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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva - Página 3 EmptySab 26 Maio - 15:06

Relembrando a primeira mensagem :

Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Caçador de Recompensas Coldraz Anne Stine. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva - Página 3 EmptyDom 22 Jul - 16:21


~ Bem-vindo a pior ilha do mundo ~
População: depressiva
Caçada Pela Mandragora


Skypiea! Depois de tantos anos, finalmente minha primeira pista. Apenas um nome e boatos sem a menor base concreta, mas para alguém que passou 10 anos sendo motivo de piada por procurar informações sobre uma ilha acima das nuvens, saber que eu não era o único a acreditar nela era de fato um alívio.

Queria ter passado mais algum tempo conversando a respeito de Skypiea, principalmente após ver o brilho nos olhos de Mirella ao saber o meu sobrenome, uma reação bem incomum, mas desde que cheguei na Grand Line, parece que o normal e a lógica eram coisas que esta parte do mundo desconheciam, provavelmente esse seria meu estilo de vida daqui pra frente.

Com todas as informações que eu poderia esperar e mais algumas, já estava pronto para partir na minha caçada pelas Mandragoras quando a cientista interrompeu nossa partida, impedindo que a Marianna fosse comigo enquanto dizia — Não, não. Eu vou prrecisar de você. Com cerrteza o Stine sabe se virrar sozinho. — Como de costume, minha mente procurava por razões para confiar em uma moça bonita como a Mirella, da mesma forma que meu instinto de proteção para com donzelas disparava criando contra-argumentos para proteger Marianna.

Apesar desse conflito, eu tinha certeza de 3 coisas: 1) se Mirella quisesse nos matar, já estaríamos mortos; 2) aquela ilha estava repleta de animas gigantes; 3) eu não poderia garantir que seria capaz de proteger a Marianna naquela floresta.

Então, a pesar de bem relutante, eu suspirava e dava minha resposta — Acho que não tem problema, mas nem pensem em fazer uma festinha enquanto eu estiver fora. — Marianna era uma garota forte, entre ser criada por um capitão da marinha e caçar criminosos ao lado de um psicopata mentalmente instável e obcecado por armas de fogo, a maior preocupação que ela já me deu era sua péssima intuição para fazer amizades, caso contrário, jamais teria deixado Loguetown para viajar o mundo ao meu lado.

Finalmente, depois desse episódio dramático e reflexivo digno de um adolescente, estava na hora de começar a caçada. Eu, um jovem sem qualquer conhecimento em caça ou rastreio, crescido em berço de ouro, frequentador de uma escola de arqueologia e totalmente alienado da natureza, se aventurando por uma ilha que é um pântano em sua totalidade, caçando cobras gigantes com um juitte... o que diabos poderia dar errado ?

Faria como Mirella havia me instruído, seguiria pelo caminho de pedras, prestando atenção ao meu redor para qualquer predador que eu pudesse encontrar, observando o solo e o topo das árvores, talvez eu achasse alguma dessas cobras Mandragoras enroscada em uma. Também ficaria atento a sinais de civilização, afinal, ainda não tinha um meio de sair daquela ilha.

Continuaria pelo caminho de pedra até que ele terminasse e então seguiria em frente, ou então iria atrás de qualquer coisa rastejante que me lembrasse uma cobra, ou sinais de vida inteligência como fogueiras, barulho de equipamentos, armas e coisas do tipo. E se caso ficasse escuro demais, tentaria ascender um fósforo, em seguida procuraria por um galho pelo chão, e se encontrasse, rasgaria um pedaço da minha camisa e enrolaria no galho, em seguida colocando fogo neste para fazer uma tocha, como aquele aventureiro bacana de quem eu lia a respeito as vezes, Indiana algumas coisa.

Se eu fosse atacado a qualquer momento, fosse por um animal, humano, máquina ou sabe-se lá que criatura espreitasse por aquela floresta, eu tentaria bloquear o ataque movendo meu jutte na diagonal em um movimento feito de baixo para cima, visando acertar o que quer que meu adversário usasse para me atacar, tentando desviar o ataque para um lado enquanto jogaria meu corpo para o outro. Independente do sucesso ou fracasso desse movimento, eu tentaria me afastar para ter noção do ambiente e números dos meus oponentes.

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MensagemAssunto: Re: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva - Página 3 EmptyDom 22 Jul - 17:03


Tendo ficado, de certa forma, "de boa" em deixar Marianna com Mirella na embarcação, o jovem caçador de recompensas Coldraz Anne Stine seguia seu caminho descendo do barco e seguindo o caminho de rochas cobertas de musgo pelo chão.

Quanto mais adentrava na floresta, cada vez mais calor e cada vez mais mosquitos o incomodando. Ainda assim, ele seguia determinado sem rumo floresta adentro, reparando que cada vez mais ia ficando mais densa, e escurecendo cada vez mais, até um ponto em que ele estava caminhando por um estreito caminho de pedras em um lugar, como antes, praticamente no breu.

Uma tocha era improvisada com um pedaço de roupas, um pedaço de pau encontrado ali ao lado, e um fósforo, o que não era totalmente efetivo, mas conseguia produzir certo fogo que auxiliava no iluminar do caminho. Ah, e também fazia ficar um pouquinho mais quente. O suor descia de seu rosto e pingava no chão.

Minutos exaustivos de caminhada se seguiram até que o percurso de rochas se findava, e ele era obrigado a andar um pouco por um caminho onde a água quase cobria seu pé e dava uma sensação muito esquisita de pisar, como seus calçados estivessem gosmentos.

Dava alguns poucos passos por ali, avistando a alguns metros um enorme crânio, de cerca de 15 metros, muito, muito, muito maior que o próprio garoto. Era uma visão, de certa forma, assustadora. Pelo terreno lamacento e em alguns pontos inundado, ele conseguia ver algumas serpentes, das mais diferentes, algumas mais próximas umas das outras, outras mais distantes, variando de tamanho desde 3 metros a até 15 metros de comprimento. Eram colossais, apesar de nenhuma se equiparar àquela que deveria ter sido aquele crânio ao lado. Não haviam percebido ainda o garoto, pelo jeito.

- YAHAHAHAHAHA EU DISSE QUE TE ENCONTRARIA ALGUM DIA, SEU MALDITO... - Desviando o olhar para trás, ele via saindo da mata aquele mesmo velho de antes, com um olhar louco, a capa verde cobrindo todo seu corpo aparentemente corcunda, apoiado agora em uma espécie de porrete, uma maça que nada mais era que um enorme pedaço de madeira. - PREPARE-SE PARA O SOFRER NAS MÃOS DO PIRATA REMY NUFFES.. - Ele tirava a capa, lançando para o lado, revelando um corpo até que atlético, levantando a arma como se fosse um taco - ... CAPITÃO KYO FULL BUSTER!
Remy:
 

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MensagemAssunto: Re: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva - Página 3 EmptyDom 22 Jul - 18:08


~ Bem-vindo a pior ilha do mundo ~
População: depressiva
Combate no Covil das Madragoras


A caminhada durava alguns minutos, mas eu só precisava de alguns segundos naquela mata densa e escura, repleta de mosquitos que não paravam de me rondar e um calor infernal para chegar a conclusão — Está decidido, minha próxima aventura vai ser em uma ilha feita de sorvete. —

Depois de alguns instantes, finalmente chegava ao local que a Mirella havia me indicado, como eu sei disso ? É bem simples na verdade: uma caveira gigante de cobra enfeitava o ninho de sabe-se lá quantas outras cobras gigantes. Meu plano de esmagar a cabeça de uma com a minha bota foi pelo ralo naquele instante, elas eram enormes e eu não tinha ideia de como faria para capturar uma.

Eu já estava quebrando minha cabeça, pensando em todas as coisas que eu poderia fazer para pegar uma delas: eu podia derrubar uma árvore em cima delas, mas como ? Quem sabe atrair uma para o navio, mas sem dúvidas elas eram mais rápidas do que eu naquele pântano, ou quem sabe eu poderia tomar vergonha na cara e começar a usar armas letais como pistolas e lâminas ao invés de um bastão de ferro totalmente inofensivo.

Enfim, já estava ficando frustrado quando um velhote apareceu clamando por vingança. Eu até poderia ter considerado uma ameaça, mas sinceramente, a aparência daquele cara era uma piada, não tinha como levá-lo a sério, eu sei que ele tinha um abdômen tanquinho, mas cá entre nós, quem não tem um hoje em dia ? Aqueles braços pareciam umas varetas, tinha certeza que poderia quebrá-los facilmente se eu quisesse.

Infelizmente, bom, nem tão infelizmente assim, enquanto eu analisava o corpo do meu decrépito oponente, acabei não ouvindo muito do seu monólogo, mas ouvi o suficiente para entender tudo o que importava: ele era um pirata, e uma graninha sempre vem bem a calhar. Também mencionava um nome que já estava começando a se tornar um incômodo para mim: Kyo Full Buster, um capitão da marinha com quem os criminosos gostavam de me confundir.

Sério, se algum dia eu encontrar esse Kyo, eu vou arrebentar a cara dele até ficar desfigurada, talvez assim parem de me confundir com ele. Em menos de 48 horas, essa já era a segunda vez que me juravam de morte enquanto amaldiçoavam seu nome.

Enfim, antes de ficar me preocupando com objetivos distantes, eu tinha uma coisa muito importante para fazer, mas era minha parte preferida, por isso diria com um sorriso no rosto — Ei, velhote! Você disse que era um pirata, certo ?! Então, quanto esse saco de merda em cima do seu pescoço vale ? Também vou levar tudo que você tiver de valor, então pode esvaziar os bolsos. —

Claro que, mesmo que eu estivesse interessado em saber quanto ele valia, era apenas uma provocação. Eu não esqueci das cobras, muito pelo contrário, tinha acabado de pensar no plano perfeito; eu ia usar aquele velhote como isca, era perfeito, ele era apenas ossos, seria fácil de levantar, bastava eu arrumar alguma coisa pra amarrá-lo e usá-lo de isca para pegar uma Mandragora, o plano perfeito, se eu encontrasse algo para amarrá-lo, é claro.

Não me importava com o que ele tinha a dizer, assim que eu terminasse de falar ou se ele se movesse interrompendo minha provocação, eu imediatamente começaria a avançar em sua direção com meu jutte e meu primeiro movimento seria tentar executar minha técnica Golpe na Cabeça. Logo em seguida, independente do resultado, eu tentaria executar meu segundo golpe, me virando para onde estivesse o meu oponente e correndo em sua direção se necessário, eu tentaria executar um golpe vertical, feito de baixo para cima com meu jutte, visando acertar seu queixo e assim que terminasse de subir meu jutte, acertando ou não, tentaria disferir um chute no peito do meu oponente, afim de derrubá-lo.

Eu não esperava grandes coisas do meu oponente, e pra falar a verdade, esperava que meus ataques anteriores fossem o suficiente para derrubá-lo e ter controle da situação. Terminar aquele combate de forma rápida para pôr meu plano "pesca com as anacondas" em prática, era minha maior prioridade. Mas não pretendia atacar de forma estúpida, velho ou não ele ainda era um pirata e estava armado.

Minha defesa consistiria basicamente em mover meu jutte em direções diferentes para bloquear o ataque e desviá-lo para outra direção. Por isso, diante de ataques pela frente, fossem com seu porrete, mãos, pés ou qualquer outra arma que ele pudesse ter escondida, meu movimento seria feito horizontalmente e visariam acertar o que ele usasse para me atacar. Porém, diante de ataques pelas laterais ou costas, meu movimento seria diferente, eu moveria meu jutte na diagonal em um movimento feito de baixo para cima, novamente meu alvo seria o que ele usasse para me atacar.

Independente de qual defesa eu utilizasse para bloquear o ataque do meu oponente, tentaria efetuá-la em movimento para não interromper minha investida e independente do sucesso ou fracasso dela, continuaria meus movimentos, passando para o próximo ou recomeçando o anterior, caso este houvesse sido interrompido para me defender.

Se o velho caísse no chão ou uma oportunidade surgisse, eu tentaria jogar seu porrete para longe e pisar em seu peito de forma que ele não se levantasse, se estivesse caído. Obviamente nada disso se aplicaria se alguma daquelas Mandragoras estivesse por perto e representasse uma ameaça para mim, eu tentaria sempre manter distância delas e se alguma viesse na minha direção, tentaria acertar sua cabeça ou cauda, o que ela usasse para me atacar, com meu jutte em um movimento horizontal, desviando ela para um lado (de preferência, o lado que o velhote estivesse) enquanto jogava meu corpo para o lado oposto.

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MensagemAssunto: Re: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva - Página 3 EmptyTer 24 Jul - 12:30


Coldraz, apesar de contrariado por mais uma vez ser confundido com o capitão Full Buster, lançava palavras contra o pirata, que mantinha seu grande porrete levantado, respondendo. - Não seja ridículo, seu porco do governo. Vocês mesmos que me deram essa maldita recompensa pela cabeça. - Ele franzia a sobrancelha, ignorando parte da fala. - EU VALHO MUITO MAIS DO QUE 10 MILHÕES! - E então ele sai em arrancada na direção de Coldraz, erguendo o porrete com força.

O caçador de recompensas fazia o mesmo, partindo na direção de seu inimigo e saltando quando próximo, em tentativa de lhe acertar um Golpe na Cabeça. Remy, ao mesmo tempo, também desce seu porrete, chocando sua arma com a de Coldraz, e neste momento o Stine percebia como a arma bárbara do inimigo era pesada, pois empurrava seus braço totalmente para baixo, de forma que era até difícil segurar o jutte por um instante.

Na brecha aberta, o velho Remy Nuffes gira em torno do próprio eixo, escapando do golpe ascendente em seu queixo, e batendo com o porrete com força no lado do corpo de Coldraz, chocando a madeira maciça com o braço direito do garoto, fazendo-o sentir extrema dor, e ser lançado a alguns metros para o lado.

O braço doía, mas não estava incapacitado. Coldraz tentava se levantar mas de súbito uma enorme dor de cabeça o assolava, acompanhada de uma fraqueza e um rápido calafrio, estranho. Ele conseguia ficar de pé, mas cambaleava dois passos para o lado, sentindo seu corpo tocar em uma coisa.

- Ssssssshhhhhh! - Era uma cobra enorme. Tinha, talvez, um pouco mais que o dobro do tamanho de Cold, e olhava para ele com ódio, mostrando sua linguinha. Mas não era como uma cobra grande normal, sua cabeça não era fina e seu corpo longo somente, na verdade a cabeça e todo o corpo era grosso e grande como nunca o garoto havia visto. Apesar disso, aquela cobra parecia estar sozinha, o que talvez facilitasse as coisas. Ele estava, então, a 7 metros do pirata Remy, que levantava já seu porrete para sair em sua direção, e a 1 metro da cobra, ao seu lado esquerdo.
Cobra:
 

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MensagemAssunto: Re: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva - Página 3 EmptyQui 26 Jul - 20:43


~ Bem-vindo a pior ilha do mundo ~
População: depressiva
Catando os cacos de orgulho da última investida


— Tá de sacanagem! —

Então, era assim que se parecia o fundo do poço, depois de uma batalha sangrenta em Loguetown contra um pirata rubro, eu me via tomando uma surra de um velhote com um pedaço de madeira no meio de uma floresta. Aquele desgraçado não apenas escapou de cada um dos meus golpes, ele conseguiu me arremessar a metros de distância.

Apesar da dor no meu braço direito, não parecia tão ruim já que eu podia mexê-lo e, felizmente, eu era canhoto. Mas enquanto me preparava para voltar a batalha, fui pego de surpresa por uma dor de cabeça que me fazia cambalear, por um instante fiquei realmente preocupado — Será que foi por causa do último ataque ?! — Me perguntava, mas não fazia sentido já que eu havia sido acertado no braço e não na cabeça.

Pode parecer algo estúpido de se pensar no meio de uma batalha, mas ser acometido por um dano do qual eu sequer sabia a origem era algo perigoso. Será que ele tinha parceiros ? Ele me injetou algo pelo meu ponto cego ? Foi a arma dele que fez isso ? Ou será que era algum efeito da floresta ? Mas nesse caso, ele não deveria estar sofrendo por isso também ?

Eram muitas perguntas que explodiam na minha mente e me jogavam longe daquele lugar. Mas como de costume, meus devaneios não duravam muito e eu logo era trazido de volta a realidade pela sensação de alguma coisa escamosa em minha mão e um barulho fino, porém alto — Ssssssshhhhhh! — Finalmente me dava conta de que aquele desgraçado havia me jogado bem em cima de uma cobra gigante.

Não sou perito em zoologia, tão pouco um ofidioglota capaz de entender a língua das cobras, mas não tinha como confundir o aviso que aqueles olhos "gentis" me davam: "caro senhor bonitão, poderia por gentileza dar-me licença já que estou sendo gentil em não devorá-lo ? Grato." Claro que eu não iria ser tão indelicado com minha tão educada colega escamosa, por isso mesmo começaria a correr a toda velocidade em direção ao meu oponente velhaco, mas mesmo naquela situação eu ainda tinha de estar preparado para o combate, por isso curvaria um pouco meu corpo de forma que ficasse mais próximo ao solo enquanto corria.

Com uma mandragora gigante atrás de mim em uma selva escura, eu precisava usar todas as cartas que tinha ao meu favor, por isso seria uma boa ideia fazer a criatura seguir o meu decrépito oponente, meu plano de pesca ainda poderia ser feito, mesmo que com algumas alterações. Mesmo que ele tivesse ótimos reflexos e uma golpe poderoso, ainda era velho, quero dizer: não tem como aquele velho ser mais rápido do que eu, tão pouco enxergar melhor que um jovem naquela floresta densa... não é mesmo ?

Usaria o fato de estar próximo ao solo para usar minha mão direita para pegar um pouco de terra/lama do solo e assim que eu me aproximasse do meu adversário, eu tentaria jogar a terra/lama em seus olhos e então saltar enquanto girava meu corpo para a esquerda em meu próprio eixo, por fim disferindo um golpe diagonal feito de cima para baixo mirando na cabeça do meu oponente.

Mas não ficaria ali para ver o resultado do meu golpe, continuaria me movendo e mudaria minha trajetória de forma que o velhote ficasse entre mim e a mandragora, a menos que isso me fizesse correr na direção de outras cobras, nesse caso eu tentaria partir para cima do velhote e chamar sua atenção para mim utilizando uma estocada com o jutte, mas independente de se o acertasse ou não, continuaria avançando para cima dele enquanto seguia a trajetória que este tomasse e então tentaria agarra-lo com meus braços, por fim eu tentaria arremessá-lo ou pelo menos empurrá-lo para cima da cobra que viesse na nossa direção naquele momento enquanto me afastaria para a região mais vazia do perímetro.

Se nenhuma cobra viesse na minha direção, eu ainda executaria o meu primeiro movimento de jogar terra no meu oponente, mas ao invés de tentar jogá-lo em cima das cobras, eu tentaria usar a tática da estocada + agarrão para joga-lo no chão e em seguida pegar sua arma e jogá-la na direção das cobras.

Porém, independente de qual rumo aquela situação tomasse, enquanto a cobra viesse na minha direção, eu tentaria sempre manter o velhote entre mim e a mandragora ou então tentaria correr para um local mais claro no caso dela me perseguir e a tática de usar o velhote não funcionasse.

Como um combate não era exatamente o que eu tinha em mente naquela situação, mas sim fazer meus inimigos se enfrentarem até que um estivesse morto e o outro ferido o bastante para ser abatido por mim, tentaria sempre me manter em movimento e minha defesa não seria tão importante quanto minhas táticas de distração, porém, se ainda fosse necessário utilizá-las, tentaria fazê-lo em movimento, de forma que não atrapalhasse meus movimentos.

Independente de quem me atacasse, eu tentaria me manter perto de uma árvore se possível e assim que meu oponente tentasse me atacar, eu inclinaria meu corpo em direção a árvore para atraí-lo e então usaria o meu pé para empurrar o tronco da árvore e me empurrar na direção oposta enquanto moveria meu jutte na horizontal afim de acertar o que quer que me oponente usasse para me atacar e fazer o ataque seguir de encontro para o tronco da árvore.

Porém, se não houvesse árvores por perto ou este movimento se tornasse inviável por alguma razão, eu apenas moveria meu jutte na horizontal, lançando o ataque para uma direção enquanto jogaria meu corpo na direção oposta.



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MensagemAssunto: Re: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva - Página 3 EmptySex 27 Jul - 14:03

Coldraz sabia dos perigos que estava correndo naquela situação tão complicada. Mesmo assim, ele não poderia desistir, e um novo "round" da batalha de iniciava: vem a cobra próxima de si, o caçador de recompensas se levanta e começa agora uma investida novamente contra o velho Remy.

Ao longo de sua curta corrida, ele pegava um pouco daquela lama nojenta que cobria todo o chão do local, sentindo-a fria e úmida em sua mão, talvez até com algum inseto no meio. De qualquer forma, alcançando o adversário, ele tentava lançar a lama em seus olhos, falhando, fazendo a substância marrom passar ao lado do rosto do velho pirata, e acertar uma árvore um pouco atrás.

O jovem tentava então um golpe, saltando e girando em torno do próprio eixo, acertando a cabeça do pirata com força, mas não impedindo que Coldraz também recebesse o golpe: um movimento ascendente com a clava, lento, mas que o pegava, acertando como uma porrada em sua coxa direita, causando certa dor, e lançando o garoto para o lado e até um pouco para cima, de forma que ele voava na direção da mesma árvore para onde sua lama fora.

Ele se choca com o braço esquerdo no tronco, sentindo um extrema dor nele, e fragilidade. E então, quando cai no chão, também bate o mesmo braço no solo, e apesar de não ser muito duro, pela forma que caiu e o dano anterior,ele sentia o partir. O osso de seu ante-braço se rompia quase no meio, fazendo até se abrir um certo ferimento no braço, por onde o osso quebrado ficava exposto, e sangrava. Agora tinha seu braço predominante incapacitado(a pedido do próprio player, por sinal).

Apesar disso, a situação não era tão fora do que ele havia planejado. Agora estava realmente em uma posição que talvez favorecesse seu plano: logo a pouco mais de 1 metro a sua frente, o pirata Remy Nuffes, de lado, pois percebia a rápida aproximação da gigantesca cobra, que vinha a seu encontro.
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MensagemAssunto: Re: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva - Página 3 EmptySex 27 Jul - 16:48


~ Bem-vindo a pior ilha do mundo ~
População: depressiva
Aaaaarrrrrgggghhh!!!!


— Boa! — Exclamava ao acertar a cabeça do meu velho oponente e, não vou mentir, a sensação foi boa, sentir a vibração do impacto do meu jutte acertando seu crânio era como um alívio. Um pouco daquele orgulho que foi despedaçado na minha primeira investida havia sido recuperado... infelizmente esse orgulho durava apenas alguns instantes.

Crack! eu sentia antes de perceber, meu braço estava quebrado, embora que quebrado era quase que um eufemismo, eu consegui ouvir o barulho de alguma coisa se partindo, e o osso exposto somado ao sangramento me diziam exatamente o que era.

— TÁ DE SACANAGEM COMIGO ?! — Aquele velhote QUEBROU o meu braço com UM golpe, não existiam palavras para descrever o ódio profundo que eu sentia por ele naquele instante, nem me importava mais com sua recompensa, eu só queria a cabeça daquele desgraçado, e não ia sair dali sem ela.

— EU VOU ARRANCAR SUA CABEÇA SEU VELHOTE! — Gritaria para extravasar um pouco da minha raiva. Eu sei que estava fazendo muito barulho, mas cobras não tem ouvidos, então devia ficar bem, não que isso importasse muito naquele instante, na verdade, minhas prioridades haviam mudado naquele instante:


  1. Matar Remy Nuff da forma mais brutal possível.

  2. Conseguir a carcaça de uma Mandragora para a cientista gostosa.


Eu não tinha esperanças de mover aquele meu braço tão cedo, na verdade, com base no meu conhecimento médico e de anatomia, as chances de eu acabar me tornando destro no futuro eram bem altas, já que não tinha esperanças de sequer mover aquele braço novamente. Enfim, pensando nisso eu pegaria meu jutte e o empunharia com a mão direita, quero dizer, não deve ser tão difícil lutar com a outra mão, não é mesmo ?

Uma pessoa inteligente deixaria a Mandragora matar o pirata, principalmente depois de arriscar sua vida e sofrer sequelas graves para colocá-lo como alvo dela; uma pessoas MAIS inteligente ainda, deixaria aquele local e só voltaria com reforços. Mas eu não podia simplesmente voltar para o navio com um braço quebrado e nenhum espólio da batalha, com que cara eu iria encarar as 3 donzelas que me esperavam ? Meu harém pessoal se tornaria um sonho distante se eu fizesse isso.

Não! Não era apenas questão de matar o pirata ou pegar a Mandragora, eu precisava fazer os 2 e voltar triunfante, por isso eu tentaria acompanhar o ritmo dos meus oponentes enquanto executava minha investida, tentaria me manter um movimento atrás da cobra, de forma que o ataque dela abrisse brechas em Remy e me permitissem atacar. Além disso, tentaria manter Remy entre mim e a mandragora o tempo inteiro, de forma que o pirata fosse o melhor escudo que eu poderia pedir naquela situação.

Meu primeiro ataque viria logo depois do primeiro movimento da mandragora; seguindo a trajetória que o Remy tomasse, eu tentaria permanecer correndo com o corpo elevado, ao contrário da minha investida anterior em que tentava me agachar e ficar próximo ao solo, faria isto para que ao me aproximar do meu oponente, eu erguesse o jutte para o alto, como se para realizar um golpe vertical, e então tentaria usar meu pé esquerdo para dar uma pisada em seu joelho e debilitar seu equilíbrio e atenção.

Uma vez feito meu movimento, independente do resultado, eu tentaria agora realizar um segundo golpe, movendo meu jutte na vertical em um movimento feito de cima para baixo, ou simplesmente abaixando meu braço com velocidade, no caso dele ainda estar levantado, eu tentaria acertar o topo de sua cabeça.

Finalmente eu terminaria girando meu corpo no meu próprio eixo para realizar um golpe diagonal feito de baixo para cima, enquanto me agachava para disferir um golpe visando acertar sua mão ou braço que estivesse empunhando sua arma. Tentaria fazê-lo em sequência ao anterior, de forma que o movimento de abaixar de um se atrelasse ao do outro, resultando em um ataque sequencial e mais rápido. (Pense numa rasteira, mas usando o jutte para atacar por baixo).

Podem parecer estranhos esses movimentos falsos e repentinos, mas na minha mente eles faziam total sentido. Eu já ouvi histórias sobre guerreiros tão rápidos que pareciam desaparecer bem na frente de seus oponentes, mas eu não era um deles, então eu precisava utilizar de métodos mais infantis e bobos para dispersar sua atenção, fazendo ele se concentrar não apenas na minha arma, mas em cada pequeno movimento do meu corpo, talvez assim seu tempo de reação diminuísse e eu tivesse uma chance.

Minha defesa principal seria usar Remy como alvo para a cobra e a cobra como alvo de Remy, por isso tentaria me afastar da mandragora sempre que ela se aproximasse, mesmo que isso interrompesse meus movimentos, mantendo Remy entre mim e ela para evitar que ela decidisse ir atrás de uma carne mais fresca e atraente.

Porém, se eu fosse alvo de algum ataque, independente de quem fosse meu oponente; Remy, a mandragora ou qualquer outra criatura que pudesse se juntar a batalha naquele momento crítico, eu tentaria me afastar cerca de 1 ou 2 passos para trás, e então moveria meu jutte diagonalmente em um movimento feito de cima para baixo, visando acertar o que quer que meu oponente usasse para me atacar, com o intuito de desviar o golpe para baixo em uma direção, enquanto ao mesmo tempo jogava meu corpo para o lado oposto.

Cada movimento sendo visado para fazer o ataque perder a força conforme se aproximasse. Aumentando a distância necessária a ser percorrida ao dar os passos para trás; usando a gravidade como aliado para desviar o ataque para baixo e por fim, jogando meu corpo para longe do meu oponente. Depois de tanto tempo executando a mesma defesa, queria testar essa minha nova lógica defensiva.



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MensagemAssunto: Re: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva - Página 3 EmptySex 27 Jul - 23:20

Apesar do caos ter tomado conta por um instante, e Coldraz quebrado seu braço predominante, ele não desistia, empunhando o jutte com a mão direita. Naquele instante, notava algo estranho. Era como se sua mão se encaixasse perfeitamente na empunhadura da arma, ou como se a arma tivesse um formato incompatível com sua mão.

Ainda assim, era a forma que tinha. O juveníl caçador de recompensas volta então sua ofensiva para o pirata Remy, agora tentando ficar um movimento atrás do cobra, que também estava se aproximando. Em um instante ela estava próxima, e tentava atacar o bárbaro com uma mordida, contudo ele se esquivava para trás e levantava a maça, afastando a cobra. Era o instante perfeito para Coldraz, que agora surgia erguendo seu jutte e acertando no queixo do homem, que em meio ao ataque a criatura não o percebia chegar.

Ainda na sequência, Coldraz tenta outro golpe vertical, na direção contrária, de cima para baixo, notando neste instante que o primeiro golpe que acertara na cabeça do inimigo havia deixado um enorme galo, que era acertado novamente com o golpe. Remy tonteava. Mas Coldraz também.

Afetado de novo por fortes dores de cabeça, um longo calafrio que o percorreu, e a fraqueza que fazia suas pernas bambearem, ele involuntariamente se apoiaria no pirata, que estava fazendo o mesmo. Era então a vez da cobra.

Ambos eram atingidos com força e lançados, com velocidade, a metros de distância, rolando e sentindo dores. Coldraz em especial sentia um certo desconforto na região torácica, com uma certa dor, mas que não era absurda como a de seu braço. Estabilizava novamente, parando de sentir a fraqueza, mas persistindo com uma leve dor de cabeça.

E a cobra avançava velozmente contra eles. Agora ambos, lado a lado, ainda no chão, eram alvos igualmente propícios para a grande criatura.
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MensagemAssunto: Re: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva - Página 3 EmptySab 4 Ago - 16:11


~ Bem-vindo a pior ilha do mundo ~
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Pescando a Mandragora


Aquela situação estava começando a me incomodar de verdade, eu já estava com tantos problemas que listá-los seria uma perda de tempo e provavelmente colocariam um ferimento fatal na lista de incômodos. Por isso, não tinha muito sentido ficar pensando nessas coisas.

Felizmente, essa fraqueza repentina me elucidava novamente. Meu ódio do pirata não havia diminuído nem um pouco e meu plano de levar sua cabeça permanecia, porém, eu ainda estava atrás da carcaça daquela cobra gigante, então estava na hora de começar a me aproveitar das cartas que tinha, isso mesmo meus amigos, o plano pescar a cobra estava de volta e com força máxima.

Para começar, eu me levantaria rapidamente e em seguida tentaria dar um chute em Remy, tentando empurrá-lo na direção da mandragora enquanto eu corria na diagonal, escolhendo o lado com menos criaturas agressivas e mais obstáculos para tentar bolar uma estratégia. Porém, se o Remy houvesse se levantado antes de mim, eu então tentaria agarrar seu pé ou acertá-lo com meu jutte, o que fosse mais conveniente no momento, afim de derrubá-lo e então correr deixando ele entre mim e a cobra, usando o mesmo método descrito anteriormente para escolher o lado para o qual eu correria.

Independente do que acontecesse enquanto eu tentava escapar, eu tentaria me afastar da cobra e encostar minhas costas em uma parede ou pedra bem grande ou qualquer coisa do tipo, o que houvesse por perto naquele momento, e então atrair a mandragora jogando qualquer coisa que houvesse por perto naquele instante (pedras e galhos, por exemplo), porém se não houvesse nada, eu tentaria chamá-la gritando e acenando com minha mão boa — EI! AQUI SUA MINHOCA TURBINADA! — e esperaria que isso chamasse sua atenção, porém, no pior dos casos, se não houvesse nada para jogar nela e chamar não funcionasse, eu então tentaria jogar meu jutte e gritar novamente — EU ESTOU FALANDO COM VOCÊ, MERDA! —

Acho importante destacar que eu só faria isso DEPOIS que ela atacasse o Remy, isso é, se ela estivesse atacando ele. Do mesmo modo que eu só tentaria jogar coisas nela e gritar se ela ainda não estivesse atrás de mim, parando de atiça-la no caso dela começar a avançar na minha direção.

Se a mandragora viesse na minha direção, eu tentaria esperar até o último segundo possível e em seguida usar minha mão direita para segurar na lateral do tronco ou da pedra ou do que quer que estivesse atrás de mim, em seguida girando meu corpo na direção que eu segurava, enquanto puxava meu corpo afim de me jogar em uma diagonal para longe da cobra, na esperança de que ela atingisse a árvore/pedra e ficasse zonza ou derrubasse a estrutura em cima de si mesma, afim de facilitar meu trabalho.

No caso da mandragora ficar incapacitada ou zonza, fosse pela minha estratégia, por estar devorando o pirata ou qualquer outro motivo, eu imediatamente tentaria atacá-la usando minha técnica Golpe na Cabeça ou apenas acertando seu olho com uma estocada do meu jutte. Porém, se eu estivesse sem o meu jutte, eu tentaria acertar seu olho com uma pedra, galho ou qualquer coisa que houvesse por perto no momento; em último caso eu tentaria dar um soco no seu olho com minha mão direita. Em seguida, tentaria acertar seu outro olho ou me afastar e ficar de costas para uma árvore/pedra, caso ela já demonstrasse que iria me atacar antes que eu pudesse efetuar um segundo golpe.

Além do mais, não importava como a luta prosseguisse, sempre que houvesse uma oportunidade, eu tentaria ficar de costas para uma árvore/pedra e usar o método descrito anteriormente. Do mesmo modo que se ela ficasse incapacitada de algum modo, eu tentaria usar o método da estocada no olho descrito anteriormente. Não haveria uma ordem pré-definida para como eu faria, dependendo da conveniência e condições, realizando um movimento de acordo com as condições já descritas que a situação me proporcionasse.

Tentaria evitar confronto direto com o Remy, na verdade eu preferia que a mandragora o matasse logo. Tentaria atacar a mandragora enquanto esta estivesse concentrada em Remy, avançando pelas suas costas ou então deixando Remy como escudo entre mim e ela, e quando eu fosse atacar, tentaria chutar ele na sua direção e então efetuar meu movimento. Claro que isso não se aplicaria quando eu estivesse tentando atrair ela.

No caso do Remy me atacar, eu tentaria acertar sua boca com meu jutte em um movimento horizontal feito da esquerda para a direita e em seguida me afastar, ou então jogar meu corpo para o lado enquanto chutava seu pé afim de que este tropeçasse e caísse.



Golpe na cabeça:
 

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MensagemAssunto: Re: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva - Página 3 EmptyQua 8 Ago - 0:34


Em um ato um tanto quanto desesperado, Coldraz se levanta rapidamente, tentando aplicar algum golpe com a perna/pé no pirata Remy Nuffes - que estava longe de ser um chute, afinal ele não tinha nenhuma habilidade de luta com o corpo, mínima que fosse. De qualquer forma, aquilo conseguia, de certa forma, atrapalhar o levantar do pirata, mas não muito.

O Stine sai então em corrida, vendo a cobra vir, e logo atrás dele vai Remy, não tendo o despistado com o outro golpe, como esperava. - EI! VOLTA AQUI SEU MARINHEIRO COVARDE! - Gritava o velho, a menos de um metro do jovem, segurando seu grande porrete. E a cobra cada vez mais perto, fazendo crescer o desespero mais ainda. - NÃO ME DEIXA SOZINHO COM ESSE DEMÔNIO!

Num timing quase que perfeito, Coldraz vê a cobra muito próxima, voraz, e uma oportunidade. Estava próximo de um tronco seco e quebrado de certa de 2,5 metros, e então ele gira, sendo acompanhado por Remy que salta para o lado, e ambos escapam vendo a grande serpente se chocar de cabeça com o resto do que um dia fora uma árvore.

A cobra tonteia. Seria o momento perfeito para o caçador de recompensas, se não fosse um acontecimento peculiar: quando a mandrágora bate contra o tronco, ele balança um pouco de um lado para o outro, e então despenca na direção de Remy e Coldraz, que sem tempo para a reação, são pegos pelo tronco. Os dois sentem grande dor por um instante, e desmaiam...

- Ei, psiu, seu merda... - Coldraz abre os olhos lentamente, sentindo uma grande dor em seu tronco, interna. Tirando isso, havia também um certo apertar em torno de si, na altura de seu peito. Ele vai recuperando aos poucos seus sentidos, até perceber a situação em que estava: Enrolado pela grande cobra, com as costas coladas com Remy Nuffes, que também estava naquela situação. Ambos estavam sendo esmagados, com os braços presos, mas as pernas soltas, apesar da evidente dificuldade de se desvincilharem daquilo. Talvez, se combinassem forças...
Ferimentos - Coldraz:
 

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MensagemAssunto: Re: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva - Página 3 EmptySeg 13 Ago - 20:16


~ Bem-vindo a pior ilha do mundo ~
População: depressiva
Churrasco de Cold mandragora


~ Início do Sonho ~

Como era de se esperar, meu plano havia funcionado perfeitamente. Levantando heroicamente e atraindo a mandragora até uma árvore apodrecida, meu sucesso era evidente, e como o esperado, a criatura acertava em cheio a árvore, que caia sobre ela, esmagando seu crânio enquanto se contorcia de dor; sua cauda agitada balançava para todos os lados em busca de uma saída enquanto a besta dava seus últimos suspiros.

Finalmente minha tarefa estava completa, mas não era isso que levantava meu humor. Aquele rato velho escapava da cobra ao me seguir, lamentável, mal sabia ele que ser esmagado, devorado ou até mesmo inchar e morrer com o veneno da cobra seria melhor do que o esperava agora que não havia mais nada em nosso caminho.

— Péssima escolha, velhote! — Dizia enquanto caminhava lentamente na direção do meu oponente, que se encontrava caído no chão devido ao salto brusco que deu ao me seguir — Você faz ideia da humilhação que vai ser aparecer com este braço quebrado ?! — apertava firme meu jutte — Talvez eu ainda consiga olhar ela nos olhos, se levar sua cabeça como troféu. —

Eu não faço ideia do que o velhote viu enquanto eu erguia meu jutte, mas o que eu enxergava caído no chão não podia mais ser chamado de "homem", era um verme, tão branco quanto a neve, mais fedido que aquele pântano e com olhos que morriam a cada passo que eu dava em sua direção.

Um simples balançar do meu braço foi o suficiente e, não consigo explicar como ou quando aconteceu, mas conseguia enxergar um vapor vermelho emanando do meu corpo enquanto a cabeça de Remy rolava pelo chão até os meus pés; eram como labaredas furiosas, mas ao invés de consumirem meu corpo e tomarem minha vida, se fundiam ao meu ser, mornas e tementes a minha vontade, afastando minha consciência do corpo, como se toda a dor e sentidos desaparecessem por completo em uma tranquilidade eterna.

O resto foi fácil, carregando a cabeça de Remy amarrada na minha cintura e a carcaça da mandragora de 7m no meu ombro esquerdo, eu finalmente chegava no navio, Marianna correndo aos brandos em minha direção; seu abraço brusco me fazendo derrubar a carcaça da cobra no chão enquanto ela dizia — Ei, psiu, seu merda... —

~ Fim do Sonho ~

Meus olhos então se abriam lentamente e, ainda um pouco zonzo, começava a olhar ao meu redor, a árvore havia caído de fato, mas não esmagava a cobra, muito pelo contrário, a cobra que me esmagava, e o pior de tudo, juntamente com aquele pirata desgraçado. Suspirava totalmente decepcionado e, se chegasse perto o suficiente, também poderiam ver que uma lágrima escorria do meu olho enquanto eu proclamava as palavras mais verdadeiras que já havia dito em toda a minha vida — Eu odeio a Grand Line. —

Desde que cheguei nesse lugar, a única coisa boa que me aconteceu foi conhecer a Mirella, decotes de falcão... Só isso, nem um selinho ou a Marianna se despindo por causa do calor. Eu não sei você, mas sinceramente, morrer esmagado por uma cobra em um pântano e contar com o rosto de um velhote como a última coisa que você vai ver nessa vida, não estava compensando nem um pouco todo o sofrimento pelo qual eu estava passando.

E eu não fazia ideia de como sair daquela situação que só piorava. *Suspiro*. As vezes eu imagino se não teria sido melhor ter terminado a escola, me tornado um arqueólogo de renome e feito fortuna da forma convencional: trabalhando... Não, isso ainda era melhor, enfim, não ligue para os devaneios de um jovem moribundo.

Talvez você esperasse mais de alguém tão genial quanto eu, um estudante exemplar, mulherengo sedutor de marinheiras e boa pinta, por isso queira me desculpar MAS; com o osso do meu braço dominante saindo para fora, sem qualquer auxílio de armas de fogo ou afiadas, completamente preso por uma cobra e sendo esmagado, o melhor que eu conseguia pensar era — Tá legal, velhote, tenta fazer alguma coisa de útil nessa sua vida de merda e começa a empurrar o corpo dessa coisa — diria enquanto começava eu mesmo a empurrar o corpo da mandragora.

A princípio eu tentaria empurrar com a minhão mão direita, mas tentaria também usar ambas as minhas pernas afim de "alargar" minha prisão. Esperava que com ou sem a ajuda de Remy, eu pudesse criar uma brecha grande o suficiente para escapar e se eu conseguisse, não pensaria duas vezes antes de tentar sair pela abertura criada e me afastar da mandragora, de preferência deixando o pirata preso, afinal, eu ainda teria que matá-lo depois de qualquer modo.

Se minha tática não estivesse funcionando e eu não estivesse conseguindo me soltar, eu precisaria recorrer a medidas mais extremas. Tentaria alcançar uma caixa de fósforos no meu bolso e então ascender um e jogá-lo no tronco seco de antes e criar uma pequeno incêndio controlado e quem sabe alguma fumaça. Não faço ideia de como isso iria me ajudar, mas queria tentar isso antes de partir para o meu próximo plano suicida.

Se eu não conseguisse me desprender da mandragora e meu plano de espantar ela com o tronco em chamas não funcionasse (não sei nem PORQUE funcionaria), eu daria um suspiro e faria algo que eu realmente não queria, ascenderia um segundo fósforo e tentaria atear fogo em Remy, começando pelo pano de sua roupa. Tentaria levar o fósforo até sua frente para não ser muito afetado. E se eu conseguisse começar o fogo nele, diria — Eu só quero que saiba que isso É pessoal e eu NÃO sinto muito. Também vou levar sua cabeça se eu escapar — e esperaria até que a mandragora decidisse soltar o corpo em chamas e me libertar no processo, ou ao menos deixar uma brecha pela qual eu pudesse escapar. Mas e se ela gostasse de churrasco ? Bom, eu espero que a Marianna seja uma médica MUITO boa, por que eu vou precisar.

Independente do modo que eu escapasse, se eu conseguisse me libertar, tentaria me afastar da mandragora e procurar por um galho ou pedaço de madeira que houvesse por perto, em seguida colocando fogo neste com um fósforo e se alguém tentasse me atacar, balançaria este na minha frente para afastar meu adversário enquanto jogava meu corpo para o lado afim de evitar ao máximo qualquer tipo de contato.

Também jogaria fora qualquer peça de roupa minha que começasse a pegar fogo e no caso de ser a minha pele ou cabelo, tentaria usar minha blusa ou peça de roupa que não estivesse em chamas, para enrolar na área e abafar o fogo, por que é como mamãe ensinou: fogo e oxigênio são amiguinhos inseparáveis, sem oxigênio, não tem fogo.



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