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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 3 EmptySex 25 Maio 2018, 17:06

Relembrando a primeira mensagem :

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Aqui ocorrerá a aventura dos piratas Royce Khajit e Ken rock e da civil Layla Morningstar. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 3 EmptyTer 19 Jun 2018, 21:27





Royce

WilD MinD



Um perplexo gato começava a traçar o caminho novamente para dentro do navio, afinal.. Era simplesmente inacreditável que alguém aceitasse aquilo como um cumprimento… Karthus teria jogado o tritão longe por aquela lambida.

- Lamber não serve como tratamento médico, mas serve como cumprimento? - raciocinava confuso enquanto subia a rampa.

Sacudiu a cabeça desistindo de entender os mistérios da vida adulta.

- Pegamos uma forte tempestade. - começou, saciando assim a curiosidade da mulher para também deixá-la mais confortável em responder o que ele queria saber. - Alguma coisa ‘todas storns’, tinha uns tornados, chuva, umas bolas de golf. Alguma coisa acertou o mastro, ai tinha uma montanha de gelo. Usamos o mastro que estavamos arrumando como ariete pra escapar do gelão….. Ai te vimos. - daria um dar de ombros. - Aiaiaiaiaiaia. - gemeria por causa do ombro ruim.   - Enquanto esperamos os peixes… Onde estamos? - daria um sorriso amarelo.

Ficaria em silêncio para ouvir a resposta, mas caminhando de modo a ficar fazendo ela se virar para acompanha-lo ou então de modo a faze-lo ficar alternando entre estar nas costas da mulher e na frente.. O motivo? Nenhum, apenas tentava ser irritante. O motivo? Ele é um gato.

Conforme a mulher explicasse de modo a concluir e parar de falar o jovem iria incentiva-la com novas perguntas, do tipo.

“O que tem de interessante para fazer por aqui?”
“O que mais pode me dizer sobre as cidades da ilha?”
“Há marinha aqui?”
“Quem é que manda aqui? “

Cada resposta seria recebida com frases pontuais.

- Nyannn, serio? Porque? ou - Nossa, que legal. - ou - - Que tragédia, como puderam?

E assim Royce continuaria caminhando enquanto a manteria conversando. Obviamente responderia com total sinceridade quaisquer perguntas que ela fizesse, fossem quem eram eles: Piratas, chamados Wild Tide, fosse os nomes: diria o nome de todos, fosse as intenções.

- Ainda não sei, você-gara está me ajudando a decidir, talvez possa me convencer a interessar-me por algo.


Manter-se-ia todavia atento ao mais maldito tritão dos 7 mares, sempre buscando ficar de frente para o mesmo enquanto caminhava, não estava disposto a dar-lhe tão breve chance de vigança.




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Ken Rock
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 3 EmptyQua 20 Jun 2018, 14:38

#006
O possível fora dado pela loirinha poderia abalar qualquer ser nesse planeta miserável! Mas ao se tratar de Ken Rock, isso não seria absolutamente nada e como um guerreiro viril, olharia para o horizonte e calmamente ajeitaria meu membro dentro de minhas vestes para que tal continuasse a descansar e concentrar todo o seu poder espiritual para quando fosse necessário!

É claro que eu queria penetrar naquela loirinha insolente, mas as minhas preocupações eram sérias e eu tinha algo em mente e uma lista de prioridades a ser seguida e infelizmente sexo estaria fora dessa lista no momento…. “Mas porque merdas eu não coloquei sexo em primeiro lugar nas minhas listas de prioridades? Pelo jeito terei que fazer um encaixe de emergência em algum momento!”

Subiria a bordo daquele acumulo de madeira podres que chamávamos de barco, não para comer mas, para conseguir algumas informações sobre essa ilha que acabávamos de entrar. Uma vez no barco olharia para a ruivinha, nossa negadora, por alguns instantes… “ Caralho, essa mina ta viajando de novo, acho melhor colocar ela pra ficar olhando o horizonte… acho que isso ajudou ela da última vez que ficou assim na nóia”... Preocupado com a saúde daquele ser, iria até a ruivinha, sem dizer nada a arrastaria para o deck do navio e a posicionaria em algum lugar seguro para que ela pudesse contemplar o horizonte… - Pronto, criança fêmea, ruiva, gostosinha, bizarra! Admire a sua viagem o quanto quiser!! só lembre de repartir essa sua droga da próxima vez,!


Sairia dali e iria até o local de onde aquela misteriosa loira estava, uma vez lá calmamente olharia  seu corpo e escutaria  tudo o que ela estaria falando. Atento e curioso não deixaria o que ela estivesse dizendo escapar. Precisava adquirir conhecimento sobre o local e entender como os nativos agiam naquele pedaço de lixo que eles chamavam de lar ou ilha. E se até o momento ninguém tivesse puxado assunto com ela ou perguntado alguma coisa que valesse a pena eu, maravilhoso e astuto Ken Rock o mítico, começaria com o blá blá blá…. - Diga-me loirinha louca por gatinhos, como funciona os esquemas aqui com os locais? Há muitos bandidos, piratas, marinheiros, infelizes em busca de fama, glória ou até mesmo liderança?

Daria atenção ao que aquela boquinha pronunciava enquanto cuidadosamente circularia meus mamilos com o meu indicador…. - Interessante e me diga como é a cidade? É fácil de entrarmos nela? Há muitas casas ou coisas do tipo e onde fica a região um pouco mais nobre e não tão afastada ? Há alguma coisa bizarra por aqui além dela (apontaria para a ruiva musculosa se estivesse no local)[color:5738=##0073FF]?? … Mais uma vez e colocaria a ouvidos da moça e por final como um cavaleiro finalizaria o diálogo…. - Bom, até que você está sendo legal, agora me diga o que nós poderemos fazer em troca de informações além de alimentar essa sua barriga?

Recolheria o máximo de informações e olharia para quem mais estivesse no ambiente, caso o gatinho estivesse por alí, olharia feio para ele e faria uma menção com a cabeça de que queria conversar com ele em um local reservado. Sairia de onde estávamos e iria para o deck por alguns instantes e depois caminharia em direção a sala do capitão. Caso o Royce ainda não estivesse por lá ficaria encostado em algum móvel ou local à sua espera..

Uma vez que Royce tenha voltado iniciaria uma conversa com ele com uma voz de tom estranho… - E então o que você acha daquela mulher estranha? Confia em tudo no que ela disse? Achei ela um pouco estranha mas, infelizmente não temos outra fonte de informações. Inicialmente não queria deixá-la sair daqui com vida! Mas você é o capitão e a decisão é inteiramente sua quando se trata do bando! …. Olharia friamente para o Royce e aguardaria algo que o mesmo dissesse….. - Pois bem, assim faremos! Irei com os tritões para a cidade estabelecer um QG, assim que conseguir mando alguém te chamar ou te procurar, Tome cuidado, sinto algo estranho nas minhas bolas e isso é sempre um péssimo sinal, tentarei buscar mais informações de como conseguir mais dinheiro e te aviso de alguma forma! " Vou deixar esse gatinho achar que não me importei por ele ter me chutado mais tarde, assim que ele esquecer irei te jogar no fundo do oceano gatinho e ver suas orelhas encardidas cheias de água suplicando por ajuda, mas antes irei amarrar a sua amiga cheia de tentáculos!! Muahushauhsuhauhs é claro que depois jogo uma corda para você seu infeliz! Ou quem sabe um tiro amigo, sem querer em sua bunda MUAHUSHUAHUSUAUSHUAHSUHAUHSUHAUHSUAHSUHAUHSUAHUHSA"

Sairia da sala (caso o Royce não tivesse aparecido ou depois de conversar com ele) e iria a procura de meus camaradas tritões, assim que o encontrasse meu reuniria com eles e conversaria… - Mais uma vez vocês fizeram um excelente trabalho com essa tumba de madeira, agora iremos a cidade a procura de um QG, precisamos de um local bom para nos reagrupamos em caso de emergência e também precisamos recrutar alguns lambaris para nos ajudar, o trabalho pesado está sobrecarregando vocês dois e eu sei que muitas vezes peço mais do que vocês deveriam fazer! E assim que o Sindicato Pirata estiver formado, vocês serão meus Generais, preciso pensar em um nome mais maléfico Muhsauhushua. E então Vamos indo?

Me levantaria do local, pegaria as minhas coisas e iria até o Toretto…. - E ae careca, conseguiu fazer um arco e flechas para mim?... Com ou sem o arco, sairia do local e desceria do navio indo para o local que supostamente a loira teria indicado a cidade. Faria o caminho com calma para não chamar a atenção e buscaria andar entre construções ou alguma coisa que nos pudesse deixar encobertos! Assim que chegasse aos arredores da cidade, me esconderia em algum lugar e observaria a movimentação dos habitantes e das construções locais. Meu foco seria em uma casa, uma espécie de sobrado que aparenta ter 3 cômodos ou mais e que não ficasse em nenhuma avenida principal ou em prédios e construções importantes.
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 3 EmptyQui 21 Jun 2018, 18:33


Narração - Wild Tide



TODOS

Todos da tripulação, com exceção do Big G que começou a tirar um cochilo na margem da ilha subiram de volta ao navio. Ken, percebendo que Layla estava quieta e avoada a colocou com a face voltada para o alto mar em cima do navio e ela como um robô que apenas seguia os comandos dos outros ficou lá parada apenas observando o horizonte, sem demonstrar nenhum tipo de reação, como se estivesse em choque pelo que tinham passado e lá ela ficou, talvez refletindo sobre como destruiu o navio que navegava, talvez meditando em como melhorar sua navegação, não dava para saber o que se passava por sua mente naquele momento destraído.

Enquanto Layla era posicionada por Ken, Royce conversava com Merlinda que se mantinha séria, calma e até mesmo um pouco fria em relação às pessoas normais. Mesmo nos momentos que Royce falava, ela continuava andando olhando para frente, mas dava uma desviada de olhar para o Mink hora ou outra o escutando enquanto ele fazia movimentos que irritariam qualquer um, mas não abalavam a mulher. Ela então se sentava em uma mesa junto de Toretto, Akuma e a barbara, logo depois chegou Ken se sentando também. Cassandra ficava na pia da cozinha preparando um pedaço grande do peixe que ela mesma cortou e começou a preparar. A cozinha estava com as paredes cheias de furos e o chão levemente molhado devido ao gelo que entrou e derreteu no lugar. Com a pergunta de Royce, Merlinda começou a falar, ainda mantendo sua compostura e tom calmo de sempre ao responder cada pergunta.

- O nome dessa ilha é Emeigh, é uma ilha de primavera que parece estar em guerra já a bastante tempo em uma disputa pelo controle da ilha, eu cheguei aqui a pouco tempo também, mas estavam acontecendo alguns conflitos, o que acabou atrasando o concerto do meu navio que também foi pego em uma tempestade maluca, embora não tivessem bolas de golf ou seja lá o que for isso. Desde então, estou vivendo em uma cabana abandonada aqui perto. –

A mulher olhou para um de suas mãos e dessa vez com um olhar e um tom um pouco mais tristes, continuou.

- Bem, na verdade, eu fazia parte de uma tripulação, mas todos morreram por nos envolvermos nesse conflito, quando descobrimos sobre um certo trono do qual os moradores da ilha acreditavam que quem sentasse nele, mandaria em tudo, nosso capitão ficou tentado a se sentar, lutamos contra o exército inteiro deles, matamos vários, mas no fim, acordei em uma pilha de corpos composta pelo resto de minha tripulação . –

Ela então fecha a mão com força, tanta força que até escorre um pouco de sangue ao pressionar com suas grandes unhas a palma de sua mão, logo, ela diz emanando um pouco de ódio.

- Com isso, acabei sozinha, mas não pretendo partir por agora, o que eu quero é me vingar da família Achill e realizar o sonho de meus companheiros ao assumir o controle da ilha. –

- Está mais do que certa, é só matar todo mundo. BAHAHAHAHA -

Respondeu a barbara rindo como se estivesse nadando em um mar de corpos de pessoas que ela queria se vingar, ao final ela deu uma leve olhada para Ken, mas voltou a prestar atenção na ruiva quieta. Royce a pergunta sobre o que mais ela pode dizer sobre a ilha, então ela tira de uma pequena mochila que carregava nas costas um mapa e o abre na mesa, com isso, voltando à seu jeito sereno habitual, começa a explicar com calma o lugar.

- Como podem ver, existem três grandes territórios, sendo eles Achill, Denrold e o território neutro. Os dois primeiros são os nomes das próprias famílias que controlam o lugar, elas queriam dominar a ilha ao sentar no trono localizado no Monte Queemdo que fica no centro da ilha, como eu disse, essa era a crença aqui, existem outras famílias que apoiam essas principais ou mais independentes, mas são pequenas e irrelevantes, pelo menos em minha opinião. –

Hora ou outra ela apontava para os locais no mapa e olhava nos olhos de cada um dos que estavam na sala, mas incansavelmente, sem perder a voz e falando calmamente apesar de ter três tritões e um mink à sua frente, ela continuou respondendo às perguntas de Royce. Quando ela ia começar a falar, um cheiro delicioso de peixe sendo preparado chegava na mesa, era Cassandra fritando os mesmos e antes que ela pudesse retomar, Akuma também perguntava algo.

- Humm, Huuum, Huuuuuummmm? -

- Sim, eu sou, se você quiser, podemos até tentar essa posição depois e é claro que eu sei, mas eu tomaria cuidado para não fazer isso, é claro que com o gatinho lá ao mesmo tempo, seria mais interessante, mas continuando a resposta à pergunta dele, essa ilha está sim sob influência do governo, se fossemos separar entre o bem e o mal, eu diria que os Achill seriam o bem e os Denrold o mal, com o primeiro sendo apoiado pela marinha e o segundo tolerante com piratas e revolucionários que andam aos montes por lá, o problema era que enquanto eu fazia minha vingança, piratas criaram o caos na ilha e agora estou meio perdida sobre como proceder, eram dois grupos, um era liderado por um tal de Thorton e o outro grupo se chamava de Calamidades ou algo do tipo. Eles lutaram e criaram um desequilíbrio de poderes na ilha, agora a pessoas que mandava nos Achill está em coma e os Denrold dominaram a zona neutra. –

Ela puxava um pouco de ar e continuava com sua explicação sobre o que sabe da ilha.

- Um dos grupos pirata destruiu o trono Monte Queemdo, isso acabou meio que abalando ambos os lados, o outro atacou os Achill, reduzindo seu exército em uma quantia bem menor que a anterior e além disso, os herdeiros dos Denrold estão em uma disputa pelo poder, enquanto que o herdeiro dos Achill assumiu o comando do exército da família, seu nome é Umiph Achill, o Espectro Alvo, ele está controlando, como podem ver, estamos aqui, bem próximos do território Achill. –

- Podem ficar com esse mapa, ao ficar de espiã de lá para cá, já tenho essa ilha de cor como a palma de minha mão. Mas me diga, agora que sabem mais ou menos a história da ilha, ou pelo menos o que eu descobri nas últimas semanas, quem são vocês? –

Royce lhe dizia o nome de seus companheiros e de seu grupo, era nesse momento que Ken lhe perguntava coisas também, vendo que a garota era calma, mas gostava de falar e que quando começava, não parava mais. Nesse momento Cassandra colocava o peixe já preparado na mesa para que todos comessem dizendo que estava pronto e se sentando junto aos demais para continuar escutando, com isso, Merlinda continuava sua conversa, mas sem exibir nenhuma reação diante das conotações sexuais provocadas pelo tritão e hora ou outra comendo o peixe.

- Aqui está. -

- Está muito bom, meus parabéns. As cidades têm casas espalhadas, sendo bem fácil de entrar nelas no geral, o maior problema são os castelos, dos quais são murados e feitos de pedras bastante resistentes, a região mais rica e não muito afastada é o próprio território dos Achill que eu mencionei... Esse peixe está bom mesmo... Teriam um pouco de vinho? Bem, não acho ela bizarra, mas se quer mesmo saber, onde ficava o trono, tinha um tipo de monstro o defendendo, seu nome era Quamdar, O Repulsivo e realmente, aquela criatura é nojenta. –

Nesse momento, Ken chegava na loira perguntando se poderia ajuda-la com algo, além de alimentá-la.

- Podem me colocar à frente dos Achill e dá ilha, brincadeira, não precisam pagar nada, só não digam para ninguém meus planos. –

Ken, depois de ouvir tudo, fez um sinal para Royce o acompanhar e terem uma conversinha levando em conta todas as informações ditas pela mulher, indo o Mink conversar com ele ou não, naquele momento, ele pensava que talvez seria uma boa continuar com seu plano de invadir a cidade e fundar o seu Sindicato Pirata, ele então chama Akuma, estando ao lado de Big G que estava deitado com os olhos abertos e fala suas ideias, em resposta, akuma o responde levantando o braço e dizendo.

- HUUUUUM. –


Depois disso, vai até Toretto pedindo seu arco, o homem que ainda estava na mesa sentado comendo seu pedaço de peixe junto dos outros começa a rir e fala.

- Hahahaha. Meu amigo, não sobrou nada com a tempestade, eu já tinha até feito, mas foi levado com as ondas, junto do meu martelo dá sorte, e isso me deixa bravo. Grrr. –

Depois disso, o tritão azul se dirigiu até os outros dois tritões, prontos para partir, foi quando percebeu que o tempo todo, Big G esteve dormindo com os olhos ainda abertos, Akuma colocou as mãos em sua testa balançando a cabeça para os lados em sinal de descontentamento e falou com um tom de decepção de maneira que Ken escutasse.

- Hummm... -

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 3 EmptyQui 21 Jun 2018, 23:00





Royce

WilD MinD



Todo o cuidado de Royce parecia ter sido desnecessário, dado que a mulher mesmo se mostrava bem disposta a conversar e contar tudo o que sabia… Para uma espiã ela era bastante aberta. Nem tudo obviamente foi absorvido pelo gatuno, já que este se distraia com alguma outra coisa durante vários pontos da conversa.

O cheiro do peixe, a navegadora olhando para o horizonte, os tentáculos de Cassandra e sobre o que a loira poderia ter escondido em seus bolsos, talvez uma carteira? Ou um chaveiro? Essas eram algumas das preocupações de Royce enquanto o jovem não tão habilmente prestava atenção na conversa.

Ainda assim, ao final de tudo, era possível dizer que aprendeu algo… Em contexto amplo e bastante geral.

Shizuka invadia seus pensamentos mais profundos também, com seus desejos de poder. A malicia de sua voz envolvia a mente do pretenso lider. Sedutoramente a coelha dançava pelas proteções de Royce imbuindo-o em seus pecados. Ainda assim, no fundo o jovem ainda era aquele gato que havia deixado Kanyon Island e seus sonhos mais prementes ainda eram parte fundamental dele. O que quero dizer com isso? No fundo o encanto pelos mistérios da ilha lhe cativaram. Reis, castelos, um monstro.

Reis que poderiam ser roubados, castelos que podiam ser invadidos e um monstro…. Na verdade ele não tinha planos pro monstro, mas queria vê-lo de toda forma, era curioso afinal.


>>><<<


O jovem seguiu então com o magnificamente convencido tritão mais puto dos sete mares. Ouvindo-o enquanto pensava sobre tudo o que tinha ouvido. As palavras do tritão, embora conciliadoras lhe preocuparam mais que os seus xingamentos desbocados, mas assolado pela grande quantidade de informações o jovem apenas deixou passar batido o estranho modo do tritão falar.

- Sim, poderia-mos matá-la…. Mas acho que ela pode nos ajudar… Já pensou em um castelo de QG? - falou e deixou que as palavras pairasse no ar, olhava para a mulher loira degustando o peixe. - Ou mesmo que não fosse… Não posso deixar de ficar tentado em ‘ajudá-la’ -Royce faria um grande e amplo sinal de aspas com os dedos mostrando que o ajudá-la era só um meio para um fim. - Ela-gara está a bastante tempo aqui, e por tudo que nos disse… ou é uma boa espiã, ou é uma espiã dupla… De todo modo, boa. Nyan.. - daria os ombros. - Onde eu-gara estava mesmo? - sentiria o cheiro do peixe. - No peixe??Er. quero dizer. Castelo, rei, dinheiro… - gesticulava qualquer coisa com as mãos para anexar peso ao seu raciocínio de como essas coisas estavam interligadas com os próprios desejos individuais de cada um.


- Espere um pouco, partiremos juntos. Acho que podemos fazer algo maior para o seu=gara sindicato. - já que o tritão havia concordado de tão magnânimo maneira que Royce era quem mandava no navio o jovem não havia visto problema de falar Seu Sindicato, ao menos, Royce imaginava que ser chefe de gang agradava o peixão.



Assim dirigir-se-ia novamente para a mesa, jogando-se para deslizar no bando de modo a ficar ombro a ombro com a loira, passaria um braço ao redor da mesma dizendo.

Nyann, nyann, nyann. - que traduzindo seria - hora hora hora. - Então.. - o braço dele se deslocar deslizando pelo corpo dela. Para mentes maliciosas aquilo seria tudo menos o que realmente era, pois habilmente e furtivamente o jovem tentaria utilizar-se de suas habilidades de punga para furtar algum souvenir da moça enquanto distraía-a falando.

- Talvez possamos nos ajudar… Estamos querendo expandir os nossos negócios e precisamos de algumas coisas, nada muito complicado. Dinheiro, influência e pessoal.

Royce via pelo canto do olho Shizuka sentada no outro canto da mesa e instintivamente moveu sua mão para segurar o colar de orelha de coelho enquanto continuava falando.

- Pessoas como você-gara, sem nada que lhes impedem de arriscar tudo.. Eu-gara gosto de gente assim.. - Royce guardaria o que quer que tivesse conseguido furtar, obviamente se tivesse conseguido e prosseguiria. - Então porque não lavamos nossas mãos? Tenho certa habilidade em invadir coisas, o tritão tem certa habilidade em matar pessoas, você-gara sabe onde tem o local para invadir e as pessoas para matar. - daria uma piscadinha para a mulher e escorregaria para mais longe no banco. - O que me diz? Podemos fazer uma breve parceria, você-gara mata quem quiser, eu-gara roubo quem quiser o tritão ali come quem quiser. - olharia para os outros membros do bando. - Vocês-gara querem adicionar algo na lista?


Esperaria os outros falarem e também a resposta da loira, sendo ela qual fosse os planos finais de Royce não mudariam, seguiria adiante com ela ou sem ela.


Isso, você vai matá-los não vai? Todos eles? Aos montes….. - bradava a voz de ódio de Shizuka na mente de Royce, conforme ela era capaz de penetrar nos planos obscuros que aqueles primeiros passos estavam o levando… É difícil esconder as coisas da sua própria imaginação.


- Me deem um tempo, já iremos. - indo para sua cabine o jovem se prepararia.


Pegaria lá todo o dinheiro que tinha, guardaria suas outras coisas na mochila que possuía. Olharia em volta, vendo se não havia mais nada que desejasse e voltaria para a cozinha, lá pegaria alguma garrafa a qual encheria de água e conversaria com Cassandra.

- O que pretende fazer? Acabei te arrastando de Illusia pra uma ilha ainda pior? Nyanyanyanyanyanyanaynyanyanya - riria da ironia de não ter ironia na dura realidade.

No fundo Royce esperava que Cassandra o acompanhasse, de certa forma a serenidade da mulher lhe dava conforto. Os pensamentos que deambulavam por sua mente logo o faziam enrubescer, quando lembrava-se de quão preocupado havia ficado com a sirena quando o navio anterior explodiu.

Elevou uma das mãos, coçando atrás da cabeça e resolveu admitir em voz alta.

- Eu-gara gostaria que viesse, mas também não quero que faça nada perigoso. - Royce lembrava-se das histórias que haviam trocado em frente a pira fúnebre quando se conheceram, sabia que a mesma já tinha uma história de tristeza e não desejava causar a ela mais dor, mas fora isso ele mesmo não sabia o que ela ansiava, ou quais eram os desejos dela agora que havia vindo pra GL, somente podia supor que sendo uma pirata a sede por pilhar, saquear e farrear estivesse ainda no sangue dela, em algum lugar.

Enquanto nessas considerações o jovem logo começava a sentir a raiva ferver dentro de si, o ciúme crescente e doentio de Shizuka por sua possessão alimentado pela raiva que ela sentia da sirena. Dois pontos de equilíbrio para um gato sem acrobacias em cima do muro.

Serenidade de uma vida de saques e diversão, com boa comida, música e farra, ou uma gloriosa luta pela supremacia, poder e riquezas sem igual, onde ninguém mais poderia estar acima de si… Royce viasse entre esses dois desejos, estas duas influências, tendendo a qualquer um dos lados.


>><<

Por fim, com tudo preparado o jovem dirigir-se-ia para fora do navio. Se a loira tivesse concordado na parceria falaria com a mesma.

- Primeiro as damas. - faria um amplo sinal para que a mesma tomasse a dianteira. - Nos-gara leve até um ponto onde possamos ver com o que teremos de lidar. - achou desnecessário acrescentar que era um ponto onde não levantassem suspeitas ou ficassem em perigo.

Dito isso, começaria a acompanhar a mulher, distraindo-se pelo caminho com a paisagem, arvores e animais.



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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 3 EmptySeg 25 Jun 2018, 14:00

#007
Escutaria com calma o que o menino felino teria a me dizer com relação a situação atual e até mesmo da loira. Pensativo apenas respiraria fundo e sairia do local dizendo ao mesmo… - Mais cedo ou mais tarde essa loira irá nos trair, ela não parece muito abalada pelo número de mortes que ela relatou e passou as informações de uma maneira fácil! Com toda a certeza essa puta loira irá querer nos foder por isso sou a favor de eliminá-la logo! Afinal segunda ela, está sozinho nesse caralho de ilha.

Saindo da sala iria direto recolher os meus equipamentos e até mesmo uma lança que havia conseguido de em alguma ilha que havíamos passado anteriormente…”Algo me diz que essa loira safada vai querer fornicar a nossa linda e maravilhosa saída de alguma forma escrota”

Após recolher a lança, adequar a besta, munição revólveres fui até a sala de armas em busca de algumas bolas de canhão que dessem para carregar nos bolsos do casaco, (seriam bolas de ferro não muito grande, aproximadamente do tamanho de uma bola de baseball ou até mesmo de sinuca) com todos os mantimentos de uma bela carnificina prontos sairia alegremente do navio.

Antes iria até a ruiva, e no pé do ouvido dela, carinhoso como sempre, palavras românticas sairiam de minha bela boca a ela ….” Safada, se liga nessa vadia loira, vai junto com eles pra se der alguma merda, não confio muito nela e por isso tome cuidado com essa sua raba deliciosa! Quando eu voltar te dou um trato!!” Finalizaria dando um leve tapa em sua bunda e desceria do navio indo em direção ao olhos esbugalhados Big G!

Ao chegar no grandalhão, chutaria os seus pés dizendo…”Ta morto caralho? Se não lvantar vou enfiar essa lança nesse seu buraco gigante Muahsuhauhsuhauhsuhauhsa” … Gargalharia olhando para o mestre Akuma!

Tendo o grandalhão de pé ou não, diria em voz alta para os dois… - Muito bem senhores, estamos indo para o caos com a intenção de piorar o caos ou definir na mente desses lixos o que significa o caos de verdade! Então vamos botar pra foder e conquistar o nosso QG!

Tinha em mente o que o gatinho tinha dito anteriormente sobre conquistar um castelo como um QG! A idéia até soaria lindamente em meus ouvidos e é claro que o tesão de chegar fodendo em um castelo seria muito prazeroso.Calmamente seguiria a loira, um pouco mais afastado e tendo meus olhos e ouvidos sempre atentos a qualquer tipo de barulho, assim que chegássemos a cidade, me esconderia em algum local que pudesse visualizar o entre sai das pessoas em suas residências.

Procuraria alguma mansão ou até mesmo palácio, caso notasse que uma invasão com poucos membros seria um fracasso, olharia outras áreas da cidade com casas menos protegidas e assim olharia com calma o local. Mas como precausão nunca foi o meu forte, ficaria de olho no palácio mais elegante da cidade.

“Muito bem, essas casas parecem ser boas para alguma coisa, preciso verificar o caralho do perímetro para não colocar as bolas na frente do membro! Acho que aquela ali não é muito protegida, só preciso notar se a movimentação lá dentro é segura para uma invasão”

Olharia para o Big G e Akuma, caso estivessem comigo e faria um gesto de calma com as mãos e que daqui a pouco iremos entrar pra foder tudo e mais um pouco.

“Agora me veio uma preocupação com essa loirinha, será que essa puta pode ser da marinha ou até mesmo uma caçadora desgraçada de recompensas ?” Não tem como avisar o gatinho agora, merda!”


- Meus amigo, eu seria mais cauteloso, mas já que vamos abrir um QG nesse caralho, vamos invadir aquela pocilga ali!

Apontaria para casa mais rica do local!
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 3 EmptySeg 25 Jun 2018, 23:45



Narração - Wild Tide



ROYCE

Depois de terminar sua pequena conversa com Ken, Royce volta para mesa onde a loira continuava comendo junto aos demais e começa a passar sua mão por trás dela e sem que a jovem percebesse enquanto ele falava, ele enfiava a mão na mochila da garota e de lá retira uma sacola a guardando em suas vestes. Sendo que se ele conferisse depois, veria uma luneta e o que obviamente era algum tipo de cacho de uvas, mas era estranho, as uvas não eram lisas e nem roxas ou verdes, elas tinham contornos estranhos que lembravam ondas do mar ou o próprio vento, além de serem da cor laranja, maiores que o normal e não possuírem nenhum odor aparente, se Royce comesse aquele fruto por curiosidade, sentiria um gosto horrível em sua boca, talvez o pior que já sentiu em sua vida. De toda forma, depois que o Mink faz uma proposta para a garota, Akuma complementa sua fala dizendo algo animado e em resposta, ela os encarou levemente avermelhada, mas mantendo a seriedade e a calma como sempre, terminou de engolir o que mastigava e disse.

- Hummm... HUMMMMM! -


- Vocês querem me ajudar a realizar o sonho de minha tripulação? Hum... Não tenho nada a perder e vocês não me parecem inimigos, no máximo um pouco atrapalhados. E depois do que esse belo tritão disse antes e agora, não posso recusar, está decidido, vou ajudar vocês a conseguirem o que precisam e vocês me ajudarão a me vingar dos Achill! –

Royce então saia para a sua cabine e começava a pegar todas as suas coisas para levar para se preparar para tomar o controle da ilha, enquanto isso, os outros continuaram comendo os peixes feitos por Cassandra. Logo depois o Mink voltou para a cozinha, mas apenas Cassandra estava lá terminando de limpar a cozinha, ele perguntava à ela o que faria de agora em diante, nesse momento, ela acabou de lavar e o respondeu com a voz tranquila, um leve sorriso e os olhos fechados.

- Realmente, mas eu estou gostando de ficar com vocês, acho que seria isso que meu falecido marido iria querer. No pior dos casos, a gente morre e eu me junto a ele. –

- Eu sei me cuidar, com certeza vamos dominar essa ilha e vai dar tudo certo, ou não... –


Completou ela com uma piscada junto de um sorriso para o gato que estava preocupado.


KEN

Enquanto Royce interagia mais um pouco com os outros depois de falar com Ken, o tritão pegou seus pertences enquanto pensava na traição provável da qual seriam submetidos no futuro. Depois de pegar suas coisas, foi até a sala de armas em busca de balas de canhão que pudesse colocar nos bolsos e carregar, mas não achou nenhuma pequena o bastante, todas eram pelo menos do tamanho de sua própria cabeça.

Depois disso, Ken se dirigiu até a ruiva falando para que ela acompanhasse Royce e os outros, em resposta à sua fala e o tapa recebido na bunda, ela apertou com força o traseiro de Ken dizendo alto sem se importar que alguém ouvisse, mas sem deixar de sensualizar lambendo a bochecha do tritão e mordendo sua orelha levemente.

- Se eu fosse você, eu que me cuidaria, porque quem vai dar um trato aqui em alguém sou eu, vou trepar até o Sol raiar! Bahahaha! –

Depois Ken falou para Big G se levantar enquanto chutou seus pés, ele deu umas piscadas enquanto coçou seu abdômen e logo depois sua cabeça. Então se espreguiçou ao se sentar e disse sonolento enquanto ainda se coçava e encarava Ken e Akuma que havia chegado à pouco, já que ainda estava com a loira e os outros enquanto Ken pegava suas coisas, mas agora o trio estava pronto. No entanto Akuma ficava com a mão na cabeça fazendo um sinal de negação ao balançar sua cabeça devido à preguiça do tritão gigante.

- E então, já decidiu o que vamos fazer a seguir? –


Ken falava para Akuma e Big G que estavam próximos sobre o que fariam a seguir e ambos o respondiam levantando um dos braços e empolgados.

- HUMMM. –

- Finalmente alguma ação. –



TODOS

Todos que lá estavam desciam na margem, sendo que Layla era guiada por Toretto que segurava a garota pelos ombros, pareciam bastante empolgados com a aventura que estava por vir. Merlinda descia do navio e começava a se alongar seguida por Royce enquanto a barbara conferia suas armas, Cassandra terminava de estocar alguns alimentos na bolsa e os três tritões aguardavam a loira na margem, quando a loira fez pose para falar, Toretto que segurava Layla pelos ombros disse.

- Ela entrou naquele estado de hibernação por muito tempo, não sou nenhum médico, mas acho que será perigoso sair andando por aí, então eu vou ficar aqui cuidando ela e vou aproveitar para concertar o navio, eu achei um machado e vi de perto que tem algumas boas árvores aqui, acho que posso deixa-lo novo em folha dentro de alguns dias, assim que ela acordar, iremos alcançar vocês. –

Nesse momento, se ninguém tivesse nada contra, todos sairiam andando, indo Royce, Merlinda e a barbara na frente e atrás Ken, Big G e Akuma, enquanto saiam, Akuma balançou uma das mãos se despedindo com suas falas de sempre para Toretto que foi ficando para trás em meio a floresta em pouco tempo.

- Hummmm... –


Era uma floresta não muito fechada, hora ou outra era possível de se notar alguns insetos como borboletas voando e centopeias nas árvores. Depois de algumas horas andando por aquela floresta, já estava começando a anoitecer e esfriar, sendo possível se escutar uivos de lobos e piados de corujas, então Merlinda falou em seu tom de sempre assim que ficou possível se notar uma iluminação forte mais à frente, bem mais forte que a lua e as estrelas que iluminavam a floresta.

- Aqui é o território dos Monk, é uma família bastante influente. Furion Monk é o líder desse lugar, é um dos vassalos, isso se não for o mais importante da família Achill, estão vendo a construção de pedra logo ali? É o castelo dele e com certeza deve ter bastante riquezas, só não sei se temos força o suficiente contra o exército dele, dizem que suas muradas são intransponíveis e que com cem homens, ele conseguiu segurar cinco mil sendo cercado por meses por uma outra família no passado. -

Era um campo aberto, sendo possível de se notar várias cabanas espalhadas e iluminadas por alguns quilômetros à fim. Ao fundo, estava um castelo bastante iluminado com muralhas altas em seu contorno que se os piratas se aproximassem, notariam que elas tem cerca de oito metros de altura, sendo que quanto mais próximo do castelo, mais cabanas e mais aglutinadas estavam. Apesar da distância, Royce conseguia ver o movimento de algumas tochas tanto no vilarejo, quanto nas muralhas do castelo, os outros viam apenas pequenos pontos de iluminação ao longo do lugar, mas nenhuma pessoa devido à distância, Merlinda então disse calma.

- Não sei se devemos invadir esse local para roubar, talvez seja muito arriscado, mas o próximo está bastante distante, eu sei que existem alguns cavalos que podemos usar para chegar às terras dos Achill, mas se quiserem tentar algo aqui já que querem aumentar a influência e as riquezas, talvez seja um bom lugar para começar. A propósito gatinho, poderia me emprestar minha luneta? Pode ficar com essa fruta ou até comer se quiser, eu roubei dos piratas que atacaram a ilha e não me pareceu muito gostosa, nem sei porque guardei, acho que é porque achei bonita, mas preciso da luneta para meu trabalho. -


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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 3 EmptyTer 26 Jun 2018, 13:20

#008
Finalmente teríamos passado pela floresta e agora estávamos diante do tal palácio de um babaca que se chama monge ou alguma merda do tipo. Escutaria os alardes e até mesmo a preocupação da garota loira. E me perdia em meus pensamentos antes mesmo de começar a falar algo para ela;... “ Com toda a certeza vou amarrar essa ruiva na volta e vou comer ela por 3 dias e 3 noites!”

- Que se foda a história garotinha medrosa, no passado eles não enfrentaram Ken Rock e o Sindicato Pirata. Vamos entrar naquela merda, dominar aqueles viados e tomar a bosta do castelo! Não necessariamente nessa ordem, mas com toda a certeza aquela poirra será nossa!

Vendo que ela pediu a luneta ao gatinho ficaria de olho e caso o gato fosse entregar a luneta a loirinha, procuraria pegar a luneta antes dela e caso a mesma tentasse tomar de mim ou falasse algo, daria um tapa na mão dela seguido de um bronca… - Tira essa mão cheia de dedos, preciso ver essa merda antes!.... Com a luneta em posse olharia calmamente as barracas e procuraria o exército desse tal monge… “ Será que ele é um tigre bizarro tb?".... Procuraria algum caminho ou passagem pelo local!

Assim que terminasse de ver, devolveria a luneta a loira jogando a mesma na direção de seus peitos! Escutaria alguma informação que fosse passada pelos meus companheiros e depois me reuniria com Royce, e os tritões! e compartilharia os meus pensamentos … - Realmente bater de frente com esses putos irá nos atrasar e tb nos desgastaria pra caralho as nossas forças…. escutaria algo que algum deles tivesse a dizer e concordaria com um balançar de cabeça e voltaria a conversar … - Podemos também fazer o seguinte, sigo vocês até a porta da frente do palácio, assim que entrarem dentro da espelunca eu invado pela porta da frente! Big G e o mestre Akuma ficaram por aqui e começaram a atacar esses putos antes mesmo que eles tentem se agrupar! A vadia musculosa fica do lado de fora segurando as pontas para eliminar qualquer filho de uma puta que tente escapar e pedir mais reforços….  Escutaria a discussão do plano e a opinião dos demais….- Se tudo der certo, nós arrastamos esse tal de monge para fora do barraco e matamos ele diante dos olhos dos vermes! Se tudo der certo esses putos irão se render aos nossos pés ou continuaremos a lutar Muauhsuhauhsuahuhsa!!

Estalaria os dedos, coçaria minha bunda, saco e ajeitaria minha partes íntimas para a batalhar, antes de começar olharia para a ruiva musculosa e perguntaria…. - Por um acaso você teria algumas bolas de ferro (tamanho de uma bola de baseball) e uma corda no caralho da sua bolsa mágica?... Se tivesse pegaria as bolas, e agradeceria passando a mão em seu peito e sorrindo maliciosamente!! - Vamos foder com esses putos!

Não tinha muita pressa no momento e iria aguardar a movimentação inicial do jovem Mink. Nesse meio tempo, pegaria a besta e analisaria as suas condições e a mira do equipamento, Colocaria um dos ddos e miraria em uma árvore que estivesse a uma distância mediana. após o tiro, iria até o local para recolher os dados e faria qualquer tipo de modificação que fossem necessárias para melhorar a mira e as condições da arma. Após os ajustes faria mais um tiro e recolheria novamente a munição. Se não houvesse mais tempo para adaptar as melhorias da arma, buscaria gravar as condições da mesma para reajustar no momento do tiro!

Pronto para partir, ficaria na espera do sinal do Royce, assim que o mesmo liberasse o caminho, pediria a ajuda do Big G para me colocar em cima do muro…. - Vamos lá Grandão me ajude!... Após a ajuda, reforçaria um dedo positivo para o mesmo e faria um sinal para ficarem ligados no plano. Se Big não pudesse me ajudar a subir e a ruiva houvesse me dado uma corda ou até mesmo que Royce tivesse uma consigo, jogaria a corda para que o mesmo ou esperaria que ele jogasse a corda., pediria a ajuda do Big no caso de ter alguma dificuldade na subida em cima do olharia por onde Royce caminhava e tentaria seguir os seus passos. Se  houvesse algum local aparentemente macio para me jogar como um monte de feno ou moita me jogaria. Tomaria essa atitude apenas se o local fosse aparentemente seguro e que nenhum inimigo estivesse pelas proximidades e se essa opção não fosse possível, esperaria Royce me indicar por onde descer!
E se porventura, não conseguisse subir no muro ou que o Big G não pudesse me ajudar, Esperaria que Royce abrisse algum caminho para que eu pudesse adentrar com ele.

Uma vez que tenhamos invadido o muro, ficaria de olho aos arredores, faria proveito da minha visão na penumbra para não deixar nada passar batido, para a possível aproximação de possíveis sentinelas. Se houvesse algum e a distância fosse favorável para um disparo da besta, me acomodaria de forma calma e miraria bem lembrando as falhas que o equipamento poderia ter apresentado nos tiros testes. Pronto e com o alno na miraria, buscaria um tiro mortal ou algum que desestabilize o mesmo dando-me tempo de recarregar e aplicar mais um tiro contra o mesmo. Se não houvesse tempo hábil o suficiente para recarregar e se o gatinho não estivesse em seu raio de ação para eliminar o infeliz, pegaria a lança e a jogaria em direção ao corpo do mesmo para empalar o puto. Iria calmamente e abaixado em direção ao corpo do inimigo, retiraria a munição da besta e a lança, se o mesmo ainda estivesse vivo, morderia o seu pescoço com a intenção de matá-lo finalmente. Recolho os possíveis bens dele como armas, equipamentos útil como uma bolsa, sacola ou mochila, Ainda no corpo inimigo morderia intensamente os seus punhos para arrancar as mãos. Após guardá-las  acomodaria o corpo em algum local que não chamasse atenção.

Voltaria a prestar atenção no  mink afeminado estivesse fazendo para não chamar a atenção de ninguém buscaria seguir o caminho de uma forma precavida, eliminaria qualquer pensamento sórdido e continuaria a seguir a liderança do rapaz!

Se em algum momento algum inimigo aparecesse e estivesse muito longe para um combate corpo a corpo ou algo do tipo, novamente pegaria a minha besta e para um disparo tão magnífico quanto a minha bela cor  contra a sua garganta ou olhos, sempre lembrando da experiência dos tiros anteriores para melhorar ainda mais o calibre, mira e perfeição do momento do tiro. Se fosse na garganta, pegaria outro dardo para recarregar a besta enquanto esperava a possível movimentação o Mink ou a vadia loira eliminar de vez o inimigo. Se eles não fizessem nada, mais uma vez realizaria uma investida com a besta no coração ou cabeça. iria até o corpo arrastaria o mesmo para algum local para evitar problemas, arrancaria os dardos disparados, revistaria o corpo dele a procura de mais coisas úteis como uma mochila/sacola/bolsa para levar equipamentos, armas em geral! “ Isso pode ser útil”... e arrancaria as mãos do inimigo com algumas mordidas, guardaria as mesmas para o futuro.

Focado, votaria a seguir o mink e não deixaria de prestar atenção no ambiente e até mesmo nos inimigos. Usaria sempre a minha besta para eliminar os inimigos que fossem necessários, no caso do gatinho não os ter eliminado de forma furtiva, ou partiria para a ignorância, abafaria a boca deles por trás e na sequência morderia por diversas vezes o seu pescoço até separar o mesmo de seu corpo (só realizaria essa tática se o inimigo não me visse ou estivesse de costas para mim, de frente seguiria o esquema da besta descrito anteriormente). Uma vez que finalmente conquistássemos o algo de chegar ao palácio ou em algum ponto seguro Prestaria atenção nos arredores e de possíveis informações do rapaz ou loira.

Se combinássemos seguir adiante, manteria a mesma estratégia descrita acima e só seguiria se o caminho estivesse liberado ou que o jovem laranja me desse o ok para seguir adiante. Se porventura tivesse conseguido chegar próximo ao palácio, esperaria que o rapaz entrasse dentro do local para depois seguir para a porta da frente de forma calma e buscaria não ser visto ou até mesmo descoberto antes do tempo. Para isso buscaria lugares para esconder o meu maravilhoso e belo corpo azul.

No caso de ainda estarmos a caminho do local, procuraria algum local coberto para não descrever a minha estupenda presença e após aguardar um tempo, iria adiante, se fosse possível não chamar a atenção de nenhum vigia sem eliminá-lo faria e esperaria que o mink fizesse, afinal o terreno e o tipo de eliminação seria mais adequada para o mesmo.
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Última edição por Rock - Furry Legend em Qua 27 Jun 2018, 10:37, editado 1 vez(es) (Razão : Mudança importante do post que estava muito desconexo e fora da linha temporal....)
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 3 EmptyQua 27 Jun 2018, 18:16





Royce

WilD MinD


Royce excitava se a cada nova descoberta naquela jornada. Por mais que tudo o que tivesse visto até então fosse mato, árvores e terra. Porém a caminhada longa logo chegava ao fim, para o gato ao menos parecia ter se passado pouco tempo, pois havia conseguido se distrair durante todo o percurso.


Observava o castelo, enquanto ouvia o que a loira tinha a dizer.

- Cem? - perguntou Royce devidamente incrédulo e mais uma vez se virou para olhar as muralhas. - Eu-gara consigo pular por cima delas. - disse e logo completou. - E sem me esforçar muito. - O jovem não estava blefando, pois bem sabia que tinha capacidade para conseguir saltar aquela altura com certa facilidade. - Eles-gara devem ter aumentado bastante a história, nyan…. Ou então o outro exército era muito fraco.  

Continuaria ouvindo a mulher terminar de falar.

- Sua luneta? - diria, respondendo a pergunta com uma nova pergunta e tentando parecer devidamente confuso.

Se a mulher mudasse a expressão para desgosto o jovem insistiria, mas ergueria as mãos em sinal defensivo.

- Ahhhhh, sim eu-gara a vi. Deixei no navio. - na verdade ela estava na mochila que carregava junto com as outras coisas. - Deve ter ficado com o mapa… A fruta eu trouxe. - diria com um sorriso sincero, pois a tinha trazido. - Que bom, porque to com fome, nyannn. - tiraria então a mochila das costas a depositando no chão enquanto vasculhava para pegar o cacho de uvas estranho e tomando cuidado para não mostrar a luneta.


Pegaria as uvas e então jogaria uma para a boca já ignorando o que lhe era dito.


- Hnnnméééééé… Horrivel. - Olharia desconfiado para a fruta e então jogaria outra na boca. - HnnnnMéééééé, tem gosto de merda. - se a loira continuasse insistindo da luneta jogaria mais uma na boca. - HnnnnMééééé. Isso é terrível, você não devia ficar carregando porcarias assim. Essa sim teria sido uma boa vingança de se aplicar, nyannn. (Som de cuspes)


Se afastaria para mais a frente na estrada para observar a cidadela.

- Então? - perguntaria ao ar.

- Parece um bom lugar para começar. Se o nobre daqui é realmente influente ele pode se tornar uma excelente moeda de troca.


- Concordo. - diria, respondendo simultaneamente o tritão azul e Shizuka.

- Temos-gara que chegar mais perto para olhar. E então decidir o que fazer Nyan. Tenho quase certeza que consigo saltar sobre o muro, tenho também corda na mochila para poder puxar os demais. Cassandra é arqueira e você-gara está com esse treco ai. Talvez tenha como matar os guardas do portão para só então o grandão ai avançar.


Royce finalmente começava a realização de um de seus sonhos, invadir locais pelo mundo e conquistar as suas riquezas, desvendar os seus mistérios e por isso era impossível para suas orelhas ficarem paradas, permanecendo assim em constante estado de agitação nas laterais de seu chapéu e além disso, finalmente podia fazer algo para o qual tinha habilidades.

- Seria complicado se aproximar com o grandão, talvez eu-gara, você-gara, a loira-gara e Cassandra-nyan. - ouviria o complemento do plano do tritão, sobre Akuma e Big G realizarem um ataque. - Sim, pode ser. Mas só depois de termos limpado parte da muralha, assim eles podem se aproximar bastante e se destravarmos o portão o grandão poderá causar o tumulto no próprio pátio….. - Mande-o matar os humanos inuteis do povoado, massacrar todos. Isso chamará a atenção e tirará os guardas do castelo. Mate-os, mate-os. Acaba com essa raça inferior. Mostre a eles o verdadeiro terror. - Hnmm...E se…. - Royce relutava um pouco em prosseguir com essa ideia, mas as fortes emoções de Shizuka emanavam tomando conta de dentro de si influenciando o seu jugo sobre os limites do bom senso. - Se de vez de abrirmos-gara os portões.. Estragarmos-gara o mecanismo e depois disso os outros começassem a criar um caos na cidade… Os soldados teriam que sair para proteger os cidadãos, mas não poderiam… teriam que lutar contra os portões dando tempo para que pudessem-gara causar tumulto e ainda recuar sem ter que enfrentar muitos homens. Os cidadãos tentaram ir para o castelo, mas também não conseguiriam entrar. O que você-gara acha grandão? Gostaria de por algumas casas abaixo e causar muito terror. - o sorriso de Royce subitamente se abriria revelando suas presas dada a satisfação vinda de Shizuka.


Com a pequena reunião transcorrida apresentaria o ‘plano’ de ação aos outros, falaria de modo sério não dando muito tempo para contradições, pois afinal ele estava decidido a invadir o local.

Deixaria sua mochila junto às árvores, dela pegaria apenas o necessário para a investida.

Corda, água, uma seringa e uma morfina, o novelo da lã, afinal este era fundamental, junto a isso estaria às suas espadas, relógio e também o dinheiro, visto que esses já estavam em seu corpo.


Durante algum tempo ainda aguardaria fora dos limites, esperando o cair da noite se prolongar e as pessoas começarem a se recolher.

- Aproveitem-gara para descansar. Saímos as 11. Trouxe comida, nyan? Aquelas coisas me deixaram com um gosto horrível na boca. - perguntou a Cassandra.


Comeria e descansaria até a hora citada a qual controlaria pelo relógio.



Na Hora….

Iria a frente do grupo, utilizando-se de sua visão noturna, audição aguçada e furtividade para traçar o caminho seguro, observar o local e então chamar os outros para acompanhá-lo. Esperava estar com o tritão azul, a loira e Cassandra e esse no momento seria todo o seu exército de 6 mil.


Sempre que houvesse movimento na rua o jovem gatuno a evitaria, sempre que ouvisse algo com sua audição pararia para averiguar com a mesma e esperaria passar/se afastar.

- Tem algum ponto do muro que seja menos vigiado? - perguntaria com voz baixa para a loira. E se a resposta fosse sim completaria. - Para qual lado? - e com isso planejaria sua trajetória. Mas no caso de uma resposta negativa ou incerta o jovem optaria pela direita primeiro, tentando achar um ponto melhor para enxergar as muralhas.

Durante o caminho, se encontrasse com gatos de rua o jovem lhes perguntaria.


nyany nyannyanya nyanyanya nyanyanya. (Tem algum lugar que um grupo de pessoas possa entrar lá com facilidade, no castelo grande? Se me mostrar lhe dou um novelo de lã muito divertido. ) - seria o que Royce perguntaria aos gatos da cidade.


Quando em um local apropriado e tendo guiado os outros com sucesso até ali ele pararia novamente, tirando mais uma vez o relógio do bolso. Ali assistiria a ronda da muralha, isso é claro se houvesse ronda, mas acreditava que os soldados estariam andando e patrulhando a extensão da mesma.

Se identificasse a ronda, se focaria nos intervalos que demoravam para passar no ponto pelo qual pretendia entrar. Provavelmente não poderia enxergar os homens, mas sim a claridade criada por suas tochas.

- Eles-gara não deviam usar tochas. Não vão conseguir enxergar nada no escuro.

Agiria somente após ter uma base do tempo das rondas, tempo este que informaria aos demais. Com isso em mente se prepararia para agir. Ao contrário do que se poderia pensar o jovem não iria saltar o muro no intervalo das rondas e sim no momento em que o soldado estivesse passando para então matá-lo e aumentar o intervalo que teriam.


Posicionado ao pé do muro o jovem se abaixaria, contrairia suas mãos para revelar suas garras, fazendo o mesmo com as dos pés para assim fixar-se no solo.

- Solt - pronunciou baixo o nome de sua técnica, expandindo sua musculatura para acumular força para o salto. Sabendo de suas capacidades o jovem não carregaria a técnica inteira, apenas algo entre dois ou três segundos deviam ser o suficiente para alcançar o topo da muralha. Em uma de suas mãos já estaria portando uma espada a outra sacaria durante o impulso.

Quando alcançasse a muralha esperava que fosse no momento que o guarda estivesse passando e se não nesse momento ao menos que fosse um momento um pouco após a sua passagem.  Usaria lá suas espadas para ‘agarrar’ a muralha puxando-se para dentro e avançando contra o soldado em um golpe rápido e misericordioso contra a garganta do mesmo na tentativa de matá-lo rapidamente. Poderia no entanto ser mais de um e nesse caso o impulso na direção deles seria seguida por sua outra técnica Roundar a fim de causar dano em área e eliminar todos os alvos ao mesmo tempo.



Tendo sucesso em limpar o ponto de entrada o jovem amarraria a corda na muralha jogando-a para baixo, também faria o mesmo com a tocha para que esta não ficasse o iluminando. Não tendo sucesso em achar um local para amarrar a corda o gatuno usuária o corpo morto do guarda como âncora além da sua própria força para manter a corda firme enquanto os outros subiam.  


No topo se manteria com a audição atenta, e sempre tentando prestar atenção nos tempos que havia medido antes, pois se a ronda fosse executada por mais de uma patrulha esse tempo ainda seria importante para saber quando o perigo poderia estar se aproximando.


Se todos tivessem subido com sucesso e o corpo não tivesse sido necessário de âncora o jovem joga-lo-ia da muralha com o auxílio da corda para evitar barulho.

- A próxima patrulha pode estar chegando, mate-os antes de se aproximar. - diria caso o tempo medido estivesse se esgotando, contaria para isso com Ken e Cassandra com suas setas silenciosas.



>>><<<


Se caso inicialmente o jovem tivesse percebido que de vez de círculos ao redor da muralha as patrulhas fizessem movimentos de ida e volta a sua estratégia mudaria um pouco no início e no final, pois ele teria escolhido o ponto de invasão como o intermediário, ou seja, o local onde ambas as patrulhas se cruzavam. Afinal, se uma patrulha não se cruzasse com a outra iriam desconfiar de algo errado. E assim agiria o mais rápido possível para subir os outros e já informar Ken e Cassandra a direção que deveriam mirar e quantos deveriam eliminar.


>>><<<

Ao final, se livraria de todos os corpos, mas se fossem demasiados, ou seja, mais que 6 os deixaria ali, optando por agir rapidamente.


- Até aqui tudo certo, nyan. - comentaria com os demais. - Talvez valha-mos mais que cinco mil homens. - diria revelando uma grande satisfação em sua voz por suas habilidades.


>>><<<

Caso o ponto inicialmente escolhido fizesse Royce considerar que seria complicado agir no tempo entre as guardar ele guiaria o grupo até outro ponto, onde repetiria a estratégia.

Já caso no topo da muralha não tivesse sido bem sucedido em eliminar todas as ameaças com o primeiro ataque o jovem continuaria a sua investida o mais rápido possível, mirando seu próximo ataque primeiramente na tocha para eliminar o auxílio da luz de seu oponente e favorecer-se por sua visão noturna enquanto o mesmo teria que se habituar a falta de claridade


>>>><<<<


No entanto, se algum gato de rua tivesse lhes informado de algum tipo de entrada o jovem primeiramente iria averiguar e se esta se mostrasse mais lógica que seu plano inicial ele não agiria e se poria avaliar um novo plano.





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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 3 EmptyQui 28 Jun 2018, 16:09



Narração - Wild Tide



TODOS

Todos ficavam intrigados com aquilo que a garota havia dito, sobre os Monk e já começavam a se questionar e dizer que a história havia sido aumentada e que conseguiriam facilmente invadir o castelo e acabar com aquela família. Ela olhava para Ken, logo depois para Royce e então para todos os outros, um por um, parecia estar avaliando suas forças ou olhar de baixo para cima todo o corpo e a postura dos piratas.

Depois disso, Royce quando questionado sobre o equipamento da garota começou a fingir que não sabia do que ela falava, mas com a garota estendendo a mão e o encarando esperando que ele a devolvesse, ele afirmou ter visto, mas deixado no navio, pegando apenas a fruta que dizia ainda estar com ele e começou a comer enquanto reclamava do sabor para desviar do assunto que a garota havia entrado, ela então fala com uma das sobrancelhas tremulas e levantadas, além de estar aparentemente intrigada com a mentira deslavada do Mink.

- Tudo bem, depois eu a pego então... Voltando ao assunto, se vamos fazer isso, é melhor fazermos na calada da noite. –

- BAHAHAHAHA. Vamos invadir isso e matar todo mundo logo! –

Falou a barbara empolgada depois de uma gargalhada, ignorando a trama que acontecia em cima da luneta e já querendo ir para cima da vila e tomar o lugar a força sem se preocupar com nada e ninguém. Logo depois de discutir com Royce sobre o que fazer para invadir o local junto aos outros que mais escutavam do que falavam enquanto a ruiva se alongava para ir na direção do castelo, Ken perguntou para a ruiva se ela não teria bolas de ferro para que ele usasse na luta, ela colocou a mão na bolsa e de lá retirou a mão vazia apontando o dedo do meio para Ken rindo, mas logo enfiou a mão de novo e disse.

- BAHAHAHA. Eu até tinha, mas joguei no mar porque achei essa belezinha aqui, espero que não fosse desse que Toretto estava falando para cortar árvores e arrumar o navio, se for, agora já era. BAHAHAHA. –

De sua bolsa, tirou um machado gigante e o apoiou sobre os ombros, tinha quase o mesmo tamanho dela, parecia bruxaria que algo assim estivesse em uma bolsa de pano. Logo depois, Royce fala sobre seu plano de trancar os portões e fazer com que tanto os guardas fiquem presos no castelo, quanto os cidadãos fiquem presos tentando entrar no mesmo, então pergunta ao Big G o que ele achava da ideia e ele responde puxando sua barba, mas sem pensar muito.

- Bem, eu não quero sair por aí matando pessoas indefesas, mas se for só causar um caos, eu posso fazer facilmente, vamos dar duas horas para vocês e então começaremos. -

- Hummm, huuuum, HMMM... HUUUUUUUUUUUUUUUM... HumHum! -

Akuma respondeu apontando para vila e para o castelo enquanto olhava para a loira, então mais uma vez ela dava um de seus raros sorrisos enquanto deixava uma das mãos em frente de sua boca e ficava com o rosto avermelhado, logo respondia Akuma ainda sorrindo e dando um tapa em seu ombro, o empurrando um pouco para trás enquanto olhava para Royce hora ou outra.

- Ah Akuma, assim você me envergonha na frente do gatinho, depois que tudo acabar, pode ser que façamos isso, mas por enquanto, vamos focar no plano. –

Depois disso, todos decidem esperar até que fique mais tarde e possam invadir com o mínimo possível de chance de serem vistos, antes de fazer aquilo que pretendiam fazer. Royce aproveitava esse tempo para guardar algumas de suas coisas na árvore escondidas, enquanto Ken testava sua besta, até que Royce pede comida para Cassandra que já estava estendendo um pano no chão. Ela começou a colocar pratos, deu um sorriso para Royce e disse para todos.

- Está quase pronto, venham se servir, tem bastante comida. –

Com isso, todos com exceção de Ken que continuou acertando sua besta se sentaram e comeram de algumas marmitas de peixe que Cassandra havia preparado. Big G comeu um pedaço gigante do peixe que a ruiva retirou e arremessou para ele falando alto.

- Cassandra pediu que eu guardasse em minha bolsa por ter mais espaço, pode comer porque logo vamos matar muita gente. BAHAHAHA –

Depois de satisfeitos, todos aguardaram, alguns admirando as estrelas, outros olhando para a vila de longe, outros meditando sobre a própria vida e outros se preparando para a invasão. Até que deu o horário e todos se dirigiram para o lugar, sendo que Royce foi na frente e logo depois era acompanhado pelos outros, com exceção de Big G e Akuma que ficaram para caso algo de mais ocorresse e logo depois atacar a vila e causar um caos.

Então o grupo que chamava menos atenção desceu para a vila passando pelas ruas que não tinham nem um pouco de movimento, embora houvesse alguma luz em uma casa ou outra, conversas saindo de algumas casas e um mendigo desmaiado aqui e ali, estava tudo na mais perfeita ordem no lugar, parecia apenas uma vila normal de camponeses que teriam que acordar cedo para trabalhar no campo. No caminho, Royce pergunta para Merlinda se tinha algum ponto menos vigiado no muro, mas ela responde séria como sempre.

- Imagino que não, mas deve ser bem mais simples para nós invadirmos esse lugar que um exército chamativo, embora eu saiba bem mais sobre os Achill que seus aliados dos quais não tenho tantas informações. –

Não parecia haver animais no lugar, mas chega uma hora que Royce escuta sons saindo de um beco entre duas casas, lá percebe que eram dois gatos em cima de um barril comendo uma cabeça de peixe jogada, então tenta conversar com os bichanos que respondem.

- Nyannyanny nyaa nyan nyyyan nyannyanaya. - (Eu não vi nada do tipo e você Lancelot?)

- Nyannyan, anyanyan nyyyyan... Nyan nyan, nya! -
(Tem um jeito que eu uso, o cozinheiro me dá comida lá às vezes, mas humanos ou gatos gigantes não cabem... E tem uma gatinha, ela é da filha do Lord e é linda!)

- Nyan nyan nyanny? – (Teria como me mostrar ela?)

- Nyanyan, Nyan, Nyanyanya... Nyanyananya... Nyanyanyannnyan! – (Claro, vamos lá, mas cara... Ela está tão na minha... Se bem que eu acho que posso dividir!)

Os gatos responderam e saíram correndo na direção do castelo, sumindo de vista e indo a procura do que qualquer animal e até alguns seres humanos vão. O grupo pirata então se aproxima da muralha de modo que ficassem atrás de uma casa próxima de onde Royce conseguia observar as luzes dos guardas se movimentando, depois de algum tempo, com todos quietos, ele percebeu olhando para seu relógio e cronometrando que a luz passava de trinta em trinta segundos no lugar.

Assim que ele identificou o tempo e mostrou aos outros, se dirigiu ao pé da muralha, aguardou a luz passar novamente e se preparou para usar sua técnica, mas algo diferente aconteceu ao contrair suas mãos, algo saiu de seus dedos além de suas unhas, era algum tipo de agulha que rapidamente pulou pra fora de seus dedos e voltou pouco antes de suas unhas sairem. Mesmo assim ele não tinha tanto tempo para pensar nisso, pulou até o topo do lugar, assim que alcançou, viu dois homens que conversavam andando e segurando tochas, estando ambos de costas para ele.

- Viu só, essa é a minha mulher e ao lado a filhinha do papai, eu ami mi... -

Nesse momento, Royce usa outra de suas técnicas aproveitando do avanço da anterior para rotacionar e acertar os homens. Acabou acertando ambos por trás em cortes horizontai no pescoço, de mode que caíram para trás, em um deles, Royce viu o retrato que mostrava ao outro a foto de sua família. Não era possível ver nenhum guarda por perto, talvez por ser um lugar muito grande e provavelmente ninguém esperasse um ataque pirata desses do nada.

Ele então amarrou a corda em uma das pontas sobressalentes da muralha e jogou a corda para baixo junto das tochas, de maneira que os outros que aguardavam em baixo começaram a subir até o topo.

No momento em que Ken, que ficou por último, estava terminando de subir, Royce percebeu algo estranho nas outras tochas ao longo da muralha, antes estavam acesas e se movimentando lentamente, mas agora estavam todas se mexendo no mesmo lugar em movimentos circulares, então escutaram o som de uma espécie de sirene, junto de um grito vindo de um dos cantos da muralha onde eram coberto e tinham uma espécie de sala.

- INVASORES, O CASTELO ESTÁ SENDO ATACADO! –

Nesse momento, a loira aponta para o sul, era onde havia um exército com várias tochas iluminando, estando metade das pessoas montadas em cavalos e a outra metade sem nada, além de existir algumas catapultas e canhões. Nesse momento, uma chuva de flechas pegando fogo é disparada do exército na direção do castelo, deixando o céu iluminado com suas chamas, a loira olha para todos e fala calmamente acompanhada da barbara que parecia estar em êxtase com a situação, terminando ao apertar as partes do tritão.

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- Eu sabia que algo podia dar errado, mas por essa eu não esperava, impressionante. -

- Ei Ken, isso é uma guerra não é? Estamos no meio de uma guerra, é isso mesmo que estou vendo? Quando isso acabar, se ainda estivermos vivos já sabe! Bahahaha -

- Vendo isso, me lembro de uma vez que tentei preparar ouriços-do-mar, acho que vamos ficar parecidos com aquilo, eu estava começando, então acabei queimando e envenenando o prato. Hihihi. -

Concluiu Cassandra enquanto deixava um de seus tentáculos no ombro de Royce e observava aquilo vindo na direção dos piratas.
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Castelo:
 

Merlinda:
 

Citação :
Nome: Horu Horu no Mi
Tipo: Paramecia
Descrição: Estra fruta permite ao seu usuário criar e controlar hormônios especiais que podem afetar qualquer um, inclusive ele mesmo. Ao transformar os dedos em seringa, o usuário é capaz de injetar estes hormônios nas pessoas, porém terá que fincar seus dedos/injeções por alguns segundos no corpo do alvo (ele inclusive). Além disto, o usuário desta fruta é afetado pelas fraquezas padrão de todas as Akumas no Mi - Kairouseki e impossibilidade de nadar por parte de seu usuário.

Bônus


  • Needle
    Capacidade de transformar os próprios dedos em pequenas seringas, dando a capacidade do usuário de injetar hormônios especiais no corpo perfurado.

  • Hormone
    O usuário tem a capacidade de produzir e controlar hormônios especiais. Esses hormônios podem manipular vários aspectos de uma pessoa como por exemplo gênero, temperatura corporal, pigmentação, crescimento ou diminuição, podendo causar mudanças emocionais e mentais brevemente em casos de trocas hormonais extremas e dentre outros efeitos como melhoramento da capacidade de cura e inibição de fadiga (através de técnicas com as devidas restrições).

  • Crescimento e Diminuição

    Criando hormônios que provocam o crescimento ou encolhimento de partes do corpo, o usuário pode ao injetar em uma pessoa provocar os seguintes efeitos:

    Level 1: Capacidade de aumentar um membro em até 1.5x o tamanho original ou diminui-lo pela metade por até 2 turnos.
    Level 2: Capacidade de aumentar um membro em até 1.5x o tamanho original ou diminui-lo pela metade por até 3 turnos.
    Level 3: Capacidade de aumentar um membro em até 2x o tamanho original ou diminui-lo pela metade por até 3 turnos.
    Level 4: Capacidade de aumentar um membro em até 2x o tamanho original ou diminui-lo pela metade por até 4 turnos.

    *É preciso esperar a mesma quantidade de turnos que o membro foi alterado para utilizar novamente (ex: se ficou 2 turnos alterados apenas após 2 turnos vai poder utilizar novamente).
    *Para aumentar ou diminuir por valores diferentes dos apresentados pela tabela é necessária a criação de técnica.

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 3 EmptySex 29 Jun 2018, 10:25





Royce

WilD MinD



Royce ainda não se conformava com o temperamento dos gatos que havia encontrado, pois não era possível entender como podia eles darem tão pouca importância a algo e se distraírem com tamanha facilidade.



Aguardava em cima do muro até que todos subissem, distraindo-se com o movimento rítmico das outras tochas, nesse meio tempo estaria também fuçando nos corpos, sem se importar com o destino que a família do soldado teria depois daqueles acontecimentos, ao bem da verdade, Royce começava a se importar cada vez menos com as pessoas de fora e mais consigo mesmo.



Ken chegava ao topo e com ele o infortúnio. Hordas de homens armados e prontos para um combate sangrento se aproximavam.



- Temos nossa distração, nyan. Não era no momento que eu-gara queria, mas vai ter de servir. - olhando então para o céu de estrelas de fogo e em seguida para seus companheiros o jovem começa a se mover. - Protejam-se - guardaria as espadas nas costas e pegaria um dos corpos no chão erguendo-o e se movendo para fazer um escudo para si e Cassandra. - Cassandra, aqui! Azul pegue o outro grude em mim. - falaria eufórico.


Manter-se-ia o mais firme possível durante a chuva de flechas, tentando usar o corpo morto do pai de família para proteger a si e a Cassandra. Esperava que os demais tivessem o mesmo raciocínio. Esperava que Ken tivesse entendido e se movido para o seu lado colocando um morto ao lado do outro formando assim uma ‘parede’ mais larga para que fosse possível proteger todos.



- Quem você-gara acha que está atacando? - gritaria entre a chuva de fogo e esperaria a resposta da loira. - Eu-gara não quero me envolver com ele-gara agora nyan. Teremos-gara que ser rápidos.

Se a chuva de fogo tivesse cessado o jovem jogaria o corpo para fora da muralha e puxaria sua corda tentando enrolá-la rapidamente sem a emaranhar. Sabia que o tempo que tinham para sair dali era curto, afinal se estavam sobre ataque logo as muralhas estariam repletas de soldados assumindo suas posições. Assim tentaria apelar para o seu bom senso e lógica de ladrão.




- Não temos-gara mais tempo para tanta cautelo, esqueçamos-gara o portão. - Sacaria novamente suas espadas e começaria a se mover em uma corrida constante ao ponto mais afastado do portão de entrada, suspeitando que exércitos talvez focassem o portão de entrada e não um ponto afastado do mesmo.


O jovem começaria correr por cima do muro, aproveitando-se do fato de que os guardas no topo estariam todos focados na direção do exército e não exatamente em alguém que já estivesse sobre o muro. Para os soldados de baixo também poderiam parecer apenas mais soldados do reino se movendo por sobre a muralha. Ao menos assim Royce esperava que fosse.



- Avançaria rapidamente tentando alcançar a primeira parte coberta da muralha, buscando matar os homens distraídos com quem cruzasse, apunhalando-os com a guarda de suas espadas e forçando-os na direção da muralha a fim de atirá-los para fora da estrutura. Contaria com Ken ou Cassandra para finalizar ou criar aberturas de tempo para aqueles que o enxergassem antes de ter tido tempo de se aproximar furtivamente. Tentaria eliminar cada alvo com um golpe rápido e avançar para o próximo, correndo meio abaixado para não tirar o ângulo de disparo de seus companheiros.



Para soldados feridos pelas setas o jovem ainda abaixado usaria a parte gancho de suas armas para puxar ambas as pernas do oponente, derrubando-o para trás e assim rapidamente finalizado com o punhal da base de sua espada, cravando-o firmemente no coração.



- Loira, fique de olho em novos disparos do exército e na nossa retaguarda. - comandaria para a mulher.- Cassandra, finque uma flecha em todos os mortos da muralha, para pensarem que foram mortos pelos disparos do exército.


O objetivo primário era se deslocar rapidamente por sobre a muralha até chegar em um ponto distante da porta principal, onde talvez a movimentação dos soldados principais do exército fosse reduzida. Isso obviamente tentando eliminar qualquer um que pudesse os ter visto.



Sabendo não ser garantido que todas as flechas disparadas pelo exército estariam incendiadas o jovem não hesitaria em se proteger sempre que sua audição captasse a loira avisando das setas, ou mesmo captar diretamente os sons das mesmas cortando o ar. Afinal, as flechas incendiadas eram possíveis de se enxergar e assim saber a direção em que seguiam, no entanto se flechas não incendiadas fossem disparadas entre aquelas? Estas seguiram invisiveis e ignoradas podendo acertar indiscriminadamente qualquer ponto da muralha.



- Protejam-se contra o muro, nyan - bradaria, fazendo o mesmo dito.

Constatando falta de flechas caindo sobre suas cabeças começaria a se mover novamente. Se conseguisse por fim se afastar o jovem procuraria um ponto onde a muralha interna possuísse alguma construção próxima. Talvez um estábulo, a ferraria, uma casa, um armazém, pois assim poderia mais uma vez jogar a corda para baixo, amarrando-a no muro para que todos pudessem descer e ficar ocultos pela construção. Isso é claro se não houvesse guardas que pudessem os atrapalhar nessa execução.


Royce aguardaria para ser o último a descer, pois desceria de modo diferente para não ter que abandonar a corda. Desfaria o nó só a passaria em volta de alguma estrutura, encurtando-a assim pela metade e descendo com uma corda dupla. Talvez ela não chegasse até o chão, mas mesmo da metade do muro sentia-se confiante para cair e não se machucar e assim a corda poderia ficar livre para ser puxada e enrolada novamente.




Ali, protegido pelas sombras da construção aguardaria para retomar o fôlego e observar o panorama que se instalava no lugar, se julgasse até mesmo seguro, ou mais prudente arrombaria a construção para que todos se ocultasse em seu interior.




- Vamos-gara esperar um pouco aqui, nyan. Alguém-gara ferido? - perguntaria, obviamente olhando para si mesmo a fim de ver se não havia sido atingido sem perceber.


(EDIT, respostas ao Ken)

Caso o tritão começasse a falar sobre os companheiros do lado de fora o jovem acenaria com a cabeça.

- Espero nyan, que eles-gara sejam nyan, sensatos e fiquem-gara fora do confronto nyan. - a fala carregada de Royce era por causa de seu nervosismo diante da situação. Afinal, qualquer ser sensato teria recuado, mas a curiosidade de Royce não lhe permitia perder a oportunidade de invadir o castelo. - Se eu-gara encontrar mais gatos nyan, peço para eles-gara levarem uma mensagem nyam, para eles-gara.

- Nervoso pequeno? - Shizuka se aproximava saindo das sombras da muralha. Ela, na visão de Royce, parecia incólume, serena e a vontade, como se estivesse apreciando aquilo. Andava lentamente na direção de Royce, parecia respirar fundo como se apreciasse a brisa da morte. - Observe como são inferiores… Matam-se uns aos outros. Lembra-se como era a vida em Kanyon? Havia unidade, pois somos evoluídos, conseguimos entender como as coisas devem ser. Lá eu sou respeitada e o que eu digo é lei, fiz-me merecer e essa é minha recompensa e ilha é meu legado, um local onde os minks vivem em cooperação… Veja essas ratazanas, lutando por migalhas, se matando e banhando suas próprias terras com seu sangue.. Veja e conclua se são dignos de possuir liberdade. - sem dar tempo de resposta ela sumiu. Deixando aquela semente plantada na mente do gatuno.





>><<<


Na falta de construções próximas o jovem procuraria por um local que parecesse não estar sendo observado, ou mesmo se instalaria momentaneamente em alguma das torres da muralha, desde que tenham matado os guardas no seu interior. Ali procederia da mesma forma, aguardando para ver o andar das coisas e decidir seus próximos movimentos.




>>><<<

Esperava não ter sido notado pelos guardas do pátio, mas de qualquer modo isso não importava ao todo. Assim só buscaria aumentar o ritmo do deslocamento até um ponto que julgasse seguro, mas olharia constantemente para trás para ver se não estaria se distanciando muito dos seus outros companheiros e nesses casos diminuiria o ritmo para ser alcançado.




Esperava todavia que Ken ficasse de olho no pátio e que se percebesse que algum soldado começava a nota-los o eliminasse rapidamente antes que este pudesse dar o alarme. E nesse caso, de Ken ter disparado contra alguém do pátio tentaria se ocultar da visão dos soldados do local, puxando também seus companheiros a se abaixar e assim ‘fugir’ do campo de visão daqueles que pudessem estar olhando de baixo.





”objetivos”:
 

Histórico:
 

”Dados da Ficha”:
 





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Última edição por GM.Furry Men em Sex 29 Jun 2018, 15:21, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 3 EmptySex 29 Jun 2018, 14:05

#009
Assim que chegasse a minha vez, subiria na corda o mais rápido possível! Uma vez estando em cima do muro olharia para aquele aquela merda inteira que estaria acontecendo diante de nossos olhos. Notaria a excitação da ruiva com relação a guerra que estaria por vir! Para ajudá-la, colocaria a minha mão na parte central de sua bunda e desceria com a mesma para o meio de suas pernas realizando uma certa pressão quando chegasse no local úmido árduo!

-Calma cadelinha, não é hora do brincar! agora é a hora de fazer o que o seu mestre mandar! E ele quer que vc se proteja daquelas porras que estão voando no céu neste exato momento.

Tendo o mesmo impulso que o gatinho, pegaria um dos corpos dos mortos e os usaria para me defender daquela saraivada de flechas que estaria rasgando o céu em nossa direção. Perceberia a agitação do mesmo para que fizéssemos uma certa formação, iria até o mesmo com um sorriso dizendo!.... - Muhaushuahusha Fodeu tudo gatinho, acho que teremos que ser mais violentos do que delicados agora uahsuhauhsuhauhsuhauhsuhamishauhsjasmiaismiamismaimsimaimshasuhsa

Olharia a minha volta para contemplar e assim que a saraivada terminasse, olharia novamente para o horizonte a procura de um próximo suposto ataque, se houvesse fogo ao redor gargalharia dizendo….- Muahushahusa chegamos mais cedo ao inferno do que eu esperava gatinho MAIAHUHUHAUHSAUSMSAISIAMS!!

Sabendo que não poderíamos ficar muito tempo alí, arrancariam as mãos do meu cadáver escudo com algumas dentadas e as guardaria após desovar o corpo no local, sairia correndo junto com o gato em direção a entrada mais próxima, me manteria ligado em ambos os lados do muro para gritar ou avisar de possíveis ataques de ambos os lados.

Se um inimigo surgisse em nossa frente, na entrada mais próxima ou pelo caminho e o gatinho não tivesse tempo o suficiente para atacar o mesmo,  sacaria uma de minhas pistolas e atiraria contra o oponente até o mesmo cair, Se houvessem mais guardas, pegaria a minha lança e arremessaria contra o mesmo seguido de alguns tiros!

Quando chegássemos próximo a porta mais próxima brilharia o local com a minha crista para cegar alguns inimigos que poderiam haver ali, só faria essa opção se realmente houvesse alguém, tendo oponentes no local apenas gargalhava enquanto disparava contra os seus corpos. Estaria em um movimento zigue e zague para desviar e dificultar os possíveis ataques do mesmo!

Se local fosse seguro e pudéssemos esperar ali até que o tumulto lá fora fosse direcionado até o local do lançamento das flechas, ficaria ali recarregando minhas pistolas e vasculhando os possíveis corpos dos mortos que estariam ali. Assim que a movimentação inicial fosse realizada para conter os invasores ou simplesmente se o gatinho resolvesse seguir adiante para adentrar ao castelo, colocaria-me de pé e seguir adiante.

Uma vez estando fora do abrigo e o local fosse descampado, correria o mais rápido que pudesse e olharia sempre aos arredores a busca de inimigos! Se em algum determinado momento durante o nosso avanço contra o castelo, inimigos surgissem, sacaria as minhas pistolas e começaria a atirar contra eles tentaria combinar os meus ataques com a cassandra até mesmo para não perder tempo alvejando o mesmo inimigo, no caso de ter mais de um, e também para não precisar recarregar o tempo todo

Se conseguíssemos finalmente entrar dentro do castelo ou alcançar algum local seguro para nos reagrupar, olharia para o Royce com um olhar psicótico e diria… - Caralho, só agora eu lembrei que aqueles infelizes estão lá fora para criar distração!! Será que eles irão começar a querer tretar com todo mundo Muahushuhushuhsuhauhsuha?

Não haveria nada que eu pudesse fazer para eles naquele momento a não ser contar com o bom senso deles ou até mesmo com a sorte de repente eles estarem esperando as duas horas chegar.

Nesse momento, me levantaria e iria até um local que tivesse visão do que estivesse acontecendo do lado de fora e observar a movimentação na espreita e no aguardo do que iríamos fazer de agora em diante!

“Não temos muito o que pensar, temos que entrar, invadir, foder com eles e depois foder com todo mundo aqui fora até eles perceberam quem é o dono dessa porra toda!"


----

No caso de alguns inimigos estiverem nos perseguindo ou se aproximando pelo local de onde estávamos, procuro me esconder atrás da parede que desse acesso ao local e assim que o primeiro colocasse o pé dentro do ambiente, atiraria contra a sua cabeça e peito, agacharia e atiraria mais 4 vezes nas pessoas que estivessem se aproximando. Se não houvesse ninguém, simplesmente olharia o ambiente e recuaria para dentro do ambiente novamente. Tendo mais pessoas, puxaria o corpo do chão, usaria ele de escudo para atirar e possivelmente eliminar os atacantes! Meu foco seriam tiros no caso, na cabeça, peito ou em qualquer lugar que levasse o infeliz a morte.

A situação não poderia estar favorável e por isso apertaria o gatinho e os outros…. - Eu sei que essa merda aqui está muito divertida, mas temos que sair daqui se não iremos nos foder e não será da forma sexual e gostosa que vocês estão pensando!!!

Se todos decidissem seguir adiante, iria avançando com eles usando o corpo do inimigo como escudo e atirando contra os oponente para atrasá-los ou eliminá-los...
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Objetivos:
 

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