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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Ato III: Not Fast but Furious

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 2 EmptySex 08 Jun 2018, 15:58

Relembrando a primeira mensagem :

Ato III: Not Fast but Furious

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Piratas e Revolucionário Mephisto Redgrave, Yamazaki Raizo, Nerockiel Schwarz, Katherine Silverstone, Ryujin, Siegfried Uller Frey. A qual não possui narrador definido.



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AutorMensagem
Yamazaki Raizo
Revolucionário
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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 2 EmptySab 23 Jun 2018, 22:15

Yamazaki Raizo
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Purg oferecia à Raizo uma arma ninja de qualidade muito inferior à que o celestial havia imaginado. Raizo conhecia bem armas de seu estilo de combate e aquela não serviria para o ninja, com um olhar sério Raizo diria à Purg - Desculpe Major, mas prefiro esperar para adquirir a de melhor qualidade que o senhor tiver, assim que chegarmos em Lvneel...- O celestial esperava Katherine falar com Purg, e a observava enquanto ela falava, e algo muito estranho começou acontecer com o celestial. À medida que o ninja observava os lábios da garota enquanto ela falava começou sentir frio na barriga e um comichão próximo à virilha, algo que acontecera poucas vezes com o ninja e ele nunca soube explicar o que era.

Percebendo que precisava se acalmar, o celestial virou o rosto e começou a respirar profundamente, tentando ocupar sua mente com outras coisas. Voltando sua atenção à Purg novamente, o celestial diria - Major, ainda desejo comprar suas armas e vou esperar até Lvneel pra isso. Porém, há algo mais importante e muito mais valioso que armas, e além disso, não precisamos esperar até Lvneel para isso. - E com um tom humilde na voz, porém com o semblante ainda sério, prosseguiria - Falo sobre a sua experiência, estou muito satisfeito por ter aprendido engenharia e forja com o senhor, e seria um prazer se pudesse me ensinar sobre mecânica e costura, e é claro, pagarei o quanto for necessário. - E finalizaria sua fala fazendo uma pequena reverência com a cabeça.

Assim que terminasse sua proposta à Purg, caso Raizo percebesse alguém entrando na sala, caso tal pessoa se aproximasse de Katherine com segundas intenções, o celestial sentiria uma fúria súbita que o faria queimar por dentro. Instintivamente o celestial pensaria em sacar sua ninjaken e decepar a mão do brutamontes que se aproximasse da linda celestial, porém um segundo antes de agir Raizo se acalmaria, pois o dever de um ninja antes de qualquer outra coisa é ter uma mente forte e serena, e não se permitir abalar o psicológico independente da situação. Então o ninja se acalmaria, iria respirar fundo, e antes de decepar qualquer coisa, Raizo sacaria sua ninjaken e apontaria para o pescoço do brutamontes, e com o cenho extremamente cerrado, com olhos de tigre, Raizo olharia para quem estivesse próximo à Katherine e diria - Vou dar um segundo pra você tirar sua mão asquerosa dela, pirata imundo!





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ADM.Ventus
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ADM.Ventus

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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 2 EmptyDom 24 Jun 2018, 19:47



Outra vez!
Hora do rango


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Em meio aos balanços náuticos e a conversas desnecessárias dos revolucionários eu conseguia achar meu momento de tranquilidade e meditar como o planejado, não buscava uma resposta para minhas dúvidas e muito menos iluminação de espírito, mas sim aquietar minhas inseguranças do passado para viver o presente seguro de minhas habilidades e escolhas, me levantaria de onde estava e olharia para o céu admirando o tempo que estava se formando ali, sem neve ou ventos gelados apenas sol e a brisa agradável que corria em meio ao oceano, o aroma da maresia perfumava o convés deixando o ambiente um tanto agradável mas... ~ A gente não vai chegar nunca? Bem… melhor aproveitar meu tempo. ~ Indaguei para mim mesmo removendo meu casaco dobrando-o de maneira breve e o colocando no chão ao lado de onde eu estava, removeria minha camisa, sapatos e meias ficando apenas com as minhas calças, iria amarrar meu cabelo para trás formando um coque de uma maneira que não atrapalhasse o leve treinamento que estava por vir, sacaria minha nova e ao mesmo tempo velha espada e começaria com movimentos simples de kendo básico segurando a empunhadura com minhas duas mãos, separando um pouco minhas pernas eu levantaria a lâmina de minha espada enquanto inspirava o ar inflando os meus pulmões. ~ Muitos desafios podem estar me esperando em Lvneel e eu estarei pronto para eles. ~ Desceria a arma em um movimento retilíneo desenhando um semi arco enquanto liberava o ar de meus pulmões em um kiai de força. -Há!- Brandiria de maneira firme, forte e concentrado em meu ataque enquanto tentava avançar um passo para frente acompanhando o movimento de minha espada.

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~OUTRA VEZ!~ Era como se eu pudesse ouvir meu antigo mestre Ketsuo mais uma vez em minha mente me instruindo a sua maneira autoritária, acompanhando sua instrução eu repetiria o mesmo movimento voltando a minha posição original e repetindo o mesmo ataque contra o ar. ~OUTRA VEZ!~ Era como se eu pudesse ver sua imagem em pé ao meu lado com os braços cruzados e seu olhar afiado em minha direção, mais uma vez eu repetia a mesma movimentação mantendo minha concentração no que eu estava fazendo ali. ~OUTRA VEZ!~ Era como se as memórias de meu passado projetasse sua imagem ao meu lado como o meu mestre ficava quando eu era garoto, iria voltar a posição original para imediatamente repetir a movimentação. ~OUTRA VEZ!~ Não tinha como não começar a lembrar de minha infância quando eu executava os mesmos movimentos só que de maneira atrapalhada diante daquele mesmo olhar afiado, mas não era hora de lembrar daquilo, não, agora eu era outra pessoa, um espadachim e não mais um aprendiz. ~OUTRA VEZ!~ Guardaria a espada na empunhadura velha presa em minha cintura ignorando a última ordem daquele fantasma, respiraria fundo enquanto a imagem de meu mestre voltava para as profundezas de minha mente em um desmanchar de uma leve brisa imaginária.

Me vestiria mais uma vez. ~ Já chega de treinamento... ~ Refletia enquanto tentava me vestir mais uma vez, não sabia quanto tempo levaria para chegar em Lvneel então talvez fosse sábio comer algo afinal não comia desde… ~ Oh merda isso foi meu estômago? ~ Levaria minha mão direita até a barriga ao lembrar que não comia por quase um dia, se ninguém me interrompesse iria seguir para o refeitório ou a cozinha do navio assim que terminasse de me vestir. Caminharia a passos lentos olhando ao meu redor um pouco mais tranquilo e confiante de quando tinha embarcado, se ao seguir até o local e percebesse a leve confusão envolvendo os tais celestiais e o piloto do barco eu iria apenas dar um leve suspiro em uma expressão cansada mas me mantendo em silêncio seguindo meu caminho. ~ Que povo energético… Bem onde está a comida? ~ Pensava enquanto olhava para os lados curioso sobre o rango que encontraria ali, me serviria de qualquer coisa comestível que encontrasse, iria tentar por um pouco de tudo em um único prato sem me preocupar com a quantidade final que o prato carregaria afinal eu estava faminto e não sabia quando poderia me servir outra vez de maneira tranquila. -Hmmm… Ei me vê um pouco de tudo- Diria em um situação em que eu tivesse que pedir pela refeição, quando estivesse portando meu banquete eu me sentaria na mesa disponível sem nenhum acompanhante ou no chão caso não conseguisse ficar sozinho em uma mesa para que eu pudesse finalmente comer e saciar toda minha fome.

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Comeria minha refeição de maneira isolada só observando o desenrolar da situação de Siegfried e dos celestiais. ~ Eles sabem que estão no meio do mar né? ~ Pensava entre umas garfadas e outras, não teria vergonha de usar as próprias mãos para comer se necessário afinal nunca tinha sido um grande adepto das normas de etiqueta e não seria hoje em meio de criminosos que eu seria um cavaleiro ou um ás da educação. ~ MERDA! ~ Gritei em minha mente enquanto cerrava o meu olhar em direção dos celestiais e de Siegfried.  ~ Esqueci a bebida! ~ Adotando o plano de beber depois de me alimentar eu continuaria minha refeição até o fim da mesma.


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Mephisto
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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 2 EmptySab 30 Jun 2018, 12:06

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I - De volta ao jogo, um dia eu vou parar, mas esse dia não é hoje!!


'Cause if I stand up, I break my bones
Everybody loves to see it fall unfold
Ain't nobody giving up
Cause nobody gives a fuck
Stand up, and break my bones
Everybody wants what they just can't hold
There's nobody praying for me

Depois de um longo transe que eu estranhamente havia entrado depois do barco, acho eu que deve ter rolado algo muito louco comigo, aquela bebida alcoólica devia estar vencida certeza. Ainda existe algo que me incomoda, mas espera aí, e se aconteceu comigo o que aconteceu com a ruivinha? nesse momento a primeira coisa que faria era checar minha traseira antes de mais nada, e se tudo estava no lugar correto, afinal, aqui não dá pra vacilar, o mundo não é muito gentil com as pessoas, mas depois desse momento a realidade cairia sobre mim, infelizmente como uma âncora pesada me puxando pra baixo, era uma droga saber o que tinha acontecido dentro do WOW. Eu nunca foi uma pessoa correta, minha vida se resumiu em muito por a vista de me movimentar pelos becos tentando sobreviver, a vida fez de mim um gatuno, cheio de lábia e conversa mole. Algo que eu nunca havia feito era matar quem não merecia, cada surra que eu apliquei era bem merecida, e claro eu só finaliza aqueles que realmente mereciam uma espada cravada no meio das suas bundas. Entretanto naquela luta ilegal, aquele homem se aposentando, ele não merecia uma morte, apesar de estarmos de lados distintos da moeda, ele era um cara justo, fazendo seu trabalho.

Claro que eu não cheguei a colocar a espada em seu pescoço, nem mesmo nada desse tipo, mas a forma como aquilo terminou.. Bem nunca fui um herói, esse não é meu fardo certo? Nesse momento levantaria minha garrafa de pitu e levaria ela até a boca sentando em algum canto por alguns segundos, precisava daquele leve momento comigo mesmo antes de me colocar de pé para fazer qualquer coisa. Daria um gole leve, enquanto calmamente observaria minha volta, se não tivesse ninguém ali por perto naquele momento, eu usaria o meu cinto, apertando dessa vez o botão verde do cinto, pararia para observar o que ele ia me mostrar dessa vez, seja o que fosse acompanharia até o fim o que ele tivesse pra mim dessa vez, fossem felizes ou tristes, aquilo supria muitas vezes a minha necessidade de sair um pouco do mundo, até o fim da projeção, viraria varias e varias doses, até me sentir satisfeito.(Depois checa na minha ficha o Belt of Memories)

Ao término disso levantaria calmamente e bateria a poeira que poderia estar na minha roupa nesse momento e caminharia pelo barco, eu estaria agora com meu rosto de volta a seu estado primordial, algo de fato simples, era um sorriso um tanto irritante na face, um olhar tranquilo, e claro, todo meu caminhar era despreocupado, os ombros não estavam retos, e não parecia adotar qualquer tipo de postura, sim, era uma forma que parecia relaxada quando me observasse de fora, mas meu escudo estaria nas costas preso, enquanto, a katana na lateral, sempre próxima da minha mão, é como aquele velho código “Manual do vagabundo Capítulo 4 - Parágrafo segundo, artigo quinto: Jamais pareça ameaçador, mas de fato seja uma ameaça, e se alguem se aproximar violentamente chute as bolas dele. Se for mulher a beije, e aí você leva o chute nas bolas. OBS: Vale a pena.” estava procurando Athena nesse segundo, não só seria um ótimo colírio para meus olhos como ela podia me ensinar coisas que desejo, algo me interessava e sabia que ela poderia me ensinar dependendo do momento que tivéssemos e eu confiava que estaríamos livres, calmamente me aproxima da mulher assim que a visse.

Há cara, eu nunca canso de olhar pra Athena, sempre é uma sensação confortável, as curvas dela eram me sempre atrativas, meus olhos percorreriam dos pés a cabeça dela antes que eu dissesse qualquer coisa, mas assim que o leve ritual acontecesse, eu finalmente iria dirigir a palavra a ela. - Minha deusa, eu gostaria de saber se você teria por acaso conhecimentos no que seria a arte das ruas?- falaria me aproximando dela de uma maneira um pouco provocativa, eu não sou lá um sedutor, por isso não tentaria peripécias que não são de meu feitio, por enquanto preciso contar apenas com meus dotes físicos, mesmo assim, talvez eles fossem o suficientes. - Sei que é estranho um vagabundo não saber dar um soco mas, eu sempre contei com minha espada, entretanto, nesses dias após o que ocorreu dentro do WOW, se eu pudesse socar e chutar seria bem interessante, ainda mais por que eu vi que até a ruivinha sabe fazer isso, e ela usa arco.- falaria lembrando de Sttark o pobre homem que foi feito de mulher em Wars Island, nada que me preocupe mas porra, o maluco sabia dar socos, e eu não? isso não faz nenhum sentido, eu sou o cara das ruas aqui!! É isso que dá precisar aprender uma profissão, a gente perde o melhor do ambiente.

Olharia finalmente pra ela retirando dinheiro do bolso, minha situação financeira tinha melhorado nesses tempos, e bem, meu bolso está produzindo dinheiro eu creio. Não tenho certeza mas, não me lembrava de ter tanto, longa história, não questionamos de onde vem o dinheiro, aceito como benção dos céus e sigo em frente. - Eu tenho algum dinheiro pra isso e posso te pagar pra me ensinar Luta de rua, caso queira.- e com um sorriso malicioso no rosto completaria. - E posso te pagar um extra se quiser vestir aqueles shortinhos de lutadora, ia ser beeeem divertido.- Por mais que não soubesse se ela aceitaria a proposta, bem se existe algo que vale a pena é pensar, é em como ela ficaria nesses trajes, há… minha mente produzia belamente essas imagens e como produzia. Eu só queria ver isso agora, minha felicidade dependia de uma cena como essa, bem, de todo modo se ela se recusasse teríamos algo a mais no navio, a diabinha de asas e chifre, apesar de imaginar ela bem mais de vestido, talvez essa roupa ficasse muito boa, bem não acho que roupas sejam necessárias na verdade, mas imaginar alguém de diferentes formas é uma boa ideia, exercita a mente faz bem pra alma, principalmente se forem duas gatas.

Se Athena aceitasse ao menos a parte de me ensinar aceitaria pagar quanto ela cobrasse, de preferência com o extra pelas roupas de lutadora e shotinho, mas se ela se recusasse nesse ponto, não custava tentar, não custa nada sonhar. Pegaria a quantidade que ela solicitasse e a entregaria. - Acho que aqui tem tudo, vamos treinar?- falaria com um tom um pouco empolgado, mais uma vez meus olhos percorerriam o corpo todo dela, precisava mais uma vez gravar aquilo na memória. Faria tudo que ela me pedisse relacionado a perícia, tentando reproduzir qualquer coisa mostrada pra absorver o conhecimento, entretanto não importava o quanto fosse lhe dito, nunca levantaria a mão pra socar ela, todos os golpes seriam dados no vento, ou em partes do barco, quando tudo terminasse deveria estar cansado, mas apenas completaria. - Obrigado, eu precisava desse momento.- completaria deitando ao solo do navio, assim que o aprendizado terminasse.


Historico:
 

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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 2 EmptySab 30 Jun 2018, 18:33



Ato III: Not Fast but Furious



- Não comprará? Pft.. Você que sabe. – Purg virava-se para a Katherine que aceitava o dinheiro proposto pelo homem pelo aprendizado na cozinha e ambos estavam começando por aquilo, o homem explicava detalhadamente os ingredientes mais importantes da cozinha, quais ferramentas utilizar e diversas receitas das quais ele tirava de sua própria memória ou de uma enciclopédia de receitas que carregava consigo, pois até mesmo as mentes mais sábias, esquecem as coisas. Em meio ao aprendizado, o celestial deixava outras propostas ao velho senhor dizendo que compararia de suas armas em Lvneel e que desejava aprender outros tipos de perícia com o velho major e o homem parecia ser o próprio fogo ao invés do que saia das bocas daquele fogão a lenha. - Vocês estão achando que eu sou um Major que só fica ensinando as coisas?! – Ele gritava em fúria. - Eu aceito seu dinheiro! Mas serão bem mais caros, dois milhões para a primeira e quatro para a segunda dando um total de seis milhões de berries, mas aí, me diz, você tem esse dinheiro contigo ai?! – O homem estava muito irritado, seu tempo era valioso, o revolucionário desejava ajudar a causa com tudo que pudesse e isso incluía treinar os agentes mais novos do exército, mas isso não significava que ele gostava de fazer aquilo.

O aprendizado com a celestial continuava mesmo com Raizo observando todo o desenrolar e as explicações do velho major. Em outra parte do barco, estava Siegfried e Rurik, conversando entre si. - Resistir ao seu charme?! – Sua gargalhada estranha era ouvida de qualquer parte do barco. - Você deve ser um ingênuo pensando que elas não lidam com idiotas e bostas de barba vermelha todo dia. – Era outra das suas gargalhadas estranhas chamando a atenção de quem estivesse naquela embarcação. A atenção voltava-se para o horizonte quando o Frey começava a calcular o vento e conseguindo avistar aves seguindo a mesma direção da qual tomava e com a sua luneta ainda não avistava a ilha ao longe, por mais que o vento estivesse a favor em suas velas, não haviam conseguido a distância necessária, ainda… O som de um violino começava a chamar a atenção daqueles que a ouviam, especificamente do pirata gordo que sentia excitação por aquela celestial e que travava o timão na direção da qual sabia que era a certa. - E lá vai o bebum fazer merda. – A gargalhada do tritão era ouvida pela terceira vez, Rurik estava bem animado e saltava na água começando um mergulho para refrescar as suas escamas, o navio era bem mais lento que o grande tubarão-branco e não havia quem se preocupar com aquilo.

A atenção era voltada novamente para Katherine quando o bárbaro a interrompia com sua maneira rude e sem educação para cima da linda garota de chifre que sem entender, apenas perguntava qual era o problema. Não muito longe dali, Raizo ouvia tudo e não conseguia se conter, algo estava fazendo-o se comportar daquela maneira, talvez estivesse começando a ter algum sentimento por Silverstone, mas o ser desconhecia daquilo. “Pirata imundo!” Era uma das palavras que incomodavam Sieg e ele não conseguia conter a sua irritação sobre aquele homem estragando a sua cantada, por mais rude que poderia ter sido, ambos disputavam forças em meio ao bloqueio de Frey com suas machadinhas que haviam sido sacadas rapidamente para o homem, o piso do qual havia sido chutado pelo pirata tinha se mostrado mais resistente do que parecia, a escuna havia sido construída com um bom material. A intimidação de Uller era clara, tal não assustava Raizo e a cena começava o seu desfecho quando o grandalhão sentia um gosto especial pelo homem, dando alguns tapas em suas costas e esclarecendo que eles não eram os mocinhos e com o desfecho da cena, ele apontava para Rurik que havia subido novamente para o convés dando um grande salto do mar até a borda do mesmo, o tubarão sem nada entender, nada fazia, apenas deixando o rastro de água sobre o convés.

Em meio a isso, haviam outras pessoas das quais não se encaixavam naquelas cenas e uma delas era Ryujin, o jovem espadachim com um passado do qual estava o assombrando recentemente, o homem trabalhava em um treinamento do qual conseguia ver um fantasma dizendo-o para continuar seu treinamento, mas o jovem não gostava daquilo e era quase forçado a parar para que o fantasma viesse a desaparecer, o estômago do espadachim fazia quase um rugido de um leão, alto e estrondoso mostrando que o mesmo estava com fome e começava a se direcionar até a cozinha do barco, em meio a isso, conseguia ver a confusão que se formava, mas o mesmo não participava dela. Ao encontrar Purg na cozinha, observava que o mesmo havia acabado de terminar o que estava preparando e o velho era encontrado com um sorriso no rosto, mas ao sentir a presença de Ryu na cozinha, voltava ao semblante sério e irritado. A mesa estava repleta dos utensílios e panelas dos quais o velhote havia usado para fazer a refeição e ajudar Katherine com seu aprendizado e não havia espaço para que ninguém pudesse comer ali naquele momento. - Sirva-se logo e caia fora. - O velhote estava como sempre, irritado, ele começava a arrumar a bagunça enquanto que Ryujin fazia o maior prato que podia, sentando-se no chão do lado de fora da cozinha para ver o desenrolar da cena, a comida era as mais saborosas que havia comido em um tempo enorme, o seu estômago agradecia ao dono.

E a outra pessoa era nada menos que Mephisto, o segundo espadachim acordava de um transe do qual não havia entendido como havia entrado e isso o fazia lembrar do ruivo de antes que havia sofrido do mesmo, não sabia como que aquilo havia acontecido, mas estava bem e nada havia acontecido com o mesmo. Sem ter outra coisa para fazer a não ser tentar tirar pensamentos negativos de sua cabeça, começava a beber da sua garrafa de pitu sentando-se em um canto da embarcação e produzindo uma projeção de seu cinto do qual saía a imagem de duas belas moças, lutando-se entre si em um treinamento mais do que satisfatório, era excitante vê-las lutarem daquela maneira e poderia ser uma das memórias gostosas da qual Redgrave conseguia ter, ao terminar sua garrafa de pitu, a memória também havia o seu fim, dando uma única escolha ao revolucionário: Se levantar. A poeira caia de suas vestes ao bater nas mesmas, o revolucionária havia uma postura da qual muitos considerariam irritantes e outras poderiam se interessar dando o homem um tempo para se repercutir no que dizia o manual do vagabundo. Seus olhos não demoravam até encontrar a sua chefe, Athena, sentada na borda da embarcação olhando para o horizonte, suas belas curvas chamavam a atenção de qualquer um que a olhasse e nada menos que Mephisto para chegar até a chefia.

- Oh! Meu servo! Sim, eu sei sobre as artes das ruas e a ruivinha também sabia. - Ela dava um sorriso malicioso para o homem seguindo de uma boa risadinha de fundo e via ele retirando o dinheiro de seu bolso. - Shortinhos é?! Hmm, pode ser bem interessante. Cobrarei dois milhões e trezentos por isso. - Ela dava mais um dos seus sorrisos antes de agarrar o dinheiro da mão de Mephisto e se direcionar até o banheiro da embarcação juntamente com uma bolsa e ela saia dali vestida de um shorts bem apertado do qual destacava ainda mais as suas curvas, deixando sua aparência cada vez mais provocante e apoiando-se na escada para seduzir Redgrave ainda mais. - Então, o que acha? - A garota sabia seduzir, mesmo que não tivesse o toque a mais de uma verdadeira sedutora, seu corpo era um pedaço de mau caminho e ela se direcionava com o revolucionário até uma parte mais afastada do convés onde os treinamentos começavam-se. Socos, chutes e golpes de surpresa eram dados por ambos, ela dizia onde ele deveria acertar e como deveria socar, com quanta força deveria ter para o golpe e outros fatores do quais ajudavam ambos, em meio ao desenrolar das cenas que estavam a acontecer por perto, os dois treinavam as artes das ruas, dando ao vagabundo, mais uma arma para os seus futuros combates.

O tempo passava em piscar de olhos e o grupo inteiro conseguia ver que o sol estava começando a se pôr no horizonte, a linda forma que aquilo fazia sobre o céu, os tons de laranja e tudo completava com o ótimo cheiro que saia da cozinha vindo de Purg chamando toda a tripulação para jantar, ele havia preparado uma refeição de dar água na boca só pelo cheiro, a especiaria que o mesmo havia preparado, parecia ser um misto de peixe com legumes em uma sopa bem saborosa. Rurik chamava a atenção de todos ao apontar para o horizonte com o seu dedo indicador. - Seus maricas, comam logo que estou vendo a ponta de uma ilha bem ao longe! - Gritava o mesmo correndo para a cozinha tentando ser o primeiro a pegar o seu prato de comida e gargalhando da forma mais estranha possível como se estivesse tramando algo. Independente disso, ele não enganava ninguém, era verdade, todos dali conseguiam ver a ilha que estava começando a ficar cada vez mais próxima, os que tinham olhos mais apurados conseguiam ver com uma maior clareza, mas era certeza, ele estavam no caminho certo, o clima dava uma esfriada com o começo do pôr do sol.




Considerações:
 

Off:
 

Legenda:
 



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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 2 EmptySab 30 Jun 2018, 19:36

A verdade é que a simpatia por aquele homem havia sido clara. Apesar disso, os sentimentos talvez não fossem necessariamente recíprocos, e enquanto ele deixava aquela situação andando de costas, o ouvia dizer sobre não ser herói, mas alguma coisa sobre privacidade. "Essa porra de papo de revolucionário..." Era a única coisa que conseguia pensar no instante seguinte.

A chegada de Rurik me fazia intensificar o sorriso. Pouco me importava se ele estava molhando o convés, nós estávamos no mar e isso, neste caso, era o de menos. Alias, em qualquer caso seria de menos afinal, não passava de uma embarcação e apesar de sonhar com as aventuras que poderíamos viver nele, ainda era só um barco, existem muitos outros no mar como este, e por hora o Holandês Arrombador, além do nome, não tinha muito de especial.

Vinha o comentário então sobre comer "peixinhos" daqueles todos os dias de manhã. - AHAHAHAHAHAHAHA - Não podia evitar de rir daquilo. Não era como se estivesse caçoando das palavras do ninja, muito pelo contrário, havia gostado para caramba delas. Apesar disso, não poderia deixar de ironizar. - Já eu prefiro mulheres. Não sou muito fã de zoofilia HAHAHAHAHA - Eram os últimos dizeres a ele antes de adentrar o interior do navio.




O grito do grande tritão tubarão anunciava para que todos comessem logo, pois via a ponta de uma ilha. Meu olhar, que antes estava distraído por uns instantes e voltava-se para a linha do horizonte apontada pelo companheiro, puxando a luneta para visualizar melhor a ilha de Lvneel em seus detalhes.

- É LVNEEL! - Constataria, para então guardar a luneta novamente dentro de minha capa. O misto de nervosismo com alegria preenchia meu peito, enquanto por um instante eu me deixava perder olhando para a ilha, mesmo que de longe, em reflexão. "Será que eu vou acabar lutando com ele...?" O cenho franzido.

De qualquer maneira, logo depois me tocava do que tinha que ser feito. Correria para a cozinha e tentaria pegar um prato, meio que pouco me fodendo se fosse passar na frente dos outros, me servindo e, se houvessem alguns pedaços sólidos, amassando-os com uma colher ou um garfo, para que tivesse em minhas mãos um alimento quase que totalmente líquido.

Com ele em uma das mãos, sairia pela embarcação, com minha caixa de fósforos acendendo as formas de iluminação que o barco possuía, fossem lampiões ou velas. Iria até o mastro principal, soltando a corda da vela e ajustando-a para a posição ideal para nossa chegada, fosse apertando ou soltando mais. Essa percepção eu teria diante das condições do vento atuais. Permitiria-me alguns goles da sopa em minhas mãos durante os ajustes na embarcação.

Dirigiria-me até a porta do navio, avisando para os que ainda estivessem ali comendo. - Preparar para aportar em Lvneel. - Se Atenas estivesse ali, acenaria com a cabeça para ela, como que esperando uma ação da mesma no comando de seus homens. - Irei manobrar o navio para algum lugar afastado. - Aproveitaria para dar os últimos goles que ainda sobrassem na minha sopa, e deixar o prato ali mesmo.

Iria então para o timão. "Ah, o timão..." E por um instante me sentiria o capitão de uma grande embarcação. Em uma das mãos estaria a garrafa de rum, para dar uma golada na mesma. Na outra, a madeira do timão, firme, submissa ao meu poder. O capuz de minha capa já estaria sobre a cabeça, pouco antes dos chifres no chapéu. O olhar encarava a grande ilha cada vez mais próxima, reflexivo. "Intercedam por mim junto aos deuses, Freys. Eu batalharia até o fim para herdar Valhalla, vocês sabem. Mas não vai ser nesta ilha que o nome Frey será apagado." Fazia uma pequena prece mentalmente, como se meus antepassados pudessem mesmo me ouvir da grande cidade dos heróis.

- Pelos Freys. - Sussurraria, determinado, para mim mesmo. Com a direção em mãos, seguiria firme, tentando visualizar um local mais propício para parar o barco. A princípio, eu estava procurando um local mais afastado, que pudesse deixar o barco quase como "escondido", mas permitiria que alguma consulta dos revolucionários pudesse interferir. Eles deveriam ter um plano, e se assim fosse deveriam ter algum lugar específico em que pensavam que seria interessante parar.

Seguiria dando as orientações necessárias, como navegador, para que pudéssemos fazer o trabalho de aportar o Holandês em segurança. De qualquer maneira, caso estacionássemos-o em segurança, lançando a âncora e fechando as velas(coisa que eu orientaria e faria), me dirigindo então para Atena. - E aí, comandante, quais são os planos de vocês para esta ilha? - Um sorriso de canto de rosto estaria estampando minhas feições.


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Última edição por Homero em Ter 03 Jul 2018, 16:39, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 2 EmptyDom 01 Jul 2018, 19:29



Lvneel, finalmente Lvneel
Novas oportunidades, nova vida


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O tal Purg não me enganava, tenho quase certeza que debaixo daquela faceta ríspida e babaca existia um coração tão mole quanto uma manteiga derretida mas não perderia tempo discutindo com ele sobre minha teoria, não pude evitar de deixar um simples comentário escapar durante o meu vagueio sobre a possível personalidade gentil do experiente revolucionario. - Que bagunça… Tão relaxado… - Deixava o comentário escapar enquanto contemplava por um momento aquela bagunça com meu tom de voz e faceta neutra perante tal situação esquecendo totalmente que o chef Purg ainda estava ali, comia no lado de fora da cozinha enquanto o revolucionário arrumava a bagunça gerada no recinto por algum motivo que eu não conhecia. ~ Eu gostei dele… ~ Refletia pensando no tal revolucionário chamado Purg sem ter nenhum motivo específico para me simpatizar com tal homem -além de sua força e autoridade sobre os demais revolucionários- enquanto comia o conteúdo de meu prato intercalando garfadas com “mãozadas” saciando minha fome aos poucos eu via o Frey e o celestial entrando em um leve conflito, no entanto, na mesma velocidade em que o desentendimento tinha se iniciado o mesmo acabara, Siegfried parecia se simpatizar com Raizo, Mephisto e o tal tritão Rurik mas eu não conseguia entender o motivo de tal camaradagem, as pessoas ali mal se conheciam e ainda assim decidiram dividir uma viagem quando o ruivo decidiu por si só comprar a embarcação, imaginava que para tal situação onde pessoas compartilham de uma viagem em alto mar deveria existir uma certa confiança, apreço ou um motivo que as reúnem em um só local e no fundo eu não compartilho de tais emoções com aquelas pessoas a não ser por. ~ Onde está o Redgrave-san? Não o vejo já faz um tempo. ~ Indagava em minha cabeça enquanto mastigava a comida.

Terminando meu rango eu deixaria o prato vazio no chão enquanto dava um tapinha de leve com minha mão direita na minha barriga agora um pouco mais cheia de quando tinha embarcado no tal “Meu saco” -antigo nome da embarcação- em meu rosto uma expressão relaxada ia crescendo aos poucos, já fazia um bom tempo que não me sentia tão tranquilo, seguro, confortável e o mais importante tão bem alimentado quanto estava me sentindo em tal momento. ~ Que delícia, faz tempo que não tenho uma refeição dessas. ~ Deixava um leve arroto escapar o que de alguma forma serviu de lembrete para minha garganta ainda seca, fecharia minha mão direita em um punho e o bateria contra a parede em que minhas costas estavam apoiadas, entre mim e a cozinha em que Purg se encontrava, tentaria bater com força o suficiente para fazer algum barulho que chamasse a atenção do velho revolucionário. - Purg-san poderia me trazer uma bebida por gentileza? - Diria enquanto continuava a bater contra a parede tentando chamar sua atenção, minha voz soava neutra e tranquila como o de costume afinal aquele era um pedido simples para quem tinha cozinhado e limpado tudo ali -como um exímio dono de casa- não via motivos para que tal comentário o ofendesse já que tinha percebido que todos ali pareciam pedir algo para aquele homem e acredito que uma bebida era um pedido um tanto simples para alguém que era um revolucionário importante. - Erh… por favor, eu esqueci de pegar ai quando montei meu prato. - Reforçaria meu pedido em caso de relutância.

Em uma situação em que o velho atendesse meu pedido trazendo alguma bebida alcoólica eu o olharia com meu semblante neutro e em seguida para o rótulo da garrafa para que voltasse meu olhar para os olhos de Purg. - Eu não estava pensando em nada alcoólico para não afetar a digestão... - Diria levando o dedo indicado para frente de meus lábios em um gesto de reflexão. ~ Bem ele já foi bem gentil me trazendo isso, acho que tudo que posso fazer é aceitar. ~ Refletiria de maneira rápida aceitando a oferta do revolucionário. - Me desculpe… não quis ser rude, obrigado Purg-san. - Levaria uma de minhas mãos até a garrafa e beberia um pouco de seu conteúdo.

Na conjuntura do revolucionário me trazer uma bebida que não fosse alcoólica um leve sorriso iria surgir no canto de meus lábios. - Obrigado... - As palavras saiam quase automaticamente de minha boca enquanto meu corpo se inclinava em direção do velho estendendo uma de minhas mãos até a bebida que ele tinha trago e quando finalmente tivesse posse da mesma eu beberia encerrando assim a minha refeição. - Estava tudo ótimo, obrigado mais uma vez. - Terminaria me levantando deixando todos os talheres, copo e prato no chão e começaria a andar pelo convés.

É claro havia uma mínima, pífia, quase inexistente chance daquele homem não seguir com o meu delicado, educado e quase discreta ordem pedido, nessa situação ainda sentado no assoalho de madeira daquele convés eu tombaria lentamente meu corpo para o lado me deitando assim no chão. - Hmmm… Rude... - Resmungaria desanimado não direcionando tais palavras à ninguém em específico, fecharia meus olhos por um momento desfrutando mais alguns segundos daquela tranquilidade e paz que tal momento fornecia sentindo o suave balanço do navio. ~ Ah okay, vamos lá ~ Abriria os olhos e me levantaria antes que caísse no sono devido a tal calmaria, caminharia mais uma vez até a cozinha procurando alguma bebida como suco ou até mesmo água potável para que pudesse beber, encontrando tal recurso eu não faria nenhuma cerimônia abriria de uma vez e beberia direto da garrafa voltando a caminhar para fora da cozinha deixando o revolucionário sozinho em seus problemas, se realmente só encontrasse bebidas alcoólicas ali então pegaria a primeira garrafa de sake que eu encontrasse e beberia da mesma. Caso Purg reclamasse de algo ou me fizesse algum pedido depois de EU MESMO ter pego a minha bebida, antes que ele dissesse qualquer coisa eu com minha mão livre levantaria o dedo do meio para ele enquanto continuava caminhando e bebendo para o lado de fora da cozinha em um gesto de puro foda-se apesar de não ter nenhum rancor ou qualquer tipo de desgosto pelo velho, sendo o gesto apenas uma resposta simbólica para o seu e o meu descaso, estava pronto para tentar desviar de qualquer objeto que ele tentasse arremessar contra mim e me adiantar para fora daquele cômodo antes que seus gritos voltassem a assombrar toda embarcação.

Caminharia pelo convés bebendo ou não, pararia um momento para admirar o pôr do sol diante do horizonte, o cheiro da comida do velho aos poucos parecia preencher todo o navio provavelmente atiçando o apetite daqueles que ainda não tinham se alimentado, mas isso já não me afetava mais, caso tivesse com alguma bebida eu daria mais um gole admirando o céu agora alaranjado, fecharia meus olhos por um momento e respiraria fundo aproveitando daquele momento me banhando com os últimos raios de sol daquele dia. - Seus maricas, comam logo que estou vendo a ponta de uma ilha bem ao longe! - Gritou o tritão chamando minha atenção, abriria meus olhos de imediato direcionando meu olhar para onde o homem-peixe tinha indicado e de fato eu conseguia ver tal ilha enquanto o tritão corria para a cozinha. ~ Então aquele ilha é Lvneel, finalmente chegamos... ~ Pensava enquanto caminhava em direção a amurada da embarcação apoiando meus cotovelos na mesma enquanto meu olhar se mantinha em tal ilha. ~ Como sera Lvneel? Espero que não encontre nenhum caçador do clã Ketsueki ~ Refletia me lembrando do clã que antes eu servia, me lembrava que depois da batalha pela sua liderança o clã tinha se separado em duas facções, uma sendo a vitoriosa da guerra liderada pelo meu antigo mestre Ketsuo que com meu apoio matou os outros três líderes do clã e se tornou o chefe da “família” Ketsueki, outra era formada por aqueles que viam meu antigo mestre como traidor sendo formada principalmente pelos filhos dos líderes caídos em combate que agora vivem nas sombras esperando por sua vingança.

Felizmente tinha deixado tudo isso para trás em Wars Island onde os Ketsueki poderiam continuar a se odiarem e caçarem a vontade. ~ Parando para pensar acho que sou odiado pelos dois lado, matei Hanzo… - um dos líderes - ...um dos herdeiros, ajudei na luta contra o Kenjiro que morreu... - outro líder  - ajudei meu mestre a matar o Hittori... - o líder mais velho e com mais influência na família, sendo também o mais forte. - E no final tentei matar meu mestre, ou seja ferrei com os dois lados. ~ Terminava minha reflexão com um leve sorriso no rosto. - Boa sorte em me encontrarem aqui… idiotas. - pronunciava tais palavras com tranquilidade fechando meus olhos com um sorriso gentil em meus lábios enquanto sentia brisa suave soprar, estava animado em finalmente deixar esse passado para trás assim como Wars Island, poderia começar uma vida diferente em Lvneel, eu não era mais um servo do clã Ketsueki, não estava mais acorrentado pelo medo de ser encontrado pelo seus caçadores, finalmente me sentia livre para seguir com minha própria vida e meu próprio caminho.

Era uma cenário um tanto suave e tranquilo, tinha um tempo para mim que tal evento seria tão indiferente quanto trocar de roupas mas talvez pelo fato de me livrar do grande peso de meus ombros ao sair de Wars Island, conseguir escapar da marinha, encontrar Mephisto e seu grupo me fazia perceber que ainda tinha muito que aprender e entender sobre o mundo e o mais importante sobre mim. ~ Uma nova ilha para um novo Ryuj... ~ | - E então garot…a, digo é… garoto, como estão os ferimentos? melhoraram? - Era surpreendido por Mephisto que parecia ainda não aceitar meu gênero ou pelo menos não acreditar. ~ Ainda com isso? ~ Pensava virando para ele com meu semblante neutro escondendo a verdade de estar feliz por ter uma chance melhor de conversar com ele. - Hm... - Balbuciei pensativo voltando meu olhar para a ilha. - Bem meus ferimentos estão bem, mas não graças ao médico de vocês... Acho que vocês estão ferrados se dependerem só dele na verdade... - Falei de maneira seria mas alguma coisa parecia mais suave em minhas palavras, era como se toda a tensão de Wars Island desaparecessem aos poucos deixando espaço para uma tranquilidade e paz em minhas palavras assim como em minha expressão. - Mas tem algo que eu estava me perguntando, o que você planeja agora nessa nova ilha? eu pensei em talvez tirar esse tempo nela pra procurar algo pra me divertir. - Mesmo parecendo um comentário casual tais palavras me acertavam com um grande peso, não sabia bem o que exatamente iria fazer em Lvneel, pensava em começar uma vida nova mas não tinha pensado exatamente como, um pouco nervoso decidi esconder minha preocupação do jovem revolucionário e abaixo levemente minha cabeça começando a fitar o mar fazendo com que meus cabelos caíssem um pouco cobrindo parcialmente o meu rosto. - Se divertir é... - Falei considerando a ideia no entanto tal palavra já tinha perdido o significado para mim a demasiado tempo, não sabia mais qual era a sensação de se divertir, seria como a de matar alguém? Amar? Ou a de simplesmente fugir de seus problemas como eu estava fazendo agora. - Me parece legal... Acho que farei isso também. - Responderia depois de uma leve pausa. - Boa noite Ryu, eu vou deitar um pouco, cuidado com os ferimentos, e lembra o Pansa Ruiva… ops… digo pra o Sieg, ter cuidado no timão. - Falei o revolucionário bocejando, ao perceber que ele já estava indo viraria meu rosto rapidamente em sua direção. ~ Espere... Ainda tá cedo idiota! ~ pensei enquanto cerrava apertava meus dedos contra amurada do navio, queria continuar com a conversa tantas coisas se passavam em minha cabeça mas tão poucas palavras eram geradas por mim, ao ver tal cena de Mephisto caminhando um pouco de angustia nascia em meu peito mas quase que imediata sumia afinal eu já estava acostumado com tal cena.

Respirei fundo voltando a minha calma habitual e voltando a encarar a distante ilha de Lvneel. - Ok... - Diria em resposta para o revolucionário que aos poucos se entregava ao mundo dos sonhos, um mundo que talvez seja mais gentil do que aquele em que vivemos. - Durma bem, Redgrave-san... - Diria agora para mim mesmo esperando que aquela viagem terminasse de uma vez.


- Falas -
~ Pensamentos ~
- Rurik -
- Mephisto -

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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 2 EmptySeg 02 Jul 2018, 19:09

Superação Dat Beard

.A situação que eu estava havia se tornado um tanto quanto estranha e até um pouco engraçada, já que um bárbaro me abordara com uma pergunta sugestiva sobre mulheres que tocam violino fazerem o sexo mais selvagem de todos. Certamente isto me deixava envergonhada por tais palavras, mas de certa forma não chegava a me incomodar tanto até porque em minha visão ser chamada de “Filha do Vingador” era pior. Quem realmente se irritou com aquilo tudo fora o outro celestial que ameaçará o barbudo, porém aquilo ao invés de por medo ou hesitação no bárbaro, apenas lhe rendeu uma boa gargalhada  e uns tapas amigáveis nas costas do Raizo - Acho melhor você ver com seus próprios olhos riria ao brincar, talvez não fosse o certo a se dizer, mas por enquanto evitaria confusões e acima de tudo eu acabaria perdendo minha pouca paciência. Com isso, creio que a situação havia se resolvido, minhas palavras apenas serviram para dar um clima mais descontraído, já que nos aproximávamos de Lvneel e eu não queria brigas entre os que estavam ali no navio.

Aliás, finalmente a ilha já estava visível para todos nós, já que a viagem estava se tornando um pouco monótona para mim que gosto de um pouco de ação ”Você deveria gostar da calmaria até porque não é tão comum, mulheres quererem se arriscar como você” ás vezes, os argumentos dessa voz são horríveis ”Fala sério, há muitos exemplos de mulheres que gostam de brigas e riscos responderia ao confronta-la como sempre ” Com o seu corpo fraco? Duvido muito a insistência por parte dela, certamente me irritava ”É só procurar que você acha, mas como você provavelmente nunca encontrará, eu farei esse papel diria em tom provocativo - Até parece deixaria sua voz ecoar em minha mente, todavia não responderia mais para evitar mais estresse. Apesar de já ter me alimentado com o pão, era óbvio que aquilo não me sustentaria pelo resto do dia e como todos os outros, eu iria até a cozinha para aproveitar o ensopado feito por Purg. Não demoraria muito por ali, apenas pediria por um prato e me serviria - Estou aqui de novo para comer, Hehe sorriria olhando para o homem, enquanto me serviria.

Voltaria ao convés com o prato em mãos, buscando algum local para me acomodar, enquanto comia sem muita pressa, já que provavelmente não iriamos demorar muito mais para chegarmos em Lvneel. Quando terminasse, deixaria o prato por ali mesmo de lado e pararia alguns instantes para olhar o pôr do sol o que era uma das coisas mais bonitas que poderia ver em um dia e por isso não desperdiçaria tal momento. Após esse acontecimento apanharia o prato da onde havia deixado antes e seguiria novamente até a cozinha para entregar o prato ao Purg - Estava delicioso! diria sorrindo ao rabugento revolucionário. Com isso, mais uma vez tocaria o violino no convés esperando a nossa chegada a ilha - There's something in the wind ressoaria ao começar a tocar o violino - I can feel it blowing in continuaria - It's coming in softly on the wings of a bomb em todo momento cantaria de forma calma. De toda forma, quando chegássemos em Lvneel, correria para desembarcar na frente dos outros que estavam no navio.
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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 2 EmptyTer 03 Jul 2018, 03:16

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II -Vagabundos também tem seus dias ruins.


Um gira mundo como eu,
Que vive a vida a procurar
Alguém que siga o meu caminho
E veja tudo como eu

O dia começava como sempre aquela sensação de perda forte, apenas a bebida e eu, meu cinto mostrava algumas das memórias felizes que podia naquele momento, memórias agradáveis que por melhores que fossem, quase arrancaram uma lágrima de mim, entretanto meus lábios se contraíram apenas para exibir um sorriso bobo no fim, não havia assim um gigante prazer naquele momento em que apenas derramava o álcool na boca pra aos poucos digerir aquilo, mas o fim da garrafa trazia de volta o velho eu, o bom e despreocupado vagabundo. Por fim eu encontrava a mulher com quem eu poderia talvez aprender algo a mais, ela sim era o ponto que podia melhorar meu dia, meu jeito despreocupado viria a tona como sempre, não precisava mostrar fraqueza ali. A vida às vezes prega peças em nós de maneira espetacular, nos joga pra baixo, nos pisa, e estoura nossas bolas, mas a resposta da mulher quanto a minha proposta me provava uma única coisa, Deus realmente existe, há uma recompensa por todo o sofrimento, sim a pequena possibilidade que surgia na minha mente já me pagava o sofrimento de uma vida toda, não precisava de outras coisas, só ver aquilo, a imaginação fértil fazia com que surgisse uma cena... que adentrava pelas minhas entranhas indo até o tecido nervoso no cérebro, sendo fortemente embutida na minha cabeça. A imaginação às vezes pode ser o carrasco do homem, ela nos condena pela própria vontade que trazemos, de que o mundo gire conforme nossos passos, siga as regras que nós mesmos propomos, a mera sensação de controle irreal que sentimos sobre nossas próprias vidas, faz com que tenhamos esse tipo de ilusão.

A mulher assim como em meus mais belos sonhos estava vestida pra matar, minha boca descia lentamente, enquanto o maxilar perdia a força de manter ela fechada, até o ponto que meu queixo bateria no chão olhando aquilo, por que eu nunca tinha pensado nisso antes? É genial de fato, olharia pra ela paralisado, contemplar a paisagem maravilhosa era meu único objetivo. No momento que ela me questionava se estava bom, a cabeça acenaria repetidamente por 5 vezes no mais completo sim possível, o nariz devia estar com um leve sangramento saindo aos poucos, algo que pode ser perigoso, morrer disso não é irreal. - O que eu acho? Acho que os anjos teriam inveja se te olhassem agora.- diria com um tom de voz médio, sem me exaltar, mas demonstrando empolgação nas palavras, assim como meus olhos seriam sinceros com os meus pensamentos, eles estariam com admiração e luxúria misturados, e um sorriso um tanto quanto malicioso se faria no meu rosto nesse momento. - Mal posso esperar pra começar.- apesar de toda a carga envolvida era realmente um treinamento, todos os ensinamentos passados iam sendo absorvidos, mesmo que às vezes minha atenção estivesse nas pernas dela, ou em diversas partes do que ela carregava de melhor em si. Quando tudo terminasse o momento era de agradecer. - Obrigado pelos shorts… digo… pelo treino.- completava coçando a parte de trás da cabeça quando terminava de falar; o tempo que fosse aquilo foi uma boa experiência, aproximaria meu rosto ao dela com um olhar provocativo durante essa fala. - Amanhã eu gostaria de ter uma outra aula se me permitir, quero aprender algo interessante anatomia humana, creio que não teria melhor professora pra isso.- nesse momento a falta da arte da sedução me fazia falta de todo modo, daria uma piscadela pra ela me retirando do lugar. Enquanto caminhasse para fora dali, iria acenando com a mão mesmo de costas.

Depois disso, meu objetivo principal era procurar a garota/garoto que estava no WOW, basicamente era uma das coisas que mais me tinha chamado a atenção por mais que todos fossem figuras caricatas, eu começaria a pensar diretamente sobre isso, enquanto caminhava pelo barco procurando Ryujin. Meu objetivo mental dessa caminhada era: Como descrever os homens que encontrei? vamos lá: Primeiro o careca de testa brilhante com asas nas costas, um artista de rua, que se fazia de estátua de anjo, completamente duro e sem dinheiro, buscava sustentar a família a troco de fazer esses shows em troca de moedas. Depois dele vem a Ruivinha, que um dia já foi o Ruivo, um arqueiro meio esquentadinho, que se colocava muito a serviço das pessoas, infelizmente uma tragédia mudou ele calça pra saias, longa história. Depois tem o Emo desgraçado, um garoto trevoso, muito calado e convencido, que ainda não sabe como se encontrar no lugar dele, culpado por ter deixado a ruivinha vestir saias. Depois dele temos o Pança ruiva… quer dizer, barba ruiva? sei lá que que é aquilo… bem pareceu um cara bem gente fina, gordinhos geralmente são gente fina, gosta de beber pra caralho, e tem uma afinidade com as pessoas como eu. Por último temos a eminha, ou eminho, uma garota (o) bem bonitinha, que achamos no WOW, estava sendo levada (o) pelo marinheiro que acabou sendo meu inimigo.

Bem esse é o grupo que estranhamente me encontrou, mas bem era a vida, pessoas estranhas atraem outras e assim por diante. Se na minha caminhada pelo barco finalmente encontrasse Ryujin me aproximaria do mesmo de maneira calma, sem muitos alardes, e dando um leve sorriso maroto começaria a falar. - E então garot…a, digo é… garoto, como estão os ferimentos? melhoraram?- Falaria calmamente, eu realmente tinha um pouco de preocupação na minha mente, que se fazia principalmente por conta do combate ter sido árduo e aquilo ainda o castigar um pouco talvez. - Mas tem algo que eu estava me perguntando, o que você planeja agora nessa nova ilha? eu pensei em talvez tirar esse tempo nela pra procurar algo pra me divertir.- comentaria de leve com ele apenas pra puxar algum assunto, eu estava buscando extrair um pouco mais dele, era um rapaz bastante calado, era interessante conversar com alguém assim, às vezes essas são as pessoas que mais tem coisas a dizer, a pesar de falarem pouco seus olhares e gestos podem mostrar muito do que são, é estranho eu estar tão sensato não é mesmo? mas fazer o que, vagabundos também tem seus dias ruins.

Ouviria o que ele tivesse a dizer naquele momento e depois disso apenas me prepararia para deitar, dando um ar de despedida antes de tudo. - Boa noite Ryu, eu vou deitar um pouco, cuidado com os ferimentos, e lembra o Pansa Ruiva… ops… digo pra o Sieg, ter cuidado no timão.- falava bocejando e me movendo novamente pra onde estive quando acordei. Eu não iria começar a dormir agora apenas pegaria mais uma garrafa de pitu, e começaria a beber ela novamente, amanhã com certeza será um dia melhor.


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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 2 EmptyTer 03 Jul 2018, 08:56

Yamazaki Raizo
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Surpreso com a reação inesperada do bárbaro, Raizo manteria a ninjaken apontada para o pescoço dele, mesmo após ser facilmente bloqueado pelo brutamontes, porém, após ver que o grandão não queria briga, ainda com o cenho cerrado e olhando para ele com o canto dos olhos, Raizo receberia os "tapas amigáveis" em sua costa, enquanto guardasse sua arma, deixando fazer o barulho característico do metal da lâmina colidindo com a bainha.

Raizo perceberia nesse momento que o brutamontes era o mesmo homem que havia encorajado à todos no navio com seu discurso, um tanto desrespeitoso porém muito inspirador. Raizo conseguia controlar suas emoções com maestria, mesmo que não correspondesse tanto à simpatia do brutamontes. Sua admiração pelo gigantesco homem estava levemente prejudicada, já que o mesmo fez o ninja relembrar memórias nada agradáveis com a sua atitude.

Após guardar sua ninjaken, Raizo tentaria disfarçar a surpresa em sua face ao ver um enorme tritão pular do mar e pousar nos convés da escuna. E então, virando-se de costas e caminhando vagarosamente, diria - Não me considero um herói, só nao consigo ficar parado enquanto outra pessoa invade a privacidade dos outros - após dizer isso, iria parar de andar, e ainda de costas, viraria apenas sua cabeça o  suficiente para que o brutamontes e o tritão vissem parte do seu rosto, e diria - E peixinhos desse tipo eu costumo comer assim que me levanto pela manhã...- O estilo de combate dos ninjas baseia-se em desestabilizar os adversários. Com o último comentário, Raizo não estava nervoso e nem queria brigar, tinha a intenção de abalar os brutamontes psicologicamente, já que já haviam mostrado ser esquentadinhos, e caso o tritão quisesse lutar, o ninja ja teria a vantagem psicológica.

Após dizer essas coisas, Raizo voltaria à Purg e, com os olhos fechados e uma pequena reverência com a cabeça, diria - Me desculpe pela interrupção Mestre Purg, se possível continuemos com o treinamento. - E antes que o major dissesse qualquer coisa o celestial completaria - E sim, pagarei o quanto for necessário pelo aprendizado!



Off:
 


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- Fala -
* Pensamento *
~ Flashback ~

Objetivos:
[x] Entrar no exercito revolucionário
[  ] Declarar guerra ao governo mundial
[  ] Organizar um ataque à marinha que entre para a história
[  ] Libertar os escravos das mãos dos tenryuubitos
[  ] Obliterar Mariejoa com uma arma apocalíptica


Última edição por Yamazaki Raizo em Ter 03 Jul 2018, 15:11, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 2 EmptyTer 03 Jul 2018, 12:22

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Estando sentado em algum canto como de costume estaria lendo o livro que Athena havia me dado, meus olhos transitariam pelas páginas enquanto eu apreciava as palavras e os significados que tais traziam, pois ler é mais do que parece. O processo da leitura exige um esforço que garante uma compreensão ampliada do mundo, de nós mesmos e da nossa relação com o mundo e isso faz com que eu admire livros e autores. Nessa linha de pensamento me perderia pensando em histórias que li no passado, geralmente era antes de dormir, assim eu me perdia em outros universos durantes as noites, o horário mais silencioso, exceto quando Athena ou Nike estavam roncando do meu lado, atrapalhava a leitura, mas com o tempo acabei me acostumando, tal hábito de leitura deve ter vindo de minha mãe, afinal ela costumava ler para mim quando eu não sabia e comprar livros depois que de me ensinar a lê-los, talvez a medicina e a leitura sejam as únicas coisas que demonstram que algum dia eu fui criado por ela.  Ouvindo Purg chamar eu terminaria de ler a página e dobraria a ponta da próxima, só então me levantaria e iria em direção a refeição, pegaria meu prato e uma porção das coisas que me aparecessem agradáveis e tentaria comer calmamente sentado em algum canto, comer rápido faz mal, ficaria impressionado com Purg conseguir fazer algo comestível e isso me traria uma expressão de surpresa, terminado de comer levaria meu prato aonde deveria ser colocado e seguiria para proa, aonde esperaria lendo por nossa chegada a ilha.




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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 2 EmptyQua 04 Jul 2018, 01:49



Ato III: Not Fast but Furious



O grupo estava cada vez mais próximo de seu destino, faltavam menos que um quilômetro até que chegassem em Lvneel e as preparações começavam a ser feitas. O Capitão era o primeiro a se mover em direção à deliciosa refeição preparada por Purg, fazendo piadas com o que o celestial dizia e o seu companheiro tritão ignorando as suas palavras como se ele não estivesse as ditas, a corrida era fácil para o Frey, apenas perdendo para Rurik que conseguia chegar antes e a disputa saudável dos dois pela comida era de certa forma engraçada, o tritão com um grande prato da sopa e o ruivo com outra, ambos saboreando daquela deliciosa sopa, o navegador sabia que não podia ficar parado, ele começava a fazer os seus afazeres com o prato em mãos, que derramava me meio ao balanço das velas que o mesmo fazia. Em meio a isso, Ryujin estava sentado perto da porta da cozinha, ele havia pego um apreço pelo cozinheiro revolucionário, desconfiando que mesmo com toda aquela casca dura por fora, havia um doce mole do lado de dentro, mas não parecia que seria fácil abrir aquela casca e assim que pedia uma bebida ao mesmo, Purg gritava do lado de dentro. - Você que entre e pegue! Tá achando que sou seu servo?! – O major era sempre o mais rude possível, negando o pedido do jovem pirata que infelizmente teria que se levantar para fazer aquele afazer, ao entrar pela cozinha, era acompanhado dos dois celestiais e Nerockiel, quase todos estavam ali.

Purg observava cada um se servindo, ele não exibia uma expressão para quando a garota dizia que havia vindo para comer novamente, apenas virando a cabeça e limpando o que havia sujado em meio a preparação da sopa. O celestial falava com ele, dizendo que havia voltado para continuarem o treinamento e que pagaria qualquer quantia necessária para aquilo, o velhote olhava diretamente para ele. - Que seja! Que comecemos logo então! – Ryujin, por outro lado, ouvia aquilo como uma reclamação e após pegar uma bebida não alcóolica já que não haviam do outro tipo por ali, saia da sala exibindo o dedo do meio ao major em um completo “foda-se”, enquanto que a Celestial também sabia junto com ele. Um pouco antes de saírem da cozinha, estavam Mephisto e Athenas que haviam passado um tempo treinando o estilo das ruas e que terminavam uma de suas conversas. - Não há de que. – Ela dava uma piscadela exibindo suas curvas ao curvar-se um tanto. - Você quer é?! Posso te dar essa aula de uma forma bem gostosa. – Ela passava a mão sobre o rosto de Redgrave e partia para ajudar Siegfried com os preparados da embarcação, tendo colocado a sua roupa usual de volta.

E o encontro de Ryujin com Mephisto era real, ambos estavam na amurada da embarcação quando o homem de cabelos platinados chegava ao moreno que era facilmente confundindo com uma menina se não prestasse atenção ou tivesse um bebido um pouco mais além da conta. Para Redgrave, aquela conversa era como um companheiro normal, mas para o espadachim exilado era uma história mais profunda, ele parecia sentir alguns sentimentos mais escondidos em relação ao homem, gostando da sua presença mais do que a de qualquer outro presente naquele barco. Ao darem boa noite, conseguiam escutar a celestial cantando um pouco mais abaixo dos mesmos, aproveitando daquele pôr do sol para com sua bela voz, fazer uma melodia soar linda.

O foco voltava-se para dentro da cozinha, onde estavam Purg e Raizo, ambos começavam os seus treinamentos para a primeira perícia da qual seria aprendida, Mecânica. Ele retirava alguns utensílios dos quais poderia ajudar ali e eram projetos eletrônicos, alguns alarmes e coisas parecidas, dos quais ele começava a ensiná-lo na prática e usando um livro do qual carregara consigo para ajudar na parte teórica. O valor de dois milhões de berries eram retirados do bolso do revolucionário e depositado nos de Purg.

O céu estava quase todo escuro, mas a luz era o suficiente para que Nerockiel pudesse ler o seu livro em paz e Mephisto conseguia achar um dos cantos naquele barco para conseguir dormir. O Holandês Arrombador se aproximava cada vez mais da ilha e após um bom gole de bebida do grandalhão, Athenas chegava para ajudar o navegador na direção de que deveria seguir para o lugar mais afastado daquela ilha. - Siga por ali. – Ela apontava com o dedo indicador para a direção. - Há uma caverna naquela região que nos levará ao esgoto da cidade e continuadamente para dentro do reino sem termos que nos preocupar com qualquer patrulha ou animais. – Ela tinha um grande conhecimento sobre a ilha e parecia conhecer ela melhor do que Sieg, por mais que ele já houvesse conhecido personalidades importantes dali. - Revolucionários! Estejam atentos! – Gritava a garota chamando a atenção de quem escutasse. A ilha estava cada vez mais próxima e a proximidade da mesma começava a ter seu efeito naquele barco, alguns pedregulhos mais pontudos e a maré baixa começavam a fazer com que Frey tivesse que tomar um cuidado especial ao manobrar perto dali. A caverna era mais visível a cada vez que se aproximavam, eles conseguiam ver a entrada bastante escura e acima dela, várias pedras que formavam a borda da mesma, era bem embaixo das pequenas montanhas das quais aquela ilha havia. A vegetação daquele lugar era quase nula, onde as pedras tinham a maior dominância.

Rurik ajudava Siegfried a descer a âncora e eles aportavam cerca de quinze metros do começo das pedras, o barco balançava e Katherine era a primeira a ficar mais próxima da amurada querendo descobrir o que haveria de novo naquela ilha. Athenas ao ser perguntada de quais eram os seus planos para aquela ilha, ela abria um grande sorriso tocando o nariz do grandalhão com a ponta de seu dedo. - Conseguir informações futuras, abastecer a embarcação e irmos direto para a Reverse Mountain. Nós formamos uma aliança e creio que o desejo de ambos seja ir para a Grand Line e a partir de lá, nós nos separamos. Até lá, tente não causar a maior confusão dentro da ilha, o comandante do QG é bem poderoso. – Ela sabia que aquela última frase não afetaria o ruivo, ela conhecia-o pelas suas grandes confusões e a comandante se afastava do pirata, dirigindo-se imediatamente para Nerockiel.

- Você terá uma função à mais dos que os outros. Quando chegarmos no reino, você irá para essa direção. – Ela mostrava para ele um mapa da qual retirava de seu bolso com uma localização marcada. - Seja furtivo, tente não chamar a atenção, os cidadãos desconfiarão de estrangeiros. Sua missão será obter três envelopes roxos guardados dentro de uma casa. Eu não tenho informações de como são suas guardas, mas você se encontrará com um agente. – Ela dava um sorriso para o moreno. - Ele estará vestido de um terno roxo, uma rosa branca em seu chapéu da mesma cor. Cumprimento-o com as seguintes palavras: Lindo terno, é da Jequiti? Ele responderá com: Quase, Lon Garçe. Este é como ele é conhecido. Ele lhe dirá as informações das quais precisa saber e como funcionará, considere-o como um ajudante. Você consegue, não hesite em nenhum momento. Você precisa de uma espada, certo? Ele costuma vender algumas de boas qualidade. – Ela, por fim, deixava ele sozinho com seu livro mais uma vez e se direcionava até Silverstone. - Acalme seus ânimos, partiremos mais tarde, ainda é cedo. – Athenas se localizava no centro de toda embarcação, chamando os seus revolucionários. - TODOS! Venham até aqui! – E Purg ao ouvir, terminava o treinamento com Raizo. - Vamos. – Ele guardava as coisas mais essenciais e começava se direcionar até a comandante.

A nova aventura estava prestes a realmente começar, os ânimo a flor da pele e Rurik com sua gargalhada mais do que estranha olhando diretamente para o ruivo, passando o seu braço sobre o seu pescoço. - Háháháhá! Seu verme, isso também está te deixando animado?! – O seu sorriso era como o de sempre, macabro.




Considerações:
 

Legenda:
 


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