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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Stranger Family - Wild Creation

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ADM.Tidus
Duque Azul
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ADM.Tidus

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MensagemAssunto: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 6 EmptySex 25 Maio 2018, 17:06

Relembrando a primeira mensagem :

Stranger Family - Wild Creation

Aqui ocorrerá a aventura dos piratas Royce Khajit e Ken rock e da civil Layla Morningstar. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Fran B. Air
Pirata
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 6 EmptySeg 16 Jul 2018, 12:13



Narração - Wild Tide Ft. TerryBogard



ROYCE

O felino, que havia acabado de exterminar aqueles quer guardavam uma sala do tesouro sentia ardências por todo seu corpo, mas especialmente em seu braço, onde o guarda havia atingido e causado uma certa queimação, embora não tivesse como Royce dizer exatamente o que era, estava começando a latejar e piorar conforme o tempo passava. Mesmo assim, ele não mostrava sua dor ou seus incômodos, os ignorou, abriu a grande porta vermelha e adentrou a sala vendo aquilo que o interessava, além de um belo tesouro, lá estava uma espada de tamanha grandeza quanto o próprio Mink esperava, não pensou duas vezes antes de pegá-la e guardá-la consigo.

Pegando a arma, saiu da sala já com suas garras transformada e saltando para fora do mesmo modo que da última vez que usou seus recém adquiridos poderes. Mais uma vez, utilizou de seu conhecimento em hormônios, através dos ensinamentos que obteve por anatomia humana e injetou em si mesmo endorfina, acalmando seu corpo enfurecido e voltando ao seu estado normal e distraído de antes. Quando voltava ao normal, começou a conversar com Shizuka naturalmente, como sempre fez, sem deixar que o que havia ocorrido lhe afetasse ou qualquer coisa do tipo.

Durante a conversa, Royce saiu andando despreocupado, adentrando uma sala ou outra atrás de qualquer coisa que achasse interessante para que levasse consigo, mas antes que encontrasse algo, se recordou do tesouro que havia esquecido na sala da qual lutou e matou para ter acesso. Com isso, mais uma vez voltou ao lugar, passando por cima dos corpos dos guardas e pegou o baú que estava bastante pesado com todo aquele ouro e aquelas joias o recheando.

Ao sair da sala, notou que o som de todo aquele ouro balançando com seu movimento era bastante alto, mas é claro que não deixaria o tesouro que poderia ser bastante valioso para trás, então seguiu em frente, ainda ignorando seus ferimentos. Royce não viu ninguém pelo caminho, mas conforme avançou por aquele absurdamente longo corredor, começou a escutar disparos sendo feitos, chegando rapidamente a conclusão de que não podia ser ninguém menos que Ken, o tritão que não economizava balas para derrotar seus inimigos.


KEN

Vendo o golpe traiçoeiro que o Lord Monk estava planejando utilizar, Ken não pensou duas vezes e correu na direção do trono, já se preparando para derrotar seu rival ao se esquivar e o atacar. O que o tritão não esperava, era que o Monk não fosse atrás dele para o atingir com sua espada, o homem cortou o próprio ar, fazendo com que um ataque devastador fosse lançado, de modo que por pouco o tritão não foi atingido em cheio, embora tivesse pego de raspão em seu torso, fazendo com que mais sangue jorrasse, descendo pela lateral de seu corpo, além do que o golpe não parou, atingindo a parede que se encontrava atrás do trono que agora estava caído, fazendo um corte perfeito onde a atingiu, continuando e saindo para fora do castelo.

Mais uma vez o Monk se preparou para atacar, foi quando Ken desferiu três tiros, o atingindo em cheio sua coxa, tronco e sua mão esquerda, mas mesmo sendo acertado, o Monk não se moveu, apenas ficou com a cara mais enraivada ao abaixar suas sobrancelhas e desferiu seu ataque, ao mesmo tempo que Ken disparou dois tiros contra seu tronco, o atingindo em cheio novamente, na tentativa de finalizar o Lord, Ken então mirou na testa do mesmo, de modo que o corte a distância do Monk continuou, quase acertando a bala, mas o resultado final, foi que ambos passaram, de modo que o Lord fosse atingido na testa, caindo no chão ao cessar com todo o vento na sala e Ken levasse o golpe em cheio no peito.

Por ter derrotado aquele homem poderoso, Ken que havia recebido um golpe fatal para qualquer um levemente desafortunado, simplesmente não estava sentindo dor, olhou para como estavam as garotas, vendo apenas a barbara finalizando o último dos guardas que havia restado ao ajudar a loira que o segurava com sua vara de pescar ao decapita-lo. Percebendo que as coisas andavam bem, guardou suas armas, ainda com o sangue escorrendo pelo seu corpo e andou na direção do trono, o levantando e percebendo que o velho de antes havia sido atingido em cheio pela lança, estando morto no chão por cima da garota que chorava sem conseguir tirar o corpo do velhote de cima.

Foi então que ele removeu a lança ainda encravada no trono, a deixando no chão e se sentou nele, isso logo depois de remover o velho de cima da criança e deixa-la ajoelhada em sua frente, mesmo estando aterrorizada e ensopada pelo sangue do velho. Assim que se sentou, sentiu uma forte dor em seu corpo e seus olhos se fecharam lentamente, perdendo a consciência como o rei que dormia em cima do trono de seu reino, estando exausto por resolver vários problemas do dia a dia, a única diferença era que o manto vermelho que geralmente eram usados por reis, estava sendo representado pelo seu sangue que não parava de escorrer pelas sua pele e pingar no chão, formando uma pequena poça em volta daquele belo trono e do tritão de seios totalmente pelado.


TERRYBOARD

Enquanto as coisas estavam frenéticas do lado de dentro do castelo, do lado de fora não era diferente, Jurgen, que acabara de lutar com um exército de incontáveis homens e mantinha firme a ideia de que poderia os vencer, embora tivesse sido salvo por Big G em um ato de heroísmo, estava agora focado no pequeno exército do castelo, que se mantinha agrupado aguardando para ver se seus inimigos invadiriam. Seu salvador, o tritão que era maior do que o próprio gigante o deixou no chão, enquanto Jurgen resmungou o fato do tritão ter salvo a vida daquele exército, sendo que o tritão simplesmente coçou a cabeça e puxou sua barba ao suavemente bater na cabeça do gigante como um pai batendo na cabeça de uma criança, então falou sorrindo com um tom irônico ao tirar onda com o guerreiro, que talvez nem percebesse já que realmente acreditava que venceria todos.

- Hahaha. Foi mal garoto, da próxima vou deixar você acabar com o exército, na verdade, tem um pequeno bem ali... –

- Não liguem para ele, ele é sempre assim... Haha. -

- Huuum... –

Finalizou Big G apontando para os soldados que corriam na direção de todos, acompanhado por Akuma que estava sentado de pernas e braços cruzados no ombro de seu amigo tritão e Rise que pulou no chão e posicionou sua arma a frente de seu corpo, pronta para lutar com aqueles que corriam em sua direção. Jurgen sentia fortes dores por todo seu corpo, devido aos ferimentos que já tinha, somados aos que conseguiu em sua última investida contra aquele enorme exército do lado de fora, mas não se abalava, sua incrível resistência o permitia que se mantivesse de pé, apesar de ter recebido tanto dano, o único problema, era até quando ele conseguiria suportar a dor?

Andou na direção daqueles que corriam para atacar o grupo naquela noite não muito fria, onde a Lua, as estrelas e algumas tochas iluminavam o local, sendo possível de se escutar os gritos tanto daqueles que corriam em sua direção, quanto dos que morriam do lado de fora logo depois do som de canhões que eram disparados, causando a morte de várias pessoas. O chão ainda estava forrado de flechas por todas as partes, embora alguns rastros de flechas removidas se formassem, provavelmente com a movimentação dos soldados, dando liberdade para que Akuma e Rise se movam livremente, já que Big G e Jurgen eram tão grandes que o simples pisar quebrava as flechas ou as empurrava como se não fossem nada.

Quando os homens se aproximaram o suficiente, Jurgen deu um ataque horizontal, que cortou cerca de cinco homens, os derrubando imediatamente, enquanto que alguns se defenderam e outros conseguiram se esquivar, mas mesmo assim, o avanço não parou, Big G em toda sua grandiosidade, junto de Akuma davam socos, fazendo com que vários dos homens saíssem voando e Rise pulava de um em um, os atingindo com golpes certeiros e fatais, os eliminando, parecia uma vitória certa, até que Jurgen foi cercado, embora ele conseguisse varrer seus inimigos ao girar seu corpo e os acertar, no muro, canhões se voltaram para dentro dos muros, disparando e acertando o gigante por trás, na altura de seu ombro e Big G nas costas.

No momento em que Jurgen foi acertado, foi a gota d’água para o pirata, sua visão começou a ficar embaçada e aos poucos, com a visão turva, se foram seus sentidos, fazendo com que ele desmaiasse, embora se mantivesse em pé, foi quando Big G, vendo que seria um alvo fácil, pegou o gigante já bastante ferido novamente, o mantendo em baixo dos braços, junto de Akuma e Rise com a outra mão, assim que o fez, saiu correndo, atropelando aquelas pessoas, de modo que levasse vários golpes de espada em suas pernas, mas ele chegou até o grande portão que havia no castelo, portão esse que arrombou com tudo, já o fechando com força, ao segurá-lo com as próprias costas e deixar todos no chão em sua frente.


TODOS

Foi quando Royce, que chegava na sala carregando o tesouro pelo corredor, viu seu companheiro em maus lençóis ao entrar na sala e segurar a porta para que ninguém entrasse. O que ocorria naquele salão era que Big G segurava a porta, enquanto Jurgen estava desmaiado no chão, Ken estava pelado no trono, também desmaiado, a barbara, Cassandra e Merlinda estavam bastante feridas devido a luta e Royce, que talvez fosse um dos que se mantinha em melhor estado, com exceção de Akuma e Rise, estava envenenado e com alguns ferimentos, além de ter uma garota de joelhos em frente ao Ken, sendo esse talvez um dos piores cenários possíveis para ela, que parecia estar em choque. Vendo o felino se aproximando, Big G fala estando um pouco nervoso, embora não parecesse abalado, seguido por Merlinda, que ao ver a situação do tritão, fala para todos, ainda mantendo a calma, apesar da situação desesperadora.

- Tivemos um pequeno problema na baderna que criamos... -

- Tomara que achemos a passagem secreta e que caiba alguém tão grande, se não, estamos ferrados... -

Clima:
 

Histórico:
 

Mapa:
 

Castelo:
 

Lord Monk:
 

Garota Atrás do Trono:
 

Soldados de Armadura:
 

Velho:
 

Merlinda:
 

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Ken Rock
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Pirata
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 6 EmptySeg 16 Jul 2018, 16:24

#015
O plano em derrubar o infeliz e desgraçado do Monk finalmente havia dado certo. É claro que em meu plano original eu não teria sido cortado pelo mesmo e teria resolvido tudo com uma ou duas balas mas, vida que segue. Gostaria de poder contemplar um pouco mais do meu novo trono só que a perda de sangue pelos golpes do homem destruíram completamente o que havia arquitetado. A única coisa que me restava era os olhos escrotos da criança paralisada a minha frente e uma cortina preta que aos poucos escurecia por completo a minha visão, me deixando completamente apagado.

============
O mundo Fantástico de Ken Rock

De repente em meio aquela escuridão, comecei a escutar diversos sons de metais e até mesmo algumas luzes coloridas brilhando intensamente e das mais diversas formas! Aquilo fazia meu coração acelerar e a excitação passava pelo meu corpo não dava para controlar!

Até que do nada, eu estava cavalgando nu com os braços abertos em cima de um cavalo ou melhor um unicórnio com a crista e rabo com as cores do arco-íris. tudo ia bem, estávamos atravessando até mesmo os mares e as mais fortes ondas com aquele galopar magnífico que destroem qualquer pessoa que passava pela nossa frente!

Quando das profundezas de um buraco sujo saiam diversos homens armados com bazucas, pistolas, espadas, esporas, chicotes, facas, canivetes, garrafas, gatos, pedaços de pau e muitas outras coisas que não vale a pena citar só iria tornar as coisas ainda mais difíceis de serem explicadas para seres com um intelecto inferior a este magnífico tritão azul viril

Estava sem armas para me defender daqueles putos, só podia contar com o meu cavalo e a minha crista. E assim partimos, para enfrentar 788.333.231,5 inimigos! Sim, havia um anão vesgo no meio deles. Fiquei em pé no cavalo enquanto gritei com ele! - Agora Sorriso dengoso, ao meu sinal dispare seus raios puros de amor contra esses filhos duma puta repleto de doenças venéreas!

Você pode estar pensando em como eu sabia que eles tinham tais doenças…. Simples, eu estava contra o vento e o cheiro deles entregava a situação escrota de seus corpos pecaminosos! Como um brilho pitoresco acendi a minha crista! Era possível ouvir os gritos os infeliz que berravam de dor ao sentirem os seus olhos sendo literalmente pela minha luz. Infelizmente meu cavalo também foi pego no processo e acabou tendo seus olhos derretidos.

É claro que não poderíamos parar ali e então ordenei o último suspiro de - Sorriso dengoso, use a energia de seu coração e elimine esses putos com o seu chife lança de 15 metros!!! … Meu unicórnio com um palito que espeta um queijinho suculento de bar, começou a furar todos. O mais incrível é que todos em perfurados pela bunda!

Chorava de orgulho e de emoção com aquele alazão, até que o anão filho de uma puta saiu da terra e cortou sua cabeça fora, o sangue jorrou por todos os lados, o céu escureceu, um mar de larva apareceu do nada meu inimigos faziam nado sincronizado na larva enquanto o maldito anão sapateava nu com um guarda chuva.

Irado, pulei ao céu, um brilho desceu do mesmo e rasgou meu corpo com lindas asas de azul! Puto da vida, mirei com o meu indicador gritando… - Recebam a minha fúria tritônica!! - Dedo de Deus Shot!

Então, uma luz azul saiu de meus dedos e começou a perfurar todos os infelizes restantes que o meu pobre cavalinho não conseguiu eliminar. A cada dedada que eu realizava eles gritavam e seus corpos pegavam fogo e seus ossos viraram pó!

Raios caiam do céu, os campos começaram a florescer do nada e o puto do anão corria chorando foi aí nesse exato momento que em uma velocidade alucinante disparei em um voo único e certeiro para eliminar o mesmo aos berros!

Receba o meu golpe final seu desgraçado! Irei jantar o seu coração enquanto meu unicórnio faz sexo com a sua alma podre do outro lado!!! - DEDO DE DEUS! KEN ROCK PROCTOLOGISTA SUPREMO!


Quando finalmente estava prestes a acertá-lo uma sensação horrível de que eu estaria caindo invadiu o meu sono e de repente um tranco me traria de volta a realidade normal…

==================

- Anão filho de uma putaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaarrghhh!!!  …. Acordava aos berros depois de meu lindo e meigo sonho e possivelmente depois da imensa dor que poderia ter sentido

Sentiria minha respiração acelerada, tentaria levantar a minha cabeça e focar onde eu estaria e quem estaria ali presente comigo. Sentiria quase que todo o meu corpo doer e arder ao mesmo tempo (isso se o gatinho já tivesse feito algo com relação as minhas feridas). No estupor dele ainda estar realizando o procedimento ou pensando em como faria, olharia para o mesmo e diria em primeiro lugar…. - Me transforme de volta ao normal seu desgraçado peludo e nunca mais coloque peitos em mim novamente, a não ser que queira brincar com eles Muahushuahusha….ai ai é brincadeira! … Olharia a minha volta para entender quem mais estaria por ali e também procuraria o monk e a criancinha…. - Hei gatinho, você que entende dessas coisas de médico, você acha que queimar as minhas belas feridas com a pólvora das minhas balas iria fechar os rasgos?

Esperaria a resposta do gatinho e então concordaria positivamente com a minha cabeça se ele resolvesse começar o processo. Seguraria o trono com as minhas mãos e começaria a ranger os dedos e a babar enquanto o mesmo queimava o meu corpo!  Sempre com os olhos focados em Big G e Akuma, decidir não gritar, até mesmo depois de ver os ferimentos do Big e que o mesmo estaria segurando a porta para que o exército não adentrar!

Caso a ação de queimar meus ferimentos enquanto ainda estava desacordado tivesse sido feita, simplesmente me levantaria do trono fazendo uma cara de dor com a boca, ergueria minha cabeça e iria em direção ao Big G e Akuma com calma.

Assim que o Royce terminasse de fechar os ferimentos, cuspiria algumas vezes no chão e respiraria fundo limpando possíveis gotas de suor de meu rosto. Em silêncio caminharia em direção ao corpo de Monk e como um estimado cavaleiro mordia seu pescoço, a cada dentada buscaria retirar o máximo de carne e as cuspiria para o lado, faria isso até arrancar a cabeça do mesmo. Assim que a fizesse seguraria a cabeça dele pelos cabelos e andaria pelo salão recolhendo as mãos que teria arranquei e as bolas de ferro. Pegaria tb a lança e espetaria a cabeça do Monk na mesma.

Provavelmente meus companheiros estariam planejando em como sair dali ou até mesmo em uma possível passagem secreta. Se eles estivessem tentando interrogar a garotinha e a mesma ainda estivesse em estado de choque, me aproximava da mesma e daria um tapa na cara dela, seguraria a mesma pelos cabelos e a suspenderia a pequena criatura e esfregaria o seu rosto contra a cabeça morta de monk …. - Nem mesmo o seu fraco rei conseguiu nos parar! Você acha mesmo que esses merdinhas irão me derrotar sua vadia mirim!

Jogaria a mesma no chão e voltaria a caminhar calmamente pelo salão indo em direção ao corpo de Monk novamente, vasculharia o mesmo a procura de algum item importante,Tendo encontrado ou não algo pegaria a sua espada e começaria a cortar seus membros em três partes: mãos/ pés, antebraços/ canelas e braços/coxas!
Após tal separação realizaria o mesmo no tronco e na cintura. Não teria maestria para fazer cortes precisos e nem queria fazê-los, se a situação demorasse muito usaria meus dentes para separar os membros.

Recolheria a cabeça dos guardas decapitadas e as empilhadas junto aos restos recém cortados de monk. Faria a mesma separação de membros nos guardas e também no velho morto pela lança. Estaria mudo com a respiração calma e evitaria movimentos movimentos desnecessários. Acomodaria a lança com a cabeça do Monk em minhas costas para que fosse vista por qualquer um.

Iria para próximo do Big G e do Akuma e diria ao mesmo com um sorriso nos lábios…. - Sei que devem estar cansados, mas tenho uma ideia bizarra e vou precisar da porra da força de vocês novamente meus generais! Akuma ajude os outros a saírem daqui! Eu e Big seremos o bastante para deter o exercito lá fora...
Se Terry estivesse acordado ou ainda desmaiado, simplesmente passaria pelo lado dele olhando o seu semblante.

Pegaria as calças de algum dos guardas mortos, de preferência alguma que não estivesse cagada e mijada. Escutaria os possíveis planos de todos e diria… - Acho que vocês deveriam sair desse caralho de sala e achar a porra de alguma saída! Gatinho, você é o mais ligeiro pra achar a porra da saída ou até mesmo fazer algo menos bizarro Muauhsuhauhsa! Eu e o Big iremos ficar aqui e dar tempo de vocês saírem, se você quiser e tiver forças para lutar fique também minha vadia!
falaria para a ruiva musculosa.

Olharia nos olhos de Royce e das meninas e voltaria a dizer… - Iremos ficar no aguardo de acharem alguma saída para o Big G, assim que conseguirem nos avisem e iremos imediatamente ao encontro de vocês!.... Buscaria um sorriso confiante enquanto carregava minhas armas, bestas e manteria a lança com a cabeça do Monk ao meu lado se por um acaso o estranho de corpo grande estivesse acordado diria … - Você também anão de jardim, se tiver condições de morrer comigo e meus generais fique nesse salão ou pode ir embora MUAHUSHUAHSUHAUHSUHAUHSUHUSAHSUHAUHSUHUHuhuhsuha!

Pronto para qualquer merda que pudesse sair daquela porta encararia a mesma e esperaria que todos saíssem da sala e faria um gesto com a cabeça para que o Big saísse da sala e recuasse deixando assim a porta livre para que os soldados invadissem! Ficaria próximo ao monte de pedaços dos corpos dos mortos e assim que a porta fossem quebradas
Talvez pela adrenalina ou pelo tratamento do gatinho, não sentiria o meu corpo tão cansado ou até mesmo tão dolorido como eu achava que deveria estar.

Nesse instante me lembraria da música que o bêbado do meu pai cantava com os seus amigos sempre que lembravam das aventuras que tiveram quando jovens... "Mas que caralho, por que essa porra de música veio a minha linda mente agora?? Foda-se! essa música sempre animava aqueles bêbados nas brigas, deve servir para esse momento de merda!"

Com alguns pedaços dos corpos dos derrotados em minha mão, olharia para a porta com um ar sério e destemido. A sensação seria de que eu estivesse com pelotão de milhares de homens prontos a liquidar a luta contra os derrotados. Começaria em um tom de voz baixo e passaria a cantar cada vez mais alto a música que acabará de me lembrar...
- Está ouvindo as pessoas cantarem?
Cantarem a música dos tritões furiosos?
É a música de um povo que não será escravo novamente!
Quando a batida do seu coração
Ecoa nas batidas dos tambores
Há uma vida prestes a começar quando o amanhã chegar!
Se Juntará a nossa cruzada?
Será forte e ficará comigo?
Além da barricada há um mundo que deseja ver?
Então junte-se a luta e ganhará o direito de ser livre!

Está ouvindo as pessoas cantarem?
Cantarem a música dos tritões furiosos?
É a música de um povo que não será escravo novamente!
Quando a batida do seu coração
Ecoa nas batidas dos tambores
Há uma vida prestes a começar quando o amanhã chegar!

Você dará tudo de si para que a nossa bandeira possa ir em frente?
Alguns irão morrer e alguns irão viver
Você se erguerá e pegará sua chance?
O sangue dos mártires regará os prados dos mares!

Está ouvindo as pessoas cantarem?
Cantarem a música dos tritões furiosos?
É a música de um povo que não será escravo novamente!
Quando a batida do seu coração
Ecoa nas batidas dos tambores
Há uma vida prestes a começar quando o amanhã chegar!


Continuaria a cantar até mesmo depois de invadirem a sala e faria meus ataques cantando.

Pegaria os pedaços aleatórios dos corpos e começaria a arremessar na direção das cabeças e até mesmo tronco. Jogaria algumas cabeças porta a fora na intenção de destruir com o ímpeto de luta deles! Assim que tivesse acabado com o monte de carnes gritaria!
.... - Bem vindo ao inferno dos mares seus vermes imundos! Eu vou arrancar a cabeça de vocês da mesma forma que eu fiz com o seu rei de merda! Ken Rock Deadshot!!
- Conheçam o Sindicato Pirata seus putos!... correria em ziguezague para uma das pilastras com a intenção de desviar de ataques e até mesmo de combates corpo a corpo, na proteção dispararia sem perder o foco contra a cabeça ou aberturas das armaduras, procuraria não gastar mais de uma bala por inimigo, voltaria a carregar e gritaria para o mestre e o big…. - Olho o brilho caralhoi!!

Sairia da proteção correndo e brilharia ao extremo assim que apagassem voltaria a gritar - Agora generais de merda! Ao mesmo comando começaria a aplicar tiros contra os inimigos! Caso os mesmo estivessem recuando, continuaria a aplicar tiros e assim que chegasse na porta, olharia a situação e recuaria com a minha aceleração para dentro se escutasse o tiro de algum canhão! Caso não escutasse procuraria os mesmo em cima das pilastras, afinal havíamos passado por eles e assim que avistasse o mais próximo falaria com o G… - ME COLOQUE LÁ DE ALGUMA FORMA! VAMOS TOMAR ESSE EXÉRCITO!

Assim que ele me colocasse lá em cima observaria a situação a procura de inimigos no local, se houvesse brilharia e começaria a atirar e a mordê-los. moveria como pêndulos e só pararia de brilhando quando o último estivesse no chão. Iria até o canhão e se o mesmo não estivesse carregado, carregaria com as cabeças dos guardas que arranquei e dispararia contra os canhões inimigos, na sequência, carregaria com balas normais e dispararia novamente contra os canhões inimigos!

Sairia correndo de onde estava agachado indo em direção aos outros possíveis inimigos, como um pistoleiro teria a sensação de que se continuasse a atirar parado, cedo ou tarde seria um alvo perfeito para eles! Assim que me aproximasse do local entraria brilhando, atirando e mordendo igual a ação que havia realizado anteriormente. Carregaria o canhão daquele local e aplicaria um tiro contra os canhões ainda restantes! Não havendo mais canhões, atiraria contra o exército que poderia estar ainda lutando contra o Big G e o pessoa. Caso o local dos canhões houvesse alguma porta, pegaria um possível cadáver do muro e jogaria contra a porta para arrombá-la! Na infelicidade de não haver um morto útil por alí aplicaria um tiro na maçaneta e invadiria o local da melhor maneira possível realizando as ações acima!

No doce ar de tudo estar indo bem, olharia a minha volta procurando uma saída para Big G e os outros...

---
Se em algum momento de nosso embate, recebêssemos o sinal de Royce referente a uma possível saída, iriamos em direção a mesma!
Histórico:
 

Dados Player:
 


Objetivos:
 

____________________________________________________

Legendas:
 


Última edição por Rock - Furry Legend em Ter 17 Jul 2018, 12:14, editado 2 vez(es) (Razão : Faltou a musica pro sonho e algumas edições para adequar com os posts dos demais)
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 6 EmptySeg 16 Jul 2018, 18:22





Royce

WilD MinD



Royce sentia-se como aquele sujeito esquisito que chegava em uma festa e não conseguia acompanhar o que estava acontecendo, pois as coisas estavam bastante diferentes do que deviam estar.

A sala, que parecia ser a do trono, mas também o Hall de entrada estava lotada de seus companheiros nos mais diversos estados de saúde. Royce torcia a boca enquanto seus olhos iam passando de um em um.

- Vocês-gara podiam ter nos esperado lá fora… Teria sido mais fácil, nyan. - comentou ao ver os tritões… - Arrumaram um mascote? - completou ao ver o gigante no chão…. - Você-gara não veio carregando ele-gara até aqui né?

Começou a caminhar na direção deles para olhar o estado de cada um… Felizmente o tritão mudo parecia estar bem, o grande mais ou menos, o meio-grande… Não importava na verdade e por isso Royce só o ignorou. Então olhou para a outro garota…


- E depois eu-gara que saiu juntando coisas. - balançando a cabeça em negativo soltaria o baú de tesouros nos pés de Big G.

- O que pretende fazer? - perguntou Shizuka enquanto Royce caminhava.

- Acho que ainda temos alguns minutos, nyan… - olhou pra porta que Big G mantinha fechada. - Fiquem-gara atentos a outra porta. - apontou para akuma e para a garota estranha. - Creio que não teve tempo de procurar a saída… - Comentou com a loira, se aproximando dela e de Cassandra, para qual mostraria o braço cortado. - Tem algo estranho eu acho, nyan… - falou esperando que Cassandra pudesse olhar para ele, já que ela, ao que Royce sabia, possuía algum conhecimento sobre venenos. - Você-gara está bem, nyan? - perguntaria para ela enquanto a mesma estivesse fazendo o trabalho dela.

Após a resposta de Cassandra voltaria seu olhar para o tritão.

- Deite ele-gara no chão… Ela-gara… Ele-gara… - Royce não conseguia se decidir, já que olhava para os peitos e para a virilha. - Ponha no chão..


O jovem então começaria a olhar, do ponto em que estava para não atrapalhar Cassandra. Primeiro analisando onde estavam os ferimentos e quais poderiam ser graves.. As coisas não tinham saído tão perfeitas como na mente otimista do rapaz, pois em seu otimismo havia deixado as bandagens e a linha de sutura em sua mochila e sua mochila fora da cidade e assim sendo, teria que se virar com o que dispunha.

- Pegue alguma tocha, ou fogo de algum lugar e esquente a ponta da espada do cara ali (monk). - Se Cassandra ainda estivesse olhando ou fazendo algo no braço de Royce o mesmo se moveria na direção do tritão esperando que Cassandra o acompanhasse e talvez por estar ainda sobre efeito da endorfina o jovem conseguia ignorar alguma parte do seu desconforto.

- Primeiro o mais importante. - diria se abaixando ao lado do tritão. E cravando as agulhas de seu dedo no corpo do mesmo. - Transformá-lo em homem de novo. - embora isso provavelmente não fosse o mais importante. O jovem, assim como antes tentar-se-ia lembrar da sensação de quando se injetou o hormônio masculino, mas mantendo-se longe da influência de Shizuka, deixando ali os dedos cravados enquanto se concentrava em testosterona.


Uma vez bem sucedida a mudança o gatuno prosseguiria, pegando em seus bolsos a água, a morfina e a seringa.

- Jogue um pouco sobre o ferimento do peito. De modo a lavar o sangue. - diria para a loira ou a bárbara. Nesse momento Royce ficaria observando o novo fluxo de sangue para identificar se algum vaso importante do sistema circulatório havia sido afetado associando a localização do sangramento mais intenso do corpo aos seus conhecimentos.

Haviam muitos perigos em cauterização e por isso o jovem não a faria se percebesse não ser necessário, mas no entanto se houvesse um ponto no corte que apresentasse maior fluxo de sangue o gatuno projeto de médico pegaria a espada para cauterizar, isso obviamente se a bárbara tivesse esquentado a ponta.


- Como tá a situação lá fora, nyan? - diria ao erguer a cabeça, perguntando ao grandão, isso se também já não tivessem se explicado.


Se percebesse a loira parada falaria com raiva.

- Se mexa…. Vá procurar a droga da passagem pra que vocês-gara possam sair daqui, nyan.


Tentaria então cauterizar só os pontos que apresentassem algum sangramento intenso para depois com eles cauterizados ou se não houvesse nenhum fazer um tipo bizarro de curativo.

Royce retiraria então sua capa, fazendo um enroladinho dela e colocando-a sobre a ferida como se fosse uma grande gaze.

- Segure ele-gara sentado. - então procuraria por alguma cortina e com a cortina, ou sua corda, enrolaria o tronco do tritão de modo a pressionar a trouxinha da capa no ferimento criando então pressão no ferimento para reduzir e eventualmente estancar o sangramento.


Se em algum momento durante o tratamento o mesmo acordasse gritando de dor o jovem faria o mesmo que fez consigo mesmo, cravando as agulhas no corpo do mesmo e buscando injetar endorfina para aliviar a dor e causar uma sensação de bem estar.


Finalizado o tritão seguiria para olhar Big G, ou sentar um pouco se estivesse cansado.


- Ainda consegue andar? Correr? - Perguntaria para o grandão. - Não vou ter como tratar isso agora… Mas posso fazer algo pra aliviar e lhe dar uma animada…. - um sorriso travesso surgiu nos lábios de Royce.

Cravaria então também os dedos agulhas no tritão buscando liberar endorfina no mesmo. Não que isso fosse um tratamento médico, mas era um paliativo que permitiria o mesmo ignorar a dor parcialmente durante algum tempo, uma vez que esta causaria bem estar e se ligaria aos receptores de dor bloqueando-os.


Se as coisas ainda estivessem ‘tranquilas’, ou tão tranquilas quanto poderia se esperar de uma guerra o jovem olharia para o outro ser grande do recinto.

- Você veio carregando ele-gara né? Acho que posso aliviar um pouco…. Já que ele vai ter que sair daqui desse mesmo jeito…. ao que parece. - essa última parte foi dita com bastante desânimo.


- Só me arrumam problemas… Ninguém falou em entrar, era por fogo e sair , mas nãooooooo, tinham que… - resmungava Royce baixinho enquanto parava ao lado do grandão. Sua ideia era ‘simples’... Iria transformá-lo em mulher para diminuir suas medidas e assim deixá-lo mais leve. Cravaria ambas as mãos no corpo do gigante e então se concentraria nos hormônios femininos.. De tanto que estava usando o jovem esperava que começasse a parecer fácil, mas mesmo assim estaria tentando prestar atenção no que fazia.


- Até que esse negócio estranho venho a calhar. - falou referindo-se de sua akuma.

Assim com o mínimo possível arrumado e tendo a esperança de que Cassandra tivesse conseguido fazer algo por ele mesmo o jovem voltaria sua atenção para a loira.


- Eai-gara, achou algo-nyan. - Se visse o tritão brincando de mutilar corpos gritaria com o mesmo? - O que tá fazendo? Pirou? Nyann. - De repente sentia-se cansado de ter que cuidar de todos ali como se fosse crianças.


Se a loira tivesse achado alguma saída Royce iria com ela para verificar, caso contrário tentaria tirar a criança do seu estupor e levá-la para longe do tritão puto.

- Ei ei acorde nyan. Seus pais não iam querer que você ficasse aqui se lamentando, eles iriam querer que você vivesse… Pense no que eles iriam querer para você-gara. Me diga como sair daqui, deve ter alguma saída extra, vou levar você-gara como seus pais queriam. - Royce mais uma vez estaria injetando hormônios, agora na criança. Os mesmos hormônios do prazer que injetou nos outros, não que ela precisasse aliviar a dor, mas queria causar um excesso de sensação de bem estar na garota para que ela acordasse e se tornasse cooperativa. Sendo a endorfina também oposta a adrenalina e de tabela ao cortisol, hormônios os quais deviam estar em níveis extremamente altos no corpo da garota causando nela o estado de choque.


Se a garota dessa a informação o gatuno sorriria.

- Obrigado Nyan, agora vamos sair daqui graças a você-gara, seus pais ficariam orgulhosos. - injetaria mais endorfina. Era como uma terapia de adestramento de animais, onde Royce recompensava a boa ação da garota com o hormônio do prazer.


Pegando a garota no colo se levantaria virando-se para Cassandra.

- Como está? E como estou? - faria a pergunta dupla, primeiramente para saber se sua companheira estava bem e depois para saber o que ela teria a dizer sobre o envenenamento dele. - Se estiver com muita dor… Posso aliviar um pouco. - elevaria uma das mãos e mostraria as agulhas e se Cassandra pedisse ele tentaria injetar mais uma vez a endorfina para reduzir a dor que sua parceira pudesse estar sentindo.


As coisas poderiam ocorrer de diversas maneiras a partir dali, talvez pudessem simplesmente sair todos por alguma saída… O que provavelmente seria difícil, assim lhe restava algumas opções.


Entregaria a garota a Cassandra e para ela e a loira diria.

- Saiam pela passagem, se nos pegarem ela-gara fica de moeda de troca. Usem esse papel estranho pra me encontrar depois… É pra isso que funciona né? Nyan. - iria então até akuma e a garota estranha. - Pegue o baú e vá com elas, alguém forte precisa proteger a moeda de troca. - Sorria colocando a mão no ombro do tritão. - Proteja a Cassandra por mim. - falaria em tom mais baixo, próximo ao ouvido do tritão. - Você-gara é inútil. - diria olhando agora para a outra garota. - Saia com os outros.


Royce prosseguia, indo para a porta pela qual tinha entrado e mal acreditando nas próximas coisas que iria fazer… Pois talvez fosse o momento de novamente não ser o Royce fanfarrão cuidadoso, nem a Joyce insegura e precavida.


- E lá vamos nós…. Mas antes….. - parou se lembrando que não havia dito tudo que queria. - Me deem 5 minutos, vou distrair e atrapalhar os canhões, depois disso saiam. Use esse cara ai de escudo, ariete, clava… O que quiser. Antes ele-gara que vocês-gara. - cravar-se-ia novamente com as agulhas, lembrando-se mais uma vez da sensação que invocou quando Shizuka lhe influenciou, pois o que precisava agora era de um pouco mais de coragem, impulsividade e insensatez.

Injetaria a bomba de testosterona para mais uma vez ser quem ele não era.


- ADIMITAAAA, VOCÊ GOSTA DE MATÁ-LOS…. HIAHIAHIAHIAHAIA.


- Se vocês-grauuu demorarem mais de cinco minutos… - sorriria de forma arrogante. - Eu-grauu terei matado todos. Grauu.


Cravaria agora as próprias garras em suas coxas, não mais as agulhas, agachar-se-ia forçando a musculatura.

- Charge ONE. - Ativaria sua técnica, forçando e extrapolando os limites de seus músculos.


Enquanto alguns iriam sair, e outros fazer o que quisessem o espadachim correria pelos corredores a toda a velocidade, impulsionado um pouco mais além por sua técnica. Sua missão seria sair novamente pela porta pela qual havia entrado e deslocar-se em velocidade para o alto da muralha, onde pretendia inicialmente ganhar tempo, no entanto agora?


Morte.

Talvez pelo caminho tropas surgissem e tentassem atacá-lo, mas sem tempo a perder o espadachim apenas atacar-la-ias brutalmente girando o corpo para o lado a fim de esquivar dos ataques lançados e completado o 360 para bater com força contra as proteções dos soldados em um golpe que seria para desestabilizar e empurrar um homem contra o outro abrindo assim espaço para que prosseguisse a investida enquanto avançava. Aplicava golpes fortes na direção das pernas ou cabeça dos soldados enquanto utilizaria de suas força elevada nas pernas para saltar para trás/lado evitando assim ataques, saltos que seriam logo seguidos por novas acelerações para frente formando um zigzag frenético.


>>><<<

Se conseguisse sair para o pátio pela porta a qual havia entrado anteriormente o gatuno correria de forma acelerada para o topo das muralhas, buscando localizar os pontos onde os canhões estavam dispostos para avançar para eles.


Parando brevemente na primeira torre, onde se necessário tentaria rapidamente e pelas costas eliminar os soldados que ali estivessem lançando-os abaixo como no início de sua empreitada naquele território hostil.



”objetivos”:
 

Histórico:
 

”Dados da Ficha”:
 



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Última edição por GM.Furry Men em Ter 17 Jul 2018, 11:24, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 6 EmptySeg 16 Jul 2018, 22:00


Ilha


Sonho


Há vários anos, Jurgen vivia em Torino Kingdom, onde treinava seu corpo e sua mente, para que pudesse colocar seu plano em execução no futuro. Naquela época, o gigante buscava desafiar os mestres de artes marciais da ilha para testar sua força, claro, sempre tirando a vida dos derrotados, ele acreditava que os assassinatos o fortaleciam, o preparavam para as atrocidades que ele viria a ter de provocar no futuro, ele precisava aprender a matar, e a matar bem, se quisesse estar preparado.

Naaquele dia, Jurgen havia localizado um mestre em Bojutsu, o combate com bastões, vivendo recluso em uma caverna isolada na ilha. Jurgen sentia como se soubesse que aquilo era um sonho, e que já tinha experimentado esse sonho recentemente, mas decidiu seguir o fluxo normal. O gigante partira logo que o sol nascera, armado de sua lança, e de um machado improvisado na cintura. Naquela época, o gigante havia perdido seu hábito de utilizar a lança e o escudo, tal qual seus pais o haviam ensinado. Jurgen decidiu que era mais útil ter uma arma extra à proteção fornecida pelo escudo, afinal, seu objetivo era matar, e não se proteger. O lanceiro finalmente chegara na fenda em uma rocha; que dava acesso a caverna onde Mestre Koryuu, o Bastão Negro, morava. Jurgen adentrou o lugar sem hesitação, andou a passos lentos por aquelas grutas, apenas iluminadas por algumas tochas colocadas pelo mestre, após adentrar uma câmara circular e bastante grande, o gigante conseguiu enxergar o Mestre Koryuu, um senhor com aparência de mais ou menos sessenta anos, ajoelhado a frente de um altar com estatuetas de madeira, vestia uma túnica e um bastão de madeira negra repousava apoiado na parede.

- Koryuu - cumprimentou Jurgen, indiferente. - Vim tirar sua vida.

O mestre não se mexeu.

- Não tenho nada de valor aqui e não me lembro de ter feito nada, alguém me quer morto? - questionou o velho.

- Vim aqui para enfrentar você em uma luta, matarei-o caso perca. - alertou o gigante, continuando indiferente.

- Então por que não me mata agora? estou desarmado e de costas para você. - sugeriu o mestre.

- Não ganharei nada caso faça isso. - finalizou o lanceiro, sem perder a paciência.

O mestre levantou-se e pegou o bastão, virando-se para encarar Jurgen.

- Você carrega uma lança mas não um escudo, não é uma escolha muito sábia. - advertiu Koryuu, sério.

- Não preciso me defender para eliminá-lo. - o gigante brandiu a lança e o machado - Defenda-se, Koryuu!

A luta prosseguiu e durou bastante, Koryuu usava um estilo cheio de truques e artimanhas porém bastante ofensivo, a falta de uma defesa decente quase fez com que Jurgen perdesse a luta, porém, como no passado e no sonho anterior, Jurgen vencera.

O gigante não entendia o por que de estar sonhando com isso tantas vezes, talvez seu subconsciente quisesse lhe contar algo, mas ainda não havia decifrado o que era.



Fim do Sonho


Caso acordasse, por enquanto eu não faria nada devido aos ferimentos, apenas continuaria a ponderar sobre o sonho recente.


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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 6 EmptyQui 19 Jul 2018, 13:29



Narração - Wild Tide Ft. TerryBogard



TODOS

O palco estava armado, não chegava a ser o pior cenário possível, onde todos os companheiros do Mink estariam mortos, mas quase todos tinham ferimentos graves, sendo que entre eles, o que estava em pior estado era Ken, que ainda se encontrava desmaiado no trono. Por se o único que entendia algo de primeiros socorros, acabou sobrando para Royce dar um jeito nos machucados de todos aqueles que estavam na sala, o problema era que ele havia deixado sua mochila na colina e estava sem os instrumentos necessários para resolver tudo. Ao perguntar para Big G que segurava o portão sobre o gigante jogado no chão, o tritão maior ainda que segurava a porta respondeu Royce mantendo a porta segura e sorrindo.

- É... Achei que ele poderia ser útil, apesar de ser meio suicida... Carreguei ele um pouco, apenas... –

Depois de analisar a situação, Royce deixou aos pés de Big G o tesouro, sendo que tudo que escutava eram pancadas na porta somado a algumas leves aberturas, em um ritmo continuo, como se aqueles que queriam entrar estivessem usando algo juntos para empurrá-la, mas Big G conseguia mantê-la fechada, embora abrisse um pouco hora ou outra. Então disse para Big G e Rise ficarem de olho na outra porta, escutando o gatuno, ambos balançaram a cabeça, já se posicionando estrategicamente para ficar de olho no corredor, depois foi falar com Merlinda sobre a saída, a garota que estava olhando para seus ferimentos, tentando identificar a gravidade o respondeu séria, logo depois de Rise que disse sorrindo para o gato.

- Quando isso acabar, alguém precisa tratar do Jurgen, é esse gigante ai caído, não sei se tem um médico entre vocês, mas eu seria bastante grata. –

- Ainda não, acabamos de derrotar esses soldados e o Monk, talvez essa menina saiba de alguma coisa, vamos ver com ela! –

- Eu estou bem, deixe-me ver esse ferimento... Entendo, eu já li em um livro sobre venenos usados por exércitos antigamente, me parece que você foi cortado por uma arma banhada em Leite do Demônio... Você tem dois dias de vida, até que os sintomas fiquem aparentes, tudo que precisamos é encontrar várias laranjas para você... Só muita vitamina C pode fazer o efeito passar! Temos tempo... –

Então, atendendo o pedido de Royce, Cassandra deitou Ken no chão, sendo que Merlinda e a barbara ficaram próximas observando o tritão, que embora estivesse desmaiado como um anjo quase morto, estava tendo um sonho malucos com unicórnios e lasers. Logo depois, Merlinda pegou a espada de Monk e uma das tochas presas a parede para que o Mink fizesse seu serviço, então transformou o tritão de volta para homem, de modo que ainda desmaiado, seus seios diminuíram, junto de suas feições femininas que desapareceram aos poucos, retornando para sua aparência natural. Logo depois, a loira jogou a água entregue para Royce sobre o ferimento mais grave, no caso aquele no peito, vendo que apesar de ser um ferimento sério, não haveria necessidade de caunterizá-lo, ele deixou de lado a counterização que faria, podendo causar, além de uma queimadura, uma infecção futuramente, depois perguntou para Big G como estavam as coisas do lado de fora e ele respondeu, ainda escorado na porta para segurá-la.

- Não sei, tem alguns gritos, mas eles pararam de bater na porta já a algum tempo. –

Com essas palavras, Big G abriu levemente aquela porta gigante para ver o que ocorria do lado de fora, por estar estranhando não escutar nenhum inimigo ainda tentando adentrá-la, quando ele abriu, um som alto de guerra entrava por todo aquele salão, com explosões e homens gritando. Quase no mesmo instante que ele abriu, ele também fechou a porta, observando que o exército do lado de fora havia entrado e estava lutando contra os poucos soldados que estavam no pátio, do lado de fora do castelo. Entre todos eles, a luta entre aquele homem e os outros dois continuava, sendo que sempre que alguém tentava interferir, era instantaneamente morto pelos homens mais fortes, de modo que os soldados estavam lutando apenas entre si.

Vendo que o tempo era um problema, rapidamente fez um curativo utilizando sua capara para enfaixar o tritão com a ajuda de Cassandra e Merlinda. Foi então que o tritão acordou ainda um pouco fraco e gritando por causa de um sonho que estava tendo, com isso o Mink injetou quase que automaticamente endorfina nele, o deixando ainda mais zonzo, porém mais aliviado das dores que sentia, então perguntou Big G se ele estava bem e podia correr ainda, sendo respondido calmamente pelo tritão, que brincava com sua barba, ainda segurando o portão, mesmo que ninguém estivesse tentando entrar ainda.

- Sim, na verdade, acho melhor que todos saíamos daqui agora mesmo... Esse é o tesouro, não é? Vamos em bora então. –

De toda forma, Royce cravou suas garras, depositando endorfina em Big G e logo depois hormônios femininos em Jurgen que ainda estava caído de bruços no chão, ele depositou uma quantidade proporcional ao tamanho daquele homem, de modo que seus músculos foram sumindo e seus seios fossem crescendo, até que ele se tornasse uma bela mulher com suas partes masculinas de baixo ainda preservadas e de quatro metros e meio, talvez com sua personalidade alterada, talvez não, apenas quando ela acordasse para que todos descobrissem.

Enquanto Royce, que já estava ficando cansado de tanto usar seus novos poderes, continuava os esbanjando por ai, Ken havia acordado, já com o corpo de olta ao normal, embora não tivesse recebido o tratamento adequado em nenhum de seus ferimentos, além de um improviso no pior deles, caminhou até o Monk, até que cambaleando levemente e com a vista se escurecendo hora ou outra, como se fosse desmaiar, assim que se aproximou, para a surpresa de qualquer um que não o conhecia, ele arrancou a cabeça do Lord careca com mordidas, então recolheu suas coisas no chão e fincou a cabeça dele em sua lança.

Com tudo armado, ainda em um estado de saúde péssimo, ele andou até a pequena garota que ainda estava ajoelhada, cheia de sangue do velho por seu corpo e em estado de choque. Se aproximando, o tritão esfregou a cabeça fincada na lança bem no rosto da delicada, jovem e inocente garota, isso logo depois de dar um tapa em seu rosto, de modo que ela caísse com um pouco de sangue escorrendo pelo seu rosto agora avermelhado, a menina parecia estar totalmente traumatizada, mas Ken não estava satisfeito com aquele bolo traumático, querendo colocar uma doce cereja de problemas psicológicos em cima dele.

Ela então se levantou olhando para baixo e foi novamente empurrada pelo tritão, de modo que caísse, dessa vez sem se levantar, mas ainda sem palavras ou reações inesperadas diante de toda aquela humilhação a qual estava sendo submetida. Logo depois, ele andou em direção aos corpos, pegando a espada do Monk que estava no chão, tudo que via Akuma resmungando ao colocar a mão sobre a testa e balançar a cabeça para os lados, enquanto Ken, que estava cheio de ferimentos começou a dar uma de açougueiro com corpos de soldados, ao usar a espada do Monk como um cutelo e desmembrar aqueles homens, empilhando suas cabeças junto aos membros dos homens, talvez tentando fazer algum tipo de escultura doentia, isso logo depois de averiguar que não havia nada de útil em seus corpos.

Depois de fazer suas atrocidades, Ken falou o que achava melhor que Akuma e Big G fizessem, sendo que foi respondido rapidamente por ambos que analisaram a situação que ocorria. Com Akuma apontando para Big G e logo depois para as saídas e logo depois Big G confirmando com a cabeça e dizendo depois de pensar um pouco ao puxar sua barba.

- Humm... Huuuum! –

- Ele está certo, eu sou muito grande e apesar de estar com as pernas machucadas, acho que ainda consigo alcançar os muros para sairmos, posso levar todos comigo! Acho que é o melhor que podemos fa... –

Antes que Akuma terminasse suas palavras, sons estrondosos começaram a ecoar, vindos das paredes externas do castelo, aparentemente, estavam disparando com canhões contra as paredes, não demorou, até que no terceiro disparo, um buraco se formasse na parede, fazendo com que o som, que estava sendo abafado pelas paredes, da luta do lado de fora entrasse com tudo no lugar, fazendo com que fosse difícil até mesmo a comunicação.

Royce então se aproximou da criança perguntando por alguma passagem secreta, então injetou hormônios do prazer nela, de modo que ela parecesse meio chapada em relação ao estado que estava antes, onde parecia estar em choque e triste pela morte de todos e a sua, que estava por vir, de toda forma, ela conseguiu responde-lo ainda meio zonza, enquanto apontava para um tocha, que foi puxada pela loira, de modo que uma passagem se abriu na parede que ficava atrás do trono, como uma espécie de túnel escuro e sem iluminação, Merlinda logo falou calmamente.

- Aliii... –

- Sabia que devia ter algo do tipo aqui... –

Então o Mink entregou o vivre card e a menina chapada para Cassandra, que confirmou com a cabeça, logo depois de dar um abraço nele, então pediu que Akuma fosse com ela e a protegesse, de modo que o tritão também balançou a cabeça confirmando o pedido do Mink. Com isso, os dois correram na direção do túnel, logo depois de falar, com Cassandra dando um abraço em Royce depois de sua fala.

- Pode deixar comigo, vamos ficar bem! –

- Hum! –

- Vou com eles também, nos encontramos naquela colina de antes. –

Disse a loira calmamente, já seguindo com Cassandra e Akuma, de modo que apenas Jurgen ainda desmaiado, Rise que se sentou olhando para ele, Ken que se mantinha cantando na sala e Big G que segurava a porta. Já Royce, injetou testosterona mais uma vez em seu corpo, de modo que mais uma vez se transformasse em um ser bem mais másculo que antes, deu um aviso a todos para que saíssem em cinco minutos ou não encontrariam mais inimigos e com isso saiu correndo pelo corredor que já estava acostumado a passar com tudo, logo depois de utilizar sua técnica especial para forçar sua musculatura.

Não avistou nenhum inimigo em seu caminho, mas quando saiu pela porta por onde haviam entrado no castelo, percebeu a destruição que estava do lado de fora, corpos espalhados, enquanto a maior parte dos soldados que defendiam o castelo estavam mortos, com alguns poucos resistindo e duas pessoas lutando com tudo contra uma outra que resistia bem, apesar da desvantagem. Mas a maior diferença de quando haviam entrado, era que grande parte da muralha estava destruída, explicando os estrondos de antes, provavelmente os inimigos desistiram de manter o castelo intacto para quando o tomassem, quase todos os lugares que antes pareciam ter pessoas com canhões, analisando o primeiro que invadiram, estavam destruídos, restando apenas um que ainda disparava contra o exército atacante, que havia tido uma perda esmagadora em relação ao que eram antes, se haviam várias centenas, ou milhares de homens, agora deviam restar pouco mais de quatrocentos, o Mink se dirigia até aquela última torre com canhões a vista, mas antes que pudesse chegar nela, ela foi explodida por algum canhão inimigo fora de vista.

Não demorou muito, até que a porta fosse aberta, de modo que Ken começasse a jogar nos soldados as partes dos corpos que havia desmembrado. Mas analisando a situação e o estado do tritão, que mal tinha força para arremessar os membros, por estar bastante ferido e nem precisão, por estar quase sem consciência, agarrou Jurgen, o deixando por baixo de seu braço direito, pegou a barbara que já estava correndo na direção do exército, junto de Ken, Rise e o tesouro com sua mão esquerda e saiu correndo na direção de uma parte da muralha que havia caído e estava pela metade, estando distraído, o exército sequer o atacou, de modo que ele conseguiu atravessar o muro sem ser atacado, sendo que Royce o viu, podendo pular nele ou ir sozinho o acompanhando, o importante era que todos estavam finalmente livres daquele castelo, que agora caia em pedaços e estava com um mar de corpos queimados, explodidos e desmembrados ao seu redor, era uma cena de guerra terrível, enquanto corriam em direção a colina de antes, Jurgen despertou balançando nos braços de Big G, tendo várias curvas, agora com um corpo feminino. Enqaunto a ruiva ficava gritando e se debatendo, estando na mão de Big G, encostada nos outros que ele carregava.

- EI, ME SOLTA GRANDÃO, EU QUERO LUTAR! -

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 6 EmptyQui 19 Jul 2018, 16:31

#016
Sendo carregado pelo Big G, notava que o meu corpo não e até mesmo minha consciência já que estaria sendo levado praticamente contra a minha vontade. Sabia que Big não estava 100% de sua forma física e o que ele estaria fazendo provavelmente, carregando todo mundo, estaria além do que ele poderia suportar naquele momento….

“Caralho Big, tu ta sendo um puta de um caralho grosso! Esse é o tritão general da porra”

Enquanto pensava sobre todo o esforço do G, Enquanto era levado pela mão grande daquele gigante. Tentava de alguma forma liberar um de meus braços, caso estivessem presos. Se não conseguisse falaria para o G, talvez com a voz um pouco enrolada…. - Hein grandão, deixa eu tirar um braço. Tô me sentindo um pinto duro recém descoberto na mão de um adolescente!

Assim que conseguisse liberar um de meus braços, junto com uma de minhas pistolas, respiraria fundo e daria uma longa piscada e na sequência forçaria a minha visão ao máximo esperando que aquela penumbra aliviasse por alguns míseros segundos. Assim que isso acontecesse, não perderia a oportunidade e dispararia 4 vezes na direção dos homens que estavam lutando.

Não tinha nenhum ponto específico, apenas queria acertá-los com os meus tiros, depois disso daria tiros aleatórios nas pessoas que estariam próximas de nós gritando!.... - Morram seus seres pequenos e insignificantes! Eu sou o Mega Robô Gigante Ken Big Ruivo com acessórios Sexuais!

Sentiria meu corpo indo e vindo, seria uma espécie de perda de forças e assim como a minha força, sentia a minha visão ficando cada vez mais pesada! O que me fez perceber que se continuasse iria apagar e possivelmente teria que enfrentar aquele anão filho de uma puta matador de unicórnios lindos.

Só me moveria agora atirando contra alguém se houvesse a necessidade de defender a fuga do Big G.
---

Assim que chegássemos a algum lugar seguro e fosse posto ao chão, recarregaria as minhas armas e procuraria algum local com sombra para me deitar, como uma árvbore ou coisa parecida. Lá evitaria movimentos desnecessários  e descansaria os meus ferimentos. Talvez por algum algum motivo sentisse a dor do meu corpo tomando conta do mesmo.

Ficaria ali e só me movimentaria somente se houvesse a necessidade extrema de começar a trocar algum tiro com inimigos para mantê-los afastado enquanto concentraria forças do cu do mundo para colocar o meu corpo em pé e assim bolar algum plano extremamente inteligente e suicida para colocar um fim na vida do infeliz filho de uma mulher de vida fácil que surgiu para azucrinar a minha possível recuperação.
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 6 EmptyQui 19 Jul 2018, 18:25





Royce

WilD MinD



Royce sentia ainda o calor do abraço de Cassandra quando a via partir, havia sido pego de surpresa por aquela demonstração repentina da sirena que não soube como reagir naquele momento e assim, parado permaneceu vendo-a ir. Inconscientemente sua mão havia subido, pensando em segurá-la e beijá-la, mas não o fez.

Criatura patética. - Royce sabia que Shizuka se referia a Cassandra, pois sentia o ciúme que irradiava de sua voz.

>>><<,



- Não precisava ter me importado-grauu. - Disse Rosco (Apelido pro RedRoyce) que observava o desenrolar da guerra de cima da muralha. Focando-se principalmente no que parecia ser a luta principal.

- Eles continuam lutando, ignorantes a tudo o resto que aconteceu. Nem as situações mais óbvias eles conseguem perceber diante da burrice de sua espécie. - verdade seja dita, ser ou não ser burro em nada tinha haver com a espécie de cada um, porém essa era a visão que Royce possuía da Shizuka de seu passado, uma Mink rancorosa e manipuladora que sempre atribui qualquer atitude errônea dos humanos a sua raça e não a suas personalidades ou situação.

- Será? Ou estão apenas se divertindo. grauuugrauugrauugrauu. Vamos descobrir..Grauu. - Girou ambas as hook Sword, guardando-as novamente e pegando a espada encontrada na sala do tesouro. - Realmente uma arma digna-grau.

Rosco começava novamente a descer da muralha, caminhava nesse momento avançando de forma arrogante em direção ao trio que se enfrentava. Shizuka seguia mais atrás ainda destilando venenos aos ouvidos de Rosco.

Mate todos, nenhum deles tem qualquer utilidade para mim… nós. - corrigiu-se. Soldados fracos, líderes fracos, ficam lutando por inutilidades, já que tudo que valia a pena nós já pegamos.

- É isso que eu-grau pretendo avisar.Grauu.


Rosco avançaria caminhando, mas ainda mantendo sua técnica Charge One ativa a fim de obter resultados eficientes em sua movimentação nos momentos em que fosse atacado pelos soldados que guerreavam em volta, mas assim que se aproximasse das zonas onde os confrontos fosse mais intensos aceleraria medianamente sua movimentação de modo a transpassar o confronto de forma mais eficiente e também evitar de dar a oportunidade para que algum grupo de soldados o cercasse impedindo sua passagem.


Rosco utilizar-se-ia de movimentos ágeis do tórax para evitar cortes da cintura para cima movendo-o para longe da direção da arma enquanto com um jogo de pernas executaria pequenos e ágeis saltos para trás e para frente mudando ainda mais seu posicionamento e também a irregularidade do movimento de seu corpo contra-atacando o ofensor durante este movimento de esquiva com golpes cruzados de sua arma visando cortar o alvo ou forçado a bloquear com algo para que assim executasse de estratégias similares às anteriormente usadas de puxar com violência sua espada de modo que a mesma se prendesse ao meio utilizado como bloqueio desestabilizando o oponente e criando uma abertura para a finalização ou com o punhal ou com o guarda mão.


Ainda assim, desde o início Rosco estaria tentando escolher o caminho mais desimpedido ao seu avanço de modo que não precisasse ficar lidando com hordas de soldados seguidas, atacando aqueles que se postassem a sua frente e que não lhe tivesse visto e continuando seu trajeto até chegar ao confronto principal o qual se aproximaria por uma lateral de modo a ser visto por ambos os lados da rinha.


- Nada mau vocês-grau. Mantiveram esse belo impasse. - Rosco sorriria e suas orelhas agitar-se-iam sobre a cabeça girando e procurando ouvir o campo de batalha. Se questionado sobre sua presença Rosco responderia com naturalidade.

- Eu-grau? gragragragra, estou apenas de passagem por aqui, apreciando este belo espetáculo. Assistindo enquanto uns lutam para proteger o que lhes é importante, enquanto outros atacam para saciar sua fúria e tomar o que desejam. - Sorrindo ainda mais moveria a espada na frente de seu corpo lentamente, para que a dupla defensora pudesse a reconhecer. - No entanto-grau, venho apenas apreciar a piada e a graça de tal situação. - Usando a espada apontaria para a porta arrombada do castelo e para os corpos desmembrados. - Quando aqueles que protegem lutam pelo que nem mais possuem-grau. - depois apontaria com a espada para o castelo inteiro. - E aqueles que atacam já perderam o que poderiam conquistar. - A necessidade de se gabar de Rosco havia então sido saciada, podendo esfregar na cara daqueles homens que lutavam que ele já havia conquistado e tomado tudo que lhes era querido e com isso sorriu e gargalhou do infortúnio alheio - Mas podem nos chamar de Wild Tide.


As chances de ser atacado neste momento eram grandes, por qualquer um dos dois lados, embora suspeitasse que um era mais esperto que o outro ou ainda que um dos lados tinha perdido mais coisas que o outro para que pudesse se manter de alguma maneira calmo e centrado com isso Rosco se manteria atento às investidas do trio mantendo esquivas rápidas que não o deslocassem muito da área ‘privada’ do confronto do trio sacando uma das espadas das costas enquanto girava o corpo para se afastar enganchando uma arma na outra durante o giro para usá-las de forma a estender o seu alcance igualando-o possivelmente as lanças que eles usavam completando o giro deslocando a lâmina para a direção das pernas do oponente que o atacasse em algo que se assemelharia a uma rasteira com lâminas terminando o giro de modo a puxar a lâmina encaixada para ser novamente segurada pelo cabo.


Grauuu, vamos com calma rapazes. Garota… A não ser que não queiram a criança. - diria caso fosse a dupla defensora que o atacasse.


>>><<<<


Se em algum momento o outro lutador atacasse pelas costas a dupla defensora a fim de se aproveitar da súbita mudança de foco deles e fosse possível para Rosco revidar ele o faria. Atacando então o invasor a fim de criar um impasse onde todos os lados continuassem travados sem possibilidade de criar uma vantagem.


- Não seja apressado-grauuu. - balançaria o dedo indicador em sinal negativo. - Mas creio que seja hora de eu ir… Seja quem ficar vivo-grauu, nos encontraremos outra hora. Graugraugruagura. Aproveitem suas conquistas vazias.


Com essa deixa, mais rápido do que quando havia avançado até ali Rosco correria novamente para dentro do castelo passando agora pela porta principal que Big G havia deixado aberto, por ali velozmente cruzaria a passagem secreta que haviam encontrado e continuaria avançando em corrida passagens adentro buscando alcançar o grupo que havia seguido por ali antes.


>>>><<<<


Poderia no entanto não ter o encontro tão amigável quanto imaginava, sendo forçado a se esforçar muito mais em evitar as investidas do trio, fosse os defensores ou o atacante. Rosco porém continuaria com seu jogo, não atacando para ferir e atacando distribuidamente ambos os lados de modo a ficar forçando o impasse negando-se a permitir que um dos lados conquistasse a vitória com sua aparição.


Sua movimentação seria de modo a lhe favorecer o contorno no confronto de tal forma que durante as esquivas conseguisse ir se posicionando em direção a porta do castelo. Master-se-ia sempre voltando atrás e de volta a frente em diagonal para o lado favorecendo-se de sua velocidade e de sua técnica para realizar a movimentação em formas de saltos zig zag.


Se em algum momento se percebesse cercado contra-atacaria com velocidade forçando na direção que parecesse mais fraca e usando de golpes circulares com a hook comum para que pudesse com essa forçar o bloqueio/esquiva para então na sequência atacar com sua nova espada em golpes verticais acompanhados de um pequeno dash para levar o combate para uma distância mais curta onde poderia dar sequência com golpes similares a socos que visavam causar dano com as guardas em meia lua forçando assim o oponente a recuar movimento o qual Rosco seguiria, pois imaginava que desde que se mantivesse próximo a alguém dificultaria o ataque de terceiros. (Baseado que Luto contra um dos irmão, o outro não atacaria e impediria também o invasor de atacar para que seu irmão não pudesse ser gravemente ferido). De toda forma Rosco estaria apenas esperando a oportunidade para avançar em velocidade em direção a passagem secreta.


>><<<<

Quando seguro dentro das passagens e com a certeza de que não estava sendo perseguido o gatuno injetaria mais uma vez em si hormônios femininos, mas em pequena dosagem com a finalidade apenas de reduzir e balancear os hormônios masculinos.

- Preciso parar com isso-gara. -


Se Royce alcançasse o grupo gritaria…


- Cassannndrraaaaa. - movendo a mão acima da cabeça em cumprimento. E assim que os alcançasse desativaria sua técnica Charge One, apoiando-se em Akuma. - Só preciso de um segundo…. - falaria ofegante e dando um sorriso nervoso. - Devo estar exagerando.. no meu corpo, nyan. - explicar-se-ia ao tritão justificando a necessidade de estar se apoiando no mesmo. Com isso continuaria seguindo com o grupo.

- Onde vamos encontrar laranjas? Nyanyanyanyanyanyanyyanyanya.






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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 6 EmptySex 20 Jul 2018, 13:42

After my body is dry



Post 4




“Se existe um começo, existe um fim, Isso é regra. Pode até ser triste, mas ficar triste só porque é o fim não faz meu tipo. Por ser o fim, é melhor bagunçar ainda mais. Assim, independente de como seja o final, podemos terminar sorrindo.” - (Dante)



Não sabia exatamente quando as coisas tinham ficado daquele modo, nem como a viagem terminou até na ilha, a única coisa que tinha certeza naquele momento era que na verdade tinha dormido no navio, como ou por que bem… precisava diminuir as doses de bebida que tinha tomado. Levantaria de onde estivesse naquele momento me espreguiçando e lentamente caminhando pelo barco, e claro procuraria pelo careca de óculos escuro, por enquanto eu precisava de alguém pra explorar a ilha comigo, talvez eu fosse ter mais coisas do que poderia carregar, eu não tinha muitos objetivos na mente, mas eu podia encontrar muitos objetos, nunca se sabe o que a vida nos trás, bom conhecendo o mundo como conheço diria que ele trás mais merda e joga na nossa cara, mas nada que eu não pudesse resolver, algumas coisas me eram necessárias e essas eram as que eu buscaria agora, bem a primeira delas é conseguir adagas pra mim, e claro pra isso nessa ilha eu teria de caminhar um tanto quanto… demais.

Mas penso nisso depois, procuraria o Toretto, pelo barco até encontrar ele, e nesse momento me dirigiria a ele calmamente, como sempre estufaria o pulmão de ar deixando as costas retas olhando pra frente enquanto falava. - Bom dia, que acha de sairmos pra explorar a ilha? Eu preciso procurar algumas coisas.- falava com um sorrisão no rosto, e um olhar calmo, logo bocejaria, ainda demonstrando um pouco do sono e cansaço de ter dormido por tanto tempo por ali. Pegaria o mapa da ilha que estava comigo, e começaria a observar ele, passo a passo, os detalhes que me pudessem ser interessantes da sua geografia, era um lugar novo pra mim e começar a caminhar as cegas nunca dá bom resultado, eu então se tivesse qualquer informação por meio do mapa, sobre a área central da ilha, ou as próprias construções do lugar, caminharia para a parte central da ilha. Inicialmente eu não pediria informação e nem nada desse gênero, a princípio, eu queria caminhar pela parte central e procurar uma coisa que pudesse realmente me chamar atenção, algum ferreiro, alguma loja de armas, qualquer coisa desse tipo.

Após algum tempo caminhando apenas se realmente eu não visse nada que perguntaria nesse momento, pra qualquer pessoa que caminhasse pela região, o motivo de eu evitar algum pedido de informações inicialmente não vinha por meio de timidez, era apenas um modo de explorar a ilha por mais algum tempo, até realmente ver como necessário a ideia de levantar algum questionamento pra as pessoas, a aproximação não seria muito além da minha clássica. - Bom dia senhor, sabe me dizer onde posso comprar armas aqui?- o tom de voz seria firme, porém calmo, meu olhar não esbanjaria ali muita emoção, estaria bem mais normal do que de costume, algo que por algum motivo, vinha mudando, eu já havia sido uma pessoa bem mais expressiva, não sei ao certo o que começou a acontecer, talvez fosse a idade chegando, dizem que quando vamos ficando velhos, vamos ficando carrancudos. Triste fim de vida eu diria.

Se em algum momento encontrasse uma loja de armas, adentraria normalmente pela porta, me dirigindo até o possível atendente ou qualquer coisa desse tipo que estivesse ali dentro, os olhos esmeralda percorreriam por todo o lugar, olhando a estrutura como se analisasse o que me era apresentado, e por fim focando na pessoa que pudesse estar ali diria. -Você tem adagas? Se sim posso ver elas?- diria com uma expressão agora sim empolgada, meu rosto era um tanto honesto quando se tratava de estar feliz por algo, e nesse caso bem, eu estava feliz pela mera possibilidade de conseguir o que eu queria, é talvez minha repentina tristeza fosse apenas por estar parada demais, eu sempre gostei de explorar novos lugares, entender o mundo de uma maneira que pudesse passo a passo crescer com isso. Se ele me trouxesse as adagas as pegaria olhando por cima a qualidade, passaria de leve a mão sobre o metal, e rasparia de leve a pele com o fio da adaga pra ver o quão afiada ela poderia estar. Era algo que eu sempre gostava, armas de uma maneira geral me passam essa sensação de curiosidade e no fundo de conforto.

Caso visse a qualidade de ambas, assim como o fio bem amolado, eu me dirigia ao vendedor perguntando então o preço. - Por quanto está cada adaga?- se o preço fosse razoável pagaria por cada uma delas e agradeceria saindo do lugar. - Obrigada senhor.- Prenderia as duas no cinto da calça caso elas fossem me dadas sem nenhum suporte, se tivesse um suporte no entanto o usaria pra prender ao cinto.

Citação :
E lá estou eu aqui denovo, com a vontade de pé kkkkkk apesar de que Ria, eu sou apenas fruto da sua imaginação

OBS: estou tentando comprar adagas LVL 1 eu não tenho dinheiro pra LVL 2

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 6 EmptyDom 22 Jul 2018, 04:23


Ilha


De repente, eu despertaria daquele estranho sonho repetido. Ao abrir meus olhos, me veria no meio de um castelo, rodeado por várias pessoas, das quais apenas algumas eu conhecia, ao mesmo tempo que notaria que eu estava sendo carregado pelo tritão, a dor dos incontáveis ferimentos pelo meu corpo ardia insuportavelmente, porém, não era só isso que me incomodava, meu corpo, eu o sentia de forma diferente.

Colocaria meu braço direito a frente dos olhos e, ao notar a óbvia discrepância com o normal, exclamaria assustado: - O… o que diabos está acontecendo!?? - questionaria, genuinamente surpreso enquanto piscaria os olhos várias vezes para checar se não continuava sonhando. - O que houve com meu braço!?

Após isso, começaria a notar todas as mudanças que haviam acontecido com o meu corpo, tentaria espernear para que o tritão me soltasse mas desistiria assim que sentisse a inevitável dor imensa, parece que fazer movimentos bruscos estava fora de cogitação.

- Vou querer uma explicação muito boa sobre o meu corpo quando saírmos daqui, tritão! - declararia, antes de parar a fala abruptamente devido a dor.


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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 6 EmptyDom 22 Jul 2018, 16:24



Narração - Wild Tide Ft. TerryBogard



KEN

Quando estava sendo carregado, Ken se esforçou para tentar ganhar algum movimento, ainda estando nas mãos de Big G que o levava rapidamente para fora. Vendo que não conseguiria, pediu que o tritão o liberasse, de modo que não demorou para que o tritão enorme afrouxasse um pouco os dedos durante a corrida, dando espaço para que Ken fizesse o que queria. Ele então deu alguns disparos mirando nos homens que lutavam, mas por estar com a visão debilitada por ter sofrido tanto dano, somado aos rápidos passos do tritão que o carregava no pátio, acabou errando, embora acertasse homens aleatórios que cercavam a luta, com isso, começou a disparar aleatoriamente chamando a atenção de várias pessoas e matando algumas, que não conseguiram reagir devido a grande velocidade de Big G naquela fuga, sendo que não demorou para se afastar.

Big G continuou sua corrida naquela noite, tentando voltar para a colina, sendo que no caminho, tudo que viam eram vários corpos no chão, destroçados pelos canhões que eram disparados a todo momento, antes do exército invadir, quando os homens do Monk disparavam para proteger o castelo. A cidade estava em ruínas, não havia mais um grito sequer, apenas o som do fogo e o cheiro da fumaça negra que cobria todo o lugar. Estando naquela situação desconfortável, a ruiva, que estava nas mãos de Big G começou a gritar nervosa, enquanto as partes de Ken a tocavam, talvez por instinto do próprio tritão, talvez por coincidência.

- EI, BIG G, ME DEIXE NO CHÃO, EU POSSO IR ANDANDO! KEN, CHEGA PARA O LADO! –

- Relaxa, estamos quase chegando! -

Respondeu Big G com um sorriso, talvez ele tivesse entendido o que estava acontecendo, mas não se importasse com essas trivialidades ou quisesse deixar seu aliado feliz. Foi assim, com Rise, que havia conseguido se liberar, sentada em um dos ombros do tritão, até que eles atravessaram os poucos campos que haviam entre a cidade e a colina e chegassem lá, de modo que Big G deixasse todos próximos da entrada da floresta, onde estavam anteriormente discutindo sobre seus planos e esperando um horário propício.

Depois de deixar todos no chão, Big G se deitou de lado com um dos joelhos apontados para cima e um dos braços apoiando sua cabeça, enquanto observava os outros se ajeitando. Ken recarregou suas armas e sentou escorado em uma árvore para descansar, esperando para ver se algum inimigo aparecia, Rise ficou sentada próxima de Jurgen que havia sofrido muitos ferimentos e se mantinha deitado olhando para o céu, a barbara simplesmente se deitou em outra árvore e começou a dormir. De onde estavam, tudo que viam naquela noite, que estava parcialmente nublada, quase amanhecendo, sendo possível ver uma fraca luz do Sol no horizonte, levando em conta o tempo que passaram no castelo, eram as casas pegando fogo e a fumaça provocada por isso subindo aos céus.


ROYCE

Vendo que os outros conseguiram sair bem da muralha, depois de conversar um pouco com Shizuka, Rosco, que estava tomado pelo poder de sua própria akuma no mi e quase que fora de controle pelos hormônios que injetou em seu corpo, partiu para cima dos homens que lutavam, apenas para sua própria diversão. Pegou sua mais nova espada e desceu a muralha, se dirigindo até onde os homens lutavam, passou correndo por entre os soldados, que sequer tiveram tempo de reação com sua velocidade, até matou três deles que entraram em seu caminho com golpes rápidos em suas costas, até que se aproximou do confronto principal entre os filhos do falecido Lord Monk e aquele que atacava o lugar.

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- Quem é você? –

Perguntou um soldado aleatório, parecendo estar assustado enquanto estava bloqueando o ataque de um dos inimigos, a ver que um de seus aliados havia acabado de morrer nas mãos do felino apenas por estar em seu caminho, logo depois de Rosco começar a falar, diante da pergunta, ele se apresentou, sem que ninguém se aproximasse, em meio a várias lutas entre os homens de ambos os lados. Então ele apontou para o castelo, foi quando um dos filhos do Lord, que estava distraído com a luta percebeu qual era a arma que ele segurava e o que fazia naquele lugar, dando um grito desesperado quando percebeu o que estava acontecendo.

- Ei, essa espada é... PAI, ONDE ESTÁ O MEU PAI? –


Foi quando o filho do Monk partiu para cima de Rosco, mas antes que o alcançasse, vendo a oportunidade, aquele que atacava os Monk desferiu um corte diagonal em suas costas, fazendo com que ele caísse no chão, fazendo com que sangue voasse sem que o felino estivesse próximo o bastante para impedir. Mas vendo a situação, o outro Monk dava um grito enquanto chorava pela morte de seu pai, então desferiu um ataque horizontal, causando um corte profundo na lateral do corpo do atacante.

- AAAAAAAAAAAAAH. MORRA! –

Com isso, vendo que mais uma vez a luta estava equilibrada, Rosco decidiu ir em bora antes que fosse atacado por outras pessoas daquela guerra que havia se tornado uma pequena batalha com o tempo. Se aproveitou da distração dos homens, os deixando naquela luta quando saiu correndo na direção do castelo mais uma vez, passando pelos restos de corpos mutilados e adentrando pela passagem secreta, que era um túnel escuro e quase sem iluminação nenhuma, por sorte ele tinha uma boa visão, naquele caminho húmido e escuro, ele viu três gatos fazendo movimentos de acasalamento, mas estando em sua forma feroz, simplesmente ignorou aquela cena obscena e continuou por mais algum tempo.

O lugar não era completamente reto, fazendo algumas curvas, foi em uma dessas que Rosco injetou hormônios em seu corpo mais uma vez para voltar ao seu estado original como Royce, sendo exatamente o que aconteceu, até que chegou em um lugar sem saída, mas ao puxar uma alavanca abriu uma passagem acima de uma escadaria, sendo que ao subir, se viu do lado de fora, já a alguma distância da cidade e de lá, conseguiu ver Cassandra, Merlinda e Akuma segurando a garota e andando na direção da colina onde estavam anteriormente, ao se aproximar, Cassandra o responde com um sorriso, logo depois de Akuma, enquanto Merlinda apenas o olha e Royce percebe que a garota estava dormindo.

- Humm!? –

- Não se preocupe, acho que esse vilarejo já era, mas no próximo devemos encontrar algo... –


TERRYBOARD

Estando exausto e ferido, o gigante, que acordou sendo carregado, agora em uma forma feminina, por Big G, não entendia bem o que estava acontecendo. Ao colocar seu braço na frete de seus olhos, que antes tinha uma aparência máscula, até mesmo monstruosa na visão de alguns, estava delicado e fino, então ele olhou para baixo, percebendo que estava com seios avantajados e um corpo magro e feminino, aquele que antes era um homem, não era mais, embora quando conferiu suas partes de baixo, percebeu que ainda estavam lá intocadas, ou seja, a transformação não havia sido completa.

Ficou se questionando sobre o que estava acontecendo com sua doce e suave voz nova, mas ninguém o respondia, estavam todos focados em fugir. Ao menos, Rise que estava sentada no ombro de Big G, que provavelmente estava tão focada nos ferimentos de seu aliado, estando preocupada pela sua vida, imaginando se ele ficaria bem, já que para ela era proveitoso tê-lo ao seu lado, de modo que não ligou ao ver a transformação de seu corpo. Mesmo assim, percebendo que Jurgen havia acordado, ela disse sorrindo de maneira alegre.

- Que bom que você acordou, estava achando que fosse morrer... –

Não demoraria até que chegassem na colina e Big G deixasse todos lá, pouco tempo depois, enquanto Jurgen estava deitado com a face para cima, chegaram Royce e os outros. Foi nesse momento que Merlinda mostrou mais uma de suas habilidades, pegando um kit de primeiros socorros em sua mochila e tratando de Jurgen ao limpar seus ferimentos, colocando ataduras e suturando quando necessário, sem que ele conseguisse impedi-la por estar incapacitado, então, logo depois cuidando de Ken se ele deixasse e dos outros, incluindo Royce no caso do Mink permitir. Enquanto cuidava dos ferimentos de Cassandra, a loira falou mantendo sua calma e seriedade.

- Vou cuidar de vocês, vai ficar tudo bem... Acho melhor irmos para o Salão Falso, o território dos Denrold... Era o filho da família quem estava atacando os Monk, mas aqueles homens que morreram não chegam nem perto do real exército dele, é bem maior que aquilo até onde eu sei... Agora que conseguimos algum dinheiro, devemos conseguir reunir forças lá para tentarmos algo contra os Achill. –


LAYLA

Algumas horas antes da ruína dos Monk, enquanto os outros piratas ainda estavam na floresta e um exército se dirigia para atacar aquele vassalo dos Achill, a garota ainda estava em uma cadeira na proa do navio, mantendo seu olhar fixo e vazio para o horizonte, ela havia sido colocada em baixo de um guarda-sol por Toretto, talvez para que observasse a vista enquanto estava naquele transe profundo. Quando recobrou sua consciência de seja lá em qual mundo ou no que estivesse pensando distraída até aquele momento, ela percebeu que o navio estava se movimentando e já estava começando a anoitecer, tendo uma ou outra estrela no céu, então andou até o rapaz, sendo ele o único que ainda se mantinha lá, estando no timão guiando o navio, que ainda estava com algum dano aqui e ali da tempestade pela qual passaram. Ao falar com o homem, ele soltou um sorriso e falou animado sem soltar o timão.

- Ah, então você acordou daquele transe... Boa tarde, vamos sim, não sei se você se lembra, mas passamos por uma tempestade, eu concertei o navio... Pelo menos o necessário para navegarmos um pouco, então estou nos levando para essa cidade no mapa... Salão Falso... –

A garota pegou o mapa e começou a analisar a geografia da ilha, o interessante era que o navio estava em um rio e não em alto mar, tendo até um ou outro navio de mercadores ou pescadores passando hora ou outra por eles. Não demorou mais que alguns minutos para que chegassem em um porto, aparentemente quando Layla despertou, já estavam bastante próximos do destino para onde estavam indo, tendo luzes iluminando todo o lugar por tochas, além de vários navios mercadores e pescadores espalhados pelo local, não demorou para que Toretto subisse as velas e abaixasse a ancora em um lugar um pouco mais afastado dos navios, vendo suas intenções de sair do navio, Toretto disse sorrindo e colocando uma de suas mãos no ombro da garota, enquanto olhou para os olhos dela.

- Melhor eu ir com você, não queremos que você desligue de novo e esteja sozinha por ai... –

Haviam vários mercadores de todos os tipos e pescadores espalhados pelo porto, além de civis, piratas, bêbados, mendigos, pessoas comuns, de aparência suspeita, havia de tudo naquele lugar barulhento. Tiros, música, bebedeira e todo tipo de coisas e conversas eram escutados por toda parte enquanto caminhavam, estava a maior algazarra por toda parte, vendo um homem passando carregando uma garrafa de vinho, Layla pediu informações e ele respondeu rindo.

- GYAHAHAHAHA... Sim, siga duas quadras... É a primeira loja da terceira quadra, do lado direito... GYAHAHAHA. –

Ela seguiu por aquele lugar barulhento, cheio de pessoas passando e bebendo pela rua, até que chegou no local indicado, a loja estava de certa forma silenciosa por dentro, sendo possível escutar apenas marteladas de um homem agachado em um canto. Perguntando sobre adagas, ele olhou para ela já soltando um sorriso, se levantou de onde estava a bigorna onde martelava, pegou uma caixa preta no chão e a abriu, dentro haviam várias belas adagas, embora fossem bastante simples, pareciam ser bem novas e estar em perfeitas condições.

- Eu tenho essas aqui, neguinha, fiz elas recentemente, serão de ótima utilidade... Faço para você por quarenta mil cada ou sessenta mil duas... –

A garota pegou elas, testando seu punho e corte, começou a raspá-la levemente na pele, mas logo percebeu que poderia cortar qualquer coisa com facilidade no estado de afiação que estava. Com isso, pagou o homem o agradecendo, de modo que ele pegou o dinheiro com um sorriso e guardou a caixa, enquanto a garota as colocou em seu cinto, já se aprontando para o que quer que fosse fazer dali em diante naquela cidade caótica.

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 6 EmptySeg 23 Jul 2018, 05:01


Ilha


Meus ferimentos haviam sido tratados, logicamente ainda estavam longe de serem curados, porém aquilo já era um início. Meu novo corpo ainda me incomodava bastante, mas, desde que ele não impactasse em minhas habilidades de combate, passado o choque inicial, decidi que eu não me importava, não importa minha aparência, eu ainda sou aquele que iria ser o salvador do mundo.

Após ter ouvido a fala da menina loira, tentaria me levantar apesar dos ferimentos e pegaria minha naginata com a mão direita, e tentaria apoiá-la no chão, com a parte da lâmina virada para cima, e ainda a usaria como bengala caso necessário. Assim que tivesse a chance, entraria na conversa, pigarreando para fazer notarem minha intenção de falar.

- Não sei quem são vocês e nem contra quem estão lutando, e honestamente não me importo, mas aqueles soldados cometeram o erro de se colocarem em meu caminho. - Faria um pausa, e então continuaria, em um tom determinado - Pelo que entendi vocês pretendem reunir forças para irem contra quem quer que esteja comandando eles, se for este o caso, não teria problemas em ajudá-los a massacrar eles.

Meu objetivo naquela ilha estava completo de certa forma, eu havia conseguido um médico porém também recebido ferimentos piores no meio do caminho, ferimentos causados por aqueles soldados que defendiam o castelo. Aqueles malditos tiveram a audácia de me ferir, eu, o futuro salvador do mundo, com certeza não faria mal esmagá-los como formigas enquanto procuro um jeito de sair da ilha e seguir minha jornada.

Caso perguntem quem eu sou e o que queri, responderia estoicamente: - Sou Jurgen E. Rutherford, e no momento meu objetivo é esmagar os crânios daqueles soldados e de seus comandantes.

Se por acaso recusassem minha ajuda, bufaria e sinalizaria para que Rise viesse comigo, viraria as costas para o grupo e andaria novamente na direção da cidade.

Caso aceitassem minha ajuda, seguiria para onde eles indicassem, sempre alerta a qualquer perigo.

Em todos os casos, seguiria caminhando, naginata em punho, atento a qualquer manifestação ofensiva, caso percebesse um ataque vindo, ergueria minha naginata na mão direita e, colocando toda a força no braço, desferiria um corte em diagonal, mirando o primeiro inimigo(s) que se colocar em meu caminho e/ou que eu perceba um ataque vindo.

Caso visse que, em algum momento, seria impossível contra atacar um ou mais ataques de um ou mais inimigos, tentaria bloquear usando o cabo da naginata como barreira, e então empurrar o inimigo de volta para trás aplicando toda a minha força, e então contra atacar com o golpe descrito acima, e caso seja impossível, faria o máximo para resistir ao ataque e aguentar a dor, e então contra atacar, caso o golpe viesse de uma arma com lâmina, tentaria furiosamente apará-lo com a lâmina de minha naginata, e faria o descrito acima.

Caso fosse atacado vários inimigos ao mesmo tempo pela frente, ergueria minha naginata com as duas mãos e, com today minha força, desferiria um longo golpe horizontal em forma de meia lua, com o objetivo de acertar vários inimigos de uma vez, e então tentaria continuar pressionando-os com uma sequência de cortes em todas as direções para atingi-los.

Se por acaso tentem me cercar e atacar por todas as direções, ergueria novamente a naginata com as duas mãos ao redor do corpo, e flexionaria bem os joelhos, para então girar os calcanhares em 360 graus e desferir um golpe giratório com a naginata, na intenção de atingir vários inimigos ao mesmo tempo, e então tentaria continuar pressionando-os com uma sequência de cortes em todas as direções para atingi-los.

Na primeira chance que eu percebesse um inimigo com a guarda baixa, contra atacaria o(s) meu(s) adversários com uma sequência de cortes sucessivos horizontais e diagonais com a minha naginata, buscando sempre colocar o máximo de força nos músculos dos braços, para causar maior dano aos inimigos atingidos pelos meus golpes, caso algum deles tente se aproximar para acertar pelas pernas, desferiria uma furiosa porretada com o cabo da lança de preferência na cabeça do adversário, usando toda a minha força, apenas para impedi-lo(s) de causar danos naquela região, mesma coisa com hipotéticos ataques pelas costas que eu consiga escutar chegando, faria um giro em 360 graus e tentaria acertar uma furiosa porretada com a lança no atacante. Caso eu seja atacado com projéteis pequenos, tentaria bloqueá-los levantando o cabo de minha lança em suas direções, e tentando resistir caso seja atingido. No caso de projéteis maiores como balas de canhão, tentaria me esconder atrás de alguma estrutura firme caso disponível, caso não, tentaria resistir.


Tentaria lutar mesmo ferido, mas caso eles não permitissem que eu me movesse bem, grunhiria em frustração e me ajoelharia, ainda com a naginata em punho.



Histórico:
 

Objetivos:
 

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