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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Ato III: Not Fast but Furious

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MensagemAssunto: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 11 EmptySex 08 Jun 2018, 15:58

Relembrando a primeira mensagem :

Ato III: Not Fast but Furious

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Piratas e Revolucionário Mephisto Redgrave, Yamazaki Raizo, Nerockiel Schwarz, Katherine Silverstone, Ryujin, Siegfried Uller Frey. A qual não possui narrador definido.



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AutorMensagem
Vincent
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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 11 EmptyQua 26 Set 2018, 01:09

 Indiana Jones


A descida da montanha se mostrara um pouco mais tranquila que a subida, com  as nuvens ficando para trás o que estava a nossa frente poderia ser visto com clareza. Um farol iluminava fortemente o céu juntamente dele havia uma pequena ilha com uma praia, onde a embarcação fora aportada pelo Viking. Esse fator somado ao clima agradável me deixavam ainda mais empolgada para desbravar aquele lugar para saber o que havia por ali, eu mal podia por esperar ”Espera aí! Você não acha que vai sair andando por esse lugar desconhecido né? essa forma de falar era o que certamente mais irritava nela, talvez se isso mudasse eu até poderia acabar escutando ela ”Sabe, além de eu não ser mais criança para ficar dando satisfações aos outros sei muito bem cuidar de mim mesma" dessa vez tudo bem, seria um pouco mais agressiva, já que estava ficando como sempre irritada com essa maldita voz. Até que a viagem fora um tanto rápida, mais motivos para que eu não me estressasse com outras coisas atoa, somente com minha “inimiga n°1" a partir deste momento seria como eu a chamaria, até porque isso poderia chegar a um estágio em que começasse a escutar mais que uma voz na minha cabeça.

Antes de tudo, me soltaria da onde estivesse agarrada e por alguns minutos me alongaria pelo o tempo em que eu ficaria em uma mesma posição segurando a amurada. Após isso voltaria até o convés novamente onde procuraria por Athena - Com licença senhora, nós vamos deixar o navio para explorar essa ilha? perguntaria esperançosa para que a mulher confirmasse minhas expectativas. Caso a comandante afirmasse nossa saída dali sorriria animadamente, enquanto me arrumaria para deixar o navio apanhando o meu violino e qualquer outra coisa que fosse necessário para mim, mas se ela negasse isso seria a hora então da minha separação mesmo que isso significasse desobediência a uma superior teria de seguir em frente sozinha - Tudo bem, eu irei então sozinha a partir daqui muito obrigada por tudo até agora agradeceria fazendo uma pequena mesura a mulher e logo seguiria até a amurada para descer da embarcação. Sozinha ou acompanhada pelos outros, sairia em busca de mais informações sobre o médico que está procurando a cura para Áligne o tal Kienzanti - Com licença, você conhece um doutor chamado Kienzanti? questionaria a primeira pessoa que conseguisse abordar na pequena ilha. Se não encontrasse alguém que soubesse buscaria por um local para encontrar a informação e até uma carona para uma ilha próxima ou para a que em estivesse. De toda forma, só encerraria minhas buscas se estivesse cansada ou então se não encontrasse o que procurava naquele pedaço de terra do Farol.
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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 11 EmptyQui 27 Set 2018, 00:05



Ato III: Not Fast but Furious



~~ Siegfried ~~

Purg ignorava o comentário infeliz do grandalhão, mas antes de ele estar livre para fazer os seus afazeres, Siegfried perguntava por quanto ele quereria pelas suas ferramentas de carpintaria, o ódio no rosto do velho era claro. - 100.000 berries! – E o comentário do pirata não poderia ser diferente depois de um preço abusivo desse. - Vá se foder, pirata gordo e fraco! Faço por cinquenta, no máximo! – Ao ter o preço aceito e o dinheiro pago para o revolucionário, o kit era deixado da mesma maneira que estava, com o velho se afastando para ir conversar com Athenas, afastando do pirata.

Rurik estava olhando para o mar da amurada e o Frey se aproximava. - Estamos cada vez mais longe dos blues e mais perto de novas matanças! – Ele olhava diretamente para Uller. - Você acha que vai encontrar alguma coisa nesse fim de mundo! Pft, boa sorte! – O homem-peixe desacreditava que o Frey encontraria qualquer coisa útil naquele farol, mas havia um motivo para isso, pois era possível ver vários escombros de barcos por ali, muitos que já juntavam bastante fungos a ponto de sua madeira estar completamente podre. - Esses malditos encontrarão a lâmina do meu machado se tentarem fazer alguma loucura! – Ele falava em voz alta, não importando com quem escutasse, na real, querendo que eles escutassem.

Sieg descia da embarcação, se dirigindo até a caverna, era possível daquela distância ver homens com roupas assemelhadas a mendigos, barbas para serem feitas e sujos de algum tipo de sujeira. Naquela parte do farol, haviam diversos homens dos quais pescavam por ali, mas nenhuma forja era vista por ele. Ao questionar algum daqueles homens, ele apontava para a direção mais dentro da caverna. - É por ali, há um homem que faz boas ferramentas. – Ele apontava mais para dentro da caverna, uma passagem por um dos túneis. Seguindo a direção pelo lado de dentro da caverna, era possível ver algumas iluminações de tochas pelo caminho, o teto pingava de água da parede vermelha da montanha, por mais que gotejassem, o teto e o solo pareciam firmes. O som de batidas de martelo e o calor começavam a ficar mais próximos conforme ele andava até que encontrava um homem, usando de uma forja de barro com tijolos para construir algumas ferramentas, não era nada muito elaborado, mas talvez o homem tivesse mais conhecimento sobre aquilo. - É! Sou ferreiro. - Era um homem por volta da casa dos 40, uma barba por ser feita e cabelos negros, seu rosto coberto por fuligem e uma pele mais morena. - Cobro 200.000 berries pelos dois, pelos materiais e pelo tempo que gastarei contigo. – E o ensinamento começava, com o bárbaro aprendendo os princípios da forja, os materiais não pareciam ter uma boa qualidade ou serem resistentes, mas era de se esperar por encontrar naquela região, onde era mais um cemitério de barcos e uma civilização pouco avançada.



~~ Ryujin~~


Ryujin tinha um breve flashback de seu passado no seu clã de caçadores, onde o seu mestre havia lhe dito sobre uns caçadores da Grand Line e um pouco de como aquele mar funciona, um grupo assumindo a liderança e depois outro, nunca tendo uma era fixa, mas sempre em constante mudança. Ele notava que haviam apenas dois revolucionários dos quatro de antes dos menores e o machucado do qual mephisto havia dava uma impressão do que poderia ter acontecido em Lvneel do lado deles. A forma pensativa de Ryujin dava a Mephisto uma visão engraçada, chegando a dar uma leve risada depois de seu balbucio pensativo. - Ah, eu estou bem! Apenas um, dois e três indiozinhos que caíram pelo chão que haviam me ferido. Hahaha. – O homem sorria para ele, suas falas soavam de forma aleatória, mas isso não importava, pois apenas com os ferimentos dava a liberdade para que o espadachim pudesse aproveitar e fazer um convite ao homem de madeixas brancas. - Ir com você? Hmm.. Me parece uma boa ideia, mas o que você tem em mente? - A sua resposta também via em um sentido malicioso, era como se Mephisto estivesse querendo saber mais daquilo e o que o moreno estava pensando.

Após tanta pose, o espadachim queria se aproximar da amurada, começando a ter sua caminhada até lá e quando estava para encostar na madeira, ele sentia algo lhe puxando para trás e o tranco que recebia, era a corda que havia esquecido de desamarrar de sua cintura. Sua cara estava toda ruborizada, a vergonha tomava totalmente conta dele ao ver que realmente havia feito aquilo por ter esquecido de desamarrar a maldita corda, mas isso servia como uma abertura para que o malandro se aproximasse, ele chegava próximo dando uma leve segurada na cintura do espadachim, puxando as pontas das amarras e soltando a corda, terminando jogando na direção do mastro. - Parece que você esqueceu isso. – Ele dava um leve aperto na cintura do moreno antes de dar alguns passos para trás. - Machucou? – Ele tinha feito aquilo para testar se não havia algum machado e Ryujin sentira apenas uma leve dor da corda. - Então, para onde quer ir? – Ele sorria de forma malandra.

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~~ Katherine ~~

Os ossos e músculos estralavam após ela se alongar, havia se passado um tempo naquela posição e claramente os músculos haviam ficado mais duros, com a sua movimentação novamente pelo barco, ao procurar por Athenas, a revolucionária estava olhando para o horizonte. - Provavelmente Karthus virá até nós, não há por que sairmos. - Com a resposta negativa, a celestial não preferia se separar do grupo. - Pera, você está largando nós? - A mulher olhava para Katherine nos olhos, surpresa com aquilo. - Não te impedirei, mas caso queira continuar com os revolucionários, há outro barco vindo para o farol, fale: Jormungard para ele e lhe permitirá que vá com ele pela Grand Line seguindo a causa. Desejo boa sorte. – Ela dava um sorriso para a celestial, dizendo aquilo do fundo do coração e sinceramente.

Silverstone recolheria os seus pertences antes de descer da embarcação, começando por uma procura por alguém que soubesse sobre a sua doença e em seu caminho, ela encontrava um homem estranho em meio ao caminho, ele repousava em uma cadeira de balanço embaixo do farol e ao se aproximar, seu olhar era de calma e serenidade, embora sua aparência fosse bem estranha, as suas madeixas brancas e barba, as suas roupas que pareciam ter vindo de um livro, portando uma pistola em seu coldre e a sua espada embainhada. - Que interessante, uma celestial por essas redondezas. – Ele parecia reconhecer a raça da garota. - Kienzanti? Esse nome não me é estranho, creio que já ouvi falar dele em algum momento. Me chamo Don Karthus e você? – O homem olhava com ela em curiosidade, sua voz saia grossa e imponente, ele parecia ser um homem de respeito.


Considerações:
 

Ferimentos:
 

Legenda:
 


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Ficha na Sign

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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 11 EmptyQui 27 Set 2018, 14:44

A melhores e as piores armas são forjadas no fogo. Toda armadura ou escudo tinha de passar pelo rigoroso processo do calor, e das quase que incessantes marteladas contra sua superfície, tornada mais maleável, receber sua forma para o fim proposto. E eu me senti como o ferro enquanto aprendia os saberes dos ferreiros.

A realidade é que eu já havia passado por muitas coisas desde que, a alguns dias atrás, meu tio me deixará na praia de Micqueot com alguns trocados. Rurik havia dito que estávamos nos distanciando dos blues e nos aproximando de mais matanças, e eu queria crer naquilo, mas minha mente fazia imaginar o nível dos perigos que poderiam haver ali na Grand Line.

Como o ferro, eu já havia sido submetido à brasa, e martelado pelos deuses com cada porrada que só me faz crescer mais forte. Mas, eu me pergunto se eu já recebi marteladas o suficiente para aguentar estes perigosos mares, onde - contara-me - estão os homens mais poderosos do mundo.

Sorria. "Eu vou arrebentar a bunda e a cara de todos." E então balançava a cabeça, voltando a explicação daqueles ensinamentos pelo meu tutor recém-conhecido. - Uhum, uhum... - Disfarçava, balançando a cabeça positivamente, e seguindo a atenção pelos demais princípios a serem aprendidos.

Passado tempo, e chegando minha hora de colocar aqueles saberes em prática, eu me viraria então para o professor daquelas habilidades, compenetrado, já tendo pagado os 200.000, mas soltando mais 100.000 em suas mãos. - Usarei mais material do que imaginou. - E assim, apesar do cenho levemente fechado, um sorriso de canto de rosto brotaria.


~ Inicio da Criação de Armadura

A primeira coisa a ser feita era separar os materiais que utilizaria para a forja daquele objeto que já tinha se formado em minha mente durante o aprendizado, enquanto matutava sobre como faria cada parte do processo de produção. Sonhava com uma bela e pesada armadura, e para produzi-la, demandava uma boa quantidade do metal que o homem tinha ali.

Assim, ia pegando os lingotes, imaginando quando mais ou menos utilizaria de cada um, pela ideia que tinha das placas principais e de uma segunda camada que se dividisse em outras placas para aumentar a proteção, principalmente do abdome. Ali, num canto, os pedaços metálicos se acumulavam.

Ia então para a fornalha de barro, em tijolos empilhados e acertados no formato conveniente. O fogo estava baixo, mas ainda aceso, e com isso eu começava, aos poucos a adicionar certas quantidades de carvão, com um intervalo entre elas no qual abanava para que entrasse em brasa. Em minutos, o calor do local aumentava mais ainda, e a fornalha queimando em altas temperaturas.

Assim, um recipiente de pedra era enchido com certa quantidade de metal, e levado a fogo. Enquanto esperava ele pegar certa temperatura, eu reunia alguns pedaços de pedras que encontrava por ali, quebrando-as em pequenos pedaços, e começando o trabalho cuidadoso de morda-las, utilizando do martelo de forja e uma pedra um pouco mais pontiaguda, no formato de pequenos cravos, que seriam parte essencial da construção da armadura. Conseguia até fazer alguns, mas era um trabalho um pouco detalhista e levaria mais tempo. Antes de fazer todos, tinha que dar conta do metal.

O recipiente de pedra era tirado da fornalha, e seu conteúdo despejado sobre uma pedra. O metal estava mais maleável, mas não chegava ao estado líquido, tendo retirado no momento certo. Com um instrumento próprio para tal, segurava o pedaço metálico com uma das mãos, apoiando-o sobre a pedra, e iniciando com a outra mão as marteladas sobre suas superfície, com o intuito de que o material adquirisse formato mais plano.

Marteladas, marteladas e mais marteladas eram dadas, com força, e o metal, nas devidas condições, cedia, se espalhando como uma massa de pão. Havia transformado-o em uma espécie de chapa, apesar de ser um pouco grossa, levando em conta o tipo da armadura que produzia.

A partir dai, começava a usar as irregularidades daquela mesma pedra - que havia virado minha bigorna - para dar forma a chapa. Tornava ela um pouco mais envergada, com suas extremidades levemente voltadas para dentro. Isso se dava pelo posicionamento correto do metal na pedra, e as marteladas em suas extremidades, que iam moldando-o.

Logo após dar a forma que desejava, com aquela espécie de pinça de ferreiro pegava a peça metálica e a enfiava no balde de água ali ao lado, temperando-a, esfriando seu metal, e então dando somente mais algumas marteladas um pouco mais leves para acertar pequenas irregularidades.

Terminada aquela chapa maior, eu voltava a separar uma quantidade de ferro no recipiente de pedra que iria para a fornalha. Antes, é claro, abanava ela mais um pouco, e então colocava o recipiente, voltando a tarefa da confecção dos pequenos cravos.

E assim o ciclo se seguia: eu aquecia a fornalha (fosse abanando somente, fosse adicionando mais carvão, e abanando depois), colocava o recipiente de pedra lá com o metal, e ia para a confecção dos cravos; A quantidade de metal colocado diminuía cada vez mais, visto que a princípio estava fazendo as chapas maiores, de menor número, e posteriormente fazia as menores, e as com formatos um pouco mais complexos - como umas em especial, as que ficariam próximas do pescoço, que tinham uma deformidade um pouco diferente.

Seguindo a explicação do ciclo, quando fazia um certo número de cravos, tendo passado um pouco de tempo do metal dentro da fornalha, eu então o removia, e iniciava as marteladas sobre do material, sobre a pedra, caracterizando formatos diferentes, mas todos de alguma forma um pouco envergados, salvo placas que tentava moldar num formato mais quadrado, que seriam utilizadas na proteção mais externa da armadura.

Algumas vezes, inclusive, tinha que voltar os metais na fornalha por perderem sua maleabilidade, esfriando aos poucos, mas isso em poucos casos. Também admito que os cravos todos ficaram prontos muito antes das placas, e eu passei tempo até por algumas vezes aperfeiçoando mais, mas percebi que depois de um ponto já não sabia muito bem fazer aquilo, e estava quebrando os cravos. Desisti, e resolvi alternar entre as marteladas, e outras quantidades de metal dentro da fornalha, assim aumentando a velocidade de produção das placas metálicas.

Também, sempre que deixava a placa no formato que eu desejava, colocava-a na água, temperando e esfriando seu metal, voltando então com as leves marteladas para corrigir pequenas irregularidades.

Ao final, tinha placas de diversos formatos e tamanhos, sendo que o formato que mais se repetia era o quadrado, que já citei antes, muito mais presente que qualquer outra peça em sua singularidade. Com o projeto da armadura bem pensado, eu unia as placas maiores, da frente e de trás do tronco, e as primeiras superiores que dariam direção à parte do braço(a parte dos ombros), utilizando daqueles cravos feitos por mim, pregando-os. Enquanto fazia aquilo, imaginava como ficaria no meu corpo, e até aproveitava para colocar um pouco perto, testando o formato, e evitando também de pregar partes que diminuiriam minha mobilidade de forma muito brusca (porque a armadura em si, sendo pesada, já diminuiria um pouco, talvez).

Assim, o formato de um tronco ia surgindo na armadura, de forma que as placas unidas iam formado o revestimento do corpo quase que como um todo, deixando apenas pequenos espaços nas articulações, sendo que as junções próximas a elas, num geral, eram também testadas para que pudessem se movimentar e mexer, apesar da junção dos cravos. Acabava que isso acontecia da forma que eu desejava.

As placas quadradas eram adicionadas ao tronco, e presas também com os cravos, 4 em cada ponta, aumentando assim a proteção daquela parte, tanto na parte da frente quanto atrás.

Uma armadura quase pronta via-se, mas ainda meio "aberta" de mais, eu diria. Eu tentava vesti-la, mas uma abertura que se formava entre as placas bem no centro do peito e até uma parte do tronco era estranha. Era uma fenda, uma falha minha em um lugar totalmente exposto, que poderia ser atacado. A armadura até fechava aquela parte, mas só se mantinha fechada quando eu forçava os ombros para frente, fechando-os na direção do peito, ou mesmo se alguém segurasse aquilo fechado.

Refleti pro um, dois, três instantes, e retirei a armadura. Arranquei os dois braceletes de couro dos braços com força, e os cortei com o machado com velocidade. Em segundos, eles se faziam fivelas com aquelas tiras de couro, e com os cravos elas eram presas de um lado da fenda, enquanto do outro colocava cravos voltados com a cabeça para frente, fazendo pequenos furos também nos pedaços, criando uma espécie de sistema de "botões", para afivelar e desafivelar a armadura.

Fazia o mesmo com os pedaços de couro que sobravam, nas laterais do corpo, e até nas articulações de ombros e cotovelos, de forma que assim não perdia movimentação, e reduzia os espaços abertos na armadura.

Ao final, a contemplei, minha, feita por mim, e para mim. - E seu nome será... - Declarei, iniciando a frase sem saber o nome que daria ainda, com aquele objeto de frente a mim, em minhas mãos. Pensei. E então disse. - Couraça do Caos.


Citação :
Couraça do Caos:
 
Nome: Couraça do Caos
Descrição: Uma armadura pesada de metal para homens de estrutura corpórea grande e larga. Diferente da ilustração, não recobre as mãos, mas vai até o pulso com sua estrutura metálica. Nas articulações, tiras de couro auxiliam na proteção sem perder a mobilidade. Simples, porém eficaz na proteção do guerreiro. "Uma armadura digna de um Frey!"
Ferreiro: Siegfried Uller Frey
TRONCO

Fim da Criação ~


Desta forma, vestiria a armadura, e abotoaria a parte da frente, ajustando-a em meu corpo para que ficasse bem presa. Testaria um pouco sua mobilidade movendo o tronco de um lado pro outro, e então olharia para o ferreiro ali. - Hm... - Caminharia até o local por onde tinha adentrado ali. - Adeus.- Diria, sem sequer me virar, indo embora com minha aquisição. Eu não devia nada àquele homem mais, nem ele a mim.

Tomaria os rumos em direção a embarcação, verificando que horas seriam também naquele momento. Assim, quando voltasse, adentraria o navio com uma pose de lorde, ostentando minha armadura, com um olhar fechado para todos. Assim que encontrasse Rurik, diria. - Eu disse que conseguiria, seu bosta HAHAHAHA

E então, tiraria alguns minutos para observar melhor aqueles dois revólveres, mexendo um pouco com eles, tentando entender como usá-los melhor, mas sempre tomando cuidado para não acabar disparando, em mim ou em qualquer outra pessoa ali. Analisaria friamente, tentando apreender o máximo de informações, com minha genialidade, aproveitando ainda que o cérebro estava quente pelo aprendizado e colocar dos saberes de forja em prática a tão pouco tempo.


Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 11 EmptyDom 30 Set 2018, 11:53


♫Me solta porra! ♪


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XIX. Acalmando os ânimos?

Dessa vez eu não sofria só pela minha timidez afinal eu nunca tinha sido uma pessoa de muitos contatos físicos mas, aquela situação seria constrangedora para qualquer um em meu lugar e por isso eu basicamente virava um tomate ali naquele convés com a cara vermelha de vergonha, cobrindo o meu rosto com ambas as mãos eu descia o meu olhar para que meus cabelos criassem uma espécie de cortina em frente a minha face para que eu pudesse ter certeza que ninguém ali notasse a minha expressão patética, nesse tempo pude sentir alguém me tocando na cintura começando também a desamarrar a corda, no fundo eu já sabia que era o espadachim mas tudo se confirmou quando o mesmo abriu a boca para jogar na minha cara o meu deslize, nesse momento eu cruzei os meus braços e levantei o olhar mas ainda tentando evitar o contato visual eu tentava olhar para o lado enquanto minhas bochechas ainda se mantinham coradas. - Hmm... - Ficava em silêncio buscando em minha mente uma boa desculpa para tal ação que justificaria aquele gesto para talvez assim convencer ele de que eu não era um total idiota, enquanto eu ponderava na resposta Mephisto parecia se divertir ou pelo menos ele estaria em minha imaginação tanto que começou a apertar minha cintura assim do nada. - E-er-ei! Eu tô bem, tô bem! - Respondia em uma pequena mentira ignorando a leve dor que sentia na região tentando levar minhas duas mãos até o seu ombro para afastá-lo um pouco fazendo nossos olhos se encontrarem por um momento, era uma situação embaraçosa mas removeria os braços de seu ombro para posicionar um deles em minha cintura e o outro com a mão fechada em um punho em frente de minha boca enquanto fechava os olhos para uma duas leves tossidas forçadas contra o punho para que eu pudesse limpar minha garganta e falar normalmente.
*:
 

~ Okay… Recupere sua calma, respire fundo e volte para a sua linha de raciocínio… não deixa ele te sacanear assim. ~

Mephisto se divertia é claro com minha reação e tudo que ele fazia ali eu tinha certeza que era de propósito mas de qualquer forma aquilo me deixava “feliz” ou pelo menos eu não saberia ainda já que tal sentimento ficava escondido de diversas outras emoções, mas o motivo disso era que se ele já estava agindo assim comigo então isso realmente significava que ele estava bem e isso sim me deixava “feliz”, após as leves tosses em meu momento de reflexão eu finalmente abriria o semblante depois de respirar fundo recuperando a minha calma padrão, eu olhava para Mephisto agora como sempre a minha maneira neutra deixando o meu constrangimento para no passado assim como tinha aprendido com a minha meditação. - Bem... eu acho que podíamos ver o que tem para lá naquelas cavernas... - Dizia de maneira lenta e um tom de voz mais baixo ainda proveniente de minha timidez, eu puxava o relógio em meu bolso para analisar as horas e impedir um contato visual prolongado com o alvo espadachim. - Eu notei que tem gente lá então talvez possamos vender uma parte do carregamento de armas que roubamos da marinha... - Dizia isso ainda de uma maneira lenta transmitindo com calma cada palavra pronunciada, eu ainda olhava para o relógio olhando o ponteiro se mover tentando sincronizar uma contagem mental com a contagem no aparelho e quando conseguisse então eu começaria. ~ 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10... ~ e finalmente guardaria o relógio novamente em meu bolso, esperaria usar o meu raciocínio rápido - Genialidade - para continuar e manter a contagem durante minhas próximas ações como também tinha tentando fazer em Lvneel. - O que acha? - Perguntaria para Mephisto enquanto levava o meu olhar para as cavernas notando que Siegfried também tinha seguido aquele caminho, agora tentaria falar tudo de maneira mais baixa e lenta para que não atrapalhasse meu exercício mental sempre reiniciando a contagem quando chegasse no 60.

Isso talvez atrapalhe um pouco a minha percepção já que minha mente estava focada em outras coisas então independente da resposta de Mephisto eu seguiria para onde tinha soltado parte do nosso roubo e pegaria o saco que tinha guardado no interior do navio, pegaria o saco e o jogaria para trás do meu corpo enquanto segurava com uma mão a sua boca o puxando e levando-o nas costas, seguiria até as cavernas esperando que Mephisto estivesse me acompanhando, a contagem nesse momento seria o meu foco esperando sempre que quando eu chegasse no 60 então seria a conclusão de um ciclo, ou seja, minutos, eu olharia para os lados garantindo o mínimo de segurança para onde eu seguia até chegar na tal caverna. No interior da caverna eu manteria a contagem mas levaria o meu olhar para todo o local tentando absorver bem o cenário e entender o que se passava em seu interior para só então entrar na mesma, procuraria alguém que me parecesse um ferreiro ou ao menos um vendedor para que pudesse largar o saco na sua frente o posicionando entre os meus pés. - Olá... - Diria fazendo uma pausa para que ele me respondesse. - Tenho umas coisas aqui para vender. - Diria só então curvar um pouco o meu corpo e abrir a boca do saco só o bastante para que ele tivesse uma noção do que eu levava ali sendo minimamente cauteloso para não ser roubado naquele local, a contagem em minha mente nesse momento já seria algo engraçado pois daria a impressão para mim que eu estaria cronometrando as minhas ações e as ações dos outros entendendo um pouco de quanto levava para alguém me responder e coisas do gênero, eu olharia para Mephisto caso ele tivesse me seguido quando o homem tivesse proposto o seu preço, esse olhar seria para entender a opinião do revolucionário esperando ele acenar com cabeça em um sim ou um não para o valor, caso ele dissesse sim então o negócio estaria fechado e para o não eu pegaria as minhas coisas e sairia dali a não ser que o homem fizesse uma nova proposta, se o Mephisto não tivesse noção do valor então eu usaria o meu bom senso não aceitando nada menos que 400.000B$ pelo o que eu tinha roubado e caso não conseguisse ali então como um bom ferreiro eu teria uso para aquele material.



- Falas -
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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 11 EmptyDom 30 Set 2018, 22:51

Beethoven


Me sentiria um pouco frustrada pela resposta negativa dada pela comandante, mas não me deixaria abalar e escutaria todas as suas últimas palavras antes de nossa silenciosa despedida. Athena se surpreendera, talvez porque havia pouco tempo que eu me juntara a eles e já estava os largando na entrada da Grand Line. Por fim, ela além de não tentar me impedir de seguir meu caminho dizia uma palavra secreta para que permanecesse como revolucionária e receberia uma carona para o meu próximo destino. Depois que recolhi meus pertences, desci da embarcação a procura daquele que pudesse me informar sobre Kienzanti e assim encontrei um velho homem sentado numa cadeira de balanço em meio ao caminho ”Uau, que roupas engraçadas parece até um daqueles soldadinhos de chumbo pensava ao observar as roupas que o homem trajava, talvez ele realmente tivesse saído de algum conto de fadas e ficara preso por aqui, afinal estamos em um lugar onde isso realmente poderia ter acontecido. Ele logo me reconhecia como uma celestial, em seguida dizia saber do médico que eu procurava e se apresentava como Don Karthus, sua voz grossa de imponência podia significar que o homem era alguém para se respeitar nessa região.

Com toda certeza estaria um tanto animada nesse momento, havia acabado de me separar dos meus amigos e consegui até mesmo encontrar o homem que Athena citará anteriormente ”Você não acha que tem algum motivo perigoso para aquela mulher não querer deixar o navio?” ela me apresentava uma possibilidade, mas mesmo que estivesse armado não poderia sair por aí desconfiando das pessoas que conheci recentemente "Pare de querer problematizar todas as coisas, se ele quisesse me fazer algum mal poderia já ter o feito, afinal estou aqui parada conversando com você” não estaria realmente irritada como das últimas vezes, mas é claro que me estressaria um pouco com ela. Logo, notaria que tinha deixado o homem falando sozinho e teria que rapidamente corrigir meu erro - Me desculpa, acabei viajando em alguns pensamentos bobos diria um pouco desconcertada por aquela situação - Sou Katherine Silverstone, prazer em conhecê-lo Don Karthus trocaria o desconcerto pela serenidade e realizaria uma mesura em seguida a minha fala com ele - E então, o senhor realmente conhece o Kienzanti? nesse momento estaria mais do que empolgada para conversar sobre o médico e possivelmente onde encontrá-lo. Se ele me contasse algo e perguntasse por que eu queria conhecê-lo trataria de logo responder - Como pode ver, eu sofro da doença que ele saiu pela Grand Line atrás da cura e eu quero encontrá-lo para saber disso permaneceria com empolgação para continuar ouvindo suas palavras - Sabe onde eu posso achar ele? questionaria fitando diretamente os olhos de Karthus.

Nem tudo poderia ser de graça nesse mundo, então eu teria de me preparar para ouvir algum requisito por parte do homem - O que o senhor quer em troca da informação, posso dar algum dinheiro caso queira nesse momento não poderia estar medindo esforços para conseguir encontrar o tal Kienzanti. Se ele optasse por aceitar o dinheiro me atentaria em todas as suas palavras - Estou escutando com disposição! exclamaria com mais empolgação até mesmo que o normal, já que estava prestes a receber uma informação relativamente importante para o meu futuro - Muito obrigada! agradeceria novamente com uma mesura e sem cerimônias beijaria a bochecha do homem como prova que realmente estava feliz do fundo do meu coração com aquilo. Caso ele rejeitasse o dinheiro que eu ofereci, teria de arranjar alguma outra forma para agradecer ao homem pela informação - Posso cantar e tocar qualquer música que você queira, que tal? perguntaria enquanto procuraria pegar o violino em meus ombros - Gosta? começaria tocando alguma música clássica e só pararia se ele pedisse para tocar outra coisa. De toda forma, estava realmente muito empolgada para dar esse próximo passo e conseguir alcançar o meu objetivo de encontrar o tal Kienzanti com a cura para a minha doença.
Histórico Vincentão:
 

Objetivos:
 

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Última edição por Vincentão em Ter 02 Out 2018, 11:27, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 11 EmptySeg 01 Out 2018, 01:29



Ato III: Not Fast but Furious



~~ Siegfried ~~

Siegfried tinha um bom tempo para passar ao lado do ferreiro, pensando bem em como forjaria aquela armadura da qual pensava, chegando a pagar um valor a mais de materiais para o ferreiro, onde começava a forjar a sua armadura. Demorava um bom tempo até que ele finalmente tinha ela terminada, era como se todo aquele procedimento tivesse passado em um piscar de olhos. Com a armadura em sua veste, testava a sua mobilidade, ela não era das mais moveis e com certeza, das mais leves, mas parecia ser resistente a impedir que bons impactos entrassem nela, seus passos caminhavam até a saída e o adeus era recíproco do homem, onde ambos sequer viravam para se cumprimentarem.

Seu rumo de volta ao barco, onde o horário já estava se mostrando mais tarde de quando havia saído, o tempo ainda estava claro no céu, onde o horário era por volta do meio dia e meio, o tempo ainda estava claro da mesma maneira de antes, ao adentrar em seu barco, a pose de lorde era vista pela maioria que estava ali e com Rurik em sua vista, ele falava que havia conseguido. - Vamos ver por quanto tempo dura! HAHAHA Humanos e suas proteções grotescas! – Ele não parecia muito confiante que ele havia se tornado um verdadeiro ferreiro, mas o tritão não tinha conhecimento daquela área, então, como ele poderia saber?

Com os revólveres em mãos, ele começava analisá-los, olhando os seus tambores, gatilhos e todas as outras peças que compõe uma arma, tentando entender o máximo deles e aos poucos ele ia descobrindo coisas novas de seu funcionamento, detalhes que não havia visto antes e entre outros, enquanto o tempo ia passando levemente.


~~ Ryujin~~


O espadachim constragido daquela forma era visto de uma forma hilária por Mephisto, a visão que ele tinha do homem e que empurrava ele levemente para se afastar e a pose da qual ele tomava, era óbvio que ele ria daquela maneira. - Você fica fofo, tomatezinho. - E o homem sorria. - As cavernas, o que lhe atrai? - E a resposta de Ryujin para aquela pergunta era quase de imediato, após ver que eram quase por volta do meio dia, onde o tempo havia passado bem mais rápido do que pensava, visto que a pouco tempo estavam nos blues e a viagem não aparentava ter passado tanto tempo assim.

- Podemos fazer isso, vamos pegar, é uma boa ideia, até vagabundos precisam de uma arma. - Ele deduzia aqueles caras como vagabundos e pronto para seguir Ryujin que praticava o seu exercício mental. Com o saco em suas costas, eles começavam a seguir, era um saco pesado, mas não era um trabalho difícil para o moreno que seguia junto com Redgrave para as cavernas. Não havia ninguém em seu caminho e a rota era segura até dentro daquelas cavernas, ele encontrava um homem que estava disposto a negociar, os homens não tinha uma grana em específico toda juntos e ofereciam um valor de 400.000 B$ onde cada um pagava uma parte daquele material, deixando Ryujin mais rico e entregando todas as peças de arma que continha. - Parece que vendemos tudo. - Ele abria um sorriso e bagunçava o cabelo do espadachim usando de sua mão, querendo se divertir com a forma de que ele reagiria, provocando o garoto e se preparando para se defender de qualquer golpe que pudesse ser exercido dele.

- Ainda temos um bom tempo, não vi o gordo voltando para a embarcação ou alguém nos chamando, quer explorar mais um pouco. – Ele dava um sorriso para o espadachim, se aproximando mais do rosto dele. - Apenas nós dois. – Sua ação era na tentativa de deixar Ryujin vermelho como anteriormente… ou não? Os outros homens olhavam para aquilo com curiosidade, eles olhavam para as peças de armas e pareciam trocar um com o outro, procurando uma peça que encaixasse melhor que a outra e tentando montar alguns rifles ou outras armas que fossem possíveis de se montar com mais facilidade como lanças, machados, etc.



~~ Katherine ~~

- Pensamentos bobos?! Há, não se importe com isso. Todos nós temos. – Ele não dava um sorriso, mas estava sendo carismático com a bela moça. Parado em frente a garota e escutando a sua pergunta, coçava a sua barba de maneira pensativa. - Conhecer?... – Ele dava uma pausa dramática. - Este não seria o termo correto, diria que foi um colega em algum tempo atrás, ele saiu em busca de uma cura e não me lembro de ter ouvido notícias dele desde então. – O homem dava um olhar estranho quando a palavra “Doença” era citada para ele, talvez não visse como uma verdadeira doença. - Doença? Eu diria que é um charme a mais. – A empolgação da celestial era notável, provocando uma risada no rosto enrugado do velho. - Você quer encontrar? – Mais uma risada e pausa, tentando atiçar mais empolgação de Katherine. - Eu sei por onde ele foi, mas como pode ver, não saio desse lugar há muito tempo. – Ele mostrava o enorme farol que tinha, estendendo toda a sua mão para mostrar o enorme brilho da grande lanterna ao topo, mas como era de se esperar, aquela informação não seria de graça. - Dinheiro? Pode ser, mas tenho uma coisa melhor que você, com certeza, precisará. - Ele retirava de seu bolso, uma bússola em uma cápsula de vidro, a mesma apontava para uma direção em meio ao mar aberto, seus olhos serenos e de paz encaravam os da garota. - Esse pequeno item é chamado de Log Pose, ele é a bússola da Grand Line, guiado por ondas magnéticas que mostram o caminho, é a ferramente crucial para a navegação por aqui. Sem isto, você se perde em qualquer viagem e vá saber onde você vai parar, talvez nunca encontre uma terra novamente.

Para ele, o dinheiro talvez não fosse a forma mais atrativa de ter as coisas por ali, o jogo era absoluto e sempre gostava de uma boa diversão, sendo possível de notar o seu sorriso de canto mais puxado para uma leve arrogância e a sua proposta estampada em seu rosto. Quando a música era oferecida, ele olhava feliz. - Uma música seria uma boa, não seria nada mal, mas deixe isso dentro dos termos da aposta. – Aposta? Sim, uma aposta, não havia nada melhor que uma. - Vamos jogar um jogo, o log pose pelo dinheiro e música. – A proposta era feita, o experiente homem esperando uma resposta da garota, como que Silverstone reagiria?


Considerações:
 

Ferimentos:
 

Legenda:
 


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Última edição por Achiles em Ter 02 Out 2018, 19:16, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 11 EmptySeg 01 Out 2018, 18:09


É o fim carai… Nem acredito meu


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XX. O final é um musical mesmo, foda-se

A carga era um tanto pesada e desconfortável de se levar de um lado para o outro mas não podia demonstrar fraqueza na frente de Mephisto já tinha passado vergonha demais na frente do espadachim e por isso não poderia me dar o luxo de pagar mais um mico desses, felizmente nós chegamos na caverna sem mais nenhuma dificuldades e apesar da atenção que chamávamos nós conseguimos vender a carga, imediatamente eu me espreguicei levantando meus braços me sentindo realmente aliviado pelo peso ao qual tinha me livrado. ~ Finalmente... ~ Pensei um pouco mais satisfeito em ter conseguido algum dinheiro com aquilo, olhei em minha volta observando as pessoas ali que na percepção de Mephisto eram vagabundos e aquilo bem poderia ser verdade mas não queria ficar ali muito tempo para ver aqueles vagabundos tentarem ser algo a mais como homicidas. - Hm… Verdade... - Respondia ao ouvir o comentário do rapaz sobre o nosso sucesso quando do nada ele mexia nos meus cabelos bagunçando o meu penteado por completo. - E- ei… Meu penteado! - Tentaria me virar em sua direção de forma apressada enquanto tentava afastar ou desvincular minha cabeça de sua mão que mexia bagunçando minhas madeixas, minha mão esquerda - a inábil - iria direto contra o ombro do alvo espadachim em um soco que provavelmente seria fraco demais por ser um estilo ao qual não estava acostumado a recorrer e uma mão que não estava acostumado a usar mas seria o suficiente para mandar uma mensagem.

Voltaria a forçar uma tosse contra minha mão fechada em um punho enquanto minha outra mão se posicionava na cintura em uma postura de quem claramente tentava recompor sua calma e pose. - Cof* cof* Nã… Não mexa no meu cabelo... - Tentava arrumar meu penteado levando agora ambas as mãos para a minha cabeça arrumando os fios que poderiam estar desorganizados passando meus dedos nos meus cabelos como se fossem um pente, provavelmente não seria uma tarefa muito difícil já que meus cabelos são lisos e um tanto uniformes, nisso eu me distraia um pouco só ouvindo as palavras do revolucionário sobre o tempo que ainda temos disponível mas quando me virei novamente via o seu rosto muito próximo ao meu o que de começo desperto um leve espanto pelo susto repentino mas logo me acalmei encarando-o nos olhos, eu estava calmo até ele realçar o fato que estaríamos a sós o que era um detalhe que faria o meu coração acelerar, mesmo com certa calma frívola eu não tinha disfarçar aquela surpresa que despertava certa ansiedade, as minhas mãos se ficavam um pouco trêmulas e para disfarçar isso eu entrelacei elas juntando-as pelos dedos, abaixaria um pouco meu cenho para que a minha franja pudesse cobrir o meu rosto. Em meio aquele sentimento tão eufórico eu procurava um meio de mudar de assunto ou conseguir uma resposta que me aliviasse de tal sensação, não compreendia por completo o que sentia por Mephisto e mesmo que aquela sensação fosse um tanto desconfortável eu sabia que naquele momento eu era mais “feliz” do que tinha sido com o clã ou do que eu poderia ser completamente sozinho. ~ Isso… não é todo ruim… eu acho. ~ Pensava olhando para as minhas próprias mãos, minha inabilidade social era vergonhosa, tentava lembrar o que tinha praticado com o Sr. Christopher Nolan mas naquele momento de urgência eu acabava esquecendo de todos os meus ensaios.

Nesse momento meu olhar se levantaria mais uma vez fitando as feridas que ele tinha e isso me lembrava as dificuldades que tínhamos enfrentados até chegar aqui, nossa passagem por Lvneel era breve e pelo visto ele tinha passado por conflitos desde o momento que tinha chegado na ilha diferente de mim que tive um momento para mim e para os meus objetivos, isso me fez me sentir mal já que só tinha parado pra pensar nisso agora mas ao mesmo tempo me deu uma ideia, me lembrei de quando estávamos no barco chegando em Lvneel e ele tinha falado o que planejava na ilha mas agora parecia que seria a minha vez de dizer tais palavras. - Ora... - Minha calma voltava e um sorriso malicioso imitando aqueles que Mephisto fazia surgia em meus lábios durante essa breve pausa. - ...Vamos nós divertir - Pegava um pouco do dinheiro que tínhamos conseguido na venda das armas e colocava a grana entre o meu rosto e o dele tentando mudar a atenção do rapaz dos meus olhos para o bolo de dinheiro o que me deixaria mais tranquilo. - Vamos ver se nesse buraco tem um bar ou algo do tipo. - Se a resposta de Mephisto fosse positiva então procurariamos um bar naqueles túneis sempre atentos para conseguirmos voltar para a saída caso não encontremos nada, nisso eu voltaria para o meu exercício voltando a contagem do zero já que aquele breve momento de interação tinha me feito me perder em meio a contagem o que deixaria claro para mim que ainda precisava de prática e atenção.

Durante o trajeto eu ficaria atento em pontos de referências e nas direções que seguíamos para podermos voltar a baía em que tinhamos aportado, ficaria atento a possíveis pessoas que poderiam apresentar um risco a mim e ao Mephisto me mantendo sempre pronto para tentar uma esquiva contra os ataques surpresas, quando chegasse no bar ou em alguma tenda que venda bebidas alcoólicas eu me sentaria em algum lugar disponível perto de uma mesa ou não dependendo da disponibilidade do local e deixaria Mephisto chamar o(a) atendente. - Eu vou querer sake. - Diria em um tom de voz mais baixo evitando contato visual com o atendente quando o mesmo chegasse fazendo o meu pedido depois do pedido de Mephisto, por dentro estava feliz aquela parecia ser uma amizade verdadeira que nascia entre mim e o alvo espadachim, também sentia por dentro de meu peito que tinha um sentimento a mais algo que não poderia descrever em palavras mas sempre que eu pensava sobre isso eu lembrava de Ichaku, lembrava de toda cena de sua morte e de como ele olhava para mim em seus últimos momentos decepcionado por ser morto por alguém que ele confiava… Eu… ~ Sera que sou mesmo digno da amizade de Mephisto... ~ O revolucionário sequer sabia de meu passado e provavelmente me repudiaria se soubesse, ainda não estava pronto para compartilhar essa história e por isso deixaria ela para um outro momento agora eu seria egoísta, uma pessoa terrível em me divertir mesmo sendo assombrado por tais pensamentos. - Eu estou bem... - Mentiria fingindo um sorriso caso questionado, levantaria um copo em um brinde com o rapaz caso a bebida fosse entregue. - A nossa amizade. - Diria mantendo o sorriso enquanto em minha cabeça lembrava de mim assassinando Ichaku e beberia sorrindo como se tudo realmente estivesse bem.


Off: Minha alegria em terminar a adv!
XX. Considere um sonho ou nem leia.

Enquanto eu desfrutava do sake tudo que conseguia pensar ou imaginar era do momento em que eu tinha deixado o clã para seguir com toda a vida que e minha liberdade, lembrava de toda confusão em Wars na forja de Zeuç, lembrava de quando tinha conhecido os revolucionários pela primeira vez e o nosso conflito em WoW, lembrava de tudo que tinha feito em Lvneel a algumas horas atrás, tudo passava tão rápido e lá estava eu agora no farol onde só os destemidos e os mais fortes poderiam chegar e de certa forma eu sabia que não conseguiria alcançar tal destino tão rápido se não fosse pelos aliados que tinha feito no caminho. Uma batida ritmada e anima começou a tocar no fundo dos diálogos que aconteciam em tal bar, os  tambores faziam meu coração saltidar de peito e de repente Mephisto levantava. ~Together, together, together, everyone!~ Enquanto ele começava a cantar eu olhava a minha volta e via Katherine surgindo do nada proferindo as mesmas letras em um ritmo sincronizado com a batida e em harmonia com a voz de Mephisto. ~Together, together, come on, lets have some fun!~ Os dois começaram a saltidar pelo meio do salão junto com mais pessoas que eu tinha conhecido em meio de todas as minhas aventuras até ali. ~ De onde saiu todas essas pessoas!? ~ Pensei espantado enquanto a música continuava com passos sincronizados. ~Together, we're there for each other every time!/ Together, together, come on let's do this right!~ Quando a situação já parecia ter chegado no ridículo aparece o capitão Eric, o portador da meitou saltitando e puxando parte da letra que seria cantada originalmente por Troy Bolton. ~Here and now it's time for celebration/ I finally figured it out (Siegfried e Rurik: yeah yeah)/ That all our dreams have no limitations/ That's what it's all about. ~

Do lado contrário ao qual capitão Eric vinha nós podíamos ver Athena protagonizando a parte da Gabriela na música. ~Everyone is special in their own way/ We make each other strong (Katherine: make each other strong)/ We're not the same, we're different in a good way/ Together's where we belong~ E agora podemos ver o grupo revolucionário e marinheiros dançando e cantando juntos a música de We’re all in this together, era possível ver Arnold Armstrong o sargento que tinha sido derrotado por mim e Mephisto, via também Zeuç e seu filho dançando com o velho que tinha me ensinado luta de rua. ~ Qual era o nome dele mesmo? ~ O Purg estava ali com Raizo e Nero dançando juntos com Athena, Katherine e Mephisto, Sttark estava ali em um canto também meio perdido e dessincronizado com o grupo mas fazia o seu melhor para participar daquela apresentação linda.

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~ Obrigado seus putos por terem me acompanhado até aqui, vocês são incríveis, mesmo que tenha rolado momentos de desânimo e muitos tenham quitado da adv e da proposta só quero deixar claro que adoro todos você e espero muito que voltemos a nos encontrar em advs divertidas como essas. Obrigado Achiles por narrar e ter a paciência para levar esse grupo para frente mesmo quando o nosso desejo de jogar outra coisas era maior, você é incrível e te adoro muito cara. ~

Pensava um pouco confuso enquanto olhava aquele grupo finalmente reunido, seria isso um sonho? Um delírio? Apenas o autor querendo mandar uma mensagem para alguns amigos que não sabe se encontrará novamente em uma adv? Difícil saber… só sei que por enquanto esse é o fim.

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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 11 EmptyQui 11 Out 2018, 22:57

A complexidade daquela criação humana só me surpreendia. Era certo de que a criatividade dos homens nunca se assemelharia a dos deuses, mas era interessante como nós, tão limitados, conseguíamos produzir uma arma tão mortal com um mecanismo tão certo.

Meus dedos deslizavam pela arma, puxavam até o gatilho, mas mesmo sabendo da falta de balas, esperava pelo menos que o mecanismo seguisse e sinalizasse com um barulho, mas isso não acontecia. Ao contrário, o gatilho estava travado, e eu não sabia a princípio porque.

Tive de dar umas boas mexidas para compreender que aquele mecanismo na parte de trás, aquela pequena alavanca destrava o gatilho quando posicionada para baixo. Era uma espécie de trava, algo de segurança talvez.

Meus olhos e mãos se seguiam a analisar o revolver, e então, em um momento repentino, tentaria encaixar aquele objeto da melhor forma que conseguísse na mão, tentando posicionar os dedos na empunhadura do melhor jeito que conseguisse, e esticar o braço para o lado, na direção do mar, como se preparasse para atirar. Fecharia um dos olhos, daria uma inspirada.

E então guardaria o revólver, com um sorriso. Outra hora poderia mexer com aquela porra, agora tinha uma coisa que me perseguia em pensamentos desde que saímos de Wars Island, e apesar de não buscado isso no último dia, ainda despertava meu interesse. Desta forma, procuraria por Athenas naquela embarcação, aproveitando que os revolucionários ainda estavam ali.

Caso não há encontrasse de primeira, poderia até perguntar para Purg sobre ela. - Ah seu velhote maldito... Vistes a Athenas? - E, se ele soubesse onde ela estava, seguiria na direção sem nem lhe agradecer, dando de ombros. Mas se ele não soubesse, logo responderia. - Porra velho burro do caralho. - E também sairia, sem mais, ignorando as reclamações dele, mas até deixando escapar um sorriso de canto de rosto.

Se viesse a encontrar a líder revolucionária, já me aproximaria com a única garrafa que possuía agora em mãos, dando mais uma golada na bebida, e então buscando a interação. - É... Parece que os revolucionários têm uma boa líder... - E fitaria ela, desviando o olhar para a garrafa logo em seguida. - Qual o segredo para uma boa liderança, Athenas? O destino tem me cobrado essa habilidade e eu ainda não a tenho... - E, tentaria absorver dela o máximo de conhecimento que pudesse, instigando mais o diálogo e a troca de experiências.

Não havendo mais o que aprender com Athenas naquele momento, andaria a passos largos para a frente da embarcação, encarando o mar, ainda com a garrafa de bebida nas mãos. Com um estado de espírito diferente, só poderia sentir excitação em imaginar os perigos e aventuras que viriam na Grand Line a partir de agora. Precisava me fortalecer, me impor, me tornar grande. E assim os Freys poderão ser lembrados para sempre...

"Nascido pra ser selvagem..." Deixaria a garrafa de lado por um instante, cruzando os grandes braços e inclinando a cabeça levemente para o lado, ainda a encarar o mar. "Nascido pra trilhar o caminho..." Um sorriso aos poucos iria se desenhando nas feições, como uma esperança. "O Caminho de Valhalla."

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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 11 EmptyTer 16 Out 2018, 23:15



Ato III: Not Fast but Furious



~~ Siegfried ~~

Para alguém leigo no assunto, era difícil entender como funcionava um mecanismo mortal composto de dezenas de peças e das mais variadas funções, tentando descobrir passo-a-passo como realizar um único disparo mesmo com a falta de munição naquela arma e após passar um tempo conhecendo mais sobre aquele revólver, passou direto para tentar encontrar Athenas, conseguindo vê-la no convés estando olhando para o horizonte. - O importante é ser firme e corajoso, tem que passar a confiança que você tem neles para as suas palavras e tentar fazer com que eles confiem em você, tem que fazer eles acreditem que as suas palavras são a lei e é aquilo que eles devem fazer com alma e coração. – Ela dava uma pausa para respirar, observando a garrafa do pirata. - Não basta apenas dar ordens, tem que saber por onde mover da melhor forma e muitas vezes, perguntar aquilo que não sabe, dar a confiança para os seus homens. – E após mais algumas palavras da revolucionária, ela voltava a olhar para o horizonte com o grandalhão seguindo o seu caminho até a proa do barco. Uma nova aventura estava prestes a começar.


~~ Ryujin~~

O homem estava tendo bons tempos naquele lugar com o revolucionário, era revigorante ter alguém para conseguir te fazer feliz mesmo se talvez não conhecesse tal significado da palavra verdadeiramente e ela ficasse em uma incógnita em seus pensamentos. Encontravam um pequeno lugar onde vendiam bebidas, não era das melhores e podia se perceber que a falta de estoque era evidente naquele lugar, haviam alguns bêbados, mas deixava claro que como era um lugar pouco frequentado, nunca vinham carregamentos. Com um bom sakê vindo de um dos homens que servia naquele local, ambos brindavam em uma comemoração para a amizade deles, estando sorrindo um para o outro. - A nossa amizade!


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] escreveu:
~Avaliação Homero, Ryujin e Kath~

Homero

Perdas:
● Garrafa de Rum - OK
● Garrafa de cachaça. - OK
● Roupas Medianas - OK
● 1 uso da Garrafa de Saquê. - OK

Ganhos:
● Treino da vantagem Adaptador - OK (Atirador) (1/3)
● Treino da vantagem Liderança - OK (1/3) - Aqui por pouco não permiti que fosse contado... Mas realmente houve diversos casos onde a liderança se destacou. Não diria um líder de fato, mas deu para ver a progressão do player
● Armadura Forjada pelo player (Couraça of Chaos) - OK - Como imaginado, sem atributos.
● Aumento de recompensa e Alcunha - A ser avaliado
● Perícia Carpintaria e Forja - OK
● Cicatriz no peito - OK
● Mudança de Personalidade - OK E não apenas isso, mas vou pedir para acrescentar a Desvantagem Fantasia: Valhala, onde será descrito a convicção e fé do personagem no místico paraíso dos guerreiros, que justifica a esmagadora parte de suas ações. Suas atitudes quando perdeu a luta me fizeram notar que isso não é apenas uma personalidade, merecendo um destaque na área de desvantagem também.

Relação de personagens:
● Player fará. OK.

Exp: 14
EdC: 14

Localização: Farol - OK.




Ryujin

Perdas:
● 500.000 B$ - Alterado para 550.000 B$ - Eu anotei que houve um gasto além pelo meio da aventura, mas agora não estou me recordando qual. Se contestar os 50k extras, me avisa que podemos discutir.
● Timidez - OK (1/2) - Foi uma ótima aventura na questão de progressão da perda da desvantagem. Nada mais justo que a progressão também seja grande.

Ganhos:
● Lamparina e Fósforos - NEGADO - Foram entregues para a missão ser efetuada. Não vejo como motivo para mantê-las depois.
● 1 Crânio de Raposa e Pé de Lebre - Deixarei a cargo do player. São itens que não vejo necessidade de estar na ficha, podendo apenas narrar que os tem, mas se houver importância pro player... Então OK
● Perícias Botânica e Mecânica - OK
● Mochila grande - OK
● Relógio de bolso - OK
● 1x Matéria prima de forja (ferro) (Compra) - NEGADO - Gasto na confecção da katana
● 400.000 berries (Venda das peças de armas) - OK
● Katana LV2 - Tetsuchi no Hone: Janguru no Ryu (forjada pelo player) - - OK - 8 de Dano
● NPC Acompanhante - Mephisto Redgrave - OK[/b]
● Mudança de Personalidade - OK
● Noção exata do tempo - OK (1/4) - Lembrando que, por mais que eu tenha colocado uma progressão grande, não significa que irá subir de 1 em 1 durante as aventuras. Dependendo do seu desempenho nas próximas aventura, pode ser que suba 2 ou até mesmo complete.
● Aumento de recompensa - A avaliar

Relação de personagens:
● Player fará. OK.

Exp: 14
EdC: 14

Localização: Farol - OK.




Kath

Perdas:
● ~x~ - OK

Ganhos:
● Perícias Anatomia Humana e Culinária - OK
● Par de Botas (lv2) - OK - De loja
● 2 missões revolucionárias - ALTERADO para 1 missão. Por mais que tenha existido uma enorme aventura, tudo circulou ao redor de uma única missão. Talvez por falta de esclarecimento ou detalhamento no pedido de avaliação, eu só vi uma única missão a ser feita... Caso discorde, envie PM explicando qual seria a outra missão que não estou vendo e posso vir a editar.
● Aumento de recompensa - A analisar

Relação de personagens:
● Player fará. OK.

Exp: 13
EdC: 13

Localização: Farol - OK.

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