assustadoras não chamassem atenção e nos garantissem problemas antes do plano em si. Sendo assim, esperava que encontrasse algum certo aglomerado de população, mas se assim não fosse, tentaria caminhar do lado oposto ao de Rurik nas ruas, e sempre um tanto atrás, inclusive variando minha velocidade de forma sutil para não dar a impressão para alguém atrás de mim de estar o seguindo. Durante o trajeto, a touca já estaria sobre a cabeça, tendo recolhido o chapéu por um instante, com a intenção de esconder da melhor maneira minha aparência, mesmo que não fosse um certo especialista naquilo, além de ter guardado o martelo de forma discreta, mantendo somente as duas machadinhas em mãos, tentando ocultá-las com meu braço e o tecido do manto.

Nos aproximando da construção que supostamente seria o armazém, ficaria atento aos movimentos de Rurik, tentando estar em um lugar mais ou menos oculto, longe do lugar de onde ele sairia para a visão dos guardas. Esperaria o momento certo, tentando sentir o tic-tac do relógio em meu bolso como que esperando o segundo perfeito, que seria quando Rurik atraísse certa atenção dos guardas, provavelmente fazendo-os se distanciarem, ou ao menos não deixarem muitos na guarda da porta. Neste momento, cataria o Coquetel Molotov, acenderia com um fósforo, e entraria num campo onde poderia atirá-lo, me aproximando se necessário, e mirando na direção da porta, tentando inclusive acertar alguns guardas que pudessem estar próximos a ela de lambuja.

- ESTE ARSENAL ESTA SENDO INVADIDO E SAQUEADO, NOS NOMES DE SIEGFRIED ULLER FREY E RURIK, O BRANCO. RENDAM-SE E ENTREGUEM AS ARMAS E BENS MAIS VALIOSOS, OU SINTAM A IRÁ DOS BÁRBAROS DO INFERNO! - Gritaria, chamando o máximo de atenção que conseguísse, enquanto empreenderia uma corrida na direção da entrada, logo depois da dispersão da onda de explosão de meu coquetel, ao mesmo tempo que lançaria uma das machadinhas na tentativa de acertar de surpresa algum guarda ali, fazendo com que rodasse no ar visando a lâmina no pescoço do inimigo. A corrida, se fosse tentado atacar-me com algum tipo de projétil, seria irregular, utilizando minha aceleração para dar dashs para os lados, enquanto, se fosse necessário e possível, rebateria algum projétil com a arma em minha mão.

Com a aproximação, se fosse necessário, empreenderia um combate o mais rápido possível contra o guarda mais próximo, tentando acertar-lhe com a machadinha que ainda estava em minha mão direita, enquanto com a esquerda faria movimentos para confundi-lo, como se fosse lhe atacar com ela, amparado nos conceitos de luta de rua. Se conseguísse assim nocautear um guarda, pegaria seu corpo e usaria de escudo, usando os conceitos escudistas para tal, me protegendo de projéteis e ataques corpo-a-corpo com o mesmo.

- SE ENTREGUEM, CÃES. OS PIRATAS MAIS PERIGOSOS DO NORTH BLUE ACABAM DE DECLARAR POSSE SOBRE SEUS ARMAMENTOS NESTE LUGAR. CORRAM PARA O PAPAI ERIC E DIGAM QUE A VINGANÇA FREY CHEGOU, E PIOR DO QUE NUNCA AHAHAHAHAHAHAHA - Apesar de toda a minha personalidade excêntrica e que gosta de cenas desse tipo, admito que esta seria um pouco além do normal, quase como se simulasse um ar o mais demoníaco que pudesse, simplesmente amparado nos conhecimentos de intimidação.

Seguiria em batalhas, atacando guardas que estivessem próximos com machadadas, puxando e empurrando-os se estivesse com uma das mãos livres, ou usando do escudo humano para me defender e fazer pressão, até encontrar as brechas na guarda inimiga para mirar seu pescoço e visar sua morte. Se houvessem atiradores ao meu alcance, atiraria as coisas que tinham em suas direções, tentando eliminá-los sem necessariamente um combate direto. Poderia ser o corpo, ou a própria machadinha remanescente, ou um e depois o outro, tentando abater os inimigos.

Sempre que necessário, tentaria bloquear os golpes, como antes citado, colocando o corpo a frente de ataques, ou usando a própria machadinha, a princípio, para rebater os ataques em outras direções, fosse com a lâminas, com a parte plana, com o próprio cabo. Também, estaria atento para ataques que meus bloqueios talvez não suprissem, utilizando-me assim de esquivas que seriam feitas com saltos, passos para os lados, movimentos com o corpo, braços, pernas, giros, abaixadas, ou outras movimentações que tirassem a parte do meu corpo da trajetória dos possíveis ataques.

Quando fosse possível, se a porta já não estivesse arrebentada, teria meu martelo então em mãos, descendo-o de cima da cabeça para contra a porta, tentando, com extrema brutalidade, mais do que forçá-la, mas quebrá-la, se possível. Então, tentaria assumir um posicionamento favorável sabendo de meus novos conhecimentos de estratégia, para avaliar qual era nossa situação naquele primeiro instante de invasão.


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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 4 EmptyQui 19 Jul 2018, 10:55

Tentar sempre, desistir jamais



Quando finalmente todos estavam prontos para a missão, Athena chamava a todos para continuarem com ela até o esgoto. O único que não se fazia presente ali era o outro emo, talvez ele não havia gostado muito do caminho da qual seguiríamos e por isso saiu na frente da gente pegando algum atalho ou algo assim que ele conhecia. Conforme adentrávamos a caverna mais a fundo, o fedor se demonstrava presente dando os indícios que nos aproximávamos do esgoto e assim, o trajeto ficava cada vez mais difícil necessitando até mesmo de força física, o que não era algo legal para o meu frágil corpo. Com a retirada da grade de metal que impedia nossa passagem, acessávamos a entrada do esgoto, um tubo que comportava a todos perfeitamente e por fim chegávamos até um piso mais alto onde não precisaríamos pisar na água suja dali. Depois de uma rápida caminhada, uma escada nos levava até um beco escuro que provavelmente estava mais do que distante do centro de Lvneel e com a nossa chegada até a superfície nos separávamos em 3 times, já que seguiríamos por caminhos diferentes naquela missão. Diante disso, eu me despediria de Nero apenas com um aceno e um desejo de boa sorte que transmitiria através de um sorriso, como era do meu costume.  

Junto de Athena o nosso grupo composto por mim, Raizo e Mephisto, caminhou pelas ruas desertas do Reino ao som de alguma música e gritarias que possivelmente estariam vindo de algum bar nas redondezas. Meus olhos provavelmente estariam observando a tudo ao meu redor, já que era a minha primeira vez por ali e novidades sempre chamavam minha atenção, apesar de que aparentemente eu tinha visto tudo o que havia ali. Após uma caminhada mais longa poderíamos avistar o local anteriormente falado por Athena e com isso, parávamos atrás de uma esquina espionando os dois guardas que estavam do lado de fora, onde havia também um grande portão e assim, a comandante ordenava que o albino analisasse o local sugerindo entradas para nós.  Apesar de andarem para um lado e para o outro, os homens não ficavam muito distantes do portão, talvez por ordens de um superior de maior patente ou então o próprio chefe deles. Perto de nós, haviam alguns pedaços de madeira de uma marcenaria e uma loja de instrumentos musicais, o que realmente me chamaria a atenção, provavelmente perdendo tempo olhando para alguma vitrine dentro do local. A resposta que eu recebia sobre a minha função na missão, vinha acompanhada de um sorriso por parte de Athena e que veríamos o que Mephisto teria a nos dizer sobre a estratégia de entrada no lugar, ao término de suas palavras a mulher apagava a lamparina que estava em suas mãos - Tudo bem, então diria calmamente, passando a olhar as movimentações por parte do albino.

Caso ele não demorasse em voltar com algum plano em mente, procuraria estar atenta em todas suas palavras ditas para nós e se tardasse em retornar buscaria algum lugar para me sentar, enquanto aguardava. Se me fosse para atrair a atenção dos guardas tocando alguma música, já pegaria o meu violino em mãos e provavelmente aquela não seria uma tarefa tão difícil, pois os homens anteriormente haviam assoviado para uma mulher que passara olhando com olhar de desprezo, mas eu teria de fazer diferente se quisesse convencê-los daquilo - Vou dar meu máximo! diria com empolgação em poder ajudar na missão. A passos calmos me aproximaria de ambos - Olá rapazes diria sorrindo ao tentar chamar a atenção dos guardas para mim - Que tal nos divertirmos? lentamente começaria a tocar o violino de forma que os hipnotizasse com a música, além disso tentaria algo mais ousado como rebolar. Não tinha certeza se daria certo, mas provavelmente conseguiria distrair os guardas por algum tempo até que os outros pudessem desacordá-los ou então conseguir prendê-los de alguma forma, mas se não conseguissem fazer nada procuraria atrair os homens para longe e assim permitir os outros invadirem o local ”Fala sério né Katherine? Não acha que isso é chamativo demais, ainda mais pra você?” como de costume, a minha “amiga” estava me contrariando em algo que eu estava prestes a fazer ”Você pode até ter razão, mas isso é para o andamento da missão” responderia sem estar realmente irritada dessa vez com ela, já que a razão poderia estar com ela nesse momento.

Caso não obtivesse êxito em atrair os guardas ou até mesmo distrair os guardas do local procuraria alguma outra forma de fazê-lo. De toda forma eu teria de voltar até os outros, já que os homens poderiam acabar se irritando ou então tentariam fazer algo que poderia acabar dificultando ainda mais nosso plano - Bom, não deu lá muito certo sorriria constrangida por não ter conseguido cumprir a minha parte - Acho melhor tentarmos alguma outra coisa opinaria, enquanto buscaria pensar em alguma coisa que pudesse nos ajudar a ter mais sucesso que a tentativa anterior. Escutaria o que os outros tivessem a falar sobre a minha “performance”, já que estavam olhando de longe e poderiam possivelmente perceber onde errei em minha tentativa. Se conseguisse distrair os guardas e os outros obtivessem êxito ao desacordá-los, iria até Athena - Talvez o que nos resta agora é esperar, certo? perguntaria de forma sorridente procurando ver o que aconteceria a partir dali em diante. As coisas agora pareciam que começariam a correr de uma boa forma, mas nem sempre ter confiança demais é muito bom, já que poderia tropeçar em minhas próprias palavras.
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Última edição por Vincentão em Dom 29 Jul 2018, 14:48, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 4 EmptySex 20 Jul 2018, 02:32

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Mission and Invasion





Eu  e  Lon Garçe chegávamos a um local mais discreto, para assim podermos discutir nossos planos, ao mesmo me oferecer bebida recusaria, não gosto de beber, principalmente antes de um missão, ao homem retirar da mesa o mapa eu me aproximaria com um olhar curioso e interessado, prestaria atenção nas de Lon Garçe e tentaria decorar o mapa em minha cabeça, procurando por mais detalhes, quarteis próximo, locais onde posso me esconder ou despistar os guardas casa seja perseguido. Recebendo o mapa guardaria o mesmo dentro do livro que Athena havia me dado, o dobrando de forma que parecesse duas folhas dos mesmo. Pegando a espada a desembainharia para testar seu peso e sua lâmina fazendo leves movimentos no ar e a colocaria na cintura. – Obrigado por tudo, por agora sua ajuda é o bastante, preferiria que você ficasse fora do local para garantir a minha saída, se tudo der errado e eu demorar para sair não vá atrás de mim, os revolucionários devem ser informados. – falaria isso enquanto me retiraria da sala, mas antes de sair pararia olharia para o homem – Só mais uma coisa, o senhor teria um isqueiro? – com um sorriso sarcástico me dirigiria então para a casa.

Ao chegar no local observaria do outro lado da rua de modo discreto, com o livro aberto no mapa para disfarçar enquanto tentava obter mais detalhes sobre o local, quando visse que fosse oportuno guardaria minhas coisas e me aproximaria da casa tentando não chamar atenção, começando então a procurar em qual lido fica o duto, quando o encontrasse se fosse seguro entraria pelo mesmo, se esse não fosse o caso voltaria para minha posição anterior para esperar por outra oportunidade.

Quando conseguir entrar na casa imediatamente procuraria por cobertura, seja atrás de uma mesa, armário ou algo do tipo, assim quando me sentisse seguro observaria o meu arredor com mais detalhes, para saber aonde estava e por fim colocaria meus ouvidos próximo de uma parede, assim tentando ouvir o som de passos de alguma pessoa






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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 4 EmptySex 20 Jul 2018, 17:17

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V -Vagabundos também tem seus dias ruins.


Vivo a vida que eu sempre quis e já estou velho pra mudar
Não me arrependo de quase nada que eu fiz
Saiba disso quem irá me enterrar

Depois de mais um momento de aprendizado com Athena nos guiava por as sinistras vielas que as ruas podiam nos mostrar, era uma cidade tão clássica quanto aquela que eu nasci e me criei Micqueot, bem não era como se eu já esperasse mais que isso do North Blue, não é como se ele fosse o exemplo de grande mar que eu gostaria de estar agora, mas sabe, era um lugar perigoso cheio de malandros, cheio de gente ruim, e eu não tinha muito pra onde correr quando olhava para os lados. Até que finalmente eu me sentia de fato um rato, andando pelo esgoto, é… não era meu ambiente favorito mas o se a vida te joga num mar de merda, vá e nade nele, essa é a lei não é?

Caminhando até o local finalmente estávamos na região desejada, olhando pelo lugar existiam muitos pontos que deveríamos usar, e bem… era hora de começar o plano estratégico. - Bem, quando olho o lugar minha ideia é a mais simples possível, dividir as pessoas de maneira estratégica pra que fique mais difícil serem capturados.- Instintivamente levaria a mão ao queixo o coçando, enquanto olhava mais uma vez em volta, me manteria sempre controlando o tom de voz, para que não saísse alto, e alguém pudesse ouvir. A visão estaria atenta o tempo inteiro sempre focando para que não fosse surpreendido ali, eu sabia que o mundo não é gentil com pessoas que se distraem no meio da guerra. - Primeiro de tudo, a Katherine precisa fazer o trabalho mais difícil, mas o mais natural pra ela, Kath sabe qual vai ser sua função? ela é a mais difícil de todas. Você só precisa fazer o que faz de melhor… Ser bonita. - Sorriria olhando pra ela com um rosto provocativo.

Bem após provavelmente falhar na minha possível tentativa de conquista, era hora de passar para o segundo passo da explicação agora sendo mais sério, quer dizer, na medida do possível do sério. - Eu quero que você pegue seu instrumento e comece a partir por ali passando com ele e tocando, e começe a chamar atenção dos guardas, tente se possível fazer com que eles se afastem um pouco do portão, pra que estejam com você na cabeça, e não prestem atenção em qualquer coisa de fora.- meu tom de voz sempre baixo mais firme, passava um pouco da certeza do que estava falando. A ideia me parecia verdadeiramente plausível, claro que eu tinha noção de que eu ia me foder pra caramba com esse plano, mas antes eu me ferra do que deixar a Kath ou a Athena em apuros. Bem com o escudo talvez se torne um pouco mais fácil, ou não, afinal quantos agentes tem ali dentro? chamar a atenção deles pode ser um semi suicídio, ou no caso, ao menos da forma que eu quero sim.

Olharia nesse momento para nosso famigerado artista de rua prosseguindo com a ideia. - Testa de espelho, com você eu quero furtividade, tem uma carroça na lateral do muro, se você usar ela corretamente pode subir sem mais problemas, mas lembre, não de uma de macaco adestrado, suba e confira a situação de quem está ali dentro, não chame atenção inicialmente.- olhando pra ele era difícil lembrar que o homem era um ninja, eu só conseguia ver ele como uma estátua humana com sérios problemas financeiros, sabe é como dizem a primeira impressão é a que fica, e foi essa que me marcou sobre o tal homem com testa brilhante. - Bem tente ser o máximo furtivo que conseguir e pegue aquilo que der, já pra Athena, imagino eu que o ideal fosse que ela adentrasse por outro ponto, isso pra garantia de que algum consiga fazer algo, o ideal era que ela indo pela árvore que tem do outro lado, subisse pouco após o Raizo, e ambos ficariam responsáveis por remover dali os mantimentos.- falava completando minha ideia sobre o que eles fariam, mas claro essa ideia era para com eles, eu teria uma outra função diferente claro que repassarei isso agora ao final mas não antes de me preparar.

Antes de finalizar a estratégia, pegaria o escudo das costas e seguraria ele na esquerda, enquanto com a direita, manteria a espada em mãos, pra mim o combate era inevitável eu seria a máquina de combate de hoje. - Já eu, precisarei de mais algum momento, eu pretendo arrombar o portão da frente, vou tentar chamar atenção dos soldados, batendo com força por aqui. E fingindo uma entrada forçada pelo portão da frente, nisso os soldados ficariam no maluco de 1,95 tentando arrombar tudo, deixando esse trabalho furtivo mais “facil” pra vocês- Falaria fazendo aspas com os dedos, eu tinha ciência que essa coisa poderia dar completamente errado, mas eu confiava na ideia, por fim diria. - Kath, faça seu show.- e me posicionaria melhorando meu ponto de visão para ter certeza de quando agir, primeiro de tudo esperaria que os homens se afastassem da porta, seja isso por a música, ou qualquer método que a diabinha decidisse usar, meu olhar se voltaria rapidamente para o ambiente e era hora de usar o que a mamãe me ensinou.

Lentamente começaria a caminhar, usando principalmente a ponta do pé para pisar ao chão,enquanto o calcanhar descia devagar para fazer o apoio completo, ao diminuir a pressão, do contato, logo reduziria o barulho que minhas botas pudessem fazer ali naquele momento, era algo que eu tinha visto ser feito por carmem varias e varias vezes e assimilei pra minha vida, me lembro de quantas vezes precisei sair dos lugares escondido, ou entrar sorrateiramente. Diminuiria também meu ritmo respiratório, para que o barulho produzido fosse o mínimo possível. Não era a parte mais fundamental ali, afinal o que faria depois disso talvez até mesmo removesse essa necessidade.

Caminharia desse modo até notar que estava numa distância agradável para usar um dash, eu não usaria ele pra atacar mas apenas como meio de aproximação do meu alvo, pra isso flexionaria as pernas colocando força na base, enquanto pressionava o chão, flexionando os joelhos, dobrando meu torax para frente, pra que direcionasse o movimento, assim como uma flecha, logo com toda a força possivel me impulsionaria para perto do inimigo, mas não a ponto de me chocar com tal, assim que notasse essa possibilidade usando dos dois pés no chão, moveria o corpo ficando na lateral e usando o atrito nos dois pés de uma vez para parar antes de acertar ele.

Após isso novamente me abaixaria o mais rápido que conseguisse, colocando o escudo a frente do corpo, e segurando ele firmemente com a esquerda, enquanto já me preparava para o giro com a espada na outra mão, flexionada novamente os joelhos mas dessa vez não para um dash apenas queria pegar a altura necessária para o que desejava fazer, então com toda a força que ainda pudesse restar nos braços e pernas subiria com o escudo batendo contra as costas do oponente, de preferência pegando de baixo, pouco abaixo da região glútea, forçando para que ele fosse lançado para cima com o escudo.

Nesse exato momento, giraria meu corpo em 180º, vindo para o outro homem com a espada direcionada ao seu peito em um corte horizontal, no momento do corte, já aproveitaria o momento para dar dois passos pra trás, posicionando o escudo fronte ao corpo, avançando de uma única vez contra o inimigo, usando o escudo para fazer um golpe de corpo onde depositaria a força das pernas e o peso do próprio corpo na pancada contra o peito de tal.

A ideia era usar o elemento surpresa ao menos nesses 2 guardas já que depois daquilo tudo devia foder. - Diabinha acho que agora seria viável pra ti sair daqui, não da pra garantir sua segurança, em 100%- diria com olhar sério nesse momento mas sem perder a postura assumindo a frente dela, me colocando de frente pra os inimigos, me preparando para os possíveis ataques que pudessem me vir posicionando o escudo fronte ao corpo não ficando reto para eles, mas estaria com a parte esquerda inclinada pra frente e o lado direito com a espada ficando para trás. A base que tomaria era ofensiva, sabia que podia acabar sendo acertado meio a isso, minha prioridade era unicamente a missão, tentaria inicialmente prestar atenção nos meus inimigos e em seus padrões eu não sabia se aqueles dois golpes tinham sido suficientes, e por isso tal cautela.

Mas havia outra coisa ali, se eles realmente tivessem caído, agora que o plano começava de verdade, avançaria de uma única vez contra o portão, para tentar quebrar ele, um gigante dash, seguido de uma pancada com o escudo contra ele, colocando todo o peso do corpo no golpe, e se ainda estivesse de pé após o impacto daria um chute pra finalizar. Agora sabia exatamente o que fazer, usaria a entrada do lugar como porto seguro, já que imaginava estar em menor número, o ideal pra mim era que mantivesse a entrada em minha posse pois o pouco espaço do portão poderia me ajudar a evitar ser flanqueado.


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Última edição por ADM.Mephisto em Sab 21 Jul 2018, 17:33, editado 4 vez(es)
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