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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 7 EmptySex Maio 25, 2018 4:06 pm

Relembrando a primeira mensagem :

Stranger Family - Wild Creation

Aqui ocorrerá a aventura dos piratas Royce Khajit e Ken rock e da civil Layla Morningstar. A qual não possui narrador definido.


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TerryBogard
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 7 EmptySeg Jul 23, 2018 4:01 am


Ilha


Meus ferimentos haviam sido tratados, logicamente ainda estavam longe de serem curados, porém aquilo já era um início. Meu novo corpo ainda me incomodava bastante, mas, desde que ele não impactasse em minhas habilidades de combate, passado o choque inicial, decidi que eu não me importava, não importa minha aparência, eu ainda sou aquele que iria ser o salvador do mundo.

Após ter ouvido a fala da menina loira, tentaria me levantar apesar dos ferimentos e pegaria minha naginata com a mão direita, e tentaria apoiá-la no chão, com a parte da lâmina virada para cima, e ainda a usaria como bengala caso necessário. Assim que tivesse a chance, entraria na conversa, pigarreando para fazer notarem minha intenção de falar.

- Não sei quem são vocês e nem contra quem estão lutando, e honestamente não me importo, mas aqueles soldados cometeram o erro de se colocarem em meu caminho. - Faria um pausa, e então continuaria, em um tom determinado - Pelo que entendi vocês pretendem reunir forças para irem contra quem quer que esteja comandando eles, se for este o caso, não teria problemas em ajudá-los a massacrar eles.

Meu objetivo naquela ilha estava completo de certa forma, eu havia conseguido um médico porém também recebido ferimentos piores no meio do caminho, ferimentos causados por aqueles soldados que defendiam o castelo. Aqueles malditos tiveram a audácia de me ferir, eu, o futuro salvador do mundo, com certeza não faria mal esmagá-los como formigas enquanto procuro um jeito de sair da ilha e seguir minha jornada.

Caso perguntem quem eu sou e o que queri, responderia estoicamente: - Sou Jurgen E. Rutherford, e no momento meu objetivo é esmagar os crânios daqueles soldados e de seus comandantes.

Se por acaso recusassem minha ajuda, bufaria e sinalizaria para que Rise viesse comigo, viraria as costas para o grupo e andaria novamente na direção da cidade.

Caso aceitassem minha ajuda, seguiria para onde eles indicassem, sempre alerta a qualquer perigo.

Em todos os casos, seguiria caminhando, naginata em punho, atento a qualquer manifestação ofensiva, caso percebesse um ataque vindo, ergueria minha naginata na mão direita e, colocando toda a força no braço, desferiria um corte em diagonal, mirando o primeiro inimigo(s) que se colocar em meu caminho e/ou que eu perceba um ataque vindo.

Caso visse que, em algum momento, seria impossível contra atacar um ou mais ataques de um ou mais inimigos, tentaria bloquear usando o cabo da naginata como barreira, e então empurrar o inimigo de volta para trás aplicando toda a minha força, e então contra atacar com o golpe descrito acima, e caso seja impossível, faria o máximo para resistir ao ataque e aguentar a dor, e então contra atacar, caso o golpe viesse de uma arma com lâmina, tentaria furiosamente apará-lo com a lâmina de minha naginata, e faria o descrito acima.

Caso fosse atacado vários inimigos ao mesmo tempo pela frente, ergueria minha naginata com as duas mãos e, com today minha força, desferiria um longo golpe horizontal em forma de meia lua, com o objetivo de acertar vários inimigos de uma vez, e então tentaria continuar pressionando-os com uma sequência de cortes em todas as direções para atingi-los.

Se por acaso tentem me cercar e atacar por todas as direções, ergueria novamente a naginata com as duas mãos ao redor do corpo, e flexionaria bem os joelhos, para então girar os calcanhares em 360 graus e desferir um golpe giratório com a naginata, na intenção de atingir vários inimigos ao mesmo tempo, e então tentaria continuar pressionando-os com uma sequência de cortes em todas as direções para atingi-los.

Na primeira chance que eu percebesse um inimigo com a guarda baixa, contra atacaria o(s) meu(s) adversários com uma sequência de cortes sucessivos horizontais e diagonais com a minha naginata, buscando sempre colocar o máximo de força nos músculos dos braços, para causar maior dano aos inimigos atingidos pelos meus golpes, caso algum deles tente se aproximar para acertar pelas pernas, desferiria uma furiosa porretada com o cabo da lança de preferência na cabeça do adversário, usando toda a minha força, apenas para impedi-lo(s) de causar danos naquela região, mesma coisa com hipotéticos ataques pelas costas que eu consiga escutar chegando, faria um giro em 360 graus e tentaria acertar uma furiosa porretada com a lança no atacante. Caso eu seja atacado com projéteis pequenos, tentaria bloqueá-los levantando o cabo de minha lança em suas direções, e tentando resistir caso seja atingido. No caso de projéteis maiores como balas de canhão, tentaria me esconder atrás de alguma estrutura firme caso disponível, caso não, tentaria resistir.


Tentaria lutar mesmo ferido, mas caso eles não permitissem que eu me movesse bem, grunhiria em frustração e me ajoelharia, ainda com a naginata em punho.



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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 7 EmptySeg Jul 23, 2018 10:21 am

#017
Deitado e escorado na árvore, apreciava a vista do castelo pegando fogo e de toda a destruição que o exército causou contra aquele castelo que em alguma horas seria a nossa sede para o sindicato pirata. Talvez tenha sido obra do destino, algo tão grande chamaria muita atenção de pessoas indesejadas e com certeza atrapalha nossos planos de conseguir dinheiro através do sofrimento das pessoas.

“Preciso sentar e conversar melhor com o gatinho, analisando esse exército que atacou o castelo, precisaremos de algo grande com o poderio similar ou até mesmo descobrir o caralho de um podre para partir esse poder e assim enfraquecê-lo. E para isso precisaremos de alguém das ruas que saiba tais informações! Não creio que essa puta loira e aquela vadia mirim possam ter tais informações! Está na cara que elas não convivem com esse tipo de pessoas! Podem ter convivido por um curto período mas, isso não quer dizer que tenham condições das mesmas!”


Refletiria sobre esses e outros assuntos e não me manifestaria enquanto a loira fizesse os socorros aos meus ferimentos. Hora ou outra passaria a mão em seu corpo, analisando sua bunda e seios com a desculpa que estaria me posicionando para lhe proporcionar um melhor atendimento aos meus magníficos ferimentos.
Após o tratamento, pegaria a lança com a cabeça do Monk e faria alguns carinhos em sua careca enquanto pensava mais um pouco comigo… “huuummm…. como um verme como você conseguiu esse castelo? Quais os segredos que você tinha? Infelizmente você está morto e não vou conseguir obter as respostas para essas perguntas! Muito Obrigado por não ter me contado!”

Aplicaria um tapa na careca, acomodaria a lança novamente ao local e me colocaria de pé novamente, escoraria o meu corpo na árvore para auxiliar. Olharia aquela puta de corpo grande perguntando. Caminharia em sua direção enquanto a mesma falava e com um comportamento amigo, começaria a alisar o seu corpo dizendo…- Calma minha vadia gigante! Esse tritão aqui só precisa de ajuda para aliviar esse saco azul gostoso! Como se chama vadia??

Continuaria a alisar o seu corpo esperando sua resposta. Ao escutar o seu nome e objetivo de vida gargalharia e provocaria a ruiva…- Olha só vadia musculosa, a vadia gigante também quer destruir as coisas! O que há com essas mulheres de hoje em dia! Fique calma Juju e esfrie essa pepeca!... Nesse momento passaria a mão em seu órgão genital e ao sentir algo que não deveria estar ali gritaria com os olhos arregalados ….- Eita porra!! É cilada Big. Essa puta é homem ou melhor é um traveco !!

Me afastaria cuspindo em minhas mãos e a limpando em meu corpo pensando…” Porra, logo agora que queria comer uma mulher gigante”... Talvez ao longo de meus pensamento uma lágrima ou outra de tristeza escorreu em meu meigo rosto azul. Triste, me deitaria de conchinha com a ruiva, afagaria os seus seios musculosos dizendo… - Ainda bem que você tem pepeca!... Caso ela não estivesse por ali, voltaria a minha árvore e sentaria.

Caso o mink retornasse com os outros membros olharia para eles com um sorriso e diria... -  todo mundo inteiro nessa porra?... Iria em direção a eles e caso a criança estivesse dormindo, daria um tapa forte em seu rosto para acordá-la e diria… - Acorda caralho, tá pensando que essa porra é uma pousada?... se a mesma começasse a chorar ou ameaçasse a gritar daria outro tapa e pegaria a lança com a cabeça do monk dizendo…. - Escute aqui sua putinha, esse bosta ta morto e você só vai chorar, falar, mijar, cagar, comer, dormir e acordar quando eu mandar entendeu porra?... Caso a mesma dissesse que sim continuaria, se a mesma não falasse nada continuaria a bater nela até a mesma falar algo!

E assim continuaria com o papo cabeça com a pequena infeliz … - Primeiro de tudo quem é Você? O que você era para essa cabeça morta? quem são aqueles putos que atacaram o castelo e o que eles queriam? Quem eram aqueles três vermes que estavam lutando feito pipocas? Quem realmente manda nessa ilha? Quantos anos você tem? Tem mãe ou alguma irmã mais velha gostosa?... Analisaria as suas respostas e daria um croque na cabeça dela e assim me afastaria um pouco.

Me afastaria um pouco até uma árvore e olharia para o mink! Se o mesmo tivesse mais perguntas a garota, as escutaria e após chamaria o mesmo com um gesto de “Vem cá” com as mãos. Se o mesmo viesse conversaria em um tom de voz baixo e calmo… - E ai? Você descobriu mais alguma coisa referente a esses merdas que nos atacaram?... esperaria a sua resposta e continuaria… - Deixa eu te falar, talvez invadir um castelo logo de cara seria algo despretensioso, precisamos achar os caras que mandam no submundo e que conseguem ir e vir em qualquer lado dessa guerra! Assim que assumimos o poder poderemos fabricar e distribuir aquela droga, conseguindo mais poder e dinheiro! Além é claro que você teria acesso a um monte de bugiganga de qualquer rei!... analisaria os pensamentos e o que Royce tivesse a me falar e concluiria … - No final, poderíamos até mesmo eliminar essas vermes que lutam entre si e estabelecer a dependência em nossas drogas, fodendo toda a ilha! E creio que aquele traveco gigante poderá nos ajudar em alguma merda, já que ele pretende mudar o mundo Miajsihshiajshuha!

Esperaria a resposta do mesmo e sorriria me afastaria indo até uma das árvores, me sentaria e conversaria com o Big e Akuma!... - E aí generais, como vocês estão? Estão me surpreendendo, ainda mais você grandão! Todo caralhudo correndo no meio da batalha Muahbsuhauhsuhauha!
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 7 EmptySeg Jul 23, 2018 11:45 am





Royce

WilD MinD



Apoiando-se em Akuma o jovem gatuno seguiu o caminho enquanto sentia os efeitos de forçar o seu corpo…. Mas aí lembrou-se de ter invadido o castelo, ter achado uma sala de tesouros e passagens secretas… Havia finalmente vivido as histórias que ouvia em sua infância, as aventuras as quais haviam-no feito deixar seu lar e com isso sorriu… Era provável que fosse um sorriso deslocado em meio ao sangue, fogo, aço e do grito dos mortos, mas os outros não importavam para o jovem, eles eram eles e se não estavam felizes ou satisfeitos a culpa nada tinha haver com ele e sim apenas com os próprios, pois ele, Royce, estava contente.

- Era uma casa muito engraçada, não tinha teto não tinha nada.

Ninguém podia entrar nela não, porque na casa não tinha chão.
- continuou cantando a velha cantiga, está que talvez fosse uma das poucas lembranças que não se importava em ter de sua terra natal.


Já mais tarde, sobre a colina de ampla vista ao castelo o jovem que agora recebia tratamento médico armou um ‘bico’.... Afinal havia se incomodado antes para ‘tratar’ os outros, havia reclamado de ter deixado as bandagens e outras ferramentas na mochila….

- Você-gara tinha tudo isso lá, nyan? Sabia usar, nyan? E….. - resolveu não terminar a frase para evitar o desgosto. - Tem mais alguma coisa que eu-gara devesse saber, nyan? Fruta que me torna estranho e não me deixa nada, fortaleza que devia aguentar 5 mil soldados, habilidades médicas…. Não que eu-gara esteja reclamando do tratamento, nyan….Mas ajuda saber..

Mudaria de assunto, mas continuando a falar com a Loira enquanto ela o tratava, ou logo após tê-lo terminado.

- A cabeça do tal Monk e a garota… Claro que um pouco do dinheiro são seus. Como parte do trato que fizemos antes. Devem facilitar para você conseguir aliados, nyan. Mostrar que foi capaz de matar um dos condes e pegar alguém da família de refém…. Embora não acho que ela seja de grande valia.. A família dela inteira morreu. - Royce coçava a cabeça antes de continuar. - A não ser que a família tenha alguns outros amigos que pudessem querer salvar a criança por algum código ético moral que só eles entendem. - daria um dar de ombros, afinal um código ético moral não fazia qualquer sentido na concepção de ladrão do jovem. - Falando na garota…. O tritão puto não parece disposto a deixá-la inteira, nyan.

- Deixe-o…. - disse Shizuka sorrindo ao seu lado.

- Porque-gara? Não se ganha nada com isso, nyan. - retrucou Royce Shizuka.

- É só uma humana inferior que não merece nada melhor do que o tratamento que o tritão lhe está dando, essa é a única atitude acertada dele. - completou.

- Ainda acho desnecessário. - continuou falando sozinho olhando para o nada, mas então voltando-se para a loira falou. - Ela-gara é sua, faça o que quiser. - e então fazendo o que fazia melhor o jovem simplesmente ignorou e voltou sua atenção para o que lhe convia… Os furtos.


Passaria o tempo seguinte conferindo os furtos que havia conseguido. Um pouco mais de dinheiro que misturaria ao qual já carregava, botão…. Royce sorriu para este pensando em depois pregá-lo em sua roupa como enfeite, fazendo o mesmo com o clips.


- Posso fazer um tipo de capa cheia de miudezas. - falou baixinho seus planos.


Olhando para os demais e antes de continuar o que pretendia o jovem chamaria o grupo para adentrar um pouco mais a floresta, pegaria sua mochila e avançaria esperando que os outros o acompanhassem e ali procuraria por uma clareira.

- Vamos-gara entrar um pouco mais, façamos uma fogueira para descansar. - Akuma como bom ferreiro deveria ser capaz de fazer uma boa fogueira.

E então ali, já mais protegido pelas árvores e possivelmente com uma fogueira para esquenta-los e propiciar conforto começaria a brincar com as joias usando de sua perícia no mundo criminoso para verificá-las atestando o seu valor no quesito de serem ou não serem verdadeiras, afinal alguns dos tesouros as vezes poderiam servir apenas para aparência e não terem realmente algum valor. ( Usando perícia falsificação pela primeira vez, aewwww)


Depois disso guardaria tudo novamente no pequeno baú, ou ao menos tudo que tivesse constatado ser verdadeiro. Ter-se-ia feito com ajuda da luneta que antes havia pego, usando-a como uma espécie de lupa para verificar as pedrarias.


Comeria se comida lhe tivesse sido oferecida, agradecendo a Cassandra pela preocupação, mas ignoraria o tritão por um momento, Royce não desejava mais problemas e também não era nenhum cachorro pra sair por aí sempre que lhe chamavam, odiava cachorros…. Se o tritão quisesse conversar ele que levantasse.


- So o que a loira-gara falou, nyan. Esse que atacou parece que é o filho do outro rei, mas acho que ele não se dá bem com o pai, nyan… Acho que com o que aconteceu podemos conseguir algum tipo de acordo com o Rei.. Talvez ele queira reaver o poder do próprio exército, talvez matar seu filho. Vai saber o que rei querem. - espreguiçou-se deixando pra lá. - Não tenho como fabricar drogas, e aquela da maluca lá eu perdi em algum lugar… - admitiu e logo ficando bastante cabisbaixo. - Mas se queremos vender algo… Devemos manter a guerra. - falou pensando como um vendedor deveria pensar, mas não que se importasse. Espreguiçou-se de novo. - Mas fico satisfeito com coisas mais simples. - refer-se-ia a diversas coisas simples que lhe agradaria. - Amanhã nos preocupamos com os problemas de amanhã. - com essa vã e sábia filosofia de vida boêmia o jovem deixar-se-ia escorregar para descansar.


- Partimos amanhã. elevou a voz ao falar. - Salão Falso você-gara disse, nyan? - bocejou. - Parece um lugar legal, nyan.



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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 7 EmptyTer Jul 24, 2018 5:51 pm



Narração - Wild Tide Ft. TerryBogard



TODOS

Enquanto Royce vinha com os outros tranquilamente, Ken se mantinha sentado e escorado na árvore, refletindo sobre o que faria a seguir, levando em conta todas as informações que conseguiu desde que chegou na ilha. Nesse tempo, Merlinda começou o tratamento nele, enquanto o tritão analisava o corpo da garota, a tocando para se posicionar melhor e receber o tratamento adequado, ao menos era o que pareceria aos olhos de qualquer inocente que olhasse para aquela cena. Foi então que o tritão pegou a lança, onde estava a cabeça careca do Monk e começou a fazer carinhos na mesma, se perguntando como ele havia conseguido tudo aquilo, sendo quem era.

- Humm! -

Nesse momento, Royce e os outros chegaram, sendo que Akuma chamou a atenção de Ken, que estava refletindo com a careca, logo desviando a atenção do tritão azul. Vendo a garota acordada nos braços de Akuma, Ken pegou a lança com a cabeça do Monk e começou a fazer seu discurso de ódio para a criança, que fazia uma cara de choro, estando novamente com o semblante aterrorizado, igual estava antes no castelo, tudo que ela conseguiu fazer foi falar baixo, quase que sem que os outros conseguissem escutá-la.

- Sim... –

- Huu... Huum! –

Escutando aquilo, Akuma por um segundo puxou a garota, mas logo pareceu concordar com a atitude do tritão, eles tinham que descobrir mais sobre o que estava acontecendo. Foi então que Ken começou com uma pancada de perguntas, que eram respondidas com a fraca voz da garota e alguns sons enquanto ela tentava segurar o choro, conforme ele ia às fazendo, onde ela se encolhia, ainda estando nos braços de Akuma, que não demorava a deixa-la no chão.

- Selena Monk... Hunf... Esse era o meu... Meu pai... Não sei... Hunf... Dois deles eram meus irmãos... Não sei quem manda na ilha... Tenho treze anos... Minha mãe morreu, não tenho irmã... –

- BUAAAAAAH. -

Apesar da garota responder tudo que lhe era perguntado, Ken lhe desceu um cascudo e andou até Jurgen, que estava deitado sem se mover e recebendo o tratamento de Merlinda. Chegando no rapaz deitado, que antes havia sido transformado pelos hormônios aplicados pelo Mink com os poderes de sua mais nova Akuma no Mi, o gigante se levantou com sua arma e começou a falar. Vendo aquilo, Ken começou a alisar suas pernas, que davam o tamanho do tritão, isso se não fossem maiores, ao perguntar seu nome, Jurgen disse, ele sequer ligava para o assédio, estava mais focado em seu objetivo de vida de salvar o mundo.

- Quero só ver isso... Bahahaha! –

Escutando o que Ken disse, a ruiva, que estava deitada se virou para observar o que aconteceria, talvez porque ela soubesse que o gigante havia sido transformado, assim como ele anteriormente. Assim que Ken proferiu sua frase, começou a deslizar suas mãos azuis pelas pernas do gigante, subindo vagarosamente até aquilo que havia entre as pernas de Jurgen, o que ele não esperava era topar com aquele volume proporcional ao tamanho do gigante de quatro metros e meio, deixando o tritão desconfortável com a situação, cuspindo em suas próprias mãos e falando com Big G, que estava descansado deitado, o tritão enorme começou a puxar sua barba, mantendo sua posição com a outra mão apoiando sua cabeça falou de maneira mais bem humorada que o normal.

- Ah, você não sabia? Achei que estava querendo ter uma experiência nova... Hahahaha. O gatinho transformou ele mais cedo. De qualquer jeito, gigante, pode vir com a gente, sem problemas... Pode me chamar de Big G. –

Então Ken foi se deitar com a ruiva, que estava deitada, pegando em seus seios enquanto a garota pegava nas partes do tritão, mesmo que por cima das calças, mas provavelmente o deixando excitado com a situação. Enquanto Ken passava por essa situação com Jurgen e a ruiva, Royce estava sendo tratado por Merlinda, falando com a garota durante o tratamento que recebia da mesma, que o respondeu calmamente enquanto colocava as ataduras.

- Bem, eu não tratei ninguém lá por que não sabia se daria tempo, de qualquer forma, acho que é tudo... Ah, eu era considerada a Rainha dos Pescadores na minha ilha, Meteor Island... Acho difícil de alguém querer essa garota, ela era filha do Monk e provavelmente apenas ele iria querer ela... –

- Eu preciso me vingar, pela minha tripulação... Eu sei que você pode achar desnecessário, mas eu não acho... Bem, acho que vou deixa-la na próxima cidade por onde passarmos! Por enquanto, quero me juntar a vocês... –

Por fim, Royce começou a falar com Shizuka, mas a loira achava que estava falando com ela, falando com ele normalmente sem perceber as loucuras feitas pelo rapaz em sua frente. Se lembrando de um espaço aberto por onde passaram dentro da floresta, Royce conferiu um pouco as joias que pegou, mas logo optou por chama-los, de modo que todos foram com ele, andando por alguns minutos até sumirem nela, deixando para trás tudo que havia ocorrido naquela cidade.

Big G pegou o baú e todos andaram, sendo que Selena acompanhou Merlinda, tentando se manter o mais longe possível de Ken e o mais próxima possível da loira, que não havia feito nada de mal para ela até o momento e Akuma pegou madeira no caminho para usar de lenha e fazer uma fogueira, chegando lá, todos se sentaram, enquanto Royce pegava algumas da peças de ouro do tesouro, checando se algo era fácil, até utilizando a luneta da loira e Cassandra assava a carne de um servo que matou no caminho com seu arco. Após analisar o tesouro, Royce estipulou o valor de cerca de sessenta milhões pelo mesmo, sendo que havia apenas um cálice, uma coroa e um anel falsos, todos dourados, com algumas pedras também falsas, então ele guardou as coisas verdadeiras de volta, quase que ao mesmo tempo que Cassandra falou animada.

- Está tudo pronto, vamos comer! –

- Estava morrendo de fome! –

- Agora sim! –

- Humm. –

Então todos se serviram, com alguns ficando animados, embora a loira se mantivesse calma e Selena não se manifestasse, mesmo assim Cassandra lhe deu um prato de comida e deixou para Big G mais da metade do cervo e Jurgen uma perna inteira do animal de três metros, que Cassandra havia matado e cozinhado. Nesse momento, vendo Royce sozinho em relação aos outros, Ken se aproximou e começou a falar, sendo respondido pelo Mink. Depois de conversar um pouco, se aproximou de Big G e Akuma, que comiam sentados sem se preocupar com o que acontecia ao redor, de toda forma, responderam o tritão empolgados.

- Humm... –

- Hahaha. Você viu só? O Big aqui está cada vez mais caralhudo mesmo! –

Com isso, todos se deitaram para dormir, podendo aprontar ou não, estava prestes a amanhecer, mas de toda forma, não importava, estavam cansados de tudo que havia se passado e o melhor era mesmo descansar. O que nenhum deles esperavam, era que Cassandra havia acidentalmente envenenado a comida, acordando todos quase que ao mesmo tempo com uma contade enorme de ir ao banheiro tentar se livrar daquilo.
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 7 EmptyQua Jul 25, 2018 10:38 am

#018
Depois de uma reunião com os dois tritões, comeria um pouco da comida servida pela Cassandra! Afinal não me lembrava de quando havia feito minha última refeição. Depois de comer, iria até a filha do Monk, pegaria a mesma pelo braço e a jogaria junto de Akuma. Se a loira ou alguém tentasse fazer algo para impedir diria… - Cale a sua boca! Eu e a cabeça morta aqui tivemos uma de homens e ela ficará onde eu mandar!.... Se fosse a loira e ela encostasse a mão suas mãos em meu belo corpo com a intenção de me impedir ou qualquer outra coisa, diria a mesma com um  tom de voz grosso a fim de  demonstrar toda a minha seriedade e perversidade nas palavras… - Escute aqui sua verme, o gatinho juvenil ali concordou em te ajudar! Isso não quer dizer que você vai fazer o que quer na porra desse bando! É melhor vc descansar esse seu cu fedido e nunca mais se intrometer em meus assuntos!

Depois de acomodar carinhosamente a garota, jogando ela no Akuma diria ao mesmo… - Ela parece gostar de vc, então cuide dela essa noite! Não deixe que ninguém suspeito chegue próximo dela, principalmente aquela meretriz cabeça de gema. ficaria deitado pensando um pouco na vida antes de apagar completamente depois de um dia de caos, confusão e algumas mortes por aqui ou por ali.

“Filha da cabeça morta! Se ela não tiver nenhuma serventia teremos que nos livrar dela! Um peso morto. Se bem que o Akuma pareceu gostar dela…. amanhã vejo isso com calma, vou bater umazinha e dormir relaxado e melado”


É claro que antes de tal ato, fui molestar um pouco de nada a ruiva e assim depois de tudo realizado dormi como um anjo.

Acordaria no começo da manhã. meio que forçado devido a uma forte dor de barriga. Teria uma impressão de que uma caganeira da porra estaria por vir. Procuraria, papel, panos ou até mesmo folhas para serem usadas para limpar a minha bunda. E com tudo prontos, arenaria as minhas calças e cagaria por ali mesmo. Forçaria mais um pouco para me certificar de que nenhuma merda ficaria sozinha ali dentro do meu belo esfíncter, limparia o buraco mais azul e lindo que esse mundo poderia ter e me vestiria.

Ainda com um pouco de desconforto devido ao mau estar e também nos meus ferimentos devido a batalha, andaria de um lado para o outro pensando na vida simples e singela que levávamos. Era como uma família feliz, vivendo em cantinho desse mundo cor de rosa. Nesse meio tempo, olharia para a garota filha do morto pensando.

“Acho melhor ficar de olho nela, com os meus belos olhos! Se nós conseguirmos vendê-la, podemos adestrar para cuidar de nossos afazeres! Até que seria legal, preciso pensar em um nome para ela!"

Me sentaria novamente perto do Akuma e da garota, chegaria próximo dele e do Big e conversaria com os dois com um tom de voz baixo…. - Sei que vocês não irão concordar, mas preciso que fiquem de olho nessa pequena vadia, tenho uma má impressão com relação aquela loira! Por isso não deixe ela sozinha com aquela lunática!.

Dito isso, iria em direção ao felino afeminado, se o mesmo estivesse dormindo, permaneceria agachado e com as mãos  mordiscaria o tornozelo dele imitando o som de um cachorro para assustá-lo. - Auuu au au.. auhshuahuhushua. Ergueria os braços para bloquear qualquer espasmos de ataques ou ataques. se fosse necessário  esquivar para trás ou para os lados, com a guarda levantada, faria para me defender de possíveis ataques. Gargalharia por um momento e então conversaria com o jovem … - Então Menino virgem, vamos para o tal lugar vazio que aquela infeliz falou ontem?

Esperaria a resposta do mink enquanto coçava suavemente o meu saco por dentro de minhas calças, retiraria as mãos e cheiraria com uma expressão de asco e continuaria a conversa, dessa vez procuraria conversar com ele de modo que apenas nós dois escutássemos a conversa… - Então, eu to achando essa vagabunda loira muito suspeita, ela nos escondeu muitas informações, não nos ajudou lá no salão fazendo primeiros socorros e olha que vc teve tempo de ajudar quase todo mundo. E do nada, quer ficar com a filha do cabeça morta? Sendo que ela queria matar ele desde o começo e  ela descartou logo de cara que a filha de um rei não é nada importante!? Ela é suspeita, acho que devemos eliminar ela na primeira oportunidade e se não conseguirmos vender a menina ou arrumar algum dinheiro com ela, ficamos e ensinamos alguma coisa…. Escutaria mais algumas palavras do gatuno e concordaria com a cabeça e terminaria dizendo… - Já deixei ela com o Akuma e o caralhudo do Big, não acho que teremos que nos preocupar por enquanto.

Me levantaria e iria em direção aos dois tritões e da pequena órfã, respiraria fundo e diria… - Muito bem infeliz, agora que estou um pouco mais calmo, vou te explicar umas coisas! Teu pai morreu lutando comigo como um homem, sendo que meu corpo estava estranho mas isso não vem ao caso no momento, por isso você ficará conosco por um tempo. Seu nome além de feio não combina com você e nem conosco, por isso você irá se chamar, deixa eu pensar um pouco”Pequena, inofensiva, inútil, boca pequena, dentes pequenos”.... humm já sei, você irá se chamar Sardinha, se provar ser útil ou algo do tipo mudamos o seu nome Sardinha para algo mais ameaçador e quem sabe se for digna te empresto o meu sobrenome Rock Muahushauhsuha….

Depois de renomear a filha do monk, recolheria a lança com a cabeça do mesmo e a acomodaria nas costas e pegaria o resto das minhas coisas e me dirigiria aos tritões… - Não podemos vacilar muito tempo por aqui, vamos andando! Você também sardinha, faça alguma coisa útil e peça para o mestre Akuma te ensinar alguma coisa.

Olharia para o gigante Juju e pensaria…”seria um sexo dos deuses se você não fosse tão grande! Uma pena”... Mandaria um beijo e uma piscadinha para provicar alguma reação na Juju.

Se o grupo começasse a se movimentar, ficaria por último e observaria os movimentos da loira a procura de alguma coisa suspeita e também do traveco gigante, caso o mesmo quisesse ir conosco. Não deixaria de olhar a nossa retaguarda e até mesmo possíveis barulhos, se alguma coisa suspeita estivesse acontecendo, chegaria para o Akuma e a Sardinha e diria em um tom de voz baixo… - Vão até o gatinho medroso e digam que não estamos sozinhos!

Voltaria a ficar ligado no caminho e nos barulhos!
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 7 EmptyQua Jul 25, 2018 12:14 pm





Royce

WilD MinD



Royce, sentado a beira da fogueira vivia um momento de tranquilidade e prazer. Estava ali reunido com pessoas que gostava, com pessoas que suportava e com pessoas que não se importava, mas ainda assim sentia-se tranquilo e contente. Era uma definição estranha, mas para ele o dia havia sido bom e por isso ronronava enquanto comia ao redor do fogo. Vez ou outra olharia para os aneis falsos que havia posto no dedo, encheria também o Cálice falso com água, vinho ou algo que alguém por ali tivesse ou mesmo nada se nada houvesse. Tinha pensado em usar a coroa, mas a mesma chamaria atenção de mais e por isso apenas a guardaria na mochila.

- O servo ta otimo, nyan. - elogiou Cassandra entre uma mordida e outra em seu pedaço de carne saboreando os sucos da mesma e relaxando.

>>>><<<<<


- AHHHHHHGGGRRRRRRR. - levantou-se correndo afastando-se do acampamento com aquela latente dor de barriga. - QUEEE MERDAAAA, NYANNNN. - segurava o estômago com ambas as mãos enquanto corria apertando as nádegas para ajudar a segurar.











- Estouuuuu, beeeeeemmmm. - Responderia a Cassandra caso a mesma viesse preocupada. - NãOOoooOo. Tenho certeza que naaaaaaaaaaaummmmmmmmmmmm é culpa sua..


Tentava ignorar os outros gemidos que provavelmente estariam chegando de todos os lados…

- O queeeee. - respirou ofegante e fez força. - Que não mata engorda e fortaleceeeeeeeeeeeeeeeeeeee.


Respirando pesado o jovem tentava se recuperar. Preocupava-se em mais quantas doses de veneno seu corpo aguentaria, mas se por fim sabia que ao menos essa dor passaria, já havia visto o tritão sofrendo desses sintomas.


Quando todos estivessem finalmente recuperados e LIMPOS chamar-los-ia para levantar acampamento, entregando mais uma vez o baú a Big G, colocando sua mochila nas costas e seguindo em direção a loira.

- Como faremos para chegar até esse salão falso, que você-gara falou, nyan? - pelo pouco que se lembrava ao ter observado o mapa o mesmo parecia ser no lado oposto da ilha. - Me parece que teremos uma caminhada e tanto. - concluiu.


Durante a caminhada, o gato tentava relaxar e esvaziar a mente, tentando ignorar o descontentamento de ver o tritão querendo ficar com a garotinha.


- Sim. Salão Falso, não lugar vazio. Precisamos de uma cidade onde podemos entrar, nyanyanyanyanyanya. Respondia ao tritão seguindo assim para as outras perguntas. - Já temos dinheiro, nyan. - responderia sobre a menina.

Royce teria propositalmente ignorado a tentativa do tritão incomodá-lo com a mordida e o latido, não reagindo e nem dando importância a atitude, pois sabia que qualquer tipo de demonstração que fizesse iria ser um tipo de vitória para o azulado.


- Eu-gara falei pra ela-gara, ficar com a garota, nyan.. Ela-gara já não tem mais utilidade, nyan. Só a peguei para o caso de alguém acabar sendo capturado. Seus irmãos morreram, seu pai morreu, se a loura não a quer como moeda de troca para sua vingança… Não vejo porque não simplesmente deixá-la em qualquer canto. - como isso não o afetava diretamente, ou ao menos ainda não ele concluiu. - Faça o que quiser com ela, desde que não me atrapalhe. Se quer bancar a babá é contigo.
>>><<<

A caminhada sendo longa provavelmente daria muitas oportunidades de conversa e se em algum momento Royce se aproximasse da Giganta, puxaria algum assunto.

Nyannnn, você-gara entrou lá porque mesmo nyan? - o jovem perguntava a giganta/gigante, a fim de matar o tempo na longa caminhada, ouviria a resposta do mesmo e prosseguiria.


- Nya… Sem se importar com o exército? - diria surpreso não sabendo ao certo se ficava impressionado ou abismado ante tanta insensatez… De todo modo ele havia resolvido invadir de modo impulsivo o castelo, então de algum modo sabia que não tinha o direito de julgar.


- Impressionante, nyan. E você-gara fez tudo isso ferido desse jeito? - Royce já balançava a cabeça evidentemente impressionado pelo gigante ter avançado contra o exército estando previamente ferido.


Continuaria ouvindo, talvez agora sobre o passado ou desejos do gigante, afinal aquele parecia um cara que não se importava em exacerbar a si.


- Mudar o mundo éééééé? Eu-gara penso mais em mim mesmo nyan. - Falou a completa verdade, afinal muito pouco a escondia. - Uma vida simples, nyan. Viver umas aventuras, ver umas confusões, invadir alguns lugares. - daria os ombros… Lembrando-se que poderia agora invadir o castelo do outro rei.

No entanto Shizuka não mantinha-se calada diante de tal demonstração de pensamento pequeno de Royce, manipulando-o e forçando algumas constatações que diferiram do pensamento corriqueiro do jovem.

- Hnmmm, é só isso mesmo que você quer… - a aparição havia surgido do nada próximo as costas de Royce, abraçando-o e aproximando seus lábios de seu ouvido, Royce mover-se-ia para olhá-la, mas ao fazer Shikuka saltitava o contornando. - Achei que já tínhamos chegado a um acordo do quanto você quer ter não? - completou a coelha sorrindo para ele. - Você tem potencial para muito mais meu pequeno, não se iluda com esses pensamentos de humildade, pois eu sei o que você deseja.




- É claro-gara, esqueci de comentar. Estamos ajudando aquela loira ali, a que te tratou. Ela-gara busca justiça, pois sofreu na mão dos Anchil… Os caras do castelo de ontem, estamos ajudando, nyan ela-gara… Uma mão lava a outra, nyan. Sabe? Se vai nos ajudar…. nyan. - Faria uma pausa, olhando na direção da gigante e pensando do motivo pela qual ela ainda não havia pedido para ser destransformada…. - Porque não diz o que quer? Talvez eu-gara possa te ajudar, nyan, a nos ajudar, nyan, e assim ajudar, nyan, a loira que me ajudará, nyan, no que quero ser ajudado, nyan.


- E no que você quer ser ajudado pequeno? - mais uma vez Shizuka o envolvia em sua dança ao seu redor.

- O que eu quero? - falaria em voz alta, retrucando Shizuka e talvez até mesmo retrucando o gigante.


Royce na verdade já não tinha mais resposta certa para isso, encontrava-se perdido em um ponto que nem mais se compreendia. Não sabia se os desejos que sentia eram seus, ou eram de Shizuka, não sabia se podia confiar nas pessoas ou mesmo em si mesmo. Olhou então pro gigante, e para Shizuka levando a seguir a mão a boca batendo com o indicador nos lábios.


- O que eu quero…. - Acelerou o passo afastando-se do gigante e de Shizuka, mantendo aquela pergunta na cabeça.

- O que eu quero… - Prosseguiu em sua questão sem resposta com dúvidas do que realmente queria.

Uma vida simples com uma falsa sensação de liberdade? Ou uma vida complexa em busca de poder e liberdade absoluta e verdadeira? Ou essas duas respostas eram coisas vindas da confusão de sua mente onde nenhuma estava correta?

Pequenos furtos, invadir alguns lugares, fazer alguns amigos, beber, comer, farrear…. Esses eram seus sonhos juvenis, os quais foram um a um sendo desfigurados pelas verdades do mundo real.

Grandes conquistas elevando-se acima de todos para que ninguém pudesse se atrever a dizer-lhe o que fazer ou quando fazer? Esses eram os seus sonhos? Ou os de Shizuka? Quando havia começado a pensar assim? Porque?

Agachou-se no meio do caminho levando as duas mãos a cabeça, confuso.

- Não seja assim pequeno.. - Shizuka havia mais uma vez se aproximado. - Você sabe tanto quanto eu que é ganancioso, você sabe que não se contentaria com pouco, você deseja mais, e nunca se satisfará se ficar tentando pensar que é diferente. - Aos poucos o semblante do jovem foi fechando-se como se uma tempestade de mal-humor estivesse se apoderando dele. - Você ainda se lembra daqueles corpos não lembra? Daquele humano que caçoou de você…. Foi por isso que você me aceitou lembra? Você percebeu naquele momento que o que eu lhe falava quando criança era verdade. O mundo não é simples, não importa o quão simples você quer que ele seja, para ser livre você terá que esmagar os outros, fazê-los aprender a temer o seu nome, tornar-se forte e respeitado por aqueles próximos e temido pelos outros….. Então, o que você precisa fazer? - perguntou Shizuka mais uma vez, atiçando-o com seus desejos capitais.


Royce então permitiu-se levantar, de algum modo a conversa o havia ajudado a lembrar do que os humanos eram capazes, ou melhor… Do que as pessoas eram capazes para garantir sua soberania, havia tido um reforço desta ideia com a guerra que presenciou. Não havia limites para as ações quando o desejo de poder era insaciável e assim sendo… Porque as ações dele deveriam dispor destes limites?


Olharia então para o gigante quando este estivesse passando novamente.


- Quero gravar meu nome em fogo na mente de todos para que não se atrevam a impedir o meu caminho.


Agora sabia o que faria adiante.


Depois desse momento de reflexão o jovem voltaria a ficar atento, prestando atenção agora no caminho.


- Eu-gara vou ir na frente, nyan para verificar o caminho, de 20 em 20 minutos aguardo vocês-gara em um local. Apareço antes se tiver algum problema. - olhando para a loira diria. - Você-gara me acompanha para mantermos o caminho certo, nyan. - virando-se para Ken - Se eu demorar mais de 30 mim para entrar em contato assuma que algo deu errado.


Estando de acordo Royce levaria a loira a avançar na frente consigo enquanto esquadrinhar o caminho que deveriam seguir, afinal… Estavam em terras inimigas. Ken também possuía o VivreCard que apontaria para si, então não importava se eles saberiam ou não o caminho a seguir, pois poderiam sempre acompanhar a direção que o jovem fosse.


Royce manter-se-ia atento a partir desse momento, verificando o caminho e avançando de forma cautelosa. Correndo quando possível, mas sempre que fosse sair em alguma área aberta e de ampla visualização o faria com cuidado, deitando-se no solo e avançando rastejando a fim de verificar o terreno antes de prosseguir.


Seguiria as indicações de caminho da loira, mas sem permitir que a mesma avançasse na sua frente em área que ele considerasse perigosas.

Se por acaso durante o avanço avistasse algum força inimiga interromperia sua jornada e rapidamente retroceder tentando alcançar novamente o seu grupo, antes que o imenso tamanho de Big G os revelasse.


Se o avanço por terra se tornasse impossível sugeriria ao grupo uma breve mudança de planos, alterando a trajetória para mais próximo ao mar, pois lá talvez se tornasse seu último ponto de fuga.





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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 7 EmptyQui Jul 26, 2018 2:16 am


Ilha

Eu ainda estava ferido, sem um barco, sem tripulação ou outros meios de deixar a ilha, porém, apesar de tudo, estava satisfeito pelo rápido avanço na cura de meus ferimentos, algo me dizia que não ia demorar muito até que eu conseguisse lutar a 100% novamente, então por enquanto, me contentei em sentar e racionalizar com aquele grupo tão peculiar que havia encontrado na cidade.

Ao ver o mink tendo seu aquele estranho ataque e ter saído gritando e praguejando feito a velha dos gatos, despreocupadamente daria uma generosa mordida na perna de cervo que me fora oferecida, me perguntando o que havia causado os faniquitos do felino.

A resposta viria logo após a comida ter começado a fazer a digestão: uma dor aguda na base do intestino alertava minha consciência de que precisaria realizar minhas necessidades fisiológicas um pouco mais cedo que de costume, mas eu era aquele que um dia dominaria o mundo e libertaria o povo, não sairia dando chiliques como o mink, não senhor. Tentaria disfarçar minha expressão, e, tendo ou não sucesso, sairia dali em direção a uma moita em passos firmes e decididos, e claro, com uma das mãos segurando a barriga. E voltaria da mesma forma após tudo ter se normalizado.

Caso o tritão azul tentasse interagir de forma inapropriada, apenas fingiria ignorá-lo.

Quando enfim o grupo decidisse levantar acampamento, seguiria junto deles, sempre atento, e sinalizaria com a naginata para que Rise fizesse o mesmo.

Se por a acaso o mink perguntasse sobre o motivo de eu ter entrado no castelo, responderia, em um tom casual, como se aquilo não tivesse muita importância: - Eu estava a procura de um médico e tinha um exército no meu caminho, eles se recusaram a me deixar passar então decidi fazê-lo na base da força.

Caso o mink continuasse a conversa, responderia: - Humpf! Isso não faz diferença. - bufaria, e para então continuar - Sou Jurgen E. Rutherford, aquele que um dia vai tomar o mundo e libertá-lo desse maldito governo, o exército de uma só ilha em hipótese alguma seria capaz de me derrubar. - declararia, totalmente convicto daquela afirmação.

Após ouvir a pergunta do mink sobre o que eu quero e sua oferta sobre me ajudar, refletiria por alguns segundos e decidiria: - No momento preciso de um barco e de uma tripulação, afinal, estou juntando forças para lançar uma ofensiva contra o governo, não vou conseguir tudo isso em apenas uma ilha. - bufaria novamente, e finalizaria, em um tom determinado - Se acha que pode me ajudar a conseguir isso, mink, então não se preocupe pois seus inimigos, serão meus inimigos.

No mais, continuaria andando e seguindo as indicações do mink pois eu não conhecia aquele território, ficaria sempre atento a qualquer movimentação hostil e gritaria “INIMIGO!” caso percebesse algum se aproximando, também tentaria bloquear com a lança qualquer ataque que se direcionasse contra mim.



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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 7 EmptySex Jul 27, 2018 11:55 am



Narração - Wild Tide Ft. TerryBogard



TODOS

Era uma cena bonita de se ver, quase todos estavam lá reunidos e comendo a saborosa e cheirosa comida de Cassandra, sendo que foi assim por um bom tempo, até que Ken se levantou indo até a pobre garotinha, que não comia nada, provavelmente por ainda estar em choque, ao se aproximar, ele a agarrou pelo braço, de modo que a loira apenas observou o que o tritão faria, continuando a comer do cervo, então ele a jogou na direção de Akuma, que segurou a garota pouco antes de ela bater no peito dele, em resposta ao pedido de Ken, Akuma deu com os omros para cima e falou normalmente.

- Humm... Hum, huuuuum. –

Então, o tritão azul se deitou próximo a ruiva pensando em sua vida, deu uma apalpada em seus seios, de modo que a garota sentada sequer ligasse, se virou e foi dormir. Pouco tempo se passou, e a barbara, junto de todos os outros, com exceção de Royce e Cassandra foram dormir, de modo que restando apenas os dois de frente para a fogueira, quando o Mink elogia a comida que lhe foi entregue, Cassandra dá um sorriso, fecha os olhos com uma leve inclinada de cabeça e fala com uma voz doce e animada.

- Que bom que você gostou... –

Com isso, todos foram dormir, mas quando acordaram, sentiam uma forte dor de barriga, indo quase todos correndo para a floresta, com exceção de Cassandra, que não ficava envenenada com o próprio veneno, a causa das dores, Selena, que não havia comido nada, provavelmente por estar em um péssimo estado psicológico e Ken, que fez o que tinha que fazer ali mesmo, próximo da fogueira, se limpando com algumas folhas grandes que haviam no chão. Quase no mesmo momento que aquilo acontecia, Cassandra entendia o que era e que havia derramado de seu veneno na comida sem querer, mais uma vez, ela coloca um de seus tentáculos em sua bochecha e fica esperando ao lado da menina que os outros retornem, vendo que estavam demorando, ela andou até próximo do arbusto onde Royce estava e perguntou para o Mink, estando preocupada.

- Me desculpe, acho que errei na mão a comida, vocês estão bem? –

- ESTOU COM VONTADE DE TE MATAR E COMER POLVO DÁ PRÓXIMA VEZ! -

Gritou a ruiva furiosa de uma das moitas, mas mesmo assim, algum tempo se passou e uma a uma das pessoas, começou a sair do mato, sendo que se viraram para se limpar depois de toda essa imprevisibilidade, alguns usaram papel que tinham, outros folhas, o Big G usou a folhagem de uma árvore inteira, mas acabou que deu tudo certo. Estando reunidos, mesmo que com um leve desconforto devido a força que acabaram de realizar para se livrar de todo aquele veneno, Royce entregou o baú dos tesouros para Big G e perguntou para a loira que o respondeu calmamente, embora sua voz estivesse bem mais fraca que o normal.

- Bem, se seguirmos daqui, acho que é um dia de viagem mais ou menos. –

Logo depois, o tritão se aproximou, sem mordiscar sua perna ou uivar, já que o Mink não estava dormindo, de qualquer jeito, ele teve um diálogo com Royce sobre o que fariam com Selena, Merlinda e o lugar para onde iriam. Então o tritão azul se dirigiu até a mais nova órfã, Selena Monk, a falando exatamente como as coisas funcionariam dali para frente, parecia um perfeito sequestrador doentio tomando atitudes perturbadoras diante da jovem menina, conforme ele foi falando, ela se manteve de cabeça baixa e um pouco trêmula, sendo que assim que Ken acabou, ela o respondeu baixo.

- Tu... Tudo... Bem... –

Então, todos recolheram seus pertences e se aprontaram para partir, Jurgen, que havia decidido se juntar àquele grupo por um tempo, fez um sinal para Rise, que sorriu e acompanhou o gigante junto dos outros para o lugar que a loira havia falado, o Salão Falso. Ken se aproximou de Big G e akuma, falando que não podiam perder tempo naquele lugar, então o tritão gigante que já estava com o tesouro em mãos e o outro, que havia amarrado uma corda em volta dos braços da garota e a puxava como se fosse uma escrava, falaram normalmente.

- Hummm... HUM! –

- Sim, vamos nessa logo... Eu não me limpei tão bem quanto queria... Hahaha. –

Depois de uma provocada de Ken para cima de Jurgen, que estava com sua nova forma afeminada, sendo que o gigante apenas ignorou o tritão, todos partiram nessa empreitada rumo à cidade mencionada pela loira. No caminho, todos se mantinham em silêncio, menos Royce e Jurgen, que conversavam e se conheciam melhor, é claro que Shizuka estava envolvida na conversa, por mais que Jurgen não a visse, fazendo com que parecesse que o Mink conversava com a própria giganta. O que ocorreu nesse diálogo de interessante, foi que o Mink se aproximou um pouco mais do verdadeiro propósito que sua própria alucinação via para ele, um proposito muito acima daquele que muitos considerariam simplório, o propósito de antes de sua jornada começar.

- Acho que não tem necessidade, esse caminho não é muito usado, as pessoas geralmente passam por estradas alguns quilômetros ao sul da ilha, de toda forma, vamos fazer isso por precaução... –

Quando indagada, a loira respondeu Royce calmamente e seguiu com o plano do felino, ambos foram avançando mais a frente em relação aos outros e logo depois aguardando alguns minutos durante o caminho. Eles estavam sem água e sem comida e andaram por horas a fim, ao menos até que encontraram alguns rios, de modo que quem teve cede, bebeu de sua água, uma conversa ou outra acontecia, mas a maior parte do caminho era silenciosa, talvez para manterem a energia com aquela longa caminhada.

Nenhum inimigo ou animal que pudesse servir de alimento foi avistado no caminho, com uma viagem tranquila, finalmente eles chegaram na cidade ao anoitecer, o céu estava escuro e nublado, sem sequer uma estrela, mas várias tochas traziam iluminação ao lugar, sendo que antes de adentrá-la, entre alguns navios, avistaram o do bando, estava quase que totalmente reparado e Toretto, que martelava em madeiras na proa do navio, os avistando acenou para que se juntassem a ele. Além disso, Merlinda vendo a cidade falou calmamente, como sempre.

- Chegamos, é aqui a cidade principal dos Denrold, o lugar mais animado de Emeigh, como sempre... O Salão Falso! –

- O navio está aqui? Bem... Vou preparar alguma coisa da comida que temos lá! Não vou errar dessa vez! -

- É melhor mesmo, sua sorte é que estou cheia de fome... -

Falou Cassandra empolgada e a ruiva ainda irritada, já andando na direção do navio. Se resolvessem entrar na cidade, veriam vários mercadores de todos os tipos e pescadores espalhados pelo porto, além de civis, piratas, bêbados, mendigos, pessoas comuns, de aparência suspeita, havia de tudo naquele lugar barulhento. Tiros, música, bebedeira e todo tipo de coisas e conversas seriam escutadas por toda parte enquanto caminhassem, estaria a maior algazarra por toda parte.

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 7 EmptySex Jul 27, 2018 2:24 pm

#019
Depois de horas andando e algumas paradas de descanso e até mesmo para repor a água em nossos, digo, meu maravilhoso corpo azul! Finalmente teríamos chego a merda do tal buraco vazio. Olharia os infelizes que habitavam aquele local, nada me chamaria atenção então eu ficaria ali olhando qualquer um que fosse com um semblante de desprezo e nojo! Até que finalmente percebesse o nosso maravilhoso barco de merda e o infeliz do careca marceneiro!

“Puta que pariu! Esse cara é burro? Por que que ele não roubou a porra de um barco novo ao invés de tentar arrumar essa coisa escrota? Esse infeliz não tem visão, deve só pensar na porcaria de seus músculo!”

Bufando, subiria a bordo do navio, caso Akuma e Big não fossem subir a bordo, pediria para ficarem de olho na Sardinha até eu voltar. Uma vez no navio olharia a minha volta a procura da ruiva zen. Assim que eu a avistasse ficaria por alguns segundos olhando ela perdido em meus pensamentos… “ Velho, essa mina deve usar drogas muito pesadas, um dia eu chego no nível dela! Mas enquanto isso…”... Tiraria a jovem ruiva do local de onde ela estivesse e a levaria a um ponto que chamasse a atenção das pessoas que passavam pelo navio

Cuidadosamente e maliciosamente, aproveitando para passar a mão e apalpar o corpo da pequena jovem zen, colocaria ela em uma posição sexy (a critério do narrador) e finalizaria com um beijo em sua boca… - Pronto ruivinha, agora vc irá conseguir se concentrar melhor!... Sairia novamente do navio indo em direção aos tritões…. - E aew cambada! Prontos para alargarem uns briocos por aí? Muauhsuhauhsuha…

Sairia do local de onde o navio estava e iria até a direção de algum bar ou bordel daquela região. Antes, caso o dinheiro do baú fosse repartido, pegaria a minha parte e sairia do local gargalhando com a mente cheia de más intenções. Assim que chegasse ao local, iria até o balcão e pediria cinco bebidas alcoólicas. Assim que servidas, pegaria a minha e daria as outras 3 para o Big, Akuma e a Sardinha. Caso a mesma não quisesse beber, falaria gargalhando… - Vamos, beba! Você tem motivos o suficiente para isso! Esqueceu que agora você será educada por nós? E olhe até a cabeça do morto vai beber tb! Para esquecer o que aconteceu com ela...... Pegaria o último copo e jogaria a bebida na boca da cabeça enquanto gargalhava!

Em meio a diversão, olharia a minha volta a procura de alguma fêmea para fornicar!... Se houvesse alguma presença realmente feminina merecedora da minha atenção, lançaria um beijo molhado em sua direção.

Pediria outra dose de bebida e voltaria a beber!

Após a terceira rodada aproximadamente, me levantaria e começaria a sair do local sem pagar! Se alguém do bar me pedisse para pagar a conta ou alguma coisa do tipo, apontaria para o otário mais idiota do local e diria… - Ele paga porra, não encha meu esfíncter com essas suas perguntas de merda, cobre dele!

Sairia tranquilamente do local, as sempre esperto para a aproximação de alguém! Se isso acontecesse, sacaria e dispararia algumas vezes na região abdominal e sairia do local correndo e gargalhando pelas ruas dando tiro para o alto.- Muahushuahushuahusha vamos para um puteiro!!...

Voltaria a minha procura pelos estabelecimentos do local a fim de encontrar algum bordel ou casa onde jovem damas trabalham arduamente em prol da felicidade merecedoras de piratas singelos como este maravilhoso espécime azul! E como não poderíamos deixar passar, sardinha estava sempre junta conosco! Precisávamos incorporar ela ao bando e essa noite seria a melhor noite da vida dela!

- E aew sardinha, depois do bordel o que você quer fazer? Assaltar um estabelecimento, roubar alguém ou beber mais um pouco?? Muahsuhauhsuhauhsuha

Olharia para ela gargalhando e diria novamente…. - Vamos sardinha, gargalhe um pouco! A vida está ai para fodermos os briocos de todo mundo Muahushuahushuauhsua

Caso conseguíssemos encontrar o estabelecimento, iria em direção a alguma mesa vazia e sentaria com os meus companheiros! …. - Sardinha, vai lá no bar pegar bebidas para todos nós e não demore! Temos que apreciar o local confortavelmente.

Olharia para o ambiente fitando as jovens fêmeas do local e sempre ressabiado olhando para qualquer zé ruela que tentasse algo contra nós!
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 7 EmptySab Jul 28, 2018 6:42 am


Ilha

Havia sido uma longa caminhada, porém finalmente havíamos chegado na tal cidade Salão Falso. Ao ver aquela animação toda nas ruas, faria uma proposta para o mink: - Preciso resolver alguns negócios na cidade antes de seguirmos caminho. - declararia, virando as costas para o bando - Quando estiver pronto voltarei para darmos prosseguimento. - Então, sinalizaria novamente com a mão, para que Hakuei me siga, e então ordenaria que ela perguntasse pelo local e descobrisse um local onde eu pudesse comprar roupas decentes, pois ainda estaria vestindo as mesmas de quando meu corpo tinha a forma anterior, e por serem muito folgadas, eram desconfortáveis. Caso ela não consiga achar um lugar, e então eu próprio iria, muito a contragosto, perguntar aqueles insetos onde poderia encontrar roupas para seres do meu tamanho. Procuraria alguma pessoa que parecesse morar ali a mais tempo, alguém mais velho no caso, e perguntaria. Caso ele me indicasse o lugar, partiria para encontrá-lo, caso ele não soubesse, continuaria perguntando.

Se por acaso conseguisse chegar no tal lugar, olharia-o nos de algum funcionário,caso houvesse algum, e, sem demonstrar emoções, começaria a falar: - Preciso de roupas justas para o meu tamanho, tenho dinheiro. - requisitaria, sem demonstrar qualquer outra emoção além de indiferença para com a insignificância da pessoa que estaria a minha frente.

Caso eu pudesse pagar as roupas, o faria faria ali mesmo, caso não pudesse, bufaria e sairia do recinto, e iria procurar alguma outra loja.

Na chance de eu ter comprado as roupas justas, sairia do local e andaria sem rumo pela cidade, com o objetivo de melhor conhecê-la, sempre atento a coisas de meu interesse.



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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 7 EmptyDom Jul 29, 2018 10:46 am





Royce

WilD MinD



A longa caminhada havia se estendido por horas e embora tivesse sido de certa maneira tranquila o esforço não deixava de estar presente. Sentar-se-ia no navio, para então permitir seus pés relaxarem.

- NYANNNN! - liberou o suspiro de prazer, mas logo o cortou, lembrando que Cassandra estava indo para a cozinha. - ESPERREEE NYANN, Cassandra… OIIIII. - chamaria a atenção da Sirena. - Deixa disso, estamos numa cidade, vamos comer por ai. Descanse um pouco,nyan… - Royce não sabia se resistiria a outro envenenamento tão cedo. - Vamos? Eu te pago uma bebida. - falou com um sorriso no rosto com as orelhas agitadas no topo da cabeça.


Se ela concordasse se dirigiria ao carpinteiro…

- Nyann, ótimo trabalho-gara. - sentar-se-ia perto dele. - Conseguimos dinheiro também. - apontaria para o baú. - Que tal irmos beber para festejar o saque? - convidaria com um sorriso travesso que revelava que as intenções de Royce iam muito além da bebida.


Seguindo até a loira o jovem faria o mesmo convite.

- Nyan, nyan (sei, sei) que você tem seus desejos de vingança e tudo mais, mas quando foi a última vez que fez uma festa pirata? - diria, insistindo para que ela acompanhasse. - Além do mais, preciso comprar laranjas, nyan.. Me mostre onde tem.

Olharia então para as duas ruivas…. E sabendo que não havia mais muito no navio, a não ser o próprio navio as chamaria.

- Vamos beber?Nyan? - perguntaria a Barbara.. - Comer e arranjar uma briga de bar também.. Nyanyanyanyanyanya. -olhando para a outra, a navegadora. O jovem coçaria o queixo… - Tragam ela também, talvez bebendo ela acorde. - Royce considerava-se duplamente sortudo nesse momento. Cassandra não havia envenenado a navegadora na subida da reverse e a navegadora não havia entrado em choque durante a passagem.


- VAMOOSSSS. - Tinha arranjado sua própria gang estranha e agora tinha alguma utilidade para o dinheiro. Comprar bebidas.

Royce daria preferência para seguir na direção do castelo, pois embora quisesse ir a um bar também tinha alguns outros planos em mente, planos os quais arrancava-lhe um sorriso travesso do rosto.


Não caminhava com pressa, pelo contrário, o jovem faria questão de ir devagar observando tudo que estivesse aberto pelo caminho, olhando as lojas bem de perto. O impulso de afanar as coisas era algo sempre presente no garoto, bem como sua curiosidade.

Pegaria algumas coisas discretamente, talvez um anel de alguma loja, uma capa de um cabide, uma caixa de madeira aleatória, na verdade não importava muito para o jovem o que era o objeto, apenas que ele precisava ser seu. Daria obviamente preferência para lojas onde o vendedor estivesse atendendo outra pessoa pegando assim alguma coisa aleatória de valor sentimental….



Por fim, esperava encontrar um bar próximo ao castelo, lá adentraria junto de seus companheiros e procuraria por uma mesa onde todos coubessem.

- BEBIDASSSS - gritaria para uma atendente, ou o balconista sendo que se necessário levantar-se-ia e iria até o balcão.

- Somos de fora. - diria a quem servisse. - Acabamos de chegar, o que pode nos dizer sobre o lugar? E o Rei? - Faria chacoalhar a bolsa com o dinheiro que carregava, dando a seguir uma piscada para a pessoa.



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