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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Um jovem espadachim

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MensagemAssunto: Um jovem espadachim   Um jovem espadachim EmptyQua Jun 06, 2018 9:03 pm

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Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Ed Hitokiri. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Um jovem espadachim   Um jovem espadachim EmptySex Jun 15, 2018 9:01 am

Após um dia de treino no dojô, estava tentando voltar para casa, caminhando lentamente com a ponta da espada arrastando no chão, com a cabeça baixa com o olhar fixado para o chão, um pouco desanimando com a minha vida, me perguntando se é apenas isso que quero fazer, sentindo falta de emoções que não consigo definir.  Até agora em minha vida, nunca fiz nada de relevante, nunca viajei, nunca vivi uma aventura, nenhuma história empolgante para contar, esta minha vida é bastante tediosa. -Desde os 7 anos tenho aprendido técnicas com espada sem nenhum propósito, preciso de algum objetivo, algo que possa mostrar meu kenjutsu, algo que possa mostrar minhas habilidades, quero ser reconhecido por aquilo que faço. Apesar de ser reconhecido no dojô por ser o melhor aluno, isso não é suficiente, preciso que o mundo me reconheça, preciso de ambição.- Estava disposto a tentar mudar de alguma forma minha vida, precisaria de alguma função que necessitasse do meu talento. -Com os meus conhecimentos e habilidade para um jovem estou em um nível superior a muita gente modéstia a pate. Na marinha existem excelentes espadachins, apesar de ser fácil entrar na marinha talvez não tivesse tanta visibilidade, pois existem muitos. Tem a possibilidade de ser um pirata, mas é muito perigoso, pois ser perseguido por marinheiros e caçadores de recompensas e não ser pegue é muito difícil, porém deve ser mais emocionante que ser marinheiro e ficar limpando a base da marinha.- Após algum tempo refletindo sobre isso, me decidi ser um pitara, senti uma arrepio na pele, parecia que tinha tomado a decisão certa. Olho para minha boken, que está bastante desgastada por anos de treino e percebo que preciso comprar uma nova, mas não outra boken e sim uma espada de verdade.-Tenho que conseguir uma espada urgente, porque com esse pedaço de madeira não vou conseguir fazer nada.-  Coloquei minha boken na cintura e começei a andar. sinto confiante, que nada pode me parar, ergo uma cabeça e olho pra frente. Me imagino desafiando várias pessoas de alto nível pelo mundo. -Haha... isso vai ser bem interessante!-

Caminharei pela ilha em busca de uma loja de armas, perguntarei as pessoas que ver pelas ruas onde tem uma loja de armas que venda espadas. Se encontrar, entrarei na loja e pedirei ao vendedor para ver as espadas, caso goste de alguma, perguntarei o preço. Se o preço for razoável, talvez eu compre-a, se não, pegarei a espada e sairei correndo o mais rápido possível da loja. Se não encontrar a loja, procurarei alguma pessoa que esteja portando uma bela espada e tentarei tomar a espada. Se ele reagir usarei uma habilidade com a boken.
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MensagemAssunto: Re: Um jovem espadachim   Um jovem espadachim EmptySex Jun 15, 2018 10:05 am

O dia havia amanhecido e o jovem aspirante a pirata despertava após anos preso a ilusão de que ser o melhor de seu dojô seria suficiente, para muitos talvez fosse, mas para aquele homem sem dúvidas a vida guardava mais que a simplicidade de seu simplório lar e centro de treinamento.

Sem se demorar saiu do pátio em que estava costumado a treinar e partiu rumo ao centro da cidade, desarmado, sentia-se quase nu longe de algo o qual empunhar e isso fazia-o seguir até a loja de armamentos local. O ambiente interno era calmo, poucos clientes no ambiente e, ao segurar a katana apresentada pelo vendedor, pôde sentir a sensações de entusiasmo e poder que mesclavam-se com as de quem ainda acorda após uma boa noite de sono.

A calmaria dentro da loja retratava a calmaria da área urbana local que, a sua maneira, possuía um charme que em muito assemelhava-se ao das pequenas cidades interioranas. Aquela hora do dia ainda devia bater as seis no relógio central da cidade, uma pequena neblina tomava as ruas enquanto a maioria da população local de maneira tímida começava a inundar as ruas e vielas. Na armaria um homem ruivo e baixo, um anão acima da média para ser bem sincero, passava entre bocejos e coçadas nos olhos o valor da lâmina ao jovem aprendiz. - Essa belezinha custa cento e cinquenta mil, ou paga ou some. - Seu sotaque era carregado e com toda certeza aquele pequeno homem não era dali.

Um pouco chateado pelo preço abusivo, o jovem partia pelas ruas da cidade, e podia no caminho avistar as pessoas fazendo uma infinidade de tarefas. Algumas mulheres varriam as calçadas, enquanto homens montavam bancas de vendas de todos os tipos. Os pequeninos ainda não haviam saído da cama, essa era a beleza de ser criança e, mesmo o ambiente parecendo bastante sem graça a alguém disposto a alinhar-se ao lado fora da lei, uma mulher em especial chamava a atenção, não só por seu porte e beleza, mas sim pelo que estava preso as suas costas.

Algumas pessoas poderiam deixar passar aquela oportunidade, mas para alguém ágil, qualquer vacilo era um ponto interessante e no mínimo intrigante. Sem perder tempo o espadachim corria até a garota e atacando-a pelas costas puxava a espada presa por uma braçadeira ao seu tronco, a estratégia era simples, pegar e correr, bom, ledo engano. Com um ágil giro, ao notar a investida que estava sofrendo, a garota de cabelos dourados lançava-se para trás em um salto na direção do puxão do rapaz. Somando assim sua massa a força do mesmo, o que levava ambos até o solo em um forte tombo, ele por baixo, ela por cima.

Após isso as coisas foram bastante rápido e em um instante havia uma pequena faca, que anteriormente estava presa a bota da mulher, sobre a garganta do espadachim. - Ora ora, o que temos aqui? Estava pensando o quê garoto? Roubar uma ladra? - A mulher sorria entre as palavras, era desafiadora e ainda assim, amigável. - Está sedento por uma lâmina heim? Deixe de besteira, roubar uma arma é algo indigno de um espadachim, até mesmo para os da minha laia. Venha. - Se erguia, dando espaço ao jovem rapaz. - Trabalhe comigo em um serviço mais... Digno, digamos. E então terá sua espada. - Sorria, virando as costas para o jovem e começando a partir em direção a uma pequena multidão que se formava próximo a uma banca de alquimia do mercado local. Agora, o aspirante a pirata poderia acompanhar a mulher, buscar mais recursos para comprar a lâmina do anão ou simplesmente encontrar outra loja, as opções eram variadas, afinal, a vida era uma caixinha de surpresas, não é mesmo?

Dicas:
 

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MensagemAssunto: Re: Um jovem espadachim   Um jovem espadachim EmptySeg Jun 18, 2018 5:42 pm

Fiquei espantando com a reação da moça, não imaginava uma reação tão rápida. Acabar jogado no chão com uma faca no pescoço não era o que eu estava esperando. Parecia uma jovem tão frágil que pensei que até seria fácil pegar aquela lâmina. Ainda com cara de espantado fiquei olhando para os lados tentando imaginar como fui jugodo ao chão tão rapidamente. -Essas mulheres atualmente estão muito perigosas. As aparências enganam, não é mesmo? Que perigo, quase morro!- Ainda no chão, daria uma bela olhada naquela mulher de baixo para cima, ficaria admirado com aquela beleza. Me levantaria bem rápido, e assustado com aquela situação, daria alguns passos para trás. Limparia minha roupa que ficou suja com aquela queda com leves tapas para tirar a poeira. E daria outra olhada naquela linda mulher. Ouvindo suas palavras, apesar de não a conhecê-la, fiquei curioso pela sua proposta. Observei ela se dirigindo até uma barraca de alquimia. -Minha primeira tentativa de roubo foi mal sucedida. Será que aceito a proposta dela??? Talvez seja bom pra mim, ela mencionou que era uma ladra. Então  deve ser bastante experiênte com roubos. Na melhor das hipósetes, posso conseguir bem mais do que apenas uma espada. Enfim, tenho que falar com ela, mas é meio estranho, e um pouco constrangedor falar com uma pessoa que acabou de me humilhar em público. Porém, não devo me intimidar por causa disso, em um futuro não tão distante espero encontrar situações piores, isso devo ignorar isso, e ver que tipo de serviço ela tem a propor!-

Á seguiria lentamente com cautela até a banca de alquimia, onde ela parou. Me aproximaria bem perto, ficando ao lado esquerdo dela, de frente para a barraca,  olhando para o chão por está um pouco envergonhado diria -Me desculpe por ter te atacado, você é bem mais do que aparenta ser- Logo após, levantaria seus belos cabelos dourados e sussurraria. -Uma bela moça, delicada como uma flor, mostra seus espinhos como uma rosa.- Antes que falasse algo perguntaria -Que tipo de “trabalho digno” você fala, minha rosa?- Mesmo sabendo que provavelmente seria algo arriscado, eu aceitaria, pois não quero dispensar uma oportunidade que possa me ajudar com meus objetivos. Quero conseguir uma espada o mais rápido possível, e trabalhar com uma ladra deve servir como experiência para alguma coisa. Convidaria ela para andar pela cidade para explicar sobre o serviço e nos conhecer melhor. Após ela explicar o trabalho, perguntaria -Por que você está me ajudando?- Apesar de está conseguindo o que queria, era muito estranho uma pessoa que nunca tinha visto, me ofertar aquele tipo de proposta. Caso ela respondesse, peguntaria -Qual seu nome?- e -De onde você veio?- Havia várias perguntas que eu queria fazer, por não querer ser inconveniente, acho que essas perguntas seriam suficiente. Respondendo ou não minhas perguntas, me apresentaria -Me chamo Ed-.Caso não, entenderia que não estaria afim de conversa e ficaria calado, até o momento que ela falasse algo.

Independente de suas respostas, estava disposto a concluir meu objetivo. Como se trata de trabalhar com uma ladra, esperaria aprenderia agir como um gatuno, tirar carteiras dos bolsos sem ser notado, invadir comércios no meio da noite, ou até mesmo roubar um banco. Como meu primeiro ato de criminalidade não foi tão bem esperaria ela me auxiliar durante o processo do serviço.
Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: Um jovem espadachim   Um jovem espadachim EmptySeg Jun 18, 2018 11:15 pm

Algumas pessoas sentem certa adversidade frente a situações que afetam seu orgulho, outras apenas tentam deixar para lá e vivem com a péssima sensação de humilhação, se é que sentem esse tipo de coisa. Ed por sua vez era um rapaz indeciso, a invertida que tomara apenas o colocava em cima do muro entre estar de bem com tudo ou puto com o ocorrido. Felizmente, sua decisão era a mais sábia e acompanhando a ladra seguiam até uma viela um pouco acima do incidente que havia ocorrido entre ambos e lá escondiam-se atrás de uma carroça aparentemente abandonada, abarrotada de barris de madeira, muito provavelmente carvalho.

- Não sou rosa, mas posso lhe furar se continuar com esse papinho de galã. – A voz da mulher era firme, não grossa nem violenta, apenas afiada o suficiente para cortar, ou pelo menos mitigar, todas gracinhas vindas do lado masculino de Ed. – Nós iremos roubar aquela loja no fim da ladeira. Durante a semana paguei para algumas crianças espalharem a notícia de que haverá uma liquidação, exatamente as oito horas do dia de hoje. Óbvio que é uma mentira de marca maior, o velho mesquinho que é dono dessa loja nunca daria sequer um desconto, quanto mais liquidar algo, contudo, aquela multidão de idiotas acreditou e irá cumprir exatamente sua função no meu plano. – A mulher sorria ao notar que um homem alto de trajes sociais passava, abrindo espaço entre a multidão, no topo de sua cabeça havia uma cartola bastante ornamentada. – Aquele ali é o dono, ele não sabe de nada, mas deve estar achando que lucrará rios de dinheiro hoje. Vai entrar, tomar seu café e em cerca de vinte minutos abrir as portas é sua rotina. – Ela retirava um isqueiro de seu bolso e a adaga que havia usado para render Ed, inclinando o corpo para fora do beco, oito prédios separavam a posição da dupla até a porta da estabelecimento – Sua parte no plano é simples, basta esperar as portas se abrirem, aguardar que um terço dessa multidão entre, tirar a pedra que calça essa carroça e jogar esse isqueiro ACESO dentro dela, fique com a faca também caso necessite de algo extra. Após isso siga por esse beco e me encontre, ele dá nos fundos da loja de alquimia que nós iremos roubar. – Com certo cuidado a garota alinhava os cabelos por trás de suas orelhas, revelando um par de brincos negros, quase foscos pelo uso, seriam pérolas?

- Bom, estou te ajudando pois já estive em uma situação parecida com a sua, digo, a vida não é fácil para quem não está disposto a tomar decisões difíceis, eu aprendi a conviver com as minhas sozinha, talvez ajude você com as suas, mas no fim, quem irá tomá-las é você. – Sorria, erguendo-se e indo rumo ao beco, parando no meio do caminho, repensando nas respostas que ainda não havia dado. – Você pode me chamar de Kat, e para ser bem sincera, não me lembro de onde vim, das ruas seria a melhor resposta, mas eu não sou das ruas, as ruas é que são minhas. – Sorria, embrenhando-se em um silêncio assustador entre as sombras da viela.

As coisas aconteciam exatamente como a ladra havia dito, não demorava para as portas começarem a se abrir, mas algo fora dos planos surgia, um jovem marinheiro que circundava o perímetro começava a aproximar-se de Ed, o rapaz com a farda alinhada tinha um ar amigável e gentil, com um sorriso no rosto cumprimentando o rapaz. – Bom dia garoto!! Como vai essa força aí?! HAHA... Você por acaso sabe o que vem acontecendo na loja do senhor Dutch? Digo, a última vez que vi uma fila dessas foi no Teta Molhada, e o foi só porque o velho Bill estava oferecendo todas bebidas pela metade do preço. Se bem me lembro eu bebi muito esse dia, apesar de que me senti bastante mal no dia seguinte, não pude nem trabalhar, aquela porcaria devia estar vencida!! Mas quem liga, não é mesmo? – Ria baixinho, encostando-se na carroça ao lado de Ed, gentilmente prosseguindo o assunto. – Sabe, hoje cedo deixei minhas duas filinhas na creche, uma de seis e uma de três anos, são umas belezinhas, a mais nova quer ser médica, a mais velha quer ser marinheira como eu. Você tem filhas garoto? – Perguntava com um bobo sorriso fraternal no rosto, enquanto começava a vasculhar o interior de sua carteira em busca de uma foto de suas pequenas garotas. Aquela pequena brecha dava ao jovem aspirante a pirata um curto momento de decisão, o que faria? No fundo, o jovem espadachim poderia notar que um terço das pessoas já haviam entrado e algumas começavam a sair com ar de transtorno em seus rostos. O tempo batia a sua porta e cabia a Ed tomar uma decisão, uma daquelas difíceis que mudam a vida de uma pessoa.
OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: Um jovem espadachim   Um jovem espadachim EmptyTer Jun 19, 2018 8:51 pm

Ao ver o marinheiro fiquei de um certo modo preocupado, mas não deixaria um mero marinheiro estragar o plano. Eu teria que agir rápido, de modo que, não fizesse muito alarme. -Este marinheiro apareceu no pior momento possível, e agora, o que vou fazer? Terei que matá-lo? Se for para concluir o plano, eu não hesitarei, eu matarei a sangue frio, sem piedade!.- Ao ouvir seu bom dia e suas perguntas, responderia suas perguntas com cordialidade. -Bom dia, marinheiro! Eu vou bem e o senhor? Rapaz… Ouvi dizer que variam alguns de seus produtos em promoção!- Ouvindo eles falar de suas filhas, fiquei com um pouco de receio, pois parecia ser um excelente pai que amava muito suas filhas, imaginei como suas filhas sentiriam falta de seu pai, por culpa minha. Mas esta não era a hora de sentir remoço. -Terei que matar, pois meu futuro como pirata de depende disso, e um marinheiro morto no meu currículo é um belo começo.- Estava disposto a fazer o possível para que o plano seja executado com sucesso. Em alguns instantes fiquei ansioso, eu parecia uma cobra preste a dar o bote em sua presa, estaria apenas esperando uma brecha para que o marinheiro perdesse sua vida. Balançava a perna como estivesse com pressa, pois as portas da loja estavam abertas e uma certa quantidade de pessoas que estavam na frente da loja já tinham entrado. Percebi ele procurando algo em sua carteira, despreocupado, e vulnerável, como eu queria, não poderia deixar essa chance passar, pois não saberia quando surgiria outra oportunidade como essa. -É agora, não posso esperar mais, Kat deve estar com raiva, me esperando atrás da loja!-.

Daria uma investida, um salto rápido, simultaneamente sacando a adaga que Kat tinha me dado com a mão direita. Minha a mão esquerda, levaria até a boca do marinheiro, com o objetivo de inibir qualquer tipo de grito ou barulho que tentasse fazer. Levaria ele ao chão e tentaria furá-lo duas vezes no peito para enfraquecê-lo. E por fim, cortaria sua garganta. Após isso, acenderia o isqueiro e incendiária a carroça, e depois correria para tirar a pedra que travava a roda da carroça e iria para de trás da loja encontrar Kat. Caso ele percebesse minha investida e interceptasse minha mão direita, tentaria arremessar a adaga para mão esquerda, perfuraria no meio do seu peito tentando acertá-lo no coração. Após isso, acenderia o isqueiro e incendiária a carroça, e depois correria para tirar a pedra que travava a roda da carroça. Caso o marinheiro esquivasse de minha investida, tentaria me recompor, esperando que ele viesse para briga. Se ele viesse para cima, eu esperaria ele estar bem próximo, eu tentaria agarrá-lo por baixo, levaria ele e jogaria no chão. Imobilizaria ele, pisando em seu braço esquerdo e seguraria seu pescoço com a mão esquerda sufocando-o, e por fim, mataria ele com várias perfurações em seu peito. E seguiria com o plano. Se o marinheiro apenas fugir, eu seguiria com o plano normalmente. Iria para de trás da loja de modo que não levantasse suspeitas, e encontraria a Kat, para saber qual seria o próximo passo do plano.

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MensagemAssunto: Re: Um jovem espadachim   Um jovem espadachim EmptyQui Jun 21, 2018 8:30 am

A vida é feita puramente de escolhas, algumas delas dão orgulho para aqueles que cercam e amam a gente, outras nem tanto e são justamente essas que nós, como humanos que somos, escondemos de quem realmente nos é importante. O primordial  aqui é que mudamos a cada escolha que fazemos e de alguma maneira afetamos tudo a nossa volta. Quando Ed optou por matar aquele marinheiro e ajudar a pirata, ele não só se tornou um pirata como também fez duas garotinhas se tornarem órfãs, afinal, sabendo ele ou não, aquele marinheiro havia perdido a mulher no parto de sua filha mais nova e conseguira cria-la apenas graças a ajuda de sua filha mais velha. Infelizmente, a assistência social separaria as duas e muito provavelmente o jovem assassino as encontraria daqui a alguns anos, trabalhando em um bordel qualquer, vendendo seu corpo por dinheiro, isso se elas ainda estivessem vivas entre os abusos que teriam de enfrentar para sobreviver em nossa sociedade. O bem de um pode custar o mal de outros, essa era a regra primária de todas as coisas e ainda não havia acabado.

As coisas aconteceram muito rápido, o nobre marinheiro apanhou a foto de suas filhinhas e ao virar-se para o jovem Ed, foi recebido com um par de punhaladas, entre urros agonizantes, seus olhos vitrificados foram perdendo a vida, havia medo, havia horror, havia traição, havia tristeza na expressão daquele homem ao deixar esse mundo. O sangue inundou as roupas do aspirante a pirata, se é que ainda pudesse ser chamado assim, um borro vermelho borrava a calçada e as mãos agora pegajosas do assassino. – M... Min... Minhas men.. ninas... – As últimas palavras do pai de duas crianças saiam sofridas, a pequena foto de duas garotas risonhas misturando-se ao sangue, escapando por seus dedos, assim como sua vida.

Contudo, o mundo não pode parar para que possamos descer e sem perder tempo a carroça queimava, ardia em labaredas ferventes que linguada a linguada varriam o ar ladeira abaixo. O homicida não perdia tempo e logo seguia pela viela, não poderia parar, mas se parasse alguns segundos, quem sabe se arrependesse do que seus atos acarretariam.

A viela era um local silencioso e morbidamente úmido. Enquanto enveredava entre os pequenos tijolos, latas de lixo e poças o rapaz agora eufórico diante de tamanha adrenalina podia notar que aquilo não levaria a lugar algum, digo, instantes após sua correria em busca de Kat tudo que havia encontrado era um beco sem saída, ou pelo menos era isso que imaginava. A sua frente, no fim de todo aquele ambiente, havia uma depressão, chão acabava em um meio muro que dava em cima do telhado de uma pequena loja de charutos. A ladra aguardava seu parceiro do outro lado do telhado, com o equilíbrio de uma gata, sorria ao notar que as vestes de seu companheiro estavam todas ensopadas de sangue. – Venha, pule isso e me siga. – E assim o homem fazia, andando com enorme dificuldade entre as telhas, quase torcendo o pé ao descer em um salto ao lado de sua companheira de furto. – Muito bem, vejo que você tomou sua decisão, fico feliz em ver que foi a certa, agora me siga.

Se por ventura o pirata seguisse a ruiva, poderia notar um certo desconforto em seus pés devido ao impacto no salto que dera, não era perito nisso, talvez em um momento oportuno pudesse pedir-lhe dicas e ensinamentos sobre o assunto, o fato era que agora não estava mais em perfeito estado e isso implicava também sobre as escolhas que teria de tomar. O fundo da loja a ser roubada era algo bem simples, como o de qualquer estabelecimento comum, exceto é claro por sua porta de aço anormalmente reforçada e trancada. – Certo, me dê alguns segundos. – Agilmente Kat sacava um pequeno saquinho de seus pertences e começava a trabalhar na tranca que impedia a dupla de alcançar seu objetivo, alguns minutos foram suficientes para que ambos pudessem transpassar a fechadura e adentrar o local.

O ar dentro da loja do alquimista estava denso e logo ao abrir a porta uma enorme onda de calor escapou, isso e uma forte rajada de fuligens, seria fumaça aquilo? – Droga, demoramos demais, temos que nos apressar. – Conforme a dupla avançava, o breu em que estavam começava a ficar claro, pontos de luz vermelho oscilavam criando sombras e cada vez mais o ar tornava-se pesado, denso e sujo. – Diabos, acho que... – Gritos podiam começar a serem ouvidos, gritos de desespero em meio ao som de unhas cravando-se na madeira, arranhando, retinindo em meio a estilhaços de vidros rompendo e baques de madeira oca caindo. Mais e mais chamas.

Ao adentrar a sala de especiarias, sentindo o forte calor em seu rosto o jovem pirata poderia ver inúmeros corpos em combustão pelo chão, não eram mais reconhecíveis, apenas se agitavam e contorciam enquanto o fogo consumia suas carnes. – Merda... Merda... Garoto, pegue o que puder de valor, priorize ouro e prata, eu cuido dos componentes, AGORA!! – A mulher misturava-se ao breu da fumaça indo para uma zona mais interior da loja, dando a Ed o espaço para explorar o local, uma tarefa nada fácil em meio a inúmeros corpos, fogo, fumaça e gritos de desespero. Estavam todos mortos ou morrendo, mais da metade daquelas pessoas que outrora estavam na porta e dentro da loja. Caso procurasse adequadamente, o jovem poderia encontrar alguns pertences interessantes, cada qual variando com sua sorte e linha de raciocínio. Mas quanto tempo aquele prédio permaneceria em pé?

OFF:
 

Cole isso no fim do seu post.

Código:
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Última edição por Morningstar em Qua Jun 27, 2018 12:29 pm, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Um jovem espadachim   Um jovem espadachim EmptySex Jun 29, 2018 9:22 am

A morte daquele marinheiro poderá ter sido um divisor de águas para mim, não tinha tempo para refletir sobre isso, era a forma mais rápida de me livrar do marinheiro e seguir com o plano, enquanto eu corria exarcado de sangue a imagem daquele homem não saia da minha cabeça, aquela foi o meu primeiro homicídio, nunca esquecerei. Continuei correndo pela viela, aos trancos e barrancos, tentando chegar o mais rápido em Kat, após chegar no final do beco, parei e respirei bem fundo, as coisas estavam acontecendo rápido demais, olhei em minha volta e não havia saída, apenas um pequeno desnivelamento a minha frente no chão. -Essa é a única passagem possível!- Sem perder tempo passei por aquela abertura e me deparei com um telhado, e no final do telhado, avistei Kat. Devido a falta de equilíbrio e ainda pensando no marinheiro que matei anteriormente, tive muita dificuldade em atravessar o telhado. Chegando no final do telhado, Kat me pediu para que saltasse pra que seguirmos em frente, e eu pulei, caí meio desajeito e senti uma leve dor nos pés, não apenas pelo impacto do salto, mas também pela caminhada no telhado. Quando aterrissei me senti aliviado, pois nunca tinha passado por está situação na minha vida. -Preciso que você me ensine a me equilibrar, pois quase caio daquele telhado, não quero passar por isso novamente!- Ao nos fundos da loja, existia uma porta de aço quase impenetrável, mas Kat, pediu alguns minutos e começou a cutucar a tranca da porta, eu apenas observei, a concentração e agilidade de Kat era impressionante, fiquei admirado com tanta habilidade, aquilo pareciam anos de experiência. Esperei ela terminar o trabalho, e entrarmos na loja, e disse: -Você é bem habilidosa, Kat! Se não for pedir muito, e se você quiser pode me ensinar como destrancar portas também, Kat!- A loja já estava tomada quase toda pelo fogo, vendo as condições do local, Kat nos apressou, falou para pegar qualquer coisa parecida com ouro e prata. Minha missão era bem simples em teoria, mas bastante difícil pegar coisas de algum valor em meio aquele caos. O cenário parecia um filme de terror, corpos carbonizados, gritos e fogo, na verdade parecia o inferno.

Em meio aquela situação, eu tiraria minha blusa ensanguentada, amarraria a parte da gola e da manga, com o objetivo de fazer um saco para colocar os objetos dentro. Procuraria os utensílios em prateleiras, em gavetas de cômodas e armários, sem distinção de valor colocaria tudo das prateleiras arrastando com meu braço e jogando tudo dentro do saco. Sacaria as gavetas para fora e sacudiria os pertences que eu encontrasse, dentro daquela blusa imunda. Arrobaria os armários com chutes se estivessem trancadas. Se eu visse algum baú, abriria e pegaria o que estivesse dentro, se o baú estivesse trancado com algum cadeado, procuraria algo pesado como uma barra de ferro ou uma marreta para quebrar a tranca, e obter o objeto dentro do baú, se estivesse demorando muito, desistiria e deixaria de lado. Procuraria o mais rápido possível. Após de terminar de vasculhar o meu perímetro, iria para a porta dos fundos e esperaria a Kat. Se ela não retornasse, imaginando que ela estaria com algum problema, iria em sua busca. Se ela tivesse debaixo de escombros, tentaria ajudá-la retirando os escombros sobre ela e à levantaria, se ela não estivesse conseguindo andar, eu carregaria a mulher em meus ombros, ou ela poderia estar intoxicada pela fumaça de alguma especiaria consumida pelo fogo, causando um gás tóxico, assim que sentisse algum cheiro estranho, respiraria o mínimo possível, para não me intoxica e tentaria resgatá-la, levantaria Kat e daria um ombro de apoio para que ela andasse, ou se estivesse desmaiada, levantaria ela colocando meus braços sob suas axilas e colocaria em meus ombros, e levaria até a porta dos fundos, se conseguíssemos sair dali, deixaria ela em um local seguro e isolado, e examinaria com o propósito de desintoxicar Kat. Ela não poderia morrer agora, pois teria muito que aprender sozinho, e com ela ao meu lado talvez as coisas ficariam mais faceis.
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MensagemAssunto: Re: Um jovem espadachim   Um jovem espadachim EmptyQua Jul 04, 2018 12:32 am

Há quem diga que tanto o céu quanto o inferno, poderão ser criados á nosso bel prazer, pois eles se originam em sua essência apenas, daquilo que escolhemos ser. O jovem Ed agora entre aquelas chamas malignas, por mais que não soubesse em um todo ou sequer tivesse ideia, estava apenas colhendo o fruto de suas escolhas momentos atrás. Os corpos aos poucos tornavam-se mais silenciosos, o fogo aumentava e o ar ia ficando mais rarefeito enquanto o calor se intensificava, para os desafortunados, restava agora apenas cinzas e memórias de uma vida feliz se comparada a morte que haviam tido.

Aquele podia ser ou não o dia dos piratas já que, inicialmente logo de cara o espadachim conseguia encontrar uma caixa registradora bem recheada, não contava nem nada do tipo, estava eufórico por pegar tudo que conseguisse e partir, claramente a euforia não era uma boa parceira à atenção. Prateleira por prateleira, gaveta por gaveta Ed foi pilhando, louças, talheres, vasilhas, algumas cheias, outras vazias, parecia que qualquer coisa reluzente seria suficiente para lhe agradar, mas não era só isso, ele tinha prioridades e ao notar um baú, logo correu para o mesmo, ali começou a tentar abri-lo, o recipiente contava com um bom cadeado e apesar de não ter mais que vinte centímetros algumas pancadas, marteladas com um castiçal que encontrara perto foram efetuadas e enquanto isso acontecia, as labaredas cresciam ao seu redor,  pouco a pouco a calça começando a se transformar em brasas.

O calor trazia sua atenção de volta a realidade e o susto das chamas o fazia largar a caixa que ia ao chão e se espatifava, revelando uma fruta cheia de ondulações e parâmetros estranhos. Para Hitokiri aquilo não fazia sentido algum, uma fruta trancada? Mesmo assim suas insistências tentando abrir aquele baú faziam-no pegar aquela porcaria desajeitadamente e enfia-la em seu saco, agora pela primeira vez sentindo algo estranho na fumaça. Era óbvio, uma loja de alquímia guardava produtos químicos e por mais que bem selados, agora sua fumaça já começava a infectar o local, sabendo disso o pirata antecipou-se e correndo com as pernas ainda em chamas, partiu para fora do inferno que aquele lugar tornara-se nos últimos minutos.

Kat estava estirada com o peito para cima, tossindo como se metade daquela neblina negra houvesse sido sugada para dentro de seus pulmões. Revirava-se e se contorcia, a dupla era puro suor, fuligens e cinzas em suas roupas quando uma chuva de verão começou a cair, primeiro timidamente para logo em seguida tornar-se um temporal. O ambiente do fundo da loja era silencioso, podia-se ouvir apenas as toras caindo em chamas em meio aquelas labaredas, o som da água batendo nas pedras do solo e por sua vez, as tosses da garota que ainda tentava recuperar o fôlego após tudo aquilo.

- Puta que pariu... COFF!! COFFF!! Você viu essa merd... COOOOOF!! ESSA merda? – Kat sorria, toda molhada, os cabelos colados no rosto lhe dando um ar mais sexy, bem como sua camiseta branca, totalmente colada, quase uma segunda pele... – Ouvi o que você disse lá dentro, venha. – Levantava-se, um pouco cambaleante. – Vamos para minha casa. – A dupla seguiu por alguns becos, em silêncio completo enquanto a chuva agora ia ficando cada vez mais forte e incômoda para a pele, até que finalmente encontrarão uma porta baixa em uma viela, uma pessoa normal não conseguiria passar por ali em pé e justamente por isso Kat se abaixava, enfiando uma chave em seu trinco para abrir o portal que com um grotesco rangido, deixava clara a falta de óleo em suas juntas. – Sente-se e passe isso nessas pernas. – A mulher puxava uma cadeira e lançava um pote de pomada para Ed, o ambiente por trás daquela parede era de um tamanho comum, bem iluminado mesmo não tendo abertura alguma além da velha porta de ferro e cheio de inúmeros itens, dos mais diversos tipos, que se empilhavam e aninhavam em prateleiras e mais prateleiras. – Você devia cuidar com o fogo garoto e eu, bom... Eu preciso disso aqui.– Servia uma taça de vinho enquanto andava pela sala, e ao mesmo tempo ia bebendo, falando e caminhando para lá e para cá. - Agora me dê esse saco aqui. – Apanhava a camisa do pirata e virava sobre a enorme mesa de carvalho, que inexplicavelmente tinha entrado por aquela minúscula porta. – Tem interesse em aprender como se virar em momentos de aperto, não é? Você se saiu bem hoje, irei te ajudar sim. Ah, antes que eu me esqueça. Essa coisa embainhada aí, na parede atrás de você, é sua. – Uma espada estava embainhada quase acima do ombro de Ed, esperando para que seu dono a pegasse. No fim das contas, o inferno era até agradável, não era?

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