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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: Re: Yggdrasil - O Eixo do Mundo   Yggdrasil - O Eixo do Mundo - Página 4 EmptySex 29 Jun 2018, 18:37

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Senti meu peito ser tocado por uma palma que ao contato pareceu expulsar todo o ar contido em meus pulmões e de maneira seguinte rolei pelo chão algumas poucas vezes antes de parar com a face voltada para o solo o que me permitiu esconder um sorriso que logo se revelaria ao demonstrar a fita vermelha presa entre meu dedo indicador e médio, a maior recompensa para aquilo fora a cara de surpresa do homem que parecia incrédulo no que via, e não atoa, talvez essa fosse a única vez que poderia presenciar um deus em sua vida. Estendi a mão aceitando a ajuda do homem, não tinha o porque sustentar mais sentimentos aversos uma vez que já havia provado meu ponto —Não é tão difícil quando se é um deus, você sabe, nós somos claramente muito habilidosos em combate e nosso raciocínio dentro de um confronto é rápido o suficiente para nos colocar em posição favorável — O punho cerrado repousando na cintura enquanto a outra mão gesticulava pelo ar combinado a frase empregada num tom de desdém superior ficava claro que nem mesmo os deuses deixavam de justificar seus feitos, novamente verifiquei as condições de meu braço, durante o calor do momento havia me esquecido completamente de sua condição, mexi-o algumas vezes para ter certeza que não havia deixado tudo pior e antes que percebe-se e concluísse minha auto diagnose me vi envolto de pessoas que eufóricas vinham em montes cumprimentar-me por algo que à eles parecia ter sido um milagre —Isso não foi nada, vocês viram, qualquer um minimamente inteligente teria feito o mesmo — As palavras não eram de simpatia ou confraternização e nem haviam como ser pois não conseguia entender qual era a façanha em tal ato.

Mesmo ocupado com a multidão meu olhos não puderam deixar de notar Ramagos direcionar-se até Fox e lhe dizer algo do qual desconhecia mas assim que todos se viram satisfeitos e voltaram a seus afazeres logo a mulher também veio até mim replicar um pouco do que as outras pessoas fizeram mas de uma forma mais contida —Não entendo qual é o motivo de tanta euforia entre essas pessoas, eu apenas cumpri o que me disseram ser o mínimo para entrar no Exército, ainda não acredito que fui o primeiro a faze-lo — Perguntei um pouco confuso com toda aquela movimentação —Tudo bem, acho que tenho algumas horas para descansar depois de tudo afinal — Comentei coçando o topo de minha cabeça e soltando um bocejo em sinal de cansaço, aquele dia estava sendo completamente maluco e muitas coisas acabaram por acontecer em tão pouco tempo que este meu corpo humano já não tinha mais pretensões de continuar a se esforçar —Acho que irei relaxar um pouco, então te vejo mais tarde — Disse já me afastando e dando as costas e garota com a palma da mão estendida num sinal de 'adeus', passando pela porta mas não antes de apanhar minha capa do chão e joga-la sobre meus ombros, tudo que faria seria andar pela comunidade suspensa em busca de um lugar um pouco mais reservado, passaria antes de volta na ala médica para pegar minha mochila que provavelmente havia esquecido lá; Com isso vagaria pelas pontes até encontrar um lugar um pouco mais reservado, sem a presença de muitas pessoas e que pudesse me deixar mais a vontade comigo mesmo.

Neste local sentaria-me escorando minhas costas em uma parede deixando a mochila entre minhas pernas onde poderia manuseá-la melhor, escorregaria seu zíper de um extremidade a outra revelando seu interior, ali dentro estavam a maioria das coisas que havia adquirido desde minha chegada, a primeira coisa que minha mão pescou dentro da mochila fora a mascara alaranjada, ela continha alguns espirais que tinham origem de um único buraco em sua superfície que era para o que possibilitava enxergar através da mesma, não me lembrava de um motivo plausível para tê-la comprado, apenas que no momento senti uma vontade grande de possui-la, encaixei-a em meu rosto por um instante passando a enxergar todo o cenário com apenas um de meus olhos , em junção aquela capa negra e encapuzado seria impossível identificar-me. Por baixo da máscara um sorriso desenhou-se em meus lábios com uma ideia astuta que surgia em minha mente, mas apenas isso, logo a retirei deixando-a de lado. Continuando a revirar meus pertences tirei também a faca que Fox havia me dado e também o jornal da cidade que nem mesmo tive tempo de ler, suspirei, voltando todos os itens de volta a mochila, meus olhos se fecharam e minha cabeça encostada também à parede me permitiam uma posição para dormir, mesmo que ela não me trouxesse conforto algum.

Não precisei de muito tempo para desligar, apenas uma linha tênue me separava da consciência do sono que aos poucos me tomava em seus braços. De forma perturbada visões vieram a minha mente, um sorriso malfeitor e debochado se dirigia à mim, em volta deste várias silhuetas riam cada vez mais alta em uníssono até que por baixo de meus pés não houvesse mais solo e assim eu caí, despenquei e a medida que afundava cada vez mais sentia meus poderes evaporarem de meu cerne e de repente...

Acordei ofegante, o sol já havia se posto e eu aparentemente me perdido. Esfreguei o rosto buscando despertar e levantei-me espreguiçando meus membros, joguei a mochila por trás de minhas costas e como combinado me dirigi até a sala combinada; O ambiente estava completamente escuro e apenas um pequena luz suspensa por um fio e abaixo dela uma mesa com um mapa da ilha forrando-a e pequenos barquinhos terminavam de ilustrar os instrumentos de estratégia, ao todo eramos quatro ali presentes, eu, Fox, Ramagos e uma cara nova que logo associei pelo nome ser a grande referência para todos, Grambos do qual logo trocou algumas palavras comigo —Logo esse assunto será esquecido, existem coisas mais importantes a serem feitas... — Disse ainda em resistência de tomar meu sucesso de outrora como algo grandioso — A partir dali o líder tomou a palavra para si e tornou tudo um monologo que se fez necessário para colocar as cartas na mesa e certificar que todos estavam na mesma página perante as informações  que o grupo tinha até então, porém, ao final de seu discurso abriu-se a oportunidade para que tomasse a palavra e o fiz Tenryuubitos , aqueles seres humanos miseráveis que acreditam serem deuses na terra? — Disse com certo ardor nas palavras —Estamos numa situação complicada, isso é inegável mas não poderemos lidar com esse cargueiro de escravos sem antes tirar esses marinheiros da ilha do caminho, se tivesse que fazer as coisas seria da maneira mais radical possível, para mim grandes riscos trazem grandes recompensas — Comecei a dizer desenvolvendo cada vez mais —Então o primeiro passo seria lidar com os marinheiros da ilha, combate-los de frente e tomar seu navio que está atracado na ilha — Apontei o indicador para o pequeno barquinho acima do mapa —Assim poderíamos nos aproximar do cargueiro com homens disfarçados e fazer um ataque surpresa para tomar o controle de ambos os navios — Terminei cruzando os braços esperando a reação dos demais.        

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MensagemAssunto: Re: Yggdrasil - O Eixo do Mundo   Yggdrasil - O Eixo do Mundo - Página 4 EmptySeg 02 Jul 2018, 10:39

III

____


Após um descaço não muito confortável, Njord se encontrava em meio a sala de guerra, tramando juntamente com os lideres dos Revolucionários do East Blue, e no momento em que fora lhe dado a palavra, o deus nortenho não perdeu a oportunidade em expor sua opinião de como a situação deveria ser abordada. Grambos permaneceu calado ao ouvir tal ideia, como se a avaliasse mentalmente, Ramagos por sua vez não fizera o mesmo, levando o dedo ao centro da ilha indicado no mapa - Não acho que seja uma boa ideia trazermos o conflito tão próximo a ilha, pelo que parece, até o momento os marinheiros apenas suspeitam de nossa base aqui em Conomi, e isso ja causou problemas aos civis que nada tem a ver com isso tudo, se mostrarmos toda a nossa força em um combate terrestre, pode dar a certeza a marinha que nossa base realmente fica aqui, e sabe-se lá o que esses malditos farão com os aldeões das vilas, eles contam conosco para sua proteção - Falou Ramagos tentando manter o tom serio de sua voz, mas era obvio a sua preocupação com os civis, que depositavam tanto sua confiança nos guerrilheiros. A jovem de cabelos cor de avelã esperou seu superior terminar para então chegar sua vez de falar - Eu tenho outra ideia, é clara a nossa necessidade de tirar os olhos da marinha desta ilha, afinal temos de prezar pela segurança da ilha e desta nossa base, eu pude comprovar que as vezes um ataque direto pode ser a melhor escolha pois é a ultima coisa que o inimigo esperara de nós, acho que deveríamos separar nossas forças em duas frente de ataque, devíamos distrair os marinheiros fazendo-os acreditar que vivemos em outra ilha, talvez em alguma ilha deserta menor mais próxima, enquanto o segundo grupo invade o navio de escravos e tenta toma-lo sem alarmantes - Terminou a moça olhando diretamente para Grambos, que mantinha-se em silencio.

O líder revolucionário andou de um lado a outro, com a mão direita ao queixo analisando o mapa e a situação a sua frente, após alguns minutos, enquanto todos esperavam por sua palavra final o homem começou a falar - Bem fico feliz por todos darem suas opiniões, não estariam aqui se não quisesse ouvi-las... Quanto ao que faremos a ideia de dividir nossas forças é boa, mas arriscada, nós só temos uma embarcação a nossa disposição no momento, um pequeno navio que caberá no máximo 10 de nossos homens, enquanto um navio da marinha esta na nossa cola, apenas esperando nos revelarmos para atacar com tudo, por isso darei duas opções, e vocês me ajudarão a escolher a mais sensata... Plano A: Ramagos, você e seus "orelhas pontudas" assumirão a responsabilidade de confrontar os marinheiros, peguem alguns botes das vilas e deixem ser seguidos até esta ilha próxima, lá existe uma antiga sede de um clã antigo de ferreiros e nada mais, passaria fácil por uma suposta base dos revolucionários, deixem-nos destruir tudo por lá e façam-nos acreditar que conseguiram nos destruir. Enquanto isso, eu o recruta aqui, e mais 8 dos nossos melhores homens invadiremos o navio escravagista na surdina, tomaremos o mesmo enquanto a marinha esta distraída, e trazemos ele até aqui, depois decidimos o que fazer com os escravos... bom este é a primeira opção... Terminou o homem apontando para uma minuscula ilha no mapa, que ficava a cerca de 50km da costa de Conomi - O Plano B: Todos nós, juntamente dos seus Caed invadimos o navio da marinha, e torcermos para conseguirmos sobrepujar as forças de um capitão, um sargento e sua equipe antes que possam avisar sua cadeia de comando de nosso ataque, e torcermos para sermos rápidos e fortes o suficiente para a
ira dos marinheiros não caia sobre os vilarejos, feito isso munidos de um novo navio, poderíamos atacar com força total o navio dos escravos... mas honestamente, me parece o plano mais arriscado. E ai, o que me dizem?


Novamente a chance de falar era passada a todas, o que incluia Njord e suas ideias malucas, como o nortenho responderia a isso?
---
Após decidido o plano, Grambos dispensou a todos, dando 24 horas de folga a todos, os liberando a fazerem quaisquer atividades que o quiserem, mas não sem antes instruir Fox a apresentar os dormitórios a Njord, onde aparentemente o vira dormindo feito um mendigo horas atrás.


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MensagemAssunto: Re: Yggdrasil - O Eixo do Mundo   Yggdrasil - O Eixo do Mundo - Página 4 EmptyTer 03 Jul 2018, 13:31

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Meu plano apesar de para mim ser uma medida viável não aparentava ter o mesmo status para o líder do grupo, isto porque o mesmo considerava um tópico pelo qual em mantinha-me neutro, terceiros envolvidos nos assuntos que me levariam a cumprir meu destino. Nunca tive interesse em ferir inocentes mas não tinha nada contra o sacrífico de alguns caso necessário, afinal, não se faz uma omelete sem quebrar alguns ovos. Calei-me perante a negativa e passei a dar atenção as ideias de outras pessoas, meus braços se cruzavam e meus olhos acompanhavam o dono da palavras com uma respiração lenta mediando a interação indireta que todos ali fazíamos uns com os outros, primeiro Fox compartilhou um pouco do que pensava para em seguida Grambos detalhar uma versão adaptada do que fora dito pelos presentes anteriormente, dada a permissão para uma devolutiva faria questão de ser o primeiro —Acredito que o primeiro plano seja o mais adequado apesar de gostar de arriscar também prezo pela efetividade, o segundo plano caso dê errado decretaria nossa derrota por avançarmos com todas nossas forças e ainda sim, no sucesso, nada seria garantido já que reforços poderiam ser chamados. Então, sou a favor da primeira opção — Decretei com veemência [...]

[...] Meus braços se esticaram além do topo de minha cabeça e conjuntamente juntaram-se em minha nuca, ao meu lado andava a garota que havia conhecido na floresta e que de desconhecida havia se tornado algum tipo de 'companheira', andávamos em direção dos dormitórios, de fato precisava de um lugar adequado para descansar, já não sabia mais o que a palavra conforto queria dizer já que desde que havia abandonado a casa de meu avô cada dia tornou-se uma incógnita tendo dias onde até mesmo tive de dormir em praças ou em baixo de pontes —Me diga — Chamei a atenção da garota —Por acaso vocês tem uma forja por aqui? Eu preciso de uma arma adequada para amanhã — Meu olhar seguiria ao caminho a minha frente e não seria desviado para o rosto da mulher, apenas meus ouvidos seriam o suficiente para entende-la —Entendo, então passarei amanhã na sala de treino para conseguir algo que me agrade, até — Diria caso a jovem me contasse não haver algo do tipo dentro da base e seguiria para o dormitório procurando por uma cama vazia onde me sentaria, dentro de meus bolsos vasculharia procurando pelas pílulas que a enfermeira havia me dado durante a tarde e mesmo sem água iria ingeri-los e deitaria a espera de adormecer; Se ela me dissesse existir uma forja por ali passaria a fitar ela de uma maneira mais interessada —Pode me mostrar onde é? Amanhã com certeza irei utiliza-la antes da execução do plano — Com isso apenas iria conhecer a localização da forjaria e voltaria para o dormitório onde faria o mesmo com a pílula.        

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MensagemAssunto: Re: Yggdrasil - O Eixo do Mundo   Yggdrasil - O Eixo do Mundo - Página 4 EmptyTer 03 Jul 2018, 17:03

IV

____


Njord diferente de outrora, agora optava pela opção mais estratégica do plano, Fox concordara com o ferreiro, e Ramagos limitou-se a assentir com a cabeça, Grambos sorriu discretamente por um segundo, antes de tomar a palavra novamente - Certo, esta decidido, daqui a exatas 24 horas, nos encontraremos na mansão Aurors, carreguem consigo apenas o necessário e roupas mais discretas possíveis, Dispensados! O grupo então se desfaz, e Njord e Fox seguem por uma direção, e Grambos e Ramagos permanecem na sala.

Caminhando na direção Oeste da base, Fox levava o moreno ao seu novo dormitório, neste periodo o jovem a aborda sobre a existência de uma forja por ali, a garota toma-se a pensar, como se tentasse buscar algo no fundo de sua memoria - Aqui especificamente na base não existe, mas uma vez quando patrulhava a floresta do norte, encontrei uma antiga forja abandonada, eu não entendo muito, mas havia muitas ferramentas em seu interior, mas nenhum tipo de material ou algo que me interessa-se, se quiser, posso te levar até ela amanha bem cedo, passamos na vila pra adquirir alguma matéria prima, eu poderia aproveitar o momento e confeccionar algumas flechas para mim também! Disse a mulher sorrindo ao jovem, que nem limitava-se a olha-la decentemente.

Os dois chegam a uma pequena casinha nos galhos de uma arvore, a mais distante da casa central, uma estreita ponte de cordas, levava até a mesma, a casa possuía teto de palha, e suas paredes eram de tabuas simples, não existiam janelas, apena suma unica porta de cedro, aquela pequena casinha era a mais alta de todas as edificações próximas, tornando-se muito fácil observar o céu estrelado por cima das poucas folhas e galhos que chegavam tão longe do solo, que por sua vez, estava facilmente a uns 9 metros abaixo dos dois. Do lado de dentro encontrava-se uma beliche, uma escrivaninha, um único foco de luz vindo de uma lamparina acessa sobre a mesinha, e um teto solar no centro das telhas de palha, que deixava a clara luz do luar iluminar sue interior mais ainda. Fox despede-se do jovem dizendo - Amanhã cedinho venho busca-lo, e partimos a Shirotown. Njord percebia que seu parceiro de quarto ainda não chegara ao local, então sem muito o que fazer, engoliu as duas pilulas em seco, e sem demoras, dormiu um sono sem sonhos.
---

Na manhã seguinte o deus levanta-se completamente revigorado, a dor em seu braço desaparecera completamente, e o ferimento cicatrizado quase que completamente, Njord não sabia que tipo de pilulas eram aquelas, mas a enfermeira ruiva realmente sabia o que estava fazendo, talvez futuramente, o nortenho faça uso novamente de tal medicamento. Como prometido, Fox estava parada em pé ao lado da porta da pequena cabana, sem demoras a dupla parte durante seu dia de folga, rumo novamente a pequena vila de onde Njord viera.

Cerca de uma hora de caminhada separava a base revolucionária da ponte que ligava as duas metades da ilha, durante o caminho, Fox parecia muito interessada em puxar papo sobre assuntos banais, com o antipático deus, após algumas várias tentativas, Njord percebera a desistência da moça, que optara por ficar na dela a maior parte do caminho. Mais trinta minutos após a travessia da ponte levara os dois a vila, o dia estava claro, com pouquíssimas nuvens no celeste céu, mas percebera que não era para isso que os aldeões estavam se preparando, muitos estavam a pregar tabuas em suas janelas e portas, outros a amarrarem fortemente suas cabras e ovelhas nas estribeiras, algo incomum estava para acontecer, e Njord e Fox ainda não sabiam disso. Adentraram a mesma loja de matérias primas que o nortenho vira no dia anterior, uma loja modesta, mas com todos os seus itens bem organizados e simetricamente posicionados, pepitas de ferro, cobre, zinco e cobalto se empilhavam nas prateleiras, além de materiais de construção como tijolos, areia e cal. O aparente dono da loja, estava a vedar uma de suas janelas, quando notou a presença da dupla revolucionária ali, Fox trajava as mesmas vestes do dia anterior, exceto pelo grosso tecido que envolvia sua cabeça, afim de esconder suas orelhas, mas deixar apenas sua face a mostra -Ei Helen...quer dizer...Fox hehe que bom ve-la por aqui novamente! Dizia o homem robusto e suado, dono do comercio, revelando-se um conhecido antigo da moça - Pois é Matias, não é todo dia que o velho Grambos nos dá um dia de folga Haha Completou a moça, em seguida ela da um forte tapa nas costas de Njord afim de apresenta-lo - Este aqui chama-se Njord, é o novo recruta da causa, ele é meio quietão, e vai perceber que ele não fala coisa com coisa, mas no fundo ele é gente boa. Concluiu a moça sorrindo de uma forma pouco feminina - Njord é? Esse é seu nome mesmo? ou um dos codinomes que os revolucionários usam? Perguntou o homem curioso - Mas enfim, seja bem vindo você também meu rapaz, desde que o Rino morreu a meses atrás, ninguém mais do pessoal do Grambos voltou a minha loja, e caso não saiba, os filhos do velho Grambos tem crédito aqui nesta loja, peque a matéria que precisar, o minimo que nós podemos fazer pelos verdadeiros lutadores da justiça! Disse o homem batendo com orgulho no peito. Njord mais uma vez podia presenciar o que o nome de Grambos refletia nos vilarejos daquela ilha, e tinha ali a oportunidade de buscar o material que mais lhe agradasse para sua nova arma.

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MensagemAssunto: Re: Yggdrasil - O Eixo do Mundo   Yggdrasil - O Eixo do Mundo - Página 4 EmptySab 25 Ago 2018, 06:06

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A noite fora regada de tranquilidade e meus sonhos - dos quais não me recordava - não foram perturbados por visões ou pressentimentos. Assim que despertei apoiei todo o peso de meu corpo sobre o braço que outrora estivera ferido, e para minha surpresa, já não havia mais dor alguma ou incomodo qualquer. Sentado a beira da cama bocejei sem saber que horas eram, mas pela intensidade luminosa do sol, ainda um tanto quanto tímida em resplandecer o alaranjado de seus raios ponderei que ainda fosse cedo, mesmo que não soubesse o quanto. Levantei-me sentindo meu corpo cheio de energia, o lógico seria pensar que tudo isso fora resultado do trabalho bem exercido pela enfermeira no dia anterior, mas que fique claro que isso é apenas uma parcela das habilidades de um deus, que nesta situação, sou eu.

Como combinado logo encontrei-me junto a Fox que me guiaria até a forja em meio a floresta - essa qual, imagino ser a mesma indicado pelo velho ferreiro da cidade -, a mulher durante boa parte do trajeto se colocou a divagar suas ideias pelas quais infelizmente não tive muito interesse a ponto de prestar a devida atenção e ao calar-se concluí que ela percebera minha imparcialidade, porém, não o fiz como forma de qualquer manifestação ranzinza de minha personalidade, mas sim, por minha mente estar em outro lugar, não insisti para que retomasse o assunto e assim apenas continuamos caminhando lado a lado, entre nós, apenas o silêncio. Não demorou até que entrássemos numa loja onde o dono e Fox pareciam já se conhecer, enquanto estes trocavam palavras de saudações me limitei a ficar alguns passos a sombra da garota e meus olhos percorrem todo o ambiente notando a simplicidade do lugar —Hellen é seu nome? — Perguntei em meio a um engasgo que logo passou; Em meio aquilo dirigi minha atenção ao homem e completei o que Fox havia começado —Sim, meu nome é este mesmo. Njørd, primeiro deus que você e todos os outros tem oportunidade de ver pessoalmente, imagino eu — Rodei no próprio eixo olhando os materiais ali presentes já imaginando a prospecção de todo o trabalho que teria nas próximas horas, mas sequer tinha pensando que não tinha sequer um berrie em meus bolsos para pagar por tudo aquilo, entretanto, senti-me aliviado ao receber a noticia de que por fazer parte do exército revolucionário tinha direito a alguns benefícios, me acostumaria fácil com isso —Fico grato, estou realmente precisando — comentei levando a destra à nuca com um sorriso de quem não tinha intenção alguma de pagar desder o principio.

—Pois bem, acredito que para o que tenho em mente vou precisar de um pedaço de aço de talvez 5 centímetros de largura, 1,5 de espessura e um pouco mais de 90 comprimento, carvão vegetal para a fornalha, o suficiente para umas duas horas será o suficiente. Ah, claro, para os detalhes preciso de um metro de couro e lixadeiras e uma lima, para os entalhes, bom, acredito ser o suficiente.

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MensagemAssunto: Re: Yggdrasil - O Eixo do Mundo   Yggdrasil - O Eixo do Mundo - Página 4 EmptySeg 27 Ago 2018, 09:41


NARRAÇÃO
The rise of a new God
O silêncio do rapaz trouxe certo desconforto a jovem que o guiava. Ele estava em seu direito de ficar calado, mas não era recebido com um sorriso amigável por parte de Fox, que seguiu ao longo do caminho frio e húmido pelo orvalho da manhã. A floresta era de uma mata aberta da qual se via algumas laranjeiras em seu auge de florescimento. A ilha sempre foi tida como uma grande produtora da saborosa fruta, da qual Njord poderia sentir o cheiro em quase todos os cantos.

A velha casa do ferreiro tinha sua história, as grandes paredes de madeira escura entravam em contraste com as grandes janelas de vidro azul, dando um clima aconchegante ao local que, além de ser a casa dos mais habilidosos com metais da ilha, era também lar de viajantes e famintos que cruzavam a ilha. O velho e robusto homem que atenderá Njord lhe derá uma ótima notícia, não precisaria pagar pelos materiais de forja por ser um revolucionário, e isso despertou uma certa satisfação no jovem, que por sua vez, não estava muito interessado em gastar dinheiro com aquilo mesmo.

- Pois bem, irei voltar a base, Njord, após forjar a sua arma pode voltar ao QG, temos algumas coisas para resolver antes que possa sair da ilha. - A mulher dera um sorriso antes de se voltar a saída e deixar a casa para trás. Deixando o rapaz com o homem. - Bem, acredito que tenhamos tudo, deixe-me checar. - O homem abaixou-se ao balcão de madeira, separando o que o jovem havia pedido. - O metal e o carvão estão lá trás, poderá encontrá-los com o a ferreira chefe, o nome dela é Petúnia. - O homem sorriu entregando o couro e a lima ao rapaz. - Ah, só uma dica, não encare muita a Petúnia, ela é meio temperamental assim como o aço que ela forja, mas é uma boa garota.

Ao se dirigir a Forja, Njord teria a visão de uma garota loira de mais ou menos um metro e oitenta de altura. Embora fosse forte, musculosa, ela tinha um rosto delicado marcado pelas cinzas da grande forja que se concentrava ali. A garota estava sorrindo, se concentrando em um aparente machado que, parecia muito pesado a qualquer pessoa normal. O fogo queimava naquela manhã que aos poucos se tornava mais quente.

Petúnia:
 




Histórico Njord:
 



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