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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 As mil espadas - As mil gaivotas

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MensagemAssunto: As mil espadas - As mil gaivotas   As mil espadas - As mil gaivotas EmptyTer 05 Jun 2018, 14:35

As mil espadas - As mil gaivotas

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Julian D'Capri. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil gaivotas   As mil espadas - As mil gaivotas EmptySex 08 Jun 2018, 17:50

Nos últimos dias o que aconteceu foram simples histórias de contos, aquelas que você acredita que são verdade apenas por terem muitos fatos as ligando a vida normal, mesmo assim você podia ver tudo dar errado, e em poucos segundos tudo poderia acabar da pior maneira possível, quem diria que um garoto comum derrotaria um pirata tão feroz e soltaria reféns de suas garras? Aposto que não muitas pessoas, nem mesmo eu, de toda forma a sorte estava comigo, coisa que não é muito costumeira, então eu sabia que devia ficar mais forte, mais forte para proteger as pessoas que precisam, proteger os inocentes e salva-los, por isso eu sou um marinheiro, para poder ajudar os outros, carregar a justiça em minhas costas e levar a paz pelos mares, até que eu possa fazer isso tenho que me concentrar no agora.

Ao acordar, antes de qualquer ação esfregaria meus olhos para forçar meu despertar, ainda deitado esticaria meus braços enquanto dobraria minhas pernas e vice e versa, ao terminar de me espreguiçar, bocejaria, um grande e alto bocejo, abrindo totalmente minha boca, fechando e espremendo meus olhos, isso daria-me o sinal necessário para ganhar forças e levantar, olhando em volta enquanto andaria com cuidado para não acertar algo e acordar alguém, desta forma me esgueiraria pelo quarto para poder silenciosamente sair dele.
Se estivesse na hora de comer, fosse essa almoço, jantar ou café da manhã, me dirigiria até o refeitório para participar da comilança e tentaria me sentar em uma mesa vazia e mais distante, evitando o barulho, tentando aproveitar o silêncio e a paz que este poderia me proporcionar.
Caso fosse apenas mais um horário livre procuraria treinar com minhas espadas, ainda não teria tido a oportunidade para treinar sozinho e me acostumar com o peso certo da bainha infinita, apesar de que minha mente estaria preocupada sobre Karate Island, afinal de contas Draco pode ter sido derrotado, mas algum de seus servos poderia estar pela ilha, enquanto treinaria minha mente remoeria aquela sensação e sentimento sobre haver algum tripulante naquela ilha, se visse que isso começaria a me atrapalhar me dirigiria até a sala da capitã Yoko para falar com a mesma, se não a encontrasse em sua sala iria até algum um guarda que estivesse na entrada.
-Sabem onde está a capitã Yoko? - Falaria.

Se encontrasse a capitã Yoko em sua sala começaria fazendo uma reverência a marinheira.
-Desculpe minha capitã, sinto muito se estou atrapalhando, posso ter uma palavra com a senhorita?

Caso ela não se importassem com me dar alguns minutos de sua atenção seguiria falando:
-Mais uma vez perdoe minha intromissão, mas gostaria de saber se algum relato de problemas em Karate Island, a senhorita deve saber que vim de lá, estou preocupado.

Se ela relatasse alguma coisa que estivesse acontecendo me ajoelharia e abaixaria minha cabeça.
-Por favor senhorita me deixe resolver esse problema, me mande para essa missão, se houver qualquer outro tipo de problema ou missão deixe-me ajudar, deixe que eu leve a paz, gostaria de ajudar aquela gente, devo a eles minha vida.

Caso ela não tivesse nenhuma missão envolvendo Karate Island apenas faria outra reverência e me retiraria em silêncio do lugar, dirigindo-me novamente ao local de treino.

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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil gaivotas   As mil espadas - As mil gaivotas EmptySab 09 Jun 2018, 03:03

O PRIMEIRO DIA COMO MARINHEIRO!


Para dias difíceis, nada melhor do que uma boa noite de sono, e Julian havia dormido bem no seu primeiro dia em Baterilla logo depois de se tornar um marinheiro. O rapaz logo que acordara começou a se esticar para fazer com que toda a preguiça matinal saísse de seu corpo e assim ele pudesse ativar seu corpo da melhor maneira possível para esse início de dia. Ainda quando estava a alongar seu corpo para se levantar, o espadachim sentiria em seu corpo as dores dos ferimentos que havia recebido anteriormente, principalmente aquele que recebeu em suas costelas.

Julian não sabia que horas eram, mas poderia deduzir que ainda era bem cedo devido a quantidade de pessoas que ainda dormiam ali, entre elas estavam a já conhecida Asuna, e ao levantar de sua cama, o jovem espadachim tentava ao máximo se mover sem fazer barulho ou esbarrar em alguém para não acordá-los. De forma silenciosa ele conseguiu sair do dormitório sem acordar ninguém e então se dirigiu para onde a grande maioria iria após acordar, o refeitório. Como ele já imaginava, ainda era cedo, o café-da-manhã havia acabado de sair e muitas poucas pessoas estavam pelo local fazendo a primeira refeição do dia, que por sinal era algo bem simples, torradas, ovos mexidos e panquecas, sendo que essa última a pessoa poderia pegar uma das jarras de mel sobre a mesa e despejar a gosto.

Como Julian estava no QG do porto, um QG menor do que normalmente os outros são, isso refletia no tamanho do refeitório e demais áreas, que também eram mais compactos, podemos dizer. Em um horário mais movimentado, Julian não conseguiria pegar uma mesa vazia e isolada para prestigiar do silêncio, pois ele não existiria mais ali daqui a alguns minutos, mas digamos que por sorte, se ele não demorar demais para terminar de comer, não haverá problemas no que se diz respeito ao barulho.

Aproveitando que ainda era bem cedo, Julian procuraria um lugar para treinar com suas espadas, até porque precisava se acostumar com o peso da sua bainha infinita, para isso o rapaz precisava se locomover até os fundos do QG onde lá havia um campo aberto para treinos e testes de alistamento. De todas as coisas que Julian poderia esperar encontrar ali fora, talvez a única que poderia ter certeza era a neve, ontem nevava como louco em Baterilla, mas hoje, por incrível que pareça, não havia mais nem sinal dela por ali.

Por mais bizarro que fosse, Julian não seria capaz de entender absolutamente nada a respeito disso, o melhor a se fazer agora é curtir o sol que havia voltado com tudo para a ilha, e quem agradece com essa mudança é o comércio da cidade que depende bastante do turismo local. É possível que o espadachim já tenha ouvido falar dos resorts e praias belíssimas que a ilha possui, quantos casais por todos os Blues não desejam ter a sua lua de mel neste paraíso chamado Baterilla? Poucos, acredito eu.

Enfim, mesmo que mais tarde pudesse agora ir a praia se tivesse vontade, o que Julian realmente tinha interesse era em seu treinamento, que no momento por conseguir fazer isso sozinho, novamente graças ao horário, trazia ao rapaz a paz do silêncio que ele tanto procurava. Acontece que o recém-recrutado marinheiro não conseguiria alcançar essa paz de espírito enquanto sua mente estivesse sendo perturbada com pensamentos a respeito da segurança de Karate Island. Tamanha era a sua preocupação, que Julian nem mesmo conseguiu treinar como gostaria, não estava concentrado o suficiente para dar atenção às suas espadas enquanto imaginava o que poderia estar acontecendo em Karate Island se algum subordinado de Draco ainda estivesse por lá.

Por conta dessa angústia, Julian fez a única coisa que sua mente lhe permitiria naquele momento, ele foi procurar pela Capitã Yoko. Só que por algum motivo, talvez por estar cedo demais, o espadachim não conseguiu encontrar a capitã onde achou que ela estaria, por conta disso, procurou algum outro marinheiro próximo e perguntou se saberia lhe dizer onde a Yoko está.

- Ainda não a vi por aqui hoje, mas pode ser que ela esteja no QG principal. Aconselharia procurar por lá se estiver muito afim de encontrá-la.

Restaria agora a decisão de Julian em ir ou não até o outro QG para procurar por Yoko, isto é se ela realmente estiver por lá, mas além disso havia também a dúvida na cabeça do rapaz a respeito da localização desse outro QG, por mais que tenha crescido na ilha, algo dentro dele lhe trazia uma dúvida se realmente era lá que ficava. Antes que pudesse sair do edifício atual para procurar pelo outro quartel, Julian seria surpreendido pela chegada de Asuna, e aparentemente a loira não tinha uma expressão muito contente no rosto.

- Não acredito que você estava querendo começar o primeiro dia como marinheiro sem mim, Julian! - Falou a garota de forma brava esperando que o espadachim tivesse uma boa desculpa para o que havia feito. - Eu não esperava isso de você, sabia?

A garota permaneceria na frente de Julian com os braços cruzados e impedindo a passagem dele para o resto do corredor. Ela batia a ponta dos pés no chão várias e várias vezes enquanto encarava nos olhos o garoto de cabelos longos, pelo olhar furioso na expressão dela, era certo que a loira não estava nem um pouco satisfeita com a atitude do espadachim.

- Estou esperando você se explicar e pedir desculpas, sabia? - Diria ela caso o rapaz demorasse demais para dizer alguma coisa enquanto ela o encarava sem desviar o olhar um único segundo.

Caso Julian não tentasse fugir da responsabilidade e desse a Asuna uma explicação para sua atitude em deixá-la de lado, não importa o quão boa fossem as palavras do espadachim, a garota não iria tirar do rosto a sua expressão de aborrecida.

- Vai precisar de mais do que isso para que eu te perdoe por isso, sabia? - Responderia ela após as palavras de Julian para ela. - Mas então, o que você estava querendo fazer sem a minha pessoa para ter pensado em me deixar sozinha aqui? - Perguntaria ela em um tom que deixava claro que ela ainda não havia superado o ocorrido. Então caso Julian chegasse a comentar sobre precisar ir até o QG principal, Asuna iria virar a cara e fingir que ao seu lado havia uma terceira pessoa, podendo assim ignorar a presença de Julian ao seu lado. - Nossa, eu sei exatamente onde fica o QG principal, sabia? E ainda tem pessoas que parecem precisar tanto de mim, mas me acham desnecessária e não me querem por perto no primeiro dia como marinheiro, sabia? Eu poderia levar essa pessoa lá se ouvisse ela dizendo o quanto eu sou necessária para ela e que está tão arrependida por ter tentado fugir de mim que vai me comprar um milk-shake, sabia?

Certamente o que Asuna estava dizendo era direcionado para Julian, esperando que o rapaz ainda lhe pedisse desculpas e lhe pagasse um milk-shake, pois pelo visto apenas assim ela iria perdoá-lo e levá-lo até o QG principal... O que a garota poderia não saber, é que Julian é de Baterilla e não é tão necessário para ele a ajuda dela para andar pela cidade, porém, o espadachim poderia fingir que realmente não sabe, pois assim faria a loira se sentir um pouco mais especial.

OFF:
 


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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil gaivotas   As mil espadas - As mil gaivotas EmptySab 09 Jun 2018, 20:44

Os pensamentos consumiam-me, aquela sensação de ter esquecido de fazer algo estava me sufocando, uma asfixia imaginária que tirava meu fôlego a cada passo, em meu cérebro vinham as piores possibilidades, a poluição visual imaginária seria tanta que nem mesmo notaria a falta de neve decorando o chão de minha ilha natal, quando finalmente consegui falar com um dos soldados o mesmo me respondeu:
"Ainda não a vi por aqui hoje, mas pode ser que ela esteja no QG principal."
Ao ouvir da boca do marinheiro que Yoko estaria em outro local reverenciaria o marinheiro em agradecimento, a dúvida crescente em minha cabeça faria com que eu quisesse ir imediatamente ao encontro de Yoko, mas essa ação teria que esperar, com a chegada de Asuna meu plano teria ido pelo ralo, e a confirmação do atraso de minha partida chegou assim que minha companheira começou a falar.
"Não acredito que você estava querendo começar o primeiro dia como marinheiro sem mim, Julian!"
As vezes penso como seria bom ter um outro companheiro menos barulhento, Asuna é complicada, mal consigo organizar meus pensamentos, suas falas são um pouco mais extensas do que o de uma pessoa normal e isso tornaria conversas com ela uma chateação, conduzir pensamentos para mim é uma virtude, uma coisa ensinada a mim por meu mestre, tecer pensamentos firmes e concretos, isso leva tempo, coisa essa que não consigo possuir em uma conversa com Asuna.
"Estou esperando você se explicar e pedir desculpas, sabia?"
A mania do "sabia?" isso é algo que me perturba e por alguns segundos até havia me esquecido que Asuna tinha isso, apesar disso tudo ela é uma boa pessoa e isso não negarei.

Asuna permanecia ali, imóvel, quer dizer, ela balançava seu corpo e batia a ponta dos pés no chão, por esses sinais poderia dizer que ela estava aborrecida, tinha a confirmação de minha teoria ao olhar para o rosto dela, aquela pedra estava tampando minha passagem, e não haveria outra forma de passar por aquele obstáculo sem ser conversando, com um suspiro pegaria ar e coragem, tinha certeza que confrontar aquele fogo não seria fácil, ainda mais com meu déficit para percepção de sentimentos.
- O dia como marinheiros começou antes de nós. - Falaria sem acrescentar nenhum adendo.
Apesar de minhas palavras a expressão no rosto de Asuna não melhorou, eu já esperaria tal reação dela.
"Vai precisar de mais do que isso para que eu te perdoe por isso, sabia?"
- Desculpe Asuna, não era minha intenção total deixar você para trás, logo mais viria até você, não sairei dessa ilha sem minha companheira.
"Mas então, o que você estava querendo fazer sem a minha pessoa para ter pensado em me deixar sozinha aqui?"
- Estou querendo ir até o QG principal da cidade para falar com a capitã Yoko, preciso fazer isso urgentemente.
Com um olhar sereno encararia por dois longos segundos Asuna enquanto pensaria no que fazer, tenho a impressão de que me guiaria por essas ruas sem problemas, o fato é que talvez eu pudesse magoar a senhorita Asuna, de qualquer forma estou devendo a ela muito ainda, ela me ensinou como realizar primeiros socorros de maneira eficaz, isso irá me ajudar muito em proteger o mundo como quero, salvar pessoas se tornaria uma tarefa mais fácil graças a ela, após encarar Asuna pelo curto período de tempo viraria para a direção que ela tinha olhado e falaria com a "pessoa", ainda receoso por achar estar sofrendo de esquizofrenia, apesar de não apresentar traços da doença.
- Poderia pedir para que a senhorita Asuna me mostrasse o caminho até a loja de milk-shakes?

Se por acaso Asuna começasse a gritar de emoção por ter aceitado sua "jogada" iria manter minha feição calma como sempre e só esperaria que ela não arrancasse meu braço.
Se Asuna aceitasse me levar na loja de milk-shakes a seguiria calmamente, sempre apreciando a visão de minha cidade natal, sempre cuidadoso e tentaria manter minha mente ocupado para evitar a asfixia por ideias, além de também sempre tentar manter o olhar em volta para tentar evitar presenças surpresas e indesejadas.
Assim que chegássemos na loja pediria com uma voz suave:
- Poderia me dar um milk-shake... - Pararia por alguns segundos enquanto olharia Asuna, depois de lembrar como ela come nas refeições voltaria meu olhar a(o) atendente. - Um grande por favor, só um canudo.
Caso ele me oferecesse algum tipo de promoção ou coisa extra eu negaria, pagaria quando fosse necessário, assim que me entregassem o milk-shake repassaria o mesmo a sua dona.
- Aqui Asuna, deleite-se, assim que estiver pronta podemos partir.
Se Asuna quisesse sentar para tomar o milk-shake a acompanharia, sentando junto dela, mas caso ela não tivesse problema em andar pela cidade tomando a sobremesa ficaria um pouco mais tranquilo já que poderia chegar mais rápido ao encontro da capitã Yoko. Ao começarmos a andar na procura do QG eu seguiria a frente com um pouco mais de pressa do que Asuna, mesmo assim sempre olharia para Asuna, visando não a deixar longe de mim, quando chegássemos no local a primeira coisa que faria seria andar até os guardas que estivessem guardando as portas e assim que chegasse perto deles faria uma posição de sentido.
- Poderiam me informar se a capitã Yoko está aqui no QG?
Caso não houvesse nenhum guarda nos portões tentaria entrar no QG calmamente e se avistasse algum(a) atendente ou alguém que pudesse me auxiliar me dirigiria até este(a) e perguntaria a mesma coisa que perguntaria aos guardas (estando na posição de sentido).
- Poderia me informar se a capitã Yoko está no QG?
Se a resposta fosse sim, abriria um pequeno sorriso de esperança enquanto completaria falando:
- Poderia me dizer onde ela está? Preciso falar com ela, a propósito sou Julian D'Capri.
Caso me perguntassem o motivo de eu querer falar com a capitã, responderia:
- Gostaria de saber o estado de Karate Island.
Assim que terminasse de responder tudo, se fosse o caso, procuraria um lugar para sentar e esperar até que a capitã pudesse me escutar ou atender. Caso já fosse levado ao encontro da capitã Yoko ao chegar no lugar em que a mesma se encontrava faria uma reverência e logo em seguida ficaria na posição de sentido.
- Perdoe-me pela interferência em seus afazeres, sou Julian D'Capri senhorita
Caso a capitã me permitisse continuar minha fala, completaria:
- Vim aqui pedir humildemente algo, gostaria de saber como está Karate Island, depois dos acontecimentos com o pirata Draco não paro de pensar que possa haver vestígios de sua tripulação.
Caso ela relatasse algum acontecimento problemático envolvendo a tripulação de Draco ou alguma outra tripulação pirata eu abaixaria minha cabeça e faria uma reverência. (Mesmo que apenas fosse uma missão qualquer para se fazer naquela ilha eu iria fazer a reverência)
- Capitã, peço que me deixe ir até aquela ilha em missão, se houver qualquer outra missão que possa ser feita por mim naquela ilha, deixe-me saber, tenho uma divida de vida com aquele lugar, qualquer coisa que puder fazer pelas pessoas de lá, o farei, não me importo se me custará a vida.
Enquanto a capitã não me liberasse ou pedisse sentido ficaria naquela posição de reverência.

Histórico:
 

Objetivos:
 

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Última edição por jonyorlando em Ter 12 Jun 2018, 14:18, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil gaivotas   As mil espadas - As mil gaivotas EmptyTer 12 Jun 2018, 08:38

A PRIMEIRA MISSÃO!


- É assim que se faz para deixar uma mulher feliz, sabia? - Disse Asuna com um sorriso no rosto depois que Julian aceitou lhe dar um milk-shake. A mudança de humor da loira era estranhamente rápida para quem há poucos segundos estava quase soltando raio laser pelos olhos, por isso não valia a pena para Julian tentar entender como funcionava a cabeça dela, isso é se ele ainda estava perdendo tempo tentando fazer isso.

Tanto quanto o humor de Asuna, o clima também havia mudado de forma repentina, e essa alteração do frio para o calor quase que gritava para a cidade inteira gastar seu dinheiro em formas de se refrescar, sendo uma das mais populares ir até uma sorveteria. O lugar que Asuna levou Julian para comprar um milk-shake para ela era provavelmente a sorveteria mais popular da cidade, pois estava fazendo uma fila relativamente grande para o horário de quase nove horas da manhã. Só que não era só essa sorveteria que estava movimentada logo cedo, as ruas e as praias também já mostravam uma maior movimentação, tudo graças ao navio de turismo que desembarcou na ilha há quase uma hora atrás e ao que tudo indica a cidade estava para receber mais um em alguns minutos.

- Amo ver a cidade movimentada assim, é ótimo para a economia daqui, sabia? - Falava a garota enquanto os dois esperavam na fila para pegar o milk-shake. - Quando eu era pequena eu adorava passar o dia na praia com a minha irmã… - Ao mencionar sobre seu passado, talvez pela primeira vez desde que conhecera Asuna, Julian a veria mostrando uma expressão um pouco mais deprimida, ainda que essa durasse apenas dois segundos. - Mas então, depois que a gente pegar o milk-shake, podemos ir para o QG principal procurar uma missão. Estou muito empolgada, sabia?

- Bom dia, marinheiros! O melhor sorvete da cidade você só encontra aqui na Icerilla! - Disse o atendente da sorveteria assim que chegava a vez deles de pedir, e assim que Julian pedia o milk-shake, Asuna completava com um “de morango!”. - Um grande de morango no capricho! - E assim que ele dizia isso, a assistente dele ia até a máquina montar o milk-shake, retornando segundos depois com o copo cheio. - São 500 berries. Obrigado pela escolha e voltem sempre.

- Obrigada! - Agradecia ela ao pegar o milk-shake e sair dali junto com Julian. - Nossa, está muito gostoso, sabia? - Elogiava ao saboreá-lo pela primeira vez. - Vem, vamos se sentar um pouco, mas não se preocupe, eu consigo acabar com isso rapidinho, sabia? - E ao dizer isso, a loira andava em direção a uma praça e sentava em um banco que ali havia, começando a tomar o milk-shake com mais velocidade. - AAH! CONGELEI O CÉREBRO! - Exclamava colocando uma das mãos na testa e fazendo uma careta.

A praça que os dois se encontravam era rodeada de coqueiros, por isso talvez havia ali alguns vendedores da fruta, principalmente a água dela, que é bastante popular na ilha durante os dias quentes como hoje. A praça em si não era muito bonita, havia bancos para pessoas se sentarem e um parquinho para crianças brincarem enquanto os pais descansam, mas sem dúvida alguma o mais bonito ali era a vista para a praia logo adiante e também do farol de Baterilla, um dos principais pontos turísticos da cidade. Era certo que Julian não gostaria de perder todo aquele tempo ali, mas talvez o silêncio do rapaz seja o seu verdadeiro inimigo ali, já que se ele não falasse nada sobre a sua falta de vontade de estar ali, Asuna não seria capaz de adivinhar que ele tinha tanta pressa assim.

- Bom dia, senhorita. - Falaria uma criança  enquanto os dois ainda estavam sentados na praça, era um garotinho não muito mais velho do que dez anos e vestia-se de forma bem humilde, tendo inclusive não usando calçados. Ele se aproximou dos dois com uma carta fechada na mão. - Me pediram para lhe entregar isso. - E então ele ofereceu para Asuna a carta que segurava, ela era branca e tinha um adesivo no centro em formato de coração, o que poderia fazer Julian ter uma ideia sobre o que seria o conteúdo dela.

- Ownt, obrigada. - Agradecia a loira pegando a carta que o garoto lhe entregava e já olhando para ela começava a abrí-la com a mão que não segurava o resto do milk-shake. - Quem foi que te deu? O meu admirador secreto? Hihi. - Mas assim que voltou a olhar para o garoto, ele já havia começado a correr para longe da praça. Asuna balançou os ombros em um sinal de “tanto faz” e puxou o papel que tinha no interior do envelope branco para poder começar a lê-lo.

Naquele instante, o rosto alegre e rosado da loira se tornou tão pálido quanto a neve que até ontem caía sobre a cidade. Aquilo que para Julian parecia ser uma carta de amor, algo fofinho e romântico, pela reação que Asuna tinha, era fácil concluir que não deveria se tratar disso. A curiosidade era grande, mas antes que o espadachim pudesse fazer alguma pergunta a respeito, a loira soltou o milk-shake, que ainda faltava um pouquinho para acabar,  e levantou do banco ainda mostrando-se perturbada com o que havia lido.

- Julian, eu preciso ir… Te encontro depois. - Falou ela começando a correr para longe dali sem dar mais nenhuma explicação a respeito.

O copo do milk-shake havia caído no chão, mas logo ao lado dele havia caído também, talvez por descuido de Asuna, o papel com o conteúdo da carta que a loira havia recebido. Naquele momento, confuso com o que havia acontecido, talvez Julian quisesse por curiosidade olhar o que estava escrito naquele papel, por isso, caso ele o pegasse do chão poderia ler a seguinte frase: “loiras ainda são minhas favoritas, sabia?”

Independente da decisão que Julian tivesse naquele momento após ler a carta, seja correr atrás de Asuna, procurar ao redor da praça alguém que parecesse suspeito ou outra ação relacionada, nenhuma delas traria resultados positivos, pois não conseguiria encontrar ninguém por ali, nem mesmo o garotinho que entregou a carta, e se corresse atrás de Asuna, ela conseguiria desaparecer de vista em meio às já movimentadas ruas da cidade pela manhã.

Restava agora para Julian, quisesse ele ou não, ir até o QG principal da Marinha de Baterilla e falar com a capitã Yoko caso conseguisse encontrá-la por lá. A frase que estava na carta para Asuna era algo que traria uma grande dúvida a cabeça do espadachim, pois por mais que tentasse deduzir alguma coisa, jamais seria capaz de ter qualquer certeza a respeito do passado da garota. Como se sua cabeça já não estivesse suficientemente cheia de pensamentos, agora havia surgido para ele mais uma coisa para lhe tirar a paz interior.

Ao chegar no QG que ainda estava passando pelo processo de reforma, Julian não teria problemas para adentrá-lo, mas antes de o fazer, ele parou na frente do portão de entrada e diante dos marinheiros que o guardavam lhes perguntou se saberiam dizer onde estava a capitã Yoko. A reação dos dois marinheiros ali era a mesma, uma expressão pensativa e longa o suficiente para Julian saber que eles não tinham certeza da resposta, ou seja, não poderiam lhe ajudar.

- Olha, não lembro de ter visto ela entrando aqui hoje, mas você pode falar com o Capitão Troy, ele pode lhe dizer se ela foi em alguma missão ou algo do tipo já que é o encarregado desse QG. - Respondeu um dos guardas do portão, de certa forma, não haviam sido tão inúteis assim.

Depois que entrasse no quartel, Julian poderia chegar até a sala do capitão de duas maneiras, a primeira e mais fácil seria perguntando a alguém para ir direto ao ponto, e a segunda seria procurar pelas placas indicativas, se seguisse por essa escolha para evitar falar com pessoas, ele acabaria demorando um pouco mais, já que o local está em reforma e ainda há placas faltando.

No fim, por mais demorado que fosse, Julian conseguiria chegar até a sala do Capitão Troy, e logo que a adentrou o espadachim já pode ver o homem responsável pelo QG de costas para a porta, observando a vista da janela nos fundos da sala, esta que dava uma visão boa do porto da cidade. Mesmo com a chegada de Julian da sala, o capitão não se virava para recebê-lo, permanecendo de costas, com os braços cruzados e o olhar aparentemente fixo na janela. Por mais educado e formal que Julian fosse ao dirigir a palavra à Troy para perguntar sobre Yoko, a resposta dele teria o mesmo tom frio e seco.

- O que lhe faz querer saber onde está a Capitã Yoko? - Perguntaria ele sem nem mesmo se virar para olhar para Julian. Caso ele desse a resposta sincera, ou se simplesmente fosse direto ao ponto ao invés de mencionar Yoko, a resposta de Troy seria essa: - Karate Island? Não há com o que se preocupar, enviei um navio de marinheiros para lá hoje antes do sol nascer, é a Capitã Yoko que está comandando esse navio. - Se por conta disso Julian desistisse de perguntar para Troy sobre uma missão em Karate Island, essa decisão não mudaria o que o capitão falaria a seguir: - O próximo navio para Karate Island sai ao pôr-do-sol, se for do seu interesse retornar para lá, espere ou vá nadando…

Por mais decepcionante que fosse ter que esperar horas até o início do pôr-do-sol para poder começar a voltar para Karate Island, Julian também não podia se esquecer, de novo, de que Asuna gostaria de ir com ele, portanto não poderia sair dali até que encontrasse a garota, que por sinal deixou para ele um mistério que teria que começar a brincar de detetive se quisesse resolver. Ainda assim, caso passasse pela cabeça do espadachim perguntar ao capitão se alguma recém-formada marinheira de cabelos loiros havia passado por ali, ele lhe responderia da seguinte maneira:

- Não… Você é o primeiro Oficial que vem até mim hoje.

Pela primeira vez desde que entrou nessa sala, Troy se viraria para Julian e andaria em direção a sua mesa há dois passos de distância. O capitão era alto, tinha cabelos brancos e olhos azuis como o gelo que era a sua personalidade, ele procurou pelos papéis acumulados em um canto da mesa até retirar um.

- Tome, ao menos faça alguma coisa antes da chegada do pôr-do-sol. - E dito isso, ele entregava para Julian o papel que aparentemente se tratava de uma missão da marinha.

Ele não explicava a respeito da missão, nem mesmo lhe dava conselhos ou qualquer coisa do tipo, depois que o papel saia de sua mão, o capitão iria se sentar em sua cadeira e começaria a trabalhar verificando e assinando o restante dos papéis que estavam sobre a sua mesa.

Por mais que tivesse o desejo de voltar a Karate Island, a empolgação de ter em suas mãos a sua primeira missão como marinheiro não era algo a se ignorar, ao passar os olhos por ele o espadachim já poderia ter expectativas de que tipo de pirata ou criminoso de alta recompensa ele teria que procurar e capturar… Mas como um balde de água fria sendo jogado sobre seu corpo em uma nevasca, a missão que o capitão lhe entregara era no mínimo decepcionante. A missão pedia para que o Oficial responsável fosse até uma casa nos arredores de Baterilla para ouvir os relatos da idosa Sra. Fifi a respeito dos seus gatos que estão sendo assassinados, ou seja, enquanto esperava um assassino perigoso, lhe entregavam nada mais do que um assassino de gatos.

Ainda que fosse opção de Julian reclamar da missão dada pelo capitão, não era uma boa escolha para ele fazer esse tipo de afronta. Se realmente estivesse indisposto a realizar tal tarefa, o espadachim poderia simplesmente procurar outra coisa para fazer em algum canto da cidade, como tentar achar Asuna, ir descansar em um dos maravilhosos Resorts locais ou até mesmo ir até o campo de treinamento para treinar com outros marinheiros. Em todos os casos nada mudaria o fato de que ainda faltavam dez horas até a chegada o pôr-do-sol… O que faria Julian até lá?

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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil gaivotas   As mil espadas - As mil gaivotas EmptyTer 12 Jun 2018, 14:00

Asuna havia ficado totalmente feliz após minha resposta, dando um 180 em seu humor, coisa está que eu já esperava, enquanto andávamos pela cidade um sorriso se abriria ao ver a água do mar, adoro o barulho da água batendo contra a areia da praia e o vento que isso poderia trazer era espetacular, a sensação era muito boa, o farol era um ponto turístico que nunca apreciei tanto, um objeto que se tornou um tanto quanto obsoleto na questão de turismo, quando era criança ele me fascinava mais, mas isso acabou rápido, já que tive que ir para fora para me formar em medicina, o que foi um pouco ruim para mim, já que era o mais novo da classe, mas eu tinha um objetivo, saudades, talvez eu vá visitar minha família algum dia desses. Quando Asuna mencionou sua irmã me surpreendi, a primeira vez que que ela se abriu desta maneira, apesar de ser uma breve frase de mínimos segundos eu entenderia o peso emocional de sua voz. Seguimos para uma praça onde pude observar a praia, quando Asuna exclama seu congelamento cerebral um sorriso escapa de meu rosto, mas o dia havia tomado um rumo no mínimo, indesejável, Asuna sumiu e me deixou um mistério, ao juntar a carta li seu interior e a guardei comigo...
“loiras ainda são minhas favoritas, sabia?”
A frase passava repetidamente em minha cabeça, tanto era minha distração que minha linha de raciocínio ficou uma bagunça, imagens de Asuna correndo para longe na praça pela manhã se misturavam com lembranças do dia em que eu enfrentei a tripulação de Draco, precisava me concentrar em uma coisa de cada vez, pensar em tudo não me faria bem, ao entrar no QG e não encontrar a capitã e sim o capitão não me intimidaria e continuaria mantendo minha posição falando tudo que deveria e podia para o mesmo, quando o capitão falou sobre um barco de marinheiros já ter ido até Karate Island um alívio muito grande surgiu em meu peito e em minha cabeça.

Antes que me retira-se da sala do capitão faria uma reverência o agradecendo pela missão.
- Obrigado pela confiança, prometo não o decepcionar. - E com essa frase, me retiraria do local.
Eu não estaria chateado com minha missão, ou decepcionado com a mesma, na realidade estaria feliz, tenho algo para fazer e só por conseguir a confiança para realizar uma missão já estaria feliz, mesmo que fosse algo “bobo" era uma missão, se a fizesse bem feita já estaria de bom tamanho para mim.Ao sair do QG a primeira coisa que notaria é a falta do tapete de neve, e a crescente onda de calor, ao que olharia para o céu falaria.
- Pra quem já passou por um deserto isso nem é tanto, vou sobreviver.
Não tenho o costume de reclamar do clima ou de algo que esteja acontecendo naquele momento, simplesmente aceito, não julgo e nem procuro discutir isso com minha cabeça (a menos que ache esse algo errado segundo minha ética), graças ao meu mestre posso fazer isso.
A primeira coisa que deveria fazer era esquecer o problema de Karate Island, o problema seria resolvido pela capitã Yoko, juntamente com os outros marinheiros, mesmo assim gostaria de ver aquela ilha uma outra vez. Minha caminhada vagarosa pela cidade continuaria, minha cabeça agora estava sendo preenchida com dúvidas, Asuna... Enquanto pensaria nela uma imagem de seu sorriso brotaria em minha cabeça.
- O que ela foi fazer?
Aos poucos a imagem do bilhete voltaria em meus pensamentos juntamente com o eco da frase contida nele.
“loiras ainda são minhas favoritas, sabia?”
Quem quer que tenha escrito isso sabia que palavras usar para mexer com Asuna, a pessoa conhece, sabe e observa Asuna, qualquer um pode ter feito isso e eu simplesmente não saberia o identificar, o que mais me intrigaria seria a parte final da mensagem "...sabia?" a famosa finalização que Asuna também usava, essa pessoa só poderia ser um revolucionário ou alguém que tivesse vivido bem próximo a ela durante muito tempo.

De qualquer forma não teria por onde começar, a única coisa que poderia fazer era reler a carta e observar-la, procurando qualquer tipo de pista, se não conseguisse encontrar nada eu seguiria para minha missão, encontrar a chamada senhora Fifi, andaria por Baterilla até encontrar algum petshop, afinal de contas ela devia ter um grande apreço por seus gatos e alguém deveria a conhecer, ao entrar no petshop procuraria o(a) atendente e perguntaria:
- Desculpe incomodar seu dia senhor(a), mas por acaso você sabe me dizer quem é a senhora Fifi? Estou a procurando.
Se não encontrasse nenhum petshop iria até algum mercado e perguntaria a mesma coisa.
- Desculpe incomodar seu dia senhor(a), mas por acaso você sabe me dizer quem é a senhora Fifi? Estou a procurando.
Caso alguém soubesse de quem estaria falando, completaria:
- Se não for muito incomodo poderia me dizer onde ela mora?
Se a pessoa soubesse me indicar onde ela moraria agradeceria com uma reverência e seguiria para o local indicado, um pequeno sorriso se abriria em meu rosto ao pensar que poderia finalmente ajudar alguém, como um marinheiro essa era minha intenção, ao chegar no local onde seria a casa da senhora Fifi primeiramente olharia os arredores do local e observaria locais onde alguém poderia ter uma visão privilegiada da casa e do terreno onde a casa se encontraria, assim que terminasse de verificar os arredores do terreno e da casa iria até a casa e bateria na porta, sete toques tentaria fazer uma sinfonia curta, mas agradável, assim que batesse a porta falaria.
- Senhora Fifi? Sou Julian D’Capri e vim em nome da marinha para descobrir como a ajudar em seu problema. - Assim que terminasse de falar esperaria que ela viesse a se comunicar, minha espera seria de 30 segundos antes de bater e novamente repetir minha fala, se da segunda vez ela não respondesse repetiria o processo uma terceira vez, se na terceira vez continuasse sem resposta procuraria descobrir o porque disso, verificando as janelas para tentar ver o interior da casa.
Se ela abrisse a porta com um pequeno sorriso a cumprimentaria.
- Muito prazer senhora, poderia me dizer os detalhes do seu problema, para que eu possa a ajudar de uma forma mais eficiente?
Caso ela concordasse em me dizer o que estava acontecendo eu primeiramente perguntaria como tudo aconteceu (faria isso caso ela já não me dissesse).
- A senhora poderia me contar como tudo começou? Percebeu algo diferente nos gatos? Algum sintoma como falta de apetite, vômito, problemas para andar ou respirar?
Caso ela questionasse o porquê de minhas perguntas falaria com um sorriso:
- Não se preocupe sou médico.
Se ela viesse a falar que os gatos estavam apresentando alguns desses sintomas, responderia.
- Então eles foram intoxicados, é uma das formas mais comuns e fáceis para matar animais, sabe me dizer se tinha alguém que lhe queria mal ou se há alguém que não goste nenhum pouco da senhora? Se lembra de ver alguma movimentação estranha ultimamente, entorno de sua casa ou lhe seguindo?
Mas se por acaso os gatos foram mortos por cortes, espancamento ou tiros só perguntaria.
- Sabe me dizer se tinha alguém que lhe queria mal ou se há alguém que não goste nenhum pouco da senhora? Se lembra de ver alguma movimentação estranha ultimamente entorno de sua casa ou lhe seguindo?
Anotaria em minha cabeça tudo o que ela estaria falando para conseguir me concentrar naquela minha missão, após saber tudo o que tinha acontecido procuraria mais uma vez verificar os arredores da casa da senhora Fifi, dessa vez me atentando a fatos que antes eu não tinha e procurando vestígios de movimentação, como marcas no solo, grama amassada, arranhados em árvores ou paredes, materiais no chão, frascos ou algum tipo de papel, qualquer coisa que pudesse me ajudar.


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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil gaivotas   As mil espadas - As mil gaivotas EmptyQua 13 Jun 2018, 09:06

A SENHORA DOS GATOS E OS 12 ATAQUES!


Saber que havia um navio da marinha indo em direção a Baterilla era um grande alívio para Julian, que desde que acordara sentia-se incomodado com pensamentos ruins a respeito da segurança dos moradores daquela ilha. Não havia encontrado Yoko, já que ela foi enviada com a tripulação para proteger Karate Island, mas acabou conhecendo o capitão responsável pelo QG local, Troy, um homem bastante frio e com uma personalidade mais séria, ele lhe disse que se quiser poderá voltar para Karate Island em um navio que partirá para lá ao pôr-do-sol, e lhe entregou uma missão para ser feita antes de tal horário. Por mais simples que fosse a missão dada por Troy, Julian se sentiu lisonjeado por receber a confiança da Marinha para realizá-la sozinho.

Antes de sair em busca da Sra. Fifi, Julian voltou a se perguntar o que poderia estar acontecendo com Asuna, que até agora não havia aparecido no QG, por isso tentou mais uma vez olhar o bilhete que ela havia deixado para trás na tentativa de com aquilo conseguir alguma pista, mas certamente era só um pedaço de papel com uma frase escrita com tinta de caneta. Sem outra alternativa, o marinheiro seguiu em procura da casa da Sra. Fifi, para isso teve a ideia de ir até o petshop da cidade perguntar se alguém por lá saberia lhe dizer onde ela morava.

- Ah, a Sra. Fifi, conheço sim, ela é uma cliente regular daqui.  - Respondeu a atendente de maneira simpática.- Recentemente ela veio a procurar o nosso veterinário para tratar um de seus gatos que chegou aqui um ferimento de tiro. Felizmente o Dr. Trevor conseguiu salvá-lo. - Acrescentou ela mesmo que Julian não tivesse perguntado a respeito. - Um marinheiro estar procurando por ela tem algo a ver com isso? Ela mora mais ao norte, não é uma casa difícil de achar, espere, irei lhe dar um mapa. - E para ajudar o marinheiro, a atendente pegou uma folha de papel e desenhou um mapa, não muito bem feito, indicando a localização da casa da Sra. Fifi. - Espero ter ajudado, boa sorte com o seu trabalho!

A segurança de Baterilla era tão alta que chegava a ser cômico a marinha enviar seus soldados em missões como essa onde precisam resolver problemas causados por um assassino de gatos, mas se isso estava assustando ou incomodando uma moradora da cidade, então era sim um trabalho para a Marinha resolver! A casa da Sra. Fifi ficava um pouco distante do centro da cidade e Julian precisou de alguns minutos para chegar até lá, mas antes mesmo de chegar a localização indicada no mapa já era possível perceber que a região estava ficando mais pobre e abandonada, uma área certamente escondida dos olhos dos turistas que visitavam a ilha todos os dias.

Observando melhor o que tinha mais próximo da casa da Sra. Fifi, Julian poderia notar algumas coisas que talvez não servissem para lhe informar muito, como por exemplo o enorme quintal que ela possuía, certamente o maior da vizinhança, mas apesar do terreno grande, não havia nada que impedisse alguém de adentrá-lo, sendo completamente aberto do gramado para a rua. Haviam flores e plantas pelo quintal da Sra. Fifi, além de já ser visível uma meia dúzia de gatos andando e correndo entre elas, havia também alguns gatos deitados nas janelas da casa e era possível ver também que a porta tinha uma portinha menor com o tamanho necessário para um gato atravessar… É, não era nem precisa contar para já imaginar que ela tinha pelo menos uma dúzia de gatos.

A casa da Sra. Fifi era a mais bonita da região, e também a maior delas, tinha uma construção mais rústica, enquanto as demais da vizinhança eram simples e algumas até inacabadas ou caindo aos pedaços. Pelas ruas do local era possível ver crianças brincando de futebol usando pedaços de madeira para simular o gol e uma bola velha meio murcha. Quando as crianças viam o rapaz vestindo o uniforme da marinha se aproximando eles rapidamente paravam de jogar e ficavam o observando com um olhar de curiosidade e medo ao mesmo tempo.

Quando chegou na parte da frente da casa indicada, Julian começou a bater na porta com uma sequência de toques que provavelmente só ele faz, ele esperava que não demorasse muito para ser atendido, mas visto que ninguém apareceu para lhe receber, ele voltou a bater na porta, e novamente não teve resultado algum, então partiu para a terceira e última tentativa, onde só agora recebeu uma resposta.

- Oi, oi, oi! Já estou indo! - Gritou a voz da senhora de dentro da casa logo após Julian começar a bater pela terceira vez.

Assim que ela abriu a porta, o espadachim pode sentir o cheiro dos gatos sair para onde ele estava, e pelo menos mais três deles corriam para o quintal passando entre suas pernas. A Sra. Fifi era uma mulher que já aparentava ter uns setenta anos, mas não poderia dizer qual a idade dela sem perguntar, se é que isso era importante. Ela usava óculos, tinha cabelos totalmente grisalhos, curtos e cheios, seu rosto era enrugado assim como boa parte do restante da sua pele, sua altura não passava do 1,60m e suas vestes eram um simples camisolão com uma meia e pantufa no pé.

- Um marinheiro, hein, finalmente! Olha só, tem alguém matando meus gatos! Em doze dias, doze dos meus gatos já foram atacados e quatro deles não sobreviveram, ontem foi o Niniko que apareceu aqui ferido e eu nem sei se ele vai conseguir sobreviver. PRENDA QUEM ESTÁ FAZENDO ISSO, EU QUERO JUSTIÇA! - Explicou ela assim que identificou o trabalho de Julian, era notável a sua indignação perante os trágicos e recentes acontecimentos com seus gatos.

Por mais de idade que a Sra. FIfi seja, não parecia que ela era uma velha caduca, sua maneira de falar e agir davam a entender que ela estava bastante lúcida e ciente do que estava falando, então já era possível descartar a possibilidade dela estar vendo algo onde não tem. Já podendo usar o que ouviu da atendente do petshop para ir entendendo o que estava acontecendo com os gatos dessa senhora, Julian já foi direto ao ponto e a perguntou se haveria alguém que poderia querer lhe fazer mal, mas aparentemente ela já tinha um leve problema auditivo, o que forçava o marinheiro a chegar mais perto ou falar mais alto para que ela pudesse ouvir.

- Não gostar de mim? Não! Que absurdo, eu nunca fiz mal a ninguém e muito menos os meus gatos! - Responderia ela na mesma hora, ainda que seu depoimento não possa ser o único a ser ouvido para ter uma conclusão. - Eu já vi as crianças daqui entrando no meu terreno diversas vezes para pegar bolas ou frutas das árvores, mas consigo acreditar que possa ser algum deles que esteja fazendo mal aos meus bebês.

Por um momento surgiria a possibilidade na cabeça de Julian de que a Sra. Fifi poderia não enxergar tão bem assim, portanto se chegasse a testar a visão dela descobriria que ela dificilmente seria capaz de identificar uma movimentação estranha que não esteja a cinco metros dela, isso se ela estiver usando os óculos.

Depois de fazer essas primeiras perguntas, o marinheiro poderia se lembrar do que a Sra. Fifi disse sobre um dos seus gatos estar ferido, o Niniko, .por isso seria interessante se ele decidisse ir até o gato para observar o seu ferimento ou até tentar fazer nele um primeiro-socorros, mesmo não sendo sua especialidade trabalhar com animais. Caso optasse por isso, poderia ainda informar a senhora de que era um médico, o que com certeza a deixaria mais tranquila e a faria levá-lo até um dos quartos da casa, onde lá estava não só o fato ferido, como também outros que já foram tratados e estavam em estado de recuperação.

Chegando até o gato ferido, era possível ver que ele estava bastante fraco, o curativo feito em seu ferimento era visivelmente algo improvisado, provavelmente pela própria Fifi. Retirando o curativo já era possível identificar uma infecção só de olhar para a ferida, o que já explica o estado físico do gato. Julian sabia só de olhar que a bala que atingiu Niniko não havia sido retirada, por isso poderia considerar se voluntariar para removê-la, visto que ajudará a combater a infecção do animal e ainda poderá ser uma ótima prova para identificar o tipo de arma utilizada, só que por não ter os instrumentos médicos necessários para tal ação, Julian só poderia pensar na opção de chamar um veterinário urgentemente, ou poderia apenas piorar a situação de Niniko.

- O Dr. Trevor já deve estar chegando para tratá-lo, depois de um gato ferido por dia ele disse que me faria uma visita regular todas as 11 horas para olhar a recuperação deles e tratar os possíveis novos ferimentos. - Diria Fifi se Julian perguntasse algo a respeito do tratamento dos outros gatos do quarto, mas de acordo com a hora que ela via em seu relógio, ela falaria isso mesmo que não fosse questionada.

Sabendo que o veterinário da cidade estaria chegando em pouco tempo, talvez seria a melhor opção para Julian esperá-lo chegar para poder conversar com o especialista se ele saberia lhe dizer que tipo de arma de fogo causou o ferimento ou até mesmo pedir para que lhe entregasse o projétil que ainda encontra-se dentro de Niniko. Haveria ainda a possibilidade de tentar fazer mais perguntas para a Sra. Fifi ou quem sabe dar uma andada pela vizinhança para tentar encontrar algo que o ajude na investigação, isso é, se ele considerar uma boa ideia se afastar da casa e deixar os gatinhos sem segurança.

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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil gaivotas   As mil espadas - As mil gaivotas EmptyQua 13 Jun 2018, 17:35

A atendente havia sido muito simpática com minha pessoa, por conta disso meu humor até teria melhorado mais, um esboço de sorriso era possivelmente visível a quem me olhasse, apesar de não ser muito bom com mapas o que a atendente teria me desenhado seria de mais simples entendimento e apesar de não ser um perfeito seria suficiente para me guiar. Andando pelas ruas mais pobres manteria minha seriedade no rosto, além de sempre manter atenção aos meus arredores, não gostaria de ter que usar minha força naquele lugar, principalmente ao ver as crianças, eu sei como é ter alguém morto a sua frente, essa não é uma visão agradável, ainda mais sendo apenas uma criança, nesse momento é que percebo o quanto a inocência nos cega, mas o quanto ela é boa, ao que passaria pelos garotos que paravam de jogar bola seguraria na aba de meu boné e o puxaria levemente para baixo tentando fazer uma forma de comprimento.Minha caminhada suave continuaria até perceber a grandeza do problema, tentaria manter meu porte apesar de meu visível olhar de estranheza, “Como que alguém pode ter tantos gatos?” seria a pergunta que surgiria em minha cabeça no momento em que visualizaria aquela “alcateia” felina, mesmo ficando quase boquiaberto com aquela situação voltaria a minha pose original, mais centrada e ereta, e então iria até a porta.
Quando a senhora Fifi abriu a porta aquele cheiro intoxicante de gato quase me faria criar uma alergia instantânea, por sorte minha imunidade é alta então mais um problema evitado, sua voz em um tom mais alto foi o que fez com que minha audição tirasse um cochilo, voltando logo após um rápido balançar de cabeça, com sua resposta:
“Não gostar de mim? Não! Que absurdo, eu nunca fiz mal a ninguém e muito menos os meus gatos!”
Eu não acreditaria tanto em sua afirmação, já que ela aparenta ser do tipo de pessoa que grita com todo mundo que ela não gosta, principalmente depois que ela disse:
“Eu já vi as crianças daqui entrando no meu terreno diversas vezes para pegar bolas ou frutas das árvores, consigo acreditar que possa ser algum deles que esteja fazendo mal aos meus bebês.”
Com essa afirmação seria claro pra mim que a senhora Fifi devia ser do tipo rabugenta, mas isso não dá razão aos ataques contra os felinos, coisa que acharia bizarra, já que foram 12 ataques isso seria uma indicação forte de raiva contra a senhora Fifi.

Eu imaginava que fossem apenas alguns gatos, mas estava grandemente enganado e a situação poderia piorar, apesar de serem somente ataques aos gatos eu tinha um mau-pressentimento sobre aquela situação, graças às informações dadas a mim pela atendente já saberia que os ataques foram feitos com armas de fogo, tal fato me remeteria ao novo gato ferido, Niniko, pediria a senhora Fifi:
- Poderia me levar ao seu gato ferido? Não se preocupe senhora, sou médico.
Ao terminar a frase a senhora me guiou pela casa e levou-me até um pequeno quarto onde todos os gatos em recuperação estariam, aquele cheiro de gato seria enjoativo e apesar de conseguir suportar o enjoo ainda teria que me segurar para não passar mal e cada segundo a mais em contato com aquele cheiro me faria querer correr para um banho. Vendo o estado do gato e de seu ferimento a única coisa que poderia fazer para ajudar seria limpar a ferida, visto que se tentasse fazer outra coisa provavelmente pioraria o quadro, já que animais não são minha especialidade, mas graças a senhora Fifi saberia que o doutor que cuida dos gatos está próximo da chegada diária, com isso em mente iria até um banheiro e lavaria minhas mãos com água quente e sabão, após terminar minha higiene iria até a cozinha da casa e procuraria um pano limpo, se não achasse nenhum pano pediria que a senhora Fifi me ajudasse trazendo-me um pano limpo, gaze ou algodão, se estivesse com o pano em mãos faria um pequeno corte na ponta formando um pequeno quadrado, com o material em mãos (pedaço de pano, algodão ou gaze) o colocaria em uma mistura de água e sal que teria que ser preparada por mim e então passaria o material pelo local da ferida, com cuidado e calma tentando remover o pus, assim que a ferida fosse limpa eu prepararia outro pedaço do material, o embebendo na solução salina, assim que estivesse pronto o colocaria cuidadosamente sobre a ferida, para evitar infecções externas, com isso meu trabalho estaria acabado e eu teria que lavar minhas mãos novamente e descartar os materiais usados.

Assim que tudo estivesse acabado e não houvesse mais nada para fazer com relação ao paciente, sairia da casa e ficaria perto da porta da mesma, faria isso para observar os arredores da casa e também para ver a movimentação da vizinhança, mas o principal fato para me fazer estar do lado de fora da casa era o cheiro de gato enjoativo, de todo modo, não abandonaria o terreno da senhora Fifi por medo de mais ataques aos gatos ou até mesmo contra a dona dos gatos, aproveitaria aquele momento para prestar atenção a chegada do doutor Trevor, encostando minhas costas na parede da casa observaria tudo e olharia para o céu, procurando ver as nuvens e só, já que enquanto estaria às observando as palavras da carta de Asuna voltariam em minha mente:
“As loiras são minhas favoritas, sabia?”
Por algum motivo aquilo me perturbava, aquelas palavras foram cuidadosamente escolhidas para servirem de ameaça e ainda sim transmitirem uma mensagem que somente Asuna entenderia, isso mexia comigo, alguém estava fazendo algo de ruim contra minha amiga e para mim não há nada melhor nesse mundo que amigos, a amizade se trata de dividir a dor, mas Asuna está com toda a dor agora, tenho que a ajudar de alguma forma, mas deveria pensar nisso apenas depois de minha missão, com o término de minha linha de raciocínio voltaria minha atenção aos arredores da casa. Quando o doutor Trevor chegasse a casa da senhora Fifi o cumprimentaria, estendendo a mão e falando:
- Prazer doutor Trevor, sou Julian D’Capri, como deve ter percebido estou aqui para acabar com a onda de ataques contra os felinos da senhora Fifi. - Com isso largaria o aperto de mão. - Depois que terminar de ver o paciente gostaria que voltasse aqui para uma conversa, claro, se não fosse incomodo.
Se o doutor preferisse conversar dentro da casa não negaria, apesar de não querer voltar para dentro afirmaria minha aceitação com um aceno de cabeça. Assim que ele sinalizasse a finalização de sua tarefa começaria nossa conversa falando:
- Primeiramente obrigado pelo momento doutor, gostaria de fazer algumas perguntas. - Daria um momento para caso ele quisesse rejeitar a conversa, mas caso ele me deixasse prosseguir continuaria. - A primeira, pode me entregar a bala encontrada no animal?
Se o doutor me entregasse a bala eu a guardaria em um bolso e continuaria:
- A segunda, com seu conhecimento em veterinária e nesse caso, sabe me dizer se há qualquer outro tipo de ferimento ou lesão nos animais? Como se eles tivessem sofrido tortura ou algo antes de serem baleados.
Assim que o doutor me respondesse essa questão perguntaria logo em seguida (caso houvessem outros ferimentos):
- Sabe dizer a força empregada neles? Se foi feita por objetos ou golpes?
Se não houvessem outros tipos de ferimento além dos provocados por tiros falaria:
- O senhor sabe se o tiro foi feito com precisão? Por exemplo feito por alguém que sabe atirar.
E como última pergunta falaria:
- A dona Fifi já havia reclamado para o senhor algo envolvendo atentados contra seus gatos, ou então reclamado de alguém na vizinhança?
Prestaria atenção em tudo o que o doutor Trevor me falasse e com uma reverência o agradeceria.
- Grato por sua ajuda e colaboração.
Assim que o doutor fosse embora o observaria desaparecer no horizonte, assim que não visse mais o doutor iria até as crianças, se elas ainda jogassem bola tentaria fazer uma graça, tomando a bola delas e fazendo uma embaixadinha, logo após isso passaria a bola para um dos garotos e falaria com um sorriso:
- Posso perguntar algo de vocês? - Se as crianças permitissem que falasse continuaria. - Sabem da senhora Fifi? - Caso eles respondessem que sim (ou não) eu continuaria. - Pois é, ela é uma boa vizinha ou ela grita muito? - Se me afirmassem que ela era chata, continuaria. - Eu imaginei, os gatos delas ficam incomodando vocês? - Em caso positivo falaria. - Sabem de alguém que fica muito estressado com os gatos? Ou sabem que fez isso com eles? - Se elas me respondessem nem precisaria partir para meu outro plano, caso elas não falassem quem era eu aceitaria e partiria pro segundo plano, mas se percebesse que não falavam por medo, completaria minha fala. - Não precisam ficar com medo, eu vou proteger vocês, não importa o que aconteça.
Caso falar com as crianças não desse em nada jogaria um pouco de bola com elas, alguns minutos só e depois tentaria andar pela vizinhança batendo de porta em porta, não me intimidando com quem a abrisse, perguntando:
- O senhor(a) sabe sobre o que tem acontecido com os gatos da senhora Fifi? - Se a pessoa me respondesse com um “não”, não falaria mais nada e com uma reverência agradeceria pelo momento de atenção, mas caso a pessoa respondesse que sabia das ocorrências completaria minha fala. - Qual sua relação com a senhora Fifi? E como diria que ela é com todos da vizinhança? - Assim que a pessoa me respondesse falaria. - Como uma última pergunta, sabe se há alguém que poderia fazer algo desse tipo? - Quando/se a pessoa me respondesse faria uma reverência e completaria. - Obrigado pelo momento de atenção e colaboração.
Após isso iria para a próxima casa, mas se caso já tivesse terminado voltaria a casa da dona Fifi, mas não entraria nesta e sim ficaria do lado de fora observando a movimentação.

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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil gaivotas   As mil espadas - As mil gaivotas EmptyQui 14 Jun 2018, 08:44

BANG!


Aos poucos, enquanto passava o tempo dentro da casa da Sra. Fifi, Julian ia se acostumando com todo aquele cheiro originário dos felinos. Por incrível que pareça, a casa não era suja com fezes e urina de gato, mas não era isso que deixava a casa coberta por pelos e infestada por um odor peculiar. Sua vontade de ajudar o próximo era grande o bastante para ignorar o desconforto olfativo, e assim que viu o ferimento do pequeno Niniko, o marinheiro se propôs a ajudá-lo limpando a ferida infeccionada enquanto o veterinário ainda não havia chegado.

Para realizar a limpeza, Julian foi até a cozinha da casa e fez uma solução salina onde usou para molhar uma gaze que encontrou em um pacote aberto por ali, afinal a casa estava cheia desses pacotes devido a tantos gatos feridos que precisavam ser tratados. Com a gaze molhada, o médico espadachim limpou a ferida removendo todo o pûs que encontrara e em seguida cobriu o ferimento com uma outra gaze banhada na solução de sal. Era o máximo que poderia fazer para ajudar o gato naquele momento, portanto com seu trabalho feito, Julian seguiu para lavar as mãos e descartar o material usado.

Ok, talvez o marinheiro não tenha conseguido se acostumar tão rápido assim ao cheiro da casa, pois assim que terminou de lavar as mãos, Julian se encaminhou até a porta de entrada e ficou um tempo ali na varanda de entrada para tomar um ar, oh, o puro e delicioso ar, as vezes é difícil perceber o quão gostoso ele é. Mas assim que botou os pés para fora e respirou fundo o ar que ali estava, Julian já foi capaz de ver a aproximação de um homem, este não mais alto que ele, com cabelos escuros assim como seus olhos, trajava uma camisa social azul, uma calça e um sapato escuro, e carregava em uma das mãos uma maleta preta.

- Bom dia senhor, o que o traz até aqui na casa da Sra. Fifi? - Perguntou o homem estendendo a mão para Julian como uma forma de cumprimento. - Trevor, prazer. Sou o veterinário que está cuidando dos gatos da Sra. Fifi.

E ali estava ele, um homem não muito velho, tinha quase os seus 30 anos de idade, usava óculos e tinha e um rosto “limpo” de aparência simpática. Depois que Julian lhe retribuísse o cumprimento e explicasse o motivo para ter sido enviado até aqui, o veterinário limparia os pés no tapete na frente da porta e adentraria a casa.

- É realmente triste o que tem acontecido com a Sra. Fifi e principalmente aos seus gatos que são seres de pura inocência. - Diria enquanto limpava os pés e depois ouviria Julian comentar sobre uma conversa. - Podemos fazer isso agora, como estou em horário de almoço é bom que ganho mais tempo. - Respondeu o veterinário pedindo para que o marinheiro retornasse a casa para começarem a tal conversa, algo que Julian não estava muito a fim de fazer.

Trevor iria cumprimentar a Sra. Fifi antes de tudo, em seguida conversaria um pouco com ela a respeito do estado dos gatos já tratados, tentando saber se eles estavam tendo uma melhora nos sintomas de infecção e na recuperação dos ferimentos. Foi nesse momento que Julian ouviu que houveram alguns gatos que não foram atingidos por apenas um disparo, mas sim por dois.

- Farei uma sopinha de abóbora para o almoço, vocês vão adorar. - Disse a dona da casa abrindo um sorriso no rosto e se locomovendo em direção a cozinha.

- Não sei se terei tempo para esperar, mas tenho certeza que ficará uma delícia. - Respondeu o veterinário indo em direção ao quarto dos gatos feridos e acenando para Julian o acompanhar.

Assim que chegou no quarto, Trevor abriu a sua maleta e retirou de lá algumas luvas de látex que já foi rápido em colocar, em seguida começou a retirar alguns medicamentos e instrumentos necessários para a tarefa que realizaria primeiro, a remoção do projétil dentro do corpo do gato Niniko.

- Parece que a Sra. Fifi já está até aprendendo a limpar as feridas de tanto que tem acontecido com ela, haha. - Diria o veterinário assim que retirasse a gaze colocada por Julian sobre a ferida. Provavelmente o marinheiro diria nesse momento que fora ele o autor disso, se fosse o caso Trevor responderia impressionado. - Uau, você fez um bom trabalho aqui, onde aprendeu?

Dando início a cirurgia de remoção da bala, Trevor colocou uma anestesia sobre o local e com extrema maestria utilizou uma pinça para retirar o projétil de dentro da perna traseira esquerda do gato. Ele fazia o procedimento em poucos segundos e sem qualquer expressão de dificuldade, mostrando o quão acostumado ele já estava a fazer isso. Em seguida ele colocou o objeto retirado em cima de uma gaze e começou o processo para fechar o ferimento, fazendo ali na perna de Niniko uma rápida sutura.

- Fique a vontade. - Respondeu o médico veterinário quando o marinheiro lhe perguntou se poderia ficar com o projétil retirado do gato. Na sequência, Julian começou a fazer algumas outras perguntas a Trevor, que ia às respondendo enquanto verificava o restante dos gatos feridos para ir trocando cada gaze uma por uma e passar uma pomada sobre seus ferimentos. - Acredito que o atirador jamais tenha tocado nesses gatos. - Respondeu primeiramente parando em um gato específico para olhar com mais atenção o machucado. - Alguns deles não foram atingidos em pontos vitais, alguns disparos até pegaram de raspão, sendo que dos doze gatos apenas um foi atingido de maneira letal, então não sei até que ponto a pessoa que está atirando faz isso não tendo a intenção de matá-los, como uma forma de provocação, ou é apenas alguém que atira muito mal. - Dito isso, Trevor saia do quarto para se despedir da Sra. Fifi, também entregando para ela uma receita médica com remédios que ela deveria comprar para dar aos gatos. - Não se esqueça de seguir corretamente os horários, ok? Amanhã estarei de volta para olhá-los e espero que nenhum outro apareça ferido, tenha um bom dia, Sra. Fifi. - Explicou ele não só uma vez, visto que ela tinha problemas auditivos.

Com o trabalho feito, Trevor começaria todo o processo de limpeza para guardar e descartar aquilo que era preciso depois de utilizado, já se preparando para partir de volta para o centro da cidade onde deveria ir trabalhar, por isso precisava explicar mais de uma vez para Fifi que não poderia ficar para comer a sua sopa de abóbora. Quando estava prestes a sair da casa, Julian parou o veterinário para uma última pergunta, aquela que diz respeito a alguém que a senhora poderia ter mencionado sobre o atentado aos seus gatos.

- Não que eu me lembre… Se bem que, às vezes ela diz que poderia ser as crianças, já que elas vivem quebrando suas janelas e roubando suas frutas no quintal, mas acho que ela ainda não entendeu que o ferimento em seus gatos não poderia ser feito por crianças atirando pedras com seus estilingues. - Explicaria ele já do lado de fora da casa. - Mas sinceramente, acredito que o mais provável seja algum maníaco que conseguiu uma arma e está praticando o que pode fazer… Isso de certa forma é um perigo, já que agora ele está atirando em gatos, mas depois irá atirar em quem? - E dito isso ele olhava para as crianças jogando futebol atrás dele e já se preparava para partir. - Foi um prazer conhecê-lo, soldado Julian, espero que dê tudo certo na sua investigação.

E assim o veterinário ia embora da casa, virando na primeira esquina e depois virando para uma outra esquina, desaparecendo por um caminho diferente daquele que Julian havia usado para chegar até aqui. Com Trevor fora de vista, Julian seguiu em direção às crianças que brincavam na rua e tentou se enturmar com elas tirando-lhes a bola para fazer uma graça, uma tentativa falha de embaixadinha que só fazia as crianças darem umas risadas, ao menos havia criado ali o clima que queria para poder fazer a elas algumas perguntas, porém tudo que elas o respondiam era “não sabemos de nada”. Por mais estranho e suspeito que fosse, Julian não poderia fazer nada além disso, portanto deveria partir para uma próxima investigação, mas antes, algo acontecia…

BANG!

As crianças tomaram um pequeno susto, mas não saíram correndo, o som de um disparo de arma de fogo pode ser ouvido por toda a rua, e Julian sabia exatamente de onde aquele tiro havia saído. Por isso se tivesse a decisão de ir até o quintal da Sra. Fifi para encarar de frente aquele que poderia ter atirado, encontraria lá um homem vestindo um sobretudo preto assim como o restante de suas vestes, ele tinha também um óculos escuro e um chapéu preto que ocultavam grande parte do seu rosto e aparência.

O homem de preto tinha em uma de suas mãos uma pistola prateada, enquanto na outra segurava um paralisado gato de pelagem alaranjada cujo sangue escorria pelo seu corpo e pingava no chão. Com um único disparo… Estaria o pequeno animal morto? Diante da ameaça eminente de um homem armado, Julian como marinheiro teria total direito de intervir, então o que ele faria nessa situação?

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CAPITÃO TROY:
 

SRA.FIFI:
 

DR.TREVOR:
 


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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil gaivotas   As mil espadas - As mil gaivotas EmptySex 15 Jun 2018, 16:39

A conversa com o Doutor haveria me esclarecido muitas coisas, apesar de sua idade, que julgaria como de um homem novo, e de ser um veterinário ele sabia de coisas muito importantes e sua serenidade na hora de operar o pequeno gatuno era simplesmente invejável, nunca me imaginaria fazendo tal serviço. Ao que a senhora Fifi revelaria que faria uma sopa um pequeno sorriso se abriria no canto de meu rosto, graças às lembranças de quando minha mãe cozinhava para nós, lembranças essas que guardo com emoção já que fazem parte de mim, parte de minha pessoa, e apesar de minha mente pedir o contrário vou permanecer com essa chama de emoções, ao ver o médico ir embora isso me traria uma grande felicidade já que ele já não mais corria riscos de ser atacado, mas ainda não poderia pedir um pouco da sopa da senhora Fifi, minha investigação não teria terminado, o meu próximo passo seria falar com as crianças, já que elas poderiam ter visto algo, infelizmente minha infância não foi lá essas coisas então ao pegar na bola já não saberia como fazer uma embaixadinha, felizmente as crianças não ficaram assustadas com minha aproximação e até deram algumas risadas após minha falha crítica com a bola, isso pelo menos tirou a sensação de intimação criada pelo simbolismo que carregava, isso fez-me perguntar: Será que em alguns lugares a marinha é tão temida assim? De uma forma que o medo é tão extremo que as pessoas preferem se esconder do que nos comprimentar, não queria trazer essa imagem de medo e sim uma imagem boa, de esperança, ajuda e paz.

Pelo menos minhas perguntas foram respondidas, mesmo que os garotos apenas dessem uma resposta isso não me magoaria apenas me deixaria com uma pulga atrás da orelha, mas não era algo que poderia mudar apenas aceitar. Aquilo seria o máximo que conseguiria por ali, com um pequeno sorriso devolveria a bola para os garotos e falaria:
- Desculpem por não jogar bem, por agora agradeço e tenho que me retirar, tomem cuidado. - Enquanto terminaria minha fala faria uma referência para os garotos como um sinal de agradecimento.
Antes que pudesse me retirar do local para pôr em prática meu plano secundário, ouço um barulho estrondoso, um único, um claro som de disparo, minha primeira reação seria ficar de costas para os garotos, tentando usar meu corpo de escudo, ao que perceberia que o tiro não foi em nossa direção falaria ao garotos em um tom calmo, mas claro:
- Vão para suas casas e fiquem longe das janelas. - Assim que terminasse a frase sacaria uma de minhas espadas e correria na direção de origem do som.
Em minha mente algo gritava, não dei ouvido a isso, mas a sensação não desapareceu, muito menos diminuiu, minha adrenalina começou a ser aplicada em minha corrente sanguínea e minhas pernas começaram a se mover com mais vigor, a velocidade em que andaria aumentaria rapidamente e antes que percebesse já estaria na frente da casa da senhora Fifi, tarde demais, mesmo com minha velocidade máxima já era tarde, o que veria seria um dos gatos já nas mãos daquele homem de vestes negras, sua arma prateada chamaria minha atenção naquele primeiro instante, aquelas vestes destoantes do resto do cenário eram algo impossível de não se notar, a pelagem do gato antes alaranjada estava agora ensanguentada, tão encharcado daquele pigmento vital que pingava no chão, via a vida daquele gato se esvair no primeiro momento, não havia nada para se fazer, o tiro já estava dado, mas o atirador estava ali, depois que o pegasse poderia finalmente descansar e esperar o barco da tarde, então era só o que precisava, tinha um trabalho pra fazer e ele seria feito.

Com um forte impulso de minhas pernas moveria-me na direção daquele ser, não direcionaria nenhuma palavra contra ele, afinal de contas não precisaria de provas ou alguma espécie de mandato para o pegar, ele havia sido flagrado eram provas suficientes, juntamente ao avanço surgiria também a preocupação, deveria tomar cuidado para que a arma não fosse usada contra mim, mesmo que o atirador seja ruim numa luta nunca posso subestimar o inimigo, ainda mais quando estou diminuindo a área dele para erro, já que minha aproximação para o uso de espadas tem essa desvantagem, o principal fator que estaria atento seria para minha esquiva, deveria prestar atenção onde ele miraria para poder esquivar daquela posição, continuaria priorizando minha esquiva até que estivesse perto o suficiente para usar minhas espadas, uma vez que já estivesse próximo do criminoso tentaria o golpear com a parte de trás de minha espada, visando acertar o ombro, costas ou as costelas, na tentativa de que ele largasse a arma, se por um acaso meu golpe fosse falho, moveria-me o mais rápido possível para suas costas, usando de um rolamento e em seguida tentaria acertar suas costelas do lado oposto (ainda com a parte de trás da espada), caso mais uma vez não obtivesse êxito em acertar meu oponente miraria agora em suas pernas, tentando acertar canelas ou até os joelhos, para tentar prejudicar sua movimentação, se assim conseguisse passaria para o ponto de imobilização, e tentaria usar de minha velocidade contra a do inimigo, avançando contra ele e tentando-o desarmar, golpeando sua mão, braço, peito, costelas, abdômen, ou até a arma, caso se mostrasse necessário usaria uma segunda espada para me ajudar a desarmar o criminoso de vestes negras, uma vez que ele estivesse desarmado tentaria o jogar contra o chão e usando minhas espadas prenderia seus braços, perfurando as mangas de sua roupa e fincando as espadas no chão, e sacando minha terceira espada a encostaria contra a nuca do suspeito o avisando:
- Melhor não se mover tanto, a loucura pode fazer pessoas perderem a cabeça…
Se visse que ele estava mal imobilizado colocaria meu pé em suas costas, o forçando a ficar deitado.
- Por que está fazendo isso? Atirar em gatos já é uma evolução da fobia, sabe que está contra as leis, não sabe? Preciso dizer que você está sendo preso?
Se o criminoso não me respondesse nada, tentaria o nocautear (faria isso mesmo que ele já me tivesse dito tudo que queria), tomaria a arma do mesmo e obviamente a guardaria, guardaria minhas espadas, levantaria o criminoso e o levaria até o QG, antes de fazer isso faria novamente o toque na porta da senhora Fifi, e me despediria dela.
- Chame o doutor Trevor, ele deve ver seu outro gato baleado, estou levando o criminoso, infelizmente não posso a ajudar agora, voltarei depois para ter notícias.
E com isso iria para o QG entregar o criminoso e sua arma, bem como a bala que o doutor Trevor havia me entregado após a retirar de Niniko.


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