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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva

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MensagemAssunto: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva - Página 4 EmptySab 26 Maio 2018, 15:06

Relembrando a primeira mensagem :

Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Caçador de Recompensas Coldraz Anne Stine. A qual não possui narrador definido.


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Coldraz
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MensagemAssunto: Re: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva - Página 4 EmptySeg 13 Ago 2018, 20:16


~ Bem-vindo a pior ilha do mundo ~
População: depressiva
Churrasco de Cold mandragora


~ Início do Sonho ~

Como era de se esperar, meu plano havia funcionado perfeitamente. Levantando heroicamente e atraindo a mandragora até uma árvore apodrecida, meu sucesso era evidente, e como o esperado, a criatura acertava em cheio a árvore, que caia sobre ela, esmagando seu crânio enquanto se contorcia de dor; sua cauda agitada balançava para todos os lados em busca de uma saída enquanto a besta dava seus últimos suspiros.

Finalmente minha tarefa estava completa, mas não era isso que levantava meu humor. Aquele rato velho escapava da cobra ao me seguir, lamentável, mal sabia ele que ser esmagado, devorado ou até mesmo inchar e morrer com o veneno da cobra seria melhor do que o esperava agora que não havia mais nada em nosso caminho.

— Péssima escolha, velhote! — Dizia enquanto caminhava lentamente na direção do meu oponente, que se encontrava caído no chão devido ao salto brusco que deu ao me seguir — Você faz ideia da humilhação que vai ser aparecer com este braço quebrado ?! — apertava firme meu jutte — Talvez eu ainda consiga olhar ela nos olhos, se levar sua cabeça como troféu. —

Eu não faço ideia do que o velhote viu enquanto eu erguia meu jutte, mas o que eu enxergava caído no chão não podia mais ser chamado de "homem", era um verme, tão branco quanto a neve, mais fedido que aquele pântano e com olhos que morriam a cada passo que eu dava em sua direção.

Um simples balançar do meu braço foi o suficiente e, não consigo explicar como ou quando aconteceu, mas conseguia enxergar um vapor vermelho emanando do meu corpo enquanto a cabeça de Remy rolava pelo chão até os meus pés; eram como labaredas furiosas, mas ao invés de consumirem meu corpo e tomarem minha vida, se fundiam ao meu ser, mornas e tementes a minha vontade, afastando minha consciência do corpo, como se toda a dor e sentidos desaparecessem por completo em uma tranquilidade eterna.

O resto foi fácil, carregando a cabeça de Remy amarrada na minha cintura e a carcaça da mandragora de 7m no meu ombro esquerdo, eu finalmente chegava no navio, Marianna correndo aos brandos em minha direção; seu abraço brusco me fazendo derrubar a carcaça da cobra no chão enquanto ela dizia — Ei, psiu, seu merda... —

~ Fim do Sonho ~

Meus olhos então se abriam lentamente e, ainda um pouco zonzo, começava a olhar ao meu redor, a árvore havia caído de fato, mas não esmagava a cobra, muito pelo contrário, a cobra que me esmagava, e o pior de tudo, juntamente com aquele pirata desgraçado. Suspirava totalmente decepcionado e, se chegasse perto o suficiente, também poderiam ver que uma lágrima escorria do meu olho enquanto eu proclamava as palavras mais verdadeiras que já havia dito em toda a minha vida — Eu odeio a Grand Line. —

Desde que cheguei nesse lugar, a única coisa boa que me aconteceu foi conhecer a Mirella, decotes de falcão... Só isso, nem um selinho ou a Marianna se despindo por causa do calor. Eu não sei você, mas sinceramente, morrer esmagado por uma cobra em um pântano e contar com o rosto de um velhote como a última coisa que você vai ver nessa vida, não estava compensando nem um pouco todo o sofrimento pelo qual eu estava passando.

E eu não fazia ideia de como sair daquela situação que só piorava. *Suspiro*. As vezes eu imagino se não teria sido melhor ter terminado a escola, me tornado um arqueólogo de renome e feito fortuna da forma convencional: trabalhando... Não, isso ainda era melhor, enfim, não ligue para os devaneios de um jovem moribundo.

Talvez você esperasse mais de alguém tão genial quanto eu, um estudante exemplar, mulherengo sedutor de marinheiras e boa pinta, por isso queira me desculpar MAS; com o osso do meu braço dominante saindo para fora, sem qualquer auxílio de armas de fogo ou afiadas, completamente preso por uma cobra e sendo esmagado, o melhor que eu conseguia pensar era — Tá legal, velhote, tenta fazer alguma coisa de útil nessa sua vida de merda e começa a empurrar o corpo dessa coisa — diria enquanto começava eu mesmo a empurrar o corpo da mandragora.

A princípio eu tentaria empurrar com a minhão mão direita, mas tentaria também usar ambas as minhas pernas afim de "alargar" minha prisão. Esperava que com ou sem a ajuda de Remy, eu pudesse criar uma brecha grande o suficiente para escapar e se eu conseguisse, não pensaria duas vezes antes de tentar sair pela abertura criada e me afastar da mandragora, de preferência deixando o pirata preso, afinal, eu ainda teria que matá-lo depois de qualquer modo.

Se minha tática não estivesse funcionando e eu não estivesse conseguindo me soltar, eu precisaria recorrer a medidas mais extremas. Tentaria alcançar uma caixa de fósforos no meu bolso e então ascender um e jogá-lo no tronco seco de antes e criar uma pequeno incêndio controlado e quem sabe alguma fumaça. Não faço ideia de como isso iria me ajudar, mas queria tentar isso antes de partir para o meu próximo plano suicida.

Se eu não conseguisse me desprender da mandragora e meu plano de espantar ela com o tronco em chamas não funcionasse (não sei nem PORQUE funcionaria), eu daria um suspiro e faria algo que eu realmente não queria, ascenderia um segundo fósforo e tentaria atear fogo em Remy, começando pelo pano de sua roupa. Tentaria levar o fósforo até sua frente para não ser muito afetado. E se eu conseguisse começar o fogo nele, diria — Eu só quero que saiba que isso É pessoal e eu NÃO sinto muito. Também vou levar sua cabeça se eu escapar — e esperaria até que a mandragora decidisse soltar o corpo em chamas e me libertar no processo, ou ao menos deixar uma brecha pela qual eu pudesse escapar. Mas e se ela gostasse de churrasco ? Bom, eu espero que a Marianna seja uma médica MUITO boa, por que eu vou precisar.

Independente do modo que eu escapasse, se eu conseguisse me libertar, tentaria me afastar da mandragora e procurar por um galho ou pedaço de madeira que houvesse por perto, em seguida colocando fogo neste com um fósforo e se alguém tentasse me atacar, balançaria este na minha frente para afastar meu adversário enquanto jogava meu corpo para o lado afim de evitar ao máximo qualquer tipo de contato.

Também jogaria fora qualquer peça de roupa minha que começasse a pegar fogo e no caso de ser a minha pele ou cabelo, tentaria usar minha blusa ou peça de roupa que não estivesse em chamas, para enrolar na área e abafar o fogo, por que é como mamãe ensinou: fogo e oxigênio são amiguinhos inseparáveis, sem oxigênio, não tem fogo.



Objetivos:
 

Histórico:
 

Marianna:
 
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MensagemAssunto: Re: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva - Página 4 EmptyTer 14 Ago 2018, 14:15

Façamos um exercício de recordação e imaginação: Imagine-se você, caro leitor, em seus 17 anos. Pense como era, o que pensava, onde estava e o que fazia. Eu mesmo que vos narro tenho atualmente meus 17, e eu só faço facul e jogo RPG. De boa. Agora concebam em suas mentes a condição de Coldraz Anne Stine: Em seus 17 anos, perdido numa das ilhas mais perigosas do primeira metade da GL, com o braço quebrado, e agora enrolado por uma cobra gigantesca. É, ELE TINHA RAZÃO EM ODIAR A GRAND LINE.

Mas isso não significa a desistência e, apesar de não gostar da ideia, acabava por pedir ajuda ao pirata Remy Nuffes, mas não de forma tão educada. Remy parava por um segundo, relutante, mas percebia que se não ajudasse estaria acabando com sua chance de sobrevivência. Assim, ambos, costas com costas, começaram a se movimentar em tentativa de abrir espaço entre os apertos do corpo da filha de mandrágora.

Foi quando Coldraz começou a usar as pernas, com movimentos de abertura, que conseguiu forçar uma maior abertura. Aos poucos, ele ia escorregando para fora por baixo, e antes de sair, contemplava o velho pirata, que parecia com o olhar pedir ajuda para se livrar daquilo também.

Mas o caçador estava POUCO SE FODENDO. Ele literalmente tacou o foda-se. E escorregou para fora, conseguindo sua liberdade, e prendendo Remy. Com o afastar, a mandrágora até percebeu, mas sua movimentação estava prejudicada por estar enrolanda em um indivíduo.

Coldraz ateia fogo em um graveto seco que encontra pelo chão, usando-se de 3 fósforos para tal. A serpente parece intimidada, mas seu olhar de desejo animal se mantinha. Ela não queria perder uma presa.

A estratégia, por hora, funcionava para afastar a criatura, e até assustava algumas outras mandrágoras menores e maiores em volta, mas o graveto era bem seco e logo iria se consumir por inteiro em chamas, o que tiraria a efetividade do objeto. O jutte do bojutsu estava a alguns metros dele, para a direita, e o caminho de volta para o navio, se ele fosse voltar, era um pouco a frente e à esquerda, passando até um pouco próximo da serpente filha que detinha Remy Nuffes, que se debatia irritado buscando uma forma de sair dali.

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MensagemAssunto: Re: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva - Página 4 EmptyQua 15 Ago 2018, 17:45


~ Bem-vindo a pior ilha do mundo ~
População: depressiva
Uma armadilha, por que né, vai que funciona


— Cara, ainda bem que funcionou — dizia enquanto jogava meu peito pra trás para alongar a coluna depois do abraço apertado da mandragora — Não me olha com essa cara, você tentou me matar 5 minutos atrás. Além disso, você é um pirata, devia saber que não se deve confiar nas pessoas. — Falava com Remy e seus olhos de cachorro abandonado, caso não tenha entendido.

Eu não precisava de um justificativa para deixar meu oponente morrer daquela forma, mas se você quiser uma, definitivamente seria o fato de eu já estar ficando cansado demais, e seria um problema ter de lutar com ele depois, por isso esperava que a cobra terminasse o serviço por mim. Ao ascender o galho era perceptível que algumas cobras que cercavam o local se afastavam, e não vou mentir, ver isso colocou um sorriso no meu rosto.

— Então fogo espanta elas. Bom saber. — Agora que estava livre e sem ameaças imediatas a minha pessoa, eu poderia finalmente bolar uma estratégia mais detalhada para completar minha missão, ao invés de utilizar de medidas improvisadas no calor do momento. Antes de mais nada, eu ascenderia um cigarro usando a tocha improvisada; apenas meu ritual para relaxar antes de partir pro sério.

Em seguida eu pegaria meu jutte e começaria a olhar ao meu redor, procurando ver se haviam barreiras naturais ou obstáculos que pudessem ser usados e então começaria com minha pequena artimanha, tentaria mover troncos e pedras grandes (maiores que a cabeça da mandragora) que estivessem por perto, afim de cercar a mandragora, como se criando um círculo ao seu redor, mas deixando uma abertura lateral que explicarei detalhadamente mais a frente.

Porém, talvez não houvessem muitos troncos podres por aí, o que era na verdade bem provável, por isso tentaria também usar folhas para cercar a área, balançando as árvores e até acertando elas com meu jutte se fosse preciso para derrubar algumas folhas, e se alguma árvore podre acabasse caindo, sorte a minha. Apenas tentaria ver a direção para a qual esta cairia e me afastar para o lado oposto.

Uma vez terminado de cercar a cobra, eu deixaria uma abertura, para onde ? Isso dependeria muito. Como minha tática anterior de derrubar a árvore em cima da minha amiga réptil não deu muito certo, estava desencorajado a tentar novamente, por isso eu tentaria deixar a abertura apontada para... *Suspense*... O local mais aberto possível. Isso mesmo, ao invés de deixar uma abertura que levasse para alguma pedra ou algo a ser acertado, eu deixaria uma área totalmente aberta e livre para a qual ela poderia correr, ou melhor, rastejar. Mais a frente eu explico, acho melhor ir por partes.

Terminado de cercar a mandragora e feito a abertura, eu começaria a pegar o máximo de galhos possível. Como eu não poderia contar com as minhas duas mãos para essa tarefa, eu tentaria cravar a ponta deles no chão lamacento, deixando todos eles próximos para o que eu faria a seguir, eu usaria a tocha de antes para ascendê-los assim que Remy estivesse dando seu último suspiro.

Assim que eu terminasse os preparativos, colocaria em prática minha tática que, como verão logo mais, era extremamente simples, mas era o melhor que eu conseguia fazer com os materiais que dispunha naquele momento, então não me julguem.

Me manteria perto da abertura, na lateral direita, no sentido de saída do círculo. Ou seja, não ficando bem de frente à saída, afinal, eu não queria ser a primeira coisa que a mandragora veria assim que saísse. Enfim, uma vez que fizesse isso, começaria a jogar as tochas improvisadas no círculo que eu tivesse feito, por mais mal feito que ele estivesse. Tentaria jogar em troncos e folhas que eu tivesse conseguido coletar, ou então aos pés de árvores que estivessem próximas. Na pior das hipóteses eu apenas jogaria elas ao redor da mandragora, tentando usar as tochas para guia-la na minha direção.

Se ela saísse pela abertura, eu tentaria usar essa oportunidade para aplicar minha técnica Golpe na Cabeça, porém, se a má estrutura da armadilha ou qualquer imprevisto fizesse com que ela viesse na minha direção, eu jogaria uma tocha na frente dela assim que esta se aproximasse, afim de fazê-la mudar sua direção e então eu poder aplicar minha técnica Golpe na Cabeça. Em seguida, independente de como eu fizesse ou qual o resultado do meu golpe anterior, eu tentaria efetuar 2 ataques subsequentes, ambos sendo estocadas direcionadas aos olhos da cobra, e por fim me afastaria.

Maaaaaas, não estamos no mundo ideal, então dificilmente as coisas sairiam como o planejado assim tão facilmente. Quero deixar claro que esperaria Remy dar seu último suspiro ou então a cobra começar a se mover para começar meu ataque. Mas talvez o pirata não durasse tempo o bastante para que eu terminasse a armadilha, ou a mandragora simplesmente decidisse que eu era mais saboroso ou uma ameaça maior.

Por isso, se não desse tempo de terminar minha armadilha, eu apenas usaria a tática descrita anteriormente: manteria uma tocha comigo e assim que a mandragora viesse na minha direção, jogaria a tocha na sua frente afim de fazê-la desviar e permitir que eu efetuasse minha técnica Golpe na Cabeça seguida por 2 estocadas, uma em cada olho da fera.

E era isso. Perdão por não ser o esterótipo de um caçador, mas até 3 dias atrás, eu era apenas um estudante comum saindo de casa atrás de dinheiro, e o mais perto que já cheguei da natureza, foi naqueles livros infantis que minha governanta lia para mim antes de dormir.

Ah! É mesmo, não posso esquecer de meus famosos bloqueios. Eu tentaria me manter distante da mandragora o tempo inteiro, a menos que eu estivesse atacando ela, por isso espero que não seja necessário, mas se por algum acaso eu me visse alvo de algum adversário, fosse a mandragora que eu caçava, uma de suas companheiras, mais piratas escondidos naquelas matas ou até mesmo um urso com cabeças de tubarão no lugar das mãos descendo dos céus montado em uma gaivota de 30m, enfim, qualquer maluquice que aqueles mares tivessem a oferecer, minha defesa seria a seguinte:

Tentaria me aproximar de uma árvore ou pedra grande que houvesse por perto e assim que o ataque se aproximasse, eu tentaria girar meu corpo 360º no próprio eixo, afim de aumentar a força de impacto do meu jutte quando eu usasse ele para acertar o membro/arma que meu oponente usasse para me atacar, em um movimento horizontal. Tentando desviar sua trajetória para a pedra/árvore/obstáculo enquanto jogava meu corpo para o lado oposto.



Golpe na cabeça:
 

Objetivos:
 

Histórico:
 

Marianna:
 

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"Sou um homem afortunado e devo buscar minha fortuna."
— Henry Avery, 1694 —

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~ Narração ~
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MensagemAssunto: Re: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva - Página 4 EmptyQua 15 Ago 2018, 18:11

Apesar de estar com o braço quebrado e algumas fortes dores internas em seu tronco, Coldraz sabia que não podia desistir, ainda mais quando seu plano de utilizar fogo havia dado certo, e ele notado que as cobras ficavam intimidadas com as chamas. Ele sorria, tinha uma plano.

Com o graveto em chamas em suas mãos, ele acendia um cigarro, que acabava por queimar de forma um pouco desigual, dando a famosa "jacarezada" - a queima de um dos lados antes do outro. De qualquer forma, dava um trago e sentia o leve baixar da pressão da nicotina, que era, de certa forma, prazeroso.

Corria e catava seu jutte, e então começava a juntar folhas e galhos secos que encontrava, se aproximando da mandrágora para cercar-lhe com aquilo, utilizando-se do fogo para mantê-la longe. Estava dando até que certo, apesar de parecer que demoraria muito para ser totalmente efetivo, até que o graveto se consumia quase que por inteiro, e Coldraz tinha que largá-lo.

Era o momento perfeito para a serpente, que agora já havia quebrado todos os ossos de Remy e o feito perder a consciência, se desenrolando de seu corpo(que não se sabia se estava morto ou somente próximo de morrer), e avançando contra o caçador, que mantinha seu jutte na mão contrária a predominante.

Um bloquear da primeira mordida da serpente era efetivo, e então ele aplicava um forte golpe na cabeça da criatura, que tonteava por um instante, mas não se permitiria acabar com aquilo, se esquivando das outras estocadas do Stine, pronta para aplicar-lhe um golpe com sua cauda.

Eis que três tiros cadenciados são ouvidos, e a cobra recebe pouco abaixo de sua boca os três, começando a sangrar pelos mesmos, parando o ataque contra Coldraz. Ao olhar para o lado, o caçador vê sua companheira Marianna, com duas pistolas azuis, autora dos disparos.

Contudo, o som dos disparos chamara a atenção de outras das cobras em volta, e agora cerca de 6 um pouco menores do que a que Coldraz lutava, olhavam para eles e ameaçavam, aparentemente, atacar. E como se não bastasse, a dor de cabeça começava a voltar para o caçador de recompensas, como antes. Temia que poderia ter outro momento de fraqueza logo mais.

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MensagemAssunto: Re: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva - Página 4 EmptySex 17 Ago 2018, 18:25


~ Bem-vindo a pior ilha do mundo ~
População: depressiva
A Valquíria aparece


Meu plano tinha falhado ? Sim. Eu esperava por isso ? Com certeza, mas pelo menos consegui acertar um golpe na mandragora e dar um trago no meu cigarro, pra mim isso já era um grande avanço, principalmente se levar em consideração que eu passei a maior parte do tempo me defendendo e correndo.

Ah! Também tem o Remy que parecia aparentemente morto, mas mesmo que não estivesse eu poderia matá-lo depois. Se bem que talvez fosse melhor levar ele vivo, você sabe, pelo aumento da recompensa, no estado dele duvido que seria capaz de criar algum problema e mesmo que criasse eu só precisava quebrar os ossos que restavam.

— No que diabos eu estou pensando ?! — Como eu podia pensar em coisas tão triviais como essas quando aquela cobra gigante havia acabado de esquivar dos meus últimos 2 golpes e se preparava para me dar o bote ?! Talvez seja um daqueles momentos quando a sua vida passa diante dos seus olhos antes de morrer... Eu só me arrependo de não ter transado e bebido mais.

PA! PA!! PA!!!

Foi tudo o que eu ouvi antes que a cobra interrompesse seu movimento e começasse a sangrar bem abaixo de sua boca. O sorriso já estampava meu rosto enquanto eu me virava apenas para constatar o que já sabia, a minha valquíria protetora estava logo atrás de mim; erguendo suas pistolas com aquele olhar sedutor, camuflado atrás de seus óculos que davam um ar de mistério enquanto seus curtos cabelos se moviam com o vento.

— Mari, você é como minha princesa de armadura, sempre salvando meu pescoço — dizia sem esconder minha felicidade por vê-la, agora, se essa felicidade era por estar vivo ou por poder dar uma boa última olhada naquele decote, isso nem eu sabia.

O único problema do meu resgate era o fato do barulho chamar a atenção de outras 6 mandragoras menores e aquela dor de cabeça que começava a voltar. Mas tudo bem, afinal, não tinha como eu fazer feio na frente dela, nem que eu morresse.

— Vamos acabar com a grandona primeiro! — Diria tentando organizar o cenário da batalha; agora com a ajuda de minha parceira, meu sangue voltava a ferver — Depois dos seus disparos, aposto que ela não tem mais forças — principalmente por causa do sangramento. Talvez ela morresse devido a falta de sangue logo-logo, mas se ela resolvesse fugir, seria um problema, então eu precisava fazer ela se mover e abrir a ferida ainda mais. Parecer um cara legal que derrotou uma cobra gigante seria um bônus.

Gritaria — Conto com você! — e então começaria a correr na direção da mandragora maior, tinha confiança de que a Marianna seria capaz de proteger minha retaguarda e permitiria que eu realizasse minha investida sem a intromissão das cobras menores, talvez até conduzindo meu alvo direto para os meus ataques.

Correria em linha reta, e assim que me aproximasse a menos de 2m da cobra, independente de se esta viesse ou não na minha direção, eu então jogaria meu corpo para a esquerda afim de realizar uma finta e assim que terminasse o deslocamento, usaria o meu pé esquerdo cessar meu movimento um pouco ao lado e a frente da mandragora enquanto girava meu corpo 360º para a direita e empurrava o solo afim de me aproximar novamente da cobra para disferir um golpe diagonal feito de cima para baixo, visando acertar o topo da cabeça da cobra.

Em seguida, independente do resultado do meu ataque anterior, eu tentaria me aproveitar do balanço para disferir um segundo golpe, me aproveitaria do movimento para baixo afim de puxar o jutte de volta enquanto fazia outro golpe diagonal, desta vez de baixo para cima, mirando logo abaixo da boca da mandragora, onde esta havia recebido os disparos ou então na parte mais exposta dela naquele momento. Claro que se por algum motivo eu não pudesse me aproveitar do balanço, talvez por não ter conseguido executar o ataque anterior ou quem sabe por ela se afastar, eu então começaria a correr em sua direção com o corpo baixo, próximo ao solo e na hora de executar o golpe eu me levantaria fazendo o movimento diagonal, da mesma forma descrito nesse parágrafo: de baixo para cima mirando logo abaixo da sua boca.

Para finalizar, independente do resultado da luta até aqui, eu me afastaria rapidamente a cerca de 3m e correria ao redor da cobra, curvando meu corpo para baixo, de forma que me aproximasse do solo e terminaria utilizando minha técnica Golpe na Cabeça. Ao fim do meu ataque, eu tentaria me afastar e olhar ao meu redor para perceber a posição das cobras menores.

Minha preocupação naquele momento não eram as cobras menores, a mira da Marianna era boa demais para que elas me incomodassem, mas se por algum acaso elas me atacassem, eu tentaria apenas me mover em um zigue-zage aleatório pelo campo de batalha enquanto tentava me aproximar da mandragora maior. Claro que isso não se aplicaria se a cobra fosse derrotada durante minha investida, já que nesse caso, eu faria do alvo de meus golpes, a cobra mais próxima.

Porém se escapar das cobras fosse impossível antes de terminar meu ataque contra a maior mandragora, eu tentaria executar um movimento de bloqueio simples onde eu jogaria meu corpo para o lado enquanto movia meu jutte horizontalmente para enviar o ataque na direção oposta.

Quanto aos ataques da mandragora maior ou talvez do Remy que ainda poderia ser capaz de se mover, afinal, vai que ele estava apenas esperando uma oportunidade de se vingar. Enfim, nesse caso eu tentaria bloquear o ataque de uma forma um pouco diferente e ousada; com a ponta do jutte para fora, eu juntaria minha mão próxima ao peito e esperaria para que o ataque o atingisse, e assim que o fizesse, eu empurraria o jutte um pouco para a frente, inclinando o mesmo para uma trajetória curvada para a minha esquerda, ou direita, caso o ângulo do ataque tornasse inviável de outro modo, enfim, tentaria fazer o golpe deslizar pelo meu jutte e passar direto para um lado enquanto dava um passo para a direção oposta para me afastar.

Se esse movimento de bloqueio novo fosse necessário, eu tentaria me aproveitar do deslizar do jutte sobre o ataque para realizar um golpe horizontal direcionado para a parte de baixo da boca da cobra ou rosto do meu oponente (no caso de ser o Remy ou outro humanoide). Claro que no caso do rosto do meu oponente acabar passando direto por mim, o movimento seria diferente, comigo tentando me aproveitar do balanço para realizar um golpe vertical de cima para baixo, visando acertar a parte de trás do crânio do meu oponente.



Golpe na cabeça:
 

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Última edição por Coldraz em Dom 19 Ago 2018, 16:11, editado 6 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva - Página 4 EmptyDom 19 Ago 2018, 13:58

O sorriso não era possível de ser escondido por Coldraz ao ver a chegada de Marianna, considerando o quanto sua ajuda havia salvado a pele do caçador. Trocando mais algumas palavras com ela, e tentando ignorar as dores no corpo e na cabeça que agora só crescia, com seu jutte segurando na mão esquerda o jovem avançava contra a cobra maior. Ele cria fielmente nas habilidades da companheira para protegê-lo das outras cobras menores que se aproximavam.

Assim, próximo o suficiente da filha da mandrágora, o Stine realiza um bem pensado movimento com o corpo, para atacar a inimiga de baixo para cima com sua arma. O resultado era que ele até conseguia, mas a cobra parecia escolher atacá-lo no mesmo instante então, enquanto ela recebia um golpe na cara, conseguia gravar seus dentes na parte lateral da palma da mão do menino. Dois dentes perfuravam cerca de 3 cm adentro da mão, causando imensa dor, e já sangrando.

Mas não paravam. A cobra, pelo golpe, se afastava um pouco atordoada para trás, e Coldraz subia contra ela um outro golpe com o jutte, que ela só conseguia acertar porque o caçador de recompensas estava utilizando sua mão predominante, o que "estragava" um pouco seu movimento.

Ele se afastava, e contornando então a cobra, aplicava uma última vez o Golpe na Cabeça na inimiga. O golpe era extremamente efetivo, e a serpente então caía, mas ao custo de que conseguia dar um último golpe em Coldraz, com sua calda, jogando-o para trás na direção de Marianna.

O jovem bojutsu de madeixas curtas parava de costas aos pés da menina, que atirava para todos os lados tentando impedir a aproximação das cobras. Ele percebia que as criaturas, contudo, estavam cada vez mais próximas, e logo os alcançariam.

Mas sangue começou a escorrer do nariz de Coldraz, e os sintomas anteriores o fizeram perder os sentidos. Ele vomitava, e por pouco não se engasgava no próprio vômito. Tudo em volta se perdia, a extrema dor de cabeça, a forma como seu ferimento na mão sangrava tanto. Já não via mais nada.

Um barulho de explosão. Um sentir ser carregado nos braços. Até conseguir abrir seus olhos. Notava que estava sim, sendo carregado, enquanto corriam pela floresta. Estava no ombro de um homem grande, ruivo, e extremamente musculoso. Marianna corria ao lado dele, apontando com suas armas para trás, com uma cobra morta e queimada sobre os ombros.

- Precisamos levá-lo rápido. Está muito doente. - O homem dizia, e Coldraz conseguia notar que ele tinha um tom robótico assim como os outros dois que lutara anteriormente. E então apagava de novo. Flashes, sensações estranhas.

Abriu os olhos novamente e estava agora numa cama. Era um quarto pequeno, com baixa luz, sem janelas. Ligado a sua cabeça, alguns eletrodos. Seus ferimentos estavam tratados, o braço engessado, mas ainda sentia-se fraco. Via, próximo a sua cama, aquele mesmo homem de antes, olhando para ele apático. - Ola. Você acordou. - A única porta ali parecia "tecnológica", estando aberta e mostrando um corredor todo de aço(como na imagem), ao olhar de Coldraz. Era tudo muito confuso.
Homem:
 

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MensagemAssunto: Re: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva - Página 4 EmptyDom 19 Ago 2018, 15:35


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Que dia de merda


Eu não sei explicar exatamente o que aconteceu, minha mente estava muito nebulosa. Quando me dei conta, Marianna estava correndo ao meu lado, atirando para trás enquanto carregava uma cobra em seus ombros, mas não sabia dizer se era a mesma que eu havia enfrentado — Não me lembro de ter ateado fogo nela —

Um solavanco levantava mais algumas questões — Como eu estou correndo ? E por que ela está de cabeça para baixo ? — Era então que eu percebia, estava sendo carregado por um homem grande e musculoso. Não consigo expressar em palavras o desgosto que sentia por isso, na verdade, eu não acho que conseguiria mesmo que tentasse, estava fraco demais e ser carregado por um brutamontes não era exatamente a melhor visão possível, por isso fechava meus olhos e me rendia ao cansaço — Tenho certeza que a vista vai ser melhor quando eu acordar —

ESPERA!

Um pensamento martelava na minha mente — Eu estou perdendo ela correndo ! — Como eu podia ignorar aquela oportunidade única ?! Marianna estava correndo bem ao meu lado, o que quer dizer — ELES ESTÃO BALANÇANDO!!! — Vamos ser sinceros, você já viu o dote daquela garota ? Sem dúvida alguma era uma dádiva dos céus, ainda mais se considerar a sua idade, e eu estava mesmo perdendo essa oportunidade única ? NEM PENSAR!

Abria meus olhos rapidamente e começava a procurar ferozmente para todos os lados — Cadê ela ? — Infelizmente eu não fui rápido o suficiente, ao abrir meus olhos percebia, estava em um lugar completamente diferente; uma pequena sala metálica, vários fios na minha cabeça e meu braço engessado. Não havia dúvidas, um bom tempo já havia se passado e com ele a minha oportunidade.

Recostava minha cabeça no travesseiro novamente, tentando aceitar o fato de que eu estava na merda — Ola. Você acordou. — Dizia uma voz robótica, imediatamente eu associava o tom ao jeito de falar daquela loira que protegia Mirella, mas oportunidades perdidas não eram o que me faltavam, por isso não ficava surpreso ao constatar que quem me recepcionava era um homem grande e ruivo, provavelmente o mesmo que me salvou, não que isso me fizesse sentir melhor.

— Jura ? Ainda bem que me avisou, não tinha notado. — Respondia em um tom sarcástico enquanto olhava o teto com uma face inexpressiva. Não sei como descrevê-la, apenas imaginem como se sentiriam depois de terem o braço quebrado por um velho, tomado uma surra de uma cobra gigante, perdido a oportunidade de ver os seios de uma garota incrivelmente bonita balançarem enquanto ela corre e a primeira coisa que você vê ao acordar em uma cama numa sala vazia, é um homem grande e musculoso te cumprimentando.

Não sei você, mas isso acabava totalmente com o meu humor.

Felizmente eu aprendi cedo a como me animar através de atividades saudáveis e construtivas, e como não tinha nenhum bordel por perto, acho que eu podia ler alguns livros. Existe um motivo para eu ter sido chamado de gênio e não era apenas pelo fato de meus patronos sempre serem muito ricos. Eu não chamaria de memória fotográfica, mas de memória seletiva, guardar coisas que me interessam era extremamente fácil, especialmente se eu me livrar de coisas que não importam.

Por isso eu lembro as medidas de todas as garotas que já conheci, mas não guardo rancor daqueles valentões peludos que costumo encontrar, afinal, eles desaparecem da minha mente tão logo eu veja algo mais interessante.

E uma coisa que havia me chamado a atenção durante minha estadia naquela ilha, era a geografia local. Eu fiquei completamente perdido e, vamos ser sinceros, não acho que teria conseguido encontrar o caminho de volta para o navio, e eu não estranharia se tivesse de entrar em locais similares no futuro — Mesmo que eu não me importaria de ficar perdido com a Marianna em uma floresta, pode não ser uma boa ideia — por isso seria sábio reconhecer uma rota de fuga, assim eu poderia "fingir" que estamos perdidos e quando "terminasse" era só ir pelo caminho correto e dizer que demos sorte.

— Ei! A Mirella deve ter alguns livros sobre a geografia da ilha e coisas do tipo, não é ? — perguntaria para o brutamontes ruivo — Teria como você me emprestar alguns ? Acho que eu vou ficar aqui por algum tempo, então queria ter alguma coisa para ler — do jeito que a Mirella era inteligente, provavelmente tinha uma biblioteca inteira naquele navio, e nem pensar que ela viria para uma ilha desabitada sem conhecer a fauna e a flora local, então poderia ter alguns livros a respeito.

Se o grandalhão confirmasse o que eu esperava, tentaria complementar e dizer — E alguns livros sobre meteorologia também seriam bons, ah, e café com bastante açúcar — estes últimos eram apenas para relaxar, além disso, complementar meus estudos com a funcionalidade do clima seria um adendo importante, talvez até complementasse meus combates saber usar o clima ao meu favor.

No caso dele trazer os livros até mim, eu começaria pelos de geografia, bebendo ocasionalmente o café ou o que ele me trouxesse para beber, se é que ele me traria. Porém, no caso dele decidir me levar até uma biblioteca particular da Mirella ou algo do tipo, eu apenas o seguiria e perguntaria — Onde ficam os livros de geografia e meteorologia ? — no caso deles não estarem evidentes, e então procuraria algum lugar para me acomodar e começaria a ler os livros que encontrasse.

Se não houvessem livros ou ele não fosse me dar nenhum, eu apenas me levantaria e começaria a dar uma volta para explorar o lugar, sem qualquer destino em mente, apenas entrando em qualquer porta aberta, indo por corredores escuros e descendo escadas que me levassem o mais baixo possível, atrás de luzes piscando e botões chamativos dizendo "Não Aperte", para então apertá-los.



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MensagemAssunto: Re: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva - Página 4 EmptyDom 19 Ago 2018, 22:55

Era impossível evitar a ironia para Coldraz, em resposta ao homem robótico que o salvara e estava junto com ele no quarto. Pensando por alguns segundos, e vendo na situação que estava, o jovem caçador de recompensas pensou que poderiam haver formas interessantes de passar o tempo naquele local.

Assim, ele questiona ao ruivo sobre a existência de livros de geografia por ali e se poderiam ser emprestados, e o homem olha para ele e somente responde. - Sim. - O Stine ainda completava pedindo livros sobre meteorologia(e um café com açúcar), e o homem balança a cabeça positivamente, deixando o local. A porta se fechava automaticamente quando ele saia.

Após alguns poucos minutos ele retorna com 5 livros em suas mãos, colocando-o aos lado da cama de Coldraz. Eram três livros vermelhos, uma sequência sobre Geografia. E dois livros, um verde e outro azul, de Meteorologia, mas de autores diferentes. - A senhorita Mirella pediu para que cumprisse todos seus desejos até que chegasse a hora. - Tom robótico, como sempre. Ele entregava então uma xícara de café que tirava de um compartimento em seu abdome, mostrando-se realmente um robô humano.

Coldraz por um instante nem se tocava, e já começava a ler os livros de geografia, com sua genialidade, aos poucos absorvendo com facilidade os conhecimentos ali escritos. Em algumas horas interruptas, com alguns cafés servidos pelo ruivo, Coldraz finalizava os três livros da saga de Geografia. Sua mente parecia cansada, mas ele ainda tinha outros 2 livros pela frente para completar seus estudos. O grande homem robô ficava ali em pé olhando para ele, totalmente neutro, esperando uma ordem.

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MensagemAssunto: Re: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva - Página 4 EmptyQui 23 Ago 2018, 19:17


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— A senhorita Mirella pediu para que cumprisse todos seus desejos até que chegasse a hora — Dizia o mordomo gigante, trazendo os livros solicitados.

— Bom saber —

Após esta rápida troca de palavras, voltava a ignorar o gigante e me concentrar na leitura. Era estranhamente agradável aquele momento, uma calmaria da qual não desfrutava a anos, ainda mais nos últimos dias, desde que embarquei nessa aventura e conheci Marianna. Dava um sorriso ao me lembrar de tudo que aconteceu e o quão bem estava me saindo, apesar de tudo.

— Skypiea — Sussurrava o nome. Depois de tanto tempo eu finalmente consegui uma pista e enquanto eu lia aqueles livros sobre geografia, explicando detalhadamente sobre os tipos de paisagens e eventos capazes de moldá-las, somado a explicação sobre o mapeamento de áreas, tudo isso fazia meu sangue ferver.

Imaginava que tipo de lugar seria essa ilha do céu, que tipo de paisagem encantada ela teria, como seria explorá-la e catalogá-la, expô-la ao mundo. Voltava também a pensar sobre a ilha em que estava naquele momento. Se eu seguisse o que os livros diziam, talvez eu fosse capaz de explorar e mapear aquela ilha inteira em questão de dias. Imagine as coisas mirabolantes que eu poderia descobrir ?

As mandragoras eram enormes, mas aquele crânio que estava no ninho delas era absurdo. Uma relíquia daquelas valeria muito em alguns museus, e talvez até mais no mercado negro. — Pensando nisso, eu preciso pegar meu pagamento com a Mirella — dava uma breve pausa para tomar uma nota pessoal e então prosseguia, mas envolto em tanto entusiasmo e expectativas, a leitura não se alastrava, pelo contrário, devorava aqueles livros com tanta vontade que só percebia ter terminado a trilogia quando fechava o último livro e me dava conta de que estava pegando um dos que eu acabara de ler.

Com a primeira parte da leitura terminada, eu me ajeitaria, tomaria um gole de café e então começaria a ler os últimos livros, desta vez sobre meteorologia e perguntaria casualmente para o grandalhão, sem despregar os olhos dos livros — Então, o que você quis dizer com "até chegar a hora" ? — daria uma pausa e esperaria sua resposta.

No caso dele decidir não responder ou dar uma resposta que não esclarecesse minhas dúvidas eu complementaria, ainda sem interromper minha leitura — Vocês planejam nos matar ? — e escutaria atentamente o que ele tivesse a dizer, mas também não insistiria se ele preferisse não dizer nada.

Assim que terminasse de ler o último livro, daria uma pausa fingindo que continuava a ler e pediria para o mordomo — Bom, eu já estou terminando, mas estou com algumas dúvidas, você poderia ver se a Mirella tem algum livro a respeito de arqueologia — e esperaria até que este saísse, e assim que o fizesse, contaria até 10 na minha cabeça e sairia do quarto, dando uma olhada ao meu redor, entrando em qualquer porta aberta e descendo as escadas o máximo que conseguisse, vasculhando cada corredor que houvesse e prestando atenção nas placas e luzes brilhantes.

Se eu conseguisse explorar sem ser pego e chegasse ao limite do que conseguia alcançar com minhas habilidades, eu faria o caminho de volta, entrando em novos lugares que não havia verificado antes, se houvessem, tentando subir até o convés atrás de Mirella e Marianna, parando assim que encontrasse uma delas.

Porém, se eu fosse flagrado, apenas mentiria dizendo — Estava procurando um chuveiro, queria tirar esse fedor de pântano do corpo — e então iria para onde quer que me indicassem, ou então continuaria minha exploração no caso de não me instruírem a fazer nada.

No caso do mordomo aparecer com os livros solicitados ou nem mesmo me deixar sair do quarto, eu apenas diria — Eu queria falar com a Mirella, sobre o pagamento das mandragoras, sabe — e esperaria sua resposta.



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MensagemAssunto: Re: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva - Página 4 EmptySab 25 Ago 2018, 18:44

Os estudos de Coldraz se seguiam por mais alguns instantes, entre leituras e pequenos golinhos em seu café - que por sinal estava extremamente bem adoçado, não faltando, nem em exagero -, até que ele decidia, de forma aparentemente despretensiosa, lançar palavras para o homem-maquina que estava ali, a todo tempo, observando-o e esperando suas necessidades para atendê-las.

- Até a hora de sua avaliação. - De novo, naquele tom robótico típico, sem demonstrar nenhuma emoção. Alias, ele nem desviava seu olhar nenhum segundo. Era friamente preciso até no falar, de certa forma.

O Stine seguia assim lendo agora os livros de Metereologia, apreendendo cada vez mais o conhecimento. Passadas algumas horas, ele finalizou o primeiro, e notou que já tinha conhecido muitas coisas que nem fazia ideia, mas aquele livro era extremamente teórico e descritivo, de forma que ele tinha que imaginar os elementos climáticos em sua mente, o que talvez não fosse muito fácil, a princípio.

Isso até pegar o segundo livro e começar a lê-lo, notando a presença de inúmeras imagens, o que facilitaria a assimilação. O grande ruivo enchia sua xícara de café, e ele seguia observando as imagens, lendo os textos e relacionando com as coisas notadas na obra anterior. Aquele livro era mais simples, e Coldraz acabava por não aprender tanto em si, mas sanar algumas dúvidas que havia tido durante a leitura do primeiro.

Horas passadas, ele finalizava a leitura, apesar de fingir que continuava lendo enquanto lançava outra fala para o homem que, como a algumas horas atrás, continuava olhando para ele, inteiramente parado. O bojutsu notava que ele sequer respirava, ou ao menos não demonstrava.

Ele se virava, e saía, com a porta se fechando atrás dele. Provavelmente iria chamar a senhorita Mirella, e isso se comprovava após nem dois minutos, quando ela voltava, com a abertura da porta. Coldraz estava de pé, com os fios dos eletrodos de sua cabeça esticados, enquanto procurava uma forma de sair dali.

Ele disfarçava, falava sobre procurar um chuveiro, e ela parecia não ligar muito para isso, dizendo. - Poderá se banhar depois de nosso exame. Venha comigo. - E assim, se Coldraz seguisse com a mesma, ela desligaria os fios dos eletrodos, ligando-os a uma pequena caixinha negra que prenderia na calça do menino, na cintura.

O caçador de recompensas andaria com ela por um longo corredor com baixa iluminação, todo feito em metal, com várias portas como a sua, algumas com botões ao lado, e outras sem. Entre essas portas, adentrariam em uma específica, que se abriria ao apertar do botão.

A nova sala seria relativamente grande - o que Coldraz estranhava desde o corredor, afinal o navio não parecia ser tão grande assim. Tratava-se de um laboratório, com vários equipamentos e maquinas para todos os lados. Algo, inclusive, chamava a atenção do rapaz: um Jutte muito bem confeccionado e adornado, que ele até por um instante desejava para si, sobre uma prateleira metálica, coberto por uma proteção de vidro.

Em um dos cantos da sala, uma plataforma de 1 metro de altura, 7x7, próximo a um computador todo tecnológico, estava aquele mesmo rapaz que havia lutado com o caçador no convés do navio. Mirella colocaria uma espécie de cinto ao redor de seu peitoral, com uma esfera no centro, esta em contato com o meio do peitoral, provavelmente para medir suas batidas, e um relógio no pulso da rapaz que monitorava seus batimentos pelo apetrecho anterior. Ele teria de subir na plataforma.

- Demonstre o máximo de suas habilidades corpo-a-corpo, Coldraz. Minhas maquinas irão avaliá-lo. - Diria ela, pegando também uma prancheta e caneta.
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MensagemAssunto: Re: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva - Página 4 EmptyQui 30 Ago 2018, 15:24


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Uma boa e velha troca de socos


Leitura vem, leitura vai e eu finalmente terminava os livros de meteorologia. Devo admitir que algumas ideias surgiam em minha mente durante a leitura, imaginava como poderia usar o que aprendi em batalhas navais. Coisas como usar redemoinhos para alavancar um navio e usar a variação do vento para surfar nas ondas em meio à uma frota inimiga, surgiam na minha mente — Será que daria certo ? —

Ah, também tinha a coisa do brutamontes que me encarava, esperando até chegar "a hora". Não demorava muito para que eu ligasse os pontos e começasse a criar algumas teorias, tais como a Mirella pretender me transformar em um daqueles robôs. Nem pensar que eu ia me transformar em uma coisa tediosa e inexpressivas daquelas... Mas o compartimento de café seria legal, era só substituir por rum e ficava tudo legal.

Enfim, eu até tentava me livrar do guarda-costas para explorar o local um pouco e descobrir o que se passava naquele lugar, mas dessa vez ele foi bem mais rápido em seu retorno, trazendo consigo sua chefe antes que eu tivesse a oportunidade de escapar da sala.

— Estava procurando um chuveiro, queria tirar esse fedor de pântano do corpo. —

— Poderá se banhar depois de nosso exame. Venha comigo. —

Não tinha muito o que fazer depois disso, apenas acataria as ordens da decotes de falcão e a seguiria pelo extenso corredor até a sala específica que ela me guiava. Como ela sabia a sala certa era um mistério, para mim aquele lugar era um labirinto, tudo parecia igual e sem graça, menos aquele jutte que ficava na prateleira.

Não demoraria muito para mim considerar aquela minha rota de fuga no caso da Mirella tentar me transformar em um de seus escravos. Um plano já até passava pela minha cabeça, usaria a caixinha preta ao qual os eletrodos da minha cabeça se ligavam para atacar ela e fazer os cyborg's defenderem-na enquanto eu quebrava o vidro e pegava a arma. O único problema seria chegar a superfície, bom, um passo de cada vez, eu nem sabia se isso seria necessário.

— Demonstre o máximo de suas habilidades corpo-a-corpo, Coldraz. Minhas maquinas irão avaliá-lo. — O jeito que ela falava enquanto eu encarava aquele engomadinho do outro lado da plataforma, soava como um mestre dizendo ao seu macaco "dance!" Resumindo, eu não gostei muito, mas ela era definitivamente uma 10/10 por isso deixaria passar.

PARA TUDO! Esse pensamento me faria lembrar uma coisa extremamente importante, eu já estava ficando preocupado com a situação da Marianna. Eu não liguei para isso antes por que pensei que ela poderia estar com a Mirella, mas nas horas que eu passei estudando e até mesmo agora, ela sequer apareceu. Claro que se eles quisessem nos matar, teriam feito antes, mas e se ela passou pelo mesmo procedimento que eu estava passando e agora estava numa incubadora prestes a se tornar uma cyborg sexy e sem emoção ?!

Claro que eu não podia simplesmente dizer — Ei, Mirella, você transformou a futura mãe dos meus filhos em uma máquina de café ambulantes ? — Duvido que ela diria sim, a menos que pretendesse me matar ou me prender imediatamente depois, por isso seria mais sutil e perguntaria com meu famoso tom lúdico e olhar sedutor — Para quê serve essa avaliação exatamente, quer me transformar em uma máquina de café ambulante também ? — e esperaria por sua resposta.

Independente do que ela respondesse, eu não tinha muito o que fazer. Garotas bonitas sempre me deixaram meio paranoico, provavelmente a Marianna estava em algum lugar estudando ou praticando tiro-ao-alvo. Além do mais, essa seria uma boa oportunidade para aprender um estilo de luta de rua clássico, que poderia vir a calhar se eu perdesse meu jutte ou acabasse em uma briga de bar. E o fato de poder socar a cara daquele engomadinho era um bônus.

Sem nenhuma arma, eu não via nenhuma saída a não ser usar o que sabia, e eu não sabia nada. Tentaria usar apenas os movimentos mais básicos que eu conhecia das brigas de colégio, a boa e velha luta sem regras. Tentaria evitar usar o braço esquerdo, já que este ainda não estava 100%, acho que nem 5% estava pra falar a verdade. Tentaria me manter do lado esquerdo do cyborg e realizar golpes nas suas costelas e cabeça, chutar seu joelho, dar uma cabeçada em seu nariz, cuspir nos seus olhos, você sabe, usar o que eu conseguisse, revezando entre ataques de alturas diferentes: cabeça, peito, virilha e joelhos.

ENTRETANTO, isso obviamente não se aplicaria se eu descobrisse que a Marianna estava em perigo, fosse por uma afirmação da Mirella ou um evidente som de grito, nesse caso eu pararia imediatamente o que estava fazendo e tentaria pegar o jutte que havia visto antes, tentando derrubar o vidro no chão afim de que quebrasse ou socando até que eu ouvisse um estalo, do vidro ou da minha mão. Também jogaria o aparelho ligado aos eletrodos e qualquer coisa que eu tivesse em mãos, em qualquer um que tentasse entrar em meu caminho.



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