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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 I - For Whom The Bell Tolls

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MensagemAssunto: I - For Whom The Bell Tolls   I - For Whom The Bell Tolls EmptyTer 05 Jun 2018, 14:35

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Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Sophia Aldebaran Rockfeller. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: I - For Whom The Bell Tolls   I - For Whom The Bell Tolls EmptyTer 12 Jun 2018, 14:39

Passo 1: Encontrar um alvo de verdade



Os últimos dias em Shells foram uma fuga do meu trabalho, ou melhor, em parte tem sido, já que ainda não terminei a penitência de Alexis, mas não existe pressa pra isso, ela não pretende abandonar o barco, e haviam criminosos que eram realmente perigosos à solta pelo mundo, na verdade mais do que eu possa contar nos dedos, e talvez um dia a pequena tenha de vestir o manto, da Juíza, mas até lá eu tenho muito a acrescentar na mente dela. Eu a trataria de uma maneira boa, eu jamais reproduziria algo como o que meu pai fez comigo, mas ainda seria dura quando precisasse, aliás ela não é tão nova assim, apesar da aparência dela ser de uma garotinha, mas por mais que eu não goste de admitir, a presença dela me fez bem, muito mais bem do que gosto de imaginar, mesmo que a conhecesse a poucos dias existia um certo apreço em mim por ela agora era hora de enfrentar a ilha a minha frente.

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Hoje era o dia de começar a exploração da ilha, eu tinha todo um mundo novo na frente dos meus olhos pra iniciar minha caçada, mas antes de tudo me moveria para procurar algum lugar pra comprar armas, eu queria conseguir luvas de combate, e o que mais me dá arrepios quando penso em explorar a cidade, é ter de fazer perguntas as pessoas para encontrar as coisas, não que eu não goste de pessoas, mas eu ao longo do tempo… desenvolvi um pensamento pessoal, é uma regra que rege as vertentes do mundo, você deve estar se perguntando qual é não é? o que eu te digo é que, os idiotas estão distribuídos estrategicamente pelo mundo, para que você possa encontrar ao menos um por dia, eu achava que isso fosse pessimismo… mas não é, eles realmente estão além da nossa compreensão, as vezes acho que eles possuem uma organização própria onde anotam quantas pessoas por dia eles enchem o saco e completam entre si, e quando estamos falando de civis, 1 a cada 5 está nessa classe específica irritante.

Bem infelizmente eram com eles que eu teria de contar, a caminhada seria tranquila, não forçaria a marcha e pararia a primeira pessoa que encontrasse na rua para a questionar. - Bom dia, você sabe onde posso achar uma loja de armas?- Começaria inicialmente com um rosto calmo e um sorriso sincero nele, simpatia não é meu nome do meio, mas poderia dizer que eu me esforço e eu esperava que ele me dissesse, mas imaginava também a possibilidade de o indigente, com problemas mentais, fosse desse grupo seleto de pessoas e me viesse com algum papo do tipo “Nossa, mas o que você queria fazer numa loja de armas, armas são perigosas moça.” por algum motivo, eu sinto que o destino, vai me jogar algo assim, sim eu estou falando de você mesmo que esta me vendo aqui e se divertindo imaginando meu rosto quando ele disser isso e de fato… meu rosto naquela hora mudaria, eu sentia a vontade de mandar ele ir tomar naquele lugar dele onde o sol não bate. Mas segurando minha vontade de simplesmente xingar a mãe de tal pessoa, meus lábios abriram, e posteriormente forçaria um sorriso, se fosse necessário, com os dois dedos da mão para que a raiva não viesse a transparecer, apesar de eu imaginar que talvez não fosse 100% efetiva nisso.

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Ainda com o sorriso um tanto quanto forçado, sem praticamente mover os lábios mantendo a compostura falaria. - É sério, eu caço recompensas e preciso da minhas luvas de combate pra fazer as coisas funcionarem melhor, além de que eu odeio ficar sem elas.- e sim era de extremo desconforto pra mim quando não estava de luvas, e por isso, eu queria encontrar elas o mais rápido possível, as mãos que eu mais me envergonho, expostas ao mundo? Pra um civil, até aceitável, mas mostrar minhas fraquezas aos meus inimigos? Não farei isso, ainda mais que meus punhos são minhas armas, meu instrumento da justiça, e para os maus, elas só servem para a punição, a nudez de meus punhos, é mais frustrante e menos pura que se eu de fato estivesse nua, se tivesse luvas, andar por aí sem as roupas não seria um desafio tão grande quanto esse de estar interagindo com um idiota, com essas mãos cheias de costuras… bem o quanto antes eu sair disso melhor. Se o primeiro cara não soubesse me dizer, partiria para o próximo, e o questionaria de mesmo modo até em algum momento alguém poder me dizer onde eu deveria ir.

Se finalmente recebesse a informação seria hora de seguir a loja de armas, minhas mãos bem eu esconderia elas por baixo da blusa durante minha caminhada, eu as colocava mais por baixo da camiseta, apenas as puxando pra frente, era a ideia esconder um pouco melhor só pelo conforto mesmo, andar sem pensar muito no que está a minha volta. Caso finalmente chegasse na loja de armas, me aproxima de quem quer que estivesse vendendo, e dessa vez com um sorrisinho sincero, o questionaria. -Você teria luvas de combate senhor? se tiver, eu gostaria bastante de comprar alguma, e poderia me mostrar as que tem?- eu tinha um certo apreço por esse momento, escolher minhas luvas era um pouco especial, quando a muito tempo estava para pegar minhas primeiras luvas, elas me deram uma confiança que eu não entendia exatamente de onde vinha, isso claro quando ainda treinava com meu não tão amado velho, por isso escolher a luva que eu queria sempre tinha um peso de certo modo. Se ele trouxesse algumas para que eu pudesse ver pediria permissão para realmente testar elas ver o encaixe na mão e qual delas ficaria melhor, tanto isso quanto a consistência da luva, o material que ela era feito.

Minha preferência sempre seria para a que se encaixasse melhor nas mãos, e tivesse o melhor material, assim que escolhesse então vinha a hora de saber mais sobre os preços. - Quanto custa a luva?- falaria bem contente nessa hora afinal eu tinha o que queria, na verdade o que eu precisava… e logo pagaria o preço que fosse justo, assim que terminasse vestiria as luvas, e começaria a andar, muito mais confiante do que anteriormente, agora até mesmo mais animada do que antes. Meu segundo objetivo partia daqui, não era nada muito mirabolante era agora apenas, negócios, em primeiro passo caminharia para o QG da marinha da ilha, era lá que eu precisava ir, da última vez que peguei cartazes num bar bem… a falha se fez minha realidade, então evitarei isso ao menos dessa vez. Por mais que novata na ilha eu já havia visitado o quartel antes o que devia facilitar minha caminhada para o lugar. Marinheiros normalmente são pessoas menos complicadas de se lidar, ou sempre vi dessa maneira, a objetividade deles é que me seria um trunfo, já que não precisava me estressar, tanto quanto num ambiente mais próximo de trazer civis.

Caso chegasse ao quartel, o próximo passo era descobrir onde ficam os cartazes de procurados deles, mas não vou sair andando igual uma retardada dentro do quartel, sem nem ser uma marinheira, caçando coisas por horas, não é verdade? bem se você pensou isso… eu te direi que você está errado, é exatamente isso que vou fazer. Não só me daria uma chance de conhecer um pouco do QG, como eu podia ver mais as pessoas que trabalham no lugar afinal são eles que se intitulam a “justiça” e se se chama de justos… bem eu gostaria de ver que tipo de seres habitam esses quartéis, por mais que antes tivesse procurado piratas, todas as entregas foram feitas por Diego e desse modo as vezes que fui ter contato com quartéis diretamente apenas parei por perto da porta, isso por que é comum olharem pra mim com maus olhos, sabe o que eles dizem? Te conto: “Olha alí a vadiazinha Rockfeller, deve estar cheia de pó, trazendo ele pro quartel vamos atrapalhar a vida dela” mas hoje eu estou em um estado de espírito onde uma palavra rege minha vida, um grande e sincero “Foda-se”, esse é o serviço que protege os civis, e eu sou uma civil, então eu imagino que se eu tentasse me suicidar aqui dentro, eles tentariam me impedir. hum… é algo que testarei mais tarde.

O único momento que eu falaria algo com alguém, era se me questionasse, o que eu estava fazendo no QG ou se alguém me parasse na porta, pra perguntar onde estava indo, ou o que eu queria ali. Em ambos os casos eu diria a mesma coisa. - Estou aqui atrás de cartazes de procurados, me tem alguma informação útil?- sim eu diria isso, afinal, seria bom se houvesse um norte antes de achar os cartazes, e principalmente se esse me levasse de uma maneira mais diretiva até eles, por mais decidida que eu estivesse a vagar pelo QG, qualquer informação me acrescentaria bastante. Se em algum momento eu por conta própria achasse, ou por meio de qualquer pergunta, eu me aproximava checando as recompensas dos cartazes em minha frente, pensava de certo modo, em algo de 5.000.000 para cima, ou nessa faixa ao menos. Mas não me importaria que fosse mais ou menos, de todo modo queria pegar a mais alta que encontrasse com minhas vistas, escolher um alvo é um momento às vezes delicado. Você deve estar pensando “Nossa Senshi, mas você não vai punir todo mundo malvado, esse não é seu trabalho mesmo. Não devia ter isso de escolha” pra você eu respondo: Só me deixa vai!

Encontrando algo como eu queria, pegaria o cartaz, e dobraria caminhando finalmente para fora do QG, claro que antes teria parado alguns instantes pra memorizar o rosto, afinal, escolher alvos, lembrar de rostos, é parte voraz do meu trabalho. E agora era hora de encontrar Alexis, sim, eu tinha um combinado com a pequena e precisava ir pra o lugar chamado Lar das Queixas, foi onde nos despedimos ontem então não seria difícil encontrar… Eu acho… iria vagarosamente para o lugar, pensando no dia dia, que estava tendo atualmente, e em como seria hoje, não acreditava que fosse ser nada lá muito diferente, mas ao menos ver a pequena, ia ser um ponto alto do meu dia, ultimamente por algum motivo, ela tem me alegrado muito mais do que o normal, acho que eu estou toda errada também, mas bom… fazer o que né? A gente não sabe quando uma coisa pequena como aquela vai surgir na sua vida.

Assim que a pequenina chegasse caminharia até ela ou se ela já estivesse lá, a reação seria a mesma, me aproximaria calmamente, e começaria dizendo. - Pronta para fazer seu primeiro serviço?- minha alegria ao ver ela era notável, não era uma expressão facial que eu controlasse muito. Só surgiria levemente um sorriso no rosto, bem… no mais ia ser divertido ter um dia de caçador hoje, fazia algum tempo que as coisas estavam paradas demais, e queria animar o dia de maneira que no final dele, eu possa ir dormir pensando, além de é claro, não posso perder a mão do julgamento.




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MensagemAssunto: Re: I - For Whom The Bell Tolls   I - For Whom The Bell Tolls EmptyQua 13 Jun 2018, 22:34



I - For Whom The Bell Tolls



O sol estava quente sobre as cabeças de quem andavam nas ruas cheias de Shells, as pessoas conversavam para toda as direções das quais Sophia poderia olhar e cada uma tinha uma expressão diferente, felicidade, tristeza e cansaço de outras. O suor escorria levemente sobre a pele lisa da garota com um objetivo atual em mente, seguir em direção a uma loja de armas. Sua sociabilidade não era das melhores, havia uma irritação só de pensar em qualquer cidadão com quem teria que falar devido a regra natural de sempre encontrar com, pelo menos, um idiota por dia e tinha um azar tão grande que a primeira pessoa da qual perguntava para qual direção deveria seguir era uma delas. - Nossa, mas o que você quereria numa loja de armas? Armas são tão perigosas, moça. – Ele olhava em seus olhos dos quais expressavam a raiva do qual seu sorriso forçado com dedos não escondiam. - Olha, sô, ela fica para aquela direção. Mas toma cuidado, você é tão gracinha, deveria se casar comigo e não ser uma caçadora. – Independente de quão nua estava se sentindo naquele momento, a garota começava a se mover na direção indicada pelo dedo indicador do jovem que havia lhe dito.

Não demorava muito até encontrar o que procurava e adentrava a loja conhecendo um velho senhor bem calvo e com roupas bem humildes brancas. Ele olhava para a bela moça entrando em sua loja e respondendo ao sorriso sincero da garota, lhe respondia. - Oh! Sim! Tenho! Deixe-me pegar para a senhorita. – E não demorando muito, retirava algumas da sua enorme vitrine de armas colocando-as sobre um balcão de madeira que se estendia por boa parte de sua loja, a iluminação do local refletia sobre as luvas bem lustradas de diferentes cores e com detalhes diferentes, quase imperceptíveis, mas dos quais mudavam a qualidade de cada uma.

Testando qual se encaixava melhor e qual material era o melhor, Senshi conseguia encontrar a tão desejada e emocionante luva da qual se sentia mais confortável(a preta, porque eu gosto da cor ;v) e perguntando do preço, o velho dizia que custariam trinta mil(30.000) berries, um pequeno valor a se pagar comparado ao quão se sentia feliz e confiante cobrindo as suas nuas mãos das quais sempre se sentira inconfortável. - Volte sempre! – E o primeiro objetivo havia sido concluído com sucesso, levando ao segundo do qual sua caminhada havia seu início ali, o quartel-general era mais longe de onde estava, mas não era um problema para a emocionada jovem caminhando com suas mais belas luvas de um bom material.

A ação da senhorita era mais do que incomum, estava se sentindo mais livre do que nunca e simplesmente ignorava os portões da marinha ao entrar do QG se direcionando até a recepção. O grande quartel tinha um tema bem simples de listas azuis e brancas com grandes símbolos da marinha e do governo mundial espalhado para os mais diversos lugares, os muros protegiam de invasores e os marinheiros estavam sempre vestindo os seus uniformes enquanto que outros homens vestiam ternos e podiam se ver alguns prisioneiros algemados sendo levado para dentro de alguma das salas daquele enorme estabelecimento.

Não demorava muito até que alguém vinha perguntar para ela o que ela estava fazendo já que a garota estava decidida a andar pelo quartel de maneira livre. - O mural de cartazes fica para aquela direção. – Apontava um dos marinheiros com a mão esquerda, impedindo que a garota pudesse prosseguir pelo QG de maneira livre, ela era uma civil e não conhecida o que tornava ela como uma qualquer. Não tendo como prosseguir, Sophia seguiu em direção ao mural, encontrando os cartazes, mas para sua surpresa, não haviam muitos. O primeiro era sobre um velho senhor que estava sendo cobrado o valor de milhões berries e o segundo era de uma mulher com volumosos seios dos quais cobravam o valor de dois milhões, não era tão interessantes como o grande homem loiro vestindo uma roupa de karatê tendo o seu valor de cinco milhões de berries, ele se chamava Catatatu Narua. A jovem demorava um tempo para decorar cada detalhe de seu rosto e dos outros antes de agarrar o cartaz e enrolá-lo. Para a sua sorte, ninguém a via fazendo aquilo, pegar um cartaz dali poderia ser reconhecido como roubo ou vandalismo devido a ele estar exposto para que outras pessoas também vissem e caso reconhecessem, denunciar a marinha ou ir a sua captura. (Só vai!)

Rockfeller não via mais nenhuma utilidade no QG no momento e começava a se direcionar até o Lar das Queixas onde havia combinado de se encontrar com sua nova companheira, a garota havia uma recompensa pela sua cabeça apenas daquele bar, mas o seu pequeno momento com ela haviam feito ela “recolher” a garota para seus braços. O ato de bondade formou um leve laço de amizade entre ambas e o caminho desta vez era mais demorado. O suor escorria pelo seu rosto após caminhar tanto na direção daquele lugar e assim que chegava era possível ouvir as pessoas. - Meu marido não me deu presente nesse dia dos namorados! – Algumas com decepções amorosas, enquanto outras… - Mal deu para sentir! Foi tão rápido! Maldito seja esse vício por agulhas. – Eram mais viciadas e loucas e no meio delas, estava Alexias, olhando para a garota e abraçando-a assim que se aproximava. - Estou pronta! Estou pronta! Quem é?! – A garota estava mais do que sorridente olhando para Sophia enquanto esperava que ela revelasse quem as duas caçariam. As duas eram as únicas das quais não estavam prestando queixas ali.


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MensagemAssunto: Re: I - For Whom The Bell Tolls   I - For Whom The Bell Tolls EmptySex 15 Jun 2018, 10:39

Passo 2: Searching



Como esperado… Civis são em maioria idiotas completos, esse em especial… estava além da minha cota, com toda certeza minhas definições de babaca foram atualizadas, pois esse era um novo nível nunca visto na face da terra, ele tem sorte de eu não ser tão rígida quanto deveria, talvez eu devesse voltar no tempo e esganar ele de 30 formas diferentes, mas não vamos seguir em frente… até por que agora vem o momento bom do dia, a escolha das minhas luvas, o homem não falava muito mas parecia ele não ser um babaca, e finalmente eu poderia testar as luvas, cada uma que colocasse nas mãos sempre me traria a boa sensação de conforto. Claro não podia deixar isso me dominar e desse modo, as análises eram finalizadas, e a luva preta era a escolhida, vestindo ela nas mãos agora eu podia me sentir muito melhor… Ha… era delicioso a sensação de se sentir segura na hora que aquele pano tocava o solo e as costas das minhas mãos, era algo que até era difícil de descrever. Para você que me olha de cima, talvez pareça algo pequeno porém, a verdade é que se você pensa isso, você nunca saiu de casa sem suas calças… Se já tivesse feito isso, garanto que entenderia a dimensão disso.

A caminhada pro QG bem… era o que se espera realmente de uma caminhada qualquer, e nada de muito surreal aconteceu, estava com o cartaz de um loiro com roupa de karatê nas mãos e… me pergunto… o que diabos um karateca fez pra ganhar recompensa? Talvez inocência de minha parte, mas esses caras normalmente tem uns ideias de honra meio fortes e uns blablablas que eles dizem… hum… talvez treinamento e disciplina só sirva pra alguns, e loiros normalmente tem umas ideias estranhas, Diego me dizia, que pessoas de cabelos loiros são perigosas, porque são imprevisíveis, muito disso vem por que a maioria gosta de… bem acho que não preciso terminar esse pensamento, no fim acho que ele realmente falava coisas estranhas, e melhor não lembrar desse final, que não tem realmente correlação com meu objetivo. Por fim a última caminhada que me levava pra um lugar… estranho… bem pessoas literalmente faziam queixas naquele bar? é o nome era bem fiel então… bom se em algum lugar tiver o nome “Casas Leão” é melhor eu não entrar lá.

Ali finalmente estava o motivo de minha caminhada longa, a pequenina de cabelos rosas, que me tinha ganhado, e sua empolgação era de fato algo que me fazia bem quando ouvir ela perguntando me aproximaria pegando o cartaz e desenrolando pra mostrar a ela. - É esse rapaz aqui, foi o melhor que eu encontrei é um karateca esquisito, mas deve valer o julgamento.- diria coçando o queixo enquanto exibia o cartaz. Acho que aquele lugar era o melhor pra começar, e talvez minha maneira desenvolvida de conseguir informações pudesse me ajudar um pouco… bem eu tinha algumas ideias. Nesse momento você, Sim! você mesmo aí! deve ter na sua mente “Um caçador deve ser discreto, então ela vai perguntar pra pessoas individualmente e reunir poucas informações devagar e chegar até lá.” isso é pensar pequeno, as coisas são muito mais rápidas, se a gente conseguir atenção de um alto número de pessoas. Dessa maneira eu procuraria algo ali que pudesse me dar visibilidade, talvez um balcão uma mesa ou algo do tipo. Naturalmente você pensaria “Ela deve subir na mesa?” só assiste meu show. - Alexis, vem aqui rapidinho.- e assim que ela se aproximasse sem explicar muito passaria as duas mãos na cintura dela, e a levantaria, aproveitando pra no caminho da cintura, eu dar uma leve apalpada ali na parte glútea só pra conferir o materia, e deixar ela feliz também, ela gostava dessas coisas mesmo… e por fim levantando ela colocaria em cima da mesa ou balcão, abriria o cartaz deixando nas mãos dela. Aí você se pergunta “Qual a diferença dela subir ou você? ta ficando sem criatividade?” meu amigo, você que não raciocina, é uma fucking loli em cima de uma mesa, duvido ter um velho do lugar que não para pra pelo menos virar a cabeça.

E assim que ela tivesse lá em cima, começaria a falar em um tom alto, mas ainda não gritando. - Atenção atenção, Loli na mesa!! digo… Alguém viu o homem do cartaz? Estou a procura dele!! Alguém?- e manteria a mão escorada na coxa de Alexis, sem depositar peso sobre, apenas analisando a situação de maneira geral, e claro ouvindo o que qualquer um dissesse, prestaria atenção e deixaria isso durar por 30 segundos, aí você me pergunta “Isso não é muito específico?” felizmente sim, e felizmente eu saberia fazer, pra mim era o tempo que aquilo poderia durar sem Alexis se constranger, pediria para que ela subisse nos meus ombros depois disso ficando naquela cena de cavalinho. - Vem sobe aqui.- E ficaria de costas com o ombro na altura pra ela se encaixar. E depois que ela estivesse pronta diria. - Obrigado a quem contribuiu!- E simplesmente começaria a caminhar para fora do lugar, caso ela tivesse alguma dificuldade de carregar o taco, ajudaria nisso também, apesar de que seria muito mais legal se não houvessem problemas, pois eu poderia testar minha próxima técnica… quer saber o nome? Loli throw. Sim é isso mesmo que você está pensando na sua cabeça, ou não. -O que acha de tentar pegar mais algumas informações no porto falaria sem parar de caminhar

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MensagemAssunto: Re: I - For Whom The Bell Tolls   I - For Whom The Bell Tolls EmptySab 16 Jun 2018, 00:35



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Alexias mostrava-se curiosa sobre o karateca, seus olhos fixavam-se em seus pelos, eram mais incomuns do que em qualquer humano que já havia visto, ela olhava fixamente para aquilo e quando estava prestes a dizer algo de importante, aquela palavra, apenas saia: - Ele é feio! – E começava a rir em seguida. Caçadores haviam personalidades mais do que distintas, vários gostavam de ser mais furtivos para não terem tantos problemas após encontrarem as suas presas, mas Sophia não era uma dessas, queria informações e não poupava esforços para isso, sendo o menos furtiva possível para consegui-las. - Mas sua boba, eu to aqui! – Dizia a pequena garota ao seu lado apenas sentindo o seu corpo se levantando em direção ao balcão do qual ambas se encontravam, ela mordia o lábio de uma maneira sexy ao sentir a mão de Senshi apalpando as suas nádegas.

Assim que a futura caçadora começava a perguntar sobre o homem de cartaz, Alexia colocava uma das mãos em sua boca sem entender bem o que estava acontecendo com uma cara de paisagem, mas mostrando o cartaz para todos. Aquela ação chamava a atenção de quem estava no bar, não eram apenas velhos que olhavam para a garota acima do balcão, como mulheres, entre outros. Não demorava muito até que alguém respondesse que não soubesse, parecia que a sorte não estava do lado das caçadoras, mas o barmen se aproximava da pink-girl pedindo para que ela mostrasse o cartaz a ele e não demorava até que o homem o reconhecesse. - Este homem costuma estar em cada confusão… Ele tem um grande apego aos bordéis do porto, mas vira e mexe e ele está brigando com a marinha ou batendo em alguma mulher usando seu rabo. – Para leigos, rabo significaria bunda, mas nossas protagonistas não faziam ideia se esse era realmente o significado da palavra.

Com o trabalho da Loli concluído em chamar as atenções, a garota subia nos ombros no maior estilo cavalinho, colocando o seu bastão no meio dos seios das garotas e apontando para a saída. - Vai! Yppie, Yppie! – E com um agradecimento final, ambas saíam dali em direção ao porto, os pensamentos de Rockfeller eram diversos, mas os mais principais eram de estrear a sua nova técnica “Loli Throw”. Independente disso, ela seguia em direção ao porto onde falava para sua companheira que era lá que pediriam mais informações. - Tudo bem! Mas vá mais rápido! Yppie! – Alexias sentia uma boa adrenalina estando naquela altura em uma posição que costuma balançar bastante para quem está em cima e a cada vez mais, a garota parecia pressionar as suas coxas contra o pescoço de Sophia.

A caminhada até o porto não era demorada, o bar até aquela região era próximo e conseguiam ver o enorme número de barcos que estavam atracados por ali, diversos homens e mulheres trabalhando por ali, carregavam caixas, desembarcavam, vendiam seus peixes, entre outras coisas. Também haviam marinheiros fazendo a segurança por aquela área e haviam várias mulheres em algumas entradas de estabelecimentos, vestidas com poucas roupas e exibindo os seus belos corpos, vários dos marmanjos ficavam atraídos por aquela beleza e entravam dentro do estabelecimento mais conhecido como bordéis.


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MensagemAssunto: Re: I - For Whom The Bell Tolls   I - For Whom The Bell Tolls EmptySex 29 Jun 2018, 18:49

Passo 3: Dancing With Destiny



As pessoas do bar, eram os civis genéricos que se encontra por aí, e eles como imaginado tinham nada ou quase nada, ao menos o homem que se mostrava como o dono do lugar guardava alguma coisa importante, não era a informação do século, mas ao menos possuía algum impacto, saber que ele estava em possíveis prostíbulos diminui bastante a área que preciso procurar. Mas que diabos um lutador de karatê com um rabão faz num prostíbulo? caramba essa é a última coisa que eu pensei que um desses meninos honrados fosse fazer… é de fato o mundo tem suas surpresas, batendo em uma mulher com seu rabo? difícil imaginar isso, o mundo tem dessas né. Na verdade o que precisava fazer era seguir em frente. Depois de colocar a menina nos ombros nós duas apenas seguíamos até o porto, Alexis parecia se divertir com a ideia de ir nos meus ombros, e bem, ela tinha todo esse jeito pessoal de ser que era divertido ao se conviver, eu gostava da forma que ela ficava feliz por poucas coisas. O porto era… o que se espera de um porto.

Um lugar vazio, com homens com cara de maluco furioso, tentando se mover pelo meio de vários outros, muitos barcos, na verdade algo me era verdadeiramente interessante, vendedores de peixe… bem eu tive uma ideia brilhante nesse momento, que talvez você agora tenha certeza de qual é certo? isso mesmo COMPRAR UM PEIXE, sim isso seria meu trunfo, você não espera ver alguém com um peixe andando pelas ruas, e Diego sempre me falava “Seja furtiva como um peixe” ou seja se eu tiver um peixe meu alvo nunca iria esperar por isso, certeza.Eu me aproximaria do civil de uma maneira um tanto quanto cuidadosa, como assim? basicamente eu correria gritando até o vendedor de peixe mais próximo caso ele tivesse se movendo. - MOÇO EU QUERO COMPRAR PEIXE- Se ele estivesse parado, eu me aproximaria então andando tranquila, assim que me aproximasse dele, rapidamente passaria as vistas procurando qual o maior peixe que tivesse por ali. De fato se fosse permitido, também tocaria neles pra ver a textura. - Posso tocar eles?- perguntaria com um olhar calmo e sereno sem muita enrolação, caso ele permitisse caso ele permitisse, colocaria a pequena no chão com cuidado.

Lentamente olharia peixe por peixe que estivesse aí, olhando finalmente quando estivesse realmente satisfeita em minha mente com algum que parecesse grande, de preferência o maior,era importante pra mim que fosse um peixão, afinal, eu ia usar ele, perguntaria por fim o preço. - Moço quanto é esse aqui?- falaria apontando pra o peixe que tivesse sido escolhido, se fosse algo dentro de meu orçamento, questionaria a pequenina também- Que acha deste Alexis? parece bom né?- pagaria sem problemas e perguntaria se ele tinha papel para enrolar o peixe possivelmente. - Tem algo pra embalar ele? é que é pra uma surpresa.- sim alguns levam buquês de flores, outros levam chocolates para suas ocasiões especiais, mas o que se leva quando vamos prender alguém? bem a resposta está nas minhas mãos, carregamos um peixe enorme conosco e jogamos na cara dele né? pra mim parece algo bem simples e até mesmo fácil de se conseguir, um presente pra aliviar a dor da perda. Agora em segundo plano quando com o peixe em mãos sendo ele embalado ou não, sabia o que eu tinha que seguir, as nádegas balançando e os rapazes às seguindo, me deixavam uma mensagem, aquele ali é o tipo de lugar que o diego frequentava todos os dias. Bordéis, ou como ele gostava de chamar, Casa de luz vermelha, segundo ele uma história interessante de como levavam esse nome.

Olharia para a pequenina iniciando a caminhada em direção ao lugar que talvez o homem estivesse, e durante os calmos passos começaria uma conversa. - Esses lugares Alexis, são conhecidos como casas de luz vermelhas sabia? sabe por que? basicamente o guarda que andava no porto usava uma lanterna com a luz vermelha pra iluminar por onde ele caminhava, assim como pra muitas vezes fazer sinais para as pessoas que aquelas eram áreas seguras, entretanto no meio da noite quando ele ia sair com uma meretriz, ou qualquer coisas desse tipo, ele colocava a lanterna frente a janela da casa, e deixava acesa pra que ficasse iluminando, assim se alguém precisasse dele, saberia onde encontrar, bem uma história interessante sobre isso é que, diego falava essa porra, toda santa vez que ia num prostíbulo… então gravei isso na minha cabeça de maneira forte, e agora você herdou minha sina… e vai me ouvir o tempo todo não é mesmo?- daria um leve sorriso quando terminasse a história, mas nesse momento o que me restava era caminha com o peixe na mão em direção ao famigerado bordel, assim que estivesse perto da porta me aproximaria da pequena me abaixando deixando o rosto bem perto do dela e falando. -Alexis, acredito que agora entraremos no maior meio promíscuo que você vai ver na sua vida, não sei até onde você já viu mas agora sim estamos nos portões da malícia. Aí moram os devoradores de lolis, então tome cuidado, não se afaste muito.

Manteria a calma durante todo o momento enquanto passaria pela porta segurando agora na mão dela como quem não quer nada, se não me fizessem perguntas eu simplesmente passaria, não tinha por que tentar embaçar as coisas, só era realmente um momento para andar de forma simples, mas sempre existe a possibilidade de você aí em cima me trollar, sim eu sei que seus dedos estão coçando pra fazer isso e uma hora você vai… então se por algum motivo algum filho de uma boa mãe, viesse me questionar o que eu fazia ali eu o responderia. - Vim fazer meu trabalho, 5.000.000 por dia, e aumentando o preço, algo contra?- bem não sei o que ele pensaria disso, mas essa era a verdade, apesar das diversas formas que ele pudesse enxergar, eu de fato tô nem aí, apesar de que sabia que ele faria um comentário irritante, eu me blindaria a isso dessa vez, eu apenas olharia pra ele com uma leve calmaria e sorriria. - Pois é… a vida às vezes nos dá limões pra chupar… e temos que ser criativos.- e novamente forçaria o sorriso a sair, seria difícil, mas esse precisava ser real, eu queria entrar, e bem se ele me barrar eu não poderia, por mais que minhas mãos inquietas tivessem a leve vontade de pular no pescocinho desse rapaz, e tirar o ar dele, não podia agora. - Me procure depois, posso te dar um tratamento de tirar o fôlego, há e se posso.- friccionaria os dedos contra a palma das mãos nesse momento, era uma das minhas estratégias de autocontrole, até porque qualquer reação grande e inesperada podia simplesmente ferrar com tudo.

Se em algum momento, ele me questionasse qualquer coisa sobre minha parceira loli, explica, afinal o tamanho dela podia levantar suspeitas, e seria mais um incomodo no meu dia, e sério… esse mundo ta cheio de gente babaca, se eu soubesse que ia encontrar mais de 2 hoje eu teria comprado bebida na taberna, porque ta foda!! mas responderia tentando manter a calma, a mão direita começaria a quase se mover, mas eu seguraria ela com a esquerda, nada de enforcar o cara, você precisa de controle Senshi, a gente treinou, faz a contagem mental até 10. Vamos devagar, um, dois, três, quatro cinco, seis, mas que filho da, sete, oito, eu vou descer a mão nele na moral, nove, não vai dar, não vai dar, dez… é… to melhor. - Há ela? é minha amiga, mais velha que eu ainda, pequenina né? mas é feroz, bem feroz.- falaria novamente sorrindo pra ele de leve, apenas com os lábios dessa vez, estaria nesse ponto se tornando difícil pra mim continuar com isso, e a única coisa que me segurava era a necessidade de não criar uma confusão antes da hora. Por fim se em qualquer momento ele me deixasse entrar, eu me acalmaria um pouco, começando a caminhar para dentro, passo a passo iria observando o lugar, e prestaria atenção aos rostos, queria ver se algo parecido com o Karateca se mostrava aos meus olhos. Não demoraria muito e chegaria para o possível recepcionista se ele existisse, ou para a primeira pessoa que estivesse por ali e parecesse confiável… bem corrigindo, primeira pessoa que aparecesse, achar alguém confiável num bordel, é trabalho muito árduo.

Assim que me aproximasse da pessoa, pegaria o cartaz comigo e mostraria. -Estou procurando esse cara que acha? eu tenho um trabalhinho com ele, e queria poder terminar isso hoje que me diz em? ele tá aqui?- e esperaria por a resposta dele se fosse negativa, apenas perguntaria a mais pessoas por ali, e se em maioria me negassem a estadia dele, partiria do lugar. Se qualquer um me desse a luz de que ele estava ali, bem em algum momento ele teria que dar as caras, então aquele dia eu seguraria por ali, eu admito ter pensado em vários momentos em sair arrombando porta por porta, mas na realidade fazer isso atrairia inimigos desnecessários, e por mais que me parecesse divertido descer a mão num monte de babacas, existiam ainda inocentes naquele lugar, as próprias meretrizes estavam ali pelo seu ganha pão, não vale a pena começar algo maior, do que eu pudesse controlar, mesmo a ideia de caos sendo muito interessante, para passar o tempo eu sentaria em qualquer banco que tivesse por ali e chamaria a pequena. - Vem cá Alexis.- diria sentando enquanto batia mão sobre minha coxa com um olhar provocativo, sim era um convite para que ela viesse pro meu colo.

Esperava que ela entendesse aquilo, mas mesmo que não eu a pegaria quando se aproximasse a puxando, assim que ela estivesse sobre eles, começaria a aproximar o rosto do dela lentamente. - Bem temos um tempo livre por aqui, então, vamos aproveitar até o homem do rabão aparecer.- Quando digo isso você deve estar na sua mente agora, “Porra olha o lugar, olha o que ela faz, putaria com a loli? ferrou de vez, olha isso meu Deus” uma hora isso realmente vai acontecer haha… mas não aqui, eu só queria um momento pra relaxar, abraçaria ela bem carinhosamente e fecharia meus olhos por um instante apenas, sentir o calor do corpo dela me faria bem naquele segundo, por mais que fosse meu trabalho, era desgastante, lidar com muitas pessoas todo o tempo nunca me foi tão agradável. No fim das contas eu queria simplesmente descarregar, e abraçar ela por um pouco de tempo, e sentir um carinho mínimo que fosse de sua parte, me faria bem.

Se por algum motivo eu não recebesse qualquer tipo de informação sobre o homem o mais difícil estaria se colocando em minha frente. Infelizmente não teria muito o que fazer que não fosse ir por outro destino, precisaria naquele momento descobrir mais sobre a própria estrutura do porto em si, e isso seria realmente complicado, pois isso demandava muito mais trabalho, bem… esse não deveria ser o único bordel não é? precisaria então procurar outros lugares como esse apenas pela região do porto e as docas, por sorte o homem tinha me delimitado uma área. Dessa vez admito você acertou, ao menos uma vez, facilitou minha vida, sim você mesmo, apesar de que… se algo bom veio daí você só está esperando o melhor momento pra foder a minha vida, na pior hora possível, seu maldito oportunista, eu estou vendo esse seu plano aí, hum!! Mas sim o taberneiro havia sido muito específico, ele não citou “Bordéis” apenas, ele disse “Bordéis no porto” creio que a informação era mais precisa desse modo ou ele apenas tinha memória de ter visto ele em um lugar assim alguma vez. Bem que tipo de memórias um velho taberneiro guardaria dali? me pergunto eu se boas ou ruins? vender bebidas em bordéis deve dar algum dinheiro certo? então deveria ser um bom negócio… não… pera… talvez… esqueçamos o velho taberneiro.

A grosso modo eu caminharia agora pra fora de onde estava saindo a procura de lugares similares a este, de início, tentaria como modo de reconhecimento, procurar mulheres vestidas da maneira que vi aqui, e talvez perseguir até o ponto chave, que seria a casa de luz vermelha, mas caso isso não fosse possível, haviam outras coisas a se considerar… bem no mais mesmo que fosse difícil, eu me colocaria a mais uma vez procurar algum idiota na rua, me aproximaria de tal e por fim questionaria. - Bom dia, eu gostaria de saber… sabe… onde tem mais bordéis nesta região? creio que aquele ali não seja o único certo?- Falaria aquilo em um tom calmo e nesse exato momento eu mentalizaria cenas felizes que me fizessem sentir menos raiva ou qualquer tipo de sentimento ruim, afinal não espero uma resposta positiva e simples de alguém assim. Sim exatamente essas cenas que você está pensando, EU ENFORCANDO ESSE MALDITO POR DUAS HORAS SEGUIDAS… CALMA… essas não… mentalizaria o momento que conheci Diego e as boas risadas que demos juntos, e posteriormente o dia que vi Alexis pela primeira vez.

Eram coisas simples mas que me acalmavam de certo. Estaria prestando atenção e absorvendo apenas a informação que me fosse passada sobre tais possíveis bordéis que ele viesse a me citar, depois apenas agradeceria sorrindo pra ele.-Obrigada pela informação moço passar bem.- e me retiraria do lugar, caminhando pelo porto, se por algum motivo ele não me desse informações, ou não soubesse caminharia para o próximo e assim sucessivamente, colocando o mesmo processo em vigor. Por fim sempre que recebesse alguma informação de algum lugar novo iria até a sua entrada, mas dessa vez teria uma abordagem mais rápida que gastasse um pouco menos de tempo que no anterior. Não adentraria completamente dessa vez, chegando apenas na porta do lugar, mostraria o cartaz do homem para o possível segurança, ou se precisasse entrar, apenas ao primeiro atendente ou pessoa que viesse perguntando. - Você viu esse homem? Eu gostaria de encontrar ele, mas não sei bem onde ele possa estar, eu preciso fazer um serviço com ele e seria muito útil saber sobre ele nesse momento o que me diz?- era direta realmente, não tinha tanto o tato pra fazer uma coisa realmente com mais calma naquela hora, principalmente porque podia de verdade dizer… já chega de rodar por aí.

Bem se no fim eu não tivesse certeza da precisão de onde estava meu alvo, havia apenas uma alternativa, esperar por ele enquanto me divirto com alguma coisa, bem não tenho muita certeza do que eu poderia fazer pra esperar ele no porto… mas vamos lá Senshi, você consegue pensar… Já sei, vamos tomar banho no mar com a Loli, poderia ser uma boa, ou não por que vai que ela se afoga na maré baixa. Não dá de arriscar agora, poderia ser em outro momento mas devo precisar dela pra me ajudar a carregar ele, afinal, devo estar um tanto quebrada ao fim disso. Bom de todo modo então eu passearia pelo porto, seria interessante ver um pouco mais do movimento que possa acontecer na região mas sem me distanciar das áreas dos bordéis, sempre patrulhando junto da pequena e começaria a conversar um pouco pra descontrair. - Me diga Alexis, o que acha que um criminoso estaria fazendo agora?- falaria esperando por sua resposta, visto que ela tem algumas informações e uma visão própria, esperaria que me respondesse algo interessante, possivelmente útil, mas se sua resposta fosse diferente do que estava agora nesse momento na minha cabeça diria. - Parece plausível, mas acho que sei o que ele está fazendo… se não encontramos ele… ele está fingindo ser um peixe.- sim, ele podia estar se escondendo, talvez essa frase não faça sentido no fim, mas visto minhas informações de mais cedo, ela deveria entender.

De todo modo contaria uma pequena história pra ela, sobre minha primeira caçada. Nada muito grandioso, mas que talvez fosse legal de ouvir, afinal ainda estávamos nos conhecendo de maneira geral, tinha muito a dizer. - A primeira vez que fizemos uma caçada, foi em Wars Island, era um lugar interessante, apesar de que conheci o Diego na ilha dos vinhos, viajamos bastante por as ilhas próximas, nós fomos atrás de um alvo que ele estava a algum tempo procurando.- Falaria parando um pouco pra respirar e conferir mais uma vez a volta pra prosseguir apenas depois, era necessário atenção no fim das contas. - A história é que o nosso alvo era um tritão, ele se escondia no porto e sempre que nos aproximávamos, ele simplesmente fugia dali, mas tivemos a melhor ideia possível… Pescar o tritão com uma rede bem grandona.- Olharia pra ela agora com um sorriso no rosto, e claro com um olhar orgulhoso na face. - Sabe o que aconteceu?- Perguntaria esperando que ela me dissesse algo em relação a suas expectativas, antes de me pronunciar novamente. - Nós falhamos, até hoje não peguei esse filho da mãe, ele fugiu da gente por quase 1 ano.- respiraria fundo lembrando um pouco do episódio, que aconteceu por lá, mas não ficaria matutando isso.

Por fim essa seria a ronda, onde sempre estaria patrulhando perto dos prostíbulos, onde seria o melhor ponto para ficar, se tivesse algum lugar que me desse visão ampla, eu o utilizaria, afinal quanto melhor pra ver menos chances do homem escapar a nossos olhos. No fim das contas se em algum momento o tal Catatau aparecesse, eu faria o que qualquer ser humano sensato faria.- HEY CATATAU NARUA É VOCÊ?- Gritaria chamando a atenção para que ele me visualizasse ali, seria bom que logo de cara ele pudesse me ver ali, afinal, quem sabe o trouxesse até mim, seria como uma mariposa atraída pela chama, filosófico não? Acha que eu inventei isso agora? Você está errado se pensou nisso, eu li num livro uma vez, e nesse mesmo livro dizia “Não FODE” então se esse cara começar a correr… você é um grande filho da… e você sabe que eu to falando com você não finge que não ta vendo, eu sei que você tá aí… NÃO FAZ ESSE DESGRAÇADO CORRER! Então se ele começasse a correr, eu precisaria da minha técnica suprema… LOLI THROW . -Alexis se prepara, você vai voar no vagabundo agora.- Pegando a pequena pela cintura a levantaria alto acima da minha cabeça se possível, começaria a correr pisando forte no chão, e saltaria com ela a lançando logo em seguida gritando. - LOOOOLIIIIIIIII THROOOOOOOWWWWWWWWWW- E jogando ela em direção ao homem, esperava que por ser um ser vivo, ela pudesse usar de sua própria capacidade de acerto, para se mover no ar, e desse modo, se posicionar para o homem, afinal, eu nunca tive das melhores pontarias, mas não… nada deve dar errado. De todo modo essa era mais uma distração, e correria junto mesmo assim, indo em direção a ele, se por acaso conseguisse acompanhar, tentaria fazer algo pra parar mesmo que momentaneamente, apenas um puxão de braço ou na camisa, movendo rapidamente e segurando em um movimento veloz.

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Percebo que não tenho muito onde ir
E todos os caminhos percorridos
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MensagemAssunto: Re: I - For Whom The Bell Tolls   I - For Whom The Bell Tolls EmptySab 30 Jun 2018, 01:37



I - For Whom The Bell Tolls



- AAAAAAH! – Dizia assustado o vendedor que tinha tomado um baita susto com a garota correndo em sua direção com uma loli em seus ombros. - CORRE DE NOVO! – Alexias havia se divertido com aquela corrida até o vendedor e colocava um de seus dedos na boca de Senshi antes dela começar a falar novamente tornando o ar do qual falava em um tom mais engraçado. - Pode sim! – O homem agora sorria vendo a garota tocar os seus peixes e a pequena ficava segurando a coxa de Sophia. Quando a garota conseguia encontrar um que havia meio metro de comprimento. - Esse é bom! Esse é bom! Compra ele! – Alexias estava mais animada do que a própria garota e o valor de dez mil berries eram pagos para o peixeiro enrolando o mesmo com um saco plástico transparente. - Aqui está, volte sempre! – E a dupla começava a se mover em direção ao prostíbulo quando Rockfeller começava a contar a sua história sobre Diego.

A loli ouvia atentamente tudo o que ela ia dizendo, prestando atenção em cada detalhe de sua história e no final dizia. - E cadê a luz vermelha? – Não entendendo quase nada do que Senshi havia dito sobre a história e ficava assustada agarrando mais uma vez as coxas de Sophia quando ela falava sobre os devoradores de loli, encostando a sua cabeça sobre as nádegas da garota. - P-p-pode deixar. – E finalmente chegavam até o segundo idiota do dia, as contas das quais a garota faziam talvez fossem errôneas, pois idiotas e babacas eram as pessoas mais comuns de se encontrar por aí e ele a barrava de início. - Má que você venho fazer? – E ele ouvia a garota respondendo o seu braço. - Esse pássaro é de ouro?! Nada contra não. – Ele dava uma risada depois do preço mais do que absurdo do qual ele havia entendido errado. - Limões são bons. – O homem parecia estar ainda meio atordoado com o preço e ficava ainda mais quando a garota oferecia seus serviços para ele, claro, em sua cabeça era aquilo. - Opa, quero esse tratamento logo, meu expediente acaba no final do dia. Piscadela – O homem tinha três dentes faltando e um rosto bem enrugado, com sotaque do interior e uma piscadela finalizava aquela parte da conversa, mas antes que pudessem continuar, a loli chamava ainda mais atenção do homem do que a própria Senshi. - E ela, tá contigo?! – E a caçadora respondia aquela pergunta deixando o segurança mais no pique do que estava antes. - Leve ela para nosso encontro de mais tarde. Piscadela. – Ele dava outra piscadela antes que as deixassem ir.

O lugar era iluminado com luzes vermelhas, haviam puffs rosas e sofás de couro espalhados pelo lugar para que esperassem e uma recepção no começo da sala, mais para o centro haviam garotas dançando com poucas roupas em um poste cinza e alguns homens assistindo e mais à esquerda haviam quartos enumerados de 1 à 10. O ambiente havia músicos próprios que tocavam uma música vibrante da qual agradava aos ouvidos de quem ouvia e uma das garotas com poucas roupas apareciam na recepção atendendo a Sophia e sua loli, quer dizer, Alexias. - Bem-vinda ao Bordel James Quatro Olhos, em que posso lhe ajudar? – Ela havia um sorriso esbelto, seu cabelo loiro cobria metade do seu rosto branco com pequenas sardas e lindos olhos azuis, seu corpo sensual chamava a atenção de muitos dos homens por ali. - Esse homem? Não conheço ele. Me desculpe. – Ela voltava para um dos homens que havia lhe chamado e não haviam mais perguntas ou coisas para se fazer naquele estabelecimento, infelizmente, tendo uma decepção sobre aquilo e tendo que sair no local, mas não sem antes do babaca lhe atormentar mais uma vez. - Foi rápida, deve ser boa mesmo. – Ele sorria para ela com seus três dentes atacantes faltando.

Mesmo o narrador tendo facilitado com o local do qual deveria ser procurado, parecia que o destino ainda não estava pronto para que encontrassem o homem e poderia aparecer mais babacas por ali e ao perguntar para o primeiro idiota que aparecesse, este parecia não ser tão idiota, apontando com o seu dedo indicador para a direção de outro bordel da região do porto. - Ali está. – E em uma abordagem mais rápida, parecia também não surtir o resultado do qual gostaria. - Eu já o vi, mas não lembro de tê-lo visto hoje. Me desculpe. – E infelizmente não pareciam haver outros bordéis visíveis de primeiro olhar naquele momento e os outros idiotas por perto não estavam sendo úteis para a garota dando apenas uma única alternativa, ter paciência e esperar, mas o que fazer enquanto espera? Era uma dúvida para a cabeça de Senshi.

- Ele deve estar procurado por uma luz vermelha, eu creio. – Ela ainda estava encucada com aquilo na cabeça, mas não era a resposta da qual Sophia gostaria. - Um peixe?! Mas ele tem mó rabão, nunca vi um peixe com mó rabão. – Alexias era bem infantil em relação a aquilo, mas um peixe com rabão era bem difícil de ser encontrado, ainda mais pelos blues. Ambas caminhavam em círculos pelo porto e a caçadora começava a contar uma de suas histórias para a pequena, ela estava agarrada a mão da garota ouvindo-a atentamente. - O que aconteceu?! O que aconteceu?! – A garota ficava perguntando até que Sophia finalmente respondia e a cara da pequena era de desânimo, infelizmente. - Ah… um peixe deve ser bem esguio mesmo.

A sorte parecia mudar e seus olhos encontravam o seu alvo, Catatatu, ele olhava diretamente para a garota com os seus olhos encontrando-se e o grito de Sophia era dado assustando completamente o homem foragido da justiça e deus narrador lindo e gostoso fazia ele começar a correr dando apenas uma única escolha para a nossa dupla de caçadoras, correr atrás.. Ou era isso que qualquer ser humano normal faria, mas ELAS não eram assim! - É o que?! – Sem nem poder questionar o plano de Sophia, a garota era erguida e em um movimento de arremesso junto com um pulo, era jogada. A pontaria de Rockfeller era uma das piores das quais já havia se visto na terra, mas por sorte narrador o dia estava ficando melhor e Alexias conseguia agarrar ao rabão do vilão. - Eu peguei! Eu peguei! Eu peguei! – Gritava a garota que apenas soltava um grito em seguida quando o homem girava no próprio ângulo e arremessando a loli da caçadora que caia junto com ela ao chão. - COUNTER LOOOLI THROW! – O homem havia uma grande quantidade de pelos loiros, parecia um verdadeiro macaco, sua raça era mais conhecida como minks, um híbrido entre macacos e humanos (Como se já não fossem descendentes, mas né).O que vocês querem? – Uma multidão começava a se formar em volta daquele trio e não haviam sinais de marinheiros por perto. Alexias se levantava olhando diretamente para o homem – Gostei desse rabão! – Gritava a pequena esperando uma reação de Sophia para continuarem um próximo ataque.





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MensagemAssunto: Re: I - For Whom The Bell Tolls   I - For Whom The Bell Tolls EmptyDom 22 Jul 2018, 18:22

Passo 4: The Big-Ass Catatatu Narua



É o dia não estava fácil, tinha começado difícil, e ia prosseguir desse modo, até alguma hora, se tornar insustentável, era clássico ver isso, no porto as coisas eram como esperadas, ao menos eu tinha de fato conseguido meu peixe, que era o mais importante do dia, o homem possuía algumas mercadorias bem boas, não eram os melhores peixes do mundo, mas me chamavam a atenção, e com ajuda de Alexis, escolhia um bem grande, ela parecia bem animada como sempre, o que era bom, por que o dia ia continuar indo pra o rumo esperado, que eu gosto de chamar de “Bueiro”, depois do peixe, era a vez do cara mais babaca do dia, antes que algum próximo aparecesse, e isso é sua culpa que eu sei, diria que é um tipo de regra que tenho que ver só idiotas durante 90% do meu dia e seguir em frente, mas antes disso, estava de frente a porta meu aviso pra Alexis a fazia de certo modo tomar mais precauções, é… da maneira dela já que, ela se escorava nas minhas nádegas, creio que… Bem, talvez fosse mais uma desculpa dela pra isso que realmente alguma precaução específica. De todo modo não me era incômodo, ela fazer, isso, não diria nada deixando que ela permanecesse como preferisse, até o maldito atendente desgraçado, passar horas e mais horas do meu tempo ali, mentira, não levaram nem muitos minutos, mas pareceu a eternidade.

Lá dentro não tinham informações, era mais uma pá de tempo perdido, tempo esse que eu poderia gastar em qualquer coisa mais útil, ainda me pergunto por que penso em questionar as pessoas, digamos que é a coisa mais sem sentido que um caçador pode fazer, você concorda comigo? Bem provavelmente não, no entanto pense, é um cara procurado com um cartaz pela cabeça dele, se alguém soubesse onde ele está, teria ido atrás não? Fazer esse tipo de pergunta me parece mais protocolo, que realmente algo util, de uma proxima posso pensar em um método melhor de abordagem, mas o tempo perdido aqui já era. Bem mas ainda tinha algo de bom no meu dia, sair dali e passar um tempo com Alexis, ela como sempre era mais brincalhona, um tanto animada, apesar de não parecer compreender bem o assunto abordado, ela colocava pontos engraçados na ideia, de todo modo a ronda ia se seguindo meio inutilizada, talvez ter apenas parado pelo porto, e sentado em algum lugar pra olhar o horizonte fosse a escolha certa. EU DISSE, DEVIA TER PARADO E FICADO OLHANDO PRA O HORIZONTE, POR QUE O BABACA, APARECE DO NADA NA MINHA FRENTE, HÁAAAAAAAAAAAA NÃO, HÁAAAAAAAAAA NÃO. Só tenho uma coisa pra te dizer, sim isso mesmo que você tá pensando: eu te odeio.

Mas como se não fosse o bastante o filho de uma prostituta caolha, começa a correr em direção ao nada… Só te digo uma coisa… Você é um, bem, deixa pra lá, quero ficar viva até amanhã. Depois de o destino me sacanear, com o idiota correndo contra o horizonte bem eu só tinha uma saída, a técnica supre, o Loli throw, pegando Alexis eu Lançava ela na base do Voa voa passarinho, mas o maluco doente, realmente se defendia usando o rabo? poxa eu sempre soube que um rabo podia ser poderoso, mas só lembrava de ter visto rabos sendo usados para hipnotizar, mas desse modo assim, foi a primeira vez, não só Alexis era lançada de volta como caia por cima de mim, bem, eu to realmente bem fraca ultimamente, não me lembrava de cair assim tão facilmente, ou será que essa foi só uma escolha sua? sim sua mesmo seu animal de teta, eu sei que você ta vendo essa merda aqui, não finge que não tá que eu sei que tá, de toda forma fica a ideia , nota mental: “Consumir mais ferro”.

O homem no entanto por algum motivo que eu não fazia ideia, abria espaço para diálogos, não é como se isso fosse ruim, mas isso me abria espaço para a preparação necessária, quando digo isso, você sabe o que quero dizer não é mesmo? Obvio que desembrulhar o peixe pra dar na cara dele. Levantando do chão eu bateria a poeira que pudesse ter ficado na minha roupa, e calmamente caminharia em direção ao meu suposto inimigo, enquanto desembrulharia o peixe. E seguraria ele pela ponta da cauda me aproximando do indigente, era hora de manter a calma, forçaria um sorriso no meu rosto que, é… era claramente forçado, mostrando os dentes pra ele, queria parecer feliz, e nada melhor do que mostrar os dentões sorridentes para parecer feliz não é mesmo? ou assustadora… sei lá, você me diz que diabos isso parece, prefiro nem pensar.

Assim que mais perto responderia ao questionamento do homem, era uma pergunta complexa “O que eu quero com ele?” sei lá bicho, eu não quero nada com ele não… há pera, eu acho que to aqui pra prender ele, olhando pra ele tranquilamente eu começaria a falar, eu tinha convicção de que as coisas iam bem não é mesmo? NÃO É MESMO? NÃO RI, NÃO RI DISSO, EU SEI QUE VOCÊ TA AÍ AGORA SE ESPREGUIÇANDO PENSANDO “COMO EU VOU DIFICULTAR A VIDA DA SENSHI HOJE? QUE TAL UM METEORO NA CABEÇA DELA? NÃO, MUITO MAINSTREAM” só tenho uma coisa pra te dizer… algo bem simples assim, sabe? uma palavra de carinho e afeto que quero que guarde no coração NÃO FODE!!!

Me aproximando dele começaria a calmamente falar, meu olhar era um tanto quanto sincero naquele momento, o dia já tinha levado embora o melhor de mim, a indignação de todo o mundo estaria depositada no meu rosto, com os dentes expostos meio a um sorriso completamente forçado, o olhar carregado de ódio. - O que eu quero com você?- moveria o peixe apontando a boca dele pra o cara na minha frente, eu queria que ele olhasse nos olhos daquele peixe, e sentisse a dor, sim os olhos do peixe deveriam mostrar o inferno pra ele. - A pergunta é o que você quer comigo? você ta querendo me foder? fica dando uma de peixe se escondendo, me fazendo perder tempo, olha aqui, da próxima vez que estiver fugindo do seu destino, faça isso no fundo do mar.- e logo erguendo o peixe mais alto seguraria ele como se fosse uma espada na esquerda gritando. - FISHING BLADE STYLE: PUNISHMENT TIME!!!- Sim era hora de mostrar pra ele meu novo estilo de combate, o estilo sujo e sorrateiro, que parece um peixe fora d'água lutando. Na verdade… espera… peixes fora d'água morrem… bom eu espero não ser assim tão literal.

Eu não esperaria uma resposta, afinal fazer isso poderia me diferir entre, ser golpeada primeiro ou quebrar a cara do indigente aqui na minha frente, eu não pensaria muito em como atacar ele, bem, o ataque era o mais básico possível, de início saltaria com o joelho esquerdo no queixo do indivíduo com cauda, apenas me impulsionando de maneira simples enquanto falava pra Alexis. - ALEXIS, faz o que você faz de melhor, dá golpe baixo.- E assim que completasse a joelhada, ainda no ar, tendo ou não acertado, usaria da acrobacia para me reposicionar, e fixar com a perna direita no chão, enquanto desceria a esquerda, assim que o fizesse as deixaria entreabertas para poder tomar uma base firme, a intenção desse ataque inicial era apenas uma, provocar. Sabia que não era ali uma base difícil de se esquivar, mas com isso poderia atrair ele para a zona de combate. Mantendo a base firme nesse momento, já estaria ciente de que ele pudesse me golpear, mas não pretendia sair dali, pelo contrário, observaria a movimentação dele, prestando atenção no tempo que ele levava para golpear e se reposicionar, enquanto segurando a base tentaria aguentar o golpe que viesse. Se fosse um golpe no rosto, por consequência tentaria virar o rosto juntamente com o punho na hora que tal acertasse visando diminuir o impacto, e esse é o ensinamento que o bom e velho Diego dizia, se te baterem na face, você deve, chutar as bolas dele.

No momento em que recebesse o golpe subiria rapidamente com o joelho em direção a virilha do meu oponente, com um grito se essa atingisse. - BALLS BREAK- e assim que o fizesse me jogaria em direção ao solo, girando por cima de meu ombro bem no momento que terminasse essa primeira sequência. - Fairness ROLLLLLLLLL- e durante o giro, tentaria alcançar a parte de trás dele, segurando o peixe fortemente pela cauda tentaria bater nos joelhos do meu inimigo usando a cabeça do animal, com uma pancada direta, claro que seria muito melhor bater com o peixe na cara dele, mas fica pro próximo golpe. E nesse exato instante levantaria, rapidamente tentando agarrar a cauda do indigente com minha direita, como havia visto ele girar tentaria forçar ela puxando de uma única vez pra baixo, a partir daí, no momento que ele começasse a descer pra trás pelo puxão, com a esquerda e o peixe, pancadaria na cara dele com o peixe fedorento, eu disse que uma hora eu ia meter esse treco na cara dele, e vai ser agora, ou não… Mas uma hora vai. - Stink Smash!!!!- Após o golpe não pararia aí, aproveitando dali, daria uma cabeçada contra a cabeça dele jogo depois do soco, subindo com uma joelhada no traseiro do indigente em mesmo momento.

Se em qualquer momento durante minhas sequências a criatura rabuda, tentasse me acertar, eu tentaria resistir ao golpe, sem parar minhas sequências, sempre forçando em direção contrária ao impacto que me fosse desferido, e avançando para golpear, mas existiam algumas coisas importantes de se fazer aqui também, afinal os momentos de ataque podem ser os mais variados possíveis, era como diria o bom Diego, se alguém pode te acertar um golpe, quer dizer que ele pode acertar 10, e se ele pode acertar 10, ele pode acertar 20, e se você for pro hospital sem os dentes, não vão poder substituir eles… É… acho que… Isso não é o meu caso aqui, ou talvez seja… bom esquece isso, vai que te dá alguma ideia estranha, e você já sabe foder demais a vida de alguém, não precisa de ideias minhas, sério, de verdade, na moral NÃO FODE!! Já basta ter um maluco com rabo móvel atacando com o poder da bunda aqui, não vamos se empolgar nisso não, que aí eu nem sei o quanto isso pode piorar, e tem loli na sala, vamos devagar com isso aí. Se bem que nossa loli, é mais tarada do que qualquer pessoa aqui, há foda-se, não tem gente normal nisso.

Se em algum momento ele me atacasse perante o giro, tentaria na hora que fosse acertada, segurar, a cauda/braço/perna da pessoa no momento em que tal acontecesse, esse instante era importante também, pois usaria cada golpe tomado para começar a calcular o tempo de reação e ação do tal. Isso me seria útil daqui a algum momento, após eu ter certeza de suas variações, sempre fui boa com essas coisas não deve ser o maior dos meus desafios, na verdade meu maior desafio aqui, é você ter compaixão desta pobre garotinha indefesa sendo agredida, por que claramente foi ele quem começou!!! ELE JOGOU UMA LOLI EM MIM… Não que eu não tenha jogado uma loli nele antes mas, um crime não compensa o outro!!! Então foi culpa dele.

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MensagemAssunto: Re: I - For Whom The Bell Tolls   I - For Whom The Bell Tolls EmptySeg 23 Jul 2018, 01:10



I - For Whom The Bell Tolls



Aquela situação chegava a ser hilária vendo a garota segurando o peixe e gritando contra o mink macaco, ele não entendia bem o que ela estava querendo dizer com aquela irritação toda e para ele, acabava sendo um tanto constrangedor que o homem colocava uma de suas mãos em seu rosto, mas sem perder a atenção de Sophia. O primeiro golpe da garota era dado e passava em branco com o procurado rapidamente se esquivando para a esquerda, enquanto que a baixinha entendia o recado dado pela caçadora tentando acertá-lo com força em um golpe nas suas bolas, mas o mink rapidamente aplicava um giro para acertá-lo com o rabo e Alexis caia um pouco longe, mas se levantava como se nada tivesse acontecido. - Golpes baixos?! Nas bolas, certo?! – Ela gritava em direção a Rockfeller para ver se havia entendido bem o sentido do qual a garota havia dito, mas não era tempo de se preocupar com a Loli e o homem atacava, usando suas pernas para aplicar um golpe rodado no rosto da caçadora.

O golpe era forte, mas não o suficiente para que fizesse a garota sair do seu lugar, mantendo a base firme e resistindo bem ao golpe, a posição do qual o karateca ficava era ruim para ele e Sophia tentava um golpe baixo com o seu joelho na direção da virilha do homem, mas ele rapidamente pensava naquilo, colocando o seu rabo entre as pernas para proteger a área vital de um homem e tentando tomar uma distância, mas Aldebaran acompanhava-o. Com um giro segurando forte o peixe que portava acertava os joelhos do pirata que tentava resistir, mas perdia boa parte de seu equilíbrio, nesse momento, a garota se levantava puxando a cauda do procurado para baixo e o equilíbrio era completamente perdido, o seu rosto ia de encontro com os lábios do peixe fedido e um belo de um beijo era formado naquele momento, claro, além de tomar o golpe.

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Mas antes que pudesse continuar com a sua sequência, o homem rodava para o lado, conseguindo escapar da cabeça que passava em branco, naquele momento, Alexis tentava atacar saltando de cabeça em direção aos países baixos do macaco. - HEEAADNUTS! – A pequena se jogava de corpo e alma naquele golpe, mas em vez de acertá-lo, o homem conseguia agarrar a Loli em meio ao ar após se esquivar do golpe e aproveitando do impulso para jogá-la em direção a uma das mulheres na plateia que conseguia segurá-la sem causar danos a mesma. - Mas que porra vocês são?! – Ele parecia ter ficado irritado com aquilo e rapidamente partia em direção à garota que estava com sua base firme novamente, mas aquilo não pararia o mesmo, em meio ao tempo que ele ficou livre, ele havia colocado uma espécie de ferro em sua cauda o que fortificava seus golpes e conseguia acertar um diretamente com seu cabo no rosto de Sophia que se movia alguns passos para o lado, sentindo que um corte havia sido aberto abaixo de seu olho. - Aliás, eu aceito aquele convite de antes! Você é uma gracinha. – Ele falava com seu tom sério, ainda estava irritado, mas não parecia resistir há uma linda garota. Alexis se aproximava de Rockfeller, observando-a. - Você está bem? – Ela dizia com uma cara fofa de preocupação para a mesma, o mink macaco estava a cinco metros de distância, pronto para continuar o combate.



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MensagemAssunto: Re: I - For Whom The Bell Tolls   I - For Whom The Bell Tolls EmptyQua 25 Jul 2018, 02:08



Passo 5: I Ain't No Nice Girl


A luta começava da maneira que eu bem esperava, o homem em nenhum momento tinha baixado a guarda não importando o quão louco parecesse qualquer movimento absurdo, afinal quem espera um pulo com uma joelhada? Você sabe me dizer? a resposta pra isso é: Todo mundo. Mas naquele instante estava além disso, Alexis também tentava atacar, mas de nada adiantava ela apenas parecia perder um tanto de tempo indo pra cima do inimigo, coisa que bem… Ao menos ela era empenhada… Nem todos podem fazer algo grande nesses casos, o cara aparentemente entendia de usar o rabo, uma nata habilidade que poucos compreendem, pode ser usada na arte na vida, no amor… É talvez não esse rabo no último, mas podemos concordar que faz sentido. Entretanto eu só queria saber uma coisa… Assim, não é por nada… Mas… PORRA MACACO COM RABO DE FURADEIRA? QUE VOCÊ ANDA LENDO CARA? TA PENSANDO O QUE? MANUAL DE COMO SER UM MACACO PEDREIRO? FURADEIRA PRA QUE? USE SEU RABO E ABRA AS FRONTEIRAS ATRAVÉS DAS CONSTRUÇÕES. É só isso sem mais reclamações. Mas bem meus ataques eram mesmo que nada ali inicialmente, ele apenas esquivava belamente… Até que o peixe sim eu disse que essa porra ia ser meu trunfo.

Há que satisfação sem tamanho, o peixe bem ele ia diretamente na fossa poplítea do indigente, o fazendo desequilibrar, que era seguido de mais um ataque meu puxando sua cauda, o desequilíbrio era automático naquele instante o que me possibilita finalmente cumprir a minha promessa, o peixe estava romanticamente, cara a cara com o inimigo, uma cena de fato linda de se ver, não existem fronteiras para o amor de fato. Alexis novamente vinha com tudo que ela tinha em seus golpes, ela queria mais uma vez ajudar, fazer algo que pudesse ser de fato útil, entretanto ela não conseguia ser efetiva, apenas no momento exato que havia começado sendo derrubada, no instante que visse aquilo eu apenas pediria para que ela não se esforçasse tanto, afinal o inimigo era claramente estranho. -Alexis, melhor ficar um tanto afastada, esse cara é estranho, ele tem uma furadeira na bunda. - Sim, aquilo não era coisa do meu mundo não… Tinha visto muito macaco na minha vida, mas nenhum fazia essas paradas aí não, eu só acho que isso é culpa sua, sim você mesmo, acha que eu não to ligada nesses seus esquemas ai? Sentado de boas na sua cadeirinha rindo da situação… Sabe… Você precisa se tratar, é claramente doente, rindo de uma mocinha inocente apanhando na rua… Eu não quero nem ver onde isso vai parar.

Como o destino tinha gostos peculiares, pois é não venha me dizer que não tem… Eu apenas via o rabo vindo em direção a meu rosto, um rabo com uma ponta de ferro aparentemente, inicialmente parecia apenas mais um golpe comum.. MAS O FODENDO DESTINO, FAZIA AQUILO SER UMA DROGA DE UM GOLPE PODEROSO, QUE DEIXAVA SANGUE SAINDO DO MEU OLHO… CARA NA BOA, ESSE CARA PODERIA TER ALGUMA CHANCE DE VIVER ATÉ AQUI, P - O - D - E - R - I - A. As pessoas infelizmente não tem mais nenhum apreço pela vida hoje em dia, jogando ela fora assim sem pensar muito… Sabe eu queria dizer que… Você… PODE IR PRA CASA DO CARALHO. Neste exato instante minha mão ia levemente para o rosto, onde o sangue tinha chegado, ele não só tinha conseguido ferir, como fazer dar dois passos para trás. Naquele momento, vendo meus olhos ele saberia de uma coisa, a morte talvez seja uma boa opção pra um vagabundo que nem esse. O meu olhar de reprovação e ódio, seria claro e conciso, enquanto eu subia velozmente sem nem mesmo pestanejar ou responder a pergunta dele com um rápido avanço eu partiria de uma única vez com o braço estendido para a lateral visando acertar sua região dorsal com a base do meu braço, famosamente conhecido como lariat. A ideia era que talvez tal golpe pudesse levar o indigente ao chão.

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Caso conseguisse com a técnica derrubar ele nesse momento minhas ações seriam claras. - Vuelo del angel- rápidamente saltaria com os braços para trás como se fossem asas em uma investida feroz contra o provável corpo caído… Inconsequente? talvez, mas só ME DEIXA, EU QUERO SER FELIZ… Só hoje… o golpe seria visando ali a parte torácica dele, não era nada demais apenas para manter a forma sequencial, e em seguida buscaria efetivamente usar o cotovelo assim que estivesse atingindo o golpe para potencializar aquilo, dando um duplo smash nas costelas dele, usando os dois cotovelos de maneira uniforme. Logo partindo disso rolaria para sair de cima dele por alguns instantes levantando posteriormente, apenas prender ele ali, provavelmente não seria possível ainda sem que ele estivesse muito machucado. Precisava ser efetiva e causar o máximo de dano possível.

Entretanto tinha eu em minha mente a possibilidade do maldito ser do inferno das profundezas do tártaro, desviar do meu avanço, por que? Porque você não vai fazer as coisas serem funcionais né? O cara já começa podendo furar paredes, o que eu devo esperar disso aqui? Caso eu viesse a passar direto naquele momento, eu não perderia tempo automaticamente giraria meu corpo em 180 graus, com a perna, visando acertar ele com meu calcanhar, era apenas um giro simples que poderia bater ali um pouco acima do pescoço de preferência o maxilar. Mas o vacilo, não estava a meu favor, e desse modo tentaria já ter em mente que o indigente pudesse esquivar de novo, no cenário que ele se abaixasse, desceria o pé com força contra ele, partindo diretamente do golpe. No cenário em que ele se afastasse pra trás, minha estratégia era óbvia, refirmaria meu pé no chão, e rapidamente PEIXE NELE, giraria meu animalzinho, com força visando o peito do nosso mink. -Dead FISH SHOT- a técnica do peixe nunca falha, é… Quase nunca…

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Para caso ele desviasse da peixada, rapidamente me lançaria para o chão girando, dessa vez com mais um certo cuidado, fazendo, com que o giro fosse feito por cima do ombro , eu não sabia ao certo o que se passava na cabeça do grandão mas… É fosse o que fosse não era coisa boa, mas ele bem… Devia saber que não tinha nada de bom na minha cabeça também. Afinal nesse exato momento eu me lembrei de CEBOLAS, e eu posso te dizer uma coisa, eu odeio cebolas… E esse cara… Ele me lembra uma cebola agora, o formato da cabeça dele… Olha pra isso, essa coisa nasceu de uma raiz plantada bem no fundo do inferno, só pode… Acho eu que cebolas são o mal da humanidade, quando a caixa de Pandora foi aberta no mundo… Então todos conheceram a dor.. e ela tinha várias camadas e era uma hortaliça fedida. De todo modo, aquilo apenas, bem, me dava mais vontade ainda de partir ele em dois, e MANO NA BOA EU PRECISO QUEBRAR ELE, Diz que eu posso quebrar ele vai, só me deixa fazer isso, só uma vez… Eu não preciso matar ele mais de uma vez, seria só uma, nunca te pedi nada.

Assim que o giro terminasse levantaria de uma única vez, iniciando um uppercut para cima do indivíduo, subiria com o punho reto visando atingir a ponta do queixo dele com a subida por baixo, independente dele desviar ou não, meu próximo movimento já estava na cabeça, assim que eu mantivesse a base firme de pé novamente avançaria com tudo, mas pisando com toda a força de uma vez em direção ao pé dele tentando esmagar a base do pé contra o chão. Nesse mesmo instante ainda com a base colocaria a mão esquerda apoiando o punho fechado fazendo um arco com os dois braços, avançaria jogando todo o peso do corpo de uma vez só na pancada contra o plexo solar do indivíduo. - CEBOLA SMASH-, acredito que aquele golpe ia ser algo que ele não ia esquecer, mas nem se aproximava da minha técnica suprema. - Acho que agora o jogo está começando, você precisa de duas coisas pra poder participar, um peixe, e nascer de novo, só isso.- diria pra ele enquanto me reposicionaria após o golpe. Sim essa frase não tem sentido, e essa é a intenção… afinal desestabilizar ele mentalmente era uma ideia interessante, se bem que, é, todo mundo aqui já não tem a cabeça certa, e pra alguém com cabeça idêntica a uma cebola, ele já tem problemas demais nesse segundo. Na verdade te pergunto, quem é mais doente, o maluco que estou lutando, ou você? Afinal, sei que essa coisa veio da sua cabeça, não poderia existir algo tão perturbado naturalmente no mundo… Eu só queria um dia normal, relaxar, passear por aí.. TER UM INIMIGO NORMAL, QUE NÃO FODE COM MINHA VIDA, NEM ATIRA METEOROS NAS PESSOAS, SÓ UM CARA SIMPLES COM BIGODE MEXICANO E UM SOMBREIRO, QUE TAL? NÃÃÃÃÃAÃÃO VAMOS COLOCAR UMA COISA ESCROTA NO CAMINHO DELA. Vai se ferrar.

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A partir daquele ponto acredito que já teria estudado o suficiente a velocidade do meu inimigo, talvez um pouco mais cedo, entretanto a garantia disso, me era bastante benéfica no fim das contas, e por isso tinha esperado tanto tempo, mas a ideia agora era que compreendendo melhor a velocidade do inimigo, eu pudesse com minha noção de tempo perfeita, fazer com que o mundo passasse a girar ali. Pois nessa hora a precisão que eu gostaria de ter era grande, afinal, atingir pontos de pressão em um corpo é algo que requer uma certa habilidade, não basta conhecer os locais. Entretanto compreendendo a movimentação e aplicando desses conceitos para a velocidade que até ali esperava já ter perfeitamente em mente, sabendo o tempo que ele leva entre os golpes. Começaria a fazer o que bem… De certo estava premeditado de minha mente desde o início.

Inicialmente começaria agora com a tentativa de desestabilizar o inimigo, um golpe um tanto sujo, e sorrateiro, a cara do que Diego me falava, ele dizia, acerte os ouvidos do seu inimigo e desestabilize ele, se não funcionar, você corre… Porque de certo seja o que for, não é humano. Rapidamente moveria de uma única vez as duas mãos com as palmas abertas tentando bater cada uma contra um dos ouvidos do inimigo usando de toda a força que tivesse nos braços, o golpe nesse caso poderia desestabilizar, ele o que era claramente minha intenção. - TALK TO HELL- e rapidamente após o golpe caso esse tivesse acertado aproveitaria o momento para com o meu pé chutar a lateral do joelho adversário, tentando ali deslocar possivelmente a rodilha. Talvez esteja estranhando minha seriedade não é mesmo? Pois é eu sei ser séria também, e você está me forçando a isso, se fosse um cara com sombreiro e bigodinho, nada disso seria necessário… Podíamos andar de mãos dadas… na praia, maior brisa… MAS VOCÊ NÃO AJUDA, VOCÊ QUER FODER O BATALHÃO DE TODA FORMA.

Após o chute no joelho aproveitaria o momento para prosseguir a sequência visando agora um soco na têmpora do adversário, o princípio era parecido, o faria com um cruzado pela esquerda, enquanto com a direita tentaria um soco no pescoço, mais especificamente visava a traqueia. Mas apenas de acertar a região os danos poderiam ser grandes. Eu também não estava ali para brincadeiras, não não mais, a partir do ponto que o inimigo é descortês, e retira nosso lado ruim, não temos mais muita escolha a não ser bem… fazer com que ele comece a entender por que foi uma péssima ideia me procurar… Se bem que fui eu que procurei ele… Mas isso não vem ao caso, o importante é que ele ta errado, e você sabe disso… Mesmo que eu não tenha um exato motivo, 5 milhões de recompensa falam por mim… Eu acho. Assim que o golpe na têmpora fosse executado, acertando ou não, eu me lançaria para o chão novamente tentando girar, para ir pra traseira dele a intenção era assim que terminasse o giro aplicar um golpe bem na base da coxa próximo as nádegas, esquerda ou direita, a que eu conseguisse visar na hora. - ASS PUNCH BREAKDOWN-, o comum era que um golpe ali causasse uma dor intensa, e claro rouba um pouco da dignidade.

Bom, sei que provavelmente conhecendo minha sorte, esse cara vai tentar tantos ataques quanto eu, e bem, ele pode ainda ter um membro extra… Mas eu tenho um peixe, isso me levará a vitória, não tem como perder com isso. Nesse momento, a ideia mais linda surgia na minha cabeça, algo fenomenal que eu não havia sequer cogitado antes, minha mente tinha um choque de realidade na hora que tal façanha genial e extremamente planejada surgia… Cara… Era uma verdadeira explosão mental.

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Nesse momento você se pergunta, que ideia tão boa ela teve? Qual o propósito maior ao qual aquele momento poderia servir… Bem eu tenho um peixe, ele é uma pessoa, juntou os pontos? Provavelmente não por que isso não tem nada haver… Só olha. Naquele exato momento após a grande revelação divina que mudaria todo o rumo do combate estrearia meu novo golpe. - FISH BALL CRUSH- e com um giro rápido com as mãos, tentaria subir o peixe horizontalmente tentando atingir a virilha do rapaz. Sim talvez agora tudo fizesse sentido, talvez fosse isso que me faltava, só faltou um gato no lugar para fazer a técnica suprema que tanto Diego citava Fish Ball Cat, segundo ele isso derruba qualquer cara, de uma vez só… Bem ele nunca me ensinou isso, mas deve ser de fato uma arma poderosa. Mesmo apenas com metade espera que aquele peixe recobrasse as esperanças, dos países baixos do rapaz, não sei até onde essa luta vai se estender, mas um dia, ele deve… Bem… Cair… Acho que posso passar mais de 24 horas nisso… Não afirmaria mas, tenho uma certa convicção.

Estaria dessa vez mais atenta a golpes que me pudessem ser dados, o ideal era que tentasse resistir a todos, e não parar nenhuma das minhas sequências, sempre fazendo o possível pra aguentar os impactos, no entanto, eu não podia deixar que tudo que viesse realmente passasse, até porque sem nenhum motivo aparente, não consegui virar meu rosto junto do golpe que foi dado para reduzir o impacto, BEM SÃO SUAS IDEIAS NÃO É MESMO? VAMOS ESQUECER DISSO, DEIXA O ROSTO SANGRAR, TANTO LUGAR CARA, TANTO LUGAR, TEM A PORRA DUM TÓRAX GIGANTE AQUI, PERNAS, AS MÃOS JÁ TÃO FODIDAS, AÍ NÃO, VAMOS COLOCAR UM CORTE… É vamos fazer isso, podemos danificar ela, vai ser legal onde você acha uma boa ideia? NO ROSTO, ISSO VAMOS, TA PROMOVIDO… Cara tanto que eu acreditei… E me vem essa, e logo onde tinha a única prevenção principal, bem… Seguimos em frente o que tá feito está feito. Se qualquer golpe viesse em direção ao rosto novamente a ideia seria similar, eu giraria ele juntamente com o golpe, para assim diminuir o impacto, com a noção exata do tempo, fazer isso não devia ser algo tão difícil, visto que já estávamos a algum tempo trocando golpes, e medir o tempo de um golpe e outro para fazer uma reação não devia ser assim tão difícil pra mim, isso é algo bastante usado nos ringues, não é uma coisa que se goste de fazer afinal se está fazendo isso significa que se foi acertado, e a maioria das pessoas não ama essa ideia, entretanto é uma forma de reduzir o impacto efetiva.

De todo modo, ainda existia a possibilidade de os danos que ele causasse serem fortes o suficiente para me desestabilizar, bem o corte no rosto mostrava isso, por mais que esse não havia sido bem descuido, era o destino… Sim você mesmo, e aliás tenho uma pergunta, sabe o que você acha que eu pretendo fazer agora? Algo insano não é? Está esperando a personificação do caos, vestida de saia… Se bem que não estou de saia, mas você entendeu… Mas não, dessa vez eu vou ser sensata… Ou não… No momento que tomasse qualquer golpe que tivesse força suficiente para me desestabilizar. - FLY FISH SWORD DANCE.- Sim, eu tentaria agarrar o membro que o tivesse feito automaticamente, a ideia era que eu não saísse ali do close combat, podendo estar sempre o mais perto do meu inimigo, e manter meu equilíbrio. Usando mais uma vez da noção exata do tempo, assim que recebesse o punho, rabo ou perna, ou… Cabeça? Nunca se sabe, os tempos são outros… Não temos mais os amáveis mexicanos de chapéu. Eu tentaria segurar o local me apoiando puxando ele contra mim mesma, ou seja na mesma direção que o golpe foi dado, se o ataque fosse um soco nesse mesmo momento aproveitando o puxão para que eu pudesse chutar diretamente a barriga do inimigo, com toda a força que conseguisse, dando um único chute firme nessa direção.

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Se ele me atacasse com a cauda ou coisa similar, tentaria, segurar ela e puxar também da mesma forma, tomando cuidado com os giros, por já ter visto ele fazendo uma vez, eu prestaria atenção e caso ele fosse tentar girar tal usando do tempo exato soltaria a cauda, mas apenas abrindo as mãos para que ela girasse livremente, e assim que visse o fim de tal agarraria de novo, prosseguindo com o puxão seguido de um lariat, quando o corpo viesse contra mim, visando bater com todo o peso do corpo naquele instante. Se em algum momento ele me chutasse me desestabilizando eu tentaria chutar de volta no local, no momento que ele acertasse um golpe bateria no golpe dele, causando um choque rápido ali, de preferência no joelho dele, aproveitando disso para manter também o equilíbrio, posicionando-me. Mas ainda não era suficiente conheço sua maligna mente terrível que está planejando destruir meus sonhos nesse dia… But… NOT TODAY BITCH!!!!

Se o golpe dele fosse capaz de me derrubar, aproveitaria para fazer a melhor coisa possível ali, aquela técnica poderosa, que ninguém está na mente. - ROLLOUT- Começaria a girar rapidamente e massivamente como um pneu desgovernado muito motivado, tentando atingir as pernas dele loucamente para poder talvez derrubar, assim que chegasse até elas as agarraria rapidamente, começando a socar em vários pontos. Começaria socando a área interna da coxa, seguido da panturrilha, depois MORDERIA A CANELA DESSE DESGRAÇADO FILHO DA MÃE QUE É PRA APRENDER. Mas acha que esse é meu nível mais alto de maldade? ESTÁ COMPLETAMENTE ENGANADO, SE TIVESSE A OPORTUNIDADE PUXARIA OS PELINHOS DA PERNA DELE, COM FORÇA PRA ARRANCAR… Acha que aqui é amadora? Eu sei onde dói…

Em qualquer oportunidade enquanto me mantivesse agarrada ali, golpearía o Cóccix, com toda a força que tivesse, se possível tentaria também os rins. Ainda mais se pudesse, daria uma cabeçada no baixo ventre, com a intenção de manter uma sequência forte. Se preciso me desgrudar, novamente iniciaria o melhor golpe de todos. - ROLLOUT SUPREME MODE FLY FISH SWORD EXTREME EXPLOSION- E girando rapidamente em torno dele tentaria recobrar a posição e novamente agarrar ele nas pernas e repetir os golpes.

Se em qualquer momento ele segurasse minha perna em um dos chutes, para visar me derrubar, aproveitaria das acrobacias, santas salvadoras dos fracos e oprimidos, para na hora que a perna estar segura, rapidamente usar da própria força do inimigo, para subir com a outra perna em um giro rápido chutando ele de forma a me impulsionar de volta pra trás. Caindo já com um giro simples para amortecer o impacto. Se o destino assim quisesse, por que o trabalho dele… É acabar com minhas chances de sobrevivência aqui, e por qualquer motivo que fosse, ele segurasse a segunda perna, aproveitaria das duas pernas sendo seguradas e subiria o dorso do corpo jogando todo meu peso contra o cidadão rabudo. Visando que eu pudesse derrubar ele, se tal acontecesse o mais rápido possível tentaria assumiria a posição dominante ali, como Diego gostava de chamar “A Posição do cavalinho” Subindo em cima do inimigo e rapidamente tentando desferir sequências de socos no seu rosto. - THE JUDGMENT DAY- entretanto se ele mostrasse resistência para me tirar de cima, de forma que eu não estivesse suportando, ou pudesse me desestabilizar, rapidamente com as duas mãos bateria nos ouvidos dele, como da outra vez para atordoar, seguido de um rápido golpe na área de controle sensorial batendo não só com a palma aberta com força como fazendo provavelmente que a parte de trás da cabeça se chocasse contra o chão, e por fim a tentativa mais uma vez de um soco rápido na garganta. A ideia de levar ele ao chão e manter me era quase uma chance plena de sequenciar ele com diversos golpes.

Acredito que as chances ainda eram de fato as mais bizarras possíveis, mas existia algo ainda na minha manga, um fenomenal atributo, que poderia ser meu trunfo naquele combate… Bem, minha técnica suprema, estava por vir, aquela que eu precisaria da melhor oportunidade, ela… não era fácil… Ela era cruel, e maldosa, mas efetiva, precisava de precisão, audácia, e claro eu não sabia como ia ficar depois de executar aquilo, mas, bem era necessária estaria sempre atenta aos movimentos que ele pudesse estar fazendo, eu já estava a tanto tempo calculando que isso melhorava minhas chances, então sabe… Eu tentaria MORDER O RABO DO INDIGENTE… Sim você não está vendo errado, é isso que faria, se em qualquer hora notasse, a possibilidade, rapidamente avançaria com a boca em direção a traseira do inimigo, e com toda a força que tivesse nos dentes cravaria eles no rabo. - TOMA ISSO CRIATURA VIL- eu sabia da crueldade daquele ato, mas como juiza, só tinha mais uma palavra pra aquele ser. -SOFRA- Tomaria no entanto cuidado, afinal ele costuma girar aquele troço se visse isso acontecendo calcularia o momento certo para rapidamente abrir a boca antes que fosse tarde, assim como tomaria cuidado para não morder na parte coberta por o metal, bem, havia outras escolhas, mas essa é sem dúvidas a mais sensata, pra me levar a vitória.

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A vida é uma caixinha de surpresas, e eu sou a surpresa desse filho de chocadeira, quero ver aguentar esse na cauda… Diego sempre me falou que quando é por trás todo mundo reclama, a dor infernal deve atingir você e te queimar como a chama do inferno. MORRA COM SUPREMA ARTE DA PUNIÇÃO… Diego tinha outra palavra pra isso mas… Ela é estranha, então prefiro minha versão, bem fica na sua curiosidade o que diabos ele dizia, mas a vida é como se fosse uma cachoeira, a gente apenas desce seguindo o fluxo, e encontra um monte de filhos da puta, meu lema poderia ser “Todo dia um filho da puta diferente” e assim seguimos para o próximo round, quanto ferrada eu vou estar? bem de fato não sei, mas de certeza o rabo dele vai estar mais depois dessa maravilhosa ideia, obrigada Diego, suas dicas sempre salvam o dia.

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Andando muito tempo por aí
Percebo que não tenho muito onde ir
E todos os caminhos percorridos
São páginas velhas viradas de um livro já lido.

(Jimmy & Rats)

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