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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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Reinhardt
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MensagemAssunto: Re: Yggdrasil - O Eixo do Mundo   Yggdrasil - O Eixo do Mundo - Página 3 EmptyQui 21 Jun 2018, 17:58

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Era impossível ignorar a dor, a ideia era audaciosa por si só e era esperado que não saísse ileso daquela loucura. As coisas começaram bem, tive a certeza de por um momento enxergar o mundo em câmera lenta, uma pequena amostra de meus poderes divinos talvez? Bem provável. Mas a verdade era que meu braço naquele momento estava quase inutilizável, a dor me impediria de refazer os movimentos já que apenas conseguia me focar naquilo, o sangue escorria pela minha pele cada vez mais e isso acabava por me preocupar. A capa qual vestia já não estava em seu estado intacto e cem por cento, por isso rasgaria uma tira do tecido suficientemente larga e cumprida para para amarrar em volta do ferimento, não tinha condições de receber primeiro-socorros naquele instante mas ao menos poderia buscar estancar o sangramento.

—Hey, eu não acredito que vá conseguir fazer isso de novo — Comentei —Mas fico feliz de saber que você conseguiu ferir alguns deles, mas iremos precisar de outro jeito pra lidar com a situação — Se as informações estivessem corretas o confronto a partir dali estaria mais igual, dois contra dois, sendo que pelo menos um de cada time estava ferido, mas ainda sim acreditava em minhas habilidades para virar a mesa e trazer-nos a vitória. Certificaria-me da amarra em meu braço estar minimamente firme para que pudesse move-lo. Conviver com a dor a partir dali seria uma obrigatoriedade, a faca em minha mão não me abria muitas possibilidades ofensivas e infelizmente minha mente não conseguia matutar outros planos.   

Respirei, inspirei. Meus olhos se fecharam por um instante como se buscasse a visão de uma brecha, mas tão densa como a noite permanecia meu olhar. Abaixaria-me flexionando os joelhos buscando me esconder um pouco mais entre a mata. Como sempre a estratégia era um pouco ousada e continha um grande risco de dar errada, mas no caso de sucesso a recompensa seria certa, ao menos era o que esperava. Busquei recuar um pouco mais da minha localização atual, sempre tentando ter os troncos das árvores como proteção e faria isso até que pudesse estar novamente ao lado da garota —Escuta, preciso que você chame o máximo da atenção desses homens, os ofenda, desafie-os. O importante é que você faça-os esquecer de minha presença por um instante, vou fazer a volta e surpreende-los pelas costas.

Dadas as instruções recuaria ainda mais para assim sumir da visão dos Marinheiros. Era de extrema importância que a mulher cumprisse com êxito sua tarefa, pois era nesse instante que eu estaria fazendo a volta pelos lados do 'fogo cruzado', meus passos seriam cautelosos e meus movimentos descritíveis, tudo que não poderia fazer era chamar a atenção, por isso utilizaria de arbustos e das árvores mais largas para tentar me ocultar. Minha respiração anasalada ruía com o silêncio de minha cabeça e ao momento que pudesse avistar os inimigos buscaria identificar um alvo isolado para assim, num salto, passar a lâmina da faca sob seu pescoço —Hey. Larguem as armas — Exigiria aos demais —Os rifles, jogue-os para mim 

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MensagemAssunto: Re: Yggdrasil - O Eixo do Mundo   Yggdrasil - O Eixo do Mundo - Página 3 EmptySeg 25 Jun 2018, 10:26

VII

____




Ferido e com dores que faziam lembrar-lhe de seu corpo mortal, Njord rasga um pedaço do longo manto negro que levava a suas costas, envolvendo a tira de pano no braço ferido, pressionando-a suficientemente forte para estancar levemente o sangramento no braço, o deus nortenho não tinha pratica nem conhecimento ideal em primeiros socorros, mas o improvisado torniquete talvez fosse o suficiente para mante-lo em combate por mais algum tempo. Em seguida, o jovem de cabelos negros, tenta se ocultar, acocorando-se em meio a mata, tentava chegar furtivamente a arqueira, onde mais um de seus planos mirabolantes poderia ser executado.

Sem muitas dificuldades, uma vez que apenas um dos marinheiros mantinha 100% de seu foco no combate, Njord retorna a presença da revolucionária, que mantinha-se a disparar flechas floresta a dentro esporadicamente, para manter os marinheiros recuados atrás de seus respectivos troncos. O viajante então compartilha seu plano com a garota, que se limita a contorcer os lábios em desagrado enquanto ouvia, mas aceita dizendo - Olha eu não vou mais questionar sua sanidade, e esse seus planos malucos, ja testemunhei o bastante pra saber que você é meio maluco, mas seus planos deram certos até agora, então que se foda, vamos nessa! Dizia a moça, ja se colocando em pé e correndo em disparada para a proteção de um tronco de arvore a uns 5 metros de distancia de onde estava - EI SEUS PUTOS, ACHEI QUE VOCÊS APRENDIAM A ATIRAR NAQUELAS MERDA DE QG, MAS PARECE QUE LÁ VOCÊS SÓ CURTEM UMA SURUBA NÃO É HAHAHAHA MINHA AVÓ CEGA E CATARRENTA ATIRA MELHOR DO QUE VOCÊS HAHAHAH Dizia a mulher repetindo os movimentos de saque, preparação e disparo das flechas periódicas. Ali estava a oportunidade para o jovem de capa agir, e não perdendo tempo, Njord esgueira-se atrás de uma arvore, pelo sentido contrário tomado pela arqueira, e com cuidado, paciência, e aproveitando sempre de um tronco ou folhagens altas, ocultava sua presença, e metro por metro, se aproximava.

Não demorou para estar as costas de um dos soldados, que xingava e praguejava contra a mulher, que mantinha berrando suas ofensas agora bem mais distante. Njord estava abaixado, no meio de folhagens largas o suficiente para esconde-lo por completo, quando esteve suficientemente confiante, partiu com um salto para cima do marinheiro desavisado, enquanto o mesmo recarregava sua arma.

- AHHHH MALDIT... Com habilidade Njord efetua uma imobilização no sujeito, prendendo os braços e pressionando a afiada lâmina contra seu pescoço, fazendo-o parar de gritar ao sentir o frio metal. O Segundo marinheiro, ainda ferido no braço, aponta desajeitadamente o rifle com apenas uma mão em direção aos dois. Njord demostra seu desejo do cessar fogo, ordenando-o que largasse seu rifle, o marinheiro coloca a arma ao chão, e levanta suas mão -OK...Você venceu cara, larga ele que vamos embora... Antes que terminasse sua frase, uma flecha sibila no ar, atingindo o marinheiro rendido por trás, fazendo a ponta metálica do projetil surgir por sua fronte, onde era o olho esquerdo do soldado, fazendo-o cair como um saco de batatas, imóvel e sem vida.

Ao ver seu companheiro ser morto a sua frente, o soldado imobilizado inquieta-se, sabendo que o próximo seria ele, a arqueira se aproxima, recolhendo a flecha do homem abatido -Como é bom matar esses desgraçados... Dizia a mulher com um satisfeito sorriso no rosto -Você agiu bem rapaz, precisamos ir logo, duvido que os demais soldados não tenham ouvido os tiros... eai quer finalizar ele ou deixa comigo? Pergunta a mulher ja preparando uma nova flecha. A vida de um marinheiro estava literalmente em suas mãos, daria conta ele da morte daquele soldado? Se sentisse qualquer hesitação no novato, a moça estaria satisfeita em terminar o serviço, o que Njord faria?


---


Depois do ocorrido, a arqueira guia o jovem floresta adentro (o semblante dela dependera de sua escolha, satisfeita se Njord mata-lo, fechada se hesitar), ambos sabiam que o rapaz de cabelos negros precisava de devido tratamento medico o quanto antes. Após alguns momentos de caminhada rumo ao sul da ilha, ambos chegam a uma edificação em meio as centenas de arvores e plantas da floresta, tratava-se de uma grande casa de madeira, vinhas e raízes tomavam se erguiam e espalhavam por praticamente todas as paredes externas, a pintura estava gasta, grande parte dos vidros estilhaçados, demonstrava que a anos, ninguém parecia habitar tal localidade. As floresta era densa e fechada por toda a sua volta, as copas das arvores cobriam todo o céu, quase que impedindo a luz do sol chegar até onde estavam.
Mansão Aurors:
 

A moça então, eleva as duas mãos em formato de concha a sua boca, e emite um peculiar som, quase que imediatamente, Njord pode escutar a movimentação de algo ou alguem sobre os galhos das arvores que escondiam o sol, a folhagem mais superficiais das arvores então começavam a recuar, revelando então dezenas de pequenas construções de madeiras que se ligavam umas as outras por pontes de cordas, localizada entre os largos e grossos galhos das arvores, revelando o que parecia uma pequena vila escondida no topo daquelas arvores. Todas as pequenas construções, se ligavam a uma central, quase tão grande quanto a mansão abandonada bem abaixo dela.
Núcleo Revolucionário:
 

Ali na vila suspensa, Njord pode ver dezenas de pessoas, andando para lá e para cá em seus afazeres, todos vestidos no mesmo padrão de cores, sendo eles verde marrom e preto. Cinco sujeitos então descem em um elevador de madeira, até o nível do solo, e caminham em direção a Njord e a moça. Um deles se destacava mais do que os demais, era mais alto e forte, seu cabelo era negro e curto, que pendia em uma longa trança negra que chegava ao meio de suas costas, o homem tinha envolto em sua face um pano vermelho, que cobria inteiramente um de seus olhos, seu rosto era quadrado de fortes traços, e possuía diversas pequenas cicatrizes espalhadas por onde quer que sua pele ficasse a mostra, em suas costas balançava um grande arco enquanto andava, Njord pode notar as pontiagudas orelhas no sujeito, igual as da moça, mas diferente dos demais quatro sujeitos que o acompanhavam, que não tinham nada de especiais, as armas dos quatro variavam entre rifles e espadas. A arqueira fica ereta, juntando os braços ao tronco ao ver o homem aproximando-se deles.
Sujeito:
 

- Bem vinda de volta Fox, e a você também forasteiro... -Disse o sujeito, virando a Njord o homem continua -Me chamo Ramagos,  o segundo em comando deste núcleo, e líder dos Caed, o que devo a sua visita? Era muitas novas informações de uma vez, como Njord reagiria tudo aquilo, e como seu caminho seguiria baseado em suas escolhas anteriores?

Fim do 1° ATO


Off:
 
Njord [Faca]
[Sangramento mal estacado /-50% nos testes com braço esquerdo]
()()()()()
()()()()()

Revolucionária [Arco]
()()()()()


Marinheiro 1 [Rifle]
[Imobilizado]
()()()()()
Marinheiro 2
[Morto]
()()()()()
Marinheiro 3 [Rifle]
[Morto]
()()()()()

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- Fala
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MensagemAssunto: Re: Yggdrasil - O Eixo do Mundo   Yggdrasil - O Eixo do Mundo - Página 3 EmptySeg 25 Jun 2018, 21:15

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Ao menos minha mente mantinha-se intacta e permitia-me usufruir de minha habilidades divinas; A arqueira havia executado com maestria o que havia lhe solicitado e apenas por conta disso fui capaz de surpreender os homens que nos alvejavam e naquele instante tudo que desejava era o cessar fogo para que pudéssemos sair dali rapidamente sem maiores problemas, era curioso como os humanos davam pouca ou nenhuma importância para com a vida alheia e quando possuíam a oportunidade massacravam todas as chances de sobrevivência daqueles que se opunham a seus objetivos —Vocês mortais dão tão pouco valor a vida, vida essa que nós deuses temos prazer em lhes oferecer... — Comentei vagamente sem pretensão alguma —Eu não tenho intenção de sujar minhas mãos com sangue, fique a vontade já que sente tanto prazer nisto — Disse já empurrando o único dos adversários que havia restado para que a mulher fizesse o que deveria ser feito e sem interesse algum na execução dei as costas adiantando meu caminho.

Durante o percurso tudo seguia muito quieto, talvez não houvesse clima para uma conversa depois do acontecido, além de que tudo que tudo no que conseguia pensar era na dor que tomava toda e extensão de meu braço por conta do ferimentos da batalha, vez ou outra minha respiração soava muito mais pesada em reação a minha tentativa de não grunhir diante o martírio, o que mais desejava era chegar rapidamente ao grupo revolucionário para que pudessem fazer algo a respeito. Me calei durante todo o trajeto e apenas voltei a me expressar quando meus olhos fitaram uma estrutura já decadente, acreditei já termos chego e não mais tinha motivos para carregar em minha mão aquela faca, por isso joguei-a no interior da mochila junto da máscara e jornal e assim concentrar-me no que se apresentava. A casa não tinhas condições de ser residida e sua estrutura já muito maltratada deveria colocar em risco qualquer um que a adentrasse —E então...

Antes que pudesse fazer qualquer tipo de questionamento a mulher levou as mãos até a boca onde em conjunto mimetizou uma espécie de concha que emitiu um som que desencadeou entre as árvores algum mecanismo que me chamara a atenção, ao olhar para cima onde uma vez havia pensado não haver nada além de folhas, revelou-se uma artimanha inimaginável, inúmeras casas ligadas umas as outras sustentadas pelos galhos das imensas árvores, mas logo foquei-me num tipo de elevador que descia até o solo, um grupo de pessoas surgiu de seu interior aproximando-se de nós e aparentemente eram conhecidos da arqueira —Chamo-me Njørd, vim a mando do prefeito de Shirotown para lhes dar a notícia que a Marinha está a procura deste grupo, ouve até uma execução pública — Suspirei ao lembrar da cena —Gostaria de ter lhes encontrado antes mas um grupo de Marinheiros atrasou meus planos, como pode ver — Disse pendendo a cabeça para o braço ferido —Além disso a causa pelo qual vocês se movem se assemelha muito a minha, eu preciso derrubar essa organização chamada Governo Mundial, acredito que poderia ser útil a vocês, afinal, sou um deus destinado a mudar o que vocês conhecem como justiça — Todas as palavras foram ditas com extrema convicção, afinal, não tinha dúvida do que dizia.

Leia-me:
 

Objetivos:
 

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Yggdrasil - O Eixo do Mundo   Yggdrasil - O Eixo do Mundo - Página 3 EmptyTer 26 Jun 2018, 09:40


2° ATO

I

____



Njord apresenta-se ao encarregado dos Revolucionários, explicando os motivos para estar ali, juntamente de seu interesse em ingressar no movimento, no momento em que dizia a palavra "deus" pode perceber a rápida troca de olhares entre ele e a nomeada Fox, que fazia um gesto com a cabeça, assim que termina de falar, a garota toma a fala, antes que Ramagos pudesse dizer alguma coisa - Ele fala coisas estranhas mesmo chefe, mas suas informações são verdadeiras, assim como sua motivação, pude ver com meus próprios olhos, a floresta esta cheia de batedores da marinha, mas ainda estão longe daqui - O dito chefe então poem-se a pensar por um segundo, tomando a palavra com firmeza logo em seguida - Certo, Fox acompanhe o tal "deus" até a enfermaria, mande cuidarem desse ferimento dele antes que ele perca esse braço, e me encontre na sala de guerra para entregar seu relatório da missão, depois disso vamos treina-lo devidamente, para que ele possa ser um de nós - Finaliza o homem antes de um breve cumprimento, e logo se virando e tomando seu caminho.

A garota então se dirige até o elevador de madeira, esperando ser seguida pelo novato, um semblante de satisfação podia ser notado na moça toda vez que olhava para o recruta de cabelos negro -Sabe, apesar desse seu tom de superioridade, e esse papo de "deus", acho que posso confiar em você, mesmo não matando aquele cara lá atrás, você não exitou, ou ficou choramingando sobre poupar suas vidas e blá blá blá, isso é difícil de se ver em novos recrutas, pelo menos aqueles que nunca tiveram que tomar uma vida - Dizia a mulher encostada em uma das laterais do elevador, com os braços cruzados e olhando para cima, enquanto a pequenos balanços e rangidos, o mecanismo os levava a vila suspensa. Com um tranco o elevador parou, permitindo que a dupla pudesse desembarcar, atravessaram por uma das muitas pontes de cordas do local, que dava de frente com uma das casas de madeiras daquela base, preso a parede externa, Njord pode ver um mapa que servia para a localização dos próprios revolucionários.
Mapa interno:
 

Fox então toma a direção de uma nova ponte de cordas, que dava até uma casa mais distante, uma vez dentro da edificação, o jovem de cabelos negros imediatamente pode deduzir que se tratava da enfermaria, uma vez que diversas macas se enfileiravam uma ao lado da outra, e homens e mulheres vestidos de branco zanzavam de uma a outra, tratando e conversando com os homens e mulheres que ali se recuperavam. A jovem aponta a uma maca livre, ao qual Njord podia sentar-se - Vou atrás de uma das enfermeiras, ela ira cuidar dessa zona ai no seu braço, depois que estiver totalmente recuperado, me encontre na sala de treinos... caso esteja se perguntando sobre a marinha encontrar esse local, as folhas vão fazer eles passarem direto por nós, acho que estamos tranquilos por enquanto- Dizia a moça dando uma piscadela, e partindo em seguida.

Com uma rápida passada de olhos pelo local, Njord pode ver todo tipo de tratamento referentes a conflitos, desde braços e pernas amputados, tratamento de cortes de lâminas, remoção de balas de corpos,  retirada de fragmentos de explosivos e coisas do gênero, parecia que aqueles homens e mulheres realmente estavam em guerra, e pela situação atual, pareciam não ir muito bem. Algo que novamente chama a atenção do novo recruta, e as pontiagudas orelhas de apenas alguns dos combatentes, e mais ao fundo, viu uma das enfermeiras lixando rápida e precisamente as orelhas de um jovem que se segurava para não gritar.

- Nossa, você fez uma melança aqui em... Disse uma enfermeira a qual não viu chegando, que já metia a mão no torniquete improvisado de Njord. Dona de ardentes cabelos curtos, a qual cobria um de seus olhos verdes.
Enfermeira:
 
A enfermeira com delicadeza retirava o pedaço de capa negro, que agora não era mais do que um pedaço de pano empapado e melado de sangue, a moça tentava agir o mais rápido e delicado possível, para que sue paciente sinta o minimo de dor possível, após retirar o pano, ela aplica no ferimento uma pasta esverdeada, cheirava a ervas e outras substancias ao qual o ferreiro desconhecia, e novamente envolvia o mesmo em uma bandagem, desta vez de coloração branca e pressionado e finalizado de maneira adequada. A jovem após terminar o processo, retira de seu bolço um par de comprimidos e entrega ao deus nortenho - Estas pilulas lhe farão dormir e acelerarão a regeneração e a cicatrização do seu ferimento, tome se quiser se sentir 100% novamente, ou se estiver com pressa pode ir, mas somente o sangramento foi tratado - Terminou a mulher sorrindo e ja partindo ao paciente que estava na cama ao lado, ficava agora na decisão de Njord fazer o que lhe aprouvesse mais, estar 100% recuperado ou partir para o que mais lhe agradasse.

Off:
 

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MensagemAssunto: Re: Yggdrasil - O Eixo do Mundo   Yggdrasil - O Eixo do Mundo - Página 3 EmptyTer 26 Jun 2018, 17:52

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Acompanhei a conversa entre os compatriotas e suas palavras voltadas a mim jogadas um contra o outro como se não estivesse ali presente, suspirei, já estava acostumado a reação das pessoas ao ouvirem meus dizeres pensarem que era louco, mas não havia motivos para esconder minha essência já que nada daquilo era invenção e sim, um fato. Continuei a acompanhar a conversa por fora e nada disse perante as instruções que mesmo que não fossem dadas diretamente à mim me envolviam de todo modo. Minha mão apenas mantinha-se firme perante o ferimento que parecia piorar cada vez mais, ao fim apenas segui Fox até o elevador onde tive a certeza de poder estar fazendo algo útil para o avanço do meu objetivo, o solavanco da cabine indicou que naquele momento estávamos subindo —Como disse, eu tenho um objetivo muito maior do que a vida de alguns humanos e atingi-lo seria muito difícil se eu me importasse em poupar todos aqueles que tentam dificultar minha caminhada — De fato tirar vidas a esmo como a garota havia feito não era de minha natureza, mas não possuía intenção alguma de ser o herói lendário que traria a paz e cessaria as guerras, a natureza humana sempre foi unicamente individualista e confrontos surgem todos os dias pelos mais variados motivos, nem nós deuses podemos mudar isto.

Mais um solavanco se instaurou na cabine me atentando que já estávamos no topo, o local era realmente alto e escondido, passaria claramente despercebido aos olhos dos mais desatentos. Andei atrás da garota que me guiava pelo complexo local, me atentava a estrutura e pessoas ali e vira e mexe dava alguma bisbilhotada abaixo para verificar se os marinheiros não haviam estado em nosso encalço e para a sorte deles a resposta era não. Já na enfermaria sentei-me num local vago, o ambiente estava repleto de enfermos e feridos o que poderia ser facilmente deduzido como consequência dos confrontos e pelo visto as coisas não estavam indo nada bem para o lado da revolução. Quanto a Fox, nada respondi a mesma e apenas deixei com que seguisse seu caminho.

Não gostava de estar em meio aqueles homens em decadência mas nada poderia fazer se não ficar caso desejasse receber um tratamento adequado, meus olhos desviavam de todos aqueles em pior estado e minha boca se arcava em expressão de nojo, de fato, uma coisa que não seria nessa vida seria médico, eu era muito melhor ferindo pessoas do que curando —Ai! — Resmunguei ao sentir meu ferimento ser tocado de forma abrupta e sem um aviso prévio —Foi o que pude fazer diante aquela situação — Comentei fitando o chão que progressivamente ergueu-se até encontrar-se com as órbes esverdeadas da autora de tal ação, nada disse ou expressão, passei a acompanhar o processo que acontecia em meu braço, um cheiro estranho subiu à minhas narinas o que me fez virar o rosto por um instante e passar a olhar outros locais apenas voltando minha atenção ali quando tudo já estivesse resolvido —Dormir é tudo que eu não posso fazer nesse momento — Comentei ao mesmo tempo que estendi a palma da mão para receber as pilulas —Mas irei guarda-las para mais tarde, mas agora tenho coisa a fazer, obrigado — Despejei as pilulas em meu bolso e andei até a saída, antes que pudesse me perder buscaria me localizar no mapa de outrora pelo qual havíamos passado para localizar onde era a sala de treinos, mesmo que estive convicto que não precisaria passar por tal burocracia resolvi aceitar a condição

Durante a caminhada movia meu braços circularmente para garantir que de fato as condições do mesmo haviam melhorado por mais que o tratamento havia sido recente não poderia me dar o luxo de parar algumas horas para a recuperação completa, não por hora pelo menos. Quando estivesse a porta do local que buscava bateria algumas vezes contra o objeto para anúnciar minha chegada —Estou aqui, é realmente necessário este 'treinamento', vocês já virão do que sou capaz na floresta — Questionei coçando o topo de minha cabeça      

Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Yggdrasil - O Eixo do Mundo   Yggdrasil - O Eixo do Mundo - Página 3 EmptyQua 27 Jun 2018, 09:26

II

____



A enfermeira dava de ombros ao ver seu paciente guardando as pilulas, e vendo-o se mover para fora do leito, ainda de costas ela se despede do rapaz - Ok, só se lembre que isso lhe farar dormir quase que instantaneamente, esteja certo de estar seguro quando o fizer, e espero não o ver por aqui novamente! Dizia a moça com um sorriso imperceptível. Njord então deixa a enfermaria, voltando para a ponte de cordas que o levara até ali, retornando ao mapa para localizar-se, e notando que a sala de treinos era justamente o prédio em que o cartaz estava fixado.

Sem cerimonias, o ferreiro adentra ao prédio, e ali ele pode ver um grande salão, com diversos equipamentos a disposição dos recém recrutados, desde estandes onde os recrutas podiam treinar a habilidade dos disparos com flechas e pistolas, ringues onde eram feitos confrontos com armas de curto e médio alcance, equipamentos para levantamento de peso e uma área para montagem e desmontagem de armas de fogo. O deus bate os olhos por toda a área, tentando encontrar algum rosto conhecido dentre as diversas pessoas que haviam ali naquele momento, e mais ao fundo, em meio ao que seria um tatame, estava a mulher nomeada de Fox, conversando com seu superior, partindo então de encontro a eles.

-Achei que seu tratamento demoraria mais! Disse a mulher ao ver o jovem no negro manto se aproximando -Estava pronta para praticar um pouco, mas...
-Chega de conversa Fox, esta claro que o recruta tem presa em alguma coisa, não deixemo-o esperando - Interrompeu Ramagos a moça, que corou por um instante -Certo Njord, isso é um processo padrão para todo novo recruta, para podermos identificar se você realmente ira ajudar em nossa causa, ou apenas ser um peso a ser carregado...Acredito no que Fox diz a seu respeito, mas ninguém é aceito antes de passar por meus olhos ou do Grambos! Disse o homem com os braços cruzados e uma certa frieza em sua voz, uma das tarefa de um líder era sempre tentar manter o controle sobre seus liderados, Njord sabia disso - Afaste-se Fox... A moça recuou imediatamente deixando a área do tatame -Existe apenas um teste, a ponta de minha trança esta presa por esta fita vermelha, se você conseguir pega-la você provara ser melhor do que eu esperava, se não conseguir, provara que não merece nem estar entre nos e nem o titulo de "deus" que você mesmo carrega... Falou o homem colocando a trança sobre sue ombro e mostrando um pequeno pedaço de tecido vermelho que se enrolava no fim da longa trança do sujeito, e jogando-a para trás de sua costa uma vez mais - Fique a vontade a usar sua arma, ou se precisar de alguma fique a vontade a escolher qualquer uma daquelas que estão expostas na parede, eu não usarei arma alguma - Apontou para uma parede, onde todo tipo de arma branca estava posicionada simetricamente uma ao lado da outra, e voltando a cruzar os braços a sua frente, Ramagos era aproximadamente 15cm mais alto que Njord, além de seus músculos serem maiores do que os do ferreiro, seria ele rápido o suficiente para sustentar tanta confiança?

Njord[???]
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Ramagos [Desarmado]
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MensagemAssunto: Re: Yggdrasil - O Eixo do Mundo   Yggdrasil - O Eixo do Mundo - Página 3 EmptyQua 27 Jun 2018, 18:18

Yggdrasil - O Eixo do Mundo

Aquela burocracia toda não me agradava mas aparentemente não mudaria diante o já imposto, estralei alguns dedos da destra a espera da definição dos requisitos que os mesmos esperavam que eu atingisse, o homem apesar de ser um dos ditos líderes do grupo tomava pouco cuidado com suas palavras e por mais que entendesse que alguns humanos não tinham a fé necessária para reconhecer um deus diante seus olhos alguns passavam dos limites em sua heregia —Parece que não tem fé alguma em minhas palavras, mas mudarei isto — Comentei de forma mais ríspida —E se não irá utilizar armas não há porque empunhar uma lâmina, não me tome como inferior — Durante minhas viagens havia arrumado muitas brigas por conta de pessoas que se irritavam ao ouvir minha declaração celestial e nisso tive de me adaptar a brigar com quaisquer armas ou até mesmo sem elas.

Desvencilhei-me da capa para que esta não me tomasse a mobilidade que tinha e necessitava para alcançar a fita vermelha, a minha frente era notável que o homem era mais robusto e alto em comparação a mim, mas eu também continha vantagens se comparados a ele —Se não se importar eu irei começar a ofensiva — Dito tais palavras minha boca se calou, fechou-se assim como minha mente que focava-se apenas na figura e buscava ignorar o resto e possíveis distrações. Minha investida inicial seria iniciada numa corrida retilínea para que quando estivesse a dois metros aproximadamente de Ramagos flexionaria meus joelhos para um impulso que daria origem a um salto rotativo onde eu, quando atingisse o ponto de meio circulo completo desferiria um chute na altura dos peitoral adversário e independente de uma defesa ou não utilizaria do impulso voltar alguns metros atrás.

Esperando que ele ainda estivesse se recuperando do golpe avançaria novamente para desta vez atacar com socos, o primeiro de novo no peitoral, o segundo um pouco abaixo no estômago e o terceiro e último imitaria um cruzado no rosto; Ao perceber qualquer resposta pela parte do sujeito utilizaria da minha flexibilidade para rolar para os lados ou para trás caso a primeira opção fosse muito arriscada. Por mais que os golpes não fossem objetivos e ignorassem completamente o busca do fio vermelho os primeiros movimentos nada mais eram do que um início brando para que causasse cansaço no inimigo ao mesmo tempo que aos poucos ele poderia dar menos atenção a fita e focar-se mais no combate para em um momento propicio encontrar uma brecha.

Meus olhos penetravam o corpo do homem como um alvo, um alvo móvel que mimetizava um barreira que escondia uma passagem, carta branca para ingressar o Exército Revolucionário. A dificuldade maior era alcançar as costas do homem e pela sua estatura passar a força não era uma opção, meu braço ferido também merecia cuidado já que não estava cem por cento curado e meus movimentos deveriam ser extremamente calculados; Deveria ao menos buscar uma vez agarrar a fita e demonstrar toda minha capacidade para o homem que parecia me subestimar, corri em sua direção numa diagonal em busca do lado esquerdo do homem onde novamente tentaria um chute na lateral do seu corpo e ainda no ar meu cotovelo alvejaria sua face, quando meus pés voltassem a tocar o solo cruzaria meus braços em forma de 'X' para impedir qualquer golpe do homem em me ferir de maneira mais intensa.

A preparação estava em seu ponto de equilíbrio, todas minhas tentativas anteriores apenas buscaram ferir o corpo de Ramagos e em nenhum momento tentei apanhar o fio, havia feito tudo aquilo para que de uma forma induzida o chefe local tivesse a consciência de que tudo que eu queria era lutar e por um instante deixasse ou esquece-se as reais intenções do combate, mas naquele segundo as coisas mudariam. Meu punho fechou-se e esperando avançar pela última vez corri em direção a Ramagos, meu braço puxado para trás buscando a força necessária para feri-lo indicava o que faria, e não por acaso; Quando estivesse no raio confronto meu punho correu mas logo desviou seu caminho, o que tentaria seria uma finta, engana-lo com um movimento para que então pudesse rolar para suas costas e antes que pudesse se recuperar meus dedos iriam ir de encontro a fita.  
Leia-me:
 

Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Yggdrasil - O Eixo do Mundo   Yggdrasil - O Eixo do Mundo - Página 3 EmptyQui 28 Jun 2018, 10:31


II

____


Ao ouvir que o rapaz também não utilizaria de armas, Ramagos libera um sorriso no rosto, reconhecendo o orgulho na voz do pálido jovem, e mantendo os braços cruzados e sua trança equilibrada bem no centro de suas costas, esperou pelo avanço de Njord. Por sua vez, o aspirante a revolucionário, retira sua capa negra e a lança para fora da área do teste, revelando mais ainda seu esguio corpo comparado ao seu oponente. Após avisar que iniciaria a ofensiva, Ramagos ainda com os braços cruzados, viu o desafiante concentrar-se por um segundo, e no seguinte, ja pardia em sua direção.

Njord salta quando achou que estava próximo o suficiente, rotacionando ainda no ar, estende sua perna direita no ultimo segundo, desferindo um chute no centro do peito do homem que ainda mantinha os braços cruzados, não o fazendo esboçar qualquer reação em sua face, somente dando dois passos para trás, enquanto impulsionava-se para trás, os demais guerrilheiros que se encontravam ali, perceberam o movimento ofensivo do novato, e o chute que conseguia acertar em seu líder, fazendo um a um, chegar mais perto ao tatame, tomando posições ao lado de Fox e juntos assistiam atentamente os próximos movimentos do moreno. Diferente do que o ferreiro pensara, Ramagos não partira pro ataque, ainda com os braços cruzados, olhava fixamente com seu único olho para o ágil oponente. Mais uma vez partindo para o ataque, Njord serra os punhos, e então desfere o primeiro soco visando o peito do revolucionário, que limitava-se a girar seu corpo para a esquerda, em seguida um segundo soco veio, mirando-lhe o estomago, e novamente esquivou-se para a direita, não contente, Njord desfere um cruzado, onde Ramagos apenas dá um passo para trás, deixando o atacante socar o ar a sua frente, nesta sequencia de ataques, o jovem de cabelos negros pode perceber duas coisas, o balançar da trança de um lado a outro a cada esquiva, e o olho exposto de Ramagos, de um verde cristalino, assemelhava-se a uma robusta esmeralda, que movia-se quase que instantaneamente a cada novo ataque seu, revelando não serem olhos comuns.
Ilustração:
 

Mais e mais pessoas se aglomeravam em torno do tatame, e todos eles viram quando o pálido ferreiro avançou em diagonal, deferindo um chute lateral em Ramagos, que ainda com os braços cruzados, bloqueou o chute com sua canela direita, erguendo-a alta o suficiente para servir de bloqueio, antes que pudesse desferir a cotovelada, o habil guerrilheiro, gira em seus calcanhares, fazendo a trança voar no ar como um chicote, acertando-o com ela no rosto, não a ponto de feri-lo, apenas afim de interromper o ataque e faze-lo recuar.

Quando achou que era hora, Njord avança uma vez mais, e novamente a esmeralda em formato de olho segue os movimentos do atacante incessantemente. Pronto para desferir um novo soco no oponente, Ramagos ja se preparava para uma nova esquiva, quando no ultimo segundo Njord muda a direção do ataque, limitando-se a rolar para trás de si velozmente, o olho treinado segue o ferreiro, até perde-lo de seu alcance, em seu alcance Njord ja estendia o braço em direção a trança dançante, a poucos centímetros de toca-la. Neste momento todos que assistiam prende a respiração por um segundo, arregalando os olhos, alguém sussurrou "não acredito que alguém vai conseguir", mas não tinha como o ferreiro ouvir, estava completamente focado em seu objetivo. Com um movimento de seu pescoço, Ramagos faz a trança girar na direção oposta do braço estendido do ferreiro, fazendo o atacante ver a fita vermelha distanciar-se de seus dedos, uma vez que estavam tão próximos. Com os braços cruzados, Ramagos salta poucos metros para trás, para novamente colocar Njord em sua linha de visão. Fora ali que percebera o deus que aquele não era o líder deles sem motivos, seus reflexos e percepção eram muito elevados comparados a humanos normais, o que devia ser levado em consideração em suas próximas investidas.

Njord[???]
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Ramagos [Desarmado]
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Off:
 
Off²:
 

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MensagemAssunto: Re: Yggdrasil - O Eixo do Mundo   Yggdrasil - O Eixo do Mundo - Página 3 EmptyQui 28 Jun 2018, 22:25

Yggdrasil - O Eixo do Mundo

A frustração de uma plano falho havia me tomada por um primeiro instante mas ao menos aqueles primeiros minutos de confronto haviam me oferecido algumas informações importantes o suficientes para serem levadas em consideração dali para frente, a primeira era que Ramagos aparentemente não se moveria um centímetro para contra-atacar e em segundo, alcançar a fita seria mais difícil do que imaginava, o homem possuía um 'Q' a mais do que os restantes e isso estava claro perante o presenciado. Meus olhos recaíram para minhas mãos que abertas me permitiam enxergar a palma vazia onde por poucos centímetros não puderam alcançar a chamativa fita de coloração rubra, o pior de tudo era que o que acreditei ser o mais efetivo não havia me proporcionado o resultado esperado, apesar de ter chego muito próximo de tal, o mais desafiador agora seria arquitetar um novo plano que me desse uma nova oportunidade de sucesso.

Tão perto e ao mesmo tempo tão longe, apenas um movimento de pescoço havia me tirado a glória da vitória, passei as costas de minhas mãos em minha testa que possivelmente já apresentava resquícios de suor, ofegante meus pulmões buscavam recuperar o ar que lhe faltava e minha cabeça, entender a situação atual para melhor se adaptar. Sua postura de manter os braços cruzados me irritava, era como se estivesse desdenhado de minha capacidades de combate e por isso não me tinha como seu igual. Ali, minhas passadas eram lentas e horizontais, um pé após o outro e nisso circundava meu oponente assim como um predador faz com suas presas, aquilo serviria para dar-lhe a sensação de segurança uma vez que a velocidade aplicada era suficientemente baixa para que o mesmo me acompanhasse com os olhos, mas um momento de explosão de minha parte talvez fosse o suficiente para ao menos quebrar aquela postura.

Minha respiração consciente me permitiria controlar minha respiração e meus batimentos cardíacos consequentemente diminuiriam, quando estivesse na diagonal do corpo de Ramagos à seu lado esquerdo correria até seu corpo imóvel e como este não revidaria não precisaria me preocupar em defender-me; como uma repetição do primeiro ato do confronto realizaria um salto mas desta vez permitiria-me passar um pouco mais da linha corporal do sujeito indo um pouco além quase em suas costas, o chute viria em seu peito e seria seguido por um soco de destra e nesse mesmo espaço de tempo minha mão esquerda estaria ocupada esgueirando-se por trás e se esticando para novamente tentar a posse da fita.    

Ilustração do Último Paragrafo:
 

Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Yggdrasil - O Eixo do Mundo   Yggdrasil - O Eixo do Mundo - Página 3 EmptySex 29 Jun 2018, 09:23

III

____


Os finos filetes de suor escorriam pelo topo da testa até a ponta do queixo de Njord, que ja começava a arfar pela boca após tamanho desgaste físico, o homem a sua frente, com os braços cruzados, mantinha seu único olho bom sobre si, enquanto o tatame estava cercado de curiosos, que ansiosos, aguardavam o resultado daquele teste.

Uma vez que teve uma boa oportunidade de observar seu oponente, o deus nortenho assume uma postura mais relaxada, uma vez que notou que Ramagos não tinha a intenção de ataca-lo, Njord começa uma lenta caminhada, sem tirar os olhos do líder rebelde, como um predador estudando sua preza, o ferreiro maquinava seus próximos movimentos, aproveitando para recuperar um pouco de seu folego. Quando esteve confiante o suficiente, Njord parte em uma nova investida, correndo em diagonal pela esquerda, o jovem salta repetindo o mesmo movimento que acertara Ramagos minutos atrás, antes que pudesse esquivar-se, o moreno tenta desferir um soco com o braço esquerdo na direção em que Ramagos tentava desviar o chute, o obrigando a bloquear o golpe, enquanto isso acontecia, na surdina, a mão esquerda do recruta escorrega por suas costas, tocando a fita vermelha. Por um instante, Ramagos percebe o quão longe seu oponente chegara em seu avanço, e como em um reflexo, sem pensar no que estava fazendo, seu braço direito move-se sozinho pelo instinto, acertando com a palma da mão aberta o peito de Njord, que cai rolando ao tatame alguns metros para trás, os espectadores que assistiam aquilo engolem em seco, alguém sussurra "Ele golpeou, você ja viu isso acontecendo?", percebendo o que fizera, Ramagos tenta voltar rapidamente o braço para a frente de seu peito, Njord cansado e arfando tentava colocar-se em pé, e satisfeito, fazia questão em estender sua mão esquerda e mostrar a ele a fita vermelha entre seus dedos.

Ramagos arregala os olhos ao ver aquilo, e confirma que não estava vendo coisas, quando sentiu sua trança desfazer-se a suas costas, e sentir a vasta e longa cabeleira tocar-lhe suas costas, os espectadores começam por não entender o que acabara de acontecer, mas quando a primeira ficha caiu, aplausos e gritos satisfeitos tomam a todos, e neste período, era nítido ver o sorriso na face do Revolucionário. O homem então caminha na direção do vencedor, ainda sentado no chão, e estende sua mão para ele, em sinal de respeito ele segue - Você é habilidoso rapaz, estou impressionado, não me lembro da ultima vez que alguém conseguiu passar neste teste! Njord decidiria se aceitaria ou não a mão estendida do homem.

---

Após o acontecido, Njord se lembra de Ramagos deixar a sala de treinos, mas não sem antes sussurrar algumas palavras com Fox, enquanto todos os guerrilheiros que ali estavam vinham dar tapinhas nas costas e conhecer o recruta que fora mais rápido que os olhos de Ramagos. Após alguns minutos, quando a euforia se encerrou, a moça parabenizou o ferreiro, e então revelara que a primeira missão do agora oficial da revolução ja estava preparada, e seria passada aos dois naquela mesma noite.

E ali estavam eles, parados em meio a uma sala ampla e escura, com um único foco de luz bem em seu centro, projetada para iluminar apenas uma mesa bem abaixo dela, um grande mapa com todas as ilhas do East Blue estava estendida sobre a mesma, Alguns pequenos barquinhos entalhados de madeira estavam estrategicamente posicionados sobre as águas do mapa, sendo que alguns estavam pintados de branco, sendo a maioria deles, e outros pintados de vermelho escuro, Ramagos estava próximo a mesa, conversava com um homem de cabelos castanhos, longos e lisos que caiam sobre os seus ombros, tinha uma barba rala da mesma cor, enquanto suas vestes eram da mesma coloração que a maioria dos revolucionários, entre tons de oliva e marrom, os traços do homem não eram tão fortes quanto os de Ramagos, revelando um semblante mais nobre, suas orelhas não eram pontiagudas como as de Ramagos e Fox.
Spoiler:
 

- Ai esta Ele Grambos, o sujeito de quem lhe falei... Disse Ramagos ao notarem a presença dos dois ali, aparentemente o outro homem que ali estava era o tão famoso líder dos revolucionários, o Heroi local, ao qual os cidadães enchiam a boca para repassar seus feitos. O semblante do homem era sério e um tanto quanto preocupado, mas conseguiu dissimular um sorriso, e caminhou na direção de Njord, colocando uma de suas mão sobre sue ombro, pode perceber naquele momento que os dois tinham quase a mesma altura, fazendo Ramagos ser o mais alto ali presente - Parabéns recruta, não se fala em outra coisa na base, se não do seu feito na sala de treinos, é com prazer que lhe dou as boas vindas ao exercito revolucionário... espero que ja esteja pronto a sua primeira missão! Disse o homem enquanto afastava-se, e caminhava em direção ao mapa, Ramagos faz um sinal para quem Njord e Fox também se aproximassem, e então Grambos começa a falar - Como bem sabem, acabei de chegar da ultima missão, estava no reino de GOA em Dawn Island... -Foi dizendo o homem enquanto apontava para uma das ilhas em uma das extremidades do mapa -...Pelas informações que coletamos, os nobres deste reino querem aderir ao estilo de vida dos malditos Tenryuubitos, e uma embarcação repleta de escravos estará vindo da Grand Line, e passara daqui dois dias, a alguns quilômetros de nossa ilha...- Mais uma vez, o revolucionário aponta para uma nova ilha, tratava-se da mesma a qual estavam naquele exato momento, e depois aponta para um dos barquinhos brancos que estava a poucos centímetros da ilha -... Não sabemos o que mais tem neste navio, mas duvido que não esteja protegido até os dentes pela marinha, sem contar que estamos sem muitos navios a nossa disposição, temos apenas um aqui conosco, e não cabe mais do que 10 homens... sem contar nos relatos que Njord nos trouxe hoje cedo, sobre a presença da marinha na ilha, o que dificulta mais nossos planos, ainda mais por este grupo ser liderado por um capitão e um sargento conhecidos aqui no East, Capitão Koz, do punho negro, e o Sargento Driller de ferro...- Disse Grambos apontando para um outro barquinho branco, que estava encostado com a ilha -... Não acho que a presença deles aqui em nossa ilha não tenha relação com este navio que esta por vir, na verdade eu não duvido em nada que a presença deles aqui é para tirar o foco deste navio... O que vocês acham? Alguma ideia do que podemos fazer? Ali estava a chance de Njord destacar-se uma vez mais, visto que na manhã anterior ainda era um andarilho desconhecido, e hoje, estava na sala de guerra com os figurões mais respeitados da Ilha, o que ele faria?

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Njord[???]
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Ramagos [Desarmado]
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MensagemAssunto: Re: Yggdrasil - O Eixo do Mundo   Yggdrasil - O Eixo do Mundo - Página 3 EmptySex 29 Jun 2018, 18:37

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Senti meu peito ser tocado por uma palma que ao contato pareceu expulsar todo o ar contido em meus pulmões e de maneira seguinte rolei pelo chão algumas poucas vezes antes de parar com a face voltada para o solo o que me permitiu esconder um sorriso que logo se revelaria ao demonstrar a fita vermelha presa entre meu dedo indicador e médio, a maior recompensa para aquilo fora a cara de surpresa do homem que parecia incrédulo no que via, e não atoa, talvez essa fosse a única vez que poderia presenciar um deus em sua vida. Estendi a mão aceitando a ajuda do homem, não tinha o porque sustentar mais sentimentos aversos uma vez que já havia provado meu ponto —Não é tão difícil quando se é um deus, você sabe, nós somos claramente muito habilidosos em combate e nosso raciocínio dentro de um confronto é rápido o suficiente para nos colocar em posição favorável — O punho cerrado repousando na cintura enquanto a outra mão gesticulava pelo ar combinado a frase empregada num tom de desdém superior ficava claro que nem mesmo os deuses deixavam de justificar seus feitos, novamente verifiquei as condições de meu braço, durante o calor do momento havia me esquecido completamente de sua condição, mexi-o algumas vezes para ter certeza que não havia deixado tudo pior e antes que percebe-se e concluísse minha auto diagnose me vi envolto de pessoas que eufóricas vinham em montes cumprimentar-me por algo que à eles parecia ter sido um milagre —Isso não foi nada, vocês viram, qualquer um minimamente inteligente teria feito o mesmo — As palavras não eram de simpatia ou confraternização e nem haviam como ser pois não conseguia entender qual era a façanha em tal ato.

Mesmo ocupado com a multidão meu olhos não puderam deixar de notar Ramagos direcionar-se até Fox e lhe dizer algo do qual desconhecia mas assim que todos se viram satisfeitos e voltaram a seus afazeres logo a mulher também veio até mim replicar um pouco do que as outras pessoas fizeram mas de uma forma mais contida —Não entendo qual é o motivo de tanta euforia entre essas pessoas, eu apenas cumpri o que me disseram ser o mínimo para entrar no Exército, ainda não acredito que fui o primeiro a faze-lo — Perguntei um pouco confuso com toda aquela movimentação —Tudo bem, acho que tenho algumas horas para descansar depois de tudo afinal — Comentei coçando o topo de minha cabeça e soltando um bocejo em sinal de cansaço, aquele dia estava sendo completamente maluco e muitas coisas acabaram por acontecer em tão pouco tempo que este meu corpo humano já não tinha mais pretensões de continuar a se esforçar —Acho que irei relaxar um pouco, então te vejo mais tarde — Disse já me afastando e dando as costas e garota com a palma da mão estendida num sinal de 'adeus', passando pela porta mas não antes de apanhar minha capa do chão e joga-la sobre meus ombros, tudo que faria seria andar pela comunidade suspensa em busca de um lugar um pouco mais reservado, passaria antes de volta na ala médica para pegar minha mochila que provavelmente havia esquecido lá; Com isso vagaria pelas pontes até encontrar um lugar um pouco mais reservado, sem a presença de muitas pessoas e que pudesse me deixar mais a vontade comigo mesmo.

Neste local sentaria-me escorando minhas costas em uma parede deixando a mochila entre minhas pernas onde poderia manuseá-la melhor, escorregaria seu zíper de um extremidade a outra revelando seu interior, ali dentro estavam a maioria das coisas que havia adquirido desde minha chegada, a primeira coisa que minha mão pescou dentro da mochila fora a mascara alaranjada, ela continha alguns espirais que tinham origem de um único buraco em sua superfície que era para o que possibilitava enxergar através da mesma, não me lembrava de um motivo plausível para tê-la comprado, apenas que no momento senti uma vontade grande de possui-la, encaixei-a em meu rosto por um instante passando a enxergar todo o cenário com apenas um de meus olhos , em junção aquela capa negra e encapuzado seria impossível identificar-me. Por baixo da máscara um sorriso desenhou-se em meus lábios com uma ideia astuta que surgia em minha mente, mas apenas isso, logo a retirei deixando-a de lado. Continuando a revirar meus pertences tirei também a faca que Fox havia me dado e também o jornal da cidade que nem mesmo tive tempo de ler, suspirei, voltando todos os itens de volta a mochila, meus olhos se fecharam e minha cabeça encostada também à parede me permitiam uma posição para dormir, mesmo que ela não me trouxesse conforto algum.

Não precisei de muito tempo para desligar, apenas uma linha tênue me separava da consciência do sono que aos poucos me tomava em seus braços. De forma perturbada visões vieram a minha mente, um sorriso malfeitor e debochado se dirigia à mim, em volta deste várias silhuetas riam cada vez mais alta em uníssono até que por baixo de meus pés não houvesse mais solo e assim eu caí, despenquei e a medida que afundava cada vez mais sentia meus poderes evaporarem de meu cerne e de repente...

Acordei ofegante, o sol já havia se posto e eu aparentemente me perdido. Esfreguei o rosto buscando despertar e levantei-me espreguiçando meus membros, joguei a mochila por trás de minhas costas e como combinado me dirigi até a sala combinada; O ambiente estava completamente escuro e apenas um pequena luz suspensa por um fio e abaixo dela uma mesa com um mapa da ilha forrando-a e pequenos barquinhos terminavam de ilustrar os instrumentos de estratégia, ao todo eramos quatro ali presentes, eu, Fox, Ramagos e uma cara nova que logo associei pelo nome ser a grande referência para todos, Grambos do qual logo trocou algumas palavras comigo —Logo esse assunto será esquecido, existem coisas mais importantes a serem feitas... — Disse ainda em resistência de tomar meu sucesso de outrora como algo grandioso — A partir dali o líder tomou a palavra para si e tornou tudo um monologo que se fez necessário para colocar as cartas na mesa e certificar que todos estavam na mesma página perante as informações  que o grupo tinha até então, porém, ao final de seu discurso abriu-se a oportunidade para que tomasse a palavra e o fiz Tenryuubitos , aqueles seres humanos miseráveis que acreditam serem deuses na terra? — Disse com certo ardor nas palavras —Estamos numa situação complicada, isso é inegável mas não poderemos lidar com esse cargueiro de escravos sem antes tirar esses marinheiros da ilha do caminho, se tivesse que fazer as coisas seria da maneira mais radical possível, para mim grandes riscos trazem grandes recompensas — Comecei a dizer desenvolvendo cada vez mais —Então o primeiro passo seria lidar com os marinheiros da ilha, combate-los de frente e tomar seu navio que está atracado na ilha — Apontei o indicador para o pequeno barquinho acima do mapa —Assim poderíamos nos aproximar do cargueiro com homens disfarçados e fazer um ataque surpresa para tomar o controle de ambos os navios — Terminei cruzando os braços esperando a reação dos demais.        

Objetivos:
 

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